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Fazenda Butiá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0077.jpg
Fazenda Butiá
O município de Butiá, cujo povoamento teve início em 1882, tem sua origem num solitário pé de butiá que era encontrado próximo a uma fazenda, que acabou sendo batizada com esse nome. Por volta de 1907 os primeiros exploradores de carvão vieram para a região atrás do minério, e butiá - a planta - começou a servir como referência à região e acabou batizando a cidade.
Hermann Meyer
Butiá
circa 1898

Fazenda de Café
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0066.jpg
Fazenda de Café
Fazenda de café em Campinas, no interior do estado de São Paulo. Com o declínio da produção de café no Vale do Paraíba, devido, entre outros, ao desgaste do solo, foi necessário buscar uma outra região para a cultura cafeeira. O local escolhido foi o oeste paulista, por apresentar condições favoráveis (a superfície plana da região não esgotava tanto o solo dos cafezais e a comunicação e transporte da mercadoria eram mais fáceis). A produção foi centralizada em Campinas, que tornou-se o grande polo produtor do país, e estendeu-se até Ribeirão Preto.
Hermann Meyer
Campinas
circa 1898

Fazenda Engenho d'Água - roda d'água
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRSP006-055.jpg
Fazenda Engenho d'Água - roda d'água
A Fazenda do Engenho d'Água, feita em alvenaria de pedra, cal e pau-a-pique, foi construída no início do século XVIII. A fazenda, importante produtora de açúcar e aguardente, foi tombada pelo patrimônio histórico em 1945.
Augusto Carlos da Silva Telles
Itaguanduba
1970s

Casa do Padre Inácio
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRSP006-052.jpg
Casa do Padre Inácio
A Casa do Padre Inácio foi erguida no início do século XVIII e funcionou como sede da fazenda construída pelo sargento-mor Roque Soares Medella entre 1717 e 1723. Medella estabelecia-se na região após voltar de Minas Gerais, para onde tinha ido com outros paulistas em busca de ouro no ribeirão do Carmo, atual cidade de Mariana. O conjunto arquitetônico original era composto provavelmente pela sede e outras edificações de apoio que serviriam para o abrigo de escravos, ferramentas, animais e o beneficiamento de produtos agrícolas, mas dessas construções sobraram apenas referências em documentos. A capela da propriedade passou por adaptações e ajustes para que o filho de Medella, o padre Rafael Antonio de Barros, pudesse aí celebrar missas, depois de ter recebido um Breve Apostólico para Oratório dado pelo Papa Benedito XIV em 1757. Com a morte de padre Rafael, em 1803, sua sobrinha Anna de Barros torna-se proprietária da casa-grande e renova o Breve Apostólico. Quem passa a realizar os ofícios religiosos então é seu primo Ignácio Francisco do Amaral que, viúvo, havia se tornado padre em 1810, aos 57 anos. A propriedade foi tombada em 1951 pelo IPHAN.
Augusto Carlos da Silva Telles
Bairro da Graça
1970s

Casa do Padre Inácio
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRSP006-051.jpg
Casa do Padre Inácio
A Casa do Padre Inácio foi erguida no início do século XVIII e funcionou como sede da fazenda construída pelo sargento-mor Roque Soares Medella entre 1717 e 1723. Medella estabelecia-se na região após voltar de Minas Gerais, para onde tinha ido com outros paulistas em busca de ouro no ribeirão do Carmo, atual cidade de Mariana. O conjunto arquitetônico original era composto provavelmente pela sede e outras edificações de apoio que serviriam para o abrigo de escravos, ferramentas, animais e o beneficiamento de produtos agrícolas, mas dessas construções sobraram apenas referências em documentos. A capela da propriedade passou por adaptações e ajustes para que o filho de Medella, o padre Rafael Antonio de Barros, pudesse aí celebrar missas, depois de ter recebido um Breve Apostólico para Oratório dado pelo Papa Benedito XIV em 1757. Com a morte de padre Rafael, em 1803, sua sobrinha Anna de Barros torna-se proprietária da casa-grande e renova o Breve Apostólico. Quem passa a realizar os ofícios religiosos então é seu primo Ignácio Francisco do Amaral que, viúvo, havia se tornado padre em 1810, aos 57 anos. A propriedade foi tombada em 1951 pelo IPHAN.
Augusto Carlos da Silva Telles
Bairro da Graça
1970s

Fazenda Pau d'Alho
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRSP006-001.jpg
Fazenda Pau d'Alho
A Fazenda do Pau D'Alho começou a ser construída por volta de 1817 por João Ferreira de Sousa, em terras de sesmarias herdadas de seu pai. Inicialmente produzia milho, arroz e aguardente, mas logo a plantação de café cresceu, tornando a fazenda uma das primeiras instalações voltadas inteiramente à produção e beneficiamento de café. Sousa faleceu em 1858, sendo a fazenda herdada por sua filha Maria Ferreira Ayrosa e, posteriormente, por seu neto, o Comendador Zebedeu Antonio Ayrosa, que faleceu em 1902. A fazenda começou a ser restaurada em 1968, quando foi tombada pelo patrimônio histórico.
Augusto Carlos da Silva Telles
São José do Barreiro
1970s

Casa da Fazenda Engenho d'Água
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRSP005-076.jpg
Casa da Fazenda Engenho d'Água
A Fazenda do Engenho d'Água, feita em alvenaria de pedra, cal e pau-a-pique, foi construída no início do século XVIII. A fazenda, importante produtora de açúcar e aguardente, foi tombada pelo patrimônio histórico em 1945.
Augusto Carlos da Silva Telles
Itaguanduba
1970s

Casa da Fazenda Engenho d'Água
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRSP005-075.jpg
Casa da Fazenda Engenho d'Água
A Fazenda do Engenho d'Água, feita em alvenaria de pedra, cal e pau-a-pique, foi construída no início do século XVIII. A fazenda, importante produtora de açúcar e aguardente, foi tombada pelo patrimônio histórico em 1945.
Augusto Carlos da Silva Telles
Itaguanduba
1970s

Casa da Fazenda Engenho d'Água - vista posterior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRSP005-074.jpg
Casa da Fazenda Engenho d'Água - vista posterior
A Fazenda do Engenho d'Água, feita em alvenaria de pedra, cal e pau-a-pique, foi construída no início do século XVIII. A fazenda, importante produtora de açúcar e aguardente, foi tombada pelo patrimônio histórico em 1945.
Augusto Carlos da Silva Telles
Itaguanduba
1970s

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