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Edifício Martinelli, à esquerda, as torres do mosteiro de São Bento
Arquivo/Coleção: Edgard Egydio de Souza
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Edifício Martinelli, à esquerda, as torres do mosteiro de São Bento
Edgard Egydio de Souza
Centro
1930s

Bondinho do Pão de Açúcar
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Bondinho do Pão de Açúcar
O bondinho do Morro do Pão de Açúcar foi inaugurado (o seu primeiro trecho, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca) em 27 de outubro de 1912.
Marc Ferrez
Atual Praça General Tibúrcio ; Urca
circa 1912

Entrada do Jardim Botânico e a Aleia de Palmeiras Imperiais Barbosa Rodrigues
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Entrada do Jardim Botânico e a Aleia de Palmeiras Imperiais Barbosa Rodrigues
Marc Ferrez
Rua Jardim Botânico ; Jardim Botânico
circa 1912

Igreja da Penha em dia de festa
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Igreja da Penha em dia de festa
Marc Ferrez
Escadaria da Penha ; Penha
circa 1912

Vista da Glória, Lapa e Centro a partir de Santa Teresa; ao fundo, o Palácio Monroe
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Vista da Glória, Lapa e Centro a partir de Santa Teresa; ao fundo, o Palácio Monroe
Marc Ferrez
Rua Paranaguá, atual Visconde Paranaguá ; Glória
circa 1914

Palácio Monroe
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
O Palácio Monroe, que na época de sua construção não tinha esse nome, foi a sede do Pavilhão Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, também conhecida como Feira Mundial de Saint Louis, realizada entre 30 de abril e 1º de dezembro de 1904, em conjunto com os III Jogos Olímpicos. O prédio de estilo eclético, cujo projeto foi do político e engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar (1855 – 1935), conquistou o principal prêmio de arquitetura do evento. Pela primeira vez que arquitetura brasileira recebia reconhecimento internacional. Em 1906, foi remontado, no Rio de Janeiro, onde tornou-se um ícone da cidade, para sediar o III Congresso Pan-americano, e recebeu a denominação de Palácio Monroe. Em 1976, foi demolido. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1912

Avenida Rio Branco; tomada do Largo da Prainha (atual praça Mauá)
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco; tomada do Largo da Prainha (atual praça Mauá)
Marc Ferrez
Centro
circa 1912

Observatório Nacional
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Observatório Nacional
O Imperial Observatório do Rio de Janeiro foi criado por D. Pedro I em 15 de outubro de 1827. Entre suas finalidades estava a orientação e estudos geográficos do território brasileiro e de ensino da navegação. Com a Proclamação da República, em 1889, o Imperial Observatório do Rio de Janeiro passou a se denominar Observatório Astronômico do Rio de Janeiro e, finalmente, ganhou o nome de Observatório Nacional, a partir de 1909. Funcionou inicialmente numa das torres da Escola Militar. A partir de 1846, suas instalações foram transferidas para o prédio de uma antiga igreja jesuítica do Morro do Castelo. Finalmente, em 1922, foi transferido para o bairro de São Cristóvão onde está até hoje.
Marc Ferrez
Rua Aurora, atual General Bruce ; São Cristóvão
circa 1920