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Carta
Relato sobre as férias de Ana Cristina Cesar
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
7 de julho de 1962

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Bilhete
Homenagem pelo dia das mães
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
9 de abril de 1963

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Carta
Envio do jornal Juventude Infantil. Referência aos estudos de inglês
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Carta
Votos de feliz Ano-Novo. Notícias sobre Natal e Réveillon. Comentário sobre fantasia usada por Ana Cristina Cesar e por Flavio Cesar. Comentário sobre Fernando Gabeira. Comentário sobre férias
Cecília Leal de Oliveira
Local não identificado
2 de janeiro de 1980

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Carta
Pedido de opinião sobre proposta de trabalho escolar
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
outubro de 1972

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Carta
Considerações a respeito de contrato para a publicação de A teus pés pela Editora Brasiliense
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
9 de junho de 1982

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Carta
Confirmação do acerto contratual entre Ana Cristina Cesar e Caio Graco Prado, da Editora Brasiliense para a publicação de A teus pés. Envio dos originais do livro para Luis Schwarz. Confirmação de presença no lançamento do livro Morangos mofados, de Caio Fernando Abreu, pela mesma editora, no Rio de Janeiro.
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
5 de julho de 1982

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Carta
Comentário sobre produção de história Aventura na Casa Atarracada. Comentário sobre versificação e alteração do poema Na beira, com os olhos abertos. Comentário sobre o ato de escrever. Recomendação de leitura do poema Ode marítima, de Fernando Pessoa.
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1983

Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O anjo ainda registra;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;Entre a caneta e o pincel;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;Anarquia feliz;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Circular
Comunicado sobre aumento do valor da mensalidade
Instituto Souza Leão
Rio de Janeiro
26 de outubro de 1978

Entrelinhas;Luvas de Pelica;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Antologia de poemas da infância;-;Escrita dedicada à sedução;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];Era noite e...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;-;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Comunicado
Comentário sobre protesto dos professores do Instituto Souza Leão
Professores do Instituto Souza Leão
Rio de Janeiro
29 de março de 1979

Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Uma das coisas...;Epílogo;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Radicais da liberdade;-;Perfis do Rio;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Bliss;-;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Convite
Convite para a cerimônia de entrega de prêmios. Demonstração de apreço pelo desempenho escolar do ano de 1968
Aliança Francesa
Rio de Janeiro
novembro de 1968

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Carta
Agradecimento pela palestra na Oficina Literária organizada pela professora Luisa Lobo
Centro Unificado Profissional (Cup)
Rio de Janeiro
outubro de 1981

-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Cartão
Votos de sucesso no lançamento do livro A teus pés
Isis Doblas
Rio de Janeiro
1983

Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Tu queres gato...;Literatura;Melle;-;A lírica amorosa;Poesia;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Fertilizações culturais;-;Nove bocas da nova musa;Como um álbum de velhos retratos;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Brasileiros bem representados;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Comunicado
Comentário sobre a composição da nova diretoria para o biênio 82/ 84
Associação Brasileira de Tradutores (Abrates)
Local não identificado
1982

Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Carta
Notícias sobre a colocação e premiação no concurso Escritores de Amanhã, promovido por Diversões Juvenis
Editora Abril Didática
São Paulo
9 de julho de 1962

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Carta
Considerações a respeito de mudanças no contrato de publicação de A teus pés pela Editora Brasiliense
Editora Brasiliense
São Paulo
16 de junho de 1982

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Comunicado
Comunicado da não aprovação de texto de Ana Cristina Cesar para edição. Envio de originais da obra
Editora Codecri
Rio de Janeiro
24 de agosto de 1982

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Carta
Comentário sobre a organização de uma antologia de poesia brasileira contemporânea. Pedido de inclusão de poemas de Ana Cristina Cesar na antologia
Editorial Labor do Brasil
Rio de Janeiro
3 de outubro de 1975

-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Carta
Comentário sobre o adiamento da publicação do livro Antologia de poesia brasileira contemporânea. Solicitação de dados pessoais de Ana Cristina Cesar
Editorial Labor do Brasil
Rio de Janeiro
3 de outubro de 1975

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Carta
Referência à tradução de El tarot o la máquina de imaginar, de Alberto Couste
Editorial Labor do Brasil
Rio de Janeiro
27 de fevereiro de 1976

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Carta
Pedido de desculpas por demora na remessa de informações solicitadas. Notícia sobre contato com Décio Pignatari. Possibilidade de produção de um filme em conjunto sobre Oswald de Andrade. Comentário sobre a publicação do roteiro do filme no livro Semiótica e literatura, de Décio Pignatari. Envio de ficha técnica do filme Dez jingles para Oswald de Andrade.
Rolf de Luna Fonseca
Campinas
22 de outubro de 1978

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Carta
Envio de texto em prosa
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
6 de novembro de 1981

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Carta
Elogios a Ana Cristina Cesar
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
4 de janeiro de 1982

Romance com sabor de vício;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;1 (Menos um);Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;O que paira?;Versos do amor rasgado;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Carta
Considerações sobre o filme O anjo torto, de José Américo
Paulo Augusto Gomes
Belo Horizonte
31 de agosto de 1978

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Comunicado
Comunicado sobre cumprimento das decisões do Dissídio Coletivo dos Professores
Instituto Souza Leão
Rio de Janeiro
24 de abril de 1979

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Carta
Resposta ao questionário de Ana Cristina Cesar sobre filme-documentário
Carlos Augusto Calil
São Paulo
27 de setembro de 1978

[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;[PUC - 1975];Muito riso, muito siso;-;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Brilho e força, pouca concisão;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Carta
Votos de sucesso com o lançamento do livro A teus pés
Vários autores
Rio de Janeiro
1982

Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Poética sem dramática;Third Sunday of Easter;Poesia hoje;Em espanhol;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;Ana Cristina Cesar;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;-;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;O acervo de Ana C.;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Dedicatória
Votos de feliz aniversário
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
Século XX

Obra de Ana C. será encenada esta noite;Quero a profundidade da pele;Aventuras e serões;Universidade de Essex;Em torno de A teus pés;-;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;-;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Modelo exportação;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Carta
Pedido de autorização para utilização de texto
Carlos Augusto Calil
São Paulo
3 de outubro de 1978

Propomos um jogo...;Embaixador de cultura;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;O amor inventado;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Barco que navega num rio;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Seletas de Ana C.; autor:;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;Ana Cristina Cesar;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Telegrama
Cumprimentos pela publicação do livro A teus pés
Editora Brasiliense
São Paulo
23 de novembro de 1982

Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Sobre a integridade...;-;Os dez mais vendidos da semana;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];A teus pés;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Carta
Confirmação de cessão de bolsa de estudo da University of Essex para Ana Cristina Cesar
James E. Barnett
Colchester
1979

Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Cartão
Resposta a questionário de Ana Cristina Cesar sobre documentários
Márcio Souza
Manaus
7 de junho de 1978

Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Sobre a integridade...;-;Os dez mais vendidos da semana;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];A teus pés;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Carta
Pedido de autorização para uso de texto. Considerações a respeito do filme Guararapes
Márcio Souza
Manaus
30 de outubro de 1978

Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O anjo ainda registra;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;Entre a caneta e o pincel;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;Anarquia feliz;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Carta
Resposta à solicitação de Ana Cristina Cesar para retirada de filme. Envio de relação de filmes produzidos pela Escola de Comunicação e Artes. Informação sobre dados do filme Monteiro Lobato
Universidade de São Paulo
São Paulo
11 de outubro de 1978

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Carta
Comunicado da aprovação do título de Master of Arts in Literature with distiction de Ana Cristina Cesar pelo Conselho da Escola de Estudos Comparativos Board of the School of Comparative Studies
University of Essex
Colchester
1 de maio de 1981

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Carta
Manifestação de estima pela aprovação da tese de mestrado em tradução. Envio de poema de Anne Stevenson. Elogios à tradução de The report hite. Referência a Virginia Woolf e a Katherine Mansfield
University of Essex
Colchester
10 de agosto de 1981

Imagem padrão
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Carta
Envio de ficha técnica do filme Guilherme de Almeida
Capri Filmes do Brasil
São Paulo
5 de outubro de 1978

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carta
Envio de poema feito por Ana Cristina Cesar
Angela Carneiro
Rio de Janeiro
Século XX

R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;Novos marginalizados;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;Como se aproximar...;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;Sobre o confessional;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A volta da geração maldita;A mostra O Amor Inventado...;-;Le sexe ou la tête;Sobre quatro poetas suicidas;-;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Carta
Comentário negativo a respeito da compra de colégio no Humaitá por conhecido grupo econômico
Beatriz Cunha
Rio de Janeiro
23 de outubro de 1978

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Carta
Consideração a respeito do não comparecimento a evento sobre Ana Cristina Cesar. Envio de poema
Maria Luiza Cesar
Resende
Século XX

A teus pés;-;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;-;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;Janelas, retalhos e palimpsestos;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Bilhete
Demonstração de apreço ao público leitor da poesia de Ana Cristina Cesar
Waldo Cesar
Local não identificado
Século XX

A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;A poesia vista através do movimento;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Artes e ofícios da poesia;Poesia de passagem - Segunda edição;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Carta
Comunicado de concessão de certificado a bolsistas com conclusão satisfatória. Envio de dados biográficos do bolsista
Lillian J. Shapiro
Local não identificado
1978

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Bilhete
Comentário sobre publicação de carta
Flora Süssekind
Rio de Janeiro
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carta
Considerações a respeito do livro Do fundo das alturas, de Marcelo Garcia
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
11 de julho de 1981

Ana Cristina Cesar: versão inglês/versão português
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar: versão inglês/versão português
Betacam
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Evento Magnetoscópio
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Evento Magnetoscópio
VHS com o vídeo Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem, de João Moreira Salles; o documentário Ana C., de Cláudia Maradei (Taipiri Vídeo/Apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, 1988)
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-;-;O braço direito: dossiê (BD: Confissão - remexer o lixo...);-;-;-;No século do progresso...;-;A decidida missão de um arquiteto;-;Afinal, quem é o idiota da história?;Pedra para digerir;-;A ficção como alegoria;-;Bananas e mísseis;Brasília e Manchete cresceram juntas;-;-;-;-;Opugnação/Pertencimento/Frenologia ...;-;-;-;Breno Acioly: perseguição, elevador, faca...;-;-;-;Amuletos, estatuetas e gravuras;Quid veritas;Casas velhinhas/Mãos sangrantes;Não sei se acordei...;-;-;Aos leitores;-;Soneto de domingo de carnaval;Confidência na tarde;-;-;Ainda temos salvação...;-;-;-;-;Assuntou uns urubus...;-;-;-;A porta do futuro;-;-;-;-;-;-;Ele [ou ela] me conhece...;-;-;Goela de lobo...;-;José Américo de Almeida era paraibano...;-;-;-;-;-;As pompas do mundo;-;-;-;-;Magrinha, magricela, clorótica...;-;-;Convite atual;-;-;44 poemas para Hélio Pellegrino;-;-;-;Tolle/Abracadabrante/Bioquice...;-;Folha 6: Gato e menino: sempre...;-;-;Uropígio/Capilé...;Mallarmé;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;De sol a sol;Deu bode no dicionário;Hora do exorcismo;Charme das ilhas/Que resta da remota legenda, da aventura?/É o paraíso em casa, para o americano...;Otávio de Faria: romancista panfletário;Um porteiro loquaz;[Sessão da ABL dedicada a Celso Cunha por ocasião de sua morte];Thomas Morus...;Numerologia: ímpares...;O braço direito: dossiê (Cadinho racial...);Poema de domingo;O repórter vai representar o jornal...;A cara do Brasil;A incurável frivolidade das pessoas sérias;A melhor reportagem com Otto Lara Resende depois da sua eleição;A Som livre lança no próximo dia 15;A vida é boa;Acadêmicos em votação rápida elegem Castello imortal;Alceu é sepultado no 55º aniversário da conversão;As causas ocultas do bocejo;Atlas mostra ocupação territorial do Brasil;Bierce, imperador do cinismo;A boca do inferno;Carta-poema;Novos poetas mineiros: O boi no quadrado, Serenata
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Mallarmé
Crônica
Paulo Mendes Campos Campos
Local não identificado
Século XX

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A teus pés
Boneca de livro
Ana Cristina Cesar
São Paulo
1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000055.pdf
Meu nome é...
Depoimento
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
6 de abril de 1983

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carta
Comentários elogiosos ao espetáculo Tudo que eu nunca te disse, baseado na obra de Ana Cristina Cesar
Luis Felipe Cesar
Rio de Janeiro
15 de junho de 1997

Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Sobre a integridade...;-;Os dez mais vendidos da semana;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];A teus pés;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Bilhete
Envio da bibliografia de Ana Cristina Cesar para inclusão de observações
Maria Luiza Cesar
Rio de Janeiro
6 de janeiro de 1991

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Carta
Envio de recorte de jornal. Comentário sobre tradução de poemas de Ana Cristina Cesar por Michel Riaudel e Pauline Alphen. Demonstração de apreço. Comentário sobre anotações de Ana Cristina Cesar no livro Bagagem, de autoria da destinatária.
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
21 de agosto de 1991

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Carta
Agradecimento pelo envio do livro Women's writings in Latin America que inclui poemas de Ana Cristina Cesar
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
23 de abril de 1992

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Bilhete
Elogio à matéria publicada no Jornal do Brasil sobre o livro Escritos no Rio, de Ana Cristina Cesar
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
outubro de 1993

Imagem padrão
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Carta
Considerações a respeito de erros em artigo de Elisabeth Orsini publicado em O Globo sobre o destino do acervo de Ana Cristina Cesar
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
8 de novembro de 1994

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Carta
Comentários elogiosos sobre o espetáculo Tudo que eu nunca te disse baseado na obra de Ana Cristina Cesar
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
16 de junho de 1997

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Carta
Considerações a respeito de matéria sobre Ana Cristina Cesar publicada no caderno Ideias. Envio de carta do professor Carlos Azevedo a respeito de homenagem a Ana Cristina Cesar em Hamburgo
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
20 de outubro de 1990

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Bilhete
Envio da prova final do livro A teus pés
Editora Ática
Local não identificado
5 de maio de 1998

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Comunicado
Comentário sobre inscrição do livro Escritos no Rio de Ana Cristina Cesar no prêmio Jabuti
Editora Brasiliense
São Paulo
21 de fevereiro de 1994

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Carta
Envio de texto para produção de peça de teatro
Silmara O. Fernandes
São Paulo
16 de fevereiro de 1995

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Carta
Considerações a respeito do artigo A marginal que roubava versos, de Elisabeth Orsini, publicado no Segundo Caderno do jornal O Globo, de 19 de abril de 1995
Carlos Alberto Azevedo
Hamburgo
11 de maio de 1995

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Carta
Agradecimento por entrevista concedida ao programa Front Page. Devolução de material sobre Ana Cristina Cesar
Fundação Roquette-Pinto
Rio de Janeiro
novembro de 1993

Poetas e poesia brasileira hoje;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;L'écriture du corps;No prelo;Poesia que queima a alma;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Terça;Sem título;Jose Lezama Lima...;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;[Minha casa sou eu];-;Menina;O nome de gato...;Pela porta da frente;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Bilhete
Comentário sobre coordenação e participação de seminário com apresentação de ensaio sobre Ana Cristina Cesar
Raimundo Nonato Gurgel
Rio de Janeiro
1 de setembro de 2001

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Bilhete
Pedido de devolução de autorização preenchida
Instituto Cultural Itaú
São Paulo
1993

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Carta
Envio de texto relacionado a Ana Cristina Cesar
Maria Helena Kühner
Local não identificado
6 de maio de 1995

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Carta
Envio de fotos de Ana Cristina Cesar
Cecília Leal de Oliveira
Rio de Janeiro
30 de setembro de 1999

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Telegrama
Expressão de sentimentos referentes à ausência de Ana Cristina Cesar
Lysaneas Maciel
Rio de Janeiro
10 de junho de 1990

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Carta
Agradecimento pelo material enviado para dissertação
Mara Lucia Masutti
Florianópolis
24 de maio de 1993

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carta
Críticas ao artigo A marginal roubava versos, de Elisabeth Orsini
Rita Moutinho
Rio de Janeiro
21 de abril de 1995

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Bilhete
Envio de poema de Ana Cristina Cesar
Maria Luiza Cesar
Local não identificado
16 de novembro de 1985

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Carta
Comentário elogioso ao seminário sobre a vida e a obra de Ana Cristina Cesar. Envio de fotos, camiseta e painel
Maria Luiza Cesar
Barbacena
18 de outubro de 1996

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Carta
Comentário a respeito de alterações de texto enviadas por Flora Süssekind. Envio de bibliografia referente ao livro. Pedido de material sobre Ana Cristina Cesar
Maria Luiza Cesar
Local não identificado
1980s

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Carta
Agradecimento pelo auxílio ao VI Salão Nacional de Poesia Psiu Poético. Comentário sobre o lançamento do livro A teus pés
Aroldo Pereira
Montes Claros
4 de novembro de 1992

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Carta
Considerações a respeito do trabalho. Referência a Vânia Lovaglio
Paola Rettore
Belo Horizonte
29 de agosto de 1991

Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Sobre a integridade...;-;Os dez mais vendidos da semana;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];A teus pés;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Bilhete
Envio de material
Michel Riaudel
Paris
outubro de 2003

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Carta
Agradecimento pela manifestação de apreço ao espetáculo encenado pela remetente
Marcia Rubin
Local não identificado
16 de junho de 1997

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Carta
Envio de artigo. Comentário sobre a data de defesa de tese. Interesse em publicar ensaios de Ana Cristina Cesar
Maria Lucia de Barros Camargo
Local não identificado
1990

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Carta
Envio de artigo de Ana Cristina Cesar publicado no jornal A Tribuna
Ana Lucia Geaquinto dos Santos
Vitória
10 de novembro de 1993

Imagem padrão
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Bilhete
Envio de artigo sobre Ana Cristina Cesar e de recibo de depósito
Ana Lucia Geaquinto dos Santos
Vitória
2 de dezembro de 1993

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Bilhete
Envio de revista com artigo sobre Ana Cristina Cesar
Ana Lucia Geaquinto dos Santos
Vitória
28 de dezembro de 1993

Fertilizações culturais;-;Nove bocas da nova musa;Como um álbum de velhos retratos;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Brasileiros bem representados;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Tu queres gato...;Literatura;Melle;-;A lírica amorosa;Poesia;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Convite
Convite para o lançamento do livro Antologia da nova poesia brasileira, com referência à homenagem a Ana Cristina Cesar
Olga Savary
Rio de Janeiro
novembro de 1992

Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Cartão
Enumeração de tópicos referentes à conclusão de ensaio sobre a poesia de Ana Cristina Cesar
Flora Süssekind
Local não identificado
Século XX

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Carta
Consideração a respeito de evento em homenagem a Ana Cristina Cesar. Referência a Christiana Lara Resende e Renata Sorrah como participantes do evento. Comentário sobre devolução de exemplar Folhetim. Envio de roteiro de peça
Flavio de Campos
Rio de Janeiro
9 de julho de 1993

Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;-;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Carta
Retificação de nota publicada na IstoÉ de 09 out. 1985
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1985

Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Uma das coisas...;Epílogo;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Radicais da liberdade;-;Perfis do Rio;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Bliss;-;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Bilhete de metrô
Comprovante do pagamento de passagem do metrô controlado pela London Transport
Não identificado
Londres
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Capa de livro
Capa do livro Luvas de pelica, de Ana Cristina Cesar
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Novas seletas: Ana Cristina Cesar
Capa de livro
Laura Sandroni
Rio de Janeiro
2004

Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Cartão
Cartão com desenho de criança beijando uma mulher com a inscrição Baby Kisses
Felix Lewis
Estados Unidos
Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Cartão-postal
Local não identificado
1980

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Marcador de leitura
Booker McConnell Prize
Londres
1981

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Classic Bookshops
Calgary
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Vênus
Obra composta por 10 paineis metálicos com pintura eletrostática, aprox. 864 imagens em impressões variadas e ímãs magnéticos.
Val Souza
2022

Jiboia
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Jiboia
João Castilho
2014

Cascavel
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Cascavel
João Castilho
2014

Arara Azul
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Arara Azul
João Castilho
2014

Arara
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Arara
João Castilho
2014

Tatu
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Tatu
João Castilho
2014

Tamanduá
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Tamanduá
João Castilho
2014

Emu
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Emu
João Castilho
2014

Onça Parda
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Onça Parda
João Castilho
2014

Macaco Barrigudo
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Macaco Barrigudo
João Castilho
2014

Jabuti
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Jabuti
João Castilho
2014

Furão
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Furão
João Castilho
2014

Teiú
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Teiú
João Castilho
2014

Gavião
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Gavião
João Castilho
2014

Coruja
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Coruja
João Castilho
2014

Jacaré do Papo Amarelo
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Jacaré do Papo Amarelo
João Castilho
2014

Raposa
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Raposa
João Castilho
2014

Microfilme
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Microfilme
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Microfilme
Letícia Ramos
RS
2013

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0101
Sem título #1
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0102
Sem título #2
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

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0000_004HM0103
Sem título #3
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

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0000_004HM0104
Sem título #4
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0105
Sem título #5
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0106
Sem título #6
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0107
Sem título #7
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0108
Sem título #8
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0109
Sem título #9
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0110
Sem título #10
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0111
Sem título #11
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_004HM0112
Sem título #12
Parte da série Desvio, 2002-2014. Fotografia em pigmento mineral sobre papel de algodão impressa em 2023.
Helena Martins-Costa
2002 - 2014

Veríssimo da Prata
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Veríssimo da Prata
Barbara Wagner
PE
2016

El Loco
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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El Loco
Barbara Wagner
Brasil
2016

Léo da Lagoa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Léo da Lagoa
Barbara Wagner
PE
2016

Cego
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Cego
Barbara Wagner
Brasil
2016

Neguin do Charme
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Neguin do Charme
Barbara Wagner
Brasil
2016

Jessica
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Jessica
Barbara Wagner
Brasil
2016

Tamires
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Tamires
Barbara Wagner
Brasil
2016

Mical
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Mical
Barbara Wagner
Brasil
2016

Kelly e Kaio
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Kelly e Kaio
Barbara Wagner
Brasil
2016

Gleice
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Gleice
Barbara Wagner
Brasil
2016

Patrão é Patrão
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Patrão é Patrão
Barbara Wagner
Brasil
2016

Bele
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Bele
Barbara Wagner
Brasil
2016

Afala e Case
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Afala e Case
Barbara Wagner
Brasil
2016

Joãozinho
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Joãozinho
Barbara Wagner
Brasil
2016

Cassiano
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Cassiano
Barbara Wagner
Brasil
2016

2K (Kaike)
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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2K (Kaike)
Barbara Wagner
Brasil
2016

2K (Kaike)
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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2K (Kaike)
Barbara Wagner
Brasil
2016

Jessica
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Jessica
Barbara Wagner
Brasil
2016

WG
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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WG
Barbara Wagner
Brasil
2016

Bin Laden
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Bin Laden
Barbara Wagner
Brasil
2016

Theresa Senga, São Paulo
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Theresa Senga, São Paulo
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
São Paulo
2016

Bernadete Senga Joana #1, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Bernadete Senga Joana #1, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Bernadete Senga Joana #2, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Bernadete Senga Joana #2, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Eugenia Sanda Kimbondo, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Eugenia Sanda Kimbondo, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Casa em Mateté, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Casa em Mateté, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Mateté, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Mateté, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

O profeta Khonde Mpolo Dominique, Kinshasa
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O profeta Khonde Mpolo Dominique, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Frango com Pondu, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Frango com Pondu, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Escola, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Escola, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Liloba na Nzambe, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Liloba na Nzambe, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Televisão, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Televisão, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Mercado Central, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Mercado Central, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Peixe #1, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_006TR013.jpg
Peixe #1, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Peixe #3, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Peixe #3, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Ponte, Kasangulu
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ponte, Kasangulu
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Crime na Estrada, Kinshasa
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Crime na Estrada, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Peixe #2, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Peixe #2, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Sakaia, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Sakaia, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Rond Point Victoire, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Rond Point Victoire, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Nação Coragem, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Nação Coragem, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Rescaldo, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_006TR021.jpg
Rescaldo, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Paracetamol, Kinshasa,
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_006TR022.jpg
Paracetamol, Kinshasa,
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
s.d.

Terno de Casamento, São Paulo
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Terno de Casamento, São Paulo
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
São Paulo
2016

Libala Bosembo, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_006TR024.jpg
Libala Bosembo, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

O Pensador, Kinshasa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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O Pensador, Kinshasa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Kinshasa
2016

Dany Vasquez, São Paulo
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_006TR026.jpg
Dany Vasquez, São Paulo
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
São Paulo
2016

Granizal, Medellin
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_006TR027.jpg
Granizal, Medellin
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Medellin
2016

Espelho, Apartadó, 2016
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Espelho, Apartadó, 2016
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Colômbia
2016

Ruta Nacional 62, Mutatá
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ruta Nacional 62, Mutatá
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Ruta Nacional 62
2016

Posto, Apartadó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Posto, Apartadó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Apartadó
2016

Tiroteio, Apartadó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_006TR031.jpg
Tiroteio, Apartadó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Apartadó
2016

Ensalada de Frutas, Apartadó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ensalada de Frutas, Apartadó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Apartadó
2016

La Moneda, Apartadó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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La Moneda, Apartadó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Apartadó
2016

UTI, Chigorodó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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UTI, Chigorodó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Chigorodó
2016

Parque Bomberos, Apartadó(
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_006TR035.jpg
Parque Bomberos, Apartadó(
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Apartadó
2016

Alojamento, Carepa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Alojamento, Carepa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Carepa
2016

Treinamento, Carepa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Treinamento, Carepa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Carepa
2016

Exército Nacional, Carepa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Exército Nacional, Carepa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Carepa
2016

Fuzil IM Galil, Carepa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Fuzil IM Galil, Carepa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Carepa
2016

MGL, Carepa
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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MGL, Carepa
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Carepa
2016

Play del Mirador, Necoclí
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Play del Mirador, Necoclí
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Necoclí
2016

Primeira Comunhão, Apartadó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Primeira Comunhão, Apartadó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Apartadó
2016

Violência Doméstica, Apartadó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Violência Doméstica, Apartadó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Apartadó
2016

Lingerie Branca, Apartadó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lingerie Branca, Apartadó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Apartadó
2016

Casa, Apartadó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Casa, Apartadó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Apartadó
2016

Rio Sucio, Dabeiba
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Rio Sucio, Dabeiba
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Dabeiba
2016

Cañon de La Llorona, Dabeiba
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Cañon de La Llorona, Dabeiba
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Dabeiba
2016

Frame, Medellin
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Frame, Medellin
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Medellin
2016

Detalhe Vallenato, São Paulo
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Detalhe Vallenato, São Paulo
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Cafelândia
2016

Gota a Gota, Apartadó
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Gota a Gota, Apartadó
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
São Paulo
2016

Memento
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Memento
O projeto Memento, do coletivo Trëma – um dos contemplados pela Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2015 –, reconstitui as memórias de dois imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos, com fotografias feitas aqui e nos seus países de origem: Dany Vásquez, da Colômbia, e Theresa Senga, de Angola.
Trëma
Colômbia
2016

Brasil x Argentina (Amazônia e Patagônia)
Arquivo/Coleção: Dora Longo Bahia
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Brasil x Argentina (Amazônia e Patagônia)
Instalação audiovisual (4 projeções de vídeos digitais simultâneos com som) Resolução 1920 x 1080 / 24 FPS / Som 4.1 canais
Dora Longo Bahia
2017

Brasil x Argentina (Amazônia e Patagônia) #2
Arquivo/Coleção: Dora Longo Bahia
0000_007DL0002.jpg
Brasil x Argentina (Amazônia e Patagônia) #2
Fotografia impressa em pigmento mineral sobre papel de algodão em 2023 Moldura de madeira (perfil 5 x 5cm) e acrílico (policarbonato cristal 4mm)
Dora Longo Bahia
Argentina
2017

Brasil x Argentina (Amazônia e Patagônia) #1
Arquivo/Coleção: Dora Longo Bahia
0000_007DL0003.jpg
Brasil x Argentina (Amazônia e Patagônia) #1
Fotografia impressa em pigmento mineral sobre papel de algodão em 2023 Moldura de madeira (perfil 5 x 5cm) e acrílico (policarbonato cristal 4mm)
Dora Longo Bahia
2017

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB001.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB002.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB003.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB004.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB005.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB006.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB007.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB008.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB009.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB010.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB011.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB012.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB013.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB014.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB015.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB016.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB017.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB018.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB019.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB020.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB021.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB022.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB023.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB024.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB025.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

A infinita história
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_009SB026.jpg
A infinita história
Sofia Borges
2018

Abeokuta #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN001.jpg
Abeokuta #01
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #02
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #03
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #04
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #04
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #05
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #05
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #06
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #06
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #07
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #07
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #08
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #08
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #09
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #09
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #10
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN010.jpg
Abeokuta #10
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #11
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN011.jpg
Abeokuta #11
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #12
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #12
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #13
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #13
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #14
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #14
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #15
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #15
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #16
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #16
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #17
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #17
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #18
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #18
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #19
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #19
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #20
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #20
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #21
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #21
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #22
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #22
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #23
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #23
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #24
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #24
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Abeokuta #25
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Abeokuta #25
Tatewaki Nio
Abeokuta
2018

Ibadan #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ibadan #01
Tatewaki Nio
Ibadan
2018

Ibadan #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ibadan #02
Tatewaki Nio
Ibadan
2018

Ibadan #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ibadan #03
Tatewaki Nio
Ibadan
2018

Ibadan #04
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ibadan #04
Tatewaki Nio
Ibadan
2018

Ibadan #05
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ibadan #05
Tatewaki Nio
Ibadan
2018

Ibadan #06
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN031.jpg
Ibadan #06
Tatewaki Nio
Ibadan
2018

Ibadan #07
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN032.jpg
Ibadan #07
Tatewaki Nio
Ibadan
2018

Ile Ife #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN033.jpg
Ile Ife #01
Tatewaki Nio
Ile Ife
2017

Ile Ife #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN034.jpg
Ile Ife #02
Tatewaki Nio
Ile Ife
2017

Ile Ife #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN035.jpg
Ile Ife #03
Tatewaki Nio
Ile Ife
2017

Ile Ife #04
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN036.jpg
Ile Ife #04
Tatewaki Nio
Ile Ife
2017

Ile Ife #05
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN037.jpg
Ile Ife #05
Tatewaki Nio
Ile Ife
2017

Ile Ife #06
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN038.jpg
Ile Ife #06
Tatewaki Nio
Ile Ife
2017

Ilesa #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN039.jpg
Ilesa #01
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN040.jpg
Ilesa #02
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN041.jpg
Ilesa #03
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #04
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #04
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #05
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN043.jpg
Ilesa #05
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #06
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #06
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #07
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #07
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #08
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #08
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #09
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #09
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #10
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #10
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #11
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #11
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #12
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #12
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #13
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #13
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #14
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #14
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #15
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #15
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #16
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #16
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #17
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #17
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #18
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #18
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #19
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #19
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #20
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #20
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #21
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #21
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #22
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #22
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #23
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #23
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Ilesa #24
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ilesa #24
Tatewaki Nio
Ilesa
2017

Lagos #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #01
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Lagos #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #02
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Lagos #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #03
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Lagos #04
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #04
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Lagos #05
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #05
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Lagos #06
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #06
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Lagos #07
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #07
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Lagos #08
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #08
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Lagos #09
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #09
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Lagos #10
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lagos #10
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Ogbomoso #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ogbomoso #01
Tatewaki Nio
Ogbomoso
2018

Ogbomoso #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ogbomoso #02
Tatewaki Nio
Ogbomoso
2018

Ogbomoso #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ogbomoso #03
Tatewaki Nio
Ogbomoso
2018

Ogbomoso #04
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ogbomoso #04
Tatewaki Nio
Ogbomoso
2018

Ogbomoso #05
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Ogbomoso #05
Tatewaki Nio
Ogbomoso
2018

Osogbo #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Osogbo #01
Tatewaki Nio
Osogbo
2017

Osogbo #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Osogbo #02
Tatewaki Nio
Osogbo
2017

Osogbo #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Osogbo #03
Tatewaki Nio
Osogbo
2017

Porto Novo #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #01
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #02
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #03
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #04
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #04
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #05
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #05
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #06
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #06
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #07
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #07
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #08
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #08
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #09
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #09
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #10
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #10
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #11
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #11
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #12
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #12
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #13
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #13
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #14
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #14
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Porto Novo #15
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Porto Novo #15
Tatewaki Nio
Porto Novo
2017

Megacidades – São Paulo #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #01
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #02
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #03
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #04
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #04
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #05
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #05
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #06
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #06
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #07
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #07
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #08
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #08
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #09
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #09
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #10
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #10
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #11
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #11
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #12
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #12
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #13
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #13
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #14
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #14
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #15
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #15
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #16
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #16
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #17
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #17
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #18
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #18
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #19
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #19
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #20
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #20
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #21
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #21
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #22
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #22
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – São Paulo #23
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – São Paulo #23
Tatewaki Nio
São Paulo
2018

Megacidades – Lagos #01
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #01
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #02
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #02
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #03
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #03
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #04
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #04
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #05
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #05
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #06
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #06
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #07
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #07
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #08
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #08
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #09
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #09
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #10
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #10
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #11
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #11
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #12
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #12
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #13
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #13
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #14
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #14
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #15
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #15
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #16
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #16
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #17
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #17
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #18
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #18
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #19
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #19
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #20
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #20
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #21
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #21
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #22
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #22
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #23
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #23
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #24
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #24
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #25
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #25
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #26
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #26
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #27
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #27
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #28
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #28
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #29
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN147.jpg
Megacidades – Lagos #29
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #30
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #30
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #31
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #31
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #32
Archive/Collection: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN150.jpg
Megacidades – Lagos #32
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #33
Archive/Collection: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #33
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #34
Archive/Collection: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #34
Tatewaki Nio
Lagos
2017

Megacidades – Lagos #35
Archive/Collection: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN153.jpg
Megacidades – Lagos #35
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #36
Archive/Collection: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN154.jpg
Megacidades – Lagos #36
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #37
Archive/Collection: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #37
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #38
Archive/Collection: Bolsa ZUM/IMS
0000_010TN156.jpg
Megacidades – Lagos #38
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #39
Archive/Collection: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #39
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Megacidades – Lagos #40
Archive/Collection: Bolsa ZUM/IMS
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Megacidades – Lagos #40
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Bankole com a sua família em Ogbomoso
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Bankole com a sua família em Ogbomoso
Tatewaki Nio
Ogbomoso
2018

Lanre com sua família em Ibadan
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lanre com sua família em Ibadan
Tatewaki Nio
Ibadan
2018

Lanre com sua família em São Paulo
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Lanre com sua família em São Paulo
Tatewaki Nio
SP
2017

Najeem e Bankole em São Paulo
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Najeem e Bankole em São Paulo
Tatewaki Nio
SP
2017

Najeem com a sua família em Osogbo
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Najeem com a sua família em Osogbo
Tatewaki Nio
Osogbo
2017

Titi com sua família em Lagos
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Titi com sua família em Lagos
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Titi em São Paulo
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Titi em São Paulo
Tatewaki Nio
SP
2017

Uchen com sua família em Lagos
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Uchen com sua família em Lagos
Tatewaki Nio
Lagos
2018

Uchen em São Paulo
Arquivo/Coleção: Bolsa ZUM/IMS
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Uchen em São Paulo
Tatewaki Nio
SP
2017

Casulo/Palco
Arquivo/Coleção: Dias & Riedweg
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Casulo/Palco
Com o grupo A Voz dos Usuários Instalação audiovisual (projeção em sequência de dois vídeos digitais com som e instalação de conjunto de objetos sobre a obra) Formato dos vídeos: 1920 x 1080 (Full HD) / 25 FPS / Estéreo
Dias & Riedweg
2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
0000_014EN0001.jpg
Sem título #1
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
0000_014EN0002.jpg
Sem título #2
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
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Sem título #3
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
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Sem título #4
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
0000_014EN0005.jpg
Retrato falado
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
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Sem título #6
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
0000_014EN0007.jpg
Retrato falado
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
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Sem título #8
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
0000_014EN0009.jpg
Retrato falado
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
0000_014EN0010.jpg
Sem título #10
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
0000_014EN0011.jpg
Sem título #11
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Eustaquio Neves
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Sem título #12
Madeira, tecido, pigmento mineral e papel de algodão
Eustáquio Neves
2020

A anatomia da água: livro 1 da série Corpoflor
Arquivo/Coleção: Castiel Vitorino Brasileiro
0000_017_CV_01
A anatomia da água: livro 1 da série Corpoflor
Livro de artista com impressão em pigmento mineral, tinta para xilogravura, guache e carvão. Papéis variados e tecido. 54 páginas.
Castiel Vitorino Brasileiro
2022

Chão de estrelas
Arquivo/Coleção: Tiago Sant´ana
0000_018TS001
Chão de estrelas
Vídeo digital. Resolução 3840 x 2160 (4K) / 24 FPS / Estéreo
Tiago Sant´ana
2022

Sem título #1, da série Chão de estrelas
Arquivo/Coleção: Tiago Sant´ana
0000_018TS002
Sem título #1, da série Chão de estrelas
Tiago Sant´ana
2022

Nós somos pássaros que andam
Arquivo/Coleção: Glicéria Tupinambá
0000_019GT0001
Nós somos pássaros que andam
Instalação composta por 3 telas, vídeo e som Especificações: 1920 x 1080 (Full HD) / 30 FPS / Som estéreo 5.1 Créditos Direção: Mariana Lacerda e Patrícia Cornils Colaboração: Comunidade Tupinambá da Serra do Padeiro (Terra Indígena Tupinambá, Bahia, Brasil) Produção: Carol Ferreira e Magno Silva Souza Fotografia: Marcelo Lacerda Assistente de fotografia: Natalia Correia Som direto: Enrico Porro Edição: Olivia Brenga Desenho de som: O Grivo Correção de cor e finalização: Caetano Brenga Legendas: Fernanda Koch
Glicéria Tupinambá
2023

Que não me seja negado qualquer sintoma de humanidade, existência oblíqua
Arquivo/Coleção: Sistemas y identidades
0000_020IA02_001
Que não me seja negado qualquer sintoma de humanidade, existência oblíqua
Obra formada por 3 partes de dimensões e constituição idênticas, 29 x 21cm (cada). Duas apresentam fotografias, enquanto a parte do meio possui um texto.
Igi Ayedun
2023

Ordem numérica
Arquivo/Coleção: Igi Ayedun
0000_020IA03_001
Ordem numérica
Obra formada por 17 partes de tamanhos idênticos, distribuídas conforme orientações da artista.
Igi Ayedun
2023

Estudo I, Pálpebras cansadas, córneas de molho
Arquivo/Coleção: Igi Ayedun
0000_020IA04_001
Estudo I, Pálpebras cansadas, córneas de molho
Vídeo digital. Obra apresentada em monitor curvo de grande dimensão.
Igi Ayedun
2023

Avenida Brasil 24h
Arquivo/Coleção: Aleta Valente
0000_13AV001
Avenida Brasil 24h
Vídeo digital, resolução 1280 x 720 (HD) / 29 FPS / Estéreo
Aleta Valente
2022

-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000100.jpg
Marcador de leitura
Librería La Aurora
Buenos Aires
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000101.pdf
Marcador de leitura
Heffers Booksellers
Cambridge
Século XX

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Relação de fotos de Ana Cristina Cesar
Não identificado
Rio de Janeiro
26 de janeiro de 1998

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Armando Freitas Filho e Cristina...
Lista de nomes de pessoas e endereços
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Atestado
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
23 de julho de 1975

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Autorização
Instituto Cultural Itaú
São Paulo
22 de novembro de 1993

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Boletim escolar
Colégio de Aplicação da Faculdade Nacional de Filosofia
Rio de Janeiro
1968

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000108.jpg
Boletim escolar
Colégio de Aplicação da Faculdade Nacional de Filosofia
Rio de Janeiro
1969

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Boletim escolar
Colégio Estadual Amaro Cavalcanti
Rio de Janeiro
1967

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Cartão de Identificação do Contribuinte (CPF)
Secretaria da Receita Federal
Local não identificado
30 de abril de 1979

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Cartão de Inscrição de Profissional Autônomo
Sescretaria de Finanças
Rio de Janeiro
28 de novembro de 1975

Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Cartão
Golden Cross
Local não identificado
31 de dezembro de 1983

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carteira de identidade
Instituto Félix Pacheco
Rio de Janeiro
25 de março de 1971

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carteira de Professor
Coordenação de Órgãos Regionais
Rio de Janeiro
25 de maio de 1976

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carteira de trabalho
Ministério do Trabalho
Rio de Janeiro
2 de março de 1971

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carteira escolar
Colégio de Aplicação da Faculdade Nacional de Filosofia
Rio de Janeiro
19 de fevereiro de 1968

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carteira escolar
Associação de Pós-Graduação
Rio de Janeiro
Século XX

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carteira
Associação Brasileira de Tradutores (Abrates)
Rio de Janeiro
19 de janeiro de 1982

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carteira
Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
14 de setembro de 1978

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Colégio Bennett
Rio de Janeiro
6 de dezembro de 1956

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Colégio Bennett
Rio de Janeiro
5 de novembro de 1963

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Colégio de Aplicação da Faculdade Nacional de Filosofia
Rio de Janeiro
9 de dezembro de 1970

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Igreja Metodista do Brasil
Rio de Janeiro
21 de novembro de 1965

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Instituto de Cultura Anglo-Brasileira
Rio de Janeiro
22 de dezembro de 1966

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Aliança Francesa
Local não identificado
30 de novembro de 1968

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
25 de janeiro de 1974

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
9 de fevereiro de 1977

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Atestação de homenagem prestada a Ana Cristina Cesar no VI Salão Nacional de Poesia Psiu Poético
Prefeitura de Montes Claros
Montes Claros
5 de outubro de 1992

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Richmond County School for Girls
Londres
22 de junho de 1970

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
The Rotary Foundation of Rotary International
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
Maria Luisa B. Pedreira Toselli
Rio de Janeiro
28 de agosto de 1975

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
University of Cambridge
Rio de Janeiro
junho de 1972

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Certificado
University of Essex
Colchester
9 de julho de 1981

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Contracheque
Secretaria Estadual de Educação e Cultural
Rio de Janeiro
1959

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Contrato de edição
Editora Brasiliense
São Paulo
17 de agosto de 1982

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Contrato de edição
Editora Brasiliense
São Paulo
Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Contrato de experiência
Estado do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
11 de maio de 1976

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Contrato de tradução
Difusão Editorial (Difel)
São Paulo
10 de julho de 1981

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Currículo
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1982

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Declaração de opção
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
11 de maio de 1976

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Demonstrativo financeiro
Editora Brasiliense
São Paulo
31 de janeiro de 1983

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Designação
Colégio Estadual Amaro Cavalcanti
Rio de Janeiro
11 de maio de 1976

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Designação
Colégio Estadual Amaro Cavalcanti
Rio de Janeiro
1 de março de 1977

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Designação
Colégio Estadual Amaro Cavalcanti
Rio de Janeiro
1 de março de 1978

Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Diploma
Aliança Francesa
Rio de Janeiro
13 de novembro de 1975

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Diploma
Instituto de Cultura Anglo-Brasileira
Rio de Janeiro
26 de dezembro de 1968

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Diploma
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
21 de outubro de 1975

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Diploma
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
17 de setembro de 1979

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Formulário
The Roraty Club
Local não identificado
Século XX

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Histórico escolar
Colégio Bennett
Rio de Janeiro
1970

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Histórico escolar
Colégio de Aplicação da Faculdade Nacional de Filosofia
Rio de Janeiro
1970

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Histórico escolar
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
5 de agosto de 1975

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Histórico escolar
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
17 de setembro de 1979

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Mapa astral
Não identificado
Local não identificado
21 de janeiro de 1983

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Nota fiscal
Editora Brasiliense
São Paulo
24 de novembro de 1982

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Nota fiscal
Editora Brasiliense
São Paulo
4 de janeiro de 1983

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Notas escolares
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
1972

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Notas escolares
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Século XX

Imagem padrão
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Notificação
The Rotary Foundation of Rotary International
Evanston
8 de setembro de 1978

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Orientação Psicopedagógica
Não identificado
Rio de Janeiro
17 de julho de 1967

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Parecer
University of York
York
Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Pedido
Pedido de demissão
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
30 de julho de 1976

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Recibo
Editora Brasiliense
São Paulo
10 de março de 1983

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Relatório
Colégio Bennett
Rio de Janeiro
novembro de 1952

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Relatório
Colégio Bennett
Rio de Janeiro
novembro de 1955

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Relatório
Colégio Bennett
Rio de Janeiro
novembro de 1958

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Remetente
Fundação Calouste Gulbenkian
Local não identificado
Século XX

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Rescisão de contrato de trabalho
Instituto de Cultura Anglo-Brasileira
Rio de Janeiro
16 de maio de 1974

Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Beatriz Segall é Emily no palco;Três de poesia;[Não. Não li];Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Centro de Letras;-;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;A crítica e a nova musa;Beijo;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Teste psicológico
Relação de animais e coisas e de instintos e características relacionados a eles
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1979

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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1 (Menos um)
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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A Cara do Vira
Não identificado
Rio de Janeiro
setembro de 1993

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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A escrita performática de Ana Cristina Cesar
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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A teus pés
Cartaz
Lucia Coelho
Rio de Janeiro
3 de junho de 1996

O lado colorido
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O lado colorido
Artigo
Daniel Stycer
São Paulo
2 de agosto de 1995

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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A teus pés
Cartaz
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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A teus pés
Ingresso
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A teus pés
Folder
Não identificado
Belo Horizonte
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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A teus pés
Folder
Não identificado
Belo Horizonte
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A teus pés
Cartão
Não identificado
Rio de Janeiro
9 de dezembro de 1982

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas
O evento foi realizado de 16 de agosto a 15 de setembro de 1988
Não identificado
Rio de Janeiro
16 de agosto de 1988

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas
O evento foi realizado de 16 a 19 de agosto de 1988
Não identificado
Rio de Janeiro
16 de agosto de 1988

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar
O evento foi realizado de 8 a 10 de junho de 1990
Não identificado
Rio de Janeiro
8 de junho de 1990

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Ana Cristina
Não identificado
Rio de Janeiro
12 de outubro de 1989

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Andres Nagel
O evento foi realizado de junho a julho de 1980
Não identificado
Barcelona
junho de 1980

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Armadilha para Lamartine
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Arte pau-brasil
Não identificado
São Paulo
Século XX

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Artes e ofícios da poesia
O evento foi realizado de 15 a 19 de maio de 1990
Não identificado
São Paulo
15 de maio de 1990

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Artes e ofícios da poesia
Não identificado
São Paulo
maio de 1990

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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As kamikazes
Não identificado
Curitiba
Século XX

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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As kamikazes
Não identificado
Curitiba
Século XX

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Beijo
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Beijo
Não identificado
Rio de Janeiro
novembro de 1977

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Bia Wouk: Veintedibujos
Não identificado
México
novembro de 1984

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI
O evento foi realizado de 15 a 25 de maio de 2003
Não identificado
Rio de Janeiro
15 de maio de 2003

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Bliss & blue
Não identificado
Rio de Janeiro
26 de novembro de 1998

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Blu-Blu
Não identificado
Rio de Janeiro
25 de agosto de 1975

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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1983
Calendário do ano de 1983 com textos em homenagem a personalidades femininas.
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Rio de Janeiro
dezembro de 1982

Região serrana, Rio de Janeiro, janeiro de 2011
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Região serrana, Rio de Janeiro, janeiro de 2011
Edu Marin
RJ
2011

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Região serrana, Rio de Janeiro, janeiro de 2011
Edu Marin
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Região serrana, Rio de Janeiro, janeiro de 2011
Edu Marin
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2011

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Região serrana, Rio de Janeiro, janeiro de 2011
Edu Marin
RJ
2011

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Arquivo/Coleção: Região Serrana, Rio de Janeiro
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Região serrana, Rio de Janeiro, janeiro de 2011
Edu Marin
RJ
2011

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Edu Marin
RJ
2011

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Centro de Informática e Cultura Itaú
Não identificado
São Paulo
maio de 1992

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Correr em vez de caminhar
O evento foi realizado de 22 a 25 de outubro de 1998
Não identificado
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1998

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Correr em vez de caminhar
O evento foi realizado de 22 a 25 de outubro de 1998
Não identificado
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1998

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Dez anos sem Ana Cristina
O evento foi realizado de 25 de outubro a 2 de novembro de 1993
Não identificado
Rio de Janeiro
25 de outubro de 1993

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma
Não identificado
Rio de Janeiro
12 de julho de 1982

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983)
O evento foi realizado de novembro a dezembro de 2003
Não identificado
Rio de Janeiro
novembro de 2003

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983)
Não identificado
Rio de Janeiro
29 de outubro de 2003

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Epílogo
O evento foi realizado de 24 a 25 de maio de 1991
Não identificado
Belo Horizonte
24 de maio de 1991

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Epílogo
O evento foi realizado de 20 a 23 de junho de 1991
Não identificado
Rio de Janeiro
20 de junho de 1991

Imagem padrão
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Evento Ana Cristina Cesar
O evento foi realizado de 23 a 26 de agosto de 1994
Não identificado
São Paulo
23 de agosto de 1994

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Feira do Poeta
Não identificado
Curitiba
Século XX

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Festes de la mercè
Não identificado
Barcelona
1980

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Foro de las Americas Berlin E.V
O evento foi realizado de 1992 a 1993
Não identificado
Berlim
1992

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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From Ana
O evento foi realizado de 26 a 29 de outubro de 1993
Não identificado
Rio de Janeiro
26 de outubro de 1993

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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From Ana
O evento foi realizado de 26 a 29 de outubro de 1993
Não identificado
Rio de Janeiro
26 de outubro de 1993

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Guantes de gamuza y otros poemas
Não identificado
Buenos Aires
18 de setembro de 1992

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Hadrian VII
Não identificado
Londres
1970

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Homenagem a Ana C.
Não identificado
Rio de Janeiro
20 de outubro de 1999

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Hommage à Ana Cristina Cesar
Não identificado
Local não identificado
6 de novembro de 1993

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Hysterie
O evento foi realizado de 27 de julho a 20 de agosto de 1982
Não identificado
Brasil
27 de julho de 1982

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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ICA Cinema
Não identificado
Londres
julho de 1980

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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ICA Cinema
Evento realizado entre 31 de julho e 31 de agosto de 1980
Não identificado
Londres
31 de julho de 1980

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Image Reality and Super Reality
Não identificado
Londres
1972

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Images of ourselves
Não identificado
Londres
Século XX

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan
O evento foi realizado de novembro a dezembro de 2000
Não identificado
Rio de Janeiro
novembro de 2000

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Intimate diary
Não identificado
Londres
17 de junho de 1997

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar
Não identificado
Berlim
26 de outubro de 1998

A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Eça, autor de Madame Bovary;-;Inventário de perdas;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Ana Cristina Cesar;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Propomos um jogo...;Embaixador de cultura;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;O amor inventado;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Romanische Buchhandlung;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
Archive/Collection: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Joseph Beuys
Não identificado
Nova Iorque
1980

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Las meninas
Não identificado
Barcelona
Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;O Eu profundo e os outros Eus;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Leitura de poesia moderna traduzida
O evento foi realizado de 18 de agosto a 24 de novembro de 1983
Não identificado
Rio de Janeiro
18 de agosto de 1983

Cabeça;Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Lilith informa
O evento foi realizado de janeiro a fevereiro de 1992
Não identificado
São Paulo
janeiro de 1992

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;-;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Livraria Xanam
Não identificado
Rio de Janeiro
15 de maio de 1981

Duas vezes Brasil;Love’s labour’s lost;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Love’s labour’s lost
Não identificado
Londres
1970

Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Um homem uma mulher no Centro de Letras;-;Bliss;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Uma das coisas...;Epílogo;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Radicais da liberdade;-;Perfis do Rio;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Luso-Brazilian Books
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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Mais pesado que o ar: Santos Dumont
O evento foi realizado de 1 a 23 de novembro de 1996
Não identificado
São Paulo
1 de novembro de 1996

A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;Idade Média: feudalismo...;-;Exílios;Tempo de tudo editar;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;Feira do Poeta;Querido Bennett...;Perfil de uma geração;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Adormecendo, um riso contraditório...;Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;[À mão livre];Quem tem medo de teoria?;-;Palavras cruzadas diretas;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Manuscritos da Literatura Brasileira
O evento foi realizado de 9 a 11 de outubro de 1990
Não identificado
Rio de Janeiro
9 de outubro de 1990

Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Fertilizações culturais;-;Nove bocas da nova musa;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Brasileiros bem representados;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;-;A lírica amorosa;Poesia;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Melle
O evento foi realizado de 25 de março a 30 de abril de 1972
Não identificado
Amsterdã
25 de março de 1972

A mostra O Amor Inventado...;-;-;Le sexe ou la tête;Sobre quatro poetas suicidas;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;Novos marginalizados;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;Sobre o confessional;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A volta da geração maldita;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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MIS em cena
O evento foi realizado de dezembro de 1983 a janeiro de 1984
Não identificado
Rio de Janeiro
dezembro de 1983

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Mistérios de Ana C.
Não identificado
Rio de Janeiro
25 de outubro de 2003

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Mostra Ana Cristina Cesar
O evento foi realizado de 20 a 29 de outubro de 1993
Não identificado
Rio de Janeiro
20 de outubro de 1993

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Much ado about nothing
Não identificado
Londres
1 de janeiro de 1970

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Muito: dentro da estrela azulada
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Mulher em prosa e verso
Não identificado
Rio de Janeiro
8 de março de 2004

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Mulheres fazendo história
Não identificado
São Paulo
2003

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Mulheres fazendo história
Não identificado
São Paulo
março de 2003

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Noa Noa
Comunicação sobre lançamento dos livros Cenas de abril e Correspondência completa, de Ana Cristina Cesar, de recital do grupo Nuvem Cigana e de exposição
Não identificado
Rio de Janeiro
4 de setembro de 1979

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Noite Brasil
Não identificado
Rio de Janeiro
23 de outubro de 1993

Ana C.;Homenagem a Ana;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;[PUC - 1973];Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Começa a guerrilha cultural;Casa das novidades;Morte da morte;-;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Núcleo Pindaíba
Não identificado
São Paulo
Século XX

Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;Primeira chuva, triste...;Sete anos sem Ana;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Les collectionneuses;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Stephane Mallarme: 150 anos;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Um olhar sobre Ana C.;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;-;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Núcleo Pindaíba
Não identificado
São Paulo
Século XX

Ana Cristina;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;Inéditos e dispersos;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;-;[PUC - 1975];Muito riso, muito siso;-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Núcleo Pindaíba
Não identificado
São Paulo
Século XX

Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;O acervo de Ana C.;Projeção;O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;Poesia hoje;Em espanhol;Guimarães Rosa;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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O amor inventado
O evento foi realizado de 22 de maio a 2 de junho de 1991
Não identificado
Belo Horizonte
22 de maio de 1991

Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;Universidade de Essex;-;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Modelo exportação;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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O amor inventado
O evento foi realizado de 22 de maio a 2 de junho de 1991
Não identificado
Belo Horizonte
22 de maio de 1991

Ana Cristina Cesar;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Propomos um jogo...;Embaixador de cultura;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;O amor inventado;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Romanische Buchhandlung;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Eça, autor de Madame Bovary;-;Inventário de perdas;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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O amor inventado
O evento foi realizado de 22 de maio a 2 de junho de 1991
Não identificado
Belo Horizonte
22 de maio de 1991

Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Segunda;-;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;[Malditos marginais hereges];A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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O amor inventado
O evento foi realizado de 22 de maio a 2 de junho de 1991
Não identificado
Belo Horizonte
22 de maio de 1991

Comunicamos seu falecimento...;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Ontem a melancolia...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Poesia;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;-;O Eu profundo e os outros Eus;Contos como terapêutica;Volta à manchete;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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O Eu profundo e os outros Eus
Não identificado
Volta Redonda
agosto de 1990

Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Segunda;-;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;[Malditos marginais hereges];A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?
O evento foi realizado de 1 a 3 de setembro de 1993
Não identificado
Local não identificado
1 de setembro de 1993

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar
Não identificado
Local não identificado
19 de novembro de 1992

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80
Não identificado
Londres
Século XX

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Perfis do Rio
Não identificado
Rio de Janeiro
27 de agosto de 1996

Imagem padrão
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Perhappiness Clipoemas 2001
O evento foi realizado de 5 a 10 de novembro de 2001
Não identificado
Curitiba
5 de novembro de 2001

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…
Não identificado
Rio de Janeiro
28 de junho de 1980

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…
Não identificado
Lausanne
Século XX

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Relatório de Atividades 1996
Não identificado
Rio de Janeiro
1996

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Rosencrantz and Guildenstern are dead
Não identificado
Londres
Século XX

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Rubens Gerchman: o voyeur amoroso
O evento foi realizado de 24 de novembro a 11 de dezembro de 1981
Não identificado
Rio de Janeiro
24 de novembro de 1981

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Santa poesia no Casarão Hermê
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Sem censura
Não identificado
Rio de Janeiro
29 de outubro de 1985

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Seminário: As margens da tradução
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Seminário
Não identificado
Barbacena
16 de outubro de 1996

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Simulacro de uma solidão
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Sisterwrite Catalogue 1979-80
O evento foi realizado de 1979 a 1980
Não identificado
Londres
1979

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Sonho duma noite de verão
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Stephane Mallarme: 150 anos
O evento foi realizado de março a abril de 1992
Não identificado
Rio de Janeiro
março de 1992

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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The ‘beaux’ stratagem
Não identificado
Londres
1970

Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;O acervo de Ana C.;Projeção;O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;Poesia hoje;Em espanhol;Guimarães Rosa;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Archive/Collection: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Third Sunday of Easter
Não identificado
Nova Iorque
13 de abril de 1997

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.
O evento foi realizado de 12 a 15 de setembro de 2000
Não identificado
Rio de Janeiro
12 de setembro de 2000

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Tudo que eu nunca te disse
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Tudo que eu nunca te disse
O evento foi realizado de 6 de novembro a 14 de dezembro de 1997
Não identificado
Rio de Janeiro
6 de novembro de 1997

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Tudo que eu nunca te disse
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Tudo que eu nunca te disse
Ingressos
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Um homem uma mulher no Centro de Letras
Não identificado
Rio de Janeiro
novembro de 2001

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Um homem uma mulher no Centro de Letras
Não identificado
Rio de Janeiro
novembro de 2001

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Um homem uma mulher no Centro de Letras
Não identificado
Rio de Janeiro
novembro de 2001

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Uma noite para Ana Cristina Cesar
Não identificado
Bremen
13 de dezembro de 2002

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Universo poético de Ana Cristina Cesar
O evento foi realizado de 2 a 14 de junho de 1971
Não identificado
Belém
2 de junho de 1991

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita
O evento foi realizado de 22 a 25 de maio de 2001
Não identificado
Rio de Janeiro
22 de maio de 2001

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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World Wide Video Festival, 9º
O evento foi realizado de 27 de setembro a 3 de outubro de 1990
Não identificado
Holanda
27 de setembro de 1990

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Instituto Souza Leão - 1976
Dossiê.
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1976

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Instituto Souza Leão - 1977
Dossiê.
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1977

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Instituto Souza Leão - 1978
Dossiê com textos em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1978

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Instituto Souza Leão - 1979
Dossiê
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1979

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[ONG Cenpla]
Dossiê com textos em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
MA
4 de fevereiro de 1972

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[PUC - 1971]
Dossiê
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1971

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[PUC - 1972]
Dossiê
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1972

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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[PUC - 1973]
Dossiê
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1973

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[PUC - 1974]
Dossiê
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1 June - 14 October 1974

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[PUC - 1975]
Dossiê
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1 May - 2 August 1975

Santa Cruz do Capibaribe / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Santa Cruz do Capibaribe / PE
Tuca Vieira
Santa Cruz do Capibaribe
2013

Santa Cruz do Capibaribe / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Santa Cruz do Capibaribe / PE
Tuca Vieira
Santa Cruz do Capibaribe
2013

Centro de Parauapebas / PA
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Centro de Parauapebas / PA
Tuca Vieira
PA
2013

Marabá / PA
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Marabá / PA
Tuca Vieira
PA
2013

Obra da transposição do rio São Francisco, eixo norte, Cabrobó / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Obra da transposição do rio São Francisco, eixo norte, Cabrobó / PE
Tuca Vieira
Cabrobó
2013

Conjunto do programa Minha Casa Minha Vida, Marabá / PA
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Conjunto do programa Minha Casa Minha Vida, Marabá / PA
Tuca Vieira
Marabá
2013

Conjunto do programa Minha Casa Minha Vida, Santa Cruz do Capibaribe / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Conjunto do programa Minha Casa Minha Vida, Santa Cruz do Capibaribe / PE
Tuca Vieira
PE
2013

Serra Pelada, Curionópolis / PA
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Serra Pelada, Curionópolis / PA
Tuca Vieira
Curionópolis
2013

Mina de Ferro dos Carajás, Parauapebas / PA
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Mina de Ferro dos Carajás, Parauapebas / PA
Tuca Vieira
PA
2013

Obra da transposição do rio São Francisco, eixo norte, Cabrobó / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Obra da transposição do rio São Francisco, eixo norte, Cabrobó / PE
Tuca Vieira
PE
2013

Terminal de containers, Porto de Suape / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Terminal de containers, Porto de Suape / PE
Tuca Vieira
Cabo de Santo Agostinho
2013

Novos loteamentos e conjunto do programa Minha Casa Minha Vida, Salgueiro / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Novos loteamentos e conjunto do programa Minha Casa Minha Vida, Salgueiro / PE
Tuca Vieira
PE
2013

Moda Center, Santa Cruz do Capibaribe / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Moda Center, Santa Cruz do Capibaribe / PE
Tuca Vieira
PE
2013

Marabá / PA
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Marabá / PA
Tuca Vieira
Marabá
2013

Complexo Industrial do Porto de Suape / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Complexo Industrial do Porto de Suape / PE
Tuca Vieira
PE
2013

Moda Center, Santa Cruz do Capibaribe / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Moda Center, Santa Cruz do Capibaribe / PE
Tuca Vieira
Santa Cruz do Capibaribe
2013

Mina de Ferro dos Carajás, Parauapebas / PA
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Mina de Ferro dos Carajás, Parauapebas / PA
Tuca Vieira
PA
2013

Centro de Salgueiro / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Centro de Salgueiro / PE
Tuca Vieira
PE
2013

Juazeiro do Norte / CE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Juazeiro do Norte / CE
Tuca Vieira
CE
2013

Terminal rodoviário, Salgueiro / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Terminal rodoviário, Salgueiro / PE
Tuca Vieira
PE
2013

Juazeiro do Norte / CE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Juazeiro do Norte / CE
Tuca Vieira
CE
2013

Loteamento em Marabá / PA
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Loteamento em Marabá / PA
Tuca Vieira
PA
2013

Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana de Recife / PE
Arquivo/Coleção: Brasil: o espetáculo do crescimento
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Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana de Recife / PE
Tuca Vieira
PE
2013

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[PUC - 19--]
Dossiê
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Universidade de Essex
Dossiê
Ana Cristina Cesar
Essex
1979 - 1981

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000302.pdf
Emily Dickinson: the sailor...
Caderno com anotações de vocabulário para tradução
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Encomenda
Poema e desenho
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000304.pdf
Enigma de uma ilusão de ótica
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Era noite, Vera...
Conto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
24 de setembro de 1965

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Era noite e...
Conto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000308.pdf
Era uma vez...
Conto e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Esquece essa história do corpo...
Poemas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Esquecimento
Conto
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
Século XX

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Estão caindo sobre...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
5 de outubro de 1972

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Eu costumava surrá-lo...
Conto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Excesso de detalhes...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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000314.pdf
Falsa padronização: teoria...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Fama e fortuna
Dossiê com três versões do poema Fama e fortuna
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
7 de dezembro de 1982

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Five and a half
Ensaio
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
abril de 1980

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Fogo tematiza a...
Análise do poema Fogo, de Carlos de Oliveira
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Gatos vieram...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Getúlio riu, riu...
Conto e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Gorda e preta...
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000323.pdf
Gosta de poesia?...
Poema e notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Greolândia
Texto em prosa sobre a Greolândia, país imaginário
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Guimarães Rosa
Análise dos livros Mito e provérbio em Guimarães Rosa, de Luis Costa Lima. Rascunho de análise de um aforismo de Guimarães Rosa, de Eduardo Viveiros de Castro
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Há uma irrealidade...
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
11 de maio de 1968

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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História do vitral
Conto e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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History of europe 1870 - 1950
Resumo do livro A history of Europe 1870 - 1950, de M. L. R. Isaac, e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Hop-Frog...
Ensaio sobre o personagem bobo da corte em Edgar Allan Poe e Alexandre Herculano
Ana Cristina Cesar
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Século XX

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I am going to pass around...
Caderno com textos em prosa e com os poemas I am going to pass around in a minute..., Para que você faz das cartas telegrama..., O que vejo daqui, Back again,Subi descalça..., Reaproveitar o casaquinho de banlon..., Pegaso aquatting..., Correr em vez de caminhar..., All that jazz tem uma coisa errada..., The madwoman in the Attic, Há alguém que eu suporto..., Te conto em caráter reservado..., Para uma girafa, E disso tudo.., Ela queria
Ana Cristina Cesar
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18 de agosto de 1980

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I have before...
Ensaio
Ana Cristina Cesar
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Século XX

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I know now...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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I liked all...
Texto em prosa sobre o conto The doll's house, de Katherine Mansfield, e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

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Ianesca tenta aventurar-se no complicado e tortuoso mundo da música
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Idade Média: feudalismo...
Notas sobre o teatro de Gil Vicente
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Imponderável
Poema e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
Século XX

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Informe sobre a obra KGB? The secret work of soviet secret agents...
Resenha sobre o livro KGB? The secret work of soviet secret agents, de John Barron
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
28 de abril de 1975

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Informe sobre a obra "The benefactor"
Resenha sobre o livro The benefactor, de Susan Sontag
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
28 de abril de 1975

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Informe sobre a obra To the lighthouse...
Resenha sobre o livro To the lighthouse, de Virginia Woolf,
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Informe sobre o livro Desgracia indeseada...
Resenha sobre o livro Desgracia indeseada, de Peter Handke
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
18 de agosto de 1975

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Informe sobre o livro Go tell it on the mountain...
Resenha sobre o livro Go tell it on the mountain, de James Baldwin
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
18 de maio de 1975

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Informe sobre o livro Julian...
Resenha sobre o livro Julian, de Gore Vidal
Ana Cristina Cesar
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24 de junho de 1975

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Informe sobre o livro The big gold dream...
Resenha sobre o livro The big gold dream, de Chester Himes.
Ana Cristina Cesar
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7 de outubro de 1975

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Informe sobre o livro The waves...
Resenha sobre o livro The waves, Virginia Woolf
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Instante
Conto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;[PUC - 1975];Muito riso, muito siso;-;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Brilho e força, pouca concisão;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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João M. Show
Desenho
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Jornal Espadim
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
20 de outubro de 1962

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
27 de julho de 1962

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
13 de julho de 1962

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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2 de setembro de 1962

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Jornal da Juventude Infantil: A história do professor...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Jornal da Juventude Infantil: Este número é...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Jornal da Juventude Infantil: História em cores...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Imagem padrão
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Jornal da Juventude Infantil: Nesse número...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Jornal íntimo
Poema
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Jose Lezama Lima...
Lista de autores
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...
Desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

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Jururu não sei...
Poema
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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julho de 1961

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
julho de 1961

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
maio de 1962

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
outubro de 1961

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1962

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
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janeiro de 1962

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...
Textos em prosa, jogos e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
junho de 1961

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Kid gloves: fragments of a journal
Tradução para o inglês, por Cecilia Jervis, de trechos do livro Luvas de pelica, de Ana Cristina Cesar
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Lá fora
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Lamento meus passados...
Texto em prosa e desenhos
Flavio Lenz Cesar
Rio de Janeiro
25 de janeiro de 1962

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Lêdo Ivo: teoria x a vida...
Notas sobre Lêdo Ivo e Afonso de Melo Franco
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Literatura, documentário e política cultural
Ensaio
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Localizaste o tempo...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
2 de outubro de 1972

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000383.pdf
Luvas de pelica
Prova do livro Luvas de pelica
Ana Cristina Cesar
Inglaterra
novembro de 1980

Luvas de Pelica;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;Duas vezes Brasil;[Banda];Love’s labour’s lost;Onde estão os marginais de ontem?;-;Lembrança de Ana C.;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Escrita dedicada à sedução;-;[Can I start?];Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Luvas de Pelica
Boneca do livro Luvas de pelica
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Epílogo;Uma das coisas...;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Bliss;-;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Machado: certo sentimento...
Considerações sobre Machado de Assis e José de Alencar. Referência a Roberto Schwarz e Antonio Candido.
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Magrinha e cabisbaixa...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;Perfil de uma geração;Querido Bennett...;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;República da escrivaninha;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Introduction au vraisemblable;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;-;Exílios;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Maior conhecimento da...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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[Malditos marginais hereges]
Dossiê com seis versões do artigo; estudo e versões para artigo; análise da revista Malditos escritores, editada em 1977
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1977

R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;Novos marginalizados;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;Como se aproximar...;Fragmentos de um discurso pós-moderno;Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Foro de las Americas Berlin E.V;[Sapatinhos que não];-;Ana Cristina mostra um verso a mais;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;-;A mostra O Amor Inventado...;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Mãos tão brancas...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Place de l´Etoile...;[Olho vago perdido];Arte pau-brasil;Literatur;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Poesia cult;Mistérios de Ana C.;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;Conto de Natal;;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Marilda: o problema...
Notas sobre debate de teoria literária Desenho(s)
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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000391.pdf
Max Bense, poesia natural e poesia artificial
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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000392.pdf
Meios de transporte
Caderno com os poemas Trilha sonora ao fundo..., O que vejo daqui, KM acaba de morrer..., Retornando ao assunto do dentista..., O relógio ainda está num outro fuso, O tempo fecha..., Segunda história rápida sobre a felicidade..., Por que essa falta de concentração?, Amante à moda antiga, Canta blues com ela..., Pedalo de maneira insensata, Eu não sou assim..., Sexta-feira da paixão, Estes últimos 7 anos..., Esquece essa história do corpo..., Sete chaves, Inverno europeu, Noite carioca, Sabe quem está falando?, Ele é desse tipo que deixa ver de repente uma sombra..., (Estou escrevendo sobre observação), L. tem ar zombeteiro..., O Anjo que registra I, O Anjo que registra II, Instantâneos, Linhas cruzadas, Sobre a questão da modernidade, Revejo a vida em paralelas, Insisto no sumário que você abandonou..., Marfim, Eleven years later..., As filhas do coronel, Cartilha da cura, Mocidade independente, Bob: is this love is this love is this love what I’m feeling?, Por que recusamos ser proféticas?, Amarra essa história para mim..., Catálogo de Tania, Interdição do desejo, Minhas mentiras filosóficas, Corrupta com requintes me deixa teu amor, Corrupta com requintes deixo pra depois, Deixo pra depois a razzia no internato, Quem é da nossa laia não tem medo, Aí é que são elas..., Então eu disse com um sorriso..., Conversa de senhoras, Ninguém mais põe um batom..., Seu olho enxerga..., Não se sabe bem quem são os meus ciúmes, Sugerimos os créditos..., Tietagem que só eu conheço, Mas vê se não repara no meu blacking out, A história está completa..., L’empire des signes, Barco ou ilha?, Preciso voltar e olhar de novo aqueles dois quartos vazios, Até segunda ordem não me risque nada, Jururu não sei pedir..., Em público nos ignoramos, Sumário, Polly Kellog e o motorista Osmar..., Lá onde me cruzo com a modernidade, Ele estava ligeiramente surpreso, Exterior, Ligo a rádio MEC..., Canta blues com ela..., Postal, Flash, Depois da andança, Bobagem, O grande drama também me deu tesão, Por que recusamos ser proféticas?, Drink his blood like wine, Antena da praça, Veja, eles reaparecem, Sem você bem que sou lago..., Pode ver meu saldo?, Nem me preocupo..., Isto é, ela era uma mulher que me alcançava, Aqui conto a terceira história..., Objeto encontrado I, Atrás dos olhos das meninas sérias, Aviso que vou virando um avião..., Prefiro não saber, Com a mão no meu peito ela diz..., Estava quente e passava rápid, Objeto encontrado II, Encontro de assombrar na catedral, Landscape, Noite carioca II, Noite carioca II, Este livro, Duas antigas, Vacilo da vocação, Back again, Subi descalça, Minha boca também..., Quadra, Minha boca também..., Minha boca também, Minha boca também..., Te livrando..., En estratos menos hondos..., Ela quis..., A nado, Um lago que olha e molha, Um beijo, Reaparecia abruptamente..., Quando entre nós havia só..., É muito claro..., É muito claro..., O homem público nº1, Aventura na casa atarracada, Cabeceira, Pour mémoire, Que desliza, Certas vozes claras..., Índice onomástico, Aqui não tem mais assunto, Não, não me lembrarei, Agora percebo por que a grande obsessão com a carta
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Menina
Prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1968

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Menina
Prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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000395.pdf
Michel Foucault...
Caderno com notas sobre o capítulo 2 do livro A prosa do mundo, de Michel Foucault, sobre o artigo As ideias fora do lugar, de Roberto Schwarz, sobre o texto O tempo em Lusíadas, de Nilza Leal Silva, sobre o livro O capital, de Karl Marx, sobre o filme Irma la Douce, de Billy Wilder, sobre o texto Bricolem, de Edgar Allan Poe, sobre o ensaio Le dire et la dit au cinéma: vers le déclin d'um vraisemblable?, de Christian Metz; desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
setembro de 1973

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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My dear, chove a cântaros...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
agosto de 1979

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Na noite escura...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
agosto de 1958

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Nas colinas de Antonio Machado...
Análise do poema Nas colinas, de Antonio Machado
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Não é sociologia...
Notas sobre o livro La religion dans la conscience moderne, de Peter Berger
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

São Paulo - Nova Luz #1
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São Paulo - Nova Luz #1
Mauro Restiffe
Santa Ifigênia
2012

São Paulo - Nova Luz #3
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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São Paulo - Nova Luz #3
Mauro Restiffe
Campos Elíseos
2012

São Paulo - Nova Luz #5
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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São Paulo - Nova Luz #5
Mauro Restiffe
Campos Elíseos
2012

São Paulo - Nova Luz #6
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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São Paulo - Nova Luz #6
Mauro Restiffe
Campos Elíseos
2012

São Paulo - Nova Luz #8
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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São Paulo - Nova Luz #8
Mauro Restiffe
Campos Elíseos
2012

Casa Canoas
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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Casa Canoas
Caio Reisewitz
2013

Maranguara
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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Maranguara
Caio Reisewitz
2010

Ubitinga
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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Ubitinga
Caio Reisewitz
2009

Suiara
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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Suiara
Caio Reisewitz
2009

Natingui
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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Natingui
Caio Reisewitz
2012

Copacadema
Arquivo/Coleção: Paris Photo 2013
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Copacadema
Caio Reisewitz
2009

Imagem padrão
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000400.pdf
Nationalism and literature
Ensaio
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
janeiro de 1979

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Navarro, retomar trabalho...
Notas sobre o romance O bobo, de Alexandre Herculano, e sobre o conto Hop-frog, de Edgar Allan Poe
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Nem agora posso...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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No próximo verão...
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas
Ensaio
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
novembro de 1973

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Notícias de Espanha: peço notícias...
Notas sobre o poema Notícias de Espanha, de Carlos Drummond de Andrade
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Nunca estão por acaso...
Notas sobre texto na orelha do livro Bar Don Juan, de Antonio Callado
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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O desabafo
Prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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O enigma
Prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O gato desaparece...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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O gato era...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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O livro não...
Prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O melhor teatro Cara cruel
Desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000413.pdf
O mistério do lago azul
Conto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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000414.pdf
O Mundo: Brizola chega!
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
25 de setembro de 1961

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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A grande lua
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
5 de julho de 1968

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O Mundo: Denys foge!...
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
2 de agosto de 1961

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
24 de outubro de 1961

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
25 de outubro de 1961

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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O nome de gato...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
2 de outubro de 1972

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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O poeta e sua relação...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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O que é preciso para...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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O que é que você...
Desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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O que paira?
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
5 de julho de 1968

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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O Ronda
Prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
14 de agosto de 1966

Blu-Blu;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Sete anos sem Ana;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Stephane Mallarme: 150 anos;Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;-;Chá for two total;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Versos no ventilador;A Cara do Vira;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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[Ode a Cintia]
Dossiê com cinco versões do texto em prosa Ode a Cintia
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1967 - 1974

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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A Ilíada
Notas sobre A Ilíada, de Homero
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Olhei no espelho...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
22 de março de 1968

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Olho muito tempo...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Ontem a melancolia...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Oposição pai/mãe...
Análise do conto A terceira margem do rio, de João Guimarães Rosa, e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Os cabelos da mulher de vidro
Conto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Os gatos jamais...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Os que agonizam...
Tradução de poema de Emily Dickinson
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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País de Gales depois da primavera
Poema.
Ana Cristina Cesar
Rhoose
30 de agosto de 1969

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A literatura: perseguição do desejo...
Notas e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Patinho: suas músicas vivem ainda...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Pensamentos sublimes sobre o ato de traduzir
Ensaio
Ana Cristina Cesar
Inglaterra
fevereiro de 1980

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Place de l´Etoile...
Descrição de pontos turísticos de Paris
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Play it again, Sam
Versão da resenha sobre o filme Play it again, Sam, de Woody Allen
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Play it again, Sam - Woody Allen
Resenha original sobre o artigo Play it again, Sam, de Woody Allen
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Archive/Collection: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Poemas de Ana Cristina: poesia e inspiração minha
Caderno com os poemas Minha mestra, Férias, Que farei?, Indefinido, Amores, Jesus, Vazquez, Cristo e o processo revolucionário brasileiro, Canto de ninar, Esvoaça, Defini-lo? Impossível, O dia fatal ou a morte de Anabela, Poema, Eu, Romance, O trem, O suspensório fraco, 65..., Vai e vem de galáxias, Receita, Depois da Ninhaga, Manhã, Sem forças, Mais uma filosofia para o mundo, Quando a vitória sobre o estado de não força..., Mundo de cão, Mudança, Feita enquanto mamãe via..., Canção do desiludido no lugar das estátuas ao luar, Poema ao motorista da estrada, Sentir, Vai e vem das sensações, Vazio, Doçura, Noite de São João, Chove, Vida, Ilha, Fuga, Quero ver-te nas sombras que me circundam..., A me martelar, Sós, Desejo, Só, Algemas, Quando chegar, Quartetos, Busca, Poesia de 1º de outubro, Flor, Tempo incerto..., É reconfortante saber..., Preguiça que enguiça: penso ou existo?, Subterfúgio, Universal canção do amor, Clarice, Ciúmes, Onze horas, Funeral, Escala monocromática, Selfishness, São nos dias sonolentos..., Sábado: acordar dentro de um cedinho brusco, Invisão, Pulo sem pulo na calçada lisa..., Enquanto, Autorretrato, Universar, Protuberância, Não me chamem de poetisa que rima com latrina, Mancha, Trivox silentie, Sublimação, O sono as visões, Imponderável, Encomenda, Nó, O resto dos teus gestos...; desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
27 de novembro de 1962

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Poesias: Só leia se estiver com o coração puro e doce
Caderno com os poemas Abecedário inspirado, Se..., Estrela d’alva, O filho do rei Saul, A noite, Avante para a batalha, A mata sonora e fria, Rosa do caminho, Clarão do deserto, Ressurreição, A Páscoa, Passarinho no jardim, Cheguei ao mundo, Sem rumo, A planta, Noite escura, Passeando por um caminho, Uma canção a ti, Madrugada, A montanha, A abelhinha vitória, Noite rósea, Meu coração, Cidade morta, Sonhei que havia sonhado, Escravos, Nêgo veio das terra distante..., Trabaiá, trabaiá nego!, Poesia e inspiração minha, Doce noite de luar, Querida reitora D. Sarah, A inspiração mora bem no fundo do coração..., Flor, O barquinho, Poesia..., Falo de poesia, A 3ª noite, Ponto dos pontos, A mata, Brasil, Mistério, Flor, Bennett, Batida misteriosa, Noite, Poema roxo, Balada da madrugada, A vida, Navio, Papai, que é destroço?, Oh! Como é bom ser feliz!, Buscando amor, Ela se chamava solidão, Poema triste, Soneto do orgulho, Poesia da infância, Você, Sofrimento, Esperançaaaaa!, Para a Joaninha Quero-Quero, Crepúsculo, Hino dos móbis, Ela ou você, Canto da transformação, Um crepúsculo dourado, À ninfa do bosque, Volta ao passado, Sono do sonho, Súplica, Pedido ao amor, Saudade, Era um lindo gato azul...
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
fevereiro de 1961

[Exposição PUC-RJ];Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Instituto Souza Leão - 1979;Acontece na feira;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;-;Das coisas desprovidas de peso;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;-;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Policarpo
Notas sobre o livro Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

[Strange the garden];Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Beijo;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Posição anti-teórica...
Notas sobre posições teóricas na literatura
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

[PUC - 1971];Anna Kavan...;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Conselhos;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Silviano, um crítico que se expõe;ICA Cinema;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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A manhã era clara...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Poti: levantamento, apanhado...
Notas sobre o livro A tradução: dados para uma abordagem psicanalítica, de Potiguara Mendes da Silveira Junior
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Arte-manhas de um gasto gato;Inéditos e dispersos;[PUC - 1973];Cronograma - Português;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Homenagem a Ana;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Volta à superfície;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Pressupostos teóricos...
Roteiro de seminário
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Stephane Mallarme: 150 anos;Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;-;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Versos no ventilador;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;Primeira chuva, triste...;Sete anos sem Ana;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Primeira chuva, triste...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
10 de janeiro de 1970

Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;[PUC - 1975];Muito riso, muito siso;-;-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Ana Cristina;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Navarro, retomar trabalho...;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Professores
Desenhos e poema em homenagem a professores
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Projeção
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1968

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Prontos mas rejeitados
Folhas com os poemas Fotografando, Fotografando, Três cartas a Navarro, Navarro..., Indolentes já esquecem..., Rimas em OR, Sonho rápido de abril, Sonho rápido de abril, Haikai, Era noite e uma luva de angústia..., Jucélia me disse com rancor..., Gramas, Pequeno raciocínio fantástico ou o delírio teórico da baronesa, Por enquanto, Como introdução a uma matéria local, Lula querido..., Notas de aula, Mais notas d’aula, Conto de fadas, Recuperação da adolescência, 33ª poética, Uma carta que não vai seguir, Tertúlia, A qualquer momento chegarão os portadores da tragédia..., Navegação da palavra, Mímesis, Minuta de férias, Ato único, Recuperação da adolescência, Diagnóstico precoce, Indispiando, Solto a cabeça..., Tempos de alquimia, Oh! Minha Dinamene assim deixaste..., Lá onde o silêncio é relva..., Atrás..., Criação, Mecha branca, Não há como me separar da triste cena..., A palavra cão..., Pequena perplexidad­e, Escala decrescente, Paisagem de subúrbio, Ocupação, Preocupação, Desocupação, Vislumbro alucinada a morbidez deste barato..., Festinha no céu, Pequena fábula, Projeto para um romance de vulto, O poema e a água, O poema e a trégua, Le ballet de l’opera a Rio, Drummondiana, Mímeses, Manhã na sala de visitas, No cais outra vez, Fragmento dois, Fragmento três, Fragmento quatro, Fragmento cinco, Fragmento seis, Em outros termos..., Aprenda a fazer versos, Sinal do recreio, Bar Central, Da superfície, O pai pigarreia como um lobo..., Armisticiozinho, Páginas impublicáveis, Ameno amargo, Voltar a escrever enfrentar o fantasma do gênio outra vez..., Gozei o mau gosto das lojas banais..., Tudo poderia ter sido e nunca foi..., Lendo Ferlinghetti não penso..., Falta em Machado a menção a peidos, Discussão na mesa de jantar, Composição no cartão-postal, A flauta muda, Composição no cartão-postal, D’une bête, Vai agora encontrar com os meninos?, Mandriagem, Inacabados, 1ª parte, O fogo arde o corpo da vela, Julho 71..., A área de relutância, Anáguas da cereja, Palavras, As anáguas da cereja..., De repente não mais atinjo a cor do teu corpo..., Aizita era aquela..., Aizita eu sei era aquela, Então eu olhei meu próprio sangue..., A virgindade exalando..., Vexame, Recomeçar, Pequena perplexidade..., Escala decrescente, Paisagem de subúrbio, O charme discreto, Elegia misteriosa, Não olhe..., Psicografia, Também eu saio à revelia..., Os bolsos vazios pesados..., Quero fazer o movimento inverso..., Quero fazer o movimento, Não há como me separar da triste cena..., Litoral, Meu amor escapa outra vez..., Academia de balé, Aula de balé, Não se troque em frente do maestro..., Não posso dizer nada na tua ausência, Esquive-se com um acento de fatalidade..., Metalinguagem falida, Não posso não..., Ocupação, Preocupação, À minha amiga T., Faz noites que sonho com a crueldade material..., Afonia, Sem tir-te nem guar-te, Vera me acena no alto da escada..., Vera me seduz do alto das escadas..., Vera me seduz do alto da escada..., Vera me seduz no alto da escada..., Vera me acena do alto da escada..., Vera me seduz no alto da escada..., Vera me acena do alto da escada..., Navarro, descubro hoje que a literatura..., Os pedaços depressivos do corpo..., Devagar escreva..., Flores do mais, Hoje sinto falta de fazer conjecturas..., Todo dia, Quase perto da dor..., Lote, Mote, Na praça do povo..., Litoral, Meu amor escapa outra vez..., Litoral, Luta de classes, Temporada no inferno, Sem legendas, O desespero precisa ser discreto..., A estreia, Salto de estreia, Ofício esquisito..., Mandriagem, Meu verso desfila na alameda umbrais..., Meu verso vem descendo a alameda..., Poeminha soturno, Meus pelos se arrepiam, Estou consolada, Mas é claro que a nostalgia dos teus beijos, Épico, Recuperação da adolescência, Licenciosa a luz malsã..., Tuas carnais orelhas..., Tuas carnais orelhas..., Hoje sinto falta de fazer conjecturas..., Meus versos veem descendo a alameda..., Despertar, Solto a cabeça/entre os pombos..., Banquete, Encavalgam-se os versos aflitos animalescos dentes cerrados..., As palavras têm cabelos enroscados, Navegação da palavra..., Rascunhos, Na superfície..., Último adeus, Last farewed, A qualquer momento chegarão os portadores da tragédia..., Ana, Ana?, 30 de agosto; desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Propomos um jogo...
Estudo sobre a peça Mulher sem pecado, de Nelson Rodrigues
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Proposta do Luiz...
Caderno com notas sobre a análise literária tradicional; referência a Kant, Heisenberg e Kuhn; análise do ensaio O labirinto e a esfinge, de Luis Costa Lima; considerações sobre o poema A máquina do mundo, de Carlos Drummond de Andrade, e Realismo e idealismo, de Eça de Queiroz; desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
11 de março de 1977

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Prose rhythm and prose translation
Dossiê referente ao ensaio Prose rhythm and prose translation composto de duas versões
Ana Cristina Cesar
Inglaterra
1980

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima
Análise dos poemas Ode marítima e Ode (quase marítima), de Fernando Pessoa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A marca do piano
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Quem conta um conto
Resenha
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Quem foi que disse...
Notas e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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Querida colega Angela Maia Cruz...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
26 de junho de 1963

Perfil de uma geração;Querido Bennett...;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;República da escrivaninha;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Introduction au vraisemblable;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Querido Bennett...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
12 de outubro de 1962

Poesia qualquer coisa;Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Literatura;Melle;Tu queres gato...;A lírica amorosa;Poesia;-;Notes to your notes;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Estão caindo sobre...;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Querido Papai Noel...
Carta a Papai Noel e desenho
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
3 de dezembro de 1960

Fragmentos de um discurso pós-moderno;Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Foro de las Americas Berlin E.V;[Sapatinhos que não];-;Ana Cristina mostra um verso a mais;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;-;A mostra O Amor Inventado...;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;Novos marginalizados;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;Como se aproximar...;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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R-65: Aqui está, amigos, o primeiro
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
29 de abril de 1965

Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Poesia cult;Mistérios de Ana C.;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;Conto de Natal;;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Place de l´Etoile...;[Olho vago perdido];Arte pau-brasil;Literatur;-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
29 de abril de 1965

Janelas, retalhos e palimpsestos;-;A teus pés;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;A imaginação feminina no poder;-;Boletim informativo;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Uma ativa militante da cultura;-;Intelectual, mas pop;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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R-65: Aqui está o número 2...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
maio de 1965

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Poética da angústia;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;-;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Artes e ofícios da poesia;Poesia de passagem - Segunda edição;[Palavras já foram];Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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R-65: Aqui está o número 2...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
maio de 1965

Dias de desterro;Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Banero;A questão da arte;-;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Gatogravuras;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;-;R-65: Aqui está o número 2...;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;Ana Cristina Cesar In memoriam;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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R-65: Aqui está o número 2...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
maio de 1965

Poesia que queima a alma;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Terça;Sem título;Jose Lezama Lima...;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;[Minha casa sou eu];-;Menina;O nome de gato...;Pela porta da frente;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;Carta de Paris - França;As kamikazes;Poetas e poesia brasileira hoje;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;L'écriture du corps;No prelo;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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A mulher de negócios
Jogo
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1964

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Recuperação: os novos métodos...
Nota sobre a relação entre professor e aluno
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Reminiscências de um passeio...
Texto em prosa sobre passeio escolar ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos, em Teresópolis
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
19 de setembro de 1963

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Responda a essa...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Revista Nossos Amiguinhos
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
junho de 1961

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Robinson Crusoé nos céus brasileiros
Versão do conto Robinson Crusoé nos céus brasileiros
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Robinson Crusoé nos céus brasileiros
Conto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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São nos dias...
Notas sobre Roberto Schwarz e Michel Foucault
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
junho de 1968

Imagem padrão
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Schwarz: distância teoria...
Notas sobre Roberto Schwarz e Michel Foucault
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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A República, Livro VII (O mito da caverna)
Notas
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1971

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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A roupa nova do rei...
Notas sobre música
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Senhor A
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
março de 1967

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Sobre a integridade...
Notas sobre o poema Dissolução, de Carlos Drummond de Andrade
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Sra. Reitora do...
Discurso de formação do curso ginasial
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
24 de novembro de 1963

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Tema caro a...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Tenho medo da...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
23 de junho de 1968

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The space in-between...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Translating the short poem
Ensaio
Ana Cristina Cesar
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maio de 1980

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Tu queres gato...
Poema
Ana Cristina Cesar
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Século XX

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A televisão
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
16 de julho de 1963

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Tu queres sono...
Poema
Ana Cristina Cesar
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2 de outubro de 1972

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Tudo começou quando...
Desenho
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Tudo que eu...
Poema
Ana Cristina Cesar
Resende
Século XX

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Tudo que eu...
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Um animal de estimação
Trabalho escolar
Ana Cristina Cesar
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Século XX

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Um degrau acima
Texto em prosa
Clarice Lispector
Local não identificado
Século XX

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Um pedaço de lira rasgada...
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Um rito de passagem
Resenha sobre a perfomance Fragmentos: roteiros de uma solidão, de Vera Terra
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Uma data feliz
Peça teatral e desenho
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Uma viagem pelo interior do país
Conto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
20 de junho de 1967

Anhangaberrini
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Anhangaberrini
Caio Reisewitz
Brasil
2014

Tucuçuy
Arquivo/Coleção: Água Escondida
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Tucuçuy
Caio Reisewitz
Brasil
2014

Puabaçu
Arquivo/Coleção: Água Escondida
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Puabaçu
Caio Reisewitz
Brasil
2014

Arantaguara
Arquivo/Coleção: Água Escondida
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Arantaguara
Caio Reisewitz
Brasil
2014

Blu-Blu;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Sete anos sem Ana;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Stephane Mallarme: 150 anos;Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;-;Chá for two total;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Versos no ventilador;A Cara do Vira;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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A Terra é redonda
Dossiê com três versões do conto A Terra é redonda
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1968

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Un signal d'arrêt
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Paris
21 de abril de 1980

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Vendo a Janete Clair...
Resenha sobre a novela O astro, de Janete Clair
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé"
Versão do conto Robinson Crusoé nos céus brasileiros, de Ana Cristina Cesar
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1968

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe"
Versão do conto Robinson Crusoé nos céus brasileiros, de Ana Cristina Cesar
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ziraldo, o Carteiro...
Artigo sobre publicação de Ziraldo no periódico O Pasquim
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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A teus pés
Folhas com poemas e textos em prosa publicados nos livros A teus pés, Cenas de abril, Correspondência completa e Luvas de pelica
Ana Cristina Cesar
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1982

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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A. Carneiro, esta é a última vez...
Poema
Ana Cristina Cesar
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Século XX

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Abro a minha janela...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
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Século XX

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Açucenas: não lembro...
Caderno com os poemas E ondas seguidas de saudade..., Açucenas..., Açude inconsolado..., Faço sala..., E a lâmina cortante?..., Minhas agulhas nítidas..., On the road, Neste lago..., E sai..., Escapou-se..., Não é mentira..., Fisionomia, É aqui..., Ulysses, Condutores negros refratam o calor, Uma sentinela..., Conchas humanas, Estas areias pesadas são linguagem, Qual é a palavra que todos os homens sabem?, Uma escola de baleias perdidas na noite de verão, Já há algum tempo..., Hoje não estou me dando..., Houve um poema..., O que me interessa..., Histericamente dialetizada, Sou uma pretinha?..., A casa era uma ilha ancorada..., Este é o jasmim, Aqui meus crimes não seriam de amor, Você é de morte, Discurso fluente como ato de amor..., Ainda faço pauta
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Adormecendo, um riso contraditório...
Poema
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Aí é que são elas...
Dossiê com duas versões do poema Aí é que são elas...
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Ainda o gato...
Poema
Ana Cristina Cesar
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2 de outubro de 1972

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Álbum de retalhos
Folhas agrupadas com poemas
Ana Cristina Cesar
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1975

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Álvaro de Campos
Estudo sobre a linguagem em Álvaro de Campos
Ana Cristina Cesar
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6 de julho de 1973

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Amor...
Poema
Ana Cristina Cesar
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9 de maio de 1964

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga
Análise do livro A espingarda do rei da Síria, de José J. Veiga
Ana Cristina Cesar
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14 de dezembro de 1973

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Angela Fontes...
Caderno com endereços e notas manuscritas
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Angela Melim acaba...
Dossiê com duas versões da resenha do livro Caminhos do conhecer, de Angela Melim
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Anna Kavan...
Notas sobre os livros Asylum piece and other stories e Sleep has his house, ambos de Anna Kavan
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Arpejos
Poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Arte-manhas de um gasto gato
Poema e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
2 de outubro de 1972

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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As margens do provérbio...
Estudo sobre uso de aforismos em João Guimarães Rosa e Machado de Assis. Referência ao livro Machado de Assis e a análise da expressão, de Maria Nazaré Soares
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Atenção garotada!! Não percam...
Conto ilustrado com desenhos à lápis
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Autor: Alberto Couste...
Bibliografia e desenhos
Ana Cristina Cesar
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Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Aventuras e serões
Texto em prosa inspirado no Sítio do Pica-pau Amarelo
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Barroso
Notas
Ana Cristina Cesar
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3 de fevereiro de 1972

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Bertold Brecht, o teatro épico
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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Bocejos por toda parte...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Captam aptos tantos tons...
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
23 de junho de 1968

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Caro senhor, é com prazer...
Texto em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Carta a uma amiga de infância
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Charge
Desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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Chupando uma rodelinha de hortelã...
Folha com os poemas Chupando uma rodelinha de hortelã..., De vivências é preciso..., te amo meteorologicamente...
Ana Cristina Cesar
Wales
30 de agosto de 1969

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Circunvoluções cerebrais
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
25 de março de 1968

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Como se aproximar...
Resenha sobre o livro Retrato de época: poesia marginal de 70, de Carlos Alberto M. Pereira
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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Comunidade: A Igreja Presbiteriana de Ipanema...
Jornal
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
outubro de 1966

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
novembro de 1966

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
dezembro de 1966

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Comunidade: Número especial sobre ecumenismo
Desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
abril de 1967

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Comunidade: Número especial sobre ecumenismo
Desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
maio de 1967

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Comunidade: É uma era de vietnames...
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
agosto de 1967

Imagem padrão
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000546.pdf
Comunidade: Há um determinante na ação...
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1968

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Conselhos
Tradução de poema de Czeslaw Milosz por Ana Cristina Cesar e Grazyna Drabik
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Do conteúdo e da forma
Notas sobre o classicismo no livro Ilíada, de Homero
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Cronograma - Português
Material de aula
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
15 de maio de 1972

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000550.pdf
Czeslaw Milosz: influência...
Caderno com notas de tradução para O relatório Hite, de Shere Hite; desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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De ressaca
Folhas com depoimento sobre entrevista concedida à revista IstoÉ
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

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000552.pdf
Degraus
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
10 de junho de 1968

Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Ana Cristina Cesar;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Descanso
Texto em prosa
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Propomos um jogo...;Embaixador de cultura;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;O amor inventado;Façanhas literárias;Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";História do vitral;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Eça, autor de Madame Bovary;-;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Descobrirei os que...
Notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

[Portsmouth 30.6.80 Colchester 12.7.80]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
000555.pdf
[Portsmouth 30.6.80 Colchester 12.7.80]
Caderno com desenhos, poemas e notas
Ana Cristina Cesar
Portsmouth
30 de junho de 1980

Ontem a melancolia...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Poesia;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;O Eu profundo e os outros Eus;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;Poesia em todos os momentos;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Ana Cristina Cesar;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;La imagen de la naturaleza en la física actual;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Desesperinho
Trabalho escolar
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
Século XX

Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem)
Conto para trabalho escolar
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
17 de outubro de 1967

O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;Originais;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Caro senhor, é com prazer...;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Oku;-;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo
Conto
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Luvas de Pelica;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;Duas vezes Brasil;[Banda];Love’s labour’s lost;Onde estão os marginais de ontem?;-;Lembrança de Ana C.;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Escrita dedicada à sedução;-;[Can I start?];Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Dois acontecimentos
Conto e desenhos
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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000560.pdf
[Beijo]
Dossiê com textos para produção do jornal Beijo
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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000561.pdf
[Colégio Aplicação da UFRJ - 1968]
Dossiê referente às disciplinas Português, Latim, Francês, Inglês, Ciências Sociais, Biologia e História com estudos, textos em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1968

Imagem padrão
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000562.pdf
[Colégio Aplicação da UFRJ - 1969]
Dossiê referente às disciplinas Português, Literatura Grega, Francês, Inglês, História, Geografia e Filosofia com estudos, textos em prosa e desenhos
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1969

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--]
Dossiê. Material de estudo escolar, textos em prosa e desenhos.
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Colégio Amaro Cavalcanti
Dossiê. Material de trabalho.
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1977 - 1978

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Curso de Atualização em Teoria da Literatura
Dossiê. Material de estudo.
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
janeiro de 1977

Imagem padrão
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000566.pdf
Curso de Leitura de Poesia Moderna Traduzida
Dossiê referente ao curso Leitura de Poesia Moderna Traduzida formado por textos em prosa; notas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1983

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Escola de Comunicação da UFRJ
Dossiê. Material de estudo de mestrado.
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
27 de janeiro de 1978

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Curso Guimarães Rosa
Dossiê. Material de estudo.
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1973

Imagem padrão
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000569.pdf
[Poemas]
Dossiê com poemas
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Contos como terapêutica
Resenha
Ana Cristina Cesar
São Paulo
11 de novembro de 1981

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Este anúncio melancolicamente prova que...
Comentário sobre anúncio na Inglaterra sobre costumes brasileiros
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
Século XX

Literatura e mulher: essa palavra de luxo
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000573.pdf
Literatura e mulher: essa palavra de luxo
Ensaio
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
1979

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Malditos marginais hereges
Artigo
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1 de novembro de 1977

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Mestre amigo
Resenha
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
15 de abril de 1981

Imagem padrão
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Na outra noite no meio-fio
Conto
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
maio de 1977

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca
Poema
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
outubro de 1976

Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Nove bocas da nova musa
Resenha
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
25 de junho de 1976

A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;-;Le sexe ou la tête;Sobre quatro poetas suicidas;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;Sobre o confessional;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Para conseguir suportar essa tonteira
Entrevista
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
10 de setembro de 1976

Pura gamação
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Pura gamação
Resenha
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
23 de setembro de 1981

Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O dia do papai
Poema
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
agosto de 1961

O rosto, o corpo, a voz
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O rosto, o corpo, a voz
Resenha
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
23 de abril de 1983

-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;Jerrenas;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;Fora da estante;A questão da arte;-;Banero;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;Dibujo y poesia del Brasil;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert
Poema
Ana Cristina Cesar
São Paulo
4 de agosto de 1985

Poesia que queima a alma;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Terça;Sem título;Jose Lezama Lima...;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Relações perigosas;Ficção íntima;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;O nome de gato...;Pela porta da frente;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;As kamikazes;Carta de Paris - França;Poetas e poesia brasileira hoje;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;L'écriture du corps;No prelo;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Os professores contra a parede
Artigo
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
12 de dezembro de 1975

Hommage à Ana Cristina Cesar;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;[Exposição PUC-RJ];Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;-;Instituto Souza Leão - 1979;Acontece na feira;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;-;Das coisas desprovidas de peso;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;-;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;Recuperação: os novos métodos...;[Questão: Como interpreta];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Quatro posições para ler
Resenha
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
27 de fevereiro de 1976

Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Centro de Letras;-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Recuperação da adolescência/Samba-canção
Poema
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
26 de julho de 1998

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Silviano, um crítico que se expõe;ICA Cinema;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo
Conto
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
5 de novembro de 1967

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Romance com sabor de vício
Resenha
Ana Cristina Cesar
São Paulo
10 de março de 1982

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Só para homens
Resenha
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
1 de julho de 1981

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Um livro cinematográfico e um filme literário
Artigo
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1976

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Um rito de passagem
Resenha sobre a performance Fragmentos: roteiros de uma solidão, de Vera Terra no Museu de Arte Moderna
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
14 de novembro de 1975

O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Poesia hoje
Debate
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
agosto de 1976

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...
Artigo
Age de Carvalho
Belém
27 de fevereiro de 1983

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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A condição poética
Tradução de poema
Ana Cristina Cesar
São Paulo
21 de novembro de 1982

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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A face oculta de Dali
Resenha
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
23 de abril de 1976

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Anarquia feliz
Resenha sobre a peça teatral O percevejo, de Luís Antônio Martinez Correa, baseada em obra homônima de Vladimir Maiakovski
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
10 de junho de 1981

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Árvore triste
Poema
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
setembro de 1959

Imagem padrão
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Bastidores da tradução
Ensaio
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
março de 1989

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Brinquedo fatal
Resenha
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
19 de agosto de 1981

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Como um álbum de velhos retratos
Resenha
Ana Cristina Cesar
São Paulo
3 de fevereiro de 1982

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Conto de Natal
Conto
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
novembro de 1962

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Conto de Natal;
Conto
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
dezembro de 1962

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico
Conto e poema
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
20 de outubro de 1975

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Fragmentos da tormenta
Artigo
Ivan Claudio
São Paulo
21 de dezembro de 1994

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Perigo de viver
Resenha
Mario Sergio Conti
Rio de Janeiro
23 de outubro de 1985

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Ana Cristina Cesar (1952-1983)
Artigo
Horacio Costa
México
março de 1984

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Três recados de Ana C.
Resenha
João Paulo Cotrim
Lisboa
novembro de 1990

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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A poeta. O delírio. Janela para a morte
Entrevista
José Carlos Fernandes
Curitiba
25 de novembro de 1996

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Segredos de Ana C.
Artigo
Kathia Ferreira
Rio de Janeiro
16 de maio de 2001

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Ana Cristina Cesar
Artigo
Claudia Figueiredo
Niterói
outubro de 1986

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Uma poeta planetária
Entrevista e artigo
Rodrigo Arco Flexa
São Paulo
25 de outubro de 1993

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica
Resenha
Felipe Fortuna
São Paulo
17 de outubro de 1993

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Poeta do segredo
Artigo
Severino Francisco
Brasília
26 de outubro de 1993

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Duas ou três coisas que eu sei dela
Artigo
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
29 de outubro de 1993

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Lição de abismo
Artigo
Ivan Junqueira
Fortaleza
10 de janeiro de 1998

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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A aluna era brilhante, mas plagiou a professora
Notícia
Elio Gaspari
Rio de Janeiro
7 de novembro de 1999

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A aluna era brilhante, mas plagiou a professora
Notícia
Elio Gaspari
Rio de Janeiro
7 de novembro de 1999

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar
Artigo
Marcos Augusto Gonçalves
São Paulo
12 de outubro de 1985

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?
Artigo
Raimundo Nonato Gurgel
RN
fevereiro de 1996

O desejo gerador do texto de Ana C.
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O desejo gerador do texto de Ana C.
Artigo
Raimundo Nonato Gurgel
Natal
outubro de 1998

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70
Resenha
Fábio de Souza Andrade
São Paulo
13 de novembro de 1993

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá
Artigo
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
1984

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo
Artigo
Ivan Junqueira
São Paulo
3 de janeiro de 1987

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Poesia qualquer coisa
Resenha
Celso Araújo
Local não identificado
outubro de 1976

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Um vendaval na Sinegâmbia
Artigo
Luiz Antonio Araújo
Porto Alegre
14 de julho de 1998

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Provocações de uma poeta
Resenha
Marilia Martins
Vitória
23 de outubro de 1993

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Provocações de uma poeta
Resenha
Marilia Martins
Rio de Janeiro
23 de outubro de 1993

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Poética da angústia
Artigo
Armando C. Arosa
Rio de Janeiro
6 de junho de 1992

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Ana Cristina, a poesia presente
Resenha
Carlos Felipe Moises
Local não identificado
30 de outubro de 1985

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina
Resenha
Reinaldo Moraes
São Paulo
21 de novembro de 1982

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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A lady dos mimeográfos
Artigo
Daniela Name
Rio de Janeiro
18 de maio de 1996

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond
Artigo
Carlos Alberto Azevedo
Belo Horizonte
4 de junho de 1993

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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O legado de Ana C.
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
20 de outubro de 1985

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1985

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Chá for two total
Artigo
Bernardo B.C. de Oliveira
Rio de Janeiro
9 de maio de 1987

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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A marginal roubava versos
Artigo
Elisabeth Orsini
Rio de Janeiro
19 de abril de 1995

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa
Resenha
Regis Bonvicino
São Paulo
8 de agosto de 1998

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Desafios da intimidade
Resenha
Viviana Bosi
São Paulo
9 de janeiro de 1999

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa
Resenha
Viviana Bosi
São Paulo
17 de dezembro de 1988

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Essa ausência de uma Ana presente
Artigo
Fernando Rodrigues
Curitiba
29 de outubro de 1987

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana C. O anjo ainda registra
Artigo
Ana Lucia Geaquinto dos Santos
Vitória
28 de novembro de 1993

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O anjo ainda registra
Resenha
Ana Lucia Geaquinto dos Santos
Brasília
2 de agosto de 1999

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Uma mitologia particular
Resenha
Antonio Carlos Secchin
São Paulo
23 de agosto de 1998

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado
Artigo
Ilza Matias de Sousa
Natal
25 de outubro de 1993

Imagem padrão
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Ana & Alix
Artigo
Flora Süssekind
Rio de Janeiro
15 de fevereiro de 1997

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Exílios
Artigo
Flora Süssekind
Rio de Janeiro
8 de junho de 1996

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras
Artigo
Vivian Wyler
Rio de Janeiro
29 de outubro de 1984

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Poesia à flor da pele
Resenha
Caio Fernando Abreu
São Paulo
30 de outubro de 1985

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible
Artigo
Juan Calzadilla
Caracas
janeiro de 1990

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Paisagem varada pelo desejo
Resenha
Jorge Lucio de Campos
Rio de Janeiro
13 de junho de 1993

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Rastros de uma passagem luminosa
Resenha
Caio Fernando Abreu
São Paulo
novembro de 1985

As kamikazes;Carta de Paris - França;Poetas e poesia brasileira hoje;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;L'écriture du corps;No prelo;Poesia que queima a alma;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Terça;Sem título;Jose Lezama Lima...;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Relações perigosas;Ficção íntima;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;O nome de gato...;Pela porta da frente;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Pela porta da frente
Artigo
Ana Mary Cavalcante
Local não identificado
28 de fevereiro de 1999

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?
Artigo
Francisco Cervantes
México
9 de novembro de 1985

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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A feiticeira do bem
Depoimento
Caio Fernando Abreu
São Paulo
Século XX

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Vamos voltar a falar em poesia?
Crônica
Caio Fernando Abreu
São Paulo
5 de março de 1995

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Armando Freitas Filho
Carta
Lucio Agra
Rio de Janeiro
21 de novembro de 1994

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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A literatura no retalho
Artigo
Flavio Aguiar
Rio de Janeiro
12 de julho de 1976

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Carta verdepolítica para a irmã
Carta
Luis Felipe Cesar
Resende
15 de novembro de 1986

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Ana Cristina
Carta
Maria Luiza Cesar
Rio de Janeiro
11 de janeiro de 1986

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Ana Cristina Cesar
Carta
Maria Luiza Cesar
Rio de Janeiro
8 de junho de 1996

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Dois agradecimentos
Carta
Maria Luiza Cesar
São Paulo
6 de novembro de 1985

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Ana Cristina Cesar
Carta
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
15 de novembro de 1994

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar
Carta
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
29 de outubro de 2003

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Comunicamos seu falecimento...
Notícia
Waldo e família Cesar
Rio de Janeiro
30 de outubro de 1983

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Faz algum tempo...
Carta
Waldo Cesar
Belo Horizonte
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Lembranças de Ana Cristina
Artigo
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
26 de outubro de 1993

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Um ano depois
Artigo
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
abril de 1985

Imagem padrão
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A falada poesia
Artigo
Chacal
Rio de Janeiro
12 de setembro de 1986

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Ana Cristina Cesar em edição para argentinos
Notícia
Marco Chiaretti
Rio de Janeiro
15 de março de 1993

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Ensaios no registro do feminino
Resenha
Ana Maria Ciccacio
São Paulo
7 de janeiro de 1995

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Le sexe ou la tête
Artigo/Entrevista
Helene Cixous
Paris
13 de outubro de 1976

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje
Artigo
Maria Cleusa
Rio de Janeiro
20 de janeiro de 1979

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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A poesia em novo formato
Depoimento
Lucia Coelho
Rio de Janeiro
19 de abril de 1995

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Poeta extrai riqueza da recusa
Resenha
Marcelo Coelho
São Paulo
4 de novembro de 2000

-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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O brilho da poesia viva
Artigo
Roberto Comodo
Rio de Janeiro
19 de maio de 1990

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Decreto
Notícia
Marcelo Alencar
Rio de Janeiro
27 de julho de 1992

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Das coisas desprovidas de peso
Resenha
Ricardo Corona
Curitiba
28 de janeiro de 2002

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Ana Cristina Cesar
Artigo
Paulo Correa
Local não identificado
novembro de 1993

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Katherine Mansfield (1888-1923)
Artigo
Caio Tulio Costa
São Paulo
julho de 1981

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Ressuscitando Ana C.
Artigo
Cecilia Costa
Rio de Janeiro
25 de outubro de 2003

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Ana C.
Notícia
Cristiane Costa
Rio de Janeiro
8 de novembro de 1997

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Literatura não é mais o centro da cultura
Entrevista
Cristiane Costa
Rio de Janeiro
9 de novembro de 2002

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas
Resenha
Cristiane Costa
Rio de Janeiro
2 de outubro de 1999

Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Poética sem dramática;Third Sunday of Easter;Poesia hoje;Em espanhol;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;Ana Cristina Cesar;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;-;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;O acervo de Ana C.;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Memórias da mansão
Artigo
Livia de Almeida
Rio de Janeiro
29 de setembro de 1999

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Exercícios poéticos de técnica e lirismo
Resenha
Edilberto Coutinho
Rio de Janeiro
20 de novembro de 1988

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina
Artigo
Wilson Coutinho
Rio de Janeiro
14 de abril de 1996

Uma batalha sem trégua em todas as frentes
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Uma batalha sem trégua em todas as frentes
Artigo
Wilson Coutinho
Rio de Janeiro
14 de abril de 1996

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo
Notícia
José Geraldo Couto
São Paulo
20 de julho de 1993

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor
Artigo
Maria Carneiro da Cunha
São Paulo
5 de julho de 1982

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta
Artigo
Heloisa Daddario
Rio de Janeiro
16 de agosto de 1984

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução
Artigo
Lucia Dantas
Rio de Janeiro
7 de dezembro de 1999

Câmera Aberta #1
Arquivo/Coleção: Camera Aberta
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Câmera Aberta #1
Michael Wesely
São Paulo
2015 - 2017

Câmera Aberta #2
Arquivo/Coleção: Camera Aberta
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Câmera Aberta #2
Michael Wesely
São Paulo
2015 - 2017

Câmera Aberta #3
Arquivo/Coleção: Camera Aberta
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Câmera Aberta #3
Michael Wesely
São Paulo
2015 - 2017

Câmera Aberta #4
Arquivo/Coleção: Camera Aberta
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Câmera Aberta #4
Michael Wesely
São Paulo
2015 - 2017

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977
Artigo
Arthur Dapiève
Rio de Janeiro
26 de junho de 2004

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Inéditos de Ana C.
Resenha
Mauro Dias
Londrina
2 de novembro de 1993

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Poetas da Polônia sitiada
Artigo
Grazyna Drabik
São Paulo
23 de junho de 1985

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Bela
Notícia
Miguel de Almeida
São Paulo
1 de novembro de 1983

Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Novos marginalizados
Resenha
Nei Duclos
São Paulo
1976

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Um outro lado da poesia ausente
Ensaio
Alvaro Alves de Faria
Local não identificado
24 de dezembro de 1988

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Nas asas de Ana C.
Artigo
Carlos Magno Fernandes
Natal
29 de outubro de 1996

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Sob o signo de escorpião
Artigo
Carlos Magno Fernandes
Natal
31 de outubro de 1994

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Dias de desterro
Entrevista
José Carlos Fernandes
Curitiba
29 de setembro de 1997

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Lírico incorrigível
Artigo
José Carlos Fernandes
Curitiba
16 de abril de 1998

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto
Artigo
José Carlos Fernandes
Curitiba
27 de maio de 1999

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Os poetas são crisálidas
Artigo
Walmira Gonçalves Fernandes
João Pessoa
20 de novembro de 1994

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A poesia massacrada
Carta
Antonio Fernando
Rio de Janeiro
13 de agosto de 1976

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Diálogos contra artifícios
Artigo
Miguel de Almeida
Rio de Janeiro
18 de março de 1994

Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Volta à superfície
Artigo
Claudio Figueiredo
Rio de Janeiro
14 de agosto de 2001

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Tire o barbante e aspire fundo o perfume
Resenha
Marilia Pacheco Fiorillo
Local não identificado
Século XX

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Poesia singela colabora no caminho para a felicidade
Resenha
Luis Augusto Fischer
São Paulo
9 de outubro de 2000

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Luzes no erotismo
Resenha
Jairo Arco e Flexa
São Paulo
23 de outubro de 1985

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio
Notícia
Folha da Tarde
São Paulo
25 de abril de 1990

A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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O que ficou da poesia marginal?
Artigo
Felipe Fortuna
Rio de Janeiro
7 de setembro de 1986

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Segunda
Notícia
Rodrigo Alves
Rio de Janeiro
7 de julho de 2001

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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A beleza maldita apreendida De Cor
Entrevista
Severino Francisco
Brasília
setembro de 1988

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Ana Cristina
Carta
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
22 de abril de 1996

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Contos de difícil equilíbrio
Resenha
Clarisse Fukelman
Rio de Janeiro
26 de setembro de 1992

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.
Resenha
Luiza Mendes Furia
Local não identificado
28 de novembro de 1999

Imagem padrão
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Os suspiros poéticos e saudades de Ana C.
Artigo
Luiza Mendes Furia
São Paulo
27 de novembro de 1999

Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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A lírica amorosa
Resenha
Francisco Alvim
São Paulo
20 de maio de 1984

R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;Novos marginalizados;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;Como se aproximar...;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;Sobre o confessional;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A volta da geração maldita;A mostra O Amor Inventado...;-;Le sexe ou la tête;Sobre quatro poetas suicidas;-;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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O eu perdemos na chuva dos meteoritos
Crônica
Fernando Gabeira
São Paulo
23 de novembro de 1998

Place de l´Etoile...;Literatur;[Olho vago perdido];Arte pau-brasil;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Poesia cult;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;Ainda o gato...;As treze maneiras;-;Relatório de Atividades 1996;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;As duas faces da Conciliação;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;A temporalidade lírica;-;-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto
Resenha
Mauro Gama
Rio de Janeiro
29 de dezembro de 1985

Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;-;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Mansfield por Ana Cristina
Carta
Maria Cristina Gariglio
São Paulo
fevereiro de 1989

Poesia de passagem - Segunda edição;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;A poesia vista através do movimento;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Artes e ofícios da poesia;-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Femmes, une autre écriture?
Artigo
Xaviere Gauthier
Local não identificado
Século XX

Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;A teu pés;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;Fora da estante;A questão da arte;-;Banero;Arrumando a casa;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Ainsi parle une telle qui écrit
Artigo
Michele Perrein
Local não identificado
Século XX

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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L'écriture du corps
Artigo
Françoise Cledat
Local não identificado
Século XX

Hommage à Ana Cristina Cesar;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;[Exposição PUC-RJ];Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;-;Instituto Souza Leão - 1979;Acontece na feira;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;-;Das coisas desprovidas de peso;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;-;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;Recuperação: os novos métodos...;[Questão: Como interpreta];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Témoigner
Artigo
Leila Sebbar
Local não identificado
Século XX

Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Beatriz Segall é Emily no palco;Três de poesia;[Não. Não li];Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Centro de Letras;-;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;A crítica e a nova musa;Beijo;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Le corps de la théorie
Artigo
Anne-Marie de Vilaine
Local não identificado
Século XX

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Bolero
Crônica
Caio Fernando Abreu
São Paulo
março de 1989

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado
Artigo
Moacir Amancio
São Paulo
20 de junho de 1992

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Mouvements et journaux de femmes
Artigo
Nancy Huston
Local não identificado
Século XX

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Les collectionneuses
Artigo
Dominique Pujebet
Local não identificado
Século XX

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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La parole est aux hommes
Artigo
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Des femmes et leurs oeuvres
Artigo
Anne Riviere
Local não identificado
Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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O super 8 vive!
Artigo
Fernando Gerheim
Rio de Janeiro
10 de janeiro de 1993

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Façanhas literárias
Resenha
Marta Goés
São Paulo
28 de julho de 1999

Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Segunda;-;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];A teus pés;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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A poesia já faz best-seller
Artigo
Antonio Gonçalves Filho
São Paulo
15 de janeiro de 1984

Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Comunicamos seu falecimento...;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Ontem a melancolia...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Poesia;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;-;O Eu profundo e os outros Eus;Contos como terapêutica;Volta à manchete;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo
Resenha
Antonio Gonçalves Filho
São Paulo
7 de novembro de 1990

Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Segunda;-;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];A teus pés;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Por que escritores cometem suicídio
Artigo
Antonio Gonçalves Filho
São Paulo
22 de fevereiro de 1986

In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Archive/Collection: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Arquivo em dia de chuva
Crônica
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
Século XX

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A lúdica relação entre palavra e movimento
Artigo
Eduardo Graça
Rio de Janeiro
23 de outubro de 1998

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar, inteira
Artigo
Eduardo Graça
Rio de Janeiro
5 de julho de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A última carta da poeta
Artigo
Eduardo Graça
Rio de Janeiro
5 de julho de 1998

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Perfil de uma geração
Resenha
Ana Maria Agra Guimarães
Brasília
7 de novembro de 1996

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Ana C.: uma vida ao pé da letra
Artigo
Raimundo Nonato Gurgel
Natal
7 de outubro de 1998

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Fragmentos de um discurso pós-moderno
Artigo
Não identificado
Natal
7 de outubro de 1998

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A hora e a vez do capricho
Artigo
Heloisa Buarque de Hollanda
Rio de Janeiro
16 de maio de 1981

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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A imaginação feminina no poder
Artigo
Heloisa Buarque de Hollanda
Rio de Janeiro
11 de abril de 1981

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Ana Cristina
Carta
Heloisa Buarque de Hollanda
São Paulo
fevereiro de 1984

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Arrumando a casa
Entrevista
Heloisa Buarque de Hollanda
Rio de Janeiro
15 de janeiro de 1983

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal
Entrevista
Charles Peixoto
Rio de Janeiro
10 de janeiro de 2003

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores
Entrevista
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
21 de outubro de 2000

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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O poeta que navega com o instinto
Entrevista
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
1 de novembro de 2003

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983)
Notícia
Instituto Moreira Salles
Rio de Janeiro
31 de outubro de 2003

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Mansfield sabia orquestrar as banalidades
Resenha
J.C. Ismael
São Paulo
11 de julho de 1993

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Inéditos e dispersos
Notícia
IstoÉ
São Paulo
6 de novembro de 1985

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Cenas de outubro
Crônica
Graça Aquino
Natal
15 de outubro de 2000

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Muito riso, muito siso
Artigo
Ana Cristina Cesar
São Paulo
9 de junho de 1982

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Grandes poetas falaram de temas comuns
Entrevista
Jornal do Brasil
Rio de Janeiro
27 de setembro de 1997

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Quero a profundidade da pele
Entrevista
Jornal do Brasil
Rio de Janeiro
14 de dezembro de 1996

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Metro curto, metro longo, alta qualidade
Resenha
Ivan Junqueira
Rio de Janeiro
16 de setembro de 1979

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta
Artigo
Sheila Kaplan
Rio de Janeiro
28 de outubro de 1984

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...
Depoimento
Adir Ben Kauss
Rio de Janeiro
20 de novembro de 1993

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Biografia de uma geração
Resenha
Maria Rita Kehl
São Paulo
6 de outubro de 1996

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Saudades de tudo
Ensaio
Maria Rita Kehl
Rio de Janeiro
1996

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Beleza em Ana
Crônica
Tacilda Aquino
São Paulo
4 de dezembro de 1985

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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A memória do anarquista e os suicídios dos escritores
Crônica
Leandro Konder
Rio de Janeiro
28 de junho de 2003

Imagem padrão
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Durante o lançamento...
Notícia
Danuza Leão
Rio de Janeiro
18 de outubro de 1999

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.
Artigo
Tom Leão
Rio de Janeiro
8 de junho de 1990

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Os nanicos: maltratados, mas incansáveis
Artigo
Ronildo Maia Leite
São Paulo
6 de abril de 1977

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Coleção quer recolocar a poesia em alta
Artigo
Alcino Leite Neto
São Paulo
26 de novembro de 1988

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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As treze maneiras
Resenha
Paulo Leminski
São Paulo
abril de 1987

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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A Ana Cristina Cesar
Carta
Helena Marchiori Liegel
São Paulo
5 de novembro de 1983

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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A tradição liberta nos pampas
Resenha
Carlos Emilio Correa Lima
Rio de Janeiro
25 de junho de 1994

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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O poeta mete o pé na estrada
Resenha
Carlos Emilio Correa Lima
Rio de Janeiro
30 de abril de 1994

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Artistas polivalentes
Notícia
Eduardo Souza Lima
Rio de Janeiro
19 de agosto de 1988

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Viagem de uma geração
Resenha
Antonio Carlos Edmundo Lins
Rio de Janeiro
9 de abril de 1994

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Nada que o sol não explique
Artigo
Rodrigo Garcia Lopes
Curitiba
8 de maio de 1997

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Alfabeto de imagens
Artigo
Nayse Lopez
Rio de Janeiro
24 de maio de 1997

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Consistente e emocionante
Resenha
Nayse Lopez
Rio de Janeiro
20 de junho de 1997

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Novos clássicos
Notícia
Nayse Lopez
Rio de Janeiro
4 de setembro de 1999

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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O tempo de correr
Resenha
Nayse Lopez
Rio de Janeiro
17 de fevereiro de 2000

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Os gestos poéticos de Ana Cristina
Notícia
Nayse Lopez
Rio de Janeiro
27 de novembro de 1997

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Poética sem dramática
Resenha
Macksen Luiz
Rio de Janeiro
17 de junho de 1995

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Toque poético
Artigo
Macksen Luiz
Rio de Janeiro
outubro de 1985

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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A fala abafada dos jovens poetas
Artigo
Christina Lyra
Rio de Janeiro
5 de setembro de 1976

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Dickinson e a voz da imortalidade
Resenha
Pedro Maciel
Rio de Janeiro
3 de julho de 1999

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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A poesia em alta conquista o grande público
Artigo
Antonio Mafra
Rio de Janeiro
8 de setembro de 1985

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Malditos: a boa colheita paulista
Artigo
Antonio Mafra
Rio de Janeiro
8 de setembro de 1985

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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A sexualidade feminina
Artigo
Lucia Magalhães
São Paulo
Século XX

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Pouvoir de la parole et silence de la femme
Artigo
Ida Magli
Paris
13 de outubro de 1976

São Paulo - Itaquerão #2
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São Paulo - Itaquerão #2
Mauro Restiffe
Itaquera
2014

São Paulo - Vila Congonhas
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São Paulo - Vila Congonhas
Mauro Restiffe
Vila Congonhas
2014

São Paulo - Brás
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São Paulo - Brás
Mauro Restiffe
Brás
2014

São Paulo - CEAGESP
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São Paulo - CEAGESP
Mauro Restiffe
Vila Leopoldina
2014

São Paulo - Estacionamento Oficina
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São Paulo - Estacionamento Oficina
Mauro Restiffe
Bela Vista
2014

São Paulo - Ipiranga #1
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São Paulo - Ipiranga #1
Mauro Restiffe
Ipiranga
2014

São Paulo - Itaquerão #1
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São Paulo - Itaquerão #1
Mauro Restiffe
Itaquera
2014

São Paulo - Largo da Batata #1
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São Paulo - Largo da Batata #1
Mauro Restiffe
Pinheiros
2014

São Paulo - Manifestação #1
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São Paulo - Manifestação #1
Mauro Restiffe
São Paulo
2014

São Paulo - Memorial # 2
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São Paulo - Memorial # 2
Mauro Restiffe
Barra Funda
2013

São Paulo - Praça da Bandeira
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São Paulo - Praça da Bandeira
Mauro Restiffe
2014

São Paulo - Praça do Pôr do Sol
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São Paulo - Praça do Pôr do Sol
Mauro Restiffe
Pinheiros
2014

São Paulo - Praça Roosevelt #2
Arquivo/Coleção: São Paulo, Fora de Alcance
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São Paulo - Praça Roosevelt #2
Mauro Restiffe
São Paulo
2014

São Paulo - Praça Roosevelt #3
Arquivo/Coleção: São Paulo, Fora de Alcance
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São Paulo - Praça Roosevelt #3
Mauro Restiffe
São Paulo
2014

São Paulo - Praça Roosevelt #4
Arquivo/Coleção: São Paulo, Fora de Alcance
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São Paulo - Praça Roosevelt #4
Mauro Restiffe
São Paulo
2014

São Paulo - Templo de Salomão
Arquivo/Coleção: São Paulo, Fora de Alcance
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São Paulo - Templo de Salomão
Mauro Restiffe
Brás
2014

São Paulo - Vão Livre
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São Paulo - Vão Livre
Mauro Restiffe
Bela Vista
2011

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Inédito
Notícia
Carlos Magno
Local não identificado
29 de outubro de 1995

Imagem padrão
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Volta à poesia
Carta
Petrarca Maranhão
Rio de Janeiro
25 de agosto de 1976

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!
Artigo
Bernardo Mariani
Local não identificado
12 de setembro de 1976

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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A lira e a luta dos 30 anos
Entrevista
Toni Marques
Rio de Janeiro
18 de julho de 1993

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar
Artigo
Toni Marques
Rio de Janeiro
15 de outubro de 1993

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Na cabeceira
Depoimento
Eduardo Arbex
Resende
fevereiro de 1993

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Intelectual, mas pop
Artigo
Marcelo Marthe
Rio de Janeiro
1 de agosto de 2001

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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De corpo inteiro
Artigo
Ana Cecilia Martins
Rio de Janeiro
25 de outubro de 2003

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Dez artistas que se mataram
Artigo
Lula Branco Martins
Rio de Janeiro
11 de julho de 2004

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O muso dos poetas brasileiros
Notícia
Marilia Martins
Rio de Janeiro
18 de março de 1992

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Poesia de Ana C. viaja pelo mundo
Notícia
Marilia Martins
Rio de Janeiro
21 de outubro de 1992

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Silviano, um crítico que se expõe
Artigo
Marilia Martins
Rio de Janeiro
4 de fevereiro de 1989

Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Casa das novidades;Morte da morte;-;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Image Reality and Super Reality;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Casa das novidades
Resenha
Wilson Martins
Curitiba
22 de janeiro de 2001

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Eu e não-eu
Crônica
Wilson Martins
Curitiba
31 de dezembro de 2001

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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A malícia de um marginal
Resenha
Augusto Massi
São Paulo
24 de agosto de 1997

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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A máquina de criar linguagem
Resenha
Augusto Massi
São Paulo
31 de março de 1996

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica
Artigo
Domicio Pereira de Mattos
Rio de Janeiro
17 de dezembro de 1961

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Entre Franz Kafka e David Lynch
Entrevista
Isabel Cristina Mauad
Rio de Janeiro
24 de novembro de 1991

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Adelia solar, Ana lunar
Artigo
Julia Maues
Belém
junho de 1991

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Alguma poesia
Artigo
Geraldo Mayrink
Rio de Janeiro
17 de abril de 2000

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal
Resenha
Jotabe Medeiros
São Paulo
11 de abril de 1996

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Nada disimula el apuro del amor
Poemas de Ana Cristina Cesar traduzidos para o espanhol
Ana Cristina Cesar
Buenos Aires
novembro de 1990

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Até poesia soltava faísca nos 70
Artigo
Nelson Ascher
São Paulo
28 de fevereiro de 1993

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Entrevista coletiva
Entrevista
Ana Cristina Cesar
Rio de Janeiro
julho de 1985

Imagem padrão
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Semana de poesia ocupará São Paulo
Notícia
Fernando Mencarelli
São Paulo
21 de abril de 1990

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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A arte da vida e da morte
Resenha e artigo
David França Mendes
Rio de Janeiro
25 de abril de 1992

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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No palco
Resenha
Renato Mendonça
Porto Alegre
16 de maio de 2000

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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A poesia de Marcia Rubin
Notícia
Berenice Menezes
Rio de Janeiro
28 de novembro de 1997

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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A poesia vista através do movimento
Resenha
Berenice Menezes
Rio de Janeiro
13 de junho de 1997

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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De volta ao avesso do avesso do avesso
Crônica
Caio Fernando Abreu
São Paulo
30 de abril de 1995

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Relações perigosas
Crônica
Sergio Augusto
Local não identificado
8 de dezembro de 1991

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar
Resenha
Cynara Menezes
São Paulo
13 de outubro de 1999

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Sergio Rodrigues é um autor malvado
Resenha
Cynara Menezes
São Paulo
12 de agosto de 2000

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45
Artigo
José Guilherme Merquior
Local não identificado
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Estilhaços da redoma
Notícia
Antonio Carlos Miguel
Rio de Janeiro
20 de abril de 1993

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi
Artigo
Antonio Carlos Miguel
Rio de Janeiro
11 de janeiro de 1998

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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As epístolas e a criação
Notícia
Manya Millen
Rio de Janeiro
13 de março de 1999

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo
Artigo
Josué Montello
Rio de Janeiro
Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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O melhor da poesia na década
Artigo
Paulo Montoia
São Paulo
janeiro de 1991

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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A escolha de Carlito Azevedo
Poema
Carlito Azevedo
Rio de Janeiro
1998

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Literatura de Ana C., dissimulada em missivas
Resenha
Marcos Antonio de Moraes
Local não identificado
15 de janeiro de 2000

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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A vida na província
Entrevista
Marcelo Motta
PR
26 de março de 1997

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Ana Cristina Cesar
Carta
Rita Moutinho
Rio de Janeiro
1 de maio de 1995

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Mario e a poesia agora
Artigo
Italo Moriconi
Rio de Janeiro
28 de março de 1987

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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A alma feminina, do palco à coxia
Resenha
Não identificado
Rio de Janeiro
2 de junho de 1995

Imagem padrão
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A crítica por quem faz poesia
Notícia
Não identificado
São Paulo
27 de novembro de 1999

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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A morte da jovem poeta
Notícia
Não identificado
São Paulo
1 de novembro de 1983

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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O incômodo legado da geração mimeógrafo
Resenha
Carlito Azevedo
Rio de Janeiro
13 de setembro de 1997

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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A mostra O Amor Inventado...
Notícia
Não identificado
Belo Horizonte
22 de maio de 1991

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
11 de novembro de 1999

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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A teus pés
Notícia
Não identificado
São Paulo
29 de dezembro de 1982

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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A teus pés
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
3 de junho de 1995

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A teu pés
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
30 de agosto de 1995

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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A voz de uma geração
Notícia
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Rio de Janeiro
20 de outubro de 1993

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Acontece na feira
Notícia
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Rio de Janeiro
8 de novembro de 1983

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Amelia no Pen Clube
Notícia
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Rio de Janeiro
23 de dezembro de 1997

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Ana C.
Notícia
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Local não identificado
novembro de 1993

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Ana C. revisitada
Artigo
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Rio de Janeiro
17 de março de 1990

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Ana C. volta em edição esmerada
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Rio de Janeiro
6 de julho de 1998

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Ana Cristina
Notícia
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São Paulo
28 de março de 1993

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Ana Cristina
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Resende
26 de novembro de 1993

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Ana Cristina Cesar
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
1 de abril de 1994

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Ana Cristina Cesar simboliza geração
Artigo
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São Paulo
26 de junho de 2004

Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Romanische Buchhandlung;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Eça, autor de Madame Bovary;-;Inventário de perdas;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Ana Cristina Cesar;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Propomos um jogo...;Embaixador de cultura;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;O amor inventado;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas
Artigo
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Rio de Janeiro
30 de outubro de 1984

-;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];A teus pés;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Segunda;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina no palco
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Rio de Janeiro
5 de abril de 1995

-;O Eu profundo e os outros Eus;Contos como terapêutica;Volta à manchete;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Comunicamos seu falecimento...;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Ontem a melancolia...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Poesia;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina, o salto da poesia para a morte
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Não identificado
São Paulo
31 de outubro de 1983

-;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];A teus pés;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Segunda;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Anunciada
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
18 de março de 1996

In and out of grace;Arquivo em dia de chuva;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;Entre a caneta e o pincel;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;A sexualidade feminina;Anarquia feliz;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;[Marisete, era a];-;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;Escritos no Rio;Originais;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Arquivo das artes
Artigo
Não identificado
São Paulo
7 de fevereiro de 1996

Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Escrita dedicada à sedução;-;Sequência;[Can I start?];Era noite e...;Beleza em Ana;Dois acontecimentos;-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Luvas de Pelica;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;Duas vezes Brasil;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Duas vezes Brasil
Artigo
Carlos Alberto Azevedo
Berlim
agosto de 1994

Uma das coisas...;Epílogo;Ana Cristina Cesar, inteira;Radicais da liberdade;-;Charge;Perfis do Rio;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;Bliss;-;Sem título;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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As Kamikazes
Notícia
Não identificado
Curitiba
Século XX

Imagem padrão
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As mortes voluntárias
Artigo
Não identificado
São Paulo
abril de 1988

A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Adormecendo, um riso contraditório...;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;A teus pés;Introduction au vraisemblable;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;Exílios;-;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;Querido Bennett...;Perfil de uma geração;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Bola fora na academia
Notícia
Não identificado
São Paulo
26 de abril de 1995

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Brasileiros bem representados
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
16 de janeiro de 1993

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar
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8 de maio de 1998

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Cacaso, o poeta silencioso
Notícia
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Brasília
29 de dezembro de 1987

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Cantadas literárias
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1985

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Carta de Paris - França
Notícia
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São Paulo
maio de 1987

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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A poesia brasileira em xeque
Artigo
Eliane Azevedo
Rio de Janeiro
3 de fevereiro de 2002

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras
Resenha
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São José do Rio Preto
9 de novembro de 1993

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Correspondência incompleta
Notícia
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Local não identificado
Século XX

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Crítica e tradução
Notícia
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Curitiba
1999

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Escritos da Inglaterra
Notícia
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Campinas ; Rio de Janeiro ; Salvador ; Belém
30 de outubro de 1988

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Crônica da casa ameaçada
Crônica
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Rio de Janeiro
30 de junho de 1987

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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De pai para filha
Notícia
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São Paulo
9 de outubro de 1985

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Depoimento sobre Braga na Bienal
Artigo
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...
Notícia
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Rio de Janeiro
7 de outubro de 1995

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Embaixador de cultura
Artigo
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Rio de Janeiro
1 de outubro de 1999

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Escritos da Inglaterra
Resenha
Não identificado
São Paulo
outubro de 1988

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Poeticamente incorreto
Entrevista
Eliane Azevedo
Rio de Janeiro
31 de janeiro de 2002

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Escritos no Rio
Notícia
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Brasília
7 de novembro de 1993

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Escritos no Rio
Notícia
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Brasília
14 de novembro de 1993

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Escritos no Rio
Notícia
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Brasília
21 de novembro de 1993

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil)
Resenha
Não identificado
Ribeirão Preto
21 de novembro de 1993

Imagem padrão
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Espaço cultural abriga arquivos de Lara Resende
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
5 de julho de 1995

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Estreia hoje à noite
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Rio de Janeiro
4 de setembro de 1979

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
junho de 1989

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH
Notícia
Não identificado
MG
22 de maio de 1991

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Folha lança antologia de poemas traduzidos
Artigo
Não identificado
São Paulo
18 de janeiro de 1987

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Fora da estante
Artigo
Cassiano Elek Machado
São Paulo
6 de dezembro de 2003

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Frutos tardios do êxtase
Artigo e resenha
Não identificado
Rio de Janeiro
17 de dezembro de 1988

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar
Notícia
Não identificado
Sorocaba
28 de junho de 1988

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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História marcada pela coragem de correr riscos
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
20 de junho de 1992

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
4 de setembro de 1979

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Homenagem a Ana
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
1 de junho de 1996

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Inéditos
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Rio de Janeiro
1 de abril de 1995

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Inéditos e dispersos
Notícia
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São Paulo
13 de novembro de 1998

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Inéditos e dispersos
Notícia
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Curitiba
26 de dezembro de 1998

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Ana Cristina Cesar
Carta
Vilma Arêas
Rio de Janeiro
15 de maio de 1995

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ
Artigo
Não identificado
São Paulo
25 de setembro de 1999

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo
Notícia
Não identificado
São Paulo
2 de maio de 1991

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Kamikazes em Sampa
Notícia
Não identificado
Curitiba
6 de março de 1999

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Lançamentos agitam mercado literário
Artigo
Não identificado
Natal
3 de junho de 1998

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Lançamento de A teus pés será nesta quinta
Notícia
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Montes Claros
30 de setembro de 1992

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Lembrança de Ana C.
Notícia
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Rio de Janeiro
22 de outubro de 1999

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Libros bajo la luna
Notícia
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Buenos Aires
17 de setembro de 1992

Imagem padrão
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Livros didáticos ocultam a violência social no Brasil
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Rio de Janeiro
27 de junho de 1977

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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98 livros para ler em 98
Listagem de livros de ficção e teatro, biografia e memória, poesia, história, estudos literários, filosofia e psicanálise, ensaio e política a serem lançados em 1998.
Não identificado
São Paulo
11 de janeiro de 1998

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Literatura
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Rio de Janeiro
13 de março de 1992

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Revista do Brasil renasce mais uma vez
Notícia
Julio Bandeira
Rio de Janeiro
5 de janeiro de 1984

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Literatur
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Berlim
4 de novembro de 1993

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Maria Helena Khuner está adaptando...
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Rio de Janeiro
18 de janeiro de 1995

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...
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Belo Horizonte
3 de julho de 1991

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar
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São Paulo
4 de novembro de 1984

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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No prelo
Notícia
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Rio de Janeiro
4 de abril de 1985

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Nobel de Literatura para William Golding
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São Paulo
7 de outubro de 1983

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Nota 10
Notícia
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Rio de Janeiro
26 de dezembro de 1998

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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O livro Escritos no Rio...
Notícia
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Rio de Janeiro
26 de outubro de 1993

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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O projeto Teatro na Universidade...
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
11 de outubro de 1995

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Dicas calientes
Artigo
Caio Fernando Abreu
São Paulo
março de 1989

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip
Entrevista
Paula Barcellos
Rio de Janeiro
10 de julho de 2004

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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O príncipe marginal
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
20 de maio de 1981

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Obra de Ana C. será encenada esta noite
Notícia
Não identificado
Sorocaba
3 de julho de 1988

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A ditadura encurralada
Notícia
Não identificado
São Paulo
11 de julho de 2004

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Os dez mais vendidos da semana
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Não identificado
GO
20 de novembro de 1993

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Os livros de 1998
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Não identificado
Rio de Janeiro
3 de janeiro de 1998

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller
Artigo
Não identificado
São Paulo
24 de dezembro de 1986

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Para além da tentação do silêncio
Resenha
Não identificado
São Paulo
novembro de 1988

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Escrita dedicada à sedução
Resenha
André Luiz Barros
Rio de Janeiro
11 de janeiro de 1997

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Pena poética
Notícia
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Curitiba
18 de maio de 1999

Imagem padrão
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Performance
Notícia
Não identificado
Curitiba
8 de fevereiro de 1997

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Planeta también competirá en la producción nacional de libros
Artigo
Não identificado
Caracas
23 de agosto de 1989

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Poesia
Notícia
Não identificado
Local não identificado
26 de novembro de 1982

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Poesia
Notícia
Não identificado
Curitiba
25 de janeiro de 1997

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Poesia cult
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
21 de julho de 1993

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Poesia de Ana C. no palco
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Rio de Janeiro
2 de junho de 1995

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Poesia de passagem - Segunda edição
Notícia
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Florianópolis
março de 1995

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Poesia no banco
Notícia
Não identificado
São Paulo
4 de fevereiro de 1995

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Poesia que queima a alma
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
27 de abril de 2004

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Regis Bonvicino e o diálogo essencial
Artigo
Josély Viana Batista
Curitiba
12 de janeiro de 1998

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Beatriz Segall é Emily no palco
Artigo
Não identificado
São Paulo
17 de abril de 1985

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Programada
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
29 de maio de 1996

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Psiu Poético leva poesia para as ruas
Notícia
Não identificado
Montes Claros
19 de setembro de 1992

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura
Notícia
Não identificado
Montes Claros
11 de setembro de 1992

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Quattro mostre video per quattro paesi
Artigo
Não identificado
Roma
fevereiro de 1991

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Revista mexicana traz poesia jovem brasileira
Notícia
Não identificado
São Paulo
29 de junho de 1991

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Revista O Percevejo
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
8 de junho de 1994

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Romanische Buchhandlung
Notícia
Não identificado
Sonnabend
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais
Notícia
Não identificado
Montes Claros
1 de outubro de 1992

A menina faz poesia
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A menina faz poesia
Artigo
Lucia Benedetti
Rio de Janeiro
14 de novembro de 1959

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP
Notícia
Não identificado
Montes Claros
18 de setembro de 1992

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã
Notícia
Não identificado
Montes Claros
17 de setembro de 1992

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Sequência
Resenha
Não identificado
Local não identificado
outubro de 1962

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Simulacro
Notícia
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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Sonho que acaba
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
novembro de 1983

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Suicídio anunciado
Notícia
Não identificado
São Paulo
25 de março de 1998

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Sylvia Plath e seu marido nefasto
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
14 de maio de 1994

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Talento em imagem e movimento
Artigo
Não identificado
MG
22 de maio de 1991

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar
Notícia
Não identificado
Petrópolis
20 de fevereiro de 2000

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Teatransformação
Resenha
Não identificado
Rio de Janeiro
29 de março de 1989

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Suicídio: a única saída?
Artigo
Marcos de Benedicto
Local não identificado
fevereiro de 1988

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Teatro
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
16 de julho de 1995

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Terça
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
24 de agosto de 1996

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Tradução mais em conta na Uerj
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
3 de agosto de 1999

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Três de poesia
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Não identificado
Rio de Janeiro
23 de agosto de 1979

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Trocando as palavras por cores e traços
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Rio de Janeiro
9 de agosto de 1988

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Tudo que eu nunca te disse
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Rio de Janeiro
2 de julho de 1997

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Um motivo de orgulho para os cariocas
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Rio de Janeiro
23 de novembro de 1990

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Um olhar sobre Ana C.
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Rio de Janeiro
15 de janeiro de 1995

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Versos
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Londrina
29 de dezembro de 1996

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade
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Petrópolis
26 de fevereiro de 2000

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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O inimigo das bruxarias do mercado
Entrevista
Ivana Bentes
Rio de Janeiro
18 de dezembro de 1993

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica
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São Paulo
16 de novembro de 1990

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Vídeos no Magnetoscópio
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Não identificado
Rio de Janeiro
8 de junho de 1990

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Volta à manchete
Resenha
Não identificado
Rio de Janeiro
6 de novembro de 1974

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Novas assinaturas poéticas
Resenha
Evando Nascimento
Rio de Janeiro
8 de julho de 2000

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Entre a caneta e o pincel
Notícia
Rosa Nepomuceno
Rio de Janeiro
13 de agosto de 1988

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Anseios um tanto críticos
Artigo
Roberto Nicolato
Curitiba
12 de abril de 2001

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Poesia em todos os momentos
Artigo
Roberto Nicolato
Curitiba
16 de maio de 2001

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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A literatura no divã da psicanálise
Resenha
Claudia Nina
Rio de Janeiro
23 de fevereiro de 2002

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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A nova lírica dos anos 90
Artigo
Claudia Nina
Rio de Janeiro
5 de julho de 1997

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O nordeste congelado pelo cinema
Artigo
Jean-Claude Bernardet
Rio de Janeiro
26 de dezembro de 1975

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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República da escrivaninha
Resenha
Claudia Nina
Rio de Janeiro
31 de maio de 2003

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Aeromoças II
Carta
Ana Cristina Cesar de Oliveira
Rio de Janeiro
24 de julho de 1997

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Sobre o confessional
Artigo
Bernardo B.C. de Oliveira
Rio de Janeiro
janeiro de 1988

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Os passaportes autenticados para Ana Cristina
Depoimento
Deise de Oliveira
Curitiba
31 de outubro de 1993

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Uma ativa militante da cultura
Artigo
Elisabeth Orsini
Rio de Janeiro
16 de março de 1992

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Do Toddy ao tédio
Entrevista
Irene Ravache
Rio de Janeiro
14 de outubro de 1989

Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;Dez artistas que se mataram;-;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;A teu pés;Ana Cristina Cesar In memoriam;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Dias de desterro;Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;A questão da arte;-;Banero;Arrumando a casa;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;-;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik
Artigo
Kathrin Berns
Local não identificado
julho de 1994

Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;Poetas e poesia brasileira hoje;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;L'écriture du corps;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Sem censura;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Terça;Jose Lezama Lima...;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;[Minha casa sou eu];-;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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A poesia de uma vida solitária
Artigo
Elisabeth Orsini
Rio de Janeiro
8 de junho de 1990

-;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hommage à Ana Cristina Cesar;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;[Exposição PUC-RJ];Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;-;Instituto Souza Leão - 1979;Acontece na feira;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;-;Das coisas desprovidas de peso;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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O repouso da poetisa marginal
Artigo
Elisabeth Orsini
Rio de Janeiro
5 de novembro de 1994

A crítica e a nova musa;Beijo;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Mulheres fazendo história;Poemas de Ana Cristina Cesar;Nota 10;[Strange the garden];Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Beatriz Segall é Emily no palco;[Não. Não li];Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Ritos de passagem
Artigo
Elisabeth Orsini
Rio de Janeiro
7 de setembro de 2002

Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;A manhã era clara...;Ana C.;Katherine Mansfield (1888-1923);Responda a essa...;A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Segredo e mistério da escrita;Silviano, um crítico que se expõe;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Segredo e mistério da escrita
Artigo
Elisabeth Orsini
Rio de Janeiro
6 de outubro de 1990

Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Ana Cristina Cesar;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;O que paira?;Versos do amor rasgado;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;Noite Brasil;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;[Os leitores devem este livro];Tudo que eu nunca te disse;Consistente e emocionante;Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Instante;Romance com sabor de vício;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Segredos completos
Entrevista
Joséana Paganini
Brasília
14 de julho de 1998

Um acervo para o mundo;Ana C.;Homenagem a Ana;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;[PUC - 1973];Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Começa a guerrilha cultural;Casa das novidades;Morte da morte;-;Ana C. volta em edição esmerada;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Começa a guerrilha cultural
Artigo
Anabela Paiva
Rio de Janeiro
10 de maio de 1996

Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;Primeira chuva, triste...;Sete anos sem Ana;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Les collectionneuses;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Stephane Mallarme: 150 anos;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Um olhar sobre Ana C.;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;-;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Tradução de uma cultura
Artigo
Anabela Paiva
Rio de Janeiro
12 de outubro de 1996

Ana Cristina;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;Inéditos e dispersos;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;-;[PUC - 1975];Muito riso, muito siso;-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.
Resenha
Fernando Paixão
São Paulo
17 de dezembro de 1988

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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O renascer de uma poeta
Artigo
Paulo Paniago
Brasília
8 de março de 1998

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Em torno de A teus pés
Resenha
Armando Freitas Filho
São Paulo
21 de março de 1987

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Um trágico desafio à moral dos outros
Notícia
Armindo Blanco
Rio de Janeiro
2 de junho de 1995

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Cabeça
Notícia
Joyce Pascowitch
São Paulo
5 de julho de 1998

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Cabeça
Notícia
Joyce Pascowitch
São Paulo
17 de outubro de 1999

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Digital
Notícia
Joyce Pascowitch
São Paulo
25 de outubro de 1997

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Entrelinhas
Notícia
Joyce Pascowitch
São Paulo
10 de junho de 1992

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Ana Cristina Cesar celebrada na essência
Notícia
Adriana Pavlova
Rio de Janeiro
25 de outubro de 2003

Imagem padrão
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Ana Cristina Cesar em movimentos
Artigo
Adriana Pavlova
Rio de Janeiro
13 de junho de 1997

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Fertilizações culturais
Entrevista
Clara Allain
São Paulo
4 de maio de 1997

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Wisnik afirma importância do concretismo
Resenha
Irineu Franco Perpetuo
São Paulo
21 de dezembro de 1996

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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As duas faces da Conciliação
Entrevista
José Neumann Pinto
Rio de Janeiro
10 de outubro de 1976

Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;-;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Literatura brasileira antes e depois do achamento
Resenha
Manuel da Costa Pinto
São Paulo
Século XX

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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A herança polêmica dos filhos da PUC
Artigo
Paulo Roberto Pires
Rio de Janeiro
16 de abril de 1996

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70
Artigo
Paulo Roberto Pires
Rio de Janeiro
16 de abril de 1996

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Ficção íntima
Artigo
Paulo Roberto Pires
Rio de Janeiro
24 de setembro de 1999

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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O Rio no túnel do tempo de seus autores
Artigo
Paulo Roberto Pires
Rio de Janeiro
27 de agosto de 1996

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Rio de Janeiro, 1940
Crônica
Paulo Roberto Pires
Rio de Janeiro
16 de dezembro de 2003

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Coleção Unibanco reúne geração de 22
Resenha
Daniel Piza
São Paulo
12 de setembro de 1994

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Perenidade
Notícia
Mário Pontes
Rio de Janeiro
23 de maio de 1992

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Palavras ao vento
Crônica
Caio Fernando Abreu
São Paulo
3 de dezembro de 1986

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Em espanhol
Artigo
Mário Pontes
Rio de Janeiro
17 de outubro de 1992

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Em inglês
Notícia
Mário Pontes
Rio de Janeiro
20 de julho de 1991

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Inventário de perdas
Notícia
Mário Pontes
Rio de Janeiro
25 de maio de 1991

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Leitura de Poesia Moderna Traduzida
Notícia
Não identificado
Local não identificado
1983

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana C. traduzida em imagens
Resenha
Luis André do Prado
Local não identificado
17 de maio de 1990

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Ana Cristina
Carta
Caio Graco Prado
São Paulo
16 de novembro de 1983

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Saudades da Ana C.
Crônica
Mario Prata
São Paulo
2 de agosto de 1995

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Situation du récit dans une typologie des discours
Ensaio
François Rastier
Local não identificado
1971

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema
Artigo
Graciela Ravetti
MG
15 de janeiro de 1999

Imagem padrão
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Transando uma night
Crônica
Theomas Reis
Local não identificado
Século XX

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Palavras cruzadas diretas
Jogo de palavras cruzadas
Revista Coquetel
Rio de Janeiro
1990

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Palavras cruzadas diretas
Jogo de palavras cruzadas
Revista Coquetel
Rio de Janeiro
Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Ana Cristina mostra um verso a mais
Artigo
Marcelo Rezende
São Paulo
13 de dezembro de 1997

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair
Artigo
Michel Riaudel
Paris
setembro de 1994

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França
Artigo
Michel Riaudel
Paris
agosto de 1991

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Carta de Paris: au pied de la lettre
Ensaio
Michel Riaudel
Paris
Século XX

As kamikazes;Carta de Paris - França;Poetas e poesia brasileira hoje;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;L'écriture du corps;No prelo;Poesia que queima a alma;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Terça;Sem título;Jose Lezama Lima...;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Relações perigosas;Ficção íntima;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;O nome de gato...;Pela porta da frente;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Nesta reportagem pretendemos mostrar...
Adalberto Mário Ribeiro
Rio de Janeiro
março de 1944

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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28 poetas contam como fazer poesia
Notícia
Teresa Ribeiro
São Paulo
21 de junho de 1991

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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A crítica e a nova musa
Artigo
Antonio Riserio
Rio de Janeiro
agosto de 1976

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Agora sem maldição
Artigo
Lucia Rito
Rio de Janeiro
14 de julho de 1985

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Nove escritoras à beira da morte
Resenha
Carla Rodrigues
Rio de Janeiro
26 de outubro de 2002

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Uma polêmica antológica
Artigo
Sérgio Rodrigues
Rio de Janeiro
11 de maio de 2001

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Versos no ventilador
Artigo
Sérgio Rodrigues
Rio de Janeiro
6 de maio de 2001

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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O que Ana deixou na gaveta
Artigo
Valéria Rodrigues
Rio de Janeiro
17 de outubro de 1985

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A soma dos tempos
Artigo
Helena Salem
Rio de Janeiro
4 de julho de 1992

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Os navios ancorados no espaço
Crônica
Walter Salles
São Paulo
22 de novembro de 2003

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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A criação literária e as trajetórias da paixão
Entrevista
Miguel Sanches Neto
Curitiba
12 de janeiro de 1997

-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Senhor A;Segunda;-;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];A teus pés;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;-;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;Um encontro marcado para a poesia brasileira;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);-;Las meninas;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Mitologias
Resenha
Miguel Sanches Neto
Curitiba
18 de outubro de 1999

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Já não é a alma que fala
Resenha
Viviana Bosi
São Paulo
10 de fevereiro de 2001

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Ali ao lado, no Caribe
Crônica
Affonso Romano de Sant'Anna
Rio de Janeiro
27 de março de 1991

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Originais
Notícia
Silviano Santiago
São Paulo
maio de 1988

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar
Artigo
Ana Lucia Geaquinto dos Santos
ES
17 de maio de 1993

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Poetas dominam o MASP a partir de hoje
Artigo
Hamilton dos Santos
São Paulo
15 de maio de 1990

Imagem padrão
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Viagem pelo museu do desbunde
Artigo
Joaquim Ferreira dos Santos
Rio de Janeiro
17 de maio de 1985

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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A teus pés
Resenha
Danilo Sbrissia
Curitiba
10 de setembro de 1987

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Amiga é pra essas coisas
Entrevista
Liliane Schowb
Rio de Janeiro
26 de agosto de 1991

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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A volta da geração maldita
Artigo
Rodrigo Brasil
Local não identificado
fevereiro de 1998

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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América Latina ganha feira
Notícia
Antonio Carlos Seild
São Paulo
25 de maio de 1991

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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A tradução iluminada
Resenha
Marta de Senna
Rio de Janeiro
junho de 1989

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Dicionário lista, mas não explica suicídio
Notícia
Haroldo Ceravolo Sereza
São Paulo
13 de janeiro de 2000

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Ana Cristina Cesar In memoriam
Depoimento
Deonísio da Silva
São Carlos
9 de novembro de 1984

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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In memoriam: Ana Cristina Cesar
Depoimento
Deonísio da Silva
Porto Alegre
21 de janeiro de 1984

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.
Resenha
Fernando de Barros e Silva
São Paulo
15 de maio de 1990

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Mulheres de poesia e morte
Depoimento
Juremir Machado da Silva
Porto Alegre
29 de outubro de 1993

[PUC - 1971];Anna Kavan...;Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Segredo e mistério da escrita;Silviano, um crítico que se expõe;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;A manhã era clara...;Ana C.;Katherine Mansfield (1888-1923);Responda a essa...;A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Geração de 45: o reencontro com a forma
Artigo
Emilia Silveira
Rio de Janeiro
21 de junho de 1975

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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A novela é uma festa
Crônica
José Simão
São Paulo
31 de maio de 1988

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Um acervo para o mundo
Artigo
Alessandra Simões
Local não identificado
2 de outubro de 1999

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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A poesia malcriada
Resenha
Cacaso
Rio de Janeiro
26 de julho de 1976

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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Brilho e força, pouca concisão
Resenha
Humberto Slowik
Curitiba
23 de setembro de 1998

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Espetáculo volta reformulado
Notícia
Humberto Slowik
Curitiba
20 de maio de 1999

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Modelo exportação
Artigo
Humberto Slowik
Curitiba
5 de outubro de 1999

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Poeticamente teatro
Artigo
Humberto Slowik
Curitiba
13 de novembro de 1998

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Um encontro marcado para a poesia brasileira
Artigo
Ricardo Soares
São Paulo
26 de novembro de 1988

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Telegráficas
Notícia
Tarik de Souza
Rio de Janeiro
24 de maio de 1990

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Ana C.: a poesia roubou a noite
Artigo
Mauricio Stycer
São Paulo
28 de novembro de 1986

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Luzes sobre o enigma Ana C.
Resenha
Mauricio Stycer
Rio de Janeiro
25 de outubro de 1999

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Onde estão os marginais de ontem?
Artigo
Mauricio Stycer
Rio de Janeiro
8 de dezembro de 1985

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico
Resenha
Cacaso
Rio de Janeiro
20 de agosto de 1976

Imagem padrão
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Ana Cristina Cesar
Carta
Flora Süssekind
Rio de Janeiro
22 de abril de 1995

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Carta aos desconhecidos
Resenha
Flora Süssekind
Rio de Janeiro
2 de março de 1985

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Diário contém sonhos e queixas de Mansfield
Resenha
Flora Süssekind
São Paulo
26 de agosto de 1989

Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;Como se aproximar...;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;Sobre o confessional;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;World Wide Video Festival, 9º;A volta da geração maldita;[Peixe];-;A mostra O Amor Inventado...;Le sexe ou la tête;Sobre quatro poetas suicidas;-;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;Novos marginalizados;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Escalas & ventríloquos
Artigo
Flora Süssekind
São Paulo
23 de julho de 2000

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A temporalidade lírica
Resenha
Flora Süssekind
Rio de Janeiro
6 de novembro de 1993

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Memória
Memória
Yvone Tati
Rio de Janeiro
junho de 1992

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia
Artigo
Jason Tercio
São Paulo
2 de maio de 1996

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Fragmentos
Artigo
Vera Terra
Rio de Janeiro
agosto de 1976

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Poetas e poesia brasileira hoje
Resenha
Cacaso
Rio de Janeiro
25 de junho de 1976

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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A lorota de Ipanema
Artigo
Bruno Tolentino
Local não identificado
Século XX

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Poemas de Ana Cristina Cesar
Artigo
Alicia Torres
Caracas
6 de março de 1988

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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O boêmio da Lapa
Artigo
Polyana Torres
Rio de Janeiro
27 de agosto de 1996

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Versos do amor rasgado
Artigo
Luciano Trigo
Rio de Janeiro
16 de maio de 1998

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Sete anos sem Ana
Artigo
Socorro Trindad
Local não identificado
10 de novembro de 1990

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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O último poema assinado com seu próprio silêncio
Artigo
Turiba
Brasília
6 de novembro de 1983

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento
Resenha
Roberto Ventura
São Paulo
18 de fevereiro de 1989

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Lo importante de nueva Mariel es su reaparición
Resenha
Fernando Villaverde
Local não identificado
5 de outubro de 1986

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Um romantismo com vergonha de si mesmo
Resenha
Cacaso
Rio de Janeiro
23 de maio de 1975

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Poesia
Carta
Mario Vinicius
Rio de Janeiro
9 de outubro de 1996

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Lição de pluralismo
Artigo
Jorge Wanderley
Rio de Janeiro
25 de abril de 1987

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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In and out of grace
Artigo
Janet Watts
Local não identificado
18 de janeiro de 1981

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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A poesia em progresso
Artigo
Claudio Willer
Local não identificado
1985

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Uma das coisas...
Artigo
Claudio Willer
Local não identificado
junho de 1978

Imagem padrão
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No prelo
Notícia
Vivian Wyler
Rio de Janeiro
19 de setembro de 1985

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Tempo de tudo editar
Artigo
Vivian Wyler
Rio de Janeiro
29 de dezembro de 1985

Fertilizações culturais;-;Nove bocas da nova musa;Como um álbum de velhos retratos;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Brasileiros bem representados;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Tu queres gato...;Literatura;Melle;-;A lírica amorosa;Poesia;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Um grande poeta que se dizia menor
Artigo
Vivian Wyler
Rio de Janeiro
20 de abril de 1986

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Sobre quatro poetas suicidas
Artigo
Danielle Brito
Curitiba
18 de junho de 1998

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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Vibrante e cerebral
Resenha
Vivian Wyler
Rio de Janeiro
22 de dezembro de 1985

Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;Janelas, retalhos e palimpsestos;-;A teus pés;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;A imaginação feminina no poder;-;Boletim informativo;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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À beira da ficção
Entrevista
Valêncio Xavier
Curitiba
11 de julho de 1999

Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;[Escrevo só e];Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;A poesia vista através do movimento;-;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Artes e ofícios da poesia;Poesia de passagem - Segunda edição;-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Castello lança seu Inventário...
Notícia
Valêncio Xavier
Curitiba
14 de agosto de 1999

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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A questão da arte
Artigo
Carlos Zilio
Rio de Janeiro
3 de setembro de 1976

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Versada nessas coisas astrológicas...
Entrevista
Ziraldo
Local não identificado
Século XX

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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De pele, de cheiro, de dor, sei lá...
Artigo
Rique Aleixo de Brito
Belo Horizonte
1984

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar
Artigo
Marcio Pinheiro
Porto Alegre
20 de abril de 1992

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Cartas de Ana C.
Artigo
Wilson Bueno
Londrina
17 de outubro de 1999

Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Casa das novidades;Morte da morte;-;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Image Reality and Super Reality;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar
Artigo
Antonio Callado
São Paulo
16 de abril de 1994

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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A loucura mais doce possível
Resenha
Maria Silvia Camargo
Rio de Janeiro
27 de setembro de 1991

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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O casamento acabou mas o amor continua
Entrevista
Mario Fernando Canivello
Local não identificado
20 de agosto de 1984

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Cacaso faz balanço de sua obra
Resenha
Salete de Almeida Cara
São Paulo
30 de junho de 1985

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Por aquelas escadas subiu feito uma diva
Artigo
Caio Fernando Abreu
São Paulo
29 de julho de 1995

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Barco que navega num rio
Artigo
Manoel Carlos
Rio de Janeiro
8 de maio de 1990

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Vida e obra de um poeta-ícone
Resenha
Geraldo Carneiro
Rio de Janeiro
12 de maio de 2001

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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Ana Cristina Cesar: poemas inéditos
Artigo
Age de Carvalho
Belém
3 de março de 1985

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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A loucura dos cães
Resenha
Bernardo Carvalho
São Paulo
11 de setembro de 1999

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Cartas cariocas
Resenha
Bernardo Carvalho
São Paulo
2 de outubro de 1999

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O hoje da cultura mambembe
Artigo
Elizabeth Carvalho
Rio de Janeiro
10 de outubro de 1977

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Radicais da liberdade
Crônica
José Castello
São Paulo
8 de outubro de 1996

Imagem padrão
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Trocando de papel
Artigo
José Castello
Rio de Janeiro
15 de agosto de 1988

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são
Entrevista
José Castelo Branco
Rio de Janeiro
3 de setembro de 1976

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Fora de pauta
Crônica
Marize Castro
Local não identificado
Século XX

Deu rejeição nesse transplante
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Deu rejeição nesse transplante
Artigo
Moacir Werneck de Castro
Local não identificado
26 de janeiro de 1976

Libera nos, Domine
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Libera nos, Domine
Crônica
Moacir Werneck de Castro
Rio de Janeiro
27 de fevereiro de 1996

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil
Artigo
Francisco Cervantes
México
1985

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario
Notícia
Francisco Cervantes
México
3 de dezembro de 1983

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Dibujo y poesia del Brasil
Artigo
Francisco Cervantes
México
16 de janeiro de 1986

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil
Artigo
Francisco Cervantes
México
1 de fevereiro de 1986

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85
Artigo
Caio Fernando Abreu
São Paulo
1985

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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[A morte da Literatura Brasileira]
Estudo sobre ensino de literatura na universidade.
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Bibliografia
Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição]
Trechos dos livros Amor de perdição e A queda de um anjo, de Camilo Castelo Branco, e Dom Casmurro, Machado de Assis.
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[Can I start?]
Não identificado
Local não identificado
junho de 1990

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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[Don't be sad]
Desenhos
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[Forever, and forever]
Trechos de peças de William Shakespeare
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[from Ana é memória]
Poemas dedicados a Ana Cristina Cesar
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Notes to your notes
Sugestões para tradução de texto
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O sem sentido...
Folha com os poemas Quanta poesia..., À noite morta, Sonho, Brevidade, Amigo
Não identificado
Local não identificado
19 de setembro de 1968

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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[Olho vago perdido]
Desenhos
Não identificado
Local não identificado
3 de junho de 1975

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Pai
Poema
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[Palavras já foram]
Poema
Não identificado
Teresópolis
24 de setembro de 1972

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Parce que tu m'as parlé de vice...
Poema
Não identificado
Local não identificado
3 de fevereiro de 1915

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Sem título
Desenho
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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[Sobre nós esse]
Poema
Não identificado
Rio de Janeiro
4 de outubro de 1972

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[Strange the garden]
Poemas
Não identificado
Local não identificado
1958

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[Viagem: deixa teu]
Poema
Não identificado
Rio de Janeiro
10 de outubro de 1972

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Dedicatória
Falsa folha de rosto do livro A forma secreta, de Augusto Meyer.
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
12 de março de 1982

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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A ficção dos anos 70
Artigo
Caio Fernando Abreu
Local não identificado
1991

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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Oku
Parte do livro Oku: presença do Haikai na Poesia Brasileira, de Carlos Verçosa
Matsuo Basho
Local não identificado
Século XX

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil
Ensaio
João Guilherme Biehl
Berkeley
1992

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?
Ensaio
Mechthild Blumberg
Bremen
setembro de 1995

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Tradução literária e identidade feminina: o exemplo da autora e tradutora Ana Cristina Cesar
Ensaio
Mechthild Blumberg
Bremen
junho de 2000

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A babble of voices
Anthony Burgess
Local não identificado
Século XX

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal
Ensaio
Cacaso
Local não identificado
Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino
Discurso
Maria Lucia de Barros Camargo
Local não identificado
Século XX

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Drummond e a poesia de mulheres
Maria Lucia de Barros Camargo
Florianópolis
29 de outubro de 1987

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Janelas, retalhos e palimpsestos
Roteiro de peça de teatro
Flavio de Campos
Local não identificado
junho de 1993

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores)
Roteiro de peça de teatro
Flavio de Campos
Local não identificado
15 de junho de 1993

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Gatogravuras
Texto de apresentação para a exposição Gatogravuras.
Patricia Alexandre
Belo Horizonte
4 de abril de 1998

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias)
Antonio Candido
Local não identificado
Século XX

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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[Questão: Como interpreta]
Entrevista
Antonio Candido
Local não identificado
Século XX

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Retrato de Djuna Barnes
Artigo
Jose Carlos Cataño
Local não identificado
Século XX

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Sobre a faca das marés
Poema a Ana Cristina Cesar
Eudoro Augusto
Local não identificado
julho de 1976

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Sem título #1
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Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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[Ana escreveu a]
Programação de homenagens a Ana Cristina Cesar
Maria Luiza Cesar
Local não identificado
Século XX

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar
Bibliografia
Maria Luiza Cesar
Local não identificado
Século XX

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Completando a bibliografia
Lista de artigos e resenhas escritos por Ana Cristina Cesar
Maria Luiza Cesar
Local não identificado
Século XX

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
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[Em que sentido]
Notas
Maria Luiza Cesar
Local não identificado
Século XX

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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Lembranças de Ana Cristina
Depoimento
Waldo Cesar
Nice
3 de outubro de 1993

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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Tudo que eu nunca te disse
Texto sobre o espetáculo Tudo que eu nunca te disse, de Marcia Rubin
Waldo Cesar
Rio de Janeiro
setembro de 1997

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.
Proposta para a publicação do livro Escritos da Inglaterra
Waldo Cesar
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Estrutura fundiária
Roberto Lobato Correa
Local não identificado
Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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A réplica
Poema dedicado a Ana Cristina Cesar
Archimedes Vellozo Correia
Rio de Janeiro
21 de setembro de 1971

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Ana Cristina Cesar
Poema dedicado a Ana Cristina Cesar
Flavio Moreira da Costa
Rio de Janeiro
31 de outubro de 1985

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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De la supériorité de la littérature anglaise-américaine
Giles Deleuze
Paris
1977

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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From "Pictures of the gone world"
Trecho de poema do livro Pictures of the gone world, de Lawrence Ferlinghetti
Lawrence Ferlinghetti
Local não identificado
Século XX

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Bliss
Peça de teatro
Silmara O. Fernandes
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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[A tarde precipita]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
1981

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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[À mão livre]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
10 de agosto de 1979

R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;Novos marginalizados;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;Como se aproximar...;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;Sobre o confessional;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A volta da geração maldita;A mostra O Amor Inventado...;-;Le sexe ou la tête;Sobre quatro poetas suicidas;-;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Bonito demais
Resenha sobre o livro Mais provençais, de Augusto de Campos
Armando Freitas Filho
Local não identificado
Século XX

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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[Com volúpia]
Poema dedicado a Ana Cristina Cesar
Armando Freitas Filho
Local não identificado
Século XX

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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Duas ou três coisas que eu sei dela
Artigo
Armando Freitas Filho
Local não identificado
Século XX

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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[Escrevo só e]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
13 de agosto de 1979

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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[Escrevo só em]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
13 de agosto de 1979

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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[Minha casa sou eu]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
setembro de 1979

Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;Acontece na feira;-;Instituto Souza Leão - 1979;-;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;Das coisas desprovidas de peso;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;-;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;Hommage à Ana Cristina Cesar;[Exposição PUC-RJ];-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
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[Miss Frigidaire não]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
setembro de 1979

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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[Não. Não li]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
13 de agosto de 1981

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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[No mar e]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
19 de agosto de 1979

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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[Os leitores devem este livro]
Introdução de livro
Armando Freitas Filho
Local não identificado
Século XX

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Pensando por escrito
Introdução de livro
Armando Freitas Filho
Local não identificado
9 de agosto de 1998

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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[Renoir, o que]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
setembro de 1979

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[Seja de seda]
Poema
Armando Freitas Filho
Rio de Janeiro
setembro de 1979

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
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O acervo de Ana C.
Texto sobre biblioteca de Ana Cristina Cesar apresentado em seminário
Raimundo Nonato Gurgel
Local não identificado
Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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O mais profundo é a pele
Ensaio
Raimundo Nonato Gurgel
Local não identificado
Século XX

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Seletas de Ana C.; autor:
Raimundo Nonato Gurgel
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Estrutura ideológica
Tradução da introdução do livro Los conceptos elementares del materialismo histórico, de Marta Harneckr.
Marta Harnecker
Buenos Aires
1973

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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La imagen de la naturaleza en la física actual
Desenhos
Werner Heisenberg
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Desenhos
Desenhos
Tania Kacelnick
Local não identificado
1980

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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[Marisete, era a]
Conto e desenhos
Tania Kacelnick
Local não identificado
1974

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Na outra noite no meio-fio
Rascunho e desenhos
Tania Kacelnick
Local não identificado
Século XX

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Sem título
Desenhos
Tania Kacelnick
Local não identificado
1974

Imagem padrão
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[A peça se desenvolve]
Peça de teatro
Maria Helena Kühner
Local não identificado
Século XX

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Quem tem medo de teoria?
Luis Costa Lima
Rio de Janeiro
Século XX

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar
Ensaio
Luiza Lobo
Rio de Janeiro
Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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[Sapatinhos que não]
Texto em prosa e desenhos
Maria Cecilia Londres
Local não identificado
Século XX

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades
Tese de dissertação
Mara Lucia Masutti
Florianópolis
dezembro de 1992

A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;A imaginação feminina no poder;-;Boletim informativo;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;Janelas, retalhos e palimpsestos;-;A teus pés;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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[Elena Milan: Born in]
Artigo sobre Elena Milan
Doris Meyer
Nova Iorque
Século XX

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar)
Crônica
Monica Magnani Monte
Rio de Janeiro
Século XX

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Olhos de papel numa floresta de espelhos
Ensaio sobre a escritura de Clarice Lispector, Marguerite Duras e Ana Cristina Cesar
Monica Magnani Monte
Rio de Janeiro
Século XX

Poetas e poesia brasileira hoje;L'écriture du corps;No prelo;História de um jovem sapato;Mulher em prosa e verso;Análise de A espingarda do rei da Síria, de J. J. Veiga;Sem censura;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Poesia que queima a alma;Terça;Sem título;Os professores contra a parede;Artistas polivalentes;Ana Cristina Cesar (1952-1983);Jose Lezama Lima...;[Minha casa sou eu];-;Menina;Deslumbramentos com a poesia de Ana Cristina;Relações perigosas;Ficção íntima;Nesta reportagem pretendemos mostrar...;O nome de gato...;Pela porta da frente;Carta de Paris - França;As kamikazes;-;-;-;-;Homenagem a Ana C.;Instituto Souza Leão - 1978;A mulher de negócios;Um animal de estimação;Decreto;Lírico incorrigível;HBH entrevista Charles Peixoto: recordações do mestre marginal;O muso dos poetas brasileiros;A voz de uma geração;Frutos tardios do êxtase;A poesia de uma vida solitária;In memoriam: Ana Cristina Cesar;Versada nessas coisas astrológicas...;Una leccion de vida, de nuevo desde Brasil;Dialética da malandragem (Caracterização das Memórias de um Sargento de Milícias);Tudo, esta espuma;-;Efeitos exteriores sobre o homem podem acarretar mal estar
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Tudo, esta espuma
Poema dedicado a Ana Cristina Cesar
Italo Moriconi Junior
Rio de Janeiro
Século XX

Beatriz Segall é Emily no palco;Recuperação da adolescência/Samba-canção;Nada que o sol não explique;Três de poesia;[Não. Não li];Centro de Letras;-;A poeta. O delírio. Janela para a morte;Sergio Rodrigues é um autor malvado;O Rio no túnel do tempo de seus autores;Ana Cristina Cesar, leitora de Drummond;O que é preciso para...;A feiticeira do bem;A crítica e a nova musa;Beijo;Coletânea de textos de escritora traz o conflito das Letras;Poemas de Ana Cristina Cesar;Mulheres fazendo história;Seminário;Um pedaço de lira rasgada...;Le corps de la théorie;Nota 10;[Strange the garden];-;-;Teste psicológico;Hysterie;[ONG Cenpla];Fogo tematiza a...;Lêdo Ivo: teoria x a vida...;My dear, chove a cântaros...;Posição anti-teórica...;Reminiscências de um passeio...;Angela Melim acaba...;Ana Cristina Cesar;Os poetas são crisálidas;O poeta que navega com o instinto;Poesia de Ana C. viaja pelo mundo;Amelia no Pen Clube;Grupo mostra poesias de Ana Cristina Cesar;Ritos de passagem;Mulheres de poesia e morte;Retrato de Djuna Barnes;[Exposição PUC-RJ];No avião
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Centro de Letras
Ensaio
Rubens Nogueira
Local não identificado
1 de dezembro de 1998

Conselhos;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);Segredo e mistério da escrita;O letreiro;-;Jornal da Juventude Infantil: Acampamento...;Silviano, um crítico que se expõe;A manhã era clara...;Ana C.;Geração de 45: o reencontro com a forma;ICA Cinema;Responda a essa...;Katherine Mansfield (1888-1923);A poesia massacrada;História marcada pela coragem de correr riscos;[PUC - 1971];Anna Kavan...;-;-;Bia Wouk: Veintedibujos;Noa Noa;Simulacro de uma solidão;Gatos vieram...;Na noite escura...;O que é que você...;Um rito de passagem;Reminiscências loucas de uma guria prisioneira do tempo;Segredos de Ana C.;O legado de Ana C.;Vamos voltar a falar em poesia?;Bolero;Alfabeto de imagens;Falência da poesia ou uma geração enganada e enganosa - Os poetas de 45;Correspondência incompleta;O livro Escritos no Rio...;Trocando as palavras por cores e traços;Rio de Janeiro, 1940;Agora sem maldição;O boêmio da Lapa;[Viagem: deixa teu];[No mar e];Viver por viver;-
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Viver por viver
Prosa
Loamir Soares de Oliveira
Rio de Janeiro
16 de dezembro de 1971

Programada;[Ana escreveu a];Sisterwrite Catalogue 1979-80;Uma data feliz;O estilo de Caio Graco uniu utopia e mercado;Tudo que eu nunca te disse;[Os leitores devem este livro];Ela não está mais aqui;Getúlio riu, riu...;Consistente e emocionante;Estilhaços da redoma;Coleção Unibanco reúne geração de 22;-;Instante;Romance com sabor de vício;Ana Cristina Cesar;Nove escritoras à beira da morte;1 (Menos um);Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, XI;Nas colinas de Antonio Machado...;Armando Freitas Filho;Crítica e tradução;Versos do amor rasgado;O que paira?;Noite Brasil;O projeto Teatro na Universidade...;Cartas de Ana C.;-;-;-;ICA Cinema;[PUC - 1972];Jornal da Juventude Infantil: Colégio Bennett...;Revista Nossos Amiguinhos;Arpejos;Do conteúdo e da forma;Ressuscitando Ana C.;Diálogos contra artifícios;Mansfield sabia orquestrar as banalidades;Ana C. revisitada;Hoje e amanhã/No Shopping Cassino Atlântico.../As muito rápidas;Segredos completos;A novela é uma festa;Pateta e Mickey
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Ela não está mais aqui
Poema
Osvaldo Luiz Pastorelli
Local não identificado
5 de janeiro de 1984

[PUC - 1973];Cronograma - Português;Inéditos e dispersos;Começa a guerrilha cultural;Saída;-;Jornal da Juventude Infantil: Dia das Mães...;Morte da morte;-;Casa das novidades;Ana C. volta em edição esmerada;Um acervo para o mundo;Image Reality and Super Reality;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;Ana C.;Homenagem a Ana;Volta à superfície;Arte-manhas de um gasto gato;-;-;Bliss & blue;Núcleo Pindaíba;Sonho duma noite de verão;Não é sociologia...;O Ronda;Pressupostos teóricos...;Uma viagem pelo interior do país;Só para homens;Uma poeta planetária;Os poemas (inéditos) de Ana Cristina, dos 9 aos 31 anos;A literatura no retalho;Mouvements et journaux de femmes;Novos clássicos;Escritos da Inglaterra;Dicas calientes;Psiu Poético leva poesia para as ruas;Um motivo de orgulho para os cariocas;Perenidade;Uma polêmica antológica;Inimigo dos poetas e músicos volta a atacar;Bibliografia sobre Ana Cristina Cesar;Pensando por escrito;Systématique des isotopies
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Systématique des isotopies
Artigo
François Rastier
Local não identificado
Século XX

Sete anos sem Ana;Les collectionneuses;Francisco Alvim está de volta ao país para lançar livro e participar da Flip;A loucura mais doce possível;Núcleo Pindaíba;A Terra é redonda;Stephane Mallarme: 150 anos;Psiu Poético reunirá 100 poetas no Centro de Educação e Cultura;Completando a bibliografia;Um olhar sobre Ana C.;[Renoir, o que];Um livro cinematográfico e um filme literário;O tempo de correr;Poesia de Ana Cristina Cesar exige imparcialidade crítica;Ana Cristina Cesar: poète marginal?;Jornal Espadim;-;Chá for two total;Perfumes íntimos e fortes da rara flor que se foi;Palavras ao vento;Versos no ventilador;A Cara do Vira;[Ode a Cintia];Carta verdepolítica para a irmã;Primeira chuva, triste...;Crônica da casa ameaçada;Blu-Blu;-;-;-;Images of ourselves;[PUC - 1974];Jornal da Juventude Infantil: Esse mundo moderno!...;Robinson Crusoé nos céus brasileiros;As margens do provérbio...;Literatura não é mais o centro da cultura;Tire o barbante e aspire fundo o perfume;Cenas de outubro;Eu e não-eu;Ana Cristina;Inéditos;Tradução de uma cultura;A poesia malcriada;Sala;Nome em serviço...
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Ana Cristina Cesar: poète marginal?
Ensaio
Michel Riaudel
Poitiers
7 de junho de 1996

Muito riso, muito siso;-;[PUC - 1975];-;A malícia de um marginal;Um diálogo do português com o inglês pela poetisa Ana C.;Sindicato de Proteção ao Papai Noel;Brilho e força, pouca concisão;Jornal da Juventude Infantil: J.J.I. veio ano passado...;Ana Cristina;Livro monta delicado retrato da poeta carioca Ana Cristina Cesar reunindo as cartas escritas por ela a suas amigas;[Vários];Instituto Moreira Salles recebe Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Iphan;Navarro, retomar trabalho...;Poesia singela colabora no caminho para a felicidade;Inéditos e dispersos;-;-;A escrita performática de Ana Cristina Cesar;1983;Núcleo Pindaíba;The ‘beaux’ stratagem;Greolândia;João M. Show;Jornal Familiar Semanal: Aqui estamos de novo...;A Ilíada;Professores;Un signal d'arrêt;Um rito de passagem;Poeta do segredo;A marginal roubava versos;Ana Cristina;La parole est aux hommes;Os gestos poéticos de Ana Cristina;As epístolas e a criação;De pai para filha;O príncipe marginal;Quattro mostre video per quattro paesi;Versos;O que Ana deixou na gaveta;O último poema assinado com seu próprio silêncio;O casamento acabou mas o amor continua;[Em que sentido];[Seja de seda];[Conversa de senhoras];[Vários];[Vários]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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[Conversa de senhoras]
Tradução para o francês dos poemas de Ana Cristina Cesar: Conversa de senhoras, Vacilo da vocação, Samba-canção, Final de uma ode, Nada, esta espuma, Estou muito compenetrada no meu pânico..., Quero te passar o quarto imóvel..., Não encontro no meio de todas essas histórias..., A poesia pode me esperar?..., Não, a poesia não pode esperar..., Por que escreve e rasga a fogo..., Ricas e famosas, A ponto de partir..., Estou sirgando, mas o velame foge..., Não querida, não é preciso correr assim..., Não, esta palavra. O encarcerado só sabe..., Acabo de fazer uma grande descoberta...
Michel Riaudel
Local não identificado
Século XX

Em espanhol;Poesia hoje;Duas ou três coisas que eu sei dela;As obras-primas que poucos leram: O cortiço, de Aluísio de Azevedo;A soma dos tempos;Guimarães Rosa;Jornal Familiar Semanal: Esta seção é uma seção...;Ana Cristina Cesar;Depoimento sobre Braga na Bienal;Cacaso faz balanço de sua obra;-;Lembranças de Ana Cristina;Centro de Informática e Cultura Itaú;O acervo de Ana C.;Projeção;Des femmes et leurs oeuvres;Revista mexicana traz poesia jovem brasileira;Vida e obra de Ana C. Cesar na cidade;Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica";O amor inventado;Vendo a Janete Clair...;Third Sunday of Easter;Poética sem dramática;-;-;-;Intimate diary;[PUC - 19--];Jornal da Juventude Infantil: Monteiro Lobato...;Nem agora posso...;Autor: Alberto Couste...;Memórias da mansão;Luzes no erotismo;Grandes poetas falaram de temas comuns;A máquina de criar linguagem;Ana Cristina Cesar;Inéditos e dispersos;O renascer de uma poeta;Espetáculo volta reformulado;[Escritos da Inglaterra]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Métamorphoses d'un conte: de "Bliss" à "Luvas de Pelica"
Ensaio
Michel Riaudel
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Século XX

Universidade de Essex;Colégio Bennett, obra educativa que honra a Igreja Evangélica;Em torno de A teus pés;-;-;Ana Cristina Cesar simboliza geração;Jornal da Juventude Infantil: O que é o que é?...;No próximo verão...;Exercícios poéticos de técnica e lirismo;Modelo exportação;Introdução à poesia de Ana Cristina Cesar;A República, Livro VII (O mito da caverna);Encontro dos 100 anos de Primeiro de Maio;Ana Cristina Cesar;Obra de Ana C. será encenada esta noite;Aventuras e serões;Quero a profundidade da pele;-;-;Correr em vez de caminhar;O amor inventado;Traçados pós-cabralinos: Ana C. e Caio F.;Há uma irrealidade...;Jornal Familiar Semanal: Remate: Estávamos citando...;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de [Alexander] Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robson Crusoé";Descanso;Lição de abismo;"A teus pés" dissolve fronteiras entre verso e prosa;Dois agradecimentos;O super 8 vive!;Toque poético;O melhor da poesia na década;Dia 11, às 12h, no Salão Moniz Aragão...;Revista O Percevejo;O inimigo das bruxarias do mercado;Em inglês;Os navios ancorados no espaço;Para Silviano, discurso modernista sofreu esgotamento;Por aquelas escadas subiu feito uma diva;Tudo que eu nunca te disse;O mais profundo é a pele;[Em primeiro lugar]
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[Em primeiro lugar]
Parte de entrevista de Silviano Santiago a Horus Vital Brasil
Silviano Santiago
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Século XX

Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Romanische Buchhandlung;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Eça, autor de Madame Bovary;-;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Inventário de perdas;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Ana Cristina Cesar;Embaixador de cultura;Propomos um jogo...;O amor inventado;Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
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Eça, autor de Madame Bovary
Ensaio
Silviano Santiago
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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Singular e anônimo
Ensaio
Silviano Santiago
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Século XX

Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Contos como terapêutica;Volta à manchete;-;O Eu profundo e os outros Eus;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Comunicamos seu falecimento...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;Ontem a melancolia...;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Poesia;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
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La féminité
Desenhos
Piera Aulagnier-Spairani
Local não identificado
Século XX

Senhor A;Segunda;Beatriz Segall encena poemas de Lya Luft na peça O lado fatal;Lançamentos agitam mercado literário;Lá fora;Cabeça;Os dez mais vendidos da semana;Sobre a integridade...;-;A teus pés;Papai Noel esperto não entra nessa de best-seller;[Malditos marginais hereges];Notícias de Espanha: peço notícias...;Bertold Brecht, o teatro épico;Bibliografia;-;Poema óbvio;Ana Cristina Cesar, toda a poesia. Pelos olhos do amigo, também poeta;A teus pés;Ana Cristina no palco;Biografia de uma geração;Anunciada;Salão Nacional de Poesia vai começar nesta sexta no CECHP;O desabafo;-;Diálogo entre dois peregrinos (numa estalagem);Um encontro marcado para a poesia brasileira;Jornal da Juventude Infantil: Até o ano que vem...;Ana C.: a poesia roubou a noite;-;Las meninas;-;Adelia solar, Ana lunar;Lilith informa;Itaú mostra Ana Cristina Cesar em vídeo;-;-;-;-;-;Dez anos sem Ana Cristina;Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);O amor inventado;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Tudo que eu nunca te disse;Tudo que eu nunca te disse;Encomenda;History of europe 1870 - 1950;Jornal da Juventude Infantil: História em cores...;Localizaste o tempo...;Olho muito tempo...;Oposição pai/mãe...;(Quase) Reflexões sobre a Ode marítima e a Ode (quase) marítima;Ziraldo, o Carteiro...;Captam aptos tantos tons...;Este anúncio melancolicamente prova que...;Ana Cristina Cesar, poeta, letrista...;A face oculta de Dali;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Ana C.: a letra apaixonada ou a paixão letrada?;Escritos da Inglaterra revela o trabalho de tradutora minuciosa;Ana C. O anjo ainda registra;Ana Cristina Cesar;Faz algum tempo...;A desconhecida Djuna, uma grande escritora menor;A poesia já faz best-seller;Por que escritores cometem suicídio;Dickinson e a voz da imortalidade;Malditos: a boa colheita paulista;Literatura de Ana C., dissimulada em missivas;Ana Cristina Cesar;Escritos da Inglaterra;Escritos no Rio;Salão de Poesia Psiu Poétco apresentará filmes culturais;Vídeos no Magnetoscópio;Novas assinaturas poéticas;A literatura no divã da psicanálise;Leitura de Poesia Moderna Traduzida;Ana Cristina;Mitologias;Ali ao lado, no Caribe;Um romantismo com vergonha de si mesmo;Lição de pluralismo;Vida e obra de um poeta-ícone;A loucura dos cães;A ficção dos anos 70;Estrutura fundiária;Ana Cristina Cesar;Estrutura ideológica;Desenhos;Singular e anônimo;A tradução iluminada;Soneto relâmpago
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A tradução iluminada
Ensaio
Marta de Senna
Local não identificado
Século XX

Em memória de Ana Cristina Cesar (1952-1983);A marca do piano;O perigo do dragão, desejo e paixão da Bruna Lombardi poeta;In and out of grace;Cartas cariocas;-;Painel sobre a poeta Ana Cristina Cesar;A teus pés;Arquivo em dia de chuva;Entre a caneta e o pincel;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Caro senhor, é com prazer...;A sexualidade feminina;A nova lírica dos anos 90;Oku;-;De la supériorité de la littérature anglaise-américaine;Anarquia feliz;O anjo ainda registra;Saudades da Ana C.;[Marisete, era a];-;O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?;Os cabelos da mulher de vidro;Lembranças de Ana Cristina;Escritos no Rio;Originais;-;-;-;-;A teus pés;Livraria Xanam;Era noite, Vera...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Luisinha e Luisão...;O enigma;Sra. Reitora do...;Diário louco de uma solitária prisioneira do tempo;Ana Cristina;Saudades de tudo;Nada disimula el apuro del amor;Arquivo das artes;Lançamento de A teus pés será nesta quinta;Para além da tentação do silêncio;VI Salão Nacional de Poesias Psiu começa amanhã;Digital;Luzes sobre o enigma Ana C.;[Camilo Castelo Branco: Amor de perdição];Eu a 9-8-66...;[Atenção cuidado com os batedores de carteiras];Anorexigênico
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O feminino em Ana Cristina Cesar: uma questão de ponto de vista?
Ensaio
Ilza Matias de Sousa
Natal
2 de setembro de 1993

Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Escrita dedicada à sedução;-;Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;Luvas de Pelica;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
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Writing as a woman
Capítulo do livro Poetry and conscience
Anne Stevenson
Local não identificado
Século XX

