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Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Retrato de mulher negra de perfil, com vestimentas brancas e turbante na mesma cor, enrolada num manto listrado. Carrega cesto de bananas na cabeça e criança nas costas, enrolada no manto listrado.
Marc Ferrez
Salvador
circa 1885

Praça da República; ao fundo, o palácio da Prefeitura
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça da República; ao fundo, o palácio da Prefeitura
Augusto Malta
Centro
22 de agosto de 1907

Rua e largo de São Bento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua e largo de São Bento
Instalado no local onde originalmente se encontrava a taba do cacique Tibiriçá, o Largo de São Bento é um dos primeiros assentamentos urbanos da cidade de São Paulo e possui destaque pela instalação do mosteiro de São Bento em seu entorno, construído por volta de 1660. O velho mosteiro foi derrubado em 1911, sendo depois construído o atual mosteiro, pronto em 1922. Em 1970, devido a implantação do metrô, o Largo de São Bento passou por uma intensa reforma urbanística com a construção de calçadões e jardins.
Guilherme Gaensly
Centro
1920

Rua 15 de Novembro, sentido praça da Sé
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua 15 de Novembro, sentido praça da Sé
A rua 15 de Novembro era uma das principais ruas da cidade de São Paulo, juntamente com as ruas São Bento e Direita, e foi assim nomeada quando proclamou-se a república no Brasil. Já existia no século XVII como um "projeto" de rua, e chamava-se rua do Paço Manoel Paes de Linhares, pois no local um certo Manoel possuía sua casa de taipa. Em 1715 foi construída uma igreja, de Nossa Senhora do Rosário, e logo a rua passou a chamar-se do Rosário dos Pretos. Foi chamada ainda de rua da Imperatriz, até que em 1889 veio o nome definitivo pelo qual é conhecida até hoje. Era nessa rua também que o fotógrafo Gaensly possuía seu estúdio.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua 15 de Novembro, a partir da praça Antônio Prado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua 15 de Novembro, a partir da praça Antônio Prado
A rua 15 de Novembro era uma das principais ruas da cidade de São Paulo, juntamente com as ruas São Bento e Direita, e foi assim nomeada quando proclamou-se a república no Brasil. Já existia no século XVII como um "projeto" de rua, e chamava-se rua do Paço Manoel Paes de Linhares, pois no local um certo Manoel possuía sua casa de taipa. Em 1715 foi construída uma igreja, de Nossa Senhora do Rosário, e logo a rua passou a chamar-se do Rosário dos Pretos. Foi chamada ainda de rua da Imperatriz, até que em 1889 veio o nome definitivo pelo qual é conhecida até hoje. Era nessa rua também que o fotógrafo Gaensly possuía seu estúdio.
Guilherme Gaensly
Centro
1916

Embarque de Café
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Embarque de Café
Embarque de café no porto de Santos, que inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Guilherme Gaensly
Porto
1900s

Docas do Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Docas do Mercado da Praia do Peixe
A Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal, era o endereço do mercado municipal; primeiro ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronta em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade, o mercado (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (1911) e em seu lugar foi erguido um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica, projetado por Alfredo Azevedo Marques. Cinco torres metálicas delimitavam seu espaço. Hoje, apenas uma, na qual funciona o restaurante Albamar está de pé. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Torres
Centro
circa 1885

Paranoia: “os comerciantes são piedosos"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “os comerciantes são piedosos"
Cenas da cidade de São Paulo. Pessoas passam por loja com vitrines e letreiro onde se lê "um presente para você".
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Hotel Serrador
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Hotel Serrador
O Hotel Serrador foi propriedade de Francisco Serrador, espanhol de Valência que aportou em Santos, enriqueceu vendendo peixe em Curitiba e tornou-se famoso no Rio de Janeiro, já que foi o idealizador da Cinelândia. O prédio, que foi batizado com seu nome, foi inaugurado em 1944, três anos após sua morte. O hotel fazia parte de um conjunto de cinco prédios, e tinha como destaque a boate Night and Day, que fazia sucesso com espetáculos de teatro de revista de Carlos Machado, na década de 1950. O hotel entrou em decadência na década de 1960, com a desvalorização da região. Com fachada tombada pelo patrimônio histórico, o prédio foi sede da Petros (fundo de pensão da Petrobras).
Autoria não identificada
Cinelândia
circa 1949

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