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-;-;Até os gansos reclamam carinho;-;[Súdito da noite: Antonio Nobre, Soneto I, II, XI, XIV];-;O guarda do anjo;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Afaste ela de sua face...);-;-;-;-;A semana foi assim;-;-;-;20 notas imortais;-;-;-;-;-;Berço da Rosa;-;-;Discurso de Lêdo Ivo na União Brasileira de Escritores;O dia de Malu/Do inexistente sentimento de propriedade;-;-;-;O menu;-;Sei que é o fim...;-;-;Mau poema que pretende dizer...;-;-;A crônica humorística de Oswald de Andrade na revista O Pirralho;-;-;-;-;-;Adonias Filho: solidão e morte;-;-;-;-;-;Socialismo e liberdade;-;O braço direito: dossiê (O dia em que o pai...);-;Trescalar...;-;-;Parataxe das proposições coordenadas...;-;-;A hora das barbas brancas;-;-;Tiro pela culatra;-;Brasil: proibido para os trouxas;-;-;-;-;Não é uma bobagem;-;Sofrendo à noite;-;-;-;-;-;Cacique 1ª maladie de la peur...;-;-;-;-;-;Amigos, consternados, falam da mulher brilhante que conhecia o mundo inteiro;-;-;-;-;-;Pra trás, Brasil;-;-;A tia;-;-;-;-;-;V. precisa tirar da cabeça essa ideia ...;As pompas do mundo;-;-;Natal/Ano-Novo...;-;-;-;-;-;-;As panelinhas literárias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O século do pai...;A fuga para o Brasil;Acho que Clementina de Jesus...;Joia sofrida;Esse rapaz se chamava Goldberg...;Introdução ao modelo brasileiro de televisão/Uma experência bem sucedida: a rede Globo;Afinal, Jorge Luis Borges;Tia Ovídia;Para fugir de uma...;O braço direito: dossiê (Agostinho, especial...);O tempo recompõe as perdas, e restitui-nos...;Mata dos milagres...;Agradeço as palavras generosas...;Ant: cena de trem...;A fatalidade literária e o complexo de César;A marca da maldade;A multiplicação das seitas;A polêmica sobre a traição de Capitu;A versão verdadeira;Academia elege Otto Lara Resende;Alceu Amoroso Lima deixa o humorismo como herança;Arthur Azevedo. O gênio está vivo;A boca do inferno;Bom dia, Avenida Central;Árvore morta;Verdes anos sessenta
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Carta
Agradecimento pela inclusão do poema Triste horizonte na grade da TV Globo. Pedido para não dar entrevistas na TV. Comentário sobre as crônicas memorialísticas de Otto Lara Resende
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
5 de dezembro de 1976

-;-;Desentranhar das entrevistas, jornalisticamente...;-;-;-;-;Explicação de São Pedro;-;-;-;O braço direito: dossiê (Importante no sentido...);-;-;As pessoas são coisas...;A Academia Brasileira de Letras abre novamente as portas para receber artistas;-;-;-;-;Como foi a sua convivência com o fenômeno da censura de Estado da imprensa?;Urnas milionárias;-;-;A mentira;Numa conversa vadia com Carlos Drummond...;Edifício: pretensa juventude...;-;-;Levando o país ao caos...;A cegueira das urnas;-;-;1. O leitor que me escreve...;-;-;-;Por que não me ufano do meu país;-;-;Soneto da ilha;O braço direito: dossiê (Intendentes (vereadores)...);-;-;-;-;-;-;Tripulação do esqueleto [Skeleton crew]...;-;-;As vítimas ainda estão vivas;Vai-te embora, menina morta;-;A primavera vai ser cinzenta;-;Aureliano, o prolixo. Isto é de quatro;No país essencialmente agrícola...;-;-;-;-;Em que ano saiu...;-;-;-;Clinton, Bill apelido...;-;-;-;[As andorinhas de Nossa Senhora?];-;-;-;-;-;-;Paraísos artificiais. Paradisíaco...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O nó da violência;Machado como burocrata foi também genial;Momento;O sol, que já foi deus na antiguidade...;Seis módulos de um roteiro intelectual;Escrever para os outros...;O braço direito: dossiê (Menino é muito crítico...);Calor seria a favor...;Velha, avó, é a única que tem medo...;Dia chegará em que o dia do Senhor...;Dante Milano [desenho de estrela]...;A força plástica e o vigor cromático de Mário de Andrade;A minoria cristã;A super guerra das emoções;A volta de Proust em nova versão;Aconselho a quem for inteligente;Alemanha ano zero;Apolítica;As confissões de Nelson Rodrigues (cap. CCLIII);Biônico, faz favor;A boca do inferno;Borjalo no 4 º Salão do Humor;Bruce Cayne e Maria Baiana;O rei da terra;O poeta protesta contra a natureza
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Alemanha ano zero
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
Século XX

Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;O vandalismo fascista;Epicédio para uma carta;Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;O aéreo prazer do texto;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
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Começos: ontem e hoje
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
30 de abril de 1978

Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
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Da mortalidade dos jornais
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
23 de novembro de 1976

Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Pecadora imaculada;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Ler e escrever;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;O aéreo prazer do texto;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Epicédio para uma carta
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
31 de agosto de 1976

O poeta e o dragão;Coração da República;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;Traças e dromedários;O Brasil do primeiro mundo;O poeta, coitado;De carne, osso e papel;Ora, acontece as vezes;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;O Brasil precisa de paz;Começando a andar;O remorso;Dilúvio impresso;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;Mária digam por favor;Vozes de Minas;Letra morta;Miragem à distância;O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;O riso indignado;Eu, pescador, me confesso;O segredo de Minas;Pátria adiada;Literatura... pra quê?;Morto e asfalto;O encontro;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Érico;Poeira sonâmbula;Ficção e realidade: à mão livre;Uma lufada de otimismo;Político, tríplice coroado;Luz e sombra;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Conversa remunerada;Escrever e ler;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
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Estrela temporariamente apagada
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
24 de dezembro de 1977

Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Receita de poeta;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Qual é o signo do Brasil?;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
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Macu brasilnaimático
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
7 de outubro de 1979

Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
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O esgrimista solitário
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
9 de julho de 1978

Guignard e 60 aprendizes;Com o diretor Josué Montello;Conto de Natal;Romance e jornal;No horizonte do Brasil;O insaciável antropófago;Eu tu ele: nós;Variações sobre a lua;Ontens que choram;Uma boa nova;O preso nº 3535;Ilusões e desilusões;Ler para criticar;Missão pontifícia;Convento de Aretino;O bezerro, a vaca e o boi;Tragédia do meu destino;O latido do sol;Segundo;Divórcio;O Marrocos, uma encruzilhada;Falou, bicho;O que for soará;Linhas cruzadas;Muchas gracias, señores;Crônica em que se pretendia dizer e não disse;Silêncio: o imprevisível;O moinho;Favor não acordar o bebê;O que vem por aí;Jackson de Figueiredo;Um biscoito que virou pirâmide;Vamos olhar para trás;Jubileu está de volta;Que fazer?;Cuidado com os elevadores;Sinos de San Fernando (Bells of San Fernando);Quem herda não rouba;O diabo existe;Entreato;Um certo afã de contar tudo;Galo de pena;O secreto mel das letras femininas;Justiça para a Justiça;Pode ser que sim, pode ser que não;Cave canem: pode explodir;O trono vazio;Poeta é o Dante;Luto e guerra na festa do sol;Cinco poemas antigos;Queremos já;Napoleão de hospício;Desculpa das arábias;Sonhos e pesadelos;Casa de ruínas e sombras;Credo olímpico;De Otto Lara Resende à Tribuna;Diamante da boca da mina;Dica de criança (ou de pai coruja);Discurso do aluno Otto Lara Resende, orador da turma de diplomandos de 1938;Do diálogo ao demônio;Eles sabem o que fazem;Entulho e engulho;Está na hora de assobiar;Evasão, invasão;França: é isso aí;Graça e desgraça de escrever;História de uma escola de arte;Incipit : Visceralmente escritora;Laços de família;Legião ignota;Lembrança de Bernanos;Liberal: ser ou não ser;Literariamente com a morte de Clarice;Lotação esgotada;Matar ou morrer (Hight noon);Mel nos olhos;Monges condenados;Na grande área;Namoro antigo;Natal: um menino inútil;O Brasil pecador se confessa;O burro empacado;O candidato de calva à mostra;O feijão também é um sonho;O gato epicurista;O nó da violência;O passado é azul;O penhasco e o chá;O pintor e sua opção;O por ora indescartável;O sagrado horror ao nosso irmão português;Onda de verão;Orthographya: facto alphabetico e metaphyco;Os astros vêem longe;Os fantasmas da catedral;Pérolas;Por que Grahan Greene não veio ao Brasil;Porta mágica;Prestígio da história;Quando Michel Simon chegou ao Brasil...;Quatro livros mineiros;Reciclagem do papo;Rosa dos ventos;Som e sentido de nove histórias;Terceiro;Testemunhos sobre o Modernismo...;Tudo bem, com nuvens;Um antecipador;Um gato na presidência;Um lugar para Maria Julieta/A entrevista que não houve;Um poeta cristão;Uma quimera chamada Brasil;Uma voz a menos;Vou ali e não volto;Welcome, Rosalynn;Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
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O gato epicurista
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
20 de julho de 1976