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Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro Municipal
Em estilo eclético, o Teatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Teatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Vale do Anhangabaú ; Centro
circa 1915

Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
George Huebner
Centro
circa 1900

Exposição de 1908
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição de 1908
Vista geral da Exposição de 1908, em comemoração ao centenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas, em fase final de construção.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
1908

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Matarazzo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Matarazzo
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Matarazzo ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Itália
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Itália
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Italiano ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Inglaterra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Inglaterra
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Inglês ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão França
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão França
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Francês ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Japão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Japão
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Japonês ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão México
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão México
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Mexicano ; Centro
1922

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