Escritos no Rio (coletânea) e Bruxa-Ria (história infantil);Quem foi que disse...;Com o Pacote de Abril, surge a geração de 1977;Uma das coisas...;Epílogo;Radicais da liberdade;-;Charge;Ana Cristina Cesar, inteira;Perfis do Rio;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Inédito;O nordeste congelado pelo cinema;Ana Cristina Cesar: eine weibliche poetik?;-;Bliss;-;Ana C., a lesma quando passa deixa um rastro prateado;A alma feminina, do palco à coxia;Alejandra Pizarnik y Ana Cristina Cesar: los bordes del sistema;Sem título;Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta);-;Um ano depois;Poetas dominam o MASP a partir de hoje;-;-;-;-;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;Luso-Brazilian Books;Jornal da Juventude Infantil: Meu irmão Flavio ganhou...;Machado: certo sentimento...;O gato era...;Tenho medo da...;Mestre amigo;Árvore triste;Ana Cristina Cesar: cristais, heavy metal e tafetá;Livro traz correspondência poética de Ana Cristina C.;A memória do anarquista e os suicídios dos escritores;Entrevista coletiva;As Kamikazes;Libros bajo la luna;Pena poética;Simulacro;Ana Cristina Cesar celebrada na essência;Eros psicopompos e hedonismo antropoplástico;[Don't be sad];[Carros/Barcos/Pescaria];Apontamento
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Os ombros altos (uma paixão vivida e descrita nos anos cinqüenta)
Romance
Carlos Sussekin
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1976

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[JB - resenha]
Notas
Flora Süssekind
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Século XX

Querido Bennett...;Perfil de uma geração;Adormecendo, um riso contraditório...;A babble of voices;-;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;[À mão livre];Universo poético de Ana Cristina Cesar;Três novos poetas se autofinanciam e não estão reclamando. Uma ex-poetisa diz amém!;República da escrivaninha;Palavras cruzadas diretas;Quem tem medo de teoria?;-;Idade Média: feudalismo...;A morte da jovem poeta;A teus pés;Introduction au vraisemblable;-;Exílios;Ana Cristina Cesar em edição para argentinos;Estreia hoje à noite;Tempo de tudo editar;Feira do Poeta;Poetas da Polônia sitiada;L. Fernando Cardoso: As verdades são verdades e não são;-;-;-;Ana Cristina;Manuscritos da Literatura Brasileira;Esquecimento;Jornal da Juventude Infantil: O Jornal da Juventude Infantil foi criado...;Maior conhecimento da...;O melhor teatro Cara cruel;Nada, esta espuma/Enciclopédia delta/Casablanca;Brinquedo fatal;Ana Cristina Cesar: a vocação do abismo;Vídeo mostra os medos e conflitos de Ana C.;A arte da vida e da morte;Bola fora na academia;98 livros para ler em 98;Planeta también competirá en la producción nacional de libros;Suicídio anunciado;Carta aos desconhecidos;[from Ana é memória];[Elefantes]
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Introduction au vraisemblable
Tzvetan Todorov
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1971

Brasileiros bem representados;Andres Nagel;Poesia qualquer coisa;Diário contém sonhos e queixas de Mansfield;Melle;Tu queres gato...;Literatura;A lírica amorosa;Poesia;-;Sylvia Plath e seu marido nefasto;Notes to your notes;Estão caindo sobre...;Os nanicos: maltratados, mas incansáveis;Nove bocas da nova musa;Fertilizações culturais;-;Jornal da Juventude Infantil: O segredo do Juquinha...;Como um álbum de velhos retratos;-;-;-;-;-;-;Festes de la mercè;Poesia é uma ou duas linhas e por trás uma imensa paisagem…;Vozes femininas: gênero, mediações e prática de escrita;Imponderável;Patinho: suas músicas vivem ainda...;Querido Papai Noel...;Aí é que são elas...;Circunvoluções cerebrais;[Colégio Aplicação da UFRJ - 19--];Ensaios no registro do feminino;Bela;Ana C.: uma vida ao pé da letra;A lira e a luta dos 30 anos;O incômodo legado da geração mimeógrafo;Estudo de mestrado analisa obra de Ana Cristina Cesar;Aeromoças II;Palavras cruzadas diretas;Amiga é pra essas coisas;Um grande poeta que se dizia menor;Fora de pauta;Tudo da minha terra: bate papo sobre poesia marginal;A der(rota) na metáfora da navegação, de Jorge de Lima a Ana Cristina Cesar;Apresentação de projeto
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Apresentação de projeto
Projeto para a produção de vídeo com leitura de poemas de Ana Cristina Cesar
Video Filmes
Local não identificado
Século XX

Sobre o confessional;Colégio Amaro Cavalcanti;Fragmentos de um discurso pós-moderno;[Sapatinhos que não];-;Foro de las Americas Berlin E.V;Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70;-;Ana Cristina Cesar;Ana Cristina mostra um verso a mais;A volta da geração maldita;[Peixe];World Wide Video Festival, 9º;A mostra O Amor Inventado...;-;Sobre quatro poetas suicidas;-;Le sexe ou la tête;Novos marginalizados;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro;-;Como se aproximar...;Ana Cristina Cesar: uma leitura do feminino;-;-;-;Armadilha para Lamartine;MIS em cena;Jornal da Juventude Infantil: Quinta-feira de endoença...;Mãos tão brancas...;Para conseguir suportar essa tonteira;Conto de Natal;Um vendaval na Sinegâmbia;Ana Cristina Cesar: a poeta apaixonada pelas palavras;O eu perdemos na chuva dos meteoritos;Coleção quer recolocar a poesia em alta;No palco;Revista do Brasil renasce mais uma vez;Poesia;Talento em imagem e movimento;Wisnik afirma importância do concretismo;Escalas & ventríloquos;O sem sentido...;Bonito demais
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Ana Cristina Cesar e Adelia Prado: duas poetas dos anos 70
Ensaio
Lucia Villares
Local não identificado
Século XX

Poesia cult;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;-;Relatório de Atividades 1996;As treze maneiras;As duas faces da Conciliação;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;Place de l´Etoile...;Arte pau-brasil;Literatur;[Olho vago perdido];-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
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A terceira noite
Partitura do poema A terceira noite, de Ana Cristina Cesar
Carlos Almada
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março de 2002

Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;[Presépio];From Ana;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;-;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;O dia do papai;Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;-;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
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A autonomia do processo estético
Alain Badiou
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junho de 1965

Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;[Escrevo só e];Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;A poesia vista através do movimento;-;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Artes e ofícios da poesia;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Poesia de passagem - Segunda edição;Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
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La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne
Catherine Baliteau
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Século XX

Fora da estante;Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;A questão da arte;-;Banero;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;Arrumando a casa;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;A teu pés;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
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Jerrenas
Poemas dedicados a Ana Cristina Cesar
Luciana Barros
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outubro de 1976

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Par où commencer?
Roland Barthes
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Século XX

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Cartela de apresentação do audivisual sobre o grupo Dzi Croquettes
Paulo Kawall
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001484.pdf
Carta
Notícias pessoais
Maury Gurgel Valente
Local não identificado
9 de janeiro de 1941

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Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
001485.pdf
Carta
Notícias pessoais
Maury Gurgel Valente
Paty do Alferes
7 de janeiro de 1941

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Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
001486.pdf
Carta
Notícias pessoais
Clarice Lispector
Local não identificado
5 de janeiro de 1941

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Carta
Notícias pessoais
Clarice Lispector
Local não identificado
2 de janeiro de 1942

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Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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Carta
Notícias pessoais
Clarice Lispector
Local não identificado
janeiro de 1941

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001490.pdf
Carta
Considerações a respeito da publicação do livro de contos Laços de família
Clarice Lispector
Washington, D.C.
10 de março de 1959

[Pássaro];Obras de Richard Strauss
Archive/Collection: Clarice Lispector (CL)
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Obras de Richard Strauss
Obras As alegres travessuras de Till Eulenspiegel, Salomé e Don Juan, de Richard Strauss. Obras interpretadas pela orquestra The Stadium Symphony Orchestra of New York, regida pelo maestro Leopold Stokowski
Richard Strauss
Nova Iorque
1959

Arte apaixonada
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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Arte apaixonada
Frédéric Chopin
São Bernardo do Campo
1974

The Brandenburg Concerts: nº. 1-6 complete
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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The Brandenburg Concerts: nº. 1-6 complete
Obras interpretadas pela Orquestra de Câmara Inglesa regida pelo maestro Johannes Somary: Concerto nº. 1 em Fá Maior; Concerto nº. 2 em Fá Maior; Concerto nº. 6 em Si Bemol Maior
Johann Sebastian Bach
Inglaterra
1976

Bruno Walter: Beethoven: Sinfonia n°. 9 en re menor coral, Sinfonia n°. 8 en fa mayor
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Bruno Walter: Beethoven: Sinfonia n°. 9 en re menor coral, Sinfonia n°. 8 en fa mayor
Obras interpretadas pela Orquestra Sinfônica Columbia regida pelo maestro Bruno Walter: Allegro Non Troppo, Un Poco Maestoso, Molto Vivace, Presto, Adagio Molto e Cantabile, Andante Moderato, Adagio, Allegro Vivace e con Brio, Allegretto Scherzando, Menuetto, Allegro Vivace
Ludwig van Beethoven
Argentina
Século XX

Mozart: Pequena Serenata/Schubert: Rosamunde; Sinfonia nº. 8 em si menor
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Mozart: Pequena Serenata/Schubert: Rosamunde; Sinfonia nº. 8 em si menor
Obras interpretadas pela Orquestra de Câmara da Rádio da Baviera regida pelo maestro Eugen Jochum: Allegro; Romanzo: Andante; Menuetto: Allegreto; Rondo: Allegro. Obras interpretadas pela Orquestra Filarmônica de Berlim regida pelo maestro Fritz Lehmann: Música do Balé nº. 2, em sol maior; Allegro moderato; Andante con moto
Wolfgang Amadeus Mozart
Rio de Janeiro
1973

St. Matthew Passion
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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St. Matthew Passion
Johann Sebastian Bach
Amsterdã
1939

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001499.pdf
Água viva
Dossiê referente ao livro Água viva formado pelos textos em prosa Calo-me... e Atrás do pensamento: monólogo com a vida
Clarice Lispector
Local não identificado
Século XX

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[A bela e a fera]
Dossiê referente ao livro A bela e a fera formado por caderno com os contos Mocinha, A crise, História interrompida, Gertrudes pede um conselho, Obsessão, O delírio, A fuga, Mais dois Bêbedos; e texto em prosa Não, não havia dúvida...
Clarice Lispector
Local não identificado
1940 - 1941

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Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
001501.pdf
[Um sopro de vida]
Dossiê referente ao livro Um sopro de vida formado pelos conjuntos Eu escrevo para nada... e Eu abro caminho por mim...
Clarice Lispector
Local não identificado
Século XX

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001502.pdf
Chegamos a Natal...
Bloco de notas com textos, listas, trechos de romances, notas, desenho de Clarice Lispector de autoria de Ribeiro Couto
Clarice Lispector
Natal
19 de julho de 1944

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001503.pdf
[A hora da estrela]
Folhas e fragmentos de folhas com rascunho do livro A hora da estrela
Clarice Lispector
Local não identificado
Século XX

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Interpretação
Notas sobre o I Ching
Olga Borelli
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;A volta do filho pródigo;-;-;Uma cerimônia comemorativa... [Discurso de Afonso Arinos de Melo Franco];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A alegria;-;-;-;-;Aconteceu amanhã;-;Bloch conta;-;Águas inimigas;-;A boca do inferno;-;Como todo ano, o ano da graça de 1987...;-;O braço direito: dossiê (Estricnina - alcaloide...);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A editora Rocco está comemorando seu primeiro ano de atividades com estes grandes lançamentos;-;-;-;-;[Claire e Clarice];-;O braço direito: dossiê (Rainha do abismo...);-;Bula do egoísmo francês;1. A triste alegria...;-;Tom Sharpe/Wilt...;-;-;-;-;-;-;-;-;Ano bom, bom astral;-;-;-;-;-;-;Apólogo talássico;-;Maria diga por favor;-;-;-;-;-;Ele chega atrasado...;-;-;-;-;-;-;Notas para um poema sobre a tristeza;-;-;-;-;A procura de um lugar no capitalismo. Com identidade e soberania;-;As confissões de Nelson Rodrigues (cap. CCXLIV);-;Fidel: um homem contra o continente;-;-;As vozes arquivadas. Jornal de Verdade deixa seu telejornalismo no Museu da Imagem e do Som;-;Estou na idade...;O quinto cavaleiro do apocalipse;-;-;-;-;-;Inveja e gratidão;-;Sei que estou passando...;-;-;-;-;-;Em dezembro de 1938...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As pessoas;O braço direito;Apólogo brasileiro;Está na hora;Isso passa;É possível que algum leitor...;Todos os habitantes...;1º maio de 1922, 4 horas da manhã...;Rua do Matola;Beija-flor que entrou...;Qual a pior - a física ou a moral?...;Saracura. Arrematar saracura...;O braço direito: dossiê (Amigos: Niso e Euríalo...);Juízo final;L'oeil triste des philosophes...;Gaza lâmulas afetado...;Gato - beau gaillan...;Envelhecimento espalhafatoso...;Dekassegui - fenômeno da volta...;Intriga...;Vocês não sabem o que estão perdendo...;A chamada cultura de almanaque;A França e a visita do presidente;A nova dimensão da crise;A televisão e a abertura;Algemas e pássaros;Ausência de Merquior;Braço da direita invade casa de Otto Lara e só acha retratos na gaveta;Tal é o dia do batizado...;Verão;Um livro para desfazer boato;Asilo Santa Leopoldina/Num hotel da Lapa;A besta do apocalipse;Mãe preta;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Em dezembro de 1938...
Dossiê com os textos Em dezembro de 1938..., de Otto Lara Resende; Carioca, de Otto Lara Resende; Deus já estava aqui, de Frei Vicente do Salvador; Primeiras visitas, de Vivaldo Coaracy; Primeiros padres, de Brasil Gerson; Primeiros trabalhos, de Padre José de Anchieta; Primeiros combates, Gabriel Soares de Sousa; Beleza unânime, de autor não identificado; Com vista para o mar, Padre Fernão Cardim; Vista do Alto, José de Alencar; Aterro profetizado, de Machado de Assis; Chácaras de antigamente, de Gastão Cruls; A alma das ruas, de João do Rio; Na areia do Leblon, de Carlos Drummond de Andrade; Sinfonia de cores, de Erico Verissimo; Ruas que se mudam, de Marques Rebelo; Onde os coveiros enriquecem, Di Cavalcanti; Praia de memórias, de Vinicius de Moraes; Copacabana cobiçada, de Peregrino Júnior; Lapa vadia, Ribeiro Couto; A praça morta, de Henrique Pongetti; Última canção do beco, de Manuel Bandeira
Otto Lara Resende
Local não identificado
Século XX

A poesia;-;Diário poético;-;-;-;O maior orgulho...;-;-;-;-;-;-;-;10;-;Viagem;-;-;-;O ovo;-;Folhas soltas de vários cadernos de poesia;-;-;-;A canção do mar;-;-;-;Mario Quintana;-;-;Dikt;-;Trecho de entrevista;-;-;-;-;-;-;Canção da garoa;-;-;-;A que se foi;-;-;Para dona Nídia Guimarães;-;-;-;Buena dicha;-;-;Haicai;-;-;-;Os monstros...;-;-;-;Para o nosso...;-;-;-;Academia Brasileira;-;Poema;-;-;História burguesa;-;-;-;-;-;A companheira;-;-;-;Revelação;-;-;-;Expectativa;-;Vida;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Mario Quintana (MQ)
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Carta
Comentários sobre reações de acadêmicos diante da opinião de Mario Quintana a respeito da atuação de candidatos em campanha à eleição à Academia Brasileira de Letras, publicada em entrevista. Referência a possível má intenção de jornalista que publicou opinião de Mario Quintana. Comentários sobre atitude de Mario Quintana de envio de livros com dedicatórias para acadêmicos. Listagem de nomes de acadêmicos que provavelmente votarão em Mario Quintana, Lêdo Ivo e Orígenes Lessa. Sugestão de viagem de Mario Quintana ao Rio de Janeiro para visitas de campanha
Vianna Moog
Rio de Janeiro
15 de abril de 1981

-;-;-;-;Batem os sinos da Igreja de S. Rafael...;Morrer por Saigon;Pois, Fernando, eu gostaria...;As aventuras no mundo da higiene: observações feitas pelo dr. Paulo Chaves;Erico Verissimo;Discurso de recepção do Juca Pato;Ainda o incidente da marquesa;-;-;Serenata;Chegaram quase ao mesmo tempo...;Brazil... Ominous portent;Quando as pessoas idosas...;Possíveis artigos: O coronel Nestor;Caminhos cruzados;Memórias de um romancista;-;Livro polêmico...;Malazarte;-;-;-;-;Minha solidariedade ao povo húngaro...;Innocence;-;The adventures of Brasil;The Vermelha Beach;En cas de malheur;O continente;-;-;Na sua opinião, atravessa atualmente a literatura riograndense...;Drama num aquário;-;Se ainda não consegui...;As viagens de Marco e Paulo;A visit to Erico Verissimo in Virginia;-;Bom ou mau, o best-seller é um livro que vende bem;-;-;-;-;Israel em abril;-;-;A tomada do espisódio;-;Diálogo sobre o Rio Grande do Sul;Brazilian literature: an outline;-;-;-;Impossível! O único livro que escrevi...;[O retrato];-;-;Não me agrada a idéia de às pressas opinar sobre um assunto...;Sonata;Machismo;[México];-;Como lhe ocorreu a ideia de escrever O prisioneiro...;Meus encontros com Villa-Lobos;-;-;O sr. embaixador do Brasil ofereceu um almoço em honra do eminente escritor Erico Verissimo;-;-;-;-;Não julgue os EEUU pelo prisma de Hollywood;Nós nos encontramos...;The ambassador;Nunca como hoje...;Walking in dreamland...;Um sucesso na feira;O tempo e o vento;Solo de clarineta II;-;O ovo;Paulo Duarte;Dyonélio e os ratos;Viva a vida!;Como é, exatamente, o roteiro...;Solo de clarineta: memórias;Festa Nacional do Trigo (Fenatrigo);-;-;O arquipélago III: Encruzilhada;Clarissa;O senhor embaixador;O resto é silêncio;[Madrugada];Sol e mel;The general daydreams;Lanternas na floresta;As aventuras de Tibicuera;[O urso com música na barriga];Israel em abril;Solo de clarineta I;A Riviera Italiana;A história, essa fábula;Manoelito de Ornelas;A música e eu;Reflections on a literary enigma: Machado de Assis;They make fun of everything...;Minha vida era exatamente dois mil réis...;Acredita que o humor...;Prefácio;É uma alegria a gente verificar...;Home is the hunter...;It is very difficult...;Junto meu indignado...;Mário Quintana, o pé de pilão e eu;Não acha que esta é uma hora...;The novel today: Death or transmutation;Plano Toríbio às vezes me parece mais vivo e verossímil...;Quero que saibam...;Com relação aos congressos de poesia...;Mestre dos elementos estruturais da narrativa...;Preface;I would begin this short speech...;Nesta palestra aparecem caminhos...;No ano de 399 a.C., numa prisão...;Romance;Nosso princípio foi apenas ontem...;Devo a Maria Inês Klieman o meu primeiro impacto...;O pastor alemão (policial alemão)...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Verissimo volta e vai escrever para crianças;Erico Verissimo retorna a Porto Alegre;Erico Verissimo no Rotary Clube da Covilhã;Banquete em homenagem a Erico Verissimo;Verissimo contra a censura. Logicamente, contra Plínio Salgado;-;-;-;Regresso;-;-;-;Erico diz que está cansado de escrever mas não vai desistir;Memórias de Erico Verissimo em Solo de clarineta;One man's dreadful night, clever novel of loss of mind
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Solo de clarineta: memórias
Memórias
Erico Verissimo
Porto Alegre
11 de setembro de 1973

Brasil para a revolução;-;-;-;A marquesa saiu às cinco da tarde;Solo de clarineta: o registro de um contador de história de Cruz Alta a Wash;-;Serão fascistas os escritores gaúchos?;Verissimo: o livro do Vietname;-;-;-;-;-;Erico Verissimo (un gran narrador), en Madrid;-;Erico Verissimo, um filho das Macegas;-;-;-;Notícia de um grande romance;-;-;Autógrafos de Erico Verissimo;Guerra e Paz;-;Seleção popular da literatura brasileira;-;-;Os direitos do escritor;John dos Passos visto por Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fornari, romancista;-;Biografia;E agora é silêncio;Governador do Estado presta homenagem a Erico Verissimo;-;Incidente em Antares;Fine long novel of Brazil's yesterdays;Into the sun;Cut in half, book could be twice as good;Crossroads;Erico Verissimo, o épico;-;His excellency, the ambassador
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Certificação do óbito de Erico Verissimo
Ofício do Registro Civil das Pessoas Naturais da 4ª Zona da Cidade de Porto Alegre
Porto Alegre
5 de dezembro de 1975

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
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Carta
Comentários sobre distribuição de livros no Brasil pela Editora Codecri. Comentários sobre distribuição de livros em Brasília pela Global Editora. Comentários sobre venda de livros em bancas de Brasília. Comentários sobre características do profissional brasileiro. Comentários sobre produção de livro compilado da coluna Gip Gip Nheco Nheco, de Ivan Lessa. Comentários sobre edição de livros pela Editora Codecri. Comentários sobre atuação de livreiros. Comentários sobre edição de livros de baixo custo
Jefferson de Andrade
Volta Redonda
9 de setembro de 1978

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
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Carta
Notícia da perda de malas pela Varig. Promessa de envio do livro The autograph hound, de Walt Disney. Pedido do título de livro. Referência a Richard Nixon. Referência a entrevista com Francis Ford Coppola. Referência a Barbara Rush. Referência Humphrey Bogart. Indagação acerca de filmes enviados
Sergio Augusto
Berkeley
12 de agosto de 1974

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
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Carta
Comentários sobre a perda de malas pela Varig. Envio de matéria sobre Joe Williams para ser publicada. Envio de revistas censuradas. Indagação acerca do recebimento do livro de Lahr. Comentários sobre a censura no Brasil. Considerações a respeito do cinema político feito na América Latina. Análise de filmes americanos. Lembrança de Ivan Lessa. Considerações sobre edição do jornal Pasquim. Referência aos jornais do Brasil, o Globo e Opinião. Comentários sobre o compromisso e utilidade do Pasquim
Sergio Augusto
Berkeley
26 de agosto de 1974

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
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Carta
Lembrança de Ivan Lessa. Comentários sobre Paris e Nova York. Referência à presença de Jorge Amado em Paris. Manifestação de descontentamento com a presença de brasileiros em Paris. Interesse em entrevistar Hannah Arendt e Pauline Kael. Comentários sobre detalhes da entrevista de Hannah Arendt. Considerações a respeito do filme O último tango em Paris
Sergio Augusto
Paris
18 de setembro de 1974

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
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Carta
Envio de músicas. Manifestação de apreço por Ivan Lessa
Aldir Blanc
Rio de Janeiro
março de 1996

Um Brasil para os brasileiros: contos e poesias
Arquivo/Coleção: Carolina Maria de Jesus (CMJ)
001518.pdf
Um Brasil para os brasileiros: contos e poesias
Caderno com o texto em prosa Prólogo; poemas A carta, Porque, Riso de poeta, Uns beijos, As aves, Mamãe, Trinado, Solteirona, O sírio, A passarada, A rosa, Ingenuidade, Mistério, Desilusão, Noivas de maio, Mentira, Negras, Devaneio, O colono e o fazendeiro, Pobre inocente, Segredo oculto, O turco e o lampião, Quero-lhe, Meu avô, Estátua de pedra, Visita, Festa dos bichos, O exilado, Em que pensas?, Carta de luto, Atualidades, A vida, Noite de São João, Reminiscências, Dá-me as rosas, Ao meu amor, Tristeza, Hipocrisia, Dona Leonor, O juiz, Sonhei, Os feijões, O prisioneiro, Minha pátria, Rica e pobre, O devoto, O pequenino, Súplica de um cego, Maria Rita, Maria Rosa, Ela voltou!, Evocação, A velhice e a mocidade, O filho, Vidas, Meus filhos, Quadros, Um caipira!, Decepção, O homem, Anseio, Porque chora, Hino ao amor, Kennedy, O expedicionário, Prisão de amor, Primeiro amor, Pressentimento
Carolina Maria de Jesus
Século XX

Meu Brasil...
Arquivo/Coleção: Carolina Maria de Jesus (CMJ)
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Meu Brasil...
Caderno com os textos em prosa O Sócrates africano, A interferência fatal, Minha irmã, A panela; poemas Meu Brasil, Inspiração, Lua de mel, Súplica de mãe, Deus!, Saudades de mãe, Súplica do encarcerado, Vai vai, Minha filha, Poeta, O ébrio, Prece de mãe, O infeliz, Sou feliz, O marginal, Dr. Adhemar de Barros, Mãe é sempre mãe, O chapéu, Osórios, O meu primo Adão, Minha madrinha, A árvore de dinheiro, São Paulo
Carolina Maria de Jesus
Século XX

Palácio do Planalto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Palácio do Planalto
Jorge Bodanzky
Praça dos 3 poderes
circa 1965

Supremo Tribunal Federal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Supremo Tribunal Federal
Jorge Bodanzky
Praça dos 3 poderes
circa 1965

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Palácio da Alvorada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Palácio da Alvorada
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Palácio da Alvorada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Palácio da Alvorada
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Ministério das Relações exteriores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ministério das Relações exteriores
Jorge Bodanzky
Palácio dos arcos
circa 1965

Ministério das Relações exteriores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ministério das Relações exteriores
Jorge Bodanzky
Palácio dos arcos
circa 1965

Jorge Bodanzky em frente ao Ministério das Relações exteriores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky em frente ao Ministério das Relações exteriores
Autoria não identificada
Palácio dos arcos
circa 1965

Ministério das Relações exteriores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00116.jpg
Ministério das Relações exteriores
Jorge Bodanzky
Palácio dos arcos
circa 1965

Ministério das Relações exteriores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ministério das Relações exteriores
Jorge Bodanzky
Palácio dos arcos
circa 1965

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Mario Balaban e Dely Balaban, ex-alunos da UnB e colegas de universidade de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mario Balaban e Dely Balaban, ex-alunos da UnB e colegas de universidade de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Mario Balaban e Dely Balaban, ex-alunos da UnB e colegas de universidade de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mario Balaban e Dely Balaban, ex-alunos da UnB e colegas de universidade de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Dely Balaban, ex-aluna da UnB e colega de universidade de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dely Balaban, ex-aluna da UnB e colega de universidade de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Mario Balaban e Dely Balaban, ex-alunos da UnB e colegas de universidade de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mario Balaban e Dely Balaban, ex-alunos da UnB e colegas de universidade de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Vista do Congresso Nacional tomada do ministério das relações exteriores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista do Congresso Nacional tomada do ministério das relações exteriores
Jorge Bodanzky
Itamaraty
circa 1965

Lena Coelho Santos , ex-mulher de Jorge Bodanzky e mãe de Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho Santos , ex-mulher de Jorge Bodanzky e mãe de Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Represa de Guarapiranga
Jorge Bodanzky
Terraço Santo Amaro ; Guarapiranga
circa 1965

Família - Lena Coelho Santos, primeira esposa, e Rosa Wilhelm, mãe, de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Família - Lena Coelho Santos, primeira esposa, e Rosa Wilhelm, mãe, de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Teatro Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teatro Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Alunos da UnB, colegas de Jorge Bodanzky - Mario Balaban, Jacó Sanowicz e Igor Gelerter
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Alunos da UnB, colegas de Jorge Bodanzky - Mario Balaban, Jacó Sanowicz e Igor Gelerter
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Alunos da UnB, colegas de Jorge Bodanzky - Mario Balaban, Jacó Sanowicz e Igor Gelerter
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Alunos da UnB, colegas de Jorge Bodanzky - Mario Balaban, Jacó Sanowicz e Igor Gelerter
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1965

Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Viagem feita por Jorge Bodanzky para acompanhar a gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., no Antigo Engenho Itapuá
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Viagem feita por Jorge Bodanzky para acompanhar a gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., no Antigo Engenho Itapuá
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Viagem feita por Jorge Bodanzky para acompanhar a gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., no Antigo Engenho Itapuá
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Viagem feita por Jorge Bodanzky para acompanhar a gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., no Antigo Engenho Itapuá
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Viagem feita por Jorge Bodanzky para acompanhar a gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., no Antigo Engenho Itapuá
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Embarcação no rio Paraíba, próximo ao Antigo Engenho Itapuá
Viagem feita por Jorge Bodanzky para acompanhar a gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., no Antigo Engenho Itapuá
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

José Rubens Siqueira durante sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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José Rubens Siqueira durante sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
Monumento às Bandeiras
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00218.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
Aeroporto de Congonhas
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00225.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00226.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00227.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00228.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00229.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00230.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00231.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Jorge Bodanzky durante sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00232.jpg
Jorge Bodanzky durante sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
José Rubens Siqueira
São Paulo
1970s

José Rubens Siqueira. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00233.jpg
José Rubens Siqueira. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

José Rubens Siqueira. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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José Rubens Siqueira. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Jorge Bodanzky. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
José Rubens Siqueira
São Paulo
1970s

Jorge Bodanzky. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00236.jpg
Jorge Bodanzky. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
José Rubens Siqueira
São Paulo
1970s

José Rubens Siqueira. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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José Rubens Siqueira. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

José Rubens Siqueira, à esquerda. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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José Rubens Siqueira, à esquerda. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira. Em primeiro plano, o piloto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira. Em primeiro plano, o piloto
Jorge Bodanzky
Parque Ibirapuera
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo, com José Rubens Siqueira
Jorge Bodanzky
Obelisco aos Heróis de 32
1970s

Maestro John Neschling e Lena Coelho Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00301.jpg
Maestro John Neschling e Lena Coelho Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Maestro John Neschling e Lena Coelho Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00302.jpg
Maestro John Neschling e Lena Coelho Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Maestro John Neschling e Lena Coelho Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Maestro John Neschling e Lena Coelho Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Maestro John Neschling e Lena Coelho Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Maestro John Neschling e Lena Coelho Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Lena Coelho Santos antes de sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho Santos antes de sobrevoo em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Lena Coelho Santos antes de sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho Santos antes de sobrevoo em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Lena Coelho Santos antes de sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00307.jpg
Lena Coelho Santos antes de sobrevoo em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Jorge Bodanzky antes de sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00308.jpg
Jorge Bodanzky antes de sobrevoo em São Paulo
Lena Coelho dos Santos
São Paulo
1970s

Jorge Bodanzky antes de sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky antes de sobrevoo em São Paulo
Lena Coelho dos Santos
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00310.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00311.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Marginal em construção; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Marginal em construção; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Marginal em construção; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Marginal em construção; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Jorge Bodanzky durante sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky durante sobrevoo em São Paulo
Lena Coelho dos Santos
São Paulo
1970s

Jorge Bodanzky fotografa sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky fotografa sobrevoo em São Paulo
Lena Coelho dos Santos
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Estádio do Pacaembu; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estádio do Pacaembu; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Cemitério da Consolação; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cemitério da Consolação; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00322.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00323.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00324.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00325.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Represa Guarapiranga; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Represa Guarapiranga; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00327.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00328.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Jorge Bodanzky durante sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky durante sobrevoo em São Paulo
Lena Coelho dos Santos
São Paulo
1970s

Jorge Bodanzky durante sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00330.jpg
Jorge Bodanzky durante sobrevoo em São Paulo
Lena Coelho dos Santos
São Paulo
1970s

Lena Coelho dos Santos durante sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00331.jpg
Lena Coelho dos Santos durante sobrevoo em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Lena Coelho dos Santos durante sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00332.jpg
Lena Coelho dos Santos durante sobrevoo em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00402.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00403.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Centro
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00404.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00405.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00406.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00407.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00408.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00409.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00410.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00411.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00412.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Edifício Copan; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edifício Copan; Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00414.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00415.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00416.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00417.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00418.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00419.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00420.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00421.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00422.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00423.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Aeroporto do Campo de Marte
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00426.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Aeroporto do Campo de Marte
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00427.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00428.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00429.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00430.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00431.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00432.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00433.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00434.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00435.jpg
Sobrevoo em São Paulo, com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00501.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Dario Chiaverini fotografa a decolagem. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dario Chiaverini fotografa a decolagem. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
Aeroporto Congonhas
circa 1970

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00503.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Viaduto do Chá; Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viaduto do Chá; Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1970

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00506.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00507.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00508.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00509.jpg
Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Dario Chiaverini espera a decolagem. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dario Chiaverini espera a decolagem. Sobrevoo de helicóptero em São Paulo
Jorge Bodanzky
Aeroporto Congonhas
circa 1970

Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Dario Chiaverini
Aeroporto de Congonhas
circa 1970

Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Dario Chiaverini
Aeroporto Congonhas
circa 1970

Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Dario Chiaverini
Aeroporto Congonhas
circa 1970

Piloto do helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Piloto do helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Jorge Bodanzky
Aeroporto de Congonhas
circa 1970

Jorge Bodanzky decolando no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky decolando no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Dario Chiaverini
São Paulo
circa 1970

Feira na inauguração da Estátua de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira na inauguração da Estátua de Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Painel para fotografia lambe-lambe. Inauguração da Estátua de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Painel para fotografia lambe-lambe. Inauguração da Estátua de Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Inauguração da estatua Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Inauguração da estatua Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Inauguração da estatua Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00607.jpg
Inauguração da estatua Padre Cícero
Jorge Bodanzky
Estátua de Padre Cícero na Colina do Horto
circa 1970

Inauguração da estatua Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00608.jpg
Inauguração da estatua Padre Cícero
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Inauguração da estatua Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00609.jpg
Inauguração da estatua Padre Cícero
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00610.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Incêndio em ônibus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00611.jpg
Incêndio em ônibus
Jorge Bodanzky
MG
circa 1970

Incêndio em ônibus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00612.jpg
Incêndio em ônibus
Jorge Bodanzky
MG
circa 1970

Incêndio em ônibus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00613.jpg
Incêndio em ônibus
Jorge Bodanzky
MG
circa 1970

Onibus pegando fogo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Onibus pegando fogo
Jorge Bodanzky
MG
circa 1970

Incêndio em ônibus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00615.jpg
Incêndio em ônibus
Jorge Bodanzky
MG
circa 1970

Incêndio em ônibus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00616.jpg
Incêndio em ônibus
Jorge Bodanzky
MG
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00617.jpg

Jorge Bodanzky
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00618.jpg

Jorge Bodanzky
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00619.jpg

Jorge Bodanzky
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00620.jpg

Jorge Bodanzky
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00621.jpg

Jorge Bodanzky
s.d.

Propaganda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00701.jpg
Propaganda
Jorge Bodanzky
São Paulo
1969

Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Jorge Bodanzky
Praça da República
1969

Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00703.jpg
Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Jorge Bodanzky
Praça da República
1969

Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00704.jpg
Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Jorge Bodanzky
Praça da República
1969

Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00705.jpg
Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Jorge Bodanzky
Praça da República
1969

Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00706.jpg
Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Jorge Bodanzky
Praça da República
1969

Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00707.jpg
Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Jorge Bodanzky
Praça da República
1969

Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00708.jpg
Vinícius de Moraes no Edifício Esther
Jorge Bodanzky
Praça da República
1969

Iceberg em forma de cisne
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Iceberg em forma de cisne
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Pinguins ao entardecer
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pinguins ao entardecer
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Veleiro Kotic
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Veleiro Kotic
Jorge Bodanzky
Peninsula Antartida
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00804.jpg

Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00805.jpg

Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando, com uma Vídeo-8, vulcanólogos espanhois fazendo medições em uma base científica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando, com uma Vídeo-8, vulcanólogos espanhois fazendo medições em uma base científica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Ilha Decepção, Antártica
1987

Ensaio de merchandising para o Guaraná Antarctica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ensaio de merchandising para o Guaraná Antarctica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Port Charcot
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00808.jpg
Port Charcot
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli brincando em local com ossos de baleias
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli brincando em local com ossos de baleias
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Ensaio de merchandising para o Guaraná Antarctica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00810.jpg
Ensaio de merchandising para o Guaraná Antarctica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli brincando em local com ossos de baleias
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli brincando em local com ossos de baleias
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Ensaio de merchandising para o Guaraná Antarctica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00812.jpg
Ensaio de merchandising para o Guaraná Antarctica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Pinguins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pinguins
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Veleiro Kotic no Kodak Valley
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Veleiro Kotic no Kodak Valley
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli tomando banho na Ilha Decepção, ponto mais alto de uma cratera vulcânica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00815.jpg
Oleg e Igor Belli tomando banho na Ilha Decepção, ponto mais alto de uma cratera vulcânica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky também participaram da equipe. Filme relacionado: "Igor, Uma Aventura na Antártica" (1987). Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00816.jpg
Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
1973

Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00817.jpg
Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00818.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00819.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00820.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00901.jpg
Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
1973

Salvador Allende e Augusto Pinochet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende e Augusto Pinochet
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00902.jpg
Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
1973

Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00903.jpg
Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
1973

Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00904.jpg
Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
1973

Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00905.jpg
Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
1973

Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00906.jpg
Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
1973

Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião, trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00910.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00911.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00912.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende no desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00913.jpg
Salvador Allende no desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00914.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00915.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00916.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f00918.jpg
Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Entrevista com Hugo Banzer, logo após o golpe militar na Bolívia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Entrevista com Hugo Banzer, logo após o golpe militar na Bolívia
Viagem à Bolívia com Karl Brugger após o golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

Hugo Banzer
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hugo Banzer
Hugo Banzer Suárez (10 de maio de 1926 — Santa Cruz de la Sierra, 5 de maio de 2002) foi um general e político boliviano, presidente da República por duas vezes (21 de agosto de 1971 a 21 de julho de 1978 e de 6 de agosto de 1997 a 7 de agosto de 2001). Nasceu no povoado de Concepción, na província de Ñuflo de Chávez, departamento de Santa Cruz, na Bolívia, e faleceu em Santa Cruz de la Sierra, província de Andrés Ibáñez, departamento de Santa Cruz.
Jorge Bodanzky
Bolívia
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Salvador Allende no desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende no desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Entrevista com Hugo Banzer, logo após o golpe militar na Bolívia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Entrevista com Hugo Banzer, logo após o golpe militar na Bolívia
Viagem à Bolívia com Karl Brugger após o golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz
circa 1972

Local de mineração
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Local de mineração
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01008.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01009.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01011.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01012.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01015.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01016.jpg

Jorge Bodanzky
Altiplano, Cordilheira dos Andes. Lago Titicaca.
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Lago Titicaca
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

Conserto do carro na estrada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Conserto do carro na estrada
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Altiplano, Cordilheira dos Andes. Lago Titicaca.
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

Carro quebrado no trajeto para o altiplano andino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carro quebrado no trajeto para o altiplano andino
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Altiplano, Cordilheira dos Andes. Lago Titicaca.
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01211.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01212.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01215.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01216.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01217.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01220.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01301.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01302.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01303.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01304.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01305.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01308.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01309.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01310.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01311.jpg
Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01313.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
1971

No interior da Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01314.jpg
No interior da Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01315.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01316.jpg

Jorge Bodanzky
Torre Olímpica
1971

Lago congelado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01317.jpg
Lago congelado
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01320.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Aeroporto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01403.jpg
Aeroporto
Jorge Bodanzky
Alemanha
1971

Aeroporto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01404.jpg
Aeroporto
Jorge Bodanzky
Alemanha
1971

Aeroporto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01405.jpg
Aeroporto
Jorge Bodanzky
Alemanha
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01406.jpg

Jorge Bodanzky
Bruxelas
1971

Vista aérea do aeroporto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do aeroporto
Jorge Bodanzky
Europa
1971

Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da parte de cima da Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01410.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01411.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01412.jpg

Jorge Bodanzky
Munique
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01413.jpg

Jorge Bodanzky
Munique
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01414.jpg

Jorge Bodanzky
Munique
1971

Jorge Bodanzky em um lago congelado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky em um lago congelado
Autoria não identificada
Munique
1971

Lago congelado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lago congelado
Jorge Bodanzky
Munique
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01417.jpg

Jorge Bodanzky
Europa
1971

Comércio de flores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01418.jpg
Comércio de flores
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Construção do Parque Olímpico de Munique, vista da Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Construção do Parque Olímpico de Munique, vista da Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Lago congelado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lago congelado
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Parque Olímpico de Munique e Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parque Olímpico de Munique e Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01502.jpg

Jorge Bodanzky
Munique
1971

Lago congelado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01503.jpg
Lago congelado
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Lago congelado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01504.jpg
Lago congelado
Jorge Bodanzky
Munique
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01505.jpg

Jorge Bodanzky
Munique
1971

Lago congelado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01506.jpg
Lago congelado
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Atomium
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01507.jpg
Atomium
Viagem com Wolf Gauer e Hector Babenco para produção de um vídeo institucional
Jorge Bodanzky
Bruxelas
1971

Atomium
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01508.jpg
Atomium
Jorge Bodanzky
Bruxelas
1971

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01509.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
1971

Acampamento durante expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01510.jpg
Acampamento durante expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Maciço do Pico da Neblina, visto de Maturacá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Maciço do Pico da Neblina, visto de Maturacá
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01512.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01514.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01515.jpg
Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01516.jpg
Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01517.jpg
Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01518.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Jorge Bodanzky na expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01519.jpg
Jorge Bodanzky na expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Autoria não identificada
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01520.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Pico da Neblina, visto de Maturacá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01601.jpg
Pico da Neblina, visto de Maturacá
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01602.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01604.jpg
Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

David Pennington no acampamento durante a expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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David Pennington no acampamento durante a expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Botânico que acompanhou a expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Botânico que acompanhou a expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Guia Yanomami na expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Guia Yanomami na expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01608.jpg
Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01609.jpg
Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01610.jpg
Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01611.jpg
Acampamento durante a expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Guia Yanomami na expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01612.jpg
Guia Yanomami na expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Lente embaçada pela umidade, expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lente embaçada pela umidade, expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01614.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Lente embaçada pela umidade, expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lente embaçada pela umidade, expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01616.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Cauaburi, expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01618.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01619.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01620.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01701.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01702.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Cavalhada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01703.jpg
Cavalhada
As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01704.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01705.jpg
Festa do Divino
Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01706.jpg
Festa do Divino
Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01707.jpg
Festa do Divino - Congada
Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01708.jpg
Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01711.jpg
Festa do Divino
Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01712.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01713.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01714.jpg
Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01715.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01716.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01717.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01718.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Cavalhada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01719.jpg
Festa do Divino - Cavalhada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01720.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01801.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01803.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Cavalhada
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Cavalhada
As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Festa do Divino - Congada
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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0018_CX01f01809.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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0018_CX01f01810.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01908.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01909.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01912.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01913.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f01915.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Cavalhada
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0018_CX01f02104.jpg
Cavalhada
As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Cavalhada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX01f02105.jpg
Cavalhada
As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Embu das Artes
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Embu das Artes
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Instituto Central de Artes
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Instituto Central de Artes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília
1964

Instituto Central de Artes
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Instituto Central de Artes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília
1964

Barco no rio Tocantins
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Barco no rio Tocantins
Jorge Bodanzky
Rio Tocantins
1974

Minhocão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Minhocão
Jorge Bodanzky
Via Elevado Presidente João Goulart
1974

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
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São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
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Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Cerâmica tradicional
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Cerâmica tradicional
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Cerâmica tradicional que será comercializada em Salvador
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Cerâmica tradicional que será comercializada em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Processo de produção da cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Processo de produção da cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
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Festa do Divino - Mineiro Pau / Maneiro Pau
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. Criado na época do cangaço na região do Cariri, o “Maneiro Pau” é um misto de jogo e dança. O grupo recria através do folguedo as batalhas entre senhores de engenho e cangaceiros.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Cavalhada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cavalhada
As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Hermano Penna gravando o som durante festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hermano Penna gravando o som durante festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Cavalhada
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Cavalhada
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f00417.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f00418.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f00419.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Congada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino - Congada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Cavalhada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cavalhada
As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Morador de Diamantina com bócio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Morador de Diamantina com bócio
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Feira do Crato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira do Crato
Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
Crato
circa 1970

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Cavalhada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cavalhada
As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Jorge Bodanzky durante expedição pelo Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky durante expedição pelo Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Mulheres nas proximidades do Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mulheres nas proximidades do Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Karl Brugger (em pé) durante expedição pelo Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Karl Brugger (em pé) durante expedição pelo Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Tatunca Nara durante expedição pelo Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Tatunca Nara durante expedição pelo Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f00612.jpg
Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Almoço Cangaceiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Almoço Cangaceiros
Almoço com Cangaceiros. Essas fotos foram feitas para uma materia da revista REALIDADE na edição de Janeiro de 1969. A reportagem trata de um encontro promovido pela revista em um restaurante em Sao Paulo, trinta anos depois do cerco de Angico (que aconteceu em em Alagoas, onde Lampiao, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos e decapitados) com cinco participantes do combate. Eram quatro ex-integrantes do bando do "Rei do Cangaço" e um antigo membro da "Volante" (policia local).
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Julian Beck e Judith Malina, Living Theatre
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Julian Beck e Judith Malina, Living Theatre
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

Casa de Julian Beck e Judith Malina, fundadores do grupo The Living Theatre
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa de Julian Beck e Judith Malina, fundadores do grupo The Living Theatre
Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O repórter Karl Brugger entrevista Judith Malina e Julian Beck, criadores do Living Theater, presos em Belo Horizonte
O casal na delegacia de Ouro Preto com o reporter Karl Brugger para a TV alemã BR em 1971. Entrevista filmada por Jorge Bodanzky. Judith Malina e Julian Beck foram fundadores, em 1947, do grupo Living Theater. O casal veio com o grupo Living Theater para o Brasil em 1970 a convite do Teatro Oficina, de Sao Paulo. Em janeiro de 1971 o grupo segue para Outro Preto disposto a montar o espetaculo inedito "O legado de Caim". Em 30 de junho, os criadores do Living, o casal Julian Beck e Judith Malina, e atores são presos em Ouro Preto, às vésperas do Festival de Inverno, sob acusação de uso de drogas. Em 5 de julho, os integrantes do grupo teatral voltam a ser presos e ficam nas dependências do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), em Belo Horizonte. Somente em 27 de agosto, muito em decorrencia a um campanha de pressao internacional em favor da liberdade dos atores, o general Emílio Garrastazu Médici assina o decreto de expulsão do país do casal e dos atores estrangeiros.
Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

Feira do Crato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira do Crato
Jorge Bodanzky
Feira do Crato
circa 1970

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autorretrato
Jorge Bodanzky
1970s

Partida entre Brasil e Iugoslávia, disputada em 18/07/1971, que marcou a despedida do Pelé da Seleção brasileira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Partida entre Brasil e Iugoslávia, disputada em 18/07/1971, que marcou a despedida do Pelé da Seleção brasileira
Autoria não identificada
Estádio do Maracanã
1971

Casa do Sítio do Padre Inácio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa do Sítio do Padre Inácio
Casa construída em fins do século XVII, tombada como patrimônio pelo IPHAN
Jorge Bodanzky
Cotia
1970s

Ex-votos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ex-votos
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Caminhões de brinquedo à venda, feitos com lata de cerveja
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Caminhões de brinquedo à venda, feitos com lata de cerveja
Jorge Bodanzky
Feira de Santana
circa 1970

Moradores de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Moradores de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Estação Rodoviária Prefeito Brasílio Ramos Caiado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estação Rodoviária Prefeito Brasílio Ramos Caiado
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
circa 1964

Ceramistas pintam a cerâmica para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ceramistas pintam a cerâmica para vender
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Gato na janela
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Gato na janela
Jorge Bodanzky
Europa
1970s

Mestre Noza
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mestre Noza
Inocêncio Medeiros da Costa, Inocêncio da Costa Nick ou simplesmente Mestre Noza foi um escultor em madeira brasileiro. Mestre Noza se tornou conhecido como escultor, artesão, xilógrafo, santeiro, imaginário. Seus trabalhos participaram de diversas exposições no Brasil
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Casa de farinha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa de farinha
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Grupo de zabumba, festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Grupo de zabumba, festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Criança com cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Criança com cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Processo de produção da cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Processo de produção da cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Mural feito por Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky em uma escola
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mural feito por Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky em uma escola
Jorge Bodanzky
SP
circa 1970

Lena Coelho dos Santos produzindo mural a partir de colagens, em uma escola
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos produzindo mural a partir de colagens, em uma escola
Jorge Bodanzky
SP
circa 1970

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
circa 1970

Igreja Sagrada Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja Sagrada Família
Jorge Bodanzky
Templo Expiatório da Sagrada Família
circa 1966

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Viagem nas redondezas de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem nas redondezas de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalhadores do garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalhadores do garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Família
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo, dragas de diamante
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo, dragas de diamante
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Vista do centro de Diamantina e a catedral metropolitana de Santo Antônio à esquerda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista do centro de Diamantina e a catedral metropolitana de Santo Antônio à esquerda
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo, dragas de diamante
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo, dragas de diamante
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01106.jpg

Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01108.jpg
Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalho no garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01109.jpg
Trabalho no garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01110.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01116.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça da Piedade
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Jardim da Luz
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Jardim da Luz
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça Ramos de Azevedo
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça Ramos de Azevedo
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça Ramos de Azevedo
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça Ramos de Azevedo
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça Ramos de Azevedo
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Jardim da Luz
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça Ramos de Azevedo
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça Ramos de Azevedo
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça Ramos de Azevedo
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Praça Ramos de Azevedo
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Jardim da Luz
circa 1973

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo lambe-lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia
Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Vila de pescadores nas redondezas de Tibau do Sul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores nas redondezas de Tibau do Sul
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Próximo ao rio Catu
1969

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Igreja de Nossa Senhora do Rosário e chafariz em primeiro plano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja de Nossa Senhora do Rosário e chafariz em primeiro plano
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Feira no Recôncavo Baiano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira no Recôncavo Baiano
Jorge Bodanzky
BA
1970s

Festa popular no Recôncavo Baiano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular no Recôncavo Baiano
Jorge Bodanzky
BA
1970s

Bloco Carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco Carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Jorge Bodanzky
Salvador
1970s

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Praia da Boa Viagem
1970s

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Processo de produção da cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Processo de produção da cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo
Jorge Bodanzky
Salvador
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista aérea no trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea no trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
PA
1969

Em Belém, antes de seguir para a cidade de Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Em Belém, antes de seguir para a cidade de Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Belém
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Estátuas do Padre Cícero à venda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estátuas do Padre Cícero à venda
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Festa de Iemanjá ou Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de Iemanjá ou Festa do Senhor dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Mestre Noza
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mestre Noza
Inocêncio Medeiros da Costa, Inocêncio da Costa Nick ou simplesmente Mestre Noza foi um escultor em madeira brasileiro. Mestre Noza se tornou conhecido como escultor, artesão, xilógrafo, santeiro, imaginário. Seus trabalhos participaram de diversas exposições no Brasil
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Mestre Noza
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mestre Noza
Inocêncio Medeiros da Costa, Inocêncio da Costa Nick ou simplesmente Mestre Noza foi um escultor em madeira brasileiro. Mestre Noza se tornou conhecido como escultor, artesão, xilógrafo, santeiro, imaginário. Seus trabalhos participaram de diversas exposições no Brasil
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Inauguração da estátua do Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Inauguração da estátua do Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Agência dos Correios
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Agência dos Correios
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Humberto Mesquita, jornalista, na porta, e o carro usado para produção da matéria, quebrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Humberto Mesquita, jornalista, na porta, e o carro usado para produção da matéria, quebrado
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Feira popular na região nordeste do Brasil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular na região nordeste do Brasil
Jorge Bodanzky não soube indicar o local com mais precisão
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Cerâmicas à venda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cerâmicas à venda
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Família no Vale do Jequitinhonha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Família no Vale do Jequitinhonha
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Diamantina
circa 1968

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Cena do filme "O Profeta da Fome" de Maurice Capovilla.
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cena do filme "O Profeta da Fome" de Maurice Capovilla.
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, rotiero e dirigido por Maurice Capovilla. O filme foi o representante brasileiro no Festival de Cinema de Berlim em 1970.
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Criança em feira popular na região nordeste do Brasil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Criança em feira popular na região nordeste do Brasil
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Cerâmicas para comércio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cerâmicas para comércio
Jorge Bodanzky
Nazaré
circa 1970

Processo de produção da cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Processo de produção da cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Igreja de Nossa Senhora das Mercês
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja de Nossa Senhora das Mercês
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
O bloco, fundado por estivadores portuários da cidade no dia 18 de fevereiro de 1949, tornou-se o maior e dito o mais belo Afoxé do Carnaval da Bahia, em Salvador. Inspirado nos princípios de não violência e paz de Mahatma Gandhi, o bloco traz a tradição da religião africana ritmada pelo agogô nos seus cânticos de ijexá na língua Iorubá. Utilizam lençóis e toalhas brancos como fantasia, para simbolizar as vestes indianas. Tornou-se o mais famoso e o maior dos Afoxés da Bahia, que conta com aproximadamente 10.000 integrantes.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Feira de Santana
circa 1970

Feira popular na região nordeste do Brasil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular na região nordeste do Brasil
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Igreja e crianças nos arredores de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja e crianças nos arredores de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Flores sempre-vivas à venda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Flores sempre-vivas à venda
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Bumba meu boi na festa de Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bumba meu boi na festa de Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Funis à venda na rodovia Rio-Bahia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Funis à venda na rodovia Rio-Bahia
Jorge Bodanzky
Rodovia BR-116
circa 1970

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01713.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Cerâmicas para comércio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cerâmicas para comércio
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01715.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01716.jpg
Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Festa popular. Ao fundo, Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular. Ao fundo, Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
O bloco, fundado por estivadores portuários da cidade no dia 18 de fevereiro de 1949, tornou-se o maior e dito o mais belo Afoxé do Carnaval da Bahia, em Salvador. Inspirado nos princípios de não violência e paz de Mahatma Gandhi, o bloco traz a tradição da religião africana ritmada pelo agogô nos seus cânticos de ijexá na língua Iorubá. Utilizam lençóis e toalhas brancos como fantasia, para simbolizar as vestes indianas. Tornou-se o mais famoso e o maior dos Afoxés da Bahia, que conta com aproximadamente 10.000 integrantes.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Fábrica de colchões São Francisco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fábrica de colchões São Francisco
Jorge Bodanzky
Alagoinhas
circa 1970

Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
O bloco, fundado por estivadores portuários da cidade no dia 18 de fevereiro de 1949, tornou-se o maior e dito o mais belo Afoxé do Carnaval da Bahia, em Salvador. Inspirado nos princípios de não violência e paz de Mahatma Gandhi, o bloco traz a tradição da religião africana ritmada pelo agogô nos seus cânticos de ijexá na língua Iorubá. Utilizam lençóis e toalhas brancos como fantasia, para simbolizar as vestes indianas. Tornou-se o mais famoso e o maior dos Afoxés da Bahia, que conta com aproximadamente 10.000 integrantes.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01802.jpg
Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Barbearia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01803.jpg
Barbearia
Jorge Bodanzky
Alagoinhas
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Produtos à venda em loja na região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produtos à venda em loja na região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f01806.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
O bloco, fundado por estivadores portuários da cidade no dia 18 de fevereiro de 1949, tornou-se o maior e dito o mais belo Afoxé do Carnaval da Bahia, em Salvador. Inspirado nos princípios de não violência e paz de Mahatma Gandhi, o bloco traz a tradição da religião africana ritmada pelo agogô nos seus cânticos de ijexá na língua Iorubá. Utilizam lençóis e toalhas brancos como fantasia, para simbolizar as vestes indianas. Tornou-se o mais famoso e o maior dos Afoxés da Bahia, que conta com aproximadamente 10.000 integrantes.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Escultura feita por um artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Escultura feita por um artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Barraca Nossa Senhora da Conceição
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barraca Nossa Senhora da Conceição
Jorge Bodanzky
Praia de Boa Viagem
circa 1970

Escultura feita por um artesão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Escultura feita por um artesão
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Jorge Bodanzky nas filmagens de "Visão de Juazeiro", dirigido Eduardo Escorel
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky nas filmagens de "Visão de Juazeiro", dirigido Eduardo Escorel
Filme "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Autoria não identificada
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Estrada nas proximidades de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada nas proximidades de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Inauguração da Estátua do Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Inauguração da Estátua do Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Estrada em direção a São Luiz do Paraitinga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada em direção a São Luiz do Paraitinga
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
SP
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Venda de farinha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda de farinha
Jorge Bodanzky
Nazaré
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Jorge Bodanzky nas redondezas de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky nas redondezas de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Humberto Mesquita
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça do Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça do Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Ponte Presidente Dutra, divisa entre os municípios de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ponte Presidente Dutra, divisa entre os municípios de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Presidente Dutra é uma ponte que liga os municípios de Petrolina, em Pernambuco, e Juazeiro na Bahia. Foi construída na década de 1950. Tem um tráfego diário de cerca de 35 mil veículos e extensão de 801 metros sobre o Rio São Francisco. A Presidente Dutra foi a segunda ponte em concreto protendido (concretos com fios ou cabos de aço especiais de protensão) do Brasil. A execução foi feita por um consórcio entre a firma brasileira Estacas Franki Ltda. (de origem belga) e a firma francesa Entreprises Campenon Bernard. O projeto foi concebido por Eugéne Freyssinet e o cálculo foi desenvolvido na França, por sua equipe. A concorrência para execução desta ponte foi em maio de 1949.
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
circa 1970

Próximo a Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo a Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Feira popular na região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular na região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Itapagipe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Itapagipe
Jorge Bodanzky
Itapagipe
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Crato
circa 1970

Feira do Crato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira do Crato
Jorge Bodanzky
Crato
circa 1970

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Roça no Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Antigo rancho de tropeiros, o galpão de arcadas rústicas fica numa das praças mais centrais e é um dos símbolos da cidade. Inativo durante a semana, lota nas noites de sexta-feira, quando há música ao vivo. Também aos sábados pela manhã, durante a feira de salgados, doces, artesanato e ingredientes da culinária mineira.
Jorge Bodanzky
Mercado de Diamantina
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Vista aérea do rio Jequitinhonha, próximo à cidade de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do rio Jequitinhonha, próximo à cidade de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Posto de abastecimento de veículos próximo à cidade de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Posto de abastecimento de veículos próximo à cidade de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Autorretrato em barbearia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autorretrato em barbearia
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

Estrada nas proximidades de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada nas proximidades de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Janela
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Janela
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Mulheres na janela
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mulheres na janela
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Romeiros na inauguração da Estátua do Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros na inauguração da Estátua do Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Romeiros, devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros, devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Feira popular na região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular na região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Vista do centro de Diamantina, com a Catedral Metropolitana à esquerda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista do centro de Diamantina, com a Catedral Metropolitana à esquerda
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Igreja de São Francisco de Assis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja de São Francisco de Assis
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Igreja nas proximidades de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja nas proximidades de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Ao centro passadiço do Instiuto Casa da Glória
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ao centro passadiço do Instiuto Casa da Glória
Acredita-se que ela tenha sido construída entre 1775 e 1800, por Manuel Viana. A casa é assim chamada porque posteriormente foi residência da Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a Casa passou a ser do Estado, servindo de residência aos intendentes. Em 2 de fevereiro de 1864, a Casa da Glória passa ao domínio eclesiástico e é transformada em sede do Segundo Bispado de Minas Gerais, tornando-se residência oficial dos Bispos de Diamantina, inclusive do primeiro bispo da cidade, Dom João Antônio dos Santos.Por volta de 1867, com a finalidade de abrigar religiosas da ordem de São Vicente de Paulo, ocorrem algumas mudanças na Casa, que passa a ser conhecida como Orfanato, e posteriormente como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Posteriormente, as religiosas adquiriram o edifício do outro lado da rua, e, para unir as duas casas, construíram o famoso Passadiço de Diamantina.
Jorge Bodanzky
Instituto Casa da Glória
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Estrada nas proximidades de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada nas proximidades de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Proximidades de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Mercado Municipal de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Municipal de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Mercado Municipal de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Municipal de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Igreja nas proximidades de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja nas proximidades de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Mercado Municipal de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Municipal de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Proximidades de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Mercado Municipal de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Municipal de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Mercado Municipal de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Municipal de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Núcleo Bandeirante (conhecido anteriormente como "Cidade Livre"), cidade-satélite do Distrito Federal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Núcleo Bandeirante (conhecido anteriormente como "Cidade Livre"), cidade-satélite do Distrito Federal
Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Interior de casa, próximo a rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Interior de casa, próximo a rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
PA
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

Interior de casa, próximo a rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Interior de casa, próximo a rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Próximo à Rodovia Belém-Brasília
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Foto da janela do ônibus, na rodovia Belém-Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Foto da janela do ônibus, na rodovia Belém-Brasília
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia BR-010
1969

Vista do barco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista do barco
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Amazônia
1972

Vista aérea da rodovia Belém-Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da rodovia Belém-Brasília
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia BR-010
1969

Theatro da Paz
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Theatro da Paz
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Belém
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Amazônia
circa 1970

Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02513.jpg
Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Chegada em Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Chegada em Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02517.jpg
Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso Amazônia
1968

Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02519.jpg
Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02520.jpg
Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Avião pousando em Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Avião pousando em Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02602.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Belém
1969

Vista aérea da foz do rio Amazonas, saindo de Belém
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da foz do rio Amazonas, saindo de Belém
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
PA
1969

Estrada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02604.jpg
Estrada
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02606.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02607.jpg
Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
1969

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02608.jpg
Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Venda nas proximidades da rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda nas proximidades da rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Próximo a Rodovia Belém-Brasília Amazônia
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Jorge Bodanzky na rodoviária de Paragominas, indo para Belém
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky na rodoviária de Paragominas, indo para Belém
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Autoria não identificada
Rodovia Belém-Brasília Amazônia
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral SulAmazônia
1969

Jorge Bodanzky no rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro.
Autoria não identificada
Amazônia
1972

Jorge Bodanzky com Hector Babenco durante filmagens de "O Fabuloso Fittipaldi"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky com Hector Babenco durante filmagens de "O Fabuloso Fittipaldi"
Filme "O Fabuloso Fittipaldi" (1973), com direção de Roberto Farias e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1972

Jorge Bodanzky com Roberto Farias durante filmagens de "O Fabuloso Fittipaldi"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky com Roberto Farias durante filmagens de "O Fabuloso Fittipaldi"
Filme "O Fabuloso Fittipaldi" (1973), com direção de Roberto Farias e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Suíça
circa 1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02618.jpg
Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Próximo à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Próximo à Rodovia Belém-Brasília
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Amazonas
1972

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Amazonas
1972

Pouso do avião em Paragominas. À esquerda, jornalista responsável pela matéria passa mal após a viagem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pouso do avião em Paragominas. À esquerda, jornalista responsável pela matéria passa mal após a viagem
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Vista Aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista Aérea
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Casa próxima à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa próxima à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
PA
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02712.jpg
Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Casa próxima à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa próxima à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Próximo à Rodovia Belém-Brasília
1969

Ônibus rodoviário em direção à Belém
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ônibus rodoviário em direção à Belém
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília Amazônia
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Catedral da Sé Metropolitana de Belém
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Catedral da Sé Metropolitana de Belém
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Próximo a Rodovia Belém-Brasília Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02718.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

Mercearia Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercearia Dois Irmãos
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Rio Negro, chegada em Barcelos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro, chegada em Barcelos
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Amazônia
1972

Jorge Bodanzky no rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro.
Autoria não identificada
Amazônia
1972

Vista aérea da rodovia Belém-Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da rodovia Belém-Brasília
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia BR-010
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Amazônia ; Alagoinhas
circa 1970

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02807.jpg
Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02810.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
AM
s.d.

Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teste para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Desafio de Coco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desafio de Coco
Jorge Bodanzky
Feira do Crato
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Desafio de Coco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desafio de Coco
Jorge Bodanzky
Feira do Crato
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02818.jpg
Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Rio AmazonasAmazônia
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02905.jpg
Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02908.jpg
Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02909.jpg
Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02910.jpg
Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02911.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02912.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02913.jpg
Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

Casa próxima à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa próxima à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
PA
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02915.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Próximo à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02918.jpg
Próximo à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília Amazônia
1969

Próximo à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02919.jpg
Próximo à rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f02920.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03001.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03002.jpg
Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA). Ponto turístico e cultural da cidade, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina. O Mercado do Ver-o-Peso abastece a cidade com variados gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03005.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

Bar e Sorveteria Meu Cantinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03006.jpg
Bar e Sorveteria Meu Cantinho
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03007.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03008.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03009.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03010.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03011.jpg

O Mercado Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03012.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03013.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03014.jpg

O Mercado Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
s.d.

Lambe-Lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-Lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Belém
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O Mercado Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-PesoAmazônia
s.d.

Baía do Guajará
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Baía do Guajará
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rio Amazonas em frente a Ilha do Marajó Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O Mercado Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso Amazônia
s.d.

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Negro
Viagem com Karl Brugger e Tatunca Nara (Hans Richard Günther Hauck) em busca de Akakor, saindo de Manaus (AM) e percorrendo o Rio Negro
Jorge Bodanzky
AM
1972

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
Jorge Bodanzky
Belém
s.d.

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Canhão do Forte de Monte Serrat
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Canhão do Forte de Monte Serrat
Jorge Bodanzky
Forte de Monte Serrat
circa 1970

Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
O bloco, fundado por estivadores portuários da cidade no dia 18 de fevereiro de 1949, tornou-se o maior e dito o mais belo Afoxé do Carnaval da Bahia, em Salvador. Inspirado nos princípios de não violência e paz de Mahatma Gandhi, o bloco traz a tradição da religião africana ritmada pelo agogô nos seus cânticos de ijexá na língua Iorubá. Utilizam lençóis e toalhas brancos como fantasia, para simbolizar as vestes indianas. Tornou-se o mais famoso e o maior dos Afoxés da Bahia, que conta com aproximadamente 10.000 integrantes.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Processo de produção da cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Processo de produção da cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Zabumba, festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Zabumba, festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Feira de Santana
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Tibau do Sul
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03110.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03111.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03112.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Tibau do Sul
1969

Roça no Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03114.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03115.jpg
Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo
Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03117.jpg

Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03118.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03119.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03120.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Mercado Municipal de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03201.jpg
Mercado Municipal de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Tibau do Sul
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03206.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Próximo à cidade de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à cidade de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Jogo de capoeira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jogo de capoeira
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Igreja de Nossa Senhora das Mercês
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Próximo à cidade de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à cidade de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Passadiço do Instituto Casa da Glória
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Passadiço do Instituto Casa da Glória
Acredita-se que ela tenha sido construída entre 1775 e 1800, por Manuel Viana. A casa é assim chamada porque posteriormente foi residência da Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a Casa passou a ser do Estado, servindo de residência aos intendentes. Em 2 de fevereiro de 1864, a Casa da Glória passa ao domínio eclesiástico e é transformada em sede do Segundo Bispado de Minas Gerais, tornando-se residência oficial dos Bispos de Diamantina, inclusive do primeiro bispo da cidade, Dom João Antônio dos Santos.Por volta de 1867, com a finalidade de abrigar religiosas da ordem de São Vicente de Paulo, ocorrem algumas mudanças na Casa, que passa a ser conhecida como Orfanato, e posteriormente como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Posteriormente, as religiosas adquiriram o edifício do outro lado da rua, e, para unir as duas casas, construíram o famoso Passadiço de Diamantina.
Jorge Bodanzky
Diamantina
s.d.

Entrada do Instituto Casa da Glória
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Entrada do Instituto Casa da Glória
Acredita-se que ela tenha sido construída entre 1775 e 1800, por Manuel Viana. A casa é assim chamada porque posteriormente foi residência da Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a Casa passou a ser do Estado, servindo de residência aos intendentes. Em 2 de fevereiro de 1864, a Casa da Glória passa ao domínio eclesiástico e é transformada em sede do Segundo Bispado de Minas Gerais, tornando-se residência oficial dos Bispos de Diamantina, inclusive do primeiro bispo da cidade, Dom João Antônio dos Santos.Por volta de 1867, com a finalidade de abrigar religiosas da ordem de São Vicente de Paulo, ocorrem algumas mudanças na Casa, que passa a ser conhecida como Orfanato, e posteriormente como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Posteriormente, as religiosas adquiriram o edifício do outro lado da rua, e, para unir as duas casas, construíram o famoso Passadiço de Diamantina.
Jorge Bodanzky
Diamantina
s.d.

Igreja da Luz
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja da Luz
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Centro de Diamantina. Ao fundo, a Igreja Metropolitana de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Centro de Diamantina. Ao fundo, a Igreja Metropolitana de Santo Antônio
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpeiros
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03220.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03301.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03302.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03303.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Mercado Municipal de Diamantina
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03304.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Processo de produção da cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03305.jpg
Processo de produção da cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03306.jpg
Cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03307.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
Alagoinhas
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03309.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Venda de cerâmicas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03310.jpg
Venda de cerâmicas
Jorge Bodanzky
Alagoinhas
circa 1970

Próximo à cidade de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à cidade de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Humberto Mesquita tenta serrar a árvora caída na estrada, para passar com o carro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Humberto Mesquita tenta serrar a árvora caída na estrada, para passar com o carro
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03314.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03315.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03316.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03317.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03318.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03319.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03320.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03401.jpg
Festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Zabumba, festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03402.jpg
Zabumba, festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03403.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Zabumba, festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03404.jpg
Zabumba, festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03405.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Alagoinhas
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03407.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03408.jpg

Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
circa 1970

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03411.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03412.jpg
Cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03413.jpg

Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Feira de Santana
circa 1970

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Venda de carangueijos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda de carangueijos
Jorge Bodanzky
Alagoinhas
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03419.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
Feira de Santana
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03420.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Alagoinhas
circa 1970

Banda de pífanos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Banda de pífanos
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03503.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03504.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Próximo à cidade de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à cidade de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03507.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03508.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Zabumba, festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Zabumba, festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Zabumba, festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03512.jpg
Zabumba, festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Venda de cata-ventos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda de cata-ventos
Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

Banda de pífanos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Banda de pífanos
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03515.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Processo de produção da cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03516.jpg
Processo de produção da cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03517.jpg
Festa de largo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Vendedor de flautas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vendedor de flautas
Jorge Bodanzky
Feira de Santana
circa 1970

Crianças carregando cerâmicas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Crianças carregando cerâmicas
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03601.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03602.jpg
Cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03603.jpg
Cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03605.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03606.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03607.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03608.jpg

Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo
Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo
Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

Festa de largo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo
Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
O bloco, fundado por estivadores portuários da cidade no dia 18 de fevereiro de 1949, tornou-se o maior e dito o mais belo Afoxé do Carnaval da Bahia, em Salvador. Inspirado nos princípios de não violência e paz de Mahatma Gandhi, o bloco traz a tradição da religião africana ritmada pelo agogô nos seus cânticos de ijexá na língua Iorubá. Utilizam lençóis e toalhas brancos como fantasia, para simbolizar as vestes indianas. Tornou-se o mais famoso e o maior dos Afoxés da Bahia, que conta com aproximadamente 10.000 integrantes.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Casa de farinha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa de farinha
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Mulher rendeira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mulher rendeira
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Redondezas do Quilombo de Sibaúma
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira do Crato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira do Crato
Jorge Bodanzky
Crato
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Igreja do Galo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja do Galo
Jorge Bodanzky
Convento Santo Antônio
circa 1970

Hermano Penna e Eduardo Escorel durante filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hermano Penna e Eduardo Escorel durante filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970)
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Ruth Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03707.jpg
Ruth Toledo
Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Parada da Semana da Pátria na Avenida Presidente Vargas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03708.jpg
Parada da Semana da Pátria na Avenida Presidente Vargas
Jorge Bodanzky
Avenida Presidente Vargas
1971

Inauguração da Estátua do Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03709.jpg
Inauguração da Estátua do Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Dunas. Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dunas. Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Dunas. Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dunas. Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03712.jpg

Jorge Bodanzky
Pelourinho
circa 1970

Vista de cima do viaduto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista de cima do viaduto
Jorge Bodanzky
Centro
circa 1970

Vista aérea de localidade na região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea de localidade na região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Romeiros indo para inauguração da Estátua do Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros indo para inauguração da Estátua do Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03716.jpg

Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03717.jpg
Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03718.jpg

Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03719.jpg

Jorge Bodanzky
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03720.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03801.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Romeiros a caminho da inauguração da Estátua do Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03802.jpg
Romeiros a caminho da inauguração da Estátua do Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03803.jpg

O Mercado Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03804.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03806.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Basílica do Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Basílica do Senhor do Bonfim
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03808.jpg

Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03809.jpg

Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Dunas. Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dunas. Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia em frente ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03812.jpg

Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

Preparação de folhas de palmeira para cobertura de casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Preparação de folhas de palmeira para cobertura de casa
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
1969

Jaburu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jaburu
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermanno Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da cidade
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Natal
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03816.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Tibau do Sul
1969

Praia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03818.jpg

Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Zabumba, festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Zabumba, festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Vista aérea do pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03902.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Porto Alegre
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03903.jpg

Jorge Bodanzky
Cruz das Almas
circa 1970

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Forte dos Reis Magos
O Forte dos Reis Magos é uma edificação militar histórica localizada na cidade de Natal, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte. É administrada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O forte foi o marco inicial da cidade — fundada em 25 de dezembro de 1599 —, no lado direito da barra do rio Potenji (hoje próximo à Ponte Newton Navarro). Recebeu esse nome em função da data de início da sua construção, 6 de janeiro de 1598, dia de Reis pelo calendário católico.
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Queixada, porco selvagem, no pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03906.jpg
Queixada, porco selvagem, no pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Fotografia de Emílio Garrastazu Médici
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotografia de Emílio Garrastazu Médici
Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Porto Alegre
circa 1970

Parada da Semana da Pátria na Avenida Presidente Vargas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parada da Semana da Pátria na Avenida Presidente Vargas
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
1971

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03909.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Tibau do Sul
1969

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03910.jpg
Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03911.jpg
Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03913.jpg

Jorge Bodanzky
Cruz das Almas
circa 1970

Prefeito de Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Prefeito de Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Loja
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03915.jpg
Loja
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Região próxima à Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03916.jpg
Região próxima à Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Sobrevoo em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03917.jpg
Sobrevoo em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f03919.jpg

Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
Jorge Bodanzky
Largo do Pelourinho
circa 1970

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04001.jpg
Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Dunas. Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dunas. Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04004.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04005.jpg
Forte dos Reis Magos
O Forte dos Reis Magos é uma edificação militar histórica localizada na cidade de Natal, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte. É administrada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O forte foi o marco inicial da cidade — fundada em 25 de dezembro de 1599 —, no lado direito da barra do rio Potenji (hoje próximo à Ponte Newton Navarro). Recebeu esse nome em função da data de início da sua construção, 6 de janeiro de 1598, dia de Reis pelo calendário católico.
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04006.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04007.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
Feira de Santana
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04008.jpg

Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Vista aérea do Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04009.jpg
Vista aérea do Forte dos Reis Magos
O Forte dos Reis Magos é uma edificação militar histórica localizada na cidade de Natal, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte. É administrada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O forte foi o marco inicial da cidade — fundada em 25 de dezembro de 1599 —, no lado direito da barra do rio Potenji (hoje próximo à Ponte Newton Navarro). Recebeu esse nome em função da data de início da sua construção, 6 de janeiro de 1598, dia de Reis pelo calendário católico.
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04011.jpg
Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Sobrevoo em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04013.jpg
Sobrevoo em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Prefeito de Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Prefeito de Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04015.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04016.jpg
Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos.
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04017.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Estátua do Padre Cícero na Colina do Horto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estátua do Padre Cícero na Colina do Horto
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Inauguração da Estátua do Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Inauguração da Estátua do Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04020.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Vista aérea de uma localidade na região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea de uma localidade na região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reprodução de um documento
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de um documento
Jorge Bodanzky
circa 1970

Farol da Barra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Farol da Barra
Jorge Bodanzky
Farol de Santo Antônio
circa 1970

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Preparação de folhas de palmeira para cobertura de casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Preparação de folhas de palmeira para cobertura de casa
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
1969

Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Proximidades do rio Catu
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Proximidades do rio Catu
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04109.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Proximidades do rio Catu
1969

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Madeira entalhada e pintada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Madeira entalhada e pintada
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04112.jpg

Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Estrada no litoral sul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada no litoral sul
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04114.jpg

Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cerâmica
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

Beata
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Beata
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Quati no pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quati no pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul, Dunas
1969

Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04203.jpg
Cerâmica
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Dunas. Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dunas. Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul, Dunas
1969

Dunas. Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dunas. Praia próxima ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul, Dunas
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Vista aérea do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno
Jorge Bodanzky
Base de lançamento de foguetes
circa 1970

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Forte dos Reis Magos
Jorge Bodanzky
Forte dos Reis Magos
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04210.jpg

Jorge Bodanzky
Pelourinho
circa 1970

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Jaburus no pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jaburus no pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04213.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Porto Alegre
circa 1970

Construção do Estádio Marechal Castelo Branco (atual Machadão)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Construção do Estádio Marechal Castelo Branco (atual Machadão)
Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Parada da Semana da Pátria na Avenida Presidente Vargas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parada da Semana da Pátria na Avenida Presidente Vargas
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
1971

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Coletor de lixo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Coletor de lixo
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04218.jpg

Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Exercício fotográfico com a câmera em movimento
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Exercício fotográfico com a câmera em movimento
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04301.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04302.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04303.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Reprodução de gravura feita pelo artista Emanoel Araújo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de gravura feita pelo artista Emanoel Araújo
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Hermano Penna dentro de um Volkswagen Kombi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hermano Penna dentro de um Volkswagen Kombi
O Volkswagen Kombi foi um veículo muito utilizado pelas equipes de filmagem neste período
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Hermano Penna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hermano Penna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Aloísio Leite e Jorge Bodanzky filmando com a câmera Beaulieu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aloísio Leite e Jorge Bodanzky filmando com a câmera Beaulieu
Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Hermano Penna
Brasil
circa 1970

Jorge Bodanzky durante sobrevoo por localidade da região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky durante sobrevoo por localidade da região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04310.jpg

Jorge Bodanzky
Recife
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04311.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Fotógrafo lambe-lambe, colorista de fotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe, colorista de fotos
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04313.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Lucila Ribeiro Bernardet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lucila Ribeiro Bernardet
Jorge Bodanzky
Recife
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04315.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04316.jpg

Jorge Bodanzky
Recife
1969

Hermano Penna à esquerda, câmera Beaulieu no tripé e o veículo Volkswagen Kombi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hermano Penna à esquerda, câmera Beaulieu no tripé e o veículo Volkswagen Kombi
O Volkswagen Kombi foi um veículo muito utilizado pelas equipes de filmagem neste período
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04318.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04319.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04320.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Reprodução de gravura feita pelo artista Emanoel Araújo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de gravura feita pelo artista Emanoel Araújo
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04404.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Hermano Penna à esquerda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hermano Penna à esquerda
Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04406.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04409.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Mercado Municipal de Diamantina
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04410.jpg

Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Torre Eiffel
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Torre Eiffel
Jorge Bodanzky
Champ de Mars
circa 1966

Fogos de artifício
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fogos de artifício
Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04413.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04414.jpg

Jorge Bodanzky
Catedral de Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04415.jpg

Jorge Bodanzky
Prefeitura
circa 1966

Alpes alemães
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Alpes alemães
Jorge Bodanzky
Sul da Alemanha
circa 1966

Fogos de artifício
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fogos de artifício
Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04419.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Colônia
1966

Catedral de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Catedral de Ulm
Jorge Bodanzky
Principal Igreja de Ulm (Ulmer Münster)
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Berlim Oriental
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04506.jpg

Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos.
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa de largo. Na venda, lê-se: "Na vida tudo pode acontecer"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de largo. Na venda, lê-se: "Na vida tudo pode acontecer"
Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Santo Antônio de Jesus
circa 1970

Estrada às margens do rio Jequitinhonha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada às margens do rio Jequitinhonha
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Circo
Experimentações fotográficas em viagem com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1970

Pescadores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pescadores
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04520.jpg
Feira popular
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino - Cavalhada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino - Cavalhada
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f04608.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Exercício fotográfico com a câmera em movimento
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Exercício fotográfico com a câmera em movimento
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Exercício fotográfico com a câmera em movimento
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Exercício fotográfico com a câmera em movimento
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Exercício fotográfico com a câmera em movimento
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Exercício fotográfico com a câmera em movimento
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Tibau do Sul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Morador do Vale do Jequitinhonha com bócio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Morador do Vale do Jequitinhonha com bócio
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Festa do Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Feira de Santana
circa 1970

Barraca São Francisco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barraca São Francisco
Jorge Bodanzky
Boa Viagem
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Belo Horizonte
1971

Igreja de Santa Rita de Cássia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja de Santa Rita de Cássia
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Sopa
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalhador das minas de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalhador das minas de garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
s.d.

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Trabalhador das minas de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trabalhador das minas de garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Calle Florida (Rua Florida)
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Calle Florida (Rua Florida)
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

Estação de metrô Carlos Pellegrini
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estação de metrô Carlos Pellegrini
Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Calle Florida (Rua Florida)
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

Obelisco de Buenos Aires
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Obelisco de Buenos Aires
Jorge Bodanzky
Praça da República
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
Jorge Bodanzky
Palácio Estévez
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O Teatro Colón é a principal casa de ópera de Buenos Aires, Argentina
Jorge Bodanzky
Teatro Colón
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa Rosada é a sede da presidência da República Argentina, em Buenos Aires.
Jorge Bodanzky
Casa Rosada
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Calle Florida (Rua Florida)
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

Praia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia
Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

Propaganda favorável ao governo de Juan José Torres Gonzáles
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Propaganda favorável ao governo de Juan José Torres Gonzáles
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
La Granja
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
La Granja
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05009.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Reprodução de gravura chilena para matéria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de gravura chilena para matéria
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05014.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05016.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
La Granja
1973

Centro Cultural La Granja
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Centro Cultural La Granja
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
La Granja
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05018.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Propaganda política "Construyamos el Chile nuevo para el hombre nuevo"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Propaganda política "Construyamos el Chile nuevo para el hombre nuevo"
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Museu de Arte
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Estação de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estação de trem
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Construção do Parque Olímpico de Munique, vista da Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Construção do Parque Olímpico de Munique, vista da Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

Vista da janela
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da janela
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05113.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05114.jpg

Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

Vista da janela
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da janela
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05117.jpg

Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Parque Olímpico de Munique
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Estação de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estação de trem
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05203.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Sul da Alemanha
circa 1966

Estação de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estação de trem
Jorge Bodanzky
Sul da Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

Construção do Parque Olímpico de Munique, vista da Torre Olímpica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Construção do Parque Olímpico de Munique, vista da Torre Olímpica
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Reprodução de mural chileno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de mural chileno
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Reprodução de mural chileno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de mural chileno
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Venda de retratos de Salvador Allende em manifestação pró-Allende, às vésperas do golpe militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda de retratos de Salvador Allende em manifestação pró-Allende, às vésperas do golpe militar
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Reprodução de mural chileno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de mural chileno
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Reprodução de mural chileno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de mural chileno
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Reprodução de mural chileno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de mural chileno
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Reprodução de mural chileno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de mural chileno
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Dançando cueca, manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Dançando cueca, manifestações a favor do governo de Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende e Augusto Pinochet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende e Augusto Pinochet
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende no desfile militar de comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Reprodução de mural chileno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de mural chileno
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar de comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile militar de comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

Mulheres em uma loja de chapéus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mulheres em uma loja de chapéus
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Comércio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Comércio
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05416.jpg
Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05418.jpg
Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

Arcebispo da Arquidiocese de La Paz
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Arcebispo da Arquidiocese de La Paz
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05512.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05513.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05514.jpg
Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05515.jpg
Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05516.jpg
Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05517.jpg
Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05518.jpg
Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05519.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05520.jpg
Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

Vista aérea da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05601.jpg
Vista aérea da janela do avião
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria para TV alemã
Jorge Bodanzky
Cordilheira dos Andes
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05602.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05603.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05604.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05605.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05606.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05607.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05608.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05609.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05610.jpg

Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05611.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Desfile militar em comemoração à independência chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05612.jpg
Desfile militar em comemoração à independência chilena
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05613.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05614.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05615.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05616.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05617.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05618.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05619.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05620.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05701.jpg
Feira popular
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05702.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05703.jpg
Feira popular
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05704.jpg
Feira popular
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05705.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05706.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05707.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05708.jpg
Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05709.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05710.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05711.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05712.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05713.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05714.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05715.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05716.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
1973

Vista da janela de táxi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da janela de táxi
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

Vista da janela de táxi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da janela de táxi
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05720.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05801.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Universidade Maior de San Andrés (UMSA)
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05802.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05803.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05804.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05805.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

Casa de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05806.jpg
Casa de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Alameda Barros
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05807.jpg
Vista aérea
Jorge Bodanzky
Ilha do Governador
1970s

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05808.jpg
Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05809.jpg
Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05810.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05811.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05812.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Universidade Maior de San Andrés (UMSA)
circa 1972

Vista da janela do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05813.jpg
Vista da janela do avião
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05814.jpg

Jorge Bodanzky
Montevidéu
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05815.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

Igreja na região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05816.jpg
Igreja na região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Estádio Marechal Castelo Branco (atual Machadão)?
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estádio Marechal Castelo Branco (atual Machadão)?
Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Natal
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Jorge Bodanzky filmando de uma torre
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando de uma torre
Autoria não identificada
Porto de Maceió
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Dusseldórfia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05901.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05902.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05903.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05904.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05905.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05906.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05907.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Universidade Maior de San Andrés (UMSA)
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05908.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05909.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05910.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Mural de manifestação política
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05911.jpg
Mural de manifestação política
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Palácio do Governo
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Palacio Quemado
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05914.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05915.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05916.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05917.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05918.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05919.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f05920.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06001.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06002.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06003.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06004.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06005.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06006.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Local de mineração
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06007.jpg
Local de mineração
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Mineração
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06008.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06009.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Arcebispo da Arquidiocese de La Paz
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06010.jpg
Arcebispo da Arquidiocese de La Paz
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Hugo Banzer em entrevista para imprensa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06011.jpg
Hugo Banzer em entrevista para imprensa
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06012.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06013.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Corporação Mineira da Bolívia
circa 1972

Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06014.jpg
Palácio do Governo
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Palacio Quemado
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06015.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Corporação Mineira da Bolívia
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06016.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06017.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Hugo Banzer em entrevista para imprensa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06018.jpg
Hugo Banzer em entrevista para imprensa
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06019.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06020.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06101.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Local de mineração
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06102.jpg
Local de mineração
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Mineração
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06103.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06104.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06105.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06106.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06107.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06108.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06109.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06110.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06111.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06112.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Tear
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06113.jpg
Tear
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Tear
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06114.jpg
Tear
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06115.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06116.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06117.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06118.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06119.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06120.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06201.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06202.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06203.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06204.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06205.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06206.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06207.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06208.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06209.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06210.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06211.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06212.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06213.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06214.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06215.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06216.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06217.jpg
Palácio do Governo
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Palacio Quemado
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06218.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06219.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06220.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06301.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06302.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06303.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06304.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06305.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06306.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06307.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06308.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06309.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06310.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06311.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06312.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06313.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Palácio do Governo
circa 1972

Local de mineração
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Local de mineração
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Mineração
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06315.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX02f06316.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Rua Florida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rua Florida
Jorge Bodanzky
Calle Florida
circa 1970

Local de mineração
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Local de mineração
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Mineração
circa 1972

Local de mineração
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Local de mineração
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Mineração
circa 1972

Local de mineração
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Local de mineração
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Mina San José
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00102.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Hamilton Ribeiro, jornalista, em primeiro plano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hamilton Ribeiro, jornalista, em primeiro plano
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Pouso em Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pouso em Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da cidade
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da cidade
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Vista da janela
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da janela
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00109.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Hormínio Almeida na janela, prefeito de Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hormínio Almeida na janela, prefeito de Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00111.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Pouso em Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00112.jpg
Pouso em Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00113.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

Sobrevoo na cidade de Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na cidade de Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na cidade de Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na cidade de Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00116.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Jorge Bodanzky em sobrevoo na cidade de Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00117.jpg
Jorge Bodanzky em sobrevoo na cidade de Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Pedra Azul
1969

Pouso em Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00118.jpg
Pouso em Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00119.jpg
Vista aérea da cidade
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00120.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00201.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na cidade de Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00202.jpg
Sobrevoo na cidade de Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00203.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00204.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00205.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00206.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00207.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00208.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00209.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Pouso em Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pouso em Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Hormínio Almeida, prefeito de Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hormínio Almeida, prefeito de Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00216.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00217.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00218.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00219.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00220.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00301.jpg

Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Pouso em Pedra Azul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pouso em Pedra Azul
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sobrevoo na região de Pedra Azul, Minas Gerais
Matéria sobre suposto prefeito corrupto para a Revista Realidade (1969, edição 45A), com o título "IPM em Pedra Azul". Texto de Hamilton Ribeiro e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Pedra Azul
1969

Banda "Vietcongs"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Banda "Vietcongs"
Jorge Bodanzky
circa 1970

Parede com obituários
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parede com obituários
Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Cerâmica à venda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cerâmica à venda
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00317.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00320.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00401.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Represa de Guarapiranga
Jorge Bodanzky
Represa de Guarapiranga
1960s

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Estátua de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estátua de Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Mural para fotos de lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mural para fotos de lambe-lambe
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Venda de imagens de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda de imagens de Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Vista aérea do cerrado no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do cerrado no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Brasil
1969

Vista aérea da Asa Norte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da Asa Norte
Jorge Bodanzky
Brasília
1969

Vista aérea da Asa Norte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da Asa Norte
Jorge Bodanzky
Brasília
1969

Vista aérea da Universidade de Brasília (UnB)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da Universidade de Brasília (UnB)
Jorge Bodanzky
Brasília
1969

Vista aérea da rodoviária e Teatro Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da rodoviária e Teatro Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
1969

Parede com imagens religiosas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parede com imagens religiosas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Porta com marcas de ferro usado para marcar gado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Porta com marcas de ferro usado para marcar gado
Jorge Bodanzky
Sertão baiano
circa 1970

Estátua de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estátua de Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Ponte Presidente Dutra, divisa entre os municípios de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ponte Presidente Dutra, divisa entre os municípios de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Presidente Dutra é uma ponte que liga os municípios de Petrolina, em Pernambuco, e Juazeiro do Norte, na Bahia. Foi construída na década de 1950, com extensão de 801 metros sobre o Rio São Francisco
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00509.jpg

Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00511.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00512.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00513.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00514.jpg

Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00515.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00516.jpg

Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00517.jpg
Festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00518.jpg
Festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00519.jpg
Festa popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00520.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00601.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Vista aérea do cerrado no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00602.jpg
Vista aérea do cerrado no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Brasil
1969

Mural para fotos de lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00603.jpg
Mural para fotos de lambe-lambe
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00604.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00605.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00606.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00607.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00608.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00609.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00610.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00611.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00612.jpg
Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00613.jpg

Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Estátua de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estátua de Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00615.jpg
Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00616.jpg
Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00617.jpg
Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00618.jpg
Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00619.jpg

Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00620.jpg

Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Mural para fotos de lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mural para fotos de lambe-lambe
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00702.jpg
Devotos
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Estátua de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estátua de Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Estátua de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estátua de Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Estátua de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estátua de Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Imagens religiosas à venda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Imagens religiosas à venda
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Ex-votos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ex-votos
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Belém
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00716.jpg

Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

"Fruteira a pioneira"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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"Fruteira a pioneira"
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00719.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00720.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00801.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00803.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

Proximidades da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00805.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00806.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00807.jpg
Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00808.jpg
Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00809.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00810.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

Rodovia Belém-Brasília (BR-010) vista da janela do ônibus. Trajeto entre Paragominas e Belém
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Belém-Brasília (BR-010) vista da janela do ônibus. Trajeto entre Paragominas e Belém
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00812.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

Proximidades da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00813.jpg
Proximidades da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Paragominas
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00815.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00816.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA)
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00818.jpg
Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso está localizado na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará, Belém (PA)
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Catedral Metropolitana de Belém Nossa Senhora da Graça
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Catedral Metropolitana de Belém Nossa Senhora da Graça
O Mercado Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Vista da cidade de Belém
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade de Belém
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Catedral Metropolitana de Belém Nossa Senhora da Graça
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Catedral Metropolitana de Belém Nossa Senhora da Graça
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00902.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00903.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00904.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00907.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00908.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00909.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Catedral Metropolitana de Belém Nossa Senhora da Graça
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00910.jpg
Catedral Metropolitana de Belém Nossa Senhora da Graça
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Forte próximo ao Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Forte próximo ao Mercado Ver-o-Peso
O Mercado Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada na Avenida Boulevard Castilho Franca, Cidade Velha, às margens da baía do Guajará. Ponto turístico e cultural da cidade, é considerada a maior feira ao ar livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato a uma das 7 Maravilhas do Brasil. Inaugurado em 1901, é um dos mercados públicos mais antigos do Brasil.
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Forte próximo ao Mercado Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Forte próximo ao Mercado Ver-o-Peso
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Catedral Metropolitana de Belém Nossa Senhora da Graça
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Catedral Metropolitana de Belém Nossa Senhora da Graça
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00914.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00915.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00916.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00917.jpg

Jorge Bodanzky
Amazônia
circa 1970

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00918.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00919.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Amazônia
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f00920.jpg

Jorge Bodanzky
Amazônia
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01001.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01002.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Jorge Bodanzky filmando com Eduardo Escorel (atrás)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01003.jpg
Jorge Bodanzky filmando com Eduardo Escorel (atrás)
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Hermano Penna
Juazeiro do Norte
1969

Jorge Bodanzky filmando com Eduardo Escorel (atrás)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01004.jpg
Jorge Bodanzky filmando com Eduardo Escorel (atrás)
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Hermano Penna
Juazeiro do Norte
1969

Jorge Bodanzky filmando com Eduardo Escorel (à direita)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01005.jpg
Jorge Bodanzky filmando com Eduardo Escorel (à direita)
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Hermano Penna
Juazeiro do Norte
1969

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01008.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01009.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01010.jpg

Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01013.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros. Eduardo Escorel com microfone, à direita
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros. Eduardo Escorel com microfone, à direita
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros. Jorge Bodanzky filmando, à direita
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros. Jorge Bodanzky filmando, à direita
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Hermano Penna
Juazeiro do Norte
1969

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010). Trajeto entre Belém e Paragominas
Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

Cerâmica à venda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cerâmica à venda
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Banda de pífano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Banda de pífano
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Entardecer
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Entardecer
Jorge Bodanzky
Sertão nordestino
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01108.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01109.jpg

Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01110.jpg
Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1969

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01112.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

Cavalhada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01113.jpg
Cavalhada
As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
1970

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01114.jpg
Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

Cavalhada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01115.jpg
Cavalhada
As cavalhadas recriam os torneios medievais e as batalhas entre cristãos e mouros. No Brasil, registam-se desde o século XVII e as cavalhadas acontecem durante a festa do Divino, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Jorge Bodanzky
Pirenópolis
s.d.

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01116.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01117.jpg

Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01118.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01119.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01120.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
1970

Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01201.jpg
Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
São Luiz do Paraitinga
1969

Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01202.jpg
Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
São Luiz do Paraitinga
1969

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01203.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01204.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01205.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01206.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970

Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01207.jpg
Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
São Luiz do Paraitinga
1969

Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01208.jpg
Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
São Luiz do Paraitinga
1969

Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01209.jpg
Cena do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla. No centro, José Mojica Martins
Período de filmagens de "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
São Luiz do Paraitinga
1969

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01210.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970

Festa do Divino - Congada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino - Congada
Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular. A congada é um folguedo folclórico religioso de formação afro-brasileira, em que se destacam as tradições históricas, usos e costumes de Angola e do Congo, com influências ibéricas em relação à religiosidade. Segundo Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, a dança lembra a coroação do Rei do Congo e da Rainha Ginga de Angola, com a presença da corte e de seus vassalos. É um ato que reúne elementos temáticos africanos e ibéricos, cuja difusão vem do século XVII.
Jorge Bodanzky
São Luiz do Paraitinga
s.d.

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla. Na foto, José Mojica Marins que atua no filme como Faquir.
Jorge Bodanzky
SP
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01213.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01214.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01215.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01216.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01217.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01218.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01219.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01220.jpg
O Profeta da Fome
O Profeta da Fome é um filme brasileiro de 1970, roteiro e direção por Maurice Capovilla.
Jorge Bodanzky
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01301.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01302.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01303.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01304.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01305.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01306.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01307.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01308.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01309.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01310.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01311.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01312.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01313.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01314.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01315.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01316.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01317.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01318.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme “Hitler IIIº Mundo”, com direção de José Agrippino de Paula
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01319.jpg
Fotograma do filme “Hitler IIIº Mundo”, com direção de José Agrippino de Paula
Filme “Hitler IIIº Mundo” (1970), com direção de José Agrippino de Paula e fotografia de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01320.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01401.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01402.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01403.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01404.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01405.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01406.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01407.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01408.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01409.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01410.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01411.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01412.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01413.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01414.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01415.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01416.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01417.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01418.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01419.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01420.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01501.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01502.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01503.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01504.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01505.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01506.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01507.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01508.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01509.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01510.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01511.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01512.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01513.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01514.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01515.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01516.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01517.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01518.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01519.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX03f01520.jpg
Fotograma do filme "O Profeta da Fome", de Maurice Capovilla
Filme "O profeta da fome" (1970), com fotografia de Jorge Bodanzky e direção de Maurice Capovilla
Autoria não identificada
SP
1970

Lena Coelho dos Santos na região de Alsácia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00101.jpg
Lena Coelho dos Santos na região de Alsácia
Jorge Bodanzky
França
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00102.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00103.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00104.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Rio Reno e, ao fundo, a Catedral de Colônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00105.jpg
Rio Reno e, ao fundo, a Catedral de Colônia
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00106.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00107.jpg

Jorge Bodanzky
Torre Eiffel
circa 1966

Passeio de barco pelo rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Passeio de barco pelo rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Jardim do Luxemburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jardim do Luxemburgo
No banco, à esquerda, parece estar Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

Ponte Hohenzollern e o rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00110.jpg
Ponte Hohenzollern e o rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Região de Alsácia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Região de Alsácia
Jorge Bodanzky
França
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Munique
circa 1966

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00114.jpg

Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00115.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
1967

Região de Alsácia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00117.jpg
Região de Alsácia
Jorge Bodanzky
França
circa 1966

Lena Coelho dos Santos na região de Alsácia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos na região de Alsácia
Jorge Bodanzky
França
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00119.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Rio Danúbio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Danúbio
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00201.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00202.jpg

Jorge Bodanzky
Berlim
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00203.jpg

Jorge Bodanzky
Berlim
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00204.jpg

Jorge Bodanzky
Berlim
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00205.jpg
Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Praça dos Vosgos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00206.jpg
Praça dos Vosgos
Jorge Bodanzky
Place des Vosges
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00207.jpg

Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Lena Coelho dos Santos e, ao seu lado, Anneliese Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00209.jpg
Lena Coelho dos Santos e, ao seu lado, Anneliese Bodanzky
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00210.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Jorge Bodanzky, Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky, Europa
Lena Coelho dos Santos
Europa
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00213.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00214.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Catedral de Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00215.jpg

Jorge Bodanzky
Catedral de Colônia
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00216.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00217.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00218.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00219.jpg

Jorge Bodanzky
Berlim
circa 1966

Lena Coelho dos Santos, em primeiro plano, durante passeio de barco, Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos, em primeiro plano, durante passeio de barco, Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Escola Superior da Forma de Ulm [Hochschule für Gestaltung Ulm (HfG)]
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Escola Superior da Forma de Ulm [Hochschule für Gestaltung Ulm (HfG)]
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00302.jpg
Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00303.jpg

Jorge Bodanzky
Berlim
circa 1966

Passeio de barco pelo rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00304.jpg
Passeio de barco pelo rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00305.jpg
Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00306.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00307.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Passeio de barco pelo rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00308.jpg
Passeio de barco pelo rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00309.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00310.jpg

Jorge Bodanzky
Berlim
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00311.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00312.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00313.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Rua de Quebra Costas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rua de Quebra Costas
Jorge Bodanzky
Coimbra
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00315.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00317.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00318.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00319.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00320.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00401.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00402.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00403.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Jardim do Luxemburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jardim do Luxemburgo
Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

Praia de Nazaré
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia de Nazaré
Jorge Bodanzky
Nazaré
circa 1966

Rio Sena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00406.jpg
Rio Sena
Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00407.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Lena Coelho dos Santos em Murano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos em Murano
Jorge Bodanzky
Lagoa de Veneza
circa 1966

Lena Coelho dos Santos em Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos em Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Lena Coelho dos Santos em Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos em Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00411.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Visita ao memorial de campo de concentração nas proximidades de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00412.jpg
Visita ao memorial de campo de concentração nas proximidades de Ulm
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00413.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00414.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00415.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00416.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00417.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Vista da cidade, Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00418.jpg
Vista da cidade, Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00501.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00502.jpg

Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00503.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00504.jpg

Jorge Bodanzky
Funchal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00505.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00506.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00507.jpg

Jorge Bodanzky
Veneza
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00508.jpg

Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00509.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00510.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00511.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00512.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00513.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00514.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00515.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00516.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00517.jpg

Jorge Bodanzky
Berlim
circa 1966

Rodovia [Bundesautobahn]
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia [Bundesautobahn]
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00520.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00601.jpg
Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00602.jpg
Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00603.jpg
Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00604.jpg
Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00605.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Hotel Sonne
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hotel Sonne
Jorge Bodanzky
Baviera, sul da Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Mercado em frente à Catedral de Ulm [Ulmer Munster]
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado em frente à Catedral de Ulm [Ulmer Munster]
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Jorge Bodanzky durante viagem com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky durante viagem com Lena Coelho dos Santos
Lena Coelho dos Santos
Itália
circa 1966

Venda de bordados
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda de bordados
Jorge Bodanzky
Ilha da Madeira
circa 1966

Ao fundo, a Catedral de Ulm [Ulmer Munster]
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ao fundo, a Catedral de Ulm [Ulmer Munster]
Jorge Bodanzky
Ulm
1967

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Casa de Mozart [Mozart's Geburtshaus]
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa de Mozart [Mozart's Geburtshaus]
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Reno
Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00701.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00702.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX04f00703.jpg

Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Superquadra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00101.jpg
Superquadra
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00102.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio do Planalto
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00103.jpg

Jorge Bodanzky
Esplanada dos Ministérios
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00104.jpg

Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
circa 1964

Salão J. K., Travessa Dom Bosco, nº 8, Núcleo Bandeirante
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00105.jpg
Salão J. K., Travessa Dom Bosco, nº 8, Núcleo Bandeirante
Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00106.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00108.jpg

Jorge Bodanzky
Pirenópolis
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00109.jpg

Jorge Bodanzky
Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00110.jpg

Jorge Bodanzky
Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00111.jpg

Jorge Bodanzky
Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00112.jpg

Jorge Bodanzky
Redondezas da Igreja de Nossa Senhora do Rosário
circa 1964

Da esquerda para direita: Mario Balaban, pessoa não identificada, Christian Schiel e pessoa não identificada
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00113.jpg
Da esquerda para direita: Mario Balaban, pessoa não identificada, Christian Schiel e pessoa não identificada
Jorge Bodanzky
Redondezas da Igreja de Nossa Senhora do Rosário
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00114.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00116.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1965

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00117.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00118.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00119.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00120.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00201.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00202.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00203.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00204.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00206.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00207.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00208.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00209.jpg
Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Área de garimpo
Jorge Bodanzky
Cristalina
1964

Jorge Bodanzky na área de garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky na área de garimpo
Em Cristalina, onde havia um veio de cristal de rocha, os alunos do diretório acadêmico da Universidade de Brasília (UnB) investiram no garimpo, com estudantes se revezando para angariar recursos para a universidade
Autoria não identificada
Cristalina
1964

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00213.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00214.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00215.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00216.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00217.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00218.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00219.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

Casa de Djanira da Motta e Silva
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00220.jpg
Casa de Djanira da Motta e Silva
Djanira da Motta e Silva (1914-1979) foi uma pintora, desenhista, ilustradora e cenógrafa brasileira
Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00301.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00302.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00303.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00304.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00305.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00306.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00307.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

Pescadores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pescadores
Jorge Bodanzky
Paraty
1965

Pescadores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00309.jpg
Pescadores
Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00310.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

Pescadores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00311.jpg
Pescadores
Jorge Bodanzky
Paraty
1965

Pescadores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00312.jpg
Pescadores
Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00313.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00314.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00315.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00316.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00317.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00318.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00319.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
1965

Moradia próxima ao rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Moradia próxima ao rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Moradia próxima ao rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Moradia próxima ao rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00402.jpg

Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

Vapor Barão de Cotegipe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vapor Barão de Cotegipe
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

Vapor Barão de Cotegipe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vapor Barão de Cotegipe
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

Vapor Barão de Cotegipe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vapor Barão de Cotegipe
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00407.jpg

Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00408.jpg

Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00409.jpg

Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

Desencalhando o vapor Barão de Cotegipe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desencalhando o vapor Barão de Cotegipe
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00411.jpg

Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00412.jpg

Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

Vapores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vapores
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

Proximidades do rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Rio São Francisco
1964

Proximidades do rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Proximidades do rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do rio São Francisco, no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Santuário do Bom Jesus da Lapa
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Santuário do Bom Jesus da Lapa
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Santuário do Bom Jesus da Lapa
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Santuário do Bom Jesus da Lapa
1964

Rito funerário nas proximidades do rio São Francisco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rito funerário nas proximidades do rio São Francisco
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Petrolina
1964

Centro de Salvador visto do Forte de São Marcelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Centro de Salvador visto do Forte de São Marcelo
Jorge Bodanzky
Forte de São Marcelo
circa 1970

Centro de Salvador visto do Forte de São Marcelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Centro de Salvador visto do Forte de São Marcelo
Jorge Bodanzky
Forte de São Marcelo
circa 1970

Centro de Salvador visto do Forte de São Marcelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Centro de Salvador visto do Forte de São Marcelo
Jorge Bodanzky
Forte de São Marcelo
circa 1970

Igreja do Bonfim vista da avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igreja do Bonfim vista da avenida Beira Mar
Jorge Bodanzky
Avenida Beira Mar
circa 1970

Litoral do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Litoral do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Litoral do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Litoral do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Parada de ônibus na região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parada de ônibus na região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
Engenho Itapuá
1965

Praia no litoral baiano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia no litoral baiano
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Praia no litoral baiano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia no litoral baiano
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Praia no litoral baiano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia no litoral baiano
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
Engenho Itapuá
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Da esquerda para direita: Sávio Rolim, José de Arimatéia, Walter Lima Jr. e Jorge Bodanzky. Filmagens de “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr.
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Da esquerda para direita: Sávio Rolim, José de Arimatéia, Walter Lima Jr. e Jorge Bodanzky. Filmagens de “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr.
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Autoria não identificada
Engenho Itapuá
1965

Filmagens de “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr.
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr.
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
Engenho Itapuá
1965

Álvaro Guimarães, figurinista, à esquerda. Filmagens de “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr.
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Álvaro Guimarães, figurinista, à esquerda. Filmagens de “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr.
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
Engenho Itapuá
1965

Jorge Bodanzky e Ipojuca Pontes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Ipojuca Pontes
Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Autoria não identificada
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00611.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00612.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Vila de pescadores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores
Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Pescadores consertam o barco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pescadores consertam o barco
Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Catador de caranguejos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Catador de caranguejos
Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Catador de caranguejos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Catador de caranguejos
Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Proximidades do Engenho Itapuá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Proximidades do Engenho Itapuá
Viagem para gravação do filme “Menino de Engenho” (1965), de Walter Lima Jr., onde Jorge Bodanzky participa pela primeira vez de um set de filmagens
Jorge Bodanzky
São Miguel de Taipu
1965

Vila de pescadores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores
Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Vila de pescadores. Ipojuca Pontes à direita
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores. Ipojuca Pontes à direita
Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Vila de pescadores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores
Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00707.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00708.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00709.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00710.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00711.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00712.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00713.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00714.jpg
Jorge Bodanzky
Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Autoria não identificada
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00715.jpg

Jorge Bodanzky
Campina Grande
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00716.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00717.jpg
Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00718.jpg
Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00719.jpg
Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00720.jpg
Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00801.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00802.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00803.jpg
Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00804.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00805.jpg
Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00806.jpg
Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Athos Bulcão fotografa prostitutas na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00807.jpg
Athos Bulcão fotografa prostitutas na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00808.jpg
Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00809.jpg
Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00810.jpg
Prostitutas na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00811.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00812.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00813.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00814.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00815.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00816.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00817.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00818.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00820.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00901.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Prostituta na Região Administrativa do Gama
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00902.jpg
Prostituta na Região Administrativa do Gama
Incursão fotográfica acompanhada de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Gama
1965

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00903.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00904.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00905.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00906.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00907.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00908.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00909.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00910.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00911.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00912.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00913.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00914.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00915.jpg
Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00916.jpg

Incursão fotográfica na cidade de Goiás Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00917.jpg

Incursão fotográfica na cidade de Goiás Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00918.jpg

Incursão fotográfica na cidade de Goiás Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00919.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Alexandre Wilhelm, irmão de Jorge Bodanzky, ao lado da motocicleta de Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f00920.jpg
Alexandre Wilhelm, irmão de Jorge Bodanzky, ao lado da motocicleta de Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Alojamento dos estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01001.jpg
Alojamento dos estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01002.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01003.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01004.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Mario Balaban no alojamento dos estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mario Balaban no alojamento dos estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Mario Balaban no alojamento dos estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01006.jpg
Mario Balaban no alojamento dos estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Alojamento dos estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01007.jpg
Alojamento dos estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Alojamento dos estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01008.jpg
Alojamento dos estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01009.jpg

Incursão fotográfica na cidade de Goiás Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1964

Luta de boxe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01010.jpg
Luta de boxe
Jorge Bodanzky
São Paulo
1964

Espectador assiste à luta de boxe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01011.jpg
Espectador assiste à luta de boxe
Jorge Bodanzky
São Paulo
1964

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01012.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01013.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01014.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01015.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01016.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01017.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01018.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01019.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01020.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01101.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01102.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01103.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01104.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01105.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01106.jpg
Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01107.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01108.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01109.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01110.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01111.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01112.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01113.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01114.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01115.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01116.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01117.jpg

Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01118.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01119.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01120.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01201.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01202.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01203.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01204.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01205.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01206.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01207.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01208.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Ciganas dançando flamenco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01209.jpg
Ciganas dançando flamenco
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01210.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Corrida de touros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01211.jpg
Corrida de touros
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Corrida de touros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01212.jpg
Corrida de touros
Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01213.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01214.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01215.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01216.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01217.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01218.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01219.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01220.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01301.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01302.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01303.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01304.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01305.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01306.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01307.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

Jorge Bodanzky na Espanha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky na Espanha
Gunther Weimer
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01311.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01312.jpg

Jorge Bodanzky
Évora
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01313.jpg

Jorge Bodanzky
Évora
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01314.jpg

Jorge Bodanzky
Évora
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01315.jpg

Jorge Bodanzky
Évora
1966

Lena Coelho dos Santos em Évora
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos em Évora
Jorge Bodanzky
Évora
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01317.jpg

Jorge Bodanzky
Évora
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01318.jpg

Jorge Bodanzky
Évora
1966

Gunther Weimer e Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Gunther Weimer e Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Évora
1966

Gunther Weimer e Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Gunther Weimer e Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Évora
1966

Autorretrato, Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autorretrato, Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Évora
1966

Lena Coelho dos Santos em Évora
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos em Évora
Jorge Bodanzky
Évora
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01403.jpg

Jorge Bodanzky
Évora
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01404.jpg

Jorge Bodanzky
Região sul de Portugal
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01405.jpg

Jorge Bodanzky
Região sul de Portugal
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01406.jpg

Jorge Bodanzky
Região sul de Portugal
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01407.jpg

Jorge Bodanzky
Região sul de Portugal
1966

Jorge Bodanzky fotografando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky fotografando
Lena Coelho dos Santos
Região sul de Portugal
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01409.jpg

Jorge Bodanzky
Região sul de Portugal
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01410.jpg

Jorge Bodanzky
Região sul de Portugal
1966

Gunther Weimer, Lena Coelho dos Santos e crianças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Gunther Weimer, Lena Coelho dos Santos e crianças
Jorge Bodanzky
Portugal
1966

Gunther Weimer, Lena Coelho dos Santos e crianças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Gunther Weimer, Lena Coelho dos Santos e crianças
Jorge Bodanzky
Portugal
1966

Gunther Weimer, Lena Coelho dos Santos e crianças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Gunther Weimer, Lena Coelho dos Santos e crianças
Jorge Bodanzky
Portugal
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01414.jpg

Jorge Bodanzky
Portugal
1966

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Recife
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01416.jpg

Jorge Bodanzky
Recife
1968

Relojoeiro Liberato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Relojoeiro Liberato
Jorge Bodanzky
Recife
1968

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Recife
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Monumento em homenagem a Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Monumento em homenagem a Padre Cícero
Viagem para filmagens da "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Monumento em homenagem a Padre Cícero
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01501.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01503.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista da janela do avião, litoral do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da janela do avião, litoral do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista da janela do avião, litoral do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da janela do avião, litoral do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista da janela do avião, litoral do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da janela do avião, litoral do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Construção da estátua de Padre Cícero
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Construção da estátua de Padre Cícero
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Aeroporto Regional do Cariri
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aeroporto Regional do Cariri
Jorge Bodanzky
Cariri
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01510.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01511.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Bloco carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Bloco carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Bloco carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Bloco carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco carnavalesco Renovação do Pau Miúdo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01606.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01612.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Próximo à Londrina
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Santa Ifigênia
circa 1969

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Palácio Belvedere
1967

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem de trem
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Centro de São Paulo
circa 1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01706.jpg

Jorge Bodanzky
Centro de São Paulo
circa 1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01707.jpg

Jorge Bodanzky
Centro de São Paulo
circa 1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Centro de São Paulo
circa 1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Centro de São Paulo
circa 1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01710.jpg

Jorge Bodanzky
Centro de São Paulo
circa 1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Centro de São Paulo
circa 1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01715.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01716.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01717.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01718.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01719.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f01720.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Luta de boxe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Luta de boxe
Jorge Bodanzky
São Paulo
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1970

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Árvores em movimento
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Árvores em movimento
Incursão fotográfica
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Parque Güell
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Gárgulas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Gárgulas
Jorge Bodanzky
Catedral de Notre-Dame
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
França
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
França
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02004.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02005.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02006.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02007.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02008.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02009.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02010.jpg

Jorge Bodanzky
França
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02011.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02012.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02013.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02014.jpg

Jorge Bodanzky
Évora
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Primeira residência de Jorge Bodanzky em Brasília, logo após ter morado com a família de Silvia Orthof
Jorge Bodanzky
Via W3 Sul
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Vila do Bispo
circa 1966

Viagem pelo rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem pelo rio Reno
Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

Viagem pelo rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem pelo rio Reno
Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

Viagem pelo rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem pelo rio Reno
Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02104.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Mestre Noza
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mestre Noza
Inocêncio Medeiros da Costa, Inocêncio da Costa Nick ou simplesmente Mestre Noza foi um escultor em madeira brasileiro. Mestre Noza se tornou conhecido como escultor, artesão, xilógrafo, santeiro, imaginário. Seus trabalhos participaram de diversas exposições no Brasil
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Cinema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cinema
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Hermano Penna à esquerda, filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hermano Penna à esquerda, filmando
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Teatro Record
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teatro Record
O Teatro Record foi fundado em 9 de março de 1959, na rua da Consolação, no também bairro da Consolação. Na época, foi palco dos tradicionais musicais, mais notoriamente os festivais da MPB dos anos 60 e seriados como Família Trapo. Depois de sofrer um grande incêndio, o teatro foi desativado. Após ser reativado por um curto período no centro, foi transferido para o Jardim Aeroporto, com o nome de Teatro Paulo Machado de Carvalho onde permaneceu até 1995. Paulo Machado de Carvalho foi dono da Rádio e TV Record nos anos 30 até 90.
Jorge Bodanzky
Rua da Consolação
circa 1968

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Construção civil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Construção civil
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Construção civil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Construção civil
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Galeria Metrópole
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Galeria Metrópole
Jorge Bodanzky
República
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02309.jpg

Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX05f02310.jpg

Ao fundo está o Cine Saci, um cinema na Avenida São João, em frente aos Correios
Jorge Bodanzky
Avenida São João
1970s

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Galeria Metrópole
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Galeria Metrópole
Jorge Bodanzky
República
1970s

Galeria Metrópole
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Galeria Metrópole
Jorge Bodanzky
República
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Centro
1970s

Represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Represa Guarapiranga
Guarapiranga é um bairro em pleno desenvolvimento localizado na Zona Sul de São Paulo. Pertencente ao distrito de Jardim São Luís, sendo bastante conhecido pela Represa Guarapiranga e por ser a sede do Solo Sagrado da Igreja Messiânica Mundial do Brasil.
Jorge Bodanzky
Guarapiranga
1970s

Represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
Guarapiranga
1970s

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mercado Municipal
Jorge Bodanzky
Mercado Municipal
circa 1964

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rodovia Presidente Dutra (BR-116)
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rodovia Presidente Dutra (BR-116)
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
Guarapiranga
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Trajeto em direção à cidade de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trajeto em direção à cidade de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Processo de plantio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Processo de plantio
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Roça no Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Museu da Cidade de São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Museu da Cidade de São Paulo
Jorge Bodanzky
Sitio do Padre Inacio
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Aeroporto Santos Dumont
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Fazenda no interior de São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fazenda no interior de São Paulo
Jorge Bodanzky
SP
circa 1970

Fazenda no interior de São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fazenda no interior de São Paulo
Jorge Bodanzky
SP
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
Guarapiranga
1970s

Represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
Guarapiranga
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00205.jpg

Jorge Bodanzky
Mercado Municipal
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00206.jpg

Jorge Bodanzky
Mercado Municipal
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00207.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00208.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00209.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00210.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Goiaz Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Goiaz Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Goiaz Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Goiaz Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Goiaz Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Goiaz Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Goiaz Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Goiaz Velho
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00303.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo é um culto ao Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular.
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00315.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00316.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00317.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00318.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00319.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00320.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00401.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00402.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00403.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00404.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00405.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00406.jpg

Jorge Bodanzky
Marx-Engels-Platz
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00407.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00408.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00409.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Jorge Bodanzky fotografando filme de Reinhard Kahn (atrás)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00410.jpg
Jorge Bodanzky fotografando filme de Reinhard Kahn (atrás)
Autoria não identificada
Ulm
1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00411.jpg
Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00412.jpg
Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Rodovia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00413.jpg
Rodovia
Jorge Bodanzky
Alemanha Oriental
circa 1966

Calouros da Universidade de Brasília (UnB), amigos de Jorge Bodanzky. Na rede, Mario Balaban
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Calouros da Universidade de Brasília (UnB), amigos de Jorge Bodanzky. Na rede, Mario Balaban
Primeira residência de Jorge Bodanzky em Brasília, após morar com Silvia Orthof
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00415.jpg
Jorge Bodanzky
Lena Coelho dos Santos
Évora
circa 1966

Jorge Bodanzky na rede
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky na rede
Primeira residência de Jorge Bodanzky em Brasília, após morar com Silvia Orthof
Autoria não identificada
Brasília
1964

Alexandre Wilhelm, irmão de Jorge Bodanzky, chegando em casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00417.jpg
Alexandre Wilhelm, irmão de Jorge Bodanzky, chegando em casa
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00418.jpg

Jorge Bodanzky
Proximidades de Gênova
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00419.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00420.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Espanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00501.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00502.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00503.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Jorge Bodanzky durante viagem entre Ulm (Alemanha) e Lisboa (Portugal)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky durante viagem entre Ulm (Alemanha) e Lisboa (Portugal)
Autoria não identificada
Europa
1966

Barraca de camping, viagem entre Ulm (Alemanha) e Lisboa (Portugal)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barraca de camping, viagem entre Ulm (Alemanha) e Lisboa (Portugal)
Jorge Bodanzky
Europa
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00506.jpg

Jorge Bodanzky
Suíça
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00507.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

Da esquerda para direita: Michel Leiner, Reinhard Kahn e Jorge Bodanzky durante filmagens
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Da esquerda para direita: Michel Leiner, Reinhard Kahn e Jorge Bodanzky durante filmagens
Autoria não identificada
Ulm
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00509.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Gárgulas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Gárgulas
Jorge Bodanzky
Catedral de Nortre-Dame
circa 1966

Visita ao memorial de campo de concentração nas proximidades de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Visita ao memorial de campo de concentração nas proximidades de Ulm
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

Procissão do Fogaréu
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Procissão do Fogaréu
A Procissão do Fogaréu ocorre desde 1745, na antiga capital, e foi trazida pelo padre espanhol João Perestello de Vasconcelos Spíndola. A celebração religiosa representa a perseguição de Jesus Cristo pelos soldados romanos, representados por 40 farricocos
Jorge Bodanzky
Igreja de São Francisco de Paula
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Torre de TV
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Reprodução de cartaz do filme "Gamal O Delírio do Sexo"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de cartaz do filme "Gamal O Delírio do Sexo"
Jorge Bodanzky
Brasil
1968

Eduardo Escorel (à esquerda) grava apresentação de cordelistas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Eduardo Escorel (à esquerda) grava apresentação de cordelistas
Na foto Eduardo Escorel
Jorge Bodanzky
Feira do Crato
1969

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Malhação de Judas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Malhação de Judas
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Malhação de Judas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Malhação de Judas
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa do Divino
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Festa do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00616.jpg
Festa do Divino
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Malhação de Judas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Malhação de Judas
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00618.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00619.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Malhação de Judas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Malhação de Judas
Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00701.jpg

Jorge Bodanzky
Fundos do Mercado Municipal
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00702.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00703.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00704.jpg

Jorge Bodanzky
Mercado Municipal
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00705.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00709.jpg
Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Jorge Bodanzky e sua motocicleta
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e sua motocicleta
Lena Coelho dos Santos
Lago Paranoá
1964

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Vista da cidade, rio Sena com Torre Eiffel ao fundo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade, rio Sena com Torre Eiffel ao fundo
Jorge Bodanzky
Rio Sena com Torre Eiffel ao fundo
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Lena Coelho dos Santos parte no trem
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos parte no trem
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

Barco de Jorge Bodanzky visto do terraço de sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barco de Jorge Bodanzky visto do terraço de sua casa
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

Jorge Bodanzky e Gunther Weimer durante viagem entre Lisboa (Portugal) e Ulm (Alemanha)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Gunther Weimer durante viagem entre Lisboa (Portugal) e Ulm (Alemanha)
Lena Coelho dos Santos
Europa
1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00720.jpg
Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Arquitetura mourisca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Arquitetura mourisca
Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

Rio Reno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rio Reno
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Lena Coelho dos Santos à direita
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos à direita
Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Feira
circa 1966

Porcos-espinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Porcos-espinho
Matéria para o jornal Schabische Donauzeitung
Jorge Bodanzky
Ulm
1967

Campo de Concentração Natzweiler-Struthof
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Campo de Concentração Natzweiler-Struthof
Natzweiler-Struthof foi um campo de concentração nazista localizado nos Vosges, perto da vila alsaciana de Natzwiller (alemão: Natzweiler) e da cidade de Schirmeck, cerca de 50 km a sudoeste de Estrasburgo, na França. Foi o único campo nazista localizado no atual território francês. Na época, a área da Alsácia-Lorena onde se encontrava era administrado pela Alemanha e parte integral do Reich alemão.
Jorge Bodanzky
Campo de Concentração Natzweiler-Struthof
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00807.jpg

Jorge Bodanzky
Suíça
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

No grupo está Gunther Weimer, Christian Schiel e outros amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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No grupo está Gunther Weimer, Christian Schiel e outros amigos
Jorge Bodanzky
Região próxima à cidade de Düsseldorf
circa 1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Barco de turismo no rio Sena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barco de turismo no rio Sena
Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

Jorge Bodanzky à esquerda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky à esquerda
Autoria não identificada
Paris
circa 1966

Lena Coelho dos Santos e Alexandre Wilhelm, irmão de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos e Alexandre Wilhelm, irmão de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1970

Fantasia feita por Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fantasia feita por Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00816.jpg

Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Suíça
circa 1966

Jorge Bodanzky fotografando filme de Reinhard Kahn (atrás)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky fotografando filme de Reinhard Kahn (atrás)
Reinhard Kahn
Autoria não identificada
HFG
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Barbearia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barbearia
Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00901.jpg

Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00902.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00903.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Alfaiataria Mário Silva
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Alfaiataria Mário Silva
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Moradias nas proximidades da BR-116, trajeto Rio-Bahia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Moradias nas proximidades da BR-116, trajeto Rio-Bahia
Jorge Bodanzky
BR-116
circa 1970

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f00908.jpg
Romeiros
Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Moradias nas proximidades da BR-116, trajeto Rio-Bahia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Moradias nas proximidades da BR-116, trajeto Rio-Bahia
Jorge Bodanzky
BR-116
circa 1970

Moradias nas proximidades da BR-116, trajeto Rio-Bahia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Moradias nas proximidades da BR-116, trajeto Rio-Bahia
Jorge Bodanzky
BR-116
circa 1970

Eletro Ludovico
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Eletro Ludovico
Jorge Bodanzky
Recife
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Praça Roosevelt
1970s

Pôr do sol
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pôr do sol
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

Pôr do sol
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pôr do sol
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Goiás
1970s

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01005.jpg

Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Processo de produção da cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Processo de produção da cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Centro
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viaduto Santa Ifigênia
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Luís Humberto, à direita
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Luís Humberto, à direita
Luiz Humberto
Jorge Bodanzky
Reitoria, Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Reitoria, Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Restaurante universitário, Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01020.jpg
Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01101.jpg
Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01102.jpg
Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01105.jpg
Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01111.jpg
Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Parque Eduardo Guinle
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parque Eduardo Guinle
Jorge Bodanzky
Laranjeiras
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Lago Paranoá
1965

Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Instituto Central de Artes (ICA)
ICA - Instituto Central de Artes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalho feito por alunos de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Hans Bodanzky, rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hans Bodanzky, rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Cinelândia
1967

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01209.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01211.jpg
Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01212.jpg

Viagem a trabalho para produção de uma matéria para a Revista Realidade, que acabou não acontecendo. Foi durante este período, observando a movimentação em um posto de gasolina à margem da rodovia Belém-Brasília, que Jorge Bodanzky teve a ideia do argumento para o filme "Iracema - Uma Transa Amazônica" (1974)
Jorge Bodanzky
Belém
1969

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01214.jpg
Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01215.jpg
Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01216.jpg
Rodovia Presidente Dutra (BR-116), trajeto Rio-SP
Viagem realizada com Hans Bodanzky, pai de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Via Dutra
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01217.jpg

Jorge Bodanzky
Viaduto Santa Ifigênia
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Goiás, antiga Goiás Velho
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01219.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01301.jpg

Jorge Bodanzky
Interior da Bahia
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Interior da Bahia
circa 1970

Vista da janela traseira do carro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da janela traseira do carro
Jorge Bodanzky
Interior da Bahia
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01304.jpg

Jorge Bodanzky
Interior da Bahia
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Ônibus na rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ônibus na rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
Interior da Bahia
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Interior da Bahia
circa 1970

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01309.jpg

Jorge Bodanzky
Interior da Bahia
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Interior da Bahia
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Interior da Bahia
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01315.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01316.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01317.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Lena Coelho dos Santos, à esquerda, na feira livre de Água de Meninos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos, à esquerda, na feira livre de Água de Meninos
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01405.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Lena Coelho dos Santos em Maragogipinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos em Maragogipinho
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Lena Coelho dos Santos em uma feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos em uma feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01408.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01409.jpg
Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01411.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01412.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01413.jpg

Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01414.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01415.jpg
Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01416.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01417.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01418.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01419.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01420.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01501.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Festa de Iemanjá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa de Iemanjá
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01503.jpg
Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01505.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01506.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01507.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01508.jpg
Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Festa tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01510.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01511.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01512.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Festa popular, Lena Coelho dos Santos à esquerda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01514.jpg
Festa popular, Lena Coelho dos Santos à esquerda
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01515.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01516.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01517.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01519.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01520.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01601.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01602.jpg
Rodovia Rio-Bahia (BR-116)
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01603.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01604.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01606.jpg
Instituto Central de Artes (ICA)
ICA - Instituto Central de Artes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01607.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Instituto Central de Ciências (ICC), também é conhecido como Minhocão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Instituto Central de Ciências (ICC), também é conhecido como Minhocão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Prédio da Reitoria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01609.jpg
Prédio da Reitoria
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Restaurante universitário
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Restaurante universitário
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Prédio da Reitoria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Prédio da Reitoria
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Instituto Central de Artes (ICA)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Instituto Central de Artes (ICA)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Biblioteca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01614.jpg
Biblioteca
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01616.jpg
Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01617.jpg
Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01618.jpg
Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Prédio da Reitoria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Prédio da Reitoria
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01701.jpg
Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01702.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Faculdade de Educação. À esquerda está o prédio da Reitoria e, à direita, o alojamento dos professores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Faculdade de Educação. À esquerda está o prédio da Reitoria e, à direita, o alojamento dos professores
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01704.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Colina, alojamento dos professores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Colina, alojamento dos professores
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Prédio da Reitoria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Prédio da Reitoria
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Biblioteca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Biblioteca
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01708.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01709.jpg

Jorge Bodanzky
Europa
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01710.jpg

Jorge Bodanzky
Europa
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01711.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de trabalhos feitos pelos alunos de Athos Bulcão ou Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX06f01715.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Grupo de maracatu Teatro Popular Brasileiro, atualmente Teatro Popular Solano Trindade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00101.jpg
Grupo de maracatu Teatro Popular Brasileiro, atualmente Teatro Popular Solano Trindade
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Artista local
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00102.jpg
Artista local
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Da esquerda para direita: Jorge Bodanzky, Roberto Santos e Rudá de Andrade, filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00103.jpg
Da esquerda para direita: Jorge Bodanzky, Roberto Santos e Rudá de Andrade, filmando
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Autoria não identificada
Embu das Artes
circa 1968

Jorge Bodanzky filma o "Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00104.jpg
Jorge Bodanzky filma o "Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Autoria não identificada
Embu das Artes
circa 1968

Rudá de Andrade, à esquerda, e Jorge Bodanzky, à direita da câmera
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00105.jpg
Rudá de Andrade, à esquerda, e Jorge Bodanzky, à direita da câmera
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Autoria não identificada
Embu das Artes
circa 1968

Artista local
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00106.jpg
Artista local
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Artista local
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00107.jpg
Artista local
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00108.jpg

Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Rudá de Andrade (de vermelho), Roberto Santos (de azul) e Jorge Bodanzky (segundo pessoa, da direita para esquerda) durante filmagens
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rudá de Andrade (de vermelho), Roberto Santos (de azul) e Jorge Bodanzky (segundo pessoa, da direita para esquerda) durante filmagens
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Autoria não identificada
Embu das Artes
circa 1968

"Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00110.jpg
"Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

"Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00111.jpg
"Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Artista local
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00112.jpg
Artista local
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Artista local
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00113.jpg
Artista local
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00114.jpg
Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00115.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00116.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00118.jpg

Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Jorge Bodanzky filma o "Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00119.jpg
Jorge Bodanzky filma o "Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Autoria não identificada
Embu das Artes
circa 1968

Artista local
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00120.jpg
Artista local
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Artista local
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00201.jpg
Artista local
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00202.jpg

Jorge Bodanzky
circa 1970

Grupo de maracatu Teatro Popular Brasileiro, atualmente Teatro Popular Solano Trindade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Grupo de maracatu Teatro Popular Brasileiro, atualmente Teatro Popular Solano Trindade
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Roberto Santos e Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roberto Santos e Jorge Bodanzky filmando
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Autoria não identificada
Embu das Artes
circa 1968

Grupo de maracatu Teatro Popular Brasileiro, atualmente Teatro Popular Solano Trindade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00205.jpg
Grupo de maracatu Teatro Popular Brasileiro, atualmente Teatro Popular Solano Trindade
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Escultura
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00206.jpg
Escultura
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00207.jpg

Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Vista Aérea Petroleiros na Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista Aérea Petroleiros na Baía de Guanabara
Jorge Bodanzky
Baía de Guanabara
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00210.jpg
Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

"Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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"Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00212.jpg

Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Artistas locais
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00213.jpg
Artistas locais
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Jorge Bodanzky filma o "Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filma o "Mineiro Pau" / "Maneiro Pau", misto de jogo e dança
Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Autoria não identificada
Embu das Artes
circa 1968

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Feira de Santana
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Canguaretama
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Canguaretama
1969

Vista aérea da Ilha do Governador e da Ilha do Fundão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da Ilha do Governador e da Ilha do Fundão
Jorge Bodanzky
RJ
circa 1970

Vista aérea da costa brasileira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da costa brasileira
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1970

Eduardo Escorel (à esquerda) grava apresentação de cordelistas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Eduardo Escorel (à esquerda) grava apresentação de cordelistas
Jorge Bodanzky
Feira do Crato
1969

Apresentação de cordelistas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Apresentação de cordelistas
Jorge Bodanzky
Feira do Crato
1969

Apresentação de cordelistas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Apresentação de cordelistas
Jorge Bodanzky
Feira do Crato
1969

Apresentação de cordelistas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Apresentação de cordelistas
Jorge Bodanzky
Feira do Crato
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Roça do quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça do quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
RN
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Roça do quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça do quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00502.jpg

Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma. Em primeiro plano, o jornalista Talvani Guedes da Fonseca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma. Em primeiro plano, o jornalista Talvani Guedes da Fonseca
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Roça do quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça do quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Estrada no litoral sul
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada no litoral sul
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Casa de farinha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa de farinha
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00607.jpg

Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00609.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00610.jpg

Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00611.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00612.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00616.jpg

Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Rodovia em direção à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia em direção à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00618.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00619.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00620.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00701.jpg
Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Fachada de prédio com anúncios de dentistas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fachada de prédio com anúncios de dentistas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem de ônibus em direção à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem de ônibus em direção à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00706.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00707.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00708.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

Pista de pouso do avião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pista de pouso do avião
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00711.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

Próximo à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Próximo à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Próximo à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00715.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

Próximo à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00718.jpg

Jorge Bodanzky
Avenida São João
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

Marginal Pinheiros em obras
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Marginal Pinheiros em obras
Jorge Bodanzky
São Paulo
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00801.jpg

Jorge Bodanzky
Centro
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00802.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00803.jpg

Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00804.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

Estrada próxima à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada próxima à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00806.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00807.jpg

Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Londrina
circa 1970

Ônibus em direção à Ponta Grossa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ônibus em direção à Ponta Grossa
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Estrada próxima à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada próxima à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Estrada próxima à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada próxima à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Estrada próxima à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f00816.jpg
Estrada próxima à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Estrada próxima à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada próxima à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Estrada próxima à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada próxima à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Estrada próxima à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada próxima à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Estrada próxima à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada próxima à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Decoração natalina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Decoração natalina
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Estrada próxima à Londrina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada próxima à Londrina
Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Avenida São João vista sentido Avenida Ipiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Avenida São João vista sentido Avenida Ipiranga
Jorge Bodanzky
Avenida São João
circa 1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Centro
circa 1973

Barbearia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barbearia
Jorge Bodanzky
Largo do Paissandú
circa 1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Centro
circa 1973

Vista da rua a partir do carro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da rua a partir do carro
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Vale do Anhangabaú
circa 1973

Edifício Altino Arantes, também conhecido como Edifício Banespa ou Banespão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edifício Altino Arantes, também conhecido como Edifício Banespa ou Banespão
Jorge Bodanzky
Centro
circa 1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista da rua a partir do carro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da rua a partir do carro
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
PR
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Mestre Noza
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mestre Noza
Inocêncio Medeiros da Costa, Inocêncio da Costa Nick ou simplesmente Mestre Noza foi um escultor em madeira brasileiro. Mestre Noza se tornou conhecido como escultor, artesão, xilógrafo, santeiro, imaginário. Seus trabalhos participaram de diversas exposições no Brasil
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
circa 1970

Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f01015.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f01016.jpg
Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f01018.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f01104.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f01107.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX07f01108.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Lena Coelho dos Santos preparando alimentos em sua casa
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Lena Coelho dos Santos preparando alimentos em sua casa
Jorge Bodanzky
Alameda Barros
circa 1970

Frei Damião e devotos
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Rua Augusta
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rua Augusta
Jorge Bodanzky
Rua Augusta
circa 1973

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1973

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Roterdão
circa 1966

Hotel de Ville
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Hotel de Ville
Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Nazaré
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Roça no quilombo de Sibaúma
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
França
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Roterdão
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Lena Coelho dos Santos olha para o rio Danúbio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos olha para o rio Danúbio
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Quilombo de Sibaúma
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Casa de farinha
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Casa de farinha
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Litoral Sul
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
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Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00316.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00318.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00319.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00401.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00402.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00403.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00404.jpg
Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00405.jpg
Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Praia próxima ao quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00512.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Anantara Grand Hotel Krasnapolsky Amsterdam
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Anantara Grand Hotel Krasnapolsky Amsterdam
Jorge Bodanzky
Amsterdã
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Europa
s.d.

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00520.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

Lena Coelho dos Santos na Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos na Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

No carro, Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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No carro, Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ilha da Madeira
1967

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Aeroporto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aeroporto
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Construção da Estátua do Padre Cícero na colina do Horto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Construção da Estátua do Padre Cícero na colina do Horto
Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Colina do Horto
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00614.jpg

Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Devotos de Frei Damião
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos de Frei Damião
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00707.jpg
Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00709.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00710.jpg
Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00712.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ilha da Madeira
1967

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ilha da Madeira
1967

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00716.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00717.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00801.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00802.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Devotos
Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00804.jpg

Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00805.jpg
Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00806.jpg
Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

Caminhão com a inscrição "O que tem de ser será"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Caminhão com a inscrição "O que tem de ser será"
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
PB
1968

Frei Damião e devotos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00808.jpg
Frei Damião e devotos
Viagem em busca do missionário Frei Damião, que percorria os interiores do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia pregando para seus fiéis, sendo considerado por muitos o sucessor do Padre Cícero. Matéria para a Revista Realidade (1968, edição 32A), com o título "O sertão quer um messias". Texto de Dirceu Soares e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila de Lagoa Escondida
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00809.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00810.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00811.jpg

Durante as gravações do documentário "Embu", sobre artistas da cidade, produzido por professores e alunos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Jorge Bodanzky
Embu das Artes
circa 1968

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Lena Coelho dos Santos no banco, Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos no banco, Europa
Jorge Bodanzky
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00815.jpg

Jorge Bodanzky
Gênova
circa 1966

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00817.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00818.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00901.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00902.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Belém
circa 1970

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00903.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00904.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00905.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00906.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00907.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00909.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00910.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00911.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00912.jpg
Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00913.jpg

Jorge Bodanzky
Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores do Brasil)
1970s

Terminal Rodoviário de Brasília e Teatro Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terminal Rodoviário de Brasília e Teatro Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00916.jpg

Jorge Bodanzky
Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores do Brasil)
1970s

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00917.jpg
Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00918.jpg

Jorge Bodanzky
Praça dos Três Poderes
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00919.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio do Planalto
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f00920.jpg

Jorge Bodanzky
Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores do Brasil)
1970s

Terminal Rodoviário de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terminal Rodoviário de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01002.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01003.jpg
Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01004.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01005.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01006.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Estrada nas proximidades de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estrada nas proximidades de Brasília
Jorge Bodanzky
DF
1970s

Estrada nas proximidades de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01008.jpg
Estrada nas proximidades de Brasília
Jorge Bodanzky
DF
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01009.jpg

Jorge Bodanzky
Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores do Brasil)
1970s

Vista para Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista para Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01011.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01012.jpg

Jorge Bodanzky
Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores do Brasil)
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01013.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Terminal Rodoviário de Brasília e Teatro Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terminal Rodoviário de Brasília e Teatro Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01015.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01016.jpg
Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01017.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01018.jpg
Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01019.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01020.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Superquadra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01101.jpg
Superquadra
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01102.jpg
Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
1970s

Ao fundo, a Torre de TV de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01103.jpg
Ao fundo, a Torre de TV de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Terminal Rodoviário de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terminal Rodoviário de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01107.jpg

Jorge Bodanzky
Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores do Brasil)
1970s

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01108.jpg
Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01109.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Vista para Teatro Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01110.jpg
Vista para Teatro Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Vista para Teatro Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01111.jpg
Vista para Teatro Nacional
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01112.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01113.jpg

Jorge Bodanzky
Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores do Brasil)
1970s

Via W3
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01114.jpg
Via W3
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01115.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio do Planalto
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01116.jpg

Jorge Bodanzky
Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores do Brasil)
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01117.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Sobrevoo próximo à Universidade de Brasília (UnB)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01118.jpg
Sobrevoo próximo à Universidade de Brasília (UnB)
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01119.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01120.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01201.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
1970s

Vista aérea da Asa Norte
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da Asa Norte
Jorge Bodanzky
Asa Norte
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01203.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Via W3
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01204.jpg
Via W3
Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Via W3
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01205.jpg
Via W3
Jorge Bodanzky
W3
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01206.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Lena Coelho dos Santos fotografando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos fotografando
Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Lena Coelho dos Santos em segundo plano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos em segundo plano
Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Parada no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01209.jpg
Parada no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Jorge Bodanzky
Carolina
circa 1970

Parada no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01210.jpg
Parada no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Jorge Bodanzky
Carolina
circa 1970

Vista aérea no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01212.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01213.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01214.jpg
Vista aérea da Rodovia Belém-Brasília (BR-010)
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01215.jpg
Vista aérea no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Jorge Bodanzky
circa 1970

Vista aérea no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01216.jpg
Vista aérea no trajeto entre Belém (PA) e Brasília (DF)
Jorge Bodanzky
circa 1970

Murano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01217.jpg
Murano
Jorge Bodanzky
Lagoa de Veneza
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01218.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01219.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01220.jpg

Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01301.jpg

Jorge Bodanzky
Espanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01302.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01303.jpg

Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01304.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01305.jpg

Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01306.jpg

Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01307.jpg

Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01308.jpg

Jorge Bodanzky
Nazaré
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01309.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01310.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01311.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01312.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Vista para Torre da TV
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01313.jpg
Vista para Torre da TV
Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01314.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01315.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01316.jpg

Jorge Bodanzky
França
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01317.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Mina de carvão nas proximidades de Colônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01318.jpg
Mina de carvão nas proximidades de Colônia
Exercício fotográfico para escola em Colônia
Jorge Bodanzky
Colônia
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01319.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01320.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01401.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01402.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01403.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01404.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01405.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01406.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01407.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01408.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01409.jpg

Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01410.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01411.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01412.jpg

Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01413.jpg

Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01414.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Jorge Bodanzky na Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01415.jpg
Jorge Bodanzky na Europa
Autoria não identificada
Europa
circa 1966

Mina de carvão nas proximidades de Colônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01416.jpg
Mina de carvão nas proximidades de Colônia
Exercício fotográfico para escola em Colônia
Jorge Bodanzky
Colônia
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01417.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01418.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01419.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01420.jpg
Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01501.jpg

Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01502.jpg
Manifestação pacifista organizada pelos estudantes da Escola de Ulm
Jorge Bodanzky
Schwörhaus
circa 1966

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01503.jpg
Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01504.jpg
Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01505.jpg
Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01506.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01507.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01508.jpg
Vila de pescadores no litoral sul, próximo ao Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Vila Flor
1969

Feira popular na região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01509.jpg
Feira popular na região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Feira popular na região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01510.jpg
Feira popular na região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Região do nordeste brasileiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Região do nordeste brasileiro
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01512.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01513.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01514.jpg
Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01515.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01516.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01517.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01518.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01519.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01520.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01601.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01602.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01603.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01604.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01605.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01606.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01607.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01608.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01609.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01610.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

Igreja do Bonfim vista da avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01611.jpg
Igreja do Bonfim vista da avenida Beira Mar
Jorge Bodanzky
Avenida Beira Mar
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01612.jpg

Jorge Bodanzky
Cachoeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01613.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01614.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01615.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01616.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01617.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01618.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01619.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01620.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01701.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01702.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01703.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01704.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01705.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Largo do Pelourinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01706.jpg
Largo do Pelourinho
Jorge Bodanzky
Largo do Pelourinho
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01707.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Lena Coelho dos Santos à direita
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01708.jpg
Lena Coelho dos Santos à direita
Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Jorge Bodanzky fotografando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01709.jpg
Jorge Bodanzky fotografando
Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Lena Coelho dos Santos
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01710.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01711.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01712.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01713.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01714.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01715.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01716.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01717.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01718.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01719.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01720.jpg

Incursão fotográfica com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01801.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01802.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01803.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01804.jpg

Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01805.jpg

Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01806.jpg

Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01807.jpg

Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01808.jpg

Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01809.jpg

Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01810.jpg

Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01811.jpg

Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01812.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01813.jpg
Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01814.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01815.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01816.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01817.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01818.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo Companhia Estrela do Brasil Ltda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01819.jpg
Circo Companhia Estrela do Brasil Ltda
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01901.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01902.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01903.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01905.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01906.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01907.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01908.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01909.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01910.jpg
Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Circo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Circo
Jorge Bodanzky
Araçariguama
circa 1968

Terminal Rodoviário de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terminal Rodoviário de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Estudos de Luz
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estudos de Luz
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Terminal Rodoviário de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01914.jpg
Terminal Rodoviário de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Estudos de Luz
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01915.jpg
Estudos de Luz
Jorge Bodanzky
Paraty
1965

Ruth Toledo e Fernando Lemos na agência de publicidade Maitiry
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ruth Toledo e Fernando Lemos na agência de publicidade Maitiry
Fernando Lemos (Lisboa, 3 de maio de 1926 — ) é um pintor, artista gráfico e fotógrafo luso-brasileiro. Ruth Toledo Altschuler, experiente terapeuta floral com Certificado Profissional pela Flower Essence Society da Califórnia, atende clientes desde 1989.
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01917.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01919.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f01920.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Congresso Nacional
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Congresso Nacional
Jorge Bodanzky
Congresso Nacional
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f02002.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1970s

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Romeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Romeiros
Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f02007.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

Cerâmica para venda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cerâmica para venda
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f02015.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f02016.jpg

Jorge Bodanzky
Recôncavo baiano
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX08f02017.jpg

Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Enterro do estudante Benno Ohnesorg
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Enterro do estudante Benno Ohnesorg
Benno Ohnesorg foi um estudante alemão morto em frente à Opera Alemã de Berlim por um policial durante uma manifestação contra a visita do Xá Reza Pahlavi à RFA. Sua morte teve grande impacto no movimento estudantil alemão e grande influência na radicalização política europeia do fim dos anos 1960
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, aeroporto de Congonhas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, aeroporto de Congonhas
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Edifício Copan
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
São Paulo
s.d.

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Dario Chiaverini
Aeroporto Congonhas
circa 1970

Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no helicóptero. Sobrevoo em São Paulo
Dario Chiaverini
Aeroporto Congonhas
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea, sobrevoo com Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Parque do Ibirapuera
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
Parque do Ibirapuera
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

No muro, "MIR" (Movimento de Esquerda Revolucionária)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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No muro, "MIR" (Movimento de Esquerda Revolucionária)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Santiago
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Santiago
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Santiago
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Santiago
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Santiago
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Santiago
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Santiago
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Santiago
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Santiago
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Santiago
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende
Jorge Bodanzky
Santiago
s.d.

Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00117.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00201.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00202.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

No muro, "MIR" (Movimento de Esquerda Revolucionária)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00204.jpg
No muro, "MIR" (Movimento de Esquerda Revolucionária)
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Salvador Allende durante desfile militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende durante desfile militar
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00206.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00207.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Salvador Allende durante desfile militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00208.jpg
Salvador Allende durante desfile militar
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00209.jpg
Fotógrafo lambe-lambe
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00210.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Salvador Allende
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende
Jorge Bodanzky
Santiago
s.d.

Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00213.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Local de extração de minério. À direita, Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Local de extração de minério. À direita, Jorge Bodanzky
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Autoria não identificada
Chile
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00215.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Local próximo a Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00216.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00217.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00218.jpg
Autorretrato
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Santiago
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00219.jpg
Santiago
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Desfile militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile militar
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00301.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00303.jpg

Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00304.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

Artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00307.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Jorge Bodaznky na região do altiplano boliviano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodaznky na região do altiplano boliviano
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Karl Brugger
Altiplano andino
circa 1972

Salvador Allende durante desfile militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende durante desfile militar
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00310.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00311.jpg
Pronunciamento do presidente chileno Salvador Allende, deposto dois anos depois por um golpe militar, e Sanchez Celedón, da Força Aérea do Chile
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Salvador Allende durante desfile militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador Allende durante desfile militar
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00313.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00315.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

À direita, Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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À direita, Jorge Bodanzky
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Karl Brugger
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00317.jpg

Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1971

Artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Jorge Bodanzky na região do altiplano chileno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky na região do altiplano chileno
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Karl Brugger
Altiplano andino
circa 1971

À direita, Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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À direita, Jorge Bodanzky
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Karl Brugger
Santiago
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rua Florida (Calle Florida)
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00403.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00404.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00405.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00406.jpg

Jorge Bodanzky
Rua Florida (Calle Florida)
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00407.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00408.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00409.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00410.jpg

Jorge Bodanzky
Rua Florida (Calle Florida)
circa 1970

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Manifestações políticas em muro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações políticas em muro
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Manifestações políticas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações políticas
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00415.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00416.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00417.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Manifestações políticas em muro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00418.jpg
Manifestações políticas em muro
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Santiago
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00419.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00420.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00501.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00502.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00503.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00504.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00505.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00506.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00507.jpg
Reprodução de cartaz feito por artistas chilenos
Viagem ao Chile com Karl Brugger para produção de matéria sobre o panorama das artes no país, momentos antes do golpe de Estado que instituiu o general Augusto Pinochet como presidente. Matéria para TV alemã intitulada "TTT Kulturelle Situation in Chile"
Jorge Bodanzky
Chile
circa 1971

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

Chicheria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Chicheria
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Chicheria
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Proximidades de Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Proximidades de Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Proximidades de Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Proximidades de Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Proximidades de Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00516.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Proximidades de Oruro
circa 1972

Mineração
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mineração
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Mineração
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00518.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00519.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00601.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00602.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00603.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00604.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00605.jpg

Jorge Bodanzky
Obelisco de Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00606.jpg

Jorge Bodanzky
Obelisco de Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00607.jpg

Jorge Bodanzky
Obelisco de Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00608.jpg

Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00609.jpg

Jorge Bodanzky
Estação Carlos Pellegrini
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

Estação Florida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Estação Florida
Jorge Bodanzky
Rua Florida (Calle Florida)
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Estação Carlos Pellegrini
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Buenos Aires
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00614.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Mineração
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Mineração
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Minaração
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Universidade Maior de San Andrés (UMSA)
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00617.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00618.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00619.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00620.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Praça Murillo
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00701.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00702.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

Entrevista com Hugo Banzer Suárez
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Entrevista com Hugo Banzer Suárez
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Oruro
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00705.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Catedral Basílica Menor de San Lorenzo
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Mina San José
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00710.jpg

Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Travessia em Santa Cruz de la Sierra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Travessia em Santa Cruz de la Sierra
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Altiplano andino
circa 1972

Manifestações políticas no muro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações políticas no muro
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Santa Cruz de La Sierra
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Entrevista com Hugo Banzer Suárez
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Entrevista com Hugo Banzer Suárez
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Bolívia
circa 1972

Propaganda política favorável ao governo de Juan José Torres
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Propaganda política favorável ao governo de Juan José Torres
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Palácio do Governo
circa 1972

Propaganda política favorável ao governo de Juan José Torres
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Propaganda política favorável ao governo de Juan José Torres
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
La Paz
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem à Bolívia com Karl Brugger depois do golpe de Estado que instituiu o coronel Hugo Banzer no poder, derrubando o governo de esquerda de Juan José Torres
Jorge Bodanzky
Mina San José
circa 1972

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Vista de Murano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista de Murano
Jorge Bodanzky
Vista de Murano
circa 1966

Principal Igreja de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Principal Igreja de Ulm
Jorge Bodanzky
Rio Danúbio
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Heidelberg
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Venda de bordados
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda de bordados
Jorge Bodanzky
Ilha da Madeira
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

Vista para o Castelo de Heidelberg
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista para o Castelo de Heidelberg
Jorge Bodanzky
Heidelberg
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio Sena
circa 1966

Barbosas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barbosas
Jorge Bodanzky
Ilha da Madeira
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Delft
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Carnaval
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Lena Coelho dos Santos em Lisboa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos em Lisboa
Jorge Bodanzky
Lisboa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio Danúbio
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Catedral de Notre-Dame
circa 1966

Gárgula
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Gárgula
Jorge Bodanzky
Catedral de Notre-Dame
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Antiga Muralha da Cidade
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio Danúbio
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio Danúbio
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00908.jpg

Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00909.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00910.jpg

Jorge Bodanzky
Edifício da Política (Visto da Torre da Catedral)
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Coimbra
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Amsterdã
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00915.jpg

Jorge Bodanzky
Coimbra
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00916.jpg

Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
França
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f00919.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Murano
circa 1966

Barbosas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barbosas
Jorge Bodanzky
Ilha da Madeira
circa 1966

Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01002.jpg
Ulm
Jorge Bodanzky
Praça da Catedral (Vendo-se a Prefeitura)
circa 1966

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Muro de Berlim
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Muro de Berlim
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Estação Kurfürstendamm
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Rodovia na Alemanha Oriental em direção a Berlim Ocidental
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Paraty
1965

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Parque de diversões
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parque de diversões
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil. Com a câmera, Jeanine Meerapfel e Alexander Kluge
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação estudantil. Com a câmera, Jeanine Meerapfel e Alexander Kluge
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01112.jpg
Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01113.jpg
Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

Manifestação estudantil
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01114.jpg
Manifestação estudantil
Jorge Bodanzky
Berlim
1967

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Berlim Ocidental
1967

Portão de Brandemburgo e o muro de Berlim
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Portão de Brandemburgo e o muro de Berlim
Jorge Bodanzky
Berlim Ocidental
1967

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01118.jpg

Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01119.jpg

Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01120.jpg

Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01201.jpg

Jorge Bodanzky
Lisboa
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01202.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01203.jpg

Jorge Bodanzky
Mannheim
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01204.jpg

Jorge Bodanzky
Lisboa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01205.jpg

Jorge Bodanzky
Alpes
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01206.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01207.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01208.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Feira em frente à Principal Igreja de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira em frente à Principal Igreja de Ulm
Jorge Bodanzky
Feira na praça da catedral
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01210.jpg

Jorge Bodanzky
Canais no centro da cidade
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01211.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Polícia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01212.jpg
Polícia
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01213.jpg

Jorge Bodanzky
Nazaré
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01214.jpg

Jorge Bodanzky
Coimbra
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01215.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01216.jpg

Jorge Bodanzky
Heidelberg
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01217.jpg

Jorge Bodanzky
Heidelberg
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01218.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01219.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

Feira em frente à Principal Igreja de Ulm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01220.jpg
Feira em frente à Principal Igreja de Ulm
Jorge Bodanzky
Feira na praça da catedral
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01301.jpg

Jorge Bodanzky
Lisboa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01302.jpg

Jorge Bodanzky
Heidelberg
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01303.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01304.jpg

Jorge Bodanzky
Colônia
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01305.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01306.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01307.jpg

Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01308.jpg

Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01309.jpg

Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01310.jpg

Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01311.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01312.jpg

Jorge Bodanzky
Estrasburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01313.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01314.jpg

Jorge Bodanzky
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01315.jpg

Jorge Bodanzky
Lisboa
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01316.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01317.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01318.jpg

Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01319.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01320.jpg

Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01401.jpg

Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01402.jpg

Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Carnaval
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01403.jpg
Carnaval
Jorge Bodanzky
Carnaval
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01404.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

Retrato de Emílio Garrastazu Médici
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Retrato de Emílio Garrastazu Médici
Jorge Bodanzky
Porto Alegre
1970s

Parada da Semana da Pátria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parada da Semana da Pátria
Jorge Bodanzky
Avenida Presidente Vargas
1971

Parada da Semana da Pátria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01407.jpg
Parada da Semana da Pátria
Jorge Bodanzky
Avenida Presidente Vargas
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01408.jpg

Jorge Bodanzky
Alemanha
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01409.jpg

Jorge Bodanzky
circa 1970

Parada da Semana da Pátria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parada da Semana da Pátria
Jorge Bodanzky
Avenida Presidente Vargas
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01411.jpg

Jorge Bodanzky
circa 1970

Parada da Semana da Pátria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01412.jpg
Parada da Semana da Pátria
Jorge Bodanzky
Avenida Presidente Vargas
1971

Parada da Semana da Pátria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01413.jpg
Parada da Semana da Pátria
Jorge Bodanzky
Avenida Presidente Vargas
1971

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Autoria não identificada
RS
circa 1970

Parada da Semana da Pátria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01415.jpg
Parada da Semana da Pátria
Jorge Bodanzky
Avenida Presidente Vargas
1971

Reprodução de cartaz "II Seminário sobre reintegração de grupos marginalizados"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01416.jpg
Reprodução de cartaz "II Seminário sobre reintegração de grupos marginalizados"
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01417.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
RS
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01418.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
RS
circa 1970

Emílio Garrastazu Médici na Parada da Semana da Pátria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01419.jpg
Emílio Garrastazu Médici na Parada da Semana da Pátria
Jorge Bodanzky
Avenida Presidente Vargas
1971

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01420.jpg
Jorge Bodanzky filmando
Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Autoria não identificada
RS
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01501.jpg

Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01502.jpg

Jorge Bodanzky
circa 1970

Emílio Garrastazu Médici na Parada da Semana da Pátria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01503.jpg
Emílio Garrastazu Médici na Parada da Semana da Pátria
Jorge Bodanzky
Avenida Presidente Vargas
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01504.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01505.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01506.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01507.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01508.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01509.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01510.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01511.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01512.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01513.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01514.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01515.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01516.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01517.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01518.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01519.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01520.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01601.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01602.jpg

Jorge Bodanzky
Farol da Barra
circa 1970

Igreja de São Francisco de Assis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01603.jpg
Igreja de São Francisco de Assis
Jorge Bodanzky
Ouro Preto
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01604.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01605.jpg

Filmagens para documentário sobre estádios em construção para a Minicopa de 1972. Câmera de Jorge Bodanzky, som de Hermano Penna e produção de Aloísio Leite
Jorge Bodanzky
Estádio Octávio Mangabeira
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01606.jpg

Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Igreja de São Francisco de Assis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01607.jpg
Igreja de São Francisco de Assis
Jorge Bodanzky
Ouro Preto
1971

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01608.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01609.jpg
Garimpo
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
s.d.

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01610.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01611.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01612.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01613.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01614.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01615.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01616.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01617.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01618.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01702.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01703.jpg
Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha, próximo à Diamantina
circa 1968

Vista do centro da cidade. À esquerda está a Catedral Metropolitana de Diamantina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01704.jpg
Vista do centro da cidade. À esquerda está a Catedral Metropolitana de Diamantina
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Jorge Bodanzky e Ana Carolina Teixeira Soares no pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01705.jpg
Jorge Bodanzky e Ana Carolina Teixeira Soares no pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Jorge Bodanzky e Ana Carolina Teixeira Soares no pantanal, filmando a caçada da onça
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01706.jpg
Jorge Bodanzky e Ana Carolina Teixeira Soares no pantanal, filmando a caçada da onça
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Jorge Bodanzky e Ana Carolina Teixeira Soares no pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01707.jpg
Jorge Bodanzky e Ana Carolina Teixeira Soares no pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01708.jpg
Pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Pantanal. À esquerda está Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pantanal. À esquerda está Jorge Bodanzky
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Jorge Bodanzky e Ana Carolina Teixeira Soares no pantanal, filmando a caçada da onça
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Ana Carolina Teixeira Soares no pantanal, filmando a caçada da onça
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01713.jpg
Pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Pantanal. À direita está Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pantanal. À direita está Jorge Bodanzky
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Jorge Bodanzky filmando no pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando no pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Pantanal, a caçada da onça
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pantanal, a caçada da onça
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Jorge Bodanzky filmando no pantanal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando no pantanal
Filmagens para o documentário "Pantanal do Mato Grosso" (1971), dirigido por Ana Carolina Teixeira Soares, com som de Hermano Penna e fotografia de Jorge Bodanzky
Hermano Penna
Região próxima à cidade de Poconé
1971

Venda de cerâmicas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda de cerâmicas
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Recife
1970s

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Forte dos Reis Magos
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea do Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do Forte dos Reis Magos
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea do Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do Forte dos Reis Magos
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Forte dos Reis Magos
O Forte dos Reis Magos é uma edificação militar histórica localizada na cidade de Natal, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte. É administrada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O forte foi o marco inicial da cidade — fundada em 25 de dezembro de 1599 —, no lado direito da barra do rio Potenji (hoje próximo à Ponte Newton Navarro). Recebeu esse nome em função da data de início da sua construção, 6 de janeiro de 1598, dia de Reis pelo calendário católico.
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01804.jpg
Forte dos Reis Magos
O Forte dos Reis Magos é uma edificação militar histórica localizada na cidade de Natal, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte. É administrada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O forte foi o marco inicial da cidade — fundada em 25 de dezembro de 1599 —, no lado direito da barra do rio Potenji (hoje próximo à Ponte Newton Navarro). Recebeu esse nome em função da data de início da sua construção, 6 de janeiro de 1598, dia de Reis pelo calendário católico.
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea do Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01805.jpg
Vista aérea do Forte dos Reis Magos
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01806.jpg
Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea do Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01807.jpg
Vista aérea do Forte dos Reis Magos
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01808.jpg
Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01809.jpg
Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01810.jpg
Forte dos Reis Magos
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01811.jpg
Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01812.jpg
Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01813.jpg
Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01814.jpg
Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01815.jpg
Forte dos Reis Magos
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01817.jpg

Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01818.jpg
Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01819.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio Floriano Peixoto (Palácio do Governo)
circa 1970

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista aérea da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea da cidade
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01904.jpg
Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01905.jpg

Jorge Bodanzky
Praia
circa 1970

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Forte dos Reis Magos
O Forte dos Reis Magos é uma edificação militar histórica localizada na cidade de Natal, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte. É administrada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O forte foi o marco inicial da cidade — fundada em 25 de dezembro de 1599 —, no lado direito da barra do rio Potenji (hoje próximo à Ponte Newton Navarro). Recebeu esse nome em função da data de início da sua construção, 6 de janeiro de 1598, dia de Reis pelo calendário católico.
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Pescadores
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pescadores
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Forte dos Reis Magos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Forte dos Reis Magos
Jorge Bodanzky
Natal
1970s

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f01910.jpg
Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da cidade
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Vista aérea do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno
Jorge Bodanzky
Base de lançamento de foguetes
1970s

Jangadeiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jangadeiros
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Viagem entre Lisboa (Portugal) e Ulm (Alemanha)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem entre Lisboa (Portugal) e Ulm (Alemanha)
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos
Gunther Weimer
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Paris
circa 1966

Casa da família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa da família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1970s

Manifestação pacifista
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestação pacifista
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Jorge Bodanzky e Amelia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Amelia Toledo
Autoria não identificada
Lisboa
1966

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Lena Coelho dos Santos
Áustria
circa 1966

Amigas de Jorge Bodanzky em Maceió
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Amigas de Jorge Bodanzky em Maceió
Jorge Bodanzky
Maceió
circa 1970

Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos
Gunther Weimer
Portugal
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio Reno
circa 1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Campo de concentração de Dachau
circa 1966

Jorge Bodanzky na Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky na Europa
Autoria não identificada
Europa
circa 1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Desfile de barcos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Desfile de barcos
Jorge Bodanzky
Ulm
circa 1966

Europa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Europa
Jorge Bodanzky
Europa
circa 1966

Lena Coelho dos Santos e Gunther Weimer
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos e Gunther Weimer
Jorge Bodanzky
Suíça
circa 1966

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Colônia
1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para filmagens de "Visão de Juazeiro" (1970), dirigido Eduardo Escorel, com fotografia de Jorge Bodanzky e produção de Thomaz Farkas
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vila no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Conjunto habitacional Governador Plácido Castelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Conjunto habitacional Governador Plácido Castelo
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1964

Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Feira no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira no trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02117.jpg

Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Cajazeiras
1964

Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Venda de carangueijos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Venda de carangueijos
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Região do nordeste brasileiro
circa 1970

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Região do nordeste brasileiro
circa 1970

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Região do nordeste brasileiro
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02207.jpg

Jorge Bodanzky
Yatch Clube da Bahia
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02208.jpg

Jorge Bodanzky
Região do nordeste brasileiro
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02209.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02210.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Ex-votos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02211.jpg
Ex-votos
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1964

Ex-votos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02212.jpg
Ex-votos
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1964

Ex-votos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02213.jpg
Ex-votos
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1964

Ex-votos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02214.jpg
Ex-votos
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1964

Ex-votos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02215.jpg
Ex-votos
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1964

Ex-votos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02216.jpg
Ex-votos
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1964

Relojoeiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02217.jpg
Relojoeiro
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Barbearia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02218.jpg
Barbearia
Jorge Bodanzky
Recife
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02219.jpg

Jorge Bodanzky
Recife
circa 1970

Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02220.jpg
Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02301.jpg
Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02302.jpg
Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02303.jpg
Trajeto entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA)
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02304.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02305.jpg

Jorge Bodanzky
Recife
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02306.jpg

Jorge Bodanzky
Recife
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02307.jpg

Jorge Bodanzky
Recife
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02308.jpg

Jorge Bodanzky
Recife
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02309.jpg

Jorge Bodanzky
Recife
circa 1970

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02310.jpg
Vista aérea
Jorge Bodanzky
Região do nordeste brasileiro
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02311.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02312.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02313.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02314.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02315.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02316.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02317.jpg

Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02318.jpg

Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02319.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02320.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
BA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02401.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02402.jpg

Jorge Bodanzky
Elevador Lacerda
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02403.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Feira popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02404.jpg
Feira popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02405.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02406.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02407.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02408.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02409.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02410.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Vista do Forte Santa Maria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02411.jpg
Vista do Forte Santa Maria
Jorge Bodanzky
Praia do Porto da Barra
circa 1970

Vista do Forte Santa Maria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02412.jpg
Vista do Forte Santa Maria
Jorge Bodanzky
Praia do Porto da Barra
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02413.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Vista do Forte Santa Maria
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02414.jpg
Vista do Forte Santa Maria
Jorge Bodanzky
Praia do Porto da Barra
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02415.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02416.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Aeroporto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02417.jpg
Aeroporto
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02418.jpg

Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Juazeiro do Norte
1964

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02419.jpg
Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02420.jpg
Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02501.jpg
Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02502.jpg
Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02503.jpg
Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02504.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02505.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02506.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02507.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02508.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02509.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02510.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02511.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02512.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02513.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02514.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02515.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02516.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02517.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02518.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02519.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02520.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02601.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02602.jpg

Viagem com Ipojuca Pontes pelo interior e litoral da Paraíba em busca de locações para o documentário “Os homens do Caranguejo” (1968), dirigido por Ipojuca Pontes
Jorge Bodanzky
PB
1965

Jorge Bodanzky com a câmera durante as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02603.jpg
Jorge Bodanzky com a câmera durante as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Jorge Bodanzky com a câmera durante as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02604.jpg
Jorge Bodanzky com a câmera durante as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02605.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Jorge Bodanzky com a câmera durante as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02606.jpg
Jorge Bodanzky com a câmera durante as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02607.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02608.jpg

Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02609.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02610.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02611.jpg

Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02612.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Cauaburi
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02613.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Cauaburi
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02614.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Cauaburi
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02615.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02616.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02617.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Guia Yanomami na expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Guia Yanomami na expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02701.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

David Pennington no acampamento. Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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David Pennington no acampamento. Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Equipe da expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Equipe da expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Reserva Biológica Morro dos Seis Lagos
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Pico da Neblina visto de Maturacá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Pico da Neblina visto de Maturacá
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
MaturacáAmazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02715.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02716.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02803.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Equipamentos de vídeo secam ao sol. Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Equipamentos de vídeo secam ao sol. Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02807.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02809.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02811.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02812.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Maturacá
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02813.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02814.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02815.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Equipe da expedição Pico da Neblina. Da esquerda para direita, em segundo lugar, está Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Equipe da expedição Pico da Neblina. Da esquerda para direita, em segundo lugar, está Jorge Bodanzky
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Autoria não identificada
Pico da Neblina
1987

Equipe da expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Equipe da expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02818.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina. À direita está Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina. À direita está Jorge Bodanzky
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Autoria não identificada
Maturacá
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02820.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02901.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Equipe da expedição Pico da Neblina. Da esquerda para direita, em segundo lugar, está Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Equipe da expedição Pico da Neblina. Da esquerda para direita, em segundo lugar, está Jorge Bodanzky
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Autoria não identificada
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02903.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02904.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02905.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02906.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02907.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02908.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02909.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina. Yanomami vê filmagens na câmera Video-8
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02910.jpg
Expedição Pico da Neblina. Yanomami vê filmagens na câmera Video-8
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Maturacá
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02911.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02912.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02913.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Equipe da expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02914.jpg
Equipe da expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Autoria não identificada
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02915.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02916.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02917.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Bagagem para a expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02918.jpg
Bagagem para a expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02919.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Maturacá
1987

Equipe da expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f02920.jpg
Equipe da expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03001.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03002.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03003.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03004.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03005.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03006.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03007.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03008.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03009.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03010.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03011.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Próximo a São Gabriel da Cachoeira
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03012.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03013.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03014.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03015.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina. Yanomami com a caça, Jorge Bodanzky e Hans Rogge
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03016.jpg
Expedição Pico da Neblina. Yanomami com a caça, Jorge Bodanzky e Hans Rogge
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Autoria não identificada
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03017.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03018.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Acampamento. Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03019.jpg
Acampamento. Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Pico da Neblina
1987

Expedição Pico da Neblina. Yanomami vê filmagens na câmera Video-8
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03020.jpg
Expedição Pico da Neblina. Yanomami vê filmagens na câmera Video-8
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Maturacá
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03101.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03102.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Ruínas de Airão Velho
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03103.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03104.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03105.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03106.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Ruínas de Airão Velho
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03107.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina. David Pennington e guias Yanomami
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03108.jpg
Expedição Pico da Neblina. David Pennington e guias Yanomami
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03109.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina. Marco da Linha do Equador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03110.jpg
Expedição Pico da Neblina. Marco da Linha do Equador
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Linha do Equador ; Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03111.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Equipe da expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03112.jpg
Equipe da expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03113.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Ruínas de Airão Velho
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03114.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03115.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03116.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03117.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03118.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03119.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03120.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03201.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03202.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03203.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03204.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Ruínas de Airão Velho
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03205.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Maturacá
1987

Equipe da expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03206.jpg
Equipe da expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Autoria não identificada
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03207.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03208.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03209.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03210.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Próximo a São Gabriel da Cachoeira
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03211.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03212.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina. No centro, Jorge Bodanzky com a câmera
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina. No centro, Jorge Bodanzky com a câmera
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Autoria não identificada
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03215.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03216.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03217.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03218.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03219.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Maturacá
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03301.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03302.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03303.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03304.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03305.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03308.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Maturacá
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03309.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03310.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03311.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03312.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina. Yanomami vê filmagens na câmera Video-8
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03313.jpg
Expedição Pico da Neblina. Yanomami vê filmagens na câmera Video-8
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Maturacá
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03314.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03315.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03316.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03317.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03318.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03319.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03320.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Amazônia
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03401.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03402.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03404.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Cachoeira Porteira-Oriximiná
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03405.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
Rio Negro
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03406.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03407.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03408.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03409.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03410.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Expedição Pico da Neblina
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03411.jpg
Expedição Pico da Neblina
A expedição para o Pico da Neblina contou com a participação de Jorge Bodanzky, David Pennington, os técnicos Gustavo Martinelli e Sil Sá, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o cinegrafista francês Serge Guitton, os alemães Ortwin e Hans Rogge e três guias Yanomami. O objetivo era encontrar o local descrito no conto "O Mundo Perdido", do escritor Arthur Conan Doyle, cujas coordenadas geográficas correspondem ao Pico da Neblina
Jorge Bodanzky
AM
1987

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03412.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03413.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03414.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03415.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Venda de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03416.jpg
Venda de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03417.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03418.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Venda de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03419.jpg
Venda de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Venda de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03420.jpg
Venda de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03501.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03502.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03503.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03504.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03505.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03507.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03508.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Cais do Antigo Mercado Modelo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cais do Antigo Mercado Modelo
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03514.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03515.jpg
Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03608.jpg

Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03609.jpg
Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03610.jpg
Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Cerâmicas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Cerâmicas
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transporte de cerâmicas que serão vendidas em Salvador
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Produção de cerâmica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de cerâmica
Jorge Bodanzky
Maragogipinho
circa 1970

Fotógrafo lambe-lambe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Fotógrafo lambe-lambe
O fotógrafo Lambe-Lambe ou fotógrafo à la minuta é um fotógrafo ambulante que exerce a sua atividade nos espaços públicos como jardins, praças, feiras. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos, teve um papel importante na popularização da fotografia.
Jorge Bodanzky
Campinas
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Parque Eduardo Guinle
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Parque Eduardo Guinle
Jorge Bodanzky
Laranjeiras
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03713.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03714.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03715.jpg

Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Bloco do Afoxé Filhos de Gandhy
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Draga utilizada para garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Draga utilizada para garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03718.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Festa popular
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Festa popular
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Roça no quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Roça no quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03804.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03805.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03806.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Garimpo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garimpo
Viagem para produção de matéria sobre garimpo para Revista Realidade, com texto de Humberto Mesquita e fotos de Jorge Bodanzky. A matéria não chegou a ser publicada
Jorge Bodanzky
Vale do Jequitinhonha
circa 1968

Terno de Reis
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Terno de Reis
Chamado em alguns lugares de Terno de Reis, em outros Folia de Reis ou Festa de Santos Reis. É uma manifestação cultural festiva católica associada à tradição natalícia, que diz que três reis magos do oriente visitaram o menino Jesus na noite de 5 para 6 de janeiro, depois de serem guiados por uma estrela
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03811.jpg

Jorge Bodanzky
Cubatão
circa 1970

Quilombo de Sibaúma
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Quilombo de Sibaúma
Matéria para a Revista Realidade (1969, edição 37A), com o título "Os herdeiros de Zumbi". Texto de Talvani Guedes da Fonseca e fotografias de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Quilombo de Sibaúma, próximo ao rio Catu
1969

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03817.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03903.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03904.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03905.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03907.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03908.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03909.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03910.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03911.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03912.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03913.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03914.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03915.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03916.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03917.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03918.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03919.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03920.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03921.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03922.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03923.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03924.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03925.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03926.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03927.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03928.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03929.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03930.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03931.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03932.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03933.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03934.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03935.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03936.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f03937.jpg

Material para produção do CD-ROM “Amazônia, um fantástico universo” (MMA, UNESCO, WWF), lançado em 1996
Autoria não identificada
Amazônia
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04001.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04002.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

Conceição Senna e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04003.jpg
Conceição Senna e Orlando Senna
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

Wolf Gauer e Horst Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04004.jpg
Wolf Gauer e Horst Wiedemann
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04005.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04006.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04007.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04008.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04009.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04010.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04011.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04012.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
1974

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04013.jpg
Jorge Bodanzky
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Brasília
1974

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04014.jpg
Jorge Bodanzky
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

Jorge Bodanzky, Wolf Gauer, Achim Tappen, Conceição Senna, Orlando Senna e Horst Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04015.jpg
Jorge Bodanzky, Wolf Gauer, Achim Tappen, Conceição Senna, Orlando Senna e Horst Wiedemann
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

Wolf Gauer, Conceição Senna e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04016.jpg
Wolf Gauer, Conceição Senna e Orlando Senna
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

Jorge Bodanzky, Wolf Gauer, Achim Tappen, Conceição Senna e Horst Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04017.jpg
Jorge Bodanzky, Wolf Gauer, Achim Tappen, Conceição Senna e Horst Wiedemann
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Brasília
1974

Horst Wiedemann, Orlando Senna, Conceição Senna, Achim Tappen e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Horst Wiedemann, Orlando Senna, Conceição Senna, Achim Tappen e Jorge Bodanzky
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04019.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04020.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04021.jpg

Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04022.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04023.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04024.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04025.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04026.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04027.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04028.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04029.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04030.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04031.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04032.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04033.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04034.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04035.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04036.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04101.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04102.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04103.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04104.jpg

Jorge Bodanzky
Ouro Preto
circa 1971

Wolf Gauer, Conceição Senna, Orlando Senna e Horst Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04105.jpg
Wolf Gauer, Conceição Senna, Orlando Senna e Horst Wiedemann
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

Achim Tappen e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04106.jpg
Achim Tappen e Jorge Bodanzky
Período logo antes da viagem para as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasília
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04107.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04108.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04109.jpg
Jorge Bodanzky filmando
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04110.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04111.jpg
Marc van Roosmalen
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04112.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04113.jpg
Marc van Roosmalen
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04114.jpg
Marc van Roosmalen
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04115.jpg
Marc van Roosmalen
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04116.jpg
Marc van Roosmalen
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04117.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky filmando Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04119.jpg
Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04120.jpg
Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04121.jpg
Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04122.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04123.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04124.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04125.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04126.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04127.jpg
Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04128.jpg
Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04129.jpg
Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04131.jpg
Marc van Roosmalen e Lambertha Blinjenberg van Roosmalen (Betty)
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04132.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04201.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04202.jpg
Jorge Bodanzky
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04203.jpg
Jorge Bodanzky
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04204.jpg
Jorge Bodanzky
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04205.jpg
Jorge Bodanzky
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04207.jpg
Jorge Bodanzky
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04208.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04209.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04210.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04211.jpg
Jorge Bodanzky filmando
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04212.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04213.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04214.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04215.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04216.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04217.jpg
Jorge Bodanzky filmando
Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Autoria não identificada
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04218.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04219.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04222.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04226.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04227.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04229.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX09f04231.jpg

Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens com Marc van Roosmalen, primatólogo holandês naturalizado brasileiro, que trabalhava no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e vivia com sua esposa Betty e dois filhos em uma reserva nas proximidades do Rio Aripuanã
Jorge Bodanzky
Parque de Noé, próximo ao rio Aripuanã
circa 1990

Jorge Bodanzky no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00101.jpg
Jorge Bodanzky no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Jorge Bodanzky no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00102.jpg
Jorge Bodanzky no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1964

O professor Luís Humberto e seu filho no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00103.jpg
O professor Luís Humberto e seu filho no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

O professor Luís Humberto e seu filho no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00104.jpg
O professor Luís Humberto e seu filho no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Alojamento dos estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00105.jpg
Alojamento dos estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Alojamento dos estudantes. Em segundo lugar, da esquerda para direita, está Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00106.jpg
Alojamento dos estudantes. Em segundo lugar, da esquerda para direita, está Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Alojamento dos estudantes. Em terceiro lugar, da esquerda para direita, está Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00107.jpg
Alojamento dos estudantes. Em terceiro lugar, da esquerda para direita, está Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Alojamento dos estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00108.jpg
Alojamento dos estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Alojamento dos estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00109.jpg
Alojamento dos estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00110.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00111.jpg
Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Jorge Bodanzky na construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00112.jpg
Jorge Bodanzky na construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00113.jpg
Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00114.jpg
Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00115.jpg
Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00116.jpg
Construção do Instituto Central de Ciências, conhecido como Minhocão
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00118.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00119.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00120.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00121.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00122.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00123.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00124.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00125.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00126.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00127.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00128.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00129.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00130.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00131.jpg

Jorge Bodanzky
Palácio da Alvorada
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00132.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00133.jpg

Jorge Bodanzky
Esplanada dos Ministérios
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00134.jpg

Jorge Bodanzky
Esplanada dos Ministérios
1964

Vapor Barão de Cotegipe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vapor Barão de Cotegipe
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Vapor Barão de Cotegipe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vapor Barão de Cotegipe
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Vapor Barão de Cotegipe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00137.jpg
Vapor Barão de Cotegipe
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

Vapor Barão de Cotegipe
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00138.jpg
Vapor Barão de Cotegipe
Viagem realizada com um grupo de colegas da Universidade de Brasília (UnB) pelo Rio São Francisco, fazendo o percurso inverso dos personagens de Seara Vermelha, de Jorge Amado. O grupo vai de carona de caminhão até Pirapora (MG) e embarca no vapor Barão de Cotegipe, movido à lenha, seguindo até Juazeiro (BA). De lá, seguem de trem até Salvador (BA)
Jorge Bodanzky
Brasil
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00139.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00614.jpg

Jorge Bodanzky
Torre de TV de Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Esplanada dos Ministérios
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Eixo Monumental em direção ao Congresso Nacional
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00624.jpg

Jorge Bodanzky
Eixo Monumental em direção ao Congresso Nacional
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00627.jpg

Jorge Bodanzky
Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00630.jpg

Jorge Bodanzky
s.d.

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00631.jpg

Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00632.jpg

Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00633.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00635.jpg

Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f00637.jpg

Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX10f09129.jpg

Jorge Bodanzky
s.d.

