Título: Gasômetro de São Cristóvão, também conhecido como Gasômetro do Rio de Janeiro
Detalhes
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Gilberto Ferrez
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Gasômetro de São Cristóvão, também conhecido como Gasômetro do Rio de Janeiro
(Título atribuído)
Camillo Vedani (Autoria)
circa 1870(Data de produção)
1865 - 1875(Datas-limite)
Em 1852 o Barão de Mauá conseguiu uma concessão para instalar uma fábrica de gás para a iluminação pública e doméstica da cidade, popularmente chamada "do Aterrado". O lugar era uma área aterrada do mangue que ficou conhecida como Aterrado, perto do Canal do Mangue, que há pouco havia sido aberto. Além das instalações técnicas, a fábrica possuía ainda moradia para os funcionários, biblioteca, jardins e acomodação para os escravos.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
P&B
16,5(altura) x 23,1(largura)(imagem)
22,2(altura) x 30(largura)(dimensão total)
22,2(altura) x 30(largura)(dimensão total)
Externa, Horizontal, Diurna, Pessoas, Arquitetura
Camillo Vedani iniciou suas atividades no Rio de Janeiro em 1853, tendo estúdio primeiro na rua da Assembléia e, depois, na rua do Ouvidor. Premido pelas dificuldades financeiras enfrentadas por muitos dos fotógrafos no Brasil durante o século XIX, ele desdobrou-se ainda nas funções de professor de desenho e de italiano, seu idioma natal. Fotografou as cidades do Rio de Janeiro e Salvador, permanecendo ativo até meados dos anos 1860.
Livro: Brasil Gerson, História das ruas do Rio, Editora: Brasiliana, 1965, pg. 170 e 171
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Em domínio público
Camillo Vedani/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles
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