Título: Feira do Alecrim
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Feira do Alecrim
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
1957(Data de produção)
A feira do Alecrim existe desde 20 de Junho de 1920, quando um grupo de comerciantes liderados pelo paraibano José Francisco dos Santos resolveram fundar a feira. A idéia era que a feira funcionasse no domingo, mas o governo não aceitou e o dia escolhido foi o sábado. Na época os comerciantes não pagavam impostos. Só a partir de 1930 é que a Prefeitura começou as cobranças.
No dia 23 de março de 1957 Câmara Cascudo apresentou José Francisco como o idealizador da feira. Hoje, a tradicional feira do Alecrim possui 515 metros de cobertura (tendas) num total de 1.056 bancas ,banheiros, lixeiras e placas de identificação de produtos que estão separados por tipos de produtos.
No dia 23 de março de 1957 Câmara Cascudo apresentou José Francisco como o idealizador da feira. Hoje, a tradicional feira do Alecrim possui 515 metros de cobertura (tendas) num total de 1.056 bancas ,banheiros, lixeiras e placas de identificação de produtos que estão separados por tipos de produtos.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Comércio / Serviços, Feira, Externa, Diurna
http://www.comissaonacionaldefolclore.org.br/?i=introducao_historica
http://www.comprenoalecrim.com.br/empresas/Feira-do-Alecrim.html
Jornal de Natal, 16 de dezembro de 1957 ( Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular )
https://tokdehistoria.com.br/2012/03/07/os-festivais-de-folclore-de-natal-da-decada-de-1950/
http://www.comprenoalecrim.com.br/empresas/Feira-do-Alecrim.html
Jornal de Natal, 16 de dezembro de 1957 ( Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular )
https://tokdehistoria.com.br/2012/03/07/os-festivais-de-folclore-de-natal-da-decada-de-1950/
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