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00101.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Encontro entre os barcos de Oleg Belli e Jerôme Poncet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00102.jpg
Encontro entre os barcos de Oleg Belli e Jerôme Poncet
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00103.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00104.jpg
Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00106.jpg
Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00108.jpg
Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00109.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Merchandising para a marca de brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00110.jpg
Merchandising para a marca de brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00111.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00112.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00113.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00114.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Vulcão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vulcão
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00116.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Vulcanólogo pesquisa o solo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vulcanólogo pesquisa o solo
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

À esquerda está Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00118.jpg
À esquerda está Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00119.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00120.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00202.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00203.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00204.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00205.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00206.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

Na foto, Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00207.jpg
Na foto, Jorge Bodanzky
Subindo o Pico da Tijuca
Autoria não identificada
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00208.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00209.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00211.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

Na foto, Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00212.jpg
Na foto, Jorge Bodanzky
Subindo o Pico da Tijuca
Autoria não identificada
Pico da Tijuca
circa 1990

Na foto, Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00213.jpg
Na foto, Jorge Bodanzky
Subindo o Pico da Tijuca
Autoria não identificada
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00215.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

Na foto, Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00216.jpg
Na foto, Jorge Bodanzky
Subindo o Pico da Tijuca
Autoria não identificada
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00217.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00218.jpg

Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Subindo o Pico da Tijuca
Jorge Bodanzky
Pico da Tijuca
circa 1990

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg Belli e seu filho, Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg Belli e seu filho, Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Laís Bodanzky no barco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Laís Bodanzky no barco
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00310.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli, Sophie Belli e Sally Poncet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli, Sophie Belli e Sally Poncet
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00314.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00315.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00316.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00317.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00318.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filma Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filma Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00320.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00401.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00402.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00403.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00404.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00405.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Kodak Valley
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00406.jpg
Kodak Valley
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00407.jpg
Oleg Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00408.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00409.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00410.jpg
Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg, Sophie e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00411.jpg
Oleg, Sophie e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00412.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00413.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor e Oleg Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00414.jpg
Igor e Oleg Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Garrafa de Guaraná Antarctica em meio aos pinguins
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Ilha da Decepção. À direita está Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Ilha da Decepção. À direita está Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Laís Bodanzky em base militar chilena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Laís Bodanzky em base militar chilena
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Sophie e Igor Belli lavam as roupas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sophie e Igor Belli lavam as roupas
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Base militar norte-americana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Base militar norte-americana
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00514.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00601.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00602.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00603.jpg
Igor Belli
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00604.jpg
Igor Belli
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00611.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Port Charcot
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Port Charcot
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli anda próximo às ossadas de baleia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli anda próximo às ossadas de baleia
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Península Valdés, Patagônia
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Península Valdés, Patagônia
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Península Valdés, Patagônia
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00815.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00816.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Península Valdés, Patagônia
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00819.jpg
Jorge Bodanzky filmando
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00820.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Vulcão. À direita, Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vulcão. À direita, Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg Belli e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg Belli e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f00911.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Andreas Wiedemann, Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Andreas Wiedemann, Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
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Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01008.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01010.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01011.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Serge Guitton, Oleg Belli e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Serge Guitton, Oleg Belli e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Sophie e Igor Belli lavando roupas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sophie e Igor Belli lavando roupas
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Igor Belli
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01111.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
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Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
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1987

Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
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Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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Laís Bodanzky
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Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Oleg Belli e Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg Belli e Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Laís Bodanzky e Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01210.jpg
Laís Bodanzky e Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01214.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01215.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01218.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01219.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Encontro dos barcos de Oleg Belli e Jêrome Poncet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Encontro dos barcos de Oleg Belli e Jêrome Poncet
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01309.jpg
Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli andando pelo cemitério de baleias
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli andando pelo cemitério de baleias
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01311.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli andando pelo cemitério de baleias
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli andando pelo cemitério de baleias
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01320.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Laís Bodanzky, Port Charcot
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Laís Bodanzky, Port Charcot
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli andando pelo cemitério de baleias
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli andando pelo cemitério de baleias
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Port Charcot
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Port Charcot
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Sol da meia-noite
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sol da meia-noite
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor Belli com pinguins
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli com pinguins
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky no barco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no barco
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01512.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Sol da meia-noite
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sol da meia-noite
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01514.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky segura pinguim
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky segura pinguim
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01605.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky no barco
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no barco
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli andando pelo cemitério de baleias
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli andando pelo cemitério de baleias
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01608.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01609.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Barco de Jêrome e Sally Poncet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Barco de Jêrome e Sally Poncet
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01612.jpg
Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01613.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Sally e Jêrome Poncet com seu filho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sally e Jêrome Poncet com seu filho
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01618.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01620.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01701.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01702.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Sally e Jêrome Poncet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sally e Jêrome Poncet
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01705.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Andreas Wiedemann e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Andreas Wiedemann e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01707.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Partida ou chegada da viagem à Antártica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01708.jpg
Partida ou chegada da viagem à Antártica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Chile ; Antártida
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01709.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01710.jpg
Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01711.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli acaricia seu gato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli acaricia seu gato
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01713.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01714.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01715.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01716.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01717.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01718.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01719.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01720.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Viagem em direção à Antártica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01801.jpg
Viagem em direção à Antártica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Ushuaia ; Antártida
1987

Viagem em direção à Antártica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em direção à Antártica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Ushuaia ; Antártida
1987

Viagem em direção à Antártica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01803.jpg
Viagem em direção à Antártica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártida
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01805.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01806.jpg
Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01807.jpg
Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

À esquerda estão Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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À esquerda estão Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01811.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton, Ilha da Decepção
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton, Ilha da Decepção
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Serge Guitton, Laís Bodanzky e Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01816.jpg
Serge Guitton, Laís Bodanzky e Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Serge Guitton, Laís Bodanzky e Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Serge Guitton, Laís Bodanzky e Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Laís Bodanzky e Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Laís Bodanzky e Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Viagem em direção à Antártica
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem em direção à Antártica
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártida
1987

Reprodução de documento
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de documento
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01903.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01904.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Serge Guitton, Jorge Bodanzky e Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01905.jpg
Serge Guitton, Jorge Bodanzky e Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01906.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01907.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01908.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01910.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor e Oleg Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor e Oleg Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autorretrato
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01913.jpg
Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Em primeiro plano, à direita, está Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Em primeiro plano, à direita, está Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01916.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f01920.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02001.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02003.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02004.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02005.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02006.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02007.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02008.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02009.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02010.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02011.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02012.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02013.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02014.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02015.jpg
Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Jêrome Poncet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02016.jpg
Jorge Bodanzky e Jêrome Poncet
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02017.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Oleg, Igor e Sophie Poncet
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg, Igor e Sophie Poncet
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02019.jpg
Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02020.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02101.jpg
Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02102.jpg
Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02103.jpg
Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02106.jpg
Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli no cemitério de baleias
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli no cemitério de baleias
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02109.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02110.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02111.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02112.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02113.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02114.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02115.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02116.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02119.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02120.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02201.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02202.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02203.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli. Em primeiro plano, de costas, está Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli. Em primeiro plano, de costas, está Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02206.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02207.jpg
Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02208.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02209.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02210.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02211.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02212.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02213.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02216.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02217.jpg
Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02303.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky, Andreas Wiedemann, Serge Guitton e Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky, Andreas Wiedemann, Serge Guitton e Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli fazendo pão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli fazendo pão
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02316.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02317.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02319.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Vulcanólogo faz medições no solo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vulcanólogo faz medições no solo
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02410.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02411.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02412.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02413.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02414.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02415.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02416.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02417.jpg
Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli faz pão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli faz pão
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli faz pão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02419.jpg
Igor Belli faz pão
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02420.jpg
Oleg Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02501.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02502.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02504.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02505.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02506.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02507.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli com um mapa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02508.jpg
Igor Belli com um mapa
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02509.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli com um mapa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02510.jpg
Igor Belli com um mapa
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02511.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02512.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02513.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

José da Cruz (1913–1982), missionário que liderou a comunidade religiosa ultraconservadora Ordem Cruzada Católica, Apostólica e Evangélica, que reunia mais de 30.000 indígenas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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José da Cruz (1913–1982), missionário que liderou a comunidade religiosa ultraconservadora Ordem Cruzada Católica, Apostólica e Evangélica, que reunia mais de 30.000 indígenas
Viagem com Evandro Carreira para acompanhar seu comício político ao longo do rio Solimões, entre Tabatinga e Manaus (AM). A viagem resultou no filme "Terceiro milênio", com direção de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer
Wolf Gauer
Próximo ao rio Solimões
1980

Evandro Carreira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Evandro Carreira
Viagem com Evandro Carreira para acompanhar seu comício político ao longo do rio Solimões, entre Tabatinga e Manaus (AM). A viagem resultou no filme "Terceiro milênio", com direção de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer
Wolf Gauer
Próximo ao rio Solimões
1980

Evandro Carreira conversa com indígenas Ticuna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Evandro Carreira conversa com indígenas Ticuna
Viagem com Evandro Carreira para acompanhar seu comício político ao longo do rio Solimões, entre Tabatinga e Manaus (AM). A viagem resultou no filme "Terceiro milênio", com direção de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer
Wolf Gauer
Próximo ao rio Solimões
1980

Evandro Carreira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Evandro Carreira
Viagem com Evandro Carreira para acompanhar seu comício político ao longo do rio Solimões, entre Tabatinga e Manaus (AM). A viagem resultou no filme "Terceiro milênio", com direção de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer
Wolf Gauer
Próximo ao rio Solimões
1980

Fotos Wolf Gauer
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02518.jpg
Fotos Wolf Gauer
Viagem com Evandro Carreira para acompanhar seu comício político ao longo do rio Solimões, entre Tabatinga e Manaus (AM). A viagem resultou no filme "Terceiro milênio", com direção de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer
Wolf Gauer
Próximo ao rio Solimões
1980

Evandro Carreira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02519.jpg
Evandro Carreira
Viagem com Evandro Carreira para acompanhar seu comício político ao longo do rio Solimões, entre Tabatinga e Manaus (AM). A viagem resultou no filme "Terceiro milênio", com direção de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer
Wolf Gauer
Próximo ao rio Solimões
1980

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02520.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02601.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02602.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02603.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02604.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02605.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02606.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02607.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02608.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02609.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02610.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02611.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02612.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02613.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02614.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02615.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02616.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02617.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02618.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02619.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02620.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02701.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02702.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02703.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02704.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02705.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02706.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02707.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02708.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02709.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02710.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02711.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02712.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Gitirana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02713.jpg
Gitirana
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Autoria não identificada
Brasil
1975

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02714.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02715.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02716.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02717.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02718.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02719.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02720.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02801.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02802.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02803.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Venda de bandeiras para torcedores do jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02804.jpg
Venda de bandeiras para torcedores do jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Venda de bandeiras para torcedores do jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02805.jpg
Venda de bandeiras para torcedores do jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02806.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02807.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02808.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02809.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02810.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Copa do Mundo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02811.jpg
Copa do Mundo
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02812.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Venda de bandeiras para torcedores do jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02813.jpg
Venda de bandeiras para torcedores do jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02814.jpg
Espectadores assistem ao jogo da Copa do Mundo FIFA
Jorge Bodanzky
Centro
1974

Janela de caminhão com a frase "Sofrendo pelas estradas pensando em quem deixei"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02815.jpg
Janela de caminhão com a frase "Sofrendo pelas estradas pensando em quem deixei"
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02816.jpg
Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Janela de caminhão com a frase: "Quanto mais conheço as mulheres mais estimo ser homem"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02817.jpg
Janela de caminhão com a frase: "Quanto mais conheço as mulheres mais estimo ser homem"
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02818.jpg
Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02819.jpg
Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02820.jpg
Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02901.jpg
Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02902.jpg
Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02903.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02904.jpg
Teste para o filme "Iracema: uma transa amazônica", em busca da mulher que faria a personagem principal
Jorge Bodanzky
Goethe-Institut / ICBA
circa 1970

Para-choque de caminhão com a frase: "Amar é fácil, mas ser sincera é difícil // A mulher é uma joia falsa"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02905.jpg
Para-choque de caminhão com a frase: "Amar é fácil, mas ser sincera é difícil // A mulher é uma joia falsa"
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Janela de caminhão com a frase: "Se amar for crime eu serei um criminoso // Silêncio amor"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02906.jpg
Janela de caminhão com a frase: "Se amar for crime eu serei um criminoso // Silêncio amor"
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Para-choque de caminhão com a frase: "Amar é fácil, mas ser sincera é difícil"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02907.jpg
Para-choque de caminhão com a frase: "Amar é fácil, mas ser sincera é difícil"
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Frases no para-choque de caminhão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02908.jpg
Frases no para-choque de caminhão
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Para-choque de caminhão com a frase: "A mulher é uma joia falsa"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02909.jpg
Para-choque de caminhão com a frase: "A mulher é uma joia falsa"
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Janela de caminhão com a frase: "Se amar for crime eu serei um criminoso // Silêncio amor"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02910.jpg
Janela de caminhão com a frase: "Se amar for crime eu serei um criminoso // Silêncio amor"
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Para-choque de caminhão com a frase: "A mulher é uma joia falsa"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02911.jpg
Para-choque de caminhão com a frase: "A mulher é uma joia falsa"
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Caminhoneiros e frases no para-choque de caminhão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Caminhoneiros e frases no para-choque de caminhão
Estudos para realização do filme "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02913.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Com a câmera, Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02914.jpg
Com a câmera, Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02915.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02916.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02917.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02918.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f02919.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Iceberg em forma de cisne
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Iceberg em forma de cisne
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Serge Guitton e Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Oleg, Igor e Sophie Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg, Igor e Sophie Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor e Oleg Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor e Oleg Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor e Oleg Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03011.jpg
Igor e Oleg Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03014.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03015.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03017.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03018.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03104.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filmando Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03108.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03109.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03116.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03117.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03118.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

À esquerda está Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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À esquerda está Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli acaricia seu gato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli acaricia seu gato
Oleg, Sophie e Igor Belli visitam Jorge Bodanzky em Bracuí (RJ)
Jorge Bodanzky
Bracuí
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03205.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03206.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03207.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03208.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03209.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03210.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03212.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03213.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli acaricia seu gato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03214.jpg
Igor Belli acaricia seu gato
Oleg, Sophie e Igor Belli visitam Jorge Bodanzky em Bracuí (RJ)
Jorge Bodanzky
Bracuí
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03215.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03216.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Port Charcot
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Port Charcot
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03218.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03219.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03220.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem preparatória que antecedeu a viagem à Antártica. Jorge Bodanzky viajou com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Preparação para o filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Península Valdés, Patagônia
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03301.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Andreas Wiedemann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Andreas Wiedemann
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
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1987

Igor Belli fazendo pão
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli fazendo pão
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Andreas Wiedemann e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Andreas Wiedemann e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03318.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03319.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03402.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03406.jpg
Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor e sua mãe, Sophie Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor e sua mãe, Sophie Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03410.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03416.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03417.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli com o mapa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli com o mapa
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky filma Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filma Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03509.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03510.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03511.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03512.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03515.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03516.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Sophie, Igor e Oleg Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sophie, Igor e Oleg Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Iceberg em forma de cisne
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Iceberg em forma de cisne
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03520.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03606.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Iceberg em forma de cisne
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Iceberg em forma de cisne
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03610.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03611.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03613.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03614.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03615.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03616.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03617.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03618.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03619.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03620.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03701.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03702.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03705.jpg
Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03706.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli em um cemitério de baleias
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli em um cemitério de baleias
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Port Charcot
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Port Charcot
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Jorge Bodanzky
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Oleg e Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmam Oleg e Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Igor e Sophie Belli lavam as roupas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor e Sophie Belli lavam as roupas
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Sophie e Oleg Belli com seus filhos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sophie e Oleg Belli com seus filhos
Oleg, Sophie e Igor Belli visitam Jorge Bodanzky em Bracuí (RJ)
Jorge Bodanzky
Bracuí
1987

Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Serge Guitton filmando
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Andreas Wiedemann
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Jorge Bodanzky, Andreas Wiedemann, Serge Guitton e Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky, Andreas Wiedemann, Serge Guitton e Laís Bodanzky
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03719.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03720.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03801.jpg
Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Aventuras de Igor na Antártida
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Aventuras de Igor na Antártida
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03810.jpg
Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03811.jpg
Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03812.jpg
Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03814.jpg
Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03815.jpg
Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f03816.jpg
Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Igor Belli brinca com brinquedos LEGO
Viagem à Antártica com Oleg Belli, velejador profissional, sua esposa Sophie e seu filho Igor. Também participaram Serge Guitton, Andreas Wiedemann e Laís Bodanzky. Viagem que deu origem ao filme "Igor, uma aventura na Antártica" (1987), com direção de Jorge Bodanzky. Realização: National Film Board of Canada. Rodado como um especial para a TV, o filme narra a vida de um menino de três anos que, na companhia dos pais, vai de veleiro pela terceira vez à Antártida. Um garoto que brinca com focas e pingüins como os da cidade brincam com cães e gatos. A partir das poéticas imagens do filme, a escritora Sylvia Orthof fez um texto posteriormente musicado pelo maestro Aécio Flávio. Assim, pingüins, lobosmarinhos, pessoas e paisagens ganham todos status de “personagens”.
Autoria não identificada
Antártica
1987

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04012.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04013.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04014.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04015.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Incêndio florestal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04016.jpg
Incêndio florestal
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Incêndio florestal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04017.jpg
Incêndio florestal
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Incêndio florestal
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04018.jpg
Incêndio florestal
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04019.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04020.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04021.jpg
À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04022.jpg
À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04023.jpg
À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04024.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04025.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04026.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04027.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Equipe durante as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04101.jpg
Equipe durante as filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04102.jpg
Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Wolf Gauer em primeiro plano
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04103.jpg
Wolf Gauer em primeiro plano
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04104.jpg
Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04105.jpg
Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Edna de Cássia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04106.jpg
Edna de Cássia
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04107.jpg
Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Edna de Cássia e Conceição Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04108.jpg
Edna de Cássia e Conceição Senna
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04109.jpg
Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Rodovia Transamazônica (BR-230)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04110.jpg
Rodovia Transamazônica (BR-230)
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon
1974

Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04111.jpg
Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04112.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04113.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04114.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04115.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04116.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04117.jpg
À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04118.jpg
À esquerda está Edna de Cássia, no papel de Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Edna de Cássia, no papel de Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04119.jpg
Edna de Cássia, no papel de Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Edna de Cássia, no papel de Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04120.jpg
Edna de Cássia, no papel de Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04121.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Rodovia Transamazônica (BR-230)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04122.jpg
Rodovia Transamazônica (BR-230)
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon
1974

Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04123.jpg
Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Wolf Gauer, Achim Tappen, Jorge Bodanzky, Orlando Senna, Conceição Senna e Edna de Cássia almoçando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04124.jpg
Wolf Gauer, Achim Tappen, Jorge Bodanzky, Orlando Senna, Conceição Senna e Edna de Cássia almoçando
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Edna de Cássia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04125.jpg
Edna de Cássia
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Edna de Cássia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04126.jpg
Edna de Cássia
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Edna de Cássia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04127.jpg
Edna de Cássia
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04128.jpg
Iracema
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04201.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04202.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04203.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04204.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Sobrevoo durante filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04205.jpg
Sobrevoo durante filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Sobrevoo durante filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04206.jpg
Sobrevoo durante filmagens de "Iracema: uma transa amazônica"
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04207.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Conceição Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04208.jpg
Conceição Senna
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Conceição Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04209.jpg
Conceição Senna
Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04210.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04211.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04212.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04213.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04214.jpg

Período de filmagem de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Vila Rondon, próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04215.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04216.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04217.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04218.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04219.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04220.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04221.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04222.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04223.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04224.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04225.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04226.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04227.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04228.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04229.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04230.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04231.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04232.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04301.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04302.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04303.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04304.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04305.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Gamal, O Delírio do Sexo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04306.jpg
Gamal, O Delírio do Sexo
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Paulo César Pereio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04307.jpg
Paulo César Pereio
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Paulo César Pereio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04308.jpg
Paulo César Pereio
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Paulo César Pereio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX13f04309.jpg
Paulo César Pereio
Filmagens de "Gamal, o Delírio do Sexo" (1969), com direção de João Batista de Andrade e fotografia de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1969

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00101.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00102.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00103.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00104.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00105.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00106.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00107.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00108.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00109.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00110.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00111.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00112.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00113.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00114.jpg
Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1970

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00601.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00602.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00603.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00604.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00605.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00606.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00607.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00608.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00609.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00610.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00611.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00612.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00613.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00614.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00615.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00616.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00617.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00618.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00619.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00620.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00621.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00622.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00623.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00624.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00625.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00626.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00627.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00628.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00629.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00630.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00701.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00702.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00703.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00704.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00705.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00706.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00707.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00708.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00709.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00710.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00711.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00712.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00713.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00714.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00715.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00716.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00717.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00718.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00719.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00720.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00721.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00801.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00802.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00803.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00804.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00805.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00806.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Sítio "Paraíso dos Galos"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00807.jpg
Sítio "Paraíso dos Galos"
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Sítio "Paraíso dos Galos"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Sítio "Paraíso dos Galos"
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00809.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00810.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00811.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00812.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00813.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00814.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00815.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Sítio "Paraíso dos Galos"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00816.jpg
Sítio "Paraíso dos Galos"
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Sítio "Paraíso dos Galos"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00817.jpg
Sítio "Paraíso dos Galos"
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Sítio "Paraíso dos Galos"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00818.jpg
Sítio "Paraíso dos Galos"
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00819.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00820.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00821.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00822.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00823.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00824.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00825.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00826.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00827.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00828.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00829.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00830.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00901.jpg

Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00902.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00903.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00904.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00905.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00906.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00907.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00908.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00909.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00910.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00911.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00912.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00913.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00914.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00915.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00916.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00917.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00918.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00919.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00920.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00921.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00922.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00923.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00924.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00925.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00926.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00927.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00928.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00929.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00930.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00931.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00932.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Galos usados para briga de galos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f00933.jpg
Galos usados para briga de galos
Jorge Bodanzky
ABC Paulista
circa 1960

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01601.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01602.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01603.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01604.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01605.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Sylvia Orthof com sua filha. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01606.jpg
Sylvia Orthof com sua filha. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01607.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01608.jpg
Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01609.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01610.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01611.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01612.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01613.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01614.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01615.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01616.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01617.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01618.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01619.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01620.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01621.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01622.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01623.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01624.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

À esquerda está Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01625.jpg
À esquerda está Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

À esquerda está Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01626.jpg
À esquerda está Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01627.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01701.jpg
Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01702.jpg
Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01703.jpg
Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01704.jpg
Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01705.jpg
Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01706.jpg
Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01707.jpg
Pedro Orthof, filho de Sylvia Orthof. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01708.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01709.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01710.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01711.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01712.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01713.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01714.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01715.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01716.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01717.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01718.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01719.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01720.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01721.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01722.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01723.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01724.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01725.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01726.jpg
Filhos de Sylvia Orthof e Pedro Sávio Pereira Lima. Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Igor, amigo de Jorge Bodanzky e estudante da UnB
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01727.jpg
Igor, amigo de Jorge Bodanzky e estudante da UnB
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jacó Sanowicz, amigo de Jorge Bodanzky e estudante da UnB
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01728.jpg
Jacó Sanowicz, amigo de Jorge Bodanzky e estudante da UnB
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01729.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01730.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

À esquerda está Jacó Sanowicz, amigo de Jorge Bodanzky e estudante da UnB
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01731.jpg
À esquerda está Jacó Sanowicz, amigo de Jorge Bodanzky e estudante da UnB
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01732.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01733.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

À direita está Jorge Bodanzky, no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01734.jpg
À direita está Jorge Bodanzky, no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01801.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01802.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01803.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01804.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01805.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01806.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01807.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01808.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01809.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01810.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01811.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01812.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01813.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01814.jpg
Alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01815.jpg
Alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01816.jpg
Alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01817.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01818.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01819.jpg
Alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01820.jpg
Alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01821.jpg
Alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01822.jpg
Alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01823.jpg
Alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina). À direita está Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01901.jpg
Alojamento dos professores (Colina). À direita está Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos professores (Colina). À esquerda está Philomena Miller
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01902.jpg
Alojamento dos professores (Colina). À esquerda está Philomena Miller
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01903.jpg
Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01904.jpg
Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01905.jpg
Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01906.jpg
Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01907.jpg
Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01908.jpg
Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos professores (Colina)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01909.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01910.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01911.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01912.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01913.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01914.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Alojamento dos Estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01915.jpg
Alojamento dos Estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Alojamento dos Estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01916.jpg
Alojamento dos Estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Dario Chiaverini e seu primo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01917.jpg
Dario Chiaverini e seu primo
Jorge Bodanzky
Pedra fundamental de Brasília
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01918.jpg

Jorge Bodanzky
Pedra fundamental de Brasília
1965

Jorge Bodanzky, Dario Chiaverini e seu primo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01919.jpg
Jorge Bodanzky, Dario Chiaverini e seu primo
Autoria não identificada
Pedra fundamental de Brasília
1965

Dario Chiaverini e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01920.jpg
Dario Chiaverini e Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Pedra fundamental de Brasília
1965

Jorge Bodanzky, Dario Chiaverini e seu primo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01921.jpg
Jorge Bodanzky, Dario Chiaverini e seu primo
Autoria não identificada
Pedra fundamental de Brasília
1965

Jorge Bodanzky, Dario Chiaverini e seu primo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01922.jpg
Jorge Bodanzky, Dario Chiaverini e seu primo
Autoria não identificada
Pedra fundamental de Brasília
1965

Dario Chiaverini e seu primo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01923.jpg
Dario Chiaverini e seu primo
Jorge Bodanzky
Pedra fundamental de Brasília
1965

Trajeto para Planaltina (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01924.jpg
Trajeto para Planaltina (DF)
Jorge Bodanzky
Planaltina
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01925.jpg

Jorge Bodanzky
Planaltina
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01926.jpg

Jorge Bodanzky
Planaltina
circa 1964

Trajeto para Planaltina (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01927.jpg
Trajeto para Planaltina (DF)
Jorge Bodanzky
Planaltina
circa 1964

Trajeto para Planaltina (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01928.jpg
Trajeto para Planaltina (DF)
Jorge Bodanzky
Planaltina
circa 1964

Trajeto para Planaltina (DF)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01929.jpg
Trajeto para Planaltina (DF)
Jorge Bodanzky
Planaltina
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01930.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01931.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f01932.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02001.jpg
Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky
Alexandre Wilhelm
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02002.jpg
Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky
Alexandre Wilhelm
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02003.jpg
Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02004.jpg
Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos e Alexandre Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02005.jpg
Lena Coelho dos Santos e Alexandre Wilhelm
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02006.jpg
Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02007.jpg
Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky
Alexandre Wilhelm
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02008.jpg
Lena Coelho dos Santos e Jorge Bodanzky
Alexandre Wilhelm
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos e Alexandre Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02009.jpg
Lena Coelho dos Santos e Alexandre Wilhelm
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1964

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02010.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Represa Guarapiranga
1964

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02011.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos e Alexandre Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02012.jpg
Lena Coelho dos Santos e Alexandre Wilhelm
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1964

Lena Coelho dos Santos com Gê Orthof
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02013.jpg
Lena Coelho dos Santos com Gê Orthof
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02014.jpg
Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Jorge Bodanzky com Gê Orthof
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02015.jpg
Jorge Bodanzky com Gê Orthof
Lena Coelho dos Santos
Brasília
1964

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02016.jpg
Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Lena Coelho dos Santos, família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02017.jpg
Lena Coelho dos Santos, família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Igor, amigo de Jorge Bodanzky e estudante da UnB, e Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02018.jpg
Igor, amigo de Jorge Bodanzky e estudante da UnB, e Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02019.jpg
Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02020.jpg
Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02021.jpg
Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02022.jpg
Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02023.jpg
Jorge Bodanzky
Lena Coelho dos Santos
Brasília
1964

Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02024.jpg
Lena Coelho dos Santos com filhos de Sylvia Orthof
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Alojamento dos Professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02025.jpg
Alojamento dos Professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Alojamento dos Professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02026.jpg
Alojamento dos Professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos Professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02027.jpg
Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos Professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos Professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02028.jpg
Lena Coelho dos Santos. Alojamento dos Professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Lena Coelho dos Santos no Restaurante Universitário (RU)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02101.jpg
Lena Coelho dos Santos no Restaurante Universitário (RU)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02102.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Lena Coelho dos Santos
Universidade de Brasília (UnB)
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02103.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02104.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02105.jpg
Instituto Central de Artes (ICA)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Alexandre Wilhelm, irmão de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02106.jpg
Alexandre Wilhelm, irmão de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02107.jpg

Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Mario Balaban no Alojamento dos Estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02108.jpg
Mario Balaban no Alojamento dos Estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Motocicleta de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02109.jpg
Motocicleta de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Jorge Bodanzky em sua motocicleta
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02110.jpg
Jorge Bodanzky em sua motocicleta
Autoria não identificada
Brasília
1964

Jorge Bodanzky em sua motocicleta
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02111.jpg
Jorge Bodanzky em sua motocicleta
Autoria não identificada
Brasília
1964

Alojamento dos Estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02112.jpg
Alojamento dos Estudantes
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Christian Schiel no Alojamento dos Estudantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02113.jpg
Christian Schiel no Alojamento dos Estudantes
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02114.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02115.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02116.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02117.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02118.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02119.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02120.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02121.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02122.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02123.jpg
Construção de painel com Lena Coelho dos Santos, Luiz Carlos Ripper e outros alunos
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Jorge Bodanzky filmando para reportagem sobre o mito do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02201.jpg
Jorge Bodanzky filmando para reportagem sobre o mito do Divino
Hermano Penna
São Luiz do Paraitinga
1968

Jorge Bodanzky filmando para reportagem sobre o mito do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02202.jpg
Jorge Bodanzky filmando para reportagem sobre o mito do Divino
Hermano Penna
São Luiz do Paraitinga
1968

Jorge Bodanzky filmando para reportagem sobre o mito do Divino
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02203.jpg
Jorge Bodanzky filmando para reportagem sobre o mito do Divino
Hermano Penna
São Luiz do Paraitinga
1968

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02204.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02205.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02206.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02207.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02208.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02209.jpg

Jorge Bodanzky
Núcleo Bandeirante (Cidade Livre)
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02210.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02211.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

Ludwig Wilhelm, família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02212.jpg
Ludwig Wilhelm, família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02213.jpg
Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02214.jpg
Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02215.jpg
Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02216.jpg
Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02217.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02218.jpg
Rosa Bodanzky, família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02219.jpg
Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos
Autoria não identificada
Represa Guarapiranga
1965

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02220.jpg
Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1965

Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02221.jpg
Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Jorge Bodanzky
Rua Princesa Isabel
1965

Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02222.jpg
Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Jorge Bodanzky
Rua Princesa Isabel
1965

Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02223.jpg
Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Jorge Bodanzky
Rua Princesa Isabel
1965

Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02224.jpg
Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Jorge Bodanzky
Rua Princesa Isabel
1965

Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02225.jpg
Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Jorge Bodanzky
Rua Princesa Isabel
1965

Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02226.jpg
Eletroludovico, loja de materiais elétricos de Rosa Bodanzky e Ludwig Wilhelm
Jorge Bodanzky
Rua Princesa Isabel
1965

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02301.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02302.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02303.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02304.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02305.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02306.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02307.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02308.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02309.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede, Jose Maurício e Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02310.jpg
Zila Mamede, Jose Maurício e Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02311.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Maria de Nazareth Soares Lins no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02312.jpg
Maria de Nazareth Soares Lins no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02313.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02314.jpg
Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Maria de Nazareth Soares Lins no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02315.jpg
Maria de Nazareth Soares Lins no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02316.jpg
Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Maria de Nazareth Soares Lins no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02317.jpg
Maria de Nazareth Soares Lins no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02318.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02319.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02320.jpg
Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02321.jpg
Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02322.jpg
Philomena Miller no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02323.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02328.jpg
Lena Coelho dos Santos no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02329.jpg
Zila Mamede no alojamento dos professores (Colina)
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
circa 1964

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02401.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02402.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

À esquerda está o professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02403.jpg
À esquerda está o professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

À esquerda está o professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02404.jpg
À esquerda está o professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02405.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02406.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02407.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02408.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02409.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02410.jpg
Professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02411.jpg
Professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02412.jpg
Professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky e aluno conversam com o professor Heiz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02413.jpg
Jorge Bodanzky e aluno conversam com o professor Heiz Forthmann
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02414.jpg
Professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02415.jpg
Professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02416.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02417.jpg
Jorge Bodanzky no Instituto Central de Artes (ICA)
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02418.jpg
Professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02419.jpg
Professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Professor Heinz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02420.jpg
Professor Heinz Forthmann
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Jorge Bodanzky e aluno conversam com o professor Heiz Forthmann
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02421.jpg
Jorge Bodanzky e aluno conversam com o professor Heiz Forthmann
Autoria não identificada
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02422.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02423.jpg

Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1965

Dario Chiaverini no Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02424.jpg
Dario Chiaverini no Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02425.jpg
Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Yvonne Mautner no Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02426.jpg
Yvonne Mautner no Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Dario Chiaverini no Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02427.jpg
Dario Chiaverini no Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Dario Chiaverini no Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02428.jpg
Dario Chiaverini no Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Dario Chiaverini e Yvonne Mautner no Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02429.jpg
Dario Chiaverini e Yvonne Mautner no Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02430.jpg
Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02431.jpg
Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Dario Chiaverini, Jorge Bodanzky e Yvonne Mautner no Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02432.jpg
Dario Chiaverini, Jorge Bodanzky e Yvonne Mautner no Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Dario Chiaverini, Jorge Bodanzky e Yvonne Mautner no Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02433.jpg
Dario Chiaverini, Jorge Bodanzky e Yvonne Mautner no Pico do Jaraguá
Jorge Bodanzky
São Paulo
1963

Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos no ônibus, em direção aos arredores de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02501.jpg
Jorge Bodanzky e Lena Coelho dos Santos no ônibus, em direção aos arredores de Brasília
Autoria não identificada
DF
circa 1964

Viagem em direção aos arredores de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02502.jpg
Viagem em direção aos arredores de Brasília
Jorge Bodanzky
DF
circa 1964

Aliomar Baleeiro no ônibus, em direção aos arredores de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02503.jpg
Aliomar Baleeiro no ônibus, em direção aos arredores de Brasília
Jorge Bodanzky
DF
circa 1964

Veleiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02504.jpg
Veleiros
Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Veleiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02505.jpg
Veleiros
Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Veleiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02506.jpg
Veleiros
Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Veleiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02507.jpg
Veleiros
Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Passarela em direção ao Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02508.jpg
Passarela em direção ao Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02509.jpg

Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Veleiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02510.jpg
Veleiros
Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Veleiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02511.jpg
Veleiros
Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Veleiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02512.jpg
Veleiros
Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Veleiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02513.jpg
Veleiros
Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Veleiros
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02514.jpg
Veleiros
Jorge Bodanzky
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes (Aterro do Flamengo)
1965

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02515.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02516.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02517.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02518.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02519.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02520.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02521.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02522.jpg

Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02523.jpg

Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02524.jpg

Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02525.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02526.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02527.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02528.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02529.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Cena do filme "Gitirana"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02530.jpg
Cena do filme "Gitirana"
Período de filmagem de "Gitirana", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna. As filmagens aconteceram em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Jorge Bodanzky
Brasil
1975

Sérgio Prado na charrete
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02601.jpg
Sérgio Prado na charrete
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky na charrete
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02602.jpg
Jorge Bodanzky na charrete
Sérgio Prado
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02603.jpg
Jorge Bodanzky
Sérgio Prado
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02604.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02605.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02606.jpg
Jorge Bodanzky
Sérgio Prado
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02607.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02608.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02609.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02610.jpg

Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02611.jpg
Jorge Bodanzky
Sérgio Prado
Campos do Jordão
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02612.jpg

Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02613.jpg
Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02614.jpg
Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02615.jpg
Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02616.jpg
Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reprodução de obra
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02617.jpg
Reprodução de obra
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Rosa Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02618.jpg
Rosa Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1960

Rosa Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02619.jpg
Rosa Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1960

Família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02620.jpg
Família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1960

Família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02621.jpg
Família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1960

Família de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02622.jpg
Família de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1960

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02623.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1960

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02624.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Alameda Barros
1965

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02625.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Alameda Barros
1965

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02626.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Alameda Barros
1965

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02627.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Alameda Barros
1965

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02628.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Alameda Barros
1965

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02629.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Alameda Barros
1965

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02630.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Alameda Barros
1965

Cadeira desenvolvida por Alex Ivan Peirano Chacon
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02801.jpg
Cadeira desenvolvida por Alex Ivan Peirano Chacon
Jorge Bodanzky
Instituto Central de Artes (ICA), Universidade de Brasília (UnB)
1964

Cadeira desenvolvida por Alex Ivan Peirano Chacon
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02802.jpg
Cadeira desenvolvida por Alex Ivan Peirano Chacon
Jorge Bodanzky
Instituto Central de Artes (ICA), Universidade de Brasília (UnB)
1964

Cadeira desenvolvida por Alex Ivan Peirano Chacon
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02803.jpg
Cadeira desenvolvida por Alex Ivan Peirano Chacon
Jorge Bodanzky
Instituto Central de Artes (ICA), Universidade de Brasília (UnB)
1964

Cadeira desenvolvida por Alex Ivan Peirano Chacon
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02804.jpg
Cadeira desenvolvida por Alex Ivan Peirano Chacon
Jorge Bodanzky
Instituto Central de Artes (ICA), Universidade de Brasília (UnB)
1964

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02805.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Ludwig Wilhelm pescando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02806.jpg
Ludwig Wilhelm pescando
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02807.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02808.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02809.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02810.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02811.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02812.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Ludwig Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02813.jpg
Ludwig Wilhelm
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02814.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02815.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02816.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02817.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02818.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Ludwig Wilhelm pescando
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02819.jpg
Ludwig Wilhelm pescando
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02820.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02821.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02822.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02823.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02824.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02825.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02826.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Ludwig Wilhelm
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02827.jpg
Ludwig Wilhelm
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02828.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02829.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02830.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
circa 1965

Hans Bodanzky com amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02901.jpg
Hans Bodanzky com amigos
Jorge Bodanzky
Brasil
1960s

Hans Bodanzky e sua esposa, Anneliese
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02902.jpg
Hans Bodanzky e sua esposa, Anneliese
Jorge Bodanzky
Brasil
1960s

Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02903.jpg
Sueli
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02904.jpg
Sueli
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02905.jpg

Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02906.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Campos do Jordão
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02907.jpg

Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02908.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02909.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02910.jpg

Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02911.jpg

Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02912.jpg

Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02913.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02914.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02915.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Campos do Jordão
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02916.jpg

Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02917.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02918.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Campos do Jordão
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02919.jpg

Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02920.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02921.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02922.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02923.jpg

Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02924.jpg

Jorge Bodanzky
Alameda Barros
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02925.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02926.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02927.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02928.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02929.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02930.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02931.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02932.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Represa Guarapiranga
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f02933.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Yacht Clube Itaupú
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03001.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03002.jpg
Sueli
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03003.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03004.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03005.jpg
Sueli
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03006.jpg
Sueli
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03007.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03008.jpg
Sueli
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03009.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03010.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03011.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1960s

Jorge Bodanzky e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03012.jpg
Jorge Bodanzky e Sueli
Autoria não identificada
São Paulo
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03013.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1960s

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03014.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
São Paulo
1960s

Sérgio Prado e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03015.jpg
Sérgio Prado e Sueli
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Sérgio Prado e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03016.jpg
Sérgio Prado e Sueli
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03017.jpg
Sérgio Prado e Sueli
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03018.jpg
Sérgio Prado e Sueli
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03019.jpg
Jorge Bodanzky e Sueli
Autoria não identificada
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03020.jpg
Sérgio Prado e Sueli
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03021.jpg
Sérgio Prado e Sueli
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03022.jpg
Sérgio Prado e Sueli
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Jorge Bodanzky e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03023.jpg
Jorge Bodanzky e Sueli
Autoria não identificada
Campos do Jordão
1960s

Sérgio Prado e Sueli
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03024.jpg
Sérgio Prado e Sueli
Jorge Bodanzky
Campos do Jordão
1960s

Renata Rosenthal, amiga de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03025.jpg
Renata Rosenthal, amiga de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
SP
1960s

Sérgio Prado e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03026.jpg
Sérgio Prado e amigos
Jorge Bodanzky
Ubatuba
1960s

Sérgio Prado e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03027.jpg
Sérgio Prado e amigos
Jorge Bodanzky
Ubatuba
1960s

Sérgio Prado e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03028.jpg
Sérgio Prado e Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Ubatuba
1960s

Sérgio Prado e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03029.jpg
Sérgio Prado e amigos
Jorge Bodanzky
Ubatuba
1960s

Sérgio Prado e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03030.jpg
Sérgio Prado e amigos
Jorge Bodanzky
Ubatuba
1960s

Sérgio Prado e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03031.jpg
Sérgio Prado e amigos
Jorge Bodanzky
Ubatuba
1960s

Sérgio Prado e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03032.jpg
Sérgio Prado e amigos
Jorge Bodanzky
Ubatuba
1960s

Sérgio Prado e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03033.jpg
Sérgio Prado e amigos
Jorge Bodanzky
Ubatuba
1960s

Sérgio Prado e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03034.jpg
Sérgio Prado e amigos
Jorge Bodanzky
Ubatuba
1960s

Sérgio Prado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03035.jpg
Sérgio Prado
Jorge Bodanzky
São Paulo
1960s

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03101.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03102.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03103.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03104.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03105.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03106.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03107.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03108.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03109.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03110.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03111.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03112.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03113.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03117.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03121.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03123.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03201.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03204.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03303.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03307.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03311.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03313.jpg
Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem com a bióloga Livia Monami para registrar a caça da baleia branca
Matéria do Globo Repórter (TV Globo) "Caça à Baleia Branca" (1991), com direção de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Baía de Hudson
1991

Laís Bodanzky com sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03401.jpg
Laís Bodanzky com sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2002

Laís Bodanzky com sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03402.jpg
Laís Bodanzky com sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2002

Laís Bodanzky com sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Laís Bodanzky com sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2002

Laís Bodanzky com sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Laís Bodanzky com sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2002

Laís Bodanzky com sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Laís Bodanzky com sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2002

Laís Bodanzky com sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03406.jpg
Laís Bodanzky com sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2002

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2002

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2002

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2002

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03411.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03412.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Copacabana
circa 2002

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03413.jpg

Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03414.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03415.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03416.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03417.jpg
Autorretrato
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03418.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03419.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03420.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03421.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03422.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03423.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03424.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03425.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03501.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03502.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03503.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03504.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03505.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03506.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03507.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03508.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03509.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03510.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03511.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03512.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03513.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03514.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03515.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03516.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03517.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03518.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03519.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03520.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03521.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03522.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03523.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03524.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03525.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03526.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03527.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03528.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03529.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03530.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03531.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2002

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03601.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03602.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03603.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03604.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03605.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03606.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03607.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03608.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03609.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03610.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03611.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03612.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03613.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03614.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03615.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03616.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03617.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03618.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03619.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03620.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03621.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03622.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03623.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03624.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03625.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03701.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
2003

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03702.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03703.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03704.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03705.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2006

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03706.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2007

Márcia Neves Bodanzky e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03707.jpg
Márcia Neves Bodanzky e Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Belém
circa 2008

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03708.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2009

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03709.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2010

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03710.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2011

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03711.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Belém
circa 2012

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03712.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2013

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03713.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2014

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03714.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2015

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03715.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2016

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03716.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2017

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03717.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2018

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03718.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2019

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03719.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2020

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03720.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2021

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03721.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2022

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03722.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2023

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03723.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2024

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03724.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2025

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03801.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2027

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03802.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2028

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03803.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2029

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03804.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2030

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03805.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2031

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03806.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2032

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03807.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2033

Márcia Neves Bodanzky à esquerda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03808.jpg
Márcia Neves Bodanzky à esquerda
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2034

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03809.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2035

Márcia Neves Bodanzky à esquerda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03810.jpg
Márcia Neves Bodanzky à esquerda
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2036

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03811.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2037

Márcia Neves Bodanzky e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03812.jpg
Márcia Neves Bodanzky e Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Belém
circa 2038

Márcia Neves Bodanzky à esquerda
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03813.jpg
Márcia Neves Bodanzky à esquerda
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2039

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03814.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2040

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03815.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2041

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03816.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2042

Márcia Neves Bodanzky no meio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03817.jpg
Márcia Neves Bodanzky no meio
Autoria não identificada
Belém
circa 2043

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03818.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03819.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03820.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03821.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03822.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03823.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03824.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03825.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03901.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03902.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03903.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03904.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03905.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03906.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03907.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03908.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03909.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03910.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03911.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2003

Márcia Neves Bodanzky e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03912.jpg
Márcia Neves Bodanzky e Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2003

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03917.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2006

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03918.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2007

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03919.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2008

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03920.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2009

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03925.jpg

Jorge Bodanzky
Belém
circa 2014

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03926.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2015

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03927.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2016

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03928.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2017

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f03929.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Belém
circa 2018

Anna Bodanzky com seu namorado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04001.jpg
Anna Bodanzky com seu namorado
Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
2005

Anna Bodanzky com seu namorado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04002.jpg
Anna Bodanzky com seu namorado
Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
2005

Anna Bodanzky com seu namorado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04003.jpg
Anna Bodanzky com seu namorado
Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
2005

Anna Bodanzky com seu namorado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04004.jpg
Anna Bodanzky com seu namorado
Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
2005

Anna Bodanzky com seu namorado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04005.jpg
Anna Bodanzky com seu namorado
Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
2005

Anna Bodanzky com seu namorado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04006.jpg
Anna Bodanzky com seu namorado
Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
2005

Anna Bodanzky com seu namorado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04007.jpg
Anna Bodanzky com seu namorado
Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
2005

Anna Bodanzky com seu namorado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04008.jpg
Anna Bodanzky com seu namorado
Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
2005

Jorge Bodanzky visita Christian Schiel
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04009.jpg
Jorge Bodanzky visita Christian Schiel
Autoria não identificada
Brasília
2005

Jorge Bodanzky visita Christian Schiel
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04010.jpg
Jorge Bodanzky visita Christian Schiel
Autoria não identificada
Brasília
2005

Jorge Bodanzky visita Christian Schiel
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04011.jpg
Jorge Bodanzky visita Christian Schiel
Autoria não identificada
Brasília
2005

Jorge Bodanzky visita Christian Schiel
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04012.jpg
Jorge Bodanzky visita Christian Schiel
Autoria não identificada
Brasília
2005

Jorge e Márcia Bodanzky visitam Christian Schiel e sua família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04013.jpg
Jorge e Márcia Bodanzky visitam Christian Schiel e sua família
Autoria não identificada
Brasília
2005

Jorge e Márcia Bodanzky visitam Christian Schiel e sua família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04014.jpg
Jorge e Márcia Bodanzky visitam Christian Schiel e sua família
Autoria não identificada
Brasília
2005

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04015.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2005

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04016.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2005

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04017.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2005

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04018.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2005

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04019.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2005

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04020.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2005

Reproduções de livro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04021.jpg
Reproduções de livro
Jorge Bodanzky
2005

Reproduções de livro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04022.jpg
Reproduções de livro
Jorge Bodanzky
2005

Reproduções de livro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04023.jpg
Reproduções de livro
Jorge Bodanzky
2005

Reproduções de livro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04024.jpg
Reproduções de livro
Jorge Bodanzky
2005

Reproduções de livro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04025.jpg
Reproduções de livro
Jorge Bodanzky
2005

Reproduções de livro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04026.jpg
Reproduções de livro
Jorge Bodanzky
2005

Reproduções de livro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04027.jpg
Reproduções de livro
Jorge Bodanzky
2005

Reproduções de livro
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04028.jpg
Reproduções de livro
Jorge Bodanzky
2005

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04101.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Marcia Neves Bodanzky e Dario Chiaverini
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04102.jpg
Marcia Neves Bodanzky e Dario Chiaverini
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04103.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04104.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04105.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04106.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04107.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04108.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04109.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04110.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04111.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04112.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04113.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04114.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04115.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04116.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04117.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04118.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04119.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04120.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04121.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04122.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04123.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04124.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04125.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04126.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04127.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04128.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04129.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04130.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04201.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04202.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04203.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04204.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04205.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04208.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04209.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04210.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04211.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04212.jpg

Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04213.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04214.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04215.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04216.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04217.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04218.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04219.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04220.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04221.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04222.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04223.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04224.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04225.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04226.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04227.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04228.jpg

Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04301.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04302.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

Jorge Bodanzky e sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04303.jpg
Jorge Bodanzky e sua filha
Autoria não identificada
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04304.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

Jorge Bodanzky e sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04305.jpg
Jorge Bodanzky e sua filha
Autoria não identificada
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04306.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04307.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

Jorge Bodanzky e sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04308.jpg
Jorge Bodanzky e sua filha
Autoria não identificada
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04309.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04310.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04311.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04312.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04313.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04314.jpg

Jorge Bodanzky
Salvador
2005

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04315.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Salvador
2005

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04316.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Salvador
2005

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04317.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Salvador
2005

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04318.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Salvador
2005

Jorge Bodanzky em seu estúdio de trabalho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04326.jpg
Jorge Bodanzky em seu estúdio de trabalho
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Jorge Bodanzky em seu estúdio de trabalho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04327.jpg
Jorge Bodanzky em seu estúdio de trabalho
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04328.jpg
Estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Raquel Couto (à esquerda) no estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04329.jpg
Raquel Couto (à esquerda) no estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Jorge Bodanzky em seu estúdio de trabalho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04330.jpg
Jorge Bodanzky em seu estúdio de trabalho
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04331.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04332.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04401.jpg

Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04402.jpg

Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04403.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04404.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04405.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04406.jpg

Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04407.jpg

Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04408.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04409.jpg

Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04410.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04411.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04412.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04413.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04414.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04415.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04416.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04417.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04418.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04419.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04420.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04421.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04422.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04423.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04424.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04425.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Artesanato de miriti
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04426.jpg
Artesanato de miriti
Projeto de comercialização do artesanato do miriti no portal Amazon Life
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04427.jpg
Estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04428.jpg
Estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04429.jpg
Estúdio de trabalho de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04501.jpg

Autoria não identificada
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04502.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04503.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04504.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04505.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04506.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04507.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04508.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04509.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04510.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04511.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04512.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04513.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04514.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04515.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04516.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04517.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04518.jpg

Autoria não identificada
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04519.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04520.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04521.jpg

Jorge Bodanzky
Paraty
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04601.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04602.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04603.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04604.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04605.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04606.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04607.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04608.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04609.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04610.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04611.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04612.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04613.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04614.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04615.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04616.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04617.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04618.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04619.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04620.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04621.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04622.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04623.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04624.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04625.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04626.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04627.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04628.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04629.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04630.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04631.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04632.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04701.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04702.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04703.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04704.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04705.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04706.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04707.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04708.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04709.jpg
Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04710.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04711.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04712.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04713.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04714.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04715.jpg
Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04716.jpg
Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04717.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04718.jpg
Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04719.jpg
Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

Laís Bodanzky e Jorge Bodanzky na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04720.jpg
Laís Bodanzky e Jorge Bodanzky na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Autoria não identificada
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04721.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04722.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04723.jpg

Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04724.jpg
4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04725.jpg
Laís Bodanzky fala na 4ª Mostra de Cinema de Tiradentes
Jorge Bodanzky
Tiradentes
2001

Alice Bodanzky fazendo rapel
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04726.jpg
Alice Bodanzky fazendo rapel
Jorge Bodanzky
Ilha Itanhangá
circa 2000

Alice Bodanzky fazendo rapel
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04727.jpg
Alice Bodanzky fazendo rapel
Jorge Bodanzky
Ilha Itanhangá
circa 2000

Alice Bodanzky fazendo rapel
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04728.jpg
Alice Bodanzky fazendo rapel
Jorge Bodanzky
Ilha Itanhangá
circa 2000

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04801.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04802.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04803.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04804.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04805.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04806.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04807.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04808.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04809.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04810.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04811.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04812.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04813.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04814.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04815.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04816.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04817.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04818.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04819.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04820.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04821.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04822.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04823.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04901.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04902.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04903.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04904.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04905.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04906.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04907.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04908.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04909.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04910.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04911.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04912.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04913.jpg
Produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Jorge Bodanzky
Duque de Caxias
1998

Jorge Bodanzky durante produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04914.jpg
Jorge Bodanzky durante produção do CD-ROM sobre o Parque Gráfico O Globo, coordenado por Geraldo Sarno
Autoria não identificada
Duque de Caxias
1998

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04915.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04916.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04917.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04918.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
RJ
circa 2000

Jorge Bodanzky à direita
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04919.jpg
Jorge Bodanzky à direita
Autoria não identificada
RJ
circa 2000

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04920.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
RJ
circa 2000

Jorge Bodanzky no meio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04921.jpg
Jorge Bodanzky no meio
Autoria não identificada
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04922.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04923.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04924.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04925.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04926.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

Jorge Bodanzky na banheira
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f04927.jpg
Jorge Bodanzky na banheira
Autoria não identificada
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05001.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05002.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05003.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05004.jpg

Jorge Bodanzky
RJ
circa 2000

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05005.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
RJ
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05006.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05007.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05008.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05009.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05010.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05011.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05012.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05013.jpg

Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05014.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05015.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05016.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05017.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05018.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05019.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05020.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05021.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05022.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05023.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05024.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05025.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Filha de Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05101.jpg
Filha de Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Laís Bodanzky e sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05102.jpg
Laís Bodanzky e sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05103.jpg

Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05104.jpg

Jorge Bodanzky
Copacabana
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05105.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05106.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05107.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05108.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05109.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05110.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05111.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05112.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05113.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05114.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05115.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05116.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Laís Bodanzky e sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05117.jpg
Laís Bodanzky e sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05118.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05119.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Luiz Bolognesi e sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05120.jpg
Luiz Bolognesi e sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Luiz Bolognesi e sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05121.jpg
Luiz Bolognesi e sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05122.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05123.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05124.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05125.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05126.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05127.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05128.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05201.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05202.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05203.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05204.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05205.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05206.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05207.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05208.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05209.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05210.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05211.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05212.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05213.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05214.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05215.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05216.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05217.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05218.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05219.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05718.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05719.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05720.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05721.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05722.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05723.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05724.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05725.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05726.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05727.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05728.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05729.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05801.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05802.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05803.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05804.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05805.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05806.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05807.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05808.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05809.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05810.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05811.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05812.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05813.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05814.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05815.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05816.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05817.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05818.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05819.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05820.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05821.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05822.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05823.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05824.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05901.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Autoria não identificada
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05902.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05903.jpg
Produção de filme institucional sobre usinas de açúcar
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05904.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

José Agrippino de Paula
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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José Agrippino de Paula
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2004

José Agrippino de Paula
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05906.jpg
José Agrippino de Paula
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2004

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05907.jpg

Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Família e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05908.jpg
Família e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky e Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05910.jpg
Márcia Neves Bodanzky e Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05911.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05913.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Projeto Navegar Amazônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05914.jpg
Projeto Navegar Amazônia
Jorge Bodanzky
Arquipélago do Bailique
circa 2000

Projeto Navegar Amazônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05915.jpg
Projeto Navegar Amazônia
Jorge Bodanzky
Arquipélago do Bailique
circa 2000

Projeto Navegar Amazônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05916.jpg
Projeto Navegar Amazônia
Jorge Bodanzky
Arquipélago do Bailique
circa 2000

Projeto Navegar Amazônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05917.jpg
Projeto Navegar Amazônia
Jorge Bodanzky
Arquipélago do Bailique
circa 2000

Projeto Navegar Amazônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05918.jpg
Projeto Navegar Amazônia
Jorge Bodanzky
Arquipélago do Bailique
circa 2000

Projeto Navegar Amazônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05919.jpg
Projeto Navegar Amazônia
Jorge Bodanzky
Arquipélago do Bailique
circa 2000

Projeto Navegar Amazônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05920.jpg
Projeto Navegar Amazônia
Jorge Bodanzky
Arquipélago do Bailique
circa 2000

Projeto Navegar Amazônia
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f05921.jpg
Projeto Navegar Amazônia
Jorge Bodanzky
Arquipélago do Bailique
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06001.jpg

Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06002.jpg

Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06003.jpg

Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06004.jpg

Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06005.jpg

Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06006.jpg

Jorge Bodanzky
Angra dos Reis
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06007.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06008.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06009.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06010.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06011.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06012.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06013.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06014.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06015.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06016.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06017.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06018.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06019.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06020.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06021.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06022.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06023.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06024.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06025.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06026.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06027.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06028.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06101.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06102.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06103.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06104.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06105.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06106.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06107.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06108.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06109.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06110.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06111.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06112.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06113.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06114.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06115.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06116.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06117.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06118.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06119.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06120.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06121.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06122.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06123.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06124.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06201.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06202.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06203.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06204.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06205.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06206.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06207.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06208.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06209.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06210.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06211.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06212.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06213.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06214.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06215.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06216.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06217.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06218.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06219.jpg

Jorge Bodanzky
Imbassaí
circa 2000

Laís, Anna e Alice Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06220.jpg
Laís, Anna e Alice Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Laís, Anna e Alice Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06221.jpg
Laís, Anna e Alice Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Laís, Anna e Alice Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06222.jpg
Laís, Anna e Alice Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Laís, Anna e Alice Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06223.jpg
Laís, Anna e Alice Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Laís, Anna e Alice Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06224.jpg
Laís, Anna e Alice Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Luiz Bolognesi liga para Laís Bodanzky para contar que o filme "Bicho de Sete Cabeças" foi premiado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06301.jpg
Luiz Bolognesi liga para Laís Bodanzky para contar que o filme "Bicho de Sete Cabeças" foi premiado
Jorge Bodanzky
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
2003

Jorge Bodanzky na premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06302.jpg
Jorge Bodanzky na premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Autoria não identificada
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
2003

Premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06303.jpg
Premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
2003

Premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06305.jpg
Premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
2003

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06306.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Jorge Bodanzky na premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06307.jpg
Jorge Bodanzky na premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
2003

Premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06308.jpg
Premiação do filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido por Laís Bodanzky
Jorge Bodanzky
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06310.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06311.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06312.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06313.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06314.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06315.jpg
Família
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06316.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06317.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06318.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06319.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06320.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06321.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06322.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06323.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06324.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06325.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
2003

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06401.jpg

Autoria não identificada
Copacabana
2002

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06402.jpg

Jorge Bodanzky
Copacabana
2002

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06403.jpg

Jorge Bodanzky
Copacabana
2002

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06404.jpg

Jorge Bodanzky
Copacabana
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06405.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06406.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06407.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06408.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06409.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06410.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06411.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06412.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06413.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06414.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06415.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06416.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06417.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06418.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
2002

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06501.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06502.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06503.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06504.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06505.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06506.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06507.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06508.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06509.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06510.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06511.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06512.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06513.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06514.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06515.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06516.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06517.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06518.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06519.jpg
Nascimento da filha de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06520.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06521.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06522.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Bracuí
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06523.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06524.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06525.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06526.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06527.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06528.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06529.jpg
Jorge Bodanzky
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06530.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06531.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Marcia Neves Bodanzky, Jorge Bodanzky e sua filha
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06532.jpg
Marcia Neves Bodanzky, Jorge Bodanzky e sua filha
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06601.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06602.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06603.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06604.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06605.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06606.jpg
Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06607.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06608.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06609.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06610.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06611.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06613.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06614.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06615.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06616.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06622.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Márcia Neves Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06701.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06702.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06703.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06704.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06705.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06706.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06707.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06708.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06709.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06710.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06711.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06714.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06716.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06717.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06718.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06719.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06720.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06721.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06722.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06724.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06725.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06801.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06803.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Jorge Bodanzky e Márcia Neves Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky e Márcia Neves Bodanzky
Autoria não identificada
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06807.jpg
Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Familiares e amigos de Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 2000

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06901.jpg
Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06903.jpg
Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06906.jpg
Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f06918.jpg
Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reprodução de artigo sobre o filme super-oito
Jorge Bodanzky
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
1967

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07002.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
1967

Lena Coelho dos Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Lena Coelho dos Santos
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
1967

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07005.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07007.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07008.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07009.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07010.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07011.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07012.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07013.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07014.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07016.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07017.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07018.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07019.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07020.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07022.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07023.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07024.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07025.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Autoria não identificada
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07026.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07027.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07028.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07029.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07030.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07031.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Autoria não identificada
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07032.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07033.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07034.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07035.jpg
Feira promovida pelo Exército para exibição de armamentos
Jorge Bodanzky
Ipanema
1967

Obras de Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07201.jpg
Obras de Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Obras de Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07202.jpg
Obras de Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Obras de Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07203.jpg
Obras de Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Obras de Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Obras de Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Obras de Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07205.jpg
Obras de Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Obras de Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Obras de Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Obras de Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Obras de Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Obras de Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Obras de Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Obras de Amélia Toledo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Obras de Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07210.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07213.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07214.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07216.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07217.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07218.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07221.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07222.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07224.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07225.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07226.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07227.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07228.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07231.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07232.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07234.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07235.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07236.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07237.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07238.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07239.jpg

Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07301.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07302.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07303.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07304.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07305.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07306.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07307.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07308.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07309.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07310.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07311.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07312.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07313.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07314.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07315.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07316.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07317.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07318.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07319.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07320.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07321.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07322.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07323.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07324.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07325.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07326.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07327.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07328.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07329.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07330.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07331.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07332.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07333.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07334.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07335.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07336.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07337.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Filmagem de Copacabana Me Engana
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07338.jpg
Filmagem de Copacabana Me Engana
Jorge Bodanzky
Rio de Janeiro
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07601.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07602.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07603.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07604.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07605.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07606.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07607.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07608.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07609.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07610.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07611.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07612.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07613.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Autoria não identificada
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07614.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07615.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07616.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07617.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07618.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07619.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07620.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07621.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07622.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07623.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07624.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07625.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07626.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07627.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Autoria não identificada
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07628.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07629.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07630.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07631.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07632.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07633.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07634.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07635.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Autoria não identificada
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07636.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07637.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07638.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07639.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07640.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07641.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07642.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07701.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07702.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07703.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07704.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07705.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07706.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07707.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07708.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07709.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Autoria não identificada
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07710.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07711.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07712.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07713.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Autoria não identificada
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07714.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Autoria não identificada
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07715.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07716.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07717.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07718.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07719.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07720.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07721.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07722.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07723.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07724.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07725.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07726.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07727.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07728.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07729.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07730.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07731.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07732.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07733.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07734.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07735.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07736.jpg
Em busca de fazendas para locacações do filme Os Herdeiros, de Cacá Diegues
Jorge Bodanzky
SP
circa 1966

Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07801.jpg
Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07802.jpg
Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07803.jpg
Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07804.jpg
Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07805.jpg
Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Incêndio de ônibus em Minas Gerais, viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07807.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07808.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07809.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07814.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07815.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07816.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07817.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07821.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07823.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07825.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem para Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f07827.jpg
Viagem para Salvador
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08001.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08004.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08005.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08006.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08007.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08008.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08009.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08010.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08011.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08012.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08013.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08014.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08015.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08016.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08018.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08021.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08023.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08024.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08025.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08026.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08027.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08030.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08031.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08032.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08033.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08035.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08038.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
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0018_CX14f08040.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08101.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08102.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08103.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08106.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08107.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08109.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08110.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08111.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08112.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08115.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08116.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08117.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08118.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08119.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08122.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08123.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08125.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08126.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08127.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08128.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Reproduções de obras não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f08129.jpg
Reproduções de obras não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09001.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09002.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09003.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09004.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09005.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09006.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09007.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09008.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09009.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09010.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09011.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09012.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09013.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09014.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09015.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09016.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09017.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09018.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09019.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09020.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09021.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09022.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09023.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09024.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09027.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09028.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09030.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09031.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09032.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09033.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09034.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09035.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Viagem pra Salzburgo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09036.jpg
Viagem pra Salzburgo
Jorge Bodanzky
Salzburgo
circa 1966

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09037.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1967

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09038.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1967

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09039.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1967

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09040.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1967

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09041.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1967

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09101.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
BA
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09102.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09103.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09104.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09105.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09106.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09107.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09108.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09109.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09110.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09111.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09112.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09113.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09114.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09115.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09116.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09117.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09118.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09119.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09120.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09121.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09122.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09123.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09124.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09125.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09126.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09127.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09128.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09129.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09130.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09131.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09132.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09133.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09134.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09135.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09136.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09137.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09138.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09139.jpg
Festa ao Senhor Bom Jesus dos Navegantes
Jorge Bodanzky
Salvador
1968

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09201.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09202.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09203.jpg
Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09204.jpg
Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09205.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09206.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09207.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09208.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09209.jpg
Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09210.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09211.jpg
Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09212.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09213.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09214.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09215.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09216.jpg
Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09217.jpg
Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09218.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09222.jpg
Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09223.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09224.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09225.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09226.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09227.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09228.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09229.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09230.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09231.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09232.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09233.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09234.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09235.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09236.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09237.jpg
Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09238.jpg
Viagem para Gênova
Autoria não identificada
Itália
circa 1966

Viagem para Gênova
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09239.jpg
Viagem para Gênova
Jorge Bodanzky
Itália
circa 1966

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09701.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09702.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09703.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09704.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09705.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09706.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09707.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09708.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09709.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09710.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09711.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09712.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09713.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09714.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09715.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09716.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09717.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09718.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09719.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09720.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09722.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09723.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09724.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09725.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09726.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09727.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09728.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09729.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09730.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09731.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09732.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09733.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09734.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09735.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09736.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1970

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09801.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09802.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09803.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09804.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09805.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09806.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09807.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09808.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09809.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09810.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09811.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09812.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09813.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09814.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09815.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09816.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09817.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09818.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09819.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09820.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09821.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09822.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09823.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09824.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09825.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09826.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09827.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09828.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09829.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Salvador
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09830.jpg
Salvador
Jorge Bodanzky
Salvador
circa 1965

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09901.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09902.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09903.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09904.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09905.jpg
Viagem para Viena
Autoria não identificada
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09906.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09907.jpg
Viagem para Viena
Autoria não identificada
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09908.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09909.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09910.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09911.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09912.jpg
Viagem para Viena
Autoria não identificada
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09913.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09914.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09915.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09916.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09917.jpg
Viagem para Viena
Autoria não identificada
Viena
circa 1966

Viagem para Viena
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09918.jpg
Viagem para Viena
Jorge Bodanzky
Viena
circa 1966

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09919.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09920.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09921.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09922.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09923.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09924.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09925.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09926.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09927.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09928.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09929.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09930.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09931.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09932.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09933.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09934.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09935.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09936.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09937.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09938.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09939.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09940.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f09941.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1965

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Família
Jorge Bodanzky
Brasil
1998

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10002.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
1998

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10003.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
1998

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10004.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
1998

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10005.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
1998

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10006.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
1998

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasília
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Jorge Bodanzky filmando em Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky filmando em Brasília
Hermano Penna
Brasília
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10019.jpg
Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10021.jpg
Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10022.jpg
Brasília com Hermano Penna, filmagens para Aloísio Leite ou TV alemã
Hermano Penna
Brasil
circa 1972

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10101.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10102.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10103.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10104.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10105.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10106.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10107.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10108.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10109.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10110.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10111.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10112.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10113.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10114.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10117.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10124.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10209.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10301.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10305.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10307.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10309.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10310.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10311.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10312.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10313.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10314.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10315.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10316.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10317.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10318.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10319.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10320.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10321.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10322.jpg
Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Projeto "Navegar Amazônia"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Projeto "Navegar Amazônia"
Jorge Bodanzky
AP
circa 1995

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1968

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1969

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1970

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1971

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1972

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1974

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1975

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10409.jpg
Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1976

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1977

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1978

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1979

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1980

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1981

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1982

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1983

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10417.jpg
Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1984

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10418.jpg
Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1985

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10419.jpg
Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1986

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10420.jpg
Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1987

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10501.jpg
Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1949

Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Testes e ensaios para o filme O Profeta da Fome
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1930

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10601.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10602.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10603.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10604.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10605.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Vista da casa da Alameda Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista da casa da Alameda Santos
Jorge Bodanzky
Santos
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10607.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Vista do Cais de Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista do Cais de Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10701.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10702.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10703.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Vista do Cais de Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10705.jpg
Vista do Cais de Santos
Jorge Bodanzky
Santos
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10706.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10707.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10708.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10709.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Família e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10801.jpg
Família e amigos
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10802.jpg
Família e amigos
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10803.jpg
Família e amigos
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Vista da casa da Alameda Santos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10804.jpg
Vista da casa da Alameda Santos
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1960

Família e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10805.jpg
Família e amigos
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família e amigos
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10806.jpg
Família e amigos
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10901.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
SP
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10902.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
SP
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10903.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
SP
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10904.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
SP
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10905.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
SP
circa 1960

Casa da represa Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f10906.jpg
Casa da represa Guarapiranga
Jorge Bodanzky
SP
circa 1960

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11001.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11002.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11003.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11004.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11005.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11006.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11007.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Família
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11008.jpg
Família
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1960

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11101.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11102.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11103.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11104.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11105.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11106.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11107.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11108.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11109.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11110.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11111.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11112.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11113.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11114.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11115.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11116.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Vista aérea de Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11117.jpg
Vista aérea de Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1990

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11118.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
AM
circa 1991

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11119.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
AM
circa 1992

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11120.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
AM
circa 1993

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11121.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
AM
circa 1994

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11122.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
AM
circa 1995

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11123.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
AM
circa 1996

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11124.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
AM
circa 1997

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11201.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11202.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11203.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11204.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11205.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11206.jpg
Parque de Noé, onde morava Marc van Roosmalen
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Retrato de Gilberto Mestrinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11207.jpg
Retrato de Gilberto Mestrinho
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Retrato de Gilberto Mestrinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11208.jpg
Retrato de Gilberto Mestrinho
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Retrato de Gilberto Mestrinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11209.jpg
Retrato de Gilberto Mestrinho
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Retrato de Gilberto Mestrinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11210.jpg
Retrato de Gilberto Mestrinho
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Retrato de Gilberto Mestrinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11211.jpg
Retrato de Gilberto Mestrinho
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Retrato de Gilberto Mestrinho
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11212.jpg
Retrato de Gilberto Mestrinho
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11213.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11214.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11215.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11216.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11217.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11218.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11219.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11220.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11221.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11222.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1993

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11301.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11302.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11303.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11304.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11305.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11306.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11307.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11308.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11309.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11310.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11311.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Jorge Bodanzky segurando preguiça
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11312.jpg
Jorge Bodanzky segurando preguiça
Autoria não identificada
Brasil
s.d.

Jorge Bodanzky segurando preguiça
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11313.jpg
Jorge Bodanzky segurando preguiça
Autoria não identificada
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11314.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11315.jpg
Heidi e as preguiças
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Pessoas não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11316.jpg
Pessoas não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Pessoas não identificadas
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11317.jpg
Pessoas não identificadas
Jorge Bodanzky
Brasil
s.d.

Heidi, Jorge Bodanzky e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11318.jpg
Heidi, Jorge Bodanzky e as preguiças
Autoria não identificada
Brasil
s.d.

Heidi, Jorge Bodanzky e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11319.jpg
Heidi, Jorge Bodanzky e as preguiças
Autoria não identificada
Brasil
s.d.

Heidi, Jorge Bodanzky e as preguiças
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11320.jpg
Heidi, Jorge Bodanzky e as preguiças
Autoria não identificada
Brasil
s.d.

Peixe-boi em Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11321.jpg
Peixe-boi em Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1993

Peixe-boi em Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11322.jpg
Peixe-boi em Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1993

Peixe-boi em Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11323.jpg
Peixe-boi em Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1993

Peixe-boi em Manaus
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14f11324.jpg
Peixe-boi em Manaus
Jorge Bodanzky
Manaus
circa 1993

Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto001.jpg
Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Transamazônica. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto002.jpg
Transamazônica. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Transamazônica. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto003.jpg
Transamazônica. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto004.jpg
Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto005.jpg
Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto006.jpg
Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto007.jpg
Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto008.jpg
Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto009.jpg
Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CX14foto010.jpg
Marabá, viagem de pesquisa para Iracema. Cartões fotográficos que fez para vender
Jorge Bodanzky
Brasil
circa 1973

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00101.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00102.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00103.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00105.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00106.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00107.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00108.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00109.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00110.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00111.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00112.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00113.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00115.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00116.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00117.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00118.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00119.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00120.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00121.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00122.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00123.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00124.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00129.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00132.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00133.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf00134.jpg
Passeata de calouros da Universidade de Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf005.jpg

Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Brasília
1964

Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Brasília
1964

Árvores do cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Árvores do cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_CXAVf011.jpg

Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Brasília
1964

Alunos da UNB ao receberem a notícia do golpe militar através de rádio.
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Alunos da UNB ao receberem a notícia do golpe militar através de rádio.
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Alunos da UNB ao receberem a notícia do golpe militar através de rádio.
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Alunos da UNB ao receberem a notícia do golpe militar através de rádio.
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Jorge Bodanzky no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA);ICA, UNB
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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ICA, UNB
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Alunos da UNB ao receberem a notícia do golpe militar através de rádio.
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Alunos da UNB ao receberem a notícia do golpe militar através de rádio.
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Alunos da UNB ao receberem a notícia do golpe militar através de rádio.
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Alunos da UNB ao receberem a notícia do golpe militar através de rádio.
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Exposição de trabalhos dos alunos, UNB;Athos Bulcão e Luís Humberto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Exposição de trabalhos dos alunos, UNB
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Manifestações estudantis, Brasília. Cartão de Ano Novo
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações estudantis, Brasília. Cartão de Ano Novo
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Manifestações estudantis, Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações estudantis, Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Manifestações estudantis, Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Manifestações estudantis, Brasília
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Em primeiro plano Mario Balaban e em segundo plano Jorge Bodanzky. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_diapUNB6401.jpg
Em primeiro plano Mario Balaban e em segundo plano Jorge Bodanzky. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Em primeiro plano Mario Balaban e em segundo plano Jorge Bodanzky. 1 ou 2 de abril de 1964.
Autoria não identificada
Brasília
1964

Da esquerda para direita: Jorge Bodanzky, com boina na mão, Mario Balaban e Christian Schiel. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Da esquerda para direita: Jorge Bodanzky, com boina na mão, Mario Balaban e Christian Schiel. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Da esquerda para direita: Jorge Bodanzky, com boina na mão, Mario Balaban e Christian Schiel. 1 ou 2 de abril de 1964.
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Em primeiro plano Christian Schiel e em segundo plano Jorge Bodanzky. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Em primeiro plano Christian Schiel e em segundo plano Jorge Bodanzky. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Em primeiro plano Christian Schiel e em segundo plano Jorge Bodanzky. 1 ou 2 de abril de 1964.
Autoria não identificada
Brasília
1964

Da esquerda para direita: Mário Balaban (2º), Christian Schiel (3º) e Jorge Bodanzky (4º, de boina). Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Da esquerda para direita: Mário Balaban (2º), Christian Schiel (3º) e Jorge Bodanzky (4º, de boina). Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Da esquerda para direita: Mário Balaban (2º), Christian Schiel (3º) e Jorge Bodanzky (4º, de boina). 1 ou 2 de abril de 1964.
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Da esquerda para direita, em segundo plano: Jorge Bodanzky, Mário Balaban, de óculos, e Christian Schiel. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Da esquerda para direita, em segundo plano: Jorge Bodanzky, Mário Balaban, de óculos, e Christian Schiel. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Da esquerda para direita, em segundo plano: Jorge Bodanzky, Mário Balaban, de óculos, e Christian Schiel. 1 ou 2 de abril de 1964.
Jorge Bodanzky
Brasília
1964

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR0519.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR0702.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR0707.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR0708.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR1212.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR1227.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR1302.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Edna de Cássia em sua casa, antes das filmagens
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edna de Cássia em sua casa, antes das filmagens
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR20s23n3.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR21s02n8.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Equipe de Iracema: uma transa amazônica (1974), Orlando Senna, Conceição Senna, Jorge Bodanzky, Wolf Gauer, Edna de Cássia (em cima), Paulo César Pereio, Lúcio dos Santos (dono do caminhão) e Achim Tappen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Equipe de Iracema: uma transa amazônica (1974), Orlando Senna, Conceição Senna, Jorge Bodanzky, Wolf Gauer, Edna de Cássia (em cima), Paulo César Pereio, Lúcio dos Santos (dono do caminhão) e Achim Tappen
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Francisco Carneiro
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR21s16n22.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR22s06n32a.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR22s18n9.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Jorge Bodanzky e Achim Tappen
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR23s05n11.jpg
Jorge Bodanzky e Achim Tappen
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR24s19n33.jpg
Ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR24s23n37.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR27s07n7.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIR27s13n13.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00101.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00103.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00104.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00105.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00106.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00108.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00109.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00110.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00111.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00112.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00113.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00114.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00115.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00116.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00117.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00118.jpg
Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Mercado Ver-o-Peso
1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
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1974

Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Jorge Bodanzky
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Teste de atriz com Edna de Cássia para o papel de Iracema no filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Jorge Bodanzky
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Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Círio de Nazaré
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Círio de Nazaré
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Círio de Nazaré
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Círio de Nazaré
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Círio de Nazaré
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Círio de Nazaré
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
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Círio de Nazaré
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Círio de Nazaré
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Autoria não identificada
Belém
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Círio de Nazaré
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Círio de Nazaré
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Autoria não identificada
Belém
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Círio de Nazaré
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Círio de Nazaré
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Autoria não identificada
PA
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
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Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Horst Wiedmann durante as filmagens
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Horst Wiedmann durante as filmagens
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1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Belém
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Autoria não identificada
Belém
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
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Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
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Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Edna de Cássia em sua casa
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Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00810.jpg
Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00811.jpg
Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Orlando Senna e Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00812.jpg
Orlando Senna e Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00813.jpg
Edna de Cássia em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Orlando e Conceição Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Orlando e Conceição Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Paulo César Pereio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Paulo César Pereio
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00901.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00902.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia00903.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Belém
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Belém
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Belém
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
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Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Belém
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Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Comércio
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Comércio
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Comércio
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Comércio
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Autoria não identificada
Belém
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
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Autoria não identificada
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Comércio
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Comércio
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autoria não identificada
Belém
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autoria não identificada
Belém
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Comércio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Comércio
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Comércio
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Comércio
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
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1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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1974

Premiação do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Premiação do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Wolf Gauer
Amazônia
1974

Premiação do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Premiação do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Wolf Gauer
Amazônia
1974

Premiação do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Premiação do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Wolf Gauer
Amazônia
1974

Premiação do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Premiação do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Wolf Gauer
Amazônia
1974

Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Wolf Gauer
Amazônia
1974

Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Wolf Gauer
Amazônia
1974

Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Wolf Gauer
Amazônia
1974

Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Wolf Gauer
Amazônia
1974

Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Transmissão do filme "Iracema: uma transa amazônica" na TV alemã
Wolf Gauer
Amazônia
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia01719.jpg
Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRdia01720.jpg
Divulgação do filme Iracema no Festival de Cannes
Jorge Bodanzky
Cannes
1974

Edna de Cássia como Iracema
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edna de Cássia como Iracema
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01801.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01802.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01803.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01804.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01805.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01806.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01807.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01808.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01809.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01810.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01811.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01812.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01813.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01814.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01815.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01816.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01817.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01818.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01819.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01820.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01821.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01822.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01823.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01824.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01825.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01826.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01827.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01828.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01902.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01903.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01904.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01905.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01906.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01907.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Edna de Cássia e sua família em sua casa
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01908.jpg
Edna de Cássia e sua família em sua casa
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Jorge Bodanzky
Belém
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01909.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01910.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01911.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01912.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01913.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01914.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01915.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01916.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01917.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01919.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01922.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg01923.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg02010.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_FBIRneg02011.jpg
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
PA
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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1974

Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
PA
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Próximo à Rodovia Transamazônica (BR-230)
1974

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1974

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1974

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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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1974

Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Autoria não identificada
Belém
1974

Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Belém
1974

Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Autoria não identificada
Belém
1974

Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Belém
1974

Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
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Belém
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Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Conceição Senna, Edna de Cássia (ao centro), Jorge Bodanzky e Achim Tappen nos ensaios para o filme "Iracema: uma transa amazônica"
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
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Autoria não identificada
Belém
1974

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Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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1974

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1974

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Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Filmagens de "Iracema: uma transa amazônica", com direção de Jorge Bodanzky e Orlando Senna
Autoria não identificada
Belém
1974

Calouros com roupa de estopa desfilam pela avenida W3 segurando cartazes como parte do trote da Universidade de Brasília
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Calouros com roupa de estopa desfilam pela avenida W3 segurando cartazes como parte do trote da Universidade de Brasília
Cartão de Boas Festas e Feliz Ano Novo feito por Jorge Bodanzky
Jorge Bodanzky
Brasília
1965

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Superquadra
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
0018_fotoUNB6411.jpg

Jorge Bodanzky
Terminal Rodoviário de Brasília
1964

-
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky
Torre de TV de Brasília
1964

Exposição de trabalhos dos alunos, UNB;Athos Bulcão e Luís Humberto
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Athos Bulcão e Luís Humberto
Jorge Bodanzky
Brasília
circa 1964

Jorge Bodanzky no cerrado
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no cerrado
Incursão fotográfica com Amélia Toledo
Amélia Toledo
Brasília
circa 1964

Jorge Bodanzky no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA);ICA, UNB
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Jorge Bodanzky no laboratório fotográfico do Instituto Central de Artes (ICA)
Primeiro laboratório fotográfico da Universidade de Brasília (UnB), instalado precariamente em um banheiro do ICA (Instituto Central de Artes). Esse equipamento foi doado pelo acordo Mec-Usaid do governo Kennedy à UnB
Jorge Bodanzky
Universidade de Brasília (UnB)
1964

Vista aérea do parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do parque Ibirapuera
Jorge Bodanzky
Parque do Ibirapuera
circa 1969

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1969

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1969

Vista aérea do Ceagesp
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do Ceagesp
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1969

Vista aérea do edifício Itália
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do edifício Itália
Jorge Bodanzky
Centro
circa 1969

Vista aérea do edifício Copan
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea do edifício Copan
Jorge Bodanzky
Centro
circa 1969

Vista aérea
Arquivo/Coleção: Jorge Bodanzky
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Vista aérea
Jorge Bodanzky
São Paulo
circa 1969

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Cacilda Becker
Não identificado
São Paulo
1957

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Cacilda Becker
Fredi Kleemann
Local não identificado
1960s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Paulo Emílio Salles Gomes
Não identificado
São Paulo
1934

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Miguel Ferreira
Não identificado
São Paulo
1930s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Paulo Emílio Salles Gomes
Não identificado
São Paulo
1934

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado
Lima Barreto
São Paulo
1956

Álbum - Fotografias de São Paulo - 1900
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Álbum - Fotografias de São Paulo - 1900
Álbum com fotografias da cidade de São Paulo, com legenda no suporte secundário, contendo 18 fotografias em gelatina/prata no formato 17,6 x 23,3 (área de margem).
Guilherme Gaensly
São Paulo
1900

Largo e rua São Bento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo e rua São Bento
O largo de São Bento recebe este nome em referência ao mosteiro de São Bento, ali localizado. Destaque para a camisaria Central à esquerda e para o Grande Hotel Paulista ao fundo.
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Casarão dos Barões de Tatuí, rua Direita, próximo ao Viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Casarão dos Barões de Tatuí, rua Direita, próximo ao Viaduto do Chá
Neste ponto da rua Direita começou a ser construída, em 1912, a Praça do Patriarca em homenagem à José Bonifácio,
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Várzea do Mercado e Mercado Caipira
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Várzea do Mercado e Mercado Caipira
O Mercado Caipira, também conhecido como Mercado Velho, ocupava terreno junto à rua 25 de Março, integrando o conjunto da Várzea do Carmo. Esta extensa área seria modificada na década de 1920 pelo projeto paisagístico do Parque Dom Pedro II.
Guilherme Gaensly
Rua 25 de Março
1890s

Residência de Adam von Büllow
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Residência de Adam von Büllow
Adam von Büllow foi dos fundadores da Companhia Antarctica Paulista. Sua residência tinha o mais alto mirante, de onde eram feitas a maioria das vistas panorâmicas conhecidas da avenida Paulista.
Guilherme Gaensly
Centro
1900s

Mercadinho da avenida São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mercadinho da avenida São João
O Mercadinho da avenida São João, inaugurado em 1890, era um edifício totalmente construído com peças metálicas. Ficava em frente ao Correio Central, no Anhangabaú, sendo demolido por volta de 1913.
Guilherme Gaensly
Centro
1900s

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da Sé
Guilherme Gaensly
Centro
1900s

Avenida São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida São João
Bondes atravessando a rua São João, ao lado do Teatro Politeama.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1902

Praça da República, Escola Normal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da República, Escola Normal
Prédio da Escola Normal, localizado na Praça da República. Inaugurado em 1894, o projeto é de Ramos de Azevedo, posteriromente a escola passou a se chamar Caetano de Campos.
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Jardim do Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim do Palácio do Governo
Em primeiro plano casas e comércios. Ao fundo, o Largo do Palácio tendo, à direita, o edifício do Tesouro, projeto de Ramos de Azevedo.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1893

Vista panorâmica do Gasômetro e do bairro do Brás.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Gasômetro e do bairro do Brás.
Guilherme Gaensly
Brás
1890s

Largo e rua do Tesouro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo e rua do Tesouro
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Politécnica
Atualmente pertence à Universidade de São Paulo - USP. A Escola Politécnica é a primeira escola de engenharia do Estado de São Paulo, fundada em 1893.
Guilherme Gaensly
Luz
circa 1893

Palácio do Governo e Secretaria de Agricultura
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio do Governo e Secretaria de Agricultura
Fachada do Palácio do Governo.
Guilherme Gaensly
Centro
1890s

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação da Luz
A Estação da Luz foi construída no final do século XIX.
Guilherme Gaensly
Luz
1890s

Alto da Serra - São Paulo Railway
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Alto da Serra - São Paulo Railway
Vista da estrada de ferro São Paulo Railway e uma de suas estações na serra do Mar.
Guilherme Gaensly
Serra do Mar
1890s

Balneário do Guarujá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Balneário do Guarujá
Vista do hotel que existiu no Guarujá durante a última década do século 19. Totalmente importado dos Estados Unidos, era construído em madeira e foi montado juntamente com um cassino, igreja e 46 chalés, parte de um empreendimento constituído em 1892 por Elias Fausto Pacheco Jordão, um dos sócios da Companhia Prado Chaves Exportadora, voltado à exploração do balneário. Foi destruído em dezembro de 1897 por um incêndio e reconstruído em alvenaria, com feições muito diferentes da primeira.
Guilherme Gaensly
Praia de Pitangueiras
circa 1894

Inauguração do primeiro bonde elétrico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração do primeiro bonde elétrico
Concentração popular na inauguração do primeiro bonde elétrico em São Paulo.
Guilherme Gaensly
Piracicaba e Bom Retiro
6 de maio de 1900

Rua Direita
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Direita
Rua Direita, na altura do Largo da Misericórdia. Inicialmente denominada "Direita de Santo Antonio" e depois "Direita da Misericórdia".
Guilherme Gaensly
Centro
1898

Carnaval em Salvador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Carnaval em Salvador
Carnaval em Salvador, ao lado do teatro São João (incendiado em 1923). Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Salvador
circa 1910

Carnaval no largo do Teatro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Carnaval no largo do Teatro
Carnaval no largo do Teatro, atual praça Castro Alves. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Atual praça Castro Alves
circa 1910

Carnaval no largo do Pelourinho
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Carnaval no largo do Pelourinho
Carnaval no largo do Pelourinho, com grande movimento de transeuntes. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Largo do Pelourinho
circa 1910

Vista de praia - álbum de amador navegante
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de praia - álbum de amador navegante
Pequena praia na orla marítima de Salvador. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Salvador
circa 1910

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro Municipal
Em estilo eclético, o Teatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Teatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Vale do Anhangabaú ; Centro
circa 1915

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Barra. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha Fiscal
Vista da Ilha Fiscal. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha das Cobras
Ilha das Cobras vista da baía. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Primeiro de Março
Vista da rua Primeiro de Março, com a igreja do Carmo ao fundo. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910

Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Vista de edificações que compõem o Corpo de Bombeiros. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Praça da República, Centro
circa 1910

Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Aspecto de uma das edificações do Corpo de Bombeiros. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Praça da República, Centro
circa 1910

Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Vista das edificações que compõem o Corpo de Bombeiros. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Praça da República, Centro
circa 1910

Fachada do Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada do Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Avenida Rio Branco
circa 1910

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Monroe
Fachada do Palácio Monroe, antiga sede do Senado Federal. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1910

Palácio Amarelo, em primeiro plano o Chafariz da Águia.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Amarelo, em primeiro plano o Chafariz da Águia.
Vista do Palácio Municipal, atual prefeitura de Petrópolis. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Centro Histórico, praça Visconde de Mauá
circa 1910

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Vegetação do Jardim Botânico. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Bairro Jardim Botânico
circa 1910

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Aleia de palmeiras no Jardim Botânico. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Bairro Jardim Botânico
circa 1910

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Aleia de palmeiras no Jardim Botânico. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Bairro Jardim Botânico
circa 1910

Templo Neoclássico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Templo Neoclássico
Após a demolição do Templo, na década de 1930, foi transposto para o mesmo local, em 1940, o Portal da Real Academia de Belas Artes. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Aleia Barbosa Rodrigues ; Jardim Botânico
circa 1910

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Estátua no interior do Jardim Botânico. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Bairro Jardim Botânico
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
Pão de Açúcar visto de Santa Tereza. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Santa Tereza
circa 1910

Vista da lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da lagoa Rodrigo de Freitas
Vista a partir da Vista Chinesa, no Alto da Tijuca, com a lagoa Rodrigo de Freitas ao centro, Corcovado à esquerda e, ao fundo, o Pão de Açúcar e a enseada de Botafogo. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1910

Vista da lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da lagoa Rodrigo de Freitas
Vista a partir da Vista Chinesa, no Alto da Tijuca, com a lagoa Rodrigo de Freitas ao centro, Corcovado à esquerda e, ao fundo, o Pão de Açúcar e a enseada de Botafogo. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1910

Vista de rua comercial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de rua comercial
Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910

Vista da lagoa Rodrigo de Freitas, Ipanema e Leblon.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da lagoa Rodrigo de Freitas, Ipanema e Leblon.
Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1910

Vista da enseada de Botafogo e Pão de Açúcar a partir do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da enseada de Botafogo e Pão de Açúcar a partir do Corcovado
Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Morro do Corcovado
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Baía de Guanabara. À esquerda, a antiga Escola Militar, já reformada, juntamente com outros pavilhões da Exposição de 1908 na praia Vermelha. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Entrada da Barra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Entrada da Barra
A entrada da Barra vista da Baía de Guanabara com Corcovado ao fundo. À esquerda, o forte de Santa Cruz. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Baía de Guanabara. À esquerda, a antiga Escola Militar, já reformada, juntamente com outros pavilhões da Exposição de 1908 na praia Vermelha. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Baía de Guanabara
Vista da cidade a partir da baía de Guanabara. À direita, Ilha Fiscal, as torres sineiras e a cúpula da igreja da Candelária. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
O Pão de Açúcar visto da entrada da Baía de Guanabara. À esquerda, a antiga Escola Militar, já reformada, juntamente com outros pavilhões da Exposição de 1908 na praia Vermelha. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1910

Embarque de um bloco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Embarque de um bloco
Guindaste colocando bloco, provavelmente de granito, em embarcação.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Pedra fundamental das obras do Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pedra fundamental das obras do Porto de Santos
Operários e engenheiros, um deles chamado Guilherme Benjamin Weinschenck, posando em frente e em cima da pedra fundamental das obras do porto de Santos, entre Paquetá e os Outeirinhos. Inscrita nele, 5.out.1901, data dessa cerimônia.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Experiência do primeiro bloco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Experiência do primeiro bloco
Guindaste içando bloco de concreto referido na imagem anterior (001AAN008002) e operários acompanhando o trabalho. Guilherme Benjamin Weinschenck, engenheiro da Companhia Docas de Santos, responsável pela obra do porto, ao centro; e, à direita, Francisco de Paula Ribeiro, supervisor da Companhia Docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Goliath, guindaste de 80 toneladas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Goliath, guindaste de 80 toneladas
Guindaste de nome Goliath, com capacidade para 80 toneladas e operários posando ao lado da máquina.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Avançamento dos blocos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avançamento dos blocos
Trabalho de transporte de blocos no porto de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Avançamento da muralha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008006.jpg
Avançamento da muralha
Guindaste trabalhando na construção de muralha no porto de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Titan, guindaste de 80 toneladas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008007.jpg
Titan, guindaste de 80 toneladas
Guindaste de nome Titan, com capacidade para 80 toneladas, içando bloco de concreto; operários acompanhando o trabalho.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Samsão, guindaste de 80 toneladas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008008.jpg
Samsão, guindaste de 80 toneladas
Guindaste de nome Samsão, com capacidade para 80 toneladas, transportando bloco para a construção do porto.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Sino hidráulico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008009.jpg
Sino hidráulico
Sino hidráulico, utilizado para auxiliar nas perfurações de rochas.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Guinchos do estaleiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008010.jpg
Guinchos do estaleiro
Estaleiro com guinchos para puxar embarcações.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Máquina compressora dos guindastes hidráulicos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008011.jpg
Máquina compressora dos guindastes hidráulicos
Máquina compressora de guindastes hidraúlicos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Embarque de café no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008012.jpg
Embarque de café no cais
Estivadores transportando sacas de café para navio.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Embarque de café no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008013.jpg
Embarque de café no cais
Estivadores transportando sacas de café para navio.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vapor descarregando carvão no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008014.jpg
Vapor descarregando carvão no cais
Navio descarregando carvão no cais.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vapor em descarga no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008015.jpg
Vapor em descarga no cais
Navio "San Nicolas" no cais, descarregando produtos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Transatlântico atracado aos cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008016.jpg
Transatlântico atracado aos cais
Navio transatlântico "Prinz Sigismund" atracado no cais.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Escavador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008017.jpg
Escavador
Escavadora utilizada para retirar lastro para as obras de construção do cais do Porto de Santos. Em segundo plano, vagões- gôndola alinhados para receber a carga.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Central das perfuradoras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008018.jpg
Central das perfuradoras
Vista interna de galpão que abriga máquinas perfuradoras.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Perfuradoras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008019.jpg
Perfuradoras
Operários fazendo perfurações provavelmente na pedreira do Jabaquara, para retirar pedras para a construção do cais.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vista geral do estaleiro de blocos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008020.jpg
Vista geral do estaleiro de blocos
Vista de estaleiro com blocos de pedra para construção de muralha do Cais de Paquetá a Outeirinhos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vista do cais com a alfândega
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008021.jpg
Vista do cais com a alfândega
Vista do cais e casa alfandegária. Ao longe, os escritórios da Cia. Docas.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vista do cais com o guindaste de 24 toneladas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008022.jpg
Vista do cais com o guindaste de 24 toneladas
Guindaste no cais, com capacidade para 24 toneladas. Ao fundo, uma locomotiva Krauss puxa um vagão box da SPR.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Vista do cais com a casa de máquinas nº 2
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008023.jpg
Vista do cais com a casa de máquinas nº 2
Vista do Cais com os escritórios da Cia. Docas e casa de máquinas nº 2.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Casa da máquina compressora nº 2
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008024.jpg
Casa da máquina compressora nº 2
Casa que abriga máquina compressora de guindastes nº 2 e os escritórios da Cia. Docas.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Embarcações da companhia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008025.jpg
Embarcações da companhia
Embarcações da companhia Docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Rebocadores da companhia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008026.jpg
Rebocadores da companhia
Rebocadores da companhia Docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Um batelão no estaleiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008027.jpg
Um batelão no estaleiro
Batelão para desembarque de cargas em estaleiro.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Draga com batelão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008028.jpg
Draga com batelão
Draga para retirar areia e lodo do fundo do mar, junto a batelão.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Lanchas da Companhia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008029.jpg
Lanchas da Companhia
Pequenas embarcações da Companhia Docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Novas oficinas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008030.jpg
Novas oficinas
Novas oficinas em construção no porto de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Novas oficinas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008031.jpg
Novas oficinas
Novas oficinas em construção no porto de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Antigas oficinas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN008032.jpg
Antigas oficinas
Interior de antigas oficinas das docas de Santos.
Autoria não identificada
Porto
circa 1901

Viagem pelo navio Lancaster
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014.jpg
Viagem pelo navio Lancaster
Álbum de um viajante com fotografias do Brasil, Estados Unidos, Uruguai e Inglaterra. Há índicios que o álbum pertencia a um fotógrafo americano (segundo Pedro Corrêa do Lago), pois estão com legendas em inglês e o navio possui a bandeira americana. Há entre as fotografias uma com autoria do inglês Fitzpatrick. O álbum também possui um conjunto de albuminas de Marc Ferrez, com paisagens do Rio de Janeiro.
Autoria não identificada
circa 1895

Navio Lancaster
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014001.jpg
Navio Lancaster
Autoria não identificada
circa 1895

Vista do porto em Santa Lúcia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014002.jpg
Vista do porto em Santa Lúcia
Santa Lúcia é um país insular das Pequenas Antilhas, no Caribe, próximo à Martinica, São Vicente, Granadinas e Barbados. Seu nome foi dado por Cristóvão Colombo, que ali esteve, em 1502.
Autoria não identificada
Castries
circa 1895

Vista de Santa Lúcia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014003.jpg
Vista de Santa Lúcia
Santa Lúcia é um país insular das Pequenas Antilhas, no Caribe, próximo à Martinica, São Vicente, Granadinas e Barbados. Seu nome foi dado por Cristóvão Colombo, que ali esteve, em 1502.
Autoria não identificada
Castries
1897

Vista de Santa Lúcia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014004.jpg
Vista de Santa Lúcia
Santa Lúcia é um país insular das Pequenas Antilhas, no Caribe, próximo à Martinica, São Vicente, Granadinas e Barbados. Seu nome foi dado por Cristóvão Colombo, que ali esteve, em 1502.
Autoria não identificada
Castries
circa 1895

Grupo de Marinheiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014005.jpg
Grupo de Marinheiros
Autoria não identificada
circa 1895

Grupo de homens
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014006.jpg
Grupo de homens
Autoria não identificada
1896

Grupo de Marinheiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014007.jpg
Grupo de Marinheiros
Autoria não identificada
Montevidéu
1897

Explosão aérea de dinamite
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014008.jpg
Explosão aérea de dinamite
Autoria não identificada
circa 1895

Assassinato do Presidente Borda
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014009.jpg
Assassinato do Presidente Borda
Fotografia do assassinato do Presidente Borda.
Fitzpatrick
Montevidéu
25 de agosto de 1897

Entrada da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014010.jpg
Entrada da Baía de Guanabara
Entrada externa da baía de Guanabara, vista de Niterói, tendo ao fundo a cadeia montanhosa da cidade.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014011.jpg
Escola Militar
A Escola Militar tem suas origens relacionadas à Escola Politécnica, antiga Escola Central, localizada no Largo de São Francisco de Paula no prédio erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. A Escola Politécnica estava ligada a Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o Largo de São Francisco. Em 1851 passou pela primeira grande reforma, que a dividiu em duas: a Escola Militar propriamente dita e a de Aplicação, instalada provisoriamente na fortaleza de São João. Posteriormente, graças à intervenção do Ministro da Guerra Jerônimo Coelho, a Escola Militar passou a denominar-se Central, dedicada especialmente ao aperfeiçoamento científico dos seus alunos, e a de Aplicação, na Praia Vermelha, transformou-se em 1859 em Militar e de Aplicação. Em 1874, a totalidade do ensino militar passou para a escola da Praia Vermelha.
Marc Ferrez
Praia Vermelha
circa 1880

Pedra do Indio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014012.jpg
Pedra do Indio
Pedra de Itapuca, que significa "pedra furada", na praia de Icaraí, Niterói. Icaraí era propriedade do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro; no século XIX foi aberta uma passagem à beira-mar, no local onde fica a pedra, quando do incremento do povoamento do bairro.
Marc Ferrez
Praia de Icaraí
circa 1880

Corcovado - Caminho do Aqueduto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014013.jpg
Corcovado - Caminho do Aqueduto
Ao que tudo indica, o caminho apresentado na imagem trata-se da estrada do Silvestre, assim batizada por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. A chácara ficava no fim da rua do Aqueduto (atual Almirante Alexandrino), lugar da futura estação de trem do Corcovado. É provável que essa estrada seja um dos primeiros caminhos que levavam ao Corcovado.
Marc Ferrez
Estrada do Silvestre
circa 1886

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014014.jpg
Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca, localizada no Parque Nacional da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, na qual está inserida a Floresta da Tijuca. A Tijuca foi uma das áreas em que os primeiros colonizadores estabeleceram suas lavouras de café ou engenhos de açúcar, como o governador Salvador Correia de Sá. Por volta da década de 1850, o major Manuel Archer foi incumbido de reflorestar a área, em grande parte devastada pelas lavouras, começando aí a formação do parque.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista do Porto do Rio desde o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014015.jpg
Vista do Porto do Rio desde o Morro do Castelo
Vista da praça Dom Pedro II, atual XV de Novembro, e do porto da cidade, a partir do Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014016.jpg
Praça XV de Novembro
A Praça D. Pedro II passou a ser assim chamada no Segundo Reinado. Apesar disso, a área era chamada pela população - até pelo menos o início do século XX - Largo do Paço, por causa do palácio real, e depois imperial, mandado construir por Gomes Freire (futuro Conde de Bobadela) no século XVIII. Foi inicialmente destinado a ser sede do governo e casa dos governadores. Seus alicerces foram fincados em frente ao convento do Carmo, no lugar antes ocupado pela Casa da Moeda. A praça também já havia sido chamada Largo do Rócio e Terreiro da Polé (porque ali ficava o pelourinho, popularmente chamado polé). Em 1889, com a Proclamação da República, a praça passa definitivamente a chamar-se Praça XV de Novembro. A praça foi remodelada em 1894, ganhando um novo jardim com um monumento em homenagem à memória do General Osório, feita por Rodolfo Bernardelli.
Marc Ferrez
Centro
1897

Grupo de Marinheiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014017.jpg
Grupo de Marinheiros
Autoria não identificada
circa 1895

Interior de Navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014018.jpg
Interior de Navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
1895

Navio aportado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014019.jpg
Navio aportado
Autoria não identificada
Havana
circa 1895

Navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014020.jpg
Navio
Autoria não identificada
Nova York
1898

Interior do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014021.jpg
Interior do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Interior do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014022.jpg
Interior do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homens no cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014023.jpg
Homens no cais
Autoria não identificada
circa 1895

Bandeira na proa do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014024.jpg
Bandeira na proa do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homem com luneta na proa do Navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014025.jpg
Homem com luneta na proa do Navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homens lutando no interior de navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014026.jpg
Homens lutando no interior de navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homens trabalhando no interior do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014027.jpg
Homens trabalhando no interior do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Grupo de marinheiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014028.jpg
Grupo de marinheiros
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Marinheiros no interior do navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014029.jpg
Marinheiros no interior do navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Homens lutando no interior de navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014030.jpg
Homens lutando no interior de navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Marinheiros posando em navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014031.jpg
Marinheiros posando em navio
Autoria não identificada
Navio Lancaster
circa 1895

Marinheiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014032.jpg
Marinheiro
Autoria não identificada
Navio Lancaster
1898

Abadia de Westminster
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014033.jpg
Abadia de Westminster
A Igreja do Colegiado de São Pedro em Westminster mais conhecida como Abadia de Westminster é uma grande igreja em estilo gótico na Cidade de Westminster, sendo considerada a igreja mais importante de Londres e, algumas vezes, de toda a Inglaterra. É famosa mundialmente por ser o local de coroação do Monarca do Reino Unido.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Monumento dedicado ao Almirante Nelson
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Monumento dedicado ao Almirante Nelson
Em destaque na Trafalgar Square, está o monumento dedicado ao Almirante Nelson, que liderou a Marinha Real na costa de Cadis, Espanha. Trata-se da Nelson’s Column (Coluna de Nelson), protegida por quatro leões de bronze a seus pés. Dois anos depois da conclusão do monumento, foram acrescentadas duas fontes à praça.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Interior da Abadia de Westminster
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014035.jpg
Interior da Abadia de Westminster
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Canto dos Poetas - Abadia de Westminster
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Canto dos Poetas - Abadia de Westminster
Local na Abadia onde estão enterrados ou receberam homenangens os grandes nomes da literatura inglesa, como como William Shakespeare, T.S. Elliot e Dylan Thomas.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Palácio de Buckingham
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014037.jpg
Palácio de Buckingham
O Palácio de Buckingham é a residência oficial e principal local de trabalho do Monarca do Reino Unido em Londres. Localizado na Cidade de Westminster, o palácio é frequentemente o centro de ocasiões de estado e hospitalidade real.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Rotten Row
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014038.jpg
Rotten Row
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Vista de ponte
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014039.jpg
Vista de ponte
Autoria não identificada
Genebra
circa 1895

Vista de navio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014040.jpg
Vista de navio
Autoria não identificada
circa 1895

A Torre de Londres
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014041.jpg
A Torre de Londres
Her Majesty's Royal Palace and Fortress The Tower of London, mais comumente chamada como Tower of London, é um monumento histórico situado no Centro de Londres, Inglaterra na margem Norte do Tamisa.
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Vista de Portland
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014042.jpg
Vista de Portland
Portland é uma cidade no noroeste dos Estados Unidos, perto da confluência dos rios Willamette e Columbia, no estado do Oregon.
Autoria não identificada
Oregon
circa 1895

Parlamento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014043.jpg
Parlamento
Palácio de Westminster, também conhecido como Casas do Parlamento, é o palácio londrino onde estão instaladas as duas Câmaras do Parlamento do Reino Unido (a Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns).
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Homens posando em trem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014044.jpg
Homens posando em trem
Autoria não identificada
circa 1895

Homens em zona rural
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014045.jpg
Homens em zona rural
Autoria não identificada
circa 1895

Homens em linha férrea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014046.jpg
Homens em linha férrea
Autoria não identificada
circa 1895

Grupo de homens em frente a uma casa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN014047.jpg
Grupo de homens em frente a uma casa
Autoria não identificada
circa 1895

De São Paulo a Cachoeira do Marimbondo em automóvel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024.jpg
De São Paulo a Cachoeira do Marimbondo em automóvel
Álbum vernacular, que retrata a viagem de uma família pela cachoeira do Marimbondo. Localizadas no Rio Grande, na fronteira com Minas Gerais, o complexo era formado pelas cachoeiras do Ferrador, um paredão com cerca de 28 metros de altura, da Andorinha e dos Patos.
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Família Benigno Correa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024001.jpg
Família Benigno Correa
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Família Benigno Correa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024002.jpg
Família Benigno Correa
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Grupo em frente a um casebre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024003.jpg
Grupo em frente a um casebre
Autoria não identificada
Rio Pardo
1923

Grupo em frente a um automóvel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024004.jpg
Grupo em frente a um automóvel
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Ponte sobre o rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024005.jpg
Ponte sobre o rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Automóvel sobre a ponte do rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024006.jpg
Automóvel sobre a ponte do rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Grupo na ponte do rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024007.jpg
Grupo na ponte do rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Raphael sobre a ponte do Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024008.jpg
Raphael sobre a ponte do Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024009.jpg
Rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024010.jpg
Rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Rio Pardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024011.jpg
Rio Pardo
Autoria não identificada
Estrada Guahyra-Barretos
1923

Trecho da Estrada Guahyra-Barretos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024012.jpg
Trecho da Estrada Guahyra-Barretos
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Grupo na  Estrada Guahyra-Barretos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024013.jpg
Grupo na Estrada Guahyra-Barretos
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Automóvel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024014.jpg
Automóvel
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Grupo ao lado de automóvel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024015.jpg
Grupo ao lado de automóvel
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Vista da Barretos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024016.jpg
Vista da Barretos
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Vista de casas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024017.jpg
Vista de casas
Autoria não identificada
Barretos
1923

Estação da estrada de ferro Paulista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024018.jpg
Estação da estrada de ferro Paulista
Autoria não identificada
Barretos
1923

Vista de campo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024019.jpg
Vista de campo
Autoria não identificada
Estrada Barretos-Marimbondo
1923

Grupo de pessoas com automóvel ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024020.jpg
Grupo de pessoas com automóvel ao fundo
Autoria não identificada
Estrada Barretos-Marimbondo
1923

O cruzeiro do Marimbondo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024021.jpg
O cruzeiro do Marimbondo
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Cachoeira do Marimbondo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024022.jpg
Cachoeira do Marimbondo
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

Cachoeira do Marimbondo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024023.jpg
Cachoeira do Marimbondo
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

Cachoeira das Andorinhas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cachoeira das Andorinhas
Autoria não identificada
Rio Pardo
1923

O Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024025.jpg
O Ferrador
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

O Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024026.jpg
O Ferrador
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024027.jpg
Ferrador
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024028.jpg
Ferrador
Autoria não identificada
Rio Grande
1923

A última garganta do Ferrador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAN024029.jpg
A última garganta do Ferrador
Autoria não identificada
Cachoeira do Marimbondo
1923

Fotografias da Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007-Apresentacao.jpg
Fotografias da Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
Vistas da via férrea que liga Curitiba a Paranaguá, através da Serra do Mar. O primeiro trecho, de Paranaguá a Morretes, foi inaugurado em 17 de novembro de 1883. Entre Morretes e Roça Nova há 14 túneis, trecho considerado "o maior atestado da capacidade e arrojo da engenharia brasileira". Em 5 de fevereiro de 1885 foi inaugurado o trecho entre Morretes e Curityba, com a presença do imperador D. Pedro II e a princesa Isabel. A linha possui 110 km de extensão, 14 túneis, 57 pontes, 15 viadutos, 9 caixas d'água, 9 estações e 5 postos telegráficos (paradas).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Álbum Fotografias da Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007.jpg
Álbum Fotografias da Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
Vistas da via férrea que liga Curitiba a Paranaguá, através da Serra do Mar. O primeiro trecho, de Paranaguá a Morretes, foi inaugurado em 17 de novembro de 1883. Entre Morretes e Roça Nova há 14 túneis, trecho considerado "o maior atestado da capacidade e arrojo da engenharia brasileira". Em 5 de fevereiro de 1885 foi inaugurado o trecho entre Morretes e Curityba, com a presença do imperador D. Pedro II e a princesa Isabel. A linha possui 110 km de extensão, 14 túneis, 57 pontes, 15 viadutos, 9 caixas d'água, 9 estações e 5 postos telegráficos (paradas).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Praça Eufrásio Correia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça Eufrásio Correia
Vista da praça Eufrásio Correia. A praça era sede do edifício da Estação da Estrada de Ferro do Paraná, arrendada à Cia. S.P.R.G.
Arthur Wischral
Curitiba
1928

Pinhais, altura 885,21 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007002.jpg
Pinhais, altura 885,21 metros
Vista panorâmica da estação Pinhais, destacando-se a fábrica de telhas "Ceramica de Pinhaes", considerada na época uma importante exportadora do Brasil.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Piraquara - km 87,350, altura 896,91 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007003.JPG
Piraquara - km 87,350, altura 896,91 metros
Vista da entrada da estação Piraquara.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Piraquara - km.87,350, altura 896,91 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007004.jpg
Piraquara - km.87,350, altura 896,91 metros
Vista da Villa Deodoro, em Piraquara, considerado um dos promissores centros de progresso do Paraná.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Roça Nova - km.80,500, altura 950,00 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Roça Nova - km.80,500, altura 950,00 metros
Vista panorâmica da estação Roça Nova, no trecho onde se encontra o pórtico da serra e se inicia sua descida.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Roça Nova - km.80,500, altura 950,00 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007006.jpg
Roça Nova - km.80,500, altura 950,00 metros
Vista panorâmica da estação Roça Nova, no trecho onde se encontra o pórtico da serra e se inicia sua descida.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 14
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007007.jpg
Túnel nº 14
O túnel nº 14 é o primeiro da descida da serra, com 429 metros de comprimento, situado no km. 80 (Roça Nova).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Banhado - km.74,400, altura 858,00 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Banhado - km.74,400, altura 858,00 metros
Vista da estação do Banhado, com seu triângulo de reversão. Aí se montavam trens destinados à capital, Curitiba, e Paranaguá, e também à Marinha.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Casa Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Casa Ipiranga
A Casa Ipiranga, em estilo suíço, era um posto telefônico.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Desvio Ipiranga, km. 66,800, altura 686,45 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Desvio Ipiranga, km. 66,800, altura 686,45 metros
O desvio Ipiranga era um importante ponto de passagem de trens de cargas e mistos.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte sobre o rio Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte sobre o rio Ipiranga
Localizada no km 66,489, é a maior ponte sobre o rio Ipiranga, medindo 51,80 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista do rio Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do rio Ipiranga
Vista do rio Ipiranga, considerada como uma dos mais belas da linha férrea, tomada de cima de uma ponte.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vale do rio Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vale do rio Ipiranga
Ponto onde se iniciam os declives mais acentuados.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

A serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007014.jpg
A serra
Vista da serra (paredão) que pode ser vista a aproximadamente dois metros de distância pelos passageiros do trem.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
"Garganta" formada pelo Pico do Diabo (à esquerda) e outro morro, entre cortada pelo rio Ipiranga, cuja queda d'água chama-se "Véu da Noiva".
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007016.jpg
Vale do rio Ipiranga (o Véu da Noiva)
"Garganta" formada pelo Pico do Diabo e outro morro, entrecortada pelo rio Ipiranga, cuja queda d'água chama-se "Véu da Noiva".
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Aspecto da cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, situada no km 66.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, km 66
Aspecto da cascata "Véu da Noiva", no rio Ipiranga, situada no km 66.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 13 - Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 13 - Ipiranga
O túnel nº 13, com comprimento de 65,60 metros é situado no km 65,800.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 13 - Ipiranga
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007020.jpg
Túnel nº 13 - Ipiranga
Trecho da ferrovia e do rio Ipiranga. A topografia do local é de forte declive.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

À beira do abismo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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À beira do abismo
Trem de carga em trecho crítico da serra.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túneis nº 12 e 11
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túneis nº 12 e 11
O túnel nº 12 mede 28 metros e o nº 11, 155,50 metros. Foram perfurados através de rochedos de granito.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

O Pico do Diabo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007023.jpg
O Pico do Diabo
Vista do Pico do Diabo a partir do ponto descrito na imagem anterior.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 12
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007024.jpg
Túnel nº 12
Vista dos túneis 11 e 12 a partir do "Pico do Diabo". Vê-se pontilhão situado na entrada do túnel nº 11 e uma fenda aberta naturalmente na rocha.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Locomotiva
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007025.jpg
Locomotiva
Locomotiva operando com força máxima para vencer a subida da serra, na saída do túnel nº 13.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista de um túnel através de outro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007026.jpg
Vista de um túnel através de outro
Fendas de dois túneis.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túneis nº 12 e 11
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007027.jpg
Túneis nº 12 e 11
Trecho entre os túneis 11 e 12, visto de dentro de um deles.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Locomotiva
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007028.jpg
Locomotiva
Trem passando entre os túneis 11 e 12. Ao fundo, o Pico do Diabo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Aspectos de nova subida
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007029.jpg
Aspectos de nova subida
Trem provavelmente em aclive. Do ponto de onde foi tomada a vista pode-se ver o mar, a cidade de Morretes e o litoral paranaense.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Aspectos de nova subida
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007030.jpg
Aspectos de nova subida
Trecho na entrada do túnel nº 10, vendo-se parte do morro do Marumbi. Ao lado do túnel, a boca de um velho túnel abandonado. Do ponto de onde foi tomada a vista pode-se ver o mar, a cidade de Morretes e o litoral paranaense.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Cruzeiro em homenagem à pessoa falecida - Km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007031.JPG
Cruzeiro em homenagem à pessoa falecida - Km 65
Local onde foram mortos o Barão do Serro Azul e outros mártires durante a revolução de 6 de Setembro de 1893.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista panorâmica do posto telegráfico do "Cadeado"- Km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do posto telegráfico do "Cadeado"- Km 65
Vista do posto telegráfico do Cadeado e trecho da linha férrea em declive.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Entrada do túnel nº 10 - Km. 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007033.jpg
Entrada do túnel nº 10 - Km. 65
Entrada do túnel nº 10. Tem 223,75 metros de extensão, sendo situado em rocha de granito.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Saída do túnel nº 10 - Km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007034.jpg
Saída do túnel nº 10 - Km 65
Saída do túnel nº 10. Tem 223,75 metros de extensão, sendo situado em rocha de granito.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 9 - Km 64,300
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007035.jpg
Túnel nº 9 - Km 64,300
Boca do túnel nº 9, que tem 55,30 metros de extensão, situado no km 64,300.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto Conselheiro Sinimbu - Km 64,293
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007036.JPG
Viaduto Conselheiro Sinimbu - Km 64,293
Vista do viaduto Conselheiro Sinimbú, situado no km 64,293.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 8 - Km 64
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007037.jpg
Túnel nº 8 - Km 64
Vista do túnel nº 8, ao fundo, situado no km 64, que tem comprimento de 49,60 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem em curva da ferrovia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007038.JPG
Trem em curva da ferrovia
Vista da linha férrea entre rochedos, onde passa o viaduto Conselheiro Sinimbú, com 61,80 metros de comprimento.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Transpondo abismos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007039.jpg
Transpondo abismos
Trem passando sobre viaduto Conselheiro Sinimbú.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

O mesmo viaduto visto de um flanco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007040.jpg
O mesmo viaduto visto de um flanco
Vista lateral do viaduto Conselheiro Sinimbú. Ao fundo, o morro Marumbi.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista de rio e mata
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de rio e mata
Vista de rio e mata, situados muito próximos da linha férrea.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista do morro do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do morro do Marumbi
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Posto telegráfico do "Cadeado"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Posto telegráfico do "Cadeado"
Casa que abriga o posto telegráfico do "Cadeado" e ao fundo, o morro do Marumbi. O imperador D. Pedro II passou por essa casa na ocasião da inauguração da linha férrea, em 1885.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista geral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007044.jpg
Vista geral
Em primeiro plano, caixa d'água, linha férrea e, ao fundo, parada Engenheiro Lange e cadeia de morros que ladeia o litoral.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Amanhecer na serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Amanhecer na serra
Cadeia de morros coberta por nuvens.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Km 61 a 63
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Km 61 a 63
Em primeiro plano, a linha férrea, cercada por morros, o Marumbi ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 7 - km 63,100
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 7 - km 63,100
Vista do túnel nº 7, mais conhecido como "Túnel da Roseira". O nome teria origem na história de uma jovem que caíra do abismo e ali teria plantado roseiras. Ele mede 41,70 metros e a ponte que o sucede tem 32,64 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 7 - km 63,100
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 7 - km 63,100
Vista do túnel nº 7, mais conhecido como "Túnel da Roseira". O nome teria origem na história de uma jovem que caíra do abismo e ali teria plantado roseiras. Ele mede 41,70 metros e a ponte que o sucede tem 32,64 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trecho da ferrovia e o túnel nº 7
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trecho da ferrovia e o túnel nº 7
Linha férrea em primeiro plano, seguida do túnel nº 7.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 6 - km 62,800
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Túnel nº 6 - km 62,800
Linha férrea entre níveis. O túnel nº 6, que se vê ao fundo, tem 54,50 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Marumbi
Vista do morro do Marumbi, com 1310 m de altitude, e mata ao redor.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

O Marumbi, visto pela base
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O Marumbi, visto pela base
Vista do Morro do Marumbi e mata ao redor.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vistas do Marumby - Km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vistas do Marumby - Km 65
Vista do morro do Marumbi e mata ao redor.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

A esfinge - Serra do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A esfinge - Serra do Marumbi
Vista do morro do Marumbi a partir de Engenheiro Lange, com casa ao pé do morro.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte de São João, km 62,380
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de São João, km 62,380
Vista da ponte de São João.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte de São João, km 62,380
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de São João, km 62,380
Vista da ponte de São João, em segundo plano.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte São João
Vista da ponte São João a partir de um plano inferior. Vêem-se as colunas metálicas de sustentação da ponte.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Sobre a ponte
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007058.JPG
Sobre a ponte
Trem de passageiros atravessando a ponte São João.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte de São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de São João
Trem atravessando a ponte São João.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte São João vista de flanco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007060.jpg
Ponte São João vista de flanco
Vista da ponte São João a partir de nível inferior; colunas metálicas em primeiro plano.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

A ponte de São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A ponte de São João
Vista da ponte São João, a partir de nível ligeiramente superior. Vê-se trem em segundo plano. Segundo descrição no álbum, sua altura é de 58 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Entrada da ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007062.jpg
Entrada da ponte São João
Vista de parte da estrutura metálica, na entrada da ponte São João. Ao fundo, outra ponte.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem na ponte de São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trem na ponte de São João
Trem de carga atravessando a ponte São João, visto de um nível inferior. Segundo descrição no álbum, suporta peso de aproximadamente 400 toneladas.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista geral da ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista geral da ponte São João
Vista panorâmica da ponte São João entre morros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem sobre a ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trem sobre a ponte São João
Trem de carga atravessando a ponte São João. Segundo descrição no álbum, a ponte tem 110 metros de comprimento e "vãos" variando entre 12 e 70 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte São João
Aspecto da ponte São João, vista de um plano inferior. Segundo descrição no álbum, a ponte tem 110 metros de comprimento e "vãos" variando entre 12 e 70 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

As "Três Pontes" - Km 61,731
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007067.jpg
As "Três Pontes" - Km 61,731
Trem misto sobre viaduto chamado Três Pontes.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista apanhada de cima do túnel nº 6
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007068.jpg
Vista apanhada de cima do túnel nº 6
Vista da linha férrea e da serra a partir do túnel nº 6; ao fundo, a ponte São João.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vegetação da serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007069.jpg
Vegetação da serra
Vista da mata na Serra do Mar.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vegetação da serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007070.jpg
Vegetação da serra
Vista da mata na Serra do Mar.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Sol a pino (meio-dia)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007071.JPG
Sol a pino (meio-dia)
Trem atravessando ponte, sob o sol do meio-dia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem após atravessar o túnel nº 6
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007072.jpg
Trem após atravessar o túnel nº 6
Trem atravessando pequenos viadutos após sair do túnel nº 6.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

As "Três Pontes"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007073.jpg
As "Três Pontes"
Trem de carga atravessando viaduto Três Pontes. Segundo descrição no álbum, o trem transporta carvão para a cia S.P.R.G.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Locomotiva "Mallets"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007074.jpg
Locomotiva "Mallets"
Locomotiva denominada "Mallets" e demais vagões.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem em trecho da ferrovia, ao fundo, o morro do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007075.jpg
Trem em trecho da ferrovia, ao fundo, o morro do Marumbi
Vista da linha férrea e do morro do Marumbi a partir do posto telegráfico do Cadeado.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Serra do Marumbi - Km 60
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007076.jpg
Serra do Marumbi - Km 60
Vista da linha férrea e do morro do Marumbi a partir do km 60 (Parada do Marumbi).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Ponte 40 - Km 60,971
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007077.jpg
Ponte 40 - Km 60,971
Vista da ponte nº 40, em primeiro plano, linha férrea e morro ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Saída do túnel nº 5
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007078.jpg
Saída do túnel nº 5
Trem saindo do túnel nº 5.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto Presidente Carvalho - Km 60,293
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007079.jpg
Viaduto Presidente Carvalho - Km 60,293
Viaduto Presidente Carvalho, com 84 metros de extensão, em primeiro plano. Vê-se trecho da via férrea em curva com abismo do lado esquerdo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto Presidente Carvalho - Km 60,293
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007080.jpg
Viaduto Presidente Carvalho - Km 60,293
Trem sobre viaduto Presidente Carvalho, com 84 metros de extensão, em primeiro plano. Vê-se trecho da via férrea em curva com abismo do lado esquerdo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 5 (Túnel do Rochedo) - Km 60,800
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007081.jpg
Túnel nº 5 (Túnel do Rochedo) - Km 60,800
A imagem abrange toda a extensão externa do túnel nº 5, que mede 133 metros e situa-se no km 60,800 da ferrovia. Ao fundo, vê-se um trem entrando no túnel. À esquerda, abismo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista da ferrovia a partir do morro do Rochedo, com ponte São João ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007082.jpg
Vista da ferrovia a partir do morro do Rochedo, com ponte São João ao fundo
Vista da ferrovia a partir do morro do Rochedo. Vê-se a ponte São João ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Saída do túnel nº 5
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007083.jpg
Saída do túnel nº 5
Vista a partir do túnel nº 5, vendo-se no seu final um abismo e linha férrea em curva.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 4 - Km 60,200
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007084.jpg
Túnel nº 4 - Km 60,200
Entrada do túnel nº 4 (túnel do Taquaral), com 45 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Carvalho
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007085.jpg
Viaduto do Carvalho
Trem passando pelo viaduto do Carvalho, numa curva da ferrovia. Precipício à esquerda.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Carvalho - km 63 e 64
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007086.jpg
Viaduto do Carvalho - km 63 e 64
Trem passando pelo viaduto do Carvalho, em curva da ferrovia. Precipício à direita e outros trechos da ferrovia ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Taquaral - boca do túnel do Taquaral - km 60,293
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007087.JPG
Viaduto do Taquaral - boca do túnel do Taquaral - km 60,293
Trem passando pelo túnel e viaduto do Taquaral, este medindo 61 metros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Taquaral - Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007088.jpg
Viaduto do Taquaral - Marumbi
Trem atravessando o viaduto do Taquaral, que tem 61 metros de extensão. Morro do Marumbi ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Cabana ao pé do Marumbi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007089.jpg
Cabana ao pé do Marumbi
Casa de campo ao pé do morro Marumbi.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Taquaral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007090.jpg
Viaduto do Taquaral
Vista do viaduto do Taquaral com túnel adiante.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Posto telegráfico do Marumbi - Km 60, altura 479,59 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007091.jpg
Posto telegráfico do Marumbi - Km 60, altura 479,59 metros
Posto telegráfico do Marumbi, ponto de cruzamento de trens.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Saída do túnel da "Boa Vista"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007092.jpg
Saída do túnel da "Boa Vista"
Trem em aclive, na saída do túnel da Boa Vista. O túnel tem 250,20 metros de extensão. Vê-se outro segmento da ferrovia à esquerda.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 3 (Boa Vista) - Km 58,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007093.jpg
Túnel nº 3 (Boa Vista) - Km 58,500
Trem saindo do túnel Boa Vista. O túnel tem 250,20 metros de extensão. Vê-se outro segmento da ferrovia à esquerda.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 3 (Boa Vista) - Km 58,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007094.jpg
Túnel nº 3 (Boa Vista) - Km 58,500
Linha férrea e túnel Boa Vista ao fundo. Este tem 250,20 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Posto telegráfico "Engenheiro Lange" - km 55,900
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007095.jpg
Posto telegráfico "Engenheiro Lange" - km 55,900
Posto telegráfico Engenheiro Lange, antes denominado Volta Grande.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Saída de um trem do túnel de Boa Vista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007096.jpg
Saída de um trem do túnel de Boa Vista
Trem saindo do túnel Boa Vista, vendo-se o morro do Marumbi ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Locomotiva no posto telegráfico Engenheiro Lange
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007097.jpg
Locomotiva no posto telegráfico Engenheiro Lange
Locomotiva parada no posto telegráfico Engenheiro Lange, vendo-se morro do Marumbi ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trecho da ferrovia com locomotiva ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007098.jpg
Trecho da ferrovia com locomotiva ao fundo
Linha férrea em primeiro plano e locomotiva subindo a serra ao fundo sobre o viaduto do Taquaral.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista do viaduto do Taquaral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007099.jpg
Vista do viaduto do Taquaral
Pequena composição parada na linha férrea, em Engenheiro Lange, em primeiro plano, de onde se observa o viaduto do Taquaral ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem expresso nas imediações do Marumbi - km 52,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007100.jpg
Trem expresso nas imediações do Marumbi - km 52,500
Linha férrea em primeiro plano, vendo-se face leste do morro do Marumbi, em local próximo a Porto de Cima.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 2 (Túnel do Carneiro) - Km 53,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007101.jpg
Túnel nº 2 (Túnel do Carneiro) - Km 53,500
Trem saindo do túnel nº 2 (túnel do Carneiro), com extensão de 127,50 metros, na iminência de uma curva.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Panorama agrícola
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007102.jpg
Panorama agrícola
Bananal que pode ser visto a poucos metros da ferrovia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem de carga - km 74 da ferrovia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007103.jpg
Trem de carga - km 74 da ferrovia
Trem de cargas fazendo curva na ferrovia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Palmeiras à beira da linha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007104.jpg
Palmeiras à beira da linha
Palmeiras à beira de curva da ferrovia e túnel ao fundo.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem no km 66 da ferrovia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007105.jpg
Trem no km 66 da ferrovia
Trem de carga em curva na ferrovia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Anoitecer na serra - km 61
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007106.jpg
Anoitecer na serra - km 61
Vista do pôr-do-sol à beira da ferrovia.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Mar de nuvens - km 65
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007107.jpg
Mar de nuvens - km 65
Morros cobertos por nuvens.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem transportando madeira na descida da serra - km 61,731
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007108.jpg
Trem transportando madeira na descida da serra - km 61,731
Trem com carga de madeiras em curva da descida da serra.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Viaduto do Taquaral - km 61
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007109.jpg
Viaduto do Taquaral - km 61
Trem atravessando o viaduto do Taquaral.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Trem no km 55,900 da ferrovia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007110.jpg
Trem no km 55,900 da ferrovia
No plano médio, trem subindo a serra e ao fundo, cadeia de morros da serra da Graciosa.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Manhã na serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007111.jpg
Manhã na serra
Morros cobertos por nuvens ao amanhecer.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Manhã na serra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007112.jpg
Manhã na serra
Morros cobertos por nuvens ao amanhecer.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Túnel nº 1 - Túnel do Cary - km 52,500
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007113.jpg
Túnel nº 1 - Túnel do Cary - km 52,500
Vista do túnel nº 1 (túnel do Cary), que tem 100 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Tunel nº 1 - Túnel do Cary
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007114.jpg
Tunel nº 1 - Túnel do Cary
Vista do túnel nº 1 (túnel do Cary), que tem 100 metros de extensão.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Porto de Cima - km 50,600, altura 233,44 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007115.JPG
Porto de Cima - km 50,600, altura 233,44 metros
Vista da estação de Porto de Cima, que serve à localidade de mesmo nome, distante 3 quilômetros.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Vista da estação Porto de Cima
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007116.jpg
Vista da estação Porto de Cima
Vista geral da estação Porto de Cima.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Morretes - Km. 40,900, altura 9,50 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007117.jpg
Morretes - Km. 40,900, altura 9,50 metros
Movimento de trens na estação de Morretes, cidade industrial do Paraná. Daí parte o ramal de Antonina, que atende o porto de mesmo nome e tem "agitada vida industrial, comercial e agrícola".
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Panorama da cidade de Morretes
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007118.jpg
Panorama da cidade de Morretes
Vista panorâmica da cidade de Morretes vendo-se o rio Nhundiaquara e, ao fundo, o morro do Marumbi. "Morretes conta com uma fábrica de papel e muitos engenhos de cana..."
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Jacareí - km 24, altura 5,59 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jacareí - km 24, altura 5,59 metros
Segundo descrição no álbum, a região de Jacareí possui areia de "magnífica qualidade", muito procurada pelos industriais do Estado do Paraná. A estação inicialmente se chamava Jacareí, depois Carijós, Floresta e finalmente Saquarema. Atualmente encontra-se demolida.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Alexandra - km 16,200, altura 10,50 metros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AAW007120.JPG
Alexandra - km 16,200, altura 10,50 metros
Vista da estação de Alexandra, conhecida pela boa qualidade de seu solo, responsável pelo crescimento da região.
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Porto D. Pedro II - Km 2,300, altura 4,20
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto D. Pedro II - Km 2,300, altura 4,20
Vista geral do porto D. Pedro II, onde o governo paranaense construiria um porto em vista de seu desenvolvimento na época (segundo descrição do álbum).
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Paranaguá, altura 5,64
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Paranaguá, altura 5,64
Vista da estação, movimento viário e de pedestres nos arredores. Considerado, segundo a descrição no álbum, a "sala de visitas do Estado".
Arthur Wischral
Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá
1928

Largo do Paço visto do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ACL017002.jpg
Largo do Paço visto do morro do Castelo
Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
A Academia que vemos ao centro foi criada em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1750. O próprio prédio militar só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subseqüentes o espaço foi usado pela Escola Militar (1842), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Largo de São Francisco
circa 1865

Cemitério São João Batista, Botafogo e Pão de Açúcar, da chácara do sr. Rocha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cemitério São João Batista, Botafogo e Pão de Açúcar, da chácara do sr. Rocha
Botafogo, centro açucareiro no século XVIII, fazia parte da freguesia de São João Batista da Lagoa. Na foto vemos a rua General Polidoro, uma das primeiras do bairro, aberta junto ao Morro da Quinta do Vigário Geral (propriedade do padre Clemente de Matos). À General Polidoro foram acrescidos o Caminho Novo de São Joaquim (atual Voluntários da Pátria), em 1826; a rua Real Grandeza, paralela à moldura da foto; a rua de Todos os Santos (atual Mena Barreto); e a rua São João Batista. O Cemitério São João Batista foi construído em 1852. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1866

Hotel Bennett
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel Bennett
Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Floresta da Tijuca
circa 1865

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Vista da Praia de Botafogo e seu rico casario. Podemos ver ao fundo os morros do Corcovado e Dois Irmãos e a Pedra da Gávea. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1865

Pão de Açucar tomado da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açucar tomado da enseada de Botafogo
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1870

Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Georges Leuzinger
Centro
circa 1870

Porto do Livramento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto do Livramento
Georges Leuzinger
Centro
circa 1870

Vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Botafogo
Georges Leuzinger
Boatafogo
circa 1870

Capa do Álbum Panoramas do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Capa do Álbum Panoramas do Rio de Janeiro
O álbum, representa o mais importante produto fotomecânico (Fotogravuras) ate então editado e distribuído no Brasil. É provável que Leuzinger tenha produzido esse álbum em sua viagem à Europa e tenha exibido na Exposição Universal de Viena. Há no álbum panoramas da cidade do Rio de Janeiro, com destaque para a baia de Guanabara.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
1873

Contracapa do Álbum Panoramas do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Contracapa do Álbum Panoramas do Rio de Janeiro
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
1873

Palácio Nova Friburgo, atual Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Nova Friburgo, atual Palácio do Catete
O palácio foi construído para residência do Barão de Nova Friburgo e sua família, entre 1866 e 1890, quando tornou-se o Palácio do Catete, residência dos presidentes republicanos, entre 1897 e 1960. Atualmente, ali funciona o Museu da República. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Autoria não identificada
Catete
1866

Vista panorâmica do Centro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Centro
Vista do Centro do Rio de Janeiro, da Ponta do Calabouço à Alfândega, a partir da Ilha das Cobras. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Cais Pharoux e adjacências
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cais Pharoux e adjacências
Vista panorâmica da marinha da cidade, a partir da ilha das Cobras. Vê-se a igreja da Candelária, com a cúpula ainda em construção. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1865

Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
O atual Museu da República está sediado em um prédio construído para servir de residência ao Barão de Nova Friburgo, Antônio Clemente Pinto, comerciante e fazendeiro de café. A construção, iniciada em 1858, foi concluída nove anos depois. Mais tarde, com o advento da República, em 1897, o palacete tornou-se o símbolo da República brasileira ao servir de sede do Poder Executivo e palácio presidencial, logo sendo conhecido com Palácio do Catete. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1866

Vista de casarios e barcos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de casarios e barcos
Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Autoria não identificada
Ladeira Morro da Saúde ; Gamboa
circa 1865

Vista da região central da cidade, a partir do Morro do Livramento.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da região central da cidade, a partir do Morro do Livramento.
Pode-se ver o Quartel, a Estação da Central do Brasil e o Campo da Aclamação. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha de Boa Viagem
A Ilha da Boa Viagem localiza-se no interior da baía de Guanabara, na cidade de Niterói, estado do Rio de Janeiro, no Brasil. É ocupada pela Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem, sobranceira às águas da Guanabara, erguida no século XVIII, no ponto mais elevado da ilha, pelo Provedor da Fazenda Real, Diogo Carvalho da Fontoura, fruto de uma promessa, em agradecimento por uma graça recebida. O dia da padroeira era festejado na capela votiva com celebração de missa e romaria tanto por marinheiros quanto por viajantes. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Autoria não identificada
Baía de Guanabra
1866

Vista do Saco da Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Saco da Gamboa
Vista do Saco da Gamboa, vendo-se à direita o Mercado da Harmonia e, ao fundo, o Morro da Conceição. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Gamboa
circa 1865

Vista de área aterrada e de fábrica de gás
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de área aterrada e de fábrica de gás
Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Rua Nabuco de Freitas ; Santo Cristo
circa 1865

Vista do bairro portuário da Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do bairro portuário da Gamboa
Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Gamboa
circa 1865

Morro do Senado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Morro do Senado
Vista de casario (na atual rua Riachuelo) entre a sinuosa rua Monte Alegre, em Santa Teresa, e o morro do Senado (área da atual praça da Cruz Vermelha). Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Santa Teresa
circa 1865

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1865

Largo do Paço visto do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo do Paço visto do morro do Castelo
Conhecido no século XIX ora como Largo do Paço, ora como Praça D. Pedro II, o logradouro abriga prédios importantes da arquitetura brasileira, como o Paço Imperial, o convento do Carmo, a Capela Imperial e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Depois da proclamação da República passou a chamar-se Praça 15 de Novembro. Um dos destaques da praça é o Chafariz da Pirâmide, mandado construir por Gomes Freire de Andrade, o Conde de Bobadela, em 1747, só ficando pronto em 1752. Foi removido para junto do cais construído no vice-reinado de D. Luís de Vasconcelos e Souza, por volta de 1779, e passou por uma reforma feita por Mestre Valentim, que acrescentou adornos novos e mais vistosos (como as armas do vice-rei e a inscrição latina numa lápide). Pelo chafariz jorrava água fresca da fonte da Carioca para o povo e marinheiros. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
Localizado no Centro histórico do Rio de Janeiro, entre a Lapa e a Cinelândia, o Passeio Público é o primeiro parque ajardinado do Brasil, e foi concebido por um dos maiores artistas do período colonial brasileiro: Mestre Valentim da Fonseca e Silva. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Monroe
Vista do Palácio Monroe com morro da Glória ao fundo.
Huebner & Amaral
Centro
circa 1911

Praia de Botafogo e Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo e Corcovado
Vista da praia de Botafogo com Pão de Açúcar e pedra da Gávea ao fundo.
Huebner & Amaral
Botafogo
circa 1911

Vista da baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da baía de Guanabara
Panorama da cidade do Rio com Pão de Açúcar ao fundo.
Huebner & Amaral
Botafogo
circa 1911

Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana
José dos Santos Affonso
Copacabana
circa 1920

Álbum Vistas de Manaus
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Álbum Vistas de Manaus
Álbum "Vistas de Manáos - Amazonas - Brazil" contendo vistas panorâmicas da cidade de Manaus.
George Huebner
Manaus
circa 1900

Panorama da Igreja da Matriz
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama da Igreja da Matriz
George Huebner
Centro
circa 1900

Vista Geral do Porto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista Geral do Porto
George Huebner
Porto
circa 1900

Igarapé do Espirito Santo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé do Espirito Santo
George Huebner
Centro
circa 1900

Ponte dos Remédios
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte dos Remédios
Ponte de ferro dos Remedios. Vê-se ao fundo a lateral do Banco de Manaus, na esquina da Rua dos Remedios, atual Miranda Leão, esquina da Marquês de Santa Cruz. Esta ponte foi demolida, por conta de serviços de aterramento e arruamento.
George Huebner
Rua Miranda Leão
circa 1900

Mercado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mercado
George Huebner
Centro
circa 1900

Praça dos Remédios
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça dos Remédios
George Huebner
Centro
circa 1900

Igarapé do Espirito Santo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé do Espirito Santo
George Huebner
Centro
circa 1900

Boeiro do Igarapé do Espirito Santo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Boeiro do Igarapé do Espirito Santo
George Huebner
Centro
circa 1900

Igarapé de Manaus
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé de Manaus
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua Lima Bacury
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Lima Bacury
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua Lima Bacury
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Lima Bacury
George Huebner
Centro
circa 1900

Ponte de Ferro Benjamin Constant de Cachoerinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de Ferro Benjamin Constant de Cachoerinha
George Huebner
Cachoerinha
circa 1900

Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
George Huebner
Centro
circa 1900

Instituto Benjamim Constant
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Instituto Benjamim Constant
George Huebner
Centro
circa 1900

Cachoeira Grande
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cachoeira Grande
George Huebner
Zona Norte
circa 1900

Igarapé de Cachoeira Grande
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé de Cachoeira Grande
George Huebner
Zona Norte
circa 1900

Ponte de Cachoeira Grande
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte de Cachoeira Grande
George Huebner
Zona Norte
circa 1900

Igreja de Manaus
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja de Manaus
George Huebner
Praça 15 de Novembro
circa 1900

Avenida do Palácio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida do Palácio
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua do Palácio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua do Palácio
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua da Instalação
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua da Instalação
George Huebner
Centro
circa 1900

Rua Saldanha Marinho
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Saldanha Marinho
George Huebner
Manaus
circa 1900

Jardim Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Público
George Huebner
Centro
circa 1900

Igarapé de São Vicente
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé de São Vicente
George Huebner
Manaus
circa 1900

Igarapé de São Vicente
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé de São Vicente
George Huebner
Armando Mendes
circa 1900

Contracapa do Álbum Vistas de Manaus
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Contracapa do Álbum Vistas de Manaus
Contracapa do Álbum "Vistas de Manáos - Amazonas - Brazil" contendo vistas panorâmicas da cidade de Manaus.
George Huebner
Manaus
circa 1900

Álbum Vistas da Cidade do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Álbum Vistas da Cidade do Rio de Janeiro
Álbum com 20 fotografias com vista do Rio de Janeiro noturnas e diurnas realizadas pela Photo Lopes Rio e por José dos Santos Affonso (18? - 1921).
Rio de Janeiro
circa 1920

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Monroe
Palácio Monroe, inaugurado em 1906 no final da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco) para sede da Conferência Pan-Americana do Rio de Janeiro. Reprodução, com aproveitamento parcial de material original do Pavilhão Brasileiro na Exposição Internacional de 1904 em St.Louis (EUA), que recebeu o grande prêmio do júri da exposição. Projeto de uma comissão chefiada pelo general engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Utilizado inicialmente para exposições, em 1914, funcionou temporariamente como Câmara dos Deputados e,em 1922, serviu de sede para a Comissão Executiva da Exposição do Centenário da Independência do Brasil. Entre 1925 e 1960, funcionou como Senado Federal. Foi demolido na década de 1970. No primeiro plano, à esquerda, parte do Edifício Lafond, um dos primeiros prédios de apartamentos da cidade, na esquina com a Rua Santa Luzia. À direita do palácio está o Passeio Público. Ao fundo, à esquerda, o Outeiro da Glória e, à direita, os morros de Santa Teresa (à frente) e Nova Cintra (atrás).
José dos Santos Affonso
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1920

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Theatro Municipal
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado em 14 de julho de 1909, 4 anos e meio após o início de sua construção, nos primeiros dias de janeiro de 1905. Projetado pelo engenheiro Francisco de Oliveira Passos, filho do prefeito do Rio, Francisco Pereira Passos (1836 - 1913), e por Albert Guilberg, foi inspirado no Theatro da Ópera de Paris. O prédio é um dos mais bonitos e imponentes da cidade e sua história mistura-se com a trajetória cultural do Brasil. Artistas de renome como os irmãos Rodolfo Bernardelli (1852 – 1931) e Henrique Bernardelli (1857 – 1936), Eliseu Visconti (1866 – 1944) e Rodolfo Amoedo (1857 – 1941) participaram da decoração do teatro. Considerado uma das mais importantes salas de espetáculos da América do Sul, ao longo de seus 108 anos recebeu grandes artistas nacionais e internacionais, como as cantoras Bidu Sayão (1902 – 1999), Maria Callas (1923 – 1977) e Renalta Tebaldi (1922 – 2004); os maestros Arturo Toscanini (1867 – 1957), Igor Stravinsky (1882 – 1971) e Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959); a atriz Sarah Bernhardt (1844 – 1923) e os bailarinos Margot Fonteyn (1919 – 1991), Rudolf Nureyev (1938 – 1993), Ana Botafogo (1957-) e Mikhail Baryshnikov (1948-); além de importantes personalidades como o papa Francisco (1936-) e o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (1961-). À direita a Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central) e, à esquerda, edificações nas faldas do Morro de Santo Antonio.
José dos Santos Affonso
Cinelândia
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Vista geral da Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central, até 1912), em direção à Praça Mauá. À esquerda, na altura da bifurcação com a Rua Miguel Couto (antiga dos Ourives), esquina da Rua do Rosário, está a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte. Projetada pelo brigadeiro português José Fernandes Pinto Alpoim, levou longos 100 anos para ser concluída: iniciada em 1735, só foi definitivamente terminada em 1835. À direita, no primeiro plano, na esquina com a Rua do Ouvidor, o magazine Colombo, primeira casa comercial da avenida. No mesmo lado, entre as duas torres, a cúpula da Igreja da Candelária.
José dos Santos Affonso
Centro
circa 1920

Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Niemeyer
A avenida Niemeyer, inaugurada oficialmente em 27 de setembro de 1920 durante visita do rei Alberto I da Bélgica (1875 – 1934) ao Brasil; com a Pedra da Gávea, localizada entre as praias de São Conrado e da Barra da Tijuca, ao fundo.
Photo Lopes Rio
Avenida Niemeyer
circa 1920

Pão de Açúcar visto da Urca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açúcar visto da Urca
Vista do Pão de Açúcar e estações do bondinho do Caminho Aéreo a partir do Morro da Urca. Em destaque à direita, a estação Urca. Ao centro e à esquerda, cadeia de morros de Niterói terminando no Forte de Nossa Senhora da Guia. Em 27 de outubro de 1912, foi inaugurado um caminho aéreo no Rio de Janeiro, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, que se tornaria o mundialmente famoso Bondinho do Pão de Açúcar. Em 1º de dezembro, foi inaugurada a iluminação elétrica no caminho aéreo. O bondinho no segundo trecho, entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, numa extensão de 750 metros e 396 metros de altura, começou a funcionar no dia 18 de janeiro de 1913, completando a ligação até o alto do pico do Pão de Açúcar. é um dos mais famosos cartões postais do Rio de Janeiro.
Photo Lopes Rio
Praia Vermelha
circa 1920

Vista tirada do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista tirada do Pão de Açúcar
Vista panorâmica da zona sul da cidade, a partir do Pão de Açúcar. À direita, no topo do morro da Urca, a estação do bondinho do Caminho Aéreo; acima o bairro de Botafogo e, ao fundo, a Lagoa Rodrigo de Freitas. Ao centro, entre os morros da Urca e da Babilônia, o prédio da Escola Militar seguido de outros edifícios da Praia da Saudade. À esquerda, a praia do Leme seguida da praia e do bairro de Copacabana. No horizonte, o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea.
Photo Lopes Rio
Urca
circa 1920

Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açúcar
Estação do Pão de Açúcar e bondinho do Caminho Aéreo, ponto final do trecho que se inicia no Morro da Urca. Este segundo trecho foi construído por iniciativa dos industriais Augusto Ferreira Ramos e Manuel Galvão. O projeto foi do engenheiro Fredolino Cardoso Em 27 de outubro de 1912, foi inaugurado um caminho aéreo no Rio de Janeiro, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, que se tornaria o mundialmente famoso Bondinho do Pão de Açúcar. Em 1º de dezembro, foi inaugurada a iluminação elétrica no caminho aéreo. O bondinho no segundo trecho, entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, numa extensão de 750 metros e 396 metros de altura, começou a funcionar no dia 18 de janeiro de 1913, completando a ligação até o alto do pico do Pão de Açúcar. é um dos mais famosos cartões postais do Rio de Janeiro.
Photo Lopes Rio
Praia Vermelha
circa 1920

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açúcar
Em 27 de outubro de 1912, foi inaugurado um caminho aéreo no Rio de Janeiro, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, que se tornaria o mundialmente famoso Bondinho do Pão de Açúcar. Em 1º de dezembro, foi inaugurada a iluminação elétrica no caminho aéreo. O bondinho no segundo trecho, entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, numa extensão de 750 metros e 396 metros de altura, começou a funcionar no dia 18 de janeiro de 1913, completando a ligação até o alto do pico do Pão de Açúcar. é um dos mais famosos cartões postais do Rio de Janeiro.
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Crepúsculo na Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Crepúsculo na Avenida Niemeyer
A Avenida Niemeyer foi cortada pela Companhia Via Férrea Sapucaí para dar lugar a uma ferrovia (nunca construída), que ligaria o bairro de Botafogo a Angra dos Reis. Via à beira-mar, no sopé do morro, ladeada por coqueiros esparsos e com a Pedra da Gávea ao fundo. Pode-se ver um homem observando o fotógrafo, apoiado na mureta. Apresenta postes com fiação elétrica.
Photo Lopes Rio
Leblon
circa 1920

Luar na Praia da Gávea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Luar na Praia da Gávea
Atualmente conhecida como praia de São Conrado, a Praia da Gávea era assim chamada devido à Pedra da Gávea.
Photo Lopes Rio
São Conrado
circa 1920

Copacabana e Avenida Delfim Moreira
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana e Avenida Delfim Moreira
Copacabana é um dos mais emblemáticos bairros do Rio de Janeiro e Delfim Moreira é o nome da avenida da orla do Leblon.
Photo Lopes Rio
Zona Sul
circa 1920

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes.
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Praia da Saudade, vista tomada da Urca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia da Saudade, vista tomada da Urca
A Praia da Saudade ficava localizada no que é hoje a entrada do bairro da Urca, no Rio de Janeiro. Na década de 1930, foi totalmente aterrada para a construção do Iate Clube do Rio de Janeiro.
Photo Lopes Rio
Urca
circa 1920

Botafogo visto do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Botafogo visto do Pão de Açúcar
Vista panorâmica da enseada e do bairro de Botafogo a partir do Pão de Açúcar. No horizonte, em destaque próximo à lua, o Pico do Corcovado.
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Copacabana e Leme
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana e Leme
Vista noturna das praias de Copacabana e Leme, ao centro da imagem, em primeiro plano, o obelisco comemorativo da inauguração da Avenida Atlântica, em 22 de julho de 1919.
Photo Lopes Rio
Copacabana
circa 1920

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Vista noturna da Praia de Botafogo, a partir do Morro da Viúva. No centro da imagem pode-se ver a torre da Igreja Imaculada Conceição. No horizonte, a Pedra da Gávea e o Pico do Corcovado iluminado
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Hotel Central, na Praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel Central, na Praia do Flamengo
O Hotel Central ficava na Praia do Flamengo, esquina com a rua Barão do Flamengo. Foi construído em 1915, no lugar do balneário High-Life, e era também uma casa de banho, contando com pequenos quartos onde os banhistas trocavam de roupa. Foi demolido em 1951 e em seu lugar erguido o edifício Conde de Nassau.
Photo Lopes Rio
Flamengo
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central, até 1912, tomada da Cinelândia em direção à Praça Mauá. No centro e ao fundo, o Theatro Municipal.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central
Vista noturna da Avenida Central. No centro, ao fundo, o obelisco comemorativo da conclusão das obras da avenida duplamente inaugurada: o primeiro trecho em 07 de setembro de1904. Passou a chamar-se Rio Branco em 10 de março de 1912, um mês após a morte do barão homenageado. À esquerda, no primeiro plano, a Escola de Belas Artes seguida da Biblioteca Nacional.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Vista noturna da Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central, até 1912. Totalmente iluminada, a avenida recebeu 55 lâmpadários de luz elétrica, instalados pela Light em 15 de novembro de 1905, por ocasião da inauguração do segundo trecho da avenida. Nas calçadas foram instalados lampiões à gás. À esquerda da imagem, parte do Theatro Municipal e da Praça Marechal Floriano.
Photo Lopes Rio
Centro
circa 1920

Contracapa do Álbum Vistas da Cidade do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Contracapa do Álbum Vistas da Cidade do Rio de Janeiro
Álbum com 20 fotografias com vista do Rio de Janeiro noturnas e diurnas realizadas pela Photo Lopes Rio e por José dos Santos Affonso (18? - 1921).
José dos Santos Affonso
Rio de Janeiro
circa 1920

Palácio Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Guanabara
Fachada do Palácio Guanabara, vista frontal. Vê-se bandeira hasteada no centro da edificação.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Autoridades diante do Palácio Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Autoridades diante do Palácio Guanabara
Grupo de homens na escadaria do palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Autoridades dentro do Palácio Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Autoridades dentro do Palácio Guanabara
Homens em grupos, conversando em salão do palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Autoridades dentro do Palácio da Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Autoridades dentro do Palácio da Guanabara
Grupo de homens fumando charuto ao redor de uma mesa.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Autoridades no jardim do Palácio da Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Autoridades no jardim do Palácio da Guanabara
Grupo de homens posando no jardim do palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Vista da aleia das palmeiras a partir do Palácio Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da aleia das palmeiras a partir do Palácio Guanabara
Vista da rua Paissandu em toda a sua extensão, a partir do terraço do palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
circa 1920

Terraço do Palácio da Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Terraço do Palácio da Guanabara
Dois homens no terraço do Palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
circa 1920

Escola Modelo Estácio de Sá; tomada da antiga Rua São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Modelo Estácio de Sá; tomada da antiga Rua São Cristóvão
Augusto Malta
Atual Rua Joaquim Palhares ; Estácio
circa 1915

Igreja Positivista do Brasil
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja Positivista do Brasil
O Templo da Humanidade é a sede da Igreja Positivista do Brasil, fica na rua Benjamin Constant, fundado em 1881 no bairro da Glória.
Augusto Malta
Glória
circa 1920

Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Inaugurado em 4 de julho de 1931, o monumento à amizade Brasil-Estados Unidos nos foi presenteado por uma iniciativa da Câmara Americana de Comércio, por conta da comemoração do primeiro centenário da emancipação política do Brasil. Localizava-se inicialmente na Praça Estados Unidos, tendo sido reinaugurada em 1942 na Praça 4 de Julho, em frente à Embaixada Americana. O monumento, obra do escultor Charles Keeke, representa uma mulher de pé sustentando com a mão direita uma palma de louros e com a esquerda as bandeiras brasileira e norte-americana. No pedestal do monumento há dois medalhões e logo abaixo a inscrição "Amizade do povo americano ao povo brasileiro 07/09/1822- 07/09/1922".
Augusto Malta
Centro
4 de julho de 1931

Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Inaugurado em 4 de julho de 1931, o monumento à amizade Brasil-Estados Unidos nos foi presenteado por uma iniciativa da Câmara Americana de Comércio, por conta da comemoração do primeiro centenário da emancipação política do Brasil. Localizava-se inicialmente na Praça Estados Unidos, tendo sido reinaugurada em 1942 na Praça 4 de Julho, em frente à Embaixada Americana. O monumento, obra do escultor Charles Keeke, representa uma mulher de pé sustentando com a mão direita uma palma de louros e com a esquerda as bandeiras brasileira e norte-americana. No pedestal do monumento há dois medalhões e logo abaixo a inscrição "Amizade do povo americano ao povo brasileiro 07/09/1822- 07/09/1922".
Augusto Malta
Centro
4 de julho de 1931

Quinta da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quinta da Boa Vista
Augusto Malta
São Cristóvão
circa 1915

Jockey Club, com a Pedra da Gávea ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jockey Club, com a Pedra da Gávea ao fundo
Jardim interno do Jockey Club.
Augusto Malta
Gávea
circa 1925

Praça Marechal Floriano
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça Marechal Floriano
Vista do Teatro Municipal, Escola Nacional de Belas Artes (atual Museu Nacional de Belas Artes), trecho da Avenida Rio Branco e parte da Praça Marechal Floriano.
Augusto Malta
Centro
circa 1920

Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça Tiradentes
Aspecto das imediações da praça Tiradentes. Rua com transeuntes, carros e bondes, um deles em direção a Engenho de Dentro.
Augusto Malta
Centro
1924

Bonde com destino ao Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bonde com destino ao Arsenal da Marinha
Bonde 20 para Arsenal da Marinha.
Augusto Malta
Centro
22 de maio de 1924

Bonde da linha do Largo de São Francisco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bonde da linha do Largo de São Francisco
Bonde 564, da linha Largo de São Francisco.
Augusto Malta
Praça da República
22 de maio de 1924

Bonde com destino à rua Rodrigues Alves
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bonde com destino à rua Rodrigues Alves
Bonde 399 em direção à rua Rodrigues Alves.
Augusto Malta
Centro ; Rua São Bento
22 de maio de 1924

Bonde em frente a Igreja do Santíssimo Sacramento da Antiga Sé
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bonde em frente a Igreja do Santíssimo Sacramento da Antiga Sé
Bonde de linha não identificada, com inscrição lateral de número 449.
Augusto Malta
Centro
28 de maio de 1924

Exposição de 1908
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição de 1908
Vista geral da Exposição de 1908, em comemoração ao centenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas, em fase final de construção.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
1908

Vista da Exposição de 1908
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Exposição de 1908
Vista geral da Exposição de 1908, em comemoração ao centenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
10 de maio de 1908

Álbum Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Álbum Rio de Janeiro
Álbum com fotografias da cidade do Rio de Janeiro em formato de carte de visite.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Pão de Açucar
Vista da enseada de Botafogo, com o Pão de Açúcar ao fundo.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1880

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
O Passeio Público é o primeiro parque público do Brasil, uma imensa área verde bem no centro da cidade. Originalmente obra urbanística de Mestre Valentim.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da Constituição
Estátua de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes.
Marc Ferrez
Atual praça Tiradentes
circa 1880

Vista da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Glória
A Glória vista do Passeio Público. A Glória surgiu a mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de melhorar a aparência do logradouro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Capela Imperial
À esquerda da imagem vemos o Convento do Carmo, seguido pela Capela Imperial e pela Igreja do Carmo. Tanto a Capela Imperial como a Igreja do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o largo Dom Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho, Pedro II. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. Ali perto também morou o rico comerciante Francisco Telles de Menezes, que deu origem ao Arco do Telles.
Marc Ferrez
Largo do Paço, atual Praça 15
circa 1880

Estátua de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estátua de D. Pedro I
A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet , cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861, Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais onde se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Marc Ferrez
Praça Tiradentes
circa 1870

Botafogo e Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Botafogo e Corcovado
Homem pescando na Praia de Botafogo, tendo ao fundo o Morro do Corcovado.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1880

Hotel White
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel White
O Hotel White foi instalado na segunda metade do século XIX no Alto da Boa Vista. Na mesma época foram também inaugurados outros hotéis na região, todos impulsionados pela melhora no acesso à floresta da Tijuca, proporcionada pelo Barão de Taunay e pelo engenheiro Joel de Alcântara.
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1880

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, que significa "pedra furada", na praia de Itapuca, em Icaraí, Niterói.
Marc Ferrez
Praia de Icaraí
circa 1880

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista para o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista para o Morro do Corcovado
O morro do Corcovado está situado na Serra da Carioca e faz parte do Parque Nacional da Tijuca. No século XVI recebeu dos portugueses o nome de Pináculo (ou Pico) da Tentação, numa alusão a um monte bíblico. Somente no século XVIII é que foi rebatizado como Corcovado, por causa de sua forma, que lembra uma corcova ou corcunda. Nessa época ainda não havia a estátua do Cristo Redentor (inaugurada somente em 12 de outubro de 1931).
Marc Ferrez
Cosme Velho
circa 1880

Álbum Panoramas do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Álbum Panoramas do Rio de Janeiro
Álbum com 25 fotografias com vistas panorâmicas na cidade do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
Vista do bairro da Glória a partir de Santa Teresa. À esquerda, vê-se a a alta chaminé da The Rio de Janeiro City Improvements Limited (ou simplesmente City), empresa responsável pelo tratamento de esgotos da cidade na época, inaugurada em 1864. Ao lado da chaminé da City está o mercado da Glória, inaugurado pelo vereador Haddock Lobo em 1857. Também destaca-se na imagem a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, inaugurada por volta de 1740 para substituir a frágil ermida original. Ao fundo, à direita, está o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Glória
circa 1880

Rio de Janeiro visto do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro visto do Morro do Castelo
Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo, um dos marcos iniciais da cidade colonial, destruído em 1922. Podemos ver as torres das igrejas da Candelária, ao centro, e de Nossa Senhora do Carmo, à direita.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Vista geral de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista geral de Petrópolis
Vista geral da cidade serrana de Petrópolis, com a estação em primeiro plano. A história de Petrópolis começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas Gerais, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
Vista do bairro da Glória, com o morro do Pão de Açúcar ao fundo, em fotografia tirada de Santa Teresa. À esquerda vê-se a alta chaminé da The Rio de Janeiro City Improvements Limited (ou simplesmente City), empresa responsável pelo tratamento de esgotos da cidade na época, inaugurada em 1864. Ao lado da chaminé da City está o mercado da Glória, inaugurado pelo vereador Haddock Lobo em 1857. Mais atrás vê-se a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, inaugurada por volta de 1740 para substituir a frágil ermida original.
Marc Ferrez
Glória
circa 1880

Entrada do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Entrada do Rio de Janeiro
Entrada da baía de Guanabara, com a cadeia de montanhasde Niterói ao fundo e o morro do Pão de Açúcar à direita.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Os Arcos e os morros de Santo Antônio e do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Os Arcos e os morros de Santo Antônio e do Castelo
À esquerda vê-se o Aqueduto da Carioca, mais conhecido como Arcos da Lapa, construído no século XVIII com a função inicial de captar água do rio Carioca para resolver o crônico problema de abastecimento da cidade. No século XVIII o monumento perdeu sua função original para servir de viaduto para os bondes. Também à esquerda está o Morro de Santo Antônio e o convento de mesmo nome, construído no início do século XVII. À direita vemos o Morro do Castelo, um dos marcos iniciais da cidade colonial.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Ponte do Silvestre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte do Silvestre
Ponte do Silvestre na estrada de ferro para o Corcovado. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador .Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Cosme Velho
circa 1895

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Militar
A Escola Militar tem suas origens relacionadas à Escola Politécnica, antiga Escola Central, localizada no Largo de São Francisco de Paula no prédio erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. A Escola Politécnica estava ligada a Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o Largo de São Francisco. Em 1851 passou pela primeira grande reforma, que a dividiu em duas: a Escola Militar propriamente dita e a de Aplicação, instalada provisoriamente na fortaleza de São João. Posteriormente, graças à intervenção do Ministro da Guerra Jerônimo Coelho, a Escola Militar passou a denominar-se Central, dedicada especialmente ao aperfeiçoamento científico dos seus alunos, e a de Aplicação, na Praia Vermelha, transformou-se em 1859 em Militar e de Aplicação. Em 1874, a totalidade do ensino militar passou para a escola da Praia Vermelha.
Marc Ferrez
Praia Vermelha
circa 1880

Praia de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Santa Luzia
A Praia de Santa Luzia ficava entre o antigo forte de São Thiago (Ponta do Calabouço, hoje Museu Histórico Nacional) e o Passeio Público. Era a antiga praia de banho das cariocas, com suas velhas pontes e compridos cestos ligados a bóias para nadadores cansados.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto de Santos
O porto de Santos é um porto natural, formado pela baía e o estuário de Santos entre as ilhas de São Vicente e Santo Amaro. Inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Marc Ferrez
Santos
circa 1880

Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Gamboa
Na enseada da Gamboa havia um dos maiores trapiches da cidade, o Trapiche Gamboa, e em seu pequeno morro estava localizado o Hospital Nossa Senhora da Saúde, conhecido como da Gamboa, até hoje em funcionamento. A mesma enseada abrigou também a estação marítima da Estrada de Ferro D. Pedro II, com armazéns e depósitos. Já São Cristóvão, o bairro imperial, era praticamente deserto, habitado por alguns pouco pescadores, que começou a se desenvolver - timidamente - depois que o comerciante português Elias Antônio Lopes construiu sua quinta, no século XVIII. Quinta, aliás, que foi presenteada à Família Real quando esta chegou à cidade, em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, a fim de dar melhor aparência ao logradouro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

O Catete visto da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O Catete visto da Glória
As origens do Catete nos remetem ao quinhentismo, quando governava a cidade o português Antônio Salema. Foi ele quem integrou o bairro na vida dos colonizadores, tornando-o passagem para o engenho de açúcar d'El Rei, que havia sido fundado na lagoa Rodrigo de Freitas. No século XVI, chácaras e olarias começaram a aparecer nas proximidades de um dos braços do rio Carioca. Segundo o historiador Felisbelo Freire, a partir de documentos de arquivos, o nome Catete significava "mato escondido" ou "mato cerrado", mas também pode ser o nome de um pássaro e de uma vila de Angola.
Marc Ferrez
Catete
circa 1880

Vista tomada de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista tomada de Santa Teresa
Vista panorâmica do bairro de Santa Teresa.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista tomada de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista tomada de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1895

O porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O porto do Rio de Janeiro
Panorama da zona portuária da cidade, com a Ilha das Cobras ao fundo, provavelmente feito do Morro do Castelo. Da esquerda para a direita vemos as torres da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, a torre da Capela Imperial e os fundos do antigo Convento do Carmo. Em frente à Capela, em segundo plano, estão os edifícios do Hotel de France, o Arco do Teles e o Mercado da Candelária, todos fazendo frente para a Praça XV. À direita vemos a rotunda onde estava exposto o grande panorama do Rio de Janeiro, de Vítor Meirelles e do belga Langerock, o Ministério da Agricultura e a Igreja de São José, em frente ao ministério.
Marc Ferrez
Centro
circa 1895

O porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O porto do Rio de Janeiro
Panorama da zona portuária da cidade, tirado provavelmente do Morro do Castelo. Ao fundo, vemos a cadeia montanhosa da cidade.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Vista panorâmica da Saúde
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica da Saúde
Vista panorâmica da praianha e Saúde.
Marc Ferrez
Centro
circa 1893

Vista panorâmica da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica da enseada de Botafogo
Vista panorâmica da enseada de Botafogo, a partir do topo do Corcovado
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Vista Panorâmica de Santos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista Panorâmica de Santos
O povoamento de Santos começou em 1531, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região na expedição de Martim Afonso de Souza. O objetivo de Martim Afonso era distribuir entre os fidalgos que o acompanhavam terras ao redor da Ilha de São Vicente. No ano seguinte foi fundada a Vila de São Vicente, que viria a se tornar a capital da Capitania que levou seu nome. Entre 1532 e 1540 são desbravadas as terras ao longo do rio São Vicente, até que finalmente colonos se estabeleceram na região chamada pelos indígenas de Enguaguaçu, que possuía melhores fontes de água e melhores terras. Foi aí que surgiram os primeiros engenhos da capitania. Em 1540 Brás Cubas, servidor pessoal de Martim Afonso, volta de uma viagem a Portugal e participa ativamente da luta para a expulsão de indígenas que haviam atacado São Vicente em 1534 (por conta desses ataques, foi-se desenvolvendo Enguaguaçu, para onde fugiram as pessoas). Brás Cubas participa do desenvolvimento do povoado, e em 1545 assume o cargo de Capitão-Mor da Capitania de São Vicente, e logo depois deu foro de Vila à Enguaguaçu, transformando-a em Vila do Porto de Santos.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1880

Rio de Janeiro visto do alto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro visto do alto do Corcovado
Marc Ferrez
Cosme Velho
circa 1890

Vista tomada da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista tomada da Glória
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Álbum Vistas de Petrópolis e Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Álbum Vistas de Petrópolis e Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Vista do Outeiro e do mercado da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Outeiro e do mercado da Glória
Marc Ferrez
Glória
circa 1885

Vista do bairro do Catete e do Pão de Açucar tomada de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do bairro do Catete e do Pão de Açucar tomada de Santa Teresa
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1885

Estação de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação de Petrópolis
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Porto
circa 1885

Docas D. Pedro II e embarcações
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Docas D. Pedro II e embarcações
Marc Ferrez
Bairro da Saúde
circa 1885

Embarcações no porto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Embarcações no porto
Marc Ferrez
Zona portuária
circa 1885

Porto e Mosteiro de São Bento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto e Mosteiro de São Bento
Marc Ferrez
Largo da Prainha e Praça 28 de Setembro, atual Praça Mauá ; Centro
circa 1900

Reunião militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016009.jpg
Reunião militar
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Hotel Lisboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016010.jpg
Hotel Lisboa
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016011.jpg
Rua do Imperador
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Canal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016012.jpg
Canal
Marc Ferrez
Avenida Koeler
circa 1885

Viaduto da estrada de ferro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016013.jpg
Viaduto da estrada de ferro
Marc Ferrez
Serra de Petrópolis
circa 1885

Serra para Petrópolis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016014.jpg
Serra para Petrópolis
Marc Ferrez
Petrópolis
circa 1885

Palácio de Cristal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016015.jpg
Palácio de Cristal
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

O Porto e o Mosteiro de São Bento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016016.jpg
O Porto e o Mosteiro de São Bento
Marc Ferrez
Porto
circa 1885

Passeio familiar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016017.jpg
Passeio familiar
Marc Ferrez
Avenida Koeler
circa 1885

Vista da avenida Koeler
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016018.jpg
Vista da avenida Koeler
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Palácio do Grão Pará
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016019.jpg
Palácio do Grão Pará
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Menino em jardim de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016020.jpg
Menino em jardim de Petrópolis
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Canal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016021.jpg
Canal
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Canal em Petrópolis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016022.jpg
Canal em Petrópolis
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Abertura de estrada de ferro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016023.jpg
Abertura de estrada de ferro
Marc Ferrez
Serra de Petrópolis
circa 1885

Pátio de casarão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016024.jpg
Pátio de casarão
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Vista de Laranjeiras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016025.jpg
Vista de Laranjeiras
Marc Ferrez
Laranjeiras
circa 1885

Entrada de túnel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016026.jpg
Entrada de túnel
Marc Ferrez
Rio Comprido - Laranjeiras
circa 1885

Cascatinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016027.jpg
Cascatinha
Marc Ferrez
Bairro de Cascatinha
circa 1885

Fábrica de tecidos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016028.jpg
Fábrica de tecidos
Marc Ferrez
Bairro de Cascatinha
circa 1885

Rua margeando rio em Petrópolis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016029.jpg
Rua margeando rio em Petrópolis
Marc Ferrez
Petrópolis
circa 1885

Saída de crianças de escola
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016030.jpg
Saída de crianças de escola
Marc Ferrez
Petrópolis
circa 1885

Casarões
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016031.jpg
Casarões
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Rua margeando o rio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016032.jpg
Rua margeando o rio
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Rua margeando o rio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016033.jpg
Rua margeando o rio
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Casas ao longo de rio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016034.jpg
Casas ao longo de rio
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Casarão rodeado por árvores e arbustos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016035.jpg
Casarão rodeado por árvores e arbustos
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Casa com senhora e cachorro sentados à frente
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016036.jpg
Casa com senhora e cachorro sentados à frente
Marc Ferrez
Petrópolis
circa 1885

Casas ao longo de rua
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016037.jpg
Casas ao longo de rua
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Estação de trem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016038.jpg
Estação de trem
Marc Ferrez
Centro, próximo à rua Dr. Porciúncula
circa 1885

Reprodução de gravura de H. Dochy no Hospital da Salpêtrière
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016039.jpg
Reprodução de gravura de H. Dochy no Hospital da Salpêtrière
Marc Ferrez
Petrópolis
circa 1885

Palacete
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016040.jpg
Palacete
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Mulher e crianças em frente à casa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016041.jpg
Mulher e crianças em frente à casa
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Comemoração em cais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016042.jpg
Comemoração em cais
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Contracapa do Álbum Vistas de Petrópolis e Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF016Contracapa.jpg
Contracapa do Álbum Vistas de Petrópolis e Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010.JPG
Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887
O "Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887" documenta mudanças ocorridas na paisagem urbana paulistana entre 1862 e 1887. Militão guardou os negativos de vidro da sua primeira série realizada em 1862 e 25 anos após essa data refez as fotografias no mesmo local resultando neste álbum comparativo. O processo fotográfico empregado foi o albúmem.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
1887

Vista de região central da cidade
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010001.JPG
Vista de região central da cidade
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Vista de região central da cidade
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010002.JPG
Vista de região central da cidade
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Vista de região central da cidade
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010003.JPG
Vista de região central da cidade
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua São Bento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010004.JPG
Rua São Bento
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Largo e rua São Bento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010005.JPG
Largo e rua São Bento
Largo e rua São Bento, tendo ao fundo o largo de São Francisco
Militão Augusto de Azevedo
Centro
1887

Ladeira e rua São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010006.JPG
Ladeira e rua São João
Ladeira e rua São João, com o hotel Italia Brazil para familias à esquerda, que daria lugar, em 1929, ao edifício Martinelli.
Militão Augusto de Azevedo
Rua São João
1887

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010007.JPG
Rua do Imperador
Rua do Imperador, depois da proclamação da República passou a chamar-se rua Marechal Deodoro. No primeiro plano o largo da Sé e, ao fundo, a igreja de São Gonçalo, que ainda existe na atual praça João Mendes.
Militão Augusto de Azevedo
Atual rua Marechal Deodoro
1887

Rua Direita
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010008.JPG
Rua Direita
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua Florêncio de Abreu
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010009.JPG
Rua Florêncio de Abreu
Vista da rua da Constituição, atual Florêncio de Abreu, em direção ao convento da Luz.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Igreja e Convento do Colégio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja e Convento do Colégio
Multidão reunida no Largo do Palácio para uma parada do corpo policial da província. O Largo do Palácio, berço da cidade, foi inicialmente chamado Pátio do Colégio, pois foi aí que instalou-se o Colégio dos Jesuítas, O local passou então a ser chamado de Largo do Palácio, abrigando a sede dos capitães generais e passando por uma série de transformações. Depois de ser ocupado também pela Secretaria de Educação, o prédio foi devolvido em 1954 à Companhia de Jesus, e a partir daí todo o conjunto arquitetônico foi reconstituído.
Militão Augusto de Azevedo
Atual Pátio do Colégio
circa 1862

Palácio e Secretária do Governo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010011.JPG
Palácio e Secretária do Governo
Militão Augusto de Azevedo
Pátio do Colégio
circa 1887

Convento de São Francisco, atual Faculdade de Direito
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010012.JPG
Convento de São Francisco, atual Faculdade de Direito
Estudantes em frente a Faculdade de Direito, no Largo de São Francisco, criada em 1827. A faculdade foi instalada no antigo Convento de São Francisco. À direita, as igrejas de São Francisco e da Venerável Ordem Terceira.
Militão Augusto de Azevedo
Largo de São Francisco
circa 1862

Convento de São Francisco, atual Faculdade de Direito
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010013.JPG
Convento de São Francisco, atual Faculdade de Direito
Faculdade de Direito, no Largo de São Francisco, criada em 1827. A faculdade foi instalada no antigo Convento de São Francisco. À direita, as igrejas de São Francisco e da Venerável Ordem Terceira.
Militão Augusto de Azevedo
Largo de São Francisco
1887

Prédio da Cadeia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010014.JPG
Prédio da Cadeia
Edifício em arquitetura neoclássica que abrigou a Câmara e a cadeia da cidade. O largo também ficou conhecido como Pátio ou Largo de São Gonçalo e do Teatro, outros importantes prédios do entorno.
Militão Augusto de Azevedo
Largo da Cadeia, atual praça João Mendes
circa 1862

Vista da Assembléa Provincial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010015.JPG
Vista da Assembléa Provincial
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Igreja de Nossa Senhora dos Remédios
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010016.JPG
Igreja de Nossa Senhora dos Remédios
À esquerda, a igreja de Nossa Senhora dos Remédios e, à direita, o sobrado em que residia o professor João Mendes, que promoveu a reforma da igreja de São Gonçalo, na mesma praça. O largo também abrigou o Theatro São José.
Militão Augusto de Azevedo
Largo da Cadeia, atual praça João Mendes
circa 1862

Igreja de Nossa Senhora dos Remédios
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010017.JPG
Igreja de Nossa Senhora dos Remédios
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua da Imperatriz, antiga rua do Rosário, atual XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010018.JPG
Rua da Imperatriz, antiga rua do Rosário, atual XV de Novembro
Rua do Rosário, depois chamada rua da Imperatriz, atual XV de Novembro. Ao fundo da imagem, à direita, está o prédio mais alto da cidade na época "de térreo e três sobrados". Destaca-se também, à esquerda, casa do século XVIII com muxarabis característicos dos sobrados coloniais, que tornaram-se ilegais por decisão da prefeitura na década de 1870.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1862

Rua da Imperatriz, antiga rua do Rosário, atual XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010019.jpg
Rua da Imperatriz, antiga rua do Rosário, atual XV de Novembro
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua da Imperatriz, antiga rua do Rosário, atual XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010020.JPG
Rua da Imperatriz, antiga rua do Rosário, atual XV de Novembro
Rua do Rosário, atual XV de Novembro, em imagem tomada na altura da rua da Quitanda, com a antiga igreja do Rosário ao fundo.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua da Imperatriz, antiga rua do Rosário, atual XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010021.JPG
Rua da Imperatriz, antiga rua do Rosário, atual XV de Novembro
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua do Comércio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010022.JPG
Rua do Comércio
Rua do Comércio, próxima ao triângulo formado pelas ruas Direita, São Bento e Rosário. Nota-se ao fundo a Confeitaria do Leão.
Militão Augusto de Azevedo
Atual Álvares Penteado
circa 1862

Rua do Comércio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010023.JPG
Rua do Comércio
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua da Quitanda
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua da Quitanda
Rua da Quitanda, esquina com a rua do Comércio, destacando-se, à esquerda, a Confeitaria do Leão.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1862

Rua da Quitanda
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010025.JPG
Rua da Quitanda
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua da Cruz Preta
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010026.JPG
Rua da Cruz Preta
Rua da Cruz Preta, atual Quintino Bocaiúva, por ocasião de seu calçamento.
Militão Augusto de Azevedo
Atual rua Quintino Bocaiúva
circa 1862

Rua do Príncipe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010027.JPG
Rua do Príncipe
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua Tabatinguera
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010028.JPG
Rua Tabatinguera
Rua Tabatinguera, uma das mais antigas da capital e uma das principais vias de comunicação com a Várzea do Carmo.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1862

Rua Tabatinguera
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010029.JPG
Rua Tabatinguera
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010030.JPG
Rua da Glória
Rua da Glória, que levava aos caminhos do Ipiranga e de Santos.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1862

Rua da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010031.JPG
Rua da Glória
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Ladeira do Palácio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010032.JPG
Ladeira do Palácio
Ladeira que saía do Pátio do Colégio e levava à Várzea do Carmo e às margens do rio Tamanduateí. Era conhecida como rua Municipal e, posteriormente, rua João Alfredo. O muro à direita limitava o antigo quintal dos jesuítas, ou horta do colégio. Esta imagem deu origem a um quadro de Benedito Calixto, encomendado por Afonso Taunay para o Museu Paulista.
Militão Augusto de Azevedo
Atual rua General Carneiro
circa 1862

Rua João Alfredo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010033.JPG
Rua João Alfredo
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Largo e Rua do Brás
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010034.JPG
Largo e Rua do Brás
Largo do Brás em direção à Penha, vendo-se à esquerda a capela do Bom Jesus do Matosinhos do Brás, reconstruída em 1803. A grande casa ao centro, com sete janelas, servia de residência ao pároco e aí eram acolhidos os desamparados.
Militão Augusto de Azevedo
Atual av. Rangel Pestana
circa 1862

Largo do Brás
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010035.JPG
Largo do Brás
Largo do Brás, na atual av. Rangel Pestana. À esquerda a igreja do Bom Jesus do Matosinhos, hoje matriz do Brás.
Militão Augusto de Azevedo
Atual av. Rangel Pestana
1887

Rua da Constituição
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010036.JPG
Rua da Constituição
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1862

Rua Florêncio de Abreu
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010037.JPG
Rua Florêncio de Abreu
Rua da Constituição, atual rua Florêncio de Abreu, com a torre e os fundos da igreja de São Bento ao fundo.
Militão Augusto de Azevedo
Rua da Constituição, atual rua Florêncio de Abreu
1887

Rua Alegre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Alegre
Rua Alegre, destaque para casas de taipa à direita.
Militão Augusto de Azevedo
Atual rua Brigadeiro Tobias
circa 1862

Rua Alegre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010039.JPG
Rua Alegre
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Rua Alegre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010040.JPG
Rua Alegre
Rua Alegre, destaque para casas de taipa à esquerda.
Militão Augusto de Azevedo
Atual rua Brigadeiro Tobias
circa 1862

Rua Alegre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010041.JPG
Rua Alegre
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Vista de região central da cidade
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010042.JPG
Vista de região central da cidade
Panorama de São Paulo tomado a partir de um mirante instalado no terraço no topo do Seminário Episcopal. À esquerda vê-se a chácara de Miguel Carlos, que deu nome à rua à direita, que terminava no Anhangabaú. Ao fundo estão o Convento e a Igreja do Carmo, a Igreja da Ordem Terceira, a Matriz, a Igreja dos Remédios e a Igreja e o Mosteiro de São Bento.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1862

Rua Florêncio de Abreu
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010043.JPG
Rua Florêncio de Abreu
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Ladeira e Ponte do Carmo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010044.JPG
Ladeira e Ponte do Carmo
Militão Augusto de Azevedo
Atual Rangel Pestana
circa 1862

Ladeira do Carmo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010045.JPG
Ladeira do Carmo
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Seminário Episcopal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010046.JPG
Seminário Episcopal
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Igreja e Largo da Sé
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010047.JPG
Igreja e Largo da Sé
Largo da Sé, visto da confluência das ruas Direita e XV de Novembro, com a antiga catedral.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1862

Paredão do Piques
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Paredão do Piques
Vista do Paredão do Piques, cujo nome provém do muro de arrimo de pedra na Ladeira da Misericórdia. O Piques era ponto de convergência dos tropeiros que ali chegavam com suas mulas para beber água no chafariz. Destaca-se a Ladeira da Misericórdia com o monumento "Pirâmide do Piques", obelisco construído pelo marechal Daniel Pedro Müller em 1814. À direita, na altura da casa branca com pessoas à frente, foi aberta, em 1855, a rua Formosa, que comunicava o Largo da Memória com a Rua São João, hoje avenida São João.
Militão Augusto de Azevedo
Ladeira da Memória
circa 1862

Vista da cidade tomada do paredão do Piques
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010049.JPG
Vista da cidade tomada do paredão do Piques
Fotografia tomada, provavelmente, logo abaixo da rua da Palha, atual Xavier de Toledo, em direção ao núcleo central da cidade. À direita vemos as ladeiras de São Francisco e do Ouvidor. Pontuam a paisagem as torres das igrejas de São Francisco, à direita, e a torre da Sé, ao lado da Pirâmide do Piques, à esquerda. O grande telhado logo após a igreja de São Francisco é o do Theatro São José.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1862

Rua Direita
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010050.JPG
Rua Direita
Rua Direita, ao fundo a livraria e papelaria Garrauxe e a torre da Igreja de São Pedro.
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1862

Ladeira de Santo Amaro e Campo da Bella Vista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010051.JPG
Ladeira de Santo Amaro e Campo da Bella Vista
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Bairro do Chá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010052.JPG
Bairro do Chá
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Bairro de Santa Ephigenia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bairro de Santa Ephigenia
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Bairro, aterrado e Rua do Bráz
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010054.JPG
Bairro, aterrado e Rua do Bráz
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Vista de região central da cidade
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de região central da cidade
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Jardim Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010056.jpg
Jardim Público
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Jardim Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010057.jpg
Jardim Público
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Chácara do Charpe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010058.jpg
Chácara do Charpe
Portão de entrada da Chácara do Charpe, que deu início ao bairro dos Campos Elísios.
Militão Augusto de Azevedo
Campos Elísios
circa 1868

Campos Elyseos e parte do Jardim Publico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Campos Elyseos e parte do Jardim Publico
Militão Augusto de Azevedo
Campos Elísios
circa 1887

Rio Tietê
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010060.jpg
Rio Tietê
Militão Augusto de Azevedo
Centro
circa 1887

Vista da Praia de Botafogo, tomada do Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001001.jpg
Vista da Praia de Botafogo, tomada do Morro da Viúva
Vista da Praia de Botafogo, tomada do Morro da Viúva. À direita vê-se a torre sineira da Igreja da Imaculada Conceição e, no horizonte, o Morro Dois Irmãos, a Pedra da Gávea e o Corcovado.
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1907

Vista da praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da praia de Botafogo
Vista da praia de Botafogo a partir do morro da Viúva, com morro do Corcovado ao fundo.
Autoria não identificada
Botafogo
1907

Vista da Praia de Botafogo, com o Morro do Corcovado à direita
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Praia de Botafogo, com o Morro do Corcovado à direita
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1907

Vista para a Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista para a Baía de Guanabara
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1907

Vista do Pico do Corcovado, ainda com o mirante Chapéu do Sol
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001006.jpg
Vista do Pico do Corcovado, ainda com o mirante Chapéu do Sol
Vista do morro do Corcovado ainda com o mirante Chapéu de Sol, substituído em 1931 pela estátua do Cristo Redentor.
Autoria não identificada
Corcovado
circa 1907

Praia de Copacabana, com vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001007.jpg
Praia de Copacabana, com vista do Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1907

Praia de Ipanema, com vista do Morro Dois Irmãos e da Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001008.jpg
Praia de Ipanema, com vista do Morro Dois Irmãos e da Pedra da Gávea
Autoria não identificada
Ipanema
circa 1907

Mulher e criança na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001009.jpg
Mulher e criança na praia de Copacabana
Autoria não identificada
Copacabana
junho de 1907

Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001010.jpg
Praia de Copacabana
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1907

Praia de Ipanema, com Morro Dois Irmãos ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001011.jpg
Praia de Ipanema, com Morro Dois Irmãos ao fundo
Autoria não identificada
Ipanema
circa 1907

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001018.jpg
Campo de Santana
Autoria não identificada
Centro ; Praça da República
circa 1907

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001019.jpg
Campo de Santana
Autoria não identificada
Centro ; Praça da República
circa 1907

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001020.jpg
Campo de Santana
Autoria não identificada
Centro ; Praça da República
circa 1907

Pedra da Gávea vista da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001026.jpg
Pedra da Gávea vista da Tijuca
Autoria não identificada
Floresta da Tijuca
circa 1907

Serra da Tijuca, atual Estrada Redentor
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001027.jpg
Serra da Tijuca, atual Estrada Redentor
Autoria não identificada
Alto da Boa Vista
circa 1907

Serra da Tijuca vista do Sumaré
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001029.jpg
Serra da Tijuca vista do Sumaré
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1907

Vista do centro do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001030.jpg
Vista do centro do Rio de Janeiro
Autoria não identificada
Centro
circa 1907

Palmeiras Imperiais na Rua Paissandu
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01001031.jpg
Palmeiras Imperiais na Rua Paissandu
Autoria não identificada
Flamengo
circa 1907

Vista da Praia de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado e a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002001.jpg
Vista da Praia de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado e a Pedra da Gávea
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1907

Vista da Praia de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002002.jpg
Vista da Praia de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1907

Vista da Enseada de Botafogo e de parte da avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002003.jpg
Vista da Enseada de Botafogo e de parte da avenida Beira-Mar
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1907

Bairro das Laranjeiras visto de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002004.jpg
Bairro das Laranjeiras visto de Santa Teresa
Autoria não identificada
Santa Teresa
circa 1907

Vista do bairro de Laranjeiras, com o Pão de Açúcar à esquerda
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002005.jpg
Vista do bairro de Laranjeiras, com o Pão de Açúcar à esquerda
Autoria não identificada
Laranjeiras
circa 1907

Bairro do Catete visto de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002006.jpg
Bairro do Catete visto de Santa Teresa
Autoria não identificada
Santa Teresa
circa 1907

Glória, Palácio Monroe e Passeio Público, a partir do centro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002007.jpg
Glória, Palácio Monroe e Passeio Público, a partir do centro
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Avenida Central, vendo-se o prédio do Supremo Tribunal Federal, os fundos da Biblioteca Nacional e o Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002008.jpg
Avenida Central, vendo-se o prédio do Supremo Tribunal Federal, os fundos da Biblioteca Nacional e o Passeio Público
O entulho que se vê na praça é provavelmente da demolição do Convento da Ajuda.
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Fundos da Biblioteca Nacional, ao fundo os Arcos da Lapa e Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002009A.jpg
Fundos da Biblioteca Nacional, ao fundo os Arcos da Lapa e Santa Teresa
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Fundos da Biblioteca Nacional, ao fundo os Arcos da Lapa e Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002009B.jpg
Fundos da Biblioteca Nacional, ao fundo os Arcos da Lapa e Santa Teresa
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Vista da Avenida Beira-Mar a partir da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002010.jpg
Vista da Avenida Beira-Mar a partir da Glória
Autoria não identificada
Glória
circa 1907

Bairro de Santa Teresa com o Castelinho do Valentim ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002011.jpg
Bairro de Santa Teresa com o Castelinho do Valentim ao fundo
Autoria não identificada
Santa Teresa
circa 1911

Bairro de Santa Teresa com o Castelinho do Valentim ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002012.jpg
Bairro de Santa Teresa com o Castelinho do Valentim ao fundo
Autoria não identificada
Santa Teresa
circa 1911

Santa Teresa, com a Estação do Curvelo ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002013.jpg
Santa Teresa, com a Estação do Curvelo ao fundo
Autoria não identificada
Santa Teresa
circa 1911

Bairro de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002014.jpg
Bairro de Santa Teresa
Autoria não identificada
Santa Teresa
circa 1911

Vista da praça XV e região central, a partir da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002015.jpg
Vista da praça XV e região central, a partir da Baía de Guanabara
Autoria não identificada
Centro ; Baía de Guanabara
circa 1911

Vista da enseada de Botafogo, com Copacabana ao fundo, a partir do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002016.jpg
Vista da enseada de Botafogo, com Copacabana ao fundo, a partir do Mirante Dona Marta
Autoria não identificada
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1911

Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, praias de Ipanema e Leblon, a partir do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002017A.jpg
Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, praias de Ipanema e Leblon, a partir do Mirante Dona Marta
Autoria não identificada
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1911

Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas e praias de Ipanema e Leblon, ao fundo o Morro Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002017B.jpg
Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas e praias de Ipanema e Leblon, ao fundo o Morro Dois Irmãos
Autoria não identificada
Morro do Corcovado
circa 1911

Vista do Pão de Açúcar a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002018.jpg
Vista do Pão de Açúcar a partir de Santa Teresa
Autoria não identificada
Santa Teresa
circa 1911

Enseada de Botafogo a partir do Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002019.jpg
Enseada de Botafogo a partir do Morro da Viúva
Autoria não identificada
Morro da Viúva
circa 1911

Vista do Pão de Açúcar a partir da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002020.jpg
Vista do Pão de Açúcar a partir da enseada de Botafogo
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1911

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002021.jpg
Vista do Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1911

Vista da Baía de Guanabara a partir de Niterói
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002022.jpg
Vista da Baía de Guanabara a partir de Niterói
Autoria não identificada
Niterói
circa 1911

Embarcações na Baía de Guanabara, Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002023.jpg
Embarcações na Baía de Guanabara, Pão de Açúcar ao fundo
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1911

Rochas na praia de Ipanema
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002025.jpg
Rochas na praia de Ipanema
Autoria não identificada
Ipanema
circa 1911

Pedra da Gávea a partir de São Conrado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002026.jpg
Pedra da Gávea a partir de São Conrado
Autoria não identificada
São Conrado
circa 1911

Pedra da Gávea a partir do Alto da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002027.jpg
Pedra da Gávea a partir do Alto da Boa Vista
Autoria não identificada
Alto da Boa Vista
circa 1911

Morro do Corcovado a partir da Gávea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002028.jpg
Morro do Corcovado a partir da Gávea
Autoria não identificada
Gávea
circa 1911

Vista do morro do Corcovado a partir de Laranjeiras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002029.jpg
Vista do morro do Corcovado a partir de Laranjeiras
Autoria não identificada
Laranjeiras
circa 1911

Morro do Corcovado visto de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002030.jpg
Morro do Corcovado visto de Santa Teresa
Autoria não identificada
Santa Teresa
circa 1911

Morro do Corcovado a partir do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002031.jpg
Morro do Corcovado a partir do Mirante Dona Marta
Autoria não identificada
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1911

Serra da Tijuca vista do Sumaré
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002032.jpg
Serra da Tijuca vista do Sumaré
Autoria não identificada
Tijuca ; Estrada do Sumaré
circa 1911

Rochas na Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002034.jpg
Rochas na Avenida Niemeyer
Autoria não identificada
São Conrado
circa 1911

Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002035.jpg
Avenida Niemeyer
Autoria não identificada
São Conrado
circa 1907

Vista da rua Buenos Aires, em direção à Avenida Passos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002037.jpg
Vista da rua Buenos Aires, em direção à Avenida Passos
Vista da rua Buenos Aires em direção à avenida Passos, onde se vê a Igreja do Santíssimo Sacramento.
Autoria não identificada
Centro
circa 1907

Rua Gonçalves Dias em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002038.jpg
Rua Gonçalves Dias em obras
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002039.jpg
Rua Primeiro de Março
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Edifício na Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002040.jpg
Edifício na Avenida Central
Autoria não identificada
Centro ; Atual Avenida Rio Branco
circa 1911

Fachada de edifício na Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002041.jpg
Fachada de edifício na Avenida Central
Autoria não identificada
Centro ; Atual Avenida Rio Branco
circa 1911

Cômoro Frei Leandro ou Casa dos Cedros, no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002045.jpg
Cômoro Frei Leandro ou Casa dos Cedros, no Jardim Botânico
Autoria não identificada
Jardim Botânico
circa 1907

Caixa Velha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002047.jpg
Caixa Velha da Tijuca
Estrada Velha da Tijuca, 1170.
Autoria não identificada
Alto da Boa Vista
circa 1907

Caixa Velha da Tijuca, mulher posa para foto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002048.jpg
Caixa Velha da Tijuca, mulher posa para foto
Estrada Velha da Tijuca, 1170.
Autoria não identificada
Alto da Boa Vista
circa 1907

Monumento à D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002049.jpg
Monumento à D. Pedro I
Autoria não identificada
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1907

Estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002050.jpg
Estátua equestre de D. Pedro I
Autoria não identificada
Praça Tiradentes
circa 1907

Monumento em homenagem a Duque de Caxias
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002051.jpg
Monumento em homenagem a Duque de Caxias
Autoria não identificada
Largo do Machado
circa 1907

Igreja de Nossa Senhora da Glória e monumento em homenagem a Duque de Caxias
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002052.jpg
Igreja de Nossa Senhora da Glória e monumento em homenagem a Duque de Caxias
Autoria não identificada
Largo do Machado
circa 1907

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002053.jpg
Chafariz do Mestre Valentim
Autoria não identificada
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1907

Barricada na Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002054.jpg
Barricada na Praça XV de Novembro
Autoria não identificada
Centro
circa 1907

Oficiais e barricada na Praça XV Novembro, Ilha das Cobras ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002055.jpg
Oficiais e barricada na Praça XV Novembro, Ilha das Cobras ao fundo
Autoria não identificada
Centro
circa 1907

Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002056.jpg
Canal do Mangue
Canal do Mangue, atual avenida Francisco Bicalho, com suas aleias de palmeiras imperiais.
Autoria não identificada
Centro
circa 1907

Ladeira da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002057.jpg
Ladeira da Glória
Autoria não identificada
Glória
circa 1907

Ladeira da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002059.jpg
Ladeira da Glória
Autoria não identificada
Glória
circa 1907

Prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002060.jpg
Prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro
Antiga Escola de São José, depois Conselho Municipal, localizado no largo da Mãe do Bispo, atual Praça Marechal Floriano. Em 1918 o prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro é demolido e no mesmo local, em 1920, começam as obras do Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923.
Autoria não identificada
Centro ; Praça Marechal Floriano (Cinelândia)
circa 1907

Ressaca na Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002067A.jpg
Ressaca na Avenida Beira-Mar
Autoria não identificada
Glória
circa 1907

Ressaca na Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002067B.jpg
Ressaca na Avenida Beira-Mar
Autoria não identificada
Glória
circa 1907

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002074.jpg
Ilha das Cobras
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1907

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002075.jpg
Ilha das Cobras
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1907

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002076.jpg
Ilha das Cobras
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1907

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002077.jpg
Ilha das Cobras
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1907

Baía de Guanabara vista da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN01002078.jpg
Baía de Guanabara vista da Ilha das Cobras
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1907

Palácio da Princesa Isabel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN02001001.jpg
Palácio da Princesa Isabel
Fachada do Palácio Guanabara (antigo Palácio Isabel). A edificação original, adquirida do comerciante português José Machado Coelho, foi reformada pelo arquiteto J.M.Jacinto Rebelo para tornar-se residência da Princesa Isabel e do Conde D'Eu à época de seu casamento, em 1864, até 1889, data da partida da família real para o exílio na França. Ampliada e adaptada ao gosto da arquitetura eclética, em 1908, para receber o rei de Portugal, D.Carlos I, que viria para a comemoração do Centenário da Abertura dos Portos, foi residência presidencial (sob o General Dutra, foi erguida a capela nos seus jardins e, a partir de 1960 passou a ser sede do governo estadual).
Autoria não identificada
Paço Isabel, atual Palácio Guanabara ; Laranjeiras
circa 1885

Palácio da Princesa Isabel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN02001002.jpg
Palácio da Princesa Isabel
Autoria não identificada
Paço Isabel, atual Palácio Guanabara ; Laranjeiras
circa 1885

Fonte Adriano Ramos Pinto, no Jardim da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN02001004.jpg
Fonte Adriano Ramos Pinto, no Jardim da Glória
Autoria não identificada
Largo da Glória
circa 1907

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN02001005.jpg
Avenida Central
Autoria não identificada
Atual Rio Branco
circa 1910

Monumento a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN02001006.jpg
Monumento a Pedro Álvares Cabral
Autoria não identificada
Rua Pedro Américo Catete ; Glória
circa 1905

Revolta Naval; vista geral do Batalhão Naval da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001001.jpg
Revolta Naval; vista geral do Batalhão Naval da Ilha das Cobras
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Ilha das Cobras
dezembro de 1910

Revolta Naval; Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001002.jpg
Revolta Naval; Arsenal da Marinha
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Rua da Ponte ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval; navio durante ataque
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001004.jpg
Revolta Naval; navio durante ataque
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
dezembro de 1910

Revolta Naval; edifício do Batalhão Naval com torreão parcialmente destruído
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001006.jpg
Revolta Naval; edifício do Batalhão Naval com torreão parcialmente destruído
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Rua da Pedreira ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval; edifício do Batalhão Naval com torreão parcialmente destruído
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001007.jpg
Revolta Naval; edifício do Batalhão Naval com torreão parcialmente destruído
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Rua da Pedreira ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval; capela, hospital e caixa d'água parcialmente destruídas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001008.jpg
Revolta Naval; capela, hospital e caixa d'água parcialmente destruídas
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Rua da Pedreira ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval; refeitório e dormitório do Batalhão Naval
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001009.jpg
Revolta Naval; refeitório e dormitório do Batalhão Naval
Vista dos edifícios que abrigam o refeitório e o dormitório do Batalhão Naval. A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Rua da Pedreira ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval - entrada para o Batalhão Naval, danificada durante a Revolta
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001010.jpg
Revolta Naval - entrada para o Batalhão Naval, danificada durante a Revolta
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Ilhas das Cobras ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval - outra entrada para o Batalhão Naval, onde os revoltosos assentaram um canhão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001011.jpg
Revolta Naval - outra entrada para o Batalhão Naval, onde os revoltosos assentaram um canhão
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Ilhas das Cobras ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval; metralhadora em área destruída, voltada para o Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001012.jpg
Revolta Naval; metralhadora em área destruída, voltada para o Arsenal da Marinha
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Ilha das Cobras ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval; canhão em frente ao Batalhão Naval, apontado para o Cais Pharaux
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Revolta Naval; canhão em frente ao Batalhão Naval, apontado para o Cais Pharaux
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Rua da Pedreira ; Centro
dezembro de 1910

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN24001003.jpg
Campo da Aclamação
Autoria não identificada
Campo da Aclamação, atual praça da República ; Centro
circa 1890

Demolição do Morro do Castelo - obras de aterramento na região portuária
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Demolição do Morro do Castelo - obras de aterramento na região portuária
Trabalhadores em obra junto ao mar; monte de terra e canalização.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1923

Praça XV de Novembro, edifício da Sociedade de Geografia (à direita) e, ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça XV de Novembro, edifício da Sociedade de Geografia (à direita) e, ao fundo, o Morro do Castelo
Augusto Malta
Praça 15 de Novembro ; Centro
circa 1925

Avenida Beira-Mar, em direção ao Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN25001003.jpg
Avenida Beira-Mar, em direção ao Outeiro da Glória
Destaque para o Pão de Açúcar (à esquerda).
Augusto Malta
Rua Mestre Valentim ; Lapa
circa 1911

Aqueduto da Carioca; a partir do Morro de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aqueduto da Carioca; a partir do Morro de Santa Teresa
O Aqueduto da Carioca (hoje chamado de Arcos da Lapa ou da Carioca) foi construído entre 1722 e 1724. Em primeiro plano, o casario da Lapa; à esquerda, os morros de Santo Antonio e do Castelo; e, aos pés do último, a Igreja de Santa Luzia.
Autoria não identificada
Lapa
circa 1910

Cômoro Frei Leandro ou Casa dos Cedros no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN29001002.jpg
Cômoro Frei Leandro ou Casa dos Cedros no Jardim Botânico
Autoria não identificada
Jardim Botânico
circa 1905

Largo da Glória, monumento a Pedro Álvares Cabral ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN29001003.jpg
Largo da Glória, monumento a Pedro Álvares Cabral ao fundo
Autoria não identificada
Glória
circa 1906

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Militar
Autoria não identificada
Urca ; Praia Vermelha
circa 1906

Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Beira-Mar
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1909

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN30001003.jpg
Palácio Monroe
Papelaria e Typographia Botelho
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1912

Vista panorâmica da enseada de Botafogo, a partir do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN31001001.jpg
Vista panorâmica da enseada de Botafogo, a partir do Morro do Corcovado
Autoria não identificada
Praia de Botafogo
circa 1928

Vista aérea a partir do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN31001002.jpg
Vista aérea a partir do Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Praia Vermelha
circa 1928

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN32001.jpg
Avenida Rio Branco
Autoria não identificada
Centro, antiga Avenida Central
circa 1930

Enseada de Botafogo e Avenida Beira-Mar; a partir do Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN36001.jpg
Enseada de Botafogo e Avenida Beira-Mar; a partir do Morro da Viúva
Autoria não identificada
Flamengo
circa 1915

Vistas do Paraguai
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vistas do Paraguai
Àlbum com fotografias de Assunção e de outras localidades, e de indígenas Angaité, Sanapaná, Matacos e Toba, algumas realizadas em estudio. As fotografias de San Martin, realizadas após a Guerra da Tríplice Aliança, se inserem no contexto da busca pela reconstrução de uma identidade do país, que foi devastado pela Guerra.
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Porto de Cuyabá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto de Cuyabá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rio Cuyabá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio Cuyabá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Palácio do Governo do Cuyabá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio do Governo do Cuyabá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Ruínas de Humaitá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ruínas de Humaitá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Mercado Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mercado Central
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Estação de San Míguel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação de San Míguel
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Paraguarý
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Paraguarý
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Jarachequí, Cacique dos Tobas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jarachequí, Cacique dos Tobas
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rua Florida
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Florida
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Caminho para o tribunal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Caminho para o tribunal
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Praça União
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça União
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Guerreiros Chamacocos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Guerreiros Chamacocos
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rua arborizada
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua arborizada
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rua do Mar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua do Mar
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Vista de Cuyabá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Cuyabá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Vista de Assunção
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Assunção
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Grupo Indígena
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Grupo Indígena
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rua de San Gabriel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua de San Gabriel
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rua do Médio Cuyabá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua do Médio Cuyabá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Lavadeiras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Lavadeiras
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Vista parcial de Assunção
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista parcial de Assunção
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Indígenas em uma canoa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANI023022.jpg
Indígenas em uma canoa
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Vista do Porto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Porto
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rua com linha férrea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANI023024.jpg
Rua com linha férrea
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Grupo Indígena Chamacocos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Grupo Indígena Chamacocos
Os Chamacocos são um grupo indígena que habita a margem esquerda do rio Paraguai, no limite entre o estado brasileiro do Mato Grosso do Sul e o Paraguai, mais precisamente na Reserva Indígena Kadiwéu.
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Grupo de Indígenas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Grupo de Indígenas
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Navio Pingo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANI023027.jpg
Navio Pingo
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Grupo Indígena Sanapanás
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Grupo Indígena Sanapanás
Os Sanapanás são um povo Maskoy que vive na região do Chaco paraguaio.
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Praça de Cuyabá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça de Cuyabá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Estação de Ferrocarril
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação de Ferrocarril
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Cancha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cancha
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Departamento Grl. de Polícia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Departamento Grl. de Polícia
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rua de Palmas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua de Palmas
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Porto de Corumbá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto de Corumbá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Caminho para Recoleta
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Caminho para Recoleta
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rua 14 de Maio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua 14 de Maio
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Igreja de Cuyabá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja de Cuyabá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Vitória Régia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vitória Régia
A vitória-régia ou victória-régia (Victoria amazonica) é uma planta aquática da família das Nymphaeaceae, típica da região amazônica. Ela possui uma grande folha em forma de círculo, que fica sobre a superfície da água, e pode chegar a ter até 2,5 metros de diâmetro e suportar até 40 quilos se forem bem distruibuídos em sua superfície.
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Mulheres Augaités
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mulheres Augaités
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Itá Pytá Punta
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Itá Pytá Punta
Itá Pytá Punta é um dos 70 bairros da cidade de Assunção, no Paraguai.
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Vista de Corumbá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Corumbá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Grupo de Indígenas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Grupo de Indígenas
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Embarcação em Villeta
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANI023043.JPG
Embarcação em Villeta
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Vista de Assunção
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Assunção
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Trem em uma estação
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANI023045.JPG
Trem em uma estação
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Jecucrí Cacique dos Mataccos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jecucrí Cacique dos Mataccos
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Habitação de grupo Indígena
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Habitação de grupo Indígena
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Rua Vila Rica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Vila Rica
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Praça de Cuyabá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça de Cuyabá
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Guerreiros Sanapana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Guerreiros Sanapana
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Chemaquí Cacique dos Toba
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Chemaquí Cacique dos Toba
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Panorama de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama de Botafogo
Bairro de Botafogo e Pão de Açúcar vistos a partir do Corcovado.
N Viggiani
Botafogo
circa 1920

