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Estrada de Ferro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014AM003016.jpg
Estrada de Ferro do Corcovado
Augusto Malta
Cosme Velho
circa 1915

Trem do Corcovado
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Trem do Corcovado
Augusto Malta
Cosme Velho
1906

Estrada de Ferro Corcovado
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
013RJ008005.jpg
Estrada de Ferro Corcovado
Augusto Malta
Cosme Velho ; Floresta da Tijuca
1906

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05338.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATO05336.jpg
Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Serra do Navio
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010APSN25703.jpg
Serra do Navio
Criado na década de 50, o município de Serra do Navio foi um projeto do arquiteto modernista Oswaldo Bratke. Foi planejado com conceitos que, atualmente, são considerados sustentáveis. Para amenizar o forte calor, as casas aproveitam a ventilação natural com uso de venezianas fixas de madeira. Havia tratamento de esgoto, coleta de lixo e iluminação pública, serviços inexistentes em muitos municípios brasileiros na época. O trem trazia passageiros, alimentos, material de construção e equipamentos. As linhas do trilho ainda constituem a principal ligação com a capital, Macapá, a cerca de 200 quilômetros.
Marcel Gautherot
Margem do Rio Amapari
circa 1966

Serra do Navio
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010APSN25702.jpg
Serra do Navio
Criado na década de 50, o município de Serra do Navio foi um projeto do arquiteto modernista Oswaldo Bratke. Foi planejado com conceitos que, atualmente, são considerados sustentáveis. Para amenizar o forte calor, as casas aproveitam a ventilação natural com uso de venezianas fixas de madeira. Havia tratamento de esgoto, coleta de lixo e iluminação pública, serviços inexistentes em muitos municípios brasileiros na época. O trem trazia passageiros, alimentos, material de construção e equipamentos. As linhas do trilho ainda constituem a principal ligação com a capital, Macapá, a cerca de 200 quilômetros.
Marcel Gautherot
Margem do Rio Amapari
circa 1966

Serra do Navio
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010APSN25701.jpg
Serra do Navio
Criado na década de 50, o município de Serra do Navio foi um projeto do arquiteto modernista Oswaldo Bratke. Foi planejado com conceitos que, atualmente, são considerados sustentáveis. Para amenizar o forte calor, as casas aproveitam a ventilação natural com uso de venezianas fixas de madeira. Havia tratamento de esgoto, coleta de lixo e iluminação pública, serviços inexistentes em muitos municípios brasileiros na época. O trem trazia passageiros, alimentos, material de construção e equipamentos. As linhas do trilho ainda constituem a principal ligação com a capital, Macapá, a cerca de 200 quilômetros.
Marcel Gautherot
Margem do Rio Amapari
circa 1966

Serra do Navio
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010APSN25700.jpg
Serra do Navio
Criado na década de 50, o município de Serra do Navio foi um projeto do arquiteto modernista Oswaldo Bratke. Foi planejado com conceitos que, atualmente, são considerados sustentáveis. Para amenizar o forte calor, as casas aproveitam a ventilação natural com uso de venezianas fixas de madeira. Havia tratamento de esgoto, coleta de lixo e iluminação pública, serviços inexistentes em muitos municípios brasileiros na época. O trem trazia passageiros, alimentos, material de construção e equipamentos. As linhas do trilho ainda constituem a principal ligação com a capital, Macapá, a cerca de 200 quilômetros.
Marcel Gautherot
Margem do Rio Amapari
circa 1966

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