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Copacabana na altura do Posto 6
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Copacabana na altura do Posto 6
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por mercadores de prata, que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru. À direita, na esquina da Avenida Atlântica com a atual Rua Francisco Otaviano, encontra-se o restaurante "Mère Louise", que já existia em 1903. Sua proprietária era a francesa Mme. Louise Chabas (1843 - 1918). Em 1907, passou a ser também um dos cabarés mais famosos do Brasil. Era também um hotel. Ela vendeu o estabelecimento, em torno de 1911, para a Companhia Cervejaria Brahma. Continuou funcionando e também era chamado de Restaurante Igrejinha. Foi demolido em 1934. Em 1935, no local, foi aberto o Casino Balneario Atlantico, demolido na década de 1970. Em 1974, foi lançado o Shopping Cassino Atlântico e um hotel. O Hotel Rio Palace foi inaugurado, em 1979, e depois foi arrendado pelo Grupo Accor dono da marca Sofitel. O Hotel Fairmont Copacabana substituiu o Sofitel, tendo sido aberto em 2019.
Torres
Copacabana
circa 1907

Vista dos bairros da Urca, de Botafogo e de parte de Copacabana; a partir do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista dos bairros da Urca, de Botafogo e de parte de Copacabana; a partir do Morro do Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Pão de Açúcar ; Urca
circa 1940

Vista do bairro de Copacabana; a partir do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Copacabana; a partir do Leme
Autoria não identificada
Leme
circa 1940

Banhistas na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na praia de Copacabana
Alfredo Krausz
Copacabana
circa 1933

Copacabana; vista do Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Copacabana; vista do Cristo Redentor
Alfredo Krausz
Floresta da Tijuca
circa 1933

Vista aérea de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Vista aérea de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin. À direita pode-se ver os motores externos do dirigível. Ao fundo, vê-se o morro do Pão de Açúcar. Em 1930, o Graf Zeppelin (LZ 127) fez o primeiro vôo experimental ao Brasil, saindo de Friedrichschafen, Alemanha, para Recife e Rio de Janeiro, e a partir de 1932 manteve linha regular ao Brasil. O Hindenburg (LZ 129) viaja para o Brasil em 1936 e, em 1937 é destruído por trágico incêndio em Lakehurst, Nova York. Durante os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, os dirigíveis foram pintados com os anéis símbolos das Olimpíadas e a suástica, símbolo do partido nazista alemão. Ao todo foram construídos 119 zepellins, entre 1900 (o LZ 1), e 1938.
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1935

Praia de Copacabana; vista do Morro da Babilônia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana; vista do Morro da Babilônia
Theodor Preising
Bairro do Leme
circa 1935

Vista aérea de Ipanema, Copacabana, Lagoa Rodrigo de Freitas e do Morro do Pão de Açucar
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea de Ipanema, Copacabana, Lagoa Rodrigo de Freitas e do Morro do Pão de Açucar
Theodor Preising
Ipanema
circa 1935

Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Copacabana
1930s