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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TFDCF25

Vista do topo do edifício São Borja a partir de seu pátio central.
Thomaz Farkas
Edifício São Borja ; Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1950

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TFDCF21

Atual Palácio Gustavo Capanema, situado à rua Imprensa, 16, Centro, Rio de Janeiro - RJ.
Thomaz Farkas
Ministério da Educação e Saúde ; Rua Imprensa ; Centro
circa 1945

Romeu José Fiore
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
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Romeu José Fiore
Chico Albuquerque
Rua Tenente Possolo ; Centro
9 de março de 1954

Romeu José Fiore
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
P003CXA1930-01.jpg
Romeu José Fiore
Chico Albuquerque
Rua Tenente Possolo ; Centro
9 de março de 1954

Pixinguinha
Arquivo/Coleção: Pixinguinha
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Pixinguinha
Pixiguinha (à esquerda) no Centro do Rio. Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Centro
circa 1945

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Avenida Rio Branco
Outdoor com propaganda dos sabonetes Jessy, na esquina com a rua São José.
Centro
janeiro de 1955

Cena de carnaval
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Cena de carnaval
Até o final do século XIX, o Carnaval era celebrado com o Entrudo, folguedo tipicamente português em que as pessoas atiravam água, farinha e fuligem umas nas outras. No virar do século, o carnaval brasileiro foi se modificando e incorporando diversos elementos, desde a influência do carnaval veneziano, copiado pela aristocracia, até o surgimento de cordões, ranchos, blocos e escolas de samba, que acabaram por definir o carnaval carioca como é conhecido pelo mundo todo. Na década de 50, era muito comum os foliões se fantasiarem de palhaços, piratas, mulheres, dentre outras fantasias para animarem os cordões carnavalescos.
José Medeiros
Centro
circa 1950

Mercedes Baptista e Valter Ribeiro na gafieira Estudantina
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Mercedes Baptista e Valter Ribeiro na gafieira Estudantina
Mercedes Baptista foi a primeira bailarina negra a integrar o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Nascida em 1921 na cidade de Campos dos Goytacazes, ainda jovem mudou-se para o Rio e, levada pelo sonho de atuar nos palcos, passou a dedicar-se à dança ao mesmo tempo em que exercia outras atividades profissionais. Foi iniciada no balé clássico e na dança folclórica pela bailarina Eros Volúsia e na década de 1940 ingressou na Escola de Dança do Theatro Municipal, tendo a oportunidade de estudar com profissionais como Yuco Lindberg e Vaslav Veltchek. Em 1948 foi admitida como bailarina profissional no corpo de baile do Theatro e, pouco depois, ao conhecer Abdias Nascimento, passou a integrar o Theatro Experimental do Negro. O grupo atuava de forma a combater a discriminação racial no país através de atividades culturais, e nesse contexto Mercedes Batista trabalhou pela reafirmação do artista negro na dança. No final da década de 1950, em uma seleção feita pela coreógrafa norte-americana Katherine Dunham, Mercedes conquistou uma bolsa de estudos em Nova York e, depois de alguns anos fora, fundou sua própria companhia de dança no Brasil, batizada Ballet Folclórico Mercedes Batista. Formado por bailarinos negros, o grupo desenvolvia pesquisas e divulgava a cultura afro-brasileira aqui e no exterior. Mercedes Batista teve ainda destacada atuação como coreógrafa no carnaval carioca, no cinema, na televisão e no teatro.
José Medeiros
Gafieira Estudantina Musical ; Centro ; Praça Tiradentes
1956

Desfile de moda da Casa Canadá
Arquivo/Coleção: Carlos Moskovics
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Desfile de moda da Casa Canadá
As modelos Monique, Helga Franceschi, Vania Badin, Ara, Nicole e Ilka Soares ao final de um desfile nos salões da Casa Canadá.
Carlos Moskovics
Centro
circa 1950