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Feira de Penedo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira de Penedo
Feira de artesanato em Penedo, Alagoas, região rica em artesãos. Predominam as esculturas, em madeira, pedra, calcário, gesso e barro, e também são confeccionados objetos em couro, palha, fibra e casca de coco. Tudo isso é comercializado em grandes mercados abertos. A cidade, localizada na foz do rio São Francisco, ergue-se sobre um rochedo e é considerada importante para o controle do rio. Sua colonização inicial foi feita por portugueses, mas no século XVII, quando da invasão holandesa no Nordeste, a cidade foi conquistada por Maurício de Nassau. Durante a invasão, Nassau lá instalou o forte que leva seu nome. Penedo carrega também a marca dos missionários franciscanos, que ergueram igrejas e conventos na cidade.
Marcel Gautherot
Penedo
circa 1956

Água de Meninos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Água de Meninos
Bairro antigo de Salvador, onde desde o século XVI ocorre uma feira, que vende os produtos os mais variados, desde alimentos até cerâmicas típicas da Bahia e Pernambuco.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Água de Meninos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Água de Meninos
Bairro antigo de Salvador, onde desde o século XVI ocorre uma feira, que vende os produtos os mais variados, desde alimentos até cerâmicas típicas da Bahia e Pernambuco.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Água de Meninos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Água de Meninos
Bairro antigo de Salvador, onde desde o século XVI ocorre uma feira, que vende os produtos os mais variados, desde alimentos até cerâmicas típicas da Bahia e Pernambuco.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Carrancas de proa
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Carrancas de proa
Carranca da segunda fase de Francisco Guarany, escultor de carrancas que mais produziu. Guarany, nascido em 1884 em Santa Maria da Vitória, começou a esculpir em 1901 e tem seu trabalho dividido em fases. Na segunda fase, as carrancas caracterizam-se por uma "quebra" ou "onda" no sentido longitudinal do pescoço, na altura de cada orelha, quando está em sua posição correta na cabeça humana. As famosas carrancas do Rio São Francisco constituem um enigma de nossa arte popular, na qual ocupam um lugar de especial destaque, tanto pela notável expressão artística como, principalmente, por sua dupla originalidade. As barcas do São Francisco são as únicas embarcações populares de povos ocidentais que apresentaram, de modo generalizado, figuras de proa, pelo menos nos últimos séculos. E estas parecem constituir exemplo único no mundo de esculturas de proa zooantropomorfas. As imagens de carrancas foram publicadas pela primeira vez em 1947, numa ampla reportagem da revista O Cruzeiro, ilustrada com fotos de Marcel Gautherot, que documentou cerca de 30 "figuras de barca", como eram chamadas na época.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
1946

Carrancas de proa
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Carrancas de proa
Carranca da segunda fase de Francisco Guarany, escultor de carrancas que mais produziu. Guarany, nascido em 1884 em Santa Maria da Vitória, começou a esculpir em 1901 e tem seu trabalho dividido em fases. Na segunda fase, as carrancas caracterizam-se por uma "quebra" ou "onda" no sentido longitudinal do pescoço, na altura de cada orelha, quando está em sua posição correta na cabeça humana. As famosas carrancas do Rio São Francisco constituem um enigma de nossa arte popular, na qual ocupam um lugar de especial destaque, tanto pela notável expressão artística como, principalmente, por sua dupla originalidade. As barcas do São Francisco são as únicas embarcações populares de povos ocidentais que apresentaram, de modo generalizado, figuras de proa, pelo menos nos últimos séculos. E estas parecem constituir exemplo único no mundo de esculturas de proa zooantropomorfas. As imagens de carrancas foram publicadas pela primeira vez em 1947, numa ampla reportagem da revista O Cruzeiro, ilustrada com fotos de Marcel Gautherot, que documentou cerca de 30 "figuras de barca", como eram chamadas na época.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
1946

Carrancas de proa
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BACP01226.jpg
Carrancas de proa
As famosas carrancas do Rio São Francisco constituem um enigma de nossa arte popular, na qual ocupam um lugar de especial destaque, tanto pela notável expressão artística como, principalmente, por sua dupla originalidade. As barcas do São Francisco são as únicas embarcações populares de povos ocidentais que apresentaram, de modo generalizado, figuras de proa, pelo menos nos últimos séculos. E estas parecem constituir exemplo único no mundo de esculturas de proa zooantropomorfas. As imagens de carrancas foram publicadas pela primeira vez em 1947, numa ampla reportagem da revista O Cruzeiro, ilustrada com fotos de Marcel Gautherot, que documentou cerca de 30 "figuras de barca", como eram chamadas na época.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
1946

Carrancas de proa
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Carrancas de proa
Carranca da barca Zolega, pertencente à segunda fase de Francisco Guarany, escutor que mais peças produziu. As famosas carrancas do Rio São Francisco constituem um enigma de nossa arte popular, na qual ocupam um lugar de especial destaque, tanto pela notável expressão artística como, principalmente, por sua dupla originalidade. As barcas do São Francisco são as únicas embarcações populares de povos ocidentais que apresentaram, de modo generalizado, figuras de proa, pelo menos nos últimos séculos. E estas parecem constituir exemplo único no mundo de esculturas de proa zooantropomorfas. As imagens de carrancas foram publicadas pela primeira vez em 1947, numa ampla reportagem da revista O Cruzeiro, ilustrada com fotos de Marcel Gautherot, que documentou cerca de 30 "figuras de barca", como eram chamadas na época.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
1946

Carrancas de proa
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BACP01253.jpg
Carrancas de proa
As famosas carrancas do Rio São Francisco constituem um enigma de nossa arte popular, na qual ocupam um lugar de especial destaque, tanto pela notável expressão artística como, principalmente, por sua dupla originalidade. As barcas do São Francisco são as únicas embarcações populares de povos ocidentais que apresentaram, de modo generalizado, figuras de proa, pelo menos nos últimos séculos. E estas parecem constituir exemplo único no mundo de esculturas de proa zooantropomorfas. As imagens de carrancas foram publicadas pela primeira vez em 1947, numa ampla reportagem da revista O Cruzeiro, ilustrada com fotos de Marcel Gautherot, que documentou cerca de 30 "figuras de barca", como eram chamadas na época.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
1946