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Avenida Delfim Moreira - substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Delfim Moreira - substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
A partir de 1907, quando a empresa canadense Light ganhou a concessão do governo para distribuir energia elétrica para a cidade, que a iluminação pública começou a ser modificada, transformando a luz à gás para luz incandescente. Conhecida como polvo canadense pela população carioca, a empresa monopolizou não apenas a distribuição elétrica, mas foi aos poucos tomando conta do transporte público dos bondes e das linhas telefônicas. A Avenida Delfim Moreira foi alargada na prefeitura do engenheiro Paulo de Frontin, em 1919.
Augusto Malta
Leblon
10 de fevereiro de 1921

Avenida Vieira Souto - depois da substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Vieira Souto - depois da substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
Augusto Malta
Ipanema
10 de fevereiro de 1921

Avenida Rio Branco, após substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes; ao fundo, o Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Rio Branco, após substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes; ao fundo, o Palácio Monroe
Obra importante no projeto modernizador de Pereira Passos à cidade. A Avenida Central, que depois veio a ser Rio Branco, corta o centro do Rio e foi inaugurada em 1905. Na avenida estão prédios importantes como o Theatro Municipal e a Biblioteca Nacional.
Augusto Malta
Centro
circa 1920

Avenida Rio Branco - substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Rio Branco - substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes
Augusto Malta
Centro
1921

Avenida Rio Branco à noite - substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Rio Branco à noite - substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes
Obra importante no projeto modernizador de Pereira Passos à cidade. A Avenida Central, que depois veio a ser Rio Branco, corta o centro do Rio e foi inaugurada em 1905. Na avenida estão prédios de destaque como o Theatro Municipal e a Biblioteca Nacional.
Augusto Malta
Avenida Rio Branco, nas imediações da Rua Ourives, atual Rua Miguel Couto ; Centro
1921

Vista área do centro da cidade - ao centro, a Avenida Rio Branco (da Praça Mauá à Glória)
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Vista área do centro da cidade - ao centro, a Avenida Rio Branco (da Praça Mauá à Glória)
Foto panorâmica do Rio de Janeiro, em que observamos a Praça Mauá na parte inferior, a Avenida Rio Branco cruzando todo o Centro do Rio e o Palácio Monroe, ao final. À esquerda, a vista área onde estava localizado o Morro do Castelo, que teve seu desmonte concluído na prefeitura de Henrique Dodsworth. No primeiro plano, o Edifício Joseph Gire - A Noite, onde desde 1936 funcionava a Rádio Nacional nos três últimos andares. Nota-se que a Avenida Presidente Vargas ainda não havia sido construída.
Augusto Malta
Pier Mauá ; Centro
circa 1935

Avenida Presidente Vargas; ao fundo, a Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Presidente Vargas; ao fundo, a Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Autoria não identificada
Centro
circa 1948

Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Niemeyer
Autoria não identificada
Leblon
circa 1945

Avenida Central, atual Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Central, atual Avenida Rio Branco
Augusto Malta
Largo da Prainha, atual Praça Mauá ; Centro
1905