Título: Monumento ao Operário do Paraná, do arquiteto Wit-Olaf Prochnik
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Monumento ao Operário do Paraná, do arquiteto Wit-Olaf Prochnik
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1967(Data de produção)
1966 - 1968(Datas-limite)
Wit-Olaf Prochnik (1929-1983) foi uma arquiteto carioca, cujo escritório, fundado em fins da década de 50, funcionou até 1983. Antes mesmo de possuir sua companhia, prestou serviços para Burle Marx. O monumento ao operário foi uma homenagem do governo de Nei Braga aos operários anônimos do estado. Foi inaugurado em 1º de maio de 1966.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Pessoas, Estátuas e Monumentos, Arquitetura, Arte, Homem, Externa, Diurna
Dissertação de mestrado: PEREIRA, Cecília Ribeiro. O Estudo Preliminar de Wit-Olaf Prochnik: Planejamento Urbano e Enunciados do Recife. Recife: Universidade Federal de Pernambuco. CAC. Desenvolvimento Urbano, 2005. p.46-50 - file:///C:/Users/Fotografia/Downloads/O_planejamento_local_integrado_e_o_Estud.pdf
Diário do Paraná, 11/11/1965
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=761672&PagFis=55771
Diário do Paraná, 05/05/1966
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=761672&PagFis=57998
Diário do Paraná, 11/11/1965
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=761672&PagFis=55771
Diário do Paraná, 05/05/1966
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=761672&PagFis=57998
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
