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Expedicionários em acampamento junto a homens indígenas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm42-0002.jpg
Expedicionários em acampamento junto a homens indígenas
O termo tapuia, presente no título original da imagem, é uma identidade genérica para designar grupo de moradores locais, muitos deles descendentes de povos indigenas da região. De acordo com alguns pesquisadores, o termo pode ter uma conotação pejorativa, que se referia à pessoas traçoeiras, assim descritos por fazendeiros e indivíduos que travavam conflitos com essas comunidades pela disputa de terras.
Paul Ehrenreich
Brasil
1894

Expedição ao Xingu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Expedição ao Xingu
Registro de uma das expedições empreendidas pelo explorador alemão Herrmann Meyer, entre 1896 e 1899, à cabeceira do Xingu, com o objetivo de estudar aspectos geológicos, botânicos, zoológicos e etnográficos da região. Meyer chegou ao Brasil com o intuito primordial de pesquisar povos indígenas, e a para a empreitada no norte contou com a ajuda, entre outros, de Carlos Dhein como guia.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895

Expedição ao Xingu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm30-0006.jpg
Expedição ao Xingu
Registro de uma das expedições empreendidas pelo explorador alemão Herrmann Meyer, entre 1896 e 1899, à cabeceira do Xingu, com o objetivo de estudar aspectos geológicos, botânicos, zoológicos e etnográficos da região. Meyer chegou ao Brasil com o intuito primordial de pesquisar povos indígenas, e a para a empreitada no norte contou com a ajuda, entre outros, de Carlos Dhein como guia.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895

Vista do acampamento montado para observação do eclipse solar em frente a Igreja Nossa Senhora do Patrocínio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do acampamento montado para observação do eclipse solar em frente a Igreja Nossa Senhora do Patrocínio
O eclipse total do Sol foi testemunhado por astrônomos brasileiros e estrangeiros em Sobral, no Ceará, em 29 de maio de 1919. Foram os resultados obtidos pelas fotografias do fenômeno produzidas por astrônomos britânicos que permitiram a comprovação da Teoria da Relatividade de Einstein, inaugurando um novo momento na história da ciência.
Autoria não identificada
Praça do Patrocínio
maio de 1919

Vista do acampamento montado para observação do eclipse solar em frente a Igreja Nossa Senhora do Patrocínio
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Vista do acampamento montado para observação do eclipse solar em frente a Igreja Nossa Senhora do Patrocínio
O eclipse total do Sol foi testemunhado por astrônomos brasileiros e estrangeiros em Sobral, no Ceará, em 29 de maio de 1919. Foram os resultados obtidos pelas fotografias do fenômeno produzidas por astrônomos britânicos que permitiram a comprovação da Teoria da Relatividade de Einstein, inaugurando um novo momento na história da ciência.
Autoria não identificada
Praça do Patrocínio
maio de 1919

Acampamento da comissão francesa para observação do eclipse solar com o grande coelostato de 10 metros de distância
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Acampamento da comissão francesa para observação do eclipse solar com o grande coelostato de 10 metros de distância
Em 1912, o fotógrafo Marc Ferrez foi um dos integrantes da comitiva do presidente do Brasil, Marechal Hermes da Fonseca (1855 – 1923), que havia ido para Passa Quatro, em Minas Gerais, observar o eclipse solar ocorrido em 10 de outubro daquele ano. Também estiveram presentes ao evento o então diretor do Observatório Nacional, Henrique Morize (1860 – 1930), o diretor do Jardim Botânico, Graciano dos Santos Neves (1868 – 1922), delegações estrangeiras de astrônomos do Observatório de Greenwich (Inglaterra), do Bureau de Longitudes (França), do Observatório Nacional do Chile, do Observatório Nacional de Córdoba (Argentina), do Observatório de La Plata (Argentina) e do então recém-criado Observatório Astronômico e Meteorológico de São Paulo. Havia também representantes da imprensa e outras autoridades (Gazeta de Notícias, 11 de outubro de 1912, na quinta coluna sob o título “Marechal Hermes e o eclipse“). O chefe da comissão inglesa era Arthur Stanley Eddington (1882 - 1944); o da francesa, Milan Stefanick (1880 - 1919); do Observatório de Córdoba, Carlos Dillon Perrine (1867 - 1951); da comissão chilena, Friedrich Wilhelm Ristenpart (1868-1913); do Observatório de La Plata, William Joseph Hussey (1862-1926); e, finalmente, do Observatório de São Paulo, José Nunes Belfort Mattos (1862- 1926). Um dos objetivos das expedições era confirmar a Teoria da Relatividade, do cientista alemão Albert Einstein (1879 - 1955). A comissão brasileira foi chefiada por Henrique Morize e contava com os astrônomos Mario Rodrigues de Souza (1889-1973), Domingos Fernandes Costa (1882-1956), Alix Corrêa de Lemos (1877 - 1957) e Gualter Macedo Soares (1891 - 19?), com o voluntário Antônio Alves Ferreira da Silva (18? - 19?), com o fotógrafo Augusto Soucasaux (1871-1962) e com o médico Camillo Fonseca (18? - 1923).Não se sabe se Ferrez teve alguma função específica na comitiva do governo já que a fotografia do fenômeno ficou a cargo de profissionais do Observatório Nacional. Produziu fotografias estereoscópicas dos acampamentos na cidade, que estão sob a guarda do Instituto Moreira Salles.
Augusto Soucasaux
Passa Quatro
outubro de 1912

