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Templo Neoclássico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Templo Neoclássico
Após a demolição do Templo, na década de 1930, foi transposto para o mesmo local, em 1940, o Portal da Real Academia de Belas Artes. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Aleia Barbosa Rodrigues ; Jardim Botânico
circa 1910

Cômoro Frei Leandro ou Casa dos Cedros, no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cômoro Frei Leandro ou Casa dos Cedros, no Jardim Botânico
Autoria não identificada
Jardim Botânico
circa 1907

Cômoro Frei Leandro ou Casa dos Cedros no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cômoro Frei Leandro ou Casa dos Cedros no Jardim Botânico
Autoria não identificada
Jardim Botânico
circa 1905

O presidente Julio Roca, da Argentina, e presidente Campos Sales, do Brasil, em visita ao Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O presidente Julio Roca, da Argentina, e presidente Campos Sales, do Brasil, em visita ao Jardim Botânico
Autoria não identificada
Jardim Botânico
11 de agosto de 1899

Aleia frontal de palmeiras do Jardim Botanico.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aleia frontal de palmeiras do Jardim Botanico.
Vista para a entrada do Jardim Botânico.
Juan Gutierrez
Jardim Botânico
circa 1894

Araucária (Araucaria Cunninghami)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Araucária (Araucaria Cunninghami)
Fotografia de árvores, identificadas cientificamente no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Palmeira-do-viajante (Ravenala Madagascariense)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palmeira-do-viajante (Ravenala Madagascariense)
Fotografia de Palmeira, identificada cientificamente no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Palmeira-leque-da-china
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE002003.jpg
Palmeira-leque-da-china
Fotografia da Palmeira Leque da China, no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Pândano (pandanus utilis)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pândano (pandanus utilis)
Fotografia de Palmeira, cientificamente identificada no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Carnaúba
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE004005.jpg
Carnaúba
Fotografia de árvores no jardim botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Cascata do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascata do Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1870

Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Jardim Botânico, cascata
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico, cascata
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Jardim Botânico
circa 1905

Aleia de Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO001004.jpg
Aleia de Palmeiras Imperiais
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Jardim Botânico
circa 1905

Aleia das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO002032.jpg
Aleia das Palmeiras Imperiais
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Jardim Botânico
1906

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001SW001007.jpg
Jardim Botânico
Espécimes vegetais no Jardim Botânico, em fotografia provavelmente produzida para o livro "Viagem ao Brasil 1865-1866", do naturalista suíço Agassiz.
Augusto Stahl
Jardim Botânico
circa 1865

Aleia Barbosa Rodrigues
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Aleia Barbosa Rodrigues
Luiz Musso
Jardim Botânico
circa 1903

Aleia Barbosa Rodrigues
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM004a.jpg
Aleia Barbosa Rodrigues
Luiz Musso
Jardim Botânico
circa 1903

Vista do Jardim Botânico; a partir da Estrada do Redentor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Jardim Botânico; a partir da Estrada do Redentor
Marc Ferrez
Estrada do Redentor ; Jardim Botânico
circa 1885

Bambus - Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bambus - Jardim Botânico
Bambuzal no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, fundado em 1808. Alameda dos Bambus, no Jardim Botânico. A história do Jardim Botânico começa com a criação do Jardim da Aclimatação, por D. João VI, em 13 de junho de 1808, pouco depois da chegada da família real ao Brasil. Inicialmente para aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais, o jardim virou Real Horto em 1811.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

A lagoa do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A lagoa do Jardim Botânico
Vista da lagoa no Jardim Botânico.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Rua Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Jardim Botânico
Rua principal do Bairro Jardim Botânico, levou esse nome por abrigar o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição científica criada em 1808.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Corcovado a partir do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado a partir do Jardim Botânico
Morro do corcovado visto a partir do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Mangueiras do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mangueiras do Jardim Botânico
Aleia das Mangueiras no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, fundado em 1808.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1880

Jardim Botânico - Bambus
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico - Bambus
Bambus no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, fundado em 1808.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Alameda de Palmeiras - Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda de Palmeiras - Jardim Botânico
Aleia das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1883

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx022-08.JPG
Alameda das Palmeiras Imperiais
Vista da Alameda das Palmeiras no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Bambuzal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bambuzal
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Cascata
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx024-07.JPG
Cascata
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx024-08.JPG
Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx024-09.JPG
Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx024-10.JPG
Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx024-12.jpg
Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx024-13.JPG
Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx033b-09.JPG
Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx033b-10.jpg
Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx033b-11.jpg
Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx033b-12.jpg
Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx037-03.JPG
Alameda das Palmeiras Imperiais
Alameda das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, destaque para a antiga entrada lateral.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1880

Cascatinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx037-04.JPG
Cascatinha
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Morro do Corcovado a partir do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado a partir do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1882

Jardim Botânico, à esquerda, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico, à esquerda, o Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Alameda de Palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda de Palmeiras no Jardim Botânico
Alameda de Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1880

