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Ciclone no Hotel Internacional
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0155.jpg
Ciclone no Hotel Internacional
Hermann Meyer
Rio de Janeiro
1895

Caminho do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0154.jpg
Caminho do Corcovado
Originalmente chamado de pináculo da Tentação, no século XVI, em alusão à uma passagem bíblica, o morro do Corcovado foi rebatizado por lembrar uma corcova, no século XVII. Dois anos após a proclamação de independência, Dom Pedro I organizou uma expedição de subida ao cume do monte. Tido como um dos símbolos da cidade, o morro ganhou importância e projeção internacional após a inauguração da estátua do Cristo Redentor em 1931.
Hermann Meyer
Corcovado
circa 1895

Caminho do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0153.jpg
Caminho do Corcovado
Hermann Meyer
Corcovado
1895

Rua no Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0152.jpg
Rua no Rio de Janeiro
Hermann Meyer
Rio de Janeiro
1895

Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0151.jpg
Pão de Açúcar
A origem do nome Pão de Açúcar, segundo historiadores, seria graças aos portugueses, que acharam o morro semelhante aos blocos de açúcar colocados em fôrmas de barro cônicas e levados para a Europa. O nome teria se popularizado no século XIX, quando artistas estrangeiros retratavam a beleza do penhasco.
Hermann Meyer
Rio de Janeiro
1895

Petrópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0063.jpg
Petrópolis
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Vista de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0062.jpg
Vista de Petrópolis
A história de Petrópolis começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas Gerais, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Vista de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0061.jpg
Vista de Petrópolis
A história de Petrópolis começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas Gerais, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Ponte ferroviária
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Ponte ferroviária
O viaduto da Grota Funda, na subida da serra de Petrópolis, tinha 58 metros de extensão e estava a 24 metros acima do rio Caioaba. Foi inaugurada em 1883 e fazia parte da Estrada de Ferro Príncipe do Grão-Pará.
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898