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Largo e rua São Bento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo e rua São Bento
O largo de São Bento recebe este nome em referência ao mosteiro de São Bento, ali localizado. Destaque para a camisaria Central à esquerda e para o Grande Hotel Paulista ao fundo.
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Casarão dos Barões de Tatuí, rua Direita, próximo ao Viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Casarão dos Barões de Tatuí, rua Direita, próximo ao Viaduto do Chá
Neste ponto da rua Direita começou a ser construída, em 1912, a Praça do Patriarca em homenagem à José Bonifácio,
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Várzea do Mercado e Mercado Caipira
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Várzea do Mercado e Mercado Caipira
O Mercado Caipira, também conhecido como Mercado Velho, ocupava terreno junto à rua 25 de Março, integrando o conjunto da Várzea do Carmo. Esta extensa área seria modificada na década de 1920 pelo projeto paisagístico do Parque Dom Pedro II.
Guilherme Gaensly
Rua 25 de Março
1890s

Residência de Adam von Büllow
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Residência de Adam von Büllow
Adam von Büllow foi dos fundadores da Companhia Antarctica Paulista. Sua residência tinha o mais alto mirante, de onde eram feitas a maioria das vistas panorâmicas conhecidas da avenida Paulista.
Guilherme Gaensly
Centro
1900s

Mercadinho da avenida São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mercadinho da avenida São João
O Mercadinho da avenida São João, inaugurado em 1890, era um edifício totalmente construído com peças metálicas. Ficava em frente ao Correio Central, no Anhangabaú, sendo demolido por volta de 1913.
Guilherme Gaensly
Centro
1900s

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da Sé
Guilherme Gaensly
Centro
1900s

Avenida São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida São João
Bondes atravessando a rua São João, ao lado do Teatro Politeama.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1902

Praça da República, Escola Normal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da República, Escola Normal
Prédio da Escola Normal, localizado na Praça da República. Inaugurado em 1894, o projeto é de Ramos de Azevedo, posteriromente a escola passou a se chamar Caetano de Campos.
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Jardim do Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim do Palácio do Governo
Em primeiro plano casas e comércios. Ao fundo, o Largo do Palácio tendo, à direita, o edifício do Tesouro, projeto de Ramos de Azevedo.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1893

Vista panorâmica do Gasômetro e do bairro do Brás.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Gasômetro e do bairro do Brás.
Guilherme Gaensly
Brás
1890s

Largo e rua do Tesouro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo e rua do Tesouro
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Politécnica
Atualmente pertence à Universidade de São Paulo - USP. A Escola Politécnica é a primeira escola de engenharia do Estado de São Paulo, fundada em 1893.
Guilherme Gaensly
Luz
circa 1893

Palácio do Governo e Secretaria de Agricultura
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio do Governo e Secretaria de Agricultura
Fachada do Palácio do Governo.
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação da Luz
A Estação da Luz foi construída no final do século XIX.
Guilherme Gaensly
Luz
1890s

Alto da Serra - São Paulo Railway
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Alto da Serra - São Paulo Railway
Vista da estrada de ferro São Paulo Railway e uma de suas estações na serra do Mar.
Guilherme Gaensly
Serra do Mar
1890s

Balneário do Guarujá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Balneário do Guarujá
Vista do hotel que existiu no Guarujá durante a última década do século 19. Totalmente importado dos Estados Unidos, era construído em madeira e foi montado juntamente com um cassino, igreja e 46 chalés, parte de um empreendimento constituído em 1892 por Elias Fausto Pacheco Jordão, um dos sócios da Companhia Prado Chaves Exportadora, voltado à exploração do balneário. Foi destruído em dezembro de 1897 por um incêndio e reconstruído em alvenaria, com feições muito diferentes da primeira.
Guilherme Gaensly
Praia de Pitangueiras
circa 1894

Inauguração do primeiro bonde elétrico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração do primeiro bonde elétrico
Concentração popular na inauguração do primeiro bonde elétrico em São Paulo.
Guilherme Gaensly
Piracicaba e Bom Retiro
6 de maio de 1900

Rua Direita
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Direita
Rua Direita, na altura do Largo da Misericórdia. Inicialmente denominada "Direita de Santo Antonio" e depois "Direita da Misericórdia".
Guilherme Gaensly
Centro
1898

Carnaval em Salvador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Carnaval em Salvador
Carnaval em Salvador, ao lado do teatro São João (incendiado em 1923). Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Salvador
circa 1910

Carnaval no largo do Teatro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Carnaval no largo do Teatro
Carnaval no largo do Teatro, atual praça Castro Alves. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Atual praça Castro Alves
circa 1910

Carnaval no largo do Pelourinho
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Carnaval no largo do Pelourinho
Carnaval no largo do Pelourinho, com grande movimento de transeuntes. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Largo do Pelourinho
circa 1910

Vista de praia - álbum de amador navegante
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de praia - álbum de amador navegante
Pequena praia na orla marítima de Salvador. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Salvador
circa 1910

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro Municipal
Em estilo eclético, o Teatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Teatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Vale do Anhangabaú ; Centro
circa 1915

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Barra. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha Fiscal
Vista da Ilha Fiscal. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha das Cobras
Ilha das Cobras vista da baía. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Primeiro de Março
Vista da rua Primeiro de Março, com a igreja do Carmo ao fundo. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910

Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Vista de edificações que compõem o Corpo de Bombeiros. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Praça da República, Centro
circa 1910

Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Aspecto de uma das edificações do Corpo de Bombeiros. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Praça da República, Centro
circa 1910

Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Vista das edificações que compõem o Corpo de Bombeiros. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Praça da República, Centro
circa 1910

Fachada do Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada do Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Avenida Rio Branco
circa 1910

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Monroe
Fachada do Palácio Monroe, antiga sede do Senado Federal. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1910

Palácio Amarelo, em primeiro plano o Chafariz da Águia.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Amarelo, em primeiro plano o Chafariz da Águia.
Vista do Palácio Municipal, atual prefeitura de Petrópolis. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Centro Histórico, praça Visconde de Mauá
circa 1910

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Vegetação do Jardim Botânico. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Bairro Jardim Botânico
circa 1910

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Aleia de palmeiras no Jardim Botânico. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Bairro Jardim Botânico
circa 1910

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Aleia de palmeiras no Jardim Botânico. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Bairro Jardim Botânico
circa 1910

Templo Neoclássico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Templo Neoclássico
Após a demolição do Templo, na década de 1930, foi transposto para o mesmo local, em 1940, o Portal da Real Academia de Belas Artes. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Aleia Barbosa Rodrigues ; Jardim Botânico
circa 1910

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Estátua no interior do Jardim Botânico. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Bairro Jardim Botânico
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
Pão de Açúcar visto de Santa Tereza. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Santa Tereza
circa 1910

Vista da lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da lagoa Rodrigo de Freitas
Vista a partir da Vista Chinesa, no Alto da Tijuca, com a lagoa Rodrigo de Freitas ao centro, Corcovado à esquerda e, ao fundo, o Pão de Açúcar e a enseada de Botafogo. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1910

Vista da lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da lagoa Rodrigo de Freitas
Vista a partir da Vista Chinesa, no Alto da Tijuca, com a lagoa Rodrigo de Freitas ao centro, Corcovado à esquerda e, ao fundo, o Pão de Açúcar e a enseada de Botafogo. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1910

Vista de rua comercial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de rua comercial
Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910

Vista da lagoa Rodrigo de Freitas, Ipanema e Leblon.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da lagoa Rodrigo de Freitas, Ipanema e Leblon.
Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1910

