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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1882

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Ao longo do tempo, o Paço de São Cristóvão, que abriga hoje o Museu Nacional, sofreu diversas transformações, como a ampliação do palácio feita por D. Pedro II a partir de 1850. Lá ele viveu em um período de longa duração, tornando este edifício testemunha de diversos momentos importantes na História do Brasil.
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista
circa 1884

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Revert Henrique Klumb
São Cristóvão
1878

Membros do corpo diplomático e familiares em frente ao Palácio Imperial
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Membros do corpo diplomático e familiares em frente ao Palácio Imperial
Com a presença cada vez mais frequente do Imperador que alongava sua estadia o máximo possível, ultrapassando em muito o verão, integrantes do corpo diplomático deslocavam-se para Petrópolis para encontrá-lo e, aproveitavam também, para fugir das epidemias que assolavam a capital no verão.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1875

Vista Geral de Petrópolis vendo-se o Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista Geral de Petrópolis vendo-se o Palácio Imperial
Belíssimo panorama tirado do alto do Morro da Cruz, do centro da cidade de Petrópolis, vendo-se o Palácio, seus jardins e demais dependências. À direita, a rua do Imperador e a rua Paulo Barbosa até a residência do Duque de Saxe que pertencia ao Barão de Cebá, a última casa no caminho dos mineiros.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1866

Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Praticamente pronto em 1856, o Pálacio Imperial teve sua arquitetura externa projetada pelo Major Koeler e por Bonini. Projeto audacioso e caro, encantou os súditos brasileiros e alguns estrangeiros, mas foi desdenhado pelo diplomata francês Júlio Itier: "Que projeto sem pés nem cabeça! Só mesmo justificavel no Brasil onde nada há mais apetecível do que tomar-se fresco! Aquele sol árido e montanhoso coisa alguma poderá oferecer, nem mesmo que ali se gaste o que Versailles custou a Luis XIV!".
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866