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Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Tanto a Capela Imperial (oficialmente Igreja de N. S. do Monte do Carmo) como a Igreja da Ordem 3ª do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o Largo D. Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. À direita, em frente à Igreja do Carmo, está o Hotel de France, demolido na década de 1930.
Marc Ferrez
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
circa 1870

Paço Imperial, ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Paço Imperial, ao fundo, o Morro do Castelo
Marc Ferrez
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1870

Chafariz do Mestre Valentim; ao fundo, lateral do Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Chafariz do Mestre Valentim; ao fundo, lateral do Mercado da Praia do Peixe
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1870

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes; estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes; estátua equestre de D. Pedro I
Estátua eqüestre de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes. A estátua foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais onde se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Albert Frisch
Praça Tiradentes ; Centro
1865

Largo do Paço e Rua Direita
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço e Rua Direita
Vemos na imagem, da esquerda para a direita, a antiga Catedral, a igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo, as duas torres da igreja da Candelária, o Hotel de France e a torre da igreja de Santa Cruz dos Militares. No primeiro plano, na frente do hotel, estão os tílburis, carros de aluguel com dois lugares (apenas para o tibureiro e seu passageiro), muito comuns na cidade desde meados do século XIX até início do XX.
Camillo Vedani
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
circa 1865

Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; à direita, Paço Imperial; ao fundo, chafariz do mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; à direita, Paço Imperial; ao fundo, chafariz do mestre Valentim
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro, ainda dividida em losangos por calçadas de pé-de-moleque, como foram construídas por volta de 1789, no governo de D.Luís de Vasconcelos e Sousa. Vemos à direita a fachada lateral do Paço, o chafariz do Mestre Valentim e a fachada do Mercado da Cidade. Ao longe está a Ilha das Cobras.
Camillo Vedani
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
circa 1865

Largo do Paço visto do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço visto do Morro do Castelo
Centro do Rio de Janeiro, primeiro plano: casario em frente a Igreja de São José, seguindo-se os fundos da Sé, Hotel de France e Mercado na Praça 15 de Novembro; mais para os fundos as Igreja do Carmo e Santa Cruz dos Militares, o São Bento e a Ilha das Cobras.
Stahl & Wahnschaffe
Praça 15 de Novembro
circa 1865

Rua Direita, atual rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita, atual rua Primeiro de Março
Rua Direita, atual 1º de Março, tendo à direita o prédio neoclássico de varanda e colunas, reformado pelo arquiteto francês Gradjean de Montigny, sede da Praça do Comércio da cidade. A seguir está a Casa dos Contos, antigo Palácio dos Governadores. No local das duas construções hoje estão os prédios dos Correios e Telégrafos e do Banco do Brasil.
Augusto Stahl
Praça do Comércio ; Centro
1862

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