Vista da enseada de Botafogo e Pão de Açúcar a partir do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da enseada de Botafogo e Pão de Açúcar a partir do Corcovado
Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Morro do Corcovado
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Baía de Guanabara. À esquerda, a antiga Escola Militar, já reformada, juntamente com outros pavilhões da Exposição de 1908 na praia Vermelha. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Entrada da Barra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Entrada da Barra
A entrada da Barra vista da Baía de Guanabara com Corcovado ao fundo. À esquerda, o forte de Santa Cruz. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Baía de Guanabara. À esquerda, a antiga Escola Militar, já reformada, juntamente com outros pavilhões da Exposição de 1908 na praia Vermelha. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Baía de Guanabara
Vista da cidade a partir da baía de Guanabara. À direita, Ilha Fiscal, as torres sineiras e a cúpula da igreja da Candelária. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Baía de Guanabara. À esquerda, a antiga Escola Militar, já reformada, juntamente com outros pavilhões da Exposição de 1908 na praia Vermelha. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Embarque de um bloco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008001.jpg
Embarque de um bloco
Guindaste colocando bloco, provavelmente de granito, em embarcação.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Pedra fundamental das obras do Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008002.jpg
Pedra fundamental das obras do Porto de Santos
Operários e engenheiros, um deles chamado Guilherme Benjamin Weinschenck, posando em frente e em cima da pedra fundamental das obras do porto de Santos, entre Paquetá e os Outeirinhos. Inscrita nele, 5.out.1901, data dessa cerimônia.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Experiência do primeiro bloco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008003.jpg
Experiência do primeiro bloco
Guindaste içando bloco de concreto referido na imagem anterior (001AAN008002) e operários acompanhando o trabalho. Guilherme Benjamin Weinschenck, engenheiro da Companhia Docas de Santos, responsável pela obra do porto, ao centro; e, à direita, Francisco de Paula Ribeiro, supervisor da Companhia Docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Goliath, guindaste de 80 toneladas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008004.jpg
Goliath, guindaste de 80 toneladas
Guindaste de nome Goliath, com capacidade para 80 toneladas e operários posando ao lado da máquina.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Avançamento dos blocos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avançamento dos blocos
Trabalho de transporte de blocos no porto de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Avançamento da muralha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008006.jpg
Avançamento da muralha
Guindaste trabalhando na construção de muralha no porto de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Titan, guindaste de 80 toneladas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Titan, guindaste de 80 toneladas
Guindaste de nome Titan, com capacidade para 80 toneladas, içando bloco de concreto; operários acompanhando o trabalho.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Samsão, guindaste de 80 toneladas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008008.jpg
Samsão, guindaste de 80 toneladas
Guindaste de nome Samsão, com capacidade para 80 toneladas, transportando bloco para a construção do porto.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Sino hidráulico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008009.jpg
Sino hidráulico
Sino hidráulico, utilizado para auxiliar nas perfurações de rochas.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Guinchos do estaleiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008010.jpg
Guinchos do estaleiro
Estaleiro com guinchos para puxar embarcações.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Máquina compressora dos guindastes hidráulicos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008011.jpg
Máquina compressora dos guindastes hidráulicos
Máquina compressora de guindastes hidraúlicos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Embarque de café no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008012.jpg
Embarque de café no cais
Estivadores transportando sacas de café para navio.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Embarque de café no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008013.jpg
Embarque de café no cais
Estivadores transportando sacas de café para navio.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vapor descarregando carvão no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008014.jpg
Vapor descarregando carvão no cais
Navio descarregando carvão no cais.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vapor em descarga no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008015.jpg
Vapor em descarga no cais
Navio "San Nicolas" no cais, descarregando produtos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Transatlântico atracado aos cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008016.jpg
Transatlântico atracado aos cais
Navio transatlântico "Prinz Sigismund" atracado no cais.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Escavador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008017.jpg
Escavador
Escavadora utilizada para retirar lastro para as obras de construção do cais do Porto de Santos. Em segundo plano, vagões- gôndola alinhados para receber a carga.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Central das perfuradoras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008018.jpg
Central das perfuradoras
Vista interna de galpão que abriga máquinas perfuradoras.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Perfuradoras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008019.jpg
Perfuradoras
Operários fazendo perfurações provavelmente na pedreira do Jabaquara, para retirar pedras para a construção do cais.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vista geral do estaleiro de blocos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008020.jpg
Vista geral do estaleiro de blocos
Vista de estaleiro com blocos de pedra para construção de muralha do Cais de Paquetá a Outeirinhos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vista do cais com a alfândega
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008021.jpg
Vista do cais com a alfândega
Vista do cais e casa alfandegária. Ao longe, os escritórios da Cia. Docas.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vista do cais com o guindaste de 24 toneladas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008022.jpg
Vista do cais com o guindaste de 24 toneladas
Guindaste no cais, com capacidade para 24 toneladas. Ao fundo, uma locomotiva Krauss puxa um vagão box da SPR.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vista do cais com a casa de máquinas nº 2
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008023.jpg
Vista do cais com a casa de máquinas nº 2
Vista do Cais com os escritórios da Cia. Docas e casa de máquinas nº 2.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Casa da máquina compressora nº 2
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008024.jpg
Casa da máquina compressora nº 2
Casa que abriga máquina compressora de guindastes nº 2 e os escritórios da Cia. Docas.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Embarcações da companhia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008025.jpg
Embarcações da companhia
Embarcações da companhia Docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Rebocadores da companhia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008026.jpg
Rebocadores da companhia
Rebocadores da companhia Docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Um batelão no estaleiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008027.jpg
Um batelão no estaleiro
Batelão para desembarque de cargas em estaleiro.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Draga com batelão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008028.jpg
Draga com batelão
Draga para retirar areia e lodo do fundo do mar, junto a batelão.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Lanchas da Companhia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008029.jpg
Lanchas da Companhia
Pequenas embarcações da Companhia Docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Novas oficinas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008030.jpg
Novas oficinas
Novas oficinas em construção no porto de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Novas oficinas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008031.jpg
Novas oficinas
Novas oficinas em construção no porto de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Antigas oficinas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008032.jpg
Antigas oficinas
Interior de antigas oficinas das docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Navio Lancaster
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014001.jpg
Navio Lancaster
Autoria não identificada
circa 1895

Vista do porto em Santa Lúcia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do porto em Santa Lúcia
Santa Lúcia é um país insular das Pequenas Antilhas, no Caribe, próximo à Martinica, São Vicente, Granadinas e Barbados. Seu nome foi dado por Cristóvão Colombo, que ali esteve, em 1502.
Autoria não identificada
Castries
circa 1895

Vista de Santa Lúcia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Santa Lúcia
Santa Lúcia é um país insular das Pequenas Antilhas, no Caribe, próximo à Martinica, São Vicente, Granadinas e Barbados. Seu nome foi dado por Cristóvão Colombo, que ali esteve, em 1502.
Autoria não identificada
Castries
1897

Vista de Santa Lúcia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Santa Lúcia
Santa Lúcia é um país insular das Pequenas Antilhas, no Caribe, próximo à Martinica, São Vicente, Granadinas e Barbados. Seu nome foi dado por Cristóvão Colombo, que ali esteve, em 1502.
Autoria não identificada
Castries
circa 1895

Grupo de Marinheiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014005.jpg
Grupo de Marinheiros
Autoria não identificada
circa 1895

Grupo de homens
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014006.jpg
Grupo de homens
Autoria não identificada
1896

Grupo de Marinheiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014007.jpg
Grupo de Marinheiros
Autoria não identificada
Montevidéu
1897

Explosão aérea de dinamite
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014008.jpg
Explosão aérea de dinamite
Autoria não identificada
circa 1895

Assassinato do Presidente Borda
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014009.jpg
Assassinato do Presidente Borda
Fotografia do assassinato do Presidente Borda.
Fitzpatrick
Montevidéu
25 de agosto de 1897

Entrada da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014010.jpg
Entrada da Baía de Guanabara
Entrada externa da baía de Guanabara, vista de Niterói, tendo ao fundo a cadeia montanhosa da cidade.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Militar
A Escola Militar tem suas origens relacionadas à Escola Politécnica, antiga Escola Central, localizada no Largo de São Francisco de Paula no prédio erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. A Escola Politécnica estava ligada a Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o Largo de São Francisco. Em 1851 passou pela primeira grande reforma, que a dividiu em duas: a Escola Militar propriamente dita e a de Aplicação, instalada provisoriamente na fortaleza de São João. Posteriormente, graças à intervenção do Ministro da Guerra Jerônimo Coelho, a Escola Militar passou a denominar-se Central, dedicada especialmente ao aperfeiçoamento científico dos seus alunos, e a de Aplicação, na Praia Vermelha, transformou-se em 1859 em Militar e de Aplicação. Em 1874, a totalidade do ensino militar passou para a escola da Praia Vermelha.
Marc Ferrez
Praia Vermelha
circa 1880

Pedra do Indio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pedra do Indio
Pedra de Itapuca, que significa "pedra furada", na praia de Icaraí, Niterói. Icaraí era propriedade do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro; no século XIX foi aberta uma passagem à beira-mar, no local onde fica a pedra, quando do incremento do povoamento do bairro.
Marc Ferrez
Praia de Icaraí
circa 1880

Corcovado - Caminho do Aqueduto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014013.jpg
Corcovado - Caminho do Aqueduto
Ao que tudo indica, o caminho apresentado na imagem trata-se da estrada do Silvestre, assim batizada por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. A chácara ficava no fim da rua do Aqueduto (atual Almirante Alexandrino), lugar da futura estação de trem do Corcovado. É provável que essa estrada seja um dos primeiros caminhos que levavam ao Corcovado.
Marc Ferrez
Estrada do Silvestre
circa 1886

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca, localizada no Parque Nacional da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, na qual está inserida a Floresta da Tijuca. A Tijuca foi uma das áreas em que os primeiros colonizadores estabeleceram suas lavouras de café ou engenhos de açúcar, como o governador Salvador Correia de Sá. Por volta da década de 1850, o major Manuel Archer foi incumbido de reflorestar a área, em grande parte devastada pelas lavouras, começando aí a formação do parque.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista do Porto do Rio desde o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Porto do Rio desde o Morro do Castelo
Vista da praça Dom Pedro II, atual XV de Novembro, e do porto da cidade, a partir do Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça XV de Novembro
A Praça D. Pedro II passou a ser assim chamada no Segundo Reinado. Apesar disso, a área era chamada pela população - até pelo menos o início do século XX - Largo do Paço, por causa do palácio real, e depois imperial, mandado construir por Gomes Freire (futuro Conde de Bobadela) no século XVIII. Foi inicialmente destinado a ser sede do governo e casa dos governadores. Seus alicerces foram fincados em frente ao convento do Carmo, no lugar antes ocupado pela Casa da Moeda. A praça também já havia sido chamada Largo do Rócio e Terreiro da Polé (porque ali ficava o pelourinho, popularmente chamado polé). Em 1889, com a Proclamação da República, a praça passa definitivamente a chamar-se Praça XV de Novembro. A praça foi remodelada em 1894, ganhando um novo jardim com um monumento em homenagem à memória do General Osório, feita por Rodolfo Bernardelli.
Marc Ferrez
Centro
1897

Grupo de Marinheiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Grupo de Marinheiros
Autoria não identificada
circa 1895

Interior de Navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Interior de Navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
1895

Navio aportado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Navio aportado
Autoria não identificada
Havana
circa 1895

Navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014020.jpg
Navio
Autoria não identificada
Nova York
1898

Interior do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Interior do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Interior do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014022.jpg
Interior do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homens no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014023.jpg
Homens no cais
Autoria não identificada
circa 1895

Bandeira na proa do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014024.jpg
Bandeira na proa do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homem com luneta na proa do Navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014025.jpg
Homem com luneta na proa do Navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homens lutando no interior de navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Homens lutando no interior de navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homens trabalhando no interior do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014027.jpg
Homens trabalhando no interior do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Grupo de marinheiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014028.jpg
Grupo de marinheiros
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Marinheiros no interior do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014029.jpg
Marinheiros no interior do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homens lutando no interior de navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Homens lutando no interior de navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Marinheiros posando em navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014031.jpg
Marinheiros posando em navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Marinheiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014032.jpg
Marinheiro
Autoria não identificada
Navio Lancaster
1898

