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Serra de Santos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Serra de Santos
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Guilherme Gaensly
Serra de Santos (Viaduto da Grota Funda)
circa 1905

Serra de Santos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Serra de Santos
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Guilherme Gaensly
Serra de Santos (Viaduto da Grota Funda)
circa 1905

S.P.R. Grota Funda
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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S.P.R. Grota Funda
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Guilherme Gaensly
Viaduto da Grota Funda
circa 1905

Viaduto da Serra
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Viaduto da Serra
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Guilherme Gaensly
Viaduto da Grota Funda
circa 1905

Embarque de Café
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Embarque de Café
Embarque de café no porto de Santos, que inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Guilherme Gaensly
Porto
1900s

Ponte Grande – Clube de Regatas Tietê
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ponte Grande – Clube de Regatas Tietê
O rio Tietê, que corta o estado de São Paulo, nasce em Salesópolis, na Serra do Mar, corre para o interior e deságua no rio Paraná, na divisa com o estado do Mato Grosso. No início do século XX foi fundado em suas margens o Clube de Regatas Tietê, de onde surgiram atletas renomados. Na época o rio ainda possuía águas límpidas e nadar em suas águas era um dos programas preferidos dos paulistanos. Na década de 1950 o rio foi considerado impróprio para o banho e as pessoas já estavam abandonando o hábito de nadar e pescar, mas foi somente em 1972 que o Tietê foi palco de sua última regata.
Guilherme Gaensly
Rio Tietê
circa 1915

Jardim da praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim da praça da República
A praça foi assim batizada em 1889, quando da proclamação da república. Antes, ela já havia sido chamada Largo dos Curros, quando ali existia corridas de cavalo; Praça dos Milicianos, quando o lugar era usado para exercícios militares; e Largo 7 de Abril, quando passou a ser utilizada para treinamento de cocheiros e animais de tração.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1915

Jardim da praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim da praça da República
A praça foi assim batizada em 1889, quando da proclamação da república. Antes, ela já havia sido chamada Largo dos Curros, quando ali existia corridas de cavalo; Praça dos Milicianos, quando o lugar era usado para exercícios militares; e Largo 7 de Abril, quando passou a ser utilizada para treinamento de cocheiros e animais de tração.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1915

Monumento à Independência
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Monumento à Independência
O Monumento à Independência, também conhecido como Altar da Pátria, foi idealizado e construído em 1922 pelos italianos Ettore Ximenes (escultor) e Manfredo Manfredi (arquiteto) por ocasião do centenário de Independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Sendo inaugurado no mesmo ano, ainda incompleto. Atualmente, o Monumento à Independência, constitui, junto ao Museu Paulista da USP (Museu do Ipiranga) e à Casa do Grito, o Parque da Independência, inaugurado em 1988.
Guilherme Gaensly
Parque do Ipiranga
circa 1925