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Meise
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Meise
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
1976

Wesley Duke Lee
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Wesley Duke Lee
Paulistano, o artista plástico Wesley Duke Lee (1931) estudou desenho no Museu de Arte de São Paulo antes de cursar artes gráficas em Nova York. Freqüentador de bienais de arte, participou de dezenas de exposições, com destaque para "Retrospectiva" (Masp, 1992). É autor de uma série de imagens da capital paulista incluídas no livro "Paranóia" (São Paulo: Massao Ono, 1963; 2 ed., São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2000), de autoria do poeta Roberto Piva.
Madalena Schwartz
Brasil
1976