Abadia de Westminster
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Abadia de Westminster
A Igreja do Colegiado de São Pedro em Westminster mais conhecida como Abadia de Westminster é uma grande igreja em estilo gótico na Cidade de Westminster, sendo considerada a igreja mais importante de Londres e, algumas vezes, de toda a Inglaterra. É famosa mundialmente por ser o local de coroação do Monarca do Reino Unido.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Monumento dedicado ao Almirante Nelson
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Monumento dedicado ao Almirante Nelson
Em destaque na Trafalgar Square, está o monumento dedicado ao Almirante Nelson, que liderou a Marinha Real na costa de Cadis, Espanha. Trata-se da Nelson’s Column (Coluna de Nelson), protegida por quatro leões de bronze a seus pés. Dois anos depois da conclusão do monumento, foram acrescentadas duas fontes à praça.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Interior da Abadia de Westminster
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Interior da Abadia de Westminster
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Canto dos Poetas - Abadia de Westminster
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Canto dos Poetas - Abadia de Westminster
Local na Abadia onde estão enterrados ou receberam homenangens os grandes nomes da literatura inglesa, como como William Shakespeare, T.S. Elliot e Dylan Thomas.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Palácio de Buckingham
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio de Buckingham
O Palácio de Buckingham é a residência oficial e principal local de trabalho do Monarca do Reino Unido em Londres. Localizado na Cidade de Westminster, o palácio é frequentemente o centro de ocasiões de estado e hospitalidade real.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Rotten Row
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rotten Row
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Vista de ponte
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014039.jpg
Vista de ponte
Autoria não identificada
Genebra
circa 1895

Vista de navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de navio
Autoria não identificada
circa 1895

A Torre de Londres
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Torre de Londres
Her Majesty's Royal Palace and Fortress The Tower of London, mais comumente chamada como Tower of London, é um monumento histórico situado no Centro de Londres, Inglaterra na margem Norte do Tamisa.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Vista de Portland
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Portland
Portland é uma cidade no noroeste dos Estados Unidos, perto da confluência dos rios Willamette e Columbia, no estado do Oregon.
Autoria não identificada
Oregon
circa 1895

Parlamento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Parlamento
Palácio de Westminster, também conhecido como Casas do Parlamento, é o palácio londrino onde estão instaladas as duas Câmaras do Parlamento do Reino Unido (a Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns).
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Homens posando em trem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014044.jpg
Homens posando em trem
Autoria não identificada
circa 1895

Homens em zona rural
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Homens em zona rural
Autoria não identificada
circa 1895

Homens em linha férrea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Homens em linha férrea
Autoria não identificada
circa 1895

Grupo de homens em frente a uma casa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014047.jpg
Grupo de homens em frente a uma casa
Autoria não identificada
circa 1895

Família Benigno Correa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Família Benigno Correa
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Família Benigno Correa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024002.jpg
Família Benigno Correa
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Grupo em frente a um casebre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024003.jpg
Grupo em frente a um casebre
Autoria não identificada
Rio Pardo
1923

Grupo em frente a um automóvel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024004.jpg
Grupo em frente a um automóvel
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Ponte sobre o rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024005.jpg
Ponte sobre o rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Automóvel sobre a ponte do rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024006.jpg
Automóvel sobre a ponte do rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Grupo na ponte do rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024007.jpg
Grupo na ponte do rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Raphael sobre a ponte do Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024008.jpg
Raphael sobre a ponte do Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024011.jpg
Rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Trecho da Estrada Guahyra-Barretos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024012.jpg
Trecho da Estrada Guahyra-Barretos
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Grupo na  Estrada Guahyra-Barretos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024013.jpg
Grupo na Estrada Guahyra-Barretos
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Automóvel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024014.jpg
Automóvel
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Grupo ao lado de automóvel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024015.jpg
Grupo ao lado de automóvel
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Vista da Barretos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024016.jpg
Vista da Barretos
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Vista de casas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024017.jpg
Vista de casas
Autoria não identificada
Barretos
1923

Estação da estrada de ferro Paulista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024018.jpg
Estação da estrada de ferro Paulista
Autoria não identificada
Barretos
1923

Vista de campo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024019.jpg
Vista de campo
Autoria não identificada
Estrada Barretos-Marimbondo
1923

Grupo de pessoas com automóvel ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024020.jpg
Grupo de pessoas com automóvel ao fundo
Autoria não identificada
Estrada Barretos-Marimbondo
1923

O cruzeiro do Marimbondo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024021.jpg
O cruzeiro do Marimbondo
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Cachoeira do Marimbondo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024022.jpg
Cachoeira do Marimbondo
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

Cachoeira do Marimbondo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cachoeira do Marimbondo
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

Cachoeira das Andorinhas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cachoeira das Andorinhas
Autoria não identificada
Rio Pardo
1923

O Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O Ferrador
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

O Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024026.jpg
O Ferrador
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ferrador
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024028.jpg
Ferrador
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

A última garganta do Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A última garganta do Ferrador
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Praça Eufrásio Correia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007001.jpg
Praça Eufrásio Correia
Vista da praça Eufrásio Correia. A praça era sede do edifício da Estação da Estrada de Ferro do Paraná, arrendada à Cia. S.P.R.G.
Arthur Wischral
Curitiba
1928

Pinhais, altura 885,21 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pinhais, altura 885,21 metros
Vista panorâmica da estação Pinhais, destacando-se a fábrica de telhas "Ceramica de Pinhaes", considerada na época uma importante exportadora do Brasil.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Piraquara - km 87,350, altura 896,91 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007003.JPG
Piraquara - km 87,350, altura 896,91 metros
Vista da entrada da estação Piraquara.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Piraquara - km.87,350, altura 896,91 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Piraquara - km.87,350, altura 896,91 metros
Vista da Villa Deodoro, em Piraquara, considerado um dos promissores centros de progresso do Paraná.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Roça Nova - km.80,500, altura 950,00 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Roça Nova - km.80,500, altura 950,00 metros
Vista panorâmica da estação Roça Nova, no trecho onde se encontra o pórtico da serra e se inicia sua descida.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Roça Nova - km.80,500, altura 950,00 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007006.jpg
Roça Nova - km.80,500, altura 950,00 metros
Vista panorâmica da estação Roça Nova, no trecho onde se encontra o pórtico da serra e se inicia sua descida.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 14
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007007.jpg
Túnel nº 14
O túnel nº 14 é o primeiro da descida da serra, com 429 metros de comprimento, situado no km. 80 (Roça Nova).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Banhado - km.74,400, altura 858,00 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007008.jpg
Banhado - km.74,400, altura 858,00 metros
Vista da estação do Banhado, com seu triângulo de reversão. Aí se montavam trens destinados à capital, Curitiba, e Paranaguá, e também à Marinha.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Casa Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Casa Ipiranga
A Casa Ipiranga, em estilo suíço, era um posto telefônico.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Desvio Ipiranga, km. 66,800, altura 686,45 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Desvio Ipiranga, km. 66,800, altura 686,45 metros
O desvio Ipiranga era um importante ponto de passagem de trens de cargas e mistos.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte sobre o rio Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte sobre o rio Ipiranga
Localizada no km 66,489, é a maior ponte sobre o rio Ipiranga, medindo 51,80 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista do rio Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do rio Ipiranga
Vista do rio Ipiranga, considerada como uma dos mais belas da linha férrea, tomada de cima de uma ponte.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vale do rio Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vale do rio Ipiranga
Ponto onde se iniciam os declives mais acentuados.
Arthur Wischral
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1928

A serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A serra
Vista da serra (paredão) que pode ser vista a aproximadamente dois metros de distância pelos passageiros do trem.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
"Garganta" formada pelo Pico do Diabo (à esquerda) e outro morro, entre cortada pelo rio Ipiranga, cuja queda d'água chama-se "Véu da Noiva".
Arthur Wischral
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1928

Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
"Garganta" formada pelo Pico do Diabo e outro morro, entrecortada pelo rio Ipiranga, cuja queda d'água chama-se "Véu da Noiva".
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Aspecto da cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, situada no km 66.
Arthur Wischral
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1928

Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Aspecto da cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, situada no km 66.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 13 - Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 13 - Ipiranga
O túnel nº 13, com comprimento de 65,60 metros é situado no km 65,800.
Arthur Wischral
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1928

Túnel nº 13 - Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 13 - Ipiranga
Trecho da ferrovia e do rio Ipiranga. A topografia do local é de forte declive.
Arthur Wischral
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1928

À beira do abismo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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À beira do abismo
Trem de carga em trecho crítico da serra.
Arthur Wischral
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1928

Túneis nº 12 e 11
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túneis nº 12 e 11
O túnel nº 12 mede 28 metros e o nº 11, 155,50 metros. Foram perfurados através de rochedos de granito.
Arthur Wischral
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1928

O Pico do Diabo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O Pico do Diabo
Vista do Pico do Diabo a partir do ponto descrito na imagem anterior.
Arthur Wischral
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1928

Túnel nº 12
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 12
Vista dos túneis 11 e 12 a partir do "Pico do Diabo". Vê-se pontilhão situado na entrada do túnel nº 11 e uma fenda aberta naturalmente na rocha.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Locomotiva
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Locomotiva
Locomotiva operando com força máxima para vencer a subida da serra, na saída do túnel nº 13.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista de um túnel através de outro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de um túnel através de outro
Fendas de dois túneis.
Arthur Wischral
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1928

Túneis nº 12 e 11
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túneis nº 12 e 11
Trecho entre os túneis 11 e 12, visto de dentro de um deles.
Arthur Wischral
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1928

Locomotiva
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Locomotiva
Trem passando entre os túneis 11 e 12. Ao fundo, o Pico do Diabo.
Arthur Wischral
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1928

Aspectos de nova subida
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aspectos de nova subida
Trem provavelmente em aclive. Do ponto de onde foi tomada a vista pode-se ver o mar, a cidade de Morretes e o litoral paranaense.
Arthur Wischral
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1928

Aspectos de nova subida
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aspectos de nova subida
Trecho na entrada do túnel nº 10, vendo-se parte do morro do Marumbi. Ao lado do túnel, a boca de um velho túnel abandonado. Do ponto de onde foi tomada a vista pode-se ver o mar, a cidade de Morretes e o litoral paranaense.
Arthur Wischral
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1928

