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Água de Meninos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Água de Meninos
Bairro antigo de Salvador, onde desde o século XVI ocorre uma feira, que vende os produtos os mais variados, desde alimentos até cerâmicas típicas da Bahia e Pernambuco.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010GOKJ01081.jpg
Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Crianças artesãs
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Crianças artesãs
Marcel Gautherot no México, onde ficou por cerca de seis meses, em 1936. Foi como repórter da revista Voilá e levou cartas de apresentação do Museu do Homem. Fotografou tipos populares, a flora, a arquitetura, sítios arqueológicos e peças do Museu Nacional de Antropologia. Participou também de uma reportagem sobre a hacienda Tetlapayac, onde o diretor russo Serguei Eisenstein havia filmado "Que Viva México".
Marcel Gautherot
México
1936