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Praça do Correio
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça do Correio
Movimento de pedestres, automóveis e bonde na praça do Correio. O quarteirão à esquerda desapareceu com a abertura da avenida Prestes Maia.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Pedestres na praça do Patriarca
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Pedestres na praça do Patriarca
Movimento de pedestres na praça do Patriarca. À esquerda se pode ver a loja de departamentos Ao Preço Fixo, que ocupou o lugar do Mappin, recém transferido para o praça Ramos de Azevedo. À direita, parte da fachada da igreja de Santo Antônio.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé
Estacionamento de automóveis na praça da Sé, defronte à catedral, intenso movimento de pedestres e ônibus. A faixa, ao centro, da imagem informa "São Paulo inaugura seu estádio municipal em 27 de abril de 1940". No canto esquerdo, o marco zero da cidade.
Hildegard Rosenthal
Centro
1940

Proximidades do largo do Piques
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Proximidades do largo do Piques
Movimento de pedestres e veículos no Largo do Piques, atual praça das Bandeiras, rumo ao largo de São Francisco. Destacam-se os edifícios Riachuelo, de 1917, e o Saldanha Marinho, de 1933, o mais alto à direita.
Hildegard Rosenthal
Atual praça das Bandeiras, Centro
circa 1940

Transportes públicos
Archive/Collection: Hildegard Rosenthal
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Transportes públicos
Bonde e pedestres na praça do Correio. À direita vê-se o edifício da Delegacia Fiscal, demolido em 1948 para o alargamento da avenida Anhangabaú.
Hildegard Rosenthal
Praça do Correio
circa 1940

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé
Grande movimento de pedestres e veículos na praça da Sé, defronte à catedral ainda em construção. A área central da praça é usada como estacionamento de automóveis.
Hildegard Rosenthal
Centro
1940

Praça da Sé, com a catedral em obras, ainda sem as torres
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé, com a catedral em obras, ainda sem as torres
O Largo ou Praça da Sé é contemporâneo à formação da cidade de São Paulo, e foi idealizada para abrigar as igrejas de São Pedro e da Sé, demolidas em 1911 e 1912 para que o tamanho da praça fosse aumentado. A demolição ocorreu na mesma época em que ruas eram alargadas e redes de luz e água eram instaladas, mudanças típicas promovidas na cidade no início da República. Em 1934 a praça foi intitulada o marco zero da cidade, e na década de 1950 passou por uma processo de reurbanização por conta das comemorações dos 400 anos de São Paulo, nessa mesma época, foi inaugurada a Catedral da Sé como é encontrada hoje. A praça está situada na conjunção das ruas 15 de Novembro e Direita.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Praça Antonio Prado. À direita, o edifício Martinelli
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça Antonio Prado. À direita, o edifício Martinelli
A praça Antônio Prado, antigo Largo do Rosário, foi aberta no século XVII, quando foi construída a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. No século XIX o largo abrigava casas de africanos livres, que mantinham quitandas na região e promoviam seus tradicionais batuques e congadas, festas de origem africana. O largo também era palco das mais importantes procissões da cidade e dos principais cordões carnavalescos. Em 1872 foi pavimentado pelo prefeito João Teodoro, e na gestão do prefeito Antônio Prado (1900 a 1910), foi alargado, ganhando então o nome do responsável pelas obras.
Hildegard Rosenthal
Praça Antônio Prado
circa 1942

Praça Antonio Prado, cruzamento com a rua São Bento
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça Antonio Prado, cruzamento com a rua São Bento
A praça Antônio Prado, antigo Largo do Rosário, foi aberta no século 17, quando foi construída a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. No século 19 o largo abrigava casas de africanos livres, que mantinham quitandas na região e promoviam seus tradicionais batuques e congadas, festas de origem africana. O largo também era palco das mais importantes procissões da cidade e dos principais cordões carnavalescos. Em 1872 foi pavimentado pelo prefeito João Teodoro e na gestão do prefeito Antônio Prado (1900 a 1910) foi alargado, ganhando então o nome do responsável pelas obras.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942