Cruzeiro em homenagem à pessoa falecida - Km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cruzeiro em homenagem à pessoa falecida - Km 65
Local onde foram mortos o Barão do Serro Azul e outros mártires durante a revolução de 6 de Setembro de 1893.
Arthur Wischral
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1928

Vista panorâmica do posto telegráfico do "Cadeado"- Km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do posto telegráfico do "Cadeado"- Km 65
Vista do posto telegráfico do Cadeado e trecho da linha férrea em declive.
Arthur Wischral
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1928

Entrada do túnel nº 10 - Km. 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Entrada do túnel nº 10 - Km. 65
Entrada do túnel nº 10. Tem 223,75 metros de extensão, sendo situado em rocha de granito.
Arthur Wischral
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1928

Saída do túnel nº 10 - Km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Saída do túnel nº 10 - Km 65
Saída do túnel nº 10. Tem 223,75 metros de extensão, sendo situado em rocha de granito.
Arthur Wischral
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1928

Túnel nº 9 - Km 64,300
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 9 - Km 64,300
Boca do túnel nº 9, que tem 55,30 metros de extensão, situado no km 64,300.
Arthur Wischral
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1928

Viaduto Conselheiro Sinimbu - Km 64,293
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Viaduto Conselheiro Sinimbu - Km 64,293
Vista do viaduto Conselheiro Sinimbú, situado no km 64,293.
Arthur Wischral
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1928

Túnel nº 8 - Km 64
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 8 - Km 64
Vista do túnel nº 8, ao fundo, situado no km 64, que tem comprimento de 49,60 metros.
Arthur Wischral
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1928

Trem em curva da ferrovia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007038.JPG
Trem em curva da ferrovia
Vista da linha férrea entre rochedos, onde passa o viaduto Conselheiro Sinimbú, com 61,80 metros de comprimento.
Arthur Wischral
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1928

Transpondo abismos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Transpondo abismos
Trem passando sobre viaduto Conselheiro Sinimbú.
Arthur Wischral
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1928

O mesmo viaduto visto de um flanco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O mesmo viaduto visto de um flanco
Vista lateral do viaduto Conselheiro Sinimbú. Ao fundo, o morro Marumbi.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista de rio e mata
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de rio e mata
Vista de rio e mata, situados muito próximos da linha férrea.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista do morro do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do morro do Marumbi
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Posto telegráfico do "Cadeado"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Posto telegráfico do "Cadeado"
Casa que abriga o posto telegráfico do "Cadeado" e ao fundo, o morro do Marumbi. O imperador D. Pedro II passou por essa casa na ocasião da inauguração da linha férrea, em 1885.
Arthur Wischral
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1928

Vista geral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista geral
Em primeiro plano, caixa d'água, linha férrea e, ao fundo, parada Engenheiro Lange e cadeia de morros que ladeia o litoral.
Arthur Wischral
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1928

Amanhecer na serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Amanhecer na serra
Cadeia de morros coberta por nuvens.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Km 61 a 63
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Km 61 a 63
Em primeiro plano, a linha férrea, cercada por morros, o Marumbi ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 7 - km 63,100
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 7 - km 63,100
Vista do túnel nº 7, mais conhecido como "Túnel da Roseira". O nome teria origem na história de uma jovem que caíra do abismo e ali teria plantado roseiras. Ele mede 41,70 metros e a ponte que o sucede tem 32,64 metros.
Arthur Wischral
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1928

Túnel nº 7 - km 63,100
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 7 - km 63,100
Vista do túnel nº 7, mais conhecido como "Túnel da Roseira". O nome teria origem na história de uma jovem que caíra do abismo e ali teria plantado roseiras. Ele mede 41,70 metros e a ponte que o sucede tem 32,64 metros.
Arthur Wischral
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1928

Trecho da ferrovia e o túnel nº 7
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trecho da ferrovia e o túnel nº 7
Linha férrea em primeiro plano, seguida do túnel nº 7.
Arthur Wischral
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1928

Túnel nº 6 - km 62,800
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 6 - km 62,800
Linha férrea entre níveis. O túnel nº 6, que se vê ao fundo, tem 54,50 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Marumbi
Vista do morro do Marumbi, com 1310 m de altitude, e mata ao redor.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

O Marumbi, visto pela base
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O Marumbi, visto pela base
Vista do Morro do Marumbi e mata ao redor.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vistas do Marumby - Km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vistas do Marumby - Km 65
Vista do morro do Marumbi e mata ao redor.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

A esfinge - Serra do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A esfinge - Serra do Marumbi
Vista do morro do Marumbi a partir de Engenheiro Lange, com casa ao pé do morro.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte de São João, km 62,380
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de São João, km 62,380
Vista da ponte de São João.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte de São João, km 62,380
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de São João, km 62,380
Vista da ponte de São João, em segundo plano.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte São João
Vista da ponte São João a partir de um plano inferior. Vêem-se as colunas metálicas de sustentação da ponte.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Sobre a ponte
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Sobre a ponte
Trem de passageiros atravessando a ponte São João.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte de São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de São João
Trem atravessando a ponte São João.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte São João vista de flanco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte São João vista de flanco
Vista da ponte São João a partir de nível inferior; colunas metálicas em primeiro plano.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

A ponte de São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A ponte de São João
Vista da ponte São João, a partir de nível ligeiramente superior. Vê-se trem em segundo plano. Segundo descrição no álbum, sua altura é de 58 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Entrada da ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Entrada da ponte São João
Vista de parte da estrutura metálica, na entrada da ponte São João. Ao fundo, outra ponte.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem na ponte de São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trem na ponte de São João
Trem de carga atravessando a ponte São João, visto de um nível inferior. Segundo descrição no álbum, suporta peso de aproximadamente 400 toneladas.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista geral da ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista geral da ponte São João
Vista panorâmica da ponte São João entre morros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem sobre a ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trem sobre a ponte São João
Trem de carga atravessando a ponte São João. Segundo descrição no álbum, a ponte tem 110 metros de comprimento e "vãos" variando entre 12 e 70 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte São João
Aspecto da ponte São João, vista de um plano inferior. Segundo descrição no álbum, a ponte tem 110 metros de comprimento e "vãos" variando entre 12 e 70 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

As "Três Pontes" - Km 61,731
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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As "Três Pontes" - Km 61,731
Trem misto sobre viaduto chamado Três Pontes.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista apanhada de cima do túnel nº 6
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista apanhada de cima do túnel nº 6
Vista da linha férrea e da serra a partir do túnel nº 6; ao fundo, a ponte São João.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vegetação da serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vegetação da serra
Vista da mata na Serra do Mar.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vegetação da serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vegetação da serra
Vista da mata na Serra do Mar.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Sol a pino (meio-dia)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Sol a pino (meio-dia)
Trem atravessando ponte, sob o sol do meio-dia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem após atravessar o túnel nº 6
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trem após atravessar o túnel nº 6
Trem atravessando pequenos viadutos após sair do túnel nº 6.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

