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Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Chafariz do Mestre Valentim
Considerado obra prima no trabalho de cantaria, foi construído entre 1780 e 1789, e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça XV; Centro
1970s

Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de São Francisco de Paula
A igreja de São Francisco de Paula começou a ser erguida em 1759, e as obras prolongaram-se até 1801. A fachada do templo foi alterada por Antônio de Pádua e Castro, em meados do século XIX, e tais alterações imprimiram-lhe elementos de caráter clássico associado ao frontão curvilíneo típico da arquitetura barroca. Na sagração da Igreja, em 1865, estavam presentes o Imperador e a Imperatriz. O plano da igreja é composto de nave única, capela-mor profunda, corredores laterais com altares colados às ilhargas, sacristia, consistório e capela para o noviciado. No interior do templo estão trabalhos de talha de Mestre Valentim. O retábulo-mor também foi posteriormente alterado por Antônio de Pádua e Castro, que ainda fez a decoração em talha da nave da igreja.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo de São Francisco ; Centro
1970s

Igreja da Glória do Outeiro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja da Glória do Outeiro
A igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, segundo a versão mais aceita sobre sua construção, foi erguida no século XVIII, por volta de 1714, projetada pelo engenheiro e arquiteto Tenente-Coronel José Cardoso de Ramalho. Com trabalhos ornamentais em talha no altar-mor, altares da nave, tribunas e coro, representando a transição entre o final do estilo rococó e o neoclássico, a igreja ficou pronta em 1739. O interior da igreja é decorado com azulejos setecentistas, cuja autoria é atribuída a Mestre Valentim.
Augusto Carlos da Silva Telles
Glória
1970s

Igreja da Candelária
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Igreja da Candelária
A igreja da Candelária foi construída no século XVII por um casal de espanhóis que, ao quase naufragarem devido a uma tempestade, haviam prometido erguer uma igrejinha dedicada a Nossa Senhora da Candelária na primeira terra onde aportassem se escapassem com vida. Em 1710 a primitiva igreja foi reformada e na segunda metade do século XVIII foi ampliada, num projeto do engenheiro militar português João Francisco Roscio. As obras começaram em 1775 e a nova igreja foi inaugurada em 1811, ainda inacabada, com a presença de D. João VI. A igreja, que foi sendo modificada ao longo dos anos, possui planta em cruz latina e fachada barroca em cantaria. No interior neoclássico, todo revestido de mármore, há murais pintados por João Zeferino da Costa.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - corredor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - corredor
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ010-056.jpg
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - frontaria
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ010-055.jpg
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - frontaria
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - corredor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ010-054.jpg
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - corredor
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, através da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944, o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Hospício Nacional dos Alienados ; Praia Vermelha
1970s