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Aleia de palmeiras na rua Jardim Botânico e Corcovado ao fundo.
N Viggiani
Rua Jardim Botânico
circa 1920

Avenida Rio Branco; ao fundo, o morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco; ao fundo, o morro do Castelo
Vista panorâmica da avenida Rio Branco.
N Viggiani
Centro
circa 1920

Vista do bairro de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do bairro de Santa Teresa
Vista de um trecho do bairro de Santa Teresa.
N Viggiani
Santa Teresa
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Avenida Rio Branco, lado da entrada da barra.
N Viggiani
Centro
circa 1920

Morro do Corcovado com o mirante Chapéu do Sol
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANV022006.jpg
Morro do Corcovado com o mirante Chapéu do Sol
Vista do morro do Corcovado ainda sem o Cristo Redentor.
N Viggiani
Cosme Velho
circa 1920

Viaduto da Lapa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Viaduto da Lapa
Viaduto da Lapa (Antigo aqueduto construído pelo Jesuítas) e arredores, com Pão de Açúcar ao fundo.
N Viggiani
Centro
circa 1920

Quinta da Boa Vista - Alameda dos bambus
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANV022008.jpg
Quinta da Boa Vista - Alameda dos bambus
Alameda dos bambus, na Quinta da Boa Vista.
N Viggiani
São Crsitovão
circa 1920

Trecho da avenida Atlântica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trecho da avenida Atlântica
Trecho da avenida Atlântica.
N Viggiani
Copacabana
circa 1920

Avenida e canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida e canal do Mangue
Em 1857, foi iniciada a construção do Canal do Mangue, sendo esta a maior obra de saneamento do Rio de Janeiro, na época do Império, possibilitou a extinção da Lagoa da Sentinela e dos pantanais de São Diogo, que iam até quase o Campo de Santana. A obra foi contratada ao Barão de Mauá, que a inaugurou juntamente com sua fábrica de gás para iluminação pública e doméstica que ficava próxima do Rocio Pequeno.
N Viggiani
Centro
circa 1920

Edifício da Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Edifício da Biblioteca Nacional
Vista frontal do edifício da Biblioteca Nacional.
N Viggiani
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1920

Rua Paissandu
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANV022012.jpg
Rua Paissandu
Aleia de palmeiras na rua Paissandu.
N Viggiani
Flamengo
circa 1920

Trecho da avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trecho da avenida Beira Mar
Aspecto de um trecho da avenida Beira Mar, tendo ao fundo o morro da Glória.
N Viggiani
Avenida Augusto Severo ; Lapa
circa 1920

Entrada da Baía de Guanabara vista do Curvelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Entrada da Baía de Guanabara vista do Curvelo
Vista tomado do largo do Curvelo em Santa Teresa da onde se vê o bairro da Glória, a igreja do Outeiro da Glória, os casarões da Villa Aymoré e o Pão de Açucar.
N Viggiani
Santa Teresa
circa 1920

Rio Palácio Hotel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio Palácio Hotel
Edifício do Rio Palácio Hotel.
N Viggiani
Centro
circa 1920

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Enseada de Botafogo
Vista geral da enseada de Botafogo.
N Viggiani
Botafogo
circa 1920

Trecho da Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Trecho da Avenida Beira Mar
Trecho da Avenida Beira Mar na altura do bairro da Glória.
N Viggiani
Glória
circa 1920

Monumento em homenagem a Almirante Barroso
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Monumento em homenagem a Almirante Barroso
Monumento em homenagem a Almirante Barroso, que lutou na batalha do Riachuelo.
N Viggiani
Glória
circa 1920

Quinta da Boa Vista - Caramanchão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quinta da Boa Vista - Caramanchão
Caramanchão na Quinta da Boa Vista.
N Viggiani
São Cristóvão
circa 1920

Monumento em homenagem a D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Monumento em homenagem a D. Pedro I
Vista da praça Tiradentes com monumento a D. Pedro I.
N Viggiani
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1920

Jardim de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim de Botafogo
Vista do Jardim de Botafogo, com Corcovado ao fundo.
N Viggiani
Botafogo
circa 1920

Estação funicolar do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação funicolar do Pão de Açúcar
Estação funicolar do Pão de Açúcar com bondinho em movimento.
N Viggiani
Urca
circa 1920

Cais do Porto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cais do Porto
Vista do cais do porto.
N Viggiani
Centro
circa 1920

Pão de Açúcar e Urca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açúcar e Urca
Vista da baía de Guanabara com os morros do Pão de Açúcar e o bairro da Urca.
N Viggiani
Botafogo
circa 1920

Álbum Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANV022Capa.jpg
Álbum Rio de Janeiro
Álbum "Rio de Janeiro", formado por 24 fotografias reproduzidas a partir de processo fotomecânico, retrata a parte central da cidade e os bairros Glória, Botafogo e Urca nos anos de 1920.
N Viggiani
Rio de Janeiro
circa 1920

-
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ANV022Contracapa.jpg

N Viggiani
Rio de Janeiro
circa 1920

Álbum Escritório Técnico do Engenheiro e Arquiteto F. P. Ramos d'Azevedo S. Paulo - Álbum de Construções
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AOQ021.jpg
Álbum Escritório Técnico do Engenheiro e Arquiteto F. P. Ramos d'Azevedo S. Paulo - Álbum de Construções
Álbum com fotografias das construções de prédios e palácios realizadas pelo Escritório Técnico do Engenheiro e Arquiteto F. P. Ramos d'Azevedo. Processo fotomecanico: colotipia Formato das imagens: 22,7 x 28,8 cm SS: 31,0 x 39,8 cm
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Fachada da Secretária da Agricultura
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da Secretária da Agricultura
O prédio da Secretária da Agricultura foi construído entre 1892 e 1896, projeto de Ramos de Azevedo. Situado ao lado do Tesouro, é parte de um projeto que arranja o Pátio do Colégio.
Otto Rudolf Quaas
Pátio do Colégio, Centro
circa 1900

Secretaria da Agricultura
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Secretaria da Agricultura
Otto Rudolf Quaas
Pátio do Colégio, Centro
circa 1900

Fachada da Secretaria da Fazenda
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da Secretaria da Fazenda
O prédio da Secretária da Fazenda foi construído entre 1886 e 1891. A pedra fundamental foi lançada em 7 de Setembro de 1881 e sua inauguração se deu em 9 de março de 1891. Na época, Ramos de Azevedo ainda atuava em Campinas. Consta que o projeto inicial seria do engenheiro Euzébio Steveaux e Ramos de Azevedo ficou responsável pela administração e execução das obras. Foi o primeiro edifício público projetado e construído pelo arquiteto na cidade de São Paulo.
Otto Rudolf Quaas
Pátio do Colégio, Centro
circa 1900

Secretaria da Fazenda
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AOQ021004.jpg
Secretaria da Fazenda
Vista para o salão nobre.
Otto Rudolf Quaas
Pátio do Colégio, Centro
circa 1900

Fachada da Secretaria de Polícia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da Secretaria de Polícia
Obra concluída em 1896, projeto de Ramos de Azevedo. A primeira menção a este edifício foi em c.1892, quando o terreno foi adquirido pelo governo da província. Foi demolido em 1970. Compunha com os demais edifícios existentes: o Palácio, a Secretaria da Agricultura e o Tesouro. Bastante profundo, situava-se em um declive pronunciado em direção ao Vale (do Tamanduateí), e se tinha três pavimentos na frente, atrás possuía cinco.
Otto Rudolf Quaas
Pátio do Colégio, Centro
circa 1900

Secretaria da Polícia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AOQ021006.jpg
Secretaria da Polícia
Otto Rudolf Quaas
Pátio do Colégio, Centro
circa 1900

Fachada da Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da Escola Politécnica
Fachada voltada para o passeio. Edifício contíguo à sede da Escola Politécnica, situada no antigo solar do marquês de Três Rios, na esquina da avenida Tiradentes com a atual praça Cel. Fernando Prestes. Projetado e construído por Ramos de Azevedo, entre 1895 e 1898, com o propósito de abrigar os laboratórios e os gabinetes da escola em plena expansão.
Otto Rudolf Quaas
Luz
circa 1900

Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Politécnica
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Politécnica
Otto Rudolf Quaas
Luz
circa 1900

Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Politécnica
vista para o laboratório de química.
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Fachada da Escola Normal – face voltada para a praça da República
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da Escola Normal – face voltada para a praça da República
A Escola Normal era um dos estabelecimentos de ensino de elite da capital. O projeto é, possivelmente, de autoria conjunta de A.F. de Paula Souza e Ramos de Azevedo, construído por este último - sempre privilegiando o neo-clássico em sua arquitetura. É a primeira de uma série de projetos escolares encomendados ao arquiteto, não apenas na capital. Sua construção se iniciou em 1890. Foi inaugurado em 1894. A escola era constituída por dois edifícios. O principal e ainda existente, na forma de um "U" e outro, em um pavimento, situado na parte posterior em paralelo à fachada principal, criando quase um pátio interno. Em 1935 foi acrescido mais um pavimento ao edifício, o que alterou completamente sua proporção original. O estabelecimento, além de preparar professores para as escolas públicas, incluía também uma escola-modelo (Caetano de Campos) e o jardim da infância, instalado em prédio anexo.
Otto Rudolf Quaas
Praça da República, Centro
circa 1900

Fachada parcial da Escola Normal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada parcial da Escola Normal
A Escola Normal era um dos estabelecimentos de ensino de elite da capital. O projeto é, possivelmente, de autoria conjunta de A.F. de Paula Souza e Ramos de Azevedo, construído por este último - sempre privilegiando o neo-clássico em sua arquitetura. É a primeira de uma série de projetos escolares encomendados ao arquiteto, não apenas na capital. Sua construção se iniciou em 1890. Foi inaugurado em 1894. A escola era constituída por dois edifícios. O principal e ainda existente, na forma de um "U" e outro, em um pavimento, situado na parte posterior em paralelo à fachada principal, criando quase um pátio interno. Em 1935 foi acrescido mais um pavimento ao edifício, o que alterou completamente sua proporção original. O estabelecimento, além de preparar professores para as escolas públicas, incluía também uma escola-modelo (Caetano de Campos) e o jardim da infância, instalado em prédio anexo.
Otto Rudolf Quaas
Praça da República ; Centro
circa 1900

Escola Normal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AOQ021013.jpg
Escola Normal
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Fachada da Escola Prudente de Moraes
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da Escola Prudente de Moraes
Edifício concluído em 1895, projeto de Ramos de Azevedo. Localizado na avenida Tiradentes, esquina com rua Ribeiro de Lima, inaugurado em 17 de agosto de 1895. A pedra fundamental foi lançada em 28 de setembro de 1893 pelo dr. Cesário Mota Júnior, então secretário do interior. Era constituído de um bloco em três pavimentos, dois ocupados por 12 salas de aula e outro por um porão alto.
Otto Rudolf Quaas
Avenida Tiradentes, Luz
circa 1900

Fachada da Escola Modelo do Brás
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da Escola Modelo do Brás
Edifício concluído em 1898, projeto de Ramos de Azevedo. O escritório de engenharia e arquitetura de Pedro de Mello Souza Júnior foi responsável pela obra. Nos dois pavimentos, oito salas de aula foram distribuídas em ambos os lados e na extremidade de um corredor (havia separação em alas masculina e feminina).
Otto Rudolf Quaas
Brás
circa 1900

Jardim da Infância
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim da Infância
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Jardim de Infância
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim de Infância
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Vista do conjunto do Hospital Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do conjunto do Hospital Militar
Hospital Militar, concluído em 1896, projeto de Ramos de Azevedo. O hospital foi projetado dentro do princípio do sistema de pavilhões unidos através de galerias cobertas. Esses pavilhões eram em número de oito, dispostos três a três nas laterais, um centrado na frente e outro atrás. Foi construído com a fachada principal voltada para a recém-aberta rua Guilherme Maw e para a entrada da cavalaria do Quartel de Polícia. A fachada sul volta-se para a rua João Teodoro, ao norte para a rua Jorge Miranda e a dos fundos para a rua da Cantareira.
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Hospital Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hospital Militar
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Hospício dos Alienados
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hospício dos Alienados
Otto Rudolf Quaas
Juquery
circa 1900

Hospício dos Alienados
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hospício dos Alienados
Otto Rudolf Quaas
Juquery
circa 1900

Hospício dos Alienados
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hospício dos Alienados
Otto Rudolf Quaas
Juquery
circa 1900

Hospicío dos Alienados
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hospicío dos Alienados
Otto Rudolf Quaas
Juquery
circa 1900

Hospício dos Alienados
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hospício dos Alienados
Otto Rudolf Quaas
Juquery
circa 1900

Hospício dos Alienados
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hospício dos Alienados
Otto Rudolf Quaas
Juquery
circa 1900

Instituto Vacinogênico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Instituto Vacinogênico
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Instituto Vacinogênico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Instituto Vacinogênico
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Quartel de Polícia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quartel de Polícia
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Quartel de Polícia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quartel de Polícia
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Paço Municipal de Campinas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Paço Municipal de Campinas
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Portal de entrada do cemitério da Consolação
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Portal de entrada do cemitério da Consolação
Portal do Cemitério da Consolação, primeiro cemitério público de São Paulo. Projeto encomendado em 1902 a Ramos de Azevedo. Seu regulamento foi aprovado pela Resolução de 14 de abril de 1868. O cemitério tem um lugar de destaque na história da arte, dado o rico acervo em que arquitetura e escultura funerária encontram espaço para manifestação.
Otto Rudolf Quaas
Consolação
circa 1900

Necrotério do Cemitério da Consolação
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Necrotério do Cemitério da Consolação
Necrotério do Cemitério da Consolação, projeto de Ramos de Azevedo. O edifício segue o modelo de templo circular com cercadura de colunas dóricas. A entrada e o altar, situado do lado oposto, projetam-se do círculo, de modo a romper o contínuo da cercadura de colunas. A entrada é marcada por um pórtico e o volume correspondente ao altar é coroado por um frontão retangular.
Otto Rudolf Quaas
Consolação
circa 1900

Matadouro de Campinas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Matadouro de Campinas
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete da marquesa de Itu
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete da marquesa de Itu
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete da Marquesa de Itu
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete da Marquesa de Itu
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Fachada do palacete Paes de Barros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada do palacete Paes de Barros
Residência de A. Paes de Barros, construída entre 1887 e 1888, em estilo neo-renascentista.
Otto Rudolf Quaas
Rua Florêncio de Abreu
circa 1900

Palacete Paes de Carvalho
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete Paes de Carvalho
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete Lacerda Soares
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete Lacerda Soares
Otto Rudolf Quaas
Praça da República
circa 1900

Interior do palacete Lacerda Soares
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AOQ021039.jpg
Interior do palacete Lacerda Soares
Interior da residência Lacerda Soares.
Otto Rudolf Quaas
Praça da República
circa 1900

Fachada do palacete Pádua Salles
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada do palacete Pádua Salles
Residência Pádua Salles (pedido para construção de 1900), rua da Assembléia, projeto de Ramos de Azevedo.
Otto Rudolf Quaas
Rua da Assembléia
circa 1900

Palacete Mello e Oliveira
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete Mello e Oliveira
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete Almeida Prado
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palecete Ignacio Penteado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palecete Ignacio Penteado
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Propriedade Ramos de Azevedo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Propriedade Ramos de Azevedo
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete Barboza de Oliveira
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete Barboza de Oliveira
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete José Paulino
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete José Paulino
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete Melo e Oliveira
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete Melo e Oliveira
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete Almeida Netto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete Almeida Netto
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete Aguiar Barros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palacete Aguiar Barros
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Palacete Aguiar Barros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AOQ021050.jpg
Palacete Aguiar Barros
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1900

Enseada da Lapa; a partir do adro da igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Enseada da Lapa; a partir do adro da igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Archanjo Sobrinho
Lapa
circa 1895

Praia do Russel e igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia do Russel e igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Archanjo Sobrinho
Glória
circa 1895

Rua Paissandu, aleia de palmeiras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AS001004.jpg
Rua Paissandu, aleia de palmeiras
Archanjo Sobrinho
Laranjeiras
circa 1895

Álbum Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Álbum Exposição Internacional do Centenário da Independência
Álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Matarazzo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Matarazzo
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Matarazzo ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Itália
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ATK012002.jpg
Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Itália
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Italiano ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Inglaterra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Inglaterra
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Inglês ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão França
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão França
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Francês ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Japão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Japão
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Japonês ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão México
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão México
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Mexicano ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhões Noruega e Bélgica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhões Noruega e Bélgica
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhões da Noruega e Bélgica ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Parque de Diversões
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Parque de Diversões
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Parque das Diversões ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Tchecoslováquia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Tchecoslováquia
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Tchecoslovaco ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Entrada
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Entrada
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhões Brasil
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhões Brasil
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Centro ; atual Museu da Imagem e do Som
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Bippus Rio
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Bippus Rio
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Bippus Rio
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Bippus Rio
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Bippus Rio
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Palácio das Festas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Palácio das Festas
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Bippus Rio
Palácio das Festas ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Argentina
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Argentina
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Argentino ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Portugal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Portugal
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Lopes Rio
Pavilhão Português ; Centro
1922

Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Enseada de Botafogo
1922

Contracapa do Álbum Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Contracapa do Álbum Exposição Internacional do Centenário da Independência
Álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Centro
1922

Dr. João Jacintho de Mendonça
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Dr. João Jacintho de Mendonça
Retrato do Dr. João Jacintho de Mendonça [sobrenome de difícil leitura] em estúdio, em pé, com traje social.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Dr. João Jacintho de Mendonça
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Dr. João Jacintho de Mendonça
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem
Retrato de homem, busto.
Guimarães & C Van Nyvel
Centro
circa 1863

Rocha Brochado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rocha Brochado
Retrato de homem em estúdio, em pé, com traje social.
Autoria não identificada
Centro
circa 1865

Retrato de homem (busto)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem (busto)
Carneiro & Smith
Centro
circa 1863

D. Anna da Silva Prates
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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D. Anna da Silva Prates
Retrato de mulher em estúdio, sentada.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Dr. Policarpo Sesário de Barros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Dr. Policarpo Sesário de Barros
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Luís Juvencio da Silva Leivas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Luís Juvencio da Silva Leivas
Retrato de homem, busto.
J Silveira
Lisboa
circa 1865

Desembargador Bello
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Desembargador Bello
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Francisco Anibal Nassif
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Francisco Anibal Nassif
Retrato de homem sentado.
Joaquim Insley Pacheco
Centro
circa 1880

Retrato de homem (busto)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem (busto)
Retrato de homem, busto.
José Ferreira Guimarães
Centro
circa 1867

Dr. Flores - deputado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Dr. Flores - deputado
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Antonio Mal. Cordeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Antonio Mal. Cordeiro
Retrato de homem sentado.
Antonio de Oliveira Guimarães
Centro
circa 1867

Alfredo Bastos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Alfredo Bastos
Retrato de homem sentado.
Joaquim Insley Pacheco
Centro
circa 1880

Retrato de homem (busto)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem (busto)
Retrato de homem, busto.
Centro
circa 1865

Retrato de homem (busto)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009016.jpg
Retrato de homem (busto)
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Retrato de homem (busto) - Casangnac
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem (busto) - Casangnac
Retrato de homem
Furne fils et H. Tournier
57, Rue de Seine
circa 1865

Retrato de homem (sentado)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem (sentado)
Retrato de homem sentado.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Major Guimarães Peixoto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Major Guimarães Peixoto
Retrato de homem, sentado.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem
Retrato de homem sentado.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem
Retrato de homem em pé.
Joaquim Insley Pacheco
Centro
circa 1880

Fernandes da Costa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fernandes da Costa
Retrato de homem em Pé.
Brasil
circa 1865

Dr. Ambrosio Leitão da Costa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Dr. Ambrosio Leitão da Costa
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Dr. Francisco Octaviano de Almeida Rosa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Dr. Francisco Octaviano de Almeida Rosa
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Caetano Furquim de Almeida
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Caetano Furquim de Almeida
Carneiro & Smith
Centro
circa 1865

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem
Retrato de homem em pé.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem
Retrato de homem sentado.
Joaquim Insley Pacheco
Centro
circa 1880

Claudiano de Castro Prates
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Claudiano de Castro Prates
Retrato de homem, busto.
Pedro Le Houërou Photographo
Brasil
circa 1880

Dr. Antonio Augusto Ferreira Soares
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Dr. Antonio Augusto Ferreira Soares
Retrato de homem em pé.
Joaquim Insley Pacheco
Centro
circa 1880

Claudiano de Castro Prates
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Claudiano de Castro Prates
Retrato de homem, busto.
Pedro Le Houërou Photographo
Brasil
circa 1880

Retrato de homem (busto)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem (busto)
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Augusto Cunha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Augusto Cunha
Retrato de homem.
Carneiro & Gaspar
Rua da Imperatriz
circa 1870

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

D. Maria Candida de Paiva Dias
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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D. Maria Candida de Paiva Dias
Retrato de Mulher sentada.
Carneiro & Gaspar
Rua da Imperatriz
circa 1870

José Moreira da Cruz
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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José Moreira da Cruz
Retrato de homem, busto.
Carneiro & Gaspar
Rua da Imperatriz
circa 1870

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Dr. Feijó
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Dr. Feijó
Retrato de homem sentado.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Moncorvo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Moncorvo
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Frederico de Freitas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Frederico de Freitas
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Dr. Thomaz Antunes de Abreu
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009041.jpg
Dr. Thomaz Antunes de Abreu
Retrato de homem em pé.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009042.jpg
Retrato de homem
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Conselheiro Torres Homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009043.jpg
Conselheiro Torres Homem
Retrato de homem em pé.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Conselheiro M. Ferraz
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009044.jpg
Conselheiro M. Ferraz
Retrato de homem, sentado.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Conselheiro Mal. Dantas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009045.jpg
Conselheiro Mal. Dantas
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Coronel José Claudio de Mello
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009046.jpg
Coronel José Claudio de Mello
Retrato de homem em pé.
Poluceno & Pinho
Centro
1868

Conselheiro Mal. Felizardo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009047.jpg
Conselheiro Mal. Felizardo
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Conselheiro M. Feliciano
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009048.jpg
Conselheiro M. Feliciano
Retrato de homem, sentado.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Conselheiro Antão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009049.jpg
Conselheiro Antão
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Senador Pe. Pompeo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009050.jpg
Senador Pe. Pompeo
Retrato de homem.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Negociante Béria
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009051.jpg
Negociante Béria
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

D. Fortes Béria
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009052.jpg
D. Fortes Béria
Retrato de mulher sentada em estúdio.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Alvaro Cardozo Fontes
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009053.jpg
Alvaro Cardozo Fontes
Retrato de homem, busto.
Sabino
Centro
circa 1868

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009054.jpg
Retrato de homem
Retrato de homem, busto.
Justiniano José de Barros
Centro
1864

Ajudante Mar. José de Oliveira
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009055.jpg
Ajudante Mar. José de Oliveira
Retrato de homem com criança no colo.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Dr. Fidencio N. Prates
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009056.jpg
Dr. Fidencio N. Prates
Retrato de homem sentado em estúdio.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Ignocencia da Silva Prates
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009057.jpg
Ignocencia da Silva Prates
Retrato de mulher sentada em estúdio.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009058.jpg
Retrato de homem
Retrato de homem em pé.
Justiniano José de Barros
Centro
circa 1865

Retrato de menina
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVA009059.jpg
Retrato de menina
Retrato de menina em estúdio.
Carneiro & Gaspar
58, Rua da Imperatriz
circa 1870

Álbum Estrada de Ferro Sorocabana - Inauguração da Linha de Tibagy a Salto Grande - 1909
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVL006.jpg
Álbum Estrada de Ferro Sorocabana - Inauguração da Linha de Tibagy a Salto Grande - 1909
As fotografias retratam a inauguração da linha de trem de Tibagy a Salto Grande.
Sorocaba
1909

Fotomontagem de retratos de Albuquerque Lins, Olavo Egydio, Jorge Tibiriçá e Cândido Rodrigues
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVL006001.jpg
Fotomontagem de retratos de Albuquerque Lins, Olavo Egydio, Jorge Tibiriçá e Cândido Rodrigues
Fotomontagem de retratos de Albuquerque Lins (presidente do Estado de São Paulo), Olavo Egydio (secretário da Fazenda, Agricultura e Obras Públicas), Jorge Tibiriçá (senador) e Cândido Rodrigues, com seus respectivos nomes e assinatura do fotógrafo, além de motivos decorativos inscritos a tinta na matriz.
Valério Vieira
Sorocaba
1909

População de Ourinho despedindo-se da comitiva
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVL006002.jpg
População de Ourinho despedindo-se da comitiva
Grupo de habitantes de Ourinho despedindo-se da comitiva presidencial na estação de mesmo nome; a comitiva encontra-se no trem.
Valério Vieira
Ourinho
1909

Ata de inauguração
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVL006003.jpg
Ata de inauguração
Fac-símile da ata de inauguração da "linha de Tibagy no trecho entre as estações de Ilha Grande e Salto Grande" da E.F. Sorocabana.
Valério Vieira
Ourinho
1909

Grupo escolar de Piraju recebe a comitiva presidencial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVL006004.jpg
Grupo escolar de Piraju recebe a comitiva presidencial
Grupo escolar (crianças e homens) da cidade de Piraju recebendo a comitiva presidencial na estação de Manduri.
Valério Vieira
Manduri
1909

Ourinho - Vista geral do barracão de José Giorgi
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVL006005.jpg
Ourinho - Vista geral do barracão de José Giorgi
Concentração de pessoas em torno do barracão de José Giorgi, com faixas comemorativas provavelmente para receber personalidades políticas envolvidas na inauguração do trecho citado.
Valério Vieira
Ourinho
1909

Passagem na balsa para a Ilha de Salto Grande
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
001AVL006006.jpg
Passagem na balsa para a Ilha de Salto Grande
Balsa atravessando provavelmente um rio, transportando a comitiva presidencial do Estado de São Paulo para a Ilha de Salto Grande. Em destaque, o presidente Albuquerque Lins.
Valério Vieira
Ilha de Salto Grande
1909

Presidente do Estado de São Paulo e comitiva na ilha de Salto Grande
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVL006007.jpg
Presidente do Estado de São Paulo e comitiva na ilha de Salto Grande
Comitiva presidencial do Estado de São Paulo posando próximo a quedas d'água na ilha de Salto Grande.
Valério Vieira
Sorocaba
1909

Ourinho, saída do almoço
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AVL006008.jpg
Ourinho, saída do almoço
Comitiva presidencial posando em frente a uma edificação com faixas comemorativas e decorada com folhas de plantas, onde provavelmente houve um almoço.
Valério Vieira
Ourinho
1909

Ponte sobre o rio Pardo
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
001AVL006009.jpg
Ponte sobre o rio Pardo
Composição ferroviária passando pela ponte sobre o rio Pardo; há um homem posando na beira do rio.
Valério Vieira
Rio Pardo
1909

Ônibus e bonde elétrico (nº 29 Barcas-E.Ferro-Lapa) transportando passageiros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AZ001.jpg
Ônibus e bonde elétrico (nº 29 Barcas-E.Ferro-Lapa) transportando passageiros
J. Faria de Azevedo
Praça Procópio Ferreira ; Centro
10 de janeiro de 1906

Vista do Rio, a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA001001.jpg
Vista do Rio, a partir de Santa Teresa
Vista da cidade do Rio de Janeiro a partir do morro Santa Teresa, com trilhos à esquerda.
F Basto
Santa Teresa
circa 1891

Vista do centro do Rio, a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA001002.jpg
Vista do centro do Rio, a partir de Santa Teresa
F Basto
Santa Teresa
circa 1891

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA001003.jpg
Ilha Fiscal
F Basto
Baía de Guanabara
circa 1891

Mercado do peixe; Cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA002003.jpg
Mercado do peixe; Cais Pharoux
F Basto
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1891

Niterói, vista das barcas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA002004.jpg
Niterói, vista das barcas
F Basto
Baía de Guanabara
circa 1891

Estação Central do Brasil, antiga Dom Pedro II
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA003001.jpg
Estação Central do Brasil, antiga Dom Pedro II
Estação principal da Estrada de Ferro Central do Brasil, Km 0.
F Basto
Centro
circa 1891

Vista do Pão de Açúcar, a partir do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA003006.jpg
Vista do Pão de Açúcar, a partir do Passeio Público
F Basto
Centro
circa 1891

Vista da Glória, a partir do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA003007.jpg
Vista da Glória, a partir do Passeio Público
F Basto
Passeio Público
circa 1891

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA003008.jpg
Pedra de Itapuca
F Basto
Praia das Flechas
circa 1891

Barco a vela na Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BA003009.jpg
Barco a vela na Baía de Guanabara
F Basto
Baía de Guanabara
circa 1891

Olavo Redig de Campos
Arquivo/Coleção: Olavo Redig de Campos
001BIO002
Olavo Redig de Campos
1920 - 1930

Olavo Redig de Carvalho e Carlos Camargo no Strand Residence
Arquivo/Coleção: Olavo Redig de Campos
001BIO003
Olavo Redig de Carvalho e Carlos Camargo no Strand Residence
30 de agosto de 1965

Enseada de Botafogo vista do morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BO001001.jpg
Enseada de Botafogo vista do morro do Corcovado
Autoria não identificada
Corcovado
circa 1911

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BO001005.jpg
Passeio Público
Papelaria e Typographia Botelho
Passeio Público ; Centro
circa 1912

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BO001006.jpg
Teatro Municipal
Papelaria e Typographia Botelho
Praça Floriano Peixoto ; Centro
circa 1912

Palácio Monroe e Obelisco Comemorativo pela conclusão da Avenida Central, atual Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BO001007.jpg
Palácio Monroe e Obelisco Comemorativo pela conclusão da Avenida Central, atual Avenida Rio Branco
Papelaria e Typographia Botelho
Atual Avenida Presidente Wilson ; Centro
circa 1912

Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BO001008.jpg
Biblioteca Nacional
Papelaria e Typographia Botelho
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1912

Enseada de Botafogo e Urca vistos do morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001BO002.jpg
Enseada de Botafogo e Urca vistos do morro do Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Morro do Pão de Açúcar
circa 1919

Visita do General Roca - desembarque no Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC001023.jpg
Visita do General Roca - desembarque no Arsenal da Marinha
Visita do General Roca ao Brasil, por ocasião do desfecho da questão do território das Missões.
Marc Ferrez
Atual Orla Prefeito Luiz Paulo Conde ; Centro
agosto de 1889

Desembarque do general Julio Roca, presidente da Argentina, no cais do Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC001024.jpg
Desembarque do general Julio Roca, presidente da Argentina, no cais do Arsenal da Marinha
Marc Ferrez
Centro
8 de agosto de 1899

Chegada do presidente argentino Julio Roca ao Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC001027.jpg
Chegada do presidente argentino Julio Roca ao Palácio do Catete
Autoria não identificada
Catete
9 de agosto de 1899

O presidente Julio Roca, da Argentina, e presidente Campos Sales, do Brasil, em visita ao Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC001032.jpg
O presidente Julio Roca, da Argentina, e presidente Campos Sales, do Brasil, em visita ao Jardim Botânico
Autoria não identificada
Jardim Botânico
11 de agosto de 1899

Visita do General Roca - parada militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC001033.jpg
Visita do General Roca - parada militar
Visita do General Roca ao Brasil, por ocasião do desfecho da questão do território das Missões.
Marc Ferrez
Campo de São Cristóvão ; São Cristóvão
agosto de 1889

Forte do Imbuí
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC002.jpg
Forte do Imbuí
Bloch
Niterói
1906

Continência a ministro não identificado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC003001.jpg
Continência a ministro não identificado
A. de Barros Lobo
Palácio do Catete ; Catete
16 de junho de 1910

Palácio da Guanabara, sala de recepção
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC003004.jpg
Palácio da Guanabara, sala de recepção
Interior do Palácio Guanabara.
A. de Barros Lobo
Rio de Janeiro
1910

Fachada do edifício da Diretoria Geral de Saúde Pública
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC006002.jpg
Fachada do edifício da Diretoria Geral de Saúde Pública
Antenor Sobrosa
Rua do Rezende ; Centro
22 de março de 1914

Inauguração da ponte da Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007001.jpg
Inauguração da ponte da Ilha da Boa Viagem
F Garcia
Ilha de Boa Viagem
12 de abril de 1909

Edifício da Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007003.jpg
Edifício da Biblioteca Nacional
Tomada geral da fachada da Biblioteca Nacional.
F Garcia
Avenida Central (atual Rio Branco) ; Centro
1910

Prédio da Assistência Policial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007004.jpg
Prédio da Assistência Policial
F Garcia
Praça Tiradentes ; Centro
5 de novembro de 1910

Hospício dos Alienados - pavilhão de doenças nervosas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007005.jpg
Hospício dos Alienados - pavilhão de doenças nervosas
F Garcia
Botafogo
22 de novembro de 1910

Corpo de bombeiros durante ação no Ministério da Viação
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007007.jpg
Corpo de bombeiros durante ação no Ministério da Viação
Grupo de bombeiros e pessoas em frente no Ministério da Viação. Existe a inscrição "Revolta(?)" no verso da imagem.
F Garcia
Centro
1910

Monumento em homenagem ao Almirante Barroso
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007014.jpg
Monumento em homenagem ao Almirante Barroso
Inaugurado em 1909, foi transferido para a Praça Paris em 1977.
Autoria não identificada
Avenida Beira-Mar
circa 1910

Visita do presidente Hermes da Fonseca à fábrica de cartuchos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007015.jpg
Visita do presidente Hermes da Fonseca à fábrica de cartuchos
F Garcia
Realengo
3 de agosto de 1911

Finados - movimentação de pedestres na Praia de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007016.jpg
Finados - movimentação de pedestres na Praia de São Cristóvão
Os cemitérios de São Francisco Xavier da Penitencia e da Órdem do Carmo ficavam próximos a praia de São Cristóvão, que desapareceu por causa de aterros consecutivos.
F Garcia
São Cristóvão
2 de novembro de 1911

Brigada policial - inauguração do pavilhão: Enfermaria Geral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007019.jpg
Brigada policial - inauguração do pavilhão: Enfermaria Geral
F Garcia
Centro
7 de junho de 1913

Brigada policial - inauguração de pavilhões
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007020.jpg
Brigada policial - inauguração de pavilhões
Inauguração de novos pavilhões para hospital. Pavilhões de tuberculose e "pavilhão de sarnentos".
F Garcia
Centro
7 de junho de 1913

Inauguração da Praça 20 de Setembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007022.jpg
Inauguração da Praça 20 de Setembro
F Garcia
Praça 20 de Setembro ; Centro
1910s

Prova de natação
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC007025.jpg
Prova de natação
Nadadores acompanhados por barcos, com o Pão de Açúcar ao fundo.
F Garcia
Baía de Guanabara
1910s

Exposição Internacional de 1922: dois pavilhões em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC008005.jpg
Exposição Internacional de 1922: dois pavilhões em obras
J Teixeira
Centro
circa 1922

Saída do cortejo fúnebre de Rui Barbosa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC008007.jpg
Saída do cortejo fúnebre de Rui Barbosa
Saída da Biblioteca Nacional do cortejo fúnebre do escritor e jurista Rui Barbosa.
Autoria não identificada
Centro
3 de março de 1923

Fachada da casa onde morou o escritor Paulo Barreto, o João do Rio; ao fundo, o morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC011.jpg
Fachada da casa onde morou o escritor Paulo Barreto, o João do Rio; ao fundo, o morro do Corcovado
Em 1917 João do Rio foi presenteado com dois terrenos em Ipanema, onde passou a residir até sua morte em 1921. 
Chapelin
Ipanema
circa 1917

Arsenal de guerra - Intendência geral de guerra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC013.jpg
Arsenal de guerra - Intendência geral de guerra
Vista geral da fachada.
Autoria não identificada
Caju
circa 1910

Exposição Internacional de 1922: pavilhão Francês
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC015001.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhão Francês
Vista do pavilhão da França, com muitas pessoas uniformizadas à frente ao prédio.
Autoria não identificada
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922: marinheiros do Nevada
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC015002.jpg
Exposição Internacional de 1922: marinheiros do Nevada
Ao centro, grupo de fuzileiros do navio "Nevada" reunidos, formando o nome do encouraçado norte-americano.
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: vista geral exposição à noite
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC015003.jpg
Exposição Internacional de 1922: vista geral exposição à noite
Autoria não identificada
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhão Britânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC015005.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhão Britânico
Autoria não identificada
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhão americano
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC016001.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhão americano
J Teixeira
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhão F. Matarazzo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC016002.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhão F. Matarazzo
Autoria não identificada
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922: palácio das Festas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC016003.jpg
Exposição Internacional de 1922: palácio das Festas
Autoria não identificada
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhão Sueco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC017001.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhão Sueco
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: Hotel 7 de Setembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC017002.jpg
Exposição Internacional de 1922: Hotel 7 de Setembro
Autoria não identificada
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhão de Festas em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC018.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhão de Festas em obras
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Obras para Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019001.jpg
Obras para Exposição Internacional de 1922
Autoria não identificada
Avenida Beira-Mar
circa 1921

Transporte de Canhão para área da Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019002.jpg
Transporte de Canhão para área da Exposição Internacional de 1922
Autoria não identificada
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019005.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019007.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019008.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Obras de pavilhão que integraria a Exposição Internacional de 1922.
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019010.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019011.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhão da Administração em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019012.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhão da Administração em obras
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019013.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC019014.jpg
Exposição Internacional de 1922: pavilhões em obras
Autoria não identificada
Centro
1922

Exposição Nacional de 1908: Pavilhão da Indústria Nacional em destaque
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC020001.jpg
Exposição Nacional de 1908: Pavilhão da Indústria Nacional em destaque
Autoria não identificada
Urca
1908

Exposição Nacional de 1908: vista geral da exposição
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC020002.jpg
Exposição Nacional de 1908: vista geral da exposição
Autoria não identificada
Urca
1908

Exposição Nacional de 1908: parte do pavilhão da Bahia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC021.jpg
Exposição Nacional de 1908: parte do pavilhão da Bahia
Autoria não identificada
Urca
1908

Mirante Chapéu do Sol, no Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC023002.jpg
Mirante Chapéu do Sol, no Corcovado
Autoria não identificada
Corcovado
circa 1926

Visitantes no mirante do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC023003.jpg
Visitantes no mirante do Corcovado
Corcovado
1905

Barco na Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC025.jpg
Barco na Baía de Guanabara
Caras & Caretas
Baía de Guanabara
1910

Navio "El Patria"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC031.jpg
Navio "El Patria"
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
1910

Navio ancorado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC032.jpg
Navio ancorado
Destaque para guindastes em trilhos paralelos ao navio, containeres de madeira e para o armazém (à direita).
Autoria não identificada
Região portuária ; Centro
1910

Pier da fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC045.jpg
Pier da fortaleza de São João
Forte São João ; Urca
circa 1915

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CC047.jpg
Ilha Fiscal
Vista da Ilha Fiscal.
Baía de Guanabara
circa 1915

Quinta da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CE001.jpg
Quinta da Boa Vista
Autoria não identificada
São Cristóvão
1912

Chafariz da Carioca
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
001CO001002.jpg
Chafariz da Carioca
José Francisco Corrêa
Centro ; Largo da Carioca
circa 1895

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CO001003.jpg
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória
José Francisco Corrêa
Largo do Machado
circa 1903

Vista do bairro de São Cristóvão, com destaque para o Hospital dos Lázaros
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CO001004.jpg
Vista do bairro de São Cristóvão, com destaque para o Hospital dos Lázaros
José Francisco Corrêa
São Cristóvão
circa 1895

Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CO001005.jpg
Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Estátua criada por Rodolfo Bernardeli no Largo da Glória em comemoração aos 400 anos de descobrimento do Brasil em 1900.
José Francisco Corrêa
Glória
circa 1900

Vista tomada a partir do morro do Corcovado, ao fundo a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CO001007.jpg
Vista tomada a partir do morro do Corcovado, ao fundo a Pedra da Gávea
José Francisco Corrêa
Corcovado ; rua Cosme Velho
circa 1910

Retrato de homem (busto)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CP001001.jpg
Retrato de homem (busto)
Christiano Jr. & Pacheco
Rua da Quitanda
circa 1870

Retrato de homem (busto)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CP001002.jpg
Retrato de homem (busto)
Christiano Jr. & Pacheco
Rua da Quitanda
circa 1870

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CP001003.jpg
Retrato de homem
Christiano Jr. & Pacheco
Rua da Quitanda
circa 1870

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CP001004.jpg
Retrato de homem
Retrato de homem (busto).
Christiano Jr. & Pacheco
Rua da Quitanda
circa 1870

Retrato de homem (em pé)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CP001005.jpg
Retrato de homem (em pé)
Christiano Jr. & Pacheco
Rua da Quitanda
1874

Virgílio Aurélio Gomes
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001CP001006.jpg
Virgílio Aurélio Gomes
Virgílio Aurélio Gomes (1844-1881). Natural de Barra de São João, RJ. Nasceu em 1844 e faleceu em 1881. Foi solicitador do Império (fonte ALMANAK de 1865), em Barra de São João na cidade de Indaiaçu que passou a se chamar Casimiro de Abreu em 1925 em homenagem ao poeta da segunda geração do Romantismo brasileiro no século XIX. Foi adjunto de promotor público em Araruama/RJ e Saquarema/RJ em 1872. Exercendo a atividades de advogado em Villa Capivary (atual cidade de Silva Jardim) e Barra de São João (atual distrito de Casimiro de Abreu). Casou em 1869 com a professora Maria Carolina da Cruz Gomes (1854-1894). Tem com sua esposa seis filhos. São eles: Nazareth, Aurora, Adelaide, Augusta, Manoel e Aurélio (Linho). Grande estudioso e amante da boa literatura. Escreveu artigos e poesias para o jornal à Gazeta Popular de Macaé/RJ no século XIX (consta publicações do periódico na Biblioteca Nacional) e no Correio Mercantil em 1856. Usou o pseudônimo Sousa Lopes em alguns artigos e poemas de sua autoria. Consta seu nome e de sua esposa citações nos seguintes jornais: Folha da Província (1872), Jornal do Comércio (1881), Correio do Brasil (1872) e Diário do Rio de Janeiro (1875, 1876 e 1877) e Monitor Macaense (1870). Também seu nome consta nos anais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (1880).
Christiano Jr. & Pacheco
Rua da Quitanda
circa 1870

Fachada da loja "A Elegante"
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da loja "A Elegante"
Fachada da loja "A Elegante". Loja de artigos para homens, mulheres e crianças. Vendia "novidades" vindas de Paris, Londres e Berlim. Localizava-se na avenida Rio Branco, na Reis Callado & Lopes.
Antonio Luiz Ferreira
Avenida Rio Branco nº 169 (antiga avenida Central) ; Centro
circa 1915

Avenida Beira-Mar, a partir da Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001FM001001.jpg
Avenida Beira-Mar, a partir da Avenida Central
F Manzière
Centro
circa 1908

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pedra do Índio
F Manzière
Praia das Flechas
circa 1908

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001FM001003.jpg
Ilha das Cobras
F Manzière
Centro
circa 1908

Cacique Ticuna e sua filha - "Cozinha da maloca" (título original traduzido)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001FR001001.jpg
Cacique Ticuna e sua filha - "Cozinha da maloca" (título original traduzido)
Corresponde à quinta prancha do álbum "Resultat d’une expédition photographique sur le Solimões ou Alto Amazonas et Rio Negro", publicado por George Leuzinger em 1869. A imagem está colada em cartão, que contém embaixo o titulo "La cuisine de la Malocca", com a seguinte descrição: (voie N.4), qui se trouve toujours à une petite distance de la maison [(ver N.4), que está sempre a uma curta distância da maloca.].
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas
1868

Maloca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Maloca
Corresponde à décima sexta prancha do álbum "Resultat d’une expédition photographique sur le Solimões ou Alto Amazonas et Rio Negro", publicado por George Leuzinger em 1869. A imagem está colada em cartão, que contém embaixo o titulo "Malocca", a seguinte descrição: (rive gauche) - ou habitations des Indiens sauvages, "Caixanas", à 10 lieues de Tonantins [(margem esquerda) - ou moradias dos índios selvagens, "Caixanas", a 10 léguas de Tonantins].
Albert Frisch
Rio Solimões
1868

Grupo de palmeiras notáveis: buriti, açaí e bacaba
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001FR001004.jpg
Grupo de palmeiras notáveis: buriti, açaí e bacaba
Corresponde à vigésima sexta prancha do álbum "Resultat d’une expédition photographique sur le Solimões ou Alto Amazonas et Rio Negro", publicado por George Leuzinger em 1869. A imagem está colada em cartão, que contém embaixo do titulo "Grupe de palmiers remarquables", a seguinte descrição:1. "Murity" (Mauritia flexuosa Mart.) 2. "Assai" (Euterpe oleracea Mart.) 3. "Bacabá-i" (OEnocarpus Bacaba Mart.) dont on prépare des boissons nutrissantes et rafraîchissantes en même temps [1. "Murity" (Mauritia flexuosa Mart.) 2. "Assai" (Euterpe oleracea Mart.) 3. "Bacabá-i" (OEnocarpus Bacaba Mart.) que preparamos bebidas nutritivas e refrescantes ao mesmo tempo].
Albert Frisch
Solimões
1868

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio Negro
Corresponde à septuagésima sétima prancha do álbum "Resultat d’une expédition photographique sur le Solimões ou Alto Amazonas et Rio Negro", publicado por George Leuzinger em 1869. A imagem está colada em cartão, que contém embaixo do titulo "Manáos", a seguinte descrição: "Igarapé do Correio" (Rivière de la Poste) ["Igarapé do Correio" (Rio do Correio)].
Albert Frisch
Manaus
1868

Palmeira Caranã (Mauritia species), mais conhecida como Buriti
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001FR002004.jpg
Palmeira Caranã (Mauritia species), mais conhecida como Buriti
Palmeira conhecida como Buriti.
Albert Frisch
Rio Negro
1868

Rua 15 de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua 15 de Novembro
Vista em direção à praça da Sé. A Rua 15 de Novembro, em conjunto com as ruas Direita e São Bento formava o tradicional "Triângulo". A partir da última década do século XIX, tornou-se uma das principais vias públicas da cidade. Nela se instalaram o maior número de bancos, escritórios comerciais, as mais elegantes lojas de modas, os melhores cafés e restaurantes. Nesta época, o traçado da rua estava sendo regularizado.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1905

Retrato de homem (em pé)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de homem (em pé)
José Ferreira Guimarães
Centro
circa 1880

Retrato de mulher (em pé)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de mulher (em pé)
José Ferreira Guimarães
Centro
circa 1867

Retrato de homem (em pé)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GI003003.jpg
Retrato de homem (em pé)
José Ferreira Guimarães
Centro
circa 1867

Retrato de mulher (em pé)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Retrato de mulher (em pé)
José Ferreira Guimarães
Centro
circa 1889

Enseada de Botafogo vista do morro Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Enseada de Botafogo vista do morro Nova Cintra
Juan Gutierrez
Morro Nova Cintra
circa 1894

Pão de Açúcar e Morro do Pasmado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açúcar e Morro do Pasmado
Juan Gutierrez
Botafogo
circa 1894

Panorama da cidade do Rio de Janeiro a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001003.jpg
Panorama da cidade do Rio de Janeiro a partir de Santa Teresa
Juan Gutierrez
Santa Teresa
circa 1894

Vista do Catete a partir do Outeiro da Glória, ao fundo o morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001005.jpg
Vista do Catete a partir do Outeiro da Glória, ao fundo o morro do Corcovado
Juan Gutierrez
Glória
circa 1894

Catete e Largo do Machado, a partir do Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001006.jpg
Catete e Largo do Machado, a partir do Outeiro da Glória
Juan Gutierrez
Glória
circa 1894

Catete e Santa Teresa, vistos do Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001007.jpg
Catete e Santa Teresa, vistos do Outeiro da Glória
Juan Gutierrez
Glória
circa 1894

Largo do Machado, Catete e Praia do Flamengo, vistos do Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001008.jpg
Largo do Machado, Catete e Praia do Flamengo, vistos do Outeiro da Glória
Vista dos bairros do Catete e Largo do Machado ao fundo a praia do Flamengo.
Juan Gutierrez
Glória
circa 1894

Outeiro da Glória, a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Outeiro da Glória, a partir de Santa Teresa
Vista do bairro da Glória ao fundo baía de Guanabara.
Juan Gutierrez
Santa Teresa
circa 1894

Morro do Castelo, em primeiro plano, Santa Teresa e Glória, ao fundo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001010.jpg
Morro do Castelo, em primeiro plano, Santa Teresa e Glória, ao fundo
Vista do morro do Castelo e dos bairros de Santa Teresa e Glória
Juan Gutierrez
Centro
circa 1894

Santa Teresa e Corcovado, vistos do Morro de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001011.jpg
Santa Teresa e Corcovado, vistos do Morro de Santo Antônio
Juan Gutierrez
Morro de Santo Antônio
circa 1894

Morro do Castelo e rua Primeiro de Março; vistos da igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001012.jpg
Morro do Castelo e rua Primeiro de Março; vistos da igreja do Carmo
Limites de data estabelecidos a partir da data de funcionamento da Companhia Photographica Brazileira, estabelecimento comercial localizado na rua Gonçalves Dias, 40, propriedade do fotógrafo Juan Gutierrez entre os anos 1892 e 1897. Pode-se ver nas imagens o nome e/ ou endereço da casa fotográfica.
Juan Gutierrez
Centro
circa 1894

Praia da Lapa, hoje região do Passeio Público, e Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia da Lapa, hoje região do Passeio Público, e Outeiro da Glória
Juan Gutierrez
Centro
circa 1894

Lapa, Passeio Público e Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001014.jpg
Lapa, Passeio Público e Morro do Castelo
Juan Gutierrez
Centro
circa 1894

Panorama do centro do Rio, a partir do Morro de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001015.jpg
Panorama do centro do Rio, a partir do Morro de Santo Antônio
Em destaque, o convento de Santo Antônio.
Juan Gutierrez
Morro de Santo Antônio
circa 1894

Panorama do Rio de Janeiro, a partir do Morro da Conceição
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001016.jpg
Panorama do Rio de Janeiro, a partir do Morro da Conceição
Juan Gutierrez
Morro da Conceição
circa 1894

Panorama do Rio de Janeiro, a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001017.jpg
Panorama do Rio de Janeiro, a partir da Ilha das Cobras
Juan Gutierrez
Ilha das Cobras
circa 1894

Panorama do Centro do Rio, Ilha das Cobras e porto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001018.jpg
Panorama do Centro do Rio, Ilha das Cobras e porto
Juan Gutierrez
Centro ; Praça XV
circa 1894

Docas, porto e Ilha das Cobras, vistos do Arsenal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001019.jpg
Docas, porto e Ilha das Cobras, vistos do Arsenal
Vista do porto, ilhas das Cobras e docas.
Juan Gutierrez
Praça 15
circa 1894

Vista geral do Cais Pharoux e Arsenal de Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001020.jpg
Vista geral do Cais Pharoux e Arsenal de Marinha
Juan Gutierrez
Centro
circa 1894

Mercado Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001021.jpg
Mercado Central
Juan Gutierrez
Praça 15 de Novembro
circa 1894

Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001022.jpg
Arsenal da Marinha
Juan Gutierrez
Centro ; Praça XV
circa 1894

Arsenal da Marinha e docas, a partir da ilha de Villegagnon
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001023.jpg
Arsenal da Marinha e docas, a partir da ilha de Villegagnon
Juan Gutierrez
Ilha de Villegagnon
circa 1894

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001024.jpg
Ilha Fiscal
Juan Gutierrez
Centro
circa 1894

Gamboa e, ao fundo, o Morro do Livramento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Gamboa e, ao fundo, o Morro do Livramento
Juan Gutierrez
Centro
circa 1894

Baía de Guanabara, a partir da Ilha de Villegagnon
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Baía de Guanabara, a partir da Ilha de Villegagnon
Juan Gutierrez
Ilha de Villegagnon
circa 1894

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001027.jpg
Escola Militar
Vista da escola Militar e da praia da Urca.
Juan Gutierrez
Urca ; Praia Vermelha
circa 1894

Estação da Estrada de Ferro Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação da Estrada de Ferro Corcovado
Juan Gutierrez
Cosme Velho
circa 1894

Estação das Laranjeiras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação das Laranjeiras
Vista da estrada de ferro em Laranjeiras.
Juan Gutierrez
Laranjeiras
circa 1894

Hotel das Paineiras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel das Paineiras
Juan Gutierrez
Estrada das Paineiras
circa 1894

Estação das Paineiras - Estrada de Ferro Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação das Paineiras - Estrada de Ferro Corcovado
Vista da estação de ferro das Paineiras.
Juan Gutierrez
Paineiras
circa 1894

Ponte do Silvestre, Estrada de Ferro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte do Silvestre, Estrada de Ferro do Corcovado
Juan Gutierrez
Corcovado
circa 1894

Aleia frontal de palmeiras do Jardim Botanico.
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aleia frontal de palmeiras do Jardim Botanico.
Vista para a entrada do Jardim Botânico.
Juan Gutierrez
Jardim Botânico
circa 1894

Praça da República
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da República
Juan Gutierrez
Centro
circa 1894

Vista da baía de Guanabara, a partir de Niterói
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001035.jpg
Vista da baía de Guanabara, a partir de Niterói
Juan Gutierrez
Centro
circa 1894

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001GU001036.jpg
Pedra do Índio
Juan Gutierrez
Praia das Flechas
circa 1894

Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Revolta da Armada
A chamada Revolta da Armada foi um movimento de rebelião promovido por unidades da Marinha do Brasil contra o governo do marechal Floriano Peixoto, Revolta da Armada supostamente apoiada pela oposição monarquista à recente instalação da República.
Juan Gutierrez
Baía de Guanabara
circa 1894

Estátua equestre do General Osório; ao fundo, o Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estátua equestre do General Osório; ao fundo, o Paço Imperial
Juan Gutierrez
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro ; Centro
1894

Inauguração da estátua equestre de General Osório
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração da estátua equestre de General Osório
No dia 12 de novembro de 1894, o monumento foi inaugurado e um grande número de pessoas estava presente no Largo Paço, atual Praça XV de Novembro.
Juan Gutierrez
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro ; Centro
12 de novembro de 1894

Exposição Nacional de 1908 - Restaurante Rústico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908 - Restaurante Rústico
Comp. Lith. Hartmann-Reichenbach
Urca
1908

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Floresta da Tijuca
Vista da mata em morro da Tijuca.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Floresta da Tijuca
Vista para a floresta da tijuca.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Araucária (Araucaria Cunninghami)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE002001.jpg
Araucária (Araucaria Cunninghami)
Fotografia de árvores, identificadas cientificamente no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Palmeira-do-viajante (Ravenala Madagascariense)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE002002.jpg
Palmeira-do-viajante (Ravenala Madagascariense)
Fotografia de Palmeira, identificada cientificamente no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Palmeira-leque-da-china
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE002003.jpg
Palmeira-leque-da-china
Fotografia da Palmeira Leque da China, no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Pândano (pandanus utilis)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE003.jpg
Pândano (pandanus utilis)
Fotografia de Palmeira, cientificamente identificada no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Dique da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE004001.jpg
Dique da Ilha das Cobras
Fotografia do dique na Ilhas das Cobras.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE004002.jpg
Pedra da Gávea
Vista da Pedra da Gávea
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Jequitibá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE004003.jpg
Jequitibá
Fotografia da árvore Jequitibá
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1867

Lago e coqueiro no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE004004.jpg
Lago e coqueiro no Jardim Botânico
Vista das árvores no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Carnaúba
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE004005.jpg
Carnaúba
Fotografia de árvores no jardim botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Vista da Avenida Beira-Mar; a partir da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LN001001.jpg
Vista da Avenida Beira-Mar; a partir da Glória
Leonar
Glória
19 de setembro de 1928

Panorama de Botafogo a partir do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama de Botafogo a partir do Pão de Açúcar
Maison Chic
Pão de Açúcar ; Urca
circa 1935

Enseada de Botafogo, Avenida Beira-Mar e o Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001MC001002.jpg
Enseada de Botafogo, Avenida Beira-Mar e o Morro do Pão de Açucar
Papelaria e Typographia Botelho
Botafogo
circa 1912

Pavilhão Mourisco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001MC001003.jpg
Pavilhão Mourisco
Autoria não identificada
Praia de Botafogo
circa 1910

Cais Pharoux; ao fundo, uma das torres do Mercado Municipal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001MC001005.jpg
Cais Pharoux; ao fundo, uma das torres do Mercado Municipal do Rio de Janeiro
Papelaria e Typographia Botelho
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1912

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001MC001006.jpg
Teatro Municipal
Papelaria e Typographia Botelho
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1912

Praça Marechal Floriano; Teatro Municipal e Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça Marechal Floriano; Teatro Municipal e Escola Nacional de Belas Artes
Papelaria e Typographia Botelho
Centro
circa 1912

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Papelaria e Typographia Botelho
Centro
circa 1912

Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março
Em destaque, à esquerda, a Igreja da Ordem Terceira do Carmo, e, à direita, parte do Hotel de France, demolido na década de 1930. As torres que vemos ao fundo da imagem pertencem à Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória
Marc Ferrez
Largo do Machado
circa 1870

Cascata do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascata do Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1870

Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Tanto a Capela Imperial (oficialmente Igreja de N. S. do Monte do Carmo) como a Igreja da Ordem 3ª do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o Largo D. Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. À direita, em frente à Igreja do Carmo, está o Hotel de France, demolido na década de 1930.
Marc Ferrez
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
circa 1870

Paço Imperial, ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Paço Imperial, ao fundo, o Morro do Castelo
Marc Ferrez
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1870

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
O Passeio Público é o primeiro parque público do Brasil, uma imensa área verde bem no centro da cidade. Originalmente obra urbanística de Mestre Valentim, que planejou e executou o jardim, a fonte dos jacarés e as pirâmides, que ainda permanecem. Foi reformado pelo arquiteto e paisagista Auguste Marie Glaziou em 1862.
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Palácio Imperial em São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Imperial em São Cristóvão
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1870

Estação das barcas, na Praça Dom Pedro II, atual Praça XV de novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação das barcas, na Praça Dom Pedro II, atual Praça XV de novembro
Marc Ferrez
Centro
circa 1877

Homem posa para foto; ao fundo, o Hospital Nacional de Alienados (atual UFRJ)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Homem posa para foto; ao fundo, o Hospital Nacional de Alienados (atual UFRJ)
O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria que existia na Santa Casa de Misericórdia.
Marc Ferrez
Urca ; Praia da Saudade
circa 1870

Bairro do Catete e o Pão de Açúcar; a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bairro do Catete e o Pão de Açúcar; a partir de Santa Teresa
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1870

Teatro São Pedro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro São Pedro
Quando a Praça Tiradentes ainda era chamada de Rocio Grande foi aí inaugurado, em 1813, o Teatro Real de São João. A construção havia sido uma sugestão de Fernando José de Almeira, mais conhecido como Fernandinho, já que o único teatro regular que existia na cidade, a Casa da Ópera Nova, não tinha condições de receber a Família Real, que há pouco havia aportado na cidade. Logo o São João tornou-se o lugar favorito de reunião da aristocracia brasileira. Em 1824, no entanto, sofreu o primeiro incêndio, que o destruiu por completo. Reconstruído por D. Pedro I em 1826, passou a chamar-se Teatro de São Pedro de Alcântara. Outros incêndios se seguiram, em 1851, 1856 e 1928, este último quando já se chamava João Caetano, grande artista brasileiro, que o havia arrendado em 1923. Em 1928 o velho teatro foi demolido, sendo reinaugurado em 1930. O atual prédio do João Caetano foi inaugurado em 1979, após passar por uma série de reformas.
Marc Ferrez
Praça Tiradentes
circa 1870

Chafariz do Mestre Valentim; ao fundo, lateral do Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Chafariz do Mestre Valentim; ao fundo, lateral do Mercado da Praia do Peixe
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1870

Rua Direita, atual Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Direita, atual Primeiro de Março
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes; estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes; estátua equestre de D. Pedro I
Estátua eqüestre de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes. A estátua foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais onde se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Ilha de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha de Villegaignon
A Ilha de Villegaignon foi o primeiro ponto tomado pelos franceses na Baía de Guanabara; foi assim nomeada por causa de Nicolau Durand de Villegaignon, o fundador da França Antártica. Aí foi instalada pelos franceses uma grande fortificação, mantida pelos portugueses mesmo depois da expulsão dos inimigos e reformada no século XVIII, com a instalação de uma bateria de canhões em circuito. Em 1938 a ilha transformou-se em sede da Escola Naval.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1870

Arredores da Praça XV de Novembro e Igreja da Candelária; vistos da Baía da Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Arredores da Praça XV de Novembro e Igreja da Candelária; vistos da Baía da Guanabara
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Panorama do Rio de Janeiro a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama do Rio de Janeiro a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1870

As docas, Alfândega e o Arsenal da Marinha, a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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As docas, Alfândega e o Arsenal da Marinha, a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1870

Panorama do Rio de Janeiro a partir Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama do Rio de Janeiro a partir Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1870

Vista da Praça D. Pedro II, atual Praça XV; a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Praça D. Pedro II, atual Praça XV; a partir do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1880

Docas, Alfândega e Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Docas, Alfândega e Arsenal da Marinha
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

A Glória vista do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista do Passeio Público
Marc Ferrez
Passeio Público
circa 1880

Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março; ao fundo o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março; ao fundo o Morro do Castelo
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Imprensa Nacional
Prédio da Imprensa Nacional, ao fundo o morro de Santo Antônio. Inaugurado em 1877, o prédio da Imprensa Nacional foi demolido em 1941. O projeto é assinado pelo arquiteto carioca Antonio de Paula Freitas.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Treze de Maio
circa 1886

Ministério da Agricultura
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ministério da Agricultura
Marc Ferrez
Praça de XV de Novembro ; Rua Direita (atual Primeiro de Março) ; Centro
circa 1885

Largo de São Francisco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo de São Francisco
Largo ou Praça da Sé. Atual Largo de São Francisco de Paula, que ganhou esse nome por conta da igreja que lhe é homônima. À esquerda podemos ver quiosques (pequenas construções de madeira em estilo oriental, que vendiam produtos como cachaça, café, bolos e fumo), muito comuns na cidade na época.
Marc Ferrez
Largo de São Francisco
circa 1885

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Marc Ferrez
Rua Jardim Botânico
circa 1880

Campo da Aclamação, atual Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Campo da Aclamação, atual Campo de Santana
Marc Ferrez
Centro ; Praça da República
circa 1880

Vista panorâmica do bairro da Saúde; a partir da Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do bairro da Saúde; a partir da Gamboa
Marc Ferrez
Gamboa
circa 1895

Vista panorâmica do Rio de Janeiro, a partir do topo do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Rio de Janeiro, a partir do topo do Corcovado
Destaque para o Morro do Pão de Açucar e para o bairro de Botafogo.
Marc Ferrez
Morro do Corcovado
circa 1880

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1890

Vista dos bairros do Flamengo e Catete; a partir do Morro Santo Amaro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista dos bairros do Flamengo e Catete; a partir do Morro Santo Amaro
Marc Ferrez
Morro Santo Amaro
circa 1880

Região da Gamboa; tomada da Ladeira de São Lourenço, atual Ladeira do Barroso
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Região da Gamboa; tomada da Ladeira de São Lourenço, atual Ladeira do Barroso
Na enseada da Gamboa havia um dos maiores trapiches da cidade, o Trapiche Gamboa, e em seu pequeno morro estava localizado o Hospital Nossa Senhora da Saúde, conhecido como Hospital da Gamboa, até hoje em funcionamento. A mesma enseada abrigou também a estação marítima da Estrada de Ferro D. Pedro II, com armazéns e depósitos. Já São Cristóvão, o bairro imperial, era praticamente deserto, habitado por alguns pouco pescadores, que começou a se desenvolver - timidamente - depois que o comerciante português Elias Antônio Lopes construiu sua quinta, no século XVIII. Quinta, aliás, que foi presenteada à Família Real quando esta chegou à cidade, em 1808.
Marc Ferrez
Morro da Providência ; Gamboa
circa 1880

Ilha das Flores
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha das Flores
Desconhecida por boa parte dos moradores da região, um dos marcos históricos da imigração no Brasil do século XIX está em São Gonçalo, onde funcionou a primeira hospedaria de imigrantes de todo o país. Nos últimos dois séculos, a ilha também abrigou um importante engenho de mandioca, foi espaço para uma pioneira experiência de criação intensiva de peixes, funcionou como presídio e depois como sede da Tropa de Reforço da Força de Fuzileiros da Esquadra do Corpo de Fuzileiros Navais, da marinha do Brasil.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru).
Marc Ferrez
Praia da Igrejinha, Copacabana
circa 1900

Vista da Enseada de Botafogo; a partir do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Enseada de Botafogo; a partir do Morro do Corcovado
Entre os morros da Viúva e do Pasmado.
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1895

Vista da Baía de Guanabara, Pão de Açúcar e morro Dona Marta; tomados da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Baía de Guanabara, Pão de Açúcar e morro Dona Marta; tomados da Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Estrada do Corcovado (proximidades) ; Floresta da Tijuca
circa 1895

Praia de Copacabana; a partir do Leme
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Copacabana; a partir do Leme
Marc Ferrez
Leme
circa 1895

Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Marc Ferrez
Copacabana ; Praia da Igrejinha
circa 1895

Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas
Marc Ferrez
Atual Estrada do Redentor ; Alto da Boa Vista
circa 1885

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Enseada de Botafogo
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1885

Ponte do Silvestre, Estrada de Ferro Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte do Silvestre, Estrada de Ferro Corcovado
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Casa da Moeda, atual Arquivo Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Casa da Moeda, atual Arquivo Nacional
Marc Ferrez
Centro ; Praça da República
circa 1890

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1882

Festa de inauguração do monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Festa de inauguração do monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Por ocasião do 4° Centenário do Descobrimento do Brasil.
Marc Ferrez
Largo da Glória
1900

Festa de inauguração do monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Festa de inauguração do monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Por ocasião do 4° Centenário do Descobrimento do Brasil.
Marc Ferrez
Largo da Glória
1900

Festa de inauguração do monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Festa de inauguração do monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Em ocasião do 4° Centenário do descobrimento do Brasil.
Marc Ferrez
Largo da Glória
1900

Festa de inauguração do monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Festa de inauguração do monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Em ocasião do 4° Centenário do descobrimento do Brasil.
Marc Ferrez
Largo da Glória
1900

Inauguração da estátua do General Osório, no Largo do Paço
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Inauguração da estátua do General Osório, no Largo do Paço
Marc Ferrez
Largo do Paço, atual Praça XV
1894

Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mercado da Praia do Peixe
Marc Ferrez
Praia do Peixe, atual Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1885

Encouraçado Riachuelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Encouraçado Riachuelo
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Monumento em homenagem a Duque de Caxias
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Monumento em homenagem a Duque de Caxias
N Viggiani
Largo do Machado
circa 1923

Teatro Phenix
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro Phenix
O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelo projeto do Teatro Phenix - aprovado em 14 de novembro de 1906. O empreendimento pertencia à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. Foi inaugurado em fevereiro de 1914. Desde o início foi arrendado a terceiros. Abrigou um cassino, foi dancing e várias vezes cinema, tendo ficado fechado durante alguns períodos até sua total demolição, entre 1957 e 1958.
N Viggiani
Avenida Almirante Barroso - Centro
circa 1923

Edifício fábrica de chapeos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Edifício fábrica de chapeos
Fotografia da fachado do prédio de chapéus
Otto Rudolf Quaas
São Paulo
circa 1898

Título de Commendatore (Comendador) da Ordem do Mérito da República Italiana
Arquivo/Coleção: Olavo Redig de Campos
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Título de Commendatore (Comendador) da Ordem do Mérito da República Italiana
Titulo de distinção concedida pelo Presidente da República Italiana a personalidades de destaque por suas relevantes contribuições e trajetória consolidada de relevante contribuição cultural, científica, econômica, política ou social. É conferida pelo Presidente da República Italiana, que é o Grão-Mestre da Ordem.
Giuseppe Saragat
Roma
21 de julho de 1966

Fazenda de Henrique Dumont
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fazenda de Henrique Dumont
Imagem integrante do álbum "Viagem de suas Altezas o Duque de Saxe e seu irmão Luiz Philipe ao Interior do Brasil". Segundo Gilberto Ferrez, em fb/GB, trata-se da primeira embarcação a vapor a percorrer o rio das Velhas, e o local é a fazenda do sr. Henrique Dumont.
Augusto Riedel
MG
circa 1860

Enseada de Botafogo a partir do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Enseada de Botafogo a partir do Morro do Corcovado
Autoria não identificada
Corcovado
circa 1915

Jardim Botânico, Leblon e Gávea, vistos do alto do Morro do Corcovado; destaque para o Jockey Club do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico, Leblon e Gávea, vistos do alto do Morro do Corcovado; destaque para o Jockey Club do Rio de Janeiro
Praia do Leblon, morro Dois Irmãos, Jockey Club e Jardim Botânico.
Cosme Velho
circa 1930

Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Beira-Mar
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1926

Leme e Copacabana, em destaque o Hotel Copacabana Palace
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Leme e Copacabana, em destaque o Hotel Copacabana Palace
O Hotel Copacabana Palace foi inaugurado em 13 de agosto de 1923.
Thiele
Copacabana
circa 1928

Bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bondinho do Pão de Açúcar
Vista do Pão de Açucar e do Bondinho.
Urca
circa 1920

Jockey Club
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jockey Club
O Jockey Club foi construído entre 1923 e 1926, o primeiro grande prêmio foi em1933.
Autoria não identificada
Gávea
circa 1933

Enseada de Botafogo e Morro do Pão de Açúcar; a partir do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Enseada de Botafogo e Morro do Pão de Açúcar; a partir do Morro do Corcovado
Autoria não identificada
Corcovado
circa 1927

Bondinho do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bondinho do Morro do Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Urca ; Praia Vermelha
circa 1918

Vista do Morro do Corcovado e Pão de Açúcar; a partir de Niterói
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Morro do Corcovado e Pão de Açúcar; a partir de Niterói
Autoria não identificada
Icaraí
circa 1928

Rua Paissandú
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Paissandú
Corcovado e Cristo Redentor ao fundo.
Autoria não identificada
Flamengo
circa 1934

Panorama noturno da Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama noturno da Exposição Internacional de 1922
Vista noturna do teatro Municipal.
Autoria não identificada
Centro ; Cinelândia
7 de setembro de 1922

Monumento em homenagem a Duque de Caxias
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Monumento em homenagem a Duque de Caxias
O monumento em homenagem a Duque de Caxias foi inaugurado em 1899. Em 1949 foi transferido para o Panteão Duque de Caxias, na Avenida Presidente Vargas.
Autoria não identificada
Largo do Machado
circa 1904

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro Municipal
José dos Santos Affonso
Centro ; Avenida Central
circa 1922

Estátua Crepúsculo; ao fundo, o morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estátua Crepúsculo; ao fundo, o morro do Corcovado
Carlos Bippus
Botafogo
circa 1925

Jardim Botânico, cascata
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico, cascata
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Jardim Botânico
circa 1905

Jardim Botânico, Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico, Palmeiras Imperiais
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Rua Jardim Botânico
circa 1905

Aleia de Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aleia de Palmeiras Imperiais
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Jardim Botânico
circa 1905

Sociedade Portuguesa Beneficiente
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Sociedade Portuguesa Beneficiente
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Glória
circa 1905

Escola Normal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Normal
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
circa 1905

Real Gabinete Português de Leitura
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Real Gabinete Português de Leitura
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro ; Rua Luís de Camões
circa 1905

Praça do Comércio, atual Rua Primeiro de Março; em destaque, o prédio da Bolsa de Valores
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça do Comércio, atual Rua Primeiro de Março; em destaque, o prédio da Bolsa de Valores
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
circa 1905

Secretaria da Agricultura
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Secretaria da Agricultura
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
circa 1905

Estátua em homenagem a João Caetano, na Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO001011.jpg
Estátua em homenagem a João Caetano, na Escola Nacional de Belas Artes
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro ; Travessa das Belas Artes
circa 1905

Praia e Igreja de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO001013.jpg
Praia e Igreja de São Cristóvão
Vista da Praia e da Igreja de São Cristóvão, antes do aterramento para a construção do cais do porto.
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
São Cristóvão
circa 1905

Monumento em homenagem ao General Osório, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO001014.jpg
Monumento em homenagem ao General Osório, estátua equestre
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
circa 1905

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO001015.jpg
Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro ; Praça Tiradentes
circa 1905

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO001025.jpg
Pedra do Índio
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Praia das Flechas
circa 1905

Vista dos bairros da Glória e do Catete; a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO002001.jpg
Vista dos bairros da Glória e do Catete; a partir de Santa Teresa
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Santa Teresa
1906

Vista da Igreja da Candelária e dos arredores da Praça XV de Novembro; a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Igreja da Candelária e dos arredores da Praça XV de Novembro; a partir do Morro do Castelo
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Morro do Castelo
1906

Vista do centro do Rio de Janeiro; ao fundo, a baía de Guanabara e Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO002003.jpg
Vista do centro do Rio de Janeiro; ao fundo, a baía de Guanabara e Pão de Açúcar
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
1906

Vista do Mercado e da Igreja da Candelária; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO002004.jpg
Vista do Mercado e da Igreja da Candelária; a partir da Ilha das Cobras
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Ilha das Cobras ; Centro
1906

Entrada da Baía da Guanabara e Cais Pharoux; a partir da Iha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO002005.jpg
Entrada da Baía da Guanabara e Cais Pharoux; a partir da Iha das Cobras
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
1906

Mirante do Corcovado; ao fundo, a Baía de Guanabara e o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mirante do Corcovado; ao fundo, a Baía de Guanabara e o Morro do Pão de Açúcar
Em primeiro plano, grupo de pessoas.
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Morro do Corcovado ; Cosme Velho
1906

Praia de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Botafogo
1906

Praia de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO002008.jpg
Praia de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Botafogo
1906

Praia e Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia e Igreja de Santa Luzia
Praia e Igreja de Santa Luzia, antes do aterro de 1922.
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
1906

Igreja Nossa Senhora de Copacabana; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO002010.jpg
Igreja Nossa Senhora de Copacabana; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Copacabana
1906

Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO002011.jpg
Praia de Copacabana
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Rua Francisco Otaviano ; Copacabana
1906

Praia de Copacabana; em destaque, a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Copacabana; em destaque, a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Copacabana
1906

Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Copacabana
1906

Copacabana, praça Malvino Reis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana, praça Malvino Reis
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Copacabana
1906

Copacabana, Colégio Latino Americano
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana, Colégio Latino Americano
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Copacabana
1906

Bairro do Leme
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bairro do Leme
À direita, restaurante construído pela empresa de bondes.
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Leme
1906

Abertura do Túnel Novo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Abertura do Túnel Novo
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Leme ; Avenida Princesa Isabel
circa 1906

Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio do Catete
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Catete
circa 1905

Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Imprensa Nacional
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Rua Treze de Maio ; Centro
1906

Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Imprensa Nacional
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Rua Treze de Maio ; Centro
1906

Estação Estrada de Ferro Central do Brasil
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação Estrada de Ferro Central do Brasil
Estação principal da Estrada de Ferro Central do Brasil.
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
1906

Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), prédio dos Correios
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), prédio dos Correios
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
1906

Prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro
Antiga Escola de São José, depois Conselho Municipal, localizado no largo da Mãe do Bispo, atual Praça Marechal Floriano. Em 1918 o prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro é demolido e no mesmo local, em 1920, começam as obras do Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923.
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
1906

Palácio da Prefeitura Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio da Prefeitura Municipal
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Campo de Santana
1906

Palácio Itamaraty
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Itamaraty
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro ; Rua Marechal Floriano
1906

Casa da Moeda, atual Arquivo Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RO002027.jpg
Casa da Moeda, atual Arquivo Nacional
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro ; Praça da República
1906

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Campo de Santana
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Praça da República ; Centro
1906

Aleia das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Aleia das Palmeiras Imperiais
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Jardim Botânico
1906

Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita)
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
1906

Caixa d'água do reservatório do Pedregulho
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Caixa d'água do reservatório do Pedregulho
Inaugurada em 1888 por D. Pedro II.
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
São Cristóvão
1906

Cais da Praça do Mercado da Praia do Peixe; ao fundo, a Estação das Barcas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cais da Praça do Mercado da Praia do Peixe; ao fundo, a Estação das Barcas
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro ; Praça XV
1906

Docas e Armazéns da Alfândega; ao fundo, a Igreja da Candelária
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Docas e Armazéns da Alfândega; ao fundo, a Igreja da Candelária
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Praça XV de Novembro ; Centro
1906

Arsenal da Marinha; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Arsenal da Marinha; a partir da Ilha das Cobras
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Centro
1906

Armazéns da Alfândega; ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Armazéns da Alfândega; ao fundo, o Morro do Castelo
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Baía de Guanabara ; Centro
1906

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ilha Fiscal
Rodrigues & C°. Editores e Proprietários
Baía de Guanabara
1906

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central, atual Rio Branco
Vista geral da Avenida Central em direção à Prainha (atual Praça Mauá), na altura do cruzamento com a Rua do Ouvidor. À esquerda, vê-se a bifurcação com a Rua dos Ourives (atual Miguel Couto), onde está o edifício do magazine Primeiro Barateiro, que se estende até a Rua do Rosário.
Centro
1906

Rio de Janeiro visto da ilha de Villegagnon
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro visto da ilha de Villegagnon
Ilha de Villegagnon
1907

Praça José de Alencar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001RR004002.jpg
Praça José de Alencar
Destaque para estátua em homenagem ao escritor cearense José Martiniano de Alencar (1829 - 1877). Esculpida por Rodolfo Bernardelli, foi inaugurada em 01 de maio de 1897.
Flamengo
circa 1905

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central, atual Rio Branco
Vista geral da Avenida Central, em direção à Prainha (atual Praça Mauá), na altura da bifurcação com a Rua Melvin Jones. À esquerda, ainda em construção, o edifício da Companhia Ferro Carril Jardim Botânico, conhecido pela sua Galeria Cruzeiro, onde funcionava a Estação de Bondes da Zona Sul.
Centro
circa 1906

Quartel do Batalhão Naval
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Quartel do Batalhão Naval
Ilha das Cobras
circa 1910

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Theatro Municipal
Praça Floriano (Cinelândia) ; Centro
circa 1910

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central, atual Rio Branco
Centro
circa 1912

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Central
Vista geral da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco), em direção à Prainha (atual Praça Mauá), na altura do cruzamento com a Rua de São José. A cúpula que se vê à esquerda, no centro da imagem, pertencia ao edifício do jornal O País.
Augusto Malta
Centro
20 de fevereiro de 1906

Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão dos Estados
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão dos Estados
Urca ; Praia Vermelha
1908

Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão das Indústrias
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão das Indústrias
Urca
1908

Exposição Nacional de 1908
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908
Ao centro, estufa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Urca ; Praia Vermelha
1908

Exposição Nacional de 1908
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908
Da esquerda para a direita: Pavilhão do Distrito Federal (de Rafael Rebecchi), Pavilhão da Sociedade Nacional de Agricultura e o Pavilhão de São Paulo (de Ramos de Azevedo),
Urca ; Praia Vermelha
1908

Exposição Nacional de 1908
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908
Vista panorâmica da Exposição Nacional de 1908, comemorativa do Centenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas, na Praia Vermelha. Entre os morros da Urca e da Babilônia, da esquerda para a direita, pode-se ver: o Palácio das Indústrias, os pavilhões de Minas Gerais e da Bahia, o cais e o pórtico monumental de entrada. O cais, que formava um dique, aí permaneceu após a exposição, para ser aterrado em 1922 e formar o bairro da Urca. A exposição, organizada pelo governo federal e idealizada pela Associação Comercial do Rio, entre 11 de agosto de 1908 e 12 de outubro de 1908, teve como diretor geral o arquiteto René Badra e como diretor de obras, Sampaio Corrêa.
Augusto Malta
Urca
1908

Exposição Nacional de 1908 - Pavilhões da Bahia e de Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908 - Pavilhões da Bahia e de Minas Gerais
Pavilhões da Bahia e de Minas Gerais (ambos de autoria de Rafael Rebecchi), No centro da imagem um cais e, ao fundo, o Morro da Viúva.
Urca ; Praia Vermelha
1908

Exposição Nacional de 1908
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908
Em destaque, à esquerda, o Pavilhão de São Paulo, de autoria de Ramos de Azevedo.
Urca ; Praia Vermelha
1908

Exposição Nacional de 1908 - Palácio das Indústrias
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908 - Palácio das Indústrias
Antiga Escola Militar, o edifício foi totalmente reformado para o evento, recebendo um chafariz em sua parte central, denominado Château d'Eau. Ao fundo, os morros da Urca e do Pão de Açúcar.
Luiz Musso
Urca ; Praia Vermelha
1908

Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão da Bahia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão da Bahia
Luiz Musso
Urca ; Praia Vermelha
1908

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
A. C. da Costa Ribeiro
Centro
circa 1920

Palace Hotel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palace Hotel
Vista do Palace Hotel, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Almirante Barroso, também conhecido como Hotel Guinle. Á direita, na Rua Almirante Barroso, o Teatro Phenix e, ao fundo, parte do Morro do Castelo. O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelos projetos do edifício do Palace Hotel, na Avenida Rio Branco e do Teatro Phenix - aprovado em 14 de novembro de 1906. Os empreendimentos pertenciam à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. A obra do Palace ficou pronta em torno de 1915, mas o hotel só foi inaugurado, em julho de 1919, sob a gerência de Octávio Guinle (1886 – 1968), filho de Eduardo. Foi demolido entre 1950 e 1951. O Teatro Phenix foi inaugurado em fevereiro de 1914. Desde o início foi arrendado a terceiros. Abrigou um cassino, foi dancing e várias vezes cinema, tendo ficado fechado durante alguns períodos até sua total demolição, entre 1957 e 1958.
A. C. da Costa Ribeiro
Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central), esquina com Almirante Barroso ; Centro
circa 1919

Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Niemeyer
Homem montado à cavalo na Avenida Niemeyer, ao fundo, a Pedra da Gávea.
A. C. da Costa Ribeiro
São Conrado
circa 1919

(Floresta virgem de Mangaratiba na província do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Floresta virgem de Mangaratiba na província do Rio de Janeiro)
Johann Moritz Rugendas
Mangaratiba
1827 - 1835

(Serra do Ouro-Branco na provincia de Minas Gerais)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Serra do Ouro-Branco na provincia de Minas Gerais)
Johann Moritz Rugendas
Ouro Preto
1827 - 1835

(Vista do Rio de Janeiro, tomada da Barra)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Vista do Rio de Janeiro, tomada da Barra)
Johann Moritz Rugendas
Rio de Janeiro
1827 - 1835

(Vista do Rio de Janeiro tomada do aqueduto)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Vista do Rio de Janeiro tomada do aqueduto)
Johann Moritz Rugendas
Rio de Janeiro
circa 1827 - 1835

(Vista do Rio de Janeiro tomada nas proximidades da Igreja da Glória)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Vista do Rio de Janeiro tomada nas proximidades da Igreja da Glória)
Johann Moritz Rugendas
Rio de Janeiro
1827 - 1835

[Sabará]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Sabará]
Johann Moritz Rugendas
Sabará
circa 1827 - 1835

(Embocadura do Rio Cachoeira)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00007.jpg
(Embocadura do Rio Cachoeira)
Johann Moritz Rugendas
Ilhéus
1827 - 1835

[Costumes de Bahia]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Costumes de Bahia]
Johann Moritz Rugendas
Salvador
1827 - 1835

(Encontro de índios com viajantes europeus)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00009.jpg
(Encontro de índios com viajantes europeus)
Johann Moritz Rugendas
Brasil
1827 - 1835

(Indios em sua cabana)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Indios em sua cabana)
Johann Moritz Rugendas
Brasil
1827 - 1835

(Ponte de cipó)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Ponte de cipó)
Johann Moritz Rugendas
Brasil
1827 - 1835

[Rio Parahyba]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Rio Parahyba]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1827 - 1835

[Rio Parahyba]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00013.jpg
[Rio Parahyba]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1827 - 1835

[Estudo de duas cabeças de índios Guaná]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estudo de duas cabeças de índios Guaná]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1828

[Estudo de busto de uma menina e um homem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estudo de busto de uma menina e um homem]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1828

[Grupo de Aimorés no interior da mata, Minas Gerais]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00016.jpg
[Grupo de Aimorés no interior da mata, Minas Gerais]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1824

[Grupo de Aimorés no interior da mata, Minas Gerais]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00017.jpg
[Grupo de Aimorés no interior da mata, Minas Gerais]
Johann Moritz Rugendas
MG
circa 1824

[Grupo de índios acampados, Minas Gerais]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Grupo de índios acampados, Minas Gerais]
Johann Moritz Rugendas
MG
circa 1822 - 1825

[Militares e populares na rua, Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Militares e populares na rua, Rio de Janeiro]
Johann Moritz Rugendas
RJ
circa 1822 - 1825

[Estudo de um casal de viajantes: a mulher sentada sobre uma mula e o homem a pé]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estudo de um casal de viajantes: a mulher sentada sobre uma mula e o homem a pé]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1822 - 1825

[Estudo de um casal junto a vegetação]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estudo de um casal junto a vegetação]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1822 - 1825

[Interior de um povoado com cavaleiros, Minas Gerais]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Interior de um povoado com cavaleiros, Minas Gerais]
Johann Moritz Rugendas
MG
circa 1822 - 1825

[Casa de taipa no interior do Brasil]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Casa de taipa no interior do Brasil]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1822 - 1825

[Croqui de uma paisagem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00024.jpg
[Croqui de uma paisagem]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1822 - 1825

[Croqui de uma paisagem com árvores]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Croqui de uma paisagem com árvores]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1822 - 1825

[Croqui de uma paisagem montanhosa, Minas Gerais]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00026.jpg
[Croqui de uma paisagem montanhosa, Minas Gerais]
Johann Moritz Rugendas
MG
circa 1822 - 1825

[Cavalos pastando sob árvores]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00027.jpg
[Cavalos pastando sob árvores]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1822 - 1825

[Vista da praia de Botafogo, Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00028.jpg
[Vista da praia de Botafogo, Rio de Janeiro]
Johann Moritz Rugendas
Rio de Janeiro
1823

[Estudo de plantas: palmeira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estudo de plantas: palmeira]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1822 - 1825

[Estudo de plantas: palmeira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estudo de plantas: palmeira]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1822 - 1825

[Estudo de plantas: palmeiras]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estudo de plantas: palmeiras]
Johann Moritz Rugendas
Brasil
circa 1822 - 1825

[Retrato do General Moreau do México]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Retrato do General Moreau do México]
Johann Moritz Rugendas
México
s.d.

(Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00033.jpg
(Rio de Janeiro)
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

[Encontro de viajantes com índios]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00034.jpg
[Encontro de viajantes com índios]
Desconhecido
Brasil
s.d.

[Vistas do Brasil]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00035.jpg
[Vistas do Brasil]
Jean-Julien Deltil
Brasil
1829 - 1830

(Vistas do Brasil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00036.jpg
(Vistas do Brasil)
Jean-Julien Deltil
Brasil
1829 - 1830

(Vistas do Brasil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00037.jpg
(Vistas do Brasil)
Jean-Julien Deltil
Brasil
1829 - 1830

Brasilien
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00038.jpg
Brasilien
Desconhecido
Brasil
s.d.

Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00039.jpg
Brésil
E. Bailly
Brasil
1847

Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00040.jpg
Brésil
E. Bailly
Brasil
1847

Neger aus Verschiedenen Stämmen. Nègres de plusieurs Tribus
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00041.jpg
Neger aus Verschiedenen Stämmen. Nègres de plusieurs Tribus
Joseph Fuchs
Brasil
s.d.

Negerinnen von Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00042.jpg
Negerinnen von Rio Janeiro
Fahnlein
Brasil
s.d.

Rio-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00043.jpg
Rio-Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

Lianenbrücke. Tÿgerjagd. Brasilianischer Urwald
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00044.jpg
Lianenbrücke. Tÿgerjagd. Brasilianischer Urwald
Desconhecido
RJ
1834

East Coast of South America Brazil, Middle Provinces
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00045.jpg
East Coast of South America Brazil, Middle Provinces
George Heriot Swanston
Brasil
1872

East Coast of South America Brazil, Middle Provinces
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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East Coast of South America Brazil, Middle Provinces
George Heriot Swanston
Brasil
1872

Rio-Janeiro Aussicht vom Corcovado über die Bai von Rio=Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00047.jpg
Rio-Janeiro Aussicht vom Corcovado über die Bai von Rio=Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
1834

Brasilien
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00048.jpg
Brasilien
Desconhecido
Brasil
s.d.

South America
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00049.jpg
South America
Mapa que representa a América do Sul
Aaron Arrowsmith
circa 1812

A New Map of South America from the latest Discoveries
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00050.jpg
A New Map of South America from the latest Discoveries
Mapa que representa a América do Sul
Desconhecido
circa 1782 - 1791

Brasil Nuova Tavola
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00051.jpg
Brasil Nuova Tavola
Girolamo Ruscelli
Brasil
circa 1561 - 1599

Brasil Nuova Tavola
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00052.jpg
Brasil Nuova Tavola
Girolamo Ruscelli
Brasil
circa 1561 - 1599

Tierra Nova
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00053.jpg
Tierra Nova
Mapa que representa a América do Sul
Girolamo Ruscelli
circa 1561 - 1599

Brasil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00054.jpg
Brasil
Giacomo Gastaldi
Brasil
circa 1556

P. Carders Zee en Land Reyse na Brasil, Rio de la Plata en de Zuyd Zee
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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P. Carders Zee en Land Reyse na Brasil, Rio de la Plata en de Zuyd Zee
Pieter van der Aa
Brasil
s.d.

Abbildung der Statt und Vestung Parayba in der Landschaft Brasilia.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00056.jpg
Abbildung der Statt und Vestung Parayba in der Landschaft Brasilia.
Claes Janszoon Visscher
PB
circa 1640

[Planta do Recife e Olinda]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Planta do Recife e Olinda]
Desconhecido
Recife
1703

Stück von dem Mittæglichen America
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00059.jpg
Stück von dem Mittæglichen America
Jacques Nicolas Bellin
Brasil
1701 - 1800

Planta da cidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00060.jpg
Planta da cidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro
J. A. dos Reis
Rio de Janeiro
1817

Brasilia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00061.jpg
Brasilia
Cornelius Wytfliet
Brasil
circa 1600

Carta Geografica del Bresil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00062.jpg
Carta Geografica del Bresil
Guillaume de L'Isle
Brasil
circa 1740 - 1750

America delineata (America Noviter Delineata)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00063.jpg
America delineata (America Noviter Delineata)
Hendrik Hondius
circa 1631

Novus Brasiliæ Typus
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Novus Brasiliæ Typus
Willem Janszoon Blaeu
Brasil
1635

Novus Brasiliæ Typus
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Novus Brasiliæ Typus
Willem Janszoon Blaeu
Brasil
1635

Accuratissima Brasiliæ Tabula
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Accuratissima Brasiliæ Tabula
Hendrik Hondius
Brasil
circa 1597 - 1633

Accuratissima Brasiliæ Tabula
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Accuratissima Brasiliæ Tabula
Hendrik Hondius
Brasil
circa 1597 - 1633

Brasilia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00068.jpg
Brasilia
Joan Blaeu
Brasil
circa 1662

Panorama do Rio de Janeiro (tomado do Morro do Castelo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Panorama do Rio de Janeiro (tomado do Morro do Castelo)
Félix-Émile Taunay
Rio de Janeiro
circa 1830

Olinda de Phernambuco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Olinda de Phernambuco
Daniel Meissner
Olinda
circa 1638

S. Salvator. in Brasilien
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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S. Salvator. in Brasilien
Daniel Meissner
Salvador
circa 1638

S. Salvator. in Brasilien
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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S. Salvator. in Brasilien
Daniel Meissner
Salvador
circa 1638

Plan de la Baye et du Port de Rio-Janeiro, Situé a la Côte du Brésil par 22.d 54.m 10.s de Latitude Méridionale et par 45.d 5.m de Longitude Occidentale Méridien de Paris
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00074.jpg
Plan de la Baye et du Port de Rio-Janeiro, Situé a la Côte du Brésil par 22.d 54.m 10.s de Latitude Méridionale et par 45.d 5.m de Longitude Occidentale Méridien de Paris
Jean-Baptiste-Nicolas-Denis d' Après de Mannevillette
Rio de Janeiro
circa 1751

Plan de la Baye et du Port de Rio-Janeiro, Situé a la Côte du Brésil par 22.d 54.m 10.s de Latitude Méridionale et par 45.d 5.m de Longitude Occidentale Méridien de Paris
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00075.jpg
Plan de la Baye et du Port de Rio-Janeiro, Situé a la Côte du Brésil par 22.d 54.m 10.s de Latitude Méridionale et par 45.d 5.m de Longitude Occidentale Méridien de Paris
Jean-Baptiste-Nicolas-Denis d' Après de Mannevillette
Rio de Janeiro
circa 1751

Mauritiopolis Reciffa et Circum Iacentia Castra
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Mauritiopolis Reciffa et Circum Iacentia Castra
Georg Marcgraf
Recife
circa 1647

Kaart van de Aller-Heiligen Baay waar aan de Hoofdstad legt van  Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Kaart van de Aller-Heiligen Baay waar aan de Hoofdstad legt van Brazil
Isaak Tirion
BA
circa 1744 - 1750

Rio Grande
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio Grande
Georg Marcgraf
Brasil
circa 1647

Classis quæ in Patriam Comitem Revexit
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Classis quæ in Patriam Comitem Revexit
Frans Jansz Post
Brasil
circa 1647

Præfectura de Cirîiî, vel Seregippe Del Rey cum Itâpuáma
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Præfectura de Cirîiî, vel Seregippe Del Rey cum Itâpuáma
Georg Marcgraf
SE
circa 1647

Suite du Bresil, Depuis la Baie de Tous les Saints jusqu'à St. Paul
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Suite du Bresil, Depuis la Baie de Tous les Saints jusqu'à St. Paul
Jacques Nicolas Bellin
Brasil
circa 1746 - 1759

(Continuação do Brasil para a História Geral das Viagens)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Continuação do Brasil para a História Geral das Viagens)
Jacques Nicolas Bellin
Brasil
circa 1756

(Continuação do Brasil de Todos os Santos até São Paulo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Continuação do Brasil de Todos os Santos até São Paulo)
Jacques Nicolas Bellin
Brasil
circa 1756

Carte de l'Isle-Grande et Coste de Bresil aux environs
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00087.jpg
Carte de l'Isle-Grande et Coste de Bresil aux environs
Jacques Nicolas Bellin
Ilha Grande
1764

Isle de Saint Sebastien a la Coste du Bresil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Isle de Saint Sebastien a la Coste du Bresil
Jacques Nicolas Bellin
SP
1764

Isle de Saint Sebastien a la Coste du Bresil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00089.jpg
Isle de Saint Sebastien a la Coste du Bresil
Jacques Nicolas Bellin
SP
1764

America Meridionale
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00090.jpg
America Meridionale
Mapa que representa a América do Sul
Giovanni de Baillou
1779

Il Brasile appartiene al Portogallo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Il Brasile appartiene al Portogallo
Giovanni de Baillou
Brasil
1779

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00092.jpg
Rio de Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
1901 - 2000

E.F. Norte de S. Paulo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00093.jpg
E.F. Norte de S. Paulo
Companhia E. F. Norte de São Paulo
SP
circa 1890

E.F. do Norte de São Paulo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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E.F. do Norte de São Paulo
Companhia E. F. Norte de São Paulo
SP
circa 1890

Planta do Porto de Caravellas Ponto Inicial da Estrada de Ferro Bahia e Minas 1883
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Planta do Porto de Caravellas Ponto Inicial da Estrada de Ferro Bahia e Minas 1883
Instituto Artístico de Alexandre Speltz
BA
1883

Fernando Noronha
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Fernando Noronha
Desconhecido
Fernando de Noronha
1901 - 2000

Estado de S. Paulo - Brazil - Commissão Geographica e Geologica do Estado de S. Paulo. Folha de Sorocaba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Estado de S. Paulo - Brazil - Commissão Geographica e Geologica do Estado de S. Paulo. Folha de Sorocaba
Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo
SP
1927

Estado de S. Paulo
- Brazil -
Commissão Geographica e Geologica do Estado de S. Paulo.
Folha de Rio Claro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Estado de S. Paulo - Brazil - Commissão Geographica e Geologica do Estado de S. Paulo. Folha de Rio Claro
Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo
SP
1912

Planta da Imperial Cidade de S. Paulo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Planta da Imperial Cidade de S. Paulo
Desconhecido
São Paulo
1901 - 2000

Brasil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00102.jpg
Brasil
Desconhecido
Brasil
circa 1900

Piano dell’Angoraggio nell’Isola Sn. Sebastião. su quello levato dal Sr Gressier
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Piano dell’Angoraggio nell’Isola Sn. Sebastião. su quello levato dal Sr Gressier
Desconhecido
São Sebastião
1853

Minuta  Rio de Janeiro 1:50.000 Serviço Geográfico do Exército  1922
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Minuta Rio de Janeiro 1:50.000 Serviço Geográfico do Exército 1922
Serviço Geográfico do Exército
Rio de Janeiro
1922

Mapa Geral do Estado de São Paulo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Mapa Geral do Estado de São Paulo
J. Carneiro da Silva
SP
1941

Carta da Provincia do Amazonas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Carta da Provincia do Amazonas
Raymundo A. Nery
AM
1870 - 1931

Süd-Amerika in 6 Blättern im Maassstab von 1:7.500.000 entworfen von A. Petermann, bearbeitet von H. Habenicht und O. Koffmahn
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Süd-Amerika in 6 Blättern im Maassstab von 1:7.500.000 entworfen von A. Petermann, bearbeitet von H. Habenicht und O. Koffmahn
Mapa que representa a América do Sul
August Heinrich Petermann
1880

Carta Particolare delle Vicinanze dell'Isola San Sebastiao su quella Levata dai Sig.ri Givry e Gressier
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Carta Particolare delle Vicinanze dell'Isola San Sebastiao su quella Levata dai Sig.ri Givry e Gressier
Desconhecido
São Sebastião
1850 - 1900

Accuratissima Brasiliae Tabula
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Accuratissima Brasiliae Tabula
Pieter van den Keere
Brasil
s.d.

Corso del Fiume dell Amazoni Descritto Dal P. Cosmografo Coronelli, e Dedicato All' Illustrissimo Signore Alessandro de Verazzano Nobile Fiorentino
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Corso del Fiume dell Amazoni Descritto Dal P. Cosmografo Coronelli, e Dedicato All' Illustrissimo Signore Alessandro de Verazzano Nobile Fiorentino
Mapa que representa a América do Sul
Vincenzo Maria Coronelli
circa 1690

Corso del Fiume dell Amazoni Descritto Dal P. Cosmografo Coronelli, e Dedicato All' Illustrissimo Signore Alessandro de Verazzano Nobile Fiorentino
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Corso del Fiume dell Amazoni Descritto Dal P. Cosmografo Coronelli, e Dedicato All' Illustrissimo Signore Alessandro de Verazzano Nobile Fiorentino
Mapa que representa a América do Sul
Vincenzo Maria Coronelli
circa 1690

t'Neemen van de Suykor Pryseninde Bay de Todo los Sañtos Anno 1627
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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t'Neemen van de Suykor Pryseninde Bay de Todo los Sañtos Anno 1627
Desconhecido
BA
1627

Veroveringe van Rio grande in Brasil. Anno 1633
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Veroveringe van Rio grande in Brasil. Anno 1633
Desconhecido
RN
circa 1633

Afbeeldinghe van Pariba ende Forten
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Afbeeldinghe van Pariba ende Forten
Isaac Commelin
PB
circa 1651

Afbeeldinge vande Cabo St. Augustin Met haer forten
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Afbeeldinge vande Cabo St. Augustin Met haer forten
Isaac Commelin
PE
circa 1651

Plan'-Historia da cidade de Sao Paulo 1800-1874 por Affonso A. de Freitas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Plan'-Historia da cidade de Sao Paulo 1800-1874 por Affonso A. de Freitas
Afonso Antônio de Freitas
São Paulo
1914

South America. From Original Documents, including the survey by the officers of H.M. Ships Adventure and Beagle
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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South America. From Original Documents, including the survey by the officers of H.M. Ships Adventure and Beagle
Mapa que representa a América do Sul
John Arrowsmith
1839

Brésil et Pays des Amazones. Ire. Feuille
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Brésil et Pays des Amazones. Ire. Feuille
Rigobert Bonne
Brasil
circa 1788

Brésil et Pays des Amazones, avec le Gouvernement de Buenos-Ayres. 2me. Feuille
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Brésil et Pays des Amazones, avec le Gouvernement de Buenos-Ayres. 2me. Feuille
Rigobert Bonne
Brasil
circa 1788

L'America Settentrionale e Meridionale Incisa dalli Fratelli Bordiga per l'Opera Il Costume antico e moderno di tutti i Popoli
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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L'America Settentrionale e Meridionale Incisa dalli Fratelli Bordiga per l'Opera Il Costume antico e moderno di tutti i Popoli
Mapa que representa as Américas
Ignazio Gaudenzio Maria Bordiga
1827

(Hemisfério terrestre meridional, delineado segundo as últimas observações das viagens, e novas descobertas do Capitão Cook)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Hemisfério terrestre meridional, delineado segundo as últimas observações das viagens, e novas descobertas do Capitão Cook)
Mapa que representa o Hemisfério Sul
Giovanni Maria Casini
1789

Paskaert van Brasilia van Pernambuco tot C. de S. Antonio.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Paskaert van Brasilia van Pernambuco tot C. de S. Antonio.
Hendrick Doncker
PE
1659

Carte particuliere de l'Isle de S.te Catherine
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Carte particuliere de l'Isle de S.te Catherine
Amédée François Frezier
Florianópolis
circa 1717

Plan de la Ville de St. Salvador Capitale du Bresil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Plan de la Ville de St. Salvador Capitale du Bresil
Jacques Nicolas Bellin
Salvador
circa 1757

Grundriss der Stadt St. Salvador Haupt-Stadt in Brasilien
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Grundriss der Stadt St. Salvador Haupt-Stadt in Brasilien
Jacques Nicolas Bellin
Salvador
circa 1758

Mappa da Viação Ferrea de São Paulo e Partes dos Estados Vizinhos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Mappa da Viação Ferrea de São Paulo e Partes dos Estados Vizinhos
R. Heyse
SP
1912

Plan of the City of Rio de Janeiro. From actual survey taken in 1829
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Plan of the City of Rio de Janeiro. From actual survey taken in 1829
A. Ravelu
Rio de Janeiro
1829

Bahia do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00143.jpg
Bahia do Rio de Janeiro
J. G. Thr.
Rio de Janeiro
circa 1882

Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00144.jpg
Brazil
John Seller
Brasil
circa 1679

Esquisse de la Ville et du Port de Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Esquisse de la Ville et du Port de Rio de Janeiro
Antoine-François Tardieu
Rio de Janeiro
1807

Plan Del curso d los Rios Huallaga y Ucayali, y de la pampa del Sacramento:...
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Plan Del curso d los Rios Huallaga y Ucayali, y de la pampa del Sacramento:...
Amédée Chaumette Des Fossés
AM
1830

Novae Insulae XXVI. Nova Tabula
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Novae Insulae XXVI. Nova Tabula
Sebastian Münster
Brasil
circa 1550 - 1580

Rio janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio janeiro
Desconhecido
RJ
s.d.

Brasilia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00151.jpg
Brasilia
Desconhecido
Brasília
s.d.

Mappa da Ilha de Santa Catherina
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Mappa da Ilha de Santa Catherina
Desconhecido
Florianópolis
s.d.

Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00154.jpg
Brazil
John Rapkin
Brasil
1801 - 1900

A New and Accurate Map of Brasil. Divided into its Captainships
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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A New and Accurate Map of Brasil. Divided into its Captainships
Emanuel Bowen
Brasil
s.d.

Nova et Accurata Brasiliæ totius Tabula, Auctore Ioanne Blaeu I.F.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nova et Accurata Brasiliæ totius Tabula, Auctore Ioanne Blaeu I.F.
Joan Blaeu
Brasil
s.d.

Bay of Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Bay of Rio Janeiro
Louis Marius Barral
Rio de Janeiro
1854

Carta topografica da Fazenda da Real Fabrica de Ferro de Ypanema
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Carta topografica da Fazenda da Real Fabrica de Ferro de Ypanema
Rofino Jozé Felizardo e Costa
Iperó
1812

Insulae S. Sebastiani Praefiguratio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Insulae S. Sebastiani Praefiguratio
Desconhecido
Rio de Janeiro
1601 - 1700

Abtruck der Insel S. Sebastian
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Abtruck der Insel S. Sebastian
Desconhecido
Rio de Janeiro
1601 - 1700

Olinda de Phernambuco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Olinda de Phernambuco
Desconhecido
Olinda
1630 - 1677

Confrontação entre o mappa do Brazil e a carta da bahia do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Confrontação entre o mappa do Brazil e a carta da bahia do Rio de Janeiro
Desconhecido
Brasil
circa 1882

A Capital do Brasil. Norte
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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A Capital do Brasil. Norte
Eugene Hubert de La Michellerie
Rio de Janeiro
1831

Plano de la Isla y Puerto de Santa Catalina: situado en la America Meridional
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Plano de la Isla y Puerto de Santa Catalina: situado en la America Meridional
Tomás López de Vargas Machuca
SC
1777

(Rio de Janeiro: a cidade, Botafogo, São Clemente. - Da Babilônia)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00169.jpg
(Rio de Janeiro: a cidade, Botafogo, São Clemente. - Da Babilônia)
Friedrich Hagedorn
Rio de Janeiro
circa 1852

Rio de Janeiro A Entrada da Barra. - (Da Babilonia)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00170.jpg
Rio de Janeiro A Entrada da Barra. - (Da Babilonia)
Friedrich Hagedorn
Rio de Janeiro
circa 1852

Panorama do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00172.jpg
Panorama do Rio de Janeiro
Otto Bungner
Rio de Janeiro
circa 1925

Rio de Janeiro from Ilha dos Cobras
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00173.jpg
Rio de Janeiro from Ilha dos Cobras
J. A. Capillan
Rio de Janeiro
1833

[Vista tomada de Icaraí sobre a baía da Guanabara, com um navio entrando na barra]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00175.jpg
[Vista tomada de Icaraí sobre a baía da Guanabara, com um navio entrando na barra]
Hugo Calgan
Rio de Janeiro
1850 - 1900

(Vista do lado ocidental da Baía do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00176.jpg
(Vista do lado ocidental da Baía do Rio de Janeiro)
E.G. Müller
Rio de Janeiro
circa 1841

(Chegada ao Rio de Janeiro, a oeste do Pão de Açúcar, cerca de quatro léguas de distância)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00177.jpg
(Chegada ao Rio de Janeiro, a oeste do Pão de Açúcar, cerca de quatro léguas de distância)
Henry Chamberlain
Rio de Janeiro
circa 1819 - 1820

Fabrica de Polvora - Piquete
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00178.jpg
Fabrica de Polvora - Piquete
Ernst Cesar August Spayni Novak
Piquete
1913

Description of a view of the City of St. Sebastian, and the Bay of Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00179.pdf
Description of a view of the City of St. Sebastian, and the Bay of Rio Janeiro
Robert Burford
Rio de Janeiro
1828

(Entrada do porto do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar, cerca de duas milhas de distância)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00180.jpg
(Entrada do porto do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar, cerca de duas milhas de distância)
Henry Chamberlain
Rio de Janeiro
circa 1819 - 1820

[Buquê com flores brancas e vermelhas]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00181.jpg
[Buquê com flores brancas e vermelhas]
Friedrich Hagedorn
Brasil
1860

Celeberrima Urbs Venetiæ
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00182.jpg
Celeberrima Urbs Venetiæ
Pieter van der Aa
Vêneto
circa 1720

9. Rio de Janeiro  Catette e entrada da Barra
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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9. Rio de Janeiro Catette e entrada da Barra
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1852

(8. Rio de Janeiro de lado da terra Morro do Senado)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00188.jpg
(8. Rio de Janeiro de lado da terra Morro do Senado)
Desconhecido
Rio de Janeiro
1852

7. Rio de Janeiro da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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7. Rio de Janeiro da Ilha das Cobras
Desconhecido
Rio de Janeiro
1852

6. Rio de Janeiro da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00190.jpg
6. Rio de Janeiro da Ilha das Cobras
Desconhecido
Rio de Janeiro
1852

(Rio de Janeiro tomado de Boa Vista da Tijuca)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00191.jpg
(Rio de Janeiro tomado de Boa Vista da Tijuca)
Desconhecido
Rio de Janeiro
1852

(Rio de Janeiro tomado de Boa Vista da Tijuca)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00192.jpg
(Rio de Janeiro tomado de Boa Vista da Tijuca)
Desconhecido
Rio de Janeiro
1852

[Vista do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00193.jpg
[Vista do Rio de Janeiro]
Enrique Casanova
Rio de Janeiro
circa 1883

[Panorama da baía do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00194.jpg
[Panorama da baía do Rio de Janeiro]
Alfred Martinet
Rio de Janeiro
circa 1845

[Panorama da baía do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00195.jpg
[Panorama da baía do Rio de Janeiro]
Alfred Martinet
Rio de Janeiro
circa 1845

City of St. Sebastian Rio de Janeiro. (Dec.r 1792.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00196.jpg
City of St. Sebastian Rio de Janeiro. (Dec.r 1792.)
William Alexander
Rio de Janeiro
1812

City of St. Sebastian Rio de Janeiro. (Dec.r 1792.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00197.jpg
City of St. Sebastian Rio de Janeiro. (Dec.r 1792.)
William Alexander
Rio de Janeiro
1812

Rio-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00198.jpg
Rio-Janeiro
Barthélémy Lauvergne
Rio de Janeiro
circa 1835

Vue de Callao. Pérou
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00199.jpg
Vue de Callao. Pérou
Barthélémy Lauvergne
Callao
circa 1845

Vue de Rio-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00200.jpg
Vue de Rio-Janeiro
Barthélémy Lauvergne
Rio de Janeiro
circa 1850

Morro do Castello com o Largo do Paço e a Praça do Mercado
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00201.jpg
Morro do Castello com o Largo do Paço e a Praça do Mercado
Jan Frederik Schütz
Rio de Janeiro
circa 1852

(Nossa Senhora da Conceição)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Nossa Senhora da Conceição)
Jan Frederik Schütz
Rio de Janeiro
circa 1852

(Palacete de São Cristovão)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00203.jpg
(Palacete de São Cristovão)
Jan Frederik Schütz
Rio de Janeiro
circa 1852

(Nossa Senhora da Glória)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Nossa Senhora da Glória)
Jan Frederik Schütz
Rio de Janeiro
circa 1852

Cascata da Tijúca
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Cascata da Tijúca
Jan Frederik Schütz
Rio de Janeiro
circa 1852

Cemiterio Inglez
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Cemiterio Inglez
Jan Frederik Schütz
Rio de Janeiro
circa 1852

Praya Vermelha
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Praya Vermelha
Jan Frederik Schütz
Rio de Janeiro
circa 1852

Cascata da Tijúca
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00208.jpg
Cascata da Tijúca
Jan Frederik Schütz
Rio de Janeiro
circa 1852

(Plantação de café)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00209.jpg
(Plantação de café)
J. (Johann) Steinmann
Rio de Janeiro
circa 1834 - 1839

St. Joao de Carahy, a Praya Grande
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00210.jpg
St. Joao de Carahy, a Praya Grande
J. (Johann) Steinmann
Rio de Janeiro
circa 1834 - 1839

S. João d'Elrei, no Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00211.jpg
S. João d'Elrei, no Brazil
Charles Legrand
São João del Rei
circa 1850

Rio de Janeiro. (1ª. vista)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro. (1ª. vista)
Charles Legrand
Rio de Janeiro
circa 1850

Rio de Janeiro (2ª. vista)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00213.jpg
Rio de Janeiro (2ª. vista)
Charles Legrand
Rio de Janeiro
circa 1850

Rio de Janeiro. (1ª. Vista)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00214.jpg
Rio de Janeiro. (1ª. Vista)
Charles Legrand
Rio de Janeiro
s.d.

Rio de Janeiro (2ª. vista)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00215.jpg
Rio de Janeiro (2ª. vista)
Charles Legrand
Rio de Janeiro
circa 1850

Vue du fort Santa Cruz à Rio de Janeiro, prise en dehors du goulet dans le N.E
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue du fort Santa Cruz à Rio de Janeiro, prise en dehors du goulet dans le N.E
D. B.
Rio de Janeiro
circa 1850

Leaving Rio gracefully. The Sugar Loaf is on the left forming the entrance. H.M.S. Ganges
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00217.jpg
Leaving Rio gracefully. The Sugar Loaf is on the left forming the entrance. H.M.S. Ganges
Henry Chamberlain
Rio de Janeiro
1828

Bon Voyage Isle. Harbour of Rio Janeiro. H.M.S. Ganges.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Bon Voyage Isle. Harbour of Rio Janeiro. H.M.S. Ganges.
Henry Chamberlain
Rio de Janeiro
1828

Les Aqueducs a Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Les Aqueducs a Rio de Janeiro
Victor Frond
Rio de Janeiro
circa 1861

Campos-dos-Goitacazes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00220.jpg
Campos-dos-Goitacazes
Victor Frond
Rio de Janeiro
circa 1861

(Panorama do Saco do Alferes)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Panorama do Saco do Alferes)
Victor Frond
Rio de Janeiro
circa 1861

Panorama de Lagoa Pris de St. Christophe
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Panorama de Lagoa Pris de St. Christophe
Victor Frond
Rio de Janeiro
circa 1861

Palais Impérial a Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Palais Impérial a Rio de Janeiro
Victor Frond
Rio de Janeiro
circa 1861

Panorama de Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00224.jpg
Panorama de Rio de Janeiro
Victor Frond
Rio de Janeiro
circa 1861

[Antigo colégio dos Jesuitas da Bahia]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Antigo colégio dos Jesuitas da Bahia]
Victor Frond
Salvador
circa 1861

[Piedade na Bahia]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00226.jpg
[Piedade na Bahia]
Victor Frond
Salvador
circa 1861

(Piedade na Bahia)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00227.jpg
(Piedade na Bahia)
Victor Frond
Salvador
circa 1861

La Gloria Rio-de-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00228.jpg
La Gloria Rio-de-Janeiro
Victor Frond
Rio de Janeiro
circa 1861

(Vista da Bahia)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00229.jpg
(Vista da Bahia)
Victor Frond
Salvador
circa 1861

(O Templo protestante da Bahia)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00230.jpg
(O Templo protestante da Bahia)
Victor Frond
Salvador
circa 1861

(Igreja do Bonfim da Bahia)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00231.jpg
(Igreja do Bonfim da Bahia)
Victor Frond
Salvador
circa 1861

Avenue of Palms. Botanical Gardens. Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00232.jpg
Avenue of Palms. Botanical Gardens. Rio de Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

Paquetá. Rio Harbor
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00233.jpg
Paquetá. Rio Harbor
J. Bury
Rio de Janeiro
1887

[Vista de Niterói sobre o porto do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00234.jpg
[Vista de Niterói sobre o porto do Rio de Janeiro]
J. Bury
Rio de Janeiro
1887

Pernambuco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00235.jpg
Pernambuco
J. Bury
PE
1887

Vue Prise au Sommet du Corcovado. (Brésil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00236.jpg
Vue Prise au Sommet du Corcovado. (Brésil)
Edmond B. de La Touanne
Rio de Janeiro
1837

Ile de Ponte-Velha; (rade de Rio-Janeiro.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00237.jpg
Ile de Ponte-Velha; (rade de Rio-Janeiro.)
Benjamin Mary
Rio de Janeiro
circa 1841

Fourmilier Tamanoir du Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00238.jpg
Fourmilier Tamanoir du Brésil
Desconhecido
Brasil
1801 - 1900

(As matas da Província de Minas [Gerais] que os seus habitantes chamam de "caa-apoam", ou seja, capões [de mato])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00239.jpg
(As matas da Província de Minas [Gerais] que os seus habitantes chamam de "caa-apoam", ou seja, capões [de mato])
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1840

(Os arvoredos de Minas Novas chamados pelo povo "Tabuleiro Coberto")
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00240.jpg
(Os arvoredos de Minas Novas chamados pelo povo "Tabuleiro Coberto")
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1840

(Um vale semeado de velosiáceas arborescentes no Morro do Gravier, Província das Minas [Gerais])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00241.jpg
(Um vale semeado de velosiáceas arborescentes no Morro do Gravier, Província das Minas [Gerais])
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1840

(Campos chamados Gerais, perto de Mogi das Cruzes, na Província de S. Paulo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00242.jpg
(Campos chamados Gerais, perto de Mogi das Cruzes, na Província de S. Paulo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
São Paulo
circa 1840

(A floresta primitiva da Serra dos Órgãos na Província do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00243.jpg
(A floresta primitiva da Serra dos Órgãos na Província do Rio de Janeiro)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1841

(Os Campos Gerais junto à Serra da Mantiqueira perto de Lorena, Província de S. Paulo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00244.jpg
(Os Campos Gerais junto à Serra da Mantiqueira perto de Lorena, Província de S. Paulo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
São Paulo
circa 1841

(A floresta primitiva que sombra a estrada entre Jacareí e a Aldeia da Escada na Província de S. Paulo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00245.jpg
(A floresta primitiva que sombra a estrada entre Jacareí e a Aldeia da Escada na Província de S. Paulo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
São Paulo
circa 1841

(As árvores que nasceram antes de Cristo na floresta às margens do Rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00246.jpg
(As árvores que nasceram antes de Cristo na floresta às margens do Rio Amazonas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1841

(A floresta quente e sem folhas que chamam de "caa-tinga", no deserto ao sul da Província da Bahia)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00247.jpg
(A floresta quente e sem folhas que chamam de "caa-tinga", no deserto ao sul da Província da Bahia)
Carl Friedrich Philipp von Martius
BA
circa 1842

(As ilhas arenosas da província do Pará, no Rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00248.jpg
(As ilhas arenosas da província do Pará, no Rio Amazonas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
PA
circa 1842

(A floresta marítima de árvores vivíparas perto de Ubatuba, na Província de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00249.jpg
(A floresta marítima de árvores vivíparas perto de Ubatuba, na Província de São Paulo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
São Paulo
circa 1842

(Parasitos caducos, ruína das grandes árvores, na Província do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00250.jpg
(Parasitos caducos, ruína das grandes árvores, na Província do Rio de Janeiro)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1842

(Monte que se chama Morro Formoso, no limite da Província do Rio de Janeiro e S. Paulo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00251.jpg
(Monte que se chama Morro Formoso, no limite da Província do Rio de Janeiro e S. Paulo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1842

(Monte que se chama Morro Formoso, no limite da Província do Rio de Janeiro e S. Paulo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00252.jpg
(Monte que se chama Morro Formoso, no limite da Província do Rio de Janeiro e S. Paulo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1842

(Floresta cortada, com uma velha figueira, em São João Marcos, Província do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00253.jpg
(Floresta cortada, com uma velha figueira, em São João Marcos, Província do Rio de Janeiro)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1842

(Vista do cimo do monte na Serra de Itaguaí, em direção ao Oriente, Província do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00254.jpg
(Vista do cimo do monte na Serra de Itaguaí, em direção ao Oriente, Província do Rio de Janeiro)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1842

(As margens do Rio Itaípe na Província da Bahia)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00255.jpg
(As margens do Rio Itaípe na Província da Bahia)
Carl Friedrich Philipp von Martius
BA
circa 1842

(Vista do cimo do Morro do Corcovado, perto de São Sebastião [do Rio de Janeiro])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00256.jpg
(Vista do cimo do Morro do Corcovado, perto de São Sebastião [do Rio de Janeiro])
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1846

(Vista do cimo do Morro do Corcovado, perto de São Sebastião [do Rio de Janeiro])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00257.jpg
(Vista do cimo do Morro do Corcovado, perto de São Sebastião [do Rio de Janeiro])
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1846

(Espetáculo noturno de um campo queimado por fogos no verão seco, na região ocidental da Província de Minas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00258.jpg
(Espetáculo noturno de um campo queimado por fogos no verão seco, na região ocidental da Província de Minas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1846

(Cachoeira do rio que se chama Ribeirão do Palmital, perto de Sabará na Província das Minas [Gerais])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00259.jpg
(Cachoeira do rio que se chama Ribeirão do Palmital, perto de Sabará na Província das Minas [Gerais])
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1846

(Campos extensos, cobertos de denso matagal, perto da Serra de S. Antônio do Deserto, Província de Minas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00260.jpg
(Campos extensos, cobertos de denso matagal, perto da Serra de S. Antônio do Deserto, Província de Minas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1846

(Floresta no Morro do Corcovado, perto de S. Sebastião, Província do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00261.jpg
(Floresta no Morro do Corcovado, perto de S. Sebastião, Província do Rio de Janeiro)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1846

(Vista para a Baía de S. Sebastião [do Rio de Janeiro], a partir da Ilha do Viana)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00262.jpg
(Vista para a Baía de S. Sebastião [do Rio de Janeiro], a partir da Ilha do Viana)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1847

(Artocarpus integrifolia [jaqueira], de cuja sombra vê-se a baía e a cidade de S. Sebastião [do Rio de Janeiro])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00263.jpg
(Artocarpus integrifolia [jaqueira], de cuja sombra vê-se a baía e a cidade de S. Sebastião [do Rio de Janeiro])
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1847

(Visão do cume da Serra da Estrela para a Baía de S. Sebastião [do Rio de Janeiro])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00264.jpg
(Visão do cume da Serra da Estrela para a Baía de S. Sebastião [do Rio de Janeiro])
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1851

(Floresta primitiva perto da Pedra da Onça, uma propriedade na Província de S. Sebastião [do Rio de Janeiro])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00265.jpg
(Floresta primitiva perto da Pedra da Onça, uma propriedade na Província de S. Sebastião [do Rio de Janeiro])
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1851

(Perto da propriedade de Jundiquara no Distrito de Ubatuba)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00266.jpg
(Perto da propriedade de Jundiquara no Distrito de Ubatuba)
Carl Friedrich Philipp von Martius
São Paulo
circa 1851

(Perto da propriedade de Jundiquara no Distrito de Ubatuba)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00267.jpg
(Perto da propriedade de Jundiquara no Distrito de Ubatuba)
Carl Friedrich Philipp von Martius
São Paulo
circa 1851

(Floresta primária entre Ubatuba e Jundiquara, nos limites entre a Província de São Paulo e São Sebastião [do Rio de Janeiro])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00268.jpg
(Floresta primária entre Ubatuba e Jundiquara, nos limites entre a Província de São Paulo e São Sebastião [do Rio de Janeiro])
Carl Friedrich Philipp von Martius
São Paulo
circa 1852

(A floresta úmida na cadeia de montanhas da Serra da Estrela, da Província de São sebastião [do Rio de Janeiro])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00269.jpg
(A floresta úmida na cadeia de montanhas da Serra da Estrela, da Província de São sebastião [do Rio de Janeiro])
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1855

(O bosque araucária brasiliana na Província de Minas [Gerais])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00270.jpg
(O bosque araucária brasiliana na Província de Minas [Gerais])
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1855

(As margens das ilhas do arquipélago paraense)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00271.jpg
(As margens das ilhas do arquipélago paraense)
Carl Friedrich Philipp von Martius
PA
circa 1855

(O palmeiral de Mauritia flexuosa [miriti] na Ilha Pautinga no arquipélago paraense)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00272.jpg
(O palmeiral de Mauritia flexuosa [miriti] na Ilha Pautinga no arquipélago paraense)
Carl Friedrich Philipp von Martius
PA
circa 1855

(Vista do aqueduto de São Sebastião [do Rio de Janeiro] a partir do horto do subúrbio de Mata-Cavalos)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00273.jpg
(Vista do aqueduto de São Sebastião [do Rio de Janeiro] a partir do horto do subúrbio de Mata-Cavalos)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1855

(Campos pontilhados de mata junto ao Rio das Velhas, Província de Minas [Gerais])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00274.jpg
(Campos pontilhados de mata junto ao Rio das Velhas, Província de Minas [Gerais])
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1855

(Cultivo do café em uma propriedade entre a cidade de Magé e as montanhas da Serra dos Órgãos)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Cultivo do café em uma propriedade entre a cidade de Magé e as montanhas da Serra dos Órgãos)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1855

(Cultivo da agava americana (agave) em campos mexicanos de S. Juan de Teotihuacan)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Cultivo da agava americana (agave) em campos mexicanos de S. Juan de Teotihuacan)
Carl Friedrich Philipp von Martius
México
circa 1855

(A região montanhosa da Província das Minas [Gerais] a partir da Serra de Ouro Branco em direção a noroeste)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(A região montanhosa da Província das Minas [Gerais] a partir da Serra de Ouro Branco em direção a noroeste)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1855

(Região montanhosa perto de cocais na Província de Minas [Gerais])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Região montanhosa perto de cocais na Província de Minas [Gerais])
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1855

(O cume do Monte Itacolomi na Província de Minas [Gerais])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(O cume do Monte Itacolomi na Província de Minas [Gerais])
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1855

(Montanhas auríferas em Cata-Branca na Província de Minas [Gerais])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Montanhas auríferas em Cata-Branca na Província de Minas [Gerais])
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1856

(Campos entremeados com matagais no sopé da Serra da Lapa, Província de Minas [Gerais])
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Campos entremeados com matagais no sopé da Serra da Lapa, Província de Minas [Gerais])
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1858

(Campos com cactos, palmeiras e outras plantas variadas no alto da Serra da Lapa, Província de Minas Gerais)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Campos com cactos, palmeiras e outras plantas variadas no alto da Serra da Lapa, Província de Minas Gerais)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1858

(Nascentes do Rio Paraguai)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Nascentes do Rio Paraguai)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1858

(Cultivo de musa paradisíaca [bananeiras] perto da cidade do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Cultivo de musa paradisíaca [bananeiras] perto da cidade do Rio de Janeiro)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1859

(Margens do Rio Paraguai em Mato Grosso)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Margens do Rio Paraguai em Mato Grosso)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MT
circa 1869

(Cachoeira do Rio São Francisco, chamada de Paulo Afonso)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Cachoeira do Rio São Francisco, chamada de Paulo Afonso)
Carl Friedrich Philipp von Martius
BA
circa 1869

(Tremedal ou prado flutuante perto de Alcântara, na Província do Maranhão)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Tremedal ou prado flutuante perto de Alcântara, na Província do Maranhão)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MA
circa 1869

(Tremedal ou prado flutuante perto de Alcântara, na Província do Maranhão)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Tremedal ou prado flutuante perto de Alcântara, na Província do Maranhão)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MA
circa 1869

(Floresta que sombreia as encostas das montanhas da Serra dos Órgãos, na Província do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Floresta que sombreia as encostas das montanhas da Serra dos Órgãos, na Província do Rio de Janeiro)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
circa 1869

[Frontspício "Souvenirs do Rio de Janeiro"]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Frontspício "Souvenirs do Rio de Janeiro"]
J. (Johann) Steinmann
Rio de Janeiro
circa 1835

Dr. Joaquim Ignacio Silveira da Mota
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Dr. Joaquim Ignacio Silveira da Mota
Louis-Alexis Boulanger
Brasil
circa 1853 - 1864

Le Corcovado vu de la maison du consul d'Angleterre Rio Janeiro (Brésil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Le Corcovado vu de la maison du consul d'Angleterre Rio Janeiro (Brésil)
Edmond B. de La Touanne
Rio de Janeiro
1837

Voyage de La Bonite. Maison de La Perichole à Lima
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Voyage de La Bonite. Maison de La Perichole à Lima
Barthélémy Lauvergne
Lima
circa 1845

Vues du Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00295.pdf
Vues du Brésil
Carl Friedrich Philipp von Martius
1801 - 1850

Coté Ouest du Cap Frio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Coté Ouest du Cap Frio
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Coté Ouest dell' entrée du Port de Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Coté Ouest dell' entrée du Port de Rio de Janeiro
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Gavia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Gavia
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Le Pain de Sucre
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Le Pain de Sucre
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Vue de Corcovado
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue de Corcovado
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

L'Ile de Bon Voyage
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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L'Ile de Bon Voyage
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Baie da Gloria
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Baie da Gloria
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Jurujuba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Jurujuba
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

[Vista da Glória e Pão de Açucar tomada de Sta. Tereza]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista da Glória e Pão de Açucar tomada de Sta. Tereza]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Cimetiére Anglais à Rio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Cimetiére Anglais à Rio
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

L'Eglise Maria da Gloria à Rio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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L'Eglise Maria da Gloria à Rio
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Paratinga
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Paratinga
Carl Friedrich Philipp von Martius
BA
1801 - 1850

Ancien Convent des Claires dans la baie de Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Ancien Convent des Claires dans la baie de Rio de Janeiro
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Vue prise prés d'Inhumerim
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue prise prés d'Inhumerim
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Les Orgues
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Les Orgues
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Coté Ouest de la Montagne des Orgues
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Coté Ouest de la Montagne des Orgues
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Coté Est de la Montagne des Orgues
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Coté Est de la Montagne des Orgues
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Vue de la Porte d'Estrella
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue de la Porte d'Estrella
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Petit Forêt
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Petit Forêt
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Ferme dans la Montagne
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Ferme dans la Montagne
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Eglise des Carmes à Ouro Preto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Eglise des Carmes à Ouro Preto
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Vue d'Ouro Preto (Coté Nord.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue d'Ouro Preto (Coté Nord.)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

[Igreja no alto de morro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Igreja no alto de morro]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Jardin Botanique à Ouro Preto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Jardin Botanique à Ouro Preto
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

La Valleé (Ouro Preto.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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La Valleé (Ouro Preto.)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Pont sur l'Ouro Preto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Pont sur l'Ouro Preto
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Palais d'Ouro Preto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Palais d'Ouro Preto
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

St. Joseph. (Ouro Preto.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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St. Joseph. (Ouro Preto.)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Pont del'Entonnoir près Ouro Preto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Pont del'Entonnoir près Ouro Preto
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Mont d'Or prés Ouro Preto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Mont d'Or prés Ouro Preto
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Vue des Champs de Minas Geraës
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue des Champs de Minas Geraës
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Vue du Mont Mantiquiera sur le mont des Orgues
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue du Mont Mantiquiera sur le mont des Orgues
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

St. Jean Madureira
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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St. Jean Madureira
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Roçaquinha
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Roçaquinha
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Montagne de l'Eau Chaude
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Montagne de l'Eau Chaude
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Ferme prés Piranga
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Ferme prés Piranga
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Ferme Gomes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Ferme Gomes
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Alto pegado
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Alto pegado
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Timbobeba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Timbobeba
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

[Timbobeba]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Timbobeba]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Qeluz
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Qeluz
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Cote de Porto Seguro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Cote de Porto Seguro
Carl Friedrich Philipp von Martius
BA
1801 - 1850

[Igreja]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Igreja]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

[Homem sentado próximo a cemitério]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Homem sentado próximo a cemitério]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Eglise St Charles, prés Marianna
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Eglise St Charles, prés Marianna
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Conquista
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Conquista
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Vue Ouest du Mont Itacolumi
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue Ouest du Mont Itacolumi
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Mar d'Espanha
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Mar d'Espanha
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

[Casa com cruz]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Casa com cruz]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Antonio Diaz, prés Ouro Preto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Antonio Diaz, prés Ouro Preto
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Forêt Vierge
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Forêt Vierge
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Moulin au Riz
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Moulin au Riz
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

[Boa Vista]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Boa Vista]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Marianna
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Marianna
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Pinho novo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Pinho novo
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Fourmilliéres
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Fourmilliéres
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Inficinado
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Inficinado
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Mont Pampulhy
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Mont Pampulhy
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

[Vista de uma fazenda]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista de uma fazenda]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Forêt Guido
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Forêt Guido
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Itacolumi
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Itacolumi
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

Vue prés Somidouro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue prés Somidouro
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

Petit bois d'Olinda
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Petit bois d'Olinda
Carl Friedrich Philipp von Martius
Olinda
1801 - 1850

Antonio Dias
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Antonio Dias
Carl Friedrich Philipp von Martius
São Paulo
1801 - 1850

Cap Auguste
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Cap Auguste
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

[Estrada de acesso a casa de fazenda]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estrada de acesso a casa de fazenda]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Concorde
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Concorde
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Ferme prés Catta Saltes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Ferme prés Catta Saltes
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Embouchure du Parahyba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00364.jpg
Embouchure du Parahyba
Carl Friedrich Philipp von Martius
PB
1801 - 1850

Embouchure du Rio Doce
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Embouchure du Rio Doce
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
1801 - 1850

[Vista do Rio Doce]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista do Rio Doce]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Pont sur le Parahyba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Pont sur le Parahyba
Carl Friedrich Philipp von Martius
PB
1801 - 1850

[Vista]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

Sacco de Alferes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Sacco de Alferes
Carl Friedrich Philipp von Martius
Rio de Janeiro
1801 - 1850

[Estrada com cerca dos dois lados]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estrada com cerca dos dois lados]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

[Lagarto]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Lagarto]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

[Elaeis Guineen]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Elaeis Guineen]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

[Ilha]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Ilha]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1801 - 1850

(Atlas da Viagem ao Brasil de Dr. V. Spix e Dr. V. Martius)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00374.pdf
(Atlas da Viagem ao Brasil de Dr. V. Spix e Dr. V. Martius)
Alegoria que representa a América do Sul
Stilke
circa 1828

(Atlas da Viagem ao Brasil de Dr. V. Spix e Dr. V. Martius)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00375.jpg
(Atlas da Viagem ao Brasil de Dr. V. Spix e Dr. V. Martius)
Alegoria que representa a América do Sul
Stilke
circa 1828

(Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Rio de Janeiro)
Thomas Ender
Rio de Janeiro
circa 1823

(Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Rio de Janeiro)
Thomas Ender
Rio de Janeiro
circa 1823

(Mandioca)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Mandioca)
Thomas Ender
Rio de Janeiro
circa 1823

(Mandioca)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Mandioca)
Thomas Ender
Rio de Janeiro
circa 1823

(Mameluca da Província de São Paulo. Cafusa da Província de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Mameluca da Província de São Paulo. Cafusa da Província de São Paulo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
São Paulo
circa 1823

(Coroado Botocudo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Coroado Botocudo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1823

(Coroado Botocudo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Coroado Botocudo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1823

(Aldeia dos Coroados)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Aldeia dos Coroados)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Aldeia dos Coroados)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Aldeia dos Coroados)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Festa de embriaguez dos Coroados)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Festa de embriaguez dos Coroados)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Dança dos Purís)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Dança dos Purís)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Dança dos Purís)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Dança dos Purís)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Hospício da Mãe dos Homens)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00388.jpg
(Hospício da Mãe dos Homens)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Hospício da Mãe dos Homens)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00389.jpg
(Hospício da Mãe dos Homens)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Rancho à pequena distância da Serra do Caraça)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00390.jpg
(Rancho à pequena distância da Serra do Caraça)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Lavagem de diamantes em Curralinho)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00391.jpg
(Lavagem de diamantes em Curralinho)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Lavagem de diamantes em Curralinho)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00392.jpg
(Lavagem de diamantes em Curralinho)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

Serra de Itambé
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00393.jpg
Serra de Itambé
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

Villa Velha
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00394.jpg
Villa Velha
Carl Friedrich Philipp von Martius
BA
circa 1823

(Maxuruna)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00395.jpg
(Maxuruna)
Carl Friedrich Philipp von Martius
PA
circa 1823

(Maxuruna)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00396.jpg
(Maxuruna)
Carl Friedrich Philipp von Martius
PA
circa 1823

(Jurí)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00397.jpg
(Jurí)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1823

(Jurí)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00398.jpg
(Jurí)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1823

(Miranha)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00399.jpg
(Miranha)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1823

(Miranha)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00400.jpg
(Miranha)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1823

(Lagoa de aves no Rio São Francisco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00401.jpg
(Lagoa de aves no Rio São Francisco)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1828

(Vila de Cachoeira)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00402.jpg
(Vila de Cachoeira)
Carl Friedrich Philipp von Martius
BA
circa 1828

(Serra do Meio. Panorama da montanha, vista do Monte Santo. Serra de Itiúba. Serra dos Dois Irmãos)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00403.jpg
(Serra do Meio. Panorama da montanha, vista do Monte Santo. Serra de Itiúba. Serra dos Dois Irmãos)
Carl Friedrich Philipp von Martius
GO ; BA ; PE ; PI
circa 1828

(Inscrição numa rocha da Serra do Anastácio)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00404.jpg
(Inscrição numa rocha da Serra do Anastácio)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1828

(Meteorito de Bendengó)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00405.jpg
(Meteorito de Bendengó)
Carl Friedrich Philipp von Martius
BA
circa 1828

(Meteorito de Bendengó)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00406.jpg
(Meteorito de Bendengó)
Carl Friedrich Philipp von Martius
BA
circa 1828

(I-IV. Cortiços de abelhas. V. Petrificações de peixes. VI-IX. Ossos de mastodontes)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00407.jpg
(I-IV. Cortiços de abelhas. V. Petrificações de peixes. VI-IX. Ossos de mastodontes)
Carl Friedrich Philipp von Martius
CE ; BA
circa 1828

(No Corcovado, no Rio de Janeiro. Na Serra dos Órgãos. Córrego Seco. Paisagem no Piauí. Santa Maria de Belém do Grão Pará)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00409.jpg
(No Corcovado, no Rio de Janeiro. Na Serra dos Órgãos. Córrego Seco. Paisagem no Piauí. Santa Maria de Belém do Grão Pará)
Carl Friedrich Philipp von Martius
RJ ; PI ; PA
circa 1828

(Aspectos no Rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00410.jpg
(Aspectos no Rio Amazonas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Aspectos no Rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00411.jpg
(Aspectos no Rio Amazonas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Muras. Jumanas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00412.jpg
(Muras. Jumanas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Escavação e preparo dos ovos de tartaruga no Rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00413.jpg
(Escavação e preparo dos ovos de tartaruga no Rio Amazonas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Préstitos festivos dos Tecunas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00414.jpg
(Préstitos festivos dos Tecunas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Préstitos festivos dos Tecunas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00415.jpg
(Préstitos festivos dos Tecunas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Jurís-Tabocas. Coretús. Passés. Coerunas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00416.jpg
(Jurís-Tabocas. Coretús. Passés. Coerunas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Jurís-Tabocas. Coretús. Passés. Coerunas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00417.jpg
(Jurís-Tabocas. Coretús. Passés. Coerunas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(No Porto dos Miranhas, no Rio Japurá)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00418.jpg
(No Porto dos Miranhas, no Rio Japurá)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(No Porto dos Miranhas, no Rio Japurá)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00419.jpg
(No Porto dos Miranhas, no Rio Japurá)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Araras-Coarás)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00420.jpg
(Araras-Coarás)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Esculturas nas rochas do Rio Japurá)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00421.jpg
(Esculturas nas rochas do Rio Japurá)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Mundurucús. Uainumás. Purú-Purús)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00422.jpg
(Mundurucús. Uainumás. Purú-Purús)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Mundurucús. Uainumás. Purú-Purús)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00423.jpg
(Mundurucús. Uainumás. Purú-Purús)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Quadros da vida)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00424.jpg
(Quadros da vida)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM ; PI ; BA ; MG ; RJ ; SP
circa 1828

(Aruaquís, catauuixis, iupás, miranhas, araras, munducurús, mauées)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00425.jpg
(Aruaquís, catauuixis, iupás, miranhas, araras, munducurús, mauées)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1831

(Aruaquís, catauuixis, iupás, miranhas, araras, munducurús, mauées)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00426.jpg
(Aruaquís, catauuixis, iupás, miranhas, araras, munducurús, mauées)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1831

(Utensílios dos índios)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00427.jpg
(Utensílios dos índios)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(Utensílios dos índios)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00428.jpg
(Utensílios dos índios)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(Armas dos índios)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Armas dos índios)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Armas dos índios)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Armas dos índios)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Formas de animais da América tropical)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Formas de animais da América tropical)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

[Formas de animais da América tropical]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00432.jpg
[Formas de animais da América tropical]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(I. Formas de plantas da América tropical)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00433.jpg
(I. Formas de plantas da América tropical)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(II. Formas de plantas da América tropical)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00434.jpg
(II. Formas de plantas da América tropical)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(Atlas da vegetação)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00435.jpg
(Atlas da vegetação)
Carl Friedrich Philipp von Martius
RJ ; SP ; MG
circa 1828

(Perfis de montanhas e nivelamentos de rios)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00436.jpg
(Perfis de montanhas e nivelamentos de rios)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(Mapa do Brasil oriental, em quatro folhas - Folha superior esquerda)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00437.jpg
(Mapa do Brasil oriental, em quatro folhas - Folha superior esquerda)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1831

(Mapa do Brasil oriental, em quatro folhas - Folha superior direita)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00438.jpg
(Mapa do Brasil oriental, em quatro folhas - Folha superior direita)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1831

(Mapa do Brasil oriental, em quatro folhas - Folha inferior direita)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00439.jpg
(Mapa do Brasil oriental, em quatro folhas - Folha inferior direita)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1831

(Mapa do Brasil oriental, em quatro folhas - Folha inferior esquerda)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00440.jpg
(Mapa do Brasil oriental, em quatro folhas - Folha inferior esquerda)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1831

(Mapa da Província do Ceará)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00441.jpg
(Mapa da Província do Ceará)
Joseph Anton Schwarzmann
CE
1831

(Mapa do rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00442.jpg
(Mapa do rio Amazonas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
1831

(Mapa geográfico da província de São José do Piauí)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00443.jpg
(Mapa geográfico da província de São José do Piauí)
Carl Friedrich Philipp von Martius
PI
1828

(Mapa da bacia superior do Rio Madeira)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00444.jpg
(Mapa da bacia superior do Rio Madeira)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
1831

Forêt vierge du Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00446.jpg
Forêt vierge du Brésil
Charles Othon Frédéric Jean Baptiste Clarac, comte de
Brasil
circa 1822

Costumes brasileiros
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00447.pdf
Costumes brasileiros
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1840 - 1841

Nº 1. Guarda Nacional, Caçadores
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00448.jpg
Nº 1. Guarda Nacional, Caçadores
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1840

Nº 2. Guarda Nacional. Artelheria
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 2. Guarda Nacional. Artelheria
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 3. Guarda Nacional. Cavallaria
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 3. Guarda Nacional. Cavallaria
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1840

Nº 4. Tropeiro de Minas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 4. Tropeiro de Minas
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1840

Nº 5. Mulher de mantilha
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 5. Mulher de mantilha
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1840

Nº 6. Irmão de N.S. das Dores
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 6. Irmão de N.S. das Dores
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 7. Bolieiros
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00454.jpg
Nº 7. Bolieiros
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1840

Nº 8. Preto de Ganho
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 8. Preto de Ganho
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 9. Quitandeira
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 9. Quitandeira
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 10. Hum Padre
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 10. Hum Padre
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 11. Estudante da Escóla Militar
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00458.jpg
Nº 11. Estudante da Escóla Militar
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 12. Preto Comprador
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00459.jpg
Nº 12. Preto Comprador
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 13. Uma Cadeirinha
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00460.jpg
Nº 13. Uma Cadeirinha
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 14. Uma Rede
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00461.jpg
Nº 14. Uma Rede
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

(Preto vendendo água)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00462.jpg
(Preto vendendo água)
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 16. Preto da illuminação publica
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00463.jpg
Nº 16. Preto da illuminação publica
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 17. Marinheiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00464.jpg
Nº 17. Marinheiro
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1840

(Preto de doces)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00465.jpg
(Preto de doces)
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1840

Nº 19. Official de Artilheria
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00466.jpg
Nº 19. Official de Artilheria
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

(Preto Mascate)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00467.jpg
(Preto Mascate)
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 21. Preta de Ballas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00468.jpg
Nº 21. Preta de Ballas
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 22. Preto de caldo de cana
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00469.jpg
Nº 22. Preto de caldo de cana
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

(Preto vendendo galinhas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Preto vendendo galinhas)
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

(Preta vendendo bonecas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Preta vendendo bonecas)
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

(Preto vendendo hortaliças)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00472.jpg
(Preto vendendo hortaliças)
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 26. Preto d'açougue
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00473.jpg
Nº 26. Preto d'açougue
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 27. Preto de lixo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00474.jpg
Nº 27. Preto de lixo
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 28. Preto Caiador
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00475.jpg
Nº 28. Preto Caiador
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1840

Nº 29. Preto ao Cepo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00476.jpg
Nº 29. Preto ao Cepo
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

(Preta vendendo água)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00477.jpg
(Preta vendendo água)
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 31. Preta vendendo Carvão
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00478.jpg
Nº 31. Preta vendendo Carvão
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 32. Quitandeiras
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00479.jpg
Nº 32. Quitandeiras
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 33. Soldado da Cavallaria
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00480.jpg
Nº 33. Soldado da Cavallaria
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 34. Soldado dos Permanentes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 34. Soldado dos Permanentes
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 35. Moça da roça indo a Missa
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 35. Moça da roça indo a Missa
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

(Um roceiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00483.jpg
(Um roceiro)
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 37. Preto de Mascara
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00484.jpg
Nº 37. Preto de Mascara
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 38. Correio dos Ministros
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 38. Correio dos Ministros
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 39. Carregadores de Café
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 39. Carregadores de Café
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 40. Hum Barbeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00487.jpg
Nº 40. Hum Barbeiro
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 41. Guarda da Roça, indo para o destacamento
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 41. Guarda da Roça, indo para o destacamento
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 42. Hum Archeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 42. Hum Archeiro
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 43. Pretos Cangueiros
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00490.jpg
Nº 43. Pretos Cangueiros
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 44. Pretos no Libambo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00491.jpg
Nº 44. Pretos no Libambo
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1841

Nº 45. Familia indo a Missa
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00492.jpg
Nº 45. Familia indo a Missa
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 46. Hum Tropeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nº 46. Hum Tropeiro
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 47. Carroça de capim
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00494.jpg
Nº 47. Carroça de capim
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

(Vendedor de água)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00495.jpg
(Vendedor de água)
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
1841

Nº 49. Carro de Boi
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00496.jpg
Nº 49. Carro de Boi
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1841

Nº 50. Pedindo para o Espirito Santo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00497.jpg
Nº 50. Pedindo para o Espirito Santo
Joaquim Lopes de Barros Cabral Teive
Brasil
circa 1841

Begging for the Holy Ghost (Espirito Santo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00499.jpg
Begging for the Holy Ghost (Espirito Santo)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Begging for the Church (Pedindo Esmollas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00500.jpg
Begging for the Church (Pedindo Esmollas)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

A Priest (Um Padre)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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A Priest (Um Padre)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

A Free Black-Girl (Negra Bahiana)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00502.jpg
A Free Black-Girl (Negra Bahiana)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Coffee Carriers (Carregadores de Café)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00503.jpg
Coffee Carriers (Carregadores de Café)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Punishments (Castigos)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00504.jpg
Punishments (Castigos)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Cattle Drivers (Tropeiros)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00505.jpg
Cattle Drivers (Tropeiros)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

A Cowntryman from the Minas (Um Mineiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00506.jpg
A Cowntryman from the Minas (Um Mineiro)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Going to Mass (Cadeirinha)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00507.jpg
Going to Mass (Cadeirinha)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Selling Fruits (Quitandeira)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00508.jpg
Selling Fruits (Quitandeira)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Water-Seller (Carroça d'agua)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00509.jpg
Water-Seller (Carroça d'agua)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

(Dança de Negros)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00510.jpg
(Dança de Negros)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Going to the House of Correction (Indo para a Correcção)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00511.jpg
Going to the House of Correction (Indo para a Correcção)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

(Uma Procissão. Um anjinho)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00512.jpg
(Uma Procissão. Um anjinho)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

A Hammock (Uma Rede)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00513.jpg
A Hammock (Uma Rede)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

A Pedlar (Mascate)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00514.jpg
A Pedlar (Mascate)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Brother of Bom Jesus (Irmão do Bom Jesus)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00515.jpg
Brother of Bom Jesus (Irmão do Bom Jesus)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

A Friar (Um Frade)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00516.jpg
A Friar (Um Frade)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

National Guards (Guardas Nacionaes)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00517.jpg
National Guards (Guardas Nacionaes)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

(Pretos descansando)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00518.jpg
(Pretos descansando)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Selling Poultry (Quitandeira de Gallinhas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00519.jpg
Selling Poultry (Quitandeira de Gallinhas)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

(Família indo à Missa)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00520.jpg
(Família indo à Missa)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

(Enterro de anjinho)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00521.jpg
(Enterro de anjinho)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Washer-Women (Lavandeiras)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00522.jpg
Washer-Women (Lavandeiras)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

St. Antonio's Friars (Frades de Sto. Antonio)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00523.jpg
St. Antonio's Friars (Frades de Sto. Antonio)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

A Policeman (Permanente)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00524.jpg
A Policeman (Permanente)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Custom-House Cart (Carro d'Alfandega)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00525.jpg
Custom-House Cart (Carro d'Alfandega)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

A Nurse (Ama de Leite)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00526.jpg
A Nurse (Ama de Leite)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

A Market Scene (Quitandeiras)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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A Market Scene (Quitandeiras)
Eduard Hildebrandt
Brasil
1846 - 1849

Sulla Rada s' Montº. "Ercole" nel momento di far ritorno dal Barco "Chico" per prossedersi d'acqua
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Sulla Rada s' Montº. "Ercole" nel momento di far ritorno dal Barco "Chico" per prossedersi d'acqua
Edoardo De Martino
circa 1869 - 1876

Nel Canale Inglese - Piloti di Antewerpen
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nel Canale Inglese - Piloti di Antewerpen
Edoardo De Martino
1871

Vapore Inglese - "Gladiator"
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00530.jpg
Vapore Inglese - "Gladiator"
Edoardo De Martino
Rio de Janeiro
1871

[Belonave]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00531.jpg
[Belonave]
Edoardo De Martino
Brasil
1871

[Navios]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00532.jpg
[Navios]
Edoardo De Martino
Brasil
1871

Zattere-Paraguayo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00533.jpg
Zattere-Paraguayo
Edoardo De Martino
Paraguai
circa 1869 - 1876

Vapore Inglese "Evora"
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00534.jpg
Vapore Inglese "Evora"
Edoardo De Martino
Uruguai
1872

[Navios]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00535.jpg
[Navios]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Navio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Navio]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Veleiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00537.jpg
[Veleiro]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Belonave]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00538.jpg
[Belonave]
Edoardo De Martino
Brasil
1871

Questo Barsetto è la 16ma parte del vero...
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Questo Barsetto è la 16ma parte del vero...
Edoardo De Martino
Brasil
1871

[Belonave]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00540.jpg
[Belonave]
Edoardo De Martino
Brasil
1871

[Navio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00541.jpg
[Navio]
Edoardo De Martino
Brasil
1872

[Mastros e velames]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00542.jpg
[Mastros e velames]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

30 di Giugno
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00543.jpg
30 di Giugno
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Benedetto quadro del 30 de Giugno 1826
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Benedetto quadro del 30 de Giugno 1826
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Fare questa fregata nel quadro grande per l'Esposizione
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00545.jpg
Fare questa fregata nel quadro grande per l'Esposizione
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Navio e barco a vela]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00546.jpg
[Navio e barco a vela]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Belonave]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00547.jpg
[Belonave]
Edoardo De Martino
Brasil
1871

[Estudo de veleiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estudo de veleiro]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Navio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00549.jpg
[Navio]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Navio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00550.jpg
[Navio]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Veleiro em mar revolto]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00551.jpg
[Veleiro em mar revolto]
Edoardo De Martino
Brasil
1871

Corvetta Brasiliana "Trajano"
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00552.jpg
Corvetta Brasiliana "Trajano"
Edoardo De Martino
Brasil
1874

Dafare quest idea...
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00553.jpg
Dafare quest idea...
Edoardo De Martino
Brasil
1871

Lancia a Vapore dell' Ispettore dell' Arsenale di Marina
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00554.jpg
Lancia a Vapore dell' Ispettore dell' Arsenale di Marina
Edoardo De Martino
Brasil
1874

Nave olandese nel Canale di Amsterdam
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00555.jpg
Nave olandese nel Canale di Amsterdam
Edoardo De Martino
Amsterdã
circa 1869 - 1876

[Estudo para navio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00556.jpg
[Estudo para navio]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Belonaves]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00557.jpg
[Belonaves]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Veleiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00558.jpg
[Veleiro]
Edoardo De Martino
Brasil
1875

[Estudo para velames e mastros]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00559.jpg
[Estudo para velames e mastros]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Veleiros]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00560.jpg
[Veleiros]
Edoardo De Martino
Brasil
1876

"Studio Pel quadro 30 di Giugno (Estudo para quadro de 30 de junho)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00561.jpg
"Studio Pel quadro 30 di Giugno (Estudo para quadro de 30 de junho)
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Estudo para náufragos em jangada]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00562.jpg
[Estudo para náufragos em jangada]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Fare dello soggetto per l’Esposizione de Belle Arti in Rio Janeiro in Febbº prossimo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00563.jpg
Fare dello soggetto per l’Esposizione de Belle Arti in Rio Janeiro in Febbº prossimo
Edoardo De Martino
RJ
circa 1871

Fare questo quadro per l'Esposizione del prossimo Febº. 1871
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00564.jpg
Fare questo quadro per l'Esposizione del prossimo Febº. 1871
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1871

La Fregata Inglese "Narcisus", entrando in Porto Stanley - Isle Falkland
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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La Fregata Inglese "Narcisus", entrando in Porto Stanley - Isle Falkland
Edoardo De Martino
Stanley
circa 1869 - 1876

[Belonaves]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00566.jpg
[Belonaves]
Edoardo De Martino
Brasil
1871

[Navio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00567.jpg
[Navio]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Navio brasileiro tombado]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00568.jpg
[Navio brasileiro tombado]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Navio tombado]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00569.jpg
[Navio tombado]
Edoardo De Martino
Brasil
1871

Barcos ancorados
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00570.jpg
Barcos ancorados
Edoardo De Martino
Brasil
1871

Corveta 25 de Mayo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Corveta 25 de Mayo
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Pantano verde
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00572.jpg
Pantano verde
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Vascello Inglese London
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vascello Inglese London
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Arrivo del filo Elettrico In Copacabana
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00574.jpg
Arrivo del filo Elettrico In Copacabana
Edoardo De Martino
Rio de Janeiro
circa 1869 - 1876

[Barco]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00575.jpg
[Barco]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Barco]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00576.jpg
[Barco]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

El "Caucho" Orientale
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00577.jpg
El "Caucho" Orientale
Edoardo De Martino
Uruguai
circa 1871

Il Gaucho Oriental...
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00578.jpg
Il Gaucho Oriental...
Edoardo De Martino
Uruguai
1871

Sentinella avanzada di Montevidéo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00579.jpg
Sentinella avanzada di Montevidéo
Edoardo De Martino
Montevidéu
1872

[Madona]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00580.jpg
[Madona]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Catafalco per Fúnerale della Principessa Dª. Leopoldina
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00581.jpg
Catafalco per Fúnerale della Principessa Dª. Leopoldina
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Composição]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00582.jpg
[Composição]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Retrato de homem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00583.jpg
[Retrato de homem]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Paisagem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Paisagem]
Edoardo De Martino
Brasil
1871

[Lançamento do Encouraçado Sete de Setembro no Arsenal da Marinha, Rio de Janeiro, em 16 de maio de 1874]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00585.jpg
[Lançamento do Encouraçado Sete de Setembro no Arsenal da Marinha, Rio de Janeiro, em 16 de maio de 1874]
Edoardo De Martino
Rio de Janeiro
1874

[Medalhas e condecorações]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00586.jpg
[Medalhas e condecorações]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Romeu e Julieta]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Romeu e Julieta]
Edoardo De Martino
circa 1869 - 1876

[Vista]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00588.jpg
[Vista]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Estudos para naufrágio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00589.jpg
[Estudos para naufrágio]
Edoardo De Martino
Uruguai
circa 1869 - 1876

[Marinheiros]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00590.jpg
[Marinheiros]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Três figuras]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00591.jpg
[Três figuras]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Batalha]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00592.jpg
[Batalha]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Dopo la Battaglia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Dopo la Battaglia
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Idea pel gruppo dei Marinari e Comoni del Monitore "Alagna"
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Idea pel gruppo dei Marinari e Comoni del Monitore "Alagna"
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Battaglia di Campo Grande
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00595.jpg
Battaglia di Campo Grande
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Cena de batalha]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00596.jpg
[Cena de batalha]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

[Cena de batalha]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00597.jpg
[Cena de batalha]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Batalha de Itororó
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00598.jpg
Batalha de Itororó
Edoardo De Martino
Brasil
1869

[Estudo para a "Batalha de Itororó"]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00599.jpg
[Estudo para a "Batalha de Itororó"]
Edoardo De Martino
Brasil
circa 1869 - 1876

Araujo Porto Alegre
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00600.pdf
Araujo Porto Alegre
Manuel de Araújo Porto-Alegre
s.d.

[Monograma "J.F.A.P."]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00601.jpg
[Monograma "J.F.A.P."]
João Fernando de Almeida Prado
s.d.

[Poema autógrafo "Ode"]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00602.pdf
[Poema autógrafo "Ode"]
Domingos José Gonçalves de Magalhães
Brasil
1834

[Texto autógrafo "Importância da novidade"]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00603.pdf
[Texto autógrafo "Importância da novidade"]
Francisco de Sales Torres Homem
Brasil
circa 1834

(Folha em branco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00604.jpg
(Folha em branco)
s.d.

[Mata virgem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00605.jpg
[Mata virgem]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
circa 1850 - 1860

[Estudo para floresta]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00606.jpg
[Estudo para floresta]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
circa 1850 - 1860

[Mata virgem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00607.jpg
[Mata virgem]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
circa 1850 - 1860

[Estudo de grupo de religiosos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00608.jpg
[Estudo de grupo de religiosos]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo de derrubada]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00609.jpg
[Estudo de derrubada]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo de interior]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00610.jpg
[Estudo de interior]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

(Folha em branco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00611.jpg
(Folha em branco)
s.d.

[Estudo para floresta brasileira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00612.jpg
[Estudo para floresta brasileira]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
circa 1850 - 1860

[Estudo para floresta brasileira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00613.jpg
[Estudo para floresta brasileira]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
circa 1850 - 1860

[Estudo para santa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00614.jpg
[Estudo para santa]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

(Folha em branco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00615.jpg
(Folha em branco)
s.d.

(Folha em branco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00616.jpg
(Folha em branco)
s.d.

(Folha em branco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00617.jpg
(Folha em branco)
s.d.

(Folha em branco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00618.jpg
(Folha em branco)
s.d.

[Carta autógrafa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00619.jpg
[Carta autógrafa]
Lafayette
Brasil
s.d.

(Folha em branco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00620.jpg
(Folha em branco)
s.d.

[Poema autógrafo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00621.jpg
[Poema autógrafo]
Silvestre Pinheiro Ferreira
Brasil
s.d.

[Carta autógrafa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00622.jpg
[Carta autógrafa]
Antoine-Jean Gros
Brasil
1830

[Carta autógrafa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00623.jpg
[Carta autógrafa]
João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett
Brasil
1833

[Poema autógrafo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00624.jpg
[Poema autógrafo]
Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva
Brasil
s.d.

[Estudo para gruta]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00625.jpg
[Estudo para gruta]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

(Folha em branco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00626.jpg
(Folha em branco)
s.d.

[Poema autógrafo "Hymne à la liberté du Comte Salomos"]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00627.jpg
[Poema autógrafo "Hymne à la liberté du Comte Salomos"]
Pierre Braïla
Brasil
1834

[Poema autógrafo "Au Amigo!"]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00628.jpg
[Poema autógrafo "Au Amigo!"]
Wilhelm Fürtmangler
Brasil
1835

[Poema autógrafo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00629.jpg
[Poema autógrafo]
Jean-Jacques François Wap
Brasil
1837

[Estudo para figura masculina]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00630.jpg
[Estudo para figura masculina]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00631.jpg
[Estudo]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
circa 1831 - 1837

[Estudo de paisagem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00632.jpg
[Estudo de paisagem]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo de árvores]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00633.jpg
[Estudo de árvores]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
circa 1850 - 1860

[Estudo para tema religioso]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00634.jpg
[Estudo para tema religioso]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo de plantas]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00635.jpg
[Estudo de plantas]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo de árvores e palmeiras]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00636.jpg
[Estudo de árvores e palmeiras]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo para figura feminina]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00637.jpg
[Estudo para figura feminina]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Suposto estudo para o monumento equestre de D. Pedro I]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00638.jpg
[Suposto estudo para o monumento equestre de D. Pedro I]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo para tema religioso]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00639.jpg
[Estudo para tema religioso]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo de figura masculina]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00640.jpg
[Estudo de figura masculina]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Floresta com cachoeira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00641.jpg
[Floresta com cachoeira]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
circa 1850 - 1860

[Estudo para figura masculina]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00642.jpg
[Estudo para figura masculina]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo para anjos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00643.jpg
[Estudo para anjos]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo para uma cena de batalha]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00644.jpg
[Estudo para uma cena de batalha]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo para anjos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00645.jpg
[Estudo para anjos]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo de tema mitológico]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00646.jpg
[Estudo de tema mitológico]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

(Caro companheiro de viagem)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00647.jpg
(Caro companheiro de viagem)
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
1834

[Estudo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00648.jpg
[Estudo]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo de figura masculina]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00649.jpg
[Estudo de figura masculina]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo para tema religioso]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00650.jpg
[Estudo para tema religioso]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo de figura masculina]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00651.jpg
[Estudo de figura masculina]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo para paisagem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00652.jpg
[Estudo para paisagem]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Dois estudos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00653.jpg
[Dois estudos]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo para anjos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00654.jpg
[Estudo para anjos]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Três estudos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00655.jpg
[Três estudos]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Estudo para santa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00656.jpg
[Estudo para santa]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
s.d.

[Entrada de floresta]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00657.jpg
[Entrada de floresta]
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
circa 1850 - 1860

(Folha em branco)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00658.jpg
(Folha em branco)
circa 1831 - 1837

36,8 x 54,4
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00659.jpg
36,8 x 54,4
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Brasil
1848

Rio de Janeiro. Floresta virgem
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00660.jpg
Rio de Janeiro. Floresta virgem
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Rio de Janeiro
circa 1856

Rio de Janeiro. Floresta virgem
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00661.jpg
Rio de Janeiro. Floresta virgem
Manuel de Araújo Porto-Alegre
Rio de Janeiro
circa 1856

Vista da Cidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro tirada da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00662.jpg
Vista da Cidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro tirada da Ilha das Cobras
Barão Karl Robert von Planitz
Rio de Janeiro
circa 1840

America
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00663.jpg
America
Jan Sadeler
Brasil
circa 1581

Palácio do Bispo Panorama do Rio de Janeiro (visto de Santa Tereza)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00664.jpg
Palácio do Bispo Panorama do Rio de Janeiro (visto de Santa Tereza)
Edward Nicolle
Rio de Janeiro
circa 1835

Palácio do Bispo Panorama do Rio de Janeiro (visto de Santa Tereza)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00665.jpg
Palácio do Bispo Panorama do Rio de Janeiro (visto de Santa Tereza)
Edward Nicolle
Rio de Janeiro
circa 1835

[Álbum de Franz Joseph Frühbeck]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00666.pdf
[Álbum de Franz Joseph Frühbeck]
Franz Joseph Frühbeck
Brasil
circa 1817

[Figura feminina orando em frente ao altar de Notre Dame de Bon Secours]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00667.jpg
[Figura feminina orando em frente ao altar de Notre Dame de Bon Secours]
Desconhecido
circa 1817

Insel Madeira
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00668.jpg
Insel Madeira
Franz Joseph Frühbeck
Portugal
circa 1817

DomKirche in Funchal
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00669.jpg
DomKirche in Funchal
Franz Joseph Frühbeck
Portugal
circa 1817

[Grupo de figuras junto a um portão]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00670.jpg
[Grupo de figuras junto a um portão]
Franz Joseph Frühbeck
Portugal
circa 1817

3 Skizzen von Madeira
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00671.jpg
3 Skizzen von Madeira
Franz Joseph Frühbeck
Portugal
circa 1817

Capreya
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00672.jpg
Capreya
Franz Joseph Frühbeck
Portugal
circa 1817

Porto Santo  Insel Palma
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00673.jpg
Porto Santo Insel Palma
Franz Joseph Frühbeck
Portugal
circa 1817

[Nau D. João VI]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00674.jpg
[Nau D. João VI]
Franz Joseph Frühbeck
Brasil
circa 1817

[Três fragatas vistas de frente, em alto-mar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00675.jpg
[Três fragatas vistas de frente, em alto-mar]
Franz Joseph Frühbeck
Brasil
circa 1817

[Grande salão no navio São Sebastião]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00676.jpg
[Grande salão no navio São Sebastião]
Franz Joseph Frühbeck
Brasil
circa 1817

Mittagsmahl der Matrasen / tra. Cacadu. tra.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00677.jpg
Mittagsmahl der Matrasen / tra. Cacadu. tra.
Franz Joseph Frühbeck
Brasil
circa 1817

Gemeinschaffs salon am Schiff
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00678.jpg
Gemeinschaffs salon am Schiff
Franz Joseph Frühbeck
Brasil
circa 1817

Hintertheilt des Licnienschiffes João des 6ten
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00679.jpg
Hintertheilt des Licnienschiffes João des 6ten
Franz Joseph Frühbeck
Brasil
circa 1817

Hafencinfahrd von Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00680.jpg
Hafencinfahrd von Rio de Janeiro
Franz Joseph Frühbeck
Rio de Janeiro
circa 1817

Ilha da Cobra
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00681.jpg
Ilha da Cobra
Franz Joseph Frühbeck
Rio de Janeiro
circa 1817

Das Fort St Cruz
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00682.jpg
Das Fort St Cruz
Franz Joseph Frühbeck
Brasil
circa 1817

Cap Frio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00683.jpg
Cap Frio
Franz Joseph Frühbeck
Brasil
circa 1817

(O festivo desembarque da Princesa Leopoldina no dia 6 de novembro de 1817)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00684.jpg
(O festivo desembarque da Princesa Leopoldina no dia 6 de novembro de 1817)
Franz Joseph Frühbeck
Rio de Janeiro
circa 1817

Telegraph
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Telegraph
Franz Joseph Frühbeck
Rio de Janeiro
circa 1817

Convent St Bento
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Convent St Bento
Franz Joseph Frühbeck
Rio de Janeiro
circa 1817

Gegend von St Cristoph
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Gegend von St Cristoph
Franz Joseph Frühbeck
Rio de Janeiro
circa 1817

Convent St Cristoph
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Convent St Cristoph
Franz Joseph Frühbeck
Rio de Janeiro
circa 1817

Igreja no Rio de Janeiro chamada: Santa Gloria....
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Igreja no Rio de Janeiro chamada: Santa Gloria....
Franz Joseph Frühbeck
Rio de Janeiro
circa 1817

Passeo publico
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00690.jpg
Passeo publico
Franz Joseph Frühbeck
Rio de Janeiro
circa 1817

[Homem entregando papel a D. João VI]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Homem entregando papel a D. João VI]
Carl Lederer
Rio de Janeiro
circa 1814

Le chateau du Bellem - a Lisbonne le 21 octobre 818
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Le chateau du Bellem - a Lisbonne le 21 octobre 818
Franz Joseph Frühbeck
Belém
circa 1818

[Grande aqueduto de (?) Lisboa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Grande aqueduto de (?) Lisboa]
Franz Joseph Frühbeck
Lisboa
circa 1817

[Fachada de uma casa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00694.jpg
[Fachada de uma casa]
Desconhecido
Brasil
circa 1816

[Silhuetas]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00695.jpg
[Silhuetas]
Desconhecido
s.d.

[Foi cultivada em Aigen]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00696.jpg
[Foi cultivada em Aigen]
Desconhecido
Brasil
s.d.

Drawings of Rio de Janeiro. 1853-1855
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00697.pdf
Drawings of Rio de Janeiro. 1853-1855
Marguerite Tollemache
Brasil
1853 - 1855

The Spot drawing room. 30th June 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00698.jpg
The Spot drawing room. 30th June 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

"The Spot" & Aqueduct from the Pasto - 16th December 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00699.jpg
"The Spot" & Aqueduct from the Pasto - 16th December 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

"The Spot" - from the Approach - December 27th 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00700.jpg
"The Spot" - from the Approach - December 27th 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

View from Drawing window at "The Spot" - May 5th 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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View from Drawing window at "The Spot" - May 5th 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

"The Spot" - My Bedroom looking towards Mrs. [ilegível] room - 25. August 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00702.jpg
"The Spot" - My Bedroom looking towards Mrs. [ilegível] room - 25. August 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Coffee Trees Steps to the Bath Spot delt M T. 25th November / 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00703.jpg
Coffee Trees Steps to the Bath Spot delt M T. 25th November / 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Steps to Bath at The Spot 9th December 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Steps to Bath at The Spot 9th December 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Entrance to "The Spot". from door of Anteroom - 15th July 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Entrance to "The Spot". from door of Anteroom - 15th July 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

William's Shower Bath at "The Spot" 20th November 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00706.jpg
William's Shower Bath at "The Spot" 20th November 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Bananas overhanging the ledge of Williams' bath - by Moonlight
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00707.jpg
Bananas overhanging the ledge of Williams' bath - by Moonlight
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Bath at The Spot 29th December 1854-
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Bath at The Spot 29th December 1854-
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Approach to The Spot - Corcovado - 30th December 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Approach to The Spot - Corcovado - 30th December 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

13. Catete & Laranjeiras from the Chacara of Upper Spot 1500 feet above the level of the sea
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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13. Catete & Laranjeiras from the Chacara of Upper Spot 1500 feet above the level of the sea
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Sloth Trees - Bananas e Mangos by dusk - The Spot - 19th November 1854 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Sloth Trees - Bananas e Mangos by dusk - The Spot - 19th November 1854 -
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

View of Fort Villegagnon & Catete from the Verandah of Dr. Azevedo's - at the Upper Spot - 1854 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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View of Fort Villegagnon & Catete from the Verandah of Dr. Azevedo's - at the Upper Spot - 1854 -
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Tree on the Road to the Presidencia Petropolis July 6th 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Tree on the Road to the Presidencia Petropolis July 6th 1854
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1854

View from my Bedroom Presidencia Petropolis 23th October 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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View from my Bedroom Presidencia Petropolis 23th October 1854
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1854

Side View of the Presidencia Petropolis 24th October 1854 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Side View of the Presidencia Petropolis 24th October 1854 -
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1854

Virgin Wood - from William's [ilegível, dressing?] room window Presidencia - Petropolis - 6th November 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Virgin Wood - from William's [ilegível, dressing?] room window Presidencia - Petropolis - 6th November 1854
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1854

Hollow - thru' which the new road from the Presidencia to Petropolis is to be cut 7th November 1854 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Hollow - thru' which the new road from the Presidencia to Petropolis is to be cut 7th November 1854 -
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1854

Leopoldina - Justinho - Theresina
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Leopoldina - Justinho - Theresina
Marguerite Tollemache
Brasil
1854

Virgin Wood - from our Bedroom Window Presidencia - Petropolis 5th Jan. 1855 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Virgin Wood - from our Bedroom Window Presidencia - Petropolis 5th Jan. 1855 -
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1855

Palm Trees - & Virgin Wood from our Window - Presidencia Petropolis 10th Janº 1855
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Palm Trees - & Virgin Wood from our Window - Presidencia Petropolis 10th Janº 1855
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1855

Turn of the Road - Presidencia Petropolis 20th Janº 1855
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Turn of the Road - Presidencia Petropolis 20th Janº 1855
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1855

Napau[?] - Petropolis near the Baron de Maua's House - March 6th 1855 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Napau[?] - Petropolis near the Baron de Maua's House - March 6th 1855 -
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1855

British Legation Caminho Novo de Botafogo 1854 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00723.jpg
British Legation Caminho Novo de Botafogo 1854 -
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1855

View from the Hotel Oriental Petropolis March 8th 1855 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00724.jpg
View from the Hotel Oriental Petropolis March 8th 1855 -
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1855

Bennett's Cottage & Garden Tijuca from the Garden. April 1854 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00726.jpg
Bennett's Cottage & Garden Tijuca from the Garden. April 1854 -
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Mango Tree by Moonlight - ½ past 6. Tijuca 7th April 1854
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00727.jpg
Mango Tree by Moonlight - ½ past 6. Tijuca 7th April 1854
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Outline of the "Gavea" - Tijuca from Mr. Mobu's Coffee Plantation 29: March 1855 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00728.jpg
Outline of the "Gavea" - Tijuca from Mr. Mobu's Coffee Plantation 29: March 1855 -
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1855

Victoria - Bahia from the "Avon" Steamer 18th April 1855 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Victoria - Bahia from the "Avon" Steamer 18th April 1855 -
Marguerite Tollemache
BA
1855

Pernambuco - from the "Avon" Steamer April 21th 1855
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00730.jpg
Pernambuco - from the "Avon" Steamer April 21th 1855
Marguerite Tollemache
PE
1855

View from the Pinheiros - Corcovado 1400 feet above the level of the Sea - 20th December 1854 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00732.jpg
View from the Pinheiros - Corcovado 1400 feet above the level of the Sea - 20th December 1854 -
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1854

Road to the Presidencia Petropolis Feb.r 2th 1855
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00733.jpg
Road to the Presidencia Petropolis Feb.r 2th 1855
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1854

Valley - from the Road to the Presidencia - Petropolis Febr. 6th 1855-
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00734.jpg
Valley - from the Road to the Presidencia - Petropolis Febr. 6th 1855-
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1855

Bay of Rio de Janeiro from the Serra de Tacuarra Petropolis - 2000 feet above Sea Feb. 23th 1855 -
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00735.jpg
Bay of Rio de Janeiro from the Serra de Tacuarra Petropolis - 2000 feet above Sea Feb. 23th 1855 -
Marguerite Tollemache
Petrópolis
1855

Bay of Rio from San Domingo 13th April 1855
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Bay of Rio from San Domingo 13th April 1855
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1855

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00738.jpg
Rio de Janeiro
Marguerite Tollemache
Rio de Janeiro
1855

Album Pittoresco do Rio de Janeiro Doze Vistas Brasileiras Escolhidas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Album Pittoresco do Rio de Janeiro Doze Vistas Brasileiras Escolhidas
Jan Frederik Schütz
Rio de Janeiro
1852

(Camacãs / Índia Camacã Mongoió)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Camacãs / Índia Camacã Mongoió)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Camacãs / Familia de um chefe Camacã preparando-se para uma festa)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Camacãs / Familia de um chefe Camacã preparando-se para uma festa)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Cabocos ou índios civilizados)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Cabocos ou índios civilizados)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Aldeia de Caboclos em Cantagalo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00744.jpg
(Aldeia de Caboclos em Cantagalo)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Botocudos, Puris, Patachós e Machalis)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Botocudos, Puris, Patachós e Machalis)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Sinal de combate dos Coroados)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Sinal de combate dos Coroados)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Sinal da retirada dos Coroados)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00747.jpg
(Sinal da retirada dos Coroados)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Selvagens Guaianases)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00748.jpg
(Selvagens Guaianases)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Guaicurus / Tribo Guaicuru em busca de novas pastagens)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00749.jpg
(Guaicurus / Tribo Guaicuru em busca de novas pastagens)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Guaicurus / Carga de cavalaria Guaicuru)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Guaicurus / Carga de cavalaria Guaicuru)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Índios da missão de São José)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Índios da missão de São José)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Soldados índios de Curitiba levando selvagens cativas)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00752.jpg
(Soldados índios de Curitiba levando selvagens cativas)
Jean Baptiste Debret
PR
circa 1834 - 1839

(1 Sementes empregadas nas pulseiras e colares 2 Frutos cujo suco é empregado na tatuagem 3 Plantas alimentícias)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(1 Sementes empregadas nas pulseiras e colares 2 Frutos cujo suco é empregado na tatuagem 3 Plantas alimentícias)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Cetros e trajes dos chefes selvagens Instrumentos de música)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00754.jpg
(Cetros e trajes dos chefes selvagens Instrumentos de música)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Plantas das florestas virgens do Brasil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Plantas das florestas virgens do Brasil)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Plantas da mata virgem)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Plantas da mata virgem)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Plantas da mata virgem)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00757.jpg
(Plantas da mata virgem)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Plantas do Brasil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Plantas do Brasil)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Pico de Tenerife / Cabo Frio / Costa do Rio de Janeiro / O gigante deitado)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Pico de Tenerife / Cabo Frio / Costa do Rio de Janeiro / O gigante deitado)
Jean Baptiste Debret
Rio de Janeiro
circa 1834 - 1839

(Pico de Tenerife / Cabo Frio / Costa do Rio de Janeiro / O gigante deitado)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Pico de Tenerife / Cabo Frio / Costa do Rio de Janeiro / O gigante deitado)
Jean Baptiste Debret
Rio de Janeiro
circa 1834 - 1839

(Pico de Tenerife / Cabo Frio / Costa do Rio de Janeiro / O gigante deitado)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Pico de Tenerife / Cabo Frio / Costa do Rio de Janeiro / O gigante deitado)
Jean Baptiste Debret
Rio de Janeiro
circa 1834 - 1839

(Regresso a cidade de um dono de chácara Liteira para viajar no interior)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Regresso a cidade de um dono de chácara Liteira para viajar no interior)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Regresso a cidade de um dono de chácara. / Liteira para viajar no interior)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Regresso a cidade de um dono de chácara. / Liteira para viajar no interior)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Escravas negras de diferentes nações)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Escravas negras de diferentes nações)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Feitores castigando negros Acampamento noturno de viajantes Detalhe)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Feitores castigando negros Acampamento noturno de viajantes Detalhe)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Pequena moenda portátil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00766.jpg
(Pequena moenda portátil)
Jean Baptiste Debret
Brasil
circa 1834 - 1839

(Planta da Cidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00767.jpg
(Planta da Cidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro)
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1834 - 1839

Tacupécuxiaris. Ein Zweig der Coroados
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Tacupécuxiaris. Ein Zweig der Coroados
Beyer
Brasil
s.d.

Combate de 11 de Abril de 1826 / Deante de Montevidéo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Combate de 11 de Abril de 1826 / Deante de Montevidéo
Gaston Roullet
Montevidéu
circa 1870

Combate da Enseñada (7 de Dezembro de 1827)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Combate da Enseñada (7 de Dezembro de 1827)
Gaston Roullet
Argentina
circa 1870

Combate da Ponta de Lara (16 de Junho de 1828)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Combate da Ponta de Lara (16 de Junho de 1828)
Gaston Roullet
Argentina
circa 1870

A Noticia da Paz Primeira Salva (tarde de 26 de Setembro de 1828.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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A Noticia da Paz Primeira Salva (tarde de 26 de Setembro de 1828.)
Gaston Roullet
Argentina
circa 1870

A Noticia da Paz Primeira Salva (tarde de 26 de Setembro de 1828.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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A Noticia da Paz Primeira Salva (tarde de 26 de Setembro de 1828.)
Gaston Roullet
Argentina
circa 1870

St. Sebastian, (Western Isles)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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St. Sebastian, (Western Isles)
Thomas C. Atkinson
São Paulo
1865

Alcatrazes, (Western Isles)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Alcatrazes, (Western Isles)
Thomas C. Atkinson
São Paulo
1865

Brazilian Coast, close to Santos, N.W. 1/2 N.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00780.jpg
Brazilian Coast, close to Santos, N.W. 1/2 N.
Thomas C. Atkinson
Santos
1865

Brazilles,
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Brazilles,
Thomas C. Atkinson
São Paulo
1865

Santos. light N.W. by W. Brazilian Coast
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Santos. light N.W. by W. Brazilian Coast
Thomas C. Atkinson
Santos
1865

Santos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00783.jpg
Santos
Thomas C. Atkinson
Santos
1865

Opposite Santos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Opposite Santos
Thomas C. Atkinson
Santos
1865

Santos. East End
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Santos. East End
Thomas C. Atkinson
Santos
circa 1865 - 1866

Eddoystone Light house. N. by E. 1/2 E. (Eddystone Lighthouse)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Eddoystone Light house. N. by E. 1/2 E. (Eddystone Lighthouse)
Thomas C. Atkinson
Inglaterra
1866

Holy head, light house
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Holy head, light house
Thomas C. Atkinson
País de Gales
1866

Saltees N.N.W. about 4 miles off
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Saltees N.N.W. about 4 miles off
Thomas C. Atkinson
Irlanda
1867

Valparaiso, E. by N.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Valparaiso, E. by N.
Thomas C. Atkinson
Uruguai
1867

Ship. "George. Raynes", of Boston. 999 tons
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Ship. "George. Raynes", of Boston. 999 tons
Thomas C. Atkinson
Uruguai
1867

R.M.S. "Ulster"
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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R.M.S. "Ulster"
Thomas C. Atkinson
circa 1860

Great Eastern
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Great Eastern
Thomas C. Atkinson
1861

[Tenda indígena]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Tenda indígena]
Thomas C. Atkinson
circa 1865

Erithacus Gutturalis
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Erithacus Gutturalis
J. Smit
Brasil
circa 1876

Bertolonia Guttata Hook
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Bertolonia Guttata Hook
Off. Lith. & Pict. Horto van Houtteano
Brasil
circa 1847

Quadro XVII. O Governo Rodrigues Alves
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Quadro XVII. O Governo Rodrigues Alves
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1906

Vista Geral de Pirapora
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vista Geral de Pirapora
Vicente Labriola
Pirapora
circa 1920 - 1930

Homenagem da "Revista Illustrada" ao dia 13 de Maio de 1888
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Homenagem da "Revista Illustrada" ao dia 13 de Maio de 1888
Angelo Agostini
Brasil
circa 1888

Description, Figure, et Qualité de l'Arbre du Café; avec la maniere de le cultiver et d'en cueillir le fruit
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Description, Figure, et Qualité de l'Arbre du Café; avec la maniere de le cultiver et d'en cueillir le fruit
Henri Abraham Châtelain
Brasil
circa 1719

Pernambuco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Pernambuco
Desconhecido
Recife
circa 1878 - 1885

Vista da Ponte de Sorocaba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vista da Ponte de Sorocaba
Desconhecido
Sorocaba
circa 1864

Vista da Ponte de Sorocaba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vista da Ponte de Sorocaba
Desconhecido
Sorocaba
circa 1864

[Rua 1º de Março. Pernambuco]
Archive/Collection: Martha e Erico Stickel
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[Rua 1º de Março. Pernambuco]
Ludwig Adam Cornell Krauss
PE
circa 1878 - 1885

Æchmea fulgens Ad. Brong.
Archive/Collection: Martha e Erico Stickel
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Æchmea fulgens Ad. Brong.
Off. Lith. & Pict. Horto van Houtteano
Brasil
circa 1847

Alloplectus pinelianus Ch. Lem.
Archive/Collection: Martha e Erico Stickel
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Alloplectus pinelianus Ch. Lem.
Off. Lith. & Pict. Horto van Houtteano
Brasil
circa 1847

Bertolonia Guttata Hook
Archive/Collection: Martha e Erico Stickel
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Bertolonia Guttata Hook
Off. Lith. & Pict. Horto van Houtteano
Brasil
circa 1847

Bignonia venusta Ker
Archive/Collection: Martha e Erico Stickel
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Bignonia venusta Ker
Off. Lith. & Pict. Horto van Houtteano
Brasil
circa 1847

Dipladenia crassinoda Alph. DC.
Archive/Collection: Martha e Erico Stickel
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Dipladenia crassinoda Alph. DC.
Off. Lith. & Pict. Horto van Houtteano
Rio de Janeiro
circa 1847

[Retrato de homem]
Archive/Collection: Martha e Erico Stickel
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[Retrato de homem]
Desconhecido
circa 1855

Praça de Barbacena
Archive/Collection: Martha e Erico Stickel
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Praça de Barbacena
Desconhecido
MG
circa 1844

Villa de Queluz do lado da Capella de Sto. Antonio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Villa de Queluz do lado da Capella de Sto. Antonio
Desconhecido
MG
circa 1844

Rio-Janeiro Vue prise du convent de Ste Thérése. Rio-Janeiro Vista tomada del convento de Sª Teresa
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio-Janeiro Vue prise du convent de Ste Thérése. Rio-Janeiro Vista tomada del convento de Sª Teresa
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1850

Der Wasserfall von Paulo Affonso in der Provinz Bahia in Brasilien
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Der Wasserfall von Paulo Affonso in der Provinz Bahia in Brasilien
Schmidt
BA
circa 1875

Para os Fidalgos Cavalleiros da Real Casa de Sua Magestade
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Para os Fidalgos Cavalleiros da Real Casa de Sua Magestade
Desconhecido
Brasil
1859

The City of S.t Salvador and its Harbour
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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The City of S.t Salvador and its Harbour
Desconhecido
Salvador
circa 1744

Views in Rio de Janeiro, South America
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Views in Rio de Janeiro, South America
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1890

The Town of Cameta, in Para, South America
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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The Town of Cameta, in Para, South America
Desconhecido
PA
circa 1868

The Emperor and Empress of Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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The Emperor and Empress of Brazil
Desconhecido
Brasil
1801 - 1900

The Arsenal and Part of the City of Rio de Janeiro Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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The Arsenal and Part of the City of Rio de Janeiro Brazil
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1860

[Vista sobre a praia de Botafogo, com embarcação a remo no primeiro plano, à esquerda]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista sobre a praia de Botafogo, com embarcação a remo no primeiro plano, à esquerda]
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

[Grupo de negros escravos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Grupo de negros escravos]
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1818

L'Elæis Guineensis dans les montagnes des Orgues (Serra dos Orgaos) au Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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L'Elæis Guineensis dans les montagnes des Orgues (Serra dos Orgaos) au Brésil
Off. Lith. & Pict. Horto van Houtteano
Rio de Janeiro
circa 1836

(Vista da Baía de Todos os Santos, com a cidade de Salvador sendo atacada pelos holandeses)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Vista da Baía de Todos os Santos, com a cidade de Salvador sendo atacada pelos holandeses)
Desconhecido
Salvador
circa 1627

Nossa Senhora da Copacabana
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nossa Senhora da Copacabana
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1850

[Viajante passando por uma floresta]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Viajante passando por uma floresta]
Desconhecido
Brasil
circa 1853

[Dois homens descansando na estrada]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Dois homens descansando na estrada]
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

O Porto de São Franzisco de Sul, Provincia de Santa Catharina no Brasil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00831.jpg
O Porto de São Franzisco de Sul, Provincia de Santa Catharina no Brasil
Desconhecido
SC
1801 - 1900

Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Brésil
Desconhecido
Brasil
circa 1840

Brasile
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00833.jpg
Brasile
Desconhecido
Brasil
1901 - 2000

Aqueduct and Church of St. Teresa
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Aqueduct and Church of St. Teresa
William Price
Rio de Janeiro
1825

Ansicht der Stadt Nuestra Senhora del Destero, auf der Insel St. Catharina
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Ansicht der Stadt Nuestra Senhora del Destero, auf der Insel St. Catharina
Desconhecido
SC
circa 1819

(67. Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(67. Rio de Janeiro)
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1810

19. Rada di Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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19. Rada di Rio Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

Holyrood Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Holyrood Rio Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

Rue Direito. Near The Carmo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rue Direito. Near The Carmo
Desconhecido
Brasil
1801 - 1900

A Augusta Familia Imperial do Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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A Augusta Familia Imperial do Brazil
Desconhecido
Brasil
circa 1860

[Grupo de bandeirantes disfarçados de jesuítas, conduzindo escravos índios ao cativeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Grupo de bandeirantes disfarçados de jesuítas, conduzindo escravos índios ao cativeiro]
Desconhecido
São Paulo
1901 - 2000

Rio de Janeiro. Deutsch-Evangelische Kirche
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00842.jpg
Rio de Janeiro. Deutsch-Evangelische Kirche
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1850

Tupinamba agoureiro da Bahia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00843.jpg
Tupinamba agoureiro da Bahia
Desconhecido
BA
circa 1812

Os Representantes da Nação Affonso Celso de Assis Figueiredo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00844.jpg
Os Representantes da Nação Affonso Celso de Assis Figueiredo
Augusto Off
Brasil
circa 1870 - 1880

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro
Off. Lith. & Pict. Horto van Houtteano
Rio de Janeiro
circa 1836

Bresiliens
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00846.jpg
Bresiliens
Desconhecido
Brasil
circa 1683

[Dança em ritual canibalista]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Dança em ritual canibalista]
Theodor de Bry
Brasil
circa 1592

(Vista da cidade de Nossa Senhora do Desterro na Ilha de Santa Catarina)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Vista da cidade de Nossa Senhora do Desterro na Ilha de Santa Catarina)
Desconhecido
SC
circa 1818

O gigante que dorme Vista de fora da barra. Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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O gigante que dorme Vista de fora da barra. Rio de Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1882

[Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00851.jpg
[Rio de Janeiro]
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00852.jpg
Rio de Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
1809

Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00853.jpg
Rio Janeiro
Bibliographisches Institut
Rio de Janeiro
circa 1840

Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00854.jpg
Rio Janeiro
Bibliographisches Institut
Rio de Janeiro
circa 1840

Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00855.jpg
Rio Janeiro
Bibliographisches Institut
Rio de Janeiro
circa 1840

Praça do Commercio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00856.jpg
Praça do Commercio
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1840

Marchande de fruits, à Rio-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00857.jpg
Marchande de fruits, à Rio-Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1850

I. Mauritius Comes Nassovius Generalis in Brasilia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00858.jpg
I. Mauritius Comes Nassovius Generalis in Brasilia
Desconhecido
Brasil
circa 1700

Hospital da Santa Casa da Misericordia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00859.jpg
Hospital da Santa Casa da Misericordia
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

Dom Pedro im Kroenungs-Ornate
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00860.jpg
Dom Pedro im Kroenungs-Ornate
Desconhecido
Brasil
circa 1842

die Stadt St. Salvador
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00861.jpg
die Stadt St. Salvador
Desconhecido
Salvador
circa 1719

Desembarque de SS. MM. II. no Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00862.jpg
Desembarque de SS. MM. II. no Rio de Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

Coroados=Indianer aus Brasilien. (Nach einer Photographie.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00863.jpg
Coroados=Indianer aus Brasilien. (Nach einer Photographie.)
Desconhecido
Brasil
1801 - 1900

Manuscript of a voyage to South-America.
1838/41
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00864.jpg
Manuscript of a voyage to South-America. 1838/41
Desconhecido
1838 - 1841

O Barão de Cotegipe
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00865.jpg
O Barão de Cotegipe
Paul Maurou
Brasil
circa 1883

O Conselheiro João Alfredo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00866.jpg
O Conselheiro João Alfredo
Paul Maurou
Brasil
circa 1883

O Visconde de Paranaguá
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00867.jpg
O Visconde de Paranaguá
Paul Maurou
Brasil
circa 1883

O Cons. José Bonifacio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00868.jpg
O Cons. José Bonifacio
Desconhecido
Brasil
circa 1883

O Senador Souza Dantas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00869.jpg
O Senador Souza Dantas
Desconhecido
Brasil
circa 1883

O Visconde de Abaeté
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00870.jpg
O Visconde de Abaeté
Penoso
Brasil
circa 1883

Silveira Martins
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00871.jpg
Silveira Martins
Penoso
Brasil
circa 1883

(Vista do lado ocidental da baía do Rio de Janeiro, desde a montanha do Pão de Açúcar até a cidade)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00872.jpg
(Vista do lado ocidental da baía do Rio de Janeiro, desde a montanha do Pão de Açúcar até a cidade)
James Henderson
Rio de Janeiro
circa 1821

The Convent of Ajuda
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00873.jpg
The Convent of Ajuda
James Henderson
Rio de Janeiro
circa 1821

Pillars near the source of the aqueduct
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00874.jpg
Pillars near the source of the aqueduct
James Henderson
Rio de Janeiro
circa 1821

House at the bottom of the Orange Valley
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00875.jpg
House at the bottom of the Orange Valley
James Henderson
Brasil
circa 1821

Palace of St. Christovão
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00876.jpg
Palace of St. Christovão
James Henderson
Rio de Janeiro
circa 1821

The Casa of a Padre in Campinha
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00877.jpg
The Casa of a Padre in Campinha
James Henderson
Brasil
circa 1821

The Rio Exchange, A public trapiche, A grass waggon, & the gallows
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00878.jpg
The Rio Exchange, A public trapiche, A grass waggon, & the gallows
James Henderson
Rio de Janeiro
circa 1821

Captain of Militia in the Province of Rio Grande do Sul
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00879.jpg
Captain of Militia in the Province of Rio Grande do Sul
James Henderson
RS
circa 1821

Botocudo Indians, About to Cross a River
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00880.jpg
Botocudo Indians, About to Cross a River
James Henderson
Brasil
circa 1821

A Brazilian Sedan Chair, & A Person Begging for the Church
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00881.jpg
A Brazilian Sedan Chair, & A Person Begging for the Church
James Henderson
Brasil
circa 1821

A Jangada or Catamaran Near Pernambuco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00882.jpg
A Jangada or Catamaran Near Pernambuco
James Henderson
PE
circa 1821

A Matuto Returning from Pernambuco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00883.jpg
A Matuto Returning from Pernambuco
James Henderson
PE
circa 1821

(Estilo das casas em Poço da Panela)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00884.jpg
(Estilo das casas em Poço da Panela)
James Henderson
Recife
circa 1821

The House of the Senhor d'Engenho de Torre, Near Pernambuco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00885.jpg
The House of the Senhor d'Engenho de Torre, Near Pernambuco
James Henderson
PE
circa 1821

The Site and Remains of Fribourg House, Formerly the Residence of Prince Maurice de Nassau
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00886.jpg
The Site and Remains of Fribourg House, Formerly the Residence of Prince Maurice de Nassau
James Henderson
PE
circa 1821

A Jangada
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00887.jpg
A Jangada
Desconhecido
Brasil
circa 1817

Der Riese an der Einfahrt in die Bucht von Rio Janeiro den 5" Septbr. 1842
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00888.jpg
Der Riese an der Einfahrt in die Bucht von Rio Janeiro den 5" Septbr. 1842
Adalberto, Príncipe da Prússia
Rio de Janeiro
circa 1847

Der Riese an der Einfahrt in die Bucht von Rio Janeiro den 5" Septbr. 1842
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00889.jpg
Der Riese an der Einfahrt in die Bucht von Rio Janeiro den 5" Septbr. 1842
Adalberto, Príncipe da Prússia
Rio de Janeiro
circa 1847

Der Riese an der Einfahrt in die Bucht von Rio Janeiro den 5" Septbr. 1842
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00890.jpg
Der Riese an der Einfahrt in die Bucht von Rio Janeiro den 5" Septbr. 1842
Adalberto, Príncipe da Prússia
Rio de Janeiro
circa 1847

Porto grande den 5" Dec. 42
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00891.jpg
Porto grande den 5" Dec. 42
Adalberto, Príncipe da Prússia
AP
circa 1847

Blick auf den Xingú von der Hütte des Martinho. den 8" Dec. 1842
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Blick auf den Xingú von der Hütte des Martinho. den 8" Dec. 1842
Adalberto, Príncipe da Prússia
AM ; PA ; MT
circa 1847

Serra do Iriri. Stromabwärts gesehen, den 10" Dec. 1842
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Serra do Iriri. Stromabwärts gesehen, den 10" Dec. 1842
Adalberto, Príncipe da Prússia
Rio de Janeiro
circa 1847

Conego Jánuario da Cunha Barbosa
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00894.jpg
Conego Jánuario da Cunha Barbosa
Modesto Brocos
Brasil
circa 1900

Dr. Raul d'Avila Pompeia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00895.jpg
Dr. Raul d'Avila Pompeia
Modesto Brocos
Brasil
circa 1904

Fr. Camillo de Montserrate
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Fr. Camillo de Montserrate
Modesto Brocos
Brasil
1905

Rivière des Amazones
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00897.jpg
Rivière des Amazones
Victor Marie Félix Danvin
AM
circa 1837

Combat des Puris. Kampft der Puris
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Combat des Puris. Kampft der Puris
Michel Olivier Lebas
Brasil
circa 1837

Prisonniers conduits à la mort. Gefangene werden zum Tode geführt
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00899.jpg
Prisonniers conduits à la mort. Gefangene werden zum Tode geführt
Michel Olivier Lebas
Brasil
circa 1837

Attaque d'un village fortifié. Angriff auf ein befestigtes Dorf
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00900.jpg
Attaque d'un village fortifié. Angriff auf ein befestigtes Dorf
Augustin François Lemaitre
Brasil
circa 1837

Dr. Luiz Barretto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00901.jpg
Dr. Luiz Barretto
R. Fossati
Brasil
circa 1881

Almirante Eduardo Wandenkolk (Presidente do Club Naval)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00902.jpg
Almirante Eduardo Wandenkolk (Presidente do Club Naval)
R. Fossati
Brasil
circa 1881

Brasiliani ex America armati habitus
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Brasiliani ex America armati habitus
Jost Amman
Brasil
circa 1577

Urwald am Unteren Amazonas. (Nach der Natur, von A. Goering.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Urwald am Unteren Amazonas. (Nach der Natur, von A. Goering.)
Anton Goering
AM
circa 1892

L'Hippodrôme au Coin du Feu. Course Brésilienne
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00905.jpg
L'Hippodrôme au Coin du Feu. Course Brésilienne
Jean Victor Vincent Adam
Brasil
s.d.

