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Bonde
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Bonde
Salvador foi fundada em 1549 para ser capital do Brasil, permanecendo assim até 1763, quando a sede do Vice - Reino foi transferida para o Rio de Janeiro. Salvador era o principal porto Atlântico das naus que faziam as rotas das especiarias orientais, e o primeiro produto de destaque em sua economia foi a cana, transformada em açúcar nos engenhos do Recôncavo Baiano. Em meados do século XVII seu porto funcionava como a principal porta de entrada de escravos africanos no país. A integração entre as culturas portuguesa e africana, aliás, é uma das características mais marcantes da cidade. Salvador é famoso, entre outras coisas, pela religiosidade latente, que pode ser comprovada pelo grande número de igrejas católicas e terreiros dedicados aos cultos afro-brasileiros. Dizem, inclusive, que a cidade possui uma igreja para cada dia do ano, tamanha a quantidade de templos.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1957

Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
O conjunto de imagens de Gautherot registra os primeiros contatos do SPI e do pessoal da Estrada de Ferro Tocantins com o povo Asurini do Tocantins. Esse contato se deu após uma longa guerra entre os indígenas e os brancos, sobretudo após ataques da EFT às aldeias, a partir de 1945, quando a ferrovia passou às mãos da Fundação Basil Central, o que gerou enorme violência. A busca do Estado por estabelecer vínculos pacíficos começou em 1949 e, por quatro anos, foram diversas as tentativas de contato. Gautherot registrou o que se considera os primeiros contatos com a anuência dos Asuriní, em 1953. O conjunto de fotografias mostra os postos de atração de Pucuruí, Pucuruizinho e Trucará, às margens do Rio Tocantins O grupo indígena dos Assurini de Tocantins são da família linguística tupi-guarani. Em 2012, havia 516 índios Assurini no Tocantins. O nome Asurini vem da língua Juruna e é utilizado para nomear diversos grupos Tupi da região do Tocantins.
Marcel Gautherot
Região do baixo Tocantins
1953

Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PAAS04436.jpg
Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
O conjunto de imagens de Gautherot registra os primeiros contatos do SPI e do pessoal da Estrada de Ferro Tocantins com o povo Asurini do Tocantins. Esse contato se deu após uma longa guerra entre os indígenas e os brancos, sobretudo após ataques da EFT às aldeias, a partir de 1945, quando a ferrovia passou às mãos da Fundação Basil Central, o que gerou enorme violência. A busca do Estado por estabelecer vínculos pacíficos começou em 1949 e, por quatro anos, foram diversas as tentativas de contato. Gautherot registrou o que se considera os primeiros contatos com a anuência dos Asuriní, em 1953. O conjunto de fotografias mostra os postos de atração de Pucuruí, Pucuruizinho e Trucará, às margens do Rio Tocantins O grupo indígena dos Assurini de Tocantins são da família linguística tupi-guarani. Em 2012, havia 516 índios Assurini no Tocantins. O nome Asurini vem da língua Juruna e é utilizado para nomear diversos grupos Tupi da região do Tocantins.
Marcel Gautherot
Região do baixo Tocantins
1953

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05270.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05271.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05272.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949