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1880

Homem montado a cavalo com trajes típicos da região sul da país
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homem montado a cavalo com trajes típicos da região sul da país
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Cicas em flor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cicas em flor
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Aleia das Mangueiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx049-12.jpg
Aleia das Mangueiras
;Quando D. João VI chegou no rio, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou o El--Rei instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico sob os cuidados do Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Rua Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Jardim Botânico
Alameda das Palmeiras do Jardim Botânico à esquerda e o morro Dois Irmãos ao fundo.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Jardim Botânico, aleias e ponte
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx049b-05.JPG
Jardim Botânico, aleias e ponte
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Morro do Corcovado a partir do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx049b-06.JPG
Morro do Corcovado a partir do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Jardim Botânico, aleias e ponte
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx049b-07.JPG
Jardim Botânico, aleias e ponte
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Interior do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior do Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, fundado em 1808.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Aleia de Palmeiras imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia de Palmeiras imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx054-13.JPG
Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx063-13.JPG
Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vista da Alameda das Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx068-01.JPG
Vista da Alameda das Palmeiras
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx068-16.JPG
Alameda das Palmeiras
Vista da Alameda das Palmeiras no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx096b-09.jpg
Jardim Botânico
Marc Ferrez
Rio de Janeiro ; Jardim Botânico
circa 1890

Interior do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Interior do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cxsn2-11.JPG
Interior do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Bambuzal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bambuzal
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Entrada do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx030-06.JPG
Entrada do Jardim Botânico
Homem posando na antiga entrada do Jardim Botânico.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx031-05.jpg
Orquidário no Jardim Botânico
Marc Ferrez
Rio de Janeiro ; Jardim Botânico
circa 1890

Alameda de Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx031-10.jpg
Alameda de Palmeiras
Alameda das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda de Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx031-11.jpg
Alameda de Palmeiras
Alameda das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1883

Alameda de Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx031-13.jpg
Alameda de Palmeiras
Alameda das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Vista da Alameda das Palmeiras no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx068-02.jpg
Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição fundada em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro ; Jardim Botânico
circa 1890

Aleia das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Aleia das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
1885

Cascata do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata do Jardim Botânico
A cascata do Jardim Botânico foi construída no final do século XIX, seguindo os padrões do paisagismo inglês, que defendia que a arte deveria imitar a natureza.
Camillo Vedani
Jardim Botânico
circa 1865

Entrada do Jardim Botânico e a Aleia de Palmeiras Imperiais Barbosa Rodrigues
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada do Jardim Botânico e a Aleia de Palmeiras Imperiais Barbosa Rodrigues
Marc Ferrez
Rua Jardim Botânico ; Jardim Botânico
circa 1912

Homem com dois meninos no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homem com dois meninos no Jardim Botânico
Marc Ferrez
Aléia Pedro Gordilho ; Jardim Botânico
circa 1912

Portão principal do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Portão principal do Jardim Botânico
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi criado, em 13 de junho de 1808, cerca de três meses após o desembarque da família real portuguesa no Brasil, ocorrido em 8 de março de 1808. Foi inaugurado pelo então príncipe regente português Dom João, que havia decidido instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007_IMG_1818.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi criado, em 13 de junho de 1808, cerca de três meses após o desembarque da família real portuguesa no Brasil, ocorrido em 8 de março de 1808. Foi inaugurado pelo então príncipe regente português Dom João, que havia decidido instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi criado, em 13 de junho de 1808, cerca de três meses após o desembarque da família real portuguesa no Brasil, ocorrido em 8 de março de 1808. Foi inaugurado pelo então príncipe regente português Dom João, que havia decidido instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Templo Neoclássico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Templo Neoclássico
Após a demolição do Templo, na década de 1930, foi transposto para o mesmo local, em 1940, o Portal da Real Academia de Belas Artes.
Marc Ferrez
Aleia Barbosa Rodrigues ; Jardim Botânico
circa 1912

Bambus no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bambus no Jardim Botânico
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi criado, em 13 de junho de 1808, cerca de três meses após o desembarque da família real portuguesa no Brasil, ocorrido em 8 de março de 1808. Foi inaugurado pelo então príncipe regente português Dom João, que havia decidido instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Aleia das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Rua Jardim Botânico ; Jardim Botânico
circa 1912

Aleia Barbosa Rodrigues
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia Barbosa Rodrigues
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Rua Jardim Botanico - Aleia de Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Jardim Botanico - Aleia de Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Rua Jardim Botânico ; Jardim Botânico
circa 1912

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Rua Jardim Botânico ; Jardim Botânico
circa 1912

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Rua Jardim Botânico ; Jardim Botânico
circa 1912

Jardim Botânico do Rio de Janeiro - Aléia Barbosa Rodrigues
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro - Aléia Barbosa Rodrigues
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Jardim Botanico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botanico
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi criado, em 13 de junho de 1808, cerca de três meses após o desembarque da família real portuguesa no Brasil, ocorrido em 8 de março de 1808. Foi inaugurado pelo então príncipe regente português Dom João, que havia decidido instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Jardim Botânico
1914

