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Ministério da Agricultura
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ministério da Agricultura
Prédios Gêmeos dos ministérios da viação e agricultura, construção neoclássica que ficava atrás do hoje Palácio Tiradentes. Esses prédios foram demolidos nos anos 40 para a construção de um anexo em estilo art-decô para a então Câmara dos Deputados, prédio este demolido nos anos 70-80 para a construção de um caixotinho de vidro que faz a função de prédio auxiliar da ALERJ.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Vista do Mercado da Praia do Peixe, próximo a atual rua do mercado. Foi na Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal de Marinha, que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronto somente em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade o mercado primitivo (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (em 1911) e em seu lugar foi levantado um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica e projetado por Alfredo Azevedo Marques. Com cinco torres metálicas que delimitavam seu espaço, hoje resta apenas uma, na qual funciona um restaurante. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro, Centro
circa 1890

Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), Igreja de Santa Cruz dos Militares
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), Igreja de Santa Cruz dos Militares
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Vista da Rua do Ouvidor, com Escola Politécnica ao fundo (atual IFCS/UFRJ). Antiga rua de Aleixo Manuel (um dos mais abastados habitantes da cidade após sua fundação, no Morro do Castelo), a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando aí o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808, e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Antiga rua de Aleixo Manuel, a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808 e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Em 1745, a Fazenda Real adquiriu algumas casas na rua para instalar a residência dos Ouvidores. O segundo deles (1748-1750), Francisco Berquó da Silva Pereira, tornou-se conhecido, e a rua passou a ser, desde então, a Rua do Ouvidor.
Marc Ferrez
Centro
circa 1895

Mercado da Praia do Peixe (à esquerda) e Ilha Fiscal (ao fundo)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe (à esquerda) e Ilha Fiscal (ao fundo)
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1900

Retrato de vendedora de miudezas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de vendedora de miudezas
No ano de 1900, Ferrez inicia a produção de séries de cartões postais, ampliando significativamente o alcance e o público de suas imagens. De acordo com o pesquisador Paulo Berger, o fotógrafo teria produzido cerca de 350 postais diferentes, em sua maioria de vistas do Rio de Janeiro. Na primeira série editada, com títulos e endereço do fotógrafo em francês, “Rue de S. Jose 88”, há dois cartões que trazem duas imagens de vendedores, cada uma: “Vendeurs ambulants (de cebola e galinhas)”, “Vendeurs ambulants”(de legumes e vassoura) . Tais imagens, provavelmente realizadas no final do século, pertencem a um conjunto de retratos de tipos populares das ruas do Rio, como o Cesteiro, o Funileiro, o Vassoreiro, o Mascate e os Jornaleiros, posando com suas mercadorias em frente a um fundo neutro, cuja autoria foi, durante muito tempo, atribuída exclusivamente a Ferrez. Um exame nos negativos de vidro que se encontram no acervo do Instituto Moreira Salles, revelou, entretanto, que algumas delas são assinadas por Gomes Junior, um autor desconhecido.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
circa 1899

Ambulantes no largo do Paço, morro do Castelo ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ambulantes no largo do Paço, morro do Castelo ao fundo
No ano de 1900, Ferrez inicia a produção de séries de cartões postais, ampliando significativamente o alcance e o público de suas imagens. De acordo com o pesquisador Paulo Berger, o fotógrafo teria produzido cerca de 350 postais diferentes, em sua maioria de vistas do Rio de Janeiro. Na primeira série editada, com títulos e endereço do fotógrafo em francês, “Rue de S. Jose 88”, há dois cartões que trazem duas imagens de vendedores, cada uma: “Vendeurs ambulants (de cebola e galinhas)”, “Vendeurs ambulants”(de legumes e vassoura). Tais imagens, provavelmente realizadas no final do século, pertencem a um conjunto de retratos de tipos populares das ruas do Rio, como o Cesteiro, o Funileiro, o Vassoreiro, o Mascate e os Jornaleiros, posando com suas mercadorias em frente a um fundo neutro, cuja autoria foi, durante muito tempo, atribuída exclusivamente a Ferrez. Um exame nos negativos de vidro que se encontram no acervo do Instituto Moreira Salles, revelou, entretanto, que algumas delas são assinadas por Gomes Junior, um autor desconhecido.
Gomes Junior
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1899

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