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Baianas - José Medeiros fotografando a Semana Nacional do Folclore
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Baianas - José Medeiros fotografando a Semana Nacional do Folclore
Em janeiro de 1952, José Medeiros estava em Alagoas fotografando a Semana Nacional do Folclore. A matéria com as fotos saíram na revista Cruzeiro de fevereiro de 1952, na matéria "Folguedos das Alagoas". No centro, provavelmente, o folclorista Theo Brandão, que assinou a matéria com Luiz Alipio de Barros.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

Candomblé
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Candomblé
O candomblé é uma religião africana trazida para o Brasil durante a escravidão. A Igreja Católica proibia o ritual. Para o candomblé, os orixás são os deuses, com personalidades e habilidades distintas, bem como preferências ritualísticas. Os rituais do candomblé são realizados em templos chamados casas, roças ou terreiros que podem ser de linhagem matriarcal (quando somente as mulheres podem assumir a liderança), patriarcal (quando somente homens podem assumir a liderança) ou mista (quando homens e mulheres podem assumir a liderança do terreiro). A celebração do ritual é feita pelo pai de santo ou mãe de santo. Em ritmo de dança, o tambor é tocado e os filhos de santo começam a invocar seus orixás para que os incorporem. O ritual tem no mínimo duas horas de duração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1954

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BALE03767.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BALE03769.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BALE03770.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

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