Lagoa Frei Leandro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Lagoa Frei Leandro
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Entrada do Jardim Botânico e a Aleia de Palmeiras Imperiais Barbosa Rodrigues
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada do Jardim Botânico e a Aleia de Palmeiras Imperiais Barbosa Rodrigues
Marc Ferrez
Rua Jardim Botânico ; Jardim Botânico
circa 1912

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27976.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27976_1.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27976_2.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27977.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27978.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27978_1.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27979.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27979_1.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27980.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27980_1.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27981.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27981_1.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27982.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27982_1.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27983.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27984.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27984_1.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27985.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ27985_1.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ28663.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ28664.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ28666.jpg
Painel de Burle Marx na residência de Cândido Guinle de Paula Machado
Burle Marx foi o paisagista dos jardins e dos pátios internos da residência de Cândido Guinle de Paula Machado, cujo arquiteto foi Jorge Hue (1923 - ). O painel foi feito feito com granito lavrado, de demolições de velhas construções do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico ; rua Peri
circa 1966

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20625.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20626.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20627.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20628.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20629.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20630.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20631.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20632.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20633.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20634.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20635.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20636.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20637.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20638.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20639.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20640.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20641.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20642.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20644.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20644_1.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ20645.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONRJ28961.jpg
Hospital SulAmérica, atual Hospital Federal da Lagoa, projeto de Oscar Niemeyer, Helio Uchoa e Burle Marx
O projeto paisagístico do Hospital Sul América é de Roberto Burle Marx. O arquiteto foi Oscar Niemeyer em parceria com Helio Uchoa e o projeto é de 1952. O projeto paisagístico de Burle Marx é de 1955. O hospital já estava construído em 1958, mas as obras se estenderam até 1959, quando foi finalmente inaugurado. Foi primeiro projeto no Rio de Janeiro em que o arquiteto Oscar Niemeyer fez uso dos pilotis em “V”, uma das suas inúmeras criações arquitetônicas, que conjuga as colunas de sustentação do edifício duas a duas. O edifício foi tombado em 1992 pelo INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1959

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13492-13503.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13492.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13493.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13494.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13495.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13496.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13497.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13498.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13499.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13500.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13501.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13502.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13503.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13504-13515.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13504.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13505.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13506.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13507.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13508.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13509.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13511.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13512.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13513.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13514.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL13515.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL19672-19677.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1960

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL19672.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1960

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL19672_1.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1960

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL19673.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1960

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL19674.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1960

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL19675.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1960

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL19676.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1960

Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJFL19677.jpg
Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1960

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11348-11355.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11348.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11350.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11351.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11352.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11353.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11354.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11355.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11356-11358.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11356.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11357.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJJB11358.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. O Jardim Botâncico foi fundado em 13 de junho de 1808. O local tem ampla tradição na historia da fotografia do Brasil, já que é retratado desde o século XIX por diversos importantes fotógrafos.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1955

Rua Jardim Botânico - Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Rua Jardim Botânico - Palmeiras Imperiais
Augusto Malta
Jardim Botânico
1906

Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índios de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho primitivo. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a lagoa até a desembocadura do rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira. Em primeiro plano, podemos ver por cima do morro os telhados da construção da chácara do Comendador Laje, o futuro Parque Laje. Vemos ainda na foto essa ponta sobre a lagoa, hoje aterrada, onde era a Chácara da Bica, depois Solar do Monjope.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1866

Rua Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Rua Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Vista do Corcovado; a partir do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista do Corcovado; a partir do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Cabeça de mulher, em estilo art-nouveau, em prédio da rua Jardim Botânico
Archive/Collection: Rossini Peres
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Cabeça de mulher, em estilo art-nouveau, em prédio da rua Jardim Botânico
O fotógrafo baseou seu trabalho na documentação das transformações do Rio de Janeiro, resultantes de intervenções urbanas a partir da década de 1970. Ele registrou a estatuária e detalhes da arquitetura da cidade em muitos dos edifícios que foram demolidos posteriormente. As imagens foram realizadas principalmente nos bairros da área central e zona portuária.
Rossini Perez
Jardim Botânico
1976

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0019.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Autoria não identificada
Jardim Botânico
circa 1900

Fourcroya gigantea (piteira ou agave) no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0084.jpg
Fourcroya gigantea (piteira ou agave) no Jardim Botânico
A Fourcroya gigantea, popularmente conhecida como piteira ou agave, é uma planta de porte herbáceo, com folhas longas fornecedoras de fibras bastante resistentes. É usada na confecção de cordas, pincéis e escovas.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1866

Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0102.jpg
Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1865

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0137.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Paul Ehrenreich
Jardim Botânico
circa 1894

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0138.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Paul Ehrenreich
Jardim Botânico
1894

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