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Washington Luís, ao centro de cartola, durante evento não identificado
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Washington Luís, ao centro de cartola, durante evento não identificado
Autoria não identificada
Praça do Russel, atual praça Juarez Távora ; Glória
circa 1926

Washington Luís, de chapéu na mâo, entre civis e militares
Archive/Collection: Sebastião Lacerda
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Washington Luís, de chapéu na mâo, entre civis e militares
Autoria não identificada
Avenida Beira-Mar ; Glória
circa 1926

Washington Luís em carro aberto durante desfile
Archive/Collection: Sebastião Lacerda
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Washington Luís em carro aberto durante desfile
Autoria não identificada
Beira-Mar Cassino (ou Teatro-Cassino Beira-Mar) ; terraço do Passeio Público ; Avenida Beira-Mar ; Lapa
circa 1926

Fortaleza de Santa Cruz da Barra
Archive/Collection: Sebastião Lacerda
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Fortaleza de Santa Cruz da Barra
Canhão em primeiro plano, vista para o Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Jurujuba
circa 1915

Forte de Santa Rita
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Forte de Santa Rita
Autoria não identificada
Jurujuba
circa 1915

Forte de Santa Rita
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Forte de Santa Rita
Perdas causadas por insetos
Autoria não identificada
Jurujuba
circa 1915

Fotaleza de Santiago
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Fotaleza de Santiago
Autoria não identificada
Ponta do Calabouço
circa 1922

Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Revolta da Armada
A Revolta da Armada foi um movimento promovido por algumas unidades da Marinha em oposição ao governo Floriano Peixoto. Começou em setembro de 1893 no Rio de Janeiro e durou até março de 1894, atingindo a região sul do país. As origens da revolta remetem à ascensão de Floriano Peixoto à presidência da República, nove meses depois da renúncia de Deodoro da Fonseca. Floriano era vice de Deodoro, mas a Constituição previa nova eleição caso a Presidência ou a Vice-Presidência ficassem vagas antes de decorridos dois anos de mandato. A oposição passou a acusar Floriano de estar ilegalmente no poder, e um grupo de altos oficiais da Marinha começou a exigir eleição imediata. A adesão dos altos oficiais refletia o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha. Devido ao baixo apoio político recebido no Rio de Janeiro, os manifestantes dirigiram-se a ilha do Desterro (atual Florianópolis). Com novos navios adquiridos no exterior, Floriano acabou derrotando a revolta em março de 1894.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Revolta da Armada
A Revolta da Armada foi um movimento promovido por algumas unidades da Marinha em oposição ao governo Floriano Peixoto. Começou em setembro de 1893 no Rio de Janeiro e durou até março de 1894, atingindo a região sul do país. As origens da revolta remetem à ascensão de Floriano Peixoto à presidência da República, nove meses depois da renúncia de Deodoro da Fonseca. Floriano era vice de Deodoro, mas a Constituição previa nova eleição caso a Presidência ou a Vice-Presidência ficassem vagas antes de decorridos dois anos de mandato. A oposição passou a acusar Floriano de estar ilegalmente no poder, e um grupo de altos oficiais da Marinha começou a exigir eleição imediata. A adesão dos altos oficiais refletia o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha. Devido ao baixo apoio político recebido no Rio de Janeiro, os manifestantes dirigiram-se a ilha do Desterro (atual Florianópolis). Com novos navios adquiridos no exterior, Floriano acabou derrotando a revolta em março de 1894.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1893