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Solar da Baronesa - Instituto de Música - vista posterior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA001-067.jpg
Solar da Baronesa - Instituto de Música - vista posterior
O imponente solar de três andares, instalado no centro histórico de São Luís, foi erguido no século XVII. Conhecido também como Solar Santa Terezinha, funciona como Escola de Música do Estado do Maranhão - Lilah Lisboa, uma homenagem à sua antiga moradora, que era professora de música.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia Grande
1970s

Sobrado com mirante
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA001-072.jpg
Sobrado com mirante
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Afonso Pena
1970s

Solar da Baronesa - Instituto de Música
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA004-002.jpg
Solar da Baronesa - Instituto de Música
O imponente solar de três andares, instalado no centro histórico de São Luís, foi erguido no século XVII. Conhecido também como Solar Santa Terezinha, funciona como Escola de Música do Estado do Maranhão - Lilah Lisboa, uma homenagem à sua antiga moradora, que era professora de música.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia Grande
1970s

Solar da Baronesa - Instituto de Música, vista posterior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA004-007.jpg
Solar da Baronesa - Instituto de Música, vista posterior
O imponente solar de três andares, instalado no centro histórico de São Luís, foi erguido no século XVII. Conhecido também como Solar Santa Terezinha, funciona como Escola de Música do Estado do Maranhão - Lilah Lisboa, uma homenagem à sua antiga moradora, que era professora de música.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia Grande
1970s

Igreja e Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA004-014.jpg
Igreja e Convento do Carmo
A igreja e o convento do Carmo, erguidos por volta de 1627, ligam-se a importantes fatos históricos do Maranhão. O principal deles talvez tenha sido a expulsão dos holandeses em 1643, já que serviu de fortaleza aos portugueses. O atual conjunto arquitetônico não possui muitos elementos do original. A fachada, por exemplo, que foi revestida de azulejos em 1866, não apresenta mais tal constituição. A igreja pertencia originalmente aos frades carmelitas, passando posteriormente às mãos dos capuchinhos. Em 1932 teve as sapatas e o calçadão saliente que davam para a Rua da Paz cortados, por exigência dos plano urbanístico então em execução. Mais tarde, novas modificações se impuseram ao templo, como a redução do adro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça João Lisboa; Centro
1970s

Igreja e Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA004-015.jpg
Igreja e Convento do Carmo
A igreja e o convento do Carmo, erguidos por volta de 1627, ligam-se a importantes fatos históricos do Maranhão. O principal deles talvez tenha sido a expulsão dos holandeses em 1643, já que serviu de fortaleza aos portugueses. O atual conjunto arquitetônico não possui muitos elementos do original. A fachada, por exemplo, que foi revestida de azulejos em 1866, não apresenta mais tal constituição. A igreja pertencia originalmente aos frades carmelitas, passando posteriormente às mãos dos capuchinhos. Em 1932 teve as sapatas e o calçadão saliente que davam para a Rua da Paz cortados, por exigência dos plano urbanístico então em execução. Mais tarde, novas modificações se impuseram ao templo, como a redução do adro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça João Lisboa; Centro
1970s

Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA004-019.jpg
Palácio do Governo
O Palácio do Governo tem sua origem em 1612, quando os franceses comandados por Daniel de La Touche estabeleceram uma colônia em São Luís, chamada França Equinocial, e construíram um forte, batizado São Luís. Expulsos os franceses em 1615, o capitão-mor Jerônimo de Albuquerque, com a ajuda de mão-de-obra indígena, iniciou a construção, em taipa de pilão, de uma residência para os governadores no local do antigo forte São Luís, já rebatizado pelos portugueses forte São Felipe. Em 1624 o novo Governador Geral do Maranhão, Francisco d' Albuquerque Coelho de Carvalho, mandou reconstruir o Forte São Felipe e a casa dos Governadores, que serviu de residência e local de despachos administrativos até 1762. Quatro anos depois o velho palácio do Governo foi demolido e em seu lugar erguido um edifício de pedra e cal, com beirais salientes e telhado baixo, por ordem do governador Joaquim de Mello e Póvoas. O palácio passou por inúmeras reformas e melhorias ao longo dos anos, como iluminação a gás em 1863 e a construção de uma extensa ala nos fundos em 1906. Mais conhecido hoje como Palácio dos Leões, ganhou o apelido quando o jornal "O Combate" fazia oposição ao governo de Magalhães de Almeida (1926-1929), comparando o governador aos leões que enfeitavam o brasão pintado em azulejos.
Augusto Carlos da Silva Telles
Avenida D. Pedro II
1970s

Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA004-020.jpg
Palácio do Governo
O Palácio do Governo tem sua origem em 1612, quando os franceses comandados por Daniel de La Touche estabeleceram uma colônia em São Luís, chamada França Equinocial, e construíram um forte, batizado São Luís. Expulsos os franceses em 1615, o capitão-mor Jerônimo de Albuquerque, com a ajuda de mão-de-obra indígena, iniciou a construção, em taipa de pilão, de uma residência para os governadores no local do antigo forte São Luís, já rebatizado pelos portugueses forte São Felipe. Em 1624 o novo Governador Geral do Maranhão, Francisco d' Albuquerque Coelho de Carvalho, mandou reconstruir o Forte São Felipe e a casa dos Governadores, que serviu de residência e local de despachos administrativos até 1762. Quatro anos depois o velho palácio do Governo foi demolido e em seu lugar erguido um edifício de pedra e cal, com beirais salientes e telhado baixo, por ordem do governador Joaquim de Mello e Póvoas. O palácio passou por inúmeras reformas e melhorias ao longo dos anos, como iluminação a gás em 1863 e a construção de uma extensa ala nos fundos em 1906. Mais conhecido hoje como Palácio dos Leões, ganhou o apelido quando o jornal "O Combate" fazia oposição ao governo de Magalhães de Almeida (1926-1929), comparando o governador aos leões que enfeitavam o brasão pintado em azulejos.
Augusto Carlos da Silva Telles
Avenida D. Pedro II
1970s

Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA004-021.jpg
Palácio do Governo
O Palácio do Governo tem sua origem em 1612, quando os franceses comandados por Daniel de La Touche estabeleceram uma colônia em São Luís, chamada França Equinocial, e construíram um forte, batizado São Luís. Expulsos os franceses em 1615, o capitão-mor Jerônimo de Albuquerque, com a ajuda de mão-de-obra indígena, iniciou a construção, em taipa de pilão, de uma residência para os governadores no local do antigo forte São Luís, já rebatizado pelos portugueses forte São Felipe. Em 1624 o novo Governador Geral do Maranhão, Francisco d' Albuquerque Coelho de Carvalho, mandou reconstruir o Forte São Felipe e a casa dos Governadores, que serviu de residência e local de despachos administrativos até 1762. Quatro anos depois o velho palácio do Governo foi demolido e em seu lugar erguido um edifício de pedra e cal, com beirais salientes e telhado baixo, por ordem do governador Joaquim de Mello e Póvoas. O palácio passou por inúmeras reformas e melhorias ao longo dos anos, como iluminação a gás em 1863 e a construção de uma extensa ala nos fundos em 1906. Mais conhecido hoje como Palácio dos Leões, ganhou o apelido quando o jornal "O Combate" fazia oposição ao governo de Magalhães de Almeida (1926-1929), comparando o governador aos leões que enfeitavam o brasão pintado em azulejos.
Augusto Carlos da Silva Telles
Avenida D. Pedro II
1970s