As "Três Pontes"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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As "Três Pontes"
Trem de carga atravessando viaduto Três Pontes. Segundo descrição no álbum, o trem transporta carvão para a cia S.P.R.G.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Locomotiva "Mallets"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Locomotiva "Mallets"
Locomotiva denominada "Mallets" e demais vagões.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem em trecho da ferrovia, ao fundo, o morro do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trem em trecho da ferrovia, ao fundo, o morro do Marumbi
Vista da linha férrea e do morro do Marumbi a partir do posto telegráfico do Cadeado.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Serra do Marumbi - Km 60
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Serra do Marumbi - Km 60
Vista da linha férrea e do morro do Marumbi a partir do km 60 (Parada do Marumbi).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte 40 - Km 60,971
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007077.jpg
Ponte 40 - Km 60,971
Vista da ponte nº 40, em primeiro plano, linha férrea e morro ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Saída do túnel nº 5
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Saída do túnel nº 5
Trem saindo do túnel nº 5.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto Presidente Carvalho - Km 60,293
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Viaduto Presidente Carvalho - Km 60,293
Viaduto Presidente Carvalho, com 84 metros de extensão, em primeiro plano. Vê-se trecho da via férrea em curva com abismo do lado esquerdo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto Presidente Carvalho - Km 60,293
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Viaduto Presidente Carvalho - Km 60,293
Trem sobre viaduto Presidente Carvalho, com 84 metros de extensão, em primeiro plano. Vê-se trecho da via férrea em curva com abismo do lado esquerdo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 5 (Túnel do Rochedo) - Km 60,800
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 5 (Túnel do Rochedo) - Km 60,800
A imagem abrange toda a extensão externa do túnel nº 5, que mede 133 metros e situa-se no km 60,800 da ferrovia. Ao fundo, vê-se um trem entrando no túnel. À esquerda, abismo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista da ferrovia a partir do morro do Rochedo, com ponte São João ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da ferrovia a partir do morro do Rochedo, com ponte São João ao fundo
Vista da ferrovia a partir do morro do Rochedo. Vê-se a ponte São João ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Saída do túnel nº 5
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Saída do túnel nº 5
Vista a partir do túnel nº 5, vendo-se no seu final um abismo e linha férrea em curva.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 4 - Km 60,200
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007084.jpg
Túnel nº 4 - Km 60,200
Entrada do túnel nº 4 (túnel do Taquaral), com 45 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Carvalho
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Viaduto do Carvalho
Trem passando pelo viaduto do Carvalho, numa curva da ferrovia. Precipício à esquerda.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Carvalho - km 63 e 64
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Viaduto do Carvalho - km 63 e 64
Trem passando pelo viaduto do Carvalho, em curva da ferrovia. Precipício à direita e outros trechos da ferrovia ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Taquaral - boca do túnel do Taquaral - km 60,293
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Viaduto do Taquaral - boca do túnel do Taquaral - km 60,293
Trem passando pelo túnel e viaduto do Taquaral, este medindo 61 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Taquaral - Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007088.jpg
Viaduto do Taquaral - Marumbi
Trem atravessando o viaduto do Taquaral, que tem 61 metros de extensão. Morro do Marumbi ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Cabana ao pé do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007089.jpg
Cabana ao pé do Marumbi
Casa de campo ao pé do morro Marumbi.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Taquaral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007090.jpg
Viaduto do Taquaral
Vista do viaduto do Taquaral com túnel adiante.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Posto telegráfico do Marumbi - Km 60, altura 479,59 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007091.jpg
Posto telegráfico do Marumbi - Km 60, altura 479,59 metros
Posto telegráfico do Marumbi, ponto de cruzamento de trens.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Saída do túnel da "Boa Vista"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Saída do túnel da "Boa Vista"
Trem em aclive, na saída do túnel da Boa Vista. O túnel tem 250,20 metros de extensão. Vê-se outro segmento da ferrovia à esquerda.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 3 (Boa Vista) - Km 58,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007093.jpg
Túnel nº 3 (Boa Vista) - Km 58,500
Trem saindo do túnel Boa Vista. O túnel tem 250,20 metros de extensão. Vê-se outro segmento da ferrovia à esquerda.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 3 (Boa Vista) - Km 58,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007094.jpg
Túnel nº 3 (Boa Vista) - Km 58,500
Linha férrea e túnel Boa Vista ao fundo. Este tem 250,20 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Posto telegráfico "Engenheiro Lange" - km 55,900
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007095.jpg
Posto telegráfico "Engenheiro Lange" - km 55,900
Posto telegráfico Engenheiro Lange, antes denominado Volta Grande.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Saída de um trem do túnel de Boa Vista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007096.jpg
Saída de um trem do túnel de Boa Vista
Trem saindo do túnel Boa Vista, vendo-se o morro do Marumbi ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Locomotiva no posto telegráfico Engenheiro Lange
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007097.jpg
Locomotiva no posto telegráfico Engenheiro Lange
Locomotiva parada no posto telegráfico Engenheiro Lange, vendo-se morro do Marumbi ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trecho da ferrovia com locomotiva ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007098.jpg
Trecho da ferrovia com locomotiva ao fundo
Linha férrea em primeiro plano e locomotiva subindo a serra ao fundo sobre o viaduto do Taquaral.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista do viaduto do Taquaral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do viaduto do Taquaral
Pequena composição parada na linha férrea, em Engenheiro Lange, em primeiro plano, de onde se observa o viaduto do Taquaral ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem expresso nas imediações do Marumbi - km 52,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007100.jpg
Trem expresso nas imediações do Marumbi - km 52,500
Linha férrea em primeiro plano, vendo-se face leste do morro do Marumbi, em local próximo a Porto de Cima.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 2 (Túnel do Carneiro) - Km 53,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 2 (Túnel do Carneiro) - Km 53,500
Trem saindo do túnel nº 2 (túnel do Carneiro), com extensão de 127,50 metros, na iminência de uma curva.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Panorama agrícola
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama agrícola
Bananal que pode ser visto a poucos metros da ferrovia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem de carga - km 74 da ferrovia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trem de carga - km 74 da ferrovia
Trem de cargas fazendo curva na ferrovia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Palmeiras à beira da linha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007104.jpg
Palmeiras à beira da linha
Palmeiras à beira de curva da ferrovia e túnel ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem no km 66 da ferrovia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007105.jpg
Trem no km 66 da ferrovia
Trem de carga em curva na ferrovia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Anoitecer na serra - km 61
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007106.jpg
Anoitecer na serra - km 61
Vista do pôr-do-sol à beira da ferrovia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Mar de nuvens - km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mar de nuvens - km 65
Morros cobertos por nuvens.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem transportando madeira na descida da serra - km 61,731
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trem transportando madeira na descida da serra - km 61,731
Trem com carga de madeiras em curva da descida da serra.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Taquaral - km 61
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Viaduto do Taquaral - km 61
Trem atravessando o viaduto do Taquaral.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem no km 55,900 da ferrovia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trem no km 55,900 da ferrovia
No plano médio, trem subindo a serra e ao fundo, cadeia de morros da serra da Graciosa.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Manhã na serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Manhã na serra
Morros cobertos por nuvens ao amanhecer.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Manhã na serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007112.jpg
Manhã na serra
Morros cobertos por nuvens ao amanhecer.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 1 - Túnel do Cary - km 52,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007113.jpg
Túnel nº 1 - Túnel do Cary - km 52,500
Vista do túnel nº 1 (túnel do Cary), que tem 100 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Tunel nº 1 - Túnel do Cary
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007114.jpg
Tunel nº 1 - Túnel do Cary
Vista do túnel nº 1 (túnel do Cary), que tem 100 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Porto de Cima - km 50,600, altura 233,44 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto de Cima - km 50,600, altura 233,44 metros
Vista da estação de Porto de Cima, que serve à localidade de mesmo nome, distante 3 quilômetros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista da estação Porto de Cima
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da estação Porto de Cima
Vista geral da estação Porto de Cima.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Morretes - Km. 40,900, altura 9,50 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Morretes - Km. 40,900, altura 9,50 metros
Movimento de trens na estação de Morretes, cidade industrial do Paraná. Daí parte o ramal de Antonina, que atende o porto de mesmo nome e tem "agitada vida industrial, comercial e agrícola".
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Panorama da cidade de Morretes
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama da cidade de Morretes
Vista panorâmica da cidade de Morretes vendo-se o rio Nhundiaquara e, ao fundo, o morro do Marumbi. "Morretes conta com uma fábrica de papel e muitos engenhos de cana..."
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Jacareí - km 24, altura 5,59 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jacareí - km 24, altura 5,59 metros
Segundo descrição no álbum, a região de Jacareí possui areia de "magnífica qualidade", muito procurada pelos industriais do Estado do Paraná. A estação inicialmente se chamava Jacareí, depois Carijós, Floresta e finalmente Saquarema. Atualmente encontra-se demolida.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Alexandra - km 16,200, altura 10,50 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Alexandra - km 16,200, altura 10,50 metros
Vista da estação de Alexandra, conhecida pela boa qualidade de seu solo, responsável pelo crescimento da região.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Porto D. Pedro II - Km 2,300, altura 4,20
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto D. Pedro II - Km 2,300, altura 4,20
Vista geral do porto D. Pedro II, onde o governo paranaense construiria um porto em vista de seu desenvolvimento na época (segundo descrição do álbum).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Paranaguá, altura 5,64
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Paranaguá, altura 5,64
Vista da estação, movimento viário e de pedestres nos arredores. Considerado, segundo a descrição no álbum, a "sala de visitas do Estado".
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Largo do Paço visto do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo do Paço visto do morro do Castelo
Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
A Academia que vemos ao centro foi criada em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1750. O próprio prédio militar só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subseqüentes o espaço foi usado pela Escola Militar (1842), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Largo de São Francisco
circa 1865

Cemitério São João Batista, Botafogo e Pão de Açúcar, da chácara do sr. Rocha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cemitério São João Batista, Botafogo e Pão de Açúcar, da chácara do sr. Rocha
Botafogo, centro açucareiro no século XVIII, fazia parte da freguesia de São João Batista da Lagoa. Na foto vemos a rua General Polidoro, uma das primeiras do bairro, aberta junto ao Morro da Quinta do Vigário Geral (propriedade do padre Clemente de Matos). À General Polidoro foram acrescidos o Caminho Novo de São Joaquim (atual Voluntários da Pátria), em 1826; a rua Real Grandeza, paralela à moldura da foto; a rua de Todos os Santos (atual Mena Barreto); e a rua São João Batista. O Cemitério São João Batista foi construído em 1852. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1866

Hotel Bennett
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel Bennett
Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Floresta da Tijuca
circa 1865

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Vista da Praia de Botafogo e seu rico casario. Podemos ver ao fundo os morros do Corcovado e Dois Irmãos e a Pedra da Gávea. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1865

Pão de Açucar tomado da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açucar tomado da enseada de Botafogo
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1870

Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Georges Leuzinger
Centro
circa 1870

Porto do Livramento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto do Livramento
Georges Leuzinger
Centro
circa 1870

Vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Botafogo
Georges Leuzinger
Boatafogo
circa 1870

Palácio Nova Friburgo, atual Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Nova Friburgo, atual Palácio do Catete
O palácio foi construído para residência do Barão de Nova Friburgo e sua família, entre 1866 e 1890, quando tornou-se o Palácio do Catete, residência dos presidentes republicanos, entre 1897 e 1960. Atualmente, ali funciona o Museu da República. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Autoria não identificada
Catete
1866

Vista panorâmica do Centro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Centro
Vista do Centro do Rio de Janeiro, da Ponta do Calabouço à Alfândega, a partir da Ilha das Cobras. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Cais Pharoux e adjacências
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cais Pharoux e adjacências
Vista panorâmica da marinha da cidade, a partir da ilha das Cobras. Vê-se a igreja da Candelária, com a cúpula ainda em construção. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1865

Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
O atual Museu da República está sediado em um prédio construído para servir de residência ao Barão de Nova Friburgo, Antônio Clemente Pinto, comerciante e fazendeiro de café. A construção, iniciada em 1858, foi concluída nove anos depois. Mais tarde, com o advento da República, em 1897, o palacete tornou-se o símbolo da República brasileira ao servir de sede do Poder Executivo e palácio presidencial, logo sendo conhecido com Palácio do Catete. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1866

Vista de casarios e barcos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de casarios e barcos
Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Autoria não identificada
Ladeira Morro da Saúde ; Gamboa
circa 1865

Vista da região central da cidade, a partir do Morro do Livramento.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da região central da cidade, a partir do Morro do Livramento.
Pode-se ver o Quartel, a Estação da Central do Brasil e o Campo da Aclamação. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha de Boa Viagem
A Ilha da Boa Viagem localiza-se no interior da baía de Guanabara, na cidade de Niterói, estado do Rio de Janeiro, no Brasil. É ocupada pela Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem, sobranceira às águas da Guanabara, erguida no século XVIII, no ponto mais elevado da ilha, pelo Provedor da Fazenda Real, Diogo Carvalho da Fontoura, fruto de uma promessa, em agradecimento por uma graça recebida. O dia da padroeira era festejado na capela votiva com celebração de missa e romaria tanto por marinheiros quanto por viajantes. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Autoria não identificada
Baía de Guanabra
1866