[Paisagem com casas]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00908.jpg
[Paisagem com casas]
Clodomiro Amazonas
Brasil
1901 - 2000

[Paisagem com figura]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00909.jpg
[Paisagem com figura]
Clodomiro Amazonas
Brasil
1901 - 2000

Baie de Rio de Janeiro: Vue de Praya Grande
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00910.jpg
Baie de Rio de Janeiro: Vue de Praya Grande
Jacques Arago
Rio de Janeiro
circa 1825

Vue de Notre-Dame de Bon Voyage, (Rade de Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00911.jpg
Vue de Notre-Dame de Bon Voyage, (Rade de Rio de Janeiro)
Jacques Arago
Rio de Janeiro
circa 1822

Vue de Notre-Dame de Bon Voyage, (Rade de Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00912.jpg
Vue de Notre-Dame de Bon Voyage, (Rade de Rio de Janeiro)
Jacques Arago
Rio de Janeiro
circa 1822

La petite Tijuka Cette Cascade appartient à Mr. Taunay
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00913.jpg
La petite Tijuka Cette Cascade appartient à Mr. Taunay
Jacques Arago
Rio de Janeiro
circa 1822

La petite Tijouka
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00914.jpg
La petite Tijouka
Nicolas-Eustache Maurin
Rio de Janeiro
circa 1822

(Vista da igreja da Glória no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00915.jpg
(Vista da igreja da Glória no Rio de Janeiro)
Nicolas-Eustache Maurin
Rio de Janeiro
circa 1822

Vista da cidade de Olinda (tomada do pharol)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00916.jpg
Vista da cidade de Olinda (tomada do pharol)
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Caes da Rua do Trapiche
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00917.jpg
Caes da Rua do Trapiche
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Rua da Cruz
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00918.jpg
Rua da Cruz
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Largo da Alfandega
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00919.jpg
Largo da Alfandega
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Praça do Corpo Santo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00920.jpg
Praça do Corpo Santo
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Vista do Pateo do Carmo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00921.jpg
Vista do Pateo do Carmo
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Praça da Bôa Vista
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00922.jpg
Praça da Bôa Vista
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Vista do Pateo da Penha (Mercado de Verduras)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00923.jpg
Vista do Pateo da Penha (Mercado de Verduras)
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Vista do Pateo da Penha (Mercado de Verduras)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00924.jpg
Vista do Pateo da Penha (Mercado de Verduras)
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Campo das Princezas, (Largo do Palacio.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00925.jpg
Campo das Princezas, (Largo do Palacio.)
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Vista da Ponte Nova do Recife
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00926.jpg
Vista da Ponte Nova do Recife
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Ponte da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00927.jpg
Ponte da Boa Vista
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Uma parte da Rua D'Aurora e Ponte de S. Isabel (tirada do Jardim do Palacio)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00928.jpg
Uma parte da Rua D'Aurora e Ponte de S. Isabel (tirada do Jardim do Palacio)
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Vista do Recife tomada do Salão do Theatro de S. Isabel
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00929.jpg
Vista do Recife tomada do Salão do Theatro de S. Isabel
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Casa de Detenção
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00930.jpg
Casa de Detenção
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Hospital Portuguez, no dia do seo anniversario
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00931.jpg
Hospital Portuguez, no dia do seo anniversario
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Vista das Cinco Pontas (tomada do Hospital D. Pedro II)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00932.jpg
Vista das Cinco Pontas (tomada do Hospital D. Pedro II)
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Uma parte de passagem da Magdalena
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00933.jpg
Uma parte de passagem da Magdalena
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Uma parte da Passagem
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00934.jpg
Uma parte da Passagem
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Sitio do D.or Fonseca (Passagem)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00935.jpg
Sitio do D.or Fonseca (Passagem)
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Sitio do D.or Fonseca (Passagem)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00936.jpg
Sitio do D.or Fonseca (Passagem)
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Vista dos Caes da Ponte D'Uchôa
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00937.jpg
Vista dos Caes da Ponte D'Uchôa
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Grupo de negros, (em frente da Igreja de S. Gonçalo)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00938.jpg
Grupo de negros, (em frente da Igreja de S. Gonçalo)
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Chora Menino
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00939.jpg
Chora Menino
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Vista de Apipucos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00940.jpg
Vista de Apipucos
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Vista de Caxanga
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00941.jpg
Vista de Caxanga
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Villa do Cabo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00942.jpg
Villa do Cabo
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Villa do Cabo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00943.jpg
Villa do Cabo
Luiz Schlappriz
PE
circa 1863

Rio-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00944.jpg
Rio-Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

Fort of Villegagnon in the harbour of Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00945.jpg
Fort of Villegagnon in the harbour of Rio de Janeiro
R. S.
Rio de Janeiro
1813

[Dois homens descansam à beira de rio, além de uma terceira figura e um boi]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00946.jpg
[Dois homens descansam à beira de rio, além de uma terceira figura e um boi]
Evan Baillie Jr.
Brasil
s.d.

[Duas figuras femininas caminhando em uma estrada]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00947.jpg
[Duas figuras femininas caminhando em uma estrada]
Evan Baillie Jr.
Brasil
s.d.

[Dois cavaleiros em uma estrada]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00948.jpg
[Dois cavaleiros em uma estrada]
Evan Baillie Jr.
Brasil
s.d.

[Paisagem com vegetação à beira de rio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00949.jpg
[Paisagem com vegetação à beira de rio]
Evan Baillie Jr.
Brasil
circa 1861

Brazil. Cascatinha da Tijuca. Petite Cascade de la Tijuca. The Cascatinha of Tijuca
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00950.jpg
Brazil. Cascatinha da Tijuca. Petite Cascade de la Tijuca. The Cascatinha of Tijuca
Jules Ballá
Rio de Janeiro
s.d.

[Vista da igreja da Glória, tomada do morro de Santa Teresa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00952.jpg
[Vista da igreja da Glória, tomada do morro de Santa Teresa]
Eduard de Kretschmar
Rio de Janeiro
circa 1830

Poço da Panella
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00953.jpg
Poço da Panella
Desconhecido
Recife
circa 1848

[Três fragatas no poço próximo a Villegaignon]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00954.jpg
[Três fragatas no poço próximo a Villegaignon]
Bale
Rio de Janeiro
1842

Sketches from nature. Etchings de G. McKinnell. 1858 (Álbum)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00955.pdf
Sketches from nature. Etchings de G. McKinnell. 1858 (Álbum)
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Paisagem européia]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00956.jpg
[Paisagem européia]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

[Casal de cervos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00957.jpg
[Casal de cervos]
George McKinnell
circa 1858

[Mulher no toucador]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00958.jpg
[Mulher no toucador]
George McKinnell
circa 1858

Tom, masters the "Maitre d'Armes"
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00959.jpg
Tom, masters the "Maitre d'Armes"
George McKinnell
1850

Cachoeira de Tijuca
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00960.jpg
Cachoeira de Tijuca
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

Androcles and the Lion
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00961.jpg
Androcles and the Lion
George McKinnell
circa 1858

Ash Elm
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00962.jpg
Ash Elm
George McKinnell
circa 1858

Glorious News
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00963.jpg
Glorious News
George McKinnell
1851 - 1852

[Lago europeu]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00964.jpg
[Lago europeu]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
1858

[Paisagem, provavelmente européia]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00965.jpg
[Paisagem, provavelmente européia]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
1858

[Paisagem européia com castelo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00966.jpg
[Paisagem européia com castelo]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
1858

Study
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00967.jpg
Study
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
1858

[Paisagem com casa de fazenda suíça]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00968.jpg
[Paisagem com casa de fazenda suíça]
George McKinnell
Suíça
1858

[Paisagem montanhosa com casa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00969.jpg
[Paisagem montanhosa com casa]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
1858

Fortaleza da Conceição
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00970.jpg
Fortaleza da Conceição
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Paisagem européia com árvore]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00971.jpg
[Paisagem européia com árvore]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
1858

[Paisagem brasileira com cachoeira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00972.jpg
[Paisagem brasileira com cachoeira]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Paisagem brasileira com casa em ruína]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00973.jpg
[Paisagem brasileira com casa em ruína]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

At Nuremberg
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00974.jpg
At Nuremberg
George McKinnell
Nuremberg
1870

[Paisagem brasileira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00975.jpg
[Paisagem brasileira]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Paisagem européia com castelo e lago]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00976.jpg
[Paisagem européia com castelo e lago]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
1858

[Paisagem brasileira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00977.jpg
[Paisagem brasileira]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Paisagem suíça com casa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00978.jpg
[Paisagem suíça com casa]
George McKinnell
Suíça
circa 1858

[Paisagem européia com casa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00979.jpg
[Paisagem européia com casa]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
1858

[Vista da barra da Baía de Guanabara e o Pão-de-Açúcar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00980.jpg
[Vista da barra da Baía de Guanabara e o Pão-de-Açúcar]
George McKinnell
Rio de Janeiro
1863

[Paisagem européia com duas edificações]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00981.jpg
[Paisagem européia com duas edificações]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

Jurajuba Looking towards Santa Cruz
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00982.jpg
Jurajuba Looking towards Santa Cruz
George McKinnell
Rio de Janeiro
1863

From the balcony. Aguas ferreas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00983.jpg
From the balcony. Aguas ferreas
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

(De Mãe d'água)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00984.jpg
(De Mãe d'água)
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

[Paisagem com o Palácio de São Cristóvão visto dos fundos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00985.jpg
[Paisagem com o Palácio de São Cristóvão visto dos fundos]
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

The Vidette The Oupost
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00986.jpg
The Vidette The Oupost
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
1866

[Paisagem brasileira com figuras, uma fortaleza e casas]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00987.jpg
[Paisagem brasileira com figuras, uma fortaleza e casas]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Paisagem com vista sobre a Baía de Guanabara]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00988.jpg
[Paisagem com vista sobre a Baía de Guanabara]
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

From the Aqueduc above Aguas ferreas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00989.jpg
From the Aqueduc above Aguas ferreas
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

[Paisagem brasileira com casarão colonial, à beira-mar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00990.jpg
[Paisagem brasileira com casarão colonial, à beira-mar]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

Pulverthurm Prague
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00991.jpg
Pulverthurm Prague
George McKinnell
Praga
circa 1858

Scene on the River Wyre: nr Scorton
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00992.jpg
Scene on the River Wyre: nr Scorton
George McKinnell
Inglaterra
circa 1858

[Apetrechos domésticos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00993.jpg
[Apetrechos domésticos]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Casarão brasileiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00994.jpg
[Casarão brasileiro]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Corredeira de rio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00995.jpg
[Corredeira de rio]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

[Curva de estrada, com cerca e árvores]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00996.jpg
[Curva de estrada, com cerca e árvores]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Floresta com cachoeira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00997.jpg
[Floresta com cachoeira]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Galho de árvore]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00998.jpg
[Galho de árvore]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Grupo de árvores, com casa e camponesa à direita]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK00999.jpg
[Grupo de árvores, com casa e camponesa à direita]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

[Homem sentado, segurando bengala]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01000.jpg
[Homem sentado, segurando bengala]
George McKinnell
circa 1858

[Marinha com barcos a vela e construções na praia]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01001.jpg
[Marinha com barcos a vela e construções na praia]
George McKinnell
circa 1858

[Marinha com forte, farol e palmeira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01002.jpg
[Marinha com forte, farol e palmeira]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Militar europeu a cavalo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01003.jpg
[Militar europeu a cavalo]
George McKinnell
circa 1858

[Paisagem brasileira com coqueiro e casa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01004.jpg
[Paisagem brasileira com coqueiro e casa]
George McKinnell
Brasil
1858

[Paisagem brasileira com encosta de morro com árvores, tendo por fundo a baía e o Gigante Adormecido]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01005.jpg
[Paisagem brasileira com encosta de morro com árvores, tendo por fundo a baía e o Gigante Adormecido]
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

[Paisagem com floresta brasileira]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01006.jpg
[Paisagem com floresta brasileira]
George McKinnell
Brasil
circa 1858

[Paisagem européia com capela e castelo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01007.jpg
[Paisagem européia com capela e castelo]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

[Paisagem européia com casa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01008.jpg
[Paisagem européia com casa]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

[Paisagem européia com casa nos fundos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01009.jpg
[Paisagem européia com casa nos fundos]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

[Paisagem européia com dois homens junto a duas árvores e um tronco cortado, tendo um castelo ao longe]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01010.jpg
[Paisagem européia com dois homens junto a duas árvores e um tronco cortado, tendo um castelo ao longe]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

[Paisagem européia com pastor e árvore]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01011.jpg
[Paisagem européia com pastor e árvore]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

[Quatro estudos: parte posterior de um cavalo; vista campestre com cerca; porteira e vista parcial de árvore]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01012.jpg
[Quatro estudos: parte posterior de um cavalo; vista campestre com cerca; porteira e vista parcial de árvore]
Desenho que representa uma paisagem europeia
George McKinnell
circa 1858

[Quatro estudos de árvores]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01013.jpg
[Quatro estudos de árvores]
George McKinnell
circa 1858

[Vista da Baía da Guanabara]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01014.jpg
[Vista da Baía da Guanabara]
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

[Vista sobre a Baía de Guanabara]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista sobre a Baía de Guanabara]
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

[Vista sobre o Pão-de-Açúcar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista sobre o Pão-de-Açúcar]
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

Sketched from Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Sketched from Boa Viagem
George McKinnell
Rio de Janeiro
circa 1858

View looking seaward Jurajuba Bay. Fort Sta Cruz in the distance
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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View looking seaward Jurajuba Bay. Fort Sta Cruz in the distance
George McKinnell
Rio de Janeiro
1858

Waiting for the Packet
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01019.jpg
Waiting for the Packet
George McKinnell
circa 1858

Pernambuco Nº. 1. Entrada do Porto de Pernambuco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01020.jpg
Pernambuco Nº. 1. Entrada do Porto de Pernambuco
Emil Bauch
PE
circa 1852

Pernambuco Nº. 5. Rua do Crespo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01021.jpg
Pernambuco Nº. 5. Rua do Crespo
Emil Bauch
PE
circa 1852

Pernambuco Nº. 7. Ponte da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Pernambuco Nº. 7. Ponte da Boa Vista
Emil Bauch
PE
circa 1852

Pernambuco Nº. 10 Ponte do Manguinho
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Pernambuco Nº. 10 Ponte do Manguinho
Emil Bauch
PE
circa 1852

Pernambuco Nº. 11 Ponte Pensil do Caxangá
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01024.jpg
Pernambuco Nº. 11 Ponte Pensil do Caxangá
Emil Bauch
PE
circa 1852

Le Clipper France et Brésil à l'entrée de la Rade de Rio-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01025.jpg
Le Clipper France et Brésil à l'entrée de la Rade de Rio-Janeiro
Louis LeBreton
Rio de Janeiro
circa 1855

Goelette de guerre Brésilienne
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01026.jpg
Goelette de guerre Brésilienne
Louis LeBreton
Brasil
circa 1855

(Esclave marron à Rio de Janeiro - Dessin d'après nature par M. Bellel.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01027.jpg
(Esclave marron à Rio de Janeiro - Dessin d'après nature par M. Bellel.)
Jean-Joseph Bellel
Rio de Janeiro
1846

Rio de Janeiro. Hospital Maritimo de Sta. Isabel. Jurujuba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro. Hospital Maritimo de Sta. Isabel. Jurujuba
Pedro Godofredo Bertichem
Rio de Janeiro
circa 1856

(Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01029.jpg
(Rio de Janeiro)
Nicholas Pocock
Rio de Janeiro
1808

[Cascata da Tijuca]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01030.jpg
[Cascata da Tijuca]
Auguste François Biard
Rio de Janeiro
s.d.

[Vista do mar sobre a Ilha das Cobras, Morro do Castelo e Pão-de-Açúcar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista do mar sobre a Ilha das Cobras, Morro do Castelo e Pão-de-Açúcar]
F. Blasco
Rio de Janeiro
s.d.

Ansicht des Hafens von Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01033.jpg
Ansicht des Hafens von Rio Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

Der Hafen von Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01034.jpg
Der Hafen von Rio de Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

Taunay, (Nicolas Antoine) Né à Paris, le 12 Février 1755, élu en 1795
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01035.jpg
Taunay, (Nicolas Antoine) Né à Paris, le 12 Février 1755, élu en 1795
Julien-Léopold Boilly
Brasil
circa 1822 - 1825

[Retrato feminino de perfil]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01036.jpg
[Retrato feminino de perfil]
Louis-Alexis Boulanger
Brasil
circa 1874

Ici Repose le dernier des Forts detaches
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01037.jpg
Ici Repose le dernier des Forts detaches
Auguste Bouquet
s.d.

Panorama of the City of Rio de Janeiro. The Capital of Brazil. Panorama da Cidade do Rio de Janeiro. Capital do Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Panorama of the City of Rio de Janeiro. The Capital of Brazil. Panorama da Cidade do Rio de Janeiro. Capital do Brazil
Frederico Guilherme Briggs
Rio de Janeiro
1837

Rio de Janeiro Pitoresco. Praça da Consituição
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro Pitoresco. Praça da Consituição
Lith. Heaton e Rensburg - Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
circa 1842

Rio de Janeiro Pitoresco. Largo da Misericordia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01041.jpg
Rio de Janeiro Pitoresco. Largo da Misericordia
Louis Buvelot
Rio de Janeiro
circa 1842

Rio de Janeiro Pitoresco. Largo da Misericordia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01042.jpg
Rio de Janeiro Pitoresco. Largo da Misericordia
Louis Buvelot
Rio de Janeiro
circa 1842

Rio de Janeiro Pitoresco. Hospital dos Lazaros
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro Pitoresco. Hospital dos Lazaros
Louis Buvelot
Rio de Janeiro
circa 1842

Rio de Janeiro Pitoresco. A Carioca
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro Pitoresco. A Carioca
Louis Buvelot
Rio de Janeiro
s.d.

Rio de Janeiro Pitoresco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro Pitoresco
Louis Buvelot
Rio de Janeiro
circa 1842

[Vista da Baía de Botafogo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01046.jpg
[Vista da Baía de Botafogo]
Hugo Calgan
Rio de Janeiro
1850 - 1900

Place du Palais a Goyaz, (Brésil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01047.jpg
Place du Palais a Goyaz, (Brésil)
François Louis Nompar de Caumat de Laporte Castelnau, conde de
GO
circa 1852

Ile de Ste. Catherine (Brésil.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01049.jpg
Ile de Ste. Catherine (Brésil.)
Louis Choris
SC
circa 1826

(O Conselheiro Dezembargador Jose Bonifacio D'Andrada e Silva Patriarca da Independencia do Brazil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(O Conselheiro Dezembargador Jose Bonifacio D'Andrada e Silva Patriarca da Independencia do Brazil)
J. G. Costa
Brasil
1801 - 1900

La Reine d'Angleterre au Château d'Eu
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01052.jpg
La Reine d'Angleterre au Château d'Eu
Louis-Charles-Auguste Couder
Brasil
1801 - 1900

[Vista sobre uma vila à beira de um rio]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista sobre uma vila à beira de um rio]
Ernest Roussel De Courcy
Brasil
1883

Mr. Youle's house. Paquetá 1871
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01054.jpg
Mr. Youle's house. Paquetá 1871
Frank Edward Cox
Rio de Janeiro
circa 1871

[Dança de africanos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01055.jpg
[Dança de africanos]
Frank Edward Cox
Brasil
circa 1871

In The Virgin Forest, on the River Paquequer  - Therezopolis
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01056.jpg
In The Virgin Forest, on the River Paquequer - Therezopolis
Frank Edward Cox
Teresópolis
circa 1871

View from the Tamarind Tree at the Garden at Paquetà - april 1871
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01057.jpg
View from the Tamarind Tree at the Garden at Paquetà - april 1871
Frank Edward Cox
Rio de Janeiro
circa 1871

Sunset - Paquetá
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01058.jpg
Sunset - Paquetá
Frank Edward Cox
Rio de Janeiro
circa 1871

Sunset on the Alto da Serra - looking over the Bay of Rio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01059.jpg
Sunset on the Alto da Serra - looking over the Bay of Rio
Frank Edward Cox
Rio de Janeiro
circa 1871

Pavillon du Bresil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01060.jpg
Pavillon du Bresil
Farge Laurent
Brasil
circa 1889

Nº. 2 Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do Castello a vôo de passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01061.jpg
Nº. 2 Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do Castello a vôo de passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

3. Panorama da Cidade do Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio a vôo de passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01062.jpg
3. Panorama da Cidade do Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio a vôo de passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

4. Panorama da Cidade do Rio de Janeiro Tomado do Morro de St. Antonio a vôo de passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01063.jpg
4. Panorama da Cidade do Rio de Janeiro Tomado do Morro de St. Antonio a vôo de passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

5. Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio a vôo de passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01064.jpg
5. Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio a vôo de passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

Nº. 6 Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio a vôo de passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01065.jpg
Nº. 6 Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio a vôo de passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

7. Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado de San Antonio a vôo de passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01066.jpg
7. Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado de San Antonio a vôo de passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

8. Panorama da Cidade do Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio à vôo de Passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01067.jpg
8. Panorama da Cidade do Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio à vôo de Passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

Nº. 9 Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio a vôo de passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01068.jpg
Nº. 9 Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do morro de St. Antonio a vôo de passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

11. Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado da Chacra do Sr. Baraô Maüa a vôo de passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01069.jpg
11. Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado da Chacra do Sr. Baraô Maüa a vôo de passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

12. Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do morro do Sm. Clemente a vôo de passaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01070.jpg
12. Panorama da Cidade de Rio de Janeiro Tomado do morro do Sm. Clemente a vôo de passaro
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1855

Rio de Janeiro 1845
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01071.jpg
Rio de Janeiro 1845
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1944

Rio de Janeiro 1845
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01072.jpg
Rio de Janeiro 1845
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1944

[Botafogo, tomado do morro da Viuva]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01073.jpg
[Botafogo, tomado do morro da Viuva]
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1853 - 1860

[Botafogo, tomado do morro da Viuva]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01074.jpg
[Botafogo, tomado do morro da Viuva]
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1853 - 1860

[Botafogo, tomado do morro da Viuva]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01075.jpg
[Botafogo, tomado do morro da Viuva]
Iluchar Desmons
Rio de Janeiro
circa 1853 - 1860

A Benção de uma Bandeira
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01076.jpg
A Benção de uma Bandeira
F. Domingo
Brasil
1901 - 2000

Para
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01077.jpg
Para
William John Huggins
PA
1828

[Vista da Lapa de Santa Teresa]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01078.jpg
[Vista da Lapa de Santa Teresa]
Jean Baptiste Henri Durand-Brager
Rio de Janeiro
circa 1838

Chemin de Catete à Rio-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01079.jpg
Chemin de Catete à Rio-Janeiro
Jean Baptiste Henri Durand-Brager
Rio de Janeiro
circa 1838

H.M.S. Maeander 44 guns, "Shortening sail for Anchoring". (Rio, June 9th 1851.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01080.jpg
H.M.S. Maeander 44 guns, "Shortening sail for Anchoring". (Rio, June 9th 1851.)
Thomas Goldsworth Dutton
Rio de Janeiro
1852

Deutsch – Brasilianisches Unterhaltungsblatt
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01082.pdf
Deutsch – Brasilianisches Unterhaltungsblatt
Desconhecido
Brasil
circa 1923

[Baía de Botafogo, no Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01083.jpg
[Baía de Botafogo, no Rio de Janeiro]
von Enck
Rio de Janeiro
circa 1927

[Paisagem, vista do Rio de Janeiro, tirada de Niterói sobre a Barra]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01084.jpg
[Paisagem, vista do Rio de Janeiro, tirada de Niterói sobre a Barra]
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

L'Église de la Gloire et l'Aqueduc, à Rio de Janeiro - Dessin de Freeman
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01085.jpg
L'Église de la Gloire et l'Aqueduc, à Rio de Janeiro - Dessin de Freeman
William Henry Freeman
Rio de Janeiro
circa 1850

Lepidocaryum gracile
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01086.jpg
Lepidocaryum gracile
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1823

Predios nº 79-81. Proprietarios: Teodor Wille & Comp.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01087.jpg
Predios nº 79-81. Proprietarios: Teodor Wille & Comp.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1907

Predios nº 88-90-92-94. Proprietaria: V.O. 3º da Conceição e Bôa Morte
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01088.jpg
Predios nº 88-90-92-94. Proprietaria: V.O. 3º da Conceição e Bôa Morte
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1907

S. Salvador
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01089.jpg
S. Salvador
Sebastian Finck
Salvador
circa 1627 - 1628

Bernardo Jozé Pinto Gavião Peixoto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01098.jpg
Bernardo Jozé Pinto Gavião Peixoto
François René Moreaux
Brasil
circa 1830

Guanitá, Capitão-Môr des indiens Guanás, et une Jeune Guaná
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01099.jpg
Guanitá, Capitão-Môr des indiens Guanás, et une Jeune Guaná
Hercules Florence
MT
circa 1829

(Estampa Constitucional)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01100.jpg
(Estampa Constitucional)
Luiz Antonio
circa 1820

(Lavagem de ouro no Brasil na montanha do Itacolomi)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01101.jpg
(Lavagem de ouro no Brasil na montanha do Itacolomi)
William French
MG
circa 1830

San Salvador
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01102.jpg
San Salvador
William French
Salvador
circa 1830

Passage d'une Rivière au Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01103.jpg
Passage d'une Rivière au Brésil
Henri G.
Brasil
circa 1840

(Pico do Corcovado - Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01104.jpg
(Pico do Corcovado - Rio de Janeiro)
G.S.B.
Rio de Janeiro
1864

The Sugar Loaf Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01105.jpg
The Sugar Loaf Rio de Janeiro
G.S.B.
Rio de Janeiro
1864

[Confronto de dois grupos armados]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01106.jpg
[Confronto de dois grupos armados]
M. Murilo de R. Gameiro
Brasil
1901 - 2000

A Cathedral do Pará
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01107.jpg
A Cathedral do Pará
Édouard Riou
PA
circa 1840

[Sala de estudo de D. Theresa Christina, Imperatriz do Brasil]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Sala de estudo de D. Theresa Christina, Imperatriz do Brasil]
François-Ferdinand-Philippe-Louis-Marie d'Orléans Joinville, prince de
Rio de Janeiro
circa 1845

Bay von Rio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01110.jpg
Bay von Rio
Bibliographisches Institut
Rio de Janeiro
circa 1840 - 1856

Am Hafen in Santos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01111.jpg
Am Hafen in Santos
Rudolf Cannstatt
São Paulo
circa 1877

Die Kirche von S. Leopoldo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01112.jpg
Die Kirche von S. Leopoldo
Rudolf Cannstatt
RS
circa 1877

S. Leopoldo am Rio dos Sinos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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S. Leopoldo am Rio dos Sinos
Rudolf Cannstatt
RS
circa 1877

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01114.jpg
Rio de Janeiro
Rudolf Cannstatt
Rio de Janeiro
circa 1877

Amelia Imperatriz do Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01115.jpg
Amelia Imperatriz do Brazil
Henri Grevedon
Brasil
1830

Marquez de Ytú fallecido a 30 de janeiro, 1889
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Marquez de Ytú fallecido a 30 de janeiro, 1889
Eduardo Antonio de Araujo Guerra
Brasil
circa 1889

Entrada da Náo Portugueza Vasco da Gama no Porto de Rio de Janeiro no dia 6 de Maio de 1849
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Entrada da Náo Portugueza Vasco da Gama no Porto de Rio de Janeiro no dia 6 de Maio de 1849
A. L. Guimarães
Rio de Janeiro
s.d.

The navigation of the River Amazon. The old style - native craft navigating the stream
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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The navigation of the River Amazon. The old style - native craft navigating the stream
Horace Harral
AM
circa 1876

[Costumes de Rio Janeiro.]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Costumes de Rio Janeiro.]
Adolphe d' Hastrel
Rio de Janeiro
1861

Un Marché a Rio-de-Janeiro Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01120.jpg
Un Marché a Rio-de-Janeiro Brésil
Adolphe d' Hastrel
Rio de Janeiro
circa 1841 - 1847

[Grupo de negros junto a uma tapera]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01121.jpg
[Grupo de negros junto a uma tapera]
Eduard Hildebrandt
Brasil
1848

Botokudenfamillie. Famille des Botokudos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01122.jpg
Botokudenfamillie. Famille des Botokudos
Desconhecido
Brasil
s.d.

Jean VI. Roi de Portugal, du Brésil et des Algarves. Né le 13 Mai 1767
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01124.jpg
Jean VI. Roi de Portugal, du Brésil et des Algarves. Né le 13 Mai 1767
Camoin
Brasil
circa 1818

[Vista de Recife tirada do mar, com os arrecifes à frente]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01125.jpg
[Vista de Recife tirada do mar, com os arrecifes à frente]
J.S.M.
PE
1851

Rio Janeiro (Amérique du Sud)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01126.jpg
Rio Janeiro (Amérique du Sud)
Gibert
Rio de Janeiro
s.d.

Negro Carriers of Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01127.jpg
Negro Carriers of Brazil
Desconhecido
Brasil
s.d.

779. Hafen der Miranhas am Flusse Japura
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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779. Hafen der Miranhas am Flusse Japura
Keppel
AM
s.d.

Sem título
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01129.jpg
Sem título
Joseph Jukes
s.d.

(Vista da montanha e da igreja da Glória, tomada do topo do aqueduto)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Vista da montanha e da igreja da Glória, tomada do topo do aqueduto)
R. (Robert) Walsh
Rio de Janeiro
circa 1830

View of Rio de Janeiro taken from the Convent of Santa Theresa
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01131.jpg
View of Rio de Janeiro taken from the Convent of Santa Theresa
G. P.
Rio de Janeiro
circa 1830

Olinda (Tirada da Ladeira da Misericordia)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Olinda (Tirada da Ladeira da Misericordia)
Ludwig Adam Cornell Krauss
Olinda
circa 1830

Patagons. Habitans du Chili et de la terre Magellanique
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Patagons. Habitans du Chili et de la terre Magellanique
P. Sevin
Chile
circa 1716

Totenfeier der Bororó-Indianer (Zentralbrasilien.) (Nach Original des Prof. C. von den Steinen.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Totenfeier der Bororó-Indianer (Zentralbrasilien.) (Nach Original des Prof. C. von den Steinen.)
Wilhelm Kuhnert
AM ; PA ; MT
circa 1892

[Departure of His R. The Prince Regent of Portugal for the Brazils. The 21th Novemb.r 1807.]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Departure of His R. The Prince Regent of Portugal for the Brazils. The 21th Novemb.r 1807.]
Henri L'Evêque
Brasil
s.d.

Partida do Principe Regente de Portugal para o Brazil aos 27 de Novembro de 1807
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Partida do Principe Regente de Portugal para o Brazil aos 27 de Novembro de 1807
Lopes
Brasil
s.d.

[Salvador Correa de Sá e Benevides]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Salvador Correa de Sá e Benevides]
Pierre Victor Larée
Brasil
circa 1841

[Salvador Correa de Sá e Benevides]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Salvador Correa de Sá e Benevides]
Desconhecido
Brasil
circa 1845 - 1846

Vue de L'Île de S.te Catherine
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01139.jpg
Vue de L'Île de S.te Catherine
Duché de Vancy
SC
s.d.

Glorias da marinha Brasileira
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01140.jpg
Glorias da marinha Brasileira
Carlos Linde
Brasil
circa 1868

Batalha naval de Riachuelo no dia 11 de Junho de 1865
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Batalha naval de Riachuelo no dia 11 de Junho de 1865
Carlos Linde
Brasil
circa 1868

[Ilha de Trindade com barco a vela]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Ilha de Trindade com barco a vela]
Desconhecido
ES
s.d.

[Ilhota na Baía de Guanabara]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01145.jpg
[Ilhota na Baía de Guanabara]
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

The Lion Rock
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01146.jpg
The Lion Rock
Desconhecido
PR
s.d.

Gonçalves Dias
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01147.jpg
Gonçalves Dias
Antônio de Souza Lobo
Brasil
s.d.

[Retrato de Machado de Assis]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Retrato de Machado de Assis]
A. Lucas
Brasil
s.d.

Vista tomada do Passeio Publico
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01149.jpg
Vista tomada do Passeio Publico
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1845 - 1846

Fortaleza de Villegagnon
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01150.jpg
Fortaleza de Villegagnon
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1845 - 1846

Cidade do Rio de Janeiro tomada do morro dos Cajueiros
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01151.jpg
Cidade do Rio de Janeiro tomada do morro dos Cajueiros
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1845 - 1846

Joannes Brasilia Princeps
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Joannes Brasilia Princeps
Gaspar Fróis Machado
Brasil
circa 1790

S.M.I. o Senhor Dom Pedro Duque de Bragança
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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S.M.I. o Senhor Dom Pedro Duque de Bragança
Desconhecido
Brasil
circa 1834

2º Projecto do Aterro da Rua Direita ao Morro do Chá, Apresentado por Jules Martin em Abril de 1879
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01154.jpg
2º Projecto do Aterro da Rua Direita ao Morro do Chá, Apresentado por Jules Martin em Abril de 1879
Jules Martin
São Paulo
circa 1879

(Navegação por um braço do Rio Doce)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Navegação por um braço do Rio Doce)
Maximilian Wied, Prinz von
MG
1822

Amalie Kaiserin von Brasilien
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Amalie Kaiserin von Brasilien
Carl Mayer
Brasil
1801 - 1900

Dom Pedro II. Empereur du Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Dom Pedro II. Empereur du Brésil
Carl Mayer
Brasil
1801 - 1900

Isabel Prinzessin von Brasilien
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Isabel Prinzessin von Brasilien
Carl Mayer
Brasil
1801 - 1900

Therese Kaiserin von Brasilien, geb. Prinzessin Beider Sicilien
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Therese Kaiserin von Brasilien, geb. Prinzessin Beider Sicilien
Carl Mayer
Brasil
1801 - 1900

Revolution in Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Revolution in Brazil
Desconhecido
Rio de Janeiro
1889

(Fonte na praça do Palácio, no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Fonte na praça do Palácio, no Rio de Janeiro)
Theodor-Romuald Georges Menard
Rio de Janeiro
1841

Le Petit Journal: supplement  illustré
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01165.pdf
Le Petit Journal: supplement illustré
Desconhecido
Brasil
1891

Vue de rio pris du aqueduc
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01166.jpg
Vue de rio pris du aqueduc
Eugene Hubert de La Michellerie
Rio de Janeiro
circa 1826

Cidade de S. Salvador, Bahia de Todos os Santos (1ª. vista)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01167.jpg
Cidade de S. Salvador, Bahia de Todos os Santos (1ª. vista)
Desconhecido
Salvador
circa 1858

Cidade de S. Salvador, Bahia de Todos os Santos (2ª. vista.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01168.jpg
Cidade de S. Salvador, Bahia de Todos os Santos (2ª. vista.)
Desconhecido
Salvador
circa 1858

Acquidotto di Rio-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01169.jpg
Acquidotto di Rio-Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1840

[Retrato de D. João VI]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Retrato de D. João VI]
Joaquim Inacio da Costa Miranda Junior
Brasil
s.d.

Barão de Caxias
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Barão de Caxias
François René Moreaux
Brasil
circa 1840

Francisco de Lima e Silva
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01173.jpg
Francisco de Lima e Silva
François René Moreaux
Brasil
circa 1840

Visconde d'Abrantes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01174.jpg
Visconde d'Abrantes
François René Moreaux
Brasil
circa 1840

Aureliano da S.za e Oliv.ra Coutinho
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Aureliano da S.za e Oliv.ra Coutinho
François René Moreaux
Brasil
circa 1840

Bahia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01176.jpg
Bahia
A. Confiniere Nordeck
BA
1869

SS. MM. O Imperador e a Imperatriz do Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01177.jpg
SS. MM. O Imperador e a Imperatriz do Brazil
Ernst Cesar August Spayni Novak
Brasil
1801 - 1900

Rio de Janeiro. (Nach der Natur, von C. Oenike.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro. (Nach der Natur, von C. Oenike.)
Karl Oenike
Rio de Janeiro
circa 1892

[Hab]itans de la Plata ou Paragay et du Tucuman
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Hab]itans de la Plata ou Paragay et du Tucuman
P. Sevin
circa 1716

Habitans du Bresil et du Pais des Amazones
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01180.jpg
Habitans du Bresil et du Pais des Amazones
P. Sevin
Brasil
circa 1716

Duguay-Trouin force la rade de Rio-Janeiro (1711.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01181.jpg
Duguay-Trouin force la rade de Rio-Janeiro (1711.)
Outhewaite
Rio de Janeiro
circa 1844

Sugar Loaf
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01182.jpg
Sugar Loaf
Sir William Gore Ouseley
Rio de Janeiro
circa 1863

[Um barco e uma caravela na barra da baía de Guanabara]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Um barco e uma caravela na barra da baía de Guanabara]
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

[Vista da Fortaleza e da Igreja de Boa Viagem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01184.jpg
[Vista da Fortaleza e da Igreja de Boa Viagem]
Sir William Gore Ouseley
Rio de Janeiro
circa 1844

[Vista de Botafogo sobre o Pão-de-Açúcar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01185.jpg
[Vista de Botafogo sobre o Pão-de-Açúcar]
Sir William Gore Ouseley
Rio de Janeiro
circa 1844

Victoria Hill and Cemetery. Harbour of Bahia
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Victoria Hill and Cemetery. Harbour of Bahia
Sir William Gore Ouseley
BA
circa 1852

The Serra Viaduct, St. Paul's Railroad, Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01187.jpg
The Serra Viaduct, St. Paul's Railroad, Brazil
P.
São Paulo
1868

[Vista do Pão-de-Açúcar da Praia do Leme]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01188.jpg
[Vista do Pão-de-Açúcar da Praia do Leme]
Hans Paap
Rio de Janeiro
circa 1920

[Vista de Recife do mar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista de Recife do mar]
Jean Leon Grandjean Ferreira Palliere
Recife
1866

Cargueros de Yerba Mate (Paranaguá Brazil.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01190.jpg
Cargueros de Yerba Mate (Paranaguá Brazil.)
Jean Leon Grandjean Ferreira Palliere
PR
1864

Entrada de la Bahia de Rio Janeiro (Brasil.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01191.jpg
Entrada de la Bahia de Rio Janeiro (Brasil.)
Jean Leon Grandjean Ferreira Palliere
Rio de Janeiro
1864

Rio Paranaguá (Brazil.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01192.jpg
Rio Paranaguá (Brazil.)
Jean Leon Grandjean Ferreira Palliere
PR
1864

Un Mercado en Bahia (Brasil.)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Un Mercado en Bahia (Brasil.)
Jean Leon Grandjean Ferreira Palliere
BA
1864

Travels in the Brazils
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01194.jpg
Travels in the Brazils
H. Albert
Brasil
circa 1847

Nossa Senhora da Gloria, rade de Rio-Janeiro (Brésil)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01195.jpg
Nossa Senhora da Gloria, rade de Rio-Janeiro (Brésil)
Desconhecido
Rio de Janeiro
1861

[Vista dos planos inclinados da Estrada de Ferro São Paulo Railway na Serra do Mar, São Paulo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01197.jpg
[Vista dos planos inclinados da Estrada de Ferro São Paulo Railway na Serra do Mar, São Paulo]
Charles Pepford
São Paulo
1876

Habitans des Terres Antartiques de [la] nouvelle Guinée, et de Diverses
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01198.jpg
Habitans des Terres Antartiques de [la] nouvelle Guinée, et de Diverses
P. Sevin
Brasil
circa 1716

S. João d’El Rei
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01199.jpg
S. João d’El Rei
Pereira
MG
1801 - 1900

S.S.M.M. Imperiaes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01200.jpg
S.S.M.M. Imperiaes
Antonio Bernardes Pereira Neto
Brasil
circa 1888

Duguay-Trouin forçant l'Entrée de Rio-Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01201.jpg
Duguay-Trouin forçant l'Entrée de Rio-Janeiro
Ferdinand Perrot
Rio de Janeiro
circa 1844

Harbour of Rio Janeiro from the Alto do Imperador
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01202.jpg
Harbour of Rio Janeiro from the Alto do Imperador
Thomas Woodbine Hinchliff
Rio de Janeiro
circa 1863

Vista do Parque da Quinta Imperial da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vista do Parque da Quinta Imperial da Boa Vista
Alfred Martinet
Rio de Janeiro
circa 1887

D. Lino Deodato Rodrigues de Carvalho 8º. Bispo da Diocese de S. Paulo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01204.jpg
D. Lino Deodato Rodrigues de Carvalho 8º. Bispo da Diocese de S. Paulo
Antonio de Pinho Carvalho
Brasil
1850 - 1900

Joaquim Antonio Ferreira, Visconde da Guaratiba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01205.jpg
Joaquim Antonio Ferreira, Visconde da Guaratiba
Antonio de Pinho Carvalho
Brasil
1850 - 1900

Joze Joaquim Fernandes Torres Senador do Imperio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01206.jpg
Joze Joaquim Fernandes Torres Senador do Imperio
Antonio de Pinho Carvalho
Brasil
1850 - 1900

O Conselheiro Candido Borges Monteiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01207.jpg
O Conselheiro Candido Borges Monteiro
Antonio de Pinho Carvalho
Brasil
1850 - 1900

Homenagem Ao Visconde do Rio-Branco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01209.jpg
Homenagem Ao Visconde do Rio-Branco
Julio Portugal
Brasil
1881

Attalea funifera
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01210.jpg
Attalea funifera
Frans Jansz Post
Brasil
circa 1823

Rio Grande do Sul, Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01211.jpg
Rio Grande do Sul, Brazil
David Powell
RS
circa 1867

(Conde da Barca)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01212.jpg
(Conde da Barca)
Charles-Simon Pradier
Brasil
circa 1817

36,8 x 54,4
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01213.pdf
36,8 x 54,4
Desconhecido
Brasil
circa 1892

The bombardment of Rio de Janeiro: The Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01214.jpg
The bombardment of Rio de Janeiro: The Rua do Ouvidor
Melton Prior
Rio de Janeiro
circa 1893

Arrivée de la Flotille, sous les ordres du Prince de Joinville, ramenant les restes de Napoléon
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01215.jpg
Arrivée de la Flotille, sous les ordres du Prince de Joinville, ramenant les restes de Napoléon
A. Provost
Brasil
circa 1840

[Estudo para retrato de D. Pedro I como Duque de Bragança]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01216.jpg
[Estudo para retrato de D. Pedro I como Duque de Bragança]
Francois Meuret
Brasil
circa 1830

D. Fr. Bartholomeu do Pilar, Primeiro Bispo do Pará
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01218.jpg
D. Fr. Bartholomeu do Pilar, Primeiro Bispo do Pará
José da Cunha Taborda
Brasil
circa 1817

The Port and City of Rio de Janeiro. Mount Corcovado and Botafogo Bay, Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01219.jpg
The Port and City of Rio de Janeiro. Mount Corcovado and Botafogo Bay, Rio de Janeiro
M. Jackson
Rio de Janeiro
1864

Rio-Janeiro - La Gloria
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01220.jpg
Rio-Janeiro - La Gloria
R.
Rio de Janeiro
s.d.

Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01221.jpg
Rio Janeiro
R. E.
Rio de Janeiro
s.d.

Paulo Affonso
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01222.jpg
Paulo Affonso
R. E.
BA
s.d.

Soldiers at Linhares in their Coats of Mail
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01223.jpg
Soldiers at Linhares in their Coats of Mail
Desconhecido
Brasil
1820

The Botocudo Chief Kerengnatnuck and his Family
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01224.jpg
The Botocudo Chief Kerengnatnuck and his Family
Desconhecido
Brasil
1820

Brazilian Hunters
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01225.jpg
Brazilian Hunters
Desconhecido
Brasil
1820

Tortoise laying Eggs on the Sea-Shore
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01226.jpg
Tortoise laying Eggs on the Sea-Shore
Desconhecido
Brasil
1820

Brazillian Country-house at Paraiba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01227.jpg
Brazillian Country-house at Paraiba
Desconhecido
PB
1820

Temporary Huts at Morro d'Arara
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01228.jpg
Temporary Huts at Morro d'Arara
Desconhecido
Brasil
1820

(Panorama descortinado de uma casa em Vila Mariana)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01229.jpg
(Panorama descortinado de uma casa em Vila Mariana)
Wilhelm Reichardt von Birkenfeld
MG
1887

Der "Gottesfinger" bei Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01230.jpg
Der "Gottesfinger" bei Rio de Janeiro
Wilhelm Reichardt von Birkenfeld
Rio de Janeiro
s.d.

Entrada da Barra Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01231.jpg
Entrada da Barra Rio de Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1882

36,8 x 54,4
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01232.pdf
36,8 x 54,4
M. Richard
circa 1900 - 1901

[Floresta virgem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01234.jpg
[Floresta virgem]
Edouard Philippe Rivière
Brasil
s.d.

Oenocarpus Bataua Mart
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01235.jpg
Oenocarpus Bataua Mart
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01236.jpg
Rio de Janeiro
Emile Rouargue
Rio de Janeiro
circa 1858

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01237.jpg
Rio de Janeiro
Emile Rouargue
Rio de Janeiro
circa 1840

Fragoso
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01240.jpg
Fragoso
Joseph Selleny
Brasil
circa 1857 - 1859

[Paisagem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Paisagem]
Joseph Selleny
Brasil
circa 1857 - 1859

(Feira livre no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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(Feira livre no Rio de Janeiro)
Alfred Seelinger
Rio de Janeiro
circa 1865

[Fazenda Tapébuçu, Monte São João e Serra D'Iriri]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01243.jpg
[Fazenda Tapébuçu, Monte São João e Serra D'Iriri]
Friedrich Sellow
Brasil
s.d.

[Foz do Rio Santa Cruz e a Igreja]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Foz do Rio Santa Cruz e a Igreja]
Friedrich Sellow
Brasil
s.d.

[Vista de Porto Seguro no rio Buranhém]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista de Porto Seguro no rio Buranhém]
Friedrich Sellow
BA
circa 1815 - 1820

View of St. Salvador, a City of South America
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01246.jpg
View of St. Salvador, a City of South America
Desconhecido
Salvador
s.d.

D. Thereza Christina Maria Imperatriz do Brazil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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D. Thereza Christina Maria Imperatriz do Brazil
Sebastien Auguste Sisson
Brasil
1859

Eusebio de Queiroz Coutinho Mattoso Camara
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Eusebio de Queiroz Coutinho Mattoso Camara
Sebastien Auguste Sisson
Brasil
s.d.

Marquez D'Abrantes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Marquez D'Abrantes
Sebastien Auguste Sisson
Brasil
1857

Martim Francisco Ribeiro D'Andrada
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Martim Francisco Ribeiro D'Andrada
Sebastien Auguste Sisson
Brasil
s.d.

Nicolau Per.ª de Campos Vergueiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nicolau Per.ª de Campos Vergueiro
Sebastien Auguste Sisson
Brasil
1859

Rafael Tobias d'Aguiar
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rafael Tobias d'Aguiar
Sebastien Auguste Sisson
Brasil
s.d.

Visconde de Cayrú
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01253.jpg
Visconde de Cayrú
Sebastien Auguste Sisson
Brasil
s.d.

Visconde de Maranguape
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Visconde de Maranguape
Sebastien Auguste Sisson
Brasil
s.d.

[Marques de Itanhaen]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Marques de Itanhaen]
Sebastien Auguste Sisson
Brasil
1858

Prise de Rio-Janeiro. 22 Sept. 1711
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Prise de Rio-Janeiro. 22 Sept. 1711
Gudin
Rio de Janeiro
circa 1838

Animals of Maragnan, an Island on the Coast of Brazil, in South America
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Animals of Maragnan, an Island on the Coast of Brazil, in South America
Desconhecido
Brasil
1701 - 1800

[Vista da Bahia de Guanabara sobre o Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista da Bahia de Guanabara sobre o Rio de Janeiro]
William Smyth
Rio de Janeiro
circa 1835

[Naufrágio de uma caravela na praia de Itanhaém, junto às ilhas de São Vicente e Santo Amaro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01261.jpg
[Naufrágio de uma caravela na praia de Itanhaém, junto às ilhas de São Vicente e Santo Amaro]
Theodor de Bry
São Paulo
circa 1592

Pteroglossus azarae, Le Vaillant. Azara's Arassari
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Pteroglossus azarae, Le Vaillant. Azara's Arassari
Fr. Sturm
Brasil
s.d.

Pteroglossus inscriptus, Swainson. Schrift-Arassari
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01266.jpg
Pteroglossus inscriptus, Swainson. Schrift-Arassari
Fr. Sturm
Brasil
s.d.

[A partida da Expedição Langsdorff, no Rio Tietê]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[A partida da Expedição Langsdorff, no Rio Tietê]
Adrien Aimé Taunay
São Paulo
1825

[Retrato de Gabriela Herminia de Robert d'Escragnolle, baroneza de Taunay]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Retrato de Gabriela Herminia de Robert d'Escragnolle, baroneza de Taunay]
Félix-Émile Taunay
Brasil
s.d.

Vue de la Baie e du pain de sucre prise de la Terrasse du Jardin public
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Vue de la Baie e du pain de sucre prise de la Terrasse du Jardin public
Thomas Marie Hippolyte Taunay
Rio de Janeiro
1822

Aquéduc de Rio-Janéiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Aquéduc de Rio-Janéiro
Thomas Marie Hippolyte Taunay
Rio de Janeiro
1822

Cascade de Tijuka dans les environs de Rio-Janéiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Cascade de Tijuka dans les environs de Rio-Janéiro
Thomas Marie Hippolyte Taunay
Rio de Janeiro
1822

Palais de Saint Christophe
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Palais de Saint Christophe
Thomas Marie Hippolyte Taunay
Rio de Janeiro
1822

Theatro Imperial - (1835) - Theatre
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Theatro Imperial - (1835) - Theatre
Carl Wilhelm Von Theremin
Rio de Janeiro
1835

O Passeio Publico entrada - (1835) - Promenade entrée
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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O Passeio Publico entrada - (1835) - Promenade entrée
Carl Wilhelm Von Theremin
Rio de Janeiro
circa 1835

O Paço da Cidade tomado da rampa - (1818) - Palais depuis le débarcadère
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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O Paço da Cidade tomado da rampa - (1818) - Palais depuis le débarcadère
Carl Wilhelm Von Theremin
Rio de Janeiro
circa 1835

O Chafariz do Campo tomado da Jgreja de Sa. Anna - (1835) - Fontaine du Campo depuis l'eglise de Ste. Anne
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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O Chafariz do Campo tomado da Jgreja de Sa. Anna - (1835) - Fontaine du Campo depuis l'eglise de Ste. Anne
Carl Wilhelm Von Theremin
Rio de Janeiro
circa 1835

O Aqueducto da rua de Matta cavallos - (1832) - L'Aqueduc depuis la rue de Matta Cavallos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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O Aqueducto da rua de Matta cavallos - (1832) - L'Aqueduc depuis la rue de Matta Cavallos
Carl Wilhelm Von Theremin
Rio de Janeiro
circa 1835

Nª. Sª. da Gloria tomado de hum terrasso - (1835) - N.D. de Gloire pris d'une terresse
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Nª. Sª. da Gloria tomado de hum terrasso - (1835) - N.D. de Gloire pris d'une terresse
Carl Wilhelm Von Theremin
Rio de Janeiro
circa 1835

Aqueduc à Rio Janéiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Aqueduc à Rio Janéiro
Jean Baptiste Arnout
Rio de Janeiro
1801 - 1900

Bertioga Ruínas Igreja 1540
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Bertioga Ruínas Igreja 1540
François Frank Urban
São Paulo
s.d.

Santos. S. Paulo. Casa do Trem Travessa S.ta. Catarina De um quadro de Benedito Calixto
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Santos. S. Paulo. Casa do Trem Travessa S.ta. Catarina De um quadro de Benedito Calixto
João Faria Viana
SP
1901 - 2000

[Vista sobre a baía da Guanabara]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista sobre a baía da Guanabara]
Francisco Villaça
Rio de Janeiro
1879

[Vista sobre o Pão de Açúcar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista sobre o Pão de Açúcar]
Francisco Villaça
Rio de Janeiro
1879

Santos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Santos
Ernst Vollbehr
São Paulo
s.d.

[Retrato de D. Pedro II]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Retrato de D. Pedro II]
Th. Wendt
Brasil
s.d.

Sun Rise, Orinoco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Sun Rise, Orinoco
Henry Alexander Wickham
Venezuela ; Brasil ; Colômbia
s.d.

Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

Rio Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
1801 - 1900

Rio de Janeiro vue de la ville et de la rade
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro vue de la ville et de la rade
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

Rio de Janeiro Palais Impérial et Cathedrale
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro Palais Impérial et Cathedrale
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

British Chapel
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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British Chapel
R. (Robert) Walsh
Rio de Janeiro
circa 1830

S. Side of the Rocio or Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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S. Side of the Rocio or Praça da Constituição
R. (Robert) Walsh
Rio de Janeiro
circa 1830

Chalybeate Well, on the Road to Tijuco
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01293.jpg
Chalybeate Well, on the Road to Tijuco
R. (Robert) Walsh
Rio de Janeiro
circa 1830

Aqueduct
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01294.jpg
Aqueduct
R. (Robert) Walsh
Rio de Janeiro
circa 1830

[Brazilian Slave Trade]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Brazilian Slave Trade]
G. Heck
Brasil
1801 - 1900

Son Altesse Imperiale la Princesse Donna Marie Amélie du Brésil
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Son Altesse Imperiale la Princesse Donna Marie Amélie du Brésil
Friedrich Dürck
Brasil
s.d.

Aussicht vom Corcovado über die Bai von Rio=Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01297.jpg
Aussicht vom Corcovado über die Bai von Rio=Janeiro
Desconhecido
Rio de Janeiro
s.d.

Chafariz do Lagarto Rua Frei Caneca - Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Chafariz do Lagarto Rua Frei Caneca - Rio de Janeiro
Armando Pacheco Alves
Rio de Janeiro
circa 1939

Chafariz do Lagarto, Rua Frei Caneca - Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01299.jpg
Chafariz do Lagarto, Rua Frei Caneca - Rio de Janeiro
Armando Pacheco Alves
Rio de Janeiro
1939

Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso, Largo da Misericordia - Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01300.jpg
Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso, Largo da Misericordia - Rio de Janeiro
Armando Pacheco Alves
Rio de Janeiro
1939

Igreja e Jardim da Gloria - Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01301.jpg
Igreja e Jardim da Gloria - Rio de Janeiro
Armando Pacheco Alves
Rio de Janeiro
1939

Igreja e Jardim da Gloria - Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Igreja e Jardim da Gloria - Rio de Janeiro
Armando Pacheco Alves
Rio de Janeiro
1939

Igreja e Jardim da Gloria - Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Igreja e Jardim da Gloria - Rio de Janeiro
Armando Pacheco Alves
Rio de Janeiro
1939

Subida para o Convento de Santo Antonio - Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Subida para o Convento de Santo Antonio - Rio de Janeiro
Armando Pacheco Alves
Rio de Janeiro
1939

Altar-Mór, Igreja de São Francisco da Penitencia - Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Altar-Mór, Igreja de São Francisco da Penitencia - Rio de Janeiro.
Georges Wambach
RJ
1939

Busto do Mestre Valentim e Portão do Passeio Público - Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Busto do Mestre Valentim e Portão do Passeio Público - Rio de Janeiro.
Georges Wambach
Rio de Janeiro
1939

Capela do Santissimo, Igreja de Nossa Senhora do Monte Serrate, / Abadia de São Bento - Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Capela do Santissimo, Igreja de Nossa Senhora do Monte Serrate, / Abadia de São Bento - Rio de Janeiro.
Georges Wambach
Rio de Janeiro
1939

Chafariz Colonial, Praça 15 de Novembro - Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Chafariz Colonial, Praça 15 de Novembro - Rio de Janeiro.
Georges Wambach
Rio de Janeiro
circa 1939

Chafariz Colonial, Praça 15 de Novembro - Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Chafariz Colonial, Praça 15 de Novembro - Rio de Janeiro.
Georges Wambach
Rio de Janeiro
1939

Pia da Sacristia da Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Pia da Sacristia da Igreja de Nossa Senhora do Carmo Rio de Janeiro.
Georges Wambach
RJ
1939

Porta Lateral, Igreja de Nossa Senhora do Carmo - Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01312.jpg
Porta Lateral, Igreja de Nossa Senhora do Carmo - Rio de Janeiro.
Georges Wambach
RJ
1939

Porta Lateral, Igreja de Nossa Senhora do Carmo - Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Porta Lateral, Igreja de Nossa Senhora do Carmo - Rio de Janeiro.
Georges Wambach
RJ
1939

Portão da antiga Fábrica de Polvora, (Jardim Botanico)  - Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Portão da antiga Fábrica de Polvora, (Jardim Botanico) - Rio de Janeiro.
Georges Wambach
Rio de Janeiro
1939

Repartição dos Telegrafos, antigo Palacio Real - Rio de Janeiro.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Repartição dos Telegrafos, antigo Palacio Real - Rio de Janeiro.
Georges Wambach
Rio de Janeiro
1939

Cambeba - Ceará
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01317.jpg
Cambeba - Ceará
Georges Wambach
Fortaleza
1964

[Ouro Preto - Minas Geraes]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Ouro Preto - Minas Geraes]
Georges Wambach
Ouro Preto
1901 - 2000

Santos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Santos
H. van Eyken
Santos
1901 - 2000

Santos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01320.jpg
Santos
H. van Eyken
Santos
1901 - 2000

Rio Parahyba. Itatiaya.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio Parahyba. Itatiaya.
Geza Heller
RJ
1937

Hamburg
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Hamburg
Adolf Kohler
Hamburgo
1901 - 2000

I Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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I Rio de Janeiro
Adolf Kohler
Rio de Janeiro
1901 - 2000

[Vista da Praia de Copacabana]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista da Praia de Copacabana]
N.
Rio de Janeiro
1964

[Paisagem com casa na beira de rio, à frente de arvoredo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01325.jpg
[Paisagem com casa na beira de rio, à frente de arvoredo]
Edgard Oehlmeyer
Brasil
1966

[Vista de rua com igreja]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01326.jpg
[Vista de rua com igreja]
Edgard Oehlmeyer
Brasil
1901 - 2000

[Vista da Baía de Botafogo, Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Vista da Baía de Botafogo, Rio de Janeiro]
Antonio Paim Vieira
Rio de Janeiro
1901 - 2000

[Vegetação e árvores à margem de um rio, com duas aves]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01328.jpg
[Vegetação e árvores à margem de um rio, com duas aves]
J. F. Toledo
Brasil
1901 - 2000

Lagoa de Freitas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01329.jpg
Lagoa de Freitas
Valdes
Rio de Janeiro
1925

Canto do Rio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Canto do Rio
Oscar Rothkirch
Rio de Janeiro
circa 1930

Dedo d. Deus
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01331.jpg
Dedo d. Deus
Oscar Rothkirch
Rio de Janeiro
1901 - 2000

[Baía com palmeiras em primeiro plano]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01332.jpg
[Baía com palmeiras em primeiro plano]
Oscar Rothkirch
Brasil
1901 - 2000

[Estrada ladeada por palmeiras, com montanhas ao fundo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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[Estrada ladeada por palmeiras, com montanhas ao fundo]
Oscar Rothkirch
Brasil
1901 - 2000

[Vista do Rio de Janeiro com Pão de Açúcar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01334.jpg
[Vista do Rio de Janeiro com Pão de Açúcar]
Oscar Rothkirch
Rio de Janeiro
1901 - 2000

[Praia com coqueiros e canoa, tendo ao fundo uma casa em meio a pedras à beira-mar]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01335.jpg
[Praia com coqueiros e canoa, tendo ao fundo uma casa em meio a pedras à beira-mar]
Desconhecido
Brasil
1901 - 2000

Rio de Janeiro - N.S. da Gloria (1822).
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01336.jpg
Rio de Janeiro - N.S. da Gloria (1822).
Johann Moritz Rugendas
Rio de Janeiro
1901 - 2000

Velho Mosteiro de São-Bento - em João Pessoa
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01337.jpg
Velho Mosteiro de São-Bento - em João Pessoa
João Jorge Maltiera
João Pessoa
1953

Amanhecer
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01338.jpg
Amanhecer
Hans Steiner
Brasil
1954

Avenca
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01339.jpg
Avenca
Hans Steiner
Brasil
1942 - 1962

Planalto Paraná
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01340.jpg
Planalto Paraná
Hans Steiner
PR
1953 - 1962

Rio Soberbo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01341.jpg
Rio Soberbo
Hans Steiner
Rio de Janeiro
1949

Serra dos Orgãos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01342.jpg
Serra dos Orgãos
Hans Steiner
Rio de Janeiro
1955 - 1962

Rio de Janeiro from Ilha dos Cobras.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Rio de Janeiro from Ilha dos Cobras.
J. A. Capillan
Rio de Janeiro
1901 - 2000

[Mercado com a Serra dos Órgãos e o Dedo de Deus ao fundo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01344.jpg
[Mercado com a Serra dos Órgãos e o Dedo de Deus ao fundo]
Henrique Goldschmidt
Rio de Janeiro
1901 - 2000

Igreja de São Francisco de Assis
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01345.jpg
Igreja de São Francisco de Assis
C. Hossié
Ouro Preto
1901 - 2000

Ilhabela - Barreiros/Viana
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01346.jpg
Ilhabela - Barreiros/Viana
Rupert Kiener
Ilhabela
1950

Ilhabela - julho - 49
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01347.jpg
Ilhabela - julho - 49
Rupert Kiener
Ilhabela
1949

Ilhabela Matriz em março 1950
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01348.jpg
Ilhabela Matriz em março 1950
Rupert Kiener
Ilhabela
1950

Ilha Bela - Síriuba Sino dos Escravos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01349.jpg
Ilha Bela - Síriuba Sino dos Escravos
Rupert Kiener
Ilhabela
circa 1940 - 1950

Ilhabela/julho 59 Vista do Castelo
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01350.jpg
Ilhabela/julho 59 Vista do Castelo
Rupert Kiener
Ilhabela
1959

Ilhabela/Toca da Sereia/março 1957
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01351.jpg
Ilhabela/Toca da Sereia/março 1957
Rupert Kiener
Ilhabela
1957

Ilhabela em 1950
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01352.jpg
Ilhabela em 1950
Rupert Kiener
Ilhabela
1950

[Praia com jangada e coqueiros]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01353.jpg
[Praia com jangada e coqueiros]
Percy Lau
Brasil
1901 - 2000

[Vilarejo de pescadores]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01354.jpg
[Vilarejo de pescadores]
Percy Lau
Brasil
1901 - 2000

[Vilarejo de pescadores e dois barcos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01355.jpg
[Vilarejo de pescadores e dois barcos]
Percy Lau
Brasil
1901 - 2000

[A margem do Rio São Francisco]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01356.jpg
[A margem do Rio São Francisco]
Percy Lau
Brasil
circa 1954

[Paisagem com casa e araucária]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01357.jpg
[Paisagem com casa e araucária]
Reynaldo Manzke
Brasil
1939

[Paisagem com casa e vento forte]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01358.jpg
[Paisagem com casa e vento forte]
Reynaldo Manzke
Brasil
1939

[Retrato de mulher negra fumando]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01359.jpg
[Retrato de mulher negra fumando]
Reynaldo Manzke
Brasil
1939

Villa Bella = litoral =
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01360.jpg
Villa Bella = litoral =
Reynaldo Manzke
SP
1901 - 2000

Engenho abandonado Marianna
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01361.jpg
Engenho abandonado Marianna
José Wasth Rodrigues
Mariana
1926

[Vista de uma rua sobre a Igreja do Rosário em São Paulo]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01362.jpg
[Vista de uma rua sobre a Igreja do Rosário em São Paulo]
José Wasth Rodrigues
São Paulo
1939

[Vista sobre a lateral da Igreja do Rosário e casario em Ouro Preto; no fundo, o Itacolomi]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01363.jpg
[Vista sobre a lateral da Igreja do Rosário e casario em Ouro Preto; no fundo, o Itacolomi]
José Wasth Rodrigues
Ouro Preto
1930

Minas Gerais 1790 
Escravos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01364.jpg
Minas Gerais 1790 Escravos
José Wasth Rodrigues
Brasil
1901 - 2000

[Planta com um pássaro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01365.jpg
[Planta com um pássaro]
Frederico Carlos Hoehne
Brasil
1901 - 2000

(Figueira em pleno Mato do Rio Grande do Sul)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01366.jpg
(Figueira em pleno Mato do Rio Grande do Sul)
Hans Paap
RS
1926

Rancho
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01367.jpg
Rancho
Hans Paap
RS
1901 - 2000

[Vista do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01368.jpg
[Vista do Rio de Janeiro]
Francisco Coculillo
Rio de Janeiro
1901 - 2000

[Cais do porto de Santos, com navio a vela e outros navios]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01369.jpg
[Cais do porto de Santos, com navio a vela e outros navios]
Benedito Calixto
Santos
1914

[Três navios de guerra alemães no porto de Santos]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01370.jpg
[Três navios de guerra alemães no porto de Santos]
Benedito Calixto
Santos
1914

(Estrada para Cascatinha)
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01371.jpg
(Estrada para Cascatinha)
Desconhecido
Rio de Janeiro
1901 - 2000

[Retrato de D. João VI]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01372.jpg
[Retrato de D. João VI]
Desconhecido
Brasil
s.d.

[Retrato de D. Pedro I]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01373.jpg
[Retrato de D. Pedro I]
Desconhecido
Brasil
1801 - 1900

Santos. Embarque de Café
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01374.jpg
Santos. Embarque de Café
Desconhecido
Santos
s.d.

S. Paulo. Jardim do Palacio
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01375.jpg
S. Paulo. Jardim do Palacio
Desconhecido
São Paulo
s.d.

Belem do Pará
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01376.jpg
Belem do Pará
Desconhecido
PA
s.d.

[Carta de Carl Friedrich Philipp von Martius a João Barbosa Rodrigues]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01378.jpg
[Carta de Carl Friedrich Philipp von Martius a João Barbosa Rodrigues]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1842

[Carta de August Wilhlem Eichler a João Barbosa Rodrigues]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01379.pdf
[Carta de August Wilhlem Eichler a João Barbosa Rodrigues]
August Wilhelm Eichler
Brasil
1880

[Carta de Ignatz Urban a João Barbosa Rodrigues]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01380.pdf
[Carta de Ignatz Urban a João Barbosa Rodrigues]
Ignatz Urban
Brasil
1904

Bent. Monog Narronia bullata
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01381.pdf
Bent. Monog Narronia bullata
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Pent. M. 2. Ced. Finilig
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01382.pdf
Pent. M. 2. Ced. Finilig
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

318. Oncidium sp.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01383.jpg
318. Oncidium sp.
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Sophronitis Wittigianae
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01384.jpg
Sophronitis Wittigianae
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Laelia Geraensis
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01385.jpg
Laelia Geraensis
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Sophronitis Rossiterianae. Nobis
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01386.jpg
Sophronitis Rossiterianae. Nobis
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Maxillaria barbozae Löfgren
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01387.jpg
Maxillaria barbozae Löfgren
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Pleurothallis rachei Lofgr. [ilegíve] Perceli[?]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01388.jpg
Pleurothallis rachei Lofgr. [ilegíve] Perceli[?]
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Pleurothallis adenochila n. sp.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01389.jpg
Pleurothallis adenochila n. sp.
Alberto Loefgren
Brasil
s.d.

A Pogoniossis Itatiayaensis Barb. Rodr.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01390.jpg
A Pogoniossis Itatiayaensis Barb. Rodr.
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Tab. XIII A. Stenoptera biflora Barb. Rodr. B. Maxillaria Euterpecola Barb. Rodr. C. Pleurothallis
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01391.jpg
Tab. XIII A. Stenoptera biflora Barb. Rodr. B. Maxillaria Euterpecola Barb. Rodr. C. Pleurothallis
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Epiphyllum
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01392.jpg
Epiphyllum
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Epiphyllum candidum Barb. Rodr.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01393.jpg
Epiphyllum candidum Barb. Rodr.
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Rhipsalis rhombea Rhipsalis penduliflora
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01395.jpg
Rhipsalis rhombea Rhipsalis penduliflora
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Rhipsalis attipica G.A. Lindberg Sp nov.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01396.jpg
Rhipsalis attipica G.A. Lindberg Sp nov.
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Rhypsalis cavernosa
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01397.jpg
Rhypsalis cavernosa
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Rhipsalis pachyptera Pfeiff.[?]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01398.jpg
Rhipsalis pachyptera Pfeiff.[?]
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

Fleurothallis tegudens n. sp.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01399.jpg
Fleurothallis tegudens n. sp.
J. Barbosa (João Barbosa) Rodrigues
Brasil
s.d.

[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues [?], escrita em Viena, em 10 de julho de 1873]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01403.pdf
[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues [?], escrita em Viena, em 10 de julho de 1873]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
1873

[Bilhete de Baptista Caetano a João Barbosa Rodrigues]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01406.jpg
[Bilhete de Baptista Caetano a João Barbosa Rodrigues]
Baptista Caetano
Brasil
1879

[Carta de Anders Fredrik Regnell a João Barbosa Rodrigues, escrita em Caldas em 10 de fevereiro de 1877]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01407.pdf
[Carta de Anders Fredrik Regnell a João Barbosa Rodrigues, escrita em Caldas em 10 de fevereiro de 1877]
Anders Fredrik Regnell
Brasil
1878

[Carta de H.G. Reichenbach, escrita em Hamburgo, em 9 de novembro de 1879]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01408.pdf
[Carta de H.G. Reichenbach, escrita em Hamburgo, em 9 de novembro de 1879]
H. G. Reichenbach
Brasil
1879

[Carta de A.W. Eichler a João Barbosa Rodrigues, datada de 21 de abril de 1881]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01409.pdf
[Carta de A.W. Eichler a João Barbosa Rodrigues, datada de 21 de abril de 1881]
August Wilhelm Eichler
Brasil
1881

[Carta de A.W. Eichler a João Barbosa Rodrigues, datada de 24 de julho de 1881]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01410.pdf
[Carta de A.W. Eichler a João Barbosa Rodrigues, datada de 24 de julho de 1881]
August Wilhelm Eichler
Brasil
1881

[Carta de Heinrich Ritter von Fernsee Wawra a João Barbosa Rodrigues, escrita em Brünn, 24 de junho de 1881]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01412.pdf
[Carta de Heinrich Ritter von Fernsee Wawra a João Barbosa Rodrigues, escrita em Brünn, 24 de junho de 1881]
Heinrich Wawra von Fernsee
Brasil
1881

[Carta de Anders Fredrik Regnell a João Barbosa Rodrigues, escrita em Caldas em 16 de outubro de 1881]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01413.pdf
[Carta de Anders Fredrik Regnell a João Barbosa Rodrigues, escrita em Caldas em 16 de outubro de 1881]
Anders Fredrik Regnell
Brasil
1881

[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita no Rio de Janeiro em 19 de março de 1884]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01415.pdf
[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita no Rio de Janeiro em 19 de março de 1884]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
1884

[Carta de Moreira Azevedo a João Barbosa Rodrigues, escrita em 25 de maio de 1884]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01416.pdf
[Carta de Moreira Azevedo a João Barbosa Rodrigues, escrita em 25 de maio de 1884]
Moreira de Azevedo
Brasil
1884

[Carta de Carlos L.C. Burlamaqui a João Barbosa Rodrigues, escrita em 19 de junho de 1884]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01417.jpg
[Carta de Carlos L.C. Burlamaqui a João Barbosa Rodrigues, escrita em 19 de junho de 1884]
Carlos L. C. Burlamaqui
Brasil
1884

[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita no Rio de Janeiro em 28 de maio de 1884]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01418.pdf
[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita no Rio de Janeiro em 28 de maio de 1884]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
1884

[Carta de Fritz Kraenzlin, escrita em Gross Lichterfelde, em 5 de janeiro de 1885]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01421.pdf
[Carta de Fritz Kraenzlin, escrita em Gross Lichterfelde, em 5 de janeiro de 1885]
Fritz Kränzlin
Brasil
1885

[Carta de Garcia Lobo a João Barbosa Rodrigues, datada de 21 de junho de 1885]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01424.pdf
[Carta de Garcia Lobo a João Barbosa Rodrigues, datada de 21 de junho de 1885]
Garcia Lobo
Brasil
1885

[Carta a João Barbosa Rodrigues, escrita de Porto Amazonas em 9 de abril de 1887]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01427.pdf
[Carta a João Barbosa Rodrigues, escrita de Porto Amazonas em 9 de abril de 1887]
Desconhecido
Brasil
1887

[Bilhete a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 15 de abril 1891]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01428.pdf
[Bilhete a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 15 de abril 1891]
Desconhecido
Brasil
1891

[Carta de H. Ihering a João Barbosa Rodrigues, escrita em 3 de janeiro de 1892]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01429.pdf
[Carta de H. Ihering a João Barbosa Rodrigues, escrita em 3 de janeiro de 1892]
H. von (Hermann) Ihering
Brasil
1892

[Carta de W. Schimper a João Barbosa Rodrigues, escrita de Bonn em 3 de maio de 1887]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01431.pdf
[Carta de W. Schimper a João Barbosa Rodrigues, escrita de Bonn em 3 de maio de 1887]
W. Schimper
Brasil
1887

[Bilhete a João Barbosa Rodrigues, escrita de Paris em 1 de janeiro de 1888]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01433.jpg
[Bilhete a João Barbosa Rodrigues, escrita de Paris em 1 de janeiro de 1888]
Desconhecido
Brasil
1888

[Carta de Innocencio Serradelho Gouvêa a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 30 de maio de 1889]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01434.pdf
[Carta de Innocencio Serradelho Gouvêa a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 30 de maio de 1889]
Innocencio Serradelho Gouvêa
Brasil
1889

[Carta de Alberto Löfgren a "Paulo", escrita no Rio de Janeiro, 25 de março de 1914]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01436.pdf
[Carta de Alberto Löfgren a "Paulo", escrita no Rio de Janeiro, 25 de março de 1914]
Alberto Loefgren
Brasil
1914

[Carta de Vieira Monteiro a João Barbosa Rodrigues, escrita de Bruxelas em 7 de junho de 1892]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01438.jpg
[Carta de Vieira Monteiro a João Barbosa Rodrigues, escrita de Bruxelas em 7 de junho de 1892]
Vieira Monteiro
Brasil
1892

[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 7 de abril de 1897]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01441.pdf
[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 7 de abril de 1897]
Henri H. Giglioli
Brasil
1897

[Carta de Horacio de Carvalho a João Barbosa Rodrigues, escrita de São Paulo em 10 de maio de 1898]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01445.pdf
[Carta de Horacio de Carvalho a João Barbosa Rodrigues, escrita de São Paulo em 10 de maio de 1898]
Horácio de Carvalho
Brasil
1898

[Bilhete de Horacio de Carvalho a João Barbosa Rodrigues, sem data]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01446.jpg
[Bilhete de Horacio de Carvalho a João Barbosa Rodrigues, sem data]
Horácio de Carvalho
Brasil
1898

[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 20 de junho de 1898]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01447.pdf
[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 20 de junho de 1898]
Henri H. Giglioli
Brasil
1898

[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 9 de julho de 1898]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01448.pdf
[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 9 de julho de 1898]
Henri H. Giglioli
Brasil
1898

[Carta de Anders Fredrick Regnell a João Barbosa Rodrigues, escrita de Caldas em 14 de novembro de 1881]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01449.pdf
[Carta de Anders Fredrick Regnell a João Barbosa Rodrigues, escrita de Caldas em 14 de novembro de 1881]
Anders Fredrik Regnell
Brasil
1881

[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 8 de agosto de 1898]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01450.pdf
[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 8 de agosto de 1898]
Henri H. Giglioli
Brasil
1898

[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 4 de outubro de 1898]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01451.pdf
[Carta de Henri H. Giglioli a João Barbosa Rodrigues, escrita de Firenze em 4 de outubro de 1898]
Henri H. Giglioli
Brasil
1898

[Carta de Solano López a João Barbosa Rodrigues, escrita em 26 de agosto de 1899]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01453.jpg
[Carta de Solano López a João Barbosa Rodrigues, escrita em 26 de agosto de 1899]
Solano López
Brasil
1899

[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, datada de 10 de abril de 1884]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01456.pdf
[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, datada de 10 de abril de 1884]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
1884

[Cópia datilografada de carta de F.A. Brockaus ao Barão de Capanema, escrita de Leipzig em 4 de dezembro de 1901]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01459.pdf
[Cópia datilografada de carta de F.A. Brockaus ao Barão de Capanema, escrita de Leipzig em 4 de dezembro de 1901]
F. A. (Friedrich Arnold) Brockhaus
Brasil
1901

[Carta de Paul Hermann Wilhelm Taubert a João Barbosa Rodrigues, escrita de Berlim em 23 de junho de 1894]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01461.pdf
[Carta de Paul Hermann Wilhelm Taubert a João Barbosa Rodrigues, escrita de Berlim em 23 de junho de 1894]
Paul Hermann Wilhelm Taubert
Brasil
1894

[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 16 de novembro de 1902]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01462.pdf
[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 16 de novembro de 1902]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
1902

[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 25 de maio de 1902]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01463.pdf
[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 25 de maio de 1902]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
1902

[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 20 de janeiro de 1903]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01464.pdf
[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 20 de janeiro de 1903]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
1903

[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 3 de março de 1904]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01465.pdf
[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 3 de março de 1904]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
1904

[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 29 de dezembro de 1904]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01466.pdf
[Carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues, escrita do Rio de Janeiro em 29 de dezembro de 1904]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
1904

[Carta de Orville A. Derby a João Barbosa Rodrigues, escrita de São Paulo em 28 de janeiro de 1904]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01468.pdf
[Carta de Orville A. Derby a João Barbosa Rodrigues, escrita de São Paulo em 28 de janeiro de 1904]
Orville A. (Orville Adelbert) Derby
Brasil
1904

[Carta de Orville A. Derby a João Barbosa Rodrigues, escrita de São Paulo em 18 de janeiro de 1904]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01469.pdf
[Carta de Orville A. Derby a João Barbosa Rodrigues, escrita de São Paulo em 18 de janeiro de 1904]
Orville A. (Orville Adelbert) Derby
Brasil
1904

[Carta de Udo Dammer a Mademoiselle Olympia, escrita de Dahlem]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01473.pdf
[Carta de Udo Dammer a Mademoiselle Olympia, escrita de Dahlem]
Udo Dammer
Brasil
circa 1900

[Última folha de carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues]
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01474.pdf
[Última folha de carta do Barão de Capanema a João Barbosa Rodrigues]
Guilherme Schuch de Capanema, Barão de Capanema
Brasil
circa 1900

Süd-Amerika.
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01996.jpg
Süd-Amerika.
Mapa que representa a América do Sul
Hermann Habenicht
circa 1889

Mapa geográfico Uruguai - Brasil Meridional oferecido pelos serviços aéreos Varig aos seus distintos clientes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01997.jpg
Mapa geográfico Uruguai - Brasil Meridional oferecido pelos serviços aéreos Varig aos seus distintos clientes
Mapa que representa a América do Sul
Edgar Klettner
circa 1950 - 1960

Varig
oferece-lhe o mapa das * offers you the map of * le ofrece el mapa de las
Americas
Europa e África
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01998.jpg
Varig oferece-lhe o mapa das * offers you the map of * le ofrece el mapa de las Americas Europa e África
Mapa que representa a América, Europa e a África
Edgar Klettner
circa 1950 - 1960

Mapa geográfico Brasil Leste e Nordeste oferecido pelos serviços aéreos Varig aos seus distintos clientes
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
001SK01999.jpg
Mapa geográfico Brasil Leste e Nordeste oferecido pelos serviços aéreos Varig aos seus distintos clientes
Edgar Klettner
Brasil
circa 1950 - 1960

Carta imagem do litoral norte de São Paulo e Paraty/RJ
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Carta imagem do litoral norte de São Paulo e Paraty/RJ
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
RJ ; SP
circa 1990

Ubatuba
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Ubatuba
Raoul Pierre Lambalot
Ubatuba
circa 1960

Orbis typus universalis tabula
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Orbis typus universalis tabula
Hieronymus Marini
1901 - 2000

Estado do Rio de Janeiro
1975
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Estado do Rio de Janeiro 1975
Superintendência de Cartografia do IBGE
RJ
1975

Brasil-Costa Sul 
Pôrto de Santos
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Brasil-Costa Sul Pôrto de Santos
Marinha do Brasil
SP
1960

Planta de Santo Amaro
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Planta de Santo Amaro
Samaro
SP
1967

O bairro do Catete e o Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O bairro do Catete e o Pão de Açucar
Vista do Morro da Glória e do bairro do Catete, a partir do Morro de Santa Teresa. Ao fundo, os morros Cara de Cão , Pão de Açúcar e a Urca.
Augusto Stahl
Rio de Janeiro
circa 1862

Niterói e Baía do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Niterói e Baía do Rio de Janeiro
Vista de Niterói, à direita a ponte de Gragoatá, a fortaleza de Gragoatá, o Bairro de São Domingos e do lado esquerdo o Maciço das montanhas cariocas (hoje conhecido como Floresta da Tijuca).
Augusto Stahl
Baía Guanabara
circa 1862

Mercado da Glória
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mercado da Glória
vista do Bairro da Glória, à direita o edifício da Mercado Municipal, a igreja da Glória e a fábrica City.
Augusto Stahl
Glória
circa 1862

Rua Direita e a Catedral Metropolitana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rua Direita e a Catedral Metropolitana
Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a ex igreja do Carmo, depois capela real. Ao fundo a Catedral Metropolitana, as torres da Candelária e o Hotel de France, localizadas na rua Direita, atual rua1º de março.
Augusto Stahl
Atual 1º de Março
circa 1862

Palácio de São Cristóvão na Quinta da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio de São Cristóvão na Quinta da Boa Vista
Vista do Palácio da Quinta da Boa Vista, que serviu como residência a D. Pedro II.
Augusto Stahl
São Cristóvão
circa 1862

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Passeio Público
O Passeio Público, inaugurado em 1783, foi projetado por Mestre Valentim para o local da antiga Lagoa do Boqueirão. Foi totalmente reformado em 1862 por Auguste Glaziou, que criou aleias, falsos lagos e rios, ao gosto do romantismo inglês.
Augusto Stahl
Centro
circa 1862

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Espécimes vegetais no Jardim Botânico, em fotografia provavelmente produzida para o livro "Viagem ao Brasil 1865-1866", do naturalista suíço Agassiz.
Augusto Stahl
Jardim Botânico
circa 1865

Dique Imperial
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Dique Imperial
Dique Imperial, localizado na Ilha das Cobras e destinava se aos reparos dos 59 navios que formavam a Frota Imperial.
Augusto Stahl
Ilha das Cobras
circa 1862

Bairro de Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Bairro de Copacabana
Theodor Preising
Copacabana
1927

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado, Miguel Ferreira da Silva Neto, Leônidas P. Ferreira, Paulo Emílio Salles Gomes, [Atílio N. da Costa] e pessoas não identificadas
Não identificado
Sorocaba
14 de julho de 1934

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Leônidas Pacheco Ferreira, Paulo Emílio Salles Gomes e Decio de Almeida Prado em casa de Paulo Emílio
Não identificado
São Paulo
1934

Vista da região da Praça Dom Pedro II, atual Praça XV de Novembro; a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da região da Praça Dom Pedro II, atual Praça XV de Novembro; a partir do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1885

Vista do Bairro do Flamengo e do Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Bairro do Flamengo e do Morro do Pão de Açucar
Vista da entrada do Rio e do bairro do Flamengo, com os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, ao fundo. À direita, no centro da imagem, a entrada da enseada de Botafogo. À esquerda, pode-se ver a Igreja de Nossa Senhora da Glória, no largo do Machado.
Marc Ferrez
Flamengo e baía de Guanabara
circa 1890

Vista das docas e do Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista das docas e do Arsenal da Marinha
Vista das docas e armazéns do porto, na região da Rua Visconde de Itaboraí, e da Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1890

Entrada da Baía da Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Entrada da Baía da Guanabara
Entrada do Rio de Janeiro, vista de fora da Baía de Guanabara, a partir de Niterói.
Marc Ferrez
Baía da Guanabara
circa 1885

Ponte do Silvestre
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ponte do Silvestre
Ponte do Silvestre, trecho da estrada de ferro para o Corcovado, inaugurada em 9 de outubro de 1884. O trenzinho a vapor que se vê na imagem foi substituído por um trem elétrico em 1910. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador .Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Morro do Corcovado
circa 1900

Largo da Sé e as igrejas da Matriz e de São Pedro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo da Sé e as igrejas da Matriz e de São Pedro
Largo da Sé. Em destaque, à direita, a catedral e, à esquerda, a igreja de São Pedro dos Clérigos.
Marc Ferrez
Largo da Sé
circa 1880

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Osman Lins, Joel Pontes, Themira Pontes, Decio de Almeida Prado e Benedito Nunes
Não identificado
São Paulo
julho de 1959

Mulheres no mercado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mulheres no mercado
Quatro mulheres negras, quitandeiras, com vestimentas típicas vendendo frutas dispostas em cestos, junto a muro de pedras. Ao fundo, à esquerda, vê-se um galpão com três homens em pé.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1875

Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Retrato de mulher negra de perfil, com vestimentas brancas e turbante na mesma cor, enrolada num manto listrado. Carrega cesto de bananas na cabeça e criança nas costas, enrolada no manto listrado.
Marc Ferrez
Salvador
circa 1885

Entrada da Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Entrada da Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Forte do Imbuí
circa 1885

Entrada da Baía de Guanabara, vista de Niterói
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Entrada da Baía de Guanabara, vista de Niterói
Vista da Baía de Guanabara, a partir de Niterói, destacando-se no horizonte o Pão de Açúcar, a Pedra da Gávea e o Corcovado. À esquerda avista-se o forte de Santa Cruz e, no outro lado da baía, o forte de São João. Em primeiro plano, uma pessoa vestida de branco aparece sentada numa pedra fotografando a paisagem.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Cais dos Mineiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cais dos Mineiros
À esquerda, as docas da Alfândega, tendo por trás os edifícios dos Correios e da Bolsa, hoje Banco do Brasil, que acabara de ser concluído. À direita, torres e cúpula da Igreja da Candelária, e as casas da rua Visconde de Itaboraí, seguidas do edifício e dependências da antiga Secretaria da Marinha.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Pedra da Gávea vista da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra da Gávea vista da Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1880

Queda d´água
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Queda d´água
Queda d'água em meio à vegetação. No centro da imagem, homem com cajado se apoia em pedras sobre o rio.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Antonio Candido, Paulo Emílio Salles Gomes e Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1977

Praça da República; ao fundo, o palácio da Prefeitura
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça da República; ao fundo, o palácio da Prefeitura
Augusto Malta
Centro
22 de agosto de 1907

Trecho da rua Marechal Floriano, entre a Uruguaiana e o Largo de Santa Rita
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Trecho da rua Marechal Floriano, entre a Uruguaiana e o Largo de Santa Rita
Augusto Malta
Centro
24 de julho de 1906

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escola Militar
Vista da Escola Militar, entre os morros da Urca (à esquerda) e o da Babilônia (à direita); com a Praia Vermelha ao fundo.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
3 de novembro de 1907

Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão dos Bombeiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão dos Bombeiros
À direita, o quiosque da fábrica de cerveja Paraense e, ao fundo, o sopé do morro da Babilônia.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
10 de agosto de 1908

O 14 Bis, de Alberto Santos Dumont, no Campo de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O 14 Bis, de Alberto Santos Dumont, no Campo de Bagatelle
Imagem do 14 Bis, o aeroplano desenvolvido por Alberto Santos Dumont e concluído no segundo semestre de 1906, pousado no Campo de Bagatelle. Pessoas rodeiam o aeroplano, à frente de um grande galpão, tipo de hangar. O primeiro vôo oficial do 14 Bis aconteceu em 23 de outubro de 1906, neste mesmo local. O segundo aconteceu em 12 de novembro de 1906, também no Campo de Bagatelle e o último em abril de 1907, em Saint Cyr.
Autoria não identificada
Paris
circa 1906

O 14 Bis, de Alberto Santos Dumont, durante vôo no Campo de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O 14 Bis, de Alberto Santos Dumont, durante vôo no Campo de Bagatelle
Imagem do 14 Bis, o aeroplano desenvolvido por Alberto Santos Dumont e concluído no segundo semestre de 1906, voando no Campo de Bagatelle. Pessoas rodeiam o aeroplano, à frente de um grande galpão, tipo de hangar. O primeiro vôo oficial do 14 Bis aconteceu em 23 de outubro de 1906, neste mesmo local. O segundo aconteceu em 12 de novembro de 1906, também no Campo de Bagatelle e o último em abril de 1907, em Saint Cyr.
Autoria não identificada
Paris
circa 1906

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Identificação parcial [Lurdes], Identificação parcial [Lourival], Maria Eugenia Franco, Identificação parcial [Alfredo], Ruth Alcântara de Almeida Prado, Decio de Almeida Prado, Clovis Graciano, Sergio Milliet e Identificação parcial [Rui]
Não identificado
Belo Horizonte
1940s

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estação da Luz
A Estação da Luz foi construída entre 1865 e 1901 no Jardim da Luz, para substituir a antiga estação construída pela Estrada de Ferro Inglesa (The São Paulo Railway). O projeto segue as linhas do estilo neoclássico, sendo toda construída com material importado. Foi idealizada para ser a principal estação da Companhia São Paulo Railway e também para dar vazão ao escoamento do café produzido no país, cuja demanda era cada vez maior.
Guilherme Gaensly
Luz
circa 1902

Escola de Comércio Álvares Penteado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escola de Comércio Álvares Penteado
A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado - FECAP - surgiu no início do século XX, para suprir uma necessidade, cada vez maior, de mão-de-obra especializada na gestão de empresas, numa época em que a capital paulista passava por importante processo de expansão industrial e comercial. Quem propôs a abertura de uma escola voltada para o ensino comercial foi o professor Horácio Berlinck, que teve apoio de um grupo de empresários, entre eles o conde Antônio Álvares Penteado. Foi então fundada, em 1902, a Escola Prática de Comércio que, sem sede própria, utilizava as salas de aula do Curso Anexo da Faculdade de Direito de São Paulo. O problema foi resolvido com a doação, pelo conde, de um grande terreno no Largo de São Francisco, no qual ele próprio mandou construir o novo edifício, inaugurado em 1908. Em 1923 a antiga Escola Prática de Comércio foi rebatizada com o nome de seu benfeitor, o conde Álvares Penteado e, além de ensino técnico, passou a oferecer também ensino superior. Em tempo, o prédio do Largo de São Francisco ficou pequeno e a Escola mudou-se, na década de 1970, para um edifício na Avenida Liberdade. A antiga sede, tombada pelo patrimônio, passou a abrigar o Centro de Estudos Álvares Penteado - CEAP - , com cursos de especialização.
Guilherme Gaensly
Largo de São Francisco
circa 1925

Escola Normal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escola Normal
A Escola Estadual Caetano de Campos surgiu em 1846, a partir de uma determinação do Ato Adicional de 12 de agosto de 1834, que estabelecia que as províncias deveriam legislar sobre a instrução pública. Sendo assim, foram fundadas as primeiras Escolas Normais do país, sendo a de São Paulo estabelecida em um prédio junto à Catedral no Largo da Sé. Após mudar algumas vezes de endereço, a escola foi transferida para a Praça da República em 1894, instalada em um prédio projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo. O edifício possuía inicialmente dois andares, mas reformas ao longo dos anos garantiram o aspecto que apresenta hoje, com três andares. Foi batizada Caetano de Campos em homenagem ao antigo diretor e professor da Escola Normal.
Guilherme Gaensly
Praça da República, Centro
1915

Seminário Episcopal na Avenida Tiradentes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Seminário Episcopal na Avenida Tiradentes
A pedra fundamental do primeiro seminário eclesiástico de São Paulo foi lançada em 1853 por Dom Manuel da Ressurreição, no bairro da Luz. Sob a benção de Santo Inácio de Loyola, o seminário foi inaugurado em 1856, aos cuidados dos padres capuchinhos, que permaneceram à frente da direção por 25 anos. A instituição fora aprovada pelo Papa Pio IX, que mandou que o seminário fosse também chamado de Imaculada Conceição em homenagem ao dogma da Imaculada, promulgado poucos anos antes. Em 1877 a direção do seminário foi transferida para o clero diocesano e com a proclamação da República, em 1889, a Igreja desvinculou-se do Estado e o processo de formação sacerdotal deixou de ser controlado pelo Ministério da Justiça. Com a reforma na Igreja, foram reformadas também as diretrizes que guiavam o sacerdócio. As mudanças mais significativas no seminário foram efetuadas somente em 1905, quando foi dividido em três seções: o Colégio Diocesano, o Seminário Menor de Pirapora e o Seminário Maior Filosófico-Teológico para os candidatos ao sacerdócio. Durante a revolução paulista de 1924 bombardeios na estação da Luz também atingiram o seminário, acarretando na sua transferência para o Ipiranga. O novo prédio, no entanto, só ficou pronto em 1934, e até a obra ser concluída as aulas foram ministradas em um prédio adquirido da família Prado, na Freguesia do Ó. Quando da transferência para o Ipiranga, a instituição foi transformada, por decisão da Sé, em Seminário Central, destinada a receber seminaristas de São Paulo e do Paraná.
Guilherme Gaensly
Luz
circa 1905

Mosteiro de São Bento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mosteiro de São Bento
A Basílica de São Bento, na verdade Basílica de Nossa Senhora da Assunção, faz parte do conjunto arquitetônico do Mosteiro de São Bento, que inclui ainda o Colégio de São Bento. O Mosteiro foi fundado em 1598 pelo paulista Simão Luís, posteriormente conhecido como Frei Mauro Teixeira, discípulo do padre Anchieta. O local inicial do estabelecimento dos beneditinos era formado por duas sesmarias doadas pelo Capitão-Mor Jorge Correia, e serviram como base dos beneditinos na cidade. No ano de 1600 a Câmara Municipal doou, em caráter perpétuo, um terreno depois do Colégio dos Jesuítas - onde localizava-se a antiga taba do cacique Tibiriçá - para a edificação do templo. As obras foram concluídas em 1634 e a pequena capela havia sido dedicada inicialmente a São Bento. Mais tarde, diante de um pedido de D. Francisco de Sousa, governador da Capitania de São Vicente, o patrono da igreja passou a ser Nossa Senhora de Motserrat, e em 1720 a capela passou a denominar-se Nossa Senhora da Assunção. Como o mosteiro e a capela iniciais eram muito pequenos, o bandeirante Fernão Dias Paes se dispôs a ajudar financeiramente a construção de um novo templo, em troca da guarda de seus restos mortais e os de sua família nas criptas da igreja. A pedra fundamental da nova construção foi lançada em 1650, e finalmente em 1681 a igreja ficou pronta, pouco antes da morte de seu benemérito. O Colégio de São Bento surgiu em 1903 e em 1908 surgiu a faculdade de Filosofia, a primeira do Brasil.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Viaduto do Chá
O Viaduto do Chá foi idealizado em 1877, mas só começou de fato a ser construído em 1888. Porém, por oposição de moradores importantes da região, como o Barão de Tatuí, que teria sua casa desapropriada, a obra do viaduto foi embargada. Somente em 1889, após uma manifestação onde os populares, munidos de picaretas derrubaram parte de uma parede da casa do Barão de Tatuí, forçando este a se mudar, a obra do viaduto foi retomada. Originalmente, a Companhia Ferrocarril, responsável pelo viaduto, cobrava 3 vinténs de pedágio para atravessar o viaduto. É considerado o primeiro viaduto de São Paulo.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú
circa 1920

Vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vale do Anhangabaú
Vista do vale do Anhangabaú, destacando-se os Palacetes Prates. Mais ao fundo está o prédio onde funcionava a agência do Almanak Laermmet. Os palacetes, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Palacete Prates (Automóvel Clube)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palacete Prates (Automóvel Clube)
Os Palacetes Prates, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú
circa 1920

Jardins do vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardins do vale do Anhangabaú
Vista do vale do Anhangabaú, destacando-se os Palacetes Prates. Os palacetes, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1925

Viaduto Santa Ifigênia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Viaduto Santa Ifigênia
O Viaduto Santa Efigênia foi inicialmente idealizado por volta de 1890, por Francisco da Cunha Bueno e Jayme Serra, que obtiveram licença para a construção, que não foi iniciada e teve o contrato cancelado. Um novo contrato foi proposto, mas intervenções não permitiram que o projeto seguisse adiante. Em 1904 o vereador Oswaldo Nogueira de Andrade solicitou estudos e orçamento para a construção do viaduto, mas somente em 1906 os vereadores Candido Motta e Urbano Azevedo conseguiram obter um parecer da Comissão de Obras sobre a necessidade de sua construção. Em 1908 o edital foi publicado, mas algumas dificuldades burocráticas foram provocadas pelo vereador Silva Telles. Resolvidos todos os empecilhos, as obras finalmente começaram em 1910, com projeto da empresa Giulio Micheli. No ano seguinte começou a montagem da estrutura de ferro, vinda da Bélgica. O viaduto foi inaugurado em 26 de setembro de 1913 pelo prefeito Raymundo Duprat.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú
circa 1920

Largo de São Bento e Viaduto Santa Efigênia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo de São Bento e Viaduto Santa Efigênia
Instalado no local onde originalmente se encontrava a taba do cacique Tibiriçá, o Largo de São Bento é um dos primeiros assentamentos urbanos da cidade de São Paulo e possui destaque pela instalação do mosteiro de São Bento em seu entorno, construído por volta de 1660. O velho mosteiro foi derrubado em 1911, sendo depois construído o atual mosteiro, pronto em 1922. Em 1970, devido a implantação do metrô, o Largo de São Bento passou por uma intensa reforma urbanística com a construção de calçadões e jardins.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua e largo de São Bento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua e largo de São Bento
Instalado no local onde originalmente se encontrava a taba do cacique Tibiriçá, o Largo de São Bento é um dos primeiros assentamentos urbanos da cidade de São Paulo e possui destaque pela instalação do mosteiro de São Bento em seu entorno, construído por volta de 1660. O velho mosteiro foi derrubado em 1911, sendo depois construído o atual mosteiro, pronto em 1922. Em 1970, devido a implantação do metrô, o Largo de São Bento passou por uma intensa reforma urbanística com a construção de calçadões e jardins.
Guilherme Gaensly
Centro
1920

Rua 15 de Novembro, sentido praça da Sé
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua 15 de Novembro, sentido praça da Sé
A rua 15 de Novembro era uma das principais ruas da cidade de São Paulo, juntamente com as ruas São Bento e Direita, e foi assim nomeada quando proclamou-se a república no Brasil. Já existia no século XVII como um "projeto" de rua, e chamava-se rua do Paço Manoel Paes de Linhares, pois no local um certo Manoel possuía sua casa de taipa. Em 1715 foi construída uma igreja, de Nossa Senhora do Rosário, e logo a rua passou a chamar-se do Rosário dos Pretos. Foi chamada ainda de rua da Imperatriz, até que em 1889 veio o nome definitivo pelo qual é conhecida até hoje. Era nessa rua também que o fotógrafo Gaensly possuía seu estúdio.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua Líbero Badaró
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Líbero Badaró
Rua Líbero Badaró, esquina com a rua São João. O préido mais baixo, à esquerda, daria lugar ao edifício Martinelli. A rua Líbero Badaró foi aberta no século XIX com o nome de rua de São José, quando da expansão da área urbana inicial de São Paulo. Foi alargada para a circulação de bondes na cidade, e a área é hoje conhecida como Centro Velho de São Paulo.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua Líbero Badaró, sentido Praça do Patriarca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Líbero Badaró, sentido Praça do Patriarca
A rua Líbero Badaró foi aberta no século XIX com o nome de rua de São José, quando da expansão da área urbana inicial de São Paulo. Foi alargada para a circulação de bondes na cidade, e a área é hoje conhecida como Centro Velho de São Paulo.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua 15 de Novembro, a partir da praça Antônio Prado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua 15 de Novembro, a partir da praça Antônio Prado
A rua 15 de Novembro era uma das principais ruas da cidade de São Paulo, juntamente com as ruas São Bento e Direita, e foi assim nomeada quando proclamou-se a república no Brasil. Já existia no século XVII como um "projeto" de rua, e chamava-se rua do Paço Manoel Paes de Linhares, pois no local um certo Manoel possuía sua casa de taipa. Em 1715 foi construída uma igreja, de Nossa Senhora do Rosário, e logo a rua passou a chamar-se do Rosário dos Pretos. Foi chamada ainda de rua da Imperatriz, até que em 1889 veio o nome definitivo pelo qual é conhecida até hoje. Era nessa rua também que o fotógrafo Gaensly possuía seu estúdio.
Guilherme Gaensly
Centro
1916

Rua 15 de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua 15 de Novembro
A rua 15 de Novembro era uma das principais ruas da cidade de São Paulo, juntamente com as ruas São Bento e Direita, e foi assim nomeada quando proclamou-se a república no Brasil. Já existia no século XVII como um "projeto" de rua, e chamava-se rua do Paço Manoel Paes de Linhares, pois no local um certo Manoel possuía sua casa de taipa. Em 1715 foi construída uma igreja, de Nossa Senhora do Rosário, e logo a rua passou a chamar-se do Rosário dos Pretos. Foi chamada ainda de rua da Imperatriz, até que em 1889 veio o nome definitivo pelo qual é conhecida até hoje. Era nessa rua também que o fotógrafo Gaensly possuía seu estúdio.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1912

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro Municipal
O Teatro Municipal de São Paulo, projetado pelo arquiteto Ramos Azevedo, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Desde o fim do século XVIII, no entanto, a aristocracia paulista já pleiteava um teatro onde pudesse receber grandes companhias estrangeiras, uma vez que o único teatro da cidade, o São José, havia sofrido um incêndio e não encontrava-se em condições de receber grandes montagens teatrais. O terreno escolhido para a nova casa de espetáculos, no Morro do Chá, foi comprado em 1902, e Ramos de Azevedo inspirou-se na Ópera de Paris para fazer sua obra. Além de óperas, o Municipal foi palco de importantes manifestações culturais, como a Semana de Arte Moderna de 1922.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Paulista
A Avenida Paulista foi inaugurada em 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Souza Lima. Seria chamada Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas por iniciativa do próprio engenheiro ela foi batizada de Paulista, em homenagem aos paulistas. O que impulsionou sua abertura foi o desejo dos cafeicultores do estado de possuírem residência fixa na cidade, mas num local que não estivesse próximo ao Centro Velho da cidade. A avenida seguia padrões urbanísticos relativamente novos, e seus palacetes incorporaram elementos da arquitetura eclética. Até a década de 1950 seu perfil era basicamente residencial, até que o desenvolvimento da cidade levou novos empreendimentos comerciais à região e a avenida passou por profundas reformas arquitetônicas e paisagísticas.
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1920

Avenida Paulista - Belvedere do Trianon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Paulista - Belvedere do Trianon
A Avenida Paulista foi inaugurada em 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Souza Lima. Seria chamada Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas por iniciativa do próprio engenheiro ela foi batizada de Paulista, em homenagem aos paulistas. O que impulsionou sua abertura foi o desejo dos cafeicultores do estado de possuírem residência fixa na cidade, mas num local que não estivesse próximo ao Centro Velho da cidade. A avenida seguia padrões urbanísticos relativamente novos, e seus palacetes incorporaram elementos da arquitetura eclética. Até a década de 1950 seu perfil era basicamente residencial, até que o desenvolvimento da cidade levou novos empreendimentos comerciais à região e a avenida passou por profundas reformas arquitetônicas e paisagísticas.
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1923

Avenida Luis Antônio
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Luis Antônio
Avenida Brigadeiro Luís Antônio, cujo nome é uma homenagem a um destacado proprietário rural paulista, o brigadeiro Luís Antônio de Sousa Queirós. A avenida foi aberta em 14 de maio de 1894, nas terras da Baronesa de Limeira, e tinha por fim ligar o centro à Avenida Paulista, para atender as necessidades da expansão urbana da região. O brigadeiro Luís Antônio era pai do Barão de Limeira, marido da baronesa.
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1920

Avenida Higienópolis
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Higienópolis
O bairro de Higienópolis surgiu de um loteamento residencial nas cercanias da avenida Paulista, feito por Martinho Buchard e Victor Nothman em 1890. Em sua principal via, a avenida Higienópolis, foram construídos os mais elegantes palacetes da capital paulista, comparados muitas vezes às construções européias.
Guilherme Gaensly
Higienópolis
circa 1920

Avenida Higienópolis
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Higienópolis
O bairro de Higienópolis surgiu de um loteamento residencial nas cercanias da avenida Paulista, feito por Martinho Buchard e Victor Nothman em 1890. Em sua principal via, a avenida Higienópolis, foram construídos os mais elegantes palacetes da capital paulista, comparados muitas vezes às construções européias.
Guilherme Gaensly
Higienópolis
circa 1920

Rua Maranhão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Maranhão
Guilherme Gaensly
Higienópolis
circa 1920

Avenida Tiradentes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Tiradentes
A Avenida Tiradentes, principal ligação entre as zonas norte e sul da cidade, foi aberta pelo primeiro prefeito de São Paulo, Antonio da Silva Prado. A extensa avenida liga a Estação da Luz às margens do rio Tietê.
Guilherme Gaensly
Bom Retiro
circa 1920

Instituto Butantan
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Instituto Butantan
O Instituto Butantan foi fundado em 23 de fevereiro de 1901 como Instituto Serumtherapico. Surgiu depois de um surto epidêmico de peste bubônica no porto de Santos, identificado pela equipe de Vital Brazil, em que o Estado se viu na necessidade de instalar a produção de soro num local distante do centro. O local escolhido foi a Fazenda Butantan. Treze anos mais tarde, já com prestígio e importância crescentes, o Instituto precisou ser ampliando, surgindo assim o Prédio Central, o primeiro a ser construído para a instalação de diversos laboratórios. Hoje vinculado à Secretaria de Estado de Saúde Pública de São Paulo, o Butantan é um centro de pesquisa biomédica e abriga ainda três museus (Biológico, Histórico e Microbiológico) e um belo parque.
Guilherme Gaensly
Butantã
circa 1915

Instituto Butantan
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Instituto Butantan
O Instituto Butantan foi fundado em 23 de fevereiro de 1901 como Instituto Serumtherapico. Surgiu depois de um surto epidêmico de peste bubônica no porto de Santos, identificado pela equipe de Vital Brazil, em que o Estado se viu na necessidade de instalar a produção de soro num local distante do centro. O local escolhido foi a Fazenda Butantan. Treze anos mais tarde, já com prestígio e importância crescentes, o Instituto precisou ser ampliando, surgindo assim o Prédio Central, o primeiro a ser construído para a instalação de diversos laboratórios. Hoje vinculado à Secretaria de Estado de Saúde Pública de São Paulo, o Butantan é um centro de pesquisa biomédica e abriga ainda três museus (Biológico, Histórico e Microbiológico) e um belo parque.
Guilherme Gaensly
Butantã
circa 1915

Monumento do Ipiranga
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Monumento do Ipiranga
O Museu do Ipiranga, atual Museu Paulista da Universidade de São Paulo, foi projetado por Tommaso Gaudenzio Bezzi e construído por Luigi Pucci. Teve suas obras iniciadas em 23 de abril de 1885 e foi concluído em 1890, com o projeto ainda incompleto. Transformou-se em Museu Paulista em 29 de agosto de 1893, tendo sido inaugurado oficialmente como tal em 07 de setembro de 1895, e em 1963 passou a integrar a USP.
Guilherme Gaensly
Ipiranga
circa 1920

Monumento à Independência
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Monumento à Independência
O Monumento à Independência, também conhecido como Altar da Pátria, foi idealizado e construído em 1922 pelos italianos Ettore Ximenes (escultor) e Manfredo Manfredi (arquiteto) por ocasião do centenário de Independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Sendo inaugurado no mesmo ano, ainda incompleto. Atualmente, o Monumento à Independência, constitui, junto ao Museu Paulista da USP (Museu do Ipiranga) e à Casa do Grito, o Parque da Independência, inaugurado em 1988.
Guilherme Gaensly
Parque do Ipiranga
circa 1925

Jardim da praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim da praça da República
A praça foi assim batizada em 1889, quando da proclamação da república. Antes, ela já havia sido chamada Largo dos Curros, quando ali existia corridas de cavalo; Praça dos Milicianos, quando o lugar era usado para exercícios militares; e Largo 7 de Abril, quando passou a ser utilizada para treinamento de cocheiros e animais de tração.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1915

Jardim da praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim da praça da República
A praça foi assim batizada em 1889, quando da proclamação da república. Antes, ela já havia sido chamada Largo dos Curros, quando ali existia corridas de cavalo; Praça dos Milicianos, quando o lugar era usado para exercícios militares; e Largo 7 de Abril, quando passou a ser utilizada para treinamento de cocheiros e animais de tração.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1915

Ponte Grande – Clube de Regatas Tietê
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Ponte Grande – Clube de Regatas Tietê
O rio Tietê, que corta o estado de São Paulo, nasce em Salesópolis, na Serra do Mar, corre para o interior e deságua no rio Paraná, na divisa com o estado do Mato Grosso. No início do século XX foi fundado em suas margens o Clube de Regatas Tietê, de onde surgiram atletas renomados. Na época o rio ainda possuía águas límpidas e nadar em suas águas era um dos programas preferidos dos paulistanos. Na década de 1950 o rio foi considerado impróprio para o banho e as pessoas já estavam abandonando o hábito de nadar e pescar, mas foi somente em 1972 que o Tietê foi palco de sua última regata.
Guilherme Gaensly
Rio Tietê
circa 1915

Embarque de Café
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Embarque de Café
Embarque de café no porto de Santos, que inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Guilherme Gaensly
Porto
1900s

Viaduto da Serra
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Viaduto da Serra
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Guilherme Gaensly
Viaduto da Grota Funda
circa 1905

S.P.R. Grota Funda
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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S.P.R. Grota Funda
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Guilherme Gaensly
Viaduto da Grota Funda
circa 1905

Serra de Santos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Serra de Santos
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Guilherme Gaensly
Serra de Santos (Viaduto da Grota Funda)
circa 1905

Serra de Santos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Serra de Santos
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Guilherme Gaensly
Serra de Santos (Viaduto da Grota Funda)
circa 1905

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Lourival Gomes Machado, Richard Morse e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Local não identificado
1950s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Paulo Emílio Salles Gomes jogam xadrez sob o olhar de Paulo Afonso Mesquita
Não identificado
São Paulo
1930s

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Theatro Municipal
O Teatro Municipal de São Paulo, projetado pelo arquiteto Ramos Azevedo, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Desde o fim do século XVIII, no entanto, a aristocracia paulista já pleiteava um teatro onde pudesse receber grandes companhias estrangeiras, uma vez que o único teatro da cidade, o São José, havia sofrido um incêndio e não encontrava-se em condições de receber grandes montagens teatrais. O terreno escolhido para a nova casa de espetáculos, no Morro do Chá, foi comprado em 1902, e Ramos de Azevedo inspirou-se na Ópera de Paris para fazer sua obra. Além de óperas, o Municipal foi palco de importantes manifestações culturais, como a Semana de Arte Moderna de 1922.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú, Centro
circa 1915

Teatro São José
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro São José
O primitivo Teatro São José foi oficialmente inaugurado em 4 de setembro de 1864 com a apresentação da peça "A Túnica de Nessus", de Sizenando Nabuco, irmão de Joaquim Nabuco. O teatro vinha, de certa forma, suprir a necessidade do paulistano de um teatro maior e em melhores condições que a Casa da Ópera, considerada já bastante modesta. Localizava-se no Largo Municipal, hoje praça João Mendes, e durante muito tempo ficou sem acabamento no exterior e sem decoração interna. Na madrugada de 15 de fevereiro de 1898 o teatro sofreu um grande incêndio, que o destruiu por completo. Foi reconstruído na rua Xavier de Toledo, fazendo esquina com o Viaduto do Chá e a rua Formosa, no centro da cidade. Na década de 1920 o prédio foi demolido e em seu lugar foi construída a sede da empresa canadense Light and Power Company, que hoje funciona como um shopping center.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1908

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Paulista
A Avenida Paulista foi inaugurada em 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Souza Lima. Seria chamada Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas, por iniciativa do próprio engenheiro, ela foi batizada de Paulista, em homenagem aos paulistas. O que impulsionou sua abertura foi o desejo dos cafeicultores do estado de possuírem residência fixa na cidade, mas num local que não estivesse próximo ao Centro Velho da cidade. A avenida seguia padrões urbanísticos relativamente novos, e seus palacetes incorporaram elementos da arquitetura eclética. Até a década de 1950 seu perfil era basicamente residencial, até que o desenvolvimento da cidade levou novos empreendimentos comerciais à região e a avenida passou por profundas reformas arquitetônicas e paisagísticas.
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1905

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Paulista
A Avenida Paulista foi inaugurada em 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Souza Lima. Seria chamada Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas, por iniciativa do próprio engenheiro, ela foi batizada de Paulista, em homenagem aos paulistas. O que impulsionou sua abertura foi o desejo dos cafeicultores do estado de possuírem residência fixa na cidade, mas num local que não estivesse próximo ao Centro Velho da cidade. A avenida seguia padrões urbanísticos relativamente novos, e seus palacetes incorporaram elementos da arquitetura eclética. Até a década de 1950 seu perfil era basicamente residencial, até que o desenvolvimento da cidade levou novos empreendimentos comerciais à região e a avenida passou por profundas reformas arquitetônicas e paisagísticas.
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1905

Efeitos da Revolução de 1924 – Torre de água furada por bala de canhão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Torre de água furada por bala de canhão
Torre d'agua furada por bala de canhão. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Secretaria do Comando Geral da Força Pública incendiada por granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Secretaria do Comando Geral da Força Pública incendiada por granada
Secretaria do Comando Geral da Força Pública incendiada por granada. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Automóvel servindo de barricada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Automóvel servindo de barricada
Automóvel servindo de barricada. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Centro
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
Efeito de uma granada - Rua Caetano Pinto, 80. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Caetano Pinto, 80
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
Efeito de uma granada - Rua Caetano Pinto, 53. A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Caetano Pinto, 53
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Incêndio por granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Incêndio por granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua 25 de Março
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de granadas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de granadas
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Tabatinguera, 121-123
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas para os revolucionários
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas para os revolucionários
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma bomba
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma bomba
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Helvétia, nº 02 ; Campos Elíseos
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Incêndio produzido por granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Incêndio produzido por granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Oficinas Duprat, atual Rua Barão de Duprat, nº 380 ; Santo Amaro
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Cavalo, vítima de um estilhaço de granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Cavalo, vítima de um estilhaço de granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua do Triunfo ; Santa Ifigênia
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Vítimas de estilhaços de granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Vítimas de estilhaços de granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Companhia Antarctica Paulista
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua João Teodoro, 22
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma bomba jogada de um aeroplano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma bomba jogada de um aeroplano
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Dutra Roiz, 33-35-37, atual Rua Dutra Rodrigues ; Luz
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Os legalistas depois que retomaram a cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Os legalistas depois que retomaram a cidade
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Cozinha ambulante
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Cozinha ambulante
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Efeito de uma granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Tabatinguera
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas Legalistas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas Legalistas
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas Legalistas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas Legalistas
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Cotonificio Crespi
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Cotonificio Crespi
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Cotonificio Crespi
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Cotonificio Crespi
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Armazém da São Paulo Railway
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Armazém da São Paulo Railway
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Mooca
1924

Efeitos da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Taquari, 54
1924

Efeito da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeito da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua 21 de Abril, 400
1924

Efeito da Revolução de 1924 - Rua Cezario Alvim
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeito da Revolução de 1924 - Rua Cezario Alvim
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Cezario Alvim, 46-48
1924

Efeitos da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Avenida Lacerda Franco, nº 1 ; Cambuci
5 de julho de 1924

Efeito da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeito da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Fábrica de Cerveja Guanabara
1924

Efeito da Revolução de 1924 - Rua Cubatão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeito da Revolução de 1924 - Rua Cubatão
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Cubatão, 51
1924

Efeito da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeito da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo
1924

Efeitos da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo ; Rua Intendência ; Belenzinho
1924

Efeitos da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo ; Rua Intendência ; Belenzinho
1924

Efeito da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeito da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Almeida Lima, 169-171
1924

Efeito da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeito da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Dr. Almeida Lima, 17
1924

Efeitos da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua 21 de Abril, nº 53 ; Brás
1924

Efeito da Revolução de 1924
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeito da Revolução de 1924
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Serra de Araraquara, 72
1924

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Grupo da Revista Clima: Alfredo Mesquita, Antonio Candido e Lourival Gomes Machado sentados. Em pé, Antonio Branco Lefévre, Decio de Almeida Prado, Paulo Emílio Salles Gomes e Roberto Pinto de Souza
Não identificado
São Paulo
1944

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Araújo Cintra, Identificação parcial [Silvio], José Luiz Flaquer Netto, Oscar de Toledo Barros, Identificação parcial [J.Mello], José Jorge Borba, Identificação parcial [José S.], Roberto Porto, Carlos Alberto Salvatore, M. R. Botelho, Achiles de Barros Fontes e pessoas não identificadas
Não identificado
São Paulo
1950s

Campo de Santana, antigo Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana, antigo Campo da Aclamação
Torres
Praça da República ; Centro
25 de setembro de 1904

Campo de Santana, antigo Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana, antigo Campo da Aclamação
Torres
Praça da República ; Centro
circa 1904

Campo de Santana, antigo Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana, antigo Campo da Aclamação
Torres
Praça da República ; Centro
circa 1904

Trecho da Avenida Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Trecho da Avenida Central
Augusto Malta
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1906

Estátua equestre de General Osório
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua equestre de General Osório
A estátua eqüestre do General Osorio, um dos heróis da Guerra do Paraguai, foi feita por Rodolfo Bernardelli e inaugurada em 1894. Localizada na Praça XV, no centro da cidade, é composta também por relevos laterais que contêm cenas de batalha. Na estátua repousavam os restos mortais de Osorio até seu traslado, em 1993, para o Rio Grande do Sul, sua terra natal.
Torres
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1900

Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escola Politécnica
Localizada no Largo de São Francisco de Paula, o prédio foi o primeiro no Brasil erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. Foi sede da Escola Politécnica, antiga Escola Central. As origens da Escola confundem-se com as da Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o prédio do Largo de São Francisco. Em 1874, a totalidade do ensino militar passara para a escola da Praia Vermelha, e a antiga Escola Central passou a ser formada somente por civis, e ganhou o nome de Politécnica. Seu primeiro diretor foi o Visconde do Rio Branco. Atualmente é sede do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.
Torres
Largo de São Francisco ; Centro
circa 1890

Rua Santa Luzia; à direita, o Hospital da Misericórdia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Santa Luzia; à direita, o Hospital da Misericórdia
Torres
Rua Santa Luzia ; Centro
circa 1900

Lapa, Santa Teresa, Aqueduto da Carioca e, ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Lapa, Santa Teresa, Aqueduto da Carioca e, ao fundo, o Morro do Castelo
Torres
Rua Ferro Carril Carioca, atual rua Joaquim Murtinho ; Santa Teresa
circa 1900

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de Novembro
Torres
Centro
circa 1905

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de Novembro
Chafariz do Palácio Monroe, ao centro; chafariz do Mestre Valentim, à esquerda; e, à direita, Mercado da Praia do Peixe.
Torres
Centro
circa 1905

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de Novembro
Mercado da Praia do Peixe, à direita; ao fundo, cúpula e torres da Igreja da Candelária.
Torres
Centro
circa 1905

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de Novembro
Edifício do Ministério da Agricultura, à esquerda; ao centro, o coreto da Praça XV de Novembro e bondes puxados à tração animal.
Torres
Centro
circa 1905

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de Novembro
Ao fundo, Estação das Barcas e Cais Pharoux.
Torres
Centro
circa 1905

Docas do Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Docas do Mercado da Praia do Peixe
A Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal, era o endereço do mercado municipal; primeiro ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronta em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade, o mercado (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (1911) e em seu lugar foi erguido um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica, projetado por Alfredo Azevedo Marques. Cinco torres metálicas delimitavam seu espaço. Hoje, apenas uma, na qual funciona o restaurante Albamar está de pé. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Torres
Centro
circa 1885

Trapiches na área portuária; ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Trapiches na área portuária; ao fundo, o Morro do Castelo
Trapiches na área portuária da cidade, destacando-se à direita o Trapiche Medeiros, provavelmente localizado na Rua da Saúde.
Torres
Centro
29 de março de 1904

Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Até 1905, a praia de Santa Luzia era uma opção de lazer para a população carioca, que a usava para banhos de mar. Naquele ano, o prefeito Pereira Passos mandou construir no local garagens para os barcos dos clubes de remo. Foi o início da descaracterização da praia. Em 1922, com a derrubada do Morro do Castelo, foi construída a Esplanada do Castelo, mas ainda era possível nadar na praia de Santa Luzia, mesmo com a diminuição da faixa de areia. Na década de 1930, a ampliação do aterro para a construção do Aeroporto Santos Dumont eliminou o que restava da praia e da Ponta do Calabouço.
Torres
Praia de Santa Luzia, atual avenida Augusto Severo ; Centro
circa 1910

Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória
A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, que levantou novo mercado, a fim de dar melhor aparência ao logradouro. O Mercado da Glória, construído em 1858, no entanto, foi demolido durante as reformas urbanas entre 1903 e 1906. O mercado veio a se transformar em um cortiço, demolido pelo prefeito Pereira Passos, e substituído por uma praça (no atual Largo da Glória).
Torres
Glória
1904

Murada da Glória; ao centro, o relógio da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Murada da Glória; ao centro, o relógio da Glória
Localizado na rua da Glória, em frente à Cândido Mendes, o relógio foi instalado na gestão do prefeito Pereira Passos, em uma ação de embelezamento do bairro. Pereira Passos mandou retirar a balaustrada de bronze que circulava a Praça Tiradentes, no Centro do Rio, e transferi-la para a Avenida Augusto Severo. O Relógio teve a finalidade de arrematar o conjunto. A inauguração se deu no dia 15 de abril de 1905. À época, foi a Companhia de Ferro Carril do Jardim Botânico (também responsável pelos bondes da cidade) quem fez a iluminação do Monumento, que é formado por uma coluna de 7,5 metros de altura. A máquina do Relógio foi instalada pelo relojoeiro alemão Frederich Krussman. O material utilizado na construção da peça é francês.
Torres
Glória
circa 1910

Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar
A Avenida Beira-Mar, que liga o centro à zona sul da cidade, começou a ser planejada em 1903, pelo prefeito Pereira Passos, o mesmo que planejou a Avenida Central (atual Rio Branco). Passos a imaginou como a Promenade des Anglais, em Nice, na França, e também como um prolongamento da própria Avenida Central. A Avenida Beira-Mar contornaria a baía até o fim de Botafogo, partindo do antigo Cais da Glória, ou Praia das Areias de Espanha. Foi inaugurada em 1905, adornada por colunetas que foram destruídas por ressacas.
Torres
Glória
circa 1910

Vista da Avenida Beira-Mar em construção
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Avenida Beira-Mar em construção
A avenida Beira-mar foi idealizada quando Pereira Passos era prefeito do Rio e Rodrigues Alves presidia o Brasil, a Avenida Beira Mar foi inaugurada em 1906 (mas as obras seguiram até o ano seguinte), no auge das modernizações promovidas na cidade do Rio de Janeiro.
Torres
Praia do Flamengo ; Flamengo
1904

Vista de Botafogo com o Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista de Botafogo com o Corcovado ao fundo
Torres
Botafogo
circa 1904

Copacabana na altura do Posto 6
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Copacabana na altura do Posto 6
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por mercadores de prata, que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru. À direita, na esquina da Avenida Atlântica com a atual Rua Francisco Otaviano, encontra-se o restaurante "Mère Louise", que já existia em 1903. Sua proprietária era a francesa Mme. Louise Chabas (1843 - 1918). Em 1907, passou a ser também um dos cabarés mais famosos do Brasil. Era também um hotel. Ela vendeu o estabelecimento, em torno de 1911, para a Companhia Cervejaria Brahma. Continuou funcionando e também era chamado de Restaurante Igrejinha. Foi demolido em 1934. Em 1935, no local, foi aberto o Casino Balneario Atlantico, demolido na década de 1970. Em 1974, foi lançado o Shopping Cassino Atlântico e um hotel. O Hotel Rio Palace foi inaugurado, em 1979, e depois foi arrendado pelo Grupo Accor dono da marca Sofitel. O Hotel Fairmont Copacabana substituiu o Sofitel, tendo sido aberto em 2019.
Torres
Copacabana
circa 1907

Pedra da Gávea a partir de São Conrado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra da Gávea a partir de São Conrado
Augusto Malta
São Conrado
circa 1910

Avenida do Mangue - demolição de antigas pontes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida do Mangue - demolição de antigas pontes
Torres
Centro
2 de abril de 1904

Avenida do Mangue
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida do Mangue
Torres
Centro
circa 1904

Estrada do Joá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estrada do Joá
Augusto Malta
Estrada do Joá ; Joá
circa 1920

Estrada da Barra de Guaratiba
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estrada da Barra de Guaratiba
Augusto Malta
Estrada da Barra de Guaratiba, atual Estrada Roberto Burle Marx ; Barra de Guaratiba
circa 1925

Avenida Niemeyer; ao fundo, a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Niemeyer; ao fundo, a Pedra da Gávea
Augusto Malta
Avenida Niemeyer ; São Conrado
circa 1920

Anitgo trecho da estrada da Gávea, atual estrada do Joá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Anitgo trecho da estrada da Gávea, atual estrada do Joá
Augusto Malta
São Conrado
circa 1920

Estrada da Barra de Guaratiba
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estrada da Barra de Guaratiba
Augusto Malta
Estrada da Barra de Guaratiba, atual Estrada Roberto Burle Marx ; Barra de Guaratiba
circa 1925

Obras na Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Obras na Avenida Central, atual Rio Branco
Autoria não identificada
Rua da Prainha, atual Rua Acre ; Centro
circa 1905

Avenida Central, atual Rio Branco; a partir do Largo da Prainha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central, atual Rio Branco; a partir do Largo da Prainha
Largo da Prainha ; Centro
circa 1905

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central, atual Rio Branco
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1905

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central, atual Rio Branco
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1905

Obras na Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Obras na Avenida Central, atual Rio Branco
Autoria não identificada
Centro
circa 1905

Festejos na Prainha, atual Praça Mauá, onde foram oficialmente iniciadas as obras de construção da Avenida Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Festejos na Prainha, atual Praça Mauá, onde foram oficialmente iniciadas as obras de construção da Avenida Central
Torres
Prainha, atual Avenida Praça Mauá ; Centro
1904

Comitiva oficial - início dos trabalhos de construção da Avenida Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comitiva oficial - início dos trabalhos de construção da Avenida Central
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
8 de março de 1904

Ladeira do Seminário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ladeira do Seminário
Sobrados na Ladeira do Seminário, aos pés do Morro do Castelo, enfeitados para as demolições a serem oficialmente iniciadas na outra extremidade da Avenida.
Torres
Morro do Castelo ; Centro
8 de março de 1904

Primeiras demolições nas proximidades do Morro do Castelo; a partir da Avenida Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Primeiras demolições nas proximidades do Morro do Castelo; a partir da Avenida Central
Torres
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
8 de abril de 1904

Demolições em frente ao antigo Convento da Ajuda
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Demolições em frente ao antigo Convento da Ajuda
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco
9 de abril de 1904

Demolição do Morro do Castelo para a construção da avenida Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Demolição do Morro do Castelo para a construção da avenida Central
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905.
Torres
Morro do Castelo
1904

Demolições na Rua da Ajuda, aos pés do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Demolições na Rua da Ajuda, aos pés do Morro do Castelo
Torres
Rua da Ajuda ; Centro
1904

Demolição do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002008OBAC010.jpg
Demolição do Morro do Castelo
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905.
Torres
Morro do Castelo ; Centro
1904

Nivelamento do terreno nas proximidades do Convento da Ajuda
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Nivelamento do terreno nas proximidades do Convento da Ajuda
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco
1904

Construção da Avenida Central - demolições entre as ruas da Quitanda e do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - demolições entre as ruas da Quitanda e do Ouvidor
Torres
Proximidades da Rua da Quitanda ; Centro
1904

Demolições no Morro de São Bento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Demolições no Morro de São Bento
Demolições na encosta do Morro de São Bento, onde foram usadas bombas de dinamite e perfurações elétricas.
Torres
Morro de São Bento
1904

Escritório do Primeiro Distrito da Avenida Central na Prainha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escritório do Primeiro Distrito da Avenida Central na Prainha
Torres
Prainha, atual Praça Mauá ; Centro
circa 1904

Engenheiros na Avenida Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Engenheiros na Avenida Central
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco
1904

Construção da Avenida Central - engenheiros preparando o nivelamento dos terrenos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - engenheiros preparando o nivelamento dos terrenos
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco
1904

Construção da Avenida Central - entre os presentes, o engenheiro Miguel Bacellar preparando o nivelamento dos terrenos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - entre os presentes, o engenheiro Miguel Bacellar preparando o nivelamento dos terrenos
Ao fundo a antiga Casa Hasenelever.
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1904

Construção da Avenida Central - obras de demolição e de preparação para pavimentação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - obras de demolição e de preparação para pavimentação
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1904

Construção da Avenida Central - obras de preparação para pavimentação; trecho em direção à Prainha (atual Praça Mauá)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - obras de preparação para pavimentação; trecho em direção à Prainha (atual Praça Mauá)
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1904

Construção da Avenida Central - iluminação elétrica provisória para os trabalhos de construção realizados à noite
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - iluminação elétrica provisória para os trabalhos de construção realizados à noite
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1904

Construção da Avenida Central - visita da comitiva presidencial
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - visita da comitiva presidencial
Comitiva presidencial percorrendo de bonde o traçado da Avenida, linha instalada para a supervisão dos trabalhos e para o transporte de material.
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
7 de setembro de 1904

Construção da Avenida Central - edifícios em obras, trabalhos de pavimentação e de instalação dos postes de iluminação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002008OBAC026.jpg
Construção da Avenida Central - edifícios em obras, trabalhos de pavimentação e de instalação dos postes de iluminação
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1904

Construção da Avenida Central - plantio de mudas de Pau-Brasil nos passeios
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - plantio de mudas de Pau-Brasil nos passeios
Trecho entre a Rua São José e o Theatro Municipal.
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
setembro de 1905

Construção da Avenida Central - edifícios em obras, na altura da Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - edifícios em obras, na altura da Rua do Ouvidor
À esquerda, a futura loja do Bastidor de Bordar.
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1905

Avenida Central - cerimônia oficial de abertura ao tráfego
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central - cerimônia oficial de abertura ao tráfego
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
15 de novembro de 1905

Cerimônia oficial de abertura da Avenida Central ao tráfego
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cerimônia oficial de abertura da Avenida Central ao tráfego
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco
15 de novembro de 1905

Inauguração da Avenida Central - desfile militar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Inauguração da Avenida Central - desfile militar
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
15 de novembro de 1905

Construção da Avenida Central - edifícios em obra, pistas pavimentadas e recém-abertas ao público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - edifícios em obra, pistas pavimentadas e recém-abertas ao público
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1905

Avenida Central - pedestres
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central - pedestres
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1905

Construção da Avenida Central - edifícios em obras; trecho em direção à Prainha, atual Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - edifícios em obras; trecho em direção à Prainha, atual Praça Mauá
Avenida Central, em direção às obras do porto, na Prainha, tomada de um edifício nas proximidades da Rua Sete de Setembro (à direita, ao fundo, a Igreja da Candelária).
Torres
Rua Sete de Setembro, próximo à Avenida Central, atual Avenida Rio Branco ; Centro
1906

Avenida Central; tomada de um edifício nas proximidades da Rua Sete de Setembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central; tomada de um edifício nas proximidades da Rua Sete de Setembro
Avenida Central em direção às obras do Porto, na Prainha.
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1906

Avenida Central - edifícios em contrução
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central - edifícios em contrução
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1906

Avenida Central na altura da Rua da Assembléia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central na altura da Rua da Assembléia
Torres
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
1906

Região da avenida Central próxima à rua México
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Região da avenida Central próxima à rua México
Torres
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
1906

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado, Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoas não identificadas em jantar de confraternização
Não identificado
São Paulo
1950s

Paranoia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia
Ensaio autoral, imagens e texto, sobre a cidade de São Paulo.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “enquanto costureiros"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “enquanto costureiros"
Cenas da cidade de São Paulo. Homem segurando mulher contorcionista durante apresentação.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “porres acabando lentamente"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “porres acabando lentamente"
Cenas da cidade de São Paulo. Pessoa deitada em escadaria na rua. Parte de automóvel (fusca) visível ao fundo.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “havia um revólver"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “havia um revólver"
Cenas da cidade de São Paulo. Pássaro empalhado e revólveres expostos em vitrine.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “para pequenos paquidermes"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “para pequenos paquidermes"
Cenas da cidade de São Paulo. Tromba e cabeça de elefantes.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “disparo-me como uma tômbola"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “disparo-me como uma tômbola"
Cenas da cidade de São Paulo. Homem dentro de brinquedo de parque de diversão.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “os comerciantes são piedosos"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “os comerciantes são piedosos"
Cenas da cidade de São Paulo. Pessoas passam por loja com vitrines e letreiro onde se lê "um presente para você".
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “Os arranha-céus de carniça"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “Os arranha-céus de carniça"
Cenas da cidade de São Paulo. Pernas de mulheres caminhando. Em segundo plano, latas de óleo combustível com flores.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “pombas crucificadas"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “pombas crucificadas"
Cenas da cidade de São Paulo. Ave esculpida ou empalhada, suspensa por um fio.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: "...fios telefônicos cruzam-se no meu esôfago"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: "...fios telefônicos cruzam-se no meu esôfago"
Cenas da cidade de São Paulo. Detalhe de fiação elétrica de poste.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “Deus suicidou-se com uma navalha espanhola"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “Deus suicidou-se com uma navalha espanhola"
Cenas da cidade de São Paulo. Imagem desfocada de um objeto circular, luminoso.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “nos seios fixos"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “nos seios fixos"
Cenas da cidade de São Paulo. Busto de manequim.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “as palavras cobrem com carícias negras os fios telefônicos"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “as palavras cobrem com carícias negras os fios telefônicos"
Cenas da cidade de São Paulo. Detalhes de letreiro e fiação de poste elétrico.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “inventando a loucura e o arrependimento de Deus"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “inventando a loucura e o arrependimento de Deus"
Cenas da cidade de São Paulo. Dois cachorros, um com vestimentas.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “Olho para os adolescentes"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “Olho para os adolescentes"
Cenas da cidade de São Paulo. Grupo de jovens conversa em um parque, com bicicletas e motocicleta apoiadas em árvore.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “Onde exercitas os músculos da tua alma"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “Onde exercitas os músculos da tua alma"
Cenas da cidade de São Paulo. Acrobatas durante apresentação.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “olhar tranquilo dos peixes"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “olhar tranquilo dos peixes"
Cenas da cidade de São Paulo. Peixes sobre balcão.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: "brinco imenso"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: "brinco imenso"
Cenas da cidade de São Paulo. Perfil de rosto de mulher com brinco.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “as brancas lacerações"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “as brancas lacerações"
Cenas da cidade de São Paulo. Grupo de crianças jogando futebol em parque arborizado.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “olhos de aborto"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “olhos de aborto"
Cenas da cidade de São Paulo. Detalhe de escultura com figuras humanas.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “suplícios"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “suplícios"
Cenas da cidade de São Paulo. Imagem desfocada.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Paulo Emílio Salles Gomes
Não identificado
São Paulo
1940

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar; ao fundo, pavilhão da Exposição Nacional de 1908
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM014.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar; ao fundo, pavilhão da Exposição Nacional de 1908
Palácio das Indústrias (antiga Escola Militar), um dos pavilhões da Exposição de 1908.
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM015.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar, visitantes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM026.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar, visitantes
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM027.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar; ao fundo, pavilhão da Exposição Nacional de 1908
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM028.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar; ao fundo, pavilhão da Exposição Nacional de 1908
Palácio das Indústrias (antiga Escola Militar), um dos pavilhões da Exposição de 1908.
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM030.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM031.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM032.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM033.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM035.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM036.jpg
Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

Equipe de construção do bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002010TM038.jpg
Equipe de construção do bondinho do Pão de Açúcar
Therezio Mascarenhas
Urca
circa 1910

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Elenco da peça O baile dos ladrões com Delmiro Gonçalves, Glauco de Divitis, Eduardo Bassi, José Scatena, Mira Lifchitz, Lígia Corrêa, Nídia Pincherle, Ruy Affonso, Machado, Ciro Cury e Waldemar Wey
Não identificado
São Paulo
1948

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado, Paulo Afonso Mesquita Sampaio e pessoa não identificada
Não identificado
São Paulo
1930s

Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa), a partir do Morro de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa), a partir do Morro de Santo Antônio
Destaque para os Arcos da Lapa e para o convento de Santa Teresa.
Augusto Malta
Morro de Santo Antônio ; Centro
circa 1915

Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Tiradentes
Augusto Malta
Centro
circa 1929

Avenida Beira-Mar, destaque para o Hotel Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002012AM003.jpg
Avenida Beira-Mar, destaque para o Hotel Central
Augusto Malta
Flamengo
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
Augusto Malta
Centro
circa 1918

Avenida Rio Branco; destaque para a Praça Marechal Floriano, Biblioteca Nacional e Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco; destaque para a Praça Marechal Floriano, Biblioteca Nacional e Teatro Municipal
Augusto Malta
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1918

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002012LP001.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começaram as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestres calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi aberta ao tráfego em 1905.
Photo Lopes Rio
Avenida Presidente Wilson ; Centro
circa 1917

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Paulo Emílio Salles Gomes na Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1976

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Paulo Emílio Salles Gomes na Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1976

Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Lagoa Rodrigo de Freitas
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índios de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a Lagoa até a desembocadura do Rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira.
Autoria não identificada
Morro do Martelo ; Humaitá
21 de junho de 1945

Vista dos bairros da Urca, de Botafogo e de parte de Copacabana; a partir do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista dos bairros da Urca, de Botafogo e de parte de Copacabana; a partir do Morro do Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Pão de Açúcar ; Urca
circa 1940

Vista do bairro de Copacabana; a partir do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002014RJRJ005.jpg
Vista do bairro de Copacabana; a partir do Leme
Autoria não identificada
Leme
circa 1940

Praia de Botafogo e o Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Botafogo e o Cristo Redentor
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Autoria não identificada
Praça Oswaldo Cruz ; Botafogo
circa 1940

Vista da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da enseada de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Autoria não identificada
Avenida Infante Dom Henrique ; Botafogo
circa 1940

Bairros da Glória e do Centro; vistos das proximidades da Rua da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairros da Glória e do Centro; vistos das proximidades da Rua da Glória
Vista do bairro da Glória e do Centro do Rio de Janeiro. Ao fundo, vemos o antigo edifício art-déco da Standart Oil Company, que no Brasil usa a marca Esso, com seu logotipo no telhado. O prédio foi projetado pelo arquiteto inglês Robert Prentice e inaugurado em 1935. Logo atrás está o edifício Novo Mundo, também considerado um marco da arquitetura art-déco na cidade. Ambos os prédios estão localizados na Avenida Presidente Wilson. À direita da imagem vemos o aeroporto Santos Dumont ainda inacabado. O aeroporto foi projetado pelos irmãos Marcelo e Milton Roberto, na década de 1930.
Autoria não identificada
Bairro da Glória
circa 1935

Avenida Vieira Souto; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Vieira Souto; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
O bairro de Ipanema foi surgindo na última década do século XIX, por iniciativa do Barão de Ipanema. O próprio nome do bairro, aliás, foi homenagem deste para com seu pai, o Conde de Ipanema. A urbanização coube ao Barão e seu amigo, Coronel José Silva. Em 1894 eles abriram as praças Marechal Floriano Peixoto (hoje General Osório) e Coronel Valadares (ou Nossa Senhora da Paz), a Avenida Vieira Souto e outras. Somente em 1902 os primeiros bondes começaram a transitar por Vila Ipanema, como era chamado o novo bairro.
Autoria não identificada
Avenida Vieira Souto ; IIpanema
circa 1940

Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar
A Avenida Beira Mar, que liga o centro à zona sul da cidade, começou a ser planejada em 1903 pelo prefeito Pereira Passos, o mesmo que planejou a abertura da Avenida Central (atual Rio Branco). Passos a imaginou como a Promenade des Anglais, em Nice, na França, e também como um prolongamento da Rio Branco. A avenida contornaria a baía até o fim de Botafogo, partindo do antigo Cais da Glória ou Praia das Areias de Espanha. Foi inaugurada em 1905, adornada por colunetas que foram destruídas por ressacas.
Autoria não identificada
Avenida Beira-Mar ; Centro
circa 1945

Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Avenida Augusto Severo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Avenida Augusto Severo
A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, considerada uma jóia da arquitetura colonial brasileira, teve sua construção iniciada na segunda metade do século XVIII, por volta de 1714. O autor do projeto era o arquiteto tenente-coronel José Cardoso de Ramalho, nomeado por D. João V para o posto de Capitão de Infantaria da Capitania do Rio de Janeiro. Pronta em 1739, a igreja tem trabalhos ornamentais em talha que representam a transição entre o final do estilo rococó e o neoclássico. No interior há azulejos renascentistas representando cenas inspiradas na Bíblia, cuja autoria é atribuída a Mestre Valentim, expoente da azulejaria joanina no país.
Autoria não identificada
Bairro da Glória
circa 1945

Morro do Pão de Açúcar; visto da Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Pão de Açúcar; visto da Praia de Botafogo
A origem do nome Pão de Açúcar seria graças aos portugueses, que acharam o morro semelhante aos blocos de açúcar colocados em formas de barro cônicas e levados para a Europa. O nome teria se popularizado no século XIX, quando artistas estrangeiros retratavam a beleza do penhasco.
Autoria não identificada
Bairro de Botafogo
circa 1945

O Pão de Açúcar; destaque para o bondinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O Pão de Açúcar; destaque para o bondinho
A origem do nome Pão de Açúcar.seria graças aos portugueses, que acharam o morro semelhante aos blocos de açúcar colocados em formas de barro cônicas e levados para a Europa. O nome teria se popularizado no século XIX, quando artistas estrangeiros retratavam a beleza do penhasco.
Autoria não identificada
Urca
circa 1945

Parada militar de 7 de setembro na avenida Presidente Vargas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Parada militar de 7 de setembro na avenida Presidente Vargas
Desfile em comemoração ao dia da independência brasileira, proclamada por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822. Destaque para o Palácio Duque de Caxias e para o prédio da Estação Central do Brasil.
Autoria não identificada
Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1945

Hotel Serrador
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Hotel Serrador
O Hotel Serrador foi propriedade de Francisco Serrador, espanhol de Valência que aportou em Santos, enriqueceu vendendo peixe em Curitiba e tornou-se famoso no Rio de Janeiro, já que foi o idealizador da Cinelândia. O prédio, que foi batizado com seu nome, foi inaugurado em 1944, três anos após sua morte. O hotel fazia parte de um conjunto de cinco prédios, e tinha como destaque a boate Night and Day, que fazia sucesso com espetáculos de teatro de revista de Carlos Machado, na década de 1950. O hotel entrou em decadência na década de 1960, com a desvalorização da região. Com fachada tombada pelo patrimônio histórico, o prédio foi sede da Petros (fundo de pensão da Petrobras).
Autoria não identificada
Cinelândia
circa 1949

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Antonio de Almeida Prado na Itália
Studio Artístico Fotográfico Francesco Reale
Roma
1910s

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Ernesto Moraes Leme e Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1974

Avenida Rio Branco; ao fundo, o Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco; ao fundo, o Teatro Municipal
Carlos Bippus
Centro
circa 1915

Vista noturna da Enseada de Botafogo; a partir do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna da Enseada de Botafogo; a partir do Mirante Dona Marta
Carlos Bippus
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1915

Avenida Beira-Mar iluminada; ao fundo, o Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar iluminada; ao fundo, o Outeiro da Glória
Carlos Bippus
Avenida Beira-Mar
circa 1915

Enseada de Botafogo a partir do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Botafogo a partir do Morro do Corcovado
Bairro e Enseada de Botafogo, delimitada pelos morros do Pasmado e da Viúva. À direita, a Escola Militar na Praia Vermelha, com a fachada construída para a Exposição Nacional de 1908. Ao fundo, os morros de Niterói e a Fortaleza de Santa Cruz.
Carlos Bippus
Morro do Corcovado
circa 1915

Ressaca Avenida Beira-Mar; na altura do Bairro da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ressaca Avenida Beira-Mar; na altura do Bairro da Glória
Ao fundo, pode-se ver o Pão de Açúcar, a Igreja e o Outeiro da Glória, tendo no seu sopé a chaminé da companhia de esgotos City Improvements. É possível identificar as obras do Hotel Glória, bem à frente do Pão de Açúcar, inaugurado em 1922.
Carlos Bippus
Avenida Beira-Mar
circa 1921

Ressaca na Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ressaca na Avenida Beira-Mar
Ressaca na Avenida Beira Mar, no trecho inicial da Avenida Central (atual Rio Branco).
Carlos Bippus
Avenida Beira-Mar
circa 1921

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Ruth Alcântara de Almeida Prado na sala de casa
Não identificado
São Paulo
1990

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado, Mino Carta e Giani Rato
Não identificado
São Paulo
1990s

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Paulo Emílio Salles Gomes
Não identificado
Local não identificado
1970s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Paulo Emílio Salles Gomes na Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1976

Igreja do Corpo Santo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja do Corpo Santo
Igreja do Corpo Santo, também conhecida como de São Pedro Gonçalves, demolida em outubro de 1913, durante as reformas que visavam ampliar a cidade de Recife. Suas relíquias foram transferidas para a igreja Matriz da Boa Vista. A igreja já existia no século XVII, quando da invasão holandesa à cidade.
Francisco du Bocage
Bairro do Recife, atual Recife Antigo
circa 1910

Recife Antigo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Recife Antigo
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores, e a Vila já estava constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos ainda fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Francisco du Bocage
Bairro do Recife (atual Recife Antigo)
circa 1910

Estação Estrada de Ferro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estação Estrada de Ferro
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores, e a Vila já estava constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos ainda fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Francisco du Bocage
Largo da Encruzilhada
circa 1910

Rua São Jorge
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua São Jorge
O Bairro do Recife, conhecido hoje como Recife Antigo, deu origem à cidade no final da primeira metade do século XVI. O ponto de origem da povoação foi o porto, que logo foi acrescido de depósitos para armazenar as mercadorias por aí escoadas. Bastante movimentado e logo bastante habitado, o bairro foi melhor planejado quando chegaram os holandeses no século XVII.
Francisco du Bocage
Bairro do Recife, atual Recife Antigo
circa 1910

Largo da Estação Central - Detenção
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo da Estação Central - Detenção
Largo em frente à Estação Central de Recife, que vemos ao fundo, construída em meados do século XIX pela Rede Ferroviária do Nordeste. Era a estação inicial da ferrovia e estava localizada à esquerda do rio Capibaribe, em frente à Detenção, atual Casa de Cultura. Posteriormente a estação teve como função servir à Estrada de Ferro Central de Pernambuco, inaugurada em 1888. Pouco depois esta companhia foi arrendada à Great Western of Brazil Railway Company, que administrava as ferrovias brasileiras desde o início do século XIX. Transformada em museu em 1971 - embora ainda funcionasse como estação - a Estação Central foi desativada em 1982, para o início das obras do metrô.
Francisco du Bocage
Bairro São José
circa 1910

Porto do Recife
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Porto do Recife
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores, e a Vila já estava constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos ainda fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Francisco du Bocage
Porto
circa 1910

Porto de Recife - Construção do Armazém
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Porto de Recife - Construção do Armazém
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores, e a Vila já estava constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos ainda fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Francisco du Bocage
Porto
circa 1910

Ponte da Estrada de Ferro Caxangá, ao fundo, rua da Aurora
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ponte da Estrada de Ferro Caxangá, ao fundo, rua da Aurora
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores, e a Vila já estava constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos ainda fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Francisco du Bocage
Recife
circa 1910

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Paulo Emílio Salles Gomes na Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1976

Vista da Praia Vermelha; a partir do Morro do Pasmado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Praia Vermelha; a partir do Morro do Pasmado
Ao fundo, à esquerda, o Pão de Açúcar e, à direita, parte do Morro da Babilônia, unidos pela Escola Militar. Em primeiro plano, à esquerda, a Avenida da Praia, atual Avenida Pasteur.
Juan Gutierrez
Morro do Pasmado
circa 1894

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado em programa de TV
Não identificado
São Paulo
1970s

Águas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Águas
Thomaz Farkas
Rio de Janeiro
1940s

Escultor na areia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escultor na areia de Copacabana
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru).
Thomaz Farkas
Praia de Copacabana
1940s

Experiência surrealista com os colegas da Escola Politécnica (Poli)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Experiência surrealista com os colegas da Escola Politécnica (Poli)
Thomaz Farkas
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Júlio Lerner, Ewerton de Castro, Esther Góes e Decio de Almeida Prado em camarim
Não identificado
São Paulo
1980s

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado em almoço de confraternização
Não identificado
São Paulo
1970s

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado, Paulo Emílio Salles Gomes e pessoas não identificadas na Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1976

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Caio Caiuby, Waldemar Wey, Lygia Corrêa, Carlos Falbo, Miriam Lifchtiz, Decio de Almeida Prado e Rui Affonso Machado em reunião do Grupo Universitário de Teatro.
Não identificado
São Paulo
1947

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado em jogo de tênis
Não identificado
São Paulo
1950s

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado durante caçada em sua fazenda no interior de São Paulo
Não identificado
Local não identificado
1950s

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Rio de Janeiro
1940s

Praça Paris, Outeiro da Glária e o Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Paris, Outeiro da Glária e o Morro do Pão de Açucar
Autoria não identificada
Bairro da Glória
circa 1940

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado em almoço de confraternização do Estado de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1960s

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Maria Thereza Gregori
Não identificado
São Paulo
1961

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Maria Thereza Gregori e Decio de Almeida Prado em programa Revista Feminina na TV Tupi
Não identificado
São Paulo
1961

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Paulo Emílio Salles Gomes na Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1976

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Paulo Emílio Salles Gomes na Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1976

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Paulo Emílio Salles Gomes e Decio de Almeida Prado na Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1976

Boa vista e Rua do Hospício
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Boa vista e Rua do Hospício
O bairro da Boa Vista deve seu nome ao Palácio da Boa Vista, construído em 1643 pelo holandês Maurício de Nassau para seu descanso e lazer. O palácio ficava nas margens do rio Capibaribe, na região do atual bairro de Santo Antônio. Durante a II Guerra Mundial o bairro abrigou imigrantes judeus de origem européia, que em suas praças promoviam encontros da comunidade judaica na cidade.
Francisco du Bocage
Boa Vista
circa 1910

Bairro de Recife
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro de Recife
O Bairro do Recife, conhecido hoje como Recife Antigo, deu origem à cidade no final da primeira metade do século XVI. O ponto de origem da povoação foi o porto, que logo foi acrescido de depósitos para armazenar as mercadorias por aí escoadas. Bastante movimentado e logo bastante habitado, o bairro foi melhor planejado quando chegaram os holandeses no século XVII.
Francisco du Bocage
Bairro de Recife, atual Recife Antigo
circa 1910

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Paulo Emílio Salles Gomes e Decio de Almeida Prado na Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1976

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado, Cacilda Becker e pessoas não-identificadas do Grupo Universitário de Teatro
Não identificado
São Carlos
24 de julho de 1943

Voo do dirigível Graf Zeppelin sobre o centro da cidade, destaque para o edifício Martinelli
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Voo do dirigível Graf Zeppelin sobre o centro da cidade, destaque para o edifício Martinelli
Alfredo Krausz
Centro
circa 1935

Panorama da Baía de Guanabara; ao fundo, o Bairro da Glória e Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Panorama da Baía de Guanabara; ao fundo, o Bairro da Glória e Morro do Pão de Açúcar
Moritz Lamberg
Atual Avenida Presidente Wilson, Centro
circa 1890

Avenida Rio Branco; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Alfredo Krausz
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1933

Ilha das Cobras; tomada da Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ilha das Cobras; tomada da Praça Mauá
Alfredo Krausz
Praça Mauá ; Saúde ; Centro
circa 1933

Vista da Baía de Guanabara; a partir da região da Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Baía de Guanabara; a partir da região da Praça Mauá
Alfredo Krausz
Praça Mauá ; Centro
circa 1933

Vista da região da Praça XV de Novembro; tomada da Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da região da Praça XV de Novembro; tomada da Praça Mauá
Alfredo Krausz
Praça Mauá ; Centro
circa 1933

Edifício Joseph Gire (A Noite)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Edifício Joseph Gire (A Noite)
Alfredo Krausz
Praça Mauá ; Centro
circa 1933

Vista da região da rua Acre
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da região da rua Acre
Alfredo Krausz
Rua Acre ; Centro
circa 1933

Estátua do Pequeno Jornaleiro; na esquina da rua Miguel Couto com a rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua do Pequeno Jornaleiro; na esquina da rua Miguel Couto com a rua do Ouvidor
Obra do caricaturista Fritz, pseudônimo de Anísio Oscar Mota, homenageando os garotos que vendiam jornais pelas ruas do Rio. Iniciativa do jornal A Noite, foi inaugurada em junho em 1933, na confluência das ruas Ouvidor e Miguel Couto, junto à Av.Rio Branco.
Alfredo Krausz
Rua do Ouvidor, esquina com Miguel Couto ; Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1936

Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Arcos da Lapa
Alfredo Krausz
Lapa ; Centro
circa 1933

Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5011.JPG
Canal do Mangue
Alfredo Krausz
Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1933

Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5012.JPG
Canal do Mangue
Alfredo Krausz
Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1933

Edifício na avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5013.JPG
Edifício na avenida Rio Branco
Alfredo Krausz
Avenida Rio Branco, esquina com a rua Buenos Aires ; Centro
circa 1933

Praça Floriano Peixoto
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5014.JPG
Praça Floriano Peixoto
Alfredo Krausz
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1933

Mercado Municipal da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5015.JPG
Mercado Municipal da Praça XV de Novembro
Alfredo Krausz
Praça XV de Novembro ; Praia do Peixe ; Centro
circa 1933

Mercado Municipal da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5016.JPG
Mercado Municipal da Praça XV de Novembro
Alfredo Krausz
Praça XV de Novembro ; Praia do Peixe
circa 1933

Região da Praça XV de Novembro; vista a partir da baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5017.JPG
Região da Praça XV de Novembro; vista a partir da baía de Guanabara
Alfredo Krausz
Baía de Guanabara ; Centro
circa 1933

Barcos na Baía de Guanabara; na região da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5018.JPG
Barcos na Baía de Guanabara; na região da Praça XV de Novembro
Alfredo Krausz
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1933

Banhistas na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5019.JPG
Banhistas na praia de Copacabana
Alfredo Krausz
Copacabana
circa 1933

Barcos na Baía de Guanabara; na região da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5020.JPG
Barcos na Baía de Guanabara; na região da Praça XV de Novembro
Alfredo Krausz
Baía de Guanabara ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1933

Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5021.JPG
Praia de Copacabana
Alfredo Krausz
Avenida Atlântica ; Copacabana
circa 1930

Praia de Copacabana - rapaz de chapéu
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5022.JPG
Praia de Copacabana - rapaz de chapéu
Alfredo Krausz
Avenida Atlântica ; Copacabana
circa 1930

Parte da fachada da Escola Militar da Praia Vermelha; ao fundo, o bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5023.JPG
Parte da fachada da Escola Militar da Praia Vermelha; ao fundo, o bondinho do Pão de Açúcar
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Fachada da Escola Militar da Praia Vermelha; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5024.JPG
Fachada da Escola Militar da Praia Vermelha; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Vista de parte da área militar na Praia Vermelha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5025.JPG
Vista de parte da área militar na Praia Vermelha
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Vista de parte do bairro da Urca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5026.JPG
Vista de parte do bairro da Urca
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Morro do Pão de Açucar; ao fundo, os cabos de aço do bondinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5027.JPG
Morro do Pão de Açucar; ao fundo, os cabos de aço do bondinho
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Região da praia Vermelha; vista de parte da área militar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5028.JPG
Região da praia Vermelha; vista de parte da área militar
Alfredo Krausz
Urca ; Praia Vermelha
circa 1933

Morro do Pão de Açucar; trajeto do bondinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5029.JPG
Morro do Pão de Açucar; trajeto do bondinho
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Vista tomada do Morro do Pão de Açucar; parte do bairro da Urca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5030.JPG
Vista tomada do Morro do Pão de Açucar; parte do bairro da Urca
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Vista tomada do morro do Pão de Açucar; baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5031.JPG
Vista tomada do morro do Pão de Açucar; baía de Guanabara
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Vista da Baía de Guanabara; tomada do Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5032.JPG
Vista da Baía de Guanabara; tomada do Morro do Pão de Açucar
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Vista tomada do morro do Pão de Açucar; ao fundo, o bairro do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5034.JPG
Vista tomada do morro do Pão de Açucar; ao fundo, o bairro do Flamengo
Alfredo Krausz
Urca
circa 1933

Vista lateral do Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5038.JPG
Vista lateral do Cristo Redentor
Alfredo Krausz
Morro do Corcovado ; Floresta da Tijuca
circa 1933

Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5039.JPG
Cristo Redentor
Alfredo Krausz
Morro do Corcovado ; Floresta da Tijuca
circa 1933

Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5040.JPG
Cristo Redentor
Alfredo Krausz
Morro do Corcovado ; Floresta da Tijuca
circa 1933

Vista da cidade; a partir do Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5041.JPG
Vista da cidade; a partir do Cristo Redentor
Destaque para o Pão de Açucar.
Alfredo Krausz
Floresta da Tijuca
circa 1933

Copacabana; vista do Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5042.JPG
Copacabana; vista do Cristo Redentor
Alfredo Krausz
Floresta da Tijuca
circa 1933

Vista da cidade; a partir do Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5043.JPG
Vista da cidade; a partir do Cristo Redentor
Destaque para o Pão de Açucar.
Alfredo Krausz
Floresta da Tijuca
circa 1933

Vista da cidade; tomada do Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5044.JPG
Vista da cidade; tomada do Cristo Redentor
Destaque para o Jockey Club.
Alfredo Krausz
Floresta da Tijuca
circa 1933

Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5051.JPG
Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Alfredo Krausz
Estácio
agosto de 1933

Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5052.JPG
Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Alfredo Krausz
Estácio
agosto de 1933

Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5054.JPG
Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Alfredo Krausz
Estácio
agosto de 1933

Praia do Vidigal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5060.JPG
Praia do Vidigal
Alfredo Krausz
Vidigal ; Avenida Niemeyer
circa 1933

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5065.JPG
Ilha das Cobras
Alfredo Krausz
Praça Barão de Ladário ; Centro
circa 1933

Ilha d'Água
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5066.JPG
Ilha d'Água
Alfredo Krausz
Baía de Guanabara ; Ilha do Governador
circa 1933

Região da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5068.JPG
Região da Praça XV de Novembro
Alfredo Krausz
Centro
circa 1933

Ilha d'Água
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5069.JPG
Ilha d'Água
Alfredo Krausz
Baía de Guanabara
circa 1933

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5071.JPG
Ilha Fiscal
Alfredo Krausz
Baía de Guanabara
circa 1933

Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5073.JPG
Baía de Guanabara
Alfredo Krausz
Baía de Guanabara ; Centro
circa 1933

Estação Hidroviária da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5074.JPG
Estação Hidroviária da Praça XV de Novembro
Alfredo Krausz
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1929

Estátua equestre de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5077.JPG
Estátua equestre de Dom Pedro I
Alfredo Krausz
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1933

Sede regional da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5078.JPG
Sede regional da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos
Alfredo Krausz
Baía de Guanabara ; Estação Arariboia
circa 1930

Cine Parisiense
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5081.JPG
Cine Parisiense
Alfredo Krausz
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1933

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Cacilda Becker e pessoas não-identificadas do Grupo Universitário de Teatro
Não identificado
São Carlos
24 de julho de 1943

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002039.jpg
Fotografia
Pessoa não identificada
Não identificado
São Paulo
Século XX

Aspectos da periferia I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002039BKSP001.jpg
Aspectos da periferia I
Boris Kossoy
São Paulo
1969

Aspectos da periferia II
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002039BKSP002.jpg
Aspectos da periferia II
Boris Kossoy
São Paulo
1969

Aspectos da periferia III
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002039BKSP003.jpg
Aspectos da periferia III
Boris Kossoy
São Paulo
1969

Estação da Barra Funda
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002039BKSP004.jpg
Estação da Barra Funda
Boris Kossoy
Barra Funda
1969

Surpresa na estrada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002039BKSP005.jpg
Surpresa na estrada
Boris Kossoy
São Paulo
circa 1971

A mulher e a cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002039BKSP006.jpg
A mulher e a cidade
Boris Kossoy
São Paulo
circa 1971

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002040.jpg
Fotografia
Sábato Magaldi, Clovis Garcia e Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1956

Casa das Rosas, da série Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002040CFSP001.jpg
Casa das Rosas, da série Avenida Paulista
Último palacete edificado na avenida Paulista, foi inaugurado em 1935 e habitado até 1986, sendo então desapropriado pelo governo paulista e tombado pelo Condephaat. Conhecida como Casa das Rosas, cultivadas nos jardins que se vêem na imagem, foi projetada por Ramos de Azevedo 9 anos antes, para moradia de sua filha Lúcia Azevedo Dias de Castro. Uma seleção de fotos do ensaio "Avenida Paulista" foi recriada em computador e em 1986 formou a primeira série de imagens digitais de Carlos Fadon Vicente, chamada "Passagem".
Carlos Fadon Vicente
Avenida Paulista
1983

Imagem da série Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002040CFSP002.jpg
Imagem da série Avenida Paulista
Detalhe de vão entre dois edifícios na Avenida Paulista, na altura do número 1500.
Carlos Fadon Vicente
Avenida Paulista
1983

Palacete Victória, da série Entradas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002040CFSP003.jpg
Palacete Victória, da série Entradas
Entrada do edifício "Palacete Victoria" na Rua Vitória, esquina com a Praça Júlio Mesquita, na região central de São Paulo.
Carlos Fadon Vicente
Rua Vitória
1985

Edifício Prudência, da série Entradas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Edifício Prudência, da série Entradas
Entrada do edifício Prudência, obra do arquiteto Rino Levi e com projeto paisagístico e azulejos de Burle Marx.
Carlos Fadon Vicente
Avenida Higienópolis
1984

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002041.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Joaquim Muller Carioba na União Cultural Brasil Estados Unidos
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002042.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em homenagem no Pen Club de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1974

Outdoor no elevado Costa e Silva, o Minhocão, hoje elevado Presidente João Goulart
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Outdoor no elevado Costa e Silva, o Minhocão, hoje elevado Presidente João Goulart
Ed Viggiani
Centro
1994

Sombras na Oca (Pavilhão Nogueira Garcez)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Sombras na Oca (Pavilhão Nogueira Garcez)
Ed Viggiani
Parque do Ibirapuera
2000

Muro do estádio do Morumbi, nas eliminatórias da Copa do Mundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002042EVSP003.jpg
Muro do estádio do Morumbi, nas eliminatórias da Copa do Mundo
Ed Viggiani
Morumbi
1993

Futebol na estação de metrô Brás
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002042EVSP004.jpg
Futebol na estação de metrô Brás
Ed Viggiani
Brás
1997

Família de migrantes na favela de Heliópolis
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002042EVSP005.jpg
Família de migrantes na favela de Heliópolis
Ed Viggiani
Heliópolis
1994

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002043.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, José Carlos Ataliba Nogueira, Raimundo de Menezes e Ernesto Moraes
Não identificado
São Paulo
1974

Centro de São Paulo, visto do terraço do edifício Altino Arantes (Banespa)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP001.jpg
Centro de São Paulo, visto do terraço do edifício Altino Arantes (Banespa)
Distinguem-se o viaduto do Chá, tendo na extremidade esquerda o edifício Matarazzo e, na direita, o Alexandre Mackenzie; à extrema direita da foto, o alto do Martinelli, com propaganda da Coca-Cola.
Hans Gunter Flieg
Centro
1950

Cobertura do condomínio Vitória-Régia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP002.jpg
Cobertura do condomínio Vitória-Régia
Construção da cobertura do condomínio Vitória Régia, na Rua Marquês de Itu.
Hans Gunter Flieg
Rua Marquês de Itu
1956

Condomínio Comendador Vicente Amato Sobrinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP003.jpg
Condomínio Comendador Vicente Amato Sobrinho
Lançamento do condomínio Comendador Vicente Amato Sobrinho, na Praça da Liberdade. Destaque para homens instalando um anúncio (outdoor).
Hans Gunter Flieg
Praça da Liberdade ; Bairro da Liberdade
1954

Edifício-sede da Pirelli em construção
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Edifício-sede da Pirelli em construção
Registro do processo de construção do novo edifício-sede da Pirelli.
Hans Gunter Flieg
Alameda Barão de Piracicaba
circa 1959

-;Ginásio do Ibirapuera em construção
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002043HFSP005.JPG

Hans Gunter Flieg
s.d.

