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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890

Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Homens do povo Umauá, da região do rio Solimões no Alto Amazonas, em pé com armas e ornamentos característicos.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1865

Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Resultados etnográficos e arqueológicos da exploração do rio Madeira empreendida por ordem do Governo Imperial. Entre 1863 e 1869 o engenheiro alemão Franz Keller e seu pai, o também engenheiro Joseph Keller, participaram de expedições para a medição de rios no Rio de Janeiro, Paraná e Amazonas. O fotógrafo Albert Frisch chegou a acompanhá-los, mas somente até Manaus. Franz Keller-Leuzinger (que em 1867 casou-se com Sabine, filha de Georges Leuzinger), seu pai e ajudantes seguiram para o rio Madeira, enquanto Frisch viajou pelo o Alto Amazonas até a fronteira com o Peru, a bordo de um vapor, cumprindo seu projeto fotográfico.
Franz Keller
AM
circa 1874

Jangadas
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Jangadas
Marc Ferrez
Nordeste brasileiro
circa 1875

Os Arrecifes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Os Arrecifes
Segundo o historiador Gilberto Ferrez: "Os Arrecifes formam uma proteção natural ao porto da cidade do Recife. Na foto tirada do alto do Forte do Picao, vê-se navios fundeados no estuários, o cais da Lingueta, o prédios da Associação Comercial e, mais à direita o arsenal da Marinha e a torre de Malakoff."
Augusto Stahl
Recife
1875

Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Boa Viagem
Boa Viagem, às margens da Baía de Guanabara, possui uma topografia bastante peculiar: morros cobertos de vegetação, ilhas e fonte de água potável próxima à praia de águas tranqüilas. A Ilha da Boa Viagem, com seu relevo erodido, pequenas grutas e coberta de vegetação, possui muito boa localização em relação à entrada da Baía de Guanabara. De lá pode-se avistar as embarcações que chegam ou saem da baía. Foram instalados na ilha a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem (construída no século XVII), um fortim (chamado Bateria da Boa Viagem) e a Escola de Aprendizes Marinheiros (que funcionou somente de 1840 a 1846). O seu sítio é um dos principais monumentos da história de Niterói, por suas edificações e caminhos escavados na pedra.
Marc Ferrez
Boa Viagem
circa 1880

Cais Pharoux e, ao fundo, o Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais Pharoux e, ao fundo, o Mercado da Praia do Peixe
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1880

Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Vista do Mercado da Praia do Peixe, próximo a atual rua do mercado
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Paquetá é um dos bairros mais antigos do Rio. Um dos primeiros registros da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrafo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565, Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. A ilha Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a freqüentar a ilha com certa constância.
Marc Ferrez
Paquetá
circa 1880