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Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão dos Bombeiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão dos Bombeiros
À direita, o quiosque da fábrica de cerveja Paraense e, ao fundo, o sopé do morro da Babilônia.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
10 de agosto de 1908

Construção do bondinho do Pão de Açúcar; ao fundo, pavilhão da Exposição Nacional de 1908
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção do bondinho do Pão de Açúcar; ao fundo, pavilhão da Exposição Nacional de 1908
Palácio das Indústrias (antiga Escola Militar), um dos pavilhões da Exposição de 1908.
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar; ao fundo, pavilhão da Exposição Nacional de 1908
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção do bondinho do Pão de Açúcar; ao fundo, pavilhão da Exposição Nacional de 1908
Palácio das Indústrias (antiga Escola Militar), um dos pavilhões da Exposição de 1908.
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Enseada de Botafogo a partir do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Botafogo a partir do Morro do Corcovado
Bairro e Enseada de Botafogo, delimitada pelos morros do Pasmado e da Viúva. À direita, a Escola Militar na Praia Vermelha, com a fachada construída para a Exposição Nacional de 1908. Ao fundo, os morros de Niterói e a Fortaleza de Santa Cruz.
Carlos Bippus
Morro do Corcovado
circa 1915

Vista noturna do Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna do Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista noturna da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. No primeiro plano, o Pavilhão de Caça e Pesca. Concebida pelo prefeito engenheiro Carlos Sampaio, a exposição foi inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa no dia 07.09.1922. Os pavilhões espalhavam-se desde o final da avenida Rio Branco, junto ao Palácio Monroe, que sediava a Comissão Executiva, seguindo até a Ponta do Calabouço pela avenida das Nações (atual Presidente Wilson), através da esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. O Morro do Castelo veio abaixo, depois de inúmeros e antigos projetos com "propósitos higiênicos e urbanísticos", especificamente para alocar esse evento. A exposição permaneceu aberta durante um ano, sendo visitada por milhares de turistas brasileiros e estrangeiros. Alguns pavilhões sobreviveram ao evento: o Pavilhão das Indústrias abriga hoje o Museu Histórico Nacional; o Pavilhão francês, réplica do "Petit Trianon", foi doado pela França para a Academia Brasileira de Letras; o da Administração é atualmente a sede do Museu da Imagem e do Som e o da Estatística, localiza-se ao lado do Clube da Aeronáutica.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922

Vista parcial do Pavilhão das Indústrias, noturna, da Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista parcial do Pavilhão das Indústrias, noturna, da Exposição Internacional de 1922
Em destaque, a "Torre da Exposição", como ficou conhecida, com cerca de 30 metros de altura, de onde saiam focos de luz que iluminavam a Exposição.
Augusto Malta
Centro ; Esplanada do Castelo
1922

Vista do Pavilhão da Itália, integrante da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Pavilhão da Itália, integrante da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista do Pavilhão da Itália, integrante da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil de 1922. Concebida pelo prefeito engenheiro Carlos Sampaio, a exposição foi inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa no dia 07.09.1922. Os pavilhões espalhavam-se desde o final da avenida Rio Branco, junto ao Palácio Monroe, que sediava a Comissão Executiva, seguindo até a Ponta do Calabouço pela avenida das Nações (atual Presidente Wilson), através da esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. O Morro do Castelo veio abaixo, depois de inúmeros e antigos projetos com "propósitos higiênicos e urbanísticos", especificamente para alocar esse evento. A exposição permaneceu aberta durante um ano, sendo visitada por milhares de turistas brasileiros e estrangeiros. Alguns pavilhões sobreviveram ao evento: o Pavilhão das Indústrias abriga hoje o Museu Histórico Nacional; o Pavilhão francês, réplica do "Petit Trianon", foi doado pela França para a Academia Brasileira de Letras; o da Administração é atualmente a sede do Museu da Imagem e do Som e o da Estatística, localiza-se ao lado do Clube da Aeronáutica.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922

Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. Os pavilhões espalhavam-se desde a avenida Rio Branco até a Ponta do Calabouço, na esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. Pode-se identificar na avenida Rio Branco, no plano central da imagem e da esquerda para a direita, as seguintes edificações: o Palácio Monroe, as torres da igreja de Santa Luzia, os fundos da Biblioteca Nacional, da Escola de Belas Artes e do Theatro Municipal.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922

Vista parcial da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista parcial da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista parcial da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil, em 1922. À esquerda destaca-se a "Torre da Exposição", como ficou conhecida, com cerca de 30 metros de altura, de onde jorravam focos de luz que dominavam todo o conjunto. Concebida pelo prefeito engenheiro Carlos Sampaio, a exposição foi inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa no dia 07.09.1922. Os pavilhões espalhavam-se desde o final da avenida Rio Branco, junto ao Palácio Monroe, que sediava a Comissão Executiva, seguindo até a Ponta do Calabouço pela avenida das Nações (atual Presidente Wilson), através da esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. O Morro do Castelo veio abaixo, depois de inúmeros e antigos projetos com "propósitos higiênicos e urbanísticos", especificamente para alocar esse evento. A exposição permaneceu aberta durante um ano, sendo visitada por milhares de turistas brasileiros e estrangeiros. Alguns pavilhões sobreviveram ao evento: o Pavilhão das Indústrias abriga hoje o Museu Histórico Nacional; o Pavilhão francês, réplica do "Petit Trianon", foi doado pela França para a Academia Brasileira de Letras; o da Administração é atualmente a sede do Museu da Imagem e do Som e o da Estatística, localiza-se ao lado do Clube da Aeronáutica.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922