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Avenida Central, atual Rio Branco
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central, atual Rio Branco
Vista geral da Avenida Central em direção à Prainha (atual Praça Mauá), na altura do cruzamento com a Rua do Ouvidor. À esquerda, vê-se a bifurcação com a Rua dos Ourives (atual Miguel Couto), onde está o edifício do magazine Primeiro Barateiro, que se estende até a Rua do Rosário.
Centro
1906

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central, atual Rio Branco
Vista geral da Avenida Central, em direção à Prainha (atual Praça Mauá), na altura da bifurcação com a Rua Melvin Jones. À esquerda, ainda em construção, o edifício da Companhia Ferro Carril Jardim Botânico, conhecido pela sua Galeria Cruzeiro, onde funcionava a Estação de Bondes da Zona Sul.
Centro
circa 1906

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central, atual Rio Branco
Centro
circa 1912

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central
Vista geral da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco), em direção à Prainha (atual Praça Mauá), na altura do cruzamento com a Rua de São José. A cúpula que se vê à esquerda, no centro da imagem, pertencia ao edifício do jornal O País.
Augusto Malta
Centro
20 de fevereiro de 1906

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
A. C. da Costa Ribeiro
Centro
circa 1920

Palace Hotel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palace Hotel
Vista do Palace Hotel, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Almirante Barroso, também conhecido como Hotel Guinle. Á direita, na Rua Almirante Barroso, o Teatro Phenix e, ao fundo, parte do Morro do Castelo. O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelos projetos do edifício do Palace Hotel, na Avenida Rio Branco e do Teatro Phenix - aprovado em 14 de novembro de 1906. Os empreendimentos pertenciam à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. A obra do Palace ficou pronta em torno de 1915, mas o hotel só foi inaugurado, em julho de 1919, sob a gerência de Octávio Guinle (1886 – 1968), filho de Eduardo. Foi demolido entre 1950 e 1951. O Teatro Phenix foi inaugurado em fevereiro de 1914. Desde o início foi arrendado a terceiros. Abrigou um cassino, foi dancing e várias vezes cinema, tendo ficado fechado durante alguns períodos até sua total demolição, entre 1957 e 1958.
A. C. da Costa Ribeiro
Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central), esquina com Almirante Barroso ; Centro
circa 1919

Avenida Niemeyer
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Niemeyer
Homem montado à cavalo na Avenida Niemeyer, ao fundo, a Pedra da Gávea.
A. C. da Costa Ribeiro
São Conrado
circa 1919

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Paulista
A Avenida Paulista foi inaugurada em 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Souza Lima. Seria chamada Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas, por iniciativa do próprio engenheiro, ela foi batizada de Paulista, em homenagem aos paulistas. O que impulsionou sua abertura foi o desejo dos cafeicultores do estado de possuírem residência fixa na cidade, mas num local que não estivesse próximo ao Centro Velho da cidade. A avenida seguia padrões urbanísticos relativamente novos, e seus palacetes incorporaram elementos da arquitetura eclética. Até a década de 1950 seu perfil era basicamente residencial, até que o desenvolvimento da cidade levou novos empreendimentos comerciais à região e a avenida passou por profundas reformas arquitetônicas e paisagísticas.
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1905

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Paulista
A Avenida Paulista foi inaugurada em 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Souza Lima. Seria chamada Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas, por iniciativa do próprio engenheiro, ela foi batizada de Paulista, em homenagem aos paulistas. O que impulsionou sua abertura foi o desejo dos cafeicultores do estado de possuírem residência fixa na cidade, mas num local que não estivesse próximo ao Centro Velho da cidade. A avenida seguia padrões urbanísticos relativamente novos, e seus palacetes incorporaram elementos da arquitetura eclética. Até a década de 1950 seu perfil era basicamente residencial, até que o desenvolvimento da cidade levou novos empreendimentos comerciais à região e a avenida passou por profundas reformas arquitetônicas e paisagísticas.
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1905