Vista do Saco da Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Saco da Gamboa
Vista do Saco da Gamboa, vendo-se à direita o Mercado da Harmonia e, ao fundo, o Morro da Conceição. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Gamboa
circa 1865

Vista de área aterrada e de fábrica de gás
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de área aterrada e de fábrica de gás
Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Rua Nabuco de Freitas ; Santo Cristo
circa 1865

Vista do bairro portuário da Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do bairro portuário da Gamboa
Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Gamboa
circa 1865

Morro do Senado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Morro do Senado
Vista de casario (na atual rua Riachuelo) entre a sinuosa rua Monte Alegre, em Santa Teresa, e o morro do Senado (área da atual praça da Cruz Vermelha). Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Santa Teresa
circa 1865

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1865

Largo do Paço visto do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo do Paço visto do morro do Castelo
Conhecido no século XIX ora como Largo do Paço, ora como Praça D. Pedro II, o logradouro abriga prédios importantes da arquitetura brasileira, como o Paço Imperial, o convento do Carmo, a Capela Imperial e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Depois da proclamação da República passou a chamar-se Praça 15 de Novembro. Um dos destaques da praça é o Chafariz da Pirâmide, mandado construir por Gomes Freire de Andrade, o Conde de Bobadela, em 1747, só ficando pronto em 1752. Foi removido para junto do cais construído no vice-reinado de D. Luís de Vasconcelos e Souza, por volta de 1779, e passou por uma reforma feita por Mestre Valentim, que acrescentou adornos novos e mais vistosos (como as armas do vice-rei e a inscrição latina numa lápide). Pelo chafariz jorrava água fresca da fonte da Carioca para o povo e marinheiros. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
Localizado no Centro histórico do Rio de Janeiro, entre a Lapa e a Cinelândia, o Passeio Público é o primeiro parque ajardinado do Brasil, e foi concebido por um dos maiores artistas do período colonial brasileiro: Mestre Valentim da Fonseca e Silva. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Monroe
Vista do Palácio Monroe com morro da Glória ao fundo.
Huebner & Amaral
Centro
circa 1911

Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana
José dos Santos Affonso
Copacabana
circa 1920

Panorama da Igreja da Matriz
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama da Igreja da Matriz
George Huebner
Centro
circa 1900

Vista Geral do Porto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista Geral do Porto
George Huebner
Porto
circa 1900

Igarapé do Espirito Santo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé do Espirito Santo
George Huebner
Centro
circa 1900

Ponte dos Remédios
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte dos Remédios
Ponte de ferro dos Remedios. Vê-se ao fundo a lateral do Banco de Manaus, na esquina da Rua dos Remedios, atual Miranda Leão, esquina da Marquês de Santa Cruz. Esta ponte foi demolida, por conta de serviços de aterramento e arruamento.
George Huebner
Rua Miranda Leão
circa 1900

Mercado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mercado
George Huebner
Centro
circa 1900

Praça dos Remédios
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça dos Remédios
George Huebner
Centro
circa 1900

Igarapé do Espirito Santo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé do Espirito Santo
George Huebner
Centro
circa 1900

Boeiro do Igarapé do Espirito Santo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Boeiro do Igarapé do Espirito Santo
George Huebner
Centro
circa 1900

Igarapé de Manaus
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé de Manaus
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua Lima Bacury
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Lima Bacury
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua Lima Bacury
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Lima Bacury
George Huebner
Centro
circa 1900

Ponte de Ferro Benjamin Constant de Cachoerinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de Ferro Benjamin Constant de Cachoerinha
George Huebner
Cachoerinha
circa 1900

Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
George Huebner
Centro
circa 1900

Instituto Benjamim Constant
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Instituto Benjamim Constant
George Huebner
Centro
circa 1900

Cachoeira Grande
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cachoeira Grande
George Huebner
Zona Norte
circa 1900

Igarapé de Cachoeira Grande
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé de Cachoeira Grande
George Huebner
Zona Norte
circa 1900

Ponte de Cachoeira Grande
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de Cachoeira Grande
George Huebner
Zona Norte
circa 1900

Igreja de Manaus
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja de Manaus
George Huebner
Praça 15 de Novembro
circa 1900

Avenida do Palácio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida do Palácio
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua do Palácio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua do Palácio
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua da Instalação
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua da Instalação
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua Saldanha Marinho
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Saldanha Marinho
George Huebner
Manaus
circa 1900

Jardim Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Público
George Huebner
Centro
circa 1900

Igarapé de São Vicente
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé de São Vicente
George Huebner
Manaus
circa 1900

Igarapé de São Vicente
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé de São Vicente
George Huebner
Armando Mendes
circa 1900

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Monroe
Palácio Monroe, inaugurado em 1906 no final da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco) para sede da Conferência Pan-Americana do Rio de Janeiro. Reprodução, com aproveitamento parcial de material original do Pavilhão Brasileiro na Exposição Internacional de 1904 em St.Louis (EUA), que recebeu o grande prêmio do júri da exposição. Projeto de uma comissão chefiada pelo general engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Utilizado inicialmente para exposições, em 1914, funcionou temporariamente como Câmara dos Deputados e,em 1922, serviu de sede para a Comissão Executiva da Exposição do Centenário da Independência do Brasil. Entre 1925 e 1960, funcionou como Senado Federal. Foi demolido na década de 1970. No primeiro plano, à esquerda, parte do Edifício Lafond, um dos primeiros prédios de apartamentos da cidade, na esquina com a Rua Santa Luzia. À direita do palácio está o Passeio Público. Ao fundo, à esquerda, o Outeiro da Glória e, à direita, os morros de Santa Teresa (à frente) e Nova Cintra (atrás).
José dos Santos Affonso
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1920

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Theatro Municipal
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado em 14 de julho de 1909, 4 anos e meio após o início de sua construção, nos primeiros dias de janeiro de 1905. Projetado pelo engenheiro Francisco de Oliveira Passos, filho do prefeito do Rio, Francisco Pereira Passos (1836 - 1913), e por Albert Guilberg, foi inspirado no Theatro da Ópera de Paris. O prédio é um dos mais bonitos e imponentes da cidade e sua história mistura-se com a trajetória cultural do Brasil. Artistas de renome como os irmãos Rodolfo Bernardelli (1852 – 1931) e Henrique Bernardelli (1857 – 1936), Eliseu Visconti (1866 – 1944) e Rodolfo Amoedo (1857 – 1941) participaram da decoração do teatro. Considerado uma das mais importantes salas de espetáculos da América do Sul, ao longo de seus 108 anos recebeu grandes artistas nacionais e internacionais, como as cantoras Bidu Sayão (1902 – 1999), Maria Callas (1923 – 1977) e Renalta Tebaldi (1922 – 2004); os maestros Arturo Toscanini (1867 – 1957), Igor Stravinsky (1882 – 1971) e Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959); a atriz Sarah Bernhardt (1844 – 1923) e os bailarinos Margot Fonteyn (1919 – 1991), Rudolf Nureyev (1938 – 1993), Ana Botafogo (1957-) e Mikhail Baryshnikov (1948-); além de importantes personalidades como o papa Francisco (1936-) e o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (1961-). À direita a Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central) e, à esquerda, edificações nas faldas do Morro de Santo Antonio.
José dos Santos Affonso
Cinelândia
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Vista geral da Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central, até 1912), em direção à Praça Mauá. À esquerda, na altura da bifurcação com a Rua Miguel Couto (antiga dos Ourives), esquina da Rua do Rosário, está a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte. Projetada pelo brigadeiro português José Fernandes Pinto Alpoim, levou longos 100 anos para ser concluída: iniciada em 1735, só foi definitivamente terminada em 1835. À direita, no primeiro plano, na esquina com a Rua do Ouvidor, o magazine Colombo, primeira casa comercial da avenida. No mesmo lado, entre as duas torres, a cúpula da Igreja da Candelária.
José dos Santos Affonso
Centro
circa 1920

Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Niemeyer
A avenida Niemeyer, inaugurada oficialmente em 27 de setembro de 1920 durante visita do rei Alberto I da Bélgica (1875 – 1934) ao Brasil; com a Pedra da Gávea, localizada entre as praias de São Conrado e da Barra da Tijuca, ao fundo.
Photo Lopes Rio
Avenida Niemeyer
circa 1920

Pão de Açúcar visto da Urca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açúcar visto da Urca
Vista do Pão de Açúcar e estações do bondinho do Caminho Aéreo a partir do Morro da Urca. Em destaque à direita, a estação Urca. Ao centro e à esquerda, cadeia de morros de Niterói terminando no Forte de Nossa Senhora da Guia. Em 27 de outubro de 1912, foi inaugurado um caminho aéreo no Rio de Janeiro, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, que se tornaria o mundialmente famoso Bondinho do Pão de Açúcar. Em 1º de dezembro, foi inaugurada a iluminação elétrica no caminho aéreo. O bondinho no segundo trecho, entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, numa extensão de 750 metros e 396 metros de altura, começou a funcionar no dia 18 de janeiro de 1913, completando a ligação até o alto do pico do Pão de Açúcar. é um dos mais famosos cartões postais do Rio de Janeiro.
Photo Lopes Rio
Praia Vermelha
circa 1920

Vista tirada do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista tirada do Pão de Açúcar
Vista panorâmica da zona sul da cidade, a partir do Pão de Açúcar. À direita, no topo do morro da Urca, a estação do bondinho do Caminho Aéreo; acima o bairro de Botafogo e, ao fundo, a Lagoa Rodrigo de Freitas. Ao centro, entre os morros da Urca e da Babilônia, o prédio da Escola Militar seguido de outros edifícios da Praia da Saudade. À esquerda, a praia do Leme seguida da praia e do bairro de Copacabana. No horizonte, o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea.
Photo Lopes Rio
Urca
circa 1920

Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açúcar
Estação do Pão de Açúcar e bondinho do Caminho Aéreo, ponto final do trecho que se inicia no Morro da Urca. Este segundo trecho foi construído por iniciativa dos industriais Augusto Ferreira Ramos e Manuel Galvão. O projeto foi do engenheiro Fredolino Cardoso Em 27 de outubro de 1912, foi inaugurado um caminho aéreo no Rio de Janeiro, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, que se tornaria o mundialmente famoso Bondinho do Pão de Açúcar. Em 1º de dezembro, foi inaugurada a iluminação elétrica no caminho aéreo. O bondinho no segundo trecho, entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, numa extensão de 750 metros e 396 metros de altura, começou a funcionar no dia 18 de janeiro de 1913, completando a ligação até o alto do pico do Pão de Açúcar. é um dos mais famosos cartões postais do Rio de Janeiro.
Photo Lopes Rio
Praia Vermelha
circa 1920

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
Em 27 de outubro de 1912, foi inaugurado um caminho aéreo no Rio de Janeiro, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, que se tornaria o mundialmente famoso Bondinho do Pão de Açúcar. Em 1º de dezembro, foi inaugurada a iluminação elétrica no caminho aéreo. O bondinho no segundo trecho, entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, numa extensão de 750 metros e 396 metros de altura, começou a funcionar no dia 18 de janeiro de 1913, completando a ligação até o alto do pico do Pão de Açúcar. é um dos mais famosos cartões postais do Rio de Janeiro.
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Crepúsculo na Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Crepúsculo na Avenida Niemeyer
A Avenida Niemeyer foi cortada pela Companhia Via Férrea Sapucaí para dar lugar a uma ferrovia (nunca construída), que ligaria o bairro de Botafogo a Angra dos Reis. Via à beira-mar, no sopé do morro, ladeada por coqueiros esparsos e com a Pedra da Gávea ao fundo. Pode-se ver um homem observando o fotógrafo, apoiado na mureta. Apresenta postes com fiação elétrica.
Photo Lopes Rio
Leblon
circa 1920

Luar na Praia da Gávea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Luar na Praia da Gávea
Atualmente conhecida como praia de São Conrado, a Praia da Gávea era assim chamada devido à Pedra da Gávea.
Photo Lopes Rio
São Conrado
circa 1920

Copacabana e Avenida Delfim Moreira
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana e Avenida Delfim Moreira
Copacabana é um dos mais emblemáticos bairros do Rio de Janeiro e Delfim Moreira é o nome da avenida da orla do Leblon.
Photo Lopes Rio
Zona Sul
circa 1920

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes.
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Botafogo visto do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Botafogo visto do Pão de Açúcar
Vista panorâmica da enseada e do bairro de Botafogo a partir do Pão de Açúcar. No horizonte, em destaque próximo à lua, o Pico do Corcovado.
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Copacabana e Leme
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana e Leme
Vista noturna das praias de Copacabana e Leme, ao centro da imagem, em primeiro plano, o obelisco comemorativo da inauguração da Avenida Atlântica, em 22 de julho de 1919.
Photo Lopes Rio
Copacabana
circa 1920

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Vista noturna da Praia de Botafogo, a partir do Morro da Viúva. No centro da imagem pode-se ver a torre da Igreja Imaculada Conceição. No horizonte, a Pedra da Gávea e o Pico do Corcovado iluminado
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Hotel Central, na Praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel Central, na Praia do Flamengo
O Hotel Central ficava na Praia do Flamengo, esquina com a rua Barão do Flamengo. Foi construído em 1915, no lugar do balneário High-Life, e era também uma casa de banho, contando com pequenos quartos onde os banhistas trocavam de roupa. Foi demolido em 1951 e em seu lugar erguido o edifício Conde de Nassau.
Photo Lopes Rio
Flamengo
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central, até 1912, tomada da Cinelândia em direção à Praça Mauá. No centro e ao fundo, o Theatro Municipal.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central
Vista noturna da Avenida Central. No centro, ao fundo, o obelisco comemorativo da conclusão das obras da avenida duplamente inaugurada: o primeiro trecho em 07 de setembro de1904. Passou a chamar-se Rio Branco em 10 de março de 1912, um mês após a morte do barão homenageado. À esquerda, no primeiro plano, a Escola de Belas Artes seguida da Biblioteca Nacional.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Vista noturna da Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central, até 1912. Totalmente iluminada, a avenida recebeu 55 lâmpadários de luz elétrica, instalados pela Light em 15 de novembro de 1905, por ocasião da inauguração do segundo trecho da avenida. Nas calçadas foram instalados lampiões à gás. À esquerda da imagem, parte do Theatro Municipal e da Praça Marechal Floriano.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Palácio Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Guanabara
Fachada do Palácio Guanabara, vista frontal. Vê-se bandeira hasteada no centro da edificação.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Autoridades diante do Palácio Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Autoridades diante do Palácio Guanabara
Grupo de homens na escadaria do palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Autoridades dentro do Palácio da Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Autoridades dentro do Palácio da Guanabara
Grupo de homens fumando charuto ao redor de uma mesa.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Autoridades no jardim do Palácio da Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Autoridades no jardim do Palácio da Guanabara
Grupo de homens posando no jardim do palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Vista da aleia das palmeiras a partir do Palácio Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da aleia das palmeiras a partir do Palácio Guanabara
Vista da rua Paissandu em toda a sua extensão, a partir do terraço do palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
circa 1920

Terraço do Palácio da Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Terraço do Palácio da Guanabara
Dois homens no terraço do Palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
circa 1920

Escola Modelo Estácio de Sá; tomada da antiga Rua São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Modelo Estácio de Sá; tomada da antiga Rua São Cristóvão
Augusto Malta
Atual Rua Joaquim Palhares ; Estácio
circa 1915

Igreja Positivista do Brasil
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja Positivista do Brasil
O Templo da Humanidade é a sede da Igreja Positivista do Brasil, fica na rua Benjamin Constant, fundado em 1881 no bairro da Glória.
Augusto Malta
Glória
circa 1920

Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Inaugurado em 4 de julho de 1931, o monumento à amizade Brasil-Estados Unidos nos foi presenteado por uma iniciativa da Câmara Americana de Comércio, por conta da comemoração do primeiro centenário da emancipação política do Brasil. Localizava-se inicialmente na Praça Estados Unidos, tendo sido reinaugurada em 1942 na Praça 4 de Julho, em frente à Embaixada Americana. O monumento, obra do escultor Charles Keeke, representa uma mulher de pé sustentando com a mão direita uma palma de louros e com a esquerda as bandeiras brasileira e norte-americana. No pedestal do monumento há dois medalhões e logo abaixo a inscrição "Amizade do povo americano ao povo brasileiro 07/09/1822- 07/09/1922".
Augusto Malta
Centro
4 de julho de 1931

Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Inaugurado em 4 de julho de 1931, o monumento à amizade Brasil-Estados Unidos nos foi presenteado por uma iniciativa da Câmara Americana de Comércio, por conta da comemoração do primeiro centenário da emancipação política do Brasil. Localizava-se inicialmente na Praça Estados Unidos, tendo sido reinaugurada em 1942 na Praça 4 de Julho, em frente à Embaixada Americana. O monumento, obra do escultor Charles Keeke, representa uma mulher de pé sustentando com a mão direita uma palma de louros e com a esquerda as bandeiras brasileira e norte-americana. No pedestal do monumento há dois medalhões e logo abaixo a inscrição "Amizade do povo americano ao povo brasileiro 07/09/1822- 07/09/1922".
Augusto Malta
Centro
4 de julho de 1931

Quinta da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quinta da Boa Vista
Augusto Malta
São Cristóvão
circa 1915

Jockey Club, com a Pedra da Gávea ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jockey Club, com a Pedra da Gávea ao fundo
Jardim interno do Jockey Club.
Augusto Malta
Gávea
circa 1925

Praça Marechal Floriano
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça Marechal Floriano
Vista do Teatro Municipal, Escola Nacional de Belas Artes (atual Museu Nacional de Belas Artes), trecho da Avenida Rio Branco e parte da Praça Marechal Floriano.
Augusto Malta
Centro
circa 1920

Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça Tiradentes
Aspecto das imediações da praça Tiradentes. Rua com transeuntes, carros e bondes, um deles em direção a Engenho de Dentro.
Augusto Malta
Centro
1924

Bonde com destino ao Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bonde com destino ao Arsenal da Marinha
Bonde 20 para Arsenal da Marinha.
Augusto Malta
Centro
22 de maio de 1924

Bonde da linha do Largo de São Francisco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bonde da linha do Largo de São Francisco
Bonde 564, da linha Largo de São Francisco.
Augusto Malta
Praça da República
22 de maio de 1924

Bonde com destino à rua Rodrigues Alves
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bonde com destino à rua Rodrigues Alves
Bonde 399 em direção à rua Rodrigues Alves.
Augusto Malta
Centro ; Rua São Bento
22 de maio de 1924

Bonde em frente a Igreja do Santíssimo Sacramento da Antiga Sé
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bonde em frente a Igreja do Santíssimo Sacramento da Antiga Sé
Bonde de linha não identificada, com inscrição lateral de número 449.
Augusto Malta
Centro
28 de maio de 1924

Exposição de 1908
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição de 1908
Vista geral da Exposição de 1908, em comemoração ao centenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas, em fase final de construção.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
1908

Vista da Exposição de 1908
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Exposição de 1908
Vista geral da Exposição de 1908, em comemoração ao centenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
10 de maio de 1908

Vista do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açucar
Vista da enseada de Botafogo, com o Pão de Açúcar ao fundo.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1880

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
O Passeio Público é o primeiro parque público do Brasil, uma imensa área verde bem no centro da cidade. Originalmente obra urbanística de Mestre Valentim.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da Constituição
Estátua de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes.
Marc Ferrez
Atual praça Tiradentes
circa 1880

