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Carlos Dhein
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Carlos Dhein
Hermann Meyer
RS
circa 1890

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890

Mercado da Praia do Peixe; ao fundo, o Hotel Machado, na Rua do Ouvidor com a Rua Clapp (atual Orla Prefeito Luiz Paulo Conde)
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Mercado da Praia do Peixe; ao fundo, o Hotel Machado, na Rua do Ouvidor com a Rua Clapp (atual Orla Prefeito Luiz Paulo Conde)
Juan Gutierrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1892

Partida para a colheita do café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Partida para a colheita do café
Mulheres com seus filhos de colo, homens e crianças, a maioria negros, provavelmente escravizados, o feitor e o capataz, ou administrador, da fazenda posam para a fotografia, antes de sairem para a colheita de café. A fazenda não foi identificada. A fotografia, provavelmente composta cuidadosamente por Ferrez, permite analisar as feições e a posição corporal de cada um dos fotografados. Destaca-se, contudo, a ausência de expressividade nos rostos e corpos, que contrasta com a posição do corpo administrador. Por seu vestuário, seu olhar seguro para a câmara e a posição do seu braço, a imagem reforça as hierarquias e diferenças que a sociedade brasileira, ao optar pela escravidão como base da economia e da estruturação social, fez questão de enfatizar.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Jangadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jangadas
Marc Ferrez
Nordeste brasileiro
circa 1875

Mercado da praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da praia do Peixe
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Embarque do Meteorito de Bendegó na Estrada de Ferro Prolongamento da Bahia rumo ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Embarque do Meteorito de Bendegó na Estrada de Ferro Prolongamento da Bahia rumo ao Rio de Janeiro
Sentado, ao lado do meteorito, o engenheiro chefe da expedição José Carlos de Carvalho. Do lado direito da foto, em pé, Vicente José de Carvlaho Filho e Humberto Saraiva Antunes, também membros da comissão do Bendegó
Humberto Antunes
Monte Santo
circa 1887

Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Boa Viagem
Boa Viagem, às margens da Baía de Guanabara, possui uma topografia bastante peculiar: morros cobertos de vegetação, ilhas e fonte de água potável próxima à praia de águas tranqüilas. A Ilha da Boa Viagem, com seu relevo erodido, pequenas grutas e coberta de vegetação, possui muito boa localização em relação à entrada da Baía de Guanabara. De lá pode-se avistar as embarcações que chegam ou saem da baía. Foram instalados na ilha a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem (construída no século XVII), um fortim (chamado Bateria da Boa Viagem) e a Escola de Aprendizes Marinheiros (que funcionou somente de 1840 a 1846). O seu sítio é um dos principais monumentos da história de Niterói, por suas edificações e caminhos escavados na pedra.
Marc Ferrez
Boa Viagem
circa 1880

Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
O trabalho escravo e o café eram os dois grandes pilares que sustentavam o Império do Brasil. A escravidão só foi abolida em 1888, sob forte pressão dos grupos abolicionistas e dos próprios escravos, que por meio da fuga, resistência mais recorrente no final do século, minavam pouco a pouco a exploração da sua própria força de trabalho..As fotografias de Ferrez no terreiro de secagem da fazenda Monte Café, assim como outras imagens de trabalhadores escravizados em diversas fazendas, vem sido discutidas recentemente por historiadores e cientistas sociais. Há consenso entre eles ao apontar para o apaziguamento da violência da escravidão nessas fotografias. Ferrez realizou essas imagens por encomenda dos donos das fazendas, e do Centro da Lavoura e do Comercio, entidade dos senhores do café que, entre outros, organizava a propaganda do café brasileiro no exterior, por meio da participação em feiras e eventos mundiais e universais. A composição das fotografias, possivelmente organizada por Ferrez em busca de uma aparente imagem de eficiência e modernidade no trabalho das fazendas, busca de fato apagar as marcas da escravização, base da economia do café e da riqueza dos fazendeiros.
Marc Ferrez
Fazenda Monte Café ; Vale do Paraíba
circa 1882