Título: "Duas Amigas", escultura de Alfredo Ceschiatti, no Salão Nobre
Detalhes
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Marcel Gautherot
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"Duas Amigas", escultura de Alfredo Ceschiatti, no Salão Nobre
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1968(Data de produção)
1968 - 1973(Datas-limite)
Escultura "Duas Amigas" (1966) de Alfredo Ceschiatti em bronze, medindo 225cm de altura instalada no jardim do terceiro pavimento do Palácio dos Arcos/Itamaraty. Alfredo Ceschiatti (1918-1989) - artista plástico e escultor brasileiro nasceu em Belo Horizonte - MG. Conhecido como criador de obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer, de quem foi constante colaborador. Viajou à Europa (1938), onde se deteve em especial na Itália, antes de se consagrar à escultura. Voltou ao Brasil e entrou na Escola Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro (1940). Três anos depois começou a ser premiado e ganhou diversas medalhas na divisão moderna do Salão Nacional de Belas-Artes, inclusive o de uma viagem ao exterior (1945) pelo baixo-relevo do batistério da Igreja de São Francisco de Assis na Pampulha, em Belo Horizonte. Deu início a sua colaboração com Niemeyer, que resultou em várias esculturas para Brasília como: As Iaras, em bronze, no espelho d'água do Palácio da Alvorada, A Justiça, em granito, em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal, Os anjos e Os evangelistas, na catedral, e As Irmãs, em bronze, na cobertura do Palácio do Itamaraty. Na nova capital também ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (1963-1965). No Rio de Janeiro, cidade onde morreu, fez as figuras representativas para as forças armadas no monumento aos mortos da segunda guerra mundial. O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Arquitetura moderna, Escultura, Arquitetura, Arte, Palácio dos Arcos - Itamaraty
http://www.dc.itamaraty.gov.br/imagens-e-textos/revista-textos-do-brasil/portugues/ROSSETTI-A-arquitetura-do-Palacio-Itamaraty-1959-1970.pdf
http://dc.itamaraty.gov.br/imagens-e-textos/patrimonios-do-brasil/palacio-itamaratyhttp://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa10513/alfredo-ceschiatti
A estrutura do Palácio da Justiça em Brasília - trabalho de André Luis Andrade Moreira da UNB
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
http://dc.itamaraty.gov.br/imagens-e-textos/08-palacio_itamaraty-visitacao_3andar-salaonobre.pdf
http://dc.itamaraty.gov.br/imagens-e-textos/patrimonios-do-brasil/palacio-itamaratyhttp://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa10513/alfredo-ceschiatti
A estrutura do Palácio da Justiça em Brasília - trabalho de André Luis Andrade Moreira da UNB
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
http://dc.itamaraty.gov.br/imagens-e-textos/08-palacio_itamaraty-visitacao_3andar-salaonobre.pdf
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
