Título: Igreja de Nossa Senhora do Carmo - capela-mor
Detalhes
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A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Carmo - capela-mor
(Título atribuído)
Augusto Carlos da Silva Telles (Autoria)
1970s(Data de produção)
A história da igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, na rua 1º de Março, está intimamente ligada à capela do vizinho Convento do Carmo, fundado no século XVI. Quando os frades carmelitas chegaram à cidade, por volta de 1590, receberam como doação uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, na rua Direita (atual 1º de Março), no local do atual templo. Ao longo dos séculos XVII e XVIII os frades foram levantando e ampliando seu convento. A primitiva capela deu lugar à igreja em 1761, com obras a cargo de Manoel Alves Setúbal. Depois de quinze anos, a igreja foi finalmente sagrada em julho de 1770, ocasião em que também se realizou uma procissão solene. Com a chegada da família real portuguesa, em 1808, a igreja do Carmo foi designada por D. João VI Capela Real Portuguesa e, após a Independência, Capela Imperial. Mais tarde, foi elevada à Catedral (Sé) do Rio de Janeiro, posto que ocupou até o final dos anos 1970, quando foi inaugurada a Catedral Metropolitana na avenida Chile. A antiga Sé foi palco de importantes acontecimentos da história do país, como a sagração de D. João VI como Rei de Portugal, em 1816, o casamento de D. Pedro I com a Princesa Leopoldina, em 1817, a coroação de D. Pedro I, em 1822, e a sagração de D. Pedro II, em 1841.
Diapositivo flexível - Triacetato
GELATINA/ Corante
COR
3,6(altura) x 2,4(largura)(imagem)
Interna, Vertical, Igrejas e capelas, Arquitetura, Arte Sacra, Igreja de Nossa Senhora do Carmo (Rio de Janeiro, RJ)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_Nossa_Senhora_do_Monte_do_Carmo_(Rio_de_Janeiro)
"O arquiteto Augusto Carlos da Silva Telles nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. É considerado referência quando se trata da defesa do Patrimônio Material no Brasil, já que participou de diversos estudos, pesquisas e proposições de tombamento de monumentos e lugares por todo país. Sua atuação na área teve início em 1953, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/ UFRJ, como professor assistente. Em 1962, obteve o título de livre docente, se aposentando 20 anos depois.
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Em 1957, passa a integrar o quadro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde atua em diferentes cargos ao longo do tempo. Inicialmente, assume a função de consultor técnico e, ao final da década de 1970, como titular da Diretoria de Tombamento e Conservação. Em 1994, passa a participar do Conselho Consultivo do Instituto, onde permanece até 2002. Entre 1988 e 1989, assume a direção da Fundação Pró-Memória, uma espécie de braço executivo do Iphan.
Esteve presente também em outras instituições. No âmbito nacional, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1971-2012) e membro do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles (2002 – 2012). No âmbito internacional, foi atuante em relevantes instituições ligadas ao patrimônio cultural: no período de 1984 a 87, compôs a vice-presidência do International Council of Monuments and Sites (Icomos), instituição da qual foi membro desde fins da década de 1970; entre 1983 e 89 foi membro do Conselho do ICCROM (International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property). Faleceu em abril de 2012, no Rio de Janeiro."
Instituto Moreira Salles
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