Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONDF19625.jpg
Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo. O artista plástico faleceu em 26 de outubro de 1976.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada
circa 1958

Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONDF19624.jpg
Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo. O artista plástico faleceu em 26 de outubro de 1976.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada
circa 1958

Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPA27217.jpg
Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Inaugurado em 30 de junho de 1958. O Palácio da Alvorada, localizado às margens do Lago Paranoá, é a residência oficial do Presidente da República e foi o primeiro edifício inaugurado em Brasília em Junho de 1958. É uma construção revestida de mármore e fachada de vidro, sustentada por colunas brancas que se abrem em semicírculos. Projetado por Oscar Niemeyer, tornou-se símbolo do Movimento Moderno da arquitetura brasileira, do progresso cultural e técnico do Brasil. Suas elegantes colunas deram forma ao brasão do Distrito Federal. Seu nome foi dado por Juscelino Kubitschek, que o justificou dizendo que Brasília era a alvorada de um novo dia para o Brasil. (Capela do Palácio da Alvorada agregada). Escultura monumento "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins, foi criada para a inauguração de Brasília e seguiu para Brasília em 25 de agosto de 1958.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada ; Setor de Hotéis e Turismo Norte
circa 1968

Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPA27216.jpg
Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Inaugurado em 30 de junho de 1958. O Palácio da Alvorada, localizado às margens do Lago Paranoá, é a residência oficial do Presidente da República e foi o primeiro edifício inaugurado em Brasília em Junho de 1958. É uma construção revestida de mármore e fachada de vidro, sustentada por colunas brancas que se abrem em semicírculos. Projetado por Oscar Niemeyer, tornou-se símbolo do Movimento Moderno da arquitetura brasileira, do progresso cultural e técnico do Brasil. Suas elegantes colunas deram forma ao brasão do Distrito Federal. Seu nome foi dado por Juscelino Kubitschek, que o justificou dizendo que Brasília era a alvorada de um novo dia para o Brasil. (Capela do Palácio da Alvorada agregada). Escultura monumento "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins, foi criada para a inauguração de Brasília e seguiu para Brasília em 25 de agosto de 1958.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada ; Setor de Hotéis e Turismo Norte
circa 1968

Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPA27215.jpg
Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Inaugurado em 30 de junho de 1958. O Palácio da Alvorada, localizado às margens do Lago Paranoá, é a residência oficial do Presidente da República e foi o primeiro edifício inaugurado em Brasília em Junho de 1958. É uma construção revestida de mármore e fachada de vidro, sustentada por colunas brancas que se abrem em semicírculos. Projetado por Oscar Niemeyer, tornou-se símbolo do Movimento Moderno da arquitetura brasileira, do progresso cultural e técnico do Brasil. Suas elegantes colunas deram forma ao brasão do Distrito Federal. Seu nome foi dado por Juscelino Kubitschek, que o justificou dizendo que Brasília era a alvorada de um novo dia para o Brasil. (Capela do Palácio da Alvorada agregada). Escultura monumento "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins, foi criada para a inauguração de Brasília e seguiu para Brasília em 25 de agosto de 1958.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada ; Setor de Hotéis e Turismo Norte
circa 1968

Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPA27214.jpg
Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Inaugurado em 30 de junho de 1958. O Palácio da Alvorada, localizado às margens do Lago Paranoá, é a residência oficial do Presidente da República e foi o primeiro edifício inaugurado em Brasília em Junho de 1958. É uma construção revestida de mármore e fachada de vidro, sustentada por colunas brancas que se abrem em semicírculos. Projetado por Oscar Niemeyer, tornou-se símbolo do Movimento Moderno da arquitetura brasileira, do progresso cultural e técnico do Brasil. Suas elegantes colunas deram forma ao brasão do Distrito Federal. Seu nome foi dado por Juscelino Kubitschek, que o justificou dizendo que Brasília era a alvorada de um novo dia para o Brasil. (Capela do Palácio da Alvorada agregada). Escultura monumento "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins, foi criada para a inauguração de Brasília e seguiu para Brasília em 25 de agosto de 1958.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada ; Setor de Hotéis e Turismo Norte
circa 1968

Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPA27213.jpg
Escultura "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins
Inaugurado em 30 de junho de 1958. O Palácio da Alvorada, localizado às margens do Lago Paranoá, é a residência oficial do Presidente da República e foi o primeiro edifício inaugurado em Brasília em Junho de 1958. É uma construção revestida de mármore e fachada de vidro, sustentada por colunas brancas que se abrem em semicírculos. Projetado por Oscar Niemeyer, tornou-se símbolo do Movimento Moderno da arquitetura brasileira, do progresso cultural e técnico do Brasil. Suas elegantes colunas deram forma ao brasão do Distrito Federal. Seu nome foi dado por Juscelino Kubitschek, que o justificou dizendo que Brasília era a alvorada de um novo dia para o Brasil. (Capela do Palácio da Alvorada agregada). Escultura monumento "O Rito dos Ritmos", de Maria Martins, foi criada para a inauguração de Brasília e seguiu para Brasília em 25 de agosto de 1958.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada ; Setor de Hotéis e Turismo Norte
circa 1968

Escultura "As Iaras" ou "As Banhistas", de Alfredo Ceschiatti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPA27209.jpg
Escultura "As Iaras" ou "As Banhistas", de Alfredo Ceschiatti
O Palácio da Alvorada, localizado às margens do Lago Paranoá, é a residência oficial do Presidente da República e foi o primeiro edifício inaugurado em Brasília em junho de 1958. É uma construção revestida de mármore e fachada de vidro, sustentada por colunas brancas que se abrem em semicírculos. Projetado por Oscar Niemeyer, tornou-se símbolo do Movimento Moderno da arquitetura brasileira, do progresso cultural e técnico do Brasil. Suas elegantes colunas deram forma ao brasão do Distrito Federal. Seu nome foi dado por Juscelino Kubitschek, que o justificou dizendo que Brasília seria a alvorada de um novo dia para o Brasil. Em primeiro plano escultura "As Iaras" de Ceschiatti, ao fundo, Capela do Palácio da Alvorada.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada ; Setor de Hotéis e Turismo Norte
circa 1968

Escultura "As Iaras" ou "As Banhistas", de Alfredo Ceschiatti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPA27208.jpg
Escultura "As Iaras" ou "As Banhistas", de Alfredo Ceschiatti
O Palácio da Alvorada, localizado às margens do Lago Paranoá, é a residência oficial do Presidente da República e foi o primeiro edifício inaugurado em Brasília em Junho de 1958. É uma construção revestida de mármore e fachada de vidro, sustentada por colunas brancas que se abrem em semicírculos. Projetado por Oscar Niemeyer, tornou-se símbolo do Movimento Moderno da arquitetura brasileira, do progresso cultural e técnico do Brasil. Suas elegantes colunas deram forma ao brasão do Distrito Federal. Seu nome foi dado por Juscelino Kubitschek, que o justificou dizendo que Brasília era a alvorada de um novo dia para o Brasil. (Em primeiro plano escultura "As Iaras" de Ceschiatti, ao fundo, Capela do Palácio da Alvorada). Alfredo Ceschiatti (1918-1989) - artista plástico e escultor brasileiro nasceu em Belo Horizonte - MG. Conhecido como criador de obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer, de quem foi constante colaborador. Viajou à Europa (1938), onde se deteve em especial na Itália, antes de se consagrar à escultura. Voltou ao Brasil e entrou na Escola Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro (1940). Três anos depois começou a ser premiado e ganhou diversas medalhas na divisão moderna do Salão Nacional de Belas-Artes, inclusive o de uma viagem ao exterior (1945) pelo baixo-relevo do batistério da Igreja de São Francisco de Assis na Pampulha, em Belo Horizonte. Deu início a sua colaboração com Niemeyer, que resultou em várias esculturas para Brasília como: As Iaras, em bronze, no espelho d'água do Palácio da Alvorada, A Justiça, em granito, em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal, Os anjos e Os evangelistas, na catedral, e As Irmãs, em bronze, na cobertura do Palácio do Itamaraty. Na nova capital também ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (1963-1965). No Rio de Janeiro, cidade onde morreu, fez as figuras representativas para as forças armadas no monumento aos mortos da segunda guerra mundial.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada ; Setor de Hotéis e Turismo Norte
circa 1968