Fábrica da Duchen;Fábrica da Duchen
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Fábrica da Duchen
Registro para Agência de Publicidade Standard da Fábrica da Duchen e projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer.
Hans Gunter Flieg
Rodovia Presidente Dutra
circa 1954

Soprador de vidro da fábrica Nadir Figueiredo no bairro do Belenzinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Soprador de vidro da fábrica Nadir Figueiredo no bairro do Belenzinho
A história da empresa Nadir Figueiredo Ind. e Com. S/A se confunde com a própria história da industrialização no Brasil. Ela começa em 1912 com a iniciativa pioneira e a dedicação de uma família de brasileiros. Nos anos 20, era uma modesta oficina de consertos e vendas de máquinas de escrever e equipamentos elétricos. Na década de 30, com a crise mundial e a Revolução Constitucionalista no Brasil, um dos fornecedores de globos e outras peças de vidro vende sua fábrica para a Nadir S/A. Na década de 40 a empresa já contava com mais de 1.000 funcionários. Quando a II Guerra Mundial termina, em 1945, o Sr. Nadir Figueiredo traz do exterior a mais avançada tecnologia de vidro e princípios técnicos essenciais, até então inovadores no Brasil, e inicia-se a construção da fábrica de vidros. Na década de 50, revoluciona o mercado de alimentos, criando o conceito de copos de vidro como embalagens.
Hans Gunter Flieg
Belenzinho
1953

Conjunto de mobiliário na residência do arquiteto Clóvis Felipe Olga
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Conjunto de mobiliário na residência do arquiteto Clóvis Felipe Olga
Residência do arquiteto Clóvis Felipe Olga com móveis projetados por Zanine Caldas.
Hans Gunter Flieg
São Paulo
1950

Vitrine da Casa Andrade com lavadoras Bendix
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vitrine da Casa Andrade com lavadoras Bendix
Vitrine da Casa Andrade, na rua Xavier de Toledo, exibe lavadoras Bendix.
Hans Gunter Flieg
Rua Xavier de Toledo - Centro
1948

Rotativa de O Estado de S. Paulo em suas novas instalações, à rua Major Quedinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rotativa de O Estado de S. Paulo em suas novas instalações, à rua Major Quedinho
O jornal "O Estado de S. Paulo" lançou seu primeiro número no dia 4 de janeiro de 1875, uma segunda-feira, com o nome de "A Província de São Paulo", um diário de quatro páginas e 2.025 exemplares que saíria com esse nome até 31 de dezembro de 1889. Nasceu do ideal de um grupo de republicanos, dois anos depois da Convenção de Itu. Tipografia e escritório funcionavam na Rua de Palácio, n.º 14, antiga Rua das Casinhas, onde é hoje a Rua do Tesouro. São Paulo tinha então 2.992 prédios e cerca de 20 mil habitantes. Era considerada uma cidade grande, embora se limitasse à área atualmente compreendida entre o Brás e a Praça da República e tinha nos arredores, chácaras e fazendas. Em maio de 1892, a tiragem alcançava 8 mil exemplares. São Paulo pulou de 44 mil habitantes em 1886 para 150 mil em 1894. Não era mais uma cidade só de tropeiros, estudantes e funcionários públicos, como no momento do lançamento de "A Província". Ao longo do tempo a sede do jornal funcionou em diversos locais. Em 1906, a redação funcionava no Palacete Martinico, na Praça Antônio Prado, onde permaneceria até 1929. Neste ano o jornal se mudou para uma sede própria, na Rua Boa Vista, seu endereço nos anos 30 e 40. O prédio da Rua Boa Vista foi vendido e, enquanto se construía a nova sede na esquina das Ruas Major Quedinho e Martins Fontes, a redação e a administração funcionaram temporariamente na Rua Barão de Duprat, de 1947 a 1951.
Hans Gunter Flieg
Centro
1953

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002044.jpg
Fotografia
Comandante Sarmento Pimentel e Decio de Almeida Prado na casa de Paulo Emílio Salles Gomes
Não identificado
São Paulo
Século XX

Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica do centro da cidade
Vista aérea e panorâmica da região central da cidade, podendo-se destacar no centro da imagem a praça e a catedral da Sé e, no primeiro plano, o Pátio do Colégio, cercado por área arborizada.
Gal Oppido
Centro da cidade
11 de janeiro de 2004

Vista panorâmica dos Jardins e do espigão da Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica dos Jardins e do espigão da Paulista
Vista aérea e panorâmica da cidade, vendo-se o bairro dos Jardins, à esquerda, e o espigão da Paulista, à direita. Ao fundo, no centro da imagem, o Pico do Jaraguá.
Gal Oppido
Região dos bairros de Cerqueira César, Jardins e Bela Vista
11 de janeiro de 2004

Vista panorâmica da região da Luz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica da região da Luz
Vista aérea e panorâmica da cidade, vendo-se em primeiro plano a região da Luz. Destaca-se o arvoredo do Jardim da Luz, cercado pelos edifícios da Pinacoteca e da Estação da Luz, à esquerda.
Gal Oppido
Região da Luz
11 de janeiro de 2004

Vista panorâmica da represa Billings
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica da represa Billings
Vista aérea e panorâmica da represa Billings, na região do Parque Residencial Cocaia, distrito do Grajaú, zona sul da cidade. Esta represa supre parte da água potável para a região metropolitana, mas tem também outros usos, como recreação, controle de enchente e geração de energia.
Gal Oppido
Distrito do Grajaú, zona sul da cidade
10 de janeiro de 2004

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002045.jpg
Fotografia
Comandante Sarmento Pimentel e Decio de Almeida Prado na casa de Paulo Emílio Salles Gomes
Não identificado
São Paulo
Século XX

Morador da Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP001.jpg
Morador da Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
circa 1982

Casario popular na Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP002.jpg
Casario popular na Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
circa 1982

Casario popular na Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP003.jpg
Casario popular na Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
circa 1982

Estrada de terra na Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP004.jpg
Estrada de terra na Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
circa 1982

Proximidades da Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP005.jpg
Proximidades da Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
circa 1982

Casario popular na Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP006.jpg
Casario popular na Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
circa 1982

Casario popular na Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP007.jpg
Casario popular na Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
circa 1982

Interior de residência na Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP008.jpg
Interior de residência na Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
circa 1982

Morador da Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP009.jpg
Morador da Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
1982

Moradora da Vila Dirce
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002045RGSP010.jpg
Moradora da Vila Dirce
Raul Garcez
Carapicuíba
circa 1982

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002046.jpg
Fotografia
Sentados: Octávio Mangabeira, Ester Mangabeira e Alfredo de Mesquita. Em pé: Celeste Jardim, Monah Delacy, Xandó Batista, Maria Costa, Diná Lisboa, Henrique Becker, Francisco Arisa, Marcos Jourdan, Lucila Gourban, Rosires Rodrigues, Liana Duval, Decio de Almeida Prado. Na segunda fileira: José Valadares, Odilon Nogueira, Geraldo Mateus, José Renato, Duílio de Fabrícius, Neusa Paranhos, Armando Paschoal, Sergio Hings, Leonardo, Villar, Benedito Corsi, Eduardo Bueno e Flávio Gonçalves
Não identificado
São Paulo
Século XX

Vista da Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Avenida Paulista
Avenida Paulista, destacando-se ao fundo o edifício do Citibank.
Rômulo Fialdini
Avenida Paulista
1998

Bolsa de Valores de São Paulo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002046RFSP002.jpg
Bolsa de Valores de São Paulo
Bolsa de Valores, no centro da cidade de São Paulo. Foi fundada em 1890 e atualmente a Bovespa é a maior bolsa em atuação na América Latina.
Rômulo Fialdini
Centro
1998

Banco Mercantil de São Paulo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002046RFSP003.jpg
Banco Mercantil de São Paulo
Banco Mercantil de São Paulo na Avenida Paulista.
Rômulo Fialdini
Avenida Paulista
1998

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002047.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
São Paulo
janeiro de 1941

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002048.jpg
Fotografia
Casa
Não identificado
Local não identificado
dezembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002049.jpg
Fotografia
Homemagem aos 80 anos de Gianni Rato
Não identificado
São Paulo
27 de julho de 1996

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002050.jpg
Fotografia
Wilson Martins, Afredo Mesquita, Anita Martins e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Curitiba
1960s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002051.jpg
Fotografia
Peça de teatro Os irmãos das almas, Martins Pena
Não identificado
São Paulo
Século XX

Vista noturna do Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna do Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista noturna da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. No primeiro plano, o Pavilhão de Caça e Pesca. Concebida pelo prefeito engenheiro Carlos Sampaio, a exposição foi inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa no dia 07.09.1922. Os pavilhões espalhavam-se desde o final da avenida Rio Branco, junto ao Palácio Monroe, que sediava a Comissão Executiva, seguindo até a Ponta do Calabouço pela avenida das Nações (atual Presidente Wilson), através da esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. O Morro do Castelo veio abaixo, depois de inúmeros e antigos projetos com "propósitos higiênicos e urbanísticos", especificamente para alocar esse evento. A exposição permaneceu aberta durante um ano, sendo visitada por milhares de turistas brasileiros e estrangeiros. Alguns pavilhões sobreviveram ao evento: o Pavilhão das Indústrias abriga hoje o Museu Histórico Nacional; o Pavilhão francês, réplica do "Petit Trianon", foi doado pela França para a Academia Brasileira de Letras; o da Administração é atualmente a sede do Museu da Imagem e do Som e o da Estatística, localiza-se ao lado do Clube da Aeronáutica.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922

Vista parcial do Pavilhão das Indústrias, noturna, da Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002051AM001002.jpg
Vista parcial do Pavilhão das Indústrias, noturna, da Exposição Internacional de 1922
Em destaque, a "Torre da Exposição", como ficou conhecida, com cerca de 30 metros de altura, de onde saiam focos de luz que iluminavam a Exposição.
Augusto Malta
Centro ; Esplanada do Castelo
1922

Vista do Pavilhão da Itália, integrante da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Pavilhão da Itália, integrante da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista do Pavilhão da Itália, integrante da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil de 1922. Concebida pelo prefeito engenheiro Carlos Sampaio, a exposição foi inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa no dia 07.09.1922. Os pavilhões espalhavam-se desde o final da avenida Rio Branco, junto ao Palácio Monroe, que sediava a Comissão Executiva, seguindo até a Ponta do Calabouço pela avenida das Nações (atual Presidente Wilson), através da esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. O Morro do Castelo veio abaixo, depois de inúmeros e antigos projetos com "propósitos higiênicos e urbanísticos", especificamente para alocar esse evento. A exposição permaneceu aberta durante um ano, sendo visitada por milhares de turistas brasileiros e estrangeiros. Alguns pavilhões sobreviveram ao evento: o Pavilhão das Indústrias abriga hoje o Museu Histórico Nacional; o Pavilhão francês, réplica do "Petit Trianon", foi doado pela França para a Academia Brasileira de Letras; o da Administração é atualmente a sede do Museu da Imagem e do Som e o da Estatística, localiza-se ao lado do Clube da Aeronáutica.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922

Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. Os pavilhões espalhavam-se desde a avenida Rio Branco até a Ponta do Calabouço, na esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. Pode-se identificar na avenida Rio Branco, no plano central da imagem e da esquerda para a direita, as seguintes edificações: o Palácio Monroe, as torres da igreja de Santa Luzia, os fundos da Biblioteca Nacional, da Escola de Belas Artes e do Theatro Municipal.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922

Vista parcial da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista parcial da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista parcial da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil, em 1922. À esquerda destaca-se a "Torre da Exposição", como ficou conhecida, com cerca de 30 metros de altura, de onde jorravam focos de luz que dominavam todo o conjunto. Concebida pelo prefeito engenheiro Carlos Sampaio, a exposição foi inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa no dia 07.09.1922. Os pavilhões espalhavam-se desde o final da avenida Rio Branco, junto ao Palácio Monroe, que sediava a Comissão Executiva, seguindo até a Ponta do Calabouço pela avenida das Nações (atual Presidente Wilson), através da esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. O Morro do Castelo veio abaixo, depois de inúmeros e antigos projetos com "propósitos higiênicos e urbanísticos", especificamente para alocar esse evento. A exposição permaneceu aberta durante um ano, sendo visitada por milhares de turistas brasileiros e estrangeiros. Alguns pavilhões sobreviveram ao evento: o Pavilhão das Indústrias abriga hoje o Museu Histórico Nacional; o Pavilhão francês, réplica do "Petit Trianon", foi doado pela França para a Academia Brasileira de Letras; o da Administração é atualmente a sede do Museu da Imagem e do Som e o da Estatística, localiza-se ao lado do Clube da Aeronáutica.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922

Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional de 1922
Augusto Malta
Centro ; Esplanada do Castelo
1922

Exposição Internacional de 1922 - Parque de Diversões
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional de 1922 - Parque de Diversões
Augusto Malta
Centro ; Esplanada do Castelo
1922

Enseada de Botafogo, tomada a partir do morro do Corcovado; ao fundo, o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Botafogo, tomada a partir do morro do Corcovado; ao fundo, o Pão de Açúcar
Augusto Malta
Corcovado
circa 1920

Praça XV de novembro e arredores vistos do alto do morro do Castelo, ao fundo, Ilha das Cobras e ponte Almirante Alexandrino
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de novembro e arredores vistos do alto do morro do Castelo, ao fundo, Ilha das Cobras e ponte Almirante Alexandrino
Vista panorâmica dos arredores da praça 15 de Novembro, a partir do morro do Castelo, com a ilha das Cobras ao fundo. Destaca-se a Igreja de São José no centro da imagem, na rua Primeiro de Março (antiga rua Direita).
Augusto Malta
Praça XV de Novembro
circa 1920

Praça Mauá, ao fundo, a Avenida Central e, à esquerda, o Morro de São Bento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Mauá, ao fundo, a Avenida Central e, à esquerda, o Morro de São Bento
Augusto Malta
Saúde
circa 1920

Praça Mauá, ao fundo, o Morro da Conceição
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Mauá, ao fundo, o Morro da Conceição
Augusto Malta
Saúde
circa 1920

Bairro do Flamengo tomado a partir da Glória; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro do Flamengo tomado a partir da Glória; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Augusto Malta
Glória
circa 1920

Palace Hotel, conhecido como Hotel Guinle
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palace Hotel, conhecido como Hotel Guinle
O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelo projeto do edifício do Palace Hotel, na Avenida Rio Branco - aprovado em 14 de novembro de 1906. O empreendimento pertencia à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. A obra ficou pronta em torno de 1915, mas o hotel só foi inaugurado, em julho de 1919, sob a gerência de Octávio Guinle (1886 – 1968), filho de Eduardo. Foi demolido entre 1950 e 1951.
Augusto Malta
Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central), esquina com Almirante Barroso ; Centro
circa 1920

Hotel Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Hotel Central
Augusto Malta
Avenida Beira-Mar ; Flamengo
circa 1920

Pavilhão Mourisco da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pavilhão Mourisco da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Construído em 1900 para sediar o recém criado Instituto Soroterápico Federal na região da antiga Fazenda de Manguinhos, zona norte da cidade, foi rebatizado Instituto Oswaldo Cruz em 1908.
Augusto Malta
Manguinhos
circa 1920

Retrato de Von Schiller, então comandante do Graf Zeppelin
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Retrato de Von Schiller, então comandante do Graf Zeppelin
Reprodução de desenho que retrata Von Schiller, então comandante do Graf Zeppelin. Em 1930, o Graf Zeppelin (LZ 127) fez o primeiro vôo experimental ao Brasil, saindo de Friedrichschafen, Alemanha, para Recife e Rio de Janeiro, e a partir de 1932 manteve linha regular ao Brasil. O Hindenburg (LZ 129) viaja para o Brasil em 1936 e, em 1937 é destruído por trágico incêndio em Lakehurst, Nova York. Durante os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, os dirigíveis foram pintados com os anéis símbolos das Olimpíadas e a suástica, símbolo do partido nazista alemão. Ao todo foram construídos 119 zepellins, entre 1900 (o LZ 1), e 1938.
Autoria não identificada
circa 1935

Vista aérea do Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea do Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Vista do Rio de Janeiro, tomada a partir do interior do Graf Zepellin. À esquerda, detalhe da área externa do dirigível. Ao fundo, vê-se os morros do Pão de Açúcar, Urca e Babilônia, entrevendo-se ainda a Escola Militar, que seria destruída em 1935. O bairro da Urca já está formado. Em 1930, o Graf Zeppelin (LZ 127) fez o primeiro vôo experimental ao Brasil, saindo de Friedrichschafen, Alemanha, para Recife e Rio de Janeiro, e a partir de 1932 manteve linha regular ao Brasil. O Hindenburg (LZ 129) viaja para o Brasil em 1936 e, em 1937 é destruído por trágico incêndio em Lakehurst, Nova York. Durante os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, os dirigíveis foram pintados com os anéis símbolos das Olimpíadas e a suástica, símbolo do partido nazista alemão. Ao todo foram construídos 119 zepellins, entre 1900 (o LZ 1) e 1938.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Vista aérea de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Vista aérea de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin. À direita pode-se ver os motores externos do dirigível. Ao fundo, vê-se o morro do Pão de Açúcar. Em 1930, o Graf Zeppelin (LZ 127) fez o primeiro vôo experimental ao Brasil, saindo de Friedrichschafen, Alemanha, para Recife e Rio de Janeiro, e a partir de 1932 manteve linha regular ao Brasil. O Hindenburg (LZ 129) viaja para o Brasil em 1936 e, em 1937 é destruído por trágico incêndio em Lakehurst, Nova York. Durante os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, os dirigíveis foram pintados com os anéis símbolos das Olimpíadas e a suástica, símbolo do partido nazista alemão. Ao todo foram construídos 119 zepellins, entre 1900 (o LZ 1), e 1938.
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1935

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Peça de teatro Os irmãos das almas, Martins Pena, com elenco e Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
Século XX

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Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado, em pé, sexto da direita para esquerda, com alunos da Universidade da Carolina do Norte
Não identificado
Carolina do Norte
1942

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado na Universidade da Carolina do Norte
Não identificado
Carolina do Norte
1942

Praia de Ipanema, morro Dois Irmãos e Pedra da Gávea ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Ipanema, morro Dois Irmãos e Pedra da Gávea ao fundo
José Baptista Barreira Vianna
Ipanema
circa 1900

Residência da família Barreira Vianna
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Praia de Ipanema; ao fundo; a pedra do Arpoador
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Ipanema; ao fundo; a pedra do Arpoador
José Baptista Barreira Vianna
Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, parte das Ilhas Cagarras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, parte das Ilhas Cagarras
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador e as Ilhas Cagarras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador e as Ilhas Cagarras
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, a Pedra do Arpoador
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1902

Residência da família Barreira Vianna
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Integrantes da família Barreira Vianna no jardim de sua residência
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Integrantes da família Barreira Vianna no jardim de sua residência
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1900

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1903

Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar e a Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar e a Praia de Copacabana
José Baptista Barreira Vianna
Avenida Vieira Souto, esquina com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1900

Residência da família Barreira Vianna
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna
José Baptista Barreira Vianna
Esquina da Avenida Vieira Souto com a rua Francisco Otaviano ; Ipanema
circa 1900

Residência da família Barreira Vianna, em Ipanema na esquina da avenida Vieira Souto e rua Francisco Otaviano.
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Residência da família Barreira Vianna, em Ipanema na esquina da avenida Vieira Souto e rua Francisco Otaviano.
José Baptista Barreira Vianna
Ipanema
circa 1900

Bonde descarregando material de construção na praia de Ipanema; ao fundo, o Morro Dois Irmãos e Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bonde descarregando material de construção na praia de Ipanema; ao fundo, o Morro Dois Irmãos e Pedra da Gávea
José Baptista Barreira Vianna
Ipanema
circa 1900

Bonde nas proximidades da pedra do Arpoador
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bonde nas proximidades da pedra do Arpoador
José Baptista Barreira Vianna
Ipanema
circa 1900

Grupo de pessoas na praia de Copacabana, no atual posto 6; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Grupo de pessoas na praia de Copacabana, no atual posto 6; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
José Baptista Barreira Vianna
Copacabana
circa 1900

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Não identificado
São Paulo
1941

Revolta da armada - Bateria Costallat
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada001.jpg
Revolta da armada - Bateria Costallat
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Armação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Armação
Juan Gutierrez
Niterói
circa 1893

Revolta da armada - Bateria Fonseca Ramos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Bateria Fonseca Ramos
Juan Gutierrez
Niterói
circa 1893

Revolta da armada - Armação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Armação
Juan Gutierrez
Niterói
circa 1893

Revolta da armada - Depósitos da Companhia Frigorífico Pastoril
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Depósitos da Companhia Frigorífico Pastoril
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Gragoatá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Gragoatá
Juan Gutierrez
Niterói
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada
Juan Gutierrez
Fortaleza de Gragoatá
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada
Juan Gutierrez
Ilha das Cobras
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada009.jpg
Revolta da armada
Juan Gutierrez
Fortaleza do Gragoatá
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada
Juan Gutierrez
Holofote do Cajú
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada011.jpg
Revolta da armada
Juan Gutierrez
Fortaleza do Gragoatá
circa 1893

Revolta da armada - Bateria Costallat
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Bateria Costallat
Juan Gutierrez
Morro da Armação
circa 1893

Revolta da armada - Subida de uma peça calibre 70 por um grupo de patriotas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Subida de uma peça calibre 70 por um grupo de patriotas
Juan Gutierrez
Gragoatá
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada
Juan Gutierrez
Mocanguê grande
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

[-]
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ilha das Cobras
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada021.jpg
Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada022.jpg
Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada023.jpg
Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada024.jpg
Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada025.jpg
Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada026.jpg
Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada027.jpg
Revolta da armada - Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada028.jpg
Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada029.jpg
Revolta da armada - Arsenal da Marinha
Juan Gutierrez
Ilha das Cobras
circa 1893

Revolta da armada - Cruzador com casco danificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada030.jpg
Revolta da armada - Cruzador com casco danificado
Juan Gutierrez
Dique na Ilha das Cobras
circa 1893

Revolta da armada - Trincheira da Praia de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada031.jpg
Revolta da armada - Trincheira da Praia de Santa Luzia
Juan Gutierrez
Praia de Santa Luzia
circa 1893

Revolta da armada - Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Arsenal da Marinha
Juan Gutierrez
Ilha das Cobras
circa 1893

Revolta da armada - Docas de Dom Pedro II
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Docas de Dom Pedro II
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada034.jpg
Revolta da armada - Arsenal da Marinha
Juan Gutierrez
Ilha das Cobras
circa 1893

Canhão Bange no morro do Castelo durante a Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada035.jpg
Canhão Bange no morro do Castelo durante a Revolta da Armada
Juan Gutierrez
Morro do Castelo
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada
Juan Gutierrez
Morro do Castelo
circa 1893

Revolta da armada - Arsenal de Guerra
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Arsenal de Guerra
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Arsenal de Guerra
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Arsenal de Guerra
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada038b.jpg
Revolta da armada
Juan Gutierrez
Morro de São Bento
circa 1893

Revolta da armada - Arsenal de Marinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Arsenal de Marinha
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Arsenal de Marinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada040.jpg
Revolta da armada - Arsenal de Marinha
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada - Escola Militar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Escola Militar
Juan Gutierrez
Urca
circa 1893

Revolta da armada - Alfândega
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada043.jpg
Revolta da armada - Alfândega
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Acampamento do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada044.jpg
Revolta da armada - Acampamento do morro do Castelo
Juan Gutierrez
Morro do Castelo
circa 1893

Revolta da armada - Descarga do canhão Crupp, destinado à Fortaleza de Santa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada045.jpg
Revolta da armada - Descarga do canhão Crupp, destinado à Fortaleza de Santa
Juan Gutierrez
Niterói
circa 1893

Revolta da armada - Docas de Dom Pedro 2º
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada046.jpg
Revolta da armada - Docas de Dom Pedro 2º
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Alfândega
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada047.jpg
Revolta da armada - Alfândega
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada048.jpg
Revolta da armada
Juan Gutierrez
Ilha das Cobras
circa 1893

Guarnição do morro do Castelo durante a Revolta da Armada, na fortaleza de São Sebastião
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Guarnição do morro do Castelo durante a Revolta da Armada, na fortaleza de São Sebastião
Juan Gutierrez
Morro do Castelo
circa 1893

Revolta da armada - Holofote da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada050.jpg
Revolta da armada - Holofote da Glória
Juan Gutierrez
Glória
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada051.jpg
Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Forte de Villegaignon
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada
Juan Gutierrez
Morro do Castelo
circa 1893

Revolta da armada - Arsenal de Guerra
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada053.jpg
Revolta da armada - Arsenal de Guerra
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Castelo
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada
Juan Gutierrez
Largo do Paço
circa 1893

Revolta da armada - Vista geral de Niterói
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Vista geral de Niterói
Juan Gutierrez
Niterói
circa 1893

Revolta da armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada
Juan Gutierrez
Baía de Guanabara
circa 1893

Canhão no morro do Castelo durante a Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Canhão no morro do Castelo durante a Revolta da Armada
Juan Gutierrez
Morro do Castelo
circa 1893

Revolta da armada - Trincheiras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Trincheiras
Edíficio onde funciona a estação das Barcas S/A na Praça XV.
Juan Gutierrez
Cais Pharoux
circa 1893

Revolta da armada - Alfândega
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Alfândega
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Trincheira do Cais dos Mineiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada061.jpg
Revolta da armada - Trincheira do Cais dos Mineiros
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ruínas de Villegaignon
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Efeito de uma bala 550 no subterrâneo de Villegaignon
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Efeito de uma bala 550 no subterrâneo de Villegaignon
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Gragoatá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Gragoatá
Juan Gutierrez
Niterói
circa 1893

Revolta da armada - Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ilha das Cobras
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ilha das Cobras
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ilha Fiscal
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ilha das Cobras
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Entrada da Barra da Baía de Guanabara vista de Icaraí
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Entrada da Barra da Baía de Guanabara vista de Icaraí
Juan Gutierrez
Niterói
circa 1893

Revolta da armada - Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ilha das Cobras
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Entrada da Barra de Guanabara vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Entrada da Barra de Guanabara vista de Botafogo
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Fortaleza de São João (Canhão Vovó)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada073.jpg
Revolta da armada - Fortaleza de São João (Canhão Vovó)
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Fortaleza da Lage
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Fortaleza da Lage
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Fortaleza da Lage
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Fortaleza da Lage
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Holofote da Fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Holofote da Fortaleza de São João
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002055RevdaArmada077.jpg
Revolta da armada - Fortaleza de São João
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Fortaleza de Lage
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Fortaleza de Lage
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Bateria III de São Paulo - Fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Bateria III de São Paulo - Fortaleza de São João
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Fortaleza de São João
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Fortaleza de São João
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Fortaleza de São João
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Fortaleza de São João
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da armada - Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolta da armada - Ilha das Cobras
Juan Gutierrez
Rio de Janeiro
circa 1893

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002056.jpg
Fotografia
Não identificado
São Paulo
1940s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002057.jpg
Fotografia
Não identificado
São Paulo
1940s

Pão de Açúcar; destaque para o bondinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pão de Açúcar; destaque para o bondinho
O projeto inicial do bondinho do Pão de Açúcar previa a construção de três linhas, uma ligando a Praia Vermelha ao alto do Morro da Urca, outra fazendo ligação entre o alto do Morro da Urca e o Pão de Açúcar e uma terceira ligando o alto do Morro da Urca ao alto do Morro da Babilônia. A obra foi autorizada em julho de 1909 e, assim, Augusto Ferreira Ramos e um grupo de amigos fundaram a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar e iniciaram, em 1910, a construção do primeiro teleférico brasileiro. A obra do bondinho do Pão de Açúcar contou com operários brasileiros e portugueses, com equipamentos e materiais importados de uma firma alemã. Em 27 de outubro de 1912, o trecho inicial foi inaugurado, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca.
Theodor Preising
Urca
circa 1935

Rio de Janeiro visto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rio de Janeiro visto do Corcovado
Theodor Preising
Morro do Corcovado
circa 1935

Praia de Copacabana; vista do Morro da Babilônia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana; vista do Morro da Babilônia
Theodor Preising
Bairro do Leme
circa 1935

Vista do Rio de Janeiro a partir da Praia de Icaraí
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Rio de Janeiro a partir da Praia de Icaraí
Da esquerda para a direita, parte do Pão de Açúcar, a Pedra da Gávea e o Morro do Corcovado, ainda sem o Cristo Redentor.
Theodor Preising
Praia de Icaraí
circa 1930

Jardim Botânico - Aleia das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim Botânico - Aleia das Palmeiras Imperiais
Theodor Preising
Bairro do Jardim Botânico
circa 1935

Avenida Rio Branco; na altura da Cinelândia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco; na altura da Cinelândia
Em primeiro plano, o Palácio Pedro Ernesto (Câmara dos Vereadores).
Theodor Preising
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1940

Vista aérea de Ipanema, Copacabana, Lagoa Rodrigo de Freitas e do Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea de Ipanema, Copacabana, Lagoa Rodrigo de Freitas e do Morro do Pão de Açucar
Theodor Preising
Ipanema
circa 1935

Rio de Janeiro visto do alto do Morro Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rio de Janeiro visto do alto do Morro Corcovado
Theodor Preising
Morro do Corcovado
circa 1935

Rio de Janeiro visto do alto do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rio de Janeiro visto do alto do Morro do Corcovado
Theodor Preising
Morro do Corcovado
circa 1935

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado no segundo degrau da Faculdade de Filosofia , Letras e Ciências Humanas de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1938

Jardim do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim do Passeio Público
Imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), com imagens de autoria de Albert Frisch e Philipp von Luetzelburg. As fotos de Frisch foram realizadas na Amazonia, durante a Expedição Fotográfica por ele organizada, nos rios Solimões, ou Alto Amazonas, e Negro. O álbum foi editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch, fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 de Frisch e seis do botânico von Luetzelburg, dos povos Uanana e Tukano realizadas no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil, trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas. Construído entre 1779 e 1783, o Passeio Público localiza-se no centro histórico do Rio de Janeiro, entre a Lapa e a Cinelândia, e foi concebido pelo mineiro Valentim da Fonseca e Silva, mais conhecido como Mestre Valentim (c. 1745 – 1813), um dos maiores artistas do período colonial brasileiro. Ele desenhou um jardim em estilo francês para o qual fez várias obras de arte, dentre elas esculturas, chafarizes e pirâmides como o Chafariz dos Jacarés ou Fonte dos Amores, duas pirâmides de granito e a Fonte do Menino com a escultura do menino da bica.
Albert Frisch
Passeio Público ; Centro
1865

Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Albert Frisch
Ladeira dos Tabajaras ; Botafogo
circa 1865

Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Albert Frisch
Praça Tiradentes ; Centro
1865

Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Botafogo
circa 1865

Bairro do Humaitá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro do Humaitá
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Parque Municipal do Morro do Martelo ; Humaitá
circa 1865

Vista de parte do bairro de São Domingos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista de parte do bairro de São Domingos
Fotografia tirada no bairro de São Domingos, na cidade de Niterói. Na paisagem, está a baía de Guanabara e a pedra do corcovado.
Albert Frisch
São Domingos
circa 1865

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado na casa Roosevelt com Joaquim Muller Carioba
Não identificado
São Paulo
1958

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002060.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado na casa Roosevelt com Joaquim Muller Carioba em discurso na União Cultural Brasil Estados Unidos
Não identificado
São Paulo
1958

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002061.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Waldemar Wey, Ruth Alcântara de Almeida Prado e Wanda Primo Wey
Não identificado
São Paulo
1958

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002062.jpg
Fotografia
[Faculdade de Medicina de Antonio de Almeida Prado]
Não identificado
São Paulo
1910

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002063.jpg
Fotografia
Reunião do Grupo Universitário de Teatro no Grande Hotel de Jaú
Não identificado
Jaú
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002064.jpg
Fotografia
Turma de Decio de Almeida Prado por ocasião da formatura pela Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais e Jurídicas da Universidade de São Paulo
Não identificado
São Paulo
1939

Manuel Bandeira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Manuel Bandeira
Horacio Coppola
Rio de Janeiro
1930s

Manuel Bandeira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HC002.jpg
Manuel Bandeira
Horacio Coppola
Rio de Janeiro
1930s

Telamão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Telamão
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

São Simão Stock, cabeça
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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São Simão Stock, cabeça
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

Parábola do rico avarento, detalhe de púlpito
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-022.jpg
Parábola do rico avarento, detalhe de púlpito
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

São Lucas, detalhe de púlpito
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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São Lucas, detalhe de púlpito
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

Detalhe de telamão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Detalhe de telamão
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

Detalhe de telamão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Detalhe de telamão
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

São João da Cruz, vista posterior
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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São João da Cruz, vista posterior
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

São João da Cruz, detalhe do pé
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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São João da Cruz, detalhe do pé
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

São João da Cruz, cabeça
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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São João da Cruz, cabeça
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

São João da Cruz, detalhe da mão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-044.jpg
São João da Cruz, detalhe da mão
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

Anjo, detalhe de portal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-045.jpg
Anjo, detalhe de portal
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

São Marcos, detalhe de púlpito
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-054.jpg
São Marcos, detalhe de púlpito
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

São Lucas, detalhe de púlpito
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-056.jpg
São Lucas, detalhe de púlpito
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

As Marias ao sepulcro, detalhe do altar-mor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-061.jpg
As Marias ao sepulcro, detalhe do altar-mor
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Profeta Oseias
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-064.jpg
Profeta Oseias
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

São Francisco recebendo os estigmas, detalhe de fachada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-066.jpg
São Francisco recebendo os estigmas, detalhe de fachada
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Detalhe de púlpito
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-072.jpg
Detalhe de púlpito
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Alegoria franciscana, lavabo da sacristia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-077.jpg
Alegoria franciscana, lavabo da sacristia
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Capela-mor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-079.jpg
Capela-mor
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Alegoria franciscana, detalhe do lavabo da sacristia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-083.jpg
Alegoria franciscana, detalhe do lavabo da sacristia
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Remate do arco, detalhe do altar-mor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-086.jpg
Remate do arco, detalhe do altar-mor
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Anjo do arco, detalhe do altar-mor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-087.jpg
Anjo do arco, detalhe do altar-mor
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Abóbada da capela-mor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-090.jpg
Abóbada da capela-mor
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Igreja de São Francisco de Assis
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-094.jpg
Igreja de São Francisco de Assis
Horacio Coppola
Ouro Preto
1945

Alegoria franciscana, detalhe do lavabo da sacristia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-099.jpg
Alegoria franciscana, detalhe do lavabo da sacristia
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Alegoria franciscana, detalhe do lavabo da sacristia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-101.jpg
Alegoria franciscana, detalhe do lavabo da sacristia
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis
1945

Igreja Nossa Senhora do Carmo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-105.jpg
Igreja Nossa Senhora do Carmo
Horacio Coppola
Ouro Preto
1945

Martírio de Jeremias na prisão, detalhe frontal de altar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-108.jpg
Martírio de Jeremias na prisão, detalhe frontal de altar
Horacio Coppola
Igreja Nossa Senhora do Carmo (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Anjo, detalhe em local não identificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-119.jpg
Anjo, detalhe em local não identificado
Horacio Coppola
MG
1945

Mendigo, detalhe de relevo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-124.jpg
Mendigo, detalhe de relevo
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

Pastor ajoelhado, figura do presépio em roca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-153.jpg
Pastor ajoelhado, figura do presépio em roca
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Pastor ajoelhado, figura do presépio em roca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-156.jpg
Pastor ajoelhado, figura do presépio em roca
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Rei mago Baltasar, figura do presépio em roca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-159.jpg
Rei mago Baltasar, figura do presépio em roca
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Rei mago Gaspar, figura do presépio em roca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-162.jpg
Rei mago Gaspar, figura do presépio em roca
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Rei mago Baltasar, figura do presépio em roca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-171.jpg
Rei mago Baltasar, figura do presépio em roca
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Rei mago Baltasar, detalhe da mão, figura do presépio em roca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-174.jpg
Rei mago Baltasar, detalhe da mão, figura do presépio em roca
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Rei mago Gaspar, figura do presépio em roca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-191.jpg
Rei mago Gaspar, figura do presépio em roca
Horacio Coppola
Igreja de São Francisco de Assis (atualmente no no Museu da Inconfidência)
1945

Molde da cabeça de são Francisco de Assis
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-192.jpg
Molde da cabeça de são Francisco de Assis
Horacio Coppola
Fachada da igreja de São Francisco de Assis (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Cristo, detalhe em local não identificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-193.jpg
Cristo, detalhe em local não identificado
Horacio Coppola
MG
1945

Cristo crucificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-204.jpg
Cristo crucificado
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Cristo crucificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-208.jpg
Cristo crucificado
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Cristo crucificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-210.jpg
Cristo crucificado
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias (atualmente no Museu da Inconfidência)
1945

Detalhe de fachada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-234.jpg
Detalhe de fachada
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

Detalhe de fachada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-235.jpg
Detalhe de fachada
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

Profeta Daniel
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-250.jpg
Profeta Daniel
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Daniel
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-252.jpg
Profeta Daniel
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Joel
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-253.jpg
Profeta Joel
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Baruch
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-257.jpg
Profeta Baruch
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Joel
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-258.jpg
Profeta Joel
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Joel
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-259.jpg
Profeta Joel
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Habacuc
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-265.jpg
Profeta Habacuc
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Nahum
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-270.jpg
Profeta Nahum
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Nahum
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-271.jpg
Profeta Nahum
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-272.jpg
Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Congonhas, antiga Congonhas do Campo
1945

Profeta Abdias
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-273.jpg
Profeta Abdias
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-275.jpg
Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Congonhas, antiga Congonhas do Campo
1945

Profeta Abdias
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-279.jpg
Profeta Abdias
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Isaías
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-285.jpg
Profeta Isaías
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-287.jpg
Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Congonhas, antiga Congonhas do Campo
1945

Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-289.jpg
Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Congonhas, antiga Congonhas do Campo
1945

Profeta Jonas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-292.jpg
Profeta Jonas
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Daniel, detalhe de leão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-293.jpg
Profeta Daniel, detalhe de leão
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Jeremias
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-296.jpg
Profeta Jeremias
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Habacuc
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-308.jpg
Profeta Habacuc
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Profeta Oseias
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-309.jpg
Profeta Oseias
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-317.jpg
Vista dos profetas, adro do santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Congonhas, antiga Congonhas do Campo
1945

Cristo com cruz às costas, passo da Subida ao Calvário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-351.jpg
Cristo com cruz às costas, passo da Subida ao Calvário
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo com cruz às costas, passo da Subida ao Calvário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-352.jpg
Cristo com cruz às costas, passo da Subida ao Calvário
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Verônica, passo da Subida ao Calvário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-353.jpg
Verônica, passo da Subida ao Calvário
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo da captura, passo da Prisão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-357.jpg
Cristo da captura, passo da Prisão
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo da captura, passo da Prisão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-358.jpg
Cristo da captura, passo da Prisão
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo no Horto das Oliveiras, passo do Horto
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-366.jpg
Cristo no Horto das Oliveiras, passo do Horto
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

São Pedro adormecido, passo do Horto
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-370.jpg
São Pedro adormecido, passo do Horto
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

São João Evangelista adormecido, passo do Horto
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-372.jpg
São João Evangelista adormecido, passo do Horto
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo coroado de espinhos, passo da Coroação de Espinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-373.jpg
Cristo coroado de espinhos, passo da Coroação de Espinhos
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo coroado de espinhos, passo da Coroação de Espinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-378.jpg
Cristo coroado de espinhos, passo da Coroação de Espinhos
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo do corpo da flagelação, passo da Flagelação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-380.jpg
Cristo do corpo da flagelação, passo da Flagelação
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo do corpo da flagelação, passo da Flagelação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-381.jpg
Cristo do corpo da flagelação, passo da Flagelação
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Menino com cravo, passo da Subida ao Calvário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-385.jpg
Menino com cravo, passo da Subida ao Calvário
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo da crucificação, passo da Crucificação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-386.jpg
Cristo da crucificação, passo da Crucificação
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Cristo da crucificação, passo da Crucificação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-387.jpg
Cristo da crucificação, passo da Crucificação
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

Madalena, passo da Crucificação
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002064HCAL-389.jpg
Madalena, passo da Crucificação
Obras de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, no santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Horacio Coppola
Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos
1945

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002065.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Dino Pretti, Áurea Santos Frota e homem não identificado em jantar de formatura
Não identificado
São Paulo
1975

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002065GA016.jpg
Avenida Paulista
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1905

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002065GA017.jpg
Avenida Paulista
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1905

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002066.jpg
Fotografia
Rui Affonso Machado na peça de teatro O auto da barca do inferno
Não identificado
São Paulo
novembro de 1946

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002067.jpg
Fotografia
Cacilda Becker em Seis personagens à procura de um autor
Fredi Klemman
São Paulo
1951

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002068.jpg
Fotografia
Reprodução de livro João Caetano
Não identificado
São Paulo
1970s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002069.jpg
Fotografia
Paul Valéry
Não identificado
Bruxelas
1936

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6291.jpg

Alécio de Andrade
Israel
1971

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6292.jpg

Alécio de Andrade
Killarney
1970

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6294.jpg

Alécio de Andrade
Paris
1975

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6295.jpg

Alécio de Andrade
Le Halles
1971

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6297.jpg

Alécio de Andrade
Irlanda
1970

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6298.jpg

Alécio de Andrade
Grand-Palais
1975

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6300.jpg

Alécio de Andrade
Londres
1991

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6301.jpg

Alécio de Andrade
Parque de Saint-Cloud
1975

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6303.jpg

Alécio de Andrade
Alfama
1974

Henri Cartier-Bresson, fotógrafo francês na festa da humanidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6307.jpg
Henri Cartier-Bresson, fotógrafo francês na festa da humanidade
Alécio de Andrade
Paris
1972

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6316.jpg

Alécio de Andrade
Boulevard Saint Germain
1975

Ruth Casoy
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6322.jpg
Ruth Casoy
Alécio de Andrade
Paris
1975

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6324.jpg

Alécio de Andrade
Paris
1970

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6327.jpg

Alécio de Andrade
Paris
1976

-
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6328.jpg

Alécio de Andrade
Washington Square
1973

Três freiras diante das "Três Graças", de Regnault
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6330.jpg
Três freiras diante das "Três Graças", de Regnault
Alécio de Andrade
Museu do Louvre
1970

Caroline Murat
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6352.jpg
Caroline Murat
Alécio de Andrade
Paris
1966

Manuel Bandeira, escritor e poeta brasileiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6362.jpg
Manuel Bandeira, escritor e poeta brasileiro
Alécio de Andrade
Rio de Janeiro
1964

Duque e Duquesa de Castries
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6423.jpg
Duque e Duquesa de Castries
Alécio de Andrade
Institut de France
circa 1980

Michel Foucault, filósofo francês
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6428.jpg
Michel Foucault, filósofo francês
Alécio de Andrade
Paris
circa 1970

Pelé
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6460.jpg
Pelé
Alécio de Andrade
Paris
1971

Paulo Mendes Campos, escritor brasileiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6470.jpg
Paulo Mendes Campos, escritor brasileiro
Alécio de Andrade
Bar Zeppelin
1964

Emiliano Di Cavalcanti, pintor brasileiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6488.jpg
Emiliano Di Cavalcanti, pintor brasileiro
Alécio de Andrade
Paris
1967

Vinicius de Moraes, poeta e compositor, e Toquinho, compositor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6508.jpg
Vinicius de Moraes, poeta e compositor, e Toquinho, compositor
Alécio de Andrade
Paris
1971

Lúcio Rangel, jornalista, crítico e musicólogo brasileiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6511.jpg
Lúcio Rangel, jornalista, crítico e musicólogo brasileiro
Alécio de Andrade
Rio de Janeiro
1964

Salvador Dalí, pintor espanhol, e François-Marie Banier, fotógrafo e escritor francês
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6538.jpg
Salvador Dalí, pintor espanhol, e François-Marie Banier, fotógrafo e escritor francês
Alécio de Andrade
Hotel Meurice
1971

Henry Miller, escritor norte-americano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Henry Miller, escritor norte-americano
Alécio de Andrade
Galeria Daniel Gervis
1967

Simone de Beauvoir, escritora, e Jean-Paul Sartre, escritor e filósofo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6574.jpg
Simone de Beauvoir, escritora, e Jean-Paul Sartre, escritor e filósofo
Alécio de Andrade
Paris
1971

Rubem Braga, escritor brasileiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6582.jpg
Rubem Braga, escritor brasileiro
Alécio de Andrade
Paris
1973

Rudolf Serkin, pianista austríaco naturalizado norte-americano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002069AA_6604.jpg
Rudolf Serkin, pianista austríaco naturalizado norte-americano
Alécio de Andrade
Sala Pleyel
1985

Edgar Morin, filósofo francês
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Edgar Morin, filósofo francês
Alécio de Andrade
Paris
circa 1970

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002070.jpg
Fotografia
Jean Louis Barrault
Não identificado
Paris
1950s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002071.jpg
Fotografia
André Gide
Não identificado
Bruxelas
1936

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002072.jpg
Fotografia
O auto da barca do inferno, Waldemar Wey, Tito Fleury, Caio Eduardo Caiuby
Não identificado
São Paulo
outubro de 1945

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002073.jpg
Fotografia
Peça de teatro Os irmãos das almas, Martins Pena, elenco e Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1943

Palácio Itamaraty; no canto superior esquerdo, o Barão do Rio Branco, ministro das Relações Exteriores à época
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM001.jpg
Palácio Itamaraty; no canto superior esquerdo, o Barão do Rio Branco, ministro das Relações Exteriores à época
Luiz Musso
Rua Estreita de São Joaquim, atual Avenida Marechal Floriano ; Centro
circa 1904

Palácio Itamaraty; no canto superior esquerdo, retrato do Barão do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM001a.jpg
Palácio Itamaraty; no canto superior esquerdo, retrato do Barão do Rio Branco
José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, foi Ministro das Relações Exteriores do Brasil (1902–1912).
Luiz Musso
Rua Estreita de São Joaquim, atual Avenida Marechal Floriano ; Centro
circa 1904

Antigo prédio do gabinete do ministro da Marinha; no canto superior esquerdo, o Almirante Júlio César de Noronha, ministro da Marinha à época
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM002.jpg
Antigo prédio do gabinete do ministro da Marinha; no canto superior esquerdo, o Almirante Júlio César de Noronha, ministro da Marinha à época
Luiz Musso
Atual Praça Barão de Ladário ; Centro
circa 1904

Antigo prédio do gabinete do ministro da Marinha; no canto superior esquerdo, retrato do Almirante Júlio César de Noronha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM002a.jpg
Antigo prédio do gabinete do ministro da Marinha; no canto superior esquerdo, retrato do Almirante Júlio César de Noronha
O Almirante Júlio César de Noronha foi Ministro de Estado dos Negócios da Marinha de 15 de Novembro de 1902 a 15 de novembro de 1906.
Luiz Musso
Atual Praça Barão de Ladário ; Centro
circa 1904

Bairro, enseada de Botafogo e morro do Pão de Açúcar; vistos da atual rua Oswaldo Seabra
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM003.jpg
Bairro, enseada de Botafogo e morro do Pão de Açúcar; vistos da atual rua Oswaldo Seabra
Luiz Musso
Laranjeiras
circa 1903

Bairro, enseada de Botafogo e morro do Pão de Açúcar; vistos da atual rua Oswaldo Seabra
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM003a.jpg
Bairro, enseada de Botafogo e morro do Pão de Açúcar; vistos da atual rua Oswaldo Seabra
Luiz Musso
Laranjeiras
circa 1903

Aleia Barbosa Rodrigues
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM004.jpg
Aleia Barbosa Rodrigues
Luiz Musso
Jardim Botânico
circa 1903

Aleia Barbosa Rodrigues
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Aleia Barbosa Rodrigues
Luiz Musso
Jardim Botânico
circa 1903

Cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM005.jpg
Cais Pharoux
Luiz Musso
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1903

Cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cais Pharoux
Luiz Musso
Centro
circa 1903

Estátua equestre do General Osório
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua equestre do General Osório
Luiz Musso
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1903

Estátua equestre do General Osório
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua equestre do General Osório
Luiz Musso
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1903

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chafariz do Mestre Valentim
Luiz Musso
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1903

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chafariz do Mestre Valentim
Luiz Musso
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1903

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chafariz do Mestre Valentim
Luiz Musso
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1903

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM008a.jpg
Chafariz do Mestre Valentim
Luiz Musso
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1903

Praça XV de Novembro e Cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM009.jpg
Praça XV de Novembro e Cais Pharoux
Prédio da Estação das Barcas.
Luiz Musso
Atual Orla Prefeito Luiz Paulo Conde ; Centro
circa 1903

Praça XV de Novembro e Cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça XV de Novembro e Cais Pharoux
Luiz Musso
Atual Orla Prefeito Luiz Paulo Conde ; Centro
circa 1903

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana
Luiz Musso
atual Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1903

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana
Luiz Musso
Praça da República ; Centro
circa 1903

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana
Luiz Musso
Praça da República ; Centro
circa 1903

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana
Luiz Musso
Praça da República ; Centro
circa 1903

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana
Luiz Musso
Praça de República ; Centro
circa 1903

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana
Luiz Musso
Praça da República ; Centro
circa 1903

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana
Luiz Musso
Praça de República ; Centro
circa 1903

Campo de Santana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo de Santana
Luiz Musso
Praça da República ; Centro
circa 1903

Quartel do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros na Praça da Aclamação, atual Praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Quartel do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros na Praça da Aclamação, atual Praça da República
Luiz Musso
Campo Santana ; Centro
1908

Quartel do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros na Praça da Aclamação, atual Praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Quartel do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros na Praça da Aclamação, atual Praça da República
Luiz Musso
Campo da Aclamação, atual Campo de Santana ; Centro
1908

Estátua Equestre de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua Equestre de Dom Pedro I
Luiz Musso
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1903

Estátua equestre de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua equestre de Dom Pedro I
Luiz Musso
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1903

Rua da Carioca, antiga Rua do Piolho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua da Carioca, antiga Rua do Piolho
Luiz Musso
Centro
circa 1903

Rua da Carioca, antiga rua do Piolho; a partir da rua da Assembleia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua da Carioca, antiga rua do Piolho; a partir da rua da Assembleia
Luiz Musso
Centro
circa 1903

Empresa de Correios e Telégrafos na Rua 1º de Março; a partir da Rua do Rosário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Empresa de Correios e Telégrafos na Rua 1º de Março; a partir da Rua do Rosário
Luiz Musso
Centro
circa 1903

Empresa de Correios e Telégrafos na rua 1º de Março
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Empresa de Correios e Telégrafos na rua 1º de Março
Luiz Musso
Centro
circa 1903

Avenida Central, atua Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central, atua Avenida Rio Branco
Luiz Musso
Centro
circa 1903

Avenida Central, atual avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Central, atual avenida Rio Branco
Luiz Musso
Centro
circa 1903

Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural Justiça Federal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural Justiça Federal
Luiz Musso
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1909

Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural Justiça Federal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM019a.jpg
Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural Justiça Federal
Luiz Musso
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1909

Caixa de Amortização (Banco Central do Brasil), atual Departamento de Meio Circulante (Mecir)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Caixa de Amortização (Banco Central do Brasil), atual Departamento de Meio Circulante (Mecir)
Luiz Musso
Rua dos Pescadores, atual Rua Visconde de Inhaúma ; Centro
circa 1903

Caixa de Amortização (Banco Central do Brasil), atual Departamento de Meio Circulante (Mecir)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Caixa de Amortização (Banco Central do Brasil), atual Departamento de Meio Circulante (Mecir)
Luiz Musso
Rua dos Pescadores, atual Rua Visconde de Inhaúma ; Centro
circa 1903

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palácio Monroe
Luiz Musso
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1907

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palácio Monroe
Luiz Musso
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1903

Largo da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo da Glória
Luiz Musso
Caminho da Glória, atual Rua da Glória ; Glória
circa 1903

Largo da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo da Glória
Luiz Musso
Caminho da Glória, atual Rua da Glória ; Glória
circa 1903

Largo da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM023.jpg
Largo da Glória
Luiz Musso
Caminho da Glória, atual Rua da Glória ; Glória
circa 1903

Largo da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo da Glória
Luiz Musso
Caminho da Glória, atual Rua da Glória ; Glória
circa 1903

Enseada de Botafogo vista da Basílica Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Botafogo vista da Basílica Imaculada Conceição
Luiz Musso
Praia João de Sousa, atual Praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1903

Enseada de Botafogo vista da Basílica Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Botafogo vista da Basílica Imaculada Conceição
Luiz Musso
Praia João de Sousa, atual Praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1903

Pavilhão Mourisco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM025.jpg
Pavilhão Mourisco
Luiz Musso
Praia João de Sousa, atual Praia de Botafogo ; Botafogo
1908

Pavilhão Mourisco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM025a.jpg
Pavilhão Mourisco
Luiz Musso
Praia João de Sousa, atual Praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1903

Museu Nacional - portal de entrada e fachada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Museu Nacional - portal de entrada e fachada
Construção em estilo neoclássico.
Luiz Musso
Quinta da Boa Vista ; rua do Imperador, atual avenida Pedro II ; São Cristóvão
circa 1903

Museu Nacional - portal de entrada e fachada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002073LM026a.jpg
Museu Nacional - portal de entrada e fachada
Construção em estilo neoclássico.
Luiz Musso
Quinta da Boa Vista ; rua do Imperador, atual avenida Pedro II ; São Cristóvão
circa 1903

Museu Nacional - Palácio de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Museu Nacional - Palácio de São Cristóvão
Luiz Musso
rua do Imperador, atual avenida Pedro II ; Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
circa 1903

Museu Nacional - Palácio de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Museu Nacional - Palácio de São Cristóvão
Luiz Musso
rua do Imperador, atual avenida Pedro II ; Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
circa 1903

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra de Itapuca
Luiz Musso
Atual Avenida Jornalista Alberto Francisco Torres ; Ingá
circa 1903

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra de Itapuca
Luiz Musso
Atual Avenida Jornalista Alberto Francisco Torres ; Ingá
circa 1903

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra de Itapuca
Luiz Musso
Atual Avenida Jornalista Alberto Francisco Torres ; Ingá
circa 1903

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra de Itapuca
Luiz Musso
Atual Avenida Jornalista Alberto Francisco Torres ; Ingá
circa 1903

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002074.jpg
Fotografia
Paulo Emílio Salles Gomes na Cinemateca
Não identificado
São Paulo
1970

Família de Martín Chambi
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Família de Martín Chambi
Texto fornecido por Teo Chambi: "Um magnífico retrato familiar. Da esquerda para a direita: Angelica, Victor, Manuela (sua esposa), Mery (atualmente viva em Cuzco, com 82 anos), Manuel, Celia e Julia, sua única filha fotógrafa."
Martín Chambi
Cusco
1930

Autorretrato de Martin Chambi vendo a si mesmo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Autorretrato de Martin Chambi vendo a si mesmo
Texto fornecido por Teo Chambi: "É uma das melhores fotografias feitas em estúdio. Destacando a princípio o ponto de luz natural nas mãos, seguindo o ato dele ver-se no negativo-positivo para finalmente introduzir-nos na atmosfera de seu laboratório ao apresentar a bandeja reveladora como uma referência de leitura visual."
Martín Chambi
Cusco
1923

Autorretrato de Martin Chambi na motocicleta
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Autorretrato de Martin Chambi na motocicleta
Texto fornecido por Teo Chambi: "Uma das séries fotográficas mais importantes de Martin Chambi é a dos seus autorretratos. Existem vários, e este é um deles, quando registrou a famosa fotografia do motociclista. Ele próprio queria ser o protagonista e o fez passando-se por modelo. Neste mesmo estilo fez outra foto, chamada “Blas Aguilar e seu rebanho de alpacas” (Blas Aguilar y su rebaño de alpacas)."
Martín Chambi
Cusco
1934

Martin Chambi fotografando Machu Picchu
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Martin Chambi fotografando Machu Picchu
Texto fornecido por Teo Chambi: "Da mesma serie de autorretratos, desta vez no santuário histórico."
Martín Chambi
Machu Picchu
1935

Autorretrato de Martin Chambi no alto de Carabaya
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Autorretrato de Martin Chambi no alto de Carabaya
Texto fornecido por Teo Chambi: "Na mesma série de autorretratos encontramos este, no alto de Carabaya, numa parada chamada Sachapata: Este lugar era próximo de onde ele nasceu em 05/11/1891."
Martín Chambi
Puno
1928

Autorretrato de Martin Chambi próximo a Coaza
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Autorretrato de Martin Chambi próximo a Coaza
Texto fornecido por Teo Chambi: "Martin Chambi voltou ao seu povoado em três oportunidades, esta em 1930, outra em 1944 e a última com seu filho Victor em 1964. Nota-se a forma como fazia suas viagens de trabalho montado à mula e a cavalo."
Martín Chambi
Puno
1930

Martin Chambi com amigos em Wayna Picchu
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Martin Chambi com amigos em Wayna Picchu
Texto fornecido por Teo Chambi: "Da série de autorretratos encontramos este com amigos no alto do monte Huayna Picchu."
Martín Chambi
Machu Picchu
1939

Amanhecer em Corani
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Amanhecer em Corani
Texto fornecido por Teo Chambi: "Nesta parada dos Andes peruanos nasceu Martin Chambi, em 05 de novembro de 1891, que retratou o local para a posteridade, valiosa homenagem a terra que o viu nascer."
Martín Chambi
Puno
1930

Nevado Ausangate
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Nevado Ausangate
Texto fornecido por Teo Chambi: "As viagens por toda a região de Cuzco eram continuas e proveitosas, sempre na companhia de amigos e assistentes."
Martín Chambi
Ocongate
1928

Cascata de Ollachea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cascata de Ollachea
Texto fornecido por Teo Chambi: "A paisagem, outro dos temas feitos por Martin com maestria, sempre com um enquadramento impecável, nota-se as pessoas na parte inferior direita, quase mimetizadas com a folhagem."
Martín Chambi
Puno
1948

Paisagem de Yucay
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paisagem de Yucay
Texto fornecido por Teo Chambi: "Quer seja as arvores, os reflexos, as pessoas, etc. O conjunto da imagem revela detalhes e impressões dignas de leitura completa."
Martín Chambi
Vale Sagrado dos Incas
1930

Rio Vilcanota
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rio Vilcanota
Texto fornecido por Teo Chambi: "O rio sagrado dos incas foi registrado em várias oportunidades paralelamente as suas estadias em Machu Picchu, sempre buscando a melhor luz e composição."
Martín Chambi
Machu Picchu
1930

Indígena e sua lhama
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Indígena e sua lhama
Texto fornecido por Teo Chambi: "A contraluz era também uma técnica dominada pela perfeição do autor, e seus fotografados eram selecionados com bastante rigor."
Martín Chambi
Cusco
1930

Tristeza andina
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Tristeza andina
Texto fornecido por Teo Chambi: "A foto mais conhecida e emblemática do autor, ainda foi selo postal dos correios do Peru em 1934 e numa medalha de ouro para sua filha Julia (única filha fotógrafa) em 1955."
Martín Chambi
La Raya
1933

Mestiças de Ollantaytambi
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mestiças de Ollantaytambi
Texto fornecido por Teo Chambi: "Sobre os restos deixados pelos incas, ele fazia posar suas modelos, geralmente nativas da região."
Martín Chambi
Cusco
1934

Camponesas de Quiquijana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Camponesas de Quiquijana
Texto fornecido por Teo Chambi: "O bom-humor e o sorriso são as características desta foto, nem sempre ocorria este tema."
Martín Chambi
Canchis
1940

Vista parcial de Machu Picchu
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista parcial de Machu Picchu
Texto fornecido por Teo Chambi: "Cada recanto, cada templo, cada escadaria eram captados pela lente do fotografo peruano, que gozava do esplendor e majestade do santuário sagrado."
Martín Chambi
Machu Picchu
1940

Vista panorâmica de Machu Picchu
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica de Machu Picchu
Texto fornecido por Teo Chambi: "Muitos críticos e estudiosos da obra consideraram esta fotografia como a iniciadora do famoso postal deste centro arqueológico, e desde essa data até os dias atuais foi reproduzida milhões de vezes."
Martín Chambi
Machu Picchu
1925

Vista parcial de Wiñay Wayna
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista parcial de Wiñay Wayna
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Outra das melhores obras feitas em suas viagens ao Caminho Inca, esperando o momento e a luz mais adequada, além da posição da volumosa e pesada câmera.
Martín Chambi
Machu Picchu
1941

Plataformas na cidadela de Wiñay Wayna
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Plataformas na cidadela de Wiñay Wayna
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Em uma de suas viagens a Machu Picchu, descobriu o caminho inca e chegou até Puyho Patamarka, mas foi Wiñay Wayna, que significa “sempre jovem”, onde fotografou com maestria esta e outras imagens."
Martín Chambi
Machu Picchu
1941

Rua Loreto
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Loreto
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A arquitetura inca está impressa em centenas de negativos de vidro pertencentes ao Arquivo Chambi, este é um claro exemplo, um dos vestígios mais importantes de nossos antepassados."
Martín Chambi
Cusco
1930

Muro das Cinco Janelas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Muro das Cinco Janelas
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A transparência desta imagem faz resaltar os volumes das cinco janelas de Wiñay Wayna, lugar preferido por Martin Chambi."
Martín Chambi
Wiñay Wayna
1941

Muro inca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Muro inca
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Buscando sempre o melhor ângulo e momento para registrar o passado inca."
Martín Chambi
Qolqampata
1932

Pedra dos doze ângulos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra dos doze ângulos
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Com sua câmera de grande formato passeava pelos restos arqueológicos da cidade de Cuzco, é assim que fez essa imagem autoexplicativa da grandeza arquitetônica dos incas."
Martín Chambi
Cusco
1930

Comboio de lhamas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comboio de lhamas
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Outro momento e tema, o passar das lhamas muito comum nessa época."
Martín Chambi
Peru
1931

Ponte de Lucre
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ponte de Lucre
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A paisagem dominada a perfeição pelo enquadramento, motivos e composições."
Martín Chambi
Cusco
1948

Campo arequipenho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Campo arequipenho
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A cidade e o campo arequipenhos eram outro dos temas preferidos por Martin Chambi, traziam velhas lembranças da juventude, pois ele viveu ali entre 1908 e 1920. É também nessa cidade que se casou com sua primeira esposa Manuela López Visa, e teve seus filhos maiores, Celia e Victor."
Martín Chambi
Arequipa
1935

Ezequiel Arce e sua colheita de batatas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ezequiel Arce e sua colheita de batatas
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Fotografava seus amigos, sempre buscando o ângulo preciso, a luz e a situação, os fazia posar e logo os entregava a copia da foto na oportunidade seguinte."
Martín Chambi
Cusco
1934

Descanso da tarefa agrícola
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Descanso da tarefa agrícola
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Essa é uma das fotografias mais antigas feita no caminho de sua viagem entre Sicuani e Cuzco."
Martín Chambi
Sicuani
1919

Festa da Cruz
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Festa da Cruz
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Outra versão desta tradicional festa, agora no cume da serra Saqsaywaman. Alguém comparou esta fotografia com a da bandeira de Iwo Jima em 1946 do fotógrafo Joe Rosenthal, só que 16 anos a separam da foto de Martin Chambi."
Martín Chambi
Cusco
3 de maio de 1930

Menino camponês orando perante a cruz
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Menino camponês orando perante a cruz
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A contraluz e o tema religioso, dois dos favoritos de Martin Chambi."
Martín Chambi
Cusco
1934

Peregrinos em Q’oillor Ritti
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Peregrinos em Q’oillor Ritti
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Todo ano, dois dias antes da celebração de Corpus Christie, nas redondezas do nevado de Sinakara (4,300 metros de altitude) termina a peregrinação ao Senhor de Q’oillor Ritti, milhares de camponeses participam deste tradicional costume andino onde sincretizam-se a religião ocidental, a cruz católica, a andina e a água (o nevado)."
Martín Chambi
Ocangate
1931

Peregrinos de Quillor Ritti
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Peregrinos de Quillor Ritti
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A festividade do Senhor de Qoillor Ritti foi visitada uma única vez em 1933, Chambi ficou encantado com o sincretismo religioso do lugar e seu povo."
Martín Chambi
Ocangate
1933

Camponeses tomando chicha na comunidade de Chocco
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Camponeses tomando chicha na comunidade de Chocco
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A chicha, uma poção de milho macerado, é a bebida herdada dos incas, aqui uma cena do consumo popular nas ruas de Cuzco, definitivamente perdida hoje em dia."
Martín Chambi
Cusco
1927

Camponês mastigando coca
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Camponês mastigando coca
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O costume ancestral de mastigar a folha da coca, a folha sagrada dos incas não era incomum a lente de Martin, que sempre buscava a oportunidade e o momento preciso."
Martín Chambi
Cusco
1923

Camponesa de Combapata
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Camponesa de Combapata
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "As pessoas do campo eram retratadas em seus lugares de origem e depois de pouco tempo Martin Chambi regressava ao local e oferecia de presente as fotos feitas por ele. Também por este feito, ele era querido e admirado."
Martín Chambi
Cusco
1934

Camponês tocando flauta
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Camponês tocando flauta
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A música era um dos fatores principais na vida de Martin Chambi e tudo a ela relacionado era fotografado por ele."
Martín Chambi
Cusco
1927

Camponês tocando flauta de pã
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Camponês tocando flauta de pã
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Em suas constantes viagens a Puno, encontrava seus cidadãos em atividades cotidianas e por isso, ele tinha sua câmera pronta."
Martín Chambi
Puno
1925

Organista na Capela de Tinta
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Organista na Capela de Tinta
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Uma foto singular que descreve o fotografado, que alem de ter construído seu próprio intrumento, executa a musica, precisamente os investigadores franceses Alain Paquier e Lionel Lissot descobriram na partitura desta foto uma canção do século XVII que foi interpretada no Festival de Salzburgo em 2001."
Martín Chambi
Sicuani
1935

Músicos populares
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Músicos populares
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Esta é uma mostra da sensibilidade do fotógrafo por registrar os personagens populares da época. Ele os levava ao estúdio e os fotografava, por suposto este trabalho era feito para seu próprio acervo e deixado para posteridade."
Martín Chambi
Cusco
1934

Menino de rua
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Menino de rua
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Retrato de um menino de rua que o autor convidou ao seu estúdio e o sentou sobre uma pele de vaca. É outro feito extraordinário iluminado com luz natural, é um personagem por si só muito forte através do olhar e de sua pose."
Martín Chambi
Cusco
1934

Camponesa de Q’eromarka e menina
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Camponesa de Q’eromarka e menina
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Outro magnífico exemplo de seu trabalho pessoal em estúdio. Esta placa de vidro está quebrada, porém a imagem é impressionante."
Martín Chambi
Cusco
1934

Dois gigantes cusquenhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Dois gigantes cusquenhos
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A história do personagem é novelesca. Essa foto foi feita no Estúdio Chambi em 1925, mas os filhos do senhor Martin informaram que era de 1929 e se chamava “O gigante de Paruro” (El gigante de Paruro); este nome circulou pelas galerias, museus, livros e revistas do mundo inteiro por muitos anos, porém, teria outra informação fidedigna e irrefutável: no mês de outubro de 1925, a revista Variedades, da cidade de Lima, publicou, não somente esta foto, como a do personagem sozinho e outra placa com o periodista Carlos Ríos Pagaza, que fez uma entrevista para a referida publicação, a qual tinha os seguintes dados: Homem gigante de Llusco, Chumbivilcas, de 52 anos de idade, 250 libras de peso e de 2,10m de estatura, nome Juan de la Cruz Sihuana. Esta descoberta foi feita pelo fotógrafo peruano Herman Swartz no ano de 2001. Nessa foto, o autor coloca seu assistente Victor Mendívil como referência e/ou comparação entre as duas alturas."
Martín Chambi
Cusco
1925

Monsenhor Pedro Pascual Farfan, bispo de Cusco
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Monsenhor Pedro Pascual Farfan, bispo de Cusco
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Autoridades e personalidades da cidade solicitavam ao artista Chambi que os fotografassem em seu estúdio da rua Marquez, os religiosos não podiam ser exceção."
Martín Chambi
Cusco
1927

Alejandro Velasco Astete, primeiro aviador cusquenho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Alejandro Velasco Astete, primeiro aviador cusquenho
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Um dos personagens cusquenhos mais fotografados pelo autor, desde a sua apoteótica chegada nos primeiros dias de setembro de 1925, suas apresentações, sua visita ao estúdio e festa, até a comoção de seu imenso funeral ao fim do mesmo mês. Ou seja, uma reportagem completa."
Martín Chambi
Cusco
1925

Família cusquenha em estúdio
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Família cusquenha em estúdio
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O retrato de estúdio significava muito para os retratados e neste caso, as famílias não eram exceção, aqui a família Jara Vidalón, cujo patriarca era um importante alfaiate da cidade."
Martín Chambi
Cusco
1924

Retrato de um ancião no estúdio
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Retrato de um ancião no estúdio
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O manejo da luz natural no estúdio é impressionante, ele consegue através de cortinas, efeitos e pontos de luz extraordinários."
Martín Chambi
Cusco
1931

Senhorita Estela Iberico
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Senhorita Estela Iberico
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Sua modelo, Estela Ibérico era uma das belezas de Cuzco naquela época. No arquivo existem várias tomadas de estúdio em diferentes poses e iluminação."
Martín Chambi
Cusco
1935

Noiva cusquenha e buquê
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Noiva cusquenha e buquê
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O estilo da época que cativou Martin Chambi era retratar as noivas para que tivessem uma lembrança do dia de seu casamento. Ainda hoje se faz esse trabalho, mas deixemos ao imaginário do criador artístico que nos deixou centenas destas obras."
Martín Chambi
Cusco
1928

Boda do senhor Julio Gadea, prefeito de Cuzco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Boda do senhor Julio Gadea, prefeito de Cuzco
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "É uma das melhores obras feitas, não somente pelo enquadramento, os personagens, sua acomodação e a luz natural, mas também pelo retoque manual que ele fez na placa original. Com um suave algodão molhado em prussiato de soda amarelo, branqueou muito delicadamente as partes extremas da imagem, exceto o piso para dar uma atmosfera claro-escura, obtendo uma beleza singular e de uma força única. Esta obra é considerada no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, como um dos melhores retratos fotográficos do século XX."
Martín Chambi
Cusco
1930

Casamento por conveniência
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Casamento por conveniência
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Os personagens procurados pelo autor são de uma espetacular realidade. Esta imagem também tem o tratamento com algodão com prussiato para obter uma atmosfera de estúdio fotográfico."
Martín Chambi
Cusco
1934

Dr. Luis Pareja e esposa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Dr. Luis Pareja e esposa
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Um dos retratos mais antigos no Arquivo Chambi, os casais de noivos pediam que o senhor Chambi os retratassem em seu estúdio, estes pedidos deveriam ser numerosos, pois existem centenas deles."
Martín Chambi
Cusco
1923

Noiva na mansão Montes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Noiva na mansão Montes
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A composição desta imagem é genial na lente de Martin Chambi. Ele coloca a noiva, que é o foco principal da foto, ao centro, e a criada (nana) é posta no lado onde há sombra, e não no lado esquerdo onde está a luz forte. Nossa interpretação é que a empregada (uma índia nativa de Cuzco) é testemunha fiel e parte da vida da noiva, e Martin Chambi a representa sutilmente."
Martín Chambi
Cusco
1930

Cortejo de casamento saindo da Capela de Lourdes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cortejo de casamento saindo da Capela de Lourdes
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Sempre faz referencia da pessoa do povo (indígena) como fiel testemunha do acontecimento. Talvez outro fotógrafo tivesse tirado de cena esta pessoa, mas Martin Chambi não, pois o mesmo era indígena."
Martín Chambi
Cusco
1940

Interior do Templo de Andahuaylillas
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Interior do Templo de Andahuaylillas
Verso: "17" - Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O tema religioso era um dos seus preferidos, não por encargo, mas por devoção, muitos lugares sagrados comoviam ao artista, como este templo conhecido como a Capela Sistina de Cuzco."
Martín Chambi
Cusco
1936

Antiga capela de Santa Rosa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Antiga capela de Santa Rosa
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Puno é o departamento peruano onde Chambi nasceu, o visitava constantemente e fotografava suas paisagens, monumentos, etc."
Martín Chambi
Puno
1933

Templo de Pomata
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Templo de Pomata
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Os exteriores também eram dominados através da luz natural e não só isso, o enquadre e sua composição são únicos."
Martín Chambi
Puno
1935

Cemitério da Almudena
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cemitério da Almudena
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A foto documental também era tratada com rigor e técnica."
Martín Chambi
Cusco
1930

Rua Mantas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Mantas
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Além da beleza fotográfica, existe o detalhe documental, através das casas, pessoas de época e situações cotidianas da cidade."
Martín Chambi
Plaza de Armas
1927

Rua Triunfo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Triunfo
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Uma coleção de centenas de placas de vidro registradas entre os anos de 1920 e 1970 das ruas e praças de Cuzco conformam um legado documental e histórico da cidade."
Martín Chambi
Cusco
1924

Balcão de Herodes e rua Belén com camponês
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Balcão de Herodes e rua Belén com camponês
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Essa obra é um documento muito importante para a cidade de Cuzco, antes do terremoto de 1950, assim como outros monumentos estão muito bem documentados em centenas de placas de vidro, graças a isto a cidade foi reconstruída com eficiência."
Martín Chambi
Cusco
1930

Ferrovia Cuzco-Santa Ana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ferrovia Cuzco-Santa Ana
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Os eventos periódicos e de relevância, como a inauguração do serviço de trem a Machu Picchu, eram registrados pela câmera de Martin Chambi."
Martín Chambi
Cusco
1927

Avião Panagra sobrevoando a cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avião Panagra sobrevoando a cidade
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Outro momento preciso da câmera de Martin Chambi, quando está subindo o trecho do templo de São Francisco capta esta fotografia de um avião que atravessava a cidade."
Martín Chambi
Cusco
1931

Primeiro cartaz do cinema Excelsior
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Primeiro cartaz do cinema Excelsior
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Os acontecimentos da cidade captados pelo autor, nesta ocasião, o aviso publicitário do primeiro filme com som em Cuzco."
Martín Chambi
Cusco
1928

Primeira motocicleta de Mario Perez
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Primeira motocicleta de Mario Perez
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A modernidade chegava a Cuzco nos anos 1920 e 1930. Nesta imagem vemos a “máquina” estática e na parte esquerda uma menina passa correndo, dando movimento a fotografia."
Martín Chambi
Cusco
1930

Jornal “El Comercio Del Cusco”
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Jornal “El Comercio Del Cusco”
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O modernismo chegava a Cuzco e Martin Chambi estava presente, não só fazendo o trabalho de impressão, mas publicando suas fotos nos diários de Cuzco, Lima, Santigo do Chile e Buenos Aires."
Martín Chambi
Cusco
maio de 1926

Policial arrastando menino
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Policial arrastando menino
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O humor também estava presente na obra do autor. Aqui um menino pobre com olhar angelical é agarrado pela orelha por um policial. É claramente descrito a postura e limpeza do traje policial em contraste com a roupa esfarrapada do menino."
Martín Chambi
Cusco
1924

Maria Luisa Romainville e seu carro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Maria Luisa Romainville e seu carro
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O trabalho de Martin Chambi também era solicitado pela alta sociedade cusquenha, casas, festa de gala, retratos de damas, como é este caso, posavam para sua lente."
Martín Chambi
Cusco
1927

Damas arequipenhas na chicheria
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Damas arequipenhas na chicheria
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Outra das manifestações culturais em Cuzco, beber chicha, acompanhados de damas arequipenhas, talvez amigas do senhor Martin, que gostava de chicha e das chicherias, ou “cavernas da nacionalidade” como mencionava o historiador cusquenho Uriel García."
Martín Chambi
Cusco
1927

Chicha e sapo. Costume cusquenho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chicha e sapo. Costume cusquenho
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Esta imagem por si só impressionante foi feita em quatro versões registradas em quatro placas, o artista realizou uma “encenação” deste tema. Esta é a única variação de poses que existe no arquivo."
Martín Chambi
Cusco
1930

Grêmio de Camaleros com Luis Velazco Aragón
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Grêmio de Camaleros com Luis Velazco Aragón
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "As manifestações de grêmios e político-sociais não podiam faltar no valioso arquivo."
Martín Chambi
Cusco
1931

Juízo oral na Corte Superior
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Juízo oral na Corte Superior
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O manejo dos personagens e situações é perfeito, aqui a rudeza no olhar dos juízes e o dos acusados, além do ambiente, fazem desta fotografia uma magnífica obra."
Martín Chambi
Cusco
1929

Guardas civis em Saqsaywaman
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Guardas civis em Saqsaywaman
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Assim como manejava sua câmera, Martin Chambi, convocava pessoas e conseguia o que queria através de sua lente e olho atento."
Martín Chambi
Saqsaywaman
1928

Guardas de Chumbivilcas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Guardas de Chumbivilcas
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Na altitude de Cuzco, a mais de 4000 metros existem essas pessoas que roubam o gado, são os ladrões dos Andes, além de tocarem músicas da região são muito alegres e mulherengos."
Martín Chambi
Cusco
1944

Banda de músicos do exercito no carnaval
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banda de músicos do exercito no carnaval
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "O carnaval era outro dos eventos urbanos onde Martin Chambi passava com sua câmera por casas, ruas e o Desfile da amizade."
Martín Chambi
Cusco
1928

Festa de Carnaval
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Festa de Carnaval
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Os trabalhos por encargo eram realizados com nitidez e limpeza de técnica fotográfica, neste exemplo, um interior iluminado com o brilho do magnésio (flash da época)."
Martín Chambi
Cusco
1926

Mario Perez Yáñes em festa de carnaval
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mario Perez Yáñes em festa de carnaval
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Os costumes populares da cidade eram também motivo para a fotografia de Martin Chambi, este é um claro exemplo de diversão, ação e comemoração revelado em uma placa de vidro."
Martín Chambi
Cusco
1931

Cruz Velacuy em Quillabamba
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cruz Velacuy em Quillabamba
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Todo dia 03 de maio é celebrada a festa da Cruz, numa de suas viagens a selva de Cuzco, Martín Chambi registrou essa imagem do costume tradicional com pessoas de época convocadas pelo autor."
Martín Chambi
Cusco
3 de maio de 1929

Cerimônia dos círios no templo de Ayaviri
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cerimônia dos círios no templo de Ayaviri
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Esta fotografia tem uma história e é sobre a viagem a Puno (450 km de distancia de Cuzco) feita com Pierre Verger, fotógrafo francês, filho predileto da Bahia, Brasil. Essa história foi descoberta pelo seu neto Teo Allain Chambi na Fundação Verger, em 2004."
Martín Chambi
Puno
1939

Festa de São João na Capela do Triunfo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Festa de São João na Capela do Triunfo
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "As tradições populares e festas da cidade eram do agrado do artista, caminhava com a câmera no ombro registrando ao caminhar essas manifestações para seu trabalho pessoal."
Martín Chambi
Cusco
1928

O Senhor dos Tremores na Catedral de Cusco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O Senhor dos Tremores na Catedral de Cusco
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "A segunda-feira santa, dentro da semana santa católica se celebra com muita unção em Cuzco, Martin Chambi, fiel e devoto católico, registrava estas imagens com paixão e técnica."
Martín Chambi
Cusco
1944

Grupo de fundadores do Instituto Americano de Arte
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Grupo de fundadores do Instituto Americano de Arte
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Além de ser um fotografo talentoso, Martin Chambi foi um promotor de cultura e tradições, junto a um grupo de intelectuais e artistas fundou o Instituto Americano de Arte e depois o Centro Qosqo de Arte Nativa, no mesmo ano."
Martín Chambi
Cusco
1936

Equipe feminina de basquete
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Equipe feminina de basquete
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Os esportes estão presentes na obra de Martin Chambi, com suas características da época e a graça e encanto que ele põe em sua obra."
Martín Chambi
Cusco
1924

Equipe de futebol
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Equipe de futebol
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Desta vez o tocou o futebol, esporte sempre popular em todas as latitudes, nota-se as características do uso de uniformes."
Martín Chambi
Cusco
1926

Família Lomellini
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Família Lomellini
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "No arquivo fotográfico de Martin Chambi existem centenas de retratos pessoais ou de família em exteriores, como sempre feitos com maestria e domínio técnico."
Martín Chambi
Arequipa
1935

Família cusquenha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Família cusquenha
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Fotografia muito antiga, já nessa época Martin Chambi se posicionava na sociedade cusquenha."
Martín Chambi
Cusco
1923

Família cusquenha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Família cusquenha
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Outra das demonstrações ao ar livre e com uma sutil luz natural, onde capta rostos e poses ternas e cheias de romantismo."
Martín Chambi
Cusco
1929

Professoras de tênis
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Professoras de tênis
Texto fornecido por Teo Chambi (neto de Martin Chambi): "Uma fotografia por encomenda onde conseguiu uma dimensão familiar muito evocativa."
Martín Chambi
Cusco
1929

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Casa
Não identificado
Local não identificado
dezembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e Identificação parcial [Maria Isabel]
Não identificado
São Paulo
1917

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Identificação parcial [Beatriz], Identificação parcial [Zilda], Decio de Almeida Prado, Identificação parcial [Flávio] e Identificação parcial [Celso]
Não identificado
São Paulo
1919

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Identificação parcial [Clotilde], Identificação parcial [Maria] e Identificação parcial [Maria Isabel], Identificação parcial [Beatriz], Identificação parcial [Flávio], Decio de Almeida Prado e Identificação parcial [Adélia]
Não identificado
São Paulo
janeiro de 1920

Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Copacabana
1930s

Praia de Santa Luzia; ao fundo, o Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Santa Luzia; ao fundo, o Palácio Monroe
Guilherme Santos
Praia de Santa Luzia, avenida Beira-Mar ; Centro
circa 1915

Desastre de automóvel
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Desastre de automóvel
Guilherme Santos
Praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1925

Porto de Piedade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Porto de Piedade
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
1926

Igreja de São Sebastião, no alto do morro do Castelo, e Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de São Sebastião, no alto do morro do Castelo, e Igreja de Santa Luzia
Guilherme Santos
Centro
1915

Largo do Machado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo do Machado
Guilherme Santos
Catete
1917

Revolução de 1930
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolução de 1930
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
1930

Praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080BR0209.jpg
Praia do Flamengo
Guilherme Santos
Flamengo
1920s

Casebre - retrato de criança
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Casebre - retrato de criança
Guilherme Santos
Tijuca
1925

Automóvel na avenida Beira-Mar, morro do Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Automóvel na avenida Beira-Mar, morro do Pão de Açúcar ao fundo
Guilherme Santos
Flamengo ; Avenida Beira Mar
circa 1925

Automóvel na avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Automóvel na avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1925

Enseada da Glória, morro do Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080BR0213.jpg
Enseada da Glória, morro do Pão de Açúcar ao fundo
Guilherme Santos
Glória
circa 1925

Estrada da Vista Chinesa, Pedra da Gávea ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estrada da Vista Chinesa, Pedra da Gávea ao fundo
Guilherme Santos
Floresta da Tijuca
circa 1925

Vista para o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista para o Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Baía de Guanabara
circa 1925

Ressaca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080BR0217.jpg
Ressaca
Guilherme Santos
Glória
1925

Aspecto da praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Aspecto da praia do Flamengo
Guilherme Santos
Praia do Flamengo ; Flamengo
circa 1925

O fotógrafo Guilherme Santos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O fotógrafo Guilherme Santos
Guilherme Santos
Águas da Prata
circa 1910

Antiga Igreja Matriz, atual Igreja do Rosário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Antiga Igreja Matriz, atual Igreja do Rosário
Guilherme Santos
Bairro do Rosário
circa 1915

Jardim Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim Público
Guilherme Santos
Praça Armando Sales (Catedral) ; Centro
circa 1915

Vista geral da cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080BR0716.jpg
Vista geral da cidade
Guilherme Santos
Possivelmente, tomada a partir da rua Rangel Pestana ; Bairro do Rosário
circa 1915

Cascata das Antas - o grande salto superior
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cascata das Antas - o grande salto superior
Guilherme Santos
Cascata das Antas
1918

Teatro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080BR1219.jpg
Teatro
Guilherme Santos
Centro
circa 1915

Margens do Rio Paraíba do Sul
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Margens do Rio Paraíba do Sul
Guilherme Santos
Belo Horizonte
1925

Monte Versúvio - cratera do vulcão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Monte Versúvio - cratera do vulcão
Verascope Richard
Nápoles
1922

Exposição Colonial Internacional de Paris - vista panorâmica da exposição e pavilhões
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Colonial Internacional de Paris - vista panorâmica da exposição e pavilhões
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - réplica do templo Angkor Wat (pavilhão Camboja)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080EUR3102.jpg
Exposição Colonial Internacional de Paris - réplica do templo Angkor Wat (pavilhão Camboja)
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - pavilhão da África Ocidental Francesa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080EUR3103.jpg
Exposição Colonial Internacional de Paris - pavilhão da África Ocidental Francesa
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - palácio ao estilo dinastia Hova (pavilhão Madagascar)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080EUR3104.jpg
Exposição Colonial Internacional de Paris - palácio ao estilo dinastia Hova (pavilhão Madagascar)
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - Palais du Maroc (pavilhão Marrocos)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080EUR3105.jpg
Exposição Colonial Internacional de Paris - Palais du Maroc (pavilhão Marrocos)
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - Palais de l'Algérie (pavilhão Argélia)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080EUR3106.jpg
Exposição Colonial Internacional de Paris - Palais de l'Algérie (pavilhão Argélia)
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - pavilhão não identificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080EUR3107.jpg
Exposição Colonial Internacional de Paris - pavilhão não identificado
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - pavilhão não identificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Colonial Internacional de Paris - pavilhão não identificado
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - Mount Vernon (pavilhão EUA)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080EUR3109.jpg
Exposição Colonial Internacional de Paris - Mount Vernon (pavilhão EUA)
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - pavilhão não identificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080EUR3111.jpg
Exposição Colonial Internacional de Paris - pavilhão não identificado
Verascope Richard
Vincennes
1931

Exposição Colonial Internacional de Paris - Pavilhão de Honra (pavilhão Bélgica)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080EUR3112.jpg
Exposição Colonial Internacional de Paris - Pavilhão de Honra (pavilhão Bélgica)
Verascope Richard
Vincennes
1931

Grupo de pessoas na Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Grupo de pessoas na Cascatinha da Tijuca
Guilherme Santos
Floresta da Tijuca
1913

Santa Teresa vista da rua Francisco Muratori
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Santa Teresa vista da rua Francisco Muratori
Guilherme Santos
Rua Francisco Muratori ; Santa Teresa
1915

Jardim zoológico
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim zoológico
Guilherme Santos
Vila Isabel
maio de 1913

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0304.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0305.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0306.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0307.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0308.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0310.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0311.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0312.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0313.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0317.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0319.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Estereoscopia erótica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080NUS0321.jpg
Estereoscopia erótica
Estereoscopia erótica colecionada por Guilherme Santos.
Verascope Richard
França
1920s

Busto na avenida Rainha Elizabeth
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Busto na avenida Rainha Elizabeth
Guilherme Santos
Avenida Rainha Elizabeth da Bélgica ; Ipanema
circa 1925

Chafariz na praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chafariz na praia de Botafogo
Guilherme Santos
Praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1934

Vista para o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista para o Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Urca
circa 1925

Vista para o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista para o Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Urca
circa 1925

Vista para o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista para o Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Urca
circa 1925

Enseada de Botafogo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Botafogo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Botafogo
circa 1925

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra de Itapuca
Guilherme Santos
Praia das Flechas
1916

Docas do Mercado Municipal da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Docas do Mercado Municipal da Praça XV de Novembro
Guilherme Santos
Centro
circa 1923

Pedra vista da praia de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra vista da praia de Boa Viagem
Guilherme Santos
Avenida Litorânea ; Boa Viagem
circa 1920

Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ilha de Boa Viagem
Guilherme Santos
Ilha de Boa Viagem
circa 1920

Nascer do sol na Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Nascer do sol na Ilha de Boa Viagem
Guilherme Santos
Ilha de Boa Viagem
circa 1920

Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ilha de Boa Viagem
Guilherme Santos
Ilha de Boa Viagem
circa 1920

Jardim do Campo da Aclamação, atual Campo de Santana; estátuas do Outono e da Primavera
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim do Campo da Aclamação, atual Campo de Santana; estátuas do Outono e da Primavera
Guilherme Santos
Praça da República ; Centro
circa 1925

Estátua equestre de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua equestre de Dom Pedro I
Guilherme Santos
Largo do Rocio, atual Praça Tiradentes ; Centro
circa 1916

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro João Caetano
Guilherme Santos
Praça Tiradentes
circa 1925

Cavalaria na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cavalaria na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1916

Pedra vista da praia de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra vista da praia de Boa Viagem
Guilherme Santos
Avenida Litorânea ; Boa Viagem
circa 1920

Luz do sol sobre o mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Luz do sol sobre o mar
Guilherme Santos
Baía de Guanabara
circa 1915

Banhistas na praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na praia do Flamengo
Guilherme Santos
Praia do Flamengo ; Flamengo
circa 1920

Enseada de Botafogo; vista da Urca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Botafogo; vista da Urca
Guilherme Santos
Urca
circa 1920

Praia do Flamengo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia do Flamengo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Flamengo
1927

Botafogo visto da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Botafogo visto da Baía de Guanabara
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Botafogo
circa 1920

Vista para o Convento de Santa Teresa; a partir da Lapa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista para o Convento de Santa Teresa; a partir da Lapa
Guilherme Santos
Lapa ; Centro
1939

Porta da Igreja de São Domingos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Porta da Igreja de São Domingos
Guilherme Santos
Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1930

Vista lateral da Igreja de São Domingos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista lateral da Igreja de São Domingos
Guilherme Santos
Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1930

Fachada lateral da Igreja de São Domingos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Fachada lateral da Igreja de São Domingos
Guilherme Santos
Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1930

Missa de inauguração da estátua do Cristo Redentor; entre os presentes, Getúlio e Darcy Vargas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Missa de inauguração da estátua do Cristo Redentor; entre os presentes, Getúlio e Darcy Vargas
Entre os presentes também se encontram alguns ministros do governo Getúlio Vargas.
Guilherme Santos
Morro do Corcovado
12 de outubro de 1931

Missa de inauguração da estátua do Cristo Redentor; entre os presentes, Getúlio e Darcy Vargas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Missa de inauguração da estátua do Cristo Redentor; entre os presentes, Getúlio e Darcy Vargas
Entre os presentes também se encontram alguns ministros do governo Getúlio Vargas.
Guilherme Santos
Morro do Corcovado
12 de outubro de 1931

Alberto I, rei da Bélgica, durante o Grande Prêmio no Derby Club
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Alberto I, rei da Bélgica, durante o Grande Prêmio no Derby Club
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
1920

Alberto I, rei da Bélgica, visitando o parlamento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Alberto I, rei da Bélgica, visitando o parlamento
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
1920

Palácio Monroe iluminado para a chegada dos reis da Bélgica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palácio Monroe iluminado para a chegada dos reis da Bélgica
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
20 de setembro de 1920

Chegada dos Reis da Bélgica - Carro a Dumont vendo-se o rei Alberto I e o presidente Epitácio Pessoa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chegada dos Reis da Bélgica - Carro a Dumont vendo-se o rei Alberto I e o presidente Epitácio Pessoa
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
1920

Chegada do Rei Alberto I da Bélgica
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chegada do Rei Alberto I da Bélgica
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1920

Chegada dos Reis da Bélgica; policiamento na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chegada dos Reis da Bélgica; policiamento na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1920

Visita dos Reis da Bélgica; chegada do Rei Alberto I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita dos Reis da Bélgica; chegada do Rei Alberto I
Guilherme Santos
Centro ; Avenida Rio Branco
1920

Visita dos Reis da Bélgica; chegada do Rei Alberto I, ao fundo, o Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita dos Reis da Bélgica; chegada do Rei Alberto I, ao fundo, o Palácio Monroe
Guilherme Santos
Centro ; Avenida Rio Branco
1920

Visita dos Reis da Bélgica; em frente ao Palace Hotel
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita dos Reis da Bélgica; em frente ao Palace Hotel
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central), esquina com Almirante Barroso ; Centro
1920

Praça da República; ao fundo, a Assembleia Legislativa de Niterói
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça da República; ao fundo, a Assembleia Legislativa de Niterói
Guilherme Santos
Praça da República ; Centro
circa 1935

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra do Índio
Guilherme Santos
Praia das Flechas
1921

Escola de Educação Física do Exército
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escola de Educação Física do Exército
Guilherme Santos
Alameda Floriano Peixoto ; Urca
circa 1920

Casarão e jardim na rua Barão de Flamengo, nº 22
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Casarão e jardim na rua Barão de Flamengo, nº 22
Guilherme Santos
Flamengo
circa 1925

Senado Federal, enterro de Pinheiro Machado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Senado Federal, enterro de Pinheiro Machado
Pinheiro Machado foi assassinado com uma punhalada pelas costas por Manso de Paiva, às 16h30 de 8 de setembro de 1915. O senador foi atacado no saguão do Hotel dos Estrangeiros, no Flamengo, onde visitaria Rubião Júnior, político do Partido Republicano Paulista. Vinha do Senado e estava em companhia dos deputados federais paulistas Cardoso de Almeida e Bueno de Andrade.
Guilherme Santos
Palácio Conde dos Arcos, atual Faculdade de Direito da UFRJ ; Campo de Santana ; Centro
setembro de 1915

Senado Federal; enterro de Pinheiro Machado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1504.jpg
Senado Federal; enterro de Pinheiro Machado
Pinheiro Machado foi assassinado com uma punhalada pelas costas por Manso de Paiva, às 16h30 de 8 de setembro de 1915. O senador foi atacado no saguão do Hotel dos Estrangeiros, no Flamengo, onde visitaria Rubião Júnior, político do Partido Republicano Paulista. Vinha do Senado e estava em companhia dos deputados federais paulistas Cardoso de Almeida e Bueno de Andrade.
Guilherme Santos
Palácio Conde dos Arcos, atual Faculdade de Direito da UFRJ ; Campo de Santana ; Centro
setembro de 1915

Carreata pela visita do presidente argentino Justo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carreata pela visita do presidente argentino Justo
Em 1935, o presidente Getúlio Vargas visitou Buenos Aires, em retribuição à visita de Justo.
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
outubro de 1933

Carreata pela visita do presidente argentino Justo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carreata pela visita do presidente argentino Justo
Em 1935, o presidente Getúlio Vargas visitou Buenos Aires, em retribuição à visita de Justo.
Guilherme Santos
Atual Rio Branco, antiga avenida Central ; Centro
outubro de 1933

Último dia da visita do presidente Agustin Justo ao Rio de Janeiro; missa na Candelária, com a presença de Darcy Vargas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Último dia da visita do presidente Agustin Justo ao Rio de Janeiro; missa na Candelária, com a presença de Darcy Vargas
Guilherme Santos
Centro
12 de outubro de 1933

Último dia da visita do presidente Agustin Justo ao Rio de Janeiro; missa na Candelária
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Último dia da visita do presidente Agustin Justo ao Rio de Janeiro; missa na Candelária
Guilherme Santos
Centro
12 de outubro de 1933

Multidão em frente à Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Multidão em frente à Biblioteca Nacional
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1921

Edifícios do Jockey Club e do Hotel Palace na avenida Rio Branco; destaque para multidão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Edifícios do Jockey Club e do Hotel Palace na avenida Rio Branco; destaque para multidão
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1920

Praça Floriano Peixoto, atual Cinelândia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Floriano Peixoto, atual Cinelândia
Guilherme Santos
Praça Floriano Peixoto ; Centro
circa 1915

Praia Vermelha; tomada do Morro da Urca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia Vermelha; tomada do Morro da Urca
Guilherme Santos
Morro da Urca ; Urca
circa 1917

Arsenal de Guerra, canhões utilizados na Guerra do Paraguai
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Arsenal de Guerra, canhões utilizados na Guerra do Paraguai
Guilherme Santos
Centro
1922

Portão do antigo Arsenal de Guerra, no antigo Largo do Moura
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Portão do antigo Arsenal de Guerra, no antigo Largo do Moura
Guilherme Santos
Praça XV de Novembro ; Centro
1937

Arsenal de Guerra e Calabouço
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1711.jpg
Arsenal de Guerra e Calabouço
Guilherme Santos
Centro
1922

Calabouço, antigo Arsenal da Guerra
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Calabouço, antigo Arsenal da Guerra
Guilherme Santos
Centro
1915

Calabouço, antigo Arsenal da Guerra
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1713.jpg
Calabouço, antigo Arsenal da Guerra
Guilherme Santos
Centro
1915

Vista da cidade, tomada da Estrada do Redentor;  ao fundo, Lagoa Rodrigo Freitas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1816.jpg
Vista da cidade, tomada da Estrada do Redentor; ao fundo, Lagoa Rodrigo Freitas
Guilherme Santos
Estrada do Redentor ; Alto da Boa Vista
circa 1920

Parada Militar do dia 7 de setembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1901.jpg
Parada Militar do dia 7 de setembro
Guilherme Santos
Flamengo
1930

Praça Onze de Junho - chafariz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1902.jpg
Praça Onze de Junho - chafariz
Guilherme Santos
Centro
1929

Ressaca na Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1907.jpg
Ressaca na Glória
Guilherme Santos
Glória
julho de 1921

Arcos da Lapa - Aqueduto da Carioca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Arcos da Lapa - Aqueduto da Carioca
Guilherme Santos
Avenida Mem de Sá ; Lapa
circa 1925

Ressaca na Avenida WIlson, atual Avenida Franklin Roosevelt
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1910.jpg
Ressaca na Avenida WIlson, atual Avenida Franklin Roosevelt
Guilherme Santos
Centro
julho de 1921

Fonte Adriano Ramos Pinto - Fonte da Juventude; ao fundo, Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1913.jpg
Fonte Adriano Ramos Pinto - Fonte da Juventude; ao fundo, Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Guilherme Santos
Praia do Russel, atual rua do Russel ; Glória
circa 1917

Vista da Lapa e do Centro a partir de Santa Teresa; ao fundo, destaque para o Palácio Monroe, Biblioteca Nacional e Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1914.jpg
Vista da Lapa e do Centro a partir de Santa Teresa; ao fundo, destaque para o Palácio Monroe, Biblioteca Nacional e Morro do Castelo
Guilherme Santos
Rua Dias de Barros ; Santa Teresa
circa 1920

Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar
Guilherme Santos
Glória
1910

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ1918.jpg
Passeio Público
Guilherme Santos
Centro
julho de 1921

Mercado Municipal da Praça XV de Novembro; ao fundo, a Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mercado Municipal da Praça XV de Novembro; ao fundo, a Ilha Fiscal
Guilherme Santos
Morro do Castelo, atual rua Beco da Música ; Centro
circa 1917

As roseiras do parque
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2110.jpg
As roseiras do parque
Guilherme Santos
Parque das Águas
s.d.

Alto do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Alto do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Morro do Pão de Açúcar ; Urca
circa 1917

Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2202.jpg
Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Urca
circa 1917

Morro do Pão de Açúcar e bondinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2203.jpg
Morro do Pão de Açúcar e bondinho
Guilherme Santos
Morro da Urca ; Urca
circa 1917

Aqueduto das Paineiras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Aqueduto das Paineiras
Guilherme Santos
Floresta da Tijuca
circa 1915

Urca, Enseada de Botafogo e o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Urca, Enseada de Botafogo e o Morro do Corcovado
Guilherme Santos
Atual avenida João Luís Alves ; Urca
circa 1917

Recanto da Saudade na Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2208.jpg
Recanto da Saudade na Lagoa Rodrigo de Freitas
Guilherme Santos
Avenida Epitácio Pessoa ; Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1917

Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra da Gávea
Guilherme Santos
São Conrado
1932

Cais Pharoux; Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2214.jpg
Cais Pharoux; Praça XV de Novembro
Guilherme Santos
Centro
circa 1925

Missa de Ação de Graças pela chegada do Hidroavião Argos ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Missa de Ação de Graças pela chegada do Hidroavião Argos ao Rio de Janeiro
Guilherme Santos
Rua Mestre Valentim ; Lapa
1927

Bairro da Glória e Morro do Pão de Açucar; tomados da atual Rua Álvaro Alvim
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2411.jpg
Bairro da Glória e Morro do Pão de Açucar; tomados da atual Rua Álvaro Alvim
Guilherme Santos
Centro
circa 1925

Ressaca da Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2413.jpg
Ressaca da Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
julho de 1921

Paço Imperial - Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paço Imperial - Praça XV de Novembro
Guilherme Santos
Rua da Assembleia ; Centro
circa 1912

Ressaca no Bairro do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ressaca no Bairro do Flamengo
Guilherme Santos
Flamengo
julho de 1925

Vista do Centro a partir da Fortaleza da Conceição; ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2512.jpg
Vista do Centro a partir da Fortaleza da Conceição; ao fundo, o Morro do Castelo
Guilherme Santos
Ladeira da Conceição, atual rua Major Daemon ; Saúde
circa 1917

Morro do Pão de Açúcar; tomado da atual Avenida das Nações Unidas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2519.jpg
Morro do Pão de Açúcar; tomado da atual Avenida das Nações Unidas
Guilherme Santos
Botafogo
circa 1920

Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1927

Vista da cidade; tomada a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da cidade; tomada a partir do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1917

Vista do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Centro
julho de 1928

Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1925

Ruínas do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ruínas do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
julho de 1928

Vista do centro da cidade a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do centro da cidade a partir do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Morro do Castelo
circa 1917

Ruínas da demolição do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ruínas da demolição do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Morro do Castelo
circa 1922

Ruínas do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2714.jpg
Ruínas do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Morro do Castelo
1928

Praça XV de Novembro, tomada do Cais Pharoux; destaque para o chafariz monumental, ao centro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2717.jpg
Praça XV de Novembro, tomada do Cais Pharoux; destaque para o chafariz monumental, ao centro
Guilherme Santos
Cais Pharoux ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1915

Forte de São João; visto do Morro da Urca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Forte de São João; visto do Morro da Urca
Guilherme Santos
Urca
circa 1915

Sobrado na Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2719.jpg
Sobrado na Glória
Guilherme Santos
Praia do Russel, atual rua do Russel ; Glória
circa 1925

Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro ; Avenida Rio Branco
1927

Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
1927

Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1927

Carnaval na Avenida Rio Branco, esquina com a Rua do Rosário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Avenida Rio Branco, esquina com a Rua do Rosário
Guilherme Santos
Centro
1928

Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
1930

Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
1930

Carnaval na Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Avenida Central, atual Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
1915

Carnaval
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2814.jpg
Carnaval
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco
1932

Carnaval
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2815.jpg
Carnaval
Guilherme Santos
Rua do Rosário
1932

Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2816.jpg
Corso carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
1928

Vista tomada do Morro do Castelo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista tomada do Morro do Castelo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Morro do Castelo
1924

Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas e a entrada do Observatório Nacional
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas e a entrada do Observatório Nacional
A Igreja dos Jesuítas foi construída em 1567.
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
1924

Ruínas do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ruínas do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1924

Portal da Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Portal da Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas
A Igreja dos Jesuítas foi construída em 1567.
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
1922

Ruínas da Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos; popularmente denominada como Igreja dos Barbadinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ruínas da Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos; popularmente denominada como Igreja dos Barbadinhos
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1922

Vista da enseada da Glória a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da enseada da Glória a partir do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Morro do Castelo
circa 1917

Demolição da Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos; popularmente denominada como Igreja dos Barbadinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Demolição da Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos; popularmente denominada como Igreja dos Barbadinhos
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1922

Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos; popularmente denominada como Igreja dos Barbadinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos; popularmente denominada como Igreja dos Barbadinhos
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
1922

Igreja de São Sebastião
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de São Sebastião
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1917

Pátio do Hospital São Zacharias em ruínas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pátio do Hospital São Zacharias em ruínas
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
1924

Morro do Castelo - desmonte
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ2918.jpg
Morro do Castelo - desmonte
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1917

Morro do Castelo - desmonte
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Castelo - desmonte
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1917

Vista lateral do Convento dos Barbadinhos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista lateral do Convento dos Barbadinhos
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1917

Ruínas do Morro do Castelo; à esquerda, Pavilhões construídos para a Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ruínas do Morro do Castelo; à esquerda, Pavilhões construídos para a Exposição Internacional de 1922
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
1925

Avenida Rio Branco; destaque para as luminárias
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco; destaque para as luminárias
Guilherme Santos
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1927

Fachada do Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Fachada do Teatro João Caetano
Guilherme Santos
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1927

Bonde da Carris Urbanos; ao fundo, os Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bonde da Carris Urbanos; ao fundo, os Arcos da Lapa
Guilherme Santos
Atual avenida República do Paraguai ; Centro
circa 1905

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro João Caetano
Guilherme Santos
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1917

Festa da Sombrinha em Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Festa da Sombrinha em Copacabana
Guilherme Santos
Copacabana
1929

Evento militar na rua do Catete, próximo ao Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Evento militar na rua do Catete, próximo ao Palácio do Catete
Guilherme Santos
Rua do Catete ; Catete
circa 1913

Revolução de 1930; populares e revolucionários na avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolução de 1930; populares e revolucionários na avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
outubro de 1930

Revolução de 1930; populares e revolucionários na avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolução de 1930; populares e revolucionários na avenida Rio Branco
Destaque para a fumaça de imóveis incendiados. No dia 24/10/1930 ocorrerram incêndios nos jornais: “O País”, “A Noite”, “Jornal do Brasil” e na “Gazeta de Notícias”.
Guilherme Santos
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
24 de outubro de 1930

Revolução de 1930; populares e revolucionários na avenida Rio Branco, na altura da rua do Ouvidor, em frente à Gazeta de Notícias
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ3606.jpg
Revolução de 1930; populares e revolucionários na avenida Rio Branco, na altura da rua do Ouvidor, em frente à Gazeta de Notícias
No dia 24/10/1930 ocorrerram incêndios nos jornais: “O País”, “A Noite”, “Jornal do Brasil” e na “Gazeta de Notícias”.
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Rua do Ouvidor ; Centro
24 de outubro de 1930

Revolução de 1930; conflito na rua do Rosário
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolução de 1930; conflito na rua do Rosário
Guilherme Santos
Avenida Central, atual Rio Branco ; Rua do Rosário ; Centro
outubro de 1930

Revolução de 1930; militares e civis reunidos após a vitória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolução de 1930; militares e civis reunidos após a vitória
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
24 de outubro de 1930

Visita dos reis da Bélgica à brigada policial da capital federal, junto ao presidente Epitácio Pessoa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita dos reis da Bélgica à brigada policial da capital federal, junto ao presidente Epitácio Pessoa
A visita do rei Alberto I da Bélgica (1875 – 1934) ao Brasil, entre 19 de setembro e 15 de outubro de 1920, foi a primeira realizada por uma monarca europeu à América do Sul (A Noite, 2 de junho de 1920). Ele veio acompanhado de sua esposa, a rainha Elisabeth (1876 – 1965), e o filho do casal, o príncipe Leopoldo (1901 – 1983), futuro rei Leopoldo III, juntou-se a eles no princípio de outubro. Durante sua estadia no país, o casal real foi sempre aclamado pela população e os jornais comumente referiam-se ao soberano como o “rei herói” ou o “rei soldado”, devido à sua atuação na Primeira Guerra Mundial (Jornal do Brasil, 8 de abril de 1920). Sobre a fotografia, sabemos que no dia 1º de outubro os reis belgas andaram pelas ruas do centro do Rio de Janeiro, atraindo a atenção popular. Após o almoço, o soberano visitou a brigada policial com o presidente Epitácio Pessoa.
Guilherme Santos
Centro
1 de outubro de 1920

Visita dos Reis da Bélgica, Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita dos Reis da Bélgica, Arsenal da Marinha
Guilherme Santos
Praça Mauá
1920

Visita do Rei Alberto I à brigada policial
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita do Rei Alberto I à brigada policial
Guilherme Santos
Campo de Santana, antigo Campo da Aclamação ; Centro
1920

Visita dos reis da Bélgica, excursão à Teresópolis; destaque para marinheiros prestando continência à bandeira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita dos reis da Bélgica, excursão à Teresópolis; destaque para marinheiros prestando continência à bandeira
A visita do rei Alberto I da Bélgica (1875 – 1934) ao Brasil, entre 19 de setembro e 15 de outubro de 1920, foi a primeira realizada por uma monarca europeu à América do Sul (A Noite, 2 de junho de 1920). Ele veio acompanhado de sua esposa, a rainha Elisabeth (1876 – 1965), e o filho do casal, o príncipe Leopoldo (1901 – 1983), futuro rei Leopoldo III, juntou-se a eles no princípio de outubro. Durante sua estadia no país, o casal real foi sempre aclamado pela população e os jornais comumente referiam-se ao soberano como o “rei herói” ou o “rei soldado”, devido à sua atuação na Primeira Guerra Mundial (Jornal do Brasil, 8 de abril de 1920). No dia 28 de setembro de 1920, os reis belgas e a comitiva real foram para Teresópolis em companhia de Epitácio Pessoa e outras autoridades. Seguiram no vapor do presidente até a estação Piedade, onde passaram para um trem especial da Estrada de Ferro Teresópolis.
Guilherme Santos
Praça Mauá ; Centro
28 de setembro de 1920

Praça Floriano, Cinelândia; ao fundo, o Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Floriano, Cinelândia; ao fundo, o Palácio Monroe
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Praça Floriano (Cinelândia) ; Centro
circa 1925

Praça Floriano, Cinelândia; ao fundo, o Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Floriano, Cinelândia; ao fundo, o Teatro Municipal
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Praça Floriano (Cinelândia) ; Centro
circa 1925

Vista do pôr do sol na avenida Niemeyer; ao fundo, a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do pôr do sol na avenida Niemeyer; ao fundo, a Pedra da Gávea
Guilherme Santos
Avenida Niemeyer
circa 1927

Vista noturna da Enseada de Botafogo e do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna da Enseada de Botafogo e do Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Morro do Corcovado ; Cosme Velho
circa 1925

Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de São Francisco de Paula
Guilherme Santos
Largo São Francisco de Paula ; Centro
circa 1920

Vista da Avenida Rio Branco; a partir do edifício Assicurazioni
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Avenida Rio Branco; a partir do edifício Assicurazioni
Edifício localizado na Avenida Rio Branco, nº 128, onde a companhia de seguros Assicurazioni Generali funcionou entre 1925 e 2019.
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1930

Vista do largo de São Francisco de Paula; a partir do edifício Adriática
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do largo de São Francisco de Paula; a partir do edifício Adriática
Guilherme Santos
Rua Buenos Aires ; Centro
circa 1935

Pavilhão Mourisco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pavilhão Mourisco
Projetado inicialmente para ser um music-hall, nos moldes do Horloge ou do Ambassateurs, ambos situados na avenidas dos Campos Elíseos, em Paris, o Pavilhão Mourisco nunca chegou a ser uma casa de espetáculos, mas teve sucesso como restaurante, montado com um luxo realmente asiático, e bar durante os primeiros anos de sua existência. Foi encomendado durante a gestão do prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos (1836 – 1913), mas foi inaugurado no início de 1907, quando a prefeitura já estava sob o comando de Francisco Marcelino de Souza Aguiar (1855 – 1935). Em março de 1950, o Pavilhão Mourisco foi demolido.
Guilherme Santos
Praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1915

Tropas na avenida Rio Branco; ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Tropas na avenida Rio Branco; ao fundo, o Morro do Castelo
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1915

Monumento a Floriano Peixoto na avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Monumento a Floriano Peixoto na avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Praça da Biblioteca Nacional ; Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1920

Jardim da Cinelândia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim da Cinelândia
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1920

Terreno do Convento da Ajuda; ao fundo, o Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Terreno do Convento da Ajuda; ao fundo, o Palácio Monroe
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
1913

Avenida Rio Branco - casamento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco - casamento
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1925

Trecho da Avenida Rio Branco, próximo à Praça Floriano, Cinelândia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Trecho da Avenida Rio Branco, próximo à Praça Floriano, Cinelândia
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1925

Estátua em homenagem a João Caetano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua em homenagem a João Caetano
A estátua se encontra em frente ao Teatro João Caetano, onde era o Teatro São Pedro.
Guilherme Santos
Largo do Rocio, atual Praça Tiradentes ; Centro
circa 1920

Vista do Centro a partir da Fortaleza da Conceição
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Centro a partir da Fortaleza da Conceição
Guilherme Santos
Saúde
circa 1915

Rua dos Andradas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ4702.jpg
Rua dos Andradas
Guilherme Santos
Largo São Francisco de Paula ; Centro
circa 1915

Evento militar em frente à Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Evento militar em frente à Biblioteca Nacional
Guilherme Santos
Rua Evaristo da Veiga ; Centro
circa 1910

Rua da Carioca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ4704.jpg
Rua da Carioca
Guilherme Santos
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1917

Travessa das Belas Artes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Travessa das Belas Artes
Guilherme Santos
Rua da Imperatriz ; Centro
circa 1915

Candelária
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ4707.jpg
Candelária
Guilherme Santos
Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1935

Edifícios na avenida Presidente Vargas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Edifícios na avenida Presidente Vargas
Guilherme Santos
Avenida Marechal Floriano ; Centro
circa 1935

Candelária, vista posterior
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Candelária, vista posterior
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1935

A Ladeira de Comercio, antigo Paço da Cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ4714.jpg
A Ladeira de Comercio, antigo Paço da Cidade
Guilherme Santos
Largo do Paço ; Centro
1912

Região do antigo Mercado do Peixe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ4715.jpg
Região do antigo Mercado do Peixe
Guilherme Santos
Rua do Mercado ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1912

Arco do Teles
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Arco do Teles
Guilherme Santos
Travessa do Comércio ; Centro
circa 1912

Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1931

Palácio Itamaraty; edifício da Biblioteca e Arquivos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ5004.jpg
Palácio Itamaraty; edifício da Biblioteca e Arquivos
Guilherme Santos
Campo da Aclamação ; Centro
circa 1925

Chegada do Cardeal Sebastião Leme ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chegada do Cardeal Sebastião Leme ao Rio de Janeiro
Guilherme Santos
Pier Mauá ; Saúde
1930

Jubileu Sacerdotal do Cardeal Arcoverde - escoteiros em frente à Catedral aguardam a chegada do Cardeal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jubileu Sacerdotal do Cardeal Arcoverde - escoteiros em frente à Catedral aguardam a chegada do Cardeal
Guilherme Santos
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
3 de maio de 1924

Jubileu Sacerdotal do Cardeal Arcoverde - escoteiros em marcha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jubileu Sacerdotal do Cardeal Arcoverde - escoteiros em marcha
Guilherme Santos
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
3 de maio de 1924

Jubileu Sacerdotal do Cardeal Arcoverde, escoteiros em frente à Catedral aguardam a chegada do Cardeal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jubileu Sacerdotal do Cardeal Arcoverde, escoteiros em frente à Catedral aguardam a chegada do Cardeal
Guilherme Santos
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
3 de maio de 1924

Exposição Internacional de 1922; exposição de automóveis no pavilhão português
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional de 1922; exposição de automóveis no pavilhão português
Ocorrida entre 1922 e 1923 na cidade do Rio de Janeiro, a Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil foi um evento idealizado pelo governo para mostrar ao mundo o grau de desenvolvimento do país no primeiro evento deste tipo feito depois da Primeira Guerra Mundial. O espaço urbano da então capital da República sofreu uma incisiva intervenção, a exemplo da finalização do processo de desmonte do morro do Castelo que ocorreu para a Exposição que tinha como objetivo abrir avenidas e erigir pavilhões para receber os representantes de diferentes países. Portugal ergueu dois pavilhões na Exposição Internacional. O principal, localizava-se avenida Presidente Antônio Carlos com a avenida das Nações (trecho inicial da atual Avenida Churchil, lado sul), em frente à área da atual Praça Ana Amélia.
Guilherme Santos
Avenida Presidente Antônio Carlos ; Avenida das Nações, atual avenida Churchil ; Centro
circa 1922

Militares na Praça XV de Novembro, no dia da Constituinte de 1934
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Militares na Praça XV de Novembro, no dia da Constituinte de 1934
De novembro de 1933 a julho de 1934 o país viveu sob a égide da Assembléia Nacional Constituinte encarregada de elaborar a nova Constituição brasileira que iria substituir a Constituição de 1891. Foram meses de intensa articulação e disputa política entre o governo e os grupos que compunham a Constituinte. Para o primeiro, a futura ordenação jurídica do país deveria incorporar o conjunto de mudanças que vinham sendo promovidas nos campos social, político e econômico. Essas posições também eram defendidas por lideranças tenentistas eleitas para a Constituinte. Para a Igreja Católica, o momento era de afirmação e de maior intervenção na vida política do país. Já para os grupos oligárquicos, a nova Constituição deveria assegurar aos estados um papel de relevo. O maior desafio dos constituintes foi tentar encontrar caminhos capazes de atender a essa gama variada de projetos e interesses.
Guilherme Santos
Antiga Sé, Igreja de Nossa Senhora do Carmo ; Rua Primeiro de Março ; Praça XV de Novembro ; Centro
16 de julho de 1934

Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
De novembro de 1933 a julho de 1934 o país viveu sob a égide da Assembléia Nacional Constituinte encarregada de elaborar a nova Constituição brasileira que iria substituir a Constituição de 1891. Foram meses de intensa articulação e disputa política entre o governo e os grupos que compunham a Constituinte. Para o primeiro, a futura ordenação jurídica do país deveria incorporar o conjunto de mudanças que vinham sendo promovidas nos campos social, político e econômico. Essas posições também eram defendidas por lideranças tenentistas eleitas para a Constituinte. Para a Igreja Católica, o momento era de afirmação e de maior intervenção na vida política do país. Já para os grupos oligárquicos, a nova Constituição deveria assegurar aos estados um papel de relevo. O maior desafio dos constituintes foi tentar encontrar caminhos capazes de atender a essa gama variada de projetos e interesses.
Guilherme Santos
Palácio Tiradentes, atual sede da ALERJ ; Rua Primeiro de Março ; Centro
16 de julho de 1934

Construção do aeroporto Santos Dumont, apóa a ampliação da área aterrada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção do aeroporto Santos Dumont, apóa a ampliação da área aterrada
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1934

Exercicios dos bombeiros no edificio A noite
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exercicios dos bombeiros no edificio A noite
Guilherme Santos
Praça Mauá
circa 1925

Convento de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Convento de Santa Teresa
Guilherme Santos
Rua Teotônio Regadas ; Lapa
circa 1925

Praia de Botafogo; ao fundo, o morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Botafogo; ao fundo, o morro do Corcovado
Guilherme Santos
Praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1915

A Baroneza, primeira locomotiva brasileira, na Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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A Baroneza, primeira locomotiva brasileira, na Praça Mauá
A fotografia, possivelmente, refere-se à comemoração do 80º aniversário da introdução dos serviços ferroviários no Brasil, em 10 de Agosto de 1934.
Guilherme Santos
Rua Américo Rangel ; Saúde
1934

A Baroneza, primeira locomotiva brasileira, na Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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A Baroneza, primeira locomotiva brasileira, na Praça Mauá
Guilherme Santos
Centro
1934

Herbert Clark Hoover, presidente dos Estados Unidos, durante visita à Câmara dos Deputados
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Herbert Clark Hoover, presidente dos Estados Unidos, durante visita à Câmara dos Deputados
Guilherme Santos
Palácio Tiradentes, rua Primeiro de Março ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1930

Regresso dos reis belgas - embarque na Galeota D. João VI, na Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Regresso dos reis belgas - embarque na Galeota D. João VI, na Praça Mauá
Guilherme Santos
Centro
16 de outubro de 1920

Regresso dos reis belgas; chegada da rainha e do presidente
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Regresso dos reis belgas; chegada da rainha e do presidente
O cortejo real de regresso dos reis belgas partiu para a praça Mauá, passando pela rua Paissandu, e pelas avenidas Beira-Mar e Rio Branco. Foram aclamados por todo o trajeto, que contava com tropas de terra e de mar, sob o comando do general Luiz Barbedo. No cais Mauá, foram recebidos por várias autoridades. Embarcaram com o príncipe Leopoldo, com Epitácio Pessoa e sua esposa, e com mais algumas autoridades e membros de sua comitiva no galeão Dom João VI em direção ao encouraçado São Paulo.
Guilherme Santos
Praça Mauá ; Centro
16 de outubro de 1920

Regresso dos reis belgas, chegada da rainha à Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Regresso dos reis belgas, chegada da rainha à Praça Mauá
O cortejo real de regresso dos reis belgas partiu para a praça Mauá, passando pela rua Paissandu, e pelas avenidas Beira-Mar e Rio Branco. Foram aclamados por todo o trajeto, que contava com tropas de terra e de mar, sob o comando do general Luiz Barbedo. No cais Mauá, foram recebidos por várias autoridades. Embarcaram com o príncipe Leopoldo, com Epitácio Pessoa e sua esposa, e com mais algumas autoridades e membros de sua comitiva no galeão Dom João VI em direção ao encouraçado São Paulo.
Guilherme Santos
Praça Mauá ; Centro
16 de outubro de 1920

Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - Pavilhão do Japão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - Pavilhão do Japão
Guilherme Santos
Avenida Presidente Wilson ; Centro
1922

Parte da estrutura da Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Parte da estrutura da Exposição Internacional de 1922
Guilherme Santos
Centro
circa 1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - parte do Palácio das Festas, ao lado da Avenida das Nações
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - parte do Palácio das Festas, ao lado da Avenida das Nações
Guilherme Santos
Atual Rua Antenor Fagundes ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - parte do Palácio do Calabouço, com vista para a Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - parte do Palácio do Calabouço, com vista para a Baía de Guanabara
Guilherme Santos
Atual Avenida Alfred Agache ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - Palácio das Festas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - Palácio das Festas
Guilherme Santos
Atual Avenida Marechal Câmara ; Centro
1922

Parte da estrutura da Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Parte da estrutura da Exposição Internacional de 1922
Guilherme Santos
Centro
circa 1922

Resquícios da Praia da Saudade; ao fundo, a Porta Monumental da Exposição Nacional de 1908
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Resquícios da Praia da Saudade; ao fundo, a Porta Monumental da Exposição Nacional de 1908
Guilherme Santos
Avenida Pasteur, antiga praia da Saudade ; Urca
circa 1908

Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - Pavilhão Britânico
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - Pavilhão Britânico
Guilherme Santos
Avenida Presidente Wilson ; Centro
1922

Evento militar em frente à Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Evento militar em frente à Biblioteca Nacional
Guilherme Santos
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1915

Exposição Nacional de 1908; destaque para grupamento militar em frente ao Pavilhão de Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Nacional de 1908; destaque para grupamento militar em frente ao Pavilhão de Minas Gerais
Guilherme Santos
Praia da Saudade ; Urca
1908

Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Guilherme Santos
Avenida Beira Mar, atual General Justo
circa 1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - Palácio do Calabouço
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 - Palácio do Calabouço
Guilherme Santos
Avenida dos Aviadores, atual Avenida General Justo ; Centro
1922

Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil - Pavilhões na Praia Vermelha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil - Pavilhões na Praia Vermelha
Guilherme Santos
Baía de Guanabara próximo à Avenida Portugal ; Urca
1908

Marinheriros em formação na região do Porto
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Marinheriros em formação na região do Porto
Guilherme Santos
Largo da Prainha e Praça 28 de Setembro, atual Praça Mauá ; Saúde
circa 1925

Carnaval - crianças fantasiadas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval - crianças fantasiadas
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
1933

Morro do Corcovado; tomado da Rua do Aqueduto, atual Almirante Alexandrino
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Corcovado; tomado da Rua do Aqueduto, atual Almirante Alexandrino
Guilherme Santos
Santa Teresa
circa 1920

Morro do Castelo; ao fundo, Santa Teresa e o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Castelo; ao fundo, Santa Teresa e o Morro do Corcovado
Guilherme Santos
Morro do Castelo, atual avenida Nilo Peçanha ; Centro
circa 1905

Pedra da Gávea; tomada da Estrada Nova da Tijuca, atual Estrada da Vista Chinesa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra da Gávea; tomada da Estrada Nova da Tijuca, atual Estrada da Vista Chinesa
Guilherme Santos
Alto da Boa Vista
circa 1915

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Primeiro de Março
Guilherme Santos
Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1905

Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Castelo
Guilherme Santos
Centro
circa 1905

Bairro de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro de Santa Teresa
Guilherme Santos
Santa Teresa
circa 1905

Morro do Castelo; ao fundo, Santa Teresa e o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Castelo; ao fundo, Santa Teresa e o Morro do Corcovado
Guilherme Santos
Morro do Castelo, atual avenida Nilo Peçanha ; Centro
circa 1905

Praia do Flamengo - banhistas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia do Flamengo - banhistas
Guilherme Santos
Flamengo
1930

Praia do Flamengo - banhistas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia do Flamengo - banhistas
Guilherme Santos
Flamengo
1930

Banhistas na praia do Flamengo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na praia do Flamengo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Praia do Flamengo ; Flamengo
circa 1920

Praia do Flamengo - banhistas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia do Flamengo - banhistas
Guilherme Santos
Flamengo
1930

Praia do Flamengo - banhistas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ8206.jpg
Praia do Flamengo - banhistas
Guilherme Santos
Flamengo
1930

Praia do Flamengo - efeito da luz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia do Flamengo - efeito da luz
Guilherme Santos
Flamengo
1930

Praia do Flamengo - banhistas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia do Flamengo - banhistas
Guilherme Santos
Flamengo
1930

Praia do Flamengo - banhistas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia do Flamengo - banhistas
Guilherme Santos
Flamengo
1930

Banhistas na praia do Flamengo; ao fundo, o morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na praia do Flamengo; ao fundo, o morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Praia do Flamengo ; Flamengo
circa 1920

Sede do jornal O Paiz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Sede do jornal O Paiz
O Paiz foi um jornal diário de grande circulação lançado em 1º de outubro de 1884, no Rio de Janeiro (RJ), por João José dos Reis Júnior, o conde de São Salvador de Matozinhos. Conservador e de grande expressão, considerado o mais robusto órgão governista da República Velha, foi um dos maiores formadores de opinião na política e na sociedade brasileiras entre o fim do século XIX e o começo do século XX. Durou até 18 de novembro de 1934, quando foi fechado pela Revolução de 1930.
Guilherme Santos
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1927

Vista noturna de Niterói a partir do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna de Niterói a partir do Morro do Corcovado
Guilherme Santos
Morro do Corcovado ; Cosme Velho
circa 1920

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Bairro da Glória e Morro do Corcovado; a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro da Glória e Morro do Corcovado; a partir de Santa Teresa
Guilherme Santos
Rua Senador Cândido Mendes, atual rua Cândido Mendes ; Santa Teresa
circa 1915

Bairro da Lapa; visto da Ladeira de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro da Lapa; visto da Ladeira de Santa Teresa
Guilherme Santos
Santa Teresa
circa 1915

"Pensão Schray", atual Hotel Riazor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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"Pensão Schray", atual Hotel Riazor
O Hotel Riazor foi fundado em 1891 e se chamava “Pensão SCHRAY”. Em meados da década de 1960 o hotel ganhou o nome de “Monte Blanco”, e no início dos anos 1990 de “Hotel Riazor”.
Guilherme Santos
Rua do Catete ; Catete
circa 1927

Antigo Palácio Trocadéro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Antigo Palácio Trocadéro
Palácio construído para Exposição Universal de Paris de 1878.
Verascope Richard
Paris
circa 1920

Vista de Copacabana; tomada da Ladeira do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista de Copacabana; tomada da Ladeira do Leme
Guilherme Santos
Ladeira do Leme ; Copacabana
circa 1915

Rua Riachuelo e bairro da Lapa; tomados de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Riachuelo e bairro da Lapa; tomados de Santa Teresa
Guilherme Santos
Rua Francisco Muratori ; Santa Teresa
1916

Praça Floriano Peixoto
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Floriano Peixoto
Guilherme Santos
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1910

Casa de Tobias Amaral
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Casa de Tobias Amaral
Guilherme Santos
Rua Joaquim Murtinho ; Santa Teresa
1916

Casa de Tobias Amaral
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Casa de Tobias Amaral
Guilherme Santos
Rua Joaquim Murtinho ; Santa Teresa
1916

Morro da Urca e Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro da Urca e Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Atual Avenida Repórter Nestor Moreira ; Botafogo
circa 1915

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Orla de Copacabana ; Avenida Atlântica com a Rua Bolívar ; Copacabana
circa 1930

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Orla de Copacabana ; Avenida Atlântica com a Rua Constante Ramos ; Copacabana
circa 1930

Banhistas na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na praia de Copacabana
Guilherme Santos
Orla de Copacabana ; Avenida Atlântica com rua Bolívar ; Copacabana
circa 1930

Morros da Urca e do Pão de Açúcar; tomados das proximidades da Avenida Pasteur
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morros da Urca e do Pão de Açúcar; tomados das proximidades da Avenida Pasteur
Guilherme Santos
Urca
circa 1917

Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Lagoa Rodrigo de Freitas
Guilherme Santos
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1915

Baía de Guanabara e Pão de Açúcar a partir da praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Baía de Guanabara e Pão de Açúcar a partir da praia do Flamengo
Guilherme Santos
Praia do Flamengo
1915

Morros da Urca e do Pão de Açúcar; tomados das proximidades da Rua General Severiano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morros da Urca e do Pão de Açúcar; tomados das proximidades da Rua General Severiano
Guilherme Santos
Botafogo
circa 1925

Morro do Pão de Açúcar; a partir da Rua Marquês de Olinda
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Pão de Açúcar; a partir da Rua Marquês de Olinda
Guilherme Santos
Botafogo
circa 1935

Morros da Urca e do Pão de Açúcar; tomados das proximidades da Rua General Severiano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morros da Urca e do Pão de Açúcar; tomados das proximidades da Rua General Severiano
Guilherme Santos
Botafogo
circa 1925

Morro do Pão de Açúcar e, ao fundo, Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0210.jpg
Morro do Pão de Açúcar e, ao fundo, Morro do Corcovado
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Urca
circa 1915

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ilha das Cobras
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Centro
circa 1920

Pão de Açúcar; tomado das proximidades da Praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pão de Açúcar; tomado das proximidades da Praia do Flamengo
Guilherme Santos
Flamengo
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1920

Ilha das Cobras; tomada das proximidades da Avenida Alfred Agache
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ilha das Cobras; tomada das proximidades da Avenida Alfred Agache
Guilherme Santos
Centro
circa 1920

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0422.jpg
Ilha das Cobras
Guilherme Santos
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1920

Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0425.jpg
Ilha das Cobras
Guilherme Santos
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1920

Ilha das Cobras; tomada da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0427.jpg
Ilha das Cobras; tomada da Baía de Guanabara
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Centro
circa 1920

Estrada do Joá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0502.jpg
Estrada do Joá
Guilherme Santos
Atual Rua Maria Luísa Pitanga ; Barra da Tijuca
circa 1920

Estrada da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0503.jpg
Estrada da Gávea
Guilherme Santos
Antigo trecho final da estrada da Gávea, atual Auto-Estrada Lagoa-Barra ; São Conrado
circa 1920

Mirante do Morro do Corcovado; ao fundo, o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0506.jpg
Mirante do Morro do Corcovado; ao fundo, o Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Morro do Corcovado ; Cosme Velho
circa 1930

Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas e a entrada do Observatório Nacional
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0519.jpg
Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas e a entrada do Observatório Nacional
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
1924

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0705.jpg
Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
circa 1920

Hotel Avenida, situado na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Hotel Avenida, situado na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
circa 1920

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Primeiro de Março
Guilherme Santos
Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1910

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0709.jpg
Rua Primeiro de Março
Guilherme Santos
Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1920

Largo da Carioca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo da Carioca
Guilherme Santos
Atual praça Estado da Guanabara ; Centro
circa 1910

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
circa 1920

Praia da Saudade e o Pavilhão dos Estados, da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia da Saudade e o Pavilhão dos Estados, da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
A Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil, foi realizada em 1908. Atualmente o prédio abriga o Museu de Ciências da Terra.
Guilherme Santos
Avenida Portugal ; Urca
circa 1908

Lapa vista de Santa Teresa; ao fundo, os Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Lapa vista de Santa Teresa; ao fundo, os Arcos da Lapa
Guilherme Santos
Rua Elétrica, atual rua Joaquim Murtinho ; Santa Teresa
circa 1920

Bairro do Catete
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro do Catete
Guilherme Santos
Rua Silveira Martins (proximidades) ; Catete
circa 1920

Bairro do Catete; palmeiras ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0902.jpg
Bairro do Catete; palmeiras ao fundo
Guilherme Santos
Rua Silveira Martins (proximidades) ; Catete
circa 1920

Bairro do Catete; palmeiras ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0903.jpg
Bairro do Catete; palmeiras ao fundo
Guilherme Santos
Rua Silveira Martins (proximidades) ; Catete
circa 1920

Bairro do Catete; palmeiras ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro do Catete; palmeiras ao fundo
Guilherme Santos
Rua Silveira Martins (proximidades) ; Catete
circa 1920

Bairro do Catete
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJN0905.jpg
Bairro do Catete
Guilherme Santos
Rua Silveira Martins (proximidades) ; Catete
circa 1935

Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Urca
circa 1920

Aterramento da Praia da Saudade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Aterramento da Praia da Saudade
Guilherme Santos
Antigo trecho da avenida Portugal, atual avenida São Sebastião ; Urca
circa 1915

Ministério da Marinha e Mosteiro de São Bento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ministério da Marinha e Mosteiro de São Bento
Área portuária da Praça Mauá, presença de barcos e homens.
Guilherme Santos
Praça Mauá ; Centro
circa 1920

Vista do Rio de Janeiro a partir do Rio Comprido; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Rio de Janeiro a partir do Rio Comprido; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Caminho do Sumaré, atual Estrada do Sumaré ; Rio Comprido
circa 1917

Vista da cidade; tomada do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da cidade; tomada do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1917

Bairro da Glória, entrada da Baía de Guanabara e Pão de Açúcar; tomados de Santa de Tereza
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro da Glória, entrada da Baía de Guanabara e Pão de Açúcar; tomados de Santa de Tereza
Guilherme Santos
Rua Hermenegildo de Barros (proximidades) ; Santa Teresa
circa 1920

Bairro da Glória e Pão de Açúcar; tomados de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro da Glória e Pão de Açúcar; tomados de Santa Teresa
Guilherme Santos
Rua Hermenegildo de Barros ; Santa Teresa
circa 1920

Vista da cidade; tomada das proximidades da Estrada do Sumaré
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da cidade; tomada das proximidades da Estrada do Sumaré
Guilherme Santos
Floresta da Tijuca
circa 1920

Morro do Cantagalo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Cantagalo
Guilherme Santos
Copacabana
circa 1920

Porto, Mercado Municipal e, ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Porto, Mercado Municipal e, ao fundo, o Morro do Castelo
Guilherme Santos
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1920

Estátua equestre de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua equestre de Dom Pedro I
Guilherme Santos
Largo do Rocio, atual Praça Tiradentes ; Centro
circa 1920

Vista da cidade; tomada a partir do Morro de Sumaré
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da cidade; tomada a partir do Morro de Sumaré
Guilherme Santos
Floresta da Tijuca
circa 1920

Vista da Baía de Guanabara; tomada da Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Baía de Guanabara; tomada da Ilha de Boa Viagem
Guilherme Santos
Ilha de Boa Viagem
circa 1920

Vista da cidade; tomada a partir do Morro de Sumaré
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da cidade; tomada a partir do Morro de Sumaré
Guilherme Santos
Floresta da Tijuca
circa 1920

Morros da Glória e do Pão de Açúcar; vistos do terraço do jardim do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morros da Glória e do Pão de Açúcar; vistos do terraço do jardim do Passeio Público
Guilherme Santos
Lapa
circa 1920

Vista do Rio de Janeiro a partir da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Rio de Janeiro a partir da Floresta da Tijuca
Guilherme Santos
Floresta da Tijuca ; Estrada do Excelsior ; Tijuca
circa 1917

Rua São José
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua São José
Guilherme Santos
Centro
circa 1905

Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Castelo
Guilherme Santos
Centro
circa 1917

Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Arcos da Lapa
Guilherme Santos
Centro
circa 1935

Vista do centro da cidade; tomada das proximidades da Rua Acre
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do centro da cidade; tomada das proximidades da Rua Acre
Guilherme Santos
Rua Major Daemon ; Centro
circa 1925

Morro do Castelo - Observatório Astronômico e o Hospital São Zacarias
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Castelo - Observatório Astronômico e o Hospital São Zacarias
Guilherme Santos
Antigas Avenidas Santos Dumont e Aparício Borges, atual Avenida Presidente Antônio Carlos ; Centro
1922

Ruínas do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ruínas do Morro do Castelo
Guilherme Santos
Centro
circa 1920

Largo da Carioca e Convento de Santo Antônio
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Largo da Carioca e Convento de Santo Antônio
Guilherme Santos
Largo da Carioca ; Centro
circa 1920

Parte do Catete visto do Flamengo - destaque para as palmeiras imperiais do Palácio do Catete, ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Parte do Catete visto do Flamengo - destaque para as palmeiras imperiais do Palácio do Catete, ao fundo
Guilherme Santos
Rua Corrêa Dutra ; Flamengo
circa 1920

Os edifícios do Jockey Club e do Derby Club
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Os edifícios do Jockey Club e do Derby Club
Guilherme Santos
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1915

Mercado Municipal da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mercado Municipal da Praça XV de Novembro
Guilherme Santos
Centro
circa 1915

Visita do Rei da Bélgica, Alberto I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita do Rei da Bélgica, Alberto I
Guilherme Santos
Praia Vermelha
1920

Cúpula de edifício e, ao fundo, o Teatro Municipal; tomados da Rua de Santa Luzia, esquina com a Avenida Central (atual Rio Branco)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cúpula de edifício e, ao fundo, o Teatro Municipal; tomados da Rua de Santa Luzia, esquina com a Avenida Central (atual Rio Branco)
Guilherme Santos
Rua de Santa Luzia ; Centro
circa 1915

Avião hidro-anfíbio na Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avião hidro-anfíbio na Baía de Guanabara
Avião hidro-anfíbio da Panair, na Baía de Guanabara.
Guilherme Santos
Baía de Guanabara
circa 1935

Visita do Rei da Bélgica, Alberto I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita do Rei da Bélgica, Alberto I
Guilherme Santos
Avenida Beira-Mar ; Centro
1920

Visita do Rei da Bélgica, Alberto I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita do Rei da Bélgica, Alberto I
Guilherme Santos
Glória
1920

Explanada do Castelo; obras para a Exposição de 1922
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Explanada do Castelo; obras para a Exposição de 1922
Guilherme Santos
Rua Araújo Porto Alegre ; Centro
circa 1922

Revolução de 1930 - "O povo depois do ataque à vanguarda"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolução de 1930 - "O povo depois do ataque à vanguarda"
Guilherme Santos
Rua do Rosário ; Centro
1930

Revolução de 1930 - "O povo depois do ataque à vanguarda"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080Vol01Cx0314.jpg
Revolução de 1930 - "O povo depois do ataque à vanguarda"
Guilherme Santos
Rua do Rosário ; Centro
1930

Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro
A Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro também é conhecida como Igreja dos Barbadinhos, ou, dos Capuchinhos.
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1917

Praça Onze de Junho; monumento em homenagem a Getúlio Vargas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Onze de Junho; monumento em homenagem a Getúlio Vargas
Guilherme Santos
Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1935

Revolução de 1930 - "O povo depois do ataque à vanguarda"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Revolução de 1930 - "O povo depois do ataque à vanguarda"
Guilherme Santos
Rua do Rosário ; Centro
1930

Banhistas na praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na praia do Flamengo
Guilherme Santos
Flamengo
circa 1925

Club de Regatas Botafogo - barco na Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Club de Regatas Botafogo - barco na Enseada de Botafogo
Guilherme Santos
Atual Avenida das Nações Unidas ; Botafogo
circa 1925

Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Mauá
Guilherme Santos
Praça Mauá ; Centro
circa 1930

Vista a partir do Morro do Castelo; região da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista a partir do Morro do Castelo; região da Praça XV de Novembro
Destaque para: Rotunda de Victor Meirelles, Igreja de São José, região do porto e Ilha das Cobras.
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1930

Vista de Santa Teresa; a partir da Rua Joaquim Murtinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista de Santa Teresa; a partir da Rua Joaquim Murtinho
Guilherme Santos
Rua Joaquim Murtinho ; Santa Teresa
circa 1925

Mercado Municipal da Praça XV de Novembro; entorno
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mercado Municipal da Praça XV de Novembro; entorno
Guilherme Santos
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1930

Vista dos bairros da Lapa, Glória e Santa Teresa; a partir do Hotel Itajubá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista dos bairros da Lapa, Glória e Santa Teresa; a partir do Hotel Itajubá
Destaque para o Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa.
Guilherme Santos
Rua Senador Dantas ; Cinelândia ; Centro
circa 1930

Vista dos bairros da Lapa, Glória e Catete; destaque para o Corcovado, ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista dos bairros da Lapa, Glória e Catete; destaque para o Corcovado, ao fundo
Guilherme Santos
Rua Senador Dantas ; Cinelândia ; Centro
circa 1930

Bairro de Laranjeiras; destaque para o campo de futebol do Fluminense
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080Vol01Cx0712.jpg
Bairro de Laranjeiras; destaque para o campo de futebol do Fluminense
Em primeiro plano, o Fluminense Futebol Clube e o Palácio Guanabara.
Guilherme Santos
Laranjeiras
circa 1930

Chafariz colonial de 35 bicas no Largo da Carioca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chafariz colonial de 35 bicas no Largo da Carioca
Guilherme Santos
Centro
1914

Lago do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Lago do Passeio Público
Guilherme Santos
Passeio Público ; Lapa
circa 1920

Baía de Guanabara; ao fundo, vista da cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Baía de Guanabara; ao fundo, vista da cidade
Guilherme Santos
Avenida Beira-Mar ; Glória
circa 1925

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Botafogo
Guilherme Santos
Baía de Guanabara
circa 1925

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim (Zeppelin) pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim (Zeppelin) pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Centro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Glória
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rua do Rosário
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Glória
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Carnaval na Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Avenida Central, atual Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
1915

Carnaval na Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Rua do Ouvidor
Guilherme Santos
Rua do Ouvidor ; Centro
1928

Carnaval na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1930

Carnaval na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro ; Avenida Rio Branco
1930

Carnaval na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
1930

Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
1927

Carnaval na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
1932

Carnaval na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
circa 1930

Carnaval
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco
1931

Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro ; Avenida Rio Branco
1928

Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro ; Avenida Rio Branco
1928

Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro ; Rua do Ouvidor
1928

Carnaval na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro ; Avenida Rio Branco
circa 1928

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Centro
circa 1928

Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corso Carnavalesco na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1928

Bairro da Urca visto do Morro da Urca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro da Urca visto do Morro da Urca
Guilherme Santos
Morro da Urca ; Urca
circa 1915

Vista da praia da Saudade e do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da praia da Saudade e do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Urca
circa 1920

Vista do Largo da Glória e da Avenida Beira-Mar; a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Largo da Glória e da Avenida Beira-Mar; a partir de Santa Teresa
Guilherme Santos
Santa Teresa
14 de julho de 1909

Alberto I, o Rei da Bélgica, em trajes de banho na praia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Alberto I, o Rei da Bélgica, em trajes de banho na praia
Guilherme Santos
Praia de Copacabana
1920

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Primeiro de Março
Guilherme Santos
Centro
circa 1915

Vista dos bairros da Lapa, Glória e Santa Teresa; a partir do Hotel Itajubá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista dos bairros da Lapa, Glória e Santa Teresa; a partir do Hotel Itajubá
Destaque para o Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa).
Guilherme Santos
Rua Senador Dantas ; Cinelândia ; Centro
circa 1930

Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1931

Criança em frente à janela, com vista para o mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Criança em frente à janela, com vista para o mar
Guilherme Santos
Avenida São Sebastião ; Urca
circa 1915

Bondinho do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bondinho do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Urca
circa 1917

Banhistas na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na praia de Copacabana
Guilherme Santos
Praia de Copacabana ; Copacabana
circa 1930

Incêndio na sede do Jornal O Paiz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Incêndio na sede do Jornal O Paiz
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1930

Vista da Ilha das Cobras; a partir do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Ilha das Cobras; a partir do Castelo
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1920

Ressaca marítima na Avenida Beira-Mar; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080Vol02Cx0702.jpg
Ressaca marítima na Avenida Beira-Mar; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Avenida Beira-Mar ; Glória
julho de 1921

Orla de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Orla de Copacabana
Guilherme Santos
Rua Santa Clara ; Copacabana
circa 1932

Vista da avenida Rio Branco a partir do edifício Assicurazioni
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080Vol02Cx0707.jpg
Vista da avenida Rio Branco a partir do edifício Assicurazioni
Edifício localizado na Avenida Rio Branco, nº 128, onde a companhia de seguros Assicurazioni Generali funcionou entre 1925 e 2019.
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco, antiga Central ; Centro
circa 1930

Vista do bairros da Urca e Botafogo; destaque para o morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080Vol02Cx0709.jpg
Vista do bairros da Urca e Botafogo; destaque para o morro do Corcovado
Guilherme Santos
Urca
circa 1925

Estátua do Cristo Redentor
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua do Cristo Redentor
Guilherme Santos
Morro do Corcovado
12 de outubro de 1931

Banhistas na praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na praia do Flamengo
Guilherme Santos
Aterro do Flamengo ; Flamengo
circa 1930

Transeuntes na Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Transeuntes na Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco, antiga Central ; Centro
circa 1919

Vista do Rio de Janeiro; destaque para o morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Rio de Janeiro; destaque para o morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Morro do Corcovado ; Cosme Velho
circa 1925

Igreja de Nossa Senhora das Neves em Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de Nossa Senhora das Neves em Santa Teresa
Guilherme Santos
Rua Paula Matos ; Santa Teresa
1923

Homens no Cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Homens no Cais Pharoux
Guilherme Santos
Praça XV de Novembro
1910s

Arrasamento do Morro do Castelo; Ladeira da Misericórdia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Arrasamento do Morro do Castelo; Ladeira da Misericórdia
Guilherme Santos
Praça Marechal Câmara ; Centro
circa 1922

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1922

Vista da Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Rua Visconde de Inhauma ; Centro
circa 1922

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
Guilherme Santos
Rua Buenos Aires ; Centro
circa 1922

Prédio da sede do jornal O Paiz - Avenida Rio Branco, esquina com a Rua 7 de Setembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Prédio da sede do jornal O Paiz - Avenida Rio Branco, esquina com a Rua 7 de Setembro
Guilherme Santos
Rua da Assembleia ; Centro
circa 1925

Estação das Barcas na Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estação das Barcas na Praça XV de Novembro
Guilherme Santos
Atual Avenida Alfred Agache ; Centro
circa 1925

Desmonte do Morro do Castelo realizado por jatos d'agua sob pressão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Desmonte do Morro do Castelo realizado por jatos d'agua sob pressão
Guilherme Santos
Atual Rua Beco da Música ; Centro
circa 1920

Ruínas no alto do Morro do Castelo; ao fundo, Pão de Açúcar, igreja de Santa Luzia e Hotel Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080Vol05Cx0117.jpg
Ruínas no alto do Morro do Castelo; ao fundo, Pão de Açúcar, igreja de Santa Luzia e Hotel Glória
Guilherme Santos
Centro
circa 1922

Palácio Monroe; tomada da Rua Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palácio Monroe; tomada da Rua Mestre Valentim
Guilherme Santos
Centro
circa 1912

Barca próxima à Estação Arariboia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Barca próxima à Estação Arariboia
Guilherme Santos
Baía de Guanabara
circa 1915

Vista da baía de Guanabara; destaque para o morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da baía de Guanabara; destaque para o morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Sumaré ; Floresta da Tijuca
circa 1915

Palácio Monroe; tomado da Rua do Passeio
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palácio Monroe; tomado da Rua do Passeio
Guilherme Santos
Centro
circa 1920

Vista de Santa Teresa; destaque para o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista de Santa Teresa; destaque para o Morro do Corcovado
Guilherme Santos
Rua Arão Reis ; Santa Teresa
circa 1915

Rua Almirante Alexandrino; trilhos do bonde
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Almirante Alexandrino; trilhos do bonde
Guilherme Santos
Santa Teresa
1915

Vista do largo de São Francisco de Paula; a partir do edifício Adriática
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do largo de São Francisco de Paula; a partir do edifício Adriática
Guilherme Santos
Rua Buenos Aires ; Centro
circa 1935

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Praia de Copacabana ; altura da rua Barão de Ipanema
circa 1930

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Praia de Copacabana ; altura da rua Bolívar
circa 1930

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Praia de Copacabana ; altura da rua Barão de Ipanema
circa 1930

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Avenida Atlântica ; Copacabana
circa 1930

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Copacabana
circa 1930

Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Guilherme Santos
Ladeira do Leme
circa 1930

Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Guilherme Santos
Ladeira do Leme
circa 1930

Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080Vol05Cx0409.jpg
Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Guilherme Santos
Ladeira do Leme
circa 1930

Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Guilherme Santos
Ladeira do Leme
circa 1930

Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080Vol05Cx0411.jpg
Vista do bairro de Copacabana; a partir da Ladeira do Leme
Guilherme Santos
Ladeira do Leme
circa 1930

Vista de Copacabana; a partir do Parque da Chacrinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista de Copacabana; a partir do Parque da Chacrinha
Guilherme Santos
Parque Estadual da Chacrinha ; Botafogo
circa 1930

Banhistas na Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Banhistas na Praia de Copacabana
Guilherme Santos
Praia de Copacabana ; altura da rua Constante Ramos
circa 1930

Centro da cidade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Centro da cidade
Guilherme Santos
Avenida Presidente Antônio Carlos ; Centro
circa 1925

Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar
Guilherme Santos
Praça Ana Amélia ; Centro
circa 1920

Vista da orla da Lapa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da orla da Lapa
Guilherme Santos
Praça General Santander ; Centro
circa 1920

Vista do Hospital São Zacharias
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do Hospital São Zacharias
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
circa 1920

Vista da Glória; tomada da Praça Paris
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da Glória; tomada da Praça Paris
Guilherme Santos
Av. Augusto Severo ; Glória
circa 1920

Rua do Passeio, destaque para bonde da linha Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua do Passeio, destaque para bonde da linha Praça Mauá
Guilherme Santos
Rua Mestre Valentim ; Centro
circa 1920

Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro
Guilherme Santos
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1912

Barco a vela na Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Barco a vela na Baía de Guanabara
Guilherme Santos
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1915

Estação das Barcas da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estação das Barcas da Praça XV de Novembro
Guilherme Santos
Baía de Guanabara ; Centro
circa 1912

Catete visto da Glória; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Catete visto da Glória; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Guilherme Santos
Rua Santo Amaro ; Glória
circa 1915

Vista do centro do Rio de Janeiro e da Baía de Guanabara; a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do centro do Rio de Janeiro e da Baía de Guanabara; a partir de Santa Teresa
Guilherme Santos
Santa Teresa
14 de julho de 1909

Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1931

Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080Vol10Cx0112.jpg
Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Guilherme Santos
Centro ; Avenida Rio Branco
1931

Recepção ao Príncipe de Gales
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Recepção ao Príncipe de Gales
Guilherme Santos
Jockey Club ; Gávea
1931

Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cortejo por ocasião da visita do Príncipe de Gales
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
1931

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado, Identificação parcial [Beatriz] e Identificação parcial [Flávio] na banheira
Não identificado
São Paulo
1919

O bando do cangaceiro Gato, quinto da esquerda para a direita;oúltimo à direita é o cangaceiro Canário.
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O bando do cangaceiro Gato, quinto da esquerda para a direita;oúltimo à direita é o cangaceiro Canário.
Da esquerda para direita: 1-? 2-? 3-? 4-? 5-Gato 6-? 7-Canário Ajoelhado: 8-? O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Adília, companheira do cangaceiro Canário, e Sila, companheira de Zé Sereno,grávida
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Adília, companheira do cangaceiro Canário, e Sila, companheira de Zé Sereno,grávida
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Membros de volantes no estado da Bahia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Membros de volantes no estado da Bahia
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

O cangaceiro Pancada, Maria, sua companheira, e Atividade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O cangaceiro Pancada, Maria, sua companheira, e Atividade
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

O cangaceiro Gato e sua companheira, Inhacinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O cangaceiro Gato e sua companheira, Inhacinha
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

O cangaceiro Corisco e Dadá, sua companheira, com a cachorra Jardineira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002081CANG016.jpg
O cangaceiro Corisco e Dadá, sua companheira, com a cachorra Jardineira
Da esquerda para direita: 1-Corisco 2-Cachorra Jardineira deitada 3-Dad‡ O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Membros de volantes no estado da Bahia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002081CANG021.jpg
Membros de volantes no estado da Bahia
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

José Rufino (segundo a esquerda) e membros da volante do estado da Bahia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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José Rufino (segundo a esquerda) e membros da volante do estado da Bahia
Da esquerda para direita: 1-? 2-Zé de Rufino restante desconhecidos O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Corisco e Dadá com bando de cangaceiros em posição de tiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corisco e Dadá com bando de cangaceiros em posição de tiro
Em pé, da esquerda para a direita: Corisco, Dadá, Pancada, Maria, cangaceiro não identificado, Velocidade e Atividade. Ajoelhados: Roxinho entre dois cangaceiros não identificados O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Canário ladeado por dois cangaceiros em posição de tiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Canário ladeado por dois cangaceiros em posição de tiro
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Benjamin Abrahão subindo em marinete (ônibus)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Benjamin Abrahão subindo em marinete (ônibus)
Da esquerda para direita: Benjamin em marinette O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Autoria não identificada
Nordeste
circa 1936

Corisco e Dadá com bando de cangaceiros em posição de tiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Corisco e Dadá com bando de cangaceiros em posição de tiro
De pé a esquerda Corisco e o bando de Lampião, em posição de tiro. (1936) O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Benjamin Abrahão, uma criança e a matriarca dos Elihimas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Benjamin Abrahão, uma criança e a matriarca dos Elihimas
Reprodução/ Foto de Benjamin Abrahão Butto e uma criança. O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Autoria não identificada
Recife
1938

Canário, Gato, Inhacinha e Moça com cangaceiro não identificado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Canário, Gato, Inhacinha e Moça com cangaceiro não identificado
Bando de Lampião posado para foto O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Os trágicos troféus de Angico
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Os trágicos troféus de Angico
Em 28 de julho, na fazenda de Angicos, em Sergipe, o bando de Lampião foi cercado por uma força volante comandada pelo tenente João Bezerra da Silva (1898 - 1970), pelo aspirante Ferreira Mello e pelo sargento Aniceto da Silva. Além de Lampião, foram mortos sua mulher, Maria Gomes de Oliveira (c. 1911 - 1938), conhecida como Maria Bonita, e os cangaceiros Alecrim, Colchete, Elétrico, Enedina, Luiz Pedro, Macela, Mergulhão, Moeda e Quinta-feira. Foram todos decapitados. Segundo registrado no Diário de Pernnambuco de 31 de julho de 1938, as cabeças foram fotografadas em Piranhas. E as fotos estão datadas: 28 de julho de 1938. O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira, aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Autoria não identificada
Piranhas
28 de julho de 1938

Os trágicos troféus de Angico
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002081CANG084.jpg
Os trágicos troféus de Angico
Em 28 de julho, na fazenda de Angicos, em Sergipe, o bando de Lampião foi cercado por uma força volante comandada pelo tenente João Bezerra da Silva (1898 - 1970), pelo aspirante Ferreira Mello e pelo sargento Aniceto da Silva. Além de Lampião, foram mortos sua mulher, Maria Gomes de Oliveira (c. 1911 - 1938), conhecida como Maria Bonita, e os cangaceiros Alecrim, Colchete, Elétrico, Enedina, Luiz Pedro, Macela, Mergulhão, Moeda e Quinta-feira. Foram todos decapitados. Segundo registrado no Diário de Pernnambuco de 31 de julho de 1938, as cabeças foram fotografadas em Piranhas. E as fotos estão datadas: 28 de julho de 1938. O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira, aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Autoria não identificada
Piranhas
28 de julho de 1938

Lampião, Maria Bonita, o fotógrafo Benjamin Abrahão e outros cangaceiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Lampião, Maria Bonita, o fotógrafo Benjamin Abrahão e outros cangaceiros
Da esquerda para direita: 1- Vila Nova 2- ? 3- Benjamin Abrahão 4- Luis Pedro 5- Amoroso 6- Lampião 7- Cacheado 8- Maria Bonita 9- ? 10- Quinta-feira Obs: Essa foto foi provavelmente tirada pelo cangaceiro Juriti. O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Lampião e seu bando em posição de tiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002081CANG086.jpg
Lampião e seu bando em posição de tiro
Da esquerda para direita: 1-? 2-Portugus 3-? 4-? 5-? 6-? 7-Sabonete 8-Juriti 9- ? 10-Lampião11- C‹o Ligeiro O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Maria Bonita e Lampião com seu bando de cangaceiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002081CANG088.jpg
Maria Bonita e Lampião com seu bando de cangaceiros
Da esquerda para direita: 1-Vila Nova 2-? 3-Luís Pedro 4-Amoroso 5-Lampião 6-Cacheado 7- Maria Bonita 8-Juriti 9-? 10-Quinta-feira O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Lampião
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002081CANG099.jpg
Lampião
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Maria Bonita
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Maria Bonita
Da esquerda para direita 1- Maria Bonita O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Maria Bonita
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002081CANG103.jpg
Maria Bonita
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Lampião
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002081CANG104.jpg
Lampião
Da esquerda para direita: 1-Lampião consertando Bornal O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Benjamin Abrahão com Maria Bonita e Lampião
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Benjamin Abrahão com Maria Bonita e Lampião
BENJAMIN ABRAHAO, MARIA BONITA E LAMPIAO O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Juriti e Lampião
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002081CANG109.jpg
Juriti e Lampião
O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

Os bandos de Lampião, Juriti e Luis Pedro, com Nenê
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Os bandos de Lampião, Juriti e Luis Pedro, com Nenê
Benjamin Abrahão fotografou os cangaceiros dividos em três bandos principais, que se encontravam eventualmente mas andavam separados para confundir as volantes. Da esquerda para a direita: Bando de Lampião: Lampião, Vila Nova, Diferente e Passarinho Bando de Juriti: Juriti, Mané Velho, Pitombeira, Gorgusarinho e Cacheado Bando de Luis Pedro: Sabonete, Barra Nova, Luís Pedro e, ao seu lado, sua companheira, Nenê (1936) O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira. No nordeste, existe desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira , aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco, sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino.
Benjamin Abrahão
Sertão nordestino, nas proximidades do rio São Francisco
1936

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002082.jpg
Fotografia
Da esquerda para a direita, em pé: Identificação parcial [Celso], Identificação parcial [Clotilde] e Identificação parcial [Beatriz]. Sentados: Identificação parcial [Maria Isabel], Marina e Decio de Almeida Prado. Sentado na cadeira: Torquato Junqueira
Não identificado
Tapiratuba
26 de julho de 1926

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002084.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Identificação parcial [Beatriz] sentada, Identificação parcial [Maria Isabel], Identificação parcial [Torquato]. Ao fundo, Flávio de Almeida Prado
Não identificado
Tapiratuba
1927

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002085.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Beatriz], Decio de Almeida Prado, Identificação parcial [Clotilde], Identificação parcial [Marina] e Identificação parcial [Maria Isabel]
Não identificado
Tapiratuba
26 de julho de 1926

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002086.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Flávio], Identificação parcial [Beatriz], Decio de Almeida Prado e criança não identificada
Não identificado
São Paulo
1926

Estátua equestre de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estátua equestre de Dom Pedro I
Marc Ferrez
Praça Tiradentes, antiga Praça da Constituição ; Centro
circa 1885

Vista panorâmica do Rio de Janeiro a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista panorâmica do Rio de Janeiro a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Dique Guanabara, atual Dique Almirante Jardim ; Ilha das Cobras ; Centro
circa 1885

Panorama de parte zona portuária do centro Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Panorama de parte zona portuária do centro Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Avenida Erasmo Braga ; Centro
circa 1885

Jadins do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002086AMF04.jpg
Jadins do Passeio Público
Marc Ferrez
Passeio Público ; Centro
circa 1885

Museu Nacional - Palácio de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Museu Nacional - Palácio de São Cristóvão
Marc Ferrez
rua do Imperador, atual avenida Pedro II ; Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
circa 1885

Enseada de Botafogo e o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Botafogo e o Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Atual Praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1885

Barco na Baía de Guanabara; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Barco na Baía de Guanabara; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Flamengo
circa 1885

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002087.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Flávio], Identificação parcial [Beatriz], Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1926

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão do Japão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão do Japão
Autoria não identificada
Avenida Presidente Wilson ; Centro
circa 1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão da Tchecoslováquia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão da Tchecoslováquia
Autoria não identificada
Rua Santa Luzia ; Centro
circa 1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Palácio dos Estados (Brasil)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002087BF023.jpg
Exposição Internacional do Centenário da Independência - Palácio dos Estados (Brasil)
Autoria não identificada
Praça dos Arcos, atual Largo dos Pracinhas ; Centro
circa 1922

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002088.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Zilda], Identificação parcial [Maria Isabel], Identificação parcial [Marina], Decio de Almeida Prado e Identificação parcial [Eduardo]
Não identificado
São Paulo
1930

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca ; antiga rua Heloísa Leal, atual rua Odílio Bacelar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca ; antiga rua Heloísa Leal, atual rua Odílio Bacelar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca ; antiga rua Heloísa Leal, atual rua Odílio Bacelar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-091.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-092.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-093.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-094.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS01-095.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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002088AFRS02-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
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002088AFRS02-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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002088AFRS02-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-091.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; Cassino Balneário Atlântico, atual Shopping Cassino Atlântico
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-092.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; Cassino Balneário Atlântico, atual Shopping Cassino Atlântico
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-093.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; Cassino Balneário Atlântico, atual Shopping Cassino Atlântico
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-094.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; Cassino Balneário Atlântico, atual Shopping Cassino Atlântico
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-095.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; Cassino Balneário Atlântico, atual Shopping Cassino Atlântico
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-096.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; Cassino Balneário Atlântico, atual Shopping Cassino Atlântico
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-097.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; Cassino Balneário Atlântico, atual Shopping Cassino Atlântico
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS02-098.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; Cassino Balneário Atlântico, atual Shopping Cassino Atlântico
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Sá Ferreira
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Antiga rua "E"
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Antiga rua "E"
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Maracanã ; antiga rua Bandeirantes, atual rua Visconde de Cairú
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Maracanã ; antiga rua Bandeirantes, atual rua Visconde de Cairú
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-091.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-092.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-093.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-094.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-095.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-096.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-097.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-098.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-099.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-100.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS03-101.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Condomínio Rio Negro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Condomínio Rio Negro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-091.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Condomínio Rio Negro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS04-092.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Condomínio Rio Negro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
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002088AFRS05-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-091.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-092.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS05-093.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-091.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS06-092.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
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circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
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002088AFRS07-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
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circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-091.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-092.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-093.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-094.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
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002088AFRS07-095.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-096.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-097.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-098.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-099.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-100.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-101.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-102.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS07-103.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Bolívar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Bolívar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Bolívar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Bolívar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Bolívar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Bolívar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Bolívar
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS08-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Domingos Ferreira
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Domingos Ferreira
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Copacabana ; rua Domingos Ferreira
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Botafogo ; rua Oliveira Fausto
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Botafogo ; rua Oliveira Fausto
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Botafogo ; rua Oliveira Fausto
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Botafogo ; rua Oliveira Fausto
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Botafogo ; rua Oliveira Fausto
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-091.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-092.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS09-093.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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002088AFRS10-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

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Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-090.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-091.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-092.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-093.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-094.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS10-095.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-086.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-087.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-088.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS11-089.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-001.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-002.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-003.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-004.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-005.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-006.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-007.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-008.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-009.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-010.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-011.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-012.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-013.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-014.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-015.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-016.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-017.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-018.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-019.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-020.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-021.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-022.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-023.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-024.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-025.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-026.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-027.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-028.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-029.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-030.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-031.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-032.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-033.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-034.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-035.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-036.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-037.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-038.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-039.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-040.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-041.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-042.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-043.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-044.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-045.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-046.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-047.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-048.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-049.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-050.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-051.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-052.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-053.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-054.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-055.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Urca
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-056.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-057.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-058.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-059.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-060.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-061.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-062.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-063.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-064.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-065.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-066.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-067.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-068.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-069.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-070.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-071.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-072.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-073.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-074.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-075.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-076.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-077.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-078.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-079.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-080.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-081.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-082.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-083.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-084.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002088AFRS12-085.jpg
Projeto arquitetônico do escritório Freire & Sodré Engenheiros
A fotografia integra álbum comissionado pelo escritório Freire & Sodré Engenheiros, do qual Mario Freire foi sócio proprietário ao longo da década de 1930.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002089.jpg
Fotografia
Em pé, primeira fileira: Luiz Rodrigues Alves, Urbano Azevedo Neto, Roberto Braga, Luiz Arthur Varella Netto, Gomes dos Reis, Francisco Rodrigues Alves, Henrique Arquinho Sampaio Correa, Identificação parcial [Dilermando], Luiz Maia. P.de Araújo, Sylvio Rebello de Anha, Identificação parcial [Velela], Caio Ramalho da Silva, Maurício Novinsky, Decio de Almeida Prado e Identificação parcial [Ciro]. Sentados no banco, segunda fileira: Antonio Varella Junqueira de Almeida, Nuno Montenegro do Amaral, Célia Ramalho da Silva, Oswaldo Aguiar Pupo, Joaquim Leite Guedes, [Gastão Badren Jr.], Costantino Campos Fraza. Sentados no chão, terceira fileira: Antonio Caldera e Antonio Carlos Silveira Correa
Não identificado
São Paulo
1930

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002090.jpg
Fotografia
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002091.jpg
Fotografia
Em pé, na primeira fileira: Victorio Cusino, Dalmir Belegarde, Paulo Emílio Salles Gomes, Benedito Guerra, Alfredo Larson, Francisco D’Agostino, Arthur Murano, David Paes Leme Pinto Nazario, Mario Seráfico, Oswaldo M. Portella, Egberto Passos Maia. Em pé, na segunda fileira: Gil Celidonio, Antonio Salem, Gentil Fahri, pessoa não identificada, [Mário F. dos Santos], Celso D. Moira, [Tancredo de Souza], Francisco R. Ponto Alves, [Cyro Pellelli Meira], Ruy Braga, Antonio Ghirlanda, [Victorio Canene], José Campanella. Sentados, na terceira fileira: Sten Dettow, P. Mesquita, José Borba, Umberto Porina, Helio Matheus, Professor Lemos, Alfredo Cicarelli, José Pontes, Mário Morales. Sentados no chão, na quarta fileira: Walter Luz, Decio de Almeida Prado, Octavio P. Barros, Helio Caíres, Waldomiro Camargo, Domingos Ghielmi, Julio Salles de Oliveira, Israel Yulquelson
Não identificado
São Paulo
1930s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e cachorro
Não identificado
Campos do Jordão
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Identificação parcial [Sebastiana], Identificação parcial [Mainha] e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Campos do Jordão
1932

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002094.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Local não identificado
1941

Estação das Barcas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estação das Barcas
Barca "Quinta" atracada. Sentada no cais, com uma sombrinha, está a menina Lubélia, filha de Antônio Manoel de Mattos Vieira
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Início da rua Vira-Canto, atual Furquim Werneck, em frente da Estação das Barcas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Início da rua Vira-Canto, atual Furquim Werneck, em frente da Estação das Barcas
À direita, a chácara da Igreja Senhor do Bom Jesus do Monte de Paquetá. À esquerda, chácara do Barão de Burgal.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Igreja Matriz do Senhor do Bom Jesus do Monte de Paquetá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja Matriz do Senhor do Bom Jesus do Monte de Paquetá
Reconstruída em 1900.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Antiga praia do Estaleiro, atual praia dos Tamoios
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Antiga praia do Estaleiro, atual praia dos Tamoios
Ao longe, vê-se, da esquerda para a direita: a ilha dos Lobos, uma barca, o morro das Paineiras, a praia das Gaivotas e a Caiera, em frente ao cais do Frederico.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia dos Tamoios
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia dos Tamoios
Entrada de uma Chácara. Atualmente os portões dessa chácara foram transferidos para a praia do Catimbau.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia dos Tamoios
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia dos Tamoios
Em primeiro plano vê-se o canhão (modelo inglês Armstrong) que saudava a chegada de Dom João VI. Ao lado do canhão está Antônio Manoel de Mattos Vieira.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia dos Tamoios
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia dos Tamoios
Vivenda da família Mattos Vieira. Ao fundo estão as palmeiras imperiais que ornamentavam a entrada principal do chamado Solar d’El-Rei, atualmente em ruinas. À direita, junto ao canhão, Antônio Manoel de Mattos Vieira e sua filha Elza.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia dos Tamoios
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209408.jpg
Praia dos Tamoios
Casa de Antônio Manoel de Mattos Vieira, na varanda estão suas filhas Zélia e Lubélia
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Casa da família Mattos Vieira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Casa da família Mattos Vieira
No jardim posterior, da esquerda para a direita: as filhas Elza e Zélia, Antônio Manoel de Mattos Vieira, os filhos Carlos e Antônio e a filha Lubélia. Sentada na poltrona está Anna de Mattos Vieira.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Casa da família Mattos Vieira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209410.jpg
Casa da família Mattos Vieira
No jardim posterior, da esquerda para a direita: as filhas Elza e Zélia, Antônio Manoel de Mattos Vieira, os filhos Carlos e Antônio e a filha Lubélia. Sentada na poltrona está Anna de Mattos Vieira.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Antônio Manoel de Mattos Vieira e filhas no fundo de sua propriedade, sob a parreira alta
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Antônio Manoel de Mattos Vieira e filhas no fundo de sua propriedade, sob a parreira alta
A parreira alta é típica dos vinhedos do norte de Portugal.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Ladeira do Vicente, esquina com a Praia dos Tamoios
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ladeira do Vicente, esquina com a Praia dos Tamoios
Na curva da rua, à esquerda, vê-se o senhor Antônio Manoel de Mattos Vieira com sua filha Elza. A ladeira leva o nome do único ferreiro da Ilha, responsável pelas ferraduras dos cavalos de todas as charretes.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Ladeira do Vicente, ao fundo, a praia Doutor Aristão, atual praia da Moreninha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209413.jpg
Ladeira do Vicente, ao fundo, a praia Doutor Aristão, atual praia da Moreninha
A ladeira leva o nome do único ferreiro da Ilha, responsável pelas ferraduras dos cavalos de todas as charretes.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Curva da praia dos Tamoios, antes de chegar ao atual Parque dos Tamoios
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Curva da praia dos Tamoios, antes de chegar ao atual Parque dos Tamoios
Ao fundo, Antônio Manoel de Mattos Vieira e sua filha Elza.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia dos Tamoios, esquina com a subida da rua da Covanca, atual rua Maestro Anacleto
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia dos Tamoios, esquina com a subida da rua da Covanca, atual rua Maestro Anacleto
Ao longe, a Estação das Barcas.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Cruzamento da praia dos Tamoios com a descida da rua Maestro Anacleto e a subida do morro do Buraco, na direção do Preventório Rainha Dona Amélia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cruzamento da praia dos Tamoios com a descida da rua Maestro Anacleto e a subida do morro do Buraco, na direção do Preventório Rainha Dona Amélia
O Preventório Rainha Dona Amélia é a atual Fundação Ataulpho de Paiva.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Enseada de Paquetá, tomada do alto do morro do Costallat (Caixa d’água)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enseada de Paquetá, tomada do alto do morro do Costallat (Caixa d’água)
Ao fundo, à esquerda, a ilha dos Lobos.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Visão da enseada leste de Paquetá, a partir do alto do morro da Covanca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visão da enseada leste de Paquetá, a partir do alto do morro da Covanca
Ao fundo, Praia das Gaivotas e, à direita, praia dos Tamoios.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Entrada principal do Preventório Rainha Dona Amélia, na antiga praia da Covanca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Entrada principal do Preventório Rainha Dona Amélia, na antiga praia da Covanca
O Preventório Rainha Dona Amélia é a atual Fundação Ataulpho de Paiva.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Preventório Rainha Dona Amélia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Preventório Rainha Dona Amélia
Visão lateral do pavilhão dos meninos. O telhado abaixo corresponde ao gabinete dentário. O Preventório Rainha Dona Amélia é a atual Fundação Ataulpho de Paiva.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Preventório Rainha Dona Amélia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Preventório Rainha Dona Amélia
No segundo pavimento estava o dormitório, em baixo, era a sala de visitas. O Preventório Rainha Dona Amélia é a atual Fundação Ataulpho de Paiva.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Prédio principal do Preventório Rainha Dona Amélia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Prédio principal do Preventório Rainha Dona Amélia
O Preventório Rainha Dona Amélia é a atual Fundação Ataulpho de Paiva.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Vista dos jardins e do cais particular do Preventório Rainha Dona Amélia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista dos jardins e do cais particular do Preventório Rainha Dona Amélia
Local onde eram recebidos os visitantes ilustres, trazidos pelo então Ministro do Supremo Ataulpho Nápoles de Paiva, fundador da Liga Brasileira Contra a Tuberculose. Encostada em uma pedra Elza, filha de Antônio Manoel de Mattos Vieira. O Preventório Rainha Dona Amélia é a atual Fundação Ataulpho de Paiva.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Vista a partir do mirante vertical norte do Preventório Rainha Dona Amélia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209425.jpg
Vista a partir do mirante vertical norte do Preventório Rainha Dona Amélia
Em primeiro plano, "pedra da Bota"; à esquerda, quadra de esportes. O Preventório Rainha Dona Amélia é a atual Fundação Ataulpho de Paiva.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Vista tomada a partir do cais do Preventório Rainha Dona Amélia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209426.jpg
Vista tomada a partir do cais do Preventório Rainha Dona Amélia
Ao longe, à esquerda, a ilha dos Lobos. O Preventório Rainha Dona Amélia é a atual Fundação Ataulpho de Paiva.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia do Catimbau
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia do Catimbau
Entrada dos fundos do Preventório Rainha Dona Amélia, onde ficavam fundeadas as faluas, que transportavam a cal das caieras próximas. O Preventório Rainha Dona Amélia é a atual Fundação Ataulpho de Paiva.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Vista da chácara dos Coqueiros, no final da Praia Pintor Castagneto, a partir do Morro de São Roque
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da chácara dos Coqueiros, no final da Praia Pintor Castagneto, a partir do Morro de São Roque
À esquerda da foto, destaca-se a conhecida pedra “Carmen Miranda” (sobre ela há bromélias nativas, que lembram o turbante usado pela cantora).
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Vista da praia do Coqueiros e da praia Pintor Castagneto
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da praia do Coqueiros e da praia Pintor Castagneto
Ao fundo, Chácara dos Coqueiros.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Terceira sede da Fazenda São Roque, construída em 1854
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209430.jpg
Terceira sede da Fazenda São Roque, construída em 1854
Posteriormente a fazenda abrigou a Escola Djalma Cavalcante e mais tarde a Escola Pedro Bruno.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Capela de São Roque
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209431.jpg
Capela de São Roque
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia de São Roque
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de São Roque
Em primeiro plano vê-se o casarão, que hoje é a Casa de Artes Paquetá e a seguir, mais à direita, parte da Chácara da Moreninha. Ao fundo, à direita, está a ponta da Ilha de Brocoió. A ilha de Brocoió foi reflorestada na década de 1950.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Face norte de Paquetá, tomada do Morro do Costallat
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209433.jpg
Face norte de Paquetá, tomada do Morro do Costallat
Ao longe, vê-se a Serra dos Órgãos. No mar, aglomerados de matacões graníticos, em frente à praia Pintor Castagneto.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Chácara da Moreninha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chácara da Moreninha
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Vista da praia da Moreninha (antes do aterro) e da praia Comprida
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da praia da Moreninha (antes do aterro) e da praia Comprida
Ao fundo, destacam-se as palmeiras imperiais, o Solar d’El-Rei e o Morro das Pedreiras.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Vista tomada a partir do morro do Costallat
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista tomada a partir do morro do Costallat
Em frente vê-se a praia Comprida, parte da casa do Solar d’El-Rei, o Morro das Pedreiras e, ao longe, o mirante do Parque Darke de Mattos.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia da Moreninha (antes do aterro)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia da Moreninha (antes do aterro)
Vista a partir da curva da praia Comprida.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Vista da praia Comprida
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista da praia Comprida
No alto, entre as palmeiras, o Solar d’El-Rei e, à direita, o Morro das Pedreiras.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Curva do morro das Pedreiras que liga a praia Comprida à praia da Guarda, atual praia José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Curva do morro das Pedreiras que liga a praia Comprida à praia da Guarda, atual praia José Bonifácio
À esquerda, muro da CEDAE e, à direita, a “pedra dos Namorados”. Ao longe, à direita, está o morro da Cruz, no Parque Darke de Mattos.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia José Bonifácio, antiga praia da Guarda
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209440.jpg
Praia José Bonifácio, antiga praia da Guarda
À direita, a “pedra dos Namorados”.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Ilha de Brocoió, tomada a partir da praia Comprida
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ilha de Brocoió, tomada a partir da praia Comprida
A ilha de Brocoió foi reflorestada na década de 1950.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Ilha de Brocoió, a partir do morro das Pedreiras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209442.jpg
Ilha de Brocoió, a partir do morro das Pedreiras
A ilha de Brocoió foi reflorestada na década de 1950.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia José Bonifácio
Ao centro, o hangar de hidroaviões, na propriedade de Darke Bhering de Oliveira Mattos.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia dentro do Parque Darke de Mattos, com vista para a entrada da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia dentro do Parque Darke de Mattos, com vista para a entrada da Baía de Guanabara
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Paquetá vista do morro da Cruz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paquetá vista do morro da Cruz
Ao centro, pérgola com quixabeira, no atual Parque Darke de Mattos.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Subida da rua Luiz de Andrade
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Subida da rua Luiz de Andrade
Depois dos portões do atual Parque Darke de Mattos.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Subida do morro da Imbuca, após a praia dos Frades
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209448.jpg
Subida do morro da Imbuca, após a praia dos Frades
Antônio Manoel de Mattos Vieira e sua filha Elza.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Encosta do morro da Imbuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Encosta do morro da Imbuca
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia da Imbuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia da Imbuca
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Casarão e, à esquerda, a Elisiária, uma caiera conhecida pelo nome de sua proprietária
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Casarão e, à esquerda, a Elisiária, uma caiera conhecida pelo nome de sua proprietária
O casarão não existe mais. Elisiária, ao ficar viúva ainda muito jovem, passou a administrar a caieira sozinha, ela oferecia abrigo aos pescadores e a seus barcos em dias de ressaca ou tempestade. Foi precursora da Colônia de Pescadores, que seria criada mais tarde por Jorge de Mattos, filho do senhor Darke de Mattos, na praia José Bonifácio.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Abrigo para barcos na atual praia das Gaivotas, antiga Ribeira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Abrigo para barcos na atual praia das Gaivotas, antiga Ribeira
À direita, Antônio Manoel de Mattos Vieira com sua filha Elza e, um pouco mais afastada, Zélia. Atualmente, na extremidade do píer, foi construído um farol que tem o formato do relógio da Mesbla, indicando onde funcionava a antiga Colônia de Férias de seus funcionários.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Rua Joaquim Manoel de Macedo, desembocando na atual Praça André Thévet
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Joaquim Manoel de Macedo, desembocando na atual Praça André Thévet
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia das Gaivotas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia das Gaivotas
À direita, a Ilha dos Lobos. Sob a árvore, Lubélia e Elza com suas sombrinhas.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia Grossa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia Grossa
À esquerda, praia das Gaivotas, com o prédio da caiera, em frente ao cais do Federico. À direita, Lubélia e Elza.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Rua Domingos Olímpio esquina com a praia Grossa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Domingos Olímpio esquina com a praia Grossa
À direita, antigo Hotel Miramar.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Praia Grossa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia Grossa
Ao fundo, a torre da Igreja e a Estação das Barcas. Na praia, Lubélia observa a falua.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Esquina das ruas Pinheiro Freire e dos Colégios, atual Doutor Lacerda
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Esquina das ruas Pinheiro Freire e dos Colégios, atual Doutor Lacerda
À direita, inicio da rua Príncipe Regente, com o casarão do senhor Meira Lima, que seria mais tarde transformado no Restaurante Porto Fino.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Rua Príncipe Regente, próxima à Ladeira do Vicente
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Príncipe Regente, próxima à Ladeira do Vicente
Ao centro, árvore Quixabeira.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Rua Pinheiro Freire, à direita, sede dos Correios
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Pinheiro Freire, à direita, sede dos Correios
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Veleiro na entrada da Baía de Guanabara.
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Veleiro na entrada da Baía de Guanabara.
À esquerda, Fortaleza de Santa Cruz e, à direita, Fortaleza da Lage.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

Casa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
00209463.jpg
Casa
Casa de morador não identificado.
Autoria não identificada
Paquetá
1925

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Local não identificado
1941

Vista aérea da Glória e do Centro; Praça Paris (ao centro) e a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro (na parte inferior)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ001001.jpg
Vista aérea da Glória e do Centro; Praça Paris (ao centro) e a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro (na parte inferior)
The Aircraft Operating Co. Ltd
Rua Ferreira Viana ; Flamengo
circa 1929

Vista aérea da Glória e do Centro - destaque para a Praça Paris, ao centro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ001003.jpg
Vista aérea da Glória e do Centro - destaque para a Praça Paris, ao centro
The Aircraft Operating Co. Ltd
Rua do Remo, atual Avenida Calógeras ; Centro
circa 1929

Centro e Glória - aterramento e construção da Praça Paris; à direita, o Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ001006.jpg
Centro e Glória - aterramento e construção da Praça Paris; à direita, o Palácio Monroe
The Aircraft Operating Co. Ltd
Praça Marechal Âncora ; Centro
1926

Vista aérea do Centro - aterramento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea do Centro - aterramento
The Aircraft Operating Co. Ltd
Centro
circa 1926

Vista aérea do Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea do Canal do Mangue
The Aircraft Operating Co. Ltd
Rua Paraíba ; Praça da Bandeira
circa 1929

Vista aérea da Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea da Avenida Rio Branco
The Aircraft Operating Co. Ltd
Avenida da Esplanada do Castelo, atual Avenida Graça Aranha ; Centro
circa 1926

Vista aérea do Centro - região portuária
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea do Centro - região portuária
The Aircraft Operating Co. Ltd
Atual Avenida República Paraguai ; Centro
circa 1929

Vista aérea de Copacabana - Hotel Copacabana Palace
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea de Copacabana - Hotel Copacabana Palace
The Aircraft Operating Co. Ltd
Praia de Copacabana
circa 1926

Ressaca na Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ressaca na Avenida Beira-Mar
Augusto Malta
Avenida Beira-Mar ; Glória
4 de julho de 1925

Ressaca na Praia do Leme
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ressaca na Praia do Leme
Augusto Malta
Avenida Atlântica ; Leme
4 de setembro de 1921

Ressaca na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ressaca na praia de Copacabana
Augusto Malta
Avenida Atlântica ; Copacabana
4 de setembro de 1921

Ressaca na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ressaca na praia de Copacabana
Augusto Malta
Avenida Atlântica ; Copacabana
17 de outubro de 1924

Ressaca na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ressaca na praia de Copacabana
Augusto Malta
Avenida Atlântica ; Copacabana
17 de outubro de 1924

Ressaca na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ001017.jpg
Ressaca na praia de Copacabana
Augusto Malta
Avenida Atlântica ; Copacabana
17 de outubro de 1924

Ressaca na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ001018.jpg
Ressaca na praia de Copacabana
Augusto Malta
Avenida Atlântica ; Copacabana
17 de outubro de 1924

Ressaca na praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ressaca na praia do Flamengo
Augusto Malta
Avenida Beira-Mar ; Flamengo
4 de julho de 1925

Ressaca na praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ001020.jpg
Ressaca na praia do Flamengo
Augusto Malta
Avenida Beira-Mar ; Flamengo
5 de julho de 1925

Ressaca na praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ001021.jpg
Ressaca na praia do Flamengo
Augusto Malta
Avenida Beira-Mar ; Flamengo
5 de julho de 1925

Avenida Beira-Mar na altura do Flamengo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar na altura do Flamengo
Augusto Malta
Atual Avenida Augusto Severo ; Glória
28 de agosto de 1928

Hotel Glória; à esquerda, monumento ao Almirante Barroso
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ001023.jpg
Hotel Glória; à esquerda, monumento ao Almirante Barroso
O monumento ao Almirante Barroso foi inaugurado em 1909, na Praça Juarez Távora, próxima ao Hotel Glória. Com as obras do Metrô, o monumento foi transferido para a Praça Paris onde se encontra desde então.
Augusto Malta
Avenida Beira-Mar ; Glória
28 de agosto de 1928

Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar
Augusto Malta
Praia do Flamengo ; Flamengo
1928

Avenida Beira-Mar - escadaria do Hotel Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Beira-Mar - escadaria do Hotel Glória
Augusto Malta
Avenida Beira-Mar ; Glória
28 de agosto de 1928

Praça do Russel, atual Praça Juarez Tavora
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça do Russel, atual Praça Juarez Tavora
Entre a avenida Beira-Mar e a rua do Russel.
Augusto Malta
Glória
1928

Vista parcial do Largo do Paço - Chafariz Monumental (atualmente, na Praça Mahatma Gandhi)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista parcial do Largo do Paço - Chafariz Monumental (atualmente, na Praça Mahatma Gandhi)
Augusto Malta
Praça XV de Novembro ; Centro
1928

Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de Santa Luzia
Augusto Malta
Vista da atual Praça da Academia ; Centro
1928

Região da praça da Bandeira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Região da praça da Bandeira
Augusto Malta
A partir da antiga Rua Sâo Cristóvão, atual Rua Joaquim Palhares ; Praça da Bandeira
22 de maio de 1928

Praça da Bandeira
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça da Bandeira
Augusto Malta
A partir da Rua Pará ; Praça da Bandeira
22 de maio de 1928

Palácio Pedro Ernesto, atual Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palácio Pedro Ernesto, atual Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Augusto Malta
Praça Floriano ; Centro
2 de junho de 1928

Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro do Pão de Açúcar
Augusto Malta
A partir da Baía de Guanabara, na altura da Praia do Flamengo
circa 1926

Clube de Regatas do Flamengo - Estádio da Rua Paysandu
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Clube de Regatas do Flamengo - Estádio da Rua Paysandu
Augusto Malta
Laranjeiras
circa 1926

Prefeito Prado Júnior em frente à escadaria do Palácio Pedro Ernesto (atual Câmara Municipal do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Prefeito Prado Júnior em frente à escadaria do Palácio Pedro Ernesto (atual Câmara Municipal do Rio de Janeiro)
Augusto Malta
Praça Floriano ; Centro
circa 1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Presidente Antônio Carlos ; Centro
8 de maio de 1928

Fase final do arrasamento do Morro do Castelo -  jato d'água
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002003.jpg
Fase final do arrasamento do Morro do Castelo - jato d'água
Augusto Malta
Rio de Janeiro
8 de maio de 1928

Fase final do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Fase final do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual praça do Expedicionário ; Centro
3 de setembro de 1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002009.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Praça Luiz Souza Dantas ; Centro
3 de setembro de 1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Rua Dom Manuel ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Alfred Agache ; Centro
1928

Fase final do arrasamento do Morro do Castelo - presença do Prefeito Prado Júnior, no alto da colina
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002012.jpg
Fase final do arrasamento do Morro do Castelo - presença do Prefeito Prado Júnior, no alto da colina
Augusto Malta
Atual praça do Expedicionário ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo - presença do Prefeito Prado Júnior, no alto da colina
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002013.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo - presença do Prefeito Prado Júnior, no alto da colina
Augusto Malta
Atual praça do Expedicionário ; Centro
3 de setembro de 1928

Fase final do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002015.jpg
Fase final do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Centro
3 de setembro de 1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002016.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Presidente Antônio Carlos ; Centro
3 de setembro de 1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002017.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Almirante Barroso ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002018.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Almirante Barroso ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002019.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Almirante Barroso ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002020.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Beco da Música ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Rua Marechal Aguinaldo Caiado de Castro ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002022.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Rua Marechal Aguinaldo Caiado de Castro ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002023.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Beco da Música ; Centro
3 de setembro de 1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002024.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Rua Debret ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002025.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Graça Aranha ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002029.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Almirante Barroso ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002030.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Rua Debret ; Centro
1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002031.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Presidente Antônio Carlos ; Centro
14 de outubro de 1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo - visita de comitiva
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo - visita de comitiva
Augusto Malta
Atual Terminal Menezes Côrtes ; Centro
11 de novembro de 1928

Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002034.jpg
Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Atual Avenida Presidente Antônio Carlos ; Centro
11 de novembro de 1928

Fase final do arrasamento do Morro do Castelo; explosões
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ002035.jpg
Fase final do arrasamento do Morro do Castelo; explosões
Augusto Malta
Centro
11 de novembro de 1928

Camorim
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003004.jpg
Camorim
Augusto Malta
Estrada de Guaratiba, atual Estrada dos Bandeirantes
circa 1927

Praia da Barra de Guaratiba
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003007.jpg
Praia da Barra de Guaratiba
Augusto Malta
Estrada da Barra de Guaratiba, atual Estrada Roberto Burle Marx ; Barra de Guaratiba
circa 1927

Estrada da Posse
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003008.jpg
Estrada da Posse
Augusto Malta
Santíssimo ; Campo Grande
14 de julho de 1928

Estrada da Posse
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003010.jpg
Estrada da Posse
Augusto Malta
Santíssimo ; Campo Grande
1928

Estrada da Posse
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003011.jpg
Estrada da Posse
Augusto Malta
Santíssimo ; Campo Grande
1928

Estrada da Barra de Guaratiba, atual Estrada Roberto Burle Marx
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003012.jpg
Estrada da Barra de Guaratiba, atual Estrada Roberto Burle Marx
Augusto Malta
Barra de Guaratiba
1928

Bifurcação entre as estradas da Posse e de Palmares
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003013.jpg
Bifurcação entre as estradas da Posse e de Palmares
Augusto Malta
Santíssimo ; Campo Grande
1928

Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003014.jpg
Avenida Niemeyer
Augusto Malta
Vidigal
1928

Estrada da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003015.jpg
Estrada da Gávea
Augusto Malta
São Conrado
1928

Estrada da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003016.jpg
Estrada da Gávea
Augusto Malta
Gávea
1928

Estrada da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003017.jpg
Estrada da Gávea
Augusto Malta
Atual Rocinha
1928

Estrada da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003018.jpg
Estrada da Gávea
Augusto Malta
São Conrado
1928

Estrada da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003019.jpg
Estrada da Gávea
Augusto Malta
Atual Rocinha
1928

Praia de São Conrado e Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003020.jpg
Praia de São Conrado e Pedra da Gávea
Augusto Malta
Estrada da Gávea ; São Conrado
1928

Fazenda da Prefeitura em Guaratiba
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003021.jpg
Fazenda da Prefeitura em Guaratiba
Augusto Malta
Estrada da Matriz ; Guaratiba
1 de novembro de 1928

Fazenda da Prefeitura em Guaratiba
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003022.jpg
Fazenda da Prefeitura em Guaratiba
Augusto Malta
Estrada da Matriz ; Guaratiba
1 de novembro de 1928

Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003023.jpg
Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Augusto Malta
Estrada do Mato Alto ; Guaratiba
1 de novembro de 1928

Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003024.jpg
Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Augusto Malta
Estrada do Mato Alto ; Guaratiba
1 de novembro de 1928

Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003025.jpg
Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Augusto Malta
Estrada do Mato Alto ; Guaratiba
1 de novembro de 1928

Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003026.jpg
Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Augusto Malta
Estrada do Mato Alto ; Guaratiba
1 de novembro de 1928

Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003027.jpg
Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Augusto Malta
Estrada do Mato Alto ; Guaratiba
1 de novembro de 1928

Escola Prado Junior (escola para pessoas neurodivergentes)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003028.jpg
Escola Prado Junior (escola para pessoas neurodivergentes)
Augusto Malta
Jardim Zoológico ; Quinta da Boa Vista
21 de maio de 1930

Escola Prado Junior (escola para pessoas neurodivergentes)
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003029.jpg
Escola Prado Junior (escola para pessoas neurodivergentes)
Augusto Malta
Jardim Zoológico ; Quinta da Boa Vista
21 de maio de 1930

Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003030.jpg
Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Augusto Malta
Estrada do Mato Alto ; Guaratiba
agosto de 1930

Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003031.jpg
Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Augusto Malta
Estrada do Mato Alto ; Guaratiba
agosto de 1930

Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ003032.jpg
Fazenda da prefeitura em Guaratiba, atual Fazenda Modelo
Augusto Malta
Estrada do Mato Alto ; Guaratiba
agosto de 1930

Praça Tiradentes; ao centro, o Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ005004.jpg
Praça Tiradentes; ao centro, o Teatro João Caetano
"Em 25 de abril de 1930, por termo aditivo de contrato com a Prefeitura do Distrito Federal, Gusmão & Baldassini foi contratado para a execução das obras e demolição e de reconstrução do novo teatro. Com projeto do arquiteto Gusmão Dourado Baldassini, é então construído o Teatro João Caetano, com uma fachada futurista e com sua volumetria purista e é inaugurado em 26 de junho de 1930, com a Opereta Rose Marie, libreto de Oscar Hammerstein e música de Rudolf Friml, apresentada por uma companhia francesa, com Jane Marney como estrela (DIAS, 2012, p. 87).
Augusto Malta
Rua Silva Jardim ; Centro
circa 1930

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ005005.jpg
Teatro João Caetano
"Em 25 de abril de 1930, por termo aditivo de contrato com a Prefeitura do Distrito Federal, Gusmão & Baldassini foi contratado para a execução das obras e demolição e de reconstrução do novo teatro. Com projeto do arquiteto Gusmão Dourado Baldassini, é então construído o Teatro João Caetano, com uma fachada futurista e com sua volumetria purista e é inaugurado em 26 de junho de 1930, com a Opereta Rose Marie, libreto de Oscar Hammerstein e música de Rudolf Friml, apresentada por uma companhia francesa, com Jane Marney como estrela (DIAS, 2012, p. 87).
Augusto Malta
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1930

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ005006.jpg
Teatro João Caetano
"Em 25 de abril de 1930, por termo aditivo de contrato com a Prefeitura do Distrito Federal, Gusmão & Baldassini foi contratado para a execução das obras e demolição e de reconstrução do novo teatro. Com projeto do arquiteto Gusmão Dourado Baldassini, é então construído o Teatro João Caetano, com uma fachada futurista e com sua volumetria purista e é inaugurado em 26 de junho de 1930, com a Opereta Rose Marie, libreto de Oscar Hammerstein e música de Rudolf Friml, apresentada por uma companhia francesa, com Jane Marney como estrela." (DIAS, 2012, p. 87)
Augusto Malta
Rua Sete de Setembro ; Praça Tiradentes ; Centro
circa 1930

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ005007.jpg
Teatro João Caetano
"Em 25 de abril de 1930, por termo aditivo de contrato com a Prefeitura do Distrito Federal, Gusmão & Baldassini foi contratado para a execução das obras e demolição e de reconstrução do novo teatro. Com projeto do arquiteto Gusmão Dourado Baldassini, é então construído o Teatro João Caetano, com uma fachada futurista e com sua volumetria purista e é inaugurado em 26 de junho de 1930, com a Opereta Rose Marie, libreto de Oscar Hammerstein e música de Rudolf Friml, apresentada por uma companhia francesa, com Jane Marney como estrela (DIAS, 2012, p. 87).
Augusto Malta
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1930

Teatro João Caetano - interior
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002095RJ005013.jpg
Teatro João Caetano - interior
"Em 25 de abril de 1930, por termo aditivo de contrato com a Prefeitura do Distrito Federal, Gusmão & Baldassini foi contratado para a execução das obras e demolição e de reconstrução do novo teatro. Com projeto do arquiteto Gusmão Dourado Baldassini, é então construído o Teatro João Caetano, com uma fachada futurista e com sua volumetria purista e é inaugurado em 26 de junho de 1930, com a Opereta Rose Marie, libreto de Oscar Hammerstein e música de Rudolf Friml, apresentada por uma companhia francesa, com Jane Marney como estrela." (DIAS, 2012, p. 87)
Augusto Malta
Rua Sete de Setembro ; Praça Tiradentes ; Centro
circa 1930

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002096.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Sebastiana e Identificação parcial [Mainha]
Não identificado
Campos do Jordão
1930s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002097.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Branca Ribeiro
Não identificado
Foz do Iguaçú
1940s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002098.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Local não identificado
1941

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002099.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Foz do Iguaçú
1941

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002100.jpg
Fotografia
Branca Ribeiro, Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Foz do Iguaçú
1941

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002101.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
Louveira
1940s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002102.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Clotilde] e pessoa não identificada. Sentados: Decio de Almeida Prado, Identificação parcial [Celso], Identificação parcial [Flávio] e pessoa não identificada
Não identificado
São Paulo
1930s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002103.jpg
Fotografia
Branca Ribeiro, Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Guaíra
1941

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002104.jpg
Fotografia
Branca Ribeiro, Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Foz do Iguaçú
1940s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002105.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Louveira
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002106.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoa não identificada
Não identificado
Campos do Jordão
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002107.jpg
Fotografia
Pessoas não identificadas, Francisco Junqueira Netto e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Campos do Jordão
1939

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC001.jpg
Amanhecer com chuva
Custodio Coimbra
Vista Chinesa ; Floresta da Tijuca
6 de agosto de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC002.jpg
Amanhecer com neblina
Custodio Coimbra
Vista Chinesa ; Floresta da Tijuca
6 de setembro de 2005

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC003.jpg
Comunidade dos Guararapes - criança
Custodio Coimbra
Cosme Velho
5 de setembro de 2007

Imagem grid padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC004.JPG
Assoreamento, durante a maré baixa
Custodio Coimbra
Baía de Sepetiba
8 de março de 2012

Imagem grid padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC005.jpg
Assoreamento, durante a maré baixa
Custodio Coimbra
Baía de Sepetiba
2012

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC006.jpg
Poluição na Baía de Guanabara - maré baixa
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
1 de fevereiro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC007.JPG
Pesca na Baía de Guanabara - criadouro de mexilhões
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Jurujuba
1 de abril de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC008.jpg
Sucata de barco na Baía de Guanabara - assoreamento na maré baixa
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
1 de fevereiro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC009.jpg
Areal desativado no município fluminense de Seropédica
Custodio Coimbra
RJ
28 de setembro de 2009

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC010.jpg
Lazer na Baía de Guanabara - lixo oriundo dos rios invade a praia
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
16 de junho de 2005

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC011.JPG
Passivo ambiental - cinco anos depois do derramamento de óleo na Baía de Guanabara, manguezal é encontrado morto
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Praia de Ipiranga
23 de junho de 2005

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC012.jpg
Poluição na Baía de Guanabara - durante a maré baixa
Custodio Coimbra
Praia da Rosa ; Ilha do Governador
1998

Imagem grid padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC013.jpg
Assoreamento na principal praia da Baía de Sepetiba
Custodio Coimbra
Baía de Sepetiba ; Praia de Sepetiba
20 de abril de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC014.jpg
Pescadores em Gradim
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Gradim
15 de fevereiro de 2013

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC015.jpg
Lazer na Praia do Galeão
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Praia do Galeão ; Ilha do Governador
18 de abril de 2007

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC016.JPG
DESOLAÇÃO - o pescador Ceará confere o estrago do vazamento de óleo
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Praia de Olaria
dezembro de 2000

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC017.JPG
Lixo na Guanabara - na Esplanada do Museu do Amanhã, a visão de um futuro incerto
Custodio Coimbra
Praça Mauá ; Centro
20 de setembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC018.JPG
Lagoa de Marapendi - transporte entre os condomínios e a Praia do Recreio dos Bandeirantes
Custodio Coimbra
Zona Oeste
2 de junho de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC019.JPG
Colônia de pesca na Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Praia Grande
12 de setembro de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC020.jpg
Pão de Açúcar pelas janelas do MAC (Museu de Arte Contemporânea)
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
2003

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC021.jpg
Amanhecer na Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Ilha Fiscal ; Praça XV de Novembro ; Centro
24 de setembro de 2009

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC022.jpg
Pescador solitário próximo à Ponte Rio-Niterói
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
14 de janeiro de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC023.jpg
Linha Vermelha serpenteia sobre a Guanabara
Custodio Coimbra
Zona Norte
2 de junho de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC024.jpg
Pescadores próximo à Ponte Rio-Niterói
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
28 de abril de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC025.jpg
Do alto do Cristo Redentor, o Centro da Cidade do Rio de Janeiro, a Ponte Rio-Niteroi e, ao fundo, a Baía de Guanabara e a Serra da Estrela
Custodio Coimbra
Morro do Corcovado ; Parque Nacional da Tijuca
2003

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC026.jpg
Terminal de gás da Petrobras, vizinho à Ilha do Governador
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Ilha do Governador
1 de maio de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC027.JPG
Casa improvisada no Canal do Cunha, vizinho ao Complexo da Maré
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Canal do Cunha
1 de dezembro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC028.JPG
Barcos ancorados em trecho assoreado da Praia das Pedrinhas
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Praia das Pedrinhas
31 de janeiro de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC029.jpg
Pescador solitário junto ao vão central da Ponte Rio-Niterói
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
17 de janeiro de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC030.jpg
Estrutura para garagem de barcos na Marina da Glória, no Aterro do Flamengo
Custodio Coimbra
Glória
24 de abril de 2007

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC031.jpg
Lazer na Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Praia de Gragoatá
16 de março de 2005

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC032.jpg
Trânsito da Avenida Brasil, próximo à Rodoviária Novo Rio
Custodio Coimbra
Santo Cristo
6 de fevereiro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC033.jpg
Carroça no Viaduto de Madureira
Custodio Coimbra
Zona Norte
2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC034.jpg
Linha Vermelha
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC035.jpg
Avenida Presidente Vargas
Custodio Coimbra
Centro
10 de outubro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC036.jpg
Construção - operários em empreendimento imobiliário na Barra da Tijuca
Custodio Coimbra
Barra da Tijuca
1 de setembro de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC037.JPG
Floresta urbana brota na Rua Santa Clara
Custodio Coimbra
Copacabana
15 de agosto de 2013

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC038.jpg
Operários montam o palco para a festa do Réveillon, em Copacabana
Custodio Coimbra
Copacabana
27 de dezembro de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC039.jpg
Lixo à beira do Canal do Cunha, junto à Linha Vermelha
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Complexo da Maré
30 de maio de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC040.jpg
Túnel Novo - acesso entre Botafogo e Copacabana
Custodio Coimbra
Copacabana
30 de julho de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC041.jpg
Rodoviária Novo Rio
Custodio Coimbra
Santo Cristo
19 de abril de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC042.jpg
Avenida Brasil
Custodio Coimbra
Zona Norte
19 de abril de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC043.jpg
Central do Brasil - plataformas da estação de trem
Custodio Coimbra
São Cristóvão
1 de dezembro de 2008

Imagem grid padrão
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
002107CC044.jpg
Passageiros surfam em trem do Ramal de Saracuruna, região metropolitana do Rio de Janeiro
Custodio Coimbra
Baixada Fluminense, Saracuruna
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC045.jpg
Rodoviária Novo Rio
Custodio Coimbra
Santo Cristo
8 de novembro de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC046.JPG
Trilhos sobre os Arcos da Lapa, unindo o Centro do Rio de Janeiro ao bairro de Santa Teresa
Custodio Coimbra
Lapa
2 de novembro de 2006

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC047.jpg
Avenida Rio Branco, antes do VLT
Custodio Coimbra
Centro
2000

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC048.jpg
Padre franciscano nos Arcos da Lapa
Custodio Coimbra
Lapa
8 de abril de 2003

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC049.jpg
Banho de chafariz no Largo da Lapa
Custodio Coimbra
Lapa
1983

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC050.jpg
Encruzilhada de cadeirantes em rua na Zona Norte
Custodio Coimbra
Zona Norte
19 de junho de 2009

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC051.jpg
Viadutos do entorno da Rodoviária Novo Rio
Custodio Coimbra
Santo Cristo
1 de dezembro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC052.jpg
Engarrafamento na madrugada da Via Dutra
Custodio Coimbra
Zona Norte
10 de julho de 2012

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC053.jpg
Avenida Brasil
Custodio Coimbra
Zona Norte
8 de julho de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC054.jpg
Estação ferroviária de Madureira, no Ramal da Central do Brasil
Custodio Coimbra
Centro
6 de janeiro de 2012

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC055.jpg
Corredor do Cadeg (antigo Centro de Abastecimento, atual Mercado Municipal do Rio de Janeiro)
Custodio Coimbra
Benfica
21 de fevereiro de 2007

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC056.jpg
Aterro do Flamengo
Custodio Coimbra
Aterro do Flamengo
13 de fevereiro de 2013

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC057.jpg
Ônibus de integração da estação da Central do Brasil com a Zona Sul do Rio de Janeiro - a caminho do trabalho
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
9 de junho de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC058.JPG
A Rua São Clemente, artéria que corta Botafogo e encontra o Humaitá
Custodio Coimbra
Botafogo
3 de novembro de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC059.jpg
Bondinho de Santa Teresa cruza os Arcos da Lapa
Custodio Coimbra
Lapa
16 de abril de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC060.jpg
Ponto de ônibus na Lapa
Custodio Coimbra
Lapa
1 de janeiro de 2012

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ônibus da linha São Cristóvão – Gávea; o sono a caminho do trabalho
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2016

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC062.jpg
Idosa se assusta com a proximidade do ônibus em meio a obras na Rodoviária Novo Rio
Custodio Coimbra
Santo Cristo
8 de junho de 2015

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC063.jpg
Avenida Atlântica
Custodio Coimbra
Copacabana
1990

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC064.JPG
Teste do VLT - o novo e o antigo se encontram na Gamboa, onde o prédio em curva não existe mais
Custodio Coimbra
Gamboa
2018

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC065.JPG
Copacabana
Custodio Coimbra
Avenida Atlântica ; Copacabana
3 de março de 2006

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC066.jpg
Comunidade Parque da Cidade
Custodio Coimbra
Gávea
8 de março de 2012

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Santa Marta, no Morro Dona Marta
Custodio Coimbra
Botafogo
25 de novembro de 2011

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estrada da Gávea - Favela da Rocinha
Custodio Coimbra
Rocinha ; São Conrado
15 de abril de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC069.JPG
Comunidade da Rocinha
Custodio Coimbra
Rocinha ; São Conrado
8 de março de 2012

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC070.jpg
Comunidade Santa Marta
Custodio Coimbra
Botafogo
25 de novembro de 2011

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Nos Guararapes - o cuidado com o uniforme da escola pública
Custodio Coimbra
Ladeira dos Guararapes ; Cosme Velho
5 de setembro de 2007

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Santa Marta
Custodio Coimbra
Botafogo
25 de novembro de 2011

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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As casas de madeira improvisadas no Morro do Pavão-Pavãozinho
Custodio Coimbra
Copacabana
30 de maio de 2011

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O conjunto de favelas Cantagalo-Pavão-Pavãozinho, um enclave entre Ipanema e Copacabana
Custodio Coimbra
Copacabana ; Zona Sul
2 de agosto de 2008

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja da Penha e o Complexo do Alemão
Custodio Coimbra
Zona Norte
24 de janeiro de 2008

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade do Pavão-Pavãozinho
Custodio Coimbra
Zona Sul
30 de maio de 2011

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Moradores do Irajá depois do incêndio nos galpões do Ceasa
Custodio Coimbra
Irajá
2004

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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A alegria mora na Cidade de Deus
Custodio Coimbra
Zona Oeste
11 de maio de 2004

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Santa Marta
Custodio Coimbra
Botafogo
25 de novembro de 2011

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Santa Marta
Custodio Coimbra
Botafogo
23 de dezembro de 2008

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Adensamento urbano - Morro do Turano
Custodio Coimbra
Morro do Turano ; Tijuca
9 de janeiro de 2011

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Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Rio das Pedras
Custodio Coimbra
Rio das Pedras ; Barra da Tijuca
8 de março de 2012

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Habitação na Baixada Fluminense
Custodio Coimbra
Baixada Fluminense
15 de julho de 2015

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Crianças no Complexo da Maré
Custodio Coimbra
Zona Norte
30 de dezembro de 2003

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Santa Marta
Custodio Coimbra
Botafogo
1992

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Palafitas no Rio Farias-Timbó
Custodio Coimbra
Bonsucesso ; Zona Norte
1999

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Menino durante blitz da PM na Favela da Rocinha
Custodio Coimbra
Rocinha ; São Conrado
1990

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Menina durante blitz da polícia civil em comunidade na zona norte
Custodio Coimbra
Zona Norte
1990

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Blitz da PM na Rocinha
Custodio Coimbra
Rocinha ; São Conrado
1990

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Marcas da violência na Favela da Rocinha
Custodio Coimbra
Rocinha ; São Conrado
5 de março de 2004

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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A tristeza de desabrigada das chuvas no Morro do Borel
Custodio Coimbra
Tijuca
1999

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cidade de Deus - desabrigo
Custodio Coimbra
Zona Oeste
junho de 2000

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Brincadeira de criança no lixão de Gramacho
Custodio Coimbra
Jardim Gramacho ; Duque de Caxias ; Região Metropolitana
28 de maio de 2006

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ladrão de bicicleta sendo linchado em Realengo
Custodio Coimbra
Realengo ; Zona Oeste
1990

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Parque da Cidade, Gávea
Custodio Coimbra
Parque da Cidade, Gávea
8 de março de 2012

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Colônia de pescadores na Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Praia Grande
12 de setembro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Pavão-Pavãozinho - menina
Custodio Coimbra
Copacabana
14 de maio de 2013

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rocinha
Custodio Coimbra
Gávea
8 de março de 2012

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Piscinão do município de São Gonçalo
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
15 de março de 2005

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Crianças
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
circa 2005

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Cidade de Deus
Custodio Coimbra
Zona Oeste
7 de maio de 2004

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cidade de Deus
Custodio Coimbra
Zona Oeste
7 de maio de 2004

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O flautista - acampamento em Campo Grande
Custodio Coimbra
Zona Oeste
1999

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Parquinho em Inhoaíba
Custodio Coimbra
Zona Oeste
2000

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mulheres em acampamento de desabrigados pela chuva
Custodio Coimbra
Sepetiba ; Zona Oeste
28 de abril de 2011

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Colônia de pescadores na Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Praia Grande
12 de setembro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade em Parada de Lucas
Custodio Coimbra
Zona Norte
8 de abril de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Crianças sem escola
Custodio Coimbra
Santa Cruz ; Zona Oeste
12 de dezembro de 2000

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Tiroteio na Rocinha
Custodio Coimbra
Rocinha
5 de março de 2004

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Medo no Largo do Boiadeiro, porta de entrada da Rocinha, durante tiroteio
Custodio Coimbra
Rocinha
9 de maio de 2006

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ocupação do Exército no Morro do Alemão
Custodio Coimbra
Complexo do Alemão ; Zona Norte
13 de junho de 2007

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pátio de manobras do Metrô
Custodio Coimbra
Centro
1 de fevereiro de 2008

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Surfistas de trem no ramal da Central do Brasil
Custodio Coimbra
Centro
1994

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Trânsito próximo à Rodoviária Novo Rio
Custodio Coimbra
Santo Cristo
circa 2008

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Surfistas de trem no ramal da Central do Brasil
Custodio Coimbra
Centro
1994

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade da Rocinha
Custodio Coimbra
Rocinha
15 de abril de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Rio das Pedras
Custodio Coimbra
Zona Oeste
20 de agosto de 2010

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Avenida Brasil
Custodio Coimbra
Caju
23 de dezembro de 2008

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cidade de Deus
Custodio Coimbra
Zona Oeste
26 de outubro de 2010

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cidade de Deus - crianças
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
26 de outubro de 2010

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Rio das Pedras
Custodio Coimbra
Zona Oeste
30 de dezembro de 2011

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Morro dos Prazeres
Custodio Coimbra
Santa Teresa
3 de novembro de 2010

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Chacina em Campo Grande
Custodio Coimbra
Zona Oeste
1999

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de rua em Santa Cruz
Custodio Coimbra
Zona Oeste
6 de abril de 2006

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de rua
Custodio Coimbra
Lapa
2 de fevereiro de 2008

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de rua - Bloco Céu na Terra
Custodio Coimbra
Santa Teresa
2 de fevereiro de 2008

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de rua - Campo Grande
Custodio Coimbra
Zona Oeste
2006

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de rua
Custodio Coimbra
Avenida Presidente Vargas ; Centro
2006

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de rua - Bloco do Barbas
Custodio Coimbra
Botafogo
19 de fevereiro de 2011

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de rua
Custodio Coimbra
Avenida Rio Branco ; Centro
20 de fevereiro de 2007

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de rua
Custodio Coimbra
Metrô Cidade Nova
28 de janeiro de 2018

