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Antônio Maria, Ary Barroso, Vinicius de Moraes e Paulo Mendes Campos (reprodução)
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Antônio Maria, Ary Barroso, Vinicius de Moraes e Paulo Mendes Campos (reprodução)
Em pé, da esquerda para a direita: Antônio Maria, Ary Barroso e Vinicius de Moraes; sentado: Paulo Mendes Campos. Antônio Maria [Antônio Maria Araújo de Morais] (Recife, PE, 17/03/1921 - Rio de Janeiro, 15/10/1964): compositor, jornalista, escritor e locutor esportivo. Ary Barroso [Ary Evangelista Barroso] (Ubá, MG, 07/11/1903 - Rio de Janeiro, 09/02/1964): compositor, instrumentista (piano), locutor esportivo, apresentador e político. Primeiro presidente da União Brasileira de Compositores (1942). Vinicius de Moraes [Marcus Vinitius da Cruz de Mello Moraes] (Rio de Janeiro, 19/10/1913 - Rio de Janeiro, 09/07/1980): poeta, compositor, teatrólogo, jornalista e diplomata. Sobrinho do cantor, compositor, instrumentista e delegado Henrique de Mello Moraes (Rio de Janeiro, 08/12/1902 ou 1912 - [?] ). Teve cinco filhos, entre eles a atriz e diretora Susana de Moraes [Susana de Mello Moraes] (Rio de Janeiro, 05/08/1940 - Rio de Janeiro, 27/01/2015) e o fotógrafo Pedro de Moraes [Pedro de Mello Moraes] (Rio de Janeiro, 23/10/1942), pai da cantora e atriz Mariana de Moraes [Mariana Valdez de Moraes] (Rio de Janeiro, 30/09/1969). Paulo Mendes Campos (Belo Horizonte, MG, 28/02/1922 - Rio de Janeiro, 01/07/1991): escritor, poeta, jornalista e tradutor.
Rio de Janeiro
s.d.

Antônio Maria com máquina datilográfica
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Antônio Maria com máquina datilográfica
Antônio Maria em sua mesa de trabalho com a máquina datilográfica. No canto superior direito, na parede, há um retrato de Danuza Leão, com quem Maria teve um romance entre 1960 e 1964. Antônio Maria [Antônio Maria Araújo de Morais] (Recife, PE, 17/03/1921 - Rio de Janeiro, 15/10/1964): compositor, jornalista, escritor e locutor esportivo. Danuza Leão [Danuza Lofego Leão] (Itaguaçu, ES, 26/07/1933 - Rio de Janeiro, 22/06/2022): jornalista e escritora. Irmã da cantora e instrumentista (violão) Nara Leão [Nara Lofego Leão] (Vitória, ES, 19/01/1942 - Rio de Janeiro, 07/06/1989), a "Musa da Bossa Nova". Foi casada com o jornalista (fundador do jornal "Última Hora") e empresário Samuel Wainer (Bessarábia, Império Russo, 19/12/1910 - São Paulo, 02/09/1980), com quem teve três filhos: Pinky Wainer [Deborah Wainer] (Rio de Janeiro, 1954), artista plástica e designer; Samuel Wainer Filho (Rio de Janeiro, 1955 - Araruama, RJ, 29/06/1984), o Samuca, jornalista e produtor musical; e Bruno Wainer (Rio de Janeiro, 11/10/1960), cineasta, produtor e distribuidor cinematográfico. Avó do ator Gabriel Wainer (Rio de Janeiro, 08/04/1984), filho de Bruno Wainer.
Redação da revista "Manchete"
1960s

Antônio Maria
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Antônio Maria
Antônio Maria [Antônio Maria Araújo de Morais] (Recife, PE, 17/03/1921 - Rio de Janeiro, 15/10/1964): compositor, jornalista, escritor e locutor esportivo.
Redação da revista "Manchete"
1960s

Antônio Maria e Millôr Fernandes
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Antônio Maria e Millôr Fernandes
Antônio Maria (à esquerda) e Millôr Fernandes. Antônio Maria [Antônio Maria Araújo de Morais] (Recife, PE, 17/03/1921 - Rio de Janeiro, 15/10/1964): compositor, jornalista, escritor e locutor esportivo. Millôr Fernandes [Milton Viola Fernandes] (Rio de Janeiro, 16/08/1923 - Rio de Janeiro, 27/03/2012): escritor, desenhista, humorista, dramaturgo, tradutor e jornalista. O "Filósofo do Méier". Também usou o pseudônimo Emmanuel Vão Gôgo. Irmão do jornalista Hélio Fernandes [Hélio Viola Fernandes] (Rio de Janeiro, 17/10/1920 ou 11/01/1921 - Rio de Janeiro, 10/03/2021).
Boate Casablanca - Urca
1963

Antônio Maria ao telefone
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Antônio Maria ao telefone
Antônio Maria de volta à carreira de locutor, no início dos anos 1950. Antônio Maria [Antônio Maria Araújo de Morais] (Recife, PE, 17/03/1921 - Rio de Janeiro, 15/10/1964): compositor, jornalista, escritor e locutor esportivo.
Rio de Janeiro
1950s

Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;O aéreo prazer do texto;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Pecadora imaculada;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Ler e escrever;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Papo de sumiço
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
19 de abril de 1981

Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;O aéreo prazer do texto;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Pecadora imaculada;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Ler e escrever;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Lazer criativo
Debate
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
18 de dezembro de 1977

O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;O quarto escuro dos aposentados;Papo de logradouro;Modos, senhores;Reminiscências;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Cidade e delírio: ontem e hoje;Hoje é ontem;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Oliver Twist;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte
Reportagem
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
24 de outubro de 1965

Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Porque as mulheres vivem muito;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Qual é o signo do Brasil?;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Receita de poeta;Sob o sol da glória;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Cineminha particular
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
Século XX