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Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Enseada de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1875

Hospício de D. Pedro II e Escola Militar na Praia Vermelha
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Hospício de D. Pedro II e Escola Militar na Praia Vermelha
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, substituiu a enfermaria para loucos da Santa Casa de Misericórdia. O prédio, em estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornou mais visível em 1890, quando o mesmo espaço foi reformulado com o nome de Hospital Nacional dos Alienados. Em 1944 o hospital foi transferido e o prédio foi ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Igreja de Santa Luzia
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Praia do Flamengo, Rua do Russel e Glória, a partir da Ilha de Villegagnon
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praia do Flamengo, Rua do Russel e Glória, a partir da Ilha de Villegagnon
Fotografia tirada da Ilha de Villegaignon, o primeiro ponto tomado pelos franceses na Baía de Guanabara, que em 1938 transformou-se em sede da Escola Naval. Recebeu esse nome por causa de Nicolau Durand de Villegaignon, o fundador da França Antártica. Podemos ver ao fundo as praias do Flamengo, do Russel e da Gloria, além do morro do Corcovado e a Pedreira.
Georges Leuzinger
Ilha de Villegagnon
circa 1866

Fortaleza de Villegagnon, Pão de Açúcar e a Praia Vermelha ao fundo
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Fortaleza de Villegagnon, Pão de Açúcar e a Praia Vermelha ao fundo
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Senador Vergueiro, Catete e Praia do Flamengo; a partir do Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Senador Vergueiro, Catete e Praia do Flamengo; a partir do Morro da Viúva
Georges Leuzinger
Morro da Viúva ; Flamengo
circa 1866

Praia do Flamengo; a partir da Glória
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praia do Flamengo; a partir da Glória
Georges Leuzinger
Glória
circa 1866

Prainha, vista da Saúde
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Prainha, vista da Saúde
Georges Leuzinger
Saúde
circa 1866

Ingá e Praia Grande
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Ingá e Praia Grande
O Ingá, que pertencera à sesmaria dos índios antes do estabelecimento dos portugueses, é cercado de morros, formando um vale que se abre em direção ao mar. Os morros eram cobertos de vegetação, com nascentes e córregos, e nas proximidades do litoral existiam charcos. Esses morros acabavam por isolar o Ingá de outros pontos de Niterói, menos da região de São Domingos. Aliás, os dois bairros estavam interligados, já que a ocupação e urbanização do Ingá esteve ligada, inicialmente, à de São Domingos.
Georges Leuzinger
Ingá
circa 1866