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de rua - bloco na Zona Sul
Custodio Coimbra
Zona Sul
10 de fevereiro de 2013

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rainha da bateria da Estação Primeira de Mangueira, Evelyn Bastos
Custodio Coimbra
Mangueira
14 de fevereiro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval - pessoas empurrando carro alegórico
Custodio Coimbra
Anitga Perimetral
20 de fevereiro de 2009

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Cidade do Samba - Barracão da Mangueira
Custodio Coimbra
Rua Rivadáva Corrêa ; Gamboa
15 de janeiro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cidade do Samba - Barracão da Mangueira
Custodio Coimbra
Rua Rivadáva Corrêa ; Gamboa
15 de janeiro de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cidade do Samba - Barracão da Mangueira
Custodio Coimbra
Rua Rivadáva Corrêa ; Gamboa
15 de janeiro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval - carro alegórico
Custodio Coimbra
Avenida Presidente Vargas ; Centro
28 de janeiro de 2018

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passarela do Samba - carro alegórico
Custodio Coimbra
Sambódromo da Marquês de Sapucaí ; Rua Marquês de Sapucaí ; Santo Cristo
20 de fevereiro de 2007

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Desfile de pequenas escolas de samba na Avenida Rio Branco
Custodio Coimbra
Centro
3 de março de 2014

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cidade do Samba - passista Dani Moreninha, da Acadêmicos da Grande Rio
Custodio Coimbra
Rua Rivadáva Corrêa ; Gamboa
16 de fevereiro de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC145.JPG
Cidade do Samba - passista Dani Moreninha da Acadêmicos da Grande Rio
Custodio Coimbra
Rua Rivadáva Corrêa ; Gamboa
16 de fevereiro de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC146.jpg
Cidade do Samba - passista Dani Moreninha, da Acadêmicos da Grande Rio
Custodio Coimbra
Rua Rivadáva Corrêa ; Gamboa
16 de fevereiro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cidade do Samba - turistas aprendendo o samba
Custodio Coimbra
Rua Rivadáva Corrêa ; Gamboa
16 de fevereiro de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cidade do Samba - passista Dani Moreninha da Acadêmicos da Grande Rio
Custodio Coimbra
Rua Rivadáva Corrêa ; Gamboa
16 de fevereiro de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passarela do Samba - Passista Dani Moreninha da Grande Rio
Custodio Coimbra
Sambódromo da Marquês de Sapucaí ; Rua Marquês de Sapucaí ; Santo Cristo
16 de fevereiro de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passarela do samba - Passista Dani Moreninha da Grande Rio
Custodio Coimbra
Sambódromo da Marquês de Sapucaí ; Rua Marquês de Sapucaí ; Santo Cristo
16 de fevereiro de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC151.jpg
Ensaio da comunidade da Escola de Samba Salgueiro
Custodio Coimbra
Tijuca
10 de janeiro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ensaio da comunidade da Escola de Samba Salgueiro
Custodio Coimbra
Tijuca
10 de janeiro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC153.jpg
Ensaio técnico da Escola de Samba Vila Isabel, na Marquês de Sapucaí, Passarela do Samba
Custodio Coimbra
Rua Marquês de Sapucaí ; Santo Cristo
10 de fevereiro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ensaio de quadra da Escola de Samba Portela
Custodio Coimbra
Madureira
8 de janeiro de 2017

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval de Rua em Madureira
Custodio Coimbra
Zona Norte
1999

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval - Sidclei Santos e Marcella Alves, Mestre Sala e Porta Bandeira da Escola de Samba Salgueiro
Custodio Coimbra
Andaraí
14 de fevereiro de 2019

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carnaval - componentes rumo a Sapucaí no trem da Central do Brasil
Custodio Coimbra
Centro
8 de fevereiro de 2013

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC158.jpg
Maracanã antigo e o Morro da Mangueira
Custodio Coimbra
Zona Norte
3 de novembro de 2010

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC159.JPG
Torcida do Flamengo no Maracanã antigo - Fla x Flu
Custodio Coimbra
Tijuca
12 de abril de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Torcida do Flamengo no Maracanã antigo
Custodio Coimbra
Tijuca
25 de janeiro de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC161.jpg
Torcida do Flamengo no Maracanã antigo
Custodio Coimbra
Tijuca
25 de janeiro de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC162.jpg
Torcida do Flamengo no Maracanã antigo
Custodio Coimbra
Tijuca
25 de janeiro de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Torcida do Flamengo no Maracanã antigo
Custodio Coimbra
Tijuca
25 de janeiro de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estádio do Maracanã
Custodio Coimbra
Tijuca
12 de setembro de 2013

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rio eleito Cidade Olímpica
Custodio Coimbra
Praia de Copacabana
2 de outubro de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Manifestação contra a Copa do Mundo
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
15 de março de 2013

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Torcida na Copa do Mundo - Maracanã
Custodio Coimbra
Tijuca
17 de junho de 2014

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rio eleito Cidade Olímpica
Custodio Coimbra
Praia de Copacabana
2 de outubro de 2009

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Copa do Mundo - Torcedores vendo o jogo no telão na Praça Mauá
Custodio Coimbra
Centro
7 de junho de 2018

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Manifestação contra a Copa do Mundo
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
15 de março de 2013

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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‘Geraldinos’ no Maracanã
Custodio Coimbra
Tijuca
1979

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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‘Geraldinos’ no Maracanã
Custodio Coimbra
Tijuca
1979

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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‘Geraldinos’ no Maracanã
Custodio Coimbra
Tijuca
1979

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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‘Geraldinos’ no Maracanã
Custodio Coimbra
Tijuca
1979

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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‘Geraldinos’ no Maracanã
Custodio Coimbra
Tijuca
1979

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O centroavante Nunes comemora o gol do título de Campeão Brasileiro - Flamengo 3 x 2 Atlético Mineiro
Custodio Coimbra
Estádio do Maracanã ; Tijuca
1981

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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‘Geraldinos’ no Maracanã
Custodio Coimbra
Tijuca
1979

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Presidente general João Figueiredo, na tribuna de honra do Maracanã
Custodio Coimbra
Tijuca
1980

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC182.jpg
Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte - Risoleta Neves, viúva de Tancredo Neves
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC188.jpg
Velório do Presidente Tancredo Neves em Belo Horizonte
Custodio Coimbra
Belo Horizonte
abril de 1985

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC189.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC190.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC191.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC192.JPG
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC193.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC194.JPG
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC195.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC196.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC197.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC198.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC199.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC200.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC201.jpg
Zona do Mangue
Custodio Coimbra
Cidade Nova ; Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC202.jpg
Banca de jornal no Centro do Rio de Janeiro
Custodio Coimbra
Centro
1976

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC203.jpg
Volta dos exilados - dirigentes do PCB
Custodio Coimbra
Aeroporto do Galeão ; Ilha do Governador
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC204.jpg
Volta dos exilados - Miguel Arraes
Custodio Coimbra
Aeroporto do Galeão ; Ilha do Governador
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC205.jpg
Volta dos exilados - Marcio Moreira Alves
Custodio Coimbra
Aeroporto do Galeão ; Ilha do Governador
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC206.jpg
Volta dos exilados - Jean Marc
Custodio Coimbra
Aeroporto do Galeão ; Ilha do Governador
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC207.jpg
Manifestação pela anistia na Avenida Rio Branco
Custodio Coimbra
Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC208.jpg
Manifestação pela anistia na Avenida Rio Branco
Custodio Coimbra
Centro
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC209.jpg
Manifestação pela anistia na Cinelândia
Custodio Coimbra
Centro
1978

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC210.jpg
Extinção dos partidos - Câmara dos Deputados
Custodio Coimbra
Brasília
novembro de 1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC211.jpg
Manifestação pelas direta já da Candelária à Avenida Presidente Vargas
Custodio Coimbra
Centro
10 de abril de 1984

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC212.jpg
Médico Amílcar Lobo em frente a Casa da Morte
Custodio Coimbra
Rua Artur Barbosa ; Caxambu
1985

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC213.jpg
Médico Amílcar Lobo em frente a Casa da Morte
Custodio Coimbra
Rua Artur Barbosa ; Caxambu
1985

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC214.jpg
Médico Amílcar Lobo em frente a Casa da Morte
Custodio Coimbra
Rua Artur Barbosa ; Caxambu
1985

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC215.jpg
Médico Amílcar Lobo em frente aos familiares de desaparecidos
Custodio Coimbra
Petrópolis
1985

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC216.jpg
Atentado a bomba na OAB
Custodio Coimbra
Atual Edifício Histórico da OAB Eduardo Seabra Fagundes ; Avenida Marechal Câmara ; Centro
27 de setembro de 1980

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC217.jpg
Luís Carlos Prestes durante comício
Custodio Coimbra
Madureira
1979

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC218_cor.JPG
Collor de Mello no velório de Frei Damião no Estádio do Arruda
Custodio Coimbra
Avenida Beberibe, nº 1285 ; Arruda
junho de 1997

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC218_pb.jpg
Collor de Mello no velório de Frei Damião no Estádio do Arruda
Custodio Coimbra
Avenida Beberibe, nº 1285 ; Arruda
junho de 1997

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC219.jpg
Manifestação contra o leilão das Teles
Custodio Coimbra
Praça Quinze de Novembro ; Centro
27 de julho de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC220.jpg
Manifestação contra o leilão das Teles
Custodio Coimbra
Praça Quinze de Novembro ; Centro
27 de julho de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC221.jpg
Manifestação contra o leilão das Teles
Custodio Coimbra
Praça Quinze de Novembro ; Centro
27 de julho de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC222.jpg
Manifestação de moradores de Paradas de Lucas contra a favela vizinha, Vigário Geral
Custodio Coimbra
Paradas de Lucas ; Zona Norte
11 de junho de 2016

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC223.jpg
Manifestação contra a violência policial na sede da Polícia Civil
Custodio Coimbra
Central do Brasil ; Centro
29 de agosto de 2004

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC224.jpg
Manifestação durante do desfile de 7 de Setembro
Custodio Coimbra
Avenida Presidente Vargas ; Centro
7 de novembro de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC225.jpg
Manifestação durante do desfile de 7 de Setembro
Custodio Coimbra
Avenida Presidente Vargas ; Centro
7 de novembro de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC226.jpg
Manifestação durante do desfile de 7 de Setembro
Custodio Coimbra
Avenida Presidente Vargas ; Centro
7 de setembro de 2013

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC227.jpg
Manifestação contra a morte de policiais na Praia de Copacabana
Custodio Coimbra
Copacabana
13 de maio de 2009

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC228.jpg
Manifestação a favor da Petrobrás na Avenida Chile
Custodio Coimbra
Centro
15 de setembro de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC229.jpg
Manifestação política durante evento “Rei e Rainha do Mar”
Custodio Coimbra
Praia de Copacabana ; Copacabana
23 de dezembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC230.jpg
Manifestação contra o Governo Dilma na Orla de Copacabana
Custodio Coimbra
Copacabana
14 de março de 2016

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC231.jpg
Palafitas na Favela da Maré
Custodio Coimbra
Bonsucesso ; Zona Norte
1972

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC232.jpg
Palafitas na Favela da Maré
Custodio Coimbra
Bonsucesso ; Zona Norte
1972

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC233.jpg
Palafitas na Favela da Maré
Custodio Coimbra
Bonsucesso ; Zona Norte
1972

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC234.jpg
Menores no Largo de São Francisco de Paula
Custodio Coimbra
Centro
1984

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC235.JPG
Menores no Largo de São Francisco de Paula
Custodio Coimbra
Centro
1984

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC236.jpg
Palafitas na Favela da Maré
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Bonsucesso ; Zona Norte
1972

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC237.jpg
Greve de trens
Custodio Coimbra
Nova Iguaçu
4 de novembro de 1996

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC238.jpg
Greve de trens
Custodio Coimbra
Nova Iguaçu
4 de novembro de 1996

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Greve de trens
Custodio Coimbra
Nova Iguaçu
4 de novembro de 1996

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC240.jpg
Lavadeiras da Favela da Maré
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara ; Bonsucesso ; Zona Norte
1972

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC241.jpg
Presos após rebelião em presidio no Complexo penitenciário de Bangu
Custodio Coimbra
Zona Norte
1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC242.jpg
Presos após rebelião em presidio no Complexo penitenciário de Bangu
Custodio Coimbra
Zona Norte
1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC243.JPG
Preso em uma cela molhada no Manicômio Judiciário (antigo Frei Caneca)
Custodio Coimbra
Atual Instituto de Perícias Heitor Carrilho, Rua Frei Caneca, nº 401 ; Catumbi
1985

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC244.jpg
Superlotação no xadrez da delegacia de Polícia Civil
Custodio Coimbra
Santa Cruz ; Zona Oeste
17 de abril de 1996

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC245.JPG
Superlotação no xadrez da delegacia de Polícia Civil
Custodio Coimbra
Santa Cruz ; Zona Oeste
17 de abril de 1996

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC246.jpg
Justiça com as próprias mãos - linchamento no Jardim América
Custodio Coimbra
Zona Norte
1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC247.jpg
Justiça com as próprias mãos - linchamento no Jardim América
Custodio Coimbra
Zona Norte
1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC248.jpg
Justiça com as próprias mãos - linchamento no Jardim América
Custodio Coimbra
Zona Norte
1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC249.JPG
Emergência do Hospital Souza Aguiar
Custodio Coimbra
Centro
24 de novembro de 1983

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC250.jpg
Penitenciária Frei Caneca - visita suspensa
Custodio Coimbra
Atual Instituto de Perícias Heitor Carrilho, Rua Frei Caneca, nº 401 ; Catumbi
circa 1995

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC251.jpg
Largo da Carioca, distribuição de comida
Custodio Coimbra
Centro
22 de fevereiro de 1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC252.jpg
Largo da Carioca, distribuição de comida
Custodio Coimbra
Centro
22 de fevereiro de 1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC253.jpg
Largo da Carioca, distribuição de comida
Custodio Coimbra
Centro
22 de fevereiro de 1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC254.jpg
Largo da Carioca, distribuição de comida
Custodio Coimbra
Centro
22 de fevereiro de 1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC255.JPG
Menores da Candelária meses antes da chacina
Custodio Coimbra
Centro
1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC256.jpg
Menores da Candelária meses antes da chacina
Custodio Coimbra
Centro
1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC257.JPG
Chacina de Vigário Geral
Custodio Coimbra
Zona Norte
1993

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC258.jpg
Menores infratores em presídio em Bangu
Custodio Coimbra
Zona Norte
9 de novembro de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC259.jpg
Menores infratores em presídio em Bangu
Custodio Coimbra
Zona Norte
9 de novembro de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC260.JPG
Menores infratores em presídio em Bangu
Custodio Coimbra
Zona Norte
9 de novembro de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC261.jpg
Menores infratores em presídio em Bangu
Custodio Coimbra
Zona Norte
9 de novembro de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC262.jpg
Menores infratores em presídio em Bangu
Custodio Coimbra
Zona Norte
9 de novembro de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC263.jpg
Menores infratores em presídio em Bangu
Custodio Coimbra
Zona Norte
9 de novembro de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC264.jpg
Menores infratores em presídio em Bangu
Custodio Coimbra
Zona Norte
9 de novembro de 1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC265.JPG
Instituto Padre Severino - menores infratores
Custodio Coimbra
Ilha do Governador ; Zona Norte
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC266.jpg
Menores infratoras do Instituto Santos Dumont
Custodio Coimbra
lha do Governador ; Zona Norte
15 de outubro de 1989

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC267.jpg
Menores infratoras do Instituto Santos Dumont
Custodio Coimbra
lha do Governador ; Zona Norte
15 de outubro de 1989

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC268.jpg
Menores infratoras do Instituto Santos Dumont
Custodio Coimbra
lha do Governador ; Zona Norte
15 de outubro de 1989

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC269.jpg
Menores infratoras do Instituto Santos Dumont
Custodio Coimbra
lha do Governador ; Zona Norte
15 de outubro de 1989

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC270.jpg
Menores infratoras do Instituto Santos Dumont
Custodio Coimbra
lha do Governador ; Zona Norte
15 de outubro de 1989

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC271.jpg
Menores infratoras do Instituto Santos Dumont
Custodio Coimbra
lha do Governador ; Zona Norte
15 de outubro de 1989

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC272.jpg
Menores infratoras do Instituto Santos Dumont
Custodio Coimbra
lha do Governador ; Zona Norte
15 de outubro de 1989

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC273.jpg
Menores infratoras do Instituto Santos Dumont
Custodio Coimbra
lha do Governador ; Zona Norte
15 de outubro de 1989

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC274.jpg
Menores infratoras do Instituto Santos Dumont
Custodio Coimbra
lha do Governador ; Zona Norte
15 de outubro de 1989

Imagem padrão
002107CC275.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC276.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC277.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC278.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC279.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC280.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC281.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC282.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC283.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC284.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC285.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC286.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC287.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC288.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC289.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC290.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
002107CC291.jpg
Colônia Juliano Moreira
Custodio Coimbra
Curicica ; Zona Norte
1978

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC292.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
29 de julho de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC293.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
4 de setembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC294.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
29 de julho de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC295.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
3 de setembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC296.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
4 de setembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC297.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
15 de maio de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC298.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
4 de setembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC299.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
4 de dezembro de 2013

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC300.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
3 de setembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC301.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
4 de setembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC302.jpg
Museu Nacional
Custodio Coimbra
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão ; Zona Norte
29 de julho de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC303.jpg
Igreja da Candelária
Custodio Coimbra
Avenida Presidente Vargas ; Centro
8 de setembro de 2004

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC304.jpg
Bondinho passando pelos Arcos da Lapa
Custodio Coimbra
Lapa ; Centro
14 de agosto de 2009

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC305.jpg
Lapa
Custodio Coimbra
Centro
9 de dezembro de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC306.jpg
Navio abandonado em Niterói
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC307.jpg
Avenida Presidente Vargas
Custodio Coimbra
Centro
2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC308.jpg
Central do Brasil vista da Rua Leandro Martins
Custodio Coimbra
Centro
18 de outubro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC309.jpg
Estação das barcas em Charítas
Custodio Coimbra
Baía de Guanabara
12 de fevereiro de 2002

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC310.jpg
Bar Decolores em Portugal Pequeno
Custodio Coimbra
Rua Barão de Mauá, nº 342 ; Ponta D'Areia
2006

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC311.jpg
Souza Aguiar - primeiro Hospital Público do Rio, hoje Presídio do Estado
Custodio Coimbra
Centro
23 de outubro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC312.jpg
Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito
Custodio Coimbra
Rua Uruguaiana ; Centro
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC313.jpg
Pão de Açúcar visto da janela do bondinho - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
15 de outubro de 2012

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC314.jpg
Ressaca em São Conrado - Abril 2016 - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
abril de 2016

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC315.jpg
Praia do Arpoador - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
23 de janeiro de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC316.jpg
Futebol de areia
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
25 de julho de 2012

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC317.jpg
Chuva na comunidade Rio das Pedras
Custodio Coimbra
Zona Oeste
27 de janeiro de 2005

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estação do Metrô São Conrado - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC319.jpg
Bares centenários - Antigo Bar 28, na Rua Barão de São Félix - Centro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
28 de janeiro de 2009

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cozinha de restaurante
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC321.jpg
Cozinha do restaurante Lamas - no Flamengo - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Carvoaria na Lapa - Centro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Colégio Pedro II na Rua Camerino com a Rua Marechal Floriano - Centro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
23 de outubro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC324.jpg
Ponto de ônibus na Rua de Santana - Centro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2016

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC325.jpg
Muralha da Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição - Centro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
7 de fevereiro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Enchente do Rio Farias Timbó em Bonsucesso - Zona Norte
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC327.jpg
Praia de Ipanema - Posto 9 - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
21 de dezembro de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia da Barra da Tijuca - Zona Oeste
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
21 de fevereiro de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC329.jpg
Navio abandonado em Niterói - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2001

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jujuba - Praia de Ipanema - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Oferenda para Iemanjá na Praia da Bica - Ilha do Governador - Baía de Guanabara - Centro de Umbanda Vovó Maria do Congo
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
31 de dezembro de 2007

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC332.jpg
Prainha - Zona Oeste
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
18 de novembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC333.JPG
Estatua de Drummond de Andrade - Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2000s

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Viaduto de Laranjeiras - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC335.jpg
Bondinho de Santa Teresa - Centro do Rio de Janeiro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2000

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC336.jpg
Calçada em frente ao Theatro Municipal - na Cinelândia - Centro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
16 de setembro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC337.JPG
Viaduto - Praia de Botafogo - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2 de junho de 2006

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC338.jpg
Vôlei a Praia do Leblon - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
23 de julho de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC339.JPG
Chuva na Rua do Senado - Centro do Rio de Janeiro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC340.jpg
Bondinho do Corcovado - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC341.jpg
Pilotis do Palácio Capanema - Centro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC342.JPG
Lua cheia no Cristo Redentor - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
10 de agosto de 2006

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC343.jpg
Túnel Novo - acesso entre Botafogo e Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
30 de julho de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC344.jpg
Último dia do ano na Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
31 de dezembro de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
22 de novembro de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC346.jpg
Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
14 de janeiro de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Calçadão no Leme - Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
6 de novembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
13 de julho de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
13 de julho de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
3 de junho de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
30 de outubro de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2000

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
22 de novembro de 2014

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
22 de fevereiro de 2007

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Forte de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
15 de janeiro de 2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
21 de março de 2020

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
30 de outubro de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Hotel Copacabana Palace - Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
24 de dezembro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Castelo de areia - Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
14 de maio de 2005

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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
6 de novembro de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC361.JPG
Estátua do Dorival Caymmi - Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
11 de dezembro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Primeiro dia do ano - Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
1 de janeiro de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2 de outubro de 2009

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
28 de fevereiro de 2006

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
28 de dezembro de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
30 de outubro de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2005

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
3 de março de 2006

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
28 de dezembro de 2016

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
13 de julho de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
31 de dezembro de 2013

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2003

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC374.jpg
Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
13 de julho de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC375.jpg
Suspeito de roubo preso - Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
8 de dezembro de 2009

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
19 de maio de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC377.jpg
“Jujubas” - Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
RJ
23 de janeiro de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia de Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
30 de novembro de 2005

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Túnel Velho - Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
28 de julho de 2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Túnel Imperatriz Carlota Joaquina - entre Botafogo e Copacabana - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
6 de maio de 2008

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Abrigo na Zona Norte do Rio de janeiro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Itinga - Minas Gerais
Custodio Coimbra
MG
3 de abril de 2003

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Faxineiras do Hospital Souza Aguiar - Centro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1978

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC384.jpg
Manifestação durante desfile militar de 7 de Setembro - Avenida Presidente Vargas - Centro
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
7 de setembro de 2013

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC385.jpg
Entrada da Baia de Guanabara
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
10 de setembro de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC386.JPG
Praia Vermelha - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pesca de curral em Tubiacanga - Ilha do Governador - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia da Guanabara - Ilha do Governador - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC389.jpg
Mesa do Imperador na Floresta da Tijuca - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
6 de agosto de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC390.jpg
Assoreamento em Gramacho - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Jardim Gramacho
2 de junho de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC391.jpg
Assoreamento em Gramacho - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Jardim Gramacho
2 de junho de 2011

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC392.jpg
Cascas de mexilhões na Praia das Flechas em Niterói - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2018

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estádio Cícero Pompeu de Toledo - Morumbi
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
8 de fevereiro de 2009

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia do Pepe - Barra da Tijuca - Zona Oeste
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2000

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC395.jpg
Oferenda para Iemanjá na Praia da Bica - Ilha do Governador - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
31 de dezembro de 2007

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC396.jpg
Costão da Ilha do Pontal - Recreio dos bandeirantes - Zona Oeste
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
8 de junho de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC397.jpg
Cristo Redentor - Vista Chinesa - Floresta da Tijuca
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
25 de julho de 2012

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Fortaleza de Santa Cruz - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Fortaleza de Santa Cruz
2 de julho de 2012

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC399.jpg
Assoreamento e esgoto em Gradim - São Gonçalo - Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
23 de setembro de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC400.jpg
Praia de Botafogo - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praia da Barra da Tijuca - Zona Oeste
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
8 de janeiro de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC402.jpg
Costão entre a Praia de Copacabana e a Praia do Diabo - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
3 de junho de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cristo Redentor visto da Vista Chinesa - Floresta da Tijuca - Zona Sul
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
8 de julho de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Futvolei em Ipanema
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
27 de julho de 2019

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja da Penha
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
26 de julho de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Sono profundo - Avenida Brasil
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
17 de julho de 2012

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC407.JPG
Boto na Baía de Guanabara
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
28 de abril de 2015

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estação de Guia de Pacobaiba
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
17 de junho de 2005

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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A lua e o Pão de Açucar vistos da Praia de Botafogo
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
23 de agosto de 2010

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC410.jpg
Banda do Bola Preta - Ipanema
Custodio Coimbra
Rio de Janeiro
2006

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002108.jpg
Fotografia
Pessoas não identificadas e Decio de Almeida Prado em carro
Não identificado
Local não identificado
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002109.jpg
Fotografia
Pessoa não identificada e cachorro sobem morro
Não identificado
Local não identificado
1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002110.jpg
Fotografia
Pessoa não identificada e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Itália
1930s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002111.jpg
Fotografia
Branca Ribeiro e pessoa não identificada
Não identificado
Santos
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002112.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002113.jpg
Fotografia
Família de Decio de Almeida Prado: Flávio de Almeida Prado, Antonio de Almeida Prado, Beatriz de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
São Paulo
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002114.jpg
Fotografia
Pessoas não identificadas
Não identificado
São Paulo
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002115.jpg
Fotografia
Francisco Junqueira Netto
Não identificado
São Paulo
1938

Fachada do edifício-sede da Associação Brasileira de Imprensa
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002115TF032
Fachada do edifício-sede da Associação Brasileira de Imprensa
Thomaz Farkas
Centro
circa 1945

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002116.jpg
Fotografia
Francisco Junqueira Netto e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Florença
fevereiro de 1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002117.jpg
Fotografia
Francisco Junqueira Netto e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Florença
8 de fevereiro de 1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002119.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
Turim
fevereiro de 1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002120.jpg
Fotografia
Francisco Junqueira Neto e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Itália
fevereiro de 1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002121.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
Itália
fevereiro de 1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002122.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
Florença
8 de fevereiro de 1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002123.jpg
Fotografia
Professores Arquimedes Baillot, João Martins Coelho, Álvaro Soares Brandão, Almeida Junior, Sampaio Doria, Oscar Bergstrom Lourenço, Antonio Carvalho Aguiar, Marietta Pentzenauer, Celso Moreira da Silva, João de Oliveira Filho, Francisco Oscar Penteado, Ercin Stevenson, Lauro de Souza Lima, Ignez Vidulich e Moacir Castro Oliveira. Formandos: Hilda Pontes, Maria Titã Noda, Tagea H. Stevenson, Adolfo J. Carvalho, Mario Balestrero, Paulo Emílio Salles Gomes, Ary M. Prado, Antonio M. Tedesco, Arthur Murano, José Fernandes Pontes, Zilda Silva Oliveira, Florentina Roselli, Aracy Spíndola, Edeltrudes O. Araújo, Paschoal Giuliano, Vicente Pascoal, Vitor Carriere, Marclo Beluzzo, Romeu Correa Aquino, Celidonio G. Reis, Plínio Cardoso, Carlos Dias, Otavio Augusto Barros, Fausto Andrade Junqueira, João Carvalho Pinto, Helio de Caíres, Maria Nazareth O Alves, Oto C. Lehman, Galdos Ângulo, Nassim Abdala, Francisco Ferraro Filho, Arrigo Domingos Falcone, José Passarelli Junior, Murillo Loureiro Gama, Felipe Rodrigues Siqueira, Carlos Almeida.
Eduardo Frussa
São Paulo
dezembro de 1933

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002124.jpg
Fotografia
Colação de Grau
Eduardo Frussa
São Paulo
1933

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002125.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em formatura de Filosofia
São Paulo
1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002126.jpg
Fotografia
Terceira turma de formandos em filosofia pela Universidade de São Paulo: Ruy Coelho, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Lourival Gomes Machado Sentados Branca Ribeiro e pessoas não identificadas
Não identificado
São Paulo
1939

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002127.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoa não identificada
Agência Folha
São Paulo
1940s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002128.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoa não identificada
Não identificado
São Paulo
1942

-;-;Teatro belga;[Você conhece a via Láctea?];-;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;Labiche e Goldoni;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;-;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];Reprises e Robert Young;-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;Flor Tapuya;La conchita;Morte e vida severina;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002129.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002130.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Agência Folha
Local não identificado
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002131.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Agência Folha
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002132.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Agência Folha
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002133.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado na Seção de Arte de Mário de Andrade da União Cultural Brasil Estados Unidos
Não identificado
São Paulo
1950s

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002134.jpg
Fotografia
Pessoa não identificada e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Local não identificado
1951

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002135.jpg
Fotografia
Primeira fileira: pessoa não identificada e Decio de Almeida Prado. Segunda fileira: Leonardo Vilar, Ruth de Souza. Quinta fileira: Flávio Migli, Ana Cristina Cesario e Sábato Magaldi
Não identificado
São Paulo
1955

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002136.jpg
Fotografia
Lourival Gomes Machado e Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002137.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas na Escola Estadual Presidente Roosevelt
Não identificado
São Paulo
1943

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002138.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoas não identificadas na Escola Estadual Presidente Rooselvelt
Não identificado
São Paulo
1943

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002139.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
São Paulo
1945

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002140.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002141.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002142.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002143.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002144.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1947

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002145.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002146.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
São Paulo
1956

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002147.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
São Paulo
1956

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002148.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado por ocasião da dissertação sobre João Caetano
Não identificado
São Paulo
1974

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002149.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua biblioteca
Agência Folha
São Paulo
1988

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002150.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua biblioteca
Não identificado
São Paulo
1988

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002151.jpg
Fotografia
Pessoa não identificada e Decio de Almeida Prado
Agência Folha
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002152.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Zuenir Ventura na sessão de entrega a Decio de Almeida Prado do troféu Mambembe de Personalidade do ano
Ney Robinson
São Paulo
1988

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002153.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1965

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002154.jpg
Fotografia
[Carmeleide] e Decio de Almeida Prado no II Congresso da Associação Internacional de Críticos de Teatro
Não identificado
São Paulo
maio de 1991

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002155.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua biblioteca
Gleide Selma
São Paulo
1984

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002156.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua biblioteca
Gleide Selma
São Paulo
1984

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002157.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua biblioteca
Gleide Selma
São Paulo
1984

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002158.jpg
Fotografia
Primeira fila: Ruth Alcântara de Souza, Identificação parcial [Miriam Lichitz] e Decio de Almeida Prado. Segunda fila: Identificação parcial [Ligia Correia] Branca Ribeiro. Terceira Fila: Identificação parcial [Yolanda Paiva], Identificação parcial [Caio Caiuby] e Carlos Falbo
Não identificado
São Paulo
1989

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002159.jpg
Fotografia
Primeira Fila: Ruth Alcântara de Almeida Prado, Decio de Almeida Prado e pessoa não identificada. Segunda Fileira: Branca Ribeiro e Identificação parcial [Yolanda Paiva]
Não identificado
São Paulo
1989

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002160.jpg
Fotografia
Primeira fila: Ruth Alcântara de Almeida Prado e Decio de Almeida Prado. Segunda Fila: Branca Ribeiro e Identificação parcial [Yolanda Paiva]
Não identificado
São Paulo
1989

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002161.jpg
Fotografia
Primeira fila: Ruth Alcântara de Almeida Prado. segunda fila: Branca Ribeiro
Não identificado
São Paulo
1989

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002162.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado, Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas do Grupo Universitário de Teatro
Não identificado
Local não identificado
1989

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002163.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado, Decio de Almeida Prado e amigos do Grupo Universitário de Teatro
Não identificado
São Paulo
1989

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002164.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Ruth Alcântara de Almeida Prado e amigos do Grupo Universitário de Teatro
Não identificado
São Paulo
1989

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002165.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua casa
Juan Esteves
São Paulo
1996

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002166.jpg
Fotografia
Roberto Pinto de Souza, Sara Lifchitz, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Dorothy Fineberg e Cícero Christiano de Souza
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002167.jpg
Fotografia
De Pé: pessoa não identificada e Ruth Alcântara de Almeida Prado. sentada no primeiro degrau: Helena Gordo. No segundo degrau: Branca Ribeiro e Sara Liftchitz
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002168.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoa não identificada
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002169.jpg
Fotografia
Cícero Christiano de Souza, pessoa não identificada, Sara Lifchtz, Ruth Alcântara de Almeida Prado e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002170.jpg
Fotografia
Paisagem
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002171.jpg
Fotografia
Paisagem
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002172.jpg
Fotografia
Sentados Roberto Pinto de Souza, Helena Gordo, Identificação parcial [Ruy Coelho]. De pé: Lucy Pestana e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Campos do Jordão
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002173.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado, Decio de Almeida Prado e Sara Lifichitz
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002174.jpg
Fotografia
Sara Lifichitz, Roberto Pinto de Souza, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Identificação parcial [Doroth Fineberg] e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002175.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado, Identificação parcial [Yolanda Paiva], Roberto Pinto de Souza, Doroth Fineberg, Sara Lifichitz e Cícero Christiano de Souza
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002176.jpg
Fotografia
Roberto Pinto de Souza, Helena Gordo, Cícero Christiano de Souza, Sarah Lifichitz, Identificação parcial [Yolanda Paiva], Ruth Alcântara de Almeida Prado e Branca Ribeiro ao fundo.
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002177.jpg
Fotografia
Sara Lifichitz, Roberto Pinto de Souza, Ruth Alcântara de Almeida Prado e Decio de Almeida Prado, Doroth Fineberg, Cícero Christiano de Souza, Branca Ribeiro e Helena Gordo
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002178.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado sentada na porta
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002179.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Ruy Coelho, Lucy Pestana, Helena Gordo encostados em carro
Não identificado
Campos do Jordão
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002180.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Ruy Coelho, Identificação parcial Identificação parcial [Falbo] e Lucy Pestana
Não identificado
Campos do Jordão
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002181.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Ruth Alcântara de Almeida Prado, pessoa não identificada e Lucy Pestana
Não identificado
Campos do Jordão
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002182.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Ruth Alcântara Almeida Prado
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002183.jpg
Fotografia
Helena Gordo, Branca Ribeiro, Decio de Almeida Prado, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Sara Lifichitz e Identificação parcial [Roberto Pinto de Souza] Yolanda Paiva
Não identificado
Itatiaia
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002184.jpg
Fotografia
Pessoas não identificadas e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Local não identificado
1940

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002185.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Campos do Jordão
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002186.jpg
Fotografia
Doroth Fineberg, Ruy Coelho, Helena Gordo, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Lucy Pestana e Yolanda Paiva
Não identificado
Campos do Jordão
1940

-;-;Teatro belga;[Você conhece a via Láctea?];-;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;Labiche e Goldoni;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;-;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];Reprises e Robert Young;-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;Flor Tapuya;La conchita;Morte e vida severina;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002187.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Yolanda Paiva], Helena Gordo, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Sara Lifichtz, Roberto Pinto de Souza, Decio de Almeida Prado, Branca Ribeiro, Cícero Christiano e Doroth Fineberg
Não identificado
Itatiaia
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002188.jpg
Fotografia
Sentados: Roberto Pinto de Souza, Helena Gordo, Identificação parcial [Ruy Coelho]; de pé: Decio de Almeida Prado, Lucy Pestana. .
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002189.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado, Decio de Almeida Prado e Sara Lifichtz e pessoas não identificadas
Não identificado
Itatiaia
1940

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002190.jpg
Fotografia
Sara Lifichtz, Branca Ribeiro, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Decio de Almeida Prado, Helena Gordo e Yolanda Paiva
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002191.jpg
Fotografia
Casa da Fazenda Santa Izabel
Não identificado
Local não identificado
1961

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002192.jpg
Fotografia
Ruy Coelho, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Decio de Almeida Prado, Helena Gordo, Roberto Pinto de Souza e pessoa não identificada
Não identificado
Campos do Jordão
1940

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002193.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Local não identificado
1939

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002194.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Cícero Christiano], Yolanda Paiva, Ruth Alcântara de Almeida Prado, Roberto Pinto de Souza e Branca Ribeiro sentada
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002195.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Sara Lifichtz
Não identificado
Itatiaia
junho de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002196.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Ruth Alcântara de Almeida Prado, pessoa não identificada, Roberto Pinto de Souza
Não identificado
Campos do Jordão
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002197.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002198.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002199.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002200.jpg
Fotografia
Pessoas não identificadas e Ruth de Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
fevereiro de 1931

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002201.jpg
Fotografia
Pessoa não identificada e Ruth de Alcântara de Almeida Prado
Milton de Siqueira Lopes
Florianópolis
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002202.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Milton de Siqueira Lopes
Florianópolis
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002203.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado em embarcação
Milton de Siqueira Lopes
Florianópolis
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002204.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado sentada
Milton de Siqueira Lopes
Florianópolis
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002205.jpg
Fotografia
Branca Ribeiro, Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Milton de Siqueira Lopes
Florianópolis
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002206.jpg
Fotografia
Barco
Não identificado
Local não identificado
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002207.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Milton de Siqueira Lopes
Florianópolis
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002208.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Milton de Siqueira Lopes
Local não identificado
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002209.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Milton de Siqueira Lopes
Florianópolis
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002210.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
Blumenau
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002211.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
Florianópolis
setembro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002212.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado na praia
Não identificado
Guarujá
1937

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002213.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado na praia
Não identificado
Guarujá
janeiro de 1937

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002214.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoas não identificadas na praia
Não identificado
Rio de Janeiro
1936

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002215.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoas não identificadas na praia
Não identificado
Rio de Janeiro
1936

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002216.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoas não identificadas na praia
Não identificado
Rio de Janeiro
junho de 1937

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002217.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoas não identificadas na praia
Não identificado
Rio de Janeiro
junho de 1937

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002218.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado, Branca Ribeiro e pessoas não identificadas
Não identificado
Santos
1936

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002219.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoas não identificadas
Não identificado
Santos
1936

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002220.jpg
Fotografia
Pessoa não identificada, Branca Ribeiro e Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
Santos
1936

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002221.jpg
Fotografia
Quadra de tênis: Ruth Alcântara de Almeida Prado e pessoa não identificada
Não identificado
Marília
1935

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002222.jpg
Fotografia
Quadra de tênis: Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
Marília
1935

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002223.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
Marília
1935

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002224.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado montada a cavalo
Não identificado
Local não identificado
1943

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002225.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado montada a cavalo com animal caçado
Não identificado
Local não identificado
1943

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002226.jpg
Fotografia
Peça encenada no Teatro Brasileiro de Comédia
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002227.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e Identificação parcial [Sílvia]
Não identificado
São Paulo
1943

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002228.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
1943

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002229.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoas não identificadas montados à cavalo
Não identificado
Local não identificado
1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002230.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado, Identificação parcial [Maria Isabel], Identificação parcial [Clotilde], Identificação parcial [Lina], Identificação parcial [Beatriz], Identificação parcial [Zilda] e Identificação parcial [Marcelo]
Não identificado
São Paulo
1943

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002231.jpg
Fotografia
Não identificado
São Paulo
1943

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002232.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida
Não identificado
Campos do Jordão
janeiro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002233.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Clotilde] e Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
Campos do Jordão
janeiro de 1940

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002234.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Lena], Identificação parcial [Marcelo] e Decio de Almeida Prado
Não identificado
São Paulo
junho de 1941

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002235.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado, Lurdes Gomes Machado e Jorge Americano
Não identificado
São Paulo
1941

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002236.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e Decio de Almeida Prado
Agência Folha
São Paulo
1949

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002237.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e Decio de Almeida Prado
Agência Folha
São Paulo
1950

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002238.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado
Agência Folha
São Paulo
1950

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002239.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Rio de Janeiro
1945

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002240.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002241.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002242.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado na neve
Não identificado
Estados Unidos
1950

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002243.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
Estados Unidos
1950

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002244.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
Estados Unidos
1950

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002245.jpg
Fotografia
Paulo Emílio, Lygia Fagundes Telles e Decio de Almeida Prado
Não identificado
Orlândia
1974

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002246.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Paulo Emílio
Não identificado
Orlândia
1974

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002247.jpg
Fotografia
Sítio das Palmeiras
Não identificado
Orlândia
1974

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002248.jpg
Fotografia
Lygia Fagundes Telles, Paulo Emílio Salles Gomes e pessoa não identificada
Não identificado
Orlândia
1974

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002249.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e pessoa não identificada
Não identificado
Toledo
dezembro de 1970

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002250.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Ruth Alcântara de Almeida Prado
Não identificado
Toledo
dezembro de 1970

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002251.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Ruth Alcântara de Almeida Prado no Pen Club
Não identificado
Rio de Janeiro
1974

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002252.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Ruth Alcântara de Almeida Prado em Buenos Aires
Não identificado
Local não identificado
1951

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002253.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua casa
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002254.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua casa
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002255.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e Decio de Almeida Prado em sua casa
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002256.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Sofia]
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002257.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Sofia]
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002258.jpg
Fotografia
Maria Amélia Almeida, Helô Degine, Ruth Alcântara de Almeida Prado e Amélia Bratke
Não identificado
São Paulo
17 de setembro de 1974

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002259.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e Decio de Almeida Prado
Iolanda Huzac
São Paulo
1989

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002260.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e Decio de Almeida Prado
Iolanda Huzac
São Paulo
1989

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002261.jpg
Fotografia
Vivien Leigh
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002262.jpg
Fotografia
Tônia Carrero e Eva Wilma premiadas como melhores atrizes do teatro e do cinema respectivamente
Não identificado
Local não identificado
11 de novembro de 1957

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002263.jpg
Fotografia
Eva Wilma
Não identificado
São Paulo
1946

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002264.jpg
Fotografia
Pessoa não identificada e Decio de Almeida Prado, no Prêmio Saci
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002265.jpg
Fotografia
Ruth Alcântara de Almeida Prado e Sofia
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002266.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado na neve
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002267.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em reunião do Conselho Consultivo do Instituto Moreira Salles
Não identificado
São Paulo
1993

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002268.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002269.jpg
Fotografia
Zilda de Almeida Prado e Antônio de Almeida Prado
Não identificado
Local não identificado
1914

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002270.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado e Ruth Alcântara de Almeida Prado em lua de mel
Não identificado
Rio de Janeiro
1941

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002271.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002272.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002273.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002274.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002275.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002276.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002277.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002278.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002279.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002280.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002281.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002282.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002283.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002284.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002285.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002286.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002287.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002288.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002289.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002290.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002291.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002292.jpg
Fotografia
Peça de teatro
Não identificado
São Paulo
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002293.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em seu escritório
Não identificado
São Paulo
1984

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002294.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Paulo Afonso Mesquita Sampaio, homem não identificado e Paulo Emílio Salles Gomes em casa de Paulo Emílio Salles Gomes
Não identificado
Local não identificado
1934

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fotografia
Paulo Emílio Salles Gomes
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002296.jpg
Fotografia
Criaças não identificadas
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002297.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua biblioteca
Não identificado
São Paulo
1984

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002298.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em seu escritório
Não identificado
São Paulo
1984

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002299.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Sofia] e criança não identificada
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002300.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Sofia] e criança não identificada
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002301.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua biblioteca
Não identificado
São Paulo
1993

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002302.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Sofia]
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002303.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Sofia]
Não identificado
São Paulo
1978

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002304.jpg
Fotografia
Sarah Bernardt
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002305.jpg
Fotografia
Teatro São Pedro
Não identificado
Rio de Janeiro
1948

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002306.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Silvia] e seu filho
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002307.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Silvia] e seu filho
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002308.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Rodrigo] e seu filho
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002309.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua casa segura máscara de teatro japonês
Não identificado
São Paulo
1988

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002310.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado
Não identificado
Local não identificado
março de 1975

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002311.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em fazenda no interior paulista
Não identificado
São Paulo
1941

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002312.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado na entrega do Prêmio Saci
Não identificado
Local não identificado
1957

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002313.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua biblioteca
Não identificado
Local não identificado
1988

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002314.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua residência
Não identificado
São Paulo
1984

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002315.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado em sua residência
Não identificado
Local não identificado
1991

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002316.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Silvia] e seu filho
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002317.jpg
Fotografia
Decio de Almeida Prado, Lygia Fagundes Telles e Lêdo Ivo na sede do Pen Club
Não identificado
Rio de Janeiro
1998

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002319.jpg
Carta
Notícias sobre a vida pessoal. Indagação acerca de Machado de Assis. Considerações sobre livros e filmes americanos. Interesse em notícias de Belo Horizonte. Indagação acerca de sentimentos. Manifestação de apreço
Liane Brandon
Boston
18 de setembro de 1966

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002320.jpg
Carta
Liane Brandon
Boston
29 de setembro de 1966

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002321.jpg
Carta
Comentários sobre texto de Ivan Lessa. Notícias sobre o convite para projeto no suplemento Folhetim. Manifestação de descontentamento com a estrutura do projeto. Referência a Dalton Trevisan. Referência a Paulo Francis. Sugestão de leitura sobre W.H. Auden e Harold Pinter. Promessa de envio de originais. Pedido de notícias de Ivan Lessa
Mario Sergio Conti
São Paulo
3 de maio de 1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002322.jpg
Carta
Indagação acerca de recebimento de malote. Pedido de confirmação de recebimento do próximo envio. Notícias sobre a estreia de Ivan Lessa no suplemento Folhetim. Referência a Paulo Francis. Informações relacionadas a pagamento. Comentários sobre texto de Ivan Lessa. Referência a Machado de Assis. Referência a Jaguar. Comentários sobre a recepção do texto de Ivan lessa pela diretoria da empresa
Mario Sergio Conti
São Paulo
11 de maio de 1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002323.jpg
Carta
Referência a Times Suplement Literary. Referência a Private Eye. Manifestação de apoio às matérias de Ivan Lessa. Referência a Borges. Referência ao jornal Folha de S.Paulo. Comentários sobre o período pré-eleitoral. Referência a Tarso de Castro. Recomendações para limite de linhas para o Folhetim
Mario Sergio Conti
São Paulo
17 de maio de 1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002324.jpg
Carta
Comentários sobre o envio de artigos de Ivan Lessa. Elogio ao artigo sobre Laurence Olivier. Referência ao suplemento Ilustrada. Comentários sobre a peça de teatro Otelo tropical. Referência a Juca de Oliveira, Ney Latorraca e Cacilda Lanuza. Recomendações para a escrita de Ivan Lessa no suplemento Folhetim. Referência a Paulo Autran
Mario Sergio Conti
São Paulo
25 de maio de 1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002325.jpg
Carta
Comentários sobre Ezra Pound e T.S. Eliot. Referência a Editora Brasiliense. Referência a Ivan Junqueira. Notícias de férias. Recomendação de envio de crônicas a Caio Túlio Prado
Mario Sergio Conti
São Paulo
21 de junho de 1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002326.jpg
Carta
Notícia de viagem de férias. Comentários sobre vida profissional. Comentários sobre a tradução do livro Ulisses, por Antonio Houaiss. Referência a Augusto de Campos e Haroldo de Campos e Millôr Fernandes. Envio de artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo
Mario Sergio Conti
São Paulo
28 de junho de 1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002327.jpg
Carta
Esclarecimento sobre pagamento a Ivan Lessa. Referência a Martin Heidegger. Referência a Dalton Trevisan. Comentários sobre trabalho com Angélica Campedelli. Referência a livro de Robert Ludlum. Notícias dos assuntos a serem tratados no suplemento Folhetim. Pedido de textos
Mario Sergio Conti
São Paulo
18 de outubro de 1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
002328.jpg
Carta
Envio de matérias. Comentários sobre a imprensa alternativa. Referência a periódicos. Referência a artigo de Luiz Carlos Maciel sobre Tarso de Castro publicado na revista Caros Amigos nº 7 de 1997
Mario Sergio Conti
São Paulo
22 de outubro de 1997

O caso do Broadway;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;-;-;Cinema Brasileiro;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Pequeno teatro popular;-;Antigone America;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;-;E a temporada lírica?;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Marcador de livro
Livraria Vila
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
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Agenda
Não identificado
Local não identificado
março de 1996

-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Duas estreias;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;My way: Trajetória profissional;-;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Agenda
Não identificado
Local não identificado
agosto de 1996

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Apólice
Apólice de Segurança
Artscope Internacional
Local não identificado
1950s

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Ata
Ata de eleição da nova diretoria
Associação Paulista de Críticos Teatrais do Estado de S. Paulo
São Paulo
14 de abril de 1969

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002334.jpg
Atestado
Declaração do Departamento de Educação
Não identificado
Local não identificado
6 de novembro de 1947

A ópera de Pequim;-;-;A arte de ser marido!;Cinismo, ceticismo e crença;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;Teatro das segundas-feiras-GUT;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;O tempo e os Conways;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;O caso da censura;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
002335.jpg
Atestado
Secretaria de Estado dos Negócios e da Educação
Local não identificado
4 de janeiro de 1955

-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;Cronologia;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
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Luiz Henrique Toledo
Local não identificado
Século XX

-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;-;Henrique IV no T.B.V.;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;A dama das camélias;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;-;-;Sem comentário;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;S. Romero...;O negro e o teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Autorização
Museu da Imagem e do Som
Local não identificado
circa 17 May 195

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
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Autorização
Não identificado
Local não identificado
17 de maio de 1996

-;A hora marcada;-;Era uma vez um preso...;O cadete Winslow;-;O espetáculo do TMDC;-;Filomena Maturano II;Madalena Nicol;O tablado em São Paulo;-;Lucrécia Borgia;Leonor de Mendonça;A criação do Teatro Universitário;TBC: a Europa ficava no Bexiga;Farsa intitulada Manoel Mendes e Entremez o esganarelo;-;Estreias-futuras e passadas;A estreia da Companhia Emma Grammatica;O desertor francez;-;-;-;A questão do nacionalismo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Biografia
Biografia de Decio de Almeida Prado
Não identificado
Local não identificado
1980

Michaux: biographie universelle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fils d’Ossian;[A forca];O duo da Africana: Zarzuela;-;-;-;-;-;-;-;-;Decio de Almeida Prado fala-nos do Grupo Universitário de Teatro de São Paulo;Paiol Velho II;Le misanthrope;Autores nacionais;A estreia do Teatro Municipal;Hamlet;-;Ratos e homens;[Auto da compadecida] A nova encenação de A compadecida...;Futurismo e passadismo;Virtude e circunstância;O bezerro de ouro;Biedermann de M. Frisch;Do sexo e do amor;Teatro, década de 1920/Circo;Mito: sentido comum
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Cartão de visita
Cartão de visita com endereço
Melissa Lau
Local não identificado
Século XX

D. Juan pelo T.N.P.;-;-;Frenesi;Dificuldades das companhias;-;-;O professor de Astúcia;Bertoldo a Corte;Pour Lucrèce;Rinocerontes;-;-;Amadores;A sapateira prodigiosa;Os vários alfredos;-;A reabertura do Teatro Municipal/Hoje a estreia de À margem da vida no Teatro de Arena;Revistas;Héloise et Abeilard;-;-;Esses fantasmas....;O Grouchismo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Cartão de visita
Cartão de visita com endereço
Carlos Porto
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dias felizes;-;-;[Katzeleue];-;Historia de nuestros viejos teatros;A irmã de caridade;O papa goiaba;-;-;-;-;-;-;-;-;O pecado original de Cocteau;Prá lá de boa/Bibi Ferreira;Amadores de Pernambuco;Les femmes savantes;À margem da vida;Copacabana S.A.;-;A propósito da lei dos 2/3;Le faiseur pelo T.N.P.;Carta aberta ao Presidente da República;Duas peças clássicas;Recordações de Leônidas (da Silva);Morte e vida severina;A exceção e a regra
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Cartão de visita
Leslie Damasceno
Local não identificado
Século XX

-;Amadores e profissionais;Atores: Jean...;-;-;Our Town;-;Teoria do fracasso;-;Nomenclatura;Dois grupos amadores;La Giustizia;Esquina perigosa;O Old Vic em sua primeira exibição (grandes cenas de Shakespeare);Festival Julio Dantas;[Marivaux pelo Grupo Sesi];L’art du thêatre;-;-;À margem da vida;O teatro e a crítica. As cartas na mesa; [verso]: E, aqui, nossa opinião;A mascote: ópera cômica em três atos;O senhor Raul e seu criado Kennedy;-;Dias felizes;Raissoneur;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Cartão de visita
Farmácia Consolação
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;L’escamoteur;A palavra e a terra;O solar das barrigas;-;-;-;-;-;-;-;A voz humana;Quatro ilusões;Com a pulga atrás da orelha;Associação Brasileira de Teatro;Ópera e teatro;A rosa tatuada;-;Adaptação d’A tempestade;Teatro universitário;A propósito de empresários;Volti di donna;A última apresentação de Old Vic;A encenação da peça de Dürrenmatt;Repensando Martins Pena;Francisco Pinheiro Guimarães;Manon Lescaut: 1731
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Cartão de visita
José Bento dos Santos Ferreira
Local não identificado
Século XX

Sem título [Bonucci, Valeri e Capriolli];L’Uomo, la bestia e la virtu no TM;A volta do Arlequim;Retorno de Dulcina com a Tia Mame;-;Le misanthrope no Municipal;-;-;Teatro à vista;Teatro brasileiro;Raul Cortez. E um esclarecimento de Decio de Almeida Prado;Flagrantes do Rio;Representações amadoras;La triomphe de la trajan;-;-;Examina o governo estadual a desapropriação do Santana/Três anjos sem asas;A primeira parte...;O solar das barrigas;-;-;Ainda a censura;Duas estreias nesta semana;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Cartão de visita
Carmelinda Guimarães
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le chiffonier de Paris;A revolução portuguesa;O soldado brasileiro: drama em quatro atos;-;-;-;-;-;-;-;-;Topaze de Pagnol/Notícias teatrais;La Vedova Scaltra;Elettra;Volpone;Vão Gogo no teatro;Holiday on ice;-;Ritmos e cores-jograis e Inezita;Censura e teatro;A senhoria, no TBC;Antonello Capobrigante;Festival de Comédia;Musset e Giraudoux;Variações nostálgicas
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Cartão de visita
Librairie Bonaparte
Local não identificado
Século XX

A propósito de Pif-Paf;La moscheta;-;Um caso clínico;Nascida ontem, no Leopoldo Fróes;Le Cid pelo elenco francês;-;La chasse aux sourcières;-;A cacatua verde;Latejando com o futebol;-;Non é vero ma ci credo;Fábulas e deuses gregos;Le déserteur;-;-;-;No teatro Arena;A saia-calção: comédia em um acto; A saia-canção: comédia em 1 acto/parte cantante (avulsa);-;-;-;Hamlet VII;O santo e a porca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eduardo Vitorino;Romantismo
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Cartão de visita
Luis Renato Martins
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Antony;-;-;-;-;Le menuisier de Livonie;A sogra do diabo;Onde canta o sabiá: uma comédia de Gastão Tojeiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa?;Pedacinho de gente;Temporada italiana;La chasse aux sourcières;Escola de arte dramática;La lettera di mammá;-;Reflexões algo melancólicas;Considerações à margem;Chapetuba F.C.;Um gosto de mel;La commedia degli Zanni;O estranho casal;Tempo (e espaço) no futebol
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Cartão de visita
A. Virgílio da Silvia
Local não identificado
Século XX

La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;Ordem e progresso na poesia;-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;-;Teatro belga;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;-;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;-;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;-;-;A palavra de Copeau;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Cartão
Cartão de votos casa em que nasceu Oswaldo Cruz
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
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Cartão
Convite para lançamento de livro
Inaldo C.S. Lepesch
Local não identificado
23 de março de 1990

La nuit des rois;A censura e o teatro;-;-;-;-;-;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];Um elefante no caos;Pags 126-127...;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;Assassinato a domicílio;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
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Certificado
Atestação do recebimento do Prêmio Fundação Biblioteca Nacional
Fundação Biblioteca Nacional
Local não identificado
22 de dezembro de 1997

-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
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Cessão de uso
Cessão de uso do texto Antonio Candido e a pena da galhofa
Não identificado
Local não identificado
10 de novembro de 1997

-;Complexo de champanhe;-;-;-;-;Em defesa... II;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;-;A ilha dos papagaios;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;Aulularia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
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Cessão direitos autorais
Cessão direitos autorais de América Latina: palavra, literatura e cultura: A situação colonial
Fundação Memorial da América Latina
Local não identificado
setembro de 1993

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
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Comissão Estadual de Teatro do Estado de São Paulo - SP
Não identificado
São Paulo
24 de abril de 1961

Cursos de teatro;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;-;-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;-;-;-;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;Naturalismo: conclusões;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;-;-;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;The Paragon;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
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Comprovante
Comprovante de rendimentos de pagamentos e demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Editora Ática
Local não identificado
7 de janeiro de 1994

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
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Comprovante
Comprovante de rendimentos e Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Editora Ática
Local não identificado
agosto de 1987

A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;-;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;Representações amadoras;Líquido cântico;-;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;-;Helena;Duas representações amadoras;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;-;Teatro de Arena;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);Ainda a censura e o teatro;-;-;-;Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
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Condecoração
Condecoração Ordem do Rio Branco, grau de comendador
Não identificado
Local não identificado
29 de abril de 1996

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
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Contrato
Contrato de edição de Exercício findo crítica teatral
Editora Perspectiva
Local não identificado
22 de abril de 1996

O caso do Broadway;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;-;-;Cinema Brasileiro;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Pequeno teatro popular;-;Antigone America;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;-;E a temporada lírica?;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
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Contrato
Contrato de edição de História concisa do teatro brasileiro
Editora da Universidade de São Paulo
Local não identificado
1999

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato de edição de João Caetano
Editora Perspectiva
Local não identificado
20 de dezembro de 1971

-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Duas estreias;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;My way: Trajetória profissional;-;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato de edição de O drama romântico brasileiro
Editora Perspectiva
Local não identificado
2 de junho de 1996

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato de edição de Procópio Ferreira
Editora Brasiliense
Local não identificado
18 de junho de 1984

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato de edição de Seres, coisas, lugares
Companhia das Letras
Local não identificado
12 de junho de 1997

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato de edição do livro Teatro: de Anchieta a Alencar
Editora Perspectiva
Local não identificado
abril de 1993

A ópera de Pequim;-;-;A arte de ser marido!;Cinismo, ceticismo e crença;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;Teatro das segundas-feiras-GUT;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;O tempo e os Conways;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;O caso da censura;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato de edição
Companhia das Letras
Local não identificado
27 de abril de 1993

-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;Cronologia;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato de edição
Editora Perspectiva
Local não identificado
abril de 1995

O negro e o teatro;S. Romero...;-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;Henrique IV no T.B.V.;-;-;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A dama das camélias;-;-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;-;Sem comentário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato de pagamento da introdução do livro Fredi Kleemann – foto em cena
Prefeitura do Município de São Paulo. Secretaria Municipal de Cultura
Local não identificado
27 de fevereiro de 1991

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato do livro João Caetano e a arte de representar: estudo de fontes
Editora Ática
Local não identificado
16 de janeiro de 1984

-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;-;Henrique IV no T.B.V.;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;A dama das camélias;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;-;-;Sem comentário;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;S. Romero...;O negro e o teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Contrato
Contrato para pesquisa sobre Teatro, em duas vias e pagamento pelo trabalho
Mercedes-Benz
Local não identificado
1993

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Convite
Convite para o evento O poeta da vila e seus amores
Teatro Popular do Sesi
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Convite
Convite para a peça de teatro Os irmãos das almas, de Martins Pena
Centro Dramático e Musical Dr. Gomes Cardim
Local não identificado
Século XX

-;Assassinato a domicílio;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;La nuit des rois;A censura e o teatro;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;-;-;-;-;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Um elefante no caos;Pags 126-127...;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Convite
Convite para a homenagem a Vicente de Carvalho
Liceu Nacional Rio Branco
Local não identificado
agosto de 1933

-;-;-;-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Currículo
Não identificado
Local não identificado
1998

Aulularia;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;-;-;Complexo de champanhe;-;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;-;-;Em defesa... II;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;-;A ilha dos papagaios;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Currículo
Decio de Almeida Prado
Local não identificado
1993

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Declaração
Declaração de aposentadoria
Universidade de São Paulo
Local não identificado
26 de agosto de 1982

-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;-;-;-;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;-;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Naturalismo: conclusões;-;-;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;The Paragon;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;Cursos de teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Declaração
Comissão Estadual de Teatro
Local não identificado
23 de outubro de 1957

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Declaração
Declaração de trabalho de Decio de Almeida Prado como professor de História do teatro
Escola de Arte Dramática de São Paulo
São Paulo
29 de outubro de 1957

A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;-;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;Representações amadoras;Líquido cântico;-;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;-;Helena;Duas representações amadoras;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;-;Teatro de Arena;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);Ainda a censura e o teatro;-;-;-;Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Declaração
O Estado de S. Paulo
São Paulo
5 de março de 1979

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo de cálculos
Editora Ática
Local não identificado
5 de agosto de 1991

-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;-;-;-;Cinema Brasileiro;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);Pequeno teatro popular;-;Antigone America;-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;-;E a temporada lírica?;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;O caso do Broadway;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo de direitos autorais relativos à publicação de Procópio Ferreira
Editora Brasiliense
Local não identificado
31 de janeiro de 1985

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo de direitos autorais relativos à publicação de Procópio Ferreira
Editora Brasiliense
Local não identificado
15 de junho de 1985

Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Duas estreias;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;My way: Trajetória profissional;-;-;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo de direitos autorais relativos à publicação de Procópio Ferreira
Editora Brasiliense
Local não identificado
1 de julho de 1985

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo de direitos autorais relativos ao livro Procópio Ferreira
Editora Brasiliense
Local não identificado
16 de setembro de 1985

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo de direitos autorais
Editora Brasiliense
Local não identificado
1 de outubro de 1985

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo de pagamento de direitos autorais e recibo referentes ao livro Teatro Brasileiro Moderno
Editora Perspectiva
Local não identificado
25 de fevereiro de 1994

A ópera de Pequim;-;-;A arte de ser marido!;Cinismo, ceticismo e crença;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;Teatro das segundas-feiras-GUT;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;O tempo e os Conways;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;O caso da censura;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo de pagamento de direitos autorais referentes ao livro João Caetano e a arte do ator
Editora Perspectiva
Local não identificado
25 de agosto de 1993

-;Cronologia;-;-;-;-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
13 de agosto de 1993

-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;-;Henrique IV no T.B.V.;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;A dama das camélias;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;-;-;Sem comentário;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;S. Romero...;O negro e o teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
1 de julho de 1993

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
28 de novembro de 1994

A questão do nacionalismo;O desertor francez;-;-;-;-;A hora marcada;-;-;Era uma vez um preso...;O cadete Winslow;Filomena Maturano II;O espetáculo do TMDC;-;Madalena Nicol;O tablado em São Paulo;Leonor de Mendonça;-;Lucrécia Borgia;A criação do Teatro Universitário;TBC: a Europa ficava no Bexiga;Farsa intitulada Manoel Mendes e Entremez o esganarelo;-;Estreias-futuras e passadas;A estreia da Companhia Emma Grammatica;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
1950s

-;-;Michaux: biographie universelle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fils d’Ossian;[A forca];O duo da Africana: Zarzuela;-;-;-;-;-;-;-;-;Decio de Almeida Prado fala-nos do Grupo Universitário de Teatro de São Paulo;Paiol Velho II;Le misanthrope;Autores nacionais;A estreia do Teatro Municipal;Hamlet;-;Ratos e homens;[Auto da compadecida] A nova encenação de A compadecida...;Futurismo e passadismo;Virtude e circunstância;O bezerro de ouro;Biedermann de M. Frisch;Do sexo e do amor;Teatro, década de 1920/Circo;Mito: sentido comum
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
23 de agosto de 1995

D. Juan pelo T.N.P.;-;-;Frenesi;Dificuldades das companhias;-;-;O professor de Astúcia;Bertoldo a Corte;Pour Lucrèce;Rinocerontes;-;-;Amadores;A sapateira prodigiosa;Os vários alfredos;-;A reabertura do Teatro Municipal/Hoje a estreia de À margem da vida no Teatro de Arena;Revistas;Héloise et Abeilard;-;-;Esses fantasmas....;O Grouchismo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
1960s

[Katzeleue];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dias felizes;-;Historia de nuestros viejos teatros;A irmã de caridade;O papa goiaba;-;-;-;-;-;-;-;-;O pecado original de Cocteau;Prá lá de boa/Bibi Ferreira;Amadores de Pernambuco;Les femmes savantes;À margem da vida;Copacabana S.A.;-;A propósito da lei dos 2/3;Le faiseur pelo T.N.P.;Carta aberta ao Presidente da República;Duas peças clássicas;Recordações de Leônidas (da Silva);Morte e vida severina;A exceção e a regra
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
31 de outubro de 1996

Dias felizes;Raissoneur;O senhor Raul e seu criado Kennedy;-;-;Amadores e profissionais;Atores: Jean...;-;-;-;Our Town;Nomenclatura;Teoria do fracasso;-;Dois grupos amadores;La Giustizia;O Old Vic em sua primeira exibição (grandes cenas de Shakespeare);Esquina perigosa;-;Festival Julio Dantas;[Marivaux pelo Grupo Sesi];L’art du thêatre;-;À margem da vida;O teatro e a crítica. As cartas na mesa; [verso]: E, aqui, nossa opinião;A mascote: ópera cômica em três atos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
novembro de 1997

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;L’escamoteur;A palavra e a terra;O solar das barrigas;-;-;-;-;-;-;-;A voz humana;Quatro ilusões;Com a pulga atrás da orelha;Associação Brasileira de Teatro;Ópera e teatro;A rosa tatuada;-;Adaptação d’A tempestade;Teatro universitário;A propósito de empresários;Volti di donna;A última apresentação de Old Vic;A encenação da peça de Dürrenmatt;Repensando Martins Pena;Francisco Pinheiro Guimarães;Manon Lescaut: 1731
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
3 de novembro de 1997

Duas estreias nesta semana;O solar das barrigas;-;-;Ainda a censura;Sem título [Bonucci, Valeri e Capriolli];L’Uomo, la bestia e la virtu no TM;-;A volta do Arlequim;Retorno de Dulcina com a Tia Mame;Teatro à vista;Le misanthrope no Municipal;-;-;Teatro brasileiro;Raul Cortez. E um esclarecimento de Decio de Almeida Prado;Flagrantes do Rio;Representações amadoras;La triomphe de la trajan;-;-;Examina o governo estadual a desapropriação do Santana/Três anjos sem asas;A primeira parte...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
27 de outubro de 1998

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le chiffonier de Paris;A revolução portuguesa;O soldado brasileiro: drama em quatro atos;-;-;-;-;-;-;-;-;Topaze de Pagnol/Notícias teatrais;La Vedova Scaltra;Elettra;Volpone;Vão Gogo no teatro;Holiday on ice;-;Ritmos e cores-jograis e Inezita;Censura e teatro;A senhoria, no TBC;Antonello Capobrigante;Festival de Comédia;Musset e Giraudoux;Variações nostálgicas
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Companhia das Letras
Local não identificado
5 de novembro de 1999

O santo e a porca;-;-;Hamlet VII;-;A propósito de Pif-Paf;La moscheta;Um caso clínico;Nascida ontem, no Leopoldo Fróes;La chasse aux sourcières;Le Cid pelo elenco francês;-;-;A cacatua verde;Latejando com o futebol;-;Non é vero ma ci credo;Fábulas e deuses gregos;Le déserteur;-;-;-;-;No teatro Arena;A saia-calção: comédia em um acto; A saia-canção: comédia em 1 acto/parte cantante (avulsa);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eduardo Vitorino;Romantismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demonstrativo
Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Editora Ática
Local não identificado
agosto de 1992

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Antony;-;Le menuisier de Livonie;A sogra do diabo;Onde canta o sabiá: uma comédia de Gastão Tojeiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa?;Pedacinho de gente;Temporada italiana;La chasse aux sourcières;Escola de arte dramática;La lettera di mammá;-;Reflexões algo melancólicas;Considerações à margem;Chapetuba F.C.;Um gosto de mel;La commedia degli Zanni;O estranho casal;Tempo (e espaço) no futebol
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Depósito
Banco do Estado de São Paulo
Local não identificado
21 de junho de 1993

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Designação
Designação - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Universidade de São Paulo
São Paulo
6 de janeiro de 1972

-;-;-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Designação
Designação de Decio de Almeida Prado para o Conselho Editorial da USP
Universidade de São Paulo (USP). Reitoria
Local não identificado
1 de novembro de 1988

La nuit des rois;A censura e o teatro;-;-;-;-;-;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];Um elefante no caos;Pags 126-127...;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;Assassinato a domicílio;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Designação
Comissão Estadual de Teatro do Estado de São Paulo
São Paulo
20 de março de 1962

-;-;-;-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Designação
Universidade de São Paulo
São Paulo
19 de outubro de 1966

-;Complexo de champanhe;-;-;-;-;Em defesa... II;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;-;A ilha dos papagaios;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;Aulularia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Diploma
Conferição do bacharelado de Decio de Almeida Prado em Ciências Jurídicas e Sociais
Universidade de São Paulo
São Paulo
8 de julho de 1942

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Diploma
Conferição da licenciatura de Decio de Almeida Prado em Ciências Sociais e Políticas
Universidade de São Paulo
São Paulo
6 de abril de 1943

Cursos de teatro;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;-;-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;-;-;-;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;Naturalismo: conclusões;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;-;-;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;The Paragon;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Diploma
Conferição da licenciatura de Decio de Almeida Prado em Filosofia
Universidade de São Paulo
São Paulo
6 de abril de 1943

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Diploma
Conferição da licenciatura de Decio de Almeida Prado em Filosofia
Universidade de São Paulo
São Paulo
6 de abril de 1943

A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;-;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;Representações amadoras;Líquido cântico;-;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;-;Helena;Duas representações amadoras;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;-;Teatro de Arena;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);Ainda a censura e o teatro;-;-;-;Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Direitos autorais
Direitos autorais referentes à colaboração no livro Romantismo
Editora Perspectiva
Local não identificado
1 de fevereiro de 1985

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Doação de livros e pagamento de direitos autorais pelos ensaios para o livro Antonio Candido; pensamento e militância
Fundação Perseu Abramo
Local não identificado
28 de outubro de 1999

O caso do Broadway;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;-;-;Cinema Brasileiro;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Pequeno teatro popular;-;Antigone America;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;-;E a temporada lírica?;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Dossiê
Dossiê 52 Z-O- 13894
Não identificado
Local não identificado
3 de outubro de 1940

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Calendário
Calendário de Eleições 1958
Carvalho Pinto
Local não identificado
Século XX

Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Duas estreias;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;My way: Trajetória profissional;-;-;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Endereço anotado em fragmento de papel
João de Scantimburgo
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Endereço em fragmento de envelope
Lêdo Ivo
Local não identificado
Século XX

Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;-;-;-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;A fada em véspera de S. João;-;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;-;Do casamento e suas consequências;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Rosmersholm;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Estatuto
Associação Paulista de Críticos Teatrais
São Paulo
2 de julho de 1956

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Evento
Texto sobre evento em homenagem a Decio de Almeida Prado
União Brasileira de Escritores
Local não identificado
18 de novembro de 1994

A ópera de Pequim;-;-;A arte de ser marido!;Cinismo, ceticismo e crença;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;Teatro das segundas-feiras-GUT;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;O tempo e os Conways;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;O caso da censura;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Extrato
Extrato de conta corrente
Itaú
Local não identificado
6 de março de 1988

-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;Cronologia;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Extrato
Extrato de conta corrente
Itaú
Local não identificado
30 de novembro de 1984

O negro e o teatro;S. Romero...;-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;Henrique IV no T.B.V.;-;-;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A dama das camélias;-;-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;-;Sem comentário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Memorial
Memorial da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas -
Universidade de São Paulo
São Paulo
agosto de 1979

-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Documento da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Universidade de São Paulo
São Paulo
19 de junho de 1970

-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Folder
Divulgação de exposição do Museu da Imagem e do Som (MIS)
Imagens do Louvre
Local não identificado
Século XX

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Paulo Sérgio Dias
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nádia Batella Gotlieb
Local não identificado
Século XX

-;Assassinato a domicílio;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;La nuit des rois;A censura e o teatro;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;-;-;-;-;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Um elefante no caos;Pags 126-127...;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Fragmento de envelope com endereço datiloscrito
Paula Beiguelman
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Fragmento de envelope
Boris Fausto
Local não identificado
Século XX

Aulularia;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;-;-;Complexo de champanhe;-;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;-;-;Em defesa... II;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;-;A ilha dos papagaios;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Fragmento de envelope
Luiz Fernando Franklin Matos
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Fragmento de envelope
Renata Pallottini
Local não identificado
Século XX

Cursos de teatro;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;-;-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;-;-;-;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;Naturalismo: conclusões;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;-;-;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;The Paragon;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Fragmento de papel timbrado Banespa com endereço
Maria A.S. Blasques
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Homenagem
Homenagem a Decio de Almeida Prado
Sindicato de Atores Teatrais, Cenógrafos e Cenotécnicos no Estado de São Paulo
São Paulo
1960

A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;-;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;Representações amadoras;Líquido cântico;-;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;-;Helena;Duas representações amadoras;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;-;Teatro de Arena;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);Ainda a censura e o teatro;-;-;-;Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Imposto de renda
Editora Perspectiva
Local não identificado
31 de janeiro de 1985

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Imposto de renda
Editora Perspectiva
Local não identificado
1994

O caso do Broadway;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;-;-;Cinema Brasileiro;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Pequeno teatro popular;-;Antigone America;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;-;E a temporada lírica?;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Listagem de nomes
Listagem para envio de convites do lançamento de Seres, coisas e lugares
Não identificado
Local não identificado
1998

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
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Marcador
Marcador com selo comemorativo a João Caetano, 1963
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Duas estreias;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;My way: Trajetória profissional;-;-;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Marcador de livro
Marcador de livro da Librairie Galignani
Livraria Cultura
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
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Livraria Cultura
Local não identificado
Século XX

Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;-;-;-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;A fada em véspera de S. João;-;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;-;Do casamento e suas consequências;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Rosmersholm;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
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Livraria Cultura
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
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Livraria Cultura
Local não identificado
Século XX

A ópera de Pequim;-;-;A arte de ser marido!;Cinismo, ceticismo e crença;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;Teatro das segundas-feiras-GUT;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;O tempo e os Conways;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;O caso da censura;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
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Livraria Cultura
Local não identificado
Século XX

-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;Cronologia;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
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Marcador de livro
Livraria Cultura
Local não identificado
Século XX

-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;-;Henrique IV no T.B.V.;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;A dama das camélias;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;-;-;Sem comentário;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;S. Romero...;O negro e o teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Marcador de livro
Livraria Vila
Local não identificado
Século XX

-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
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Menu
Assinatura de personalidades diversas: Sábato Magaldi, Lygia Fagundes Telles, Miroel Silveira, Lívio Xavier, Fausto Flusser, Ruth de Almeida Prado, Plínio Marcos, Anatol Rosenfeld, entre outros
Restaurante Bambi
Local não identificado
13 de dezembro de 1971

-;A hora marcada;-;Era uma vez um preso...;O cadete Winslow;-;O espetáculo do TMDC;-;Filomena Maturano II;Madalena Nicol;O tablado em São Paulo;-;Lucrécia Borgia;Leonor de Mendonça;A criação do Teatro Universitário;TBC: a Europa ficava no Bexiga;Farsa intitulada Manoel Mendes e Entremez o esganarelo;-;Estreias-futuras e passadas;A estreia da Companhia Emma Grammatica;O desertor francez;-;-;-;A questão do nacionalismo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Minuta de contrato
Autorização para reprodução de obras de Antonio Bandeira em livro.
Não identificado
Local não identificado
maio de 1995

Michaux: biographie universelle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fils d’Ossian;[A forca];O duo da Africana: Zarzuela;-;-;-;-;-;-;-;-;Decio de Almeida Prado fala-nos do Grupo Universitário de Teatro de São Paulo;Paiol Velho II;Le misanthrope;Autores nacionais;A estreia do Teatro Municipal;Hamlet;-;Ratos e homens;[Auto da compadecida] A nova encenação de A compadecida...;Futurismo e passadismo;Virtude e circunstância;O bezerro de ouro;Biedermann de M. Frisch;Do sexo e do amor;Teatro, década de 1920/Circo;Mito: sentido comum
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Associação de Amigos do Museu Lasar Segall
Local não identificado
15 de julho de 1999

Frenesi;Dificuldades das companhias;-;-;O professor de Astúcia;Bertoldo a Corte;Rinocerontes;-;Pour Lucrèce;-;Amadores;A sapateira prodigiosa;-;A reabertura do Teatro Municipal/Hoje a estreia de À margem da vida no Teatro de Arena;Os vários alfredos;Revistas;Héloise et Abeilard;-;Esses fantasmas....;O Grouchismo;-;-;-;D. Juan pelo T.N.P.;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nomeação
Nomeação de Decio de Alemida Prado
Universidade de São Paulo
Local não identificado
14 de outubro de 1954

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dias felizes;-;-;[Katzeleue];-;Historia de nuestros viejos teatros;A irmã de caridade;O papa goiaba;-;-;-;-;-;-;-;-;O pecado original de Cocteau;Prá lá de boa/Bibi Ferreira;Amadores de Pernambuco;Les femmes savantes;À margem da vida;Copacabana S.A.;-;A propósito da lei dos 2/3;Le faiseur pelo T.N.P.;Carta aberta ao Presidente da República;Duas peças clássicas;Recordações de Leônidas (da Silva);Morte e vida severina;A exceção e a regra
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nomeação
Nomeação de Decio de Almeida Prado para Conselho Cultural
Universidade de São Paulo
Local não identificado
7 de maio de 1988

-;Amadores e profissionais;Atores: Jean...;-;-;Our Town;-;Teoria do fracasso;-;Nomenclatura;Dois grupos amadores;La Giustizia;Esquina perigosa;O Old Vic em sua primeira exibição (grandes cenas de Shakespeare);Festival Julio Dantas;[Marivaux pelo Grupo Sesi];L’art du thêatre;-;-;À margem da vida;O teatro e a crítica. As cartas na mesa; [verso]: E, aqui, nossa opinião;A mascote: ópera cômica em três atos;O senhor Raul e seu criado Kennedy;-;Dias felizes;Raissoneur;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nomeação
Nomeação de Decio de Almeida Prado para professor de Lógica II da II Seção do Colégio Universitário
Não identificado
Local não identificado
20 de agosto de 1940

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;L’escamoteur;A palavra e a terra;O solar das barrigas;-;-;-;-;-;-;-;A voz humana;Quatro ilusões;Com a pulga atrás da orelha;Associação Brasileira de Teatro;Ópera e teatro;A rosa tatuada;-;Adaptação d’A tempestade;Teatro universitário;A propósito de empresários;Volti di donna;A última apresentação de Old Vic;A encenação da peça de Dürrenmatt;Repensando Martins Pena;Francisco Pinheiro Guimarães;Manon Lescaut: 1731
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nomeação
Nomeação de Decio de Almeida Prado para professor secundário de Filosofia no Instituto de Educação de Mogi das Cruzes
Secretaria de Estado dos Negócios e da Educação
Local não identificado
17 de fevereiro de 1956

Duas estreias nesta semana;O solar das barrigas;-;-;Ainda a censura;Sem título [Bonucci, Valeri e Capriolli];L’Uomo, la bestia e la virtu no TM;-;A volta do Arlequim;Retorno de Dulcina com a Tia Mame;Teatro à vista;Le misanthrope no Municipal;-;-;Teatro brasileiro;Raul Cortez. E um esclarecimento de Decio de Almeida Prado;Flagrantes do Rio;Representações amadoras;La triomphe de la trajan;-;-;Examina o governo estadual a desapropriação do Santana/Três anjos sem asas;A primeira parte...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nomeação
Comissão Estadual de Teatro do Estado de São Paulo
São Paulo
3 de março de 1967

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le chiffonier de Paris;A revolução portuguesa;O soldado brasileiro: drama em quatro atos;-;-;-;-;-;-;-;-;Topaze de Pagnol/Notícias teatrais;La Vedova Scaltra;Elettra;Volpone;Vão Gogo no teatro;Holiday on ice;-;Ritmos e cores-jograis e Inezita;Censura e teatro;A senhoria, no TBC;Antonello Capobrigante;Festival de Comédia;Musset e Giraudoux;Variações nostálgicas
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Nota fiscal
Nota fiscal - pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
30 de julho de 1977

O santo e a porca;-;-;Hamlet VII;-;A propósito de Pif-Paf;La moscheta;Um caso clínico;Nascida ontem, no Leopoldo Fróes;La chasse aux sourcières;Le Cid pelo elenco francês;-;-;A cacatua verde;Latejando com o futebol;-;Non é vero ma ci credo;Fábulas e deuses gregos;Le déserteur;-;-;-;-;No teatro Arena;A saia-calção: comédia em um acto; A saia-canção: comédia em 1 acto/parte cantante (avulsa);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eduardo Vitorino;Romantismo
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Nota fiscal
Nota fiscal - pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
28 de fevereiro de 1978

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Antony;-;Le menuisier de Livonie;A sogra do diabo;Onde canta o sabiá: uma comédia de Gastão Tojeiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa?;Pedacinho de gente;Temporada italiana;La chasse aux sourcières;Escola de arte dramática;La lettera di mammá;-;Reflexões algo melancólicas;Considerações à margem;Chapetuba F.C.;Um gosto de mel;La commedia degli Zanni;O estranho casal;Tempo (e espaço) no futebol
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota fiscal
Nota fiscal - pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
30 de setembro de 1978

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota fiscal
Nota fiscal de compra de livros
Editora Perspectiva
Local não identificado
2 de janeiro de 1986

-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota fiscal
Bibliotèque Nationale
Local não identificado
22 de fevereiro de 1972

La nuit des rois;A censura e o teatro;-;-;-;-;-;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];Um elefante no caos;Pags 126-127...;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;Assassinato a domicílio;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota fiscal
Editora Perspectiva
Local não identificado
27 de fevereiro de 1979

-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota fiscal
Editora Perspectiva
Local não identificado
24 de abril de 1974

Aulularia;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;-;-;Complexo de champanhe;-;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;-;-;Em defesa... II;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;-;A ilha dos papagaios;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota fiscal
Pedro M. Faccio
Local não identificado
27 de fevereiro de 1975

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota fiscal
Teatro do Ator
Local não identificado
19 de março de 1979

-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;-;-;-;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;-;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Naturalismo: conclusões;-;-;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;The Paragon;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;Cursos de teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Papel craft e fragmento de folha
Luis André do Prado
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Papel de carta com endereços de professores
João Bicker
Local não identificado
Século XX

Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;Ainda a censura e o teatro;-;-;-;-;A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;-;-;Representações amadoras;Líquido cântico;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;Helena;Duas representações amadoras;-;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);-;Teatro de Arena;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Papel para recado com telefones
Moacyr Fucs
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Pedido
Pedido de remoção do Instituto de Educação de Mogi das Cruzes
Secretaria de Estado dos Negócios da Educação
Local não identificado
26 de outubro de 1956

-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;-;-;-;Cinema Brasileiro;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);Pequeno teatro popular;-;Antigone America;-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;-;E a temporada lírica?;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;O caso do Broadway;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Pen Clube do Brasil
Local não identificado
20 de agosto de 1998

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Postos de recadastramento
Boletim USP
Local não identificado
Século XX

-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Duas estreias;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;My way: Trajetória profissional;-;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Prêmio
Prêmio Academia Brasileira de Letras - Prêmio Ermínio de Moraes pelo livro Seres, coisas e lugares
Academia Brasileira de Letras
Local não identificado
20 de agosto de 1998

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Prêmio
Prêmio APCA
Não identificado
Local não identificado
11 de janeiro de 1982

Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;-;-;-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;A fada em véspera de S. João;-;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;-;Do casamento e suas consequências;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Rosmersholm;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Prêmio
Prêmio APCA
Não identificado
Local não identificado
2 de outubro de 1989

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
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Prêmio
Prêmio do Centro Cultural Brasil - Israel
Centro Cultural Brasil-Israel
Local não identificado
10 de novembro de 1967

A ópera de Pequim;-;-;A arte de ser marido!;Cinismo, ceticismo e crença;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;Teatro das segundas-feiras-GUT;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;O tempo e os Conways;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;O caso da censura;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
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Prêmio
Prêmio Palmes Académiques
Não identificado
Local não identificado
13 de junho de 1956

-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;Cronologia;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
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Projeto de trabalho
Pedido de afastamento das aulas. Comentário sobre viagem para França para estudo de obras francesas que influenciaram a obra de João Caetano
Não identificado
Local não identificado
27 de dezembro de 1971

-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;-;Henrique IV no T.B.V.;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;A dama das camélias;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;-;-;Sem comentário;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;S. Romero...;O negro e o teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Propaganda
Teatro Boa Vista
Local não identificado
16 de dezembro de 1946

-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
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Propaganda
Cama Estofada Epeda Simmons
Local não identificado
Século XX

-;-;Teatro belga;[Você conhece a via Láctea?];-;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;Labiche e Goldoni;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;-;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];Reprises e Robert Young;-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;Flor Tapuya;La conchita;Morte e vida severina;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Recibo ; Nota fiscal
Recibo de direitos autorais do livro O teatro brasileiro moderno e nota fiscal
Editora Perspectiva
Local não identificado
30 de junho de 1989

-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
Século XX

La nuit des rois;A censura e o teatro;-;-;-;-;-;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];Um elefante no caos;Pags 126-127...;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;Assassinato a domicílio;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
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Recibo
Recibo de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais - Exercício findo
Editora Perspectiva
Local não identificado
março de 1989

-;Complexo de champanhe;-;-;-;-;Em defesa... II;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;-;A ilha dos papagaios;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;Aulularia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais de João Caetano e a arte do ator
Editora Perspectiva
Local não identificado
março de 1991

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais de Teatro de Anchieta a Alencar
Editora Perspectiva
Local não identificado
abril de 1996

-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;-;-;-;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;-;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Naturalismo: conclusões;-;-;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;The Paragon;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;Cursos de teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais do livro Exercício findo
Editora Perspectiva
Local não identificado
março de 1995

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais do livro João Caetano e a arte do ator
Editora Perspectiva
Local não identificado
março de 1988

A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;-;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;Representações amadoras;Líquido cântico;-;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;-;Helena;Duas representações amadoras;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;-;Teatro de Arena;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);Ainda a censura e o teatro;-;-;-;Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais do livro Teatro de Anchieta a Alencar
Editora Perspectiva
Local não identificado
abril de 1995

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais e Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
agosto de 1994

-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;-;-;-;Cinema Brasileiro;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);Pequeno teatro popular;-;Antigone America;-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;-;E a temporada lírica?;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;O caso do Broadway;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais e demonstrativo
Editora Perspectiva
Local não identificado
1 de julho de 1985

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais referentes à colaboração no livro Romantismo
Editora Perspectiva
Local não identificado
fevereiro de 1983

Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Duas estreias;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;My way: Trajetória profissional;-;-;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais referentes ao livro Exercício findo
Editora Perspectiva
Local não identificado
março de 1990

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais referentes ao livro João Caetano e a arte do ator
Editora Perspectiva
Local não identificado
25 de fevereiro de 1992

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais referentes ao livro João Caetano
Editora Perspectiva
Local não identificado
março de 1989

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais referentes ao livro O teatro brasileiro moderno
Editora Perspectiva
Local não identificado
setembro de 1988

O caso da censura;-;-;A ópera de Pequim;Cinismo, ceticismo e crença;-;A arte de ser marido!;Teatro das segundas-feiras-GUT;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;O tempo e os Conways;-;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais referentes ao livro O teatro brasileiro moderno
Editora Perspectiva
Local não identificado
junho de 1990

-;Cronologia;-;-;-;-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais referentes ao livro O teatro brasileiro moderno
Editora Perspectiva
Local não identificado
junho de 1991

-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;-;Henrique IV no T.B.V.;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;A dama das camélias;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;-;-;Sem comentário;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;S. Romero...;O negro e o teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais relativos ao livro Romantismo
Editora Perspectiva
Local não identificado
24 de fevereiro de 1986

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais relativos ao livro Uma atriz: Cacilda Becker
Editora Perspectiva
Local não identificado
janeiro de 1987

A questão do nacionalismo;O desertor francez;-;-;-;-;A hora marcada;-;-;Era uma vez um preso...;O cadete Winslow;Filomena Maturano II;O espetáculo do TMDC;-;Madalena Nicol;O tablado em São Paulo;Leonor de Mendonça;-;Lucrécia Borgia;A criação do Teatro Universitário;TBC: a Europa ficava no Bexiga;Farsa intitulada Manoel Mendes e Entremez o esganarelo;-;Estreias-futuras e passadas;A estreia da Companhia Emma Grammatica;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
março de 1990

Michaux: biographie universelle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fils d’Ossian;[A forca];O duo da Africana: Zarzuela;-;-;-;-;-;-;-;-;Decio de Almeida Prado fala-nos do Grupo Universitário de Teatro de São Paulo;Paiol Velho II;Le misanthrope;Autores nacionais;A estreia do Teatro Municipal;Hamlet;-;Ratos e homens;[Auto da compadecida] A nova encenação de A compadecida...;Futurismo e passadismo;Virtude e circunstância;O bezerro de ouro;Biedermann de M. Frisch;Do sexo e do amor;Teatro, década de 1920/Circo;Mito: sentido comum
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
março de 1985

D. Juan pelo T.N.P.;-;-;Frenesi;Dificuldades das companhias;-;-;O professor de Astúcia;Bertoldo a Corte;Pour Lucrèce;Rinocerontes;-;-;Amadores;A sapateira prodigiosa;Os vários alfredos;-;A reabertura do Teatro Municipal/Hoje a estreia de À margem da vida no Teatro de Arena;Revistas;Héloise et Abeilard;-;-;Esses fantasmas....;O Grouchismo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
janeiro de 1988

[Katzeleue];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dias felizes;-;Historia de nuestros viejos teatros;A irmã de caridade;O papa goiaba;-;-;-;-;-;-;-;-;O pecado original de Cocteau;Prá lá de boa/Bibi Ferreira;Amadores de Pernambuco;Les femmes savantes;À margem da vida;Copacabana S.A.;-;A propósito da lei dos 2/3;Le faiseur pelo T.N.P.;Carta aberta ao Presidente da República;Duas peças clássicas;Recordações de Leônidas (da Silva);Morte e vida severina;A exceção e a regra
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
fevereiro de 1989

Dias felizes;Raissoneur;O senhor Raul e seu criado Kennedy;-;-;Amadores e profissionais;Atores: Jean...;-;-;-;Our Town;Nomenclatura;Teoria do fracasso;-;Dois grupos amadores;La Giustizia;O Old Vic em sua primeira exibição (grandes cenas de Shakespeare);Esquina perigosa;-;Festival Julio Dantas;[Marivaux pelo Grupo Sesi];L’art du thêatre;-;À margem da vida;O teatro e a crítica. As cartas na mesa; [verso]: E, aqui, nossa opinião;A mascote: ópera cômica em três atos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
agosto de 1997

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;L’escamoteur;A palavra e a terra;O solar das barrigas;-;-;-;-;-;-;-;A voz humana;Quatro ilusões;Com a pulga atrás da orelha;Associação Brasileira de Teatro;Ópera e teatro;A rosa tatuada;-;Adaptação d’A tempestade;Teatro universitário;A propósito de empresários;Volti di donna;A última apresentação de Old Vic;A encenação da peça de Dürrenmatt;Repensando Martins Pena;Francisco Pinheiro Guimarães;Manon Lescaut: 1731
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
25 de fevereiro de 1998

Duas estreias nesta semana;O solar das barrigas;-;-;Ainda a censura;Sem título [Bonucci, Valeri e Capriolli];L’Uomo, la bestia e la virtu no TM;-;A volta do Arlequim;Retorno de Dulcina com a Tia Mame;Teatro à vista;Le misanthrope no Municipal;-;-;Teatro brasileiro;Raul Cortez. E um esclarecimento de Decio de Almeida Prado;Flagrantes do Rio;Representações amadoras;La triomphe de la trajan;-;-;Examina o governo estadual a desapropriação do Santana/Três anjos sem asas;A primeira parte...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento de direitos autorais
Editora Perspectiva
Local não identificado
21 de junho de 1999

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le chiffonier de Paris;A revolução portuguesa;O soldado brasileiro: drama em quatro atos;-;-;-;-;-;-;-;-;Topaze de Pagnol/Notícias teatrais;La Vedova Scaltra;Elettra;Volpone;Vão Gogo no teatro;Holiday on ice;-;Ritmos e cores-jograis e Inezita;Censura e teatro;A senhoria, no TBC;Antonello Capobrigante;Festival de Comédia;Musset e Giraudoux;Variações nostálgicas
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento dos direitos autorais de João Caetano e a arte do ator
Editora Perspectiva
Local não identificado
abril de 1995

O santo e a porca;-;-;Hamlet VII;-;A propósito de Pif-Paf;La moscheta;Um caso clínico;Nascida ontem, no Leopoldo Fróes;La chasse aux sourcières;Le Cid pelo elenco francês;-;-;A cacatua verde;Latejando com o futebol;-;Non é vero ma ci credo;Fábulas e deuses gregos;Le déserteur;-;-;-;-;No teatro Arena;A saia-calção: comédia em um acto; A saia-canção: comédia em 1 acto/parte cantante (avulsa);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eduardo Vitorino;Romantismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento dos direitos autorais do livro Exercício findo
Editora Perspectiva
Local não identificado
março de 1995

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Antony;-;Le menuisier de Livonie;A sogra do diabo;Onde canta o sabiá: uma comédia de Gastão Tojeiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa?;Pedacinho de gente;Temporada italiana;La chasse aux sourcières;Escola de arte dramática;La lettera di mammá;-;Reflexões algo melancólicas;Considerações à margem;Chapetuba F.C.;Um gosto de mel;La commedia degli Zanni;O estranho casal;Tempo (e espaço) no futebol
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento dos direitos autorais do livro O teatro brasileiro moderno
Editora Perspectiva
Local não identificado
junho de 1995

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de prestação de serviços (assinatura de D. Ruth)
Editora Perspectiva
Local não identificado
junho de 1978

-;-;-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de prestação de serviços
Difusão Editorial
Local não identificado
7 de outubro de 1982

-;Assassinato a domicílio;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;La nuit des rois;A censura e o teatro;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;-;-;-;-;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Um elefante no caos;Pags 126-127...;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de prestação de serviços
Editora Perspectiva
Local não identificado
30 de agosto de 1979

-;-;-;-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de prestação de serviços
Editora Perspectiva
Local não identificado
fevereiro de 1980

-;Complexo de champanhe;-;-;-;-;Em defesa... II;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;-;A ilha dos papagaios;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;Aulularia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de prestação de serviços
Editora Perspectiva
Local não identificado
26 de fevereiro de 1982

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo do contrato de publicação de Procópio Ferreira
Editora Brasiliense
Local não identificado
11 de julho de 1984

Cursos de teatro;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;-;-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;-;-;-;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;Naturalismo: conclusões;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;-;-;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;The Paragon;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo e demonstração de vendas de João Caetano e a arte do ator
Editora Ática
Local não identificado
25 de fevereiro de 1983

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo e demonstrativo de direitos autorais referentes ao livro João
Editora Perspectiva
Local não identificado
25 de agosto de 1998

Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;Ainda a censura e o teatro;-;-;-;-;A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;-;-;Representações amadoras;Líquido cântico;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;Helena;Duas representações amadoras;-;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);-;Teatro de Arena;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo e demonstrativo de João Caetano e a Arte do ator
Editora Perspectiva
Local não identificado
fevereiro de 1997

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo e Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais do livro João Caetano e a arte do ator
Editora Ática
Local não identificado
30 de novembro de 1999

O caso do Broadway;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;-;-;Cinema Brasileiro;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Pequeno teatro popular;-;Antigone America;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;-;E a temporada lírica?;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo e Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Editora Ática
Local não identificado
fevereiro de 1985

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo e Demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Editora Ática
Local não identificado
agosto de 1985

Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Duas estreias;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;My way: Trajetória profissional;-;-;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo e demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Editora Ática
Local não identificado
agosto de 1989

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo e demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais
Editora Ática
Local não identificado
junho de 1990

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo, demonstrativo dos cálculos dos direitos autorais e fatura
Editora Ática
Local não identificado
fevereiro de 1985

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de empréstimo de obras de arte para exposição Restrospectiva Antonio Bandeira no MASP
Não identificado
São Paulo
circa 12 May 195

O caso da censura;-;-;A ópera de Pequim;Cinismo, ceticismo e crença;-;A arte de ser marido!;Teatro das segundas-feiras-GUT;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;O tempo e os Conways;-;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Relatório
Relatório e recibo de pagamento de direitos autorais do livro João Caetano e a Arte do ator
Editora Perspectiva
Local não identificado
15 de março de 1984

-;Cronologia;-;-;-;-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Restituição
Restituição de Imposto de Renda
Não identificado
Local não identificado
15 de julho de 1999

O negro e o teatro;S. Romero...;-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;Henrique IV no T.B.V.;-;-;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A dama das camélias;-;-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;-;Sem comentário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Telefone anotado em papel
Sílvia de Almeida Prado
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
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Nota
Telefone de Madalena
Madalena
Local não identificado
Século XX

-;-;Teatro belga;[Você conhece a via Láctea?];-;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;Labiche e Goldoni;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;-;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];Reprises e Robert Young;-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;Flor Tapuya;La conchita;Morte e vida severina;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Telefone em papel para recado
Sílvia de Almeida Prado
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Telefone
Bernardo Carvalho
Local não identificado
Século XX

-;Assassinato a domicílio;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;La nuit des rois;A censura e o teatro;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;-;-;-;-;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Um elefante no caos;Pags 126-127...;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Título
Título de propriedade da cadeira cativa
São Paulo Futebol Clube
São Paulo
12 de outubro de 1956

-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Troféu
Troféu Mambembe
Ministério da Cultura
Local não identificado
2 de setembro de 1984

Aulularia;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;-;-;Complexo de champanhe;-;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;-;-;Em defesa... II;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;-;A ilha dos papagaios;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Nota
Verso: fragmento de endereço
Local não identificado
Século XX

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Entremez sobre o entremez
José Barata
Local não identificado
1862

-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
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Esquisse d’une théorie de la forme dramatique
Steen Jansen
Rio de Janeiro
1915

-;Assassinato a domicílio;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;La nuit des rois;A censura e o teatro;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;-;-;-;-;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Um elefante no caos;Pags 126-127...;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
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L’éclat de rire
Arago
Lisboa
1869

-;-;-;-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
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Le signe au théâtre
Tadeuz Kowzan
Local não identificado
dezembro de 1968

Aulularia;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;-;-;Complexo de champanhe;-;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;-;-;Em defesa... II;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;-;A ilha dos papagaios;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
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A bela tarde
Roberto Gomes
Rio de Janeiro
1916

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
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A fantasia
Arthur Azevedo
Local não identificado
1867

Cursos de teatro;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;-;-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;-;-;-;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;Naturalismo: conclusões;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;-;-;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;The Paragon;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
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Acmet e magnânimo
Eusébio Ribera
Paris
1750

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
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Alexandre Duval et son oeuvre dramatique
Bellier-Dumaine
Madri
1855

Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;Ainda a censura e o teatro;-;-;-;-;A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;-;-;Representações amadoras;Líquido cântico;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;Helena;Duas representações amadoras;-;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);-;Teatro de Arena;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
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Alexandre Duval et son théâtre
Artur de la Borderie
Paris
1905

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
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As feiras de Pilatos
Paulo Antonio Valle
Local não identificado
1850

-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;-;-;-;Cinema Brasileiro;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);Pequeno teatro popular;-;Antigone America;-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;-;E a temporada lírica?;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;O caso do Broadway;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
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Castro: tragédia
Quita
Lisboa
1822

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
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Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias
Ada Coe
Local não identificado
Século XX

-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Duas estreias;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;My way: Trajetória profissional;-;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Clotilde
Adolphe Bossange
Rennes
1843

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
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Cocota
Arthur Azevedo
Paris
1793

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
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Comédia nova intitulada O capitão Belizário
Não identificado
Lisboa
1852

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
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Como se fazia um deputado
França Júnior
Paris
1805

Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;O caso da censura;-;A ópera de Pequim;A arte de ser marido!;Cinismo, ceticismo e crença;-;Teatro das segundas-feiras-GUT;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;-;A representação de D. Juan;Na Escola de Arte Dramática;O tempo e os Conways;-;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;A moratória;O santo milagroso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
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Cinismo, ceticismo e crença
Carlos Lacerda
Paris
1830

-;Cronologia;-;-;-;-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
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Demofoonte em Tracia
Pietro Metastasio
Paris
1870

O negro e o teatro;S. Romero...;-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;Henrique IV no T.B.V.;-;-;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A dama das camélias;-;-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;-;Sem comentário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Demofoonte em Tracia
Pietro Metastasio
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
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El arte del teatro
D. Joseph de Resma
Local não identificado
Século XX

A questão do nacionalismo;O desertor francez;-;-;-;-;A hora marcada;-;-;Era uma vez um preso...;O cadete Winslow;Filomena Maturano II;O espetáculo do TMDC;-;Madalena Nicol;O tablado em São Paulo;Leonor de Mendonça;-;Lucrécia Borgia;A criação do Teatro Universitário;TBC: a Europa ficava no Bexiga;Farsa intitulada Manoel Mendes e Entremez o esganarelo;-;Estreias-futuras e passadas;A estreia da Companhia Emma Grammatica;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Farsa intitulada Manoel Mendes e Entremez o esganarelo
Não identificado
Local não identificado
1849

-;-;Michaux: biographie universelle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fils d’Ossian;[A forca];O duo da Africana: Zarzuela;-;-;-;-;-;-;-;-;Decio de Almeida Prado fala-nos do Grupo Universitário de Teatro de São Paulo;Paiol Velho II;Le misanthrope;Autores nacionais;A estreia do Teatro Municipal;Hamlet;-;Ratos e homens;[Auto da compadecida] A nova encenação de A compadecida...;Futurismo e passadismo;Virtude e circunstância;O bezerro de ouro;Biedermann de M. Frisch;Do sexo e do amor;Teatro, década de 1920/Circo;Mito: sentido comum
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Fils d’Ossian
Antoine-Vincent Arnault
Local não identificado
Século XX

D. Juan pelo T.N.P.;-;-;Frenesi;Dificuldades das companhias;-;-;O professor de Astúcia;Bertoldo a Corte;Pour Lucrèce;Rinocerontes;-;-;Amadores;A sapateira prodigiosa;Os vários alfredos;-;A reabertura do Teatro Municipal/Hoje a estreia de À margem da vida no Teatro de Arena;Revistas;Héloise et Abeilard;-;-;Esses fantasmas....;O Grouchismo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Héloise et Abeilard
Anicet Bourgeois
Paris
1832

[Katzeleue];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dias felizes;-;Historia de nuestros viejos teatros;A irmã de caridade;O papa goiaba;-;-;-;-;-;-;-;-;O pecado original de Cocteau;Prá lá de boa/Bibi Ferreira;Amadores de Pernambuco;Les femmes savantes;À margem da vida;Copacabana S.A.;-;A propósito da lei dos 2/3;Le faiseur pelo T.N.P.;Carta aberta ao Presidente da República;Duas peças clássicas;Recordações de Leônidas (da Silva);Morte e vida severina;A exceção e a regra
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Historia de nuestros viejos teatros
Alfredo Taullard
Local não identificado
Século XX

Dias felizes;Raissoneur;O senhor Raul e seu criado Kennedy;-;-;Amadores e profissionais;Atores: Jean...;-;-;-;Our Town;Nomenclatura;Teoria do fracasso;-;Dois grupos amadores;La Giustizia;O Old Vic em sua primeira exibição (grandes cenas de Shakespeare);Esquina perigosa;-;Festival Julio Dantas;[Marivaux pelo Grupo Sesi];L’art du thêatre;-;À margem da vida;O teatro e a crítica. As cartas na mesa; [verso]: E, aqui, nossa opinião;A mascote: ópera cômica em três atos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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L’art du thêatre
François Riccoboni
Madri
1783

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;L’escamoteur;A palavra e a terra;O solar das barrigas;-;-;-;-;-;-;-;A voz humana;Quatro ilusões;Com a pulga atrás da orelha;Associação Brasileira de Teatro;Ópera e teatro;A rosa tatuada;-;Adaptação d’A tempestade;Teatro universitário;A propósito de empresários;Volti di donna;A última apresentação de Old Vic;A encenação da peça de Dürrenmatt;Repensando Martins Pena;Francisco Pinheiro Guimarães;Manon Lescaut: 1731
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L’escamoteur
A.D. Dennery
Local não identificado
Século XX

Duas estreias nesta semana;O solar das barrigas;-;-;Ainda a censura;Sem título [Bonucci, Valeri e Capriolli];L’Uomo, la bestia e la virtu no TM;-;A volta do Arlequim;Retorno de Dulcina com a Tia Mame;Teatro à vista;Le misanthrope no Municipal;-;-;Teatro brasileiro;Raul Cortez. E um esclarecimento de Decio de Almeida Prado;Flagrantes do Rio;Representações amadoras;La triomphe de la trajan;-;-;Examina o governo estadual a desapropriação do Santana/Três anjos sem asas;A primeira parte...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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La triomphe de la trajan
Esménard Donna
Paris
1860

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le chiffonier de Paris;A revolução portuguesa;O soldado brasileiro: drama em quatro atos;-;-;-;-;-;-;-;-;Topaze de Pagnol/Notícias teatrais;La Vedova Scaltra;Elettra;Volpone;Vão Gogo no teatro;Holiday on ice;-;Ritmos e cores-jograis e Inezita;Censura e teatro;A senhoria, no TBC;Antonello Capobrigante;Festival de Comédia;Musset e Giraudoux;Variações nostálgicas
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Le chiffonier de Paris
Felix Pyat
Local não identificado
Século XX

O santo e a porca;-;-;Hamlet VII;-;A propósito de Pif-Paf;La moscheta;Um caso clínico;Nascida ontem, no Leopoldo Fróes;La chasse aux sourcières;Le Cid pelo elenco francês;-;-;A cacatua verde;Latejando com o futebol;-;Non é vero ma ci credo;Fábulas e deuses gregos;Le déserteur;-;-;-;-;No teatro Arena;A saia-calção: comédia em um acto; A saia-canção: comédia em 1 acto/parte cantante (avulsa);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eduardo Vitorino;Romantismo
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Le déserteur
Mercier
Lisboa
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Antony;-;Le menuisier de Livonie;A sogra do diabo;Onde canta o sabiá: uma comédia de Gastão Tojeiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa?;Pedacinho de gente;Temporada italiana;La chasse aux sourcières;Escola de arte dramática;La lettera di mammá;-;Reflexões algo melancólicas;Considerações à margem;Chapetuba F.C.;Um gosto de mel;La commedia degli Zanni;O estranho casal;Tempo (e espaço) no futebol
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Le menuisier de Livonie
Alexandre Duval
Paris
1838

-;-;Teatro belga;[Você conhece a via Láctea?];-;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;Labiche e Goldoni;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;-;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];Reprises e Robert Young;-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;Flor Tapuya;La conchita;Morte e vida severina;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg
Dupeuty
Paris
1807

-;-;-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Lisboa
José Agostinho de Macedo
Local não identificado
Século XX

La nuit des rois;A censura e o teatro;-;-;-;-;-;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];Um elefante no caos;Pags 126-127...;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;Assassinato a domicílio;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto
Martinico Prado Junior
Ouro Preto
Século XX

-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O capitão Leme ou a palavra de honra
Paulo Antonio Valle
BA
1812

-;Complexo de champanhe;-;-;-;-;Em defesa... II;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;-;A ilha dos papagaios;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;Aulularia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O doutor sovina
Manuel Rodrigues Maia
Local não identificado
1811

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O jagunço
Arthur Azevedo
Local não identificado
1885

Cursos de teatro;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;-;-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;-;-;-;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;Naturalismo: conclusões;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;-;-;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;The Paragon;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O Rio de Janeiro
Moreira Azevedo
Lisboa
1802

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O sonho de uma noite de luar
Roberto Gomes
São Paulo
Século XX

Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;Ainda a censura e o teatro;-;-;-;-;A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;-;-;Representações amadoras;Líquido cântico;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;Helena;Duas representações amadoras;-;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);-;Teatro de Arena;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O triunfo da natureza
José Esteves Pereira
Local não identificado
1877

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O tipo brasileiro
França Júnior
Local não identificado
1892

O caso do Broadway;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;-;-;Cinema Brasileiro;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Pequeno teatro popular;-;Antigone America;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;-;E a temporada lírica?;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro
Fernando José Queiroz
Paris
1847

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Ódio de raça
Francisco Gomes Amorim
São Paulo
11 de fevereiro de 1955

Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Duas estreias;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;My way: Trajetória profissional;-;-;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Onde canta o sabiá
Gastão Tojeiro
Buenos Aires
1932

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Ou a honra ou a glória
José Romano
Local não identificado
1792

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto
Antonio Xavier
Rio de Janeiro
1921

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
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Pequeno panorama
Moreira Azevedo
Local não identificado
Século XX

O caso da censura;-;-;A ópera de Pequim;Cinismo, ceticismo e crença;-;A arte de ser marido!;Teatro das segundas-feiras-GUT;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;O tempo e os Conways;-;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Pizarro: a tragedy
Sheridan
Rio de Janeiro
1837

-;Cronologia;-;-;-;-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Reflexões dramáticas
João Caetano dos Santos
Lisboa
1858

-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;-;Henrique IV no T.B.V.;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;A dama das camélias;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;-;-;Sem comentário;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;S. Romero...;O negro e o teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Shylok
Lac et Alboise
Paris
janeiro de 1968

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Tamayo y La loucura de amor
D. Manuel Baus
Local não identificado
1977

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Tipos da atualidade
França Júnior
Rio de Janeiro
1872

[Highcliffe Album - pasta 1]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Highcliffe Album - pasta 1]
Desconhecido
s.d.

[Highcliffe Album - pasta 2]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Highcliffe Album - pasta 2]
Desconhecido
s.d.

[folha de legendas]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[folha de legendas]
Desconhecido
s.d.

(Charles Landseer)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Charles Landseer)
William John Burchell
1825 - 1826

[Sir Charles Stuart]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Sir Charles Stuart]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Lorde Marcus Hill)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Lorde Marcus Hill)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Tenente-coronel Freemantle)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Tenente-coronel Freemantle)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Dr. Ridgway)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Dr. Ridgway)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Sr. Burchell)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Sr. Burchell)
Charles Landseer
1825 - 1826

[Major Gurwood]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Major Gurwood]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Tenente Delme)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Tenente Delme)
Charles Landseer
1825 - 1826

[Retrato de homem]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Retrato de homem]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Cirurgião-assistente a bordo do navio Wellesley)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Cirurgião-assistente a bordo do navio Wellesley)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Capitão Hamond)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Capitão Hamond)
Charles Landseer
1825 - 1826

[Retrato de homem]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Retrato de homem]
Charles Landseer
1825 - 1826

[Retrato de homem]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Retrato de homem]
Charles Landseer
1825 - 1826

[Retrato de homem]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Retrato de homem]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Marinheiros no navio inglês Wellesley)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Marinheiros no navio inglês Wellesley)
Charles Landseer
1825 - 1826

[Poltrona]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Poltrona]
Charles Landseer
1825 - 1826

[Canhão do navio inglês Diamond]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Canhão do navio inglês Diamond]
Charles Landseer
1825 - 1826

[Paisagem européia: montanhas]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Paisagem européia: montanhas]
Charles Landseer
1825 - 1826

[Homem engatilhando arma]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Homem engatilhando arma]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Marinheiro no navio inglês Wellesley)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Marinheiro no navio inglês Wellesley)
Charles Landseer
1825 - 1826

[Isle of Wight]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Isle of Wight]
Charles Landseer
Inglaterra
1825 - 1826

(Marinheiro no navio inglês Wellesley)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Marinheiro no navio inglês Wellesley)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Marinheiro no navio inglês Wellesley)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Marinheiro no navio inglês Wellesley)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Marinheiro no navio inglês Wellesley)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Marinheiro no navio inglês Wellesley)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Sr. Bruce, imediato do navio inglês Diamond)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Sr. Bruce, imediato do navio inglês Diamond)
Charles Landseer
1825 - 1826

(William Robertson, primeiro-tenente do navio inglês Diamond)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(William Robertson, primeiro-tenente do navio inglês Diamond)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Sr. Enderick, comissário de bordo do navio inglês Diamond)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Sr. Enderick, comissário de bordo do navio inglês Diamond)
Charles Landseer
1825 - 1826

[Man of Diamond]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Man of Diamond]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Onça)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Onça)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Alojamento do navio inglês Diamond)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Alojamento do navio inglês Diamond)
Charles Landseer
1825 - 1826

(St. Anne's Head, Milford Haven)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(St. Anne's Head, Milford Haven)
Charles Landseer
Inglaterra
1825 - 1826

(Homem de Angra do Heroísmo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Homem de Angra do Heroísmo)
Charles Landseer
Angra do Heroísmo
1825 - 1826

[Woman of Angra]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Woman of Angra]
Charles Landseer
Angra do Heroísmo
1825 - 1826

(Mulher de Angra do Heroísmo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Mulher de Angra do Heroísmo)
Charles Landseer
Angra do Heroísmo
1825 - 1826

(Homem de Angra do Heroísmo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Homem de Angra do Heroísmo)
Charles Landseer
Angra do Heroísmo
1825 - 1826

[Woman of Angra]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Woman of Angra]
Charles Landseer
Angra do Heroísmo
1825 - 1826

(Mulheres de São Miguel)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Mulheres de São Miguel)
Charles Landseer
Ilha de São Miguel
1825 - 1826

(Monte Brasil visto da igreja do Livramento)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Monte Brasil visto da igreja do Livramento)
Charles Landseer
Angra do Heroísmo
1825 - 1826

(Cidade de Angra do Heroísmo vista da igreja do Livramento)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Cidade de Angra do Heroísmo vista da igreja do Livramento)
Charles Landseer
Angra do Heroísmo
1825 - 1826

[Monte Brazil near Terceira]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Monte Brazil near Terceira]
Charles Landseer
Angra do Heroísmo
1825 - 1826

(Camponês de São Miguel e Santa Maria)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Camponês de São Miguel e Santa Maria)
Charles Landseer
Ilha de São Miguel ; Ilha de Santa Maria
1825 - 1826

(Carro de boi)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Carro de boi)
Charles Landseer
Açores
1825 - 1826

(Camponês de São Miguel e Santa Maria)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Camponês de São Miguel e Santa Maria)
Charles Landseer
Ilha de São Miguel ; Ilha de Santa Maria
1825 - 1826

(Camponeses de São Miguel e Santa Maria)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Camponeses de São Miguel e Santa Maria)
Charles Landseer
Ilha de São Miguel ; Ilha de Santa Maria
1825 - 1826

(Cidade de Ponte Delgada)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Cidade de Ponte Delgada)
Charles Landseer
Ponta Delgada
1826

(O navio inglês Frances Mary após o naufrágio)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(O navio inglês Frances Mary após o naufrágio)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Ilha de Santa Maria)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Ilha de Santa Maria)
Charles Landseer
Ilha de Santa Maria
1825 - 1826

(Ilha e cidade de Santa Maria)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Ilha e cidade de Santa Maria)
Charles Landseer
Ilha de Santa Maria
1825 - 1826

(Almada e Cacilhas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Almada e Cacilhas)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Cabo de Cacilhas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Cabo de Cacilhas)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Cacilhas e Santo Juliano)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Cacilhas e Santo Juliano)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Santo Juliano)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Santo Juliano)
Charles Landseer
St. Julian
1825 - 1826

(Oeiras)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Oeiras)
Charles Landseer
Oeiras
1825 - 1826

(Paço D'Arcos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Paço D'Arcos)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Vista de Belém e Almada de Cascais)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Vista de Belém e Almada de Cascais)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Palácio da Ajuda)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Palácio da Ajuda)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Ajuda vista de Necessidades)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Ajuda vista de Necessidades)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

[Sunrise]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Sunrise]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Sintra e Colares)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Sintra e Colares)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Marinheiros remendando cordas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Marinheiros remendando cordas)
Charles Landseer
1825 - 1826

[Tower of Belem]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01629.jpg
[Tower of Belem]
Charles Landseer
Belém
1825 - 1826

[Pilot's son]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01630.jpg
[Pilot's son]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Piloto português)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01631.jpg
(Piloto português)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Cabo de Cacilhas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01632.jpg
(Cabo de Cacilhas)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

[Portuguese Pilot]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01633.jpg
[Portuguese Pilot]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Sintra e Colares)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01634.jpg
(Sintra e Colares)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Torre de Belém)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01635.jpg
(Torre de Belém)
Charles Landseer
Belém
1825 - 1826

(Torre de Belém)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01636.jpg
(Torre de Belém)
Charles Landseer
Belém
1825 - 1826

[Dom João VI]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01637.jpg
[Dom João VI]
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

[Dom João VI]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01638.jpg
[Dom João VI]
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

[Dom João VI]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01639.jpg
[Dom João VI]
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

[Dom João VI]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01640.jpg
[Dom João VI]
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Barqueiro real)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01641.jpg
(Barqueiro real)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Frade pedinte)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01642.jpg
(Frade pedinte)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Mosteiro dos Jerônimos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01643.jpg
(Mosteiro dos Jerônimos)
Charles Landseer
Belém
1825 - 1826

(Ludorina Rosa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01644.jpg
(Ludorina Rosa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Basílica da Estrela vista do cemitério inglês)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01645.jpg
(Basílica da Estrela vista do cemitério inglês)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Lisboa vista dos jardins de Janelas Verdes)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01646.jpg
(Lisboa vista dos jardins de Janelas Verdes)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Lisboa vista de São João dos Bem Casados)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01647.jpg
(Lisboa vista de São João dos Bem Casados)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Casa do Marquês de Pombal em Janelas Verdes)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01648.jpg
(Casa do Marquês de Pombal em Janelas Verdes)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Aqueduto de Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01649.jpg
(Aqueduto de Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Castelo de Torres Vedras)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01650.jpg
(Castelo de Torres Vedras)
Charles Landseer
Torres Vedras
1825 - 1826

(Igreja da Conceição Velha)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01651.jpg
(Igreja da Conceição Velha)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cidade de Santarém)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01652.jpg
(Cidade de Santarém)
Charles Landseer
Santarém
1825 - 1826

(Castelo de Óbidos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01653.jpg
(Castelo de Óbidos)
Charles Landseer
Obidos
1825 - 1826

(Desfiladeiro de Alcântara)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01654.jpg
(Desfiladeiro de Alcântara)
Charles Landseer
Alcântara
1825 - 1826

(Palácio de Sintra)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01655.jpg
(Palácio de Sintra)
Charles Landseer
Sintra
1825 - 1826

[General view of Cintra]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01656.jpg
[General view of Cintra]
Charles Landseer
Sintra
1825 - 1826

(Cachoeira em Sintra)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01657.jpg
(Cachoeira em Sintra)
Charles Landseer
Sintra
1825 - 1826

(Sintra vista da estrada de Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01658.jpg
(Sintra vista da estrada de Lisboa)
Charles Landseer
Sintra
1825 - 1826

(Castelo mouro em Sintra)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01659.jpg
(Castelo mouro em Sintra)
Charles Landseer
Sintra
1825 - 1826

(Quinta do marquês de Abrantes)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01660.jpg
(Quinta do marquês de Abrantes)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01661.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01662.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01663.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01664.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01665.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01666.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01667.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

[Figura masculina de costas]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01668.jpg
[Figura masculina de costas]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01669.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01670.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01671.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01672.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01673.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01674.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01675.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01676.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01677.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01678.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01679.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01680.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01681.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01682.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

[Fountain of Janellas Verdes]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01683.jpg
[Fountain of Janellas Verdes]
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Fonte na estrada de Benfica)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01684.jpg
(Fonte na estrada de Benfica)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Fonte da Ribeira Velha)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01685.jpg
(Fonte da Ribeira Velha)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

[Gallegos]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01686.jpg
[Gallegos]
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01687.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

[Rock of Lisbon from the Land]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01688.jpg
[Rock of Lisbon from the Land]
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Lavadeiras)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01689.jpg
(Lavadeiras)
Charles Landseer
1825 - 1826

[Village of Aguas Livres]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01690.jpg
[Village of Aguas Livres]
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(São Pedro de Alcântara)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01691.jpg
(São Pedro de Alcântara)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Monges debaixo de uma videira)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01692.jpg
(Monges debaixo de uma videira)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Fonte da Boa Morte)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01693.jpg
(Fonte da Boa Morte)
Charles Landseer
1825 - 1826

[Retrato de trabalhador]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01694.jpg
[Retrato de trabalhador]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01695.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01696.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

(Cena de rua em Lisboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01697.jpg
(Cena de rua em Lisboa)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

[Penaverdes]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01698.jpg
[Penaverdes]
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Rua em Janelas Verdes)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01699.jpg
(Rua em Janelas Verdes)
Charles Landseer
Lisboa
1825 - 1826

[View on Road to Cintra]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01700.jpg
[View on Road to Cintra]
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Palácio de Mafra)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01701.jpg
(Palácio de Mafra)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Palácio de Mafra)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01702.jpg
(Palácio de Mafra)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Palácio de Mafra visto do jardim)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01703.jpg
(Palácio de Mafra visto do jardim)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Castelo de Alcobaça)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01704.jpg
(Castelo de Alcobaça)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Mosteiro de Batalha)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01705.jpg
(Mosteiro de Batalha)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Cidade de Obidos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01706.jpg
(Cidade de Obidos)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Palmela)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01707.jpg
(Palmela)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Convento de Arrábida)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01708.jpg
(Convento de Arrábida)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Setúbal)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01709.jpg
(Setúbal)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Vista de Funchal e das ilhas Desertas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01710.jpg
(Vista de Funchal e das ilhas Desertas)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Desfiladeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01711.jpg
(Desfiladeiro)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Habitantes da Ilha da Madeira)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01712.jpg
(Habitantes da Ilha da Madeira)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Habitante da Ilha da Madeira)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01713.jpg
(Habitante da Ilha da Madeira)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Habitante da Ilha da Madeira)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01714.jpg
(Habitante da Ilha da Madeira)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Desfiladeiro na Ilha da Madeira)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01715.jpg
(Desfiladeiro na Ilha da Madeira)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Ilha da Madeira)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01716.jpg
(Ilha da Madeira)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Vale na ilha da Madeira)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01717.jpg
(Vale na ilha da Madeira)
Charles Landseer
Portugal
1825 - 1826

(Ilha de Tenerife)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01718.jpg
(Ilha de Tenerife)
Charles Landseer
Espanha
1825 - 1826

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01719.bmp
[Carro de boi]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Pico de Tenerife)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01720.jpg
(Pico de Tenerife)
Charles Landseer
Espanha
1825 - 1826

(Pico de Tenerife)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01721.jpg
(Pico de Tenerife)
Charles Landseer
Espanha
1825 - 1826

(Vista de Santa Cruz)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01722.jpg
(Vista de Santa Cruz)
Charles Landseer
Espanha
1825 - 1826

(Santa Cruz)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01723.jpg
(Santa Cruz)
Charles Landseer
Espanha
1825 - 1826

(Santa Cruz vista da casa do cônsul)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01724.jpg
(Santa Cruz vista da casa do cônsul)
Charles Landseer
Espanha
1825 - 1826

(Cerimônia de passagem do Equador)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01725.jpg
(Cerimônia de passagem do Equador)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Cerimônia de passagem do Equador)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01726.jpg
(Cerimônia de passagem do Equador)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Cerimônia de passagem do Equador)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01727.jpg
(Cerimônia de passagem do Equador)
Charles Landseer
1825 - 1826

(Ilha de Trindade)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01728.jpg
(Ilha de Trindade)
Charles Landseer
ES
1825 - 1826

(Ilha de Trindade)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01729.jpg
(Ilha de Trindade)
Charles Landseer
ES
1825 - 1826

(Marinheiros descansando)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01730.jpg
(Marinheiros descansando)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Canal de Marambaia)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01731.jpg
(Canal de Marambaia)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Pão de Açúcar)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01732.jpg
(Pão de Açúcar)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Entrada do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01733.jpg
(Entrada do Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Paisagem montanhosa]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01734.jpg
[Paisagem montanhosa]
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Pedra da Gávea e Corcovado)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01735.jpg
(Pedra da Gávea e Corcovado)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Vista da barra do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01736.jpg
(Vista da barra do Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Pedra da Gávea vista do mar)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01737.jpg
(Pedra da Gávea vista do mar)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Pão de Açúcar)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01738.jpg
(Pão de Açúcar)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Pão de Açúcar)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01739.jpg
(Pão de Açúcar)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Outside of Rio Janeiro Harbour]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01740.jpg
[Outside of Rio Janeiro Harbour]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Head Lands running into Rio Janeiro]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01741.jpg
[Head Lands running into Rio Janeiro]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Vista da barra do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01742.jpg
[Vista da barra do Rio de Janeiro]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Entrada da barra do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01743.jpg
(Entrada da barra do Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Igreja Nossa Senhora de Boa Viagem)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01744.jpg
(Igreja Nossa Senhora de Boa Viagem)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Barco na Ilha do Governador)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01745.jpg
(Barco na Ilha do Governador)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Pão de Açúcar e Glória vistos do morro do Castelo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01746.jpg
(Pão de Açúcar e Glória vistos do morro do Castelo)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Entrada do Rio de Janeiro vista da praia Vermelha)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01747.jpg
(Entrada do Rio de Janeiro vista da praia Vermelha)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Corcovado visto da Baía de Botafogo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01748.jpg
(Corcovado visto da Baía de Botafogo)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Cidade Nova vista do morro do Livramento)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01749.jpg
(Cidade Nova vista do morro do Livramento)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Corcovado e Tijuca vistos do Campo de Santana)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01750.jpg
(Corcovado e Tijuca vistos do Campo de Santana)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Vista da serra dos Órgãos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01751.jpg
(Vista da serra dos Órgãos)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Lazareto perto de São Cristóvão)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01752.jpg
(Lazareto perto de São Cristóvão)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Cidade do Rio de Janeiro vista da Ilha de Villegagnon)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01753.jpg
(Cidade do Rio de Janeiro vista da Ilha de Villegagnon)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Imperatriz Leopoldina)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01754.jpg
(Imperatriz Leopoldina)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(D. Pedro I)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01755.jpg
(D. Pedro I)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Corcovado visto da baía de Botafogo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01756.jpg
(Corcovado visto da baía de Botafogo)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Ponte de São Cristóvão)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01757.jpg
(Ponte de São Cristóvão)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Corcovado visto do aqueduto)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01758.jpg
(Corcovado visto do aqueduto)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Alto do Corcovado)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01759.jpg
(Alto do Corcovado)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Baía de Botafogo e Pão de Açúcar)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01760.jpg
(Baía de Botafogo e Pão de Açúcar)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Corcovado visto do Catumbi)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01761.jpg
(Corcovado visto do Catumbi)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Vista do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01762.jpg
(Vista do Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Vista das montanhas com baía de Guanabara ao fundo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01763.jpg
(Vista das montanhas com baía de Guanabara ao fundo)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Pão de açúcar e lagoa Rodrigo de Freitas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01764.jpg
(Pão de açúcar e lagoa Rodrigo de Freitas)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Praia de Copacabana vista do forte do Leme)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01765.jpg
(Praia de Copacabana vista do forte do Leme)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Pedra da Gávea vista do morro Dois Irmãos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01766.jpg
(Pedra da Gávea vista do morro Dois Irmãos)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Pedra da Gávea vista da Lagoa Rodrigo de Freitas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01767.jpg
(Pedra da Gávea vista da Lagoa Rodrigo de Freitas)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Cemitério dos Ingleses)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01768.jpg
(Cemitério dos Ingleses)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01769.jpg
(Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Corcovado visto de uma pedreira)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01770.jpg
(Corcovado visto de uma pedreira)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Corcovado visto da capela da Conceição)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01771.jpg
(Corcovado visto da capela da Conceição)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Corcovado e igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem vistos da praia de Jurujuba)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01772.jpg
(Corcovado e igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem vistos da praia de Jurujuba)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Gloria vista da ilha de Villegagnon)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01773.jpg
(Gloria vista da ilha de Villegagnon)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(São Cristovão, baía de Guanabara e serra dos Orgãos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01774.jpg
(São Cristovão, baía de Guanabara e serra dos Orgãos)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[House at Rio Comprido inhabited by Sir Charles Stuart]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01775.jpg
[House at Rio Comprido inhabited by Sir Charles Stuart]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Pátio na casa de Charles Stuart no Rio Comprido)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01776.jpg
(Pátio na casa de Charles Stuart no Rio Comprido)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Serra dos Órgãos vista do Rio Comprido)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01777.jpg
(Serra dos Órgãos vista do Rio Comprido)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Residência de Charles Stuart no Rio Comprido)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01778.jpg
(Residência de Charles Stuart no Rio Comprido)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[South Side of Gloria Hill]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01779.jpg
[South Side of Gloria Hill]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Vale do Rio Comprido e Tijuca vistos do Morro do Castelo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01780.jpg
(Vale do Rio Comprido e Tijuca vistos do Morro do Castelo)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Rua de São Jorge)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01781.jpg
(Rua de São Jorge)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Rua dos Ourives]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01782.jpg
[Rua dos Ourives]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Escravo segurando tocha)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01783.jpg
(Escravo segurando tocha)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Escravos no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01784.jpg
(Escravos no Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Slaves and Negroes at Rio and Bahia]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01785.jpg
[Slaves and Negroes at Rio and Bahia]
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Escravos no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01786.jpg
(Escravos no Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Entrada da barra do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01787.jpg
[Entrada da barra do Rio de Janeiro]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Escravos no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01788.jpg
(Escravos no Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Escravos no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01789.jpg
(Escravos no Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Entrada da barra do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01790.jpg
[Entrada da barra do Rio de Janeiro]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(O castigo de um escravo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01791.jpg
(O castigo de um escravo)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Green negroes of Rio Janeiro]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01792.jpg
[Green negroes of Rio Janeiro]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Green negroes of Rio Janeiro]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01793.jpg
[Green negroes of Rio Janeiro]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Mercado de escravos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01794.jpg
(Mercado de escravos)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Escravos no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01795.jpg
(Escravos no Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Escravos no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01796.jpg
(Escravos no Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Cachoeira da Tijuca)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01797.jpg
(Cachoeira da Tijuca)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Vista da Ilha do Governador)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01798.jpg
(Vista da Ilha do Governador)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Cachoeira da Tijuca)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01799.jpg
(Cachoeira da Tijuca)
Charles Landseer
RJ
1825

[Road to Tejuca]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01800.jpg
[Road to Tejuca]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Tejuca]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01801.jpg
[Tejuca]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Ponte de São Cristovão)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01802.jpg
(Ponte de São Cristovão)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Tejuca]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01803.jpg
[Tejuca]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Flor de algodão)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01804.jpg
(Flor de algodão)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Árvore de chá)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01805.jpg
(Árvore de chá)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Cacaueiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01806.jpg
(Cacaueiro)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Cardamomo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01807.jpg
(Cardamomo)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Flores entre rochas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01808.jpg
(Flores entre rochas)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Bananeiras)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01809.jpg
(Bananeiras)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Bananeiras)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01810.jpg
(Bananeiras)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Bananeiras)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01811.jpg
(Bananeiras)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Plantas parasíticas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01812.jpg
(Plantas parasíticas)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Canela)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01813.jpg
(Canela)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Pimenta preta)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01814.jpg
(Pimenta preta)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Cravo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01815.jpg
(Cravo)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Noz-moscada)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01816.jpg
(Noz-moscada)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Habitantes do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01817.jpg
(Habitantes do Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Figuras at Rio]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01818.jpg
[Figuras at Rio]
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

[Figuras at Rio]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01819.jpg
[Figuras at Rio]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Habitantes do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01820.jpg
(Habitantes do Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Escravos no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01821.jpg
(Escravos no Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Escravos no Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01822.jpg
(Escravos no Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Habitante do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01823.jpg
(Habitante do Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

(Escravo sendo açoitado)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01824.jpg
(Escravo sendo açoitado)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Três escravos do senhor Samuel)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01825.jpg
(Três escravos do senhor Samuel)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Trabalhador escravo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01826.jpg
(Trabalhador escravo)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

[Trabalhadores escravos movendo pedra]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01827.jpg
[Trabalhadores escravos movendo pedra]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Escravo na Ilha do Governador)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01828.jpg
(Escravo na Ilha do Governador)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Escravos numa pedreira]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01829.jpg
[Escravos numa pedreira]
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Slaves of Minas Gerais]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01830.jpg
[Slaves of Minas Gerais]
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

[Slaves of Minas Gerais]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01831.jpg
[Slaves of Minas Gerais]
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Lavadeiras)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01832.jpg
(Lavadeiras)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Lavadeiras)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01833.jpg
(Lavadeiras)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Caçadores de borboletas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01834.jpg
(Caçadores de borboletas)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Escrava com cachimbo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01835.jpg
(Escrava com cachimbo)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

[Escravo]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01836.jpg
[Escravo]
Charles Landseer
1825 - 1826

(Indio botocudo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01837.jpg
(Indio botocudo)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Indígena do Espírito Santo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01838.jpg
(Indígena do Espírito Santo)
Charles Landseer
ES
1825 - 1826

(índios de Porto Seguro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01839.jpg
(índios de Porto Seguro)
Charles Landseer
Porto Seguro
1825 - 1826

(Cidade de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01840.jpg
(Cidade de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Cidade de Santos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01841.jpg
(Cidade de Santos)
Charles Landseer
Santos
1825 - 1826

(Paulistas atravessando o rio)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01842.jpg
(Paulistas atravessando o rio)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitantes de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01843.jpg
(Habitantes de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitante de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01844.jpg
(Habitante de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitante de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01845.jpg
(Habitante de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitantes de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01846.jpg
(Habitantes de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitantes de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01847.jpg
(Habitantes de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Burro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01848.jpg
(Burro)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitante de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01849.jpg
(Habitante de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Cavalo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01850.jpg
(Cavalo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitante de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01851.jpg
(Habitante de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitante de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01852.jpg
(Habitante de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Cavalos e Mulas)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01853.jpg
(Cavalos e Mulas)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitante de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01854.jpg
(Habitante de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Habitante de São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01855.jpg
(Habitante de São Paulo)
Charles Landseer
São Paulo
1825 - 1826

(Rua no Desterro, atual Florianópolis)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01856.jpg
(Rua no Desterro, atual Florianópolis)
Charles Landseer
Florianópolis
1825 - 1826

(Baia e continente visto da parte alta do Desterro, atual Florianópolis)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01857.jpg
(Baia e continente visto da parte alta do Desterro, atual Florianópolis)
Charles Landseer
Florianópolis
1825 - 1826

(Ilha do Rato, Santa Catarina)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01858.jpg
(Ilha do Rato, Santa Catarina)
Charles Landseer
Ilha do Rato
1825 - 1826

(Cidade do Desterro, atual Florianópolis)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01859.jpg
(Cidade do Desterro, atual Florianópolis)
Charles Landseer
Florianópolis
1825 - 1826

(Itapemirim)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01860.jpg
(Itapemirim)
Charles Landseer
ES
1825 - 1826

(Costa do Espírito Santo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01861.jpg
(Costa do Espírito Santo)
Charles Landseer
ES
1825 - 1826

(Cidade de Vitória)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01862.jpg
(Cidade de Vitória)
Charles Landseer
ES
1825 - 1826

(Perfil de escravo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01863.jpg
(Perfil de escravo)
Charles Landseer
BA ; RJ
1825 - 1826

(Escravos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01864.jpg
(Escravos)
Charles Landseer
BA ; RJ
1825 - 1826

(Escravo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01865.jpg
(Escravo)
Charles Landseer
BA ; RJ
1825 - 1826

(Escravo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01866.jpg
(Escravo)
Charles Landseer
BA ; RJ
1825 - 1826

(Escravos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01867.jpg
(Escravos)
Charles Landseer
BA ; RJ
1825 - 1826

(Escravos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01868.jpg
(Escravos)
Charles Landseer
BA ; RJ
1825 - 1826

(Escravo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01869.jpg
(Escravo)
Charles Landseer
BA ; RJ
1825 - 1826

(Escravos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01870.jpg
(Escravos)
Charles Landseer
BA ; RJ
1825 - 1826

(Vista da Baía de todos os Santos e do Bonfim)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01871.jpg
(Vista da Baía de todos os Santos e do Bonfim)
Charles Landseer
Salvador
1825 - 1826

(Panorama do bonfim visto dos jardins públicos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01872.jpg
(Panorama do bonfim visto dos jardins públicos)
Charles Landseer
Salvador
1825 - 1826

(Jaqueira)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01873.jpg
(Jaqueira)
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Salvador vista do Bonfim)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01874.jpg
(Salvador vista do Bonfim)
Charles Landseer
Salvador
1825 - 1826

[Fort St. Antonio of Bahia]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01875.jpg
[Fort St. Antonio of Bahia]
Charles Landseer
Salvador
1825 - 1826

(Arrecifes em Pernambuco vistos de Olinda)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01876.jpg
(Arrecifes em Pernambuco vistos de Olinda)
Charles Landseer
Olinda
1825 - 1826

[Mosambique negro]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01877.jpg
[Mosambique negro]
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

(Ilha dos cocos no Recife)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01878.jpg
(Ilha dos cocos no Recife)
Charles Landseer
Recife
1825 - 1826

(Panorama de Olinda visto da ponte de Pernambuco)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01879.jpg
(Panorama de Olinda visto da ponte de Pernambuco)
Charles Landseer
Olinda
1825 - 1826

(Recife vista do mar)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01880.jpg
(Recife vista do mar)
Charles Landseer
Recife
1825 - 1826

[Woman of Pernambuco]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01881.jpg
[Woman of Pernambuco]
Charles Landseer
PE
1825 - 1826

(Tropeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01882.jpg
(Tropeiro)
Charles Landseer
SP
1825 - 1826

(Jangada em Pernambuco)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01883.jpg
(Jangada em Pernambuco)
Charles Landseer
PE
1825 - 1826

(Vaqueiro do sertão de Pernambuco)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01884.jpg
(Vaqueiro do sertão de Pernambuco)
Charles Landseer
PE
1825 - 1826

(Última vista do porto do Rio de Janeiro)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01885.jpg
(Última vista do porto do Rio de Janeiro)
Charles Landseer
RJ
1825 - 1826

[Summit of the Corcovado, as seem through a telescope from the Rua del Cano]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01886.jpg
[Summit of the Corcovado, as seem through a telescope from the Rua del Cano]
William John Burchell
RJ
circa 1825 - 1826

[Street (Rua do Cano, Rio de Janeiro)]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01887.jpg
[Street (Rua do Cano, Rio de Janeiro)]
William John Burchell
RJ
circa 1825 - 1826

(Cemitério dos Inglêses, na Gamboa)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01888.jpg
(Cemitério dos Inglêses, na Gamboa)
William John Burchell
RJ
circa 1825 - 1826

[Catete Brigde]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01889.jpg
[Catete Brigde]
William John Burchell
RJ
circa 1825 - 1826

[Santos from the Sea]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01890.jpg
[Santos from the Sea]
William John Burchell
Santos
circa 1825 - 1826

[The Benedictine Monastery at Santos]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01891.jpg
[The Benedictine Monastery at Santos]
William John Burchell
Santos
circa 1825 - 1826

[Monastery of S. Antonio, Santos]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01892.jpg
[Monastery of S. Antonio, Santos]
William John Burchell
Santos
circa 1825 - 1826

[Chapel of St Catharina at Santos]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01893.jpg
[Chapel of St Catharina at Santos]
William John Burchell
Santos
circa 1825 - 1826

(Rua na cidade de Santos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(Rua na cidade de Santos)
William John Burchell
Santos
circa 1825 - 1826

(Vista a partir da Estrada para o Rio)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01895.jpg
(Vista a partir da Estrada para o Rio)
William John Burchell
São Paulo
circa 1825 - 1826

(São Paulo a partir da estrada para o Rio)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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(São Paulo a partir da estrada para o Rio)
William John Burchell
São Paulo
circa 1825 - 1826

(São Paulo a partir da estrada para Santos)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01897.jpg
(São Paulo a partir da estrada para Santos)
William John Burchell
São Paulo
circa 1825 - 1826

(Mosteiro de São Bento, em São Paulo)
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01898.jpg
(Mosteiro de São Bento, em São Paulo)
William John Burchell
São Paulo
circa 1825 - 1826

[The Palmetto]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01899.jpg
[The Palmetto]
William John Burchell
Brasil
1828

[A Rancho]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01900.jpg
[A Rancho]
William John Burchell
Brasil
circa 1825 - 1826

[Cubatão]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01901.jpg
[Cubatão]
William John Burchell
Cubatão
circa 1825 - 1826

[Cubatão: pouso de tropeiros]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01902.jpg
[Cubatão: pouso de tropeiros]
William John Burchell
Cubatão
circa 1825 - 1826

[San Bernardo (between Cubatão and São Paulo)]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01903.jpg
[San Bernardo (between Cubatão and São Paulo)]
William John Burchell
São Bernardo do Campo
circa 1825 - 1826

[House at Catete inhabited by Sir Charles Stuart and Sugar Loaf]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01904.jpg
[House at Catete inhabited by Sir Charles Stuart and Sugar Loaf]
Henry Chamberlain
Rio de Janeiro
1825 - 1826

[View of House at Catete and Corcovado]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[View of House at Catete and Corcovado]
Henry Chamberlain
Rio de Janeiro
1825 - 1826

[Negro woman selling Banana Leaves (Marchande de Feuilles de Bananiers)]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01906.jpg
[Negro woman selling Banana Leaves (Marchande de Feuilles de Bananiers)]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[Cadeira of Rio de Janeiro (Une dame allant à la Messe dans sa chaise à porteur]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01907.jpg
[Cadeira of Rio de Janeiro (Une dame allant à la Messe dans sa chaise à porteur]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[Cadeira of Rio Janeiro]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01908.jpg
[Cadeira of Rio Janeiro]
Jean Baptiste Debret
RJ
1825 - 1826

[Christening of Negro Woman and Children (Négresses allant à l'église, pour être baptisées)]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Christening of Negro Woman and Children (Négresses allant à l'église, pour être baptisées)]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[Negro Funeral (Convoi funèbre de négrillons)]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01910.jpg
[Negro Funeral (Convoi funèbre de négrillons)]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[House to be let, horse and goat on sale (maison à louer, cheval et chèvre a vendre)]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[House to be let, horse and goat on sale (maison à louer, cheval et chèvre a vendre)]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[Green Negroes]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
002HA01912.jpg
[Green Negroes]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[Green Negroes]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Green Negroes]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[Mineiros Halting (Pauvres tropeiros de Minas)]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Mineiros Halting (Pauvres tropeiros de Minas)]
Jean Baptiste Debret
MG
1825 - 1826

[Mineiro passing river]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Mineiro passing river]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[Guarany Indians Attack (Charge de Cavalerie Gouaycourous)]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Guarany Indians Attack (Charge de Cavalerie Gouaycourous)]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[Pari Expedition (Chef de Bororenos partant pour une attaque)]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Pari Expedition (Chef de Bororenos partant pour une attaque)]
Jean Baptiste Debret
Brasil
1825 - 1826

[Nota de introdução aos desenhos de Charles Landseer]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Nota de introdução aos desenhos de Charles Landseer]
Desconhecido
circa 1827

[Carta de E. Stuart Wortley a Alberto Rangel, em 15 de setembro de 1926, em inglês]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Carta de E. Stuart Wortley a Alberto Rangel, em 15 de setembro de 1926, em inglês]
Edward J. M. S Wortley
1926

[Slaves and Negroes at Rio and Bahia]
Arquivo/Coleção: Highcliffe Album
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[Slaves and Negroes at Rio and Bahia]
Charles Landseer
Brasil
1825 - 1826

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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[Antologia de textos teatrais]
Não identificado
São Paulo
1900

-;-;Teatro belga;[Você conhece a via Láctea?];-;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;Labiche e Goldoni;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;-;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];Reprises e Robert Young;-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;Flor Tapuya;La conchita;Morte e vida severina;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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[Livros]
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
1940

-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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[Revista Clima]
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
1940s

La nuit des rois;A censura e o teatro;-;-;-;-;-;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];Um elefante no caos;Pags 126-127...;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;Assassinato a domicílio;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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A M.B.
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1968

-;-;-;-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Autores lançados por mim
Procópio Ferreira
São Paulo
22 de dezembro de 1955

-;Complexo de champanhe;-;-;-;-;Em defesa... II;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;-;A ilha dos papagaios;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;Aulularia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Ciclo do sabiá
Cecília Meireles
São Paulo
1950

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Ciclo
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1954

Cursos de teatro;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;-;-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;-;-;-;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;Naturalismo: conclusões;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;-;-;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;The Paragon;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Comunhão
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1968

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Elegia transitiva
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1960s

A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;-;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;Representações amadoras;Líquido cântico;-;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;-;Helena;Duas representações amadoras;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;-;Teatro de Arena;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);Ainda a censura e o teatro;-;-;-;Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Líquido cântico
Guilherme de Almeida
São Paulo
1964

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Mario Schenberg: amado alguém
Poema
Hilda Hilst
Local não identificado
25 de novembro de 1990

-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;-;-;-;Cinema Brasileiro;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);Pequeno teatro popular;-;Antigone America;-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;-;E a temporada lírica?;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;O caso do Broadway;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O deus mal informado
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1968

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O par libertado
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1968

-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Duas estreias;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;My way: Trajetória profissional;-;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Os nomes mágicos
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1968

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Posse
Guilherme de Almeida
São Paulo
8 de novembro de 1956

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Procura da poesia
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
agosto de 1944

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Rondó muito triste
Guilherme de Almeida
São Paulo
30 de novembro de 1964

A ópera de Pequim;-;-;A arte de ser marido!;Cinismo, ceticismo e crença;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;Teatro das segundas-feiras-GUT;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;O tempo e os Conways;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;O caso da censura;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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A caipirinha: comédia em três atos
Cesario Motta
São Paulo
1900

-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;Cronologia;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Vilma Arêas
São Paulo
maio de 1995

-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;-;Henrique IV no T.B.V.;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;A dama das camélias;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;-;-;Sem comentário;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;S. Romero...;O negro e o teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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A dama das camélias
Eduardo Victorino
Rio de Janeiro
1914

-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
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A descoberta do Brasil
Moreira de Vasconcellos
Rio de Janeiro
1880s

A questão do nacionalismo;O desertor francez;-;-;-;-;A hora marcada;-;-;Era uma vez um preso...;O cadete Winslow;Filomena Maturano II;O espetáculo do TMDC;-;Madalena Nicol;O tablado em São Paulo;Leonor de Mendonça;-;Lucrécia Borgia;A criação do Teatro Universitário;TBC: a Europa ficava no Bexiga;Farsa intitulada Manoel Mendes e Entremez o esganarelo;-;Estreias-futuras e passadas;A estreia da Companhia Emma Grammatica;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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A estreia da Companhia Emma Grammatica
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
1940s

Michaux: biographie universelle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fils d’Ossian;[A forca];O duo da Africana: Zarzuela;-;-;-;-;-;-;-;-;Decio de Almeida Prado fala-nos do Grupo Universitário de Teatro de São Paulo;Paiol Velho II;Le misanthrope;Autores nacionais;A estreia do Teatro Municipal;Hamlet;-;Ratos e homens;[Auto da compadecida] A nova encenação de A compadecida...;Futurismo e passadismo;Virtude e circunstância;O bezerro de ouro;Biedermann de M. Frisch;Do sexo e do amor;Teatro, década de 1920/Circo;Mito: sentido comum
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[A forca]
Pinto da Rocha
Rio de Janeiro
1881

Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;-;-;-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;A fada em véspera de S. João;-;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;-;Do casamento e suas consequências;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Rosmersholm;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
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A fada em véspera de S. João
Não identificado
Rio de Janeiro
1900s

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dias felizes;-;-;[Katzeleue];-;Historia de nuestros viejos teatros;A irmã de caridade;O papa goiaba;-;-;-;-;-;-;-;-;O pecado original de Cocteau;Prá lá de boa/Bibi Ferreira;Amadores de Pernambuco;Les femmes savantes;À margem da vida;Copacabana S.A.;-;A propósito da lei dos 2/3;Le faiseur pelo T.N.P.;Carta aberta ao Presidente da República;Duas peças clássicas;Recordações de Leônidas (da Silva);Morte e vida severina;A exceção e a regra
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A irmã de caridade
Moreira de Vasconcellos
São Paulo
1900s

-;Amadores e profissionais;Atores: Jean...;-;-;Our Town;-;Teoria do fracasso;-;Nomenclatura;Dois grupos amadores;La Giustizia;Esquina perigosa;O Old Vic em sua primeira exibição (grandes cenas de Shakespeare);Festival Julio Dantas;[Marivaux pelo Grupo Sesi];L’art du thêatre;-;-;À margem da vida;O teatro e a crítica. As cartas na mesa; [verso]: E, aqui, nossa opinião;A mascote: ópera cômica em três atos;O senhor Raul e seu criado Kennedy;-;Dias felizes;Raissoneur;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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A mascote: ópera cômica em três atos
Eduardo Garido
Rio de Janeiro
julho de 1881

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;L’escamoteur;A palavra e a terra;O solar das barrigas;-;-;-;-;-;-;-;A voz humana;Quatro ilusões;Com a pulga atrás da orelha;Associação Brasileira de Teatro;Ópera e teatro;A rosa tatuada;-;Adaptação d’A tempestade;Teatro universitário;A propósito de empresários;Volti di donna;A última apresentação de Old Vic;A encenação da peça de Dürrenmatt;Repensando Martins Pena;Francisco Pinheiro Guimarães;Manon Lescaut: 1731
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A palavra e a terra
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1959

Duas estreias nesta semana;O solar das barrigas;-;-;Ainda a censura;Sem título [Bonucci, Valeri e Capriolli];L’Uomo, la bestia e la virtu no TM;-;A volta do Arlequim;Retorno de Dulcina com a Tia Mame;Teatro à vista;Le misanthrope no Municipal;-;-;Teatro brasileiro;Raul Cortez. E um esclarecimento de Decio de Almeida Prado;Flagrantes do Rio;Representações amadoras;La triomphe de la trajan;-;-;Examina o governo estadual a desapropriação do Santana/Três anjos sem asas;A primeira parte...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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A primeira parte...
Resenha sobre o livro João Caetano e a arte do ator
Mariangela Alves de Lima
São Paulo
1984

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le chiffonier de Paris;A revolução portuguesa;O soldado brasileiro: drama em quatro atos;-;-;-;-;-;-;-;-;Topaze de Pagnol/Notícias teatrais;La Vedova Scaltra;Elettra;Volpone;Vão Gogo no teatro;Holiday on ice;-;Ritmos e cores-jograis e Inezita;Censura e teatro;A senhoria, no TBC;Antonello Capobrigante;Festival de Comédia;Musset e Giraudoux;Variações nostálgicas
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A revolução portuguesa
Gastão Tojeiro
Rio de Janeiro
1910s

A propósito de Pif-Paf;La moscheta;-;Um caso clínico;Nascida ontem, no Leopoldo Fróes;Le Cid pelo elenco francês;-;La chasse aux sourcières;-;A cacatua verde;Latejando com o futebol;-;Non é vero ma ci credo;Fábulas e deuses gregos;Le déserteur;-;-;-;No teatro Arena;A saia-calção: comédia em um acto; A saia-canção: comédia em 1 acto/parte cantante (avulsa);-;-;-;Hamlet VII;O santo e a porca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eduardo Vitorino;Romantismo
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A saia-calção: comédia em um acto; A saia-canção: comédia em 1 acto/parte cantante (avulsa)
Eduardo Leite
Rio de Janeiro
1920s

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Antony;-;-;-;-;Le menuisier de Livonie;A sogra do diabo;Onde canta o sabiá: uma comédia de Gastão Tojeiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa?;Pedacinho de gente;Temporada italiana;La chasse aux sourcières;Escola de arte dramática;La lettera di mammá;-;Reflexões algo melancólicas;Considerações à margem;Chapetuba F.C.;Um gosto de mel;La commedia degli Zanni;O estranho casal;Tempo (e espaço) no futebol
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A sogra do diabo
Eduardo Victorino
Rio de Janeiro
Século XX

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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A vovozinha
Emiliano Perneta
Rio de Janeiro
1880

-;Assassinato a domicílio;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;La nuit des rois;A censura e o teatro;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;-;-;-;-;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Um elefante no caos;Pags 126-127...;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
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Arthur Bispo do Rosário, o Rei!
Fausto Antonio
São Paulo
1995

-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
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As brazileiras
Alfredo Hogan
Rio de Janeiro
1880

-;Complexo de champanhe;-;-;-;-;Em defesa... II;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;-;A ilha dos papagaios;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;Aulularia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade
Manuel Bandeira
Rio de Janeiro
1935

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Bolsa e cachimbo
Silva Bastos
São Paulo
1911

-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;-;-;-;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;-;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Naturalismo: conclusões;-;-;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;The Paragon;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;Cursos de teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Caderno de compilação de canções populares brasileiras
Beatriz de Almeida Prado
São Paulo
1 de dezembro de 1930

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Canção do mais triste maio
Manuel Bandeira
Rio de Janeiro
maio de 1964

A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;-;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;Representações amadoras;Líquido cântico;-;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;-;Helena;Duas representações amadoras;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;-;Teatro de Arena;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);Ainda a censura e o teatro;-;-;-;Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins
Lothar F. Hessel
Rio de Janeiro
1950s

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Carteira de estudante
Carteira de estudante da Universidade do Rio de Janeiro
Cláudia Mariza Braga
Local não identificado
1995

-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;-;-;-;Cinema Brasileiro;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);Pequeno teatro popular;-;Antigone America;-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;-;E a temporada lírica?;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;O caso do Broadway;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Crônica de outrora (exemplar de trabalho)
Antônio de Almeida Prado
São Paulo
1963

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Crônicas para a história do cinema no Brasil
Vinicius de Moraes
São Paulo
1944

-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;-;-;-;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;-;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Naturalismo: conclusões;-;-;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;The Paragon;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;Cursos de teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Currículo
Sérgio Fonta
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Décio de Almeida Prado
Nanci Fernandes
São Paulo
julho de 1987

Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;-;-;-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;A fada em véspera de S. João;-;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;-;Do casamento e suas consequências;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Rosmersholm;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Décio é o exemplo típico que o escritor...
Paulo Dantas
São Paulo
1995

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Diploma de Habilitação para Magistério
Escola Secundária do Instituto Caetano de Campos
Local não identificado
18 de dezembro de 1933

A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;-;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;Representações amadoras;Líquido cântico;-;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;-;Helena;Duas representações amadoras;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;-;Teatro de Arena;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);Ainda a censura e o teatro;-;-;-;Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Documento
Flausino Junqueira Sangiácomo
Local não identificado
27 de dezembro de 1966

-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;Cronologia;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Drible
Nelson Archer
São Paulo
18 de novembro de 1994

O negro e o teatro;S. Romero...;-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;Henrique IV no T.B.V.;-;-;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A dama das camélias;-;-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;-;Sem comentário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Filho de sapateiro, sapateiro deve ser
João Baptista de Almeida
Rio de Janeiro
Século XX

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Flor de Tapuya
Danton Vaupé
Rio de Janeiro
21 de abril de 1921

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Flor Tapuya
Alberto Deodato
São Paulo
21 de abril de 1921

-;-;-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Halley
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1968

La nuit des rois;A censura e o teatro;-;-;-;-;-;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];Um elefante no caos;Pags 126-127...;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;Assassinato a domicílio;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
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Josué Montello - Janelas Fechadas
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
agosto de 1941

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
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Lá no sertão...
Não identificado
São Paulo
1963

-;Complexo de champanhe;-;-;-;-;Em defesa... II;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;-;A ilha dos papagaios;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;Aulularia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
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Lamento do oficial por seu cavalo morto
Cecília Meireles
São Paulo
novembro de 1944

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
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Le papillon
Roberto Gomes
Rio de Janeiro
1910s

-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;-;-;-;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;-;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Naturalismo: conclusões;-;-;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;The Paragon;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;Cursos de teatro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
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Lúcia
J. Felizardo Junior
São Paulo
29 de dezembro de 1868

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
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Lucio Cardoso: poesias
Francisco Luiz de Almeida Salles
Rio de Janeiro
1941

Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;Ainda a censura e o teatro;-;-;-;-;A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;-;-;Representações amadoras;Líquido cântico;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;Helena;Duas representações amadoras;-;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);-;Teatro de Arena;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
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Meu irmão pensando em Roma
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
1960s

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Morus e seu carrasco (comédia)
Gianni Ratto
São Paulo
1996

O caso da censura;-;-;A ópera de Pequim;Cinismo, ceticismo e crença;-;A arte de ser marido!;Teatro das segundas-feiras-GUT;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;O tempo e os Conways;-;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
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Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...
Não identificado
São Paulo
agosto de 1941

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
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Mulher vestida de gaiola
João Cabral de Melo Neto
Local não identificado
1968

Falta de teatros;Amor sem despedida;-;-;-;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;Duas estreias;Pierre Fresnay e o teatro;Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;-;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;My way: Trajetória profissional;-;-;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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My way: Trajetória profissional
Leonidas Hegenberg
São Paulo
1996

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cocota;Ou a honra ou a glória;[Antologia de textos teatrais];Posse;Décio de Almeida Prado;Nos teatros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa: le rendez-vous de senlis;Ziembinski, Sartre e a morte do vaudeville;Um amor de bruxa;Pierre Fresnay e o teatro II;Miloca recebe aos sábados;Crítica da crítica;-;Dercy e Oscarito;Lazzaro;Teatro norte-americano;Natal na praça;A vida impressa em dólar;Seis premiados de Teatro disseram não à crítica;Profecia cumprida;Um vasto panorama da ópera mundial
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Nos teatros
Dossiê sobre Teatro e o ator Vasquez
Lafayette Silva
São Paulo
1974

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
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Nota sobre a criação de um poder cultural
Paulo Emílio Salles Gomes
São Paulo
1968

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
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Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta]
Antonio Candido de Mello e Souza
Local não identificado
Século XX

O caso da censura;-;-;A ópera de Pequim;Cinismo, ceticismo e crença;-;A arte de ser marido!;Teatro das segundas-feiras-GUT;A censura e o teatro;Pizarro: a tragedy;-;A representação de D. Juan;O fazedor de chuva;-;A caipirinha: comédia em três atos;O tempo e os Conways;-;Mudou-se, há pouco tempo, pro sobrado...;Na Escola de Arte Dramática;-;A moratória;O santo milagroso;Notas de crítica literária: percalços do infinito;-;Esperando Godot;Gardel: dois ou três tangos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The Elizabethan Theatre;Octave Feuillet
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Notas de crítica literária: percalços do infinito
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
1940s

-;Cronologia;-;-;-;-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
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Novella em ação: comédia em 3 actos
José Carlos dos Santos
São Paulo
junho de 1902

O negro e o teatro;S. Romero...;-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;Henrique IV no T.B.V.;-;-;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A dama das camélias;-;-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;-;Sem comentário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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O bravo de Canudos
Eduardo Victorino
Rio de Janeiro
Século XX

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
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O burro do Sr. Alcaide
João da Camara
São Paulo
20 de setembro de 1912

A questão do nacionalismo;O desertor francez;-;-;-;-;A hora marcada;-;-;Era uma vez um preso...;O cadete Winslow;Filomena Maturano II;O espetáculo do TMDC;-;Madalena Nicol;O tablado em São Paulo;Leonor de Mendonça;-;Lucrécia Borgia;A criação do Teatro Universitário;TBC: a Europa ficava no Bexiga;Farsa intitulada Manoel Mendes e Entremez o esganarelo;-;Estreias-futuras e passadas;A estreia da Companhia Emma Grammatica;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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O desertor francez
Antonio Xavier F. de Azevedo
Rio de Janeiro
16 de junho de 1941

Michaux: biographie universelle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fils d’Ossian;[A forca];O duo da Africana: Zarzuela;-;-;-;-;-;-;-;-;Decio de Almeida Prado fala-nos do Grupo Universitário de Teatro de São Paulo;Paiol Velho II;Le misanthrope;Autores nacionais;A estreia do Teatro Municipal;Hamlet;-;Ratos e homens;[Auto da compadecida] A nova encenação de A compadecida...;Futurismo e passadismo;Virtude e circunstância;O bezerro de ouro;Biedermann de M. Frisch;Do sexo e do amor;Teatro, década de 1920/Circo;Mito: sentido comum
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O duo da Africana: Zarzuela
Moreira Sampaio
Rio de Janeiro
24 de dezembro de 1902

Frenesi;Dificuldades das companhias;-;-;O professor de Astúcia;Bertoldo a Corte;Rinocerontes;-;Pour Lucrèce;-;Amadores;A sapateira prodigiosa;-;A reabertura do Teatro Municipal/Hoje a estreia de À margem da vida no Teatro de Arena;Os vários alfredos;Revistas;Héloise et Abeilard;-;Esses fantasmas....;O Grouchismo;-;-;-;D. Juan pelo T.N.P.;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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O Grouchismo
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
1940s

[Katzeleue];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dias felizes;-;Historia de nuestros viejos teatros;A irmã de caridade;O papa goiaba;-;-;-;-;-;-;-;-;O pecado original de Cocteau;Prá lá de boa/Bibi Ferreira;Amadores de Pernambuco;Les femmes savantes;À margem da vida;Copacabana S.A.;-;A propósito da lei dos 2/3;Le faiseur pelo T.N.P.;Carta aberta ao Presidente da República;Duas peças clássicas;Recordações de Leônidas (da Silva);Morte e vida severina;A exceção e a regra
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O papa goiaba
Irmãos Quintiliano
Rio de Janeiro
1943

Dias felizes;Raissoneur;O senhor Raul e seu criado Kennedy;-;-;Amadores e profissionais;Atores: Jean...;-;-;-;Our Town;Nomenclatura;Teoria do fracasso;-;Dois grupos amadores;La Giustizia;O Old Vic em sua primeira exibição (grandes cenas de Shakespeare);Esquina perigosa;-;Festival Julio Dantas;[Marivaux pelo Grupo Sesi];L’art du thêatre;-;À margem da vida;O teatro e a crítica. As cartas na mesa; [verso]: E, aqui, nossa opinião;A mascote: ópera cômica em três atos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O senhor Raul e seu criado Kennedy
Consuelo de Castro
São Paulo
9 de novembro de 1994

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;L’escamoteur;A palavra e a terra;O solar das barrigas;-;-;-;-;-;-;-;A voz humana;Quatro ilusões;Com a pulga atrás da orelha;Associação Brasileira de Teatro;Ópera e teatro;A rosa tatuada;-;Adaptação d’A tempestade;Teatro universitário;A propósito de empresários;Volti di donna;A última apresentação de Old Vic;A encenação da peça de Dürrenmatt;Repensando Martins Pena;Francisco Pinheiro Guimarães;Manon Lescaut: 1731
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O solar das barrigas
João da Camara
Rio de Janeiro
24 de junho de 1915

Duas estreias nesta semana;O solar das barrigas;-;-;Ainda a censura;Sem título [Bonucci, Valeri e Capriolli];L’Uomo, la bestia e la virtu no TM;-;A volta do Arlequim;Retorno de Dulcina com a Tia Mame;Teatro à vista;Le misanthrope no Municipal;-;-;Teatro brasileiro;Raul Cortez. E um esclarecimento de Decio de Almeida Prado;Flagrantes do Rio;Representações amadoras;La triomphe de la trajan;-;-;Examina o governo estadual a desapropriação do Santana/Três anjos sem asas;A primeira parte...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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O solar das barrigas
Cyriaco Cardoso
Rio de Janeiro
1894

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le chiffonier de Paris;A revolução portuguesa;O soldado brasileiro: drama em quatro atos;-;-;-;-;-;-;-;-;Topaze de Pagnol/Notícias teatrais;La Vedova Scaltra;Elettra;Volpone;Vão Gogo no teatro;Holiday on ice;-;Ritmos e cores-jograis e Inezita;Censura e teatro;A senhoria, no TBC;Antonello Capobrigante;Festival de Comédia;Musset e Giraudoux;Variações nostálgicas
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O soldado brasileiro: drama em quatro atos
Ubaldino Amaral
Rio de Janeiro
1869

-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;Cronologia;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas
Não identificado
São Paulo
10 de março de 1979

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Antony;-;-;-;-;Le menuisier de Livonie;A sogra do diabo;Onde canta o sabiá: uma comédia de Gastão Tojeiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Temporada francesa?;Pedacinho de gente;Temporada italiana;La chasse aux sourcières;Escola de arte dramática;La lettera di mammá;-;Reflexões algo melancólicas;Considerações à margem;Chapetuba F.C.;Um gosto de mel;La commedia degli Zanni;O estranho casal;Tempo (e espaço) no futebol
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Onde canta o sabiá: uma comédia de Gastão Tojeiro
Teatro Popular do Sesi
São Paulo
setembro de 1988

-;-;Teatro belga;[Você conhece a via Láctea?];-;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;Labiche e Goldoni;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;-;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];Reprises e Robert Young;-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;Flor Tapuya;La conchita;Morte e vida severina;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Ordem e progresso na poesia
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
1940s

-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
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Os sinos de Corneville
Eduardo Garrido
Rio de Janeiro
julho de 1881

La nuit des rois;A censura e o teatro;-;-;-;-;-;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];Um elefante no caos;Pags 126-127...;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;Assassinato a domicílio;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Pags 126-127...
Dossiê com fotografia de Itu
Francisco Nardy Filho
São Paulo
1952

-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Paiol velho
Abílio Pereira de Almeida
São Paulo
1951

-;Complexo de champanhe;-;-;-;-;Em defesa... II;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;-;A ilha dos papagaios;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;Aulularia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Passagem de ano; Rua da madrugada
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
agosto de 1944

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut)
José Piza
Rio de Janeiro
13 de maio de 1904

Cursos de teatro;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;-;-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;-;-;-;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;Naturalismo: conclusões;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;-;-;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;The Paragon;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
circa July 195

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Primeira canção do bêco (1935)
Manuel Bandeira
Rio de Janeiro
1935

Temporada italiana/A estreia mundial de Beatrice Cenci;Ainda a censura e o teatro;-;-;-;-;A casa de Bernarda Alba;Alexandre Duval et son théâtre;História é melhor lida de trás para diante: um dos maiores estudiosos de teatro do país defende-se de críticas de Iná Camargo Costa;-;Teatro ao ar livre;O triunfo da natureza;Realismo/Conceituação [Teatro realista];-;-;-;Representações amadoras;Líquido cântico;A comédia humana no metrô;-;Misura per misura;Carta de Blanche Ribeiro Gomes a Ari Martins;Helena;Duas representações amadoras;-;Heffeman;De repente, no verão passado;Meu irmão pensando em Roma;A revolução dos beatos;Primeira canção do bêco (1935);-;Teatro de Arena;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XI
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Primeira canção do bêco (1935)
Manuel Bandeira
Rio de Janeiro
1935

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Procópio: símbolo de uma época
Nanci Fernandes
São Paulo
27 de agosto de 1984

O caso do Broadway;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;-;-;Cinema Brasileiro;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Pequeno teatro popular;-;Antigone America;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;-;E a temporada lírica?;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
19 de maio de 1997

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adrien Balbi;-;-;-;-;-;As feiras de Pilatos;O tipo brasileiro;Mario Schenberg: amado alguém;Morus e seu carrasco (comédia);Procópio: símbolo de uma época;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As fitas de guerra;A propósito de Helena;Duas estreias;Prêmio Governador do Estado;Beatrice Cenci;A casa de Bernarda Alba;Teatro e governo;-;Reflexões algo melancólicas;Liolà, de Pirandello;Patate no T.B.C.;Um só ator em cena (a importância de ser Oscar Wilde);Comédia musical no T. Record: Boa noite, Betina;O espetáculo parou;O palco da memória: O crítico Decio de Almeida Prado, que faz 80 anos no dia 14 de agosto, é homenageado por artistas e pesquisadores em livro a sair neste mês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento pela palestra A crítica de Mário de Andrade e o banquete
João Luiz Lafetá
Local não identificado
22 de junho de 1979

O caso do Broadway;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;-;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;-;-;Cinema Brasileiro;Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Teatro infantil;-;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Pequeno teatro popular;-;Antigone America;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;-;E a temporada lírica?;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Recibo
Recibo de pagamento pela palestra Mário de Andrade: da biografia à ficção
Gilda Mello e Souza
Local não identificado
20 de junho de 1979

-;Rosmersholm;Manifesto dos críticos;Resumo do crítico;-;-;Não se sabe como;Milagre poético [sobre a peça Bodas de sangue];-;A mulher de Barrabás;Comédia nova intitulada O capitão Belizário;Estela Sezefreda;-;-;-;Manouche;Palafox em Saragoça ou a batalha de 10 de agosto;-;-;-;-;Spiritismo nell’antica casa;Procura da poesia;Grâce pour la terre;-;Noite pirandelliana;A fada em véspera de S. João;-;As mulheres não querem almas;Quando se morre de amor;Décio é o exemplo típico que o escritor...;Um caminho para o teatro clássico (As guerras de Alecrim);Nota sobre a criação de um poder cultural;-;Do casamento e suas consequências;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Anjo negro XVII
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Resumo do crítico
Otávio Frias Filho
São Paulo
1994

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Como se fazia um deputado;Pequeno panorama;Rondó muito triste;Lá no sertão...;Notas de crítica literária mais poetas [sobre Dantas Motta];Revelação do Brasil pela poesia moderna;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro popular;Raquel, de Lourival Gomes Machado;Sétimo céu;Duas estreias;Os jograis de São Paulo;Doll face;-;A ópera de Pequim;Buon viaggio Paolo!;Diálogo das carmelitas/O diálogo das carmelitas atual cartaz do Leopoldo Froes: protesto do autor de quarto de empregada;O soldado Tanaka;A falecida;Da arte de ser pai;Cendrars e o nosso modernismo;Sebos que fizeram história, por Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Revelação do Brasil pela poesia moderna
Guilherme de Almeida
Local não identificado
agosto de 1925

O negro e o teatro;S. Romero...;-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;Henrique IV no T.B.V.;-;-;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A dama das camélias;-;-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;-;Sem comentário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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S. Romero...
Não identificado
São Paulo
1970

-;Cronologia;-;-;-;-;-;Piccoli de Podrecca;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berenice: representação/Mário Nunes;O teatro amador no Estado de S. Paulo: diagnóstico e perspectivas;-;-;-;-;-;Demofoonte em Tracia;Reflexões dramáticas;A crítica viva de Decio de Almeida Prado;Drible;Novella em ação: comédia em 3 actos;Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos;-;-;-;-;-;-;-;Temporada de Teatro Italiano;Helena fechou a porta [Companhia Fernando de Barros];O vento e a chuva;Escrever sobre mulheres!;Festival do teatro amador;Brasiliana;-;Amadores e estudantes de teatro;A hora da fantasia!;Gigi no teatro Bela Vista;Fogo frio no Arena;Apresentação de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A idade dos homens no Teatro Bela Vista;Em 1861, quando José de Alencar... encarnações ficcionais
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Seu Badú na Capitá: Burleta em 2 atos
Silio Boccanera Junior
Salvador
1917

O negro e o teatro;S. Romero...;-;Apresentação [Suplemento Literário];Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado;Henrique IV no T.B.V.;-;-;La Damigella di Bard;A rainha de Moçambiques;Demofoonte em Tracia;-;Pedro Macaco, o repórter infernal;O teatro épico de Brecht;Shylok;Monsieur Bretonneau;-;Estreia de elenco dos EUA (The skin of our teeth);A dama das camélias;-;-;S. Excia. em 26 poses;-;I sogni muoiono all’alba;Filho de sapateiro, sapateiro deve ser;Quem é Hedda Gabler?;O bravo de Canudos;-;Sem comentário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Subsídios para a história do livro no Brasil. Decio de Almeida Prado
José Sebastião Witter
São Paulo
18 de setembro de 1998

-;-;-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano]
Antonio Candido de Mello e Souza
São Paulo
1950s

-;-;-;Textos solicitados por autor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El arte del teatro;Tamayo y La loucura de amor;A descoberta do Brasil;Flor de Tapuya;O burro do Sr. Alcaide;Suplemento Literário para O Estado de S. Paulo [Plano];-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os V Comediantes [Ziembinski];Entre quatro paredes;O imperador galante;Retificação;Romeu e Julieta;A rosa tatuada;-;A viúva austuciosa;Bonança e tempestade;Dois grupos amadores;Liga de repúdio ao sexo;O espetáculo de Uma cama para três;Os direitos da mulher;Teatro: de 1884 a 1984, uma visão crítica
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Textos solicitados por autor
Não identificado
São Paulo
1930s

-;-;-;-;-;-;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;Da Molière a Kafka;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Esquisse d’une théorie de la forme dramatique;Lisboa;[Revista Clima];Amapá; Pequenos serviços em casa de casal; Farsa de Inês Pereira e do escudeiro; Ronda dos malandros; Grilo da lareira; Harvex;Halley;Os sinos de Corneville;Théâtre brésilien au XIX siècle;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A morte dirige o espetáculo, no Ritz;Teatro Brasileiro de Comédia;Miranda;Leonor de Mendonça;Barabbas;Bernard Shaw, crítico/Notícias teatrais;Estreias e reestreias;-;Teatro experimental;Os interesses criados;Condessa Júlia;Pintado de alegre;Le Massere no Municipal;Electra;Antonio de Almeida Prado, o homem e o intelectual
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Théâtre brésilien au XIX siècle
George Raeders
São Paulo
1972

-;Assassinato a domicílio;Todo anjo é terrível, na “Oficina”;Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978);-;-;La nuit des rois;A censura e o teatro;-;Esta noite choveu prata;L’éclat de rire;Tentativa de crônica sobre Rubem Braga;-;-;-;-;-;-;Quel Piccolo campo;Municípios de S. Simão e Ribeirão Preto;-;-;Nossa vida com papai;A M.B.;O primeiro ministro, no Ritz;A valsa dos toureadores;Arthur Bispo do Rosário, o Rei!;-;Teatro Brasileiro de Comédia;Tire a máscara, doutor;Josué Montello - Janelas Fechadas;Um elefante no caos;Pags 126-127...;Beija-me e verás [Bibi Ferreira];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Espetáculos da Belle époque
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Themes and directions of the Brazilian theatre (1973-1978)
Peter Schoenbach
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;Nelson Rodrigues VI/Tragédias;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le signe au théâtre;O capitão Leme ou a palavra de honra;Autores lançados por mim;As brazileiras;Paiol velho;Tia e sobrinha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em defesa... I;Carta a uma jovem atriz;Eu quero sassaricá;Amadores de Pernambuco;Mirandolina;Os filhos de Eduardo;Peppino di Filippo;-;Enquanto eles forem felizes;De fantasmas e maracatus/Transgressão;Trio no Teatro Bela Vista;Preliminares da crise;A mandrágora pelo elenco do Arena;Sonho americano no Teatro de Arte;Três movimentos musicais em torno de 1930
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Tia e sobrinha
Duarte Leal
São Paulo
1899

Aulularia;A dama das camélias;Tim Tim por Tim tim;-;-;-;Complexo de champanhe;-;Anfitrione, no Municipal;A bela tarde;-;-;Em defesa... II;Napoli torna;-;Duas peças no Arena;O doutor sovina;-;Férias de verão;-;Um plano absurdo;Ciclo do sabiá;A estreia de hoje;As visões de Simone Machard;Balada livre em louvor de Carlos Drummond de Andrade;-;Rei Lear;A atual apresentação do Auditório Itália;Lamento do oficial por seu cavalo morto;Autocrítica da crítica;Passagem de ano; Rua da madrugada;-;A ilha dos papagaios;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Teatro realista francês
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Tim Tim por Tim tim
Souza Bastos
Rio de Janeiro
1988

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fantasia;O jagunço;Ciclo;Bolsa e cachimbo;-;Le papillon;Perdi o trem!... (Oferecida a Atriz Fanny Vernaut);Tiradentes;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Cinema no Carnaval;Luz de gás;Manequim;A estreia de hoje;Il sangue verde;A ilha dos papagaios;Quando as paredes falam...;-;O casal 20;Três espetáculos: Pequeno teatro popular, Cupim, Falta um pedaço de meu marido;Port Royal;Sem entrada e sem mais nada;Caligula no Teatro Municipal;Os fantastikos;O advento do teatro romântico no Brasil;Quatro bicampeões
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Tiradentes
Moreira de Vasconcellos
São Paulo
Século XX

Cursos de teatro;Molière e Ionesco pelo elenco francês;Uma festa em Guabiroba;-;-;Corruzione al Palazzo di Guistizia;Acmet e magnânimo;Cacilda e Walmor esperam Godot;-;A escola de maridos;O Rio de Janeiro;Uma oração aos velhos: leia o pronunciamento do crítico Decio de Almeida Prado durante homenagem feita a ele em São Paulo;-;-;-;-;-;Teatro Bela Vista;Comunhão;-;Naturalismo: conclusões;-;Le Strapontin;Caderno de compilação de canções populares brasileiras;Carnaval no cinema;Il diavolo Peter;-;-;Encruzilhada;Despede-se a comédie;Lúcia;Quarto de despejo;Plano do Suplemento Literário e artístico d'O Estado de S. Paulo;The Paragon;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Corpo santo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Uma festa em Guabiroba
Assis Pacheco
São Paulo
1900

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alexandre Duval et son oeuvre dramatique;O sonho de uma noite de luar;Elegia transitiva;Canção do mais triste maio;-;Lucio Cardoso: poesias;Primeira canção do bêco (1935);Week-end com Teresinha;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempestade de ritmo, no Art-Palácio;Mocinha;De amor também se morre/Companhia Nicette Bruno;Estreia do teatro de Arena;Sei personaggi in cerca d'autore;A escola de maridos;Eurydice;-;A sempre-viva-atual cartaz da Cia. Dercy Gonçalves no TCA;A estreia de hoje;Dois espetáculos;A procura de um estilo clássico/Castro;A revolução dos beatos;Os mil e um gols desse mago, Pelé;Saudades de Lévi-Strauss;Crítica ao naturalismo
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Week-end com Teresinha
Gilda de Mello e Souza
São Paulo
maio de 1940

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Inês Ferreira da Silva Bianchi aos dois anos
Não identificado
São Paulo
1955

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Porta antiga na Calábria que inspirou o poema A porta
Não identificado
Calábria
1975

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva na praia
Não identificado
Mongaguá
1940s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva encostada em pedra na praia
Não identificado
Mongaguá
1940s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva na praia com Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva ao colo
Não identificado
Mongaguá
1940s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva e pessoas não identificadas com fantasia de marinheiros na Avenida Paulista
Não identificado
São Paulo
1930s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Theodomiro Ribeiro
Não identificado
Conchas
1916

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Entrada da cidade de Santa Sofia d'Epiro
Não identificado
Santa Sofia d'Epiro
1990s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Olival
Não identificado
Itália
1990s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Casa de venda de azeite Bugliari em Santa Sofia d’Epiro
Não identificado
Santa Sofia d'Epiro
1990s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Theodomiro Ribeiro às margens do ribeirão
Não identificado
Conchas
1910s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Entroncamento rodoviário com seta para Santa Sofia d’Epiro
Não identificado
Calábria
1990s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Vicente Ferreira da Silva a frente da casa da Rua José Clemente
Não identificado
São Paulo
1950s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Theodomiro Ribeiro montado a cavalo, ao lado de pessoa não identificada
Não identificado
Conchas
1910s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva e perfil de Theodomiro Ribeiro, com arranjo de folhas secas
Não identificado
São Paulo
1980s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Theodomiro Ribeiro e Emma Locchi Ribeiro
J. Barros
Conchas
1909

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva e Identificação parcial [Diva] quando meninas
Não identificado
São Paulo
1920s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva escreve
Inês Ferreira da Silva Bianchi
Atenas
1970s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Detalhe de um retrato a óleo de Dora Ferreira da Silva de autoria de Edmar José de Almeida
Não identificado
Itatiaia
1988

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Detalhe de telhados de casas
Não identificado
Calábria
1990s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva e Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva na casa de Inês Ferreira da Silva Bianchi
Não identificado
Ilhabela
1987

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Vicente Ferreira da Silva em almoço de confraternização de escritores
Diário de São Paulo
São Paulo
1950s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva com ramalhete de flores
Não identificado
Itatiaia
1980s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva, Vicente Ferreira da Silva e Identificação parcial [Diva] em uma estância climática não identificada
Não identificado
São Paulo
1938

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Fragmento de foto de Dora Ferreira da Silva
Não identificado
São Paulo
1930s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva, Identificação parcial [Diva], Maria Thereza Vargas e Milton Vargas
Não identificado
São Paulo
1920s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003138.jpg
Fotografia
Foto com mensagem de Natal de Identificação parcial Identificação parcial [Holle], Identificação parcial [Heinz], Identificação parcial [Theodoros] e Identificação parcial [Anna Julia]
Não identificado
Alemanha
2004

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Inês Ferreira da Silva Bianchi
Não identificado
São Paulo
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva à beira-mar
Não identificado
São Paulo
1940s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva caminha na Acrópole
Inês Ferreira da Silva Bianchi
Atenas
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Batizado de Identificação parcial [Gabriel] na Igreja Nossa Senhora da Esperança, em Moema
Não identificado
São Paulo
1984

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003143.jpg
Fotografia
Vicente Ferreira da Silva em um parque
Não identificado
São Paulo
1940s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva
Não identificado
São Paulo
1930s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Inês Ferreira da Silva Bianchi no jardim da casa da Rua José Clemente
Não identificado
São Paulo
1970s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva e pessoa não identificada escolhem laranjas
Não identificado
São Paulo
1930s

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva lê poesias em frente à Livraria Brasiliense, em Barão de Itapetininga
Não identificado
São Paulo
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003148.jpg
Fotografia
Vicente Ferreira da Silva, Identificação parcial [Pedro] e pessoas não identificadas
Não identificado
São Paulo
1920s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003149.jpg
Fotografia
Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva brinca com água no quintal de casa
Não identificado
São Paulo
1940s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003150.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva e Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva em ponte sobre o córrego ao lado da casa de Mongaguá
Não identificado
Mongaguá
1940s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003151.jpg
Fotografia
Inês Ferreira da Silva Bianchi e Bernardo Toledo Piza
Não identificado
Mongaguá
1950s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003153.jpg
Fotografia
Orquidário do Parque Municipal de Itatiaia
Não identificado
Itatiaia
1996

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003154.jpg
Fotografia
Bambuzal em Itatiaia a caminho do hotel Simon
Não identificado
Itatiaia
1996

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003155.jpg
Fotografia
Altos da Serra da Mantiqueira
Não identificado
Itatiaia
1996

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003156.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Gabriel] e Dora Ferreira da Silva ao fundo, no jardim da casa da Rua José Clemente
Não identificado
São Paulo
1985

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003157.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Gabriel] e Dora Ferreira da Silva ao fundo, no jardim da casa da Rua José Clemente
Não identificado
São Paulo
1985

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003158.jpg
Fotografia
Vista parcial do Hotel Ipê
Não identificado
Itatiaia
1996

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003159.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Gabriel] de costas ao lado de um bambuzal a caminho do Hotel Simon
Não identificado
Itatiaia
1996

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003160.jpg
Fotografia
Inês Ferreira da Silva Bianchi vestida de noiva na casa de Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva
Não identificado
São Paulo
1974

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003161.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva ao lado de uma cascata em Itatiaia
Não identificado
Itatiaia
2003

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003162.jpg
Fotografia
Criança não identificada
Não identificado
São Paulo
1920s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003163.jpg
Fotografia
Luis Vicente Ribeiro Ferreira da Silva. Regina Helena Dutra Rodrigues Ferreira da Silva e pessoas não identificadas
Não identificado
São Paulo
1960s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003164.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva, Vicente Ferreira da Silva, Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva e Ernesto Grassi, no portão da casa da rua José Clemente
Não identificado
São Paulo
1950s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003165.jpg
Fotografia
Inês Ferreira da Silva Bianchi em biodança
Não identificado
São Paulo
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003166.jpg
Fotografia
Maria Thereza Vargas, Milton Vargas, Vicente Ferreira da Silva e pessoa não identificada
Não identificado
São Paulo
2 de março de 1930

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003167.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva apoiada em parede na ponta dos pés com queixo no ombro
Não identificado
São Paulo
1940s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003168.jpg
Fotografia
Porta de entrada da Capela de São Francisco
Não identificado
Itatiaia
1960s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003169.jpg
Fotografia
Vicente Ferreira da Silva por ocasião da formatura em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco
Não identificado
São Paulo
1930s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003170.jpg
Fotografia
Casa de Mongaguá com Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva e Emma Locchi Ribeiro à frente
Não identificado
Mongaguá
1958

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003171.jpg
Fotografia
Agostinho da Silva
Não identificado
São Paulo
1960s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003172.jpg
Fotografia
Pessoa não identificada com xale
Não identificado
Local não identificado
1920s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003173.jpg
Fotografia
Casario
Não identificado
Calábria
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003174.jpg
Fotografia
Casario
Não identificado
Calábria
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003175.jpg
Fotografia
Capela de São Francisco de Assis e parte da casa de Dora Ferreira da Silva
Não identificado
Itatiaia
12 de abril de 1994

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003176.jpg
Fotografia
Criança não identificada vestida para primeira comunhão na Capela de São Francisco
Não identificado
Itatiaia
dezembro de 1974

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003177.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva, Vicente Ferreira da Silva e Identificação parcial [Diva] em estância climática
Não identificado
Local não identificado
1938

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003178.jpg
Fotografia
Theodomiro Ribeiro, de perfil, em montagem com uso de folhas secas
Não identificado
São Paulo
1980s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003179.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva a frente da Capela de São Francisco de Assis
Não identificado
Itatiaia
1996

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003180.jpg
Fotografia
Casarão da madrinha de Dora Ferreira da Silva e pessoas não identificadas em varanda
Não identificado
Conchas
1910s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003181.jpg
Fotografia
Inês Ferreira da Silva Bianchi, em peça infantil no Colégio Sacre Coeur
Não identificado
São Paulo
1960s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003182.jpg
Fotografia
Inês Ferreira da Silva Bianchi
Não identificado
São Paulo
1950s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003183.jpg
Fotografia
Criança não identificada
Não identificado
São Paulo
1990s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003184.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Felipe] com chapéu
Não identificado
São Paulo
1990

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003185.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva abraça Identificação parcial [Felipe] em frente à casa de Inês Ferreira da Silva Bianchi na Rua Normandia
Não identificado
São Paulo
1990s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003186.jpg
Fotografia
Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva, Regina Helena Dutra Rodrigues Ferreira da Silva e netos
Não identificado
São Paulo
1990s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003187.jpg
Fotografia
Criança não identificada
Não identificado
São Paulo
1990s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003188.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva
Não identificado
São Paulo
1950s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003189.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Anna Julia]
Não identificado
Alemanha
2004

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003190.jpg
Fotografia
Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva
Não identificado
Santa Sofia d'Epiro
1995

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003191.jpg
Fotografia
Olivais
Não identificado
Santa Sofia d'Epiro
1995

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003192.jpg
Fotografia
Luiza Ferreira da Silva
Não identificado
Local não identificado
1990s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003193.jpg
Fotografia
Vicente Ferreira da Silva
Não identificado
São Paulo
1920s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003194.jpg
Fotografia
Vicente Ferreira da Silva com beca de formando na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco
Não identificado
São Paulo
1930s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003195.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva
Não identificado
Conchas
27 de março de 1919

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003196.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva, Inês Ferreira da Silva Bianchi e criança não identificada na varanda de chalé
Não identificado
Itatiaia
1960s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003197.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Holle] e [Anna Julia] nas ruínas gregas
Não identificado
Grécia
1997

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003198.jpg
Fotografia
Péricles Sampaio
Não identificado
São Paulo
1920s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003199.jpg
Fotografia
Árvore
Não identificado
Itatiaia
1980s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003200.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva, Identificação parcial [Celso] e Identificação parcial [Edmar]
Não identificado
São Paulo
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003201.jpg
Fotografia
Casamento de Dora Ferreira da Silva e Vicente Ferreira da Silva
Não identificado
São Paulo
1936

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003202.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva no quintal da casa de Inês Ferreira da Silva Bianchi, na rua Normandia, em Moema
Não identificado
São Paulo
1980s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003203.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva na praia
Não identificado
Mongaguá
1940s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003204.jpg
Fotografia
Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva no jardim da casa da rua José Clemente
Não identificado
São Paulo
1954

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003205.jpg
Fotografia
Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva no jardim da casa da rua José Clemente com pessoa não identificada
Não identificado
São Paulo
1954

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003206.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva sentada ao lado da lareira na casa da Rua José Clemente
Não identificado
São Paulo
1990s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003207.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva em foto de estúdio
Rojima
São Paulo
26 de março de 1946

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003208.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva
Não identificado
São Paulo
1940s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003209.jpg
Fotografia
Presépio
Não identificado
São Paulo
2005

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003210.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Gabriel] ao lado da cachoeira Véu de Noiva
Não identificado
Itatiaia
1987

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003211.jpg
Fotografia
Casa de Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva, com pessoa não identificada em frente
Não identificado
Ilhabela
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003212.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva e pessoas não identificadas
Não identificado
São Paulo
1930s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003213.jpg
Fotografia
Capela de São Francisco de Assis
Não identificado
Itatiaia
1992

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003214.jpg
Fotografia
Vicente Ferreira da Silva em jardim
Não identificado
São Paulo
1930s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003215.jpg
Fotografia
Identificação parcial [Gabriel]
Não identificado
Itatiaia
1980s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003216.jpg
Fotografia
Identificação parcia [Holle] sentada na mureta da casa da rua José Clemente
Não identificado
São Paulo
1980

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003217.jpg
Fotografia
Consagração da Capela de São Francisco pelo Padre José
Não identificado
Itatiaia
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Vicente Ferreira da Silva na Praia do Gonzaga
Não identificado
Santos
1950s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003219.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva na Casa de Repouso Artemísia
Não identificado
Local não identificado
1980s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva com Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva no colo no quintal de casa
Não identificado
Local não identificado
1948

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da Silva e pessoa não identificada
Não identificado
Local não identificado
1990s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Interior da Capela de São Francisco de Assis com pia batismal mineira do século XVIII
Não identificado
Local não identificado
1990s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Grupo do Arouche e Dora Ferreira da Silva
Não identificado
Local não identificado
20 de março de 1926

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Dora Ferreira da Silva sobe a Acrópole
Inês Ferreira da Silva Bianchi
Atenas
1970s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Interior de uma cidade
Não identificado
Calábria
1995

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Capela de São Francisco
Não identificado
Itatiaia
1994

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Fotografia
Inês Ferreira da Silva Bianchi e Identificação parcial [Gabriel] caminham no bosque
Não identificado
Itatiaia
1980s

-
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003228.jpg
Fotografia
Dora Ferreira da Silva no terceiro ano
Não identificado
São Paulo
maio de 1932

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003235.jpg
Carta
Confirmação de recebimento do livro Inventário
Dário Moreira de Castro Alves
Local não identificado
3 de janeiro de 1977

-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003236.jpg
Carta
Agradecimento pelo envio do livro O tigre de bengalas, de Elisa Lispector
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
30 de junho de 1985

Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;O novo livro da professora;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003240.jpg
Carta
Convite para o evento Tarde do Livro em homenagem a Rachel de Queiroz e aos quarenta anos do livro O Quinze
Associação Brasileira de Imprensa
Rio de Janeiro
9 de outubro de 1970

Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;-;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;-;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;-;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003243.jpg
Carta
Agradecimento pelo presente. Votos de boas festas
Maria Barreto
Local não identificado
24 de dezembro de 1931

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003247.jpg
Carta
Pedido de desculpa por atraso no envio de texto. Notícias sobre últimos acontecimentos
Nataniel Dantas
Brasília
10 de outubro de 1970

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003249.jpg
Carta
Envio de cheque referente aos direitos autorais do livro Sangue no sol, de Elisa Lispector
Editora de Brasília
Brasília
18 de março de 1971

-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;-;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003250.jpg
Carta
Envio de cheque referente aos direitos autorais do livro Sangue no sol, de Elisa Lispector
Editora de Brasília
Brasília
27 de maio de 1971

A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;Duas histórias;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003252.jpg
Carta
Envio do conto Sangue no sol e de dados biográficos para inclusão em antologia
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
13 de junho de 1978

