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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Rua da Liberdade
Rua da Liberdade, em ponto próximo à praça de mesmo nome, vista em direção ao Centro da cidade. Na rua misturam-se bonde, ônibus, cavalos, vacas e pedestres.
Claude Lévi-Strauss
Bairro da Liberdade
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Rua da Liberdade
Bondes e vacas na rua da Liberdade, em ponto próximo à praça de mesmo nome.
Claude Lévi-Strauss
Bairro da Liberdade
circa 1937

O motorneiro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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O motorneiro
Bonde com destino à praça do Correio, circulando em rua de Higienópolis, ao lado de veículos.
Hildegard Rosenthal
Higienópolis
circa 1940

Carroça do padeiro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Carroça do padeiro
Padeiro subindo a avenida Angélica em sua carroça. À esquerda, a rua Martinico Prado.
Hildegard Rosenthal
Avenida Angélica, Higienópolis
circa 1940

Meninas orientais tomando sorvete
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Meninas orientais tomando sorvete
Duas crianças japonesas uniformizadas tomando sorvete no Bairro da Liberdade.
Hildegard Rosenthal
Liberdade
circa 1940

Crianças na calçada, no bairro da Liberdade
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Crianças na calçada, no bairro da Liberdade
Crianças circulando em rua do bairro da Liberdade.
Hildegard Rosenthal
Liberdade
circa 1940

Linha de trem
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Linha de trem
Ferrovia, passagem de nível e passarela para pedestres no Brás.
Hildegard Rosenthal
Brás
circa 1940

Lagoa do Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lagoa do Abaeté
A lagoa se situa no bairro de Itapuã, em Salvador, e além de ter inspirado o fotógrafo francês, também inspirou poesias de Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi.
Marcel Gautherot
Itapuã
circa 1957

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961