Marc Ferrez em meio a grupo de astrônomos brasileiros e estrangeiros durante a expedição para a observação do eclipse solar
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Marc Ferrez em meio a grupo de astrônomos brasileiros e estrangeiros durante a expedição para a observação do eclipse solar
Em 1912, o fotógrafo Marc Ferrez foi um dos integrantes da comitiva do presidente do Brasil, Marechal Hermes da Fonseca (1855 – 1923), que havia ido para Passa Quatro, em Minas Gerais, observar o eclipse solar ocorrido em 10 de outubro daquele ano. Também estiveram presentes ao evento o então diretor do Observatório Nacional, Henrique Morize (1860 – 1930), o diretor do Jardim Botânico, Graciano dos Santos Neves (1868 – 1922), delegações estrangeiras de astrônomos do Observatório de Greenwich (Inglaterra), do Bureau de Longitudes (França), do Observatório Nacional do Chile, do Observatório Nacional de Córdoba (Argentina), do Observatório de La Plata (Argentina) e do então recém-criado Observatório Astronômico e Meteorológico de São Paulo. Havia também representantes da imprensa e outras autoridades (Gazeta de Notícias, 11 de outubro de 1912, na quinta coluna sob o título “Marechal Hermes e o eclipse“). O chefe da comissão inglesa era Arthur Stanley Eddington (1882 - 1944); o da francesa, Milan Stefanick (1880 - 1919); do Observatório de Córdoba, Carlos Dillon Perrine (1867 - 1951); da comissão chilena, Friedrich Wilhelm Ristenpart (1868-1913); do Observatório de La Plata, William Joseph Hussey (1862-1926); e, finalmente, do Observatório de São Paulo, José Nunes Belfort Mattos (1862- 1926). Um dos objetivos das expedições era confirmar a Teoria da Relatividade, do cientista alemão Albert Einstein (1879 - 1955). A comissão brasileira foi chefiada por Henrique Morize e contava com os astrônomos Mario Rodrigues de Souza (1889-1973), Domingos Fernandes Costa (1882-1956), Alix Corrêa de Lemos (1877 - 1957) e Gualter Macedo Soares (1891 - 19?), com o voluntário Antônio Alves Ferreira da Silva (18? - 19?), com o fotógrafo Augusto Soucasaux (1871-1962) e com o médico Camillo Fonseca (18? - 1923).Não se sabe se Ferrez teve alguma função específica na comitiva do governo já que a fotografia do fenômeno ficou a cargo de profissionais do Observatório Nacional. Produziu fotografias estereoscópicas dos acampamentos na cidade, que estão sob a guarda do Instituto Moreira Salles.
Augusto Soucasaux
Passa Quatro
1912

Acampamento para registro de eclipse solar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Acampamento para registro de eclipse solar
Marc Ferrez
Passa Quatro
1912

Jangadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007avulsossemembalagem-17.jpg
Jangadas
Marc Ferrez
Nordeste brasileiro
circa 1875