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Serra dos órgãos
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0058.jpg
Serra dos órgãos
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Encosta da Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0059.jpg
Encosta da Serra dos Órgãos
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Ponte ferroviária
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0060.jpg
Ponte ferroviária
O viaduto da Grota Funda, na subida da serra de Petrópolis, tinha 58 metros de extensão e estava a 24 metros acima do rio Caioaba. Foi inaugurada em 1883 e fazia parte da Estrada de Ferro Príncipe do Grão-Pará.
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Vista de Petrópolis
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0061.jpg
Vista de Petrópolis
A história de Petrópolis começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas Gerais, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Vista de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0062.jpg
Vista de Petrópolis
A história de Petrópolis começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas Gerais, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Petrópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0063.jpg
Petrópolis
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0073.jpg
Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Praticamente pronto em 1856, o Pálacio Imperial teve sua arquitetura externa projetada pelo Major Koeler e por Bonini. Projeto audacioso e caro, encantou os súditos brasileiros e alguns estrangeiros, mas foi desdenhado pelo diplomata francês Júlio Itier: "Que projeto sem pés nem cabeça! Só mesmo justificavel no Brasil onde nada há mais apetecível do que tomar-se fresco! Aquele sol árido e montanhoso coisa alguma poderá oferecer, nem mesmo que ali se gaste o que Versailles custou a Luis XIV!".
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Cascata da Piabanha
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0074.jpg
Cascata da Piabanha
O rio Piabanha é talvez o mais significativo de Petrópolis e pertence à bacia do rio Paraíba do Sul, a maior do Estado do Rio. Seu nome deriva de um dos principais peixes encontrados na bacia, o piabanha (Brycon insignes), que em tupi significa "o que é manchado".
Georges Leuzinger
Rio Piabanha
circa 1866

Colocasia esculente (taioba ou inhame)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0075.jpg
Colocasia esculente (taioba ou inhame)
Petrópolis foi uma das cidades do interior do Rio de Janeiro a qual Leuzinger visitou em excursões fotográficas. Na imagem, um exemplar de Colocasia esculenta, mais conhecido como taioba (sua folha) ou inhame.
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1866