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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TFDCF25

Vista do topo do edifício São Borja a partir de seu pátio central.
Thomaz Farkas
Edifício São Borja ; Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1950

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TFDCF24

Cine Ipiranga, situado à Rua Ipiranga, 786 - República, São Paulo - SP.
Thomaz Farkas
Centro
circa 1945

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TFDCF23

Thomaz Farkas
Brasil
1945

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TFDCF22

Thomaz Farkas
Brasil
1945

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TFDCF21

Atual Palácio Gustavo Capanema, situado à rua Imprensa, 16, Centro, Rio de Janeiro - RJ.
Thomaz Farkas
Ministério da Educação e Saúde ; Rua Imprensa ; Centro
circa 1945

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF027026

Thomaz Farkas
São Paulo
1946

Sombra do fotógrafo José Medeiros
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF025130.jpg
Sombra do fotógrafo José Medeiros
Thomaz Farkas
Rio de Janeiro
1946

Telhas, série Recortes;Telhas, série Recortes
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF023042.jpg
Telhas, série Recortes
Thomaz Farkas
São Paulo
1952

Sítio Burle Marx - sombra
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ22800.jpg
Sítio Burle Marx - sombra
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). A capela é dedicada a Santo Antônio, erguida no século XVII, no sítio Santo Antônio da Bica (atual sítio Burle Marx).
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
circa 1961