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Mulher no tear
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MEX1084.jpg
Mulher no tear
Marcel Gautherot no México, onde ficou por cerca de seis meses, em 1936. Foi como repórter da revista Voilá e levou cartas de apresentação do Museu do Homem. Fotografou tipos populares, a flora, a arquitetura, sítios arqueológicos e peças do Museu Nacional de Antropologia. Participou também de uma reportagem sobre a hacienda Tetlapayac, onde o diretor russo Serguei Eisenstein havia filmado "Que Viva México".
Marcel Gautherot
México
1936

Mulheres no tear
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mulheres no tear
Marcel Gautherot no México, onde ficou por cerca de seis meses, em 1936. Foi como repórter da revista Voilá e levou cartas de apresentação do Museu do Homem. Fotografou tipos populares, a flora, a arquitetura, sítios arqueológicos e peças do Museu Nacional de Antropologia. Participou também de uma reportagem sobre a hacienda Tetlapayac, onde o diretor russo Serguei Eisenstein havia filmado "Que Viva México".
Marcel Gautherot
México
1936

Mulher no tear
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MEX0442.jpg
Mulher no tear
Marcel Gautherot no México, onde ficou por cerca de seis meses, em 1936. Foi como repórter da revista Voilá e levou cartas de apresentação do Museu do Homem. Fotografou tipos populares, a flora, a arquitetura, sítios arqueológicos e peças do Museu Nacional de Antropologia. Participou também de uma reportagem sobre a hacienda Tetlapayac, onde o diretor russo Serguei Eisenstein havia filmado "Que Viva México".
Marcel Gautherot
México
1936

Mulheres no tear
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MEX0347.jpg
Mulheres no tear
Marcel Gautherot no México, onde ficou por cerca de seis meses, em 1936. Foi como repórter da revista Voilá e levou cartas de apresentação do Museu do Homem. Fotografou tipos populares, a flora, a arquitetura, sítios arqueológicos e peças do Museu Nacional de Antropologia. Participou também de uma reportagem sobre a hacienda Tetlapayac, onde o diretor russo Serguei Eisenstein havia filmado "Que Viva México".
Marcel Gautherot
México
1936

Mulheres no tear
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MEX0346.jpg
Mulheres no tear
Marcel Gautherot no México, onde ficou por cerca de seis meses, em 1936. Foi como repórter da revista Voilá e levou cartas de apresentação do Museu do Homem. Fotografou tipos populares, a flora, a arquitetura, sítios arqueológicos e peças do Museu Nacional de Antropologia. Participou também de uma reportagem sobre a hacienda Tetlapayac, onde o diretor russo Serguei Eisenstein havia filmado "Que Viva México".
Marcel Gautherot
México
1936

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010GOKJ01106.jpg
Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010GOKJ01105.jpg
Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948

Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010GOKJ01104.jpg
Mulher do povo Karajá confeccionando bonecas de cerâmica chamadas Ritxòkò
O povo Karajá habita as margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. A denominação Karajá é derivada do tupi; seu nome na própria língua é "Iny", que significa "nós". A família Karajá pertence ao tronco lingüístico Macro-Jê e se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá.Negativos da mesma série, mas com fotogramas diferentes, encontram-se no Museu do Índio, com autoria atribuída a Nilo de Oliveira Vellozo, cinegrafista do SPI e posteriormente diretor da Seção de Estudos da mesma entidade. Fazem parte do Fundo SPI. É provável que as fotografias, datadas de 1948, tenham sido realizadas por encomenda do SPI . A aldeia Karajá é provavelmente Santa Isabel do Morro, local onde também está situado o Posto Getulio Vargas, do SPI
Marcel Gautherot
Ilha do Bananal
1948