Not all documents, works and objects are available for licensing or loan.

View by
Avenida Central, vendo-se o prédio do Supremo Tribunal Federal, os fundos da Biblioteca Nacional e o Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002008.jpg
Avenida Central, vendo-se o prédio do Supremo Tribunal Federal, os fundos da Biblioteca Nacional e o Passeio Público
O entulho que se vê na praça é provavelmente da demolição do Convento da Ajuda.
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Fundos da Biblioteca Nacional, ao fundo os Arcos da Lapa e Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002009A.jpg
Fundos da Biblioteca Nacional, ao fundo os Arcos da Lapa e Santa Teresa
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Fundos da Biblioteca Nacional, ao fundo os Arcos da Lapa e Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002009B.jpg
Fundos da Biblioteca Nacional, ao fundo os Arcos da Lapa e Santa Teresa
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Edifício da Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007003.jpg
Edifício da Biblioteca Nacional
Tomada geral da fachada da Biblioteca Nacional.
F Garcia
Avenida Central (atual Rio Branco) ; Centro
1910

Saída do cortejo fúnebre de Rui Barbosa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC008007.jpg
Saída do cortejo fúnebre de Rui Barbosa
Saída da Biblioteca Nacional do cortejo fúnebre do escritor e jurista Rui Barbosa.
Autoria não identificada
Centro
3 de março de 1923

Avenida Rio Branco; destaque para a Praça Marechal Floriano, Biblioteca Nacional e Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002012AM005.jpg
Avenida Rio Branco; destaque para a Praça Marechal Floriano, Biblioteca Nacional e Teatro Municipal
Augusto Malta
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1918

Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F04-039.jpg
Biblioteca Nacional
Fachada do prédio da Biblioteca Nacional, considerada uma das maiores bibliotecas do mundo. As origens da Biblioteca estão ligadas à chegada da família real portuguesa ao Brasil, em 1808, quando Portugal foi invadido pelas forças de Napoleão Bonaparte. Na época era chamada Real Biblioteca e o acervo, com mais de 60 mil peças, era constituído por livros, manuscritos, mapas, moedas e medalhas. Inicialmente todo o material foi acomodado numa sala no hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na rua Direita (atual Primeiro de Março). Em outubro de 1810 um decreto do Príncipe Regente determinou que no local onde estava a catacumba do Convento fosse erguido um edifício para acomodar a biblioteca. Assim foi feito, mas a biblioteca só foi aberta ao público em 1814. Em 1821, quando D. João voltou para Portugal, levou consigo a maior parte dos manuscritos do acervo. A biblioteca foi adquirida oficialmente pelo Brasil depois da independência, em 1825, segundo o Tratado de Paz e Amizade selado entre Brasil e Portugal. O atual prédio que abriga a biblioteca teve sua pedra fundamental lançada em 1905, sendo inaugurado em 29 de outubro de 1910. O prédio foi planejado pelo general Francisco Marcelino de Sousa Aguiar segundo o estilo eclético, acrescido de elementos neoclássicos, e estava integrado à arquitetura da Avenida Central, recém aberta (atual Avenida Rio Branco).
Marc Ferrez
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1910

Praça Marechal Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F02-021.jpg
Praça Marechal Floriano
Augusto Malta
Cinelândia ; Centro
circa 1922

Vista aérea da Avenida Central (atual Rio Branco)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA040.jpg
Vista aérea da Avenida Central (atual Rio Branco)
Destaque para os prédios do Theatro Municipal, Biblioteca Nacional, Escola Nacional de Belas Artes e Palace Hotel.
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921