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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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O "Centro Novo", visto a partir do hotel Esplanada
Vista do chamado "Centro Novo", região compreendida entre a rua 7 de Abril, a praça da República e a avenida São João, a partir do Hotel Esplanada, atrás do Teatro Municipal. No centro da imagem pode-se ver o Teatro Santana, na rua 24 de Maio e, à sua direita, o edifício alto que abrigava a galeria comercial Guatapará, uma das mais antigas da região. A loja Mesbla, em primeiro plano, ainda com a denominação Mestre e Blatge, mudaria anos depois para edifício ao lado da galeria, na esquina com a rua Dom José de Barros.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

Praça do Correio
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça do Correio
Movimento de pedestres, automóveis e bonde na praça do Correio. O quarteirão à esquerda desapareceu com a abertura da avenida Prestes Maia.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Rua do Seminário
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Rua do Seminário
Rua do Seminário, com calçamento de paralelepípedos, rumo à praça do Correio. Ao fundo, o edifício Martinelli.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Ensaio fotográfico A nova mulher
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Ensaio fotográfico A nova mulher
Ensaio fotográfico publicado na Revista Nosso Século, edição nº19, anos 80.
Hildegard Rosenthal
Largo do Arouche
circa 1940

Proximidades do largo do Piques
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Proximidades do largo do Piques
Movimento de pedestres e veículos no Largo do Piques, atual praça das Bandeiras, rumo ao largo de São Francisco. Destacam-se os edifícios Riachuelo, de 1917, e o Saldanha Marinho, de 1933, o mais alto à direita.
Hildegard Rosenthal
Atual praça das Bandeiras, Centro
circa 1940

Esquina da rua Direita com praça da Sé. Em destaque, fachada da Casa Baruel, farmácia e perfumaria.
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Esquina da rua Direita com praça da Sé. Em destaque, fachada da Casa Baruel, farmácia e perfumaria.
A Rua Direita, cujas casas comerciais se vê na imagem, levava ao Largo da Sé, era uma das principais ruas de São Paulo e possuía numerosas casas comerciais no século 19. Fazia parte, junto com as ruas São Bento e 15 de Novembro, de uma região conhecida como Triângulo, considerada o local de nascimento da cidade. Foi chamada rua Direita porque era o "caminho direito" entre a Sé e o despenhadeiro do Anhangabaú, também já havia se chamado Direita de Santo Antônio e Direita da Misericórdia.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Edifício Telefônica, na rua Sete de Abril
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Edifício Telefônica, na rua Sete de Abril
Edificio da antiga TELESP, empresa de telecomunicações de São Paulo, do grupo Telebrás, antes da privatização.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Lojas de departamento iluminadas
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Lojas de departamento iluminadas
Imagem noturna do edifício Barão de Iguape, com vitrines de lojas de departamento iluminadas.
Hildegard Rosenthal
Praça do Patriarca, Centro
circa 1940

Edifício do Banco de São Paulo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Edifício do Banco de São Paulo
O prédio do Banco de São Paulo, em estilo art-déco, foi projetado por Álvaro Botelho (1935-1936) por encomenda da família Almeida Prado, proprietários do banco, representantes da tradicional oligarquia cafeeira paulista. Seu interior é igualmente suntuoso, com um monumental saguão, piso de mosaico de pastilhas de cerâmica esmaltada e dourada e salão revestido de madeira de lei. O banco foi comprado pelo Banespa em 1973 e o imóvel passou para o Estado. Atualmente, funciona como sede da Secretaria Estadual da Juventude, Esporte e Lazer.
Hildegard Rosenthal
Praça Antônio Prado, Centro
1940