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Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Tradição na cidade de Salvador, a chamada "Segunda-feira Gorda da Ribeira" antecede os festejos carnavelescos na cidade. Após o domingo, as barracas que estavam na festa do Bonfim são transferidas para a Ribeira, dando origem à festa. Esse evento se desenvolve em clima carnavalesco. Com uma vista privilegiada para o mar que se estende por toda a orla do bucólico bairro da Ribeira, na Cidade Baixa, milhares de barracas comercializam bebidas e comidas típicas e fazem a alegria dos presentes, em plena segunda-feira, regada a muita música, batucada e apresentações folclóricas. A festa do bonfim acontece no segundo domingo depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Ribeira
circa 1958

Rio São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Rio São Francisco
O Rio São Francisco nasce na serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, e encontra o mar entre Sergipe e Alagoas. Além desses estados, ele perpassa ainda o enorme território da Bahia. Por sua extensão e importância, o rio é chamado de Rio da Integração Nacional. Foi descoberto em 1501 por Américo Vespúcio que o nomeou de São Francisco, embora antes dele os índios o conhecessem por Opara, ou rio-mar.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
1947

Puxada do Xaréu
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Puxada do Xaréu
A puxada da rede do xareu (um tipo de peixe) é uma das heranças mais interessantes dos tempos da escravidão, sobretudo pelo aspecto folclórico, que transforma um labor fatigante em uma das mais agradáveis atrações das praias baianas. Era uma atividade que exigia um esforço tremendo e um número muito grande de homens para a tarefa. Os pescadores iam para o mar de madrugada ou às vezes até à noite, para lançar a enorme rede, para só então de manhã puxarem. A puxada da rede era acompanhada de cânticos na maioria em ritmo triste que representavam a dificuldade da vida daqueles que tiram o seu sustento do mar. Além dos cânticos, os atabaques e as batidas sincronizadas dos pés davam o ritmo para que os homens não desanimassem e continuassem a puxar a enorme rede, o que dava um ar de ritual e beleza àquela atividade. Quando enfim terminavam de puxar a rede, eram entoados cânticos em agradecimento à pescaria e o peixe era partilhado entre os pescadores e começava o festejo em comemoração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1956

Extração e produção da Carnaúba
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Extração e produção da Carnaúba
Palmeira endêmica no semi-árido do nordeste brasileiro, a carnaúba tem relação especial com o habitante da região por seus múltiplos usos: desde o seu tronco, usado em construções, até seu fruto, que alimenta animais, passando principalmente pela cera empregada como matéria-prima de uma série de produtos como graxas para sapatos, lubrificantes, velas, vernizes, ácidos, sabonetes, fósforos, isolantes térmicos, matrizes de discos, lâmpadas incandescentes, papel carbono e batom, entre outros.
Marcel Gautherot
CE
circa 1949

Moradia na Sacolândia, arredores de Brasília
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Moradia na Sacolândia, arredores de Brasília
A carência de moradias para operários da construção de Brasília levou à pratica de invasões como a Vila Amauri ou Sacolândia ou Vila Bananal, encostada à Vila Planalto, e que foi propositadamente realizada, em princípios de 1958, em terreno que seria futuramente o Lago do Paranoá. Um ano depois, a população desta invasão tipicamente proletária, chegava a cerca de 7.000 pessoas, vivendo uma grande parte em casebres cobertos apenas com sacos de cimento. Fato, aliás, bastante comum, como atestam invasões chamadas de Sacolândia e Lonolândia, devido a precariedade dos materiais utilizados na construção das casas operárias. Foi inundado pelo lago Paranoá, em 1959.
Marcel Gautherot
Vila Amaury (também conhecida por Sacolândia ou Vila Bananal)
1958

Marcel Gautherot fotografando as gregas esculpidas na fachada do Palácio de Mitla
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Marcel Gautherot fotografando as gregas esculpidas na fachada do Palácio de Mitla
Marcel Gautherot no México, onde ficou por cerca de seis meses.
Marcel Gautherot
Palácio de Mitla
1936

Bumba meu boi, festa popular
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Bumba meu boi, festa popular
O Bumba Meu Boi é uma das festas folclóricas mais tradicionais do Brasil. Assemelha-se a um auto e mistura danças, músicas, teatro e circo. Pesquisadores acreditam que o festejo teve origem no nordeste no século XVII, durante o Ciclo do Gado, quando o boi tinha grande importância simbólica e econômica. Ela conta a história de um casal de escravos, Pai Francisco e Mãe Catirina. Grávida, Catirina começa a ter desejos por língua de boi. Para atender suas vontades, seu marido tem de matar o boi mais bonito de seu senhor. Percebendo a morte do animal, o dono da fazenda convoca curandeiros e pajés para ressuscitá-lo. Quando o boi volta à vida, toda a comunidade celebra.
Marcel Gautherot
São Luís
circa 1944

Bumba meu boi, festa popular
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Bumba meu boi, festa popular
O Bumba Meu Boi é uma das festas folclóricas mais tradicionais do Brasil. Assemelha-se a um auto e mistura danças, músicas, teatro e circo. Pesquisadores acreditam que o festejo teve origem no nordeste no século XVII, durante o Ciclo do Gado, quando o boi tinha grande importância simbólica e econômica. Ela conta a história de um casal de escravos, Pai Francisco e Mãe Catirina. Grávida, Catirina começa a ter desejos por língua de boi. Para atender suas vontades, seu marido tem de matar o boi mais bonito de seu senhor. Percebendo a morte do animal, o dono da fazenda convoca curandeiros e pajés para ressuscitá-lo. Quando o boi volta à vida, toda a comunidade celebra.
Marcel Gautherot
São Luís
circa 1944

Bumba meu boi, festa popular
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Bumba meu boi, festa popular
O Bumba Meu Boi é uma das festas folclóricas mais tradicionais do Brasil. Assemelha-se a um auto e mistura danças, músicas, teatro e circo. Pesquisadores acreditam que o festejo teve origem no nordeste no século XVII, durante o Ciclo do Gado, quando o boi tinha grande importância simbólica e econômica. Ela conta a história de um casal de escravos, Pai Francisco e Mãe Catirina. Grávida, Catirina começa a ter desejos por língua de boi. Para atender suas vontades, seu marido tem de matar o boi mais bonito de seu senhor. Percebendo a morte do animal, o dono da fazenda convoca curandeiros e pajés para ressuscitá-lo. Quando o boi volta à vida, toda a comunidade celebra.
Marcel Gautherot
São Luís
circa 1944