Vista da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Glória
A Glória vista do Passeio Público. A Glória surgiu a mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de melhorar a aparência do logradouro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Capela Imperial
À esquerda da imagem vemos o Convento do Carmo, seguido pela Capela Imperial e pela Igreja do Carmo. Tanto a Capela Imperial como a Igreja do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o largo Dom Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho, Pedro II. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. Ali perto também morou o rico comerciante Francisco Telles de Menezes, que deu origem ao Arco do Telles.
Marc Ferrez
Largo do Paço, atual Praça 15
circa 1880

Estátua de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estátua de D. Pedro I
A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet , cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861, Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais onde se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Marc Ferrez
Praça Tiradentes
circa 1870

Botafogo e Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Botafogo e Corcovado
Homem pescando na Praia de Botafogo, tendo ao fundo o Morro do Corcovado.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1880

Hotel White
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel White
O Hotel White foi instalado na segunda metade do século XIX no Alto da Boa Vista. Na mesma época foram também inaugurados outros hotéis na região, todos impulsionados pela melhora no acesso à floresta da Tijuca, proporcionada pelo Barão de Taunay e pelo engenheiro Joel de Alcântara.
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1880

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, que significa "pedra furada", na praia de Itapuca, em Icaraí, Niterói.
Marc Ferrez
Praia de Icaraí
circa 1880

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista para o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista para o Morro do Corcovado
O morro do Corcovado está situado na Serra da Carioca e faz parte do Parque Nacional da Tijuca. No século XVI recebeu dos portugueses o nome de Pináculo (ou Pico) da Tentação, numa alusão a um monte bíblico. Somente no século XVIII é que foi rebatizado como Corcovado, por causa de sua forma, que lembra uma corcova ou corcunda. Nessa época ainda não havia a estátua do Cristo Redentor (inaugurada somente em 12 de outubro de 1931).
Marc Ferrez
Cosme Velho
circa 1880

Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
Vista do bairro da Glória a partir de Santa Teresa. À esquerda, vê-se a a alta chaminé da The Rio de Janeiro City Improvements Limited (ou simplesmente City), empresa responsável pelo tratamento de esgotos da cidade na época, inaugurada em 1864. Ao lado da chaminé da City está o mercado da Glória, inaugurado pelo vereador Haddock Lobo em 1857. Também destaca-se na imagem a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, inaugurada por volta de 1740 para substituir a frágil ermida original. Ao fundo, à direita, está o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Glória
circa 1880

Rio de Janeiro visto do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro visto do Morro do Castelo
Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo, um dos marcos iniciais da cidade colonial, destruído em 1922. Podemos ver as torres das igrejas da Candelária, ao centro, e de Nossa Senhora do Carmo, à direita.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Vista geral de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista geral de Petrópolis
Vista geral da cidade serrana de Petrópolis, com a estação em primeiro plano. A história de Petrópolis começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas Gerais, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
Vista do bairro da Glória, com o morro do Pão de Açúcar ao fundo, em fotografia tirada de Santa Teresa. À esquerda vê-se a alta chaminé da The Rio de Janeiro City Improvements Limited (ou simplesmente City), empresa responsável pelo tratamento de esgotos da cidade na época, inaugurada em 1864. Ao lado da chaminé da City está o mercado da Glória, inaugurado pelo vereador Haddock Lobo em 1857. Mais atrás vê-se a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, inaugurada por volta de 1740 para substituir a frágil ermida original.
Marc Ferrez
Glória
circa 1880

Entrada do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Entrada do Rio de Janeiro
Entrada da baía de Guanabara, com a cadeia de montanhasde Niterói ao fundo e o morro do Pão de Açúcar à direita.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Os Arcos e os morros de Santo Antônio e do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Os Arcos e os morros de Santo Antônio e do Castelo
À esquerda vê-se o Aqueduto da Carioca, mais conhecido como Arcos da Lapa, construído no século XVIII com a função inicial de captar água do rio Carioca para resolver o crônico problema de abastecimento da cidade. No século XVIII o monumento perdeu sua função original para servir de viaduto para os bondes. Também à esquerda está o Morro de Santo Antônio e o convento de mesmo nome, construído no início do século XVII. À direita vemos o Morro do Castelo, um dos marcos iniciais da cidade colonial.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Ponte do Silvestre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte do Silvestre
Ponte do Silvestre na estrada de ferro para o Corcovado. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador .Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Cosme Velho
circa 1895

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Militar
A Escola Militar tem suas origens relacionadas à Escola Politécnica, antiga Escola Central, localizada no Largo de São Francisco de Paula no prédio erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. A Escola Politécnica estava ligada a Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o Largo de São Francisco. Em 1851 passou pela primeira grande reforma, que a dividiu em duas: a Escola Militar propriamente dita e a de Aplicação, instalada provisoriamente na fortaleza de São João. Posteriormente, graças à intervenção do Ministro da Guerra Jerônimo Coelho, a Escola Militar passou a denominar-se Central, dedicada especialmente ao aperfeiçoamento científico dos seus alunos, e a de Aplicação, na Praia Vermelha, transformou-se em 1859 em Militar e de Aplicação. Em 1874, a totalidade do ensino militar passou para a escola da Praia Vermelha.
Marc Ferrez
Praia Vermelha
circa 1880

Praia de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Santa Luzia
A Praia de Santa Luzia ficava entre o antigo forte de São Thiago (Ponta do Calabouço, hoje Museu Histórico Nacional) e o Passeio Público. Era a antiga praia de banho das cariocas, com suas velhas pontes e compridos cestos ligados a bóias para nadadores cansados.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto de Santos
O porto de Santos é um porto natural, formado pela baía e o estuário de Santos entre as ilhas de São Vicente e Santo Amaro. Inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Marc Ferrez
Santos
circa 1880

Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Gamboa
Na enseada da Gamboa havia um dos maiores trapiches da cidade, o Trapiche Gamboa, e em seu pequeno morro estava localizado o Hospital Nossa Senhora da Saúde, conhecido como da Gamboa, até hoje em funcionamento. A mesma enseada abrigou também a estação marítima da Estrada de Ferro D. Pedro II, com armazéns e depósitos. Já São Cristóvão, o bairro imperial, era praticamente deserto, habitado por alguns pouco pescadores, que começou a se desenvolver - timidamente - depois que o comerciante português Elias Antônio Lopes construiu sua quinta, no século XVIII. Quinta, aliás, que foi presenteada à Família Real quando esta chegou à cidade, em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, a fim de dar melhor aparência ao logradouro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

O Catete visto da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O Catete visto da Glória
As origens do Catete nos remetem ao quinhentismo, quando governava a cidade o português Antônio Salema. Foi ele quem integrou o bairro na vida dos colonizadores, tornando-o passagem para o engenho de açúcar d'El Rei, que havia sido fundado na lagoa Rodrigo de Freitas. No século XVI, chácaras e olarias começaram a aparecer nas proximidades de um dos braços do rio Carioca. Segundo o historiador Felisbelo Freire, a partir de documentos de arquivos, o nome Catete significava "mato escondido" ou "mato cerrado", mas também pode ser o nome de um pássaro e de uma vila de Angola.
Marc Ferrez
Catete
circa 1880

Vista tomada de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista tomada de Santa Teresa
Vista panorâmica do bairro de Santa Teresa.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista tomada de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista tomada de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1895

O porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O porto do Rio de Janeiro
Panorama da zona portuária da cidade, com a Ilha das Cobras ao fundo, provavelmente feito do Morro do Castelo. Da esquerda para a direita vemos as torres da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, a torre da Capela Imperial e os fundos do antigo Convento do Carmo. Em frente à Capela, em segundo plano, estão os edifícios do Hotel de France, o Arco do Teles e o Mercado da Candelária, todos fazendo frente para a Praça XV. À direita vemos a rotunda onde estava exposto o grande panorama do Rio de Janeiro, de Vítor Meirelles e do belga Langerock, o Ministério da Agricultura e a Igreja de São José, em frente ao ministério.
Marc Ferrez
Centro
circa 1895

O porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O porto do Rio de Janeiro
Panorama da zona portuária da cidade, tirado provavelmente do Morro do Castelo. Ao fundo, vemos a cadeia montanhosa da cidade.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Vista panorâmica da Saúde
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica da Saúde
Vista panorâmica da praianha e Saúde.
Marc Ferrez
Centro
circa 1893

Vista panorâmica da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica da enseada de Botafogo
Vista panorâmica da enseada de Botafogo, a partir do topo do Corcovado
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Vista Panorâmica de Santos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista Panorâmica de Santos
O povoamento de Santos começou em 1531, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região na expedição de Martim Afonso de Souza. O objetivo de Martim Afonso era distribuir entre os fidalgos que o acompanhavam terras ao redor da Ilha de São Vicente. No ano seguinte foi fundada a Vila de São Vicente, que viria a se tornar a capital da Capitania que levou seu nome. Entre 1532 e 1540 são desbravadas as terras ao longo do rio São Vicente, até que finalmente colonos se estabeleceram na região chamada pelos indígenas de Enguaguaçu, que possuía melhores fontes de água e melhores terras. Foi aí que surgiram os primeiros engenhos da capitania. Em 1540 Brás Cubas, servidor pessoal de Martim Afonso, volta de uma viagem a Portugal e participa ativamente da luta para a expulsão de indígenas que haviam atacado São Vicente em 1534 (por conta desses ataques, foi-se desenvolvendo Enguaguaçu, para onde fugiram as pessoas). Brás Cubas participa do desenvolvimento do povoado, e em 1545 assume o cargo de Capitão-Mor da Capitania de São Vicente, e logo depois deu foro de Vila à Enguaguaçu, transformando-a em Vila do Porto de Santos.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1880

Rio de Janeiro visto do alto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro visto do alto do Corcovado
Marc Ferrez
Cosme Velho
circa 1890

Vista tomada da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista tomada da Glória
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista do Outeiro e do mercado da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Outeiro e do mercado da Glória
Marc Ferrez
Glória
circa 1885

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