-;-;-;-;Elegia II;Além da fronteira: romance;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003253.jpg
Carta
Notícias sobre a publicação do livro O conto brasileiro: de suas origens aos nossos dias, organizado por Flávio Macedo Soares
Editora de Brasília
Brasília
30 de novembro de 1970

-;O novo livro da professora;Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003255.jpg
Carta
Envio de contrato referente a publicação do conto A ilha no livro Elas por elas: assim escrevem as mulheres, organizado por Sonia Coutinho
Editora Alfa-Ômega
São Paulo
21 de junho de 1978

CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;Quinze contam histórias em benefício da ABBR;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003263.jpg
Carta
Envio de contrato de edição. Notícias sobre orelha de livro
Editora de Brasília
Brasília
21 de agosto de 1969

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003265.jpg
Carta
Notícias sobre o livro O muro de pedras junto à comissão do Instituto Nacional do Livro. Notícias sobre pagamento da Editora de Brasília
Editora de Brasília
Brasília
20 de março de 1972

-;-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Notícias sobre envio de exemplares do livro No exílio
Editora de Brasília
Brasília
12 de março de 1972

Duas histórias;A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Notícias sobre a edição do livro [No exílio], de Elisa Lispector. Pedido de ficha catalográfica do livro. Notícia sobre a possível publicação do livro antes do Natal
Editora de Brasília
Brasília
17 de novembro de 1971

Anotações sobre Água viva II;Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Confirmação de recebimento de carta de Elisa Lispector. Notícias de viagem ao Rio de Janeiro para receber prêmio oferecido pela Academia Brasileira de Letras
Editora de Brasília
Brasília
22 de junho de 1971

-;O novo livro da professora;Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Confirmação de recebimento de carta contendo lista de nomes de críticos. Notícias sobre festa de lançamento de livro. Envio de exemplares
Editora de Brasília
Brasília
9 de abril de 1970

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;-;Uma discípula da vida;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Pedido de desculpa na distribuição do livro Sangue no sol no Rio de Janeiro. Explicações pela demora na resposta à carta anterior. Notícia da morte de Flávio Macedo Soares
Editora de Brasília
Brasília
14 de novembro de 1970

Para comprovar através de...;Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Envio de livro e pedido de favor para a entrega do mesmo. Pedido de cópia do livro No exílio. Promessa de envio de cópia de contrato
Editora de Brasília
Brasília
15 de outubro de 1970

-;Quinze contam histórias em benefício da ABBR;CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Archive/Collection: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Comunicado de recusa da publicação do livro No Exílio
Alfred A. Knopf Incorporated
Nova Iorque
9 de novembro de 1972

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;-;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Resposta e confirmação de comparecimento ao evento Tarde do Livro na Associação Brasileira de Imprensa
Elisa Lisector
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1970

CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;Quinze contam histórias em benefício da ABBR;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Agradecimento pela publicação do livro No exílio. Envio de exemplar
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
1 de março de 1972

A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Notícia da impossibilidade de integrar comissão de leitura do Instituto Nacional do Livro
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
10 de agosto de 1970

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Agradecimento pela nomeação de via pública da cidade com nome de Clarice Lispector
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
15 de setembro de 1978

-;O novo livro da professora;Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Pedido de notícias sobre a vida pessoal. Pedido de notícias sobre inclusão do conto Sangue no sol no livro O conto brasileiro
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
15 de maio de 1973

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;Uma discípula da vida;-;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Pedido de alteração de texto para orelha do livro No exílio
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
8 de janeiro de 1971

Para comprovar através de...;Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Pedido e sugestão de alteração de texto para orelha do livro [No exílio]
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
1 de novembro de 1970

-;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;-;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;-;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Confirmação de recebimento de carta. Pedido de pagamento de direitos autorais. Pedido referente à distribuição do livro No exílio às livrarias
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
19 de abril de 1972

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;-;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Confirmação do recebimento de exemplares dos livros Sangue no sol e No exílio
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
30 de março de 1972

Além da fronteira: romance;-;-;-;-;Elegia II;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Indagação acerca da data de publicação do livro No exílio. Sugestão para a revisão. Manifestação de curiosidade sobre o lançamento do livro O conto brasileiro, organizado por Flávio de Macedo Soares
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
16 de junho de 1971

-;O novo livro da professora;Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Notícia de desconhecimento do nome do gerente da Editora de Brasília. Pedido de encaminhamento de carta a ele. Notícias sobre o livro O muro de pedras, de Elisa Lispector
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
30 de março de 1972

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;-;Uma discípula da vida;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Manifestação de apreço. Confirmação de recebimento de carta. Notícias sobre a situação do livro O muro de pedras, de Elisa lispector, no Instituto Nacional do Livro
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
15 de março de 1972

Para comprovar através de...;Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Confirmação do recebimento de exemplares do livro No exílio. Considerações a respeito da edição do livro. Comentário sobre a paginação. Pedido de exemplares do livro Sangue no sol. Comentário sobre a falta de exemplares do livro no Rio de Janeiro
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
28 de fevereiro de 1972

-;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;-;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;-;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Pedido de acompanhamento do processo de revisão do livro No exílio. Pedido dos originais de volta após a publicação
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
29 de novembro de 1971

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;-;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Confirmação de recebimento de carta. Manifestação de alegria pela publicação de livro antes do Natal. Pedido de ocultação de data de nascimento na ficha catalográfica do livro
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
21 de novembro de 1971

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Comentário sobre livro de Almeida Fischer. Notícia sobre a entrega de livro. Indagação acerca de cópia de contrato prometida em carta anterior
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
8 de novembro de 1970

Fundado o Instituto Judaico Brasileiro de Pesquisa Histórica;Pen Clube assume convênio com UFRJ e elege sócios titulares;-;[Notas];-;Duas estreias: da meditação existencial à sátira política;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Confirmação de recebimento de material remetido Editora de Brasília. Pedido de verificação de livro de Almeida Fischer
Elisa Lispector
Brasília
12 de agosto de 1970

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Envio do original do livro No exílio. Sugestão para capa. Notícias do lançamento do livro Sangue no sol, de Elisa Lispector
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
1 de junho de 1970

Quinze contam histórias em benefício da ABBR;CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Comentários sobre seleção de nomes de críticos para o livro [No exílio]. Notícia da espera de exemplares
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
5 de abril de 1970

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;-;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Confirmação de recebimento de cópia de carta para a Livraria José Olympio Editora. Comentário sobre possível tradução do romance No exílio pela Editora Massada
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
16 de novembro de 1987

-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;-;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Comentário sobre a demora da publicação do livro No exílio. Sugestão para que a revisão seja feita por Elisa Lispector. Reclamação sobre os pagamentos referentes ao livro Sangue no sol
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
16 de outubro de 1971

-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003341.jpg
Carta
Confirmação de recebimento de cheque referente aos direitos autorais do livro Sangue no sol. Envio de recibo
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
10 de junho de 1971

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Notícia sobre tiragem dos livros O muro de pedras, Inventário e O dia mais longo de Thereza
Editora Rocco
Rio de Janeiro
30 de janeiro de 1980

Pen Clube assume convênio com UFRJ e elege sócios titulares;-;[Notas];-;Duas estreias: da meditação existencial à sátira política;Fundado o Instituto Judaico Brasileiro de Pesquisa Histórica;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003381.jpg
Carta
Notícias sobre envio de exemplares do livro Sangue no sol, de Elisa Lispector
Editora de Brasília
Brasília
10 de março de 1972

Para comprovar através de...;Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Telegrama
Cumprimentos pela posse no Ministério da Educação e Cultura
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
4 de novembro de 1969

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;-;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Telegrama
Agradecimento pelo cumprimento pela posse no Ministério da Educação e Cultura
Jarbas Passarinho
Rio de Janeiro
25 de novembro de 1969

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Telegrama
Agradecimento pelo telegrama. Agradecimento pelo cumprimento pelo recebimento de prêmioebimento do Prêmio de Educação Visconde Porto Seguro
Jarbas Passarinho
Rio de Janeiro
29 de setembro de 1970

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;Uma discípula da vida;-;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta
Confirmação de recebimento do contrato e devolução do mesmo assinado. Sugestão para capa de nova edição do livro [No exílio]
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
26 de agosto de 1969

-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;-;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carmen Balcells Agência Literária
Dossiê referente a Carmen Balcells Agência Literária formado pelo contrato de 6 de maio de 1987; prestação de contas, de 8 de junho de 1988; prestação de contas, de 30 de agosto de 1988
Rio de Janeiro
1987 - 1988

-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Dossiê
Dossiê referente ao Conselho Federal de Técnico de Administração formado por protocolo, de 12 de dezembro de 1968; fotocópia de página do Diário Oficial, de janeiro de 1969; carta de Elisa Lispector ao Presidente do Conselho Federal de Técnico de Administração/Não identificado, de 30 de março de 1971; ofício circular n.º 1528 do Conselho Regional de Técnico de Administração 7º Região/Onofre de Barros, de 30 de outubro de 1978; carta de Elisa Lispector ao Presidente do Conselho Regional de Técnico de Administração 7º Região/Não identificado, de 1 de dezembro de 1978; ofício n.º 076/79 do Conselho Regional de Técnico de Administração 7º Região/Antonio José de Pinho a Elisa Lispector, de 23 de janeiro de 1979; notificação do Sindicato dos Técnicos de Administração no Estado do Rio de Janeiro/Wagner Siqueira, de 20 de dezembro de 1982; carta de Elisa Lispector ao Presidente do Conselho Regional de Técnicos de Administração 7º Região/Wagner Siqueira, de 18 de janeiro de 1983
Conselho Federal de Técnico de Administração
Rio de Janeiro
1968 - 1983

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003443.jpg
Carteira
Identificação do nome, número de matrícula, data de nascimento e assinatura de Elisa Lispector. Informação de prazo de validade
Instituto Brasil-Estados Unidos (Ibeu)
Rio de Janeiro
1980s

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Boletim
Lançamento das notas de Elisa Lispector obtidas no Curso de Crítico de Arte
Academia de Teatro da Fundação Brasileira de Teatro
Local não identificado
Século XX

Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;Anotações sobre Água viva II;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003445.jpg
Carteira de identidade
Identificação civil de Elisa Lispector
Secretaria de Estado de Segurança Pública
Local não identificado
13 de maio de 1972

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003446.jpg
Certidão
Tradução da atestação do casamento de Pedro Lispector e Marieta Lispector
Tabelião Lino Moreira
Rio de Janeiro
3 de novembro de 1938

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003447.jpg
Certidão
Atestação do casamento de Pedro Lispector e Marieta Lispector
Não identificado
Local não identificado
1915

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003448.jpg
Certidão
Tradução da atestação do nascimento de Elisa Lispector
Registros de Títulos e Documentos
Recife
13 de dezembro de 1926

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003449.jpg
Certidão
Atestação do óbito de Elisa Lispector
Quinta Circunscrição do Registro Civil das Pessoas Naturais
Rio de Janeiro
1 de janeiro de 1989

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;-;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003450.jpg
Demonstrativo
Discriminação de proventos, adicional de tempo de serviço inativo, abono especial e imposto de renda de Elisa Lispector
Ministério de Trabalho
Rio de Janeiro
outubro de 1988

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003451.jpg
Certidão
Não identificado
Local não identificado
1915

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003452.jpg
Certidão
Não identificado
Local não identificado
1915

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003453.jpg
Certificado
Atestação da conclusão e do bom aproveitamento por Elisa Lispector do Curso de Crítico de Arte
Academia de Teatro da Fundação Brasileira de Teatro
Rio de Janeiro
17 de março de 1958

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003454.jpg
Certificado
Atestação da aprovação de Elisa Lispector nos exames de habilitação na 5ª série com informação das disciplinas e notas
Colégio Ottati
Rio de Janeiro
14 de março de 1938

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003455.jpg
Certificado
Atestação da aprovação de Elisa Lispector no exame de Correspondência Comercial de Cartas de propaganda e de Elaboração de Anúncios
Escola Royal Prática
Recife
19 de maio de 1933

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003456.jpg
Diploma
Conferição da conclusão por Elisa Lispector do Curso Elementar de Francês
Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil
Rio de Janeiro
19 de dezembro de 1956

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003457.jpg
Certificado
Atestação da aprovação de Elisa Lispector na cadeira de Sociologia do curso Ciências Sociais no ano de 1943 com informação da nota obtida
Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil
Rio de Janeiro
29 de agosto de 1946

Duas histórias;A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003458.jpg
Certificado
Atestação da aprovação de Elisa Lispector na cadeira de Sociologia do curso Ciências Sociais no ano de 1945 com informação da nota obtida
Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil
Rio de Janeiro
29 de agosto de 1946

Além da fronteira: romance;-;-;-;-;Elegia II;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003459.jpg
Certificado
Atestação da conclusão de Elisa Lispector do 4º ano de curso oferecido pelo Instituto Brasil-Estados Unidos
Instituto Brasil-Estados Unidos
Rio de Janeiro
11 de dezembro de 1956

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003460.jpg
Certificado
Atestação da conclusão de Elisa Lispector do 6º ano de curso oferecido pelo Instituto Brasil-Estados Unidos
Instituto Brasil-Estados Unidos
Rio de Janeiro
9 de dezembro de 1959

-;O novo livro da professora;Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003461.jpg
Certificado
Atestação da conclusão de Elisa Lispector do 2º ano de curso oferecido pelo Instituto Brasil-Estados Unidos
Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa
Rio de Janeiro
21 de dezembro de 1949

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;-;Uma discípula da vida;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003462.jpg
Cartão de Inscrição do Contribuinte (CIC)
Identificação do cadastro de pessoa física de Elisa Lispector
Receita Federal
Local não identificado
Século XX

Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;Para comprovar através de...;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003463.jpg
Editora Antares
Dossiê referente a Editora Antares formado pelo contrato, de 6 de junho de 1983; recibo, de 24 de agosto de 1983; recibo, de 18 de julho de 1984; prestação de contas, de 30 de junho de 1986
Rio de Janeiro
1983 - 1986

Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;-;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;-;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;-;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003464.jpg
Editora de Brasília (Ebrasa)
Dossiê referente a Editora Antares formado pelo contrato, de 26 de agosto de 1969; recibo, de 12 de abril de 1972; recibo, de 13 de maio de 1972; nota fiscal, de 22 de maio de 1972; recibo, de 24 de maio de 1972; contrato, de 19--
Brasília
1969 - 1972

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;-;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003465.jpg
Instituto Nacional do Livro
Convênio de coedição entre Instituto Nacional do Livro e Elisa Lispector
Rio de Janeiro
14 de maio de 1971

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003466.jpg
José Olympio
Dossiê referente a José Olympio formado pelo contrato, de 10 de dezembro de 1984; contrato, de 12 de dezembro de 1985; demonstrativo, de 1988
Rio de Janeiro
1984 - 1988

Pen Clube assume convênio com UFRJ e elege sócios titulares;-;[Notas];-;Duas estreias: da meditação existencial à sátira política;Fundado o Instituto Judaico Brasileiro de Pesquisa Histórica;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003467.jpg
Contrato
Modelo de contrato de edição de obra entre autor e editora
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003468.jpg
[Pastas]
Dossiê com pastas que acondicionavam documentos de Elisa Lispector: ?, 2ª via, 3ª via, III minha, A última porta, Agência contrato e correspondência, Além da fronteira (contrato), Clubes, Colaboração para Aonde Vamos?, Conferência do Peru, Diplomas, Elisa/No exílio/No exílio e Sangue no sol, Examinar com atenção, Instituto Nacional do Livro, Jornal do Commercio, Minha pasta: Procuração de Tania..., No exílio e Sangue no sol, O muro, O muro de pedras, O tigre de bengala, Prestação de contas, Registro de Títulos e Documentos do Distrito Federal, Ronda, Sindicato
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003469.jpg
Hölderlin: a proximidade e a distância do sagrado
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;Batem os sinos da Igreja de S. Rafael...;Morrer por Saigon;Pois, Fernando, eu gostaria...;As aventuras no mundo da higiene: observações feitas pelo dr. Paulo Chaves;Erico Verissimo;Discurso de recepção do Juca Pato;Ainda o incidente da marquesa;-;-;Serenata;Chegaram quase ao mesmo tempo...;Brazil... Ominous portent;Quando as pessoas idosas...;Possíveis artigos: O coronel Nestor;Caminhos cruzados;Memórias de um romancista;-;Livro polêmico...;Malazarte;-;-;-;-;Minha solidariedade ao povo húngaro...;Innocence;-;The adventures of Brasil;The Vermelha Beach;En cas de malheur;O continente;-;-;Na sua opinião, atravessa atualmente a literatura riograndense...;Drama num aquário;-;Se ainda não consegui...;As viagens de Marco e Paulo;A visit to Erico Verissimo in Virginia;-;Bom ou mau, o best-seller é um livro que vende bem;-;-;-;-;Israel em abril;-;-;A tomada do espisódio;-;Diálogo sobre o Rio Grande do Sul;Brazilian literature: an outline;-;-;-;Impossível! O único livro que escrevi...;[O retrato];-;-;Não me agrada a idéia de às pressas opinar sobre um assunto...;Sonata;Machismo;[México];-;Como lhe ocorreu a ideia de escrever O prisioneiro...;Meus encontros com Villa-Lobos;-;-;O sr. embaixador do Brasil ofereceu um almoço em honra do eminente escritor Erico Verissimo;-;-;-;-;Não julgue os EEUU pelo prisma de Hollywood;Nós nos encontramos...;The ambassador;Nunca como hoje...;Walking in dreamland...;Um sucesso na feira;O tempo e o vento;Solo de clarineta II;-;O ovo;Paulo Duarte;Dyonélio e os ratos;Viva a vida!;Como é, exatamente, o roteiro...;Solo de clarineta: memórias;Festa Nacional do Trigo (Fenatrigo);-;-;O arquipélago III: Encruzilhada;Clarissa;O senhor embaixador;O resto é silêncio;[Madrugada];Sol e mel;The general daydreams;Lanternas na floresta;As aventuras de Tibicuera;[O urso com música na barriga];Israel em abril;Solo de clarineta I;A Riviera Italiana;A história, essa fábula;Manoelito de Ornelas;A música e eu;Reflections on a literary enigma: Machado de Assis;They make fun of everything...;Minha vida era exatamente dois mil réis...;Acredita que o humor...;Prefácio;É uma alegria a gente verificar...;Home is the hunter...;It is very difficult...;Junto meu indignado...;Mário Quintana, o pé de pilão e eu;Não acha que esta é uma hora...;The novel today: Death or transmutation;Plano Toríbio às vezes me parece mais vivo e verossímil...;Quero que saibam...;Com relação aos congressos de poesia...;Mestre dos elementos estruturais da narrativa...;Preface;I would begin this short speech...;Nesta palestra aparecem caminhos...;No ano de 399 a.C., numa prisão...;Romance;Nosso princípio foi apenas ontem...;Devo a Maria Inês Klieman o meu primeiro impacto...;O pastor alemão (policial alemão)...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Verissimo volta e vai escrever para crianças;Erico Verissimo retorna a Porto Alegre;Erico Verissimo no Rotary Clube da Covilhã;Banquete em homenagem a Erico Verissimo;Verissimo contra a censura. Logicamente, contra Plínio Salgado;-;-;-;Regresso;-;-;-;Erico diz que está cansado de escrever mas não vai desistir;Memórias de Erico Verissimo em Solo de clarineta;One man's dreadful night, clever novel of loss of mind
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
003470.jpg
Festa Nacional do Trigo (Fenatrigo)
Anúncio do evento Festa Nacional do Trigo (Fenatrigo) realizado de 5 a 20 de outubro de 1975, com texto de Erico Verissimo e imagem fotográfica de Maria Angelica Abreu
Festa Nacional do Trigo
Cruz Alta
5 de outubro de 1975

-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;-;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003471.jpg
Alguns dos seus trabalhos
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003472.jpg
Documentos médicos
Dossiê referente a documentos médicos formado por atestado de vacinação antivariólica, de 15 de março de 1950; prescrição médica, de 29 de junho de 1988; diagnóstico, de 25 de julho de 1988; exame de sangue, de 16 outubro de 1988; exame fundoscópico, de 23 de setembro de 1989; prescrição médica, de 19--
Vários autores
Rio de Janeiro
1950 - 1989

A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;Duas histórias;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003473.jpg
Currículo
Dossiê referente ao currículo de Elisa Lispector formado por duas versões de Nome: Elisa Lispector; De Elisa Lispector; duas versões de Obras de Elisa Lispector; duas versões de Notas bio-bibliográficas; Livros escritos e editados e colaboração literária em jornais e revistas; Relação dos livros escritos e editados e colaboração em jornais e revistas e também comprovantes do tempo de serviço na revista Companhia Fon-Fon Editora e na Empresa Gráfica Editora Jornal do Commercio Sociedade Anônima; Empresa Gráfica Editora Jornal do Commercio Sociedade Anônima
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Além da fronteira: romance;-;-;-;-;Elegia II;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003474.jpg
Dossiê
Dossiê referente ao Conselho Regional de Técnicos em Administração, de 1978 a 1983; Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado, de 1935 a 1949; Ministério do Trabalho e Previdência Social, de 1968 a 1981; Service des Postes, de 12 de maio de 1987
Vários autores
Rio de Janeiro
1935 - 1983

Anotações sobre Água viva II;Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003475.jpg
Recibo
Dossiê referente a Marly de Carvalho, de 12 de dezembro de 1968; a First National City Bank, de 19 de maio de 1971; H. Stern, de 29 de dezembro de 1965 e 17 de outubro de 1967
Vários autores
Rio de Janeiro
1965 - 1971

-;O novo livro da professora;Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003476.jpg
Declaração
Manifestação do direito de Márcia Barki Algranti em ser beneficiária da contribuição de Elisa Lispector ao Instituto de Pensões e Assistência dos Servidores do Estado (Ipase)
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;-;Uma discípula da vida;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003477.jpg
Declaração
Anúncio do servimento federal de Elisa Lispector no cargo de Técnico em Administração
Ministério do Trabalho e Previdência Social
Rio de Janeiro
17 de março de 1969

Para comprovar através de...;Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003478.jpg
Solicitação
Pedido ao diretor do Departamento de Previdência Social do Instituto de Pensões e Assistência dos Servidores do Estado (Ipase) de consignação de pecúlio especial à pessoa de Marcia Barki Algranti
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
14 de outubro de 1980

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Paulo Mendes Campos (PMC)
003479.jpg
Carta
Paralelo entre bebedeira e a arte de construir barcos dentro de garrafas. Referência a leitura do livro O anjo bêbado, de Paulo Mendes Campos. Manifestação de saudades por Paulo Mendes Campos. Paralelo entre campos de girassóis no Chile e poema de Paulo Mendes Campos. Comentários sobre o trabalho de Márcio Moreira Alves. Sugestão para a Editora Sabiá
Márcio Moreira Alves
Local não identificado
20 de fevereiro de 1970

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;-;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003480.jpg
Grupo de salas...
Nota de endereço
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
Século XX

Ainda o incidente da marquesa;-;-;Serenata;Chegaram quase ao mesmo tempo...;Brazil... Ominous portent;Quando as pessoas idosas...;Possíveis artigos: O coronel Nestor;Caminhos cruzados;Memórias de um romancista;-;Livro polêmico...;Malazarte;Pois, Fernando, eu gostaria...;As aventuras no mundo da higiene: observações feitas pelo dr. Paulo Chaves;Erico Verissimo;Discurso de recepção do Juca Pato;-;-;-;-;The Vermelha Beach;En cas de malheur;O continente;-;-;Na sua opinião, atravessa atualmente a literatura riograndense...;Drama num aquário;-;Se ainda não consegui...;As viagens de Marco e Paulo;Minha solidariedade ao povo húngaro...;Innocence;-;The adventures of Brasil;-;-;-;Israel em abril;-;-;A visit to Erico Verissimo in Virginia;-;Bom ou mau, o best-seller é um livro que vende bem;-;[O retrato];-;-;Não me agrada a idéia de às pressas opinar sobre um assunto...;Sonata;Machismo;[México];-;Como lhe ocorreu a ideia de escrever O prisioneiro...;Meus encontros com Villa-Lobos;A tomada do espisódio;-;Diálogo sobre o Rio Grande do Sul;Brazilian literature: an outline;-;-;-;Impossível! O único livro que escrevi...;O sr. embaixador do Brasil ofereceu um almoço em honra do eminente escritor Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;Walking in dreamland...;Um sucesso na feira;O tempo e o vento;Solo de clarineta II;-;O ovo;Paulo Duarte;Dyonélio e os ratos;Viva a vida!;Como é, exatamente, o roteiro...;Não julgue os EEUU pelo prisma de Hollywood;Nós nos encontramos...;The ambassador;Nunca como hoje...;Morrer por Saigon;-;-;-;-;Batem os sinos da Igreja de S. Rafael...;Solo de clarineta: memórias;Festa Nacional do Trigo (Fenatrigo);-;-;O arquipélago III: Encruzilhada;Clarissa;O senhor embaixador;O resto é silêncio;[Madrugada];Sol e mel;The general daydreams;Lanternas na floresta;As aventuras de Tibicuera;[O urso com música na barriga];Israel em abril;Solo de clarineta I;A Riviera Italiana;A história, essa fábula;Manoelito de Ornelas;A música e eu;Reflections on a literary enigma: Machado de Assis;They make fun of everything...;Minha vida era exatamente dois mil réis...;Acredita que o humor...;Prefácio;É uma alegria a gente verificar...;Home is the hunter...;It is very difficult...;Junto meu indignado...;Mário Quintana, o pé de pilão e eu;Não acha que esta é uma hora...;The novel today: Death or transmutation;Plano Toríbio às vezes me parece mais vivo e verossímil...;Quero que saibam...;Com relação aos congressos de poesia...;Mestre dos elementos estruturais da narrativa...;Preface;I would begin this short speech...;Nesta palestra aparecem caminhos...;No ano de 399 a.C., numa prisão...;Romance;Nosso princípio foi apenas ontem...;Devo a Maria Inês Klieman o meu primeiro impacto...;O pastor alemão (policial alemão)...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Verissimo volta e vai escrever para crianças;Erico Verissimo retorna a Porto Alegre;Erico Verissimo no Rotary Clube da Covilhã;Banquete em homenagem a Erico Verissimo;Verissimo contra a censura. Logicamente, contra Plínio Salgado;-;-;-;Regresso;-;-;-;Erico diz que está cansado de escrever mas não vai desistir;Memórias de Erico Verissimo em Solo de clarineta;One man's dreadful night, clever novel of loss of mind
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
003481.jpg
Israel em abril
Folhas encadernadas com rascunho do livro de memórias Israel em abril
Erico Verissimo
Porto Alegre
abril de 1969

Fundado o Instituto Judaico Brasileiro de Pesquisa Histórica;Pen Clube assume convênio com UFRJ e elege sócios titulares;-;[Notas];-;Duas estreias: da meditação existencial à sátira política;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003482.jpg
[Notas]
Dossiê com notas de nomes de pessoas, de números de telefones, endereços, compromissos e refrência à lenda arturiana em folhas brancas, página de agenda e folha de caderno
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Ata
Registro dos fatos ocorridos e resoluções tomadas em assembleia do Condomínio do Edifício Praia Branca
Escritórios Krutman Administrações e Assessorias
Rio de Janeiro
24 de janeiro de 1980

CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;Quinze contam histórias em benefício da ABBR;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Ficha de inscrição
Indicação dos dependentes de Elisa Lispector. Informação do nome, nacionalidade, data de nascimento, estado civil, endereço residencial, documento de identidade, filiação, dados de lotação, dados de salário-base e dependentes de Elisa Lispector
Não identificado
Rio de Janeiro
13 de fevereiro de 1989

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Pública-forma
Conferência, subscrição e assinatura em público do conteúdo do documento, de 22 de março de 1937, referente a concessão da naturalização brasileira a Tania Lispector Kaufmann
Cartório do 1º Ofício de Notas
Rio de Janeiro
29 de agosto de 1942

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Passaporte
Certificação para o livre trânsito de Elisa Lispector com: fotografia de Elisa Lispector; dados pessoais; indicação para quais países o passaporte é concedido; observações; carimbos de vistos
Departamento Federal de Segurança Pública
Rio de Janeiro
8 de abril de 1950

-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Pública-forma
Conferência, subscrição e assinatura em público do conteúdo do documento, de 28 de agosto de 1942, referente a nomeação de Elisa Lispector como Secretário da Câmara de Previdência Social
Cartório do 1º Ofício de Notas
Rio de Janeiro
28 de agosto de 1942

A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;Duas histórias;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Procuração
Autorização de Tania Lispector Kaufmann para transferência de poderes a Elisa Lispector para receber vencimentos, abonos, férias, benefícios, pecúlios e quaisquer outros proventos e vantagens pelo servimento ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários.
13º Ofício de Notas Esaú Braga Larangeira
Rio de Janeiro
29 de novembro de 1960

-;-;-;-;Elegia II;Além da fronteira: romance;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003489.jpg
Procuração
Nomeação de Leova Bernstein como bastante procurador de Elisa Lispector. Informação do Cadastro de Pessoa Física (CPF) de Elisa Lispector
Iris G. Seiffert, Leova Bernstein e Wilson S. Rodrigues Advogados
Rio de Janeiro
30 de julho de 1973

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Pública-forma
Conferência, subscrição e assinatura em público do conteúdo da certidão de nascimento, de 13 de dezembro de 1926, traduzida da certidão de nascimento original de Elisa Lispector, de 1911. Informação a respeito do livros de registros de nascimentos dos judeus, da filiação de Elisa Lispector e data de nascimento que constam na certidão original
12º Ofício
Rio de Janeiro
23 de novembro de 1935

Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;O novo livro da professora;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003491.jpg
Cartão de visita
Dossiê referente a cartões de visita de Augusto T. Nogueira Pinto, Antonio José de Pinho e Manoel Eraldo Santos
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Resolução
Regulação do consentimento da naturalização brasileira de Elisa Lispector
Presidência da Republica
Rio de Janeiro
20 de agosto de 1934

Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;Para comprovar através de...;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003493.jpg
Para comprovar através de...
Nota sobre o decreto n.º 61.934, de 22 de dezembro de 1967
Elisa Lispector
Local não identificado
1960s

-;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;-;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;-;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Les pas
Poema
Paul Valery
Local não identificado
Século XX

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;-;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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When you are old...
Poema
William Butler Yeats
Local não identificado
Século XX

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Elektra - ato I
Poema e desenho de partitura
Hugo Hofmannsthal
Local não identificado
Século XX

Fundado o Instituto Judaico Brasileiro de Pesquisa Histórica;Pen Clube assume convênio com UFRJ e elege sócios titulares;-;[Notas];-;Duas estreias: da meditação existencial à sátira política;-;-
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Certificado
Atestação da aprovação de Elisa Lispector na cadeira de Sociologia do curso Ciências Sociais no ano de 1944 com informação da nota obtida
Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil
Rio de Janeiro
29 de agosto de 1946

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Pública-forma
Conferência, subscrição e assinatura em público do conteúdo do documento original, de 20 de agosto de 1934, referente a naturalização brasileira de Elisa Lipector
Cartório do 1º Ofício de Notas
Rio de Janeiro
28 de agosto de 1942

-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Resolução
Regulação do consentimento da naturalização brasileira de Pedro Lispector
Presidência da Republica
Rio de Janeiro
8 de julho de 1931

Indagações metafísicas na obra de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Indagações metafísicas na obra de Elisa Lispector
Ensaio
Pietro Ferrua
Reino Unido
1979

-;-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
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Convite
Convite para o lançamento do livro Sangue no sol, de Elisa Lispector
Petite Galerie
Rio de Janeiro
17 de julho de 1970

Duas histórias;A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Cântico de amor
Poema
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Além da fronteira: romance;-;-;-;-;Elegia II;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Elegia II
Poema
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Anotações sobre Água viva II;Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Elegia para as irmãs de Israel
Poema
Não identificado
Rio de Janeiro
17 de maio de 1945

-;O novo livro da professora;Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Dados biográficos...
Perguntas a Elisa Lispector
Não identificado
Local não identificado
Século XX

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;-;Uma discípula da vida;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
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O ato de escrever...
Texto em prosa e indagação, de Elisa Lispector, acerca da autoria do texto
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Para comprovar através de...;Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
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Ribeiro! Quando és...
Poema
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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Carta
Carlyle Martins
Fortaleza
11 de setembro de 1968

Imagem padrão
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Algumas considerações sobre a dança sagrada
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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Comentário
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

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Poema da criação
Texto em prosa
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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Teologia e mitologia
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

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Estória do Príncipe-sem-Tempo
Dossiê com duas versões da peça de teatro infantil Estória do Príncipe-sem-Tempo e folhas soltas com partes da peça de teatro
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

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Falo sempre...
Poema
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;-;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
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A chuva por testemunho
Conto
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
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Bilhete
Notícia da impossibilidade de encontrar Elisa Lispector
Não identificado
Local não identificado
Século XX

A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;Duas histórias;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;Elegia II;Além da fronteira: romance;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Além da fronteira: romance
Romance
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Anotações sobre Água viva II;Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003522.jpg
Além da fronteira: romance
Romance
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;O novo livro da professora;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Amor é vivo, atraente, palpitante...
Nota
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;Uma discípula da vida;-;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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As férias de uma moça inglesa
Dossiê com duas versões do conto
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;Para comprovar através de...;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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As situações dos livros publicados em relação às editoras
Notas sobre a situação editorial de livros de Elisa Lispector já publicados
Elisa Lispector
Local não identificado
15 de julho de 1980

Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;-;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;-;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;-;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Emigrantes
Trecho do romance No exílio
Elisa Lispector
Local não identificado
1970

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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O tempo sagrado
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Inventário
Texto em prosa
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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O muro de pedras
Palestra para estudante de Letras, sobre o livro O muro de pedras, de Elisa Lispector
Elisa Lispector
Local não identificado
1977

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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De como os portugueses retomaram a Ilha dos Amores
Agostinho da Silva
Lisboa
1982

CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;Quinze contam histórias em benefício da ABBR;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003531.jpg
No caso de ser reeditado...
Nota sobre condição para reedição do livro Além da fronteira
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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No mais secreto do ser efêmero: romance
Romance
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

[Itália]
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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[Itália]
Clarice Lispector, de costas, usa coque e colar
Não identificado
Nápoles
1945

The past hook up...;Experts dispute white supremacy;[Itália];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Curso de Direito];[Curso de Direito];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];Carson McCullers
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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[Curso de Direito]
Clarice Lispector sentada, veste beca e segura o capelo, por ocasião da formatura pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil
Não identificado
Rio de Janeiro
1943

The past hook up...;Experts dispute white supremacy;[Itália];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Curso de Direito];[Curso de Direito];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];Carson McCullers
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
003535.jpg
[Curso de Direito]
Clarice Lispector sentada, veste beca e segura o capelo, por ocasião da formatura pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil
Não identificado
Rio de Janeiro
1943

The past hook up...;Experts dispute white supremacy;[Itália];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Curso de Direito];[Curso de Direito];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];Carson McCullers
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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[Itália]
Em pé, da esquerda para direita estão homem não identificado, Vasco Leitão da Cunha e casal não identificado. Sentados estão Eliane Gurgel Valente, Maury Gurgel Valente, Clarice Lispector e Mozart Gurgel Valente Jr., na Embaixada do Brasil em Roma
Não identificado
Roma
1945

[Lançamento Laços de família];The past hook up...;Experts dispute white supremacy;[Itália];[Lançamento Laços de família];[Curso de Direito];[Curso de Direito];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];Carson McCullers
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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[Lançamento Laços de família]
Clarice Lispector e homem não identificado por ocasião do lançamento do livro Laços de família
Flávio Damm
São Paulo
1960

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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O fazer literário...
Nota
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

The past hook up...;Experts dispute white supremacy;[Itália];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Curso de Direito];[Curso de Direito];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];Carson McCullers
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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[Lançamento Laços de família]
Clarice Lispector autografa exemplar por ocasião do lançamento do livro Laços de família
Flávio Damm
São Paulo
1960

[Lançamento Laços de família];The past hook up...;Experts dispute white supremacy;[Itália];[Lançamento Laços de família];[Curso de Direito];[Curso de Direito];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];Carson McCullers
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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[Lançamento Laços de família]
Clarice Lispector autografa exemplar por ocasião do lançamento do livro Laços de família
Flávio Damm
São Paulo
1960

[Lançamento Laços de família];The past hook up...;Experts dispute white supremacy;[Itália];[Lançamento Laços de família];[Curso de Direito];[Curso de Direito];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];Carson McCullers
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
003541.jpg
[Lançamento Laços de família]
Clarice Lispector autografa exemplar por ocasião do lançamento do livro Laços de família
Flávio Damm
São Paulo
1960

The past hook up...;Experts dispute white supremacy;[Itália];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Curso de Direito];[Curso de Direito];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];[Lançamento Laços de família];Carson McCullers
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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[Lançamento Laços de família]
Clarice Lispector autografa exemplar e pessoas não identificadas por ocasião do lançamento do livro Laços de família
Não identificado
São Paulo
1960

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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[Pelos caminhos da cidade estranha]
Dossiê com seis versões de texto em prosa: Pelos caminhos da cidade estranha; Libreto para um ballet fantástico; Eu vi...; As bocas cresciam e se multiplicavam; Tema para um ballet fantástico; Eu li...
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Iluminuras apresenta-nos uma linda...
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Pessoalmente considero mais interessante
Texto em prosa
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Resenha
Notas
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Poema do agradecimento
Poema
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Prêmio de poesia
Poema
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Tem horas em que...
Poema
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Uma tentativa de interpretação de Le cimetière marin
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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O sagrado perante as ideologias atuais
Tarcísio Meirelles Padilha
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Carta
Vicente Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;O novo livro da professora;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Presidente...
Nota
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Carta
Vicente Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;Para comprovar através de...;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A sensação de que o tempo...
Caderno com textos em prosa
Elisa Lispector
Local não identificado
1962

Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;-;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;-;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;-;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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[Conferência do Peru]
Relatório sobre a primeira reunião técnica promovida pela Organização Internacional do Trabalho, ocorrida em Lima, de 6 a 17 de dezembro de 1954
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
fevereiro de 1955

-;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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[Graças ao gesto tão amigo...]
Dossiê com quatro versões de palestra: Graças ao gesto tão amigo..., de 26 de novembro de 1979; Graças ao gesto tão amigo..., de 19--; Por sugestão da Profa. Telenia Hill..., de 19--; Por sugestão da Profa. Telenia Hill..., de 19--
Elisa Lispector
Local não identificado
1979

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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O tigre de bengala: contos
Contos
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Planos
Notas sobre assuntos diversos
Elisa Lispector
Local não identificado
18 de outubro de 1979

Quinze contam histórias em benefício da ABBR;CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Quinze contam histórias em benefício da ABBR
Notícia do lançamento do livro Quinze contam histórias
Não identificado
Rio de Janeiro
9 de dezembro de 1962

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Sobre o coquetel que será realizado...
Não identificado
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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15 contam histórias, reunindo contos inéditos...
Resenha
Não identificado
Local não identificado
8 de dezembro de 1962

-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A arte de Elisa Lispector
Resenha
Bella Jozef
Rio de Janeiro
outubro de 1971

A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;Duas histórias;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A despedida
Conto
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
1972

-;-;-;-;Elegia II;Além da fronteira: romance;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A difícil alegria
Resenha do livro A paixão segundo G.H., de Clarice Lispector
Não identificado
Rio de Janeiro
setembro de 1972

Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;Anotações sobre Água viva II;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen
Resenha sobre o filme Interiors, de Woody Allen
Não identificado
Rio de Janeiro
7 de agosto de 1978

Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;O novo livro da professora;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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[Envelopes]
Dossiê com envelopes que acondicionavam documentos de Elisa Lispector: No exílio, Rascunhos do último livro Frágil equilíbrio
Elisa Lispector
Local não identificado
Século XX

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;Uma discípula da vida;-;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A família de Clarice Lispector faz uma retificação...
Artigo
Carlos Swann
Rio de Janeiro
14 de dezembro de 1977

Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;Para comprovar através de...;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A fecunda união da poesia com a pintura
Entrevista
Reynaldo Bairão
Rio de Janeiro
9 de março de 1977

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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Ele sentia que nunca...
Bloco de notas com desenhos, textos em prosa e nota de endereço
Clarice Lispector
Local não identificado
Século XX

A herança da solidão
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A herança da solidão
Artigo
Maria Amélia Mello
Rio de Janeiro
18 de fevereiro de 1978

Biologically speaking...;Sr. Valdemir...;The question is...;Estar mortas ou ser o mar...
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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Estar mortas ou ser o mar...
Bloco de notas com transcrição de textos de Henri Michaux, texto em prosa, desenhos, lembrete para compra de remédios, lembrete para fazer mala, contas
Clarice Lispector
Local não identificado
Século XX

Pen Clube assume convênio com UFRJ e elege sócios titulares;-;[Notas];-;Duas estreias: da meditação existencial à sátira política;Fundado o Instituto Judaico Brasileiro de Pesquisa Histórica;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Duas estreias: da meditação existencial à sátira política
Resenhas das peças de teatro Um sopro de vida, de Clarice Lispector, adaptação de Marilena Ansaldi e José Possi Neto, e, À direita do presidente, de Vicente Pereira e Mauro Rasi
Flavio Marinho
Rio de Janeiro
4 de março de 1980

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Biologically speaking...;Sr. Valdemir...;The question is...;Estar mortas ou ser o mar...
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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The question is...
Bloco de notas com desenhos, textos em prosa em inglês, textos em prosa sobre sonho, contas, lembrete de dívida, notas sobre situação com Tania Kaufmann e transcrição de texto de Pierre de Lescure
Clarice Lispector
Local não identificado
Século XX

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A reabilitação do romance com começo, meio e fim
Artigo
Araujo Netto
Rio de Janeiro
10 de agosto de 1974

-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;-;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A rosa
Conto
Elisa Lispector
São Paulo
28 de maio de 1961

-;-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza
Artigo
Octávio de Faria
Rio de Janeiro
20 de novembro de 1965

A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;Duas histórias;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Resenha do livro Janelas fechadas, de Josué Montello
Edilberto Coutinho
Rio de Janeiro
1983

Amor
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Amor
Conto
Elisa Lispector
Local não identificado
março de 1977

Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;Anotações sobre Água viva II;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Anotações sobre Água viva II
Ensaio
Não identificado
Belo Horizonte
2 de novembro de 1974

Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;O novo livro da professora;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Aos 40, começa a juventude da velhice
Artur da Távola
Rio de Janeiro
14 de agosto de 1986

-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice
Não identificado
Rio de Janeiro
12 de dezembro de 1977

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Carta
Vicente Ferreira da Silva
Santos
7 de maio de 1947

-;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;-;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;-;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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As muito rápidas
Artigo
Carlos Menezes
Rio de Janeiro
2 de setembro de 1983

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;-;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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As seis pontas da estrela
Anúncio do livro As seis pontos da estrela, de Zevi Ghivelder
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Autores nacionais animam a semana
Resenha sobre as peças de teatro Um sopro de vida, de Clarice Lispector, A direita do preseidente, de Vicente Pereira e Mauro Rasi e A serpente, de Nelson Rodrigues
Flavio Marinho
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
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Deuses celestes
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

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Introdução
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;Quinze contam histórias em benefício da ABBR;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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CAIC financia quatorze livros
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
29 de dezembro de 1966

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
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Carta a Hilda Hilst
Carta
Lygia Fagundes Telles
São Paulo
19 de dezembro de 1971

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Em que pesem as considerações...
Carta
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
10 de maio de 1985

-;-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração
Artigo
Mônica Falcone
Rio de Janeiro
21 de setembro de 1983

Duas histórias;A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Um retrato montado com fragmentos
Resenha do livro A bela e a fera, de Clarice Lispector
Luiz Henrique Romagnoli
Rio de Janeiro
17 de novembro de 1979

Além da fronteira: romance;-;-;-;-;Elegia II;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Clarice Lispector é sepultada
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
12 de dezembro de 1977

Anotações sobre Água viva II;Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
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Clarice Lispector esconde um objeto gritante
Entrevista
Germana Lamare
Rio de Janeiro
6 de março de 1972

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O fascínio do sagrado
Texto em prosa
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;-;Uma discípula da vida;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...
Notícia
Carlos Menezes
Rio de Janeiro
3 de abril de 1981

Para comprovar através de...;Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Clarice Lispector: um sopro de plenitude
Resenha do livro Um sopro de vida, de Clarice Lispector
Bella Josef
Belo Horizonte
8 de dezembro de 1979

Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;-;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;-;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;-;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Clarice: primeiras e últimas histórias
Resenha do livro A bela e a fera: contos, de Clarice Lispector
Myriam Campello
Rio de Janeiro
6 de janeiro de 1980

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;-;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
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Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro
Notícia de lançamento de livros
Carlos Menezes
Local não identificado
29 de fevereiro de 1984

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Sacralizações cósmicas. Homologação antropocósmica
Texto em prosa
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

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Cartão-postal
Dora Ferreira da Silva
Paris
12 de outubro de 1974

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
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Duas escritoras
Resenha sobre o livro Ronda solitária, de Elisa Lispector
Geraldo de Freitas
São Paulo
dezembro de 1954

CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;Quinze contam histórias em benefício da ABBR;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Edições recentes
Resenha sobre o livro O muro de pedras, de Elisa Lispector
Rolmes Barbosa
São Paulo
31 de agosto de 1963

A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Elas por elas
Não identificado
Rio de Janeiro
29 de julho de 1978

-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;-;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Elisa Lispector ficcionista
Resenha sobre o livro Inventário, de Elisa Lispector
Octávio de Faria
Rio de Janeiro
8 de março de 1978

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Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Relatos sobre a rotina diária no sítio do Ipê
André Lara Resende
Brasília
6 de dezembro de 1960

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Nascente do poema
Poema
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Numa antiquissima cerimonia...
Artigo
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

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O sagrado celeste ou urânico
Ensaio
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

-;O novo livro da professora;Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Discutível solilóquio com caráter bem feminino
Resenha sobre o livro Corpo a corpo, de Elisa Lispector
Gastão de Holanda
Rio de Janeiro
11 de agosto de 1983

Agricultura II;-;-;Os cinco sentidos;-;Boas festas, bom Natal;Tradição brasileira;Hitler;-;O mais cruel dos males;-;-;O mundo dentro de casa;-;-;Turistas;Cabeça-Rosilha;-;-;Recado do Ceará;-;-;Carta aberta ao ministro da Previdência;La fama y la realidad;-;-;-;Ver São Paulo a vôo de pássaro;Desvio de vocação;-;-;Para onde vais?;Academia Brasileira de Letras;-;Feminismo;-;-;A fila do óleo;-;-;-;-;-;Cremilda y el fantasma (IV);-;-;-;Nelson, David;-;Porte de arma;[Festas];-;Santa Maria Egipcíaca;História;-;-;De mãe é universal;-;Masculino e feminino;-;-;-;Depois das chuvas;-;-;-;-;Eu só comparo estas pesquisas eleitorais;-;-;-;Riqueza e desencanto;No oitão branco;-;-;Nunca vi tanto santo junto!;-;-;A vida e os outros;-;Enterro dos ossos;-;-;Agricultura;-;Futurando;-;O governo e o nosso vale de lágrimas;-;Saudades do almirante;A cultura, o poder e o teatro;-;-;O homem e suas obras;-;Genealogia da família Queiroz;Fichas bibliográficas;A vida de D. Pedro I;Bibi faz rir e chorar e faz chorar;Cavalo de Troia;Dezembro, 1947;Fim do espetáculo;Literatura infantil;Nacionalização do Vale do Itajaí;O anão gigante;O livro estrangeiro;O viajante;Profissão de mulher;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Vestibular, vestibular;A imponderável aflição de estar vivo;A quem pedir socorro?;Cantiguinha de sufoco;Cidade;Já chega de más notícias;Los cincuenta;O caso dos nomes de batismo;O doce carioca;O susto da primeira vez;Promessa de eleição;SOS, Ibama! Socorro, Ecologia!;Pesquisa de linguagem de armas e objetos para construção de Memorial de Maria Moura;Ano Novo
Arquivo/Coleção: Rachel de Queiroz (RQ)
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Genealogia da família Queiroz
Caderno com texto em prosa sobre a genealogia da família Queiroz
Antonio Cirilo de Queiroz
Quixadá
1890

Para comprovar através de...;Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Experiência de um romancista
Ensaio
Adonias Filho
Belo Horizonte
9 de fevereiro de 1974

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Poema-brinquedo-para-quem-ama-excessivamente-os-gatos
Poema
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

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Pressentimento e mulher
Poema
Dora Ferreira da Silva
Local não identificado
Século XX

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Fotos 3x4, de ontem
Depoimento sobre Manuel Bandeira, Candido Portinari, Octávio Tarquínio de Sousa, Cecília Meireles, Gastão Cruls, Emílio Guimarães Moura, Graciliano Ramos, Clarice Lispector, Milton Campos, Oswald de Andrade, Cartola, Osório Barbosa, Aníbal M. Machado, Cacilda Becker, Américo Facó, Augusto Meyer, Tomás Santa Rosa, Heitor Villa-Lobos, Anita Malfatti, Vinicius de Moraes, Álvaro Moreyra, Osvaldo Goeldi, Mário de Andrade, Heitos dos Prazeres, Eneida, Frutuoso Viana, Eugênia Álvaro Moreyra, Lima Barreto, Murilo Araújo
Não identificado
Rio de Janeiro
25 de julho de 1981

Fundado o Instituto Judaico Brasileiro de Pesquisa Histórica;Pen Clube assume convênio com UFRJ e elege sócios titulares;-;[Notas];-;Duas estreias: da meditação existencial à sátira política;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Fundado o Instituto Judaico Brasileiro de Pesquisa Histórica
Artigo
Não identificado
Local não identificado
15 de janeiro de 1953

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Gota de milagre
Notícia
Roberto Reis
Rio de Janeiro
22 de junho de 1985

CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;Quinze contam histórias em benefício da ABBR;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Hora de Clarice
Notícia da expectativa do lançamento do livro A hora da estrela, de Clarice Lispector
Não identificado
Rio de Janeiro
15 de dezembro de 1977

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Impressões de uma viagem
Crônica
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
13 de julho de 1950

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Carta
Agradecimento pelo envio do livro Andanças, de Dora Ferreira da Silva. Comentários sobre o livro
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
8 de fevereiro de 1971

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Comentários sobre a série de poemas Telefonemas, de Dora Ferreira da Silva
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
22 de janeiro de 1982

Duas histórias;A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Josué Montello refaz seu romance
Eduardo F. Alves
Rio de Janeiro
Século XX

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Cartão
Poema
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
5 de maio de 1982

Anotações sobre Água viva II;Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Notícia
Ismênia Dantas
Local não identificado
Século XX

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Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Cartão
Comentários sobre a poesia de Dora Ferreira da Silva
Carlos Drummond de Andrade
Rio de Janeiro
2 de janeiro de 1989

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;-;Uma discípula da vida;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice
Artigo
Norma Couri
Rio de Janeiro
7 de março de 1980

Para comprovar através de...;Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Morte apaga estrela de Clarice Lispector
Notícia da morte de Clarice Lispector
Não identificado
Rio de Janeiro
10 de dezembro de 1977

-;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;-;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;-;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Mulher domina novo romance brasileiro
Resenha
Não identificado
Rio de Janeiro
14 de abril de 1963

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;-;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Mulher domina o novo romance brasileiro
Notícia
Não identificado
Belém
2 de junho de 1963

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Mulheres escrevem
Notícia do lançamento do livro O conto da mulher brasileira, organizado por Edla Van Steen
Não identificado
Rio de Janeiro
9 de setembro de 1978

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
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Carta
Vilém Flusser
16 de março de 1980

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Nossa grande Clarice
Artigo sobre Clarice Lispector
Octávio de Faria
Rio de Janeiro
12 de dezembro de 1977

Quinze contam histórias em benefício da ABBR;CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Novela
Resenha sobre o livro O tigre de Bengala, de Elisa Lispector
Olívio Montenegro
Rio de Janeiro
30 de janeiro de 1955

A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003637.jpg
O ano literário de 1977
Crônica
Octávio de Faria
Rio de Janeiro
11 de janeiro de 1978

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003638.jpg
O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector
Artigo
Lúcia Helena
São Paulo
11 de agosto de 1974

-;-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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O inventor do real
B.P. Singer Features
Rio de Janeiro
5 de julho de 1969

A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;Duas histórias;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003640.jpg
O muro das pedras
Notícia
Octávio de Faria
Rio de Janeiro
agosto de 1963

Além da fronteira: romance;-;-;-;-;Elegia II;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003641.jpg
O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego
Resenha sobre o livro Inventário, de Elisa Lispector
Não identificado
Ribeirão Preto
agosto de 1963

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003642.jpg
Carta
Notícia do voto no livro Poemas da estrangeira, de Dora Ferreira da Silva, por ocasião do Prêmio Jabuti
Ivan Junqueira
Rio de Janeiro
31 de dezembro de 1997

Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;O novo livro da professora;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003643.jpg
O novo livro da professora
Resenha sobre o livro Inventário, de Elisa Lispector
Josué Montello
Rio de Janeiro
maio de 1984

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003644.jpg
Carta
Notícia do conhecimento da remissão de carta de Dora Ferreira da Silva, por meio do amigo em comum Per Johns. Comentários sobre a notícia de Dora Ferreira da Silva de escrever por dinheiro. Referência a falta de leitores. Referência a nomes de escritores que são lidos
Ivan Junqueira
Rio de Janeiro
17 de dezembro de 2000

Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;Para comprovar através de...;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003645.jpg
O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana
Entrevista
Regina Igel
São Paulo
7 de julho de 1985

Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;-;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;-;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;-;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003646.jpg
Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo
Entrevista
Odete Lara
Rio de Janeiro
24 de novembro de 1969

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Dora Ferreira da Silva (DFS)
003647.jpg
Carta
Benedito Nunes
Belém
30 de setembro de 1978

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003648.jpg
Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Entrevista
Stella Leonardos
Rio de Janeiro
agosto de 1978

Pen Clube assume convênio com UFRJ e elege sócios titulares;-;[Notas];-;Duas estreias: da meditação existencial à sátira política;Fundado o Instituto Judaico Brasileiro de Pesquisa Histórica;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003649.jpg
Pen Clube assume convênio com UFRJ e elege sócios titulares
Artigo
Carlos Menezes
Rio de Janeiro
1 de março de 1982

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: João Gilberto Noll (JGN)
003650.jpg
Abri a janela...
Dossiê formado por caderno com o texto em prosa Abri a janela... e por caderneta com o texto em prosa Sentei na terceira cadeira...
João Gilberto Noll
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
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Correio eletrônico
Notícias do recebimento de livro de Ivan Lessa. Elogio à edição do livro e à escrita de Ivan Lessa. Referência ao Pasquim. Felicitações pela publicação do livro Ivan vê o mundo
Mario Sergio Conti
Local não identificado
28 de setembro de 1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
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Correio eletrônico
Agradecimento pelo envio de músicas. Expressão de sentimentos suscitados por músicas. Referência a Edmund Husserl. Referência a cantores
Mario Sergio Conti
Local não identificado
5 de outubro de 1997

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
003653.jpg
Correio eletrônico
Comparação entre textos de Luiz Fernando Verissimo e Diogo Mainardi. Referência aos livros Ivan vê o mundo e Garotos da fuzarca, de Ivan Lessa. Manifestação de saudades de Paris. Notícias sobre a vida pessoal. Envio de fotos pelo correio. Notícias do livro Notícias do Planalto: a imprensa e Fernando Collor. Comentários sobre a vida profissional. Referência a Identificação parcial [Odette] e Identificação parcial [Lina]. Referência a programa de Alberto Dines
Mario Sergio Conti
Local não identificado
24 de novembro de 1999

-;-;A véspera do livro: O dia mais longo de Thereza;-;Apesar da chuva amigos vão enterrar Clarice;-;-;-;-;-;A arte de Elisa Lispector;Cientistas italianos descobrem que a Terra pulsa como um coração;O inventor do real;Quem é o nosso maior intelectual?;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003654.jpg
Quem é o nosso maior intelectual?
Artigo
Rio de Janeiro
27 de abril de 1986

A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;Duas histórias;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras
Artigo
Suplemento Literário de Minas Gerais
Belo Horizonte
27 de outubro de 1979

-;-;-;-;Elegia II;Além da fronteira: romance;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Réquiem para Clarice
Artigo
Alceu Amoroso Lima
Rio de Janeiro
12 de janeiro de 1978

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
003658.jpg
Correio eletrônico
Referência a atuação de Helio Fernandes na imprensa. Comentários sobre a repercussão do livro Notícias do Planalto: a imprensa e Fernando Collor na imprensa. Referência ao jornal Folha de S.Paulo. Referência à crítica de Identificação parcial [Otavio] ao livro Notícias do Planalto: a imprensa e Fernando Collor. Envio de matérias sobre o livro Notícias do Planalto: a imprensa e Fernando Collor
Mario Sergio Conti
Local não identificado
2 de dezembro de 1999

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
003659.jpg
Correio eletrônico
Reprodução de troca de e-mails entre Identificação parcial [Carlos] e Identificação parcial [Bráulio]
Mario Sergio Conti
Local não identificado
2 de dezembro de 1999

Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;Para comprovar através de...;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003660.jpg
Sepultada Clarice Lispector
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
12 de dezembro de 1977

Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;-;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;-;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;-;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector
Notícia
Não identificado
Rio de Janeiro
12 de dezembro de 1977

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
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Carta
Comentários sobre a vida profissional. Comentários sobre o cenário político brasileiro. Considerações sobre livro de Paulo Francis. Referência a divulgação ilustrada com imagem de Antônio Maria
Mario Sergio Conti
São Paulo
Século XX

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003663.jpg
Situação do conto moderno brasileiro
Entrevista
Suplemento Literário de Minas Gerais
Belo Horizonte
1981

Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;Para comprovar através de...;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Sobre quem ganhou um prêmio
Artigo
Não identificado
Rio de Janeiro
24 de maio de 1963

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Sorriso e cicatriz
Artigo
Antonio Carlos Villaça
Rio de Janeiro
agosto de 1979

CAIC financia quatorze livros;Edições recentes;Hora de Clarice;-;Novela;-;Quinze contam histórias em benefício da ABBR;-;-;-;No caso de ser reeditado...;Supremacia feminina
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Supremacia feminina
Artigo
Alcantara Silveira
São Paulo
27 de junho de 1964

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003667.jpg
Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano
Artigo
Edilberto Coutinho
Local não identificado
junho de 1984

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;15 contam histórias, reunindo contos inéditos...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Em que pesem as considerações...;-;Elisa Lispector ficcionista;-;-;-;-;-;-;-;O discurso do silêncio: a narrativa dinâmica de Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;Carmen Balcells Agência Literária;Alguns dos seus trabalhos;A chuva por testemunho;A rosa;Texto/improviso;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[Ministério do Trabalho e Previdência Social];-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Texto/improviso
Artigo
Laís Corrêa de Araujo
Belo Horizonte
2 de março de 1974

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
003669.jpg
Carta
Envio de livro e artigo
Mario Sergio Conti
Local não identificado
Século XX

A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;Duas histórias;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003670.jpg
Um pássaro perdido
Artigo
Antonio Carlos Villaça
Rio de Janeiro
10 de março de 1983

-;-;-;-;Elegia II;Além da fronteira: romance;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003671.jpg
Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro
Artigo sobre a peça de teatro Um sopro de vida, de Clarice Lispector, adaptação de Marilena Ansaldi e José Possi Neto
Não identificado
Rio de Janeiro
7 de agosto de 1979

Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;Anotações sobre Água viva II;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama
Artigo sobre a peça de teatro Um sopro de vida, de Clarice Lispector, adaptação de Marilena Ansaldi e José Possi Neto
Alberto Beutenmuller
Local não identificado
Século XX

Dados biográficos...;-;Amor é vivo, atraente, palpitante...;-;-;O novo livro da professora;-;-;-;-;-;Presidente...;[Envelopes];Aos 40, começa a juventude da velhice;Discutível solilóquio com caráter bem feminino;Um sorriso para Elisa;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Um sorriso para Elisa
Notícia
Rio de Janeiro
15 de setembro de 1963

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;Uma discípula da vida;-;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003674.jpg
Uma discípula da vida
Crônica
Sarah Marques
Local não identificado
agosto de 1948

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Ivan Lessa (IL)
003675.jpg
Carta
Comentários sobre escritores e críticos brasileiros. Referência ao Folhetim. Referência a Identificação parcial [Terence]. Referência a Beatrice Webb e Cervantes. Referência a Jaguar. Considerações sobre José Lino Grunewald. Referência a Mário Faustino. Referência ao Jornal Manchete, a pedro Bloch e a Nelson Rodrigues. Comentários sobre a história de Ivan Lessa com Pound. Referência a Pound, Mário Faustino e Torquato Neto. Referência a comemoração dos 80 anos do Drummond. Referência a Reagan. Referência a Identificação parcial [Julio]. Informações sobre envio de pagamento do Pasquim
Mario Sergio Conti
São Paulo
Século XX

Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;-;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;-;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;-;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003676.jpg
Uma judia brasileira em Israel
Elisa Lispector
Rio de Janeiro
12 de agosto de 1954

When you are old...;[Graças ao gesto tão amigo...];As seis pontas da estrela;Começo de caminho: o áspero amor após 17 anos volta outro;-;-;-;Vida, morte, ficção: tecidos de luz;-;-;-;Instituto Nacional do Livro;Grupo de salas...;Mulher domina o novo romance brasileiro;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
003677.jpg
Vida, morte, ficção: tecidos de luz
Resenha sobre o livro O tigre de bengala, de Elisa Lispector
Sonia Coutinho
Rio de Janeiro
2 de junho de 1985

Poesia;Álbum de conhecimentos gerais;Em arte nada se cria, nada se perde, tudo se transforma;Fotóptica internacionaliza mostra de vídeo;Ana Cristina Cesar: poemas inéditos;Eu a 10/12/66;-;O Eu profundo e os outros Eus;Contos como terapêutica;Volta à manchete;A poesia em alta conquista o grande público;Poesia em todos os momentos;Dedicatória;Tudo que eu nunca te disse;A condição poética;Hop-Frog...;Ana Cristina Cesar;A réplica;Armando Freitas Filho e Cristina...;Ana C. traduzida em imagens;La imagen de la naturaleza en la física actual;Literatura, documentário e política cultural;Essa ausência de uma Ana presente;A vida na província;Comunicamos seu falecimento...;Já não é a alma que fala;La féminité;-;Ontem a melancolia...;Vizinhos do sul revelam sua cara no vídeo;Poeticamente incorreto;-;-;-;A teus pés;Leitura de poesia moderna traduzida;Nunca estão por acaso...;Só;Desesperinho;A beleza maldita apreendida De Cor;Leio Inéditos e dispersos, da Ana Cristina Cesar...;Alguma poesia;Ana Cristina, o salto da poesia para a morte;Kamikazes em Sampa;Os livros de 1998;Cabeça;Telegráficas;[A morte da Literatura Brasileira];História extensa da Língua Portuguesa
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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História extensa da Língua Portuguesa
Notas; parte de livro com texto sobre a civilização romana
Maria Luiza Cesar
Local não identificado
Século XX

Suicídio: a única saída?;[Palavras já foram];Much ado about nothing;Álvaro de Campos;Femmes, une autre écriture?;Comunidade: Comunidade: Número especial comemorativo do Natal;Rubens Gerchman: o voyeur amoroso;[Escrevo só e];Escola de Comunicação da UFRJ;A tradição liberta nos pampas;A herança polêmica dos filhos da PUC;Ana Cristina Cesar: lettre de Paris - França;Jornal da Juventude Infantil: Viva a mãe!...;Fragmentos da tormenta;O Mundo: Espetacular!!! O reverendo...;Poética da angústia;A poesia vista através do movimento;-;Carlinhos Oliveira vai ganhar biografia;-;Play it again, Sam - Woody Allen;Paisagem varada pelo desejo;V Mostra de Dança/Corpo Escola de Dança/O Grupo Corpo reapresenta...;Artes e ofícios da poesia;Poesia de passagem - Segunda edição;-;-;-;-;Guantes de gamuza y otros poemas;Instituto Souza Leão - 1976;R-65: Aqui está o número 2...;Tudo que eu...;Poeta extrai riqueza da recusa;Sob o signo de escorpião;Ana Cristina;De corpo inteiro;A teus pés;Do Toddy ao tédio;Dicionário lista, mas não explica suicídio;Castello lança seu Inventário...;Ana Cristina Cesar (1952-83): Señales de un diario;Luvas de pelica (ou cartões mágicos voadores);A fragilidade da condição humana (Tributo a Ana Cristina Cesar);La fin d'une parade misogyne: la psychanalyse lacanienne;[Sol/Fogueira/Pássaros na árvore]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Bilhete
Manifestação de saudades em forma de poema
Ana Cristina Cesar
Local não identificado
Século XX

Pessoalmente considero mais interessante;-;[Pastas];Sorriso e cicatriz;-;-;-;-;-;A literatura da década de 70 não soube harmonizar o processo romanesco com gosto do grande público;Duas escritoras;Gota de milagre;Nossa grande Clarice;Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Yllen Kerr pergunta Elisa Lispector responde
Entrevista
Yllen Kerr
Rio de Janeiro
14 de agosto de 1963

[Pássaro];Obras de Richard Strauss
Arquivo/Coleção: Clarice Lispector (CL)
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[Pássaro]
Pássaro
Não identificado
Local não identificado
Século XX

[Encontro Nacional dos Poetas]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Encontro Nacional dos Poetas]
Painéis com anúncios do Festival Internacional dos Poetas e evento sobre a mulher, na estação de metrô Tobalaba
Não identificado
Santiago
2001

Duas histórias;A despedida;-;Um retrato montado com fragmentos;Josué Montello refaz seu romance;O muro das pedras;Renard Perez: Meu livro reflete a boêmia de Copacabana, suas mazelas e ternuras;Um pássaro perdido;-;-;-;-;-;Cântico de amor;A posição de Lasar Segall em relação à pintura brasileira;Josué Montello: a volta de Janelas fechadas, 40 anos depois e o último romance
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Duas histórias
Textos em prosa Uma cachorrinha e A gata boba
Paulo Gurgel Valente
Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;Elegia II;Além da fronteira: romance;-;A difícil alegria;Clarice Lispector é sepultada;O muro de pedras, Prêmio José Lins do Rego;Réquiem para Clarice;Um sopro de vida de Clarice Lispector/Marilena Ansaldi: do livro ao palco: a dança do movimento puro;Soneto;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Soneto
Poemas Soneto e A sombra do quadrante
Eugenio de Castro
Local não identificado
Século XX

Clarice Lispector esconde um objeto gritante;Um sopro de vida: Clarice no palco em balé e drama;Dissipabitur capparis;-;A estreia do Interiors: os sussurros dramáticos de Woody Allen;Anotações sobre Água viva II;-;-;-;Elegia para as irmãs de Israel;Além da fronteira: romance;Lúcia faz literatura e ajuda a ABBR
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Dissipabitur capparis
Paul Claudel
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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No exílio é uma obra de maior significação
Considerações sobre o livro No exílio
Aaron Neumann
Local não identificado
Século XX

A família de Clarice Lispector faz uma retificação...;-;-;Marilena Ansaldi: um sopro de Clarice;Uma discípula da vida;-;-;-;-;O ato de escrever...;As férias de uma moça inglesa;Clarice Lispector, Maria Julieta Drummond de Andrade...;O mundo ficcional de Elisa Lispector
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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O mundo ficcional de Elisa Lispector
Telenia Hill
Rio de Janeiro
7 de janeiro de 1981

Ribeiro! Quando és...;Sepultada Clarice Lispector;As situações dos livros publicados em relação às editoras;A sensação de que o tempo...;Eu bebo a manhã...;Clarice Lispector: um sopro de plenitude;Experiência de um romancista;-;Para comprovar através de...;-;-;-;-;Editora Antares;A fecunda união da poesia com a pintura;Morte apaga estrela de Clarice Lispector;O tigre de bengala: os pólos invisíveis da solidão humana;Sobre quem ganhou um prêmio;2ª edição
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Eu bebo a manhã...
Poema e desenhos de bocas e rostos
Lobo da Costa
Local não identificado
Século XX

Elisa Lispector filha de...;Cadernos da ABBR, um registro permanente;No exílio;Marcia Kaufmann...;Na semana passada, o júri composto...;Palestina - o milagre do século;Par délicatesse...;A obra literária como verdade implícita;Ente = pessoa...;De Clarice Lispector: Marilena Ansaldi em Um sopro de vida;A Wizo na vida de Eretz Israel;As pastas dos livros...;Marilena: uma execução pública no ato de existir;Da filantropia...;-;Questionário: 1- Qual o seu conceito...;-;-;Terceira força na literatura israelense;Pelo Dr. José Schimidt...;Mulher domina novo romance brasileiro;Celebração;José Luiz de Almeida Nogueira Porto...;Epifania;A perenidade da obra de Scholem Aleichem;Cada livro representa...;Não perca: Um sopro de vida;No exílio;Em Entre quatro paredes Sartre afirma...;Elisa Lispector, nossa antiga colaboradora...;No exílio;-;Gabriel Garcia Marques: só se aprende a escrever escrevendo;-;Clarice Lispector será sepultada amanhã no Cemitério Israelita do Caju;Best-sellers judaicos nos EEUU;Flaubert e a arte de escrever;As portas de Sion;Contrato com...;Nelson Rodrigues subtitulou...;No exílio;Flash nº 2;Grupo de auxiliadores da A São Paulo...;Only in america;O romance moderno...;Editora de Brasília (Ebrasa);Vultos femininos na história judaica;Império - Princípio da República;15 contam histórias;Lance-livre;Concepção sartriana do judaismo;De entre todos os seres viventes...;Um raro sopro de vida em cena;No exílio;Frágil equilíbrio: ficção;Lispector, Elisa: no exílio...;Os judeus na literatura americana I;Páginas importantes...;Vultos femininos na história judaica;Sim, li Sartre...;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Why I am a Jew de David de Sola Pool, Thomas Nelson & Sons - Nova York;-;-;Les pas;Emigrantes;[Conferência do Peru];As muito rápidas;Clarice: primeiras e últimas histórias;Sepultado no Caju o corpo da escritora Clarice Lispector;Uma judia brasileira em Israel;Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor;-;-;-;[Jornal do Commercio];Agradeço o envio do discurso...;Cada encontro com...;Como vai o romance no Brasil...;Documentos importantes...;E Georges Simenon...;Martha - nos monólogos...;Eu vi...;Fragmento: uma grandeza...;Há estado de espírito...;Martha permaneceu no cais...;O prazo legal...;Os originais destas pastas...;[Para a mulher];Pasta da 2ª edição...;Permaneci entorpecida no quarto ensolarado...;Sobre o filme...;Sobre a interpretação...;Industry was only...;O lado de dentro da alma;Camus antes de todos: direito, sincero;20 histórias curtas;A história judaica;As influências sofridas por Kafka;Autor versus crítico;Contos americanos;Elisa Lispector tem encontrado...;No exílio;No exílio;No exílio;No exílio;O último justo;Os conflitos de Kafka;Os judeus na literatura americana II;Precisamos de você!!;The victim;Vultos femininos na história judaica;Vultos femininos na história judaica;Atenção ao público, Prêmio Clarice Lispector;Clarice Lispector é sepultada com ritual judaico;Clarice Lispector: a mulher que veio de longe;Clarice Lispector: missa da ressurreição;Desenhos espontâneos indígenas;Está circulando em todo o Brasil a edição especial de Aonde Vamos?;Jovens, irmãos!;Ler e escrever;Marketa dos anjos;Réquiem para o Sítio (VI): Emilia e o grande desafio da liberdade...;Um mergulho permanente no sonho e na vida;Uma peça e um livro;Elisa Lispector;Elisa Lispector, o dia mais longo de Thereza;José Olympio, 50 anos;Lispector: um nome que garante boa (às vezes ótima) literatura;-
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Lendo Telenia: poetisa do poeta pintor
Poema
Mario Sombra
Local não identificado
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Una alcuzarra en tu casa...
Poemas Una alcuzarra en tu casa... e Del cabello más sutil...
Fernando Jaumandreu Obradors
Local não identificado
Século XX

Mulheres escrevem;José Olympio;Situação do conto moderno brasileiro;Inventário;O ficcionista;-;-;Elektra - ato I;[Pelos caminhos da cidade estranha];O tigre de bengala: contos;Autores nacionais animam a semana;Fotos 3x4, de ontem;Para Elisa Lispector, mesmo a literatura de cunho intimista não se realiza de forma gratuita
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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O ficcionista
Poema
Elias José
Local não identificado
Século XX

[Vue de la Côte Ouest du Détroit de la Baye de Rio-Janeiro. Pain de sucre.]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Vue de la Côte Ouest du Détroit de la Baye de Rio-Janeiro. Pain de sucre.]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[Vista do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Vista do Rio de Janeiro]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[Côte du Brésil. Entrée de la Baie de Rio Janeiro.]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Côte du Brésil. Entrée de la Baie de Rio Janeiro.]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

(Panorama da baía do Rio de Janeiro tomado de Santa Teresa)
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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(Panorama da baía do Rio de Janeiro tomado de Santa Teresa)
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

(Panorama da baía do Rio de Janeiro tomado de Santa Teresa)
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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(Panorama da baía do Rio de Janeiro tomado de Santa Teresa)
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

(Panorama da baía do Rio de Janeiro tomado de Santa Teresa)
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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(Panorama da baía do Rio de Janeiro tomado de Santa Teresa)
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

(Panorama da baía do Rio de Janeiro tomado de Santa Teresa)
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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(Panorama da baía do Rio de Janeiro tomado de Santa Teresa)
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[La barque de Guarda Mor (Capitaine du Port) de Rio Janeiro]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[La barque de Guarda Mor (Capitaine du Port) de Rio Janeiro]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[Danse de Nègres Musiciens jouant les instruments de leur pays.]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Danse de Nègres Musiciens jouant les instruments de leur pays.]
Paul Harro-Harring
Brasil
circa 1840

[La negresse accusée de vol]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[La negresse accusée de vol]
Paul Harro-Harring
Brasil
circa 1840

[Brésilien s'imaginant avoir rencontré son esclave fugitif]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Brésilien s'imaginant avoir rencontré son esclave fugitif]
Paul Harro-Harring
Brasil
circa 1840

[Escravizada recebendo punição]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Escravizada recebendo punição]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[Vista do Rio de Janeiro]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Vista do Rio de Janeiro]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[St. John´s Highlands forme panorama]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[St. John´s Highlands forme panorama]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[St. John´s Highlands forme panorama]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[St. John´s Highlands forme panorama]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[St. John´s Highlands Baie de St. Jean de Macaé. Isle de S. Anna]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[St. John´s Highlands Baie de St. Jean de Macaé. Isle de S. Anna]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[Isles de Sa. Anna Debarquement  d'esclaves nègres]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Isles de Sa. Anna Debarquement d'esclaves nègres]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[Scène d'ouverture  d'une vente publique de nègres. Marchant de nègres et son maquignon]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Scène d'ouverture d'une vente publique de nègres. Marchant de nègres et son maquignon]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
circa 1840

[Cena em uma venda: marinheiros negociam com negras]
Arquivo/Coleção: Paul Harro-Harring
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[Cena em uma venda: marinheiros negociam com negras]
Paul Harro-Harring
Rio de Janeiro
1843

Edifício Martinelli
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Edifício Martinelli
Edifício Martinelli, construído entre 1925 e 1929 pelo empresário italiano Giuseppe Martinelli, visto do vale do Anhangabaú. Situa-se entre a avenida São João, a rua Líbero Badaró e a rua São Bento. O edifício, na época o mais alto e o maior em área construída na capital paulista, seria ocupado plenamente apenas em meados dos anos 30.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Vale do Itororó
Vale do Itororó, que se estende do espigão da avenida Paulista até o Centro, ao norte, ocupado atualmente pela via expressa 23 de Maio. Foto feita nas proximidades do atual viaduto Pedroso, vendo-se na linha do horizonte a fachada posterior do edifício Martinelli. O vale do Itororó, no trecho entre a rua Pedroso e o espigão, apresentava uma "atmosfera rural" com hortas ou restos de mata, até o início dos anos 60, antes da abertura da avenida 23 de Maio.
Claude Lévi-Strauss
Avenida 23 de Maio
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Vale do Itororó
Vale do Itororó, que se estende do espigão da avenida Paulista até o Centro, ao norte, ocupado atualmente pela via expressa 23 de Maio.O vale do Itororó, no trecho entre a rua Pedroso e o espigão, apresentava uma "atmosfera rural" com hortas ou restos de mata, até o início dos anos 60, antes da abertura da avenida 23 de Maio.
Claude Lévi-Strauss
Avenida 23 de Maio
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Vale do Itororó
Vale do Itororó, que se estende do espigão da avenida Paulista até o Centro, ao norte, ocupado atualmente pela via expressa 23 de Maio. Foto feita nas proximidades do atual viaduto Pedroso, vendo-se na linha do horizonte a fachada posterior do prédio Martinelli. O vale do Itororó, no trecho entre a rua Pedroso e o espigão, apresentava uma "atmosfera rural" com hortas ou restos de mata, até o início dos anos 60, antes da abertura da avenida 23 de Maio.
Claude Lévi-Strauss
Avenida 23 de Maio
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Avenida São João
Avenida São João, no trecho entre o edifício dos Correios, à esquerda, e a praça Antônio Prado, ao fundo. À direira, o edifício Martinelli e, ao lado, vista parcial do edifício da Delegacia Fiscal, demolido anos depois para abertura das avenidas que ocupariam o vale do Anhangabaú. As pessoas aguardam, provavelmente, a passagem de um desfile.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Avenida São João
Avenida São João, no trecho entre o edifício dos Correios, à esquerda, e a praça Antônio Prado, ao fundo. À direira, o prédio Martinelli e, ao lado, vista parcial do edifício da Delegacia Fiscal, demolido anos depois para abertura das avenidas que ocupariam o vale do Anhangabaú. As pessoas aguardam, provavelmente, a passagem de um desfile.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Avenida São João
Avenida São João, eixo de expansão da área central da cidade, próximo à esquina da rua Ipiranga. O luminoso em neon do Ufa-Palace, ao fundo, indica a abertura das primeiras grandes salas de cinema, o que justificará a identificação da região como Cinelândia. O Ufa, posteriormente denominado Art Palácio, inaugurado em 1936 com projeto de Rino Levi, seria seguido por vários outros, como o Broadway e o Ritz, em 1941 e 1943 respectivamente, no trecho registrado nesta foto. Os edifícios na esquina com a avenida Ipiranga existem ainda hoje. Ao fundo, o prédio Martinelli.
Claude Lévi-Strauss
Avenida São João
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Avenida São João
Avenida São João, eixo de expansão da área central da cidade, próximo à esquina da rua Ipiranga. Os edifícios na esquina com a avenida Ipiranga existem ainda hoje. Ao fundo, o prédio Martinelli.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Avenida São João
Avenida São João, eixo de expansão da área central da cidade, próximo à esquina da rua Ipiranga. A avenida passa a receber grandes edifícios comerciais e residenciais, reflexo da importância da região, como indica o conjunto de apartamentos em estilo art déco, na esquina da rua Timbiras, à direita. Ao fundo, o prédio Martinelli.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Avenida São João
Avenida São João, eixo de expansão da área central da cidade, próximo à esquina da rua Ipiranga. A avenida passa a receber grandes edifícios comerciais e residenciais, reflexo da importância da região, como indica o conjunto de apartamentos em estilo art-déco, na esquina da rua Timbiras, à direita. Ao fundo, o prédio Martinelli.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Avenida São João
Avenida São João, próximo à esquina da rua Ipiranga. O luminoso em neon do Ufa-Palace, ao fundo, indica a abertura das primeiras grandes salas de cinema, o que justificará a identificação da região como Cinelândia. O Ufa, posteriormente denominado Art Palácio, inaugurado em 1936, com projeto de Rino Levi, seria seguido por vários outros, como o Cine Metro, em 1938, o Broadway e o Ritz, em 1941 e 1943 respectivamente. Ao fundo, o prédio Martinelli.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Largo do Paissandu
Avenida São João, na altura do largo do Paissandu, onde se vê, à esquerda, a torre da igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Nas laterais do largo surgirão novos cinemas, como o Bandeirantes (1939), na esquina da rua Capitão Salomão, e o Olido (1957), no local do antigo Cine Avenida (1919), à direita.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Largo do Paissandu
Avenida São João, no trecho do largo do Paissandu, onde se vê a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Nas laterais do largo surgirão novos cinemas, como o Bandeirantes (1939), na esquina da rua Capitão Salomão, e o Olido (1957), no local do antigo Cine Avenida (1919), à direita.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Largo do Paissandu
Avenida São João, no trecho do largo do Paissandu, onde se vê a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Nas laterais do largo surgirão novos cinemas, como o Bandeirantes (1939), que pode ser visto ainda em obras no fundo da fotografia, na esquina da rua Capitão Salomão, e o Olido (1957), no local do antigo Cine Avenida (1919).
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Desfile de blocos carnavalescos na rua Brigadeiro Galvão
Desfile de bloco carnavalesco, na rua Brigadeiro Galvão, no bairro de Campos Elíseos, no trecho entre as ruas João de Barros, à direita, e Conselheiro Brotero, ao fundo. A construção vista parcialmente à direita era utilizada nos anos 70 como sede do grupo Chic Show, setor da escola de samba Camisa Verde e Branco. Os bairros da Barra Funda e Campos Elíseos foram berço de sociedades como o Grupo Carnavalesco Barra Funda, que originou a Camisa Verde e Branco, e o grupo Carnavalesco Campos Elíseos.
Claude Lévi-Strauss
Rua Brigadeiro Galvão
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Desfile de blocos carnavalescos
Desfile de blocos carnavalescos que, em meados dos anos 30, seguia um extenso circuito que partia da região de Campos Elíseos, seguindo pelas avenidas Angélica, Paulista e Brigadeiro Luís Antônio, até a região central, quando percorria então a avenida São João até retornar ao ponto inicial. Os bairros da Barra Funda e Campos Elíseos foram berço de sociedades como o Grupo Carnavalesco Barra Funda, que originou a Camisa Verde e Branco, e o Grupo Carnavalesco Campos Elíseos.
Claude Lévi-Strauss
São Paulo
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Desfile de blocos carnavalescos
Desfile de blocos carnavalescos que, em meados dos anos 30, seguia um extenso circuito que partia da região de Campos Elíseos, seguindo pelas avenidas Angélica, Paulista e Brigadeiro Luís Antônio, até a região central, quando percorria então a avenida São João até retornar ao ponto inicial. Os bairros da Barra Funda e Campos Elíseos foram berço de sociedades como o Grupo Carnavalesco Barra Funda, que originou a Camisa Verde e Branco e o Grupo Carnavalesco Campos Elíseos.
Claude Lévi-Strauss
São Paulo
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Desfile de blocos carnavalescos
Desfile de blocos carnavalescos que, em meados dos anos 30, seguia um extenso circuito que partia da região de Campos Elíseos, seguindo pelas avenidas Angélica, Paulista e Brigadeiro Luís Antônio, até a região central, quando percorria então a avenida São João até retornar ao ponto inicial. Os bairros da Barra Funda e Campos Elíseos foram berço de sociedades como o Grupo Carnavalesco Barra Funda, que originou a Camisa Verde e Branco, e o Grupo Carnavalesco Campos Elíseos.
Claude Lévi-Strauss
São Paulo
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Vista de trecho da rua Cincinato Braga, a partir da residência de Lévi-Strauss
Vista de trecho da rua Cincinato Braga, entre a rua Carlos Sampaio e a avenida Brigadeiro Luís Antônio, a um quarteirão da avenida Paulista. Imagem tomada a partir da residência de Claude Lévi-Strauss, situada no nº 395 da mesma rua. A caixa-d'água, que se vê ao fundo, indica o Reservatório da Liberdade na rua 13 de Maio, ainda em atividade.
Claude Lévi-Strauss
Rua Cincinato Braga
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Vista de trecho da rua Cincinato Braga, a partir da residência de Lévi-Strauss
Rua Cincinato Braga, no trecho que se estende em direção à rua 13 de Maio. A região, a um quarteirão da avenida Paulista, passou a ser ocupada por edifícios residenciais já nos anos 60 e, duas décadas depois, por construções comerciais de grande porte. Imagem tomada a partir da residência de Claude Lévi-Strauss, situada no nº 395 da mesma rua.
Claude Lévi-Strauss
Rua Cincinato Braga
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS022.jpg
Vista de trecho da rua Cincinato Braga, a partir da residência de Lévi-Strauss
Rua Cincinato Braga, no trecho que se estende em direção à rua 13 de Maio. A região, a um quarteirão da avenida Paulista, passou a ser ocupada por edifícios residenciais já nos anos 60 e, duas décadas depois, por construções comerciais de grande porte. Imagem tomada a partir da residência de Claude Lévi-Strauss, situada no nº 395 da mesma rua.
Claude Lévi-Strauss
Bela Vista
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Residência de Lévi-Strauss, na rua Cincinato Braga
Residência de Claude Lévi-Strauss, na rua Cincinato Braga, nº 395, entre a rua Carlos Sampaio e a avenida Brigadeiro Luís Antônio. A imagem mostra seu carro estacionado em frente à casa, e o pai - Raymond - fotografando a rua.
Claude Lévi-Strauss
Rua Cincinato Braga
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS024.jpg
Trecho da rua Cincinato Braga
Rua Cincinato Braga na direção oposta à rua 13 de Maio. Vê-se o longo muro de tijolos e a torre da igreja da Imaculada Conceição, localizada na esquina com a avenida Brigadeiro Luís Antônio.
Claude Lévi-Strauss
Bela Vista
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS025.jpg
Tráfego na avenida Brigadeiro Luís Antônio
Avenida Brigadeiro Luís Antônio, principal via de acesso de então, da região para o Centro da cidade. Nota-se o intenso tráfego de pedestres, bondes e carros.
Claude Lévi-Strauss
Avenida Brigadeiro Luis Antonio
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS026.jpg
Cemitério do Araçá
Portão de entrada do cemitério do Araçá, situado à avenida Dr. Arnaldo, no bairro de Pinheiros.
Claude Lévi-Strauss
Avenida Dr. Arnaldo
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS027.jpg
Vale do Itororó, a partir da rua Xavier de Toledo
Vale do Itororó, em vista tomada da rua Xavier de Toledo. Trecho da cidade até hoje pouco documentado, que parte do espigão da Paulista descendo em direção ao centro. Ao fundo, vê-se o edifício Saldanha Marinho, situado à rua Líbero Badaró, de frente para o largo de São Francisco.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS028.jpg
Rua da Assembléia
Trecho em curva da rua da Assembléia, que permite o acesso à praça Carlos Gomes, e que desapareceria com a abertura da via expressa 23 de Maio.
Claude Lévi-Strauss
Rua da Assembléia
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS029.jpg
Rua da Assembléia
Descendo em direção ao centro, a partir do espigão da Paulista, Claude Lévi-Strauss realizou fotografias de áreas ainda não ocupadas, como o vale do Itororó. A foto mostra a rua da Assembléia, no trecho que desapareceria após a construção da via expressa 23 de Maio, ocupando o fundo do vale. Nesta imagem, uma tomada feita em direção ao espigão da avenida Paulista, vê-se no horizonte a torre e parte do convento e Igreja do Carmo, à rua Martiniano de Carvalho. Os sobrados, à direita, entre as ruas da Assembléia e Jandaia, seriam demolidos nos anos 80, revelando grande arcada em alvenaria, que funciona como muro de arrimo entre as duas vias, visível atualmente a partir da avenida 23 de Maio. O local onde está estacionado o automóvel indica a confluência da rua Asdrúbal do Nascimento.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS030.jpg
Praça Carlos Gomes
Praça Carlos Gomes, vista a partir da conexão com a rua da Liberdade. Ao fundo, a rua Rodrigo Silva.
Claude Lévi-Strauss
Praça Carlos Gomes
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS031.jpg
Panorama do vale do Anhangabaú
Panorama do vale do Anhangabaú, em imagem feita a partir do hotel Esplanada, atrás do Teatro Municipal. Em primeiro plano, os jardins da esplanada do teatro e do parque do Anhangabaú. Ao fundo, à esquerda, um dos palacetes Prates, à rua Líbero Badaró e, atravessando o novo viaduto do Chá, em fase de finalização, vê-se, em obras, o edifício-sede do grupo industrial Matarazzo (IRFM).
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

Panorama do vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS032.jpg
Panorama do vale do Anhangabaú
Panorama do vale do Anhangabaú, em imagem feita a partir do hotel Esplanada, atrás do Teatro Municipal. Em primeiro plano, os jardins da esplanada do teatro e do parque do Anhangabaú. Ao fundo, à esquerda, um dos palacetes Prates, à rua Líbero Badaró e, atravessando o novo viaduto do Chá, em fase de finalização, vê-se, em obras, o edifício-sede do grupo industrial Matarazzo (IRFM).
Claude Lévi-Strauss
Vale do Anhangabaú
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS033.jpg
Panorama do vale do Anhangabaú
Panorama do vale do Anhangabaú, em imagem feita a partir do hotel Esplanada, atrás do Teatro Municipal. Em primeiro plano, os jardins da esplanada do teatro e do parque do Anhangabaú. Ao fundo, à esquerda, um dos palacetes Prates, à rua Líbero Badaró e, atravessando o novo viaduto do Chá, em fase de finalização, vê-se, em obras, o edifício-sede do grupo industrial Matarazzo (IRFM). Na outra extremidade do viaduto, à direita da imagem, vê-se o edifício Alexandre Mackenzie, sede da The São Paulo Tramway, Light and Power Ltd - a Light, concessionária de serviços de bondes, iluminação pública e fornecimento de energia elétrica, na esquina da rua Xavier de Toledo.
Claude Lévi-Strauss
Vale do Anhangabaú
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS034.jpg
Edifício Alexandre Mackenzie, Mappin Stores e Teatro Municipal
Região da Praça Ramos de Azevedo. À esquerda, na esquina da rua Xavier de Toledo, vê-se o edifício Alexandre Mackenzie, sede da The São Paulo Tramway, Ligth and Power Ltd - a Light, concessionária de serviços de bondes, iluminação pública e fornecimento de energia elétrica. No centro da imagem, na outra esquina da Xavier de Toledo, vê-se o edifício da loja de departamentos Mappin Stores, construída em frente ao Teatro Municipal, visto aqui parcialmente.
Claude Lévi-Strauss
Praça Ramos de Azevedo
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS035.jpg
O "Centro Novo", visto a partir do hotel Esplanada
Vista do chamado "Centro Novo", região compreendida entre a rua 7 de Abril, a praça da República e a avenida São João, a partir do Hotel Esplanada, atrás do Teatro Municipal. No centro da imagem pode-se ver o Teatro Santana, na rua 24 de Maio e, à sua direita, o edifício alto que abrigava a galeria comercial Guatapará, uma das mais antigas da região. A loja Mesbla, em primeiro plano, ainda com a denominação Mestre e Blatge, mudaria anos depois para edifício ao lado da galeria, na esquina com a rua Dom José de Barros.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS036.jpg
Rua Anhangabaú
Vista da rua Anhangabaú, a partir da rua Líbero Badaró, mostrando região do cruzamento com a avenida São João. Por trás do casario baixo, em primeiro plano, que será demolido anos após para dar lugar à praça do Correio, surgem os edifícios da Delegacia Fiscal, visível à esquerda, e da sede dos Correios, à direita. Ao fundo, vê-se parte do edifício Alexandre Mackenzie e, à direita, parte do hotel Esplanada.
Claude Lévi-Strauss
Rua Anhangabaú
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS037.jpg
Rua da Liberdade
Rua da Liberdade, em ponto próximo à praça de mesmo nome, vista em direção ao Centro da cidade. Na rua misturam-se bonde, ônibus, cavalos, vacas e pedestres.
Claude Lévi-Strauss
Bairro da Liberdade
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS038.jpg
Rua da Liberdade
Bondes e vacas na rua da Liberdade, em ponto próximo à praça de mesmo nome.
Claude Lévi-Strauss
Bairro da Liberdade
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS039.jpg
Rua Santana do Paraíso
Rua Santana do Paraíso, interrompida neste trecho pelo vale do Itororó, aqui indicado pelos varais de roupas. Ao fundo a rua Vergueiro, onde se vê parte do edifício em curva situado à esquina da rua Castro Alves. À direita, os fundos do Cine-Teatro Paulistano (1928).
Claude Lévi-Strauss
Proximidades do bairro da Liberdade
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS040.jpg
Vista do vale do Itororó
Vista do vale do Itororó, próximo ao Centro, realizada provavelmente a partir de imóvel na rua da Liberdade. Os sobrados, à esquerda, foram construídos ao longo das ruas da Assembléia e Jandaia.
Claude Lévi-Strauss
Proximidades do bairro da Liberdade
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS041.jpg
Vista do vale do Itororó
Vista do vale do Itororó, próximo ao Centro, realizada provavelmente a partir de imóvel na rua da Liberdade. Ao fundo, a rua Asdrúbal do Nascimento, descendo em diagonal, a partir da avenida Brigadeiro Luís Antônio. Esta imagem forma sequência com a anterior.
Claude Lévi-Strauss
Proximidades do bairro da Liberdade
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS042.jpg
Vista do vale do Itororó
Vista do vale do Itororó, próximo ao Centro, realizada provavelmente a partir de imóvel na rua da Liberdade. Ao fundo, a rua Asdrúbal do Nascimento, descendo em diagonal, a partir da avenida Brigadeiro Luís Antônio.
Claude Lévi-Strauss
Proximidades do bairro da Liberdade
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS043.jpg
Edifício Columbus
Edifício Columbus visto de interior de imóvel. Localizado na avenida Brigadeiro Luís Antônio, próximo ao cruzamento da rua Asdrúbal do Nascimento, foi um dos primeiros edifícios de apartamentos de traços modernos da cidade de São Paulo, projetado pelo arquiteto Rino Levi e demolido décadas depois.
Claude Lévi-Strauss
Rua Brigadeiro Luís Antônio, nas proximidades do bairro da Liberdade
circa 1937

[-]
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
003LS044.jpg
Edifício Columbus
O Columbus, um dos primeiros edifícios de apartamentos de traços modernos da cidade de São Paulo, foi projetado pelo arquiteto Rino Levi. Localizado na avenida Brigadeiro Luís Antônio, próximo ao cruzamento da rua Asdrúbal do Nascimento, foi demolido décadas depois.
Claude Lévi-Strauss
Avenida Brigadeiro Luis Antonio
circa 1937

Panorama do Recife - PE
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI00171.jpg
Panorama do Recife - PE
Friedrich Hagedorn
Recife
circa 1855

9. Rio de Janeiro  Catette e entrada da Barra
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI00185.jpg
9. Rio de Janeiro Catette e entrada da Barra
Lemercier - Paris
Rio de Janeiro
1852

Rio de Janeiro de Castella
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI00186.jpg
Rio de Janeiro de Castella
Alfred Martinet
Rio de Janeiro
1852

(São Fidelis Margens do Paraíba)
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01478.jpg
(São Fidelis Margens do Paraíba)
Lemercier - Paris
Rio de Janeiro
circa 1861

(Mata Virgem)
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01479.jpg
(Mata Virgem)
Imp. Lemercier - Paris
Brasil
circa 1861

Brasilia
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01480.jpg
Brasilia
Blaeu
Brasil
circa 1662

Altra veduta del tempio della Sibilla in Tivoli
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01481.jpg
Altra veduta del tempio della Sibilla in Tivoli
Rossini
Tivoli
1824

9. Rio de Janeiro Catette e entrada da Barra
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01482.jpg
9. Rio de Janeiro Catette e entrada da Barra
Desconhecido
Rio de Janeiro
circa 1852

Rio de Janeiro Tomado de Boa-Vista da Fijuca
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01483.jpg
Rio de Janeiro Tomado de Boa-Vista da Fijuca
Desconhecido
Rio de Janeiro
1852

[Estudo para interior de aldeia indígena]
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01484.jpg
[Estudo para interior de aldeia indígena]
Franz Keller
PR
circa 1865

[Estudo para interior de aldeia indígena]
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01485.jpg
[Estudo para interior de aldeia indígena]
Franz Keller
SC
circa 1865

[Aldeia indígena em São Pedro d'Alcantara]
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01486.jpg
[Aldeia indígena em São Pedro d'Alcantara]
Franz Keller
SC
circa 1865

[Anta]
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01487.jpg
[Anta]
Franz Keller
PR
1865

[Anta abatida]
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01488.jpg
[Anta abatida]
Franz Keller
PR
1865

[Caçada à Anta no Rio Ivaí]
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01489.jpg
[Caçada à Anta no Rio Ivaí]
Franz Keller
PR
1865

Rio Ivahy vista da Colonia Thereza
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01490.jpg
Rio Ivahy vista da Colonia Thereza
Franz Keller
PR
1865

[Casal de negros]
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01491.jpg
[Casal de negros]
Joaquim Cândido Guillobel
Rio de Janeiro
s.d.

Cattleya Forbesii Epidendron e
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01492.jpg
Cattleya Forbesii Epidendron e
Joaquim Cândido Guillobel
Brasil
s.d.

Jilanosia - Cravala
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01493.jpg
Jilanosia - Cravala
Joaquim Cândido Guillobel
Rio de Janeiro
s.d.

Havana
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01494.jpg
Havana
Tho. Johnson
Havana
circa 1671

Arx Principis Guiijelmi
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01495.jpg
Arx Principis Guiijelmi
Tho. Johnson
PE
circa 1671

Nova Hispania Nova Galicia Gvatimala
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01496.jpg
Nova Hispania Nova Galicia Gvatimala
Mapa que representa a América do Norte
Tho. Johnson
circa 1671

Arx Nassov II
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01497.jpg
Arx Nassov II
Tho. Johnson
PE
circa 1671

Siara
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01498.jpg
Siara
Tho. Johnson
CE
circa 1671

Insulae Americanae in oceano Septen Trionali cum Terris adiacentibus
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01499.jpg
Insulae Americanae in oceano Septen Trionali cum Terris adiacentibus
Mapa que representa a América Central Insular
Tho. Johnson
circa 1671

Urbs Salvador
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01500.jpg
Urbs Salvador
Tho. Johnson
Salvador
circa 1671

Nova Mexico
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01501.jpg
Nova Mexico
Tho. Johnson
Cidade do México
circa 1671

Americae
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01502.jpg
Americae
Mapa que representa a América
Tho. Johnson
circa 1671

Jamaicae
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01503.jpg
Jamaicae
Tho. Johnson
Jamaica
1671

Mauritiopolis
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01504.jpg
Mauritiopolis
Tho. Johnson
PE
circa 1671

Vetus Mexico
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01505.jpg
Vetus Mexico
Tho. Johnson
Cidade do México
circa 1671

Noua Terrae - Mariae tabula
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01506.jpg
Noua Terrae - Mariae tabula
Mapa que representa os Estados Unidos
Tho. Johnson
circa 1671

De Stadt St. Martin
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01507.jpg
De Stadt St. Martin
Tho. Johnson
Ilha de São Martinho
circa 1671

Cartagena
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01508.jpg
Cartagena
Tho. Johnson
Cartagena
circa 1671

Barbados
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01509.jpg
Barbados
Tho. Johnson
Barbados
circa 1671

Boavista
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01510.jpg
Boavista
Tho. Johnson
PE
circa 1671

Callao de Lima
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01511.jpg
Callao de Lima
Tho. Johnson
Callao
circa 1671

Chili
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01512.jpg
Chili
Tho. Johnson
Chile
circa 1671

Alagoa ad Austrum
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01513.jpg
Alagoa ad Austrum
Tho. Johnson
AL
circa 1671

Porto Rico
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01514.jpg
Porto Rico
Tho. Johnson
Porto Rico
circa 1671

Truxillo
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01515.jpg
Truxillo
Tho. Johnson
Trujillo
circa 1671

Viriginiae partis australis et Floridae partis orientalis, interja centiumq3, regionumi Nova Descriptio
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01516.jpg
Viriginiae partis australis et Floridae partis orientalis, interja centiumq3, regionumi Nova Descriptio
Mapa que representa os Estados Unidos
Tho. Johnson
circa 1671

St. Francisco de Campeche
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01517.jpg
St. Francisco de Campeche
Tho. Johnson
México
circa 1671

Castrum Mauritij ad Ripam Fluminis S. Francisci
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01518.jpg
Castrum Mauritij ad Ripam Fluminis S. Francisci
Tho. Johnson
Brasil
circa 1671

Novi Belgii
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01519.jpg
Novi Belgii
Mapa que representa os Estados Unidos
Tho. Johnson
circa 1671

Venezuela cum parte Australi Novae Andalusiae
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01520.jpg
Venezuela cum parte Australi Novae Andalusiae
Tho. Johnson
Venezuela
circa 1671

Guiana fiue Amazonum regio
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01521.jpg
Guiana fiue Amazonum regio
Tho. Johnson
circa 1671

Obsidio et expugnatio portus Calvi
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01522.jpg
Obsidio et expugnatio portus Calvi
Tho. Johnson
AL
circa 1671

Potosi
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01524.jpg
Potosi
Tho. Johnson
circa 1671

Yucatan
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01525.jpg
Yucatan
Tho. Johnson
México
circa 1671

Angra op Tercera
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01526.jpg
Angra op Tercera
Tho. Johnson
circa 1671

Fluvius Grandis
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01527.jpg
Fluvius Grandis
Tho. Johnson
Brasil
circa 1671

Viztlipuztli idolum Mexicanorum
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01528.jpg
Viztlipuztli idolum Mexicanorum
Tho. Johnson
México
circa 1671

Cusco
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01529.jpg
Cusco
Tho. Johnson
Cusco
circa 1671

Urbs Domingo in Hispaniola
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01530.jpg
Urbs Domingo in Hispaniola
Tho. Johnson
Ilha de São Domingos
circa 1671

Sinus Omnium Sanctoru
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01531.jpg
Sinus Omnium Sanctoru
Tho. Johnson
BA
circa 1671

Serinhaim
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01532.jpg
Serinhaim
Tho. Johnson
PE
circa 1671

Brasilia
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01533.jpg
Brasilia
Tho. Johnson
Brasil
circa 1671

Olinda de Phernambuco
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01534.jpg
Olinda de Phernambuco
Tho. Johnson
Olinda
circa 1671

Pagus Hispanorum in Florida
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01535.jpg
Pagus Hispanorum in Florida
Tho. Johnson
Flórida
circa 1671

I. Tamaraca
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01536.jpg
I. Tamaraca
Tho. Johnson
Brasil
circa 1671

Portus Acapulco
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01537.jpg
Portus Acapulco
Tho. Johnson
Acapulco
circa 1671

Peru
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01539.jpg
Peru
Tho. Johnson
Peru
circa 1671

[Vista do Porto]
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01926.jpg
[Vista do Porto]
Desconhecido
Brasil
s.d.

[Vista do Porto]
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01927.jpg
[Vista do Porto]
Desconhecido
Brasil
s.d.

A. Geonoma Chapadensis   B.Geonoma Altissima
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01988.jpg
A. Geonoma Chapadensis B.Geonoma Altissima
Chromolitho J. Goffin Fils, Bruxelles-Midi.
MT
circa 1903

Bactris Trailiana
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01989.jpg
Bactris Trailiana
Chromolitho J. Goffin Fils, Bruxelles-Midi.
PA
circa 1903

Bactris Mindellii
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01990.jpg
Bactris Mindellii
Chromolitho J. Goffin Fils, Bruxelles-Midi.
Brasil
circa 1903

Bactris Armata
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01991.jpg
Bactris Armata
Chromolitho J. Goffin Fils, Bruxelles-Midi.
PA
circa 1903

Bactris Gastoniana
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01992.jpg
Bactris Gastoniana
Chromolitho J. Goffin Fils, Bruxelles-Midi.
AM
circa 1903

Bactris Bifida
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01993.jpg
Bactris Bifida
Chromolitho J. Goffin Fils, Bruxelles-Midi.
AM
circa 1903

Bactris Penicillata
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01994.jpg
Bactris Penicillata
Chromolitho J. Goffin Fils, Bruxelles-Midi.
Brasil
circa 1903

A. Astrocaryum Arenarium  B. Astrocaryum Acanthopodium
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
004UI01995.jpg
A. Astrocaryum Arenarium B. Astrocaryum Acanthopodium
Chromolitho J. Goffin Fils, Bruxelles-Midi.
PA
circa 1903

Edifício do Brasilianische Bank für Deutschland
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
004VP002.jpg
Edifício do Brasilianische Bank für Deutschland
Edifício de três pavimentos na esquina da rua 15 de Novembro, em primeiro plano, com rua Três de Dezembro, em direção à praça da Sé, ocupado no térreo pelo Brasilianische Bank für Deutschland. O edifício remanescente, utilizado hoje pelo BFB - Banco Francês e Brasileiro, apresenta um andar adicional. Foi construído em dois blocos, sendo que o da esquina foi erguido após 1905-1906, onde ficava anteriormente o escritório do Correio Paulistano. À direita, vê-se o prédio ocupado até a virada do século pela Casa Garraux, fundada em1860 (atual nº 250), com nome indicado no toldo. Atenção para placa de ponto de parada na luminária suspensa.
Vincenzo Pastore
Rua 15 de Novembro com 3 de Dezembro
circa 1910

Vale do Saracura
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
004VP003.jpg
Vale do Saracura
Vale do Saracura, a ser ocupado pela futura avenida Nove de Julho. Ao centro, trecho posteriormente ocupado pela praça 14 Bis (provavelmente). Ao fundo, casario na altura da rua Frei Caneca com Herculano de Freitas. Segundo o professor Carlos Lemos, essa região corresponde à Bacia do Itororó, e a foto foi tomada de um ponto próximo à rua do Sol (atual Samuel Neves).
Vincenzo Pastore
Região da atual praça 14 Bis
circa 1900

Largo da Sé
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
004VP004001.jpg
Largo da Sé
Largo da Sé, trecho da atual praça da Sé, após a demolição da antiga catedral da Sé e da igreja de São Pedro da Pedra, em 1912. Fotografia tirada na altura da rua Santa Tereza, em direção ao cruzamento das ruas Direita com 15 de Novembro. À esquerda, rua da Caixa d'Água, atual Barão de Paranapiacaba. Na esquina da rua Direita, cúpula de edifício ocupado pela famosa Casa Baruel. Nenhuma das construções persiste, exceto o edifício ao lado da Casa Baruel e o prédio alto ao fundo, com entrada pela rua Direita nº 7, conhecido como Casa Guinle (posteriormente, o térreo seria ocupado pela loja Lutz Ferrando).
Vincenzo Pastore
Área da atual praça da Sé
circa 1912

Largo da Sé
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
004VP004002.jpg
Largo da Sé
Largo da Sé, trecho da atual praça da Sé, após a demolição da antiga catedral e da igreja de São Pedro da Pedra. À esquerda, embocadura da rua 15 de Novembro; o edifício com mansarda indica esquina com largo do Tesouro. À direita da imagem, quadra atualmente ocupada por edifício da Caixa Econômica Federal, com rua da Fundição, atual Floriano Peixoto, ao fundo.
Vincenzo Pastore
Centro
circa 1912

Casario da Rua da Esperança
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
004VP005.jpg
Casario da Rua da Esperança
Rua da Esperança, depois Capitão Salomão, esquina com a travessa do Quartel. Casas de um só pavimento, com fachadas exclusivamente com portas indicando uso comercial, em processo de demolição. Ao fundo, prédio com dois pavimentos, possivelmente na rua do Teatro. Mais ao fundo, parte da fachada da igreja de Nossa Senhora dos Remédios na praça João Mendes. Ao centro, rapaz de paletó presente em outra imagem do fotógrafo.
Vincenzo Pastore
Região da atual Praça da Sé: rua da Esperança esquina com travessa do Quartel
circa 1912

Casario em demolição na rua da Esperança
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Casario em demolição na rua da Esperança
Casario em demolição, à rua da Esperança, depois Capitão Salomão, incorporada parcialmente à atual praça da Sé. Contracampo da imagem anterior (004VP005), onde se vê o mesmo rapaz com paletó. Ao fundo, eventual obras da base da nova catedral, indicadas por estruturas em madeiras atrás das casas do primeiro plano.
Vincenzo Pastore
Rua da Esperança, região da atual praça da Sé
circa 1912

Casario e lavadeira às margens do rio Tamanduateí
Archive/Collection: Vincenzo Pastore
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Casario e lavadeira às margens do rio Tamanduateí
Trecho do rio Tamanduateí ainda não retificado, junto à várzea do Carmo, atual parque D. Pedro II, na altura da rua do Hospício. À sua margem direita vê-se os fundos das edificações da rua Tabatinguera e, ao fundo, torre da igreja da Boa Morte na rua de mesmo nome, atual rua do Carmo. À esquerda, lavadeira estende roupas para secar ao chão. Notar as escadas que permitiam acesso às canoas estacionadas no rio.
Vincenzo Pastore
Região da várzea do Carmo, atual parque D. Pedro II
circa 1910

Vista do bairro da Bela Vista, a partir do viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Vista do bairro da Bela Vista, a partir do viaduto do Chá
Vale do Anhangabaú, visto em direção ao sul, para o bairro da Bela Vista, a partir do viaduto do Chá. Atualmente o trecho é ocupado pelo ponto de confluência da via expressa 23 de Maio com avenida Nove de Julho. No primeiro plano, as plantações então existentes no vale e, ao fundo, o casario do largo do Riachuelo. A rua que sobe ao fundo, para direita, é a de Santo Antônio.
Vincenzo Pastore
Vale do Anhangabaú e bairro da Bela Vista, a partir do Viaduto do Chá
circa 1911

Casa Lebre
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Casa Lebre
Edifício ocupado pela Casa Lebre, situado na esquina da rua Direita com 15 de Novembro, a partir do largo da Sé.
Vincenzo Pastore
Esquina da rua Direita com 15 de Novembro
circa 1912

Rua Direita
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Rua Direita
Rua Direita, vista em direção à rua de São Bento, no trecho em frente ao estúdio do fotógrafo, situado na calçada oposta. O quarteirão ao fundo foi demolido posteriormente para a abertura da praça do Patriarca.
Vincenzo Pastore
Rua Direita
circa 1908

Procissão na rua Direita
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Procissão na rua Direita
Cena de procissão na rua Direita, realizada provavelmente a partir do edifício onde se localizava o estúdio do fotógrafo, no número 24-A, em direção à rua São Bento. Notar, no primeiro plano à direita, detalhe do mostruário de fotos de Pastore, com seus "retratos mimosos", formato por ele e criado para colar os retratos que produzia.
Vincenzo Pastore
Centro
circa 1910

Lago e ponte em arco na praça da República
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Lago e ponte em arco na praça da República
Uma das três pontes existentes na praça da República, a única em arco, posteriormente substituída por outra em piso plano. Corresponde à primeira do conjunto, a partir da calçada da rua Ipiranga, próximo a embocadura da rua Barão de Itapetininga.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Grupo de pessoas ao redor de realejo
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Grupo de pessoas ao redor de realejo
Grupo de pessoas ao redor de realejo, à entrada de uma das três pontes existentes na praça da República. É a ponte do meio, e os postes de metal com motivos florais não existem mais. O garoto da direita, de roupa escura, foi identificado por alguns familiares como sendo Francesco Pastore (1905 - 1985), filho do fotógrafo.
Vincenzo Pastore
Praça da República ; República
circa 1910

Grupo de pessoas ao redor de realejo, na praça da República
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Grupo de pessoas ao redor de realejo, na praça da República
Grupo de pessoas ao redor de realejo, à entrada de uma das três pontes existentes na praça da República. É a ponte do meio, e os postes de metal com motivos florais não existem mais. O garoto da direita, de roupa escura, foi identificado por alguns familiares como sendo Francesco Pastore (1905 - 1985), filho do fotógrafo.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Grupo de pessoas ao redor de realejo, na praça da República
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Grupo de pessoas ao redor de realejo, na praça da República
Grupo de pessoas ao redor de realejo, à entrada de uma das três pontes existentes na praça da República. É a ponte do meio, e os postes de metal com motivos florais não existem mais. O garoto da direita, de roupa escura, foi identificado por alguns familiares como sendo Francesco Pastore (1905 - 1985), filho do fotógrafo.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Homem idoso em pequena carruagem
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Homem idoso em pequena carruagem
Homem idoso em pequena carruagem, sendo puxado por outro homem.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Crianças, em situação de trabalho infantil, jogando bola de gude
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Crianças, em situação de trabalho infantil, jogando bola de gude
Grupo de garotos agachadados na calçada, aparentemente jogando bola de gude. Ao fundo, vê-se parte de muro do novo edifício da Estação da Luz , inaugurado em 1905. Foto tirada provavelmente em frente ao Jardim da Luz, em ponto mais próximo à rua José Paulino.
Vincenzo Pastore
Estação da Luz ; Luz
circa 1910

Ferroviário lê jornal, cercado por carregadores de malas,
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Ferroviário lê jornal, cercado por carregadores de malas,
Grupo de garotos e homens na ilha central em frente à entrada principal da Estação da Luz, na fachada para o Jardim da Luz. À direita, trabalhador da ferrovia lendo jornal.
Vincenzo Pastore
Frente da estação da Luz, fachada para o jardim da Luz
circa 1910

Garotos engraxates próximos à Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Garotos engraxates próximos à Estação da Luz
Dois meninos, um deles com caixa de engraxate. Ao fundo, desfocado, trecho do novo edifício da Estação da Luz, inaugurado em 1905, visto da calçada junto ao Jardim da Luz.
Vincenzo Pastore
Jardim da Luz ; Luz
circa 1910

Meninos engraxates
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Meninos engraxates
Meninos engraxates no largo São Bento. Ao fundo, embocadura da rua São Bento, vendo-se à esquerda parte do edifício do Grande Hotel Paulista, aberto em 1890, passando a filial do Hotel Bela Vista em 1902. À direita, Hotel Rebechino.
Vincenzo Pastore
Largo São Bento
circa 1910

Retrato de homem idoso recostado em grade metálica
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Retrato de homem idoso recostado em grade metálica
Retrato de homem idoso, em trecho da rua São João em frente ao Bijou Salão, à direita, apoiado em grade metálica.
Vincenzo Pastore
Rua São João, em frente ao Bijou Salão ; Santa Adélia
circa 1910

Homem lendo jornal na porta de estabelecimento comercial
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Homem lendo jornal na porta de estabelecimento comercial
Homem sentado em banquinho na porta de estabelecimento comercial, lendo jornal. No interior vê-se propaganda de calçados Clark.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Vendedor de galinhas no mercado dos Caipiras
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Vendedor de galinhas no mercado dos Caipiras
Homem idoso, comendo, sentado em banquinho à entrada de estabelecimento com gaiolas contendo galinhas. Provavelmente trata-se de uma das entradas do mercado dos caipiras, anexo ao Mercado Municipal da rua 25 de Março com General Carneiro.
Vincenzo Pastore
Esquina da Rua 25 de Março com Rua General Carneiro ; Sé
circa 1910

Homens conversando em banco de praça
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Homens conversando em banco de praça
Dois homens conversando sentados em banco de praça não identificada, com propaganda da Casa Clark.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Duas mulheres, uma de costas, descansando em banco de praça
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
004VP021019.jpg
Duas mulheres, uma de costas, descansando em banco de praça
Duas mulheres negras sentadas em banco de praça não identificada, observadas por crianças. Uma das mulheres está de costas.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Duas mulheres conversando
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Duas mulheres conversando
Duas mulheres negras conversando na rua, uma com xale na cabeça, carregando cesta no braço.
Vincenzo Pastore
Proximidades do atual Parque D. Pedro II ; Sé
circa 1910

Mulheres conversando em área descampada
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Mulheres conversando em área descampada
Duas mulheres conversam em meio à area descampada do atual parque D. Pedro II, apenas com árvores novas e postes. Uma delas, com xale preto envolvendo a cabeça, carrega um balde no braço. Fotografia provavelmente realizada no trecho da embocadura da ladeira General Carneiro, em direção à rua do Gasômetro do outro lado do parque.
Vincenzo Pastore
Parque D. Pedro II (próximo da embocadura da Rua General Carneiro) ; Sé
circa 1910

Encontro de mulheres, próximo ao mercado dos Caipiras
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Encontro de mulheres, próximo ao mercado dos Caipiras
Duas mulheres conversam em área do atual parque D. Pedro II, nas proximidades do mercado dos caipiras. Uma delas, com xale envolvendo a cabeça, carrega um balde no braço. Ao fundo vê-se edifícios da rua 25 de Março, junto à embocadura da rua General Carneiro.
Vincenzo Pastore
Rua 25 de Março (próximo à Rua General Carneiro) ; Sé
circa 1910

Grupo de vendedoras de verduras e transeuntes
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Grupo de vendedoras de verduras e transeuntes
Grupo de mulheres conversando na calçada, duas com tabuleiros de verduras na cabeça, e uma jovem transeunte. Região próxima do atual parque D. Pedro II, por associação com o conjunto de imagens de vendedores de rua e a atividade próxima ao mercado dos caipiras. Eventualmente pode tratar-se do Brás, em trecho próximo à avenida Rangel Pestana.
Vincenzo Pastore
Proximidades do atual Parque D. Pedro II ; Sé
circa 1910

Vendedora de galinha
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Vendedora de galinha
Mulher oferece galinha para homem com tipóia. Rua adjacente ao Mercado Municipal, provavelmente 25 de Março, junto ao mercado dos caipiras.
Vincenzo Pastore
Rua adjacente ao Mercado Municipal, provavelmente Rua 25 de Março, junto ao Mercado dos Caipiras ; Sé
circa 1910

Vendedor de vassouras em rua do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Vendedor de vassouras em rua do centro da cidade
Vendedor ambulante de vassouras, em rua do centro da cidade. Trata-se, provavelmente, da rua Direita, no trecho entre rua São Bento e rua Quintino Bocaiuva.
Vincenzo Pastore
Rua Direita, no trecho entre as Ruas São Bento e Quintino Bocaiuva ; Sé
circa 1910

Vendedora em conversa com homem
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Vendedora em conversa com homem
Mulher reclinada, de costas, conversa com homem. Imagem remete a outras do conjunto do mercado dos caipiras, na rua 25 de Março, podendo aqui tratar-se do pátio interno.
Vincenzo Pastore
Mercado dos Caipiras ; Rua 25 de Março ; Sé
circa 1910

Comércio de frutas no Mercado dos Caipiras
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Comércio de frutas no Mercado dos Caipiras
Mulher e homem de camiseta listrada arrumam frutas em pilhas no chão. Ao fundo, anexo do Mercado Municipal, conhecido como mercado dos caipiras, onde se vendia aves, ovos, hortaliças e miudezas, provavelmente visto aqui na face da rua 25 de Março.
Vincenzo Pastore
Mercado dos Caipiras, anexo ao Mercado Municipal da Rua 25 de Março com Rua General Carneiro ; Sé
circa 1910

Comércio em frente ao Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Comércio em frente ao Mercado Municipal
Grupo de pessoas negociam mercadorias no chão, em frente ao Mercado Municipal, na rua 25 de Março com General Carneiro. No primeiro plano, homem reclinado sobre cesta.
Vincenzo Pastore
Esquina da Rua 25 de Março com a Rua General Carneiro ; Sé
circa 1910

Movimento em frente ao Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Movimento em frente ao Mercado Municipal
Movimento de pedestres e comerciantes com seus produtos, em frente ao Mercado Municipal, que se vê na foto, à esquerda. A rua entre o mercado e o casario é a General Carneiro. Variação da imagem anterior.
Vincenzo Pastore
Esquina da Rua 25 de Março com a Rua General Carneiro ; Sé
circa 1910

Mulher com crianças em terreno baldio
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Mulher com crianças em terreno baldio
Mulher e duas crianças em terreno baldio, junto a rua 25 de Março, próximo do Mercado Municipal. Ao fundo, provavelmente a embocadura do Beco do Colégio.
Vincenzo Pastore
Rua 25 de Março, próximo da rua General Carneiro
circa 1910

Carroça de coleta de lixo
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Carroça de coleta de lixo
Carroça estacionada na calçada, aparentemente coletando lixo, na rua Direita, em direção à Sé, no trecho entre o largo da Misericórdia e a rua São Bento. Ao fundo, cúpula de edifício da rua José Bonifácio e, à direita, fachada de edifício do largo da Misericórdia. As obras ao lado indicam o alargamento da confluência da rua Quintino Bocaiúva.
Vincenzo Pastore
Rua Direita (entre o Largo da Misericórdia e a Rua São Bento) ; Sé
circa 1910

Cavalo da carroça de limpeza pública caído no chão
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Cavalo da carroça de limpeza pública caído no chão
Cavalo da carroça de limpeza pública caído no chão, e grupo de pessoas ao redor. Rua 25 de Março esquina com rua Lourenço Gnecco, em frente ao Mercado Municipal, cuja parede se vê na imagem. Ao fundo, edificações do Pátio do Colégio, com vista do torreão do Palácio do Governo à direita. À esquerda, fundos do edifício da Secretaria de Segurança Pública.
Vincenzo Pastore
Rua 25 de Março esquina com rua Lourenço Gnecco, em frente ao Mercado Municipal
circa 1910

Carroça de cervejaria atolada na lama
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Carroça de cervejaria atolada na lama
Carroça de cervejaria atolada na lama, em terreno descampado. Homens tentam desatolar a carroça.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Ponte sobre lago na praça da República
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Ponte sobre lago na praça da República
Vista de uma das pontes da praça da República, sobre lago com rochas decorativas artificiais. Imagem tomada provavelmente da rua Ipiranga, próxima da embocadura da rua Barão de Itapetininga. A estátua que se vê é uma homenagem a Álvares de Azevedo pelo Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, inaugurada pelo barão do Rio Branco em 11 de agosto de 1907. As rochas artificiais foram parcialmente removidas em reformas nas décadas de 1980 e 90, mas a ponte lá permanece.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Grupo de pessoas sobre ponte da praça da República
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Grupo de pessoas sobre ponte da praça da República
Grupo de pessoas sobre uma das pontes da praça da República, em estilo art-noveau, com elementos metálicos, já substituída. Dentre as três pontes da praça, trata-se da mais próxima da rua Ipiranga.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Barcos no rio Tamanduateí
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Barcos no rio Tamanduateí
Trecho do rio Tamanduateí com dois barcos, um levando 4 pessoas, sendo um senhor de guarda-chuva, e o outro, 1 criança e um rapaz. Ao fundo, entre as árvores, fundos de construções, provavelmente situadas em rua paralela ao rio, correspondendo à rua Santa Cruz da Figueira, no Brás.
Vincenzo Pastore
Rio Tamanduateí, provavelmente nas proximidades da rua Santa Cruz da Figueira, no Brás
circa 1910

Barcos no rio Tamanduateí
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Barcos no rio Tamanduateí
Trecho do rio Tamanduateí, no meio da vegetação. Pode-se ver dois barcos navegando, um com o mesmo grupo de 4 pessoas da imagem anterior. Provavelmente trata-se de um dos braços do rio paralelo à rua Santa Cruz da Figueira, conforme a "Planta Geral da Capital de São Paulo", de 1897, organizado sob direção de Gomes Cardim.
Vincenzo Pastore
Rio Tamanduateí, provavelmente nas proximidades da rua Santa Cruz da Figueira, no Brás
circa 1910

Barcos no rio Tamanduateí
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
004VP023003.jpg
Barcos no rio Tamanduateí
Trecho do rio Tamanduateí, no meio da vegetação. Pode-se ver dois barcos navegando, um deles com o mesmo grupo de 4 pessoas retratado em outras imagens do fotógrafo. Provavelmente trata-se de um dos braços do rio paralelo à rua Santa Cruz da Figueira, conforme a "Planta Geral da Capital de São Paulo", de 1897, organizado sob direção de Gomes Cardim.
Vincenzo Pastore
Rio Tamanduateí, provavelmente nas proximidades da rua Santa Cruz da Figueira, no Brás
circa 1910

Figueira junto ao rio Tamanduateí
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Figueira junto ao rio Tamanduateí
Parte da base de uma grande figueira junto ao rio Tamanduateí. Em cada lado da imagem pode-se ver um barco a remo, com crianças observando e tocando a árvore. Provavelmente trata-se de um dos braços do rio paralelo à rua Santa Cruz da Figueira, conforme a "Planta Geral da Capital de São Paulo", de 1897, organizado sob direção de Gomes Cardim.
Vincenzo Pastore
Rio Tamanduateí, provavelmente nas proximidades da rua Santa Cruz da Figueira, no Brás
circa 1910

Casal trabalhando em plantação de milho
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Casal trabalhando em plantação de milho
Casal de negros trabalhando em plantação de milho.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Autorretrato de Vincenzo Pastore
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Autorretrato de Vincenzo Pastore
Autorretrato do autor em estúdio. Vincenzo Pastore em frente a cenário de pedras e plantas e apoiado em aparador com vaso de plantas.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Auto retrato de Vincenzo Pastore
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Auto retrato de Vincenzo Pastore
Auto retrato de Vincenzo Pastore, em meio corpo, envolto em um tipo de manta, acendendo um tipo de cachimbo em vela acesa.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Rio Tamanduateí, antes da retificação
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Rio Tamanduateí, antes da retificação
Trecho do rio Tamanduateí, antes da retificação, na altura do atual bairro do Glicério. Ao fundo, no alto da elevação, vê-se a torre octavada de residência situada à rua Conde Sarzedas n° 100, esquina com rua Thomas Lima. À direita, casario em direção à área central da cidade e, ao centro, junto à margem, barracos de madeira com chaminé e roupas secando no chão. A composição formal da fotografia remete à fase pictórica do autor.
Vincenzo Pastore
Rio Tamanduateí, na região do atual bairro do Glicério
circa 1910

Rebanho de ovelhas
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Rebanho de ovelhas
Rebanho de ovelhas e carneiros, em meio a vegetação. Ao fundo pode-se ver edificações, de onde pessoas observam a cena. Trata-se, por associação a outras imagens, de uma das paralelas à várzea do Carmo, provavelmente em direção a região do Glicério, bairro com menor índice de urbanização. A composição formal da fotografia remete à fase pictórica do autor.
Vincenzo Pastore
Provavelmente rua paralela à várzea do Carmo
circa 1910

Elvira Leopardi Pastore e sua filha Maria Lúcia
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Elvira Leopardi Pastore e sua filha Maria Lúcia
Elvira Leopardi Pastore e sua filha Maria Lúcia Pastore, no quintal da residência da família, à rua da Assembléia, n° 12. À esquerda, janelas do estúdio de Vincenzo Pastore.
Vincenzo Pastore
Rua da Assembléia ; Sé
circa 1908

Elvira Leopardi Pastore e sua filha primogênita, Costanza
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Elvira Leopardi Pastore e sua filha primogênita, Costanza
Elvira Leopardi Pastore e sua filha primogênita, Costanza. A menina, em imagem aparentemente alegórica, oferta moeda à senhora idosa pobre. O local onde a imagem foi feita é provavelmente o quintal da residência da família, à rua da Assembléia n° 12.
Vincenzo Pastore
Provavelmente rua da Assembléia
circa 1905

Vincenzo Pastore fotografa homem negro, em estúdio
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Vincenzo Pastore fotografa homem negro, em estúdio
Fotografia em estúdio, com cenário pintado ao fundo. Vincenzo Pastore posa operando câmera fotográfica, com um disparador de borracha, enfocando homem negro descalço. A câmera é característica dos anos 1890, que utilizava pano preto sobre todo corpo do fotógrafo e obturador de cortina sobre a objetiva.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1900

Retrato de mulher com criança no colo
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Retrato de mulher com criança no colo
Fotografia em estúdio, com cenário pintado ao fundo, de mulher negra com criança no colo.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Retrato de mulher diante da cruz, com criança chorando ao lado
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
004VP040002.jpg
Retrato de mulher diante da cruz, com criança chorando ao lado
Fotografia em estúdio, com cenário pintado ao fundo, de mulher negra ajoelhada diante da cruz, com criança chorando ao lado, no chão.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Retrato de indígena em estudio
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Retrato de indígena em estudio
Retrato de índio com arco e flechas, em estúdio adornado com cenário pintado.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1905

Retrato de três indígenas em estudio
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Retrato de três indígenas em estudio
Retrato de três índios com indumentária indígena, cocares, arco e flechas e outros acessórios, em estúdio adornado com cenário pintado. No centro, o mesmo jovem índio da imagem anterior.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1905

Retrato de mulher lendo, em múltipla exposição
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Retrato de mulher lendo, em múltipla exposição
Retrato de mulher em múltipla exposição. Em uma das cenas aparece sentada, lendo um livro, e nas outras três, em pé, observando.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Retrato de criança dentro de enorme pé de sapato.
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Retrato de criança dentro de enorme pé de sapato.
Retrato de criança dentro de enorme pé de sapato. O menino é Dante Pastore, filho do fotógrafo, conforme seu próprio depoimento, em 10 de janeiro de 1994.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1914

Retrato de criança envolta em bandeira brasileira, dentro de enorme pé de sapato.
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Retrato de criança envolta em bandeira brasileira, dentro de enorme pé de sapato.
Retrato de criança envolta em bandeira brasileira, dentro de enorme pé de sapato. Foto feita em estúdio, com cenário pintado ao fundo. O menino é Dante Pastore, filho do fotógrafo, conforme seu próprio depoimento, em 10 de janeiro de 1994.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1914

Retrato de criança sentada sobre câmera de estúdio
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Retrato de criança sentada sobre câmera de estúdio
Retrato de criança sentada sobre objetiva de câmera fotográfica de estúdio, em frente a cenário pintado. A criança foi identificada por alguns parentes como Dante Pastore, filho do fotógrafo, e por outros como Eleonor Pastore, uma das filhas.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Retrato de ferreiro
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Retrato de ferreiro
Ferreiro martelando sobre bigorna, e três garotos auxiliares.
Vincenzo Pastore
São Paulo
circa 1910

Praça do Correio
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça do Correio
Movimento de pedestres, automóveis e bonde na praça do Correio. O quarteirão à esquerda desapareceu com a abertura da avenida Prestes Maia.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Edifício da Delegacia Fiscal
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Edifício da Delegacia Fiscal
Edifício da Delegacia Fiscal, na avenida São João, defronte à praça do Correio. O edifício foi construído pela Cia. Antártica em 1916, no lugar dos teatros Bijou e Politeama, para ser o Cinema Central. Em 1921 foi vendido para o governo federal, que ali instalou a Delegacia Fiscal. Foi demolido em 1948, para o alargamento da avenida Anhangabaú. À direita, a rua Formosa.
Hildegard Rosenthal
Avenida São João, avenida Anhangabaú, Centro
circa 1940

Rua do Seminário
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Rua do Seminário
Rua do Seminário, com calçamento de paralelepípedos, rumo à praça do Correio. Ao fundo, o edifício Martinelli.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Edifício Moinho Santista
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Edifício Moinho Santista
A Sociedade Anônima Moinho Santista foi constituída em Santos, São Paulo, em 1905, e cuidava da moagem de trigo e outros cereais, comércio de farinha e farelos e fabricação de massas. O Moinho ficava no porto da cidade e, além do edifício, possuía também nove silos, os primeiros do país em construção metálica, com arcabouços de ferro trazidos da Europa.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Elizabeth Nobling no ateliê
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Elizabeth Nobling no ateliê
A escultora Elisabeth Nobiling (1902 - 1975), foi professora de Artes Plásticas na Faculdade de Arquitetura (FAU) da USP. São dela os painéis que compõem a Torre do Relógio, instalada na Cidade Universitária da USP. Os painéis são a única obra pública da artista, que abandonou o ofício por razões pessoais na segunda metade dos anos 1950. A escultora integrou o núcleo de artistas chamado Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Rino Levi, entre outros.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Elizabeth Nobling no ateliê
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Elizabeth Nobling no ateliê
A escultora Elisabeth Nobiling (1902 - 1975), foi professora de Artes Plásticas na Faculdade de Arquitetura (FAU) da USP. São dela os painéis que compõem a Torre do Relógio, instalada na Cidade Universitária da USP. Os painéis são a única obra pública da artista, que abandonou o ofício por razões pessoais na segunda metade dos anos 1950. A escultora integrou o núcleo de artistas chamado Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Rino Levi, entre outros.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Elizabeth Nobling no ateliê
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Elizabeth Nobling no ateliê
A escultora Elisabeth Nobiling (1902 - 1975), foi professora de Artes Plásticas na Faculdade de Arquitetura (FAU) da USP. São dela os painéis que compõem a Torre do Relógio, instalada na Cidade Universitária da USP. Os painéis são a única obra pública da artista, que abandonou o ofício por razões pessoais na segunda metade dos anos 1950. A escultora integrou o núcleo de artistas chamado Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Rino Levi, entre outros.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Elizabeth Nobling no ateliê
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Elizabeth Nobling no ateliê
A escultora Elisabeth Nobiling (1902 - 1975), foi professora de Artes Plásticas na Faculdade de Arquitetura (FAU) da USP. São dela os painéis que compõem a Torre do Relógio, instalada na Cidade Universitária da USP. Os painéis são a única obra pública da artista, que abandonou o ofício por razões pessoais na segunda metade dos anos 1950. A escultora integrou o núcleo de artistas chamado Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Rino Levi, entre outros.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Detalhe das fachadas do Teatro Municipal e do Hotel Esplanada
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Detalhe das fachadas do Teatro Municipal e do Hotel Esplanada
O Teatro Municipal de São Paulo, projetado pelo arquiteto Ramos Azevedo, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Desde o fim do século XVIII, no entanto, a aristocracia paulista já pleiteava um teatro onde pudesse receber grandes companhias estrangeiras, uma vez que o único teatro da cidade, o São José, havia sofrido um incêndio e não se encontrava em condições de receber grandes montagens teatrais. O terreno escolhido para a nova casa de espetáculos, no Morro do Chá, foi comprado em 1902, e Ramos de Azevedo inspirou-se na Ópera de Paris para fazer sua obra. Além de óperas, o Municipal foi palco de importantes manifestações culturais, como a Semana de Arte Moderna de 1922. Já o Hotel Esplanada, por muito tempo considerado o mais elegante da capital paulista, foi construído em 1923 pelos arquitetos Viret e Marmorat, era ponto de encontro da elite paulistana nos animados bailes que promovia. Atualmente é sede do Grupo Votorantim.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Automóveis e pedestres na rua 15 de Novembro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Automóveis e pedestres na rua 15 de Novembro
Movimento de pedestres e automóveis na rua 15 de Novembro, Centro. Ao fundo, a praça da Sé.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Motorista de táxi
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Motorista de táxi
Senhora fazendo pagamento a motorista de táxi.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
1939

Pedestres na praça do Patriarca
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Pedestres na praça do Patriarca
Movimento de pedestres na praça do Patriarca. À esquerda se pode ver a loja de departamentos Ao Preço Fixo, que ocupou o lugar do Mappin, recém transferido para o praça Ramos de Azevedo. À direita, parte da fachada da igreja de Santo Antônio.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Ensaio fotográfico A nova mulher
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Ensaio fotográfico A nova mulher
Ensaio fotográfico publicado na Revista Nosso Século, edição nº19, anos 80.
Hildegard Rosenthal
Largo do Arouche
circa 1940

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé
Estacionamento de automóveis na praça da Sé, defronte à catedral, intenso movimento de pedestres e ônibus. A faixa, ao centro, da imagem informa "São Paulo inaugura seu estádio municipal em 27 de abril de 1940". No canto esquerdo, o marco zero da cidade.
Hildegard Rosenthal
Centro
1940

Proximidades do largo do Piques
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Proximidades do largo do Piques
Movimento de pedestres e veículos no Largo do Piques, atual praça das Bandeiras, rumo ao largo de São Francisco. Destacam-se os edifícios Riachuelo, de 1917, e o Saldanha Marinho, de 1933, o mais alto à direita.
Hildegard Rosenthal
Atual praça das Bandeiras, Centro
circa 1940

Capela de São Miguel Arcanjo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Capela de São Miguel Arcanjo
Capela de São Miguel Arcanjo, na rua Bráulio Gomes, posteriormente demolida.
Hildegard Rosenthal
Rua Bráulio Gomes, Centro
circa 1940

Construção da Biblioteca Municipal Mário de Andrade
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Construção da Biblioteca Municipal Mário de Andrade
Biblioteca Municipal Mário de Andrade, em construção, na rua Xavier de Toledo. Projeto do arquiteto Jacques Pilon, de 1935.
Hildegard Rosenthal
Rua Cel. Xavier de Toledo, avenida São Luiz, Centro
circa 1940

Edifícios da rua Marconi, vistos a partir do viaduto Santa Ifigênia.
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Edifícios da rua Marconi, vistos a partir do viaduto Santa Ifigênia.
Rua Marconi, antes da abertura que a ligaria à avenida São Luís. Ao fundo, a praça D. José Gaspar.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Transportes públicos
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Transportes públicos
Bonde e pedestres na praça do Correio. À direita vê-se o edifício da Delegacia Fiscal, demolido em 1948 para o alargamento da avenida Anhangabaú.
Hildegard Rosenthal
Praça do Correio
circa 1940

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé
Grande movimento de pedestres e veículos na praça da Sé, defronte à catedral ainda em construção. A área central da praça é usada como estacionamento de automóveis.
Hildegard Rosenthal
Centro
1940

Praça da Sé, com a catedral em obras, ainda sem as torres
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé, com a catedral em obras, ainda sem as torres
O Largo ou Praça da Sé é contemporâneo à formação da cidade de São Paulo, e foi idealizada para abrigar as igrejas de São Pedro e da Sé, demolidas em 1911 e 1912 para que o tamanho da praça fosse aumentado. A demolição ocorreu na mesma época em que ruas eram alargadas e redes de luz e água eram instaladas, mudanças típicas promovidas na cidade no início da República. Em 1934 a praça foi intitulada o marco zero da cidade, e na década de 1950 passou por uma processo de reurbanização por conta das comemorações dos 400 anos de São Paulo, nessa mesma época, foi inaugurada a Catedral da Sé como é encontrada hoje. A praça está situada na conjunção das ruas 15 de Novembro e Direita.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé
O Largo ou Praça da Sé é contemporâneo à formação da cidade de São Paulo, e foi idealizada para abrigar as igrejas de São Pedro e da Sé, demolidas em 1911 e 1912 para que o tamanho da praça fosse aumentado. A demolição ocorreu na mesma época em que ruas eram alargadas e redes de luz e água eram instaladas, mudanças típicas promovidas na cidade no início da República. Em 1934 a praça foi intitulada o marco zero da cidade, e na década de 1950 passou por uma processo de reurbanização por conta das comemorações dos 400 anos de São Paulo, nessa mesma época, foi inaugurada a Catedral da Sé como é encontrada hoje. A praça está situada na conjunção das ruas 15 de Novembro e Direita.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Esquina da rua Direita com praça da Sé. Em destaque, fachada da Casa Baruel, farmácia e perfumaria.
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Esquina da rua Direita com praça da Sé. Em destaque, fachada da Casa Baruel, farmácia e perfumaria.
A Rua Direita, cujas casas comerciais se vê na imagem, levava ao Largo da Sé, era uma das principais ruas de São Paulo e possuía numerosas casas comerciais no século 19. Fazia parte, junto com as ruas São Bento e 15 de Novembro, de uma região conhecida como Triângulo, considerada o local de nascimento da cidade. Foi chamada rua Direita porque era o "caminho direito" entre a Sé e o despenhadeiro do Anhangabaú, também já havia se chamado Direita de Santo Antônio e Direita da Misericórdia.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Entroncamento da rua Direita com a rua 15 de Novembro.
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Entroncamento da rua Direita com a rua 15 de Novembro.
A Rua Direita, cujas casas comerciais se vê na imagem, levava ao Largo da Sé, era uma das principais ruas de São Paulo e possuía numerosas casas comerciais no século 19. Fazia parte, junto com as ruas São Bento e 15 de Novembro, de uma região conhecida como Triângulo, considerada o local de nascimento da cidade. Foi chamada rua Direita porque era o "caminho direito" entre a Sé e o despenhadeiro do Anhangabaú, também já havia se chamado Direita de Santo Antônio e Direita da Misericórdia.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Pedestres na rua Direita, com rua 15 de Novembro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Pedestres na rua Direita, com rua 15 de Novembro
Grande movimento de pedestres na rua Direita, no entroncamento com a rua 15 de Novembro, centro bancário e comercial da época.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Escultura em escadaria na esplanada do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Escultura em escadaria na esplanada do Teatro Municipal
Monumento a Carlos Gomes, na esplanada do Teatro Municipal. Pormenor evocativo da ópera Condor, do escultor Luigi Brizzolara. Vê-se um dos palacetes Prates ao fundo.
Hildegard Rosenthal
Teatro Municipal de São Paulo ; Praça Ramos de Azevedo ; Anhangabaú
circa 1940

Semáforo na avenida São João, esquina com rua Líbero Badaró
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Semáforo na avenida São João, esquina com rua Líbero Badaró
Movimento de pedestres e veículos.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Edifício Telefônica, na rua Sete de Abril
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Edifício Telefônica, na rua Sete de Abril
Edificio da antiga TELESP, empresa de telecomunicações de São Paulo, do grupo Telebrás, antes da privatização.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Vista noturna do viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Vista noturna do viaduto do Chá
Vista noturna do viaduto do Chá, rumo à praça Ramos de Azevedo. À esquerda o relógio quadrado do Mappin que, na data, teve seu nome alterado para Casa Anglo-Brasileira.
Hildegard Rosenthal
Viaduto do Chá, Centro
1939

Lojas de departamento iluminadas
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Lojas de departamento iluminadas
Imagem noturna do edifício Barão de Iguape, com vitrines de lojas de departamento iluminadas.
Hildegard Rosenthal
Praça do Patriarca, Centro
circa 1940

O motorneiro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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O motorneiro
Bonde com destino à praça do Correio, circulando em rua de Higienópolis, ao lado de veículos.
Hildegard Rosenthal
Higienópolis
circa 1940

Praça Antonio Prado. À direita, o edifício Martinelli
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça Antonio Prado. À direita, o edifício Martinelli
A praça Antônio Prado, antigo Largo do Rosário, foi aberta no século XVII, quando foi construída a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. No século XIX o largo abrigava casas de africanos livres, que mantinham quitandas na região e promoviam seus tradicionais batuques e congadas, festas de origem africana. O largo também era palco das mais importantes procissões da cidade e dos principais cordões carnavalescos. Em 1872 foi pavimentado pelo prefeito João Teodoro, e na gestão do prefeito Antônio Prado (1900 a 1910), foi alargado, ganhando então o nome do responsável pelas obras.
Hildegard Rosenthal
Praça Antônio Prado
circa 1942

Praça Antonio Prado, cruzamento com a rua São Bento
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça Antonio Prado, cruzamento com a rua São Bento
A praça Antônio Prado, antigo Largo do Rosário, foi aberta no século 17, quando foi construída a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. No século 19 o largo abrigava casas de africanos livres, que mantinham quitandas na região e promoviam seus tradicionais batuques e congadas, festas de origem africana. O largo também era palco das mais importantes procissões da cidade e dos principais cordões carnavalescos. Em 1872 foi pavimentado pelo prefeito João Teodoro e na gestão do prefeito Antônio Prado (1900 a 1910) foi alargado, ganhando então o nome do responsável pelas obras.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Alunas do Instituto de Educação Caetano de Campos
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Alunas do Instituto de Educação Caetano de Campos
Movimento de alunas e transeuntes defronte ao Instituto de Educação Caetano de Campos, atual sede da Secretaria de Estado da Educação, na praça da República. Guarda de trânsito orienta a travessia. A Escola Estadual Caetano de Campos foi criada em 1846, a partir de uma determinação do Ato Adicional de 12 de agosto de 1834, que estabelecia que as províncias deveriam legislar sobre a instrução pública. Sendo assim, foram fundadas as primeiras Escolas Normais do país, sendo a de São Paulo estabelecida em um prédio junto à Catedral no Largo da Sé. Após mudar algumas vezes de endereço, a escola foi transferida para a Praça da República em 1894, instalada em um prédio projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo. O edifício possuía inicialmente dois andares, mas reformas ao longo dos anos garantiram o aspecto que apresenta hoje, com três andares. Foi batizada Caetano de Campos em homenagem ao antigo diretor e professor da Escola Normal.
Hildegard Rosenthal
Praça da República ; Centro
circa 1940

Avenida São João, esquina com rua Líbero Badaró
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Avenida São João, esquina com rua Líbero Badaró
Cruzamento da avenida São João com rua Libero Badaró, rumo oeste. Circulação de automóveis e pedestres com guarda-chuvas.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Movimento na avenida Rangel Pestana
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Movimento na avenida Rangel Pestana
Movimento de pedestres e automóveis na avenida Rangel Pestana, em dia chuvoso.
Hildegard Rosenthal
Zona Leste
circa 1940

Carroça do padeiro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Carroça do padeiro
Padeiro subindo a avenida Angélica em sua carroça. À esquerda, a rua Martinico Prado.
Hildegard Rosenthal
Avenida Angélica, Higienópolis
circa 1940

Pequeno engraxate
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Pequeno engraxate
Menino engraxa sapato sobre sua caixa de madeira, sentado na calçada.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1940

Edifício do Banco de São Paulo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Edifício do Banco de São Paulo
O prédio do Banco de São Paulo, em estilo art-déco, foi projetado por Álvaro Botelho (1935-1936) por encomenda da família Almeida Prado, proprietários do banco, representantes da tradicional oligarquia cafeeira paulista. Seu interior é igualmente suntuoso, com um monumental saguão, piso de mosaico de pastilhas de cerâmica esmaltada e dourada e salão revestido de madeira de lei. O banco foi comprado pelo Banespa em 1973 e o imóvel passou para o Estado. Atualmente, funciona como sede da Secretaria Estadual da Juventude, Esporte e Lazer.
Hildegard Rosenthal
Praça Antônio Prado, Centro
1940

Lavador de carros
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Lavador de carros
A placa do carro que está sendo lavado é: SP 1938.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
1938

Rua José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Rua José Bonifácio
Movimento de pedestres e veículos na rua José Bonifácio, centro. A imagem foi tomada em direção à ladeira de São Francisco.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Pedestres e automóveis na rua 15 de Novembro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Pedestres e automóveis na rua 15 de Novembro
Movimento de pedestres e veículos entre os edifícios comerciais da rua 15 de Novembro. Ao fundo, a praça da Sé.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Feira livre
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Feira livre
Movimentação de transeuntes em feira livre.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1940

Tomando o bonde na Zona Cerealista
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Tomando o bonde na Zona Cerealista
Bonde com destino a São Caetano, em frente ao Mercado Municipal, uma feirante embarca com saco de compras na cabeça.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

À espera do bonde na Zona Cerealista
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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À espera do bonde na Zona Cerealista
Transeuntes aguardam o bonde defronte ao Mercado Municipal. Mulheres de avental carregando muitos sacos com compras, senhora elegante e senhor de terno e chapéu, e carroça puxada por cavalo.
Hildegard Rosenthal
Centro ; Rua da Cantareira
circa 1940

Ponto de encontro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Ponto de encontro
Encontro de pessoas da comunidade oriental.
Hildegard Rosenthal
Liberdade
circa 1940

Meninas orientais tomando sorvete
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Meninas orientais tomando sorvete
Duas crianças japonesas uniformizadas tomando sorvete no Bairro da Liberdade.
Hildegard Rosenthal
Liberdade
circa 1940

Crianças na calçada, no bairro da Liberdade
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Crianças na calçada, no bairro da Liberdade
Crianças circulando em rua do bairro da Liberdade.
Hildegard Rosenthal
Liberdade
circa 1940

Ponto de encontro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Ponto de encontro
Transeuntes e vendedor ambulante na ladeira Porto Geral, esquina com rua 25 de Março, Centro.
Hildegard Rosenthal
Ladeira Porto Geral, rua 25 de Março
circa 1940

Entregador de bebidas
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Entregador de bebidas
Entregador de bebidas descarrega caixas de carroça puxada por quatro cavalos.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1940

Leiteiro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Leiteiro
Entregador de leite Vigor descarrega caixa de caminhão, na praça Marechal Deodoro.
Hildegard Rosenthal
Praça Marechal Deodoro, Centro
circa 1940

Cobrador de ônibus
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Cobrador de ônibus
Cobrador no interior de ônibus recebendo pagamento de um passageiro.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1940

Túnel Nove de Julho
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Túnel Nove de Julho
Saída do Túnel Nove de Julho, em direção ao centro da cidade.
Hildegard Rosenthal
Avenida Nove de Julho
circa 1940

Linha de trem
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Linha de trem
Ferrovia, passagem de nível e passarela para pedestres no Brás.
Hildegard Rosenthal
Brás
circa 1940

Estádio do Pacaembu
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Estádio do Pacaembu
Chegada de pessoas para inauguração do Estádio Municipal do Pacaembu, também conhecido como Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho. Sua construção teve início em 1936 e foi inaugurado em 27 de abril de 1940, com a presença do então presidente da República Getúlio Vargas. O primeiro jogo aí disputado foi Palmeiras e Coritiba, clubes convidados pela prefeitura da cidade. O nome do Pacaembu é uma homenagem ao "Marechal da Vitória", chefe da delegação brasileira nas campanhas das Copas de 1958 e 1962, na Suécia e Chile, respectivamente.
Hildegard Rosenthal
Pacaembu
27 de abril de 1940

Estádio do Pacaembu
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Estádio do Pacaembu
Estádio Municipal do Pacaembu - atual Paulo Machado de Carvalho - durante solenidade de inauguração, em 27 de abril de 1940. Ao fundo, vê-se a concha acústica, demolida para dar lugar aos assentos do chamado "tobogã". Sua construção teve início em 1936 e foi inaugurado em 27 de abril de 1940, com a presença do então presidente da República Getúlio Vargas. O primeiro jogo aí disputado foi Palmeiras e Coritiba, clubes convidados pela prefeitura da cidade. O nome do Pacaembu é uma homenagem ao "Marechal da Vitória", chefe da delegação brasileira nas campanhas das Copas de 1958 e 1962, na Suécia e Chile, respectivamente.
Hildegard Rosenthal
Pacaembu
27 de abril de 1940

Santuário de Santo Antonio do Valongo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Santuário de Santo Antonio do Valongo
O Santuário de Santo Antonio do Valongo é um conjunto arquitetônico formado por igreja e convento. O Convento de Santo Antônio do Valongo foi fundado em 1640 pelo Frei Manoel de Santa Maria, e teve sua construção iniciada em junho de 1641. O santuário foi instalado no Valongo, porque a região era, na época, o local onde residiam as famílias mais abastadas da cidade, que poderiam ajudar na assistência aos frades enquanto o convento era construído. De 1855 a 1906 o convento abrigou a Escola de Meninas do Valongo, e somente em 1922 os padres puderam retornar ao Valongo. O santuário abriga preciosidades como uma imagem de Nossa Senhora da Conceição feita no século XVII, na sacristia, e outra da mesma santa, feita em 1698, localizada no pátio.
Hildegard Rosenthal
Largo Marquês de Monte Alegre, Centro
circa 1942

Santuário de Santo Antonio do Valongo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Santuário de Santo Antonio do Valongo
O Santuário de Santo Antonio do Valongo é um conjunto arquitetônico formado por igreja e convento. O Convento de Santo Antônio do Valongo foi fundado em 1640 pelo Frei Manoel de Santa Maria, e teve sua construção iniciada em junho de 1641. O santuário foi instalado no Valongo, porque a região era, na época, o local onde residiam as famílias mais abastadas da cidade, que poderiam ajudar na assistência aos frades enquanto o convento era construído. De 1855 a 1906 o convento abrigou a Escola de Meninas do Valongo, e somente em 1922 os padres puderam retornar ao Valongo. O santuário abriga preciosidades como uma imagem de Nossa Senhora da Conceição feita no século XVII, na sacristia, e outra da mesma santa, feita em 1698, localizada no pátio.
Hildegard Rosenthal
Largo Marquês de Monte Alegre, Centro
circa 1942

Santuário de Santo Antonio do Valongo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Santuário de Santo Antonio do Valongo
O Santuário de Santo Antonio do Valongo é um conjunto arquitetônico formado por igreja e convento. O Convento de Santo Antônio do Valongo foi fundado em 1640 pelo Frei Manoel de Santa Maria, e teve sua construção iniciada em junho de 1641. O santuário foi instalado no Valongo, porque a região era, na época, o local onde residiam as famílias mais abastadas da cidade, que poderiam ajudar na assistência aos frades enquanto o convento era construído. De 1855 a 1906 o convento abrigou a Escola de Meninas do Valongo, e somente em 1922 os padres puderam retornar ao Valongo. O santuário abriga preciosidades como uma imagem de Nossa Senhora da Conceição feita no século XVII, na sacristia, e outra da mesma santa, feita em 1698, localizada no pátio.
Hildegard Rosenthal
Largo Marquês de Monte Alegre, Centro
circa 1942

Rua 15 de novembro, ao fundo, edifício sede da Bolsa Oficial do Café
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Rua 15 de novembro, ao fundo, edifício sede da Bolsa Oficial do Café
O edifício da Bolsa Oficial do Café localiza-se no cruzamento das ruas 15 de Novembro e Frei Gaspar, no centro comercial de Santos. A Bolsa do Café de Santos começou a ser idealizada em 1903 e foi oficialmente instituída em 1914, tendo sido instalada somente em 1917, por causa da eclosão da Primeira Guerra Mundial. Inicialmente foi alojada em um edifício na esquina das ruas do Comércio e 15 de Novembro. Sua sede própria, prédio em estilo neoclássico, é resultado de um projeto francês, inspirado no renascimento italiano, vencedor do Salão de Arquitetura de Paris realizado na década de 1910. As obras começaram em 1920 e o suntuoso edifício ficou pronto em 1922, integrando as comemorações do centenário da independência do país. Atualmente funciona como Museu do Café.
Hildegard Rosenthal
Rua 15 de Novembro, Centro
circa 1942

Hildegard Rosenthal
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Hildegard Rosenthal
Hildegard Rosenthal
Serra do Mar
circa 1942

Hildegard Rosenthal
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Hildegard Rosenthal
Hildegard Rosenthal
Serra do Mar
circa 1942

Estacionamento na ladeira da praça Ramos de Azevedo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Estacionamento na ladeira da praça Ramos de Azevedo
Veículos estacionados em rua que dá acesso a fachada posterior do Teatro Municipal na praça Ramos de Azevedo. À direita, o antigo Hotel Esplanada.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Menino jornaleiro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Menino jornaleiro
Menino jornaleiro exibe jornal "Diário da Noite" com manchete sobre a Segunda Guerra.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
1939

Hildegard Rosenthal cozinhando
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Hildegard Rosenthal cozinhando
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Hildegard Rosenthal fumando, ao telefone
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Hildegard Rosenthal fumando, ao telefone
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos, que se inspirou na Ópera de Paris. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato e o engenheiro ganhou utilizando o pseudônimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes como: Rodolfo Bernadelli, Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 14 de julho de 1909.
Hildegard Rosenthal
Cinelândia
circa 1942

Hildegard Rosenthal
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Hildegard Rosenthal
Hildegard Rosenthal
Brasil
1940s

Hildegard Rosenthal
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Hildegard Rosenthal
Hildegard Rosenthal
Brasil
1940s

Yolanda Mohalyi, em seu atelier
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Yolanda Mohalyi, em seu atelier
Yolanda Mohaliy nasceu em 1909 na cidade de Kolozsvar, Hungria. Estudou na Academia Real de Belas Artes de Budapeste e na Escola Livre de Nagvgania. Chegou ao Brasil em 1931, fixando-se em São Paulo, e logo começou a dar aulas na Faap. Estudou pintura com Lasar Segall e integrou o Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Elisabeth Nobiling, entre outros, por volta de 1937. Em 1951 produziu suas primeiras xilogravuras e nas décadas de 1950 e 1960 fez vitrais e mosaicos para residências e igrejas. Faleceu em São Paulo em 1978.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Yolanda Mohalyi, em seu atelier
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Yolanda Mohalyi, em seu atelier
Yolanda Mohaliy nasceu em 1909 na cidade de Kolozsvar, Hungria. Estudou na Academia Real de Belas Artes de Budapeste e na Escola Livre de Nagvgania. Chegou ao Brasil em 1931, fixando-se em São Paulo, e logo começou a dar aulas na Faap. Estudou pintura com Lasar Segall e integrou o Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Elisabeth Nobiling, entre outros, por volta de 1937. Em 1951 produziu suas primeiras xilogravuras e nas décadas de 1950 e 1960 fez vitrais e mosaicos para residências e igrejas. Faleceu em São Paulo em 1978.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Yolanda Mohalyi, em seu atelier
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Yolanda Mohalyi, em seu atelier
Yolanda Mohaliy nasceu em 1909 na cidade de Kolozsvar, Hungria. Estudou na Academia Real de Belas Artes de Budapeste e na Escola Livre de Nagvgania. Chegou ao Brasil em 1931, fixando-se em São Paulo, e logo começou a dar aulas na Faap. Estudou pintura com Lasar Segall e integrou o Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Elisabeth Nobiling, entre outros, por volta de 1937. Em 1951 produziu suas primeiras xilogravuras e nas décadas de 1950 e 1960 fez vitrais e mosaicos para residências e igrejas. Faleceu em São Paulo em 1978.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Poeta Guilherme de Almeida
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Poeta Guilherme de Almeida
Guilherme de Almeida nasceu em Campinas, São Paulo, em 24 de julho de 1890 e faleceu na capital paulista em 11 de julho de 1969. Poeta, advogado, ensaísta e tradutor, foi membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Paulista de Letras. Fundou a revista modernista Klaxon e foi um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna, em 1922.
Hildegard Rosenthal
Brasil
circa 1942

Poeta Guilherme de Almeida
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Poeta Guilherme de Almeida
Guilherme de Almeida nasceu em Campinas, São Paulo, em 24 de julho de 1890 e faleceu na capital paulista em 11 de julho de 1969. Poeta, advogado, ensaísta e tradutor, foi membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Paulista de Letras. Fundou a revista modernista Klaxon e foi um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna, em 1922.
Hildegard Rosenthal
Brasil
circa 1942

Poeta Guilherme de Almeida
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Poeta Guilherme de Almeida
Guilherme de Almeida nasceu em Campinas, São Paulo, em 24 de julho de 1890 e faleceu na capital paulista em 11 de julho de 1969. Poeta, advogado, ensaísta e tradutor, foi membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Paulista de Letras. Fundou a revista modernista Klaxon e foi um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna, em 1922.
Hildegard Rosenthal
Brasil
circa 1942

Poeta Guilherme de Almeida
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Poeta Guilherme de Almeida
Guilherme de Almeida nasceu em Campinas, São Paulo, em 24 de julho de 1890 e faleceu na capital paulista em 11 de julho de 1969. Poeta, advogado, ensaísta e tradutor, foi membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Paulista de Letras. Fundou a revista modernista Klaxon e foi um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna, em 1922.
Hildegard Rosenthal
Brasil
circa 1942

Filha de Hildegard, brincando com Anatol Rosenfeld
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Filha de Hildegard, brincando com Anatol Rosenfeld
Hildegard Rosenthal
SP
1954

Hildegard Rosenthal trabalhando no ampliador, ao lado de bandeja de café
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Hildegard Rosenthal trabalhando no ampliador, ao lado de bandeja de café
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Lasar Segall pintando Lucy Citti Ferreira
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Lasar Segall pintando Lucy Citti Ferreira
O pintor, desenhista, gravador e escultor Lasar Segall nasceu em Vilna, capital da Lituânia, em 1891. Foi discípulo de Antokolski, considerado um dos maiores escultores russos do século 19. Aos 15 anos foi para Berlim cursar a Academia Imperial de Belas Artes e em 1913 veio ao Brasil pela primeira vez, expondo nas cidades de Campinas e São Paulo, no ano seguinte, já de volta à Europa, foi levado para um campo de concentração, experiência que seria representada em alguns de seus quadros. Segall instalou-se definitivamente no Brasil no início dos anos 1920, naturalizando-se em 1925, ao se casar com uma brasileira. Foi um dos nomes importantes do movimento modernista e fundou a Sociedade Paulista de Arte Moderna em 1932. Considerado um mestre do Expressionismo, Segall faleceu em São Paulo em 1957.
Hildegard Rosenthal
Vila Mariana
circa 1940

Lasar Segall, em frente à obra "Navio de Imigrantes"
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Lasar Segall, em frente à obra "Navio de Imigrantes"
O pintor, desenhista, gravador e escultor Lasar Segall nasceu em Vilna, capital da Lituânia, em 1891. Foi discípulo de Antokolski, considerado um dos maiores escultores russos do século 19. Aos 15 anos foi para Berlim cursar a Academia Imperial de Belas Artes e em 1913 veio ao Brasil pela primeira vez, expondo nas cidades de Campinas e São Paulo, no ano seguinte, já de volta à Europa, foi levado para um campo de concentração, experiência que seria representada em alguns de seus quadros. Segall instalou-se definitivamente no Brasil no início dos anos 1920, naturalizando-se em 1925, ao se casar com uma brasileira. Foi um dos nomes importantes do movimento modernista e fundou a Sociedade Paulista de Arte Moderna em 1932. Considerado um mestre do Expressionismo, Segall faleceu em São Paulo em 1957.
Hildegard Rosenthal
Vila Mariana
circa 1941

Jorge Amado
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Jorge Amado
Filho de fazendeiros de cacau, Jorge Amado nasceu no dia 10 de agosto de 1912 numa fazenda no município de Itabuna, sul da Bahia. Passou a infância em Ilhéus e foi em Salvador que terminou o curso secundário. Seu primeiro romance, "O país do carnaval", foi lançado em 1931. Dois anos depois Jorge casou-se com Matilde Garcia Rosa, com quem teve uma filha, mas o casamento durou pouco. Nesse mesmo ano de 1933 publicou "Cacau", sua segunda obra. Mudou-se para o Rio de Janeiro e em 1935 terminou a Faculdade Nacional de Direito. Militante comunista, foi obrigado a exilar-se na Argentina e no Uruguai entre 1941 e 1942, período em que fez longa viagem pela América Latina. De volta ao Brasil em 1945, e já separado de Matilde, casou-se com a também escritora Zélia Gattai. Ativo participante do cenário político brasileiro, foi eleito membro da Assembléia Nacional Constituinte pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), sendo o deputado federal mais votado do Estado de São Paulo. Em sua carreira como deputado foi o autor da lei, ainda em vigor, que assegura o direito à liberdade de culto religioso. Em 1947 o Partido Comunista foi posto na ilegalidade e Jorge, junto com a família, de novo exilou-se, dessa vez na França, onde ficou até ser expulso em 1950. Mudou-se então para a Tchecoslováquia, permanecendo até a volta para o Brasil, em 1952. Em 1955 abandona a vida política para dedicar-se somente à literatura, sempre com muito sucesso. Seus livros foram publicados em mais de 50 países, além de terem sido adaptados para o cinema, teatro e televisão. Entre suas obras de maior sucesso, destacam-se: "Jubiabá", "Mar morto", "Capitães da Areia", "Gabriela Cravo e Canela", "Tieta do Agreste" e "A Morte e a Morte de Quincas Berro D'água". O escritor morreu em Salvador em 6 de agosto de 2001.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
1941

Menino jornaleiro – fotomontagem
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Menino jornaleiro – fotomontagem
Menino jornaleiro sobreposto à edifícios do centro da cidade.
Hildegard Rosenthal
Centro
1940

Barão de Itararé, Apparício Torelli
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Barão de Itararé, Apparício Torelli
Apparício Torelli, o Barão de Itararé, nasceu em 29 de janeiro de 1895 na cidade de Rio Grande (RS). Jornalista e escritor, é considerado pioneiro no humorismo político no país, Torelli chegou ao Rio em 1925 e foi trabalhar no jornal "O Globo" com seu fundador, Irineu Marinho. Com a morte de Marinho, nesse mesmo ano, foi convidado por Mário Rodrigues para ser colaborador do jornal "A Manhã". O famoso personagem “Barão de Itararé” nasceu na revolução de 1930, nas páginas de "A Manhã", por conta de uma batalha que não houve na cidade de Itararé, na divisa de São Paulo com o Paraná. Na batalha, que seria "a mais sangrenta da América do Sul", tropas fiéis à Washington Luís enfrentariam as da Aliança Liberal, comandadas por Getúlio Vargas, que vinha do Rio Grande do Sul para o Rio de Janeiro, então capital federal, para tomar o poder. No entanto, um acordo foi feito e o conflito não aconteceu. Apparício então se declarou Duque, o herói do combate inexistente, mas passou a Barão pouco depois como prova de humildade. Torelli colaborou também com outros jornais, como a "Folha do Povo", a convite de Luís Carlos Prestes, e "Última Hora". Foi ainda deputado pelo PCB, até o partido ter o registro cassado e morou por dois anos em São Paulo na década de 1950, quando reeditou pela última vez "A Manhã". O jornalista faleceu no Rio de Janeiro em 1971, aos 76 anos.
Hildegard Rosenthal
Brasil
circa 1945

Hilde Weber, à esquerda, no atelier Osirarte
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Hilde Weber, à esquerda, no atelier Osirarte
Hilde Weber nasceu em Waldau, na Alemanha, em 1913. Estudou na Escola de Belas Artes de Hamburgo e veio para o Brasil em 1933 para reencontrar seu pai, que chegou ao país após a Primeira Guerra Mundial. Logo começou a trabalhar como chargista nos Diários Associados e entrou em contato com artistas do grupo Santa Helena. Em 1940 começou a trabalhar na Osiarte, onde permaneceu até 1949. No ano seguinte mudou-se para o Rio de Janeiro a convite de Carlos Lacerda, passando a trabalhar na Tribuna da Imprensa. Com a venda do jornal, a artista volta definitivamente para São Paulo em 1962, indo trabalhar no jornal O Estado de São Paulo. Hilde foi uma notável chargista e baseava seu trabalho principalmente nos acontecimentos políticos do país. Faleceu em 1994, na capital paulista.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1944

Alfredo Volpi, pintando azulejos no ateliê da Osirarte
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Alfredo Volpi, pintando azulejos no ateliê da Osirarte
O pintor Alfredo Volpi nasceu em Lucca, Itália, em 1896, e veio para o Brasil ainda pequeno com a família, estabelecendo-se em São Paulo. Trabalhou como operário, pintor e decorador de paredes, ornamentando murais, frisos e florões em salões dos palacetes da época. Autodidata, fez sua primeira obra em 1914. Até a década de 1930 sua pintura caracterizava-se pela aproximação naturalista das formas e cores, tendo ainda um toque impressionista. Depois de 30 sua obra ganhou contornos da arte popular. Em 1925 iniciou sua participação em mostras coletivas, em 1939, após uma visita a cidade de Itanhaém, iniciou a famosa série de marinhas. Numa visita à Itália em 1950 ficou seduzido pela arte gótica. A partir daí, foi substituindo gradativamente o óleo pela têmpera, iniciando uma fase construtivista. Volpi foi ganhador de alguns prêmios em bienais de arte que lhe trouxeram o reconhecimento nacional. Faleceu em São Paulo em 1988.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Grupo de artistas no atelier Osirarte. À esquerda, Alfredo Volpi, no centro Rossi Osir e à direita Hilde Weber.
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Grupo de artistas no atelier Osirarte. À esquerda, Alfredo Volpi, no centro Rossi Osir e à direita Hilde Weber.
O ateliê e fábrica de azulejos Osirarte foi aberto em 1940 por Paulo Rossi Osir, lá reuniam-se artistas como Alfredo Volpi, Mario Zanini e Cândido Portinari, que se dedicavam a pesquisar técnicas de esmalte, pintura e temperatura de queima dos azulejos. Osir nasceu em São Paulo, filho de uma francesa com um italiano, circulou entre a intelectualidade brasileira, entre os quais, modernistas e o grupo Santa Helena, este último envolvido com temas urbanos e técnicas artesanais como a azulejaria. O ateliê funcionou até a morte de seu fundador, em 1959.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1944

"Juca Pato" sendo desenhado por Belmonte
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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"Juca Pato" sendo desenhado por Belmonte
Benedito Carneiro Bastos Barreiro, mais conhecido como Belmonte, nasceu em 1896 no bairro da Liberdade, em São Paulo. Jornalista e caricaturista, atuou na imprensa brasileira entre as décadas de 1920 e 1940. Um dos seus personagens mais famosos era o "Juca Pato", criado em 1925 quando o desenhista trabalhava na Folha da Noite como ilustrador. Belmonte faleceu na capital paulista em 1947.
Hildegard Rosenthal
Brasil
circa 1942

Reise in Brasilien auf Befehl Sr. Majestät Maxilimilian Joseph I.
Arquivo/Coleção: Iconografia Brasileira
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Reise in Brasilien auf Befehl Sr. Majestät Maxilimilian Joseph I.
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
1823

(Rio de Janeiro)
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(Rio de Janeiro)
Thomas Ender
Rio de Janeiro
circa 1823

(Mandioca)
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(Mandioca)
Thomas Ender
Rio de Janeiro
circa 1823

(Coroado)
Botocudo)
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(Coroado) Botocudo)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1823

(Aldeia dos Coroados)
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(Aldeia dos Coroados)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Festa de embriaguez dos Coroados)
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(Festa de embriaguez dos Coroados)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Dança dos Purís)
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(Dança dos Purís)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Hospício da Mãe dos Homens)
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(Hospício da Mãe dos Homens)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Rancho à pequena distância da Serra do Caraça)
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(Rancho à pequena distância da Serra do Caraça)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Lavagem de diamantes em Curralinho)
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(Lavagem de diamantes em Curralinho)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Serra de Itambé)
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(Serra de Itambé)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1823

(Vila Velha)
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(Vila Velha)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Vila Velha
circa 1823

(Maxuruna)
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(Maxuruna)
Carl Friedrich Philipp von Martius
PA
circa 1823

(Jurí)
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(Jurí)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1823

(Miranha)
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(Miranha)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1823

(Lagoa de aves no Rio São Francisco)
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(Lagoa de aves no Rio São Francisco)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1828

(Vila de Cachoeira)
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(Vila de Cachoeira)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Cachoeira
circa 1828

(Inscrição numa rocha da Serra do Anastácio)
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(Inscrição numa rocha da Serra do Anastácio)
Carl Friedrich Philipp von Martius
MG
circa 1828

(Meteorito de Bendengó)
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(Meteorito de Bendengó)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(Aspectos no Rio Amazonas)
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(Aspectos no Rio Amazonas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Muras. Jumanas.)
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(Muras. Jumanas.)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Escavação e preparo dos ovos de tartaruga no Rio Amazonas)
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(Escavação e preparo dos ovos de tartaruga no Rio Amazonas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Préstitos festivos dos Tecunas)
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(Préstitos festivos dos Tecunas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Jurís-Tabocas. Coretús. Passés. Coerunas)
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(Jurís-Tabocas. Coretús. Passés. Coerunas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(No porto dos Miranhas, no Rio Japurá)
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(No porto dos Miranhas, no Rio Japurá)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Araras-Coarás)
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(Araras-Coarás)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Esculturas nas rochas do Rio Japurá)
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(Esculturas nas rochas do Rio Japurá)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Mundurucús. Uaiumás. Purú-Purús)
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(Mundurucús. Uaiumás. Purú-Purús)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
circa 1828

(Quadros da vida)
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(Quadros da vida)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM ; PI ; BA ; MG ; RJ ; SP
circa 1828

(Utensílios dos índios)
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(Utensílios dos índios)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(Armas dos índios)
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(Armas dos índios)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(Formas de animais da América Tropical)
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(Formas de animais da América Tropical)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

[Formas de animais da América Tropical]
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[Formas de animais da América Tropical]
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(I.Formas de plantas da América Tropical)
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(I.Formas de plantas da América Tropical)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(II. Formas de plantas da América Tropical)
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(II. Formas de plantas da América Tropical)
Carl Friedrich Philipp von Martius
Brasil
circa 1828

(Perfis de montanhas e nivelamentos de rios)
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(Perfis de montanhas e nivelamentos de rios)
Wilhelm Ludwig Eschwege, Baron von
Brasil
circa 1828

(Atlas da vegetação)
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(Atlas da vegetação)
Carl Friedrich Philipp von Martius
RJ ; SP ; MG
circa 1828

(Mapa da província do Ceará)
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(Mapa da província do Ceará)
Carl Friedrich Philipp von Martius
CE
1831

(Mapa do rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Iconografia Brasileira
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(Mapa do rio Amazonas)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
1831

(Mapa da bacia superior do Rio Madeira)
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(Mapa da bacia superior do Rio Madeira)
Carl Friedrich Philipp von Martius
AM
1831

[Adolescência]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Adolescência]
Lêdo Ivo usa gravata quadriculada
Cajueiro
Maceió
1938

[Família]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Família]
Leda Ivo
Não identificado
Rio de Janeiro
1945

[Fase adulta]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Fase adulta]
Lêdo Ivo de braços cruzados
Não identificado
Teresópolis
1970s

[Fase adulta]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Fase adulta]
Lêdo Ivo olha para baixo
Não identificado
Teresópolis
1970s

[Viagem aos Estados Unidos - 1963]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Viagem aos Estados Unidos - 1963]
Lêdo Ivo abotoa o sobretudo na orla de São Francisco
Não identificado
Califórnia
1963

[Fase adulta]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Fase adulta]
Lêdo Ivo
Não identificado
Local não identificado
1970s

[Viagem a Itália]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Viagem a Itália]
Lêdo Ivo e Leda Ivo e, ao fundo, a Torre de Pisa
Não identificado
Pisa
1953

[Família]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Família]
Leda Ivo e Lêdo Ivo
Não identificado
Recife
1970s

[Família]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Família]
Floriano Ivo bacharel em Direito
Não identificado
Local não identificado
1935

[Amigos escritores]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Amigos escritores]
Manuel Bandeira no Beco das Carmelitas, em Santa Teresa
Manchete
Rio de Janeiro
Século XX

[Amigos escritores]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Amigos escritores]
Adalgisa Nery, Manuel Bandeira e Lêdo Ivo
Diário de Notícias
Local não identificado
1966

[Família]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Família]
Lêdo Ivo e Leda Ivo na sala do apartamento
Carlão Limeira
Rio de Janeiro
1960s

[Viagem a França - 1953]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Viagem a França - 1953]
Lêdo Ivo e Cyro dos Anjos
Não identificado
Paris
1953

[Viagem a Holanda]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Viagem a Holanda]
Lêdo Ivo e Leda Ivo
Não identificado
Amsterdam
1953

[Amigos escritores]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Amigos escritores]
Aurélio Buarque de Holanda Ferreira e Lêdo Ivo
Não identificado
Rio de Janeiro
1986

[Amigos escritores]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Amigos escritores]
Antonio Houaiss e Lêdo Ivo
Não identificado
Local não identificado
1970s

[Fase adulta]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Fase adulta]
Lêdo Ivo encostado à uma janela com vidraças quebradas
Não identificado
Teresópolis
1980

[Academia Brasileira de Letras]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Academia Brasileira de Letras]
Francisco Assis Barbosa, Lêdo Ivo, Austragésilo de Athayde, Antonio Houaiss e Arnaldo Niskier, por ocasião da eleição de Lêdo Ivo à Academia Brasileira de Letras
Geraldo Viola
Rio de Janeiro
13 de novembro de 1986

[Fase adulta]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Fase adulta]
Lêdo Ivo e à frente o Prêmio Jabuti e um livro
Não identificado
Local não identificado
1971

[Viagem a Venezuela]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Viagem a Venezuela]
Lêdo Ivo
Herique Hernandez y Jesús
Venezuela
1995

[Fase adulta]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Fase adulta]
Lêdo Ivo, içado, desembarca na Ilha Rasa, na Baía de Guanabara
Não identificado
Rio de Janeiro
janeiro de 1963

[Família]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
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[Família]
Gonçalo Ivo, Patrícia Ivo e Maria da Graça Ivo
Não identificado
Local não identificado
1971

[Posse na Academia Brasileira de Letras]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
006541.jpg
[Posse na Academia Brasileira de Letras]
Lêdo Ivo discursa, por ocasião da posse na Academia Brasileira de Letras
Agência JB
Rio de Janeiro
3 de março de 1987

[Amigos escritores]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
006542.jpg
[Amigos escritores]
Clarice Lispector e, ao fundo, livros e máquina de escrever
Manchete
Local não identificado
Século XX

[Amigos escritores]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
006543.jpg
[Amigos escritores]
Lêdo Ivo e Manuel Bandeira defronte à casa de Manuel Bandeira
Manchete
Teresópolis
7 de abril de 1966

[Posse na Academia Brasileira de Letras]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
006544.jpg
[Posse na Academia Brasileira de Letras]
Rachel de Queiroz cumprimenta Lêdo Ivo, por ocasião da posse de Lêdo Ivo na Academia Brasileira de Letras
Manchete
Rio de Janeiro
3 de março de 1987

[Amigos escritores]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
006545.jpg
[Amigos escritores]
Manuel Bandeira, Lêdo Ivo e mulher não identificada
Manchete
Local não identificado
1960s

[Amigos escritores]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
006546.jpg
[Amigos escritores]
Manuel Bandeira ao lado do anúncio de refeição
Manchete
Rio de Janeiro
1960s

[Amigos escritores]
Arquivo/Coleção: Lêdo Ivo (LI)
006547.jpg
[Amigos escritores]
Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade
Não identificado
Local não identificado
Século XX

[Rostos]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006553.jpg
[Rostos]
Folha com desenhos de perfis masculinos, criança e mulher
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Erico Verissimo]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006560.jpg
[Erico Verissimo]
Folha com desenho de caricatura e assinatura de Erico Verissimo
Erico Verissimo
Londres
27 de maio de 1968

[Erico Verissimo]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006561.jpg
[Erico Verissimo]
Folha com desenho de caricatura de Erico Verissimo
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Erico Verissimo]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006583.jpg
[Erico Verissimo]
Folha com desenho de caricatura de Erico Verissimo e assinatura de colegas de trabalho da Organização dos Estados Americanos (OEA)
Não identificado
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006621.jpg
[Perfis]
Folha com desenho de perfil masculino e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Bonecos]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006737.jpg
[Bonecos]
Folha com desenho de bonecos, riscos coloridos, homem, mulher, cachorro e notas manuscritas de Erico Verissimo
Fernanda Verissimo
Porto Alegre
28 de março de 1967

[Sete mortos no coreto]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006743.jpg
[Sete mortos no coreto]
Folha de papelão com notas manuscritas e desenho de homem
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Pitoco]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006744.jpg
[Pitoco]
Pasta de papelão com notas manuscritas e desenho de cachorro
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

Mundo velho...
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006745.jpg
Mundo velho...
Pasta com nota
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

Caio...
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006746.jpg
Caio...
Pasta com notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

Tudo referente...
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006747.jpg
Tudo referente...
Pasta com notas manuscritas e desenho
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

Correspondência
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006748.jpg
Correspondência
Pasta com notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

Work in progress
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006749.jpg
Work in progress
Pasta com notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

Notas, planos
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006750.jpg
Notas, planos
Pasta com notas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

O arquipélago
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006751.jpg
O arquipélago
Pasta com notas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

O arquipélago
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006753.jpg
O arquipélago
Pasta com notas manuscritas referentes ao livro O arquipélago
Erico Verissimo
Local não identificado
outubro de 1955

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006774.jpg
[Perfis]
Envelope pardo com desenhos de perfis masculinos, bonecos, rostos, cachorro, figuras geométricas e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006775.jpg
[Perfis]
Folha com desenhos de perfis, rostos, cachorro, homens, figuras geométricas e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006776.jpg
[Perfis]
Boneca da folha de rosto do livro Incidente em Antares com desenho de perfil de homem
Erico Verissimo
Porto Alegre
1971

-;Erico Verissimo, literato versátil;-;-;-;Erico em crise;-;-;-;-;-;Erico Verissimo esteve na terra;-;-;-;-;-;-;O legado de Erico Verissimo;-;Erico Verissimo aos 50 anos;Verissimo: evite o espelho mágico;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo;-;[Anjos];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Pórtico para a vida de Joana D'Arc;Carta ao Erico;Erico Verissimo regressa hoje;-;Solo de clarineta;Razões da visita;The rest is silence by Erico Verissimo;-;Brazilians pens absorbing mystery;10 opiniões sobre Erico Verissimo;-;Entre o romantismo e o naturalismo;Crise da delicadeza;O intelectual do ano
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006780.jpg
[Anjos]
Rascunhos de A hora do sétimo anjo com desenhos de anjos, rostos, homens, perfis e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
1975

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006822.jpg
[Perfis]
Folha com desenhos de perfis masculinos, objetos, maçã e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006823.jpg
[Perfis]
Cartão com desenhos de figuras geométricas, perfil masculino, homens e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006824.jpg
[Perfis]
Folha com desenhos de perfis masculinos
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Crianças]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006825.jpg
[Crianças]
Folha com desenho de crianças e trem
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

Artigos e impressões de viagem...
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006828.jpg
Artigos e impressões de viagem...
Pasta com desenhos de bonecos, riscos, assinatura de Erico Verissimo e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006829.jpg
[Perfis]
Folha com desenhos de perfil masculino, mapa e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006831.jpg
[Perfis]
Envelope com desenhos de perfis masculinos, bonecos e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006832.jpg
[Perfis]
Folha com desenhos de perfil masculino, geométricos, bonecos, riscos e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
1969

[Bonecos]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006833.jpg
[Bonecos]
Folha de colofão com desenhos de bonecos e bola
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Anjos]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006834.jpg
[Anjos]
Folha com desenhos de anjos e felicitação pelo aniversário
Erico Verissimo
Cruz Alta
6 de maio de 1967

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006835.jpg
[Perfis]
Folha com desenho de perfil masculino e notas manuscritas sobre situação dos menores abandonados
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Crianças]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006836.jpg
[Crianças]
Folha de livro com desenhos de criança e cachorro
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
006838.jpg
[Perfis]
Folha com desenhos de perfis masculinos e femininos e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

Travessia de pedestres na esquina da rua Xavier de Toledo com viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1523201
Travessia de pedestres na esquina da rua Xavier de Toledo com viaduto do Chá
Travessia de pedestres na esquina da rua Xavier de Toledo com viaduto do Chá. Imagem tomada a partir do edifício do antigo magazine Mappin. Ao fundo, parcialmente visível, o Shopping Light, no edifício Alexandre Mackenzie.
Juca Martins
Viaduto do Chá, Centro
agosto de 1993

Esplanada do Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524216
Esplanada do Theatro Municipal
Esplanada do Teatro Municipal, com as estátuas da escadaria do jardim lateral. Parcialmente visível, à esquerda, a lateral do teatro.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú, Centro
agosto de 1993

Esplanada do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524217
Esplanada do Teatro Municipal
Esplanada do Teatro Municipal, com a escadaria, poste decorativo e estátua do jardim lateral. Parcialmente visível, ao fundo, os edifícios do antigo Hotel Esplanada, à esquerda, e da CBI, à direita.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1993

Esplanada do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524219
Esplanada do Teatro Municipal
Esplanada do Teatro Municipal e estátuas da escadaria do jardim lateral. Parcialmente visível, à esquerda, a lateral do teatro.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1993

Calçadão da avenida São João
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524226
Calçadão da avenida São João
Calçadão na Avenida São João, construído nos anos 1990, entre o vale do Anhangabau e o largo do Paissandu. À esquerda vê-se a fachada lateral do edifício do Correio Central e, ao fundo, da esquerda para a direita, os edifícios do Banco do Brasil, Banespa e Martinelli na praça Antonio Prado.
Juca Martins
Centro
agosto de 1993

Edifício do Correio Central
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524229
Edifício do Correio Central
Cruzamento da avenida São João com o vale do Anhangabaú. Em destaque o edifício do Correio Central e, visível à direita da imagem, o viaduto Santa Efigênia.
Juca Martins
Avenida São João ; Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1993

Escadaria de acesso à estação de metrô São Bento
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524232
Escadaria de acesso à estação de metrô São Bento
Escadaria de acesso à estação São Bento do Metrô, no largo de mesmo nome, próximo do viaduto Santa Efigênia.
Juca Martins
Largo de São Bento, Centro
agosto de 1993

Túnel do vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524234
Túnel do vale do Anhangabaú
Vista do túnel e do vale do Anhangabaú, a partir do viaduto Santa Efigênia. No primeiro plano, a passagem subterrânea sob a avenida São João, popularmente conhecida como "Buraco do Adhemar".
Juca Martins
Vale do Anhangabaú, Centro
agosto de 1993

Skatistas no viaduto Santa Efigênia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524237
Skatistas no viaduto Santa Efigênia
Homens andando de skate no viaduto Santa Efigênia. Ao fundo, parcialmente visível, a igreja de Santa Efigênia no largo de mesmo nome.
Juca Martins
Centro
agosto de 1993

Skatistas no viaduto Santa Efigênia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524239
Skatistas no viaduto Santa Efigênia
Homens andando de skate no viaduto Santa Efigênia, no sentido do largo de mesmo nome. À esquerda pode-se ver o edifício CBI-Esplanada e, à sua direita, o edifício do Correio Central.
Juca Martins
Centro
agosto de 1993

Estação de metrô Trianon-Masp
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524307
Estação de metrô Trianon-Masp
Funcionário limpando a vidraça da estação Trianon-Masp do metrô, na avenida Paulista.
Juca Martins
Avenida Paulista, Cerqueira César
agosto de 1993

Pedestres na avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524314
Pedestres na avenida Paulista
Pedestres caminhando na avenida Paulista, defronte ao edifício do Banco Real.
Juca Martins
Cerqueira César
agosto de 1993

Vista da avenida Sumaré e do bairro de Perdizes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524332
Vista da avenida Sumaré e do bairro de Perdizes
Vista panorâmica da avenida Sumaré e do casario de Perdizes, em direção ao centro, a partir do viaduto da avenida Dr. Arnaldo.
Juca Martins
Avenida Sumaré ; Perdizes
agosto de 1993

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524335
Avenida Paulista
Tráfego na avenida Paulista, à direita o edifício do Conjunto Nacional.
Juca Martins
Avenida Paulista ; Cerqueira César
agosto de 1993

Pátio do edifício da Caixa Econômica Federal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524341
Pátio do edifício da Caixa Econômica Federal
Meninos jogando futebol em pátio do edifício da Caixa Econômica Federal.
Juca Martins
Avenida Paulista, Cerqueira César
agosto de 1993

Praça José Molina
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524401
Praça José Molina
Jogo de futebol na praça José Molina, cruzamento da avenida Paulista com a rua da Consolação.
Juca Martins
Praça José Molina ; Cerqueira César
agosto de 1993

Estação de Metrô da Consolação
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524409
Estação de Metrô da Consolação
Movimento de pedestres na entrada da estação da Consolação, com o edifício do Conjunto Nacional ao fundo.
Juca Martins
Avenida Paulista ; Cerqueira César
agosto de 1993

Museu de Literatura de São Paulo do Centro de Estudos Mário de Andrade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524417
Museu de Literatura de São Paulo do Centro de Estudos Mário de Andrade
Museu de Literatura de São Paulo do Centro de Estudos Mário de Andrade. A Casa da Palavra, como ficou conhecido o local, foi residência do escritor Mário de Andrade até sua morte, em 25 de fevereiro de 1945.
Juca Martins
Rua Lopes Chaves ; Barra Funda
agosto de 1993

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524435
Avenida Paulista
Avenida Paulista, no cruzamento com alameda Ministro Rocha Azevedo. Vê-se edifício da Caixa Econômica Federal à direita
Juca Martins
Alameda Ministro Rocha Azevedo
agosto de 1993

Avenida Paulista
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524440
Avenida Paulista
Avenida Paulista, no cruzamento com alameda Ministro Rocha Azevedo. À direita vê-se parcialmente a fachada da Caixa Econômica Federal.
Juca Martins
Alameda Ministro Rocha Azevedo
agosto de 1993

Buraco da Paulista
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1524443
Buraco da Paulista
Via que liga a rua da Consolação com a avenida Paulista, passando por baixo desta passagem, ladeada por muro grafitado.
Juca Martins
Consolação
agosto de 1993

"Homens-sanduíche" anunciam serviços e produtos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527005
"Homens-sanduíche" anunciam serviços e produtos
Movimento de pedestres e "homens-sanduíche" no cruzamento entre as ruas Barão de Itapetininga e Conselheiro Crispiniano.
Juca Martins
Rua Barão de Itapetininga, rua Conselheiro Crispiniano, Centro
agosto de 1993

Palácio dos Campos Elísios
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527018
Palácio dos Campos Elísios
Cruzamento entre a avenida Rio Branco e alameda Glete, ao fundo, à direita, o palácio dos Campos Elíseos.
Juca Martins
Avenida Rio Branco ; Campos Elísios
agosto de 1993

Palácio dos Campos Elísios
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527020
Palácio dos Campos Elísios
Homens em charrete, no cruzamento entre a avenida Rio Branco e alameda Glete, ao fundo, à direita, o palácio dos Campos Elíseos.
Juca Martins
Avenida Rio Branco ; Campos Elísios
agosto de 1993

Edifício Copan
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527105
Edifício Copan
Vista do edifício Copan a partir da avenida Ipiranga. Vê-se o tráfego da avenida.
Juca Martins
Avenida Ipiranga, Centro
agosto de 1993

Secretaria da Educação, antiga Escola Normal Caetano de Campos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527112
Secretaria da Educação, antiga Escola Normal Caetano de Campos
Movimento de pedestres e ambulantes na praça da República, com prédio da Secretaria da Educação ao fundo, antiga Escola Normal Caetano de Campos.
Juca Martins
Praça da República, Centro
agosto de 1993

Praça no Largo Coração de Jesus
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527201
Praça no Largo Coração de Jesus
Pessoas descansando na praça e jogo de futebol em quadra em praça do Largo Coração de Jesus
Juca Martins
Campos Elísios ; Centro
agosto de 1993

Praça no Largo Coração de Jesus
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527206
Praça no Largo Coração de Jesus
Pessoas descansando na praça e jogo de futebol em quadra em praça do Largo Coração de Jesus.
Juca Martins
Campos Elísios ; Centro
agosto de 1993

Cantadores no Vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527219
Cantadores no Vale do Anhangabaú
Concentração de populares em torno de grupo de cantadores, na avenida São João, na lateral do edifício dos Correios.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1993

Conjunto franciscano formado pela igreja, convento e faculdade de direito São Francisco
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527232
Conjunto franciscano formado pela igreja, convento e faculdade de direito São Francisco
Movimento de pedestres no largo São Francisco, com conjunto franciscano (Igreja, Convento e Faculdade de Direito São Francisco) em destaque.
Juca Martins
Largo São Francisco, Centro
agosto de 1993

Viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527303
Viaduto do Chá
Concentração de populares sobre viaduto do Chá, assistindo a cena de suicídio abaixo dele. Grande movimento de pedestres. Edificações do vale ao fundo.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1993

Viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527305
Viaduto do Chá
Concentração de populares sobre viaduto do Chá, assistindo a cena de suicídio abaixo dele. Edificações do vale ao fundo.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1993

Cena de suicídio debaixo do viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527311
Cena de suicídio debaixo do viaduto do Chá
Cena de suicídio embaixo do viaduto do Chá. Bombeiros prestam socorro à vítima e há grande concentração de populares em torno do evento.
Juca Martins
Viaduto do Chá, vale do Anhangabaú, Centro
agosto de 1993

Cena de suicídio debaixo do viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527316
Cena de suicídio debaixo do viaduto do Chá
Cena de suicídio embaixo do viaduto do Chá. Bombeiros prestam socorro à vítima e há grande concentração de populares em torno do evento.
Juca Martins
Viaduto do Chá ; Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1993

Cena de suicídio debaixo do viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527324
Cena de suicídio debaixo do viaduto do Chá
Cena de suicídio embaixo do viaduto do Chá; bombeiros prestam socorro à vítima e há grande concentração de populares em torno do evento.
Juca Martins
Viaduto do Chá ; Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1993

Edifício Itália e praça da República
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527408
Edifício Itália e praça da República
Vista da praça da República e arvoredo, com edifício Itália ao fundo.
Juca Martins
Praça da República ; Centro
agosto de 1993

Jardins e chafariz da praça da República
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527437
Jardins e chafariz da praça da República
Jardins da praça da República e espelho d'água em primeiro plano, movimento de pedestres ao fundo.
Juca Martins
Praça da República ; Centro
agosto de 1993

Jardins e chafariz da praça da República
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1527441
Jardins e chafariz da praça da República
Espelho d'água e jardins na praça da República.
Juca Martins
Praça da República, Centro
agosto de 1993

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536506
Estação da Luz
Passarelas no interior da estação da Luz.
Juca Martins
Centro
agosto de 1993

Jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536