Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Retrato de homem
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
001AVA009003.jpg
Retrato de homem
Retrato de homem, busto.
Guimarães & C Van Nyvel
Centro
circa 1863

Fazenda de Henrique Dumont
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
001RI001.jpg
Fazenda de Henrique Dumont
Imagem integrante do álbum "Viagem de suas Altezas o Duque de Saxe e seu irmão Luiz Philipe ao Interior do Brasil". Segundo Gilberto Ferrez, em fb/GB, trata-se da primeira embarcação a vapor a percorrer o rio das Velhas, e o local é a fazenda do sr. Henrique Dumont.
Augusto Riedel
MG
circa 1860

Natureza Morta
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
007A5P3F02-001-002.jpg
Natureza Morta
Arranjo de frutas e folhas dentro de um cesto, sobre uma mesa ou banco de madeira, forrada no canto esquerdo com uma toalha.
Augusto Stahl
Recife
circa 1860

Praia Formosa
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
007A5P3F03-015
Praia Formosa
Autoria não identificada
Rua da Gamboa ; Gamboa
1857

Porto de São Domingos
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
007A5P3F05-010.jpg
Porto de São Domingos
Fotografia tirada do Morro de São João, retrata o Porto de São Domingos, com seu casario da Rua da Praia (atual Visconde do Rio Branco) e o Hotel de France ao fundo. À direita podemos ver a ponte de embarque das lanchas para o Rio de Janeiro. Ficava na freguesia de São Domingos a sede da Presidência da Província Fluminense.
Augusto Stahl
São Domingos
1859

Largo do Machado
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
007A5P3F05-014.jpg
Largo do Machado
Largo do Machado e a Igreja Nossa Senhora da Glória sendo construída. Antes de se tornar Largo do Machado, chamou-se campo das Pitangueiras e das Laranjeiras. Machado deve-se à existência de um enorme machado de pau no primeiro açougue aí instalado. Em 1834 foi renomeado Largo da Glória, por conta da igreja aí construída, e em 1880 chamou-se Praça Duque de Caxias, logo após a morte do general, mas logo voltou a ser Largo do Machado. A pedra fundamental da igreja foi lançada em 1842 pelas mãos de D. Pedro II ainda menino, e era um projeto dos franceses Koeler e Rivière. As obras foram interrompidas em 1864, por falta de recursos, e reiniciadas em 1868. Finalmente em 1872 a igreja foi terminada.
Stahl & Wahnschaffe
Largo do Machado
circa 1862

Equipamento movido a carvão
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
007A5P3F07-030.jpg
Equipamento movido a carvão
Benjamin Mulock
BA
circa 1860

Igreja do Bonfim
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
007A5P3F12-001.jpg
Igreja do Bonfim
Templo, antes de tudo, do sincretismo onde ritos cristãos e africanos mesclavam-se, a Igreja do Bonfim foi inaugurada em 24 de junho de 1754. É de lá que parte a maior festa de Salvador, a saber, a lavagem das escadarias do Bonfim, em que os populares se concentram em frente à igreja e depois percorrem parte da cidade entoando cânticos e oferecendo flores.
Benjamin Mulock
Praça Senhor do Bonfim, Cidade Baixa
circa 1860

Paço Municipal
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
007A5P3F12-003.jpg
Paço Municipal
O Paço Municipal teve sua primeira construção em 1549, feita em taipa e coberta por palha. Em 1660, foram demolidas edificações existentes na praça Municipal (uma das mais antigas da cidade) e erguido um novo edifício. O paço destaca-se por sua fachada principal de arcadas e colunas toscanas sobrepostas por janelas de púlpito, além das duas alas unidas por uma torrre central recoberta por uma cúpula. Foi remodelado em 1887 e novamente reformado no final da década de 1960, para que fosse resgatada a fachada em estilo colonial português.
Benjamin Mulock
Praça Municipal
circa 1860