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Chegada ao alto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chegada ao alto do Corcovado
Marc Ferrez
Morro do Corcovado ; Alto da Boa Vista
circa 1912

Automóvel na Estrada da Gávea; ao fundo, a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Automóvel na Estrada da Gávea; ao fundo, a Pedra da Gávea
Marc Ferrez
Estrada da Gávea ; São Conrado
1914

Estrada da Gávea, Igreja de São Conrado e, ao fundo, a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada da Gávea, Igreja de São Conrado e, ao fundo, a Pedra da Gávea
Marc Ferrez
Estrada da Gávea ; São Conrado
1914

Viaduto do Silvestre, Estrada de Ferro do Corcovado, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Viaduto do Silvestre, Estrada de Ferro do Corcovado, Km 1 (aproximadamente)
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1895

Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará
Passagem do trem na ponte de pedra da Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Petrópolis) sobre o Rio Cayoaba. A Grão Pará era a princípio a Estrada de Ferro Mauá. Em abril de 1852, Irineu Evangelista de Souza, futuro barão de Mauá, foi contratado pela presidência da Província do Rio de Janeiro para construir uma via férrea que iria do porto de Mauá até a Raiz da Serra de Petrópolis. Em 30 de abril de 1854, foi inaugurado, com a presença da comitiva imperial, o trecho da ferrovia entre Mauá e Fragoso. Em 1856, foi inaugurado o trecho que ia até a Raiz da Serra, ficando a ferrovia assim completa. Em 1872, a presidência da Província do Rio contratou novamente Mauá para que fizesse um prolongamento da ferrovia até o Alto da Serra, mas um estudo do engenheiro Pereira Passos mostrou que o capital inicialmente combinado para a empreitada seria insuficiente para levar a ferrovia com segurança. Como o contrato firmado com Mauá caducara, a Província do Rio contratou os serviços de Miguel e Pandiá Calógeras e Luiz Berrini (que formariam depois a Companhia Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará). As obras começaram em 1881 e dois anos depois, em 20 de fevereiro, foi aberta ao tráfego o trecho que ia da Raiz da Serra até Petrópolis. Finalmente em maio de 1883 a Grão Pará compra a Companhia de Mauá, e a ferrovia passa a constituir a 1ª Secção da Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará.
Marc Ferrez
Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará
1882

Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, Ponte sobre o Rio São João, Km 62,21
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, Ponte sobre o Rio São João, Km 62,21
O trajeto Paranagua-Curitiba, já era tido como importante desde 1868, quando o Império se viu na necessidade de uma rápida comunicação entre o litoral e o Mato Grosso, para abastecer as frentes de batalha da Guerra do Paraguai. (1865-70). Nessa ocasião foi chamado para projetar a estrada, Antonio Rebouças, engenheiro irmão de André Rebouças, famoso engenheiro do Rio de Janeiro e abolicionista. O projeto no entanto foi iniciado apenas em 1880, com a presença do Imperador, e com Antonio Rebouças já falecido. A princípio, a estrada seria apenas Antonina-Curitiba, mas a disputa entre Antonina e Paranagua, fez com que esta ultima cidade, abrigasse o ponto final da estrada. A estrada de ferro tem 110 Km e foi inaugurada em 1884.
Marc Ferrez
Serra do Marumbi
circa 1884

Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, ponte sobre o Rio São João, Km 62,21
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, ponte sobre o Rio São João, Km 62,21
O trajeto Paranaguá-Curitiba já era tido como importante desde 1868, quando o Império se viu na necessidade de uma rápida comunicação entre o litoral e o Mato Grosso, para abastecer as frentes de batalha da Guerra do Paraguai (1865-70). Nessa ocasião foi chamado para projetar a estrada Antonio Rebouças, engenheiro irmão de André Rebouças, famoso engenheiro do Rio de Janeiro e abolicionista. O projeto no entanto foi iniciado apenas em 1880, com a presença do Imperador, e com Antonio Rebouças já falecido. A princípio, a estrada seria apenas Antonina-Curitiba, mas a disputa entre Antonina e Paranaguá fez com que esta última cidade abrigasse o ponto final da estrada. A estrada de ferro tem 110 Km e foi inaugurada em 1884.
Marc Ferrez
Serra do Marumbi
circa 1884

Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, grande vale e Túnel da Sanga Funda, Km 53
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, grande vale e Túnel da Sanga Funda, Km 53
O trajeto Paranaguá-Curitiba já era tido como importante desde 1868, quando o Império se viu na necessidade de uma rápida comunicação entre o litoral e o Mato Grosso, para abastecer as frentes de batalha da Guerra do Paraguai (1865-70). Nessa ocasião foi chamado para projetar a estrada Antonio Rebouças, engenheiro irmão de André Rebouças, famoso engenheiro do Rio de Janeiro e abolicionista. O projeto, no entanto, foi iniciado apenas em 1880, com a presença do Imperador e com Antonio Rebouças já falecido. A princípio, a estrada seria apenas Antonina-Curitiba, mas a disputa entre Antonina e Paranaguá fez com que esta última cidade abrigasse o ponto final da estrada. A estrada de ferro tem 110 Km e foi inaugurada em 1884.
Marc Ferrez
Serra do Marumbi
circa 1884

Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Caboclas, km 2 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Caboclas, km 2 (aproximadamente)
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884