Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Vista tirada do topo do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0143.jpg
Vista tirada do topo do Corcovado
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

Largo da Lapa visto de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0141.jpg
Largo da Lapa visto de Santa Teresa
Em 1775 surgiram na Lapa, o seminário e a Capela de Nossa Senhora da Lapa. Por conta disso, o Largo da Lapa, em frente, ficou conhecido pelos transeuntes como Largo dos Formigões, por conta dos trajes negros dos padres. Já em 1808, o largo que se encontrava abandonado, foi revitalizado com a chegada do convento das Carmelitas que foram desalojadas do Largo do Paço. Ao abrigar as freiras, o convento e a Igreja ficaram conhecidos como Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro, em referência ao morro do Desterro que ficava logo em frente, e hoje chama-se Santa Teresa. Com o alvorecer do século XX, a Lapa, outrora bairro nobre, foi perdendo importância no cenário carioca, já que as classes abastadas estavam se mudando para a Zona Sul. Por conta disso, abrigou a boêmia carioca, freqüentada por malandros, capoeiras, prostitutas e artistas.
Marc Ferrez
Lapa
circa 1870

Mulheres indígenas do povo Miranha na região do Alto Japurá
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0016.jpg
Mulheres indígenas do povo Miranha na região do Alto Japurá
Os Miranha habitavam a região do Amazonas e Colômbia, tendo sido considerados "bárbaros" por muitos naturalistas com quem travaram contato.
Albert Frisch
Alto Japurá
circa 1865

Jangadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007avulsossemembalagem-17.jpg
Jangadas
Marc Ferrez
Nordeste brasileiro
circa 1875

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx097-12.JPG
Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Ao longo do tempo, o Paço de São Cristóvão, que abriga hoje o Museu Nacional, sofreu diversas transformações, como a ampliação do palácio feita por D. Pedro II a partir de 1850. Lá ele viveu em um período de longa duração, tornando este edifício testemunha de diversos momentos importantes na História do Brasil.
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista
circa 1884

Santa Casa de Misericórdia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx097-10.JPG
Santa Casa de Misericórdia
Prédio da Santa Casa de Misericórdia no centro do Rio de Janeiro, na Rua Santa Luzia.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Santa Luzia
circa 1880

Casa da Moeda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx097-04.JPG
Casa da Moeda
Prédio que foi a sede da Casa da Moeda a partir de 1868, em 1984 passou a ser sede do Arquivo Nacional.
Marc Ferrez
Campo da Aclamação ; atual Campo de Santana
circa 1880

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx053-05.jpg
Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1882

Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx043-06.jpg
Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Rua São Clemente, tradicional rua do Bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. O nome da rua se dá em homenagem ao Padre Clemente, que foi tesoureiro mor da igreja de São Sebastião (velho prédio da Sé), e que devido a riqueza de sua família adquiriu grande parte do bairro de Botafogo. As terras de Clemente tinham como limite a Enseada de Botafogo, a Lagoa de Sacopenapã (hoje Rodrigo de Freitas) e os morros de São João e Dona Marta, este último batizado em homenagem à mãe de Clemente.
Marc Ferrez
Rua Rui Barbosa, atual Rua São Clemente ; Botafogo
circa 1875

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Autoria

Assuntos

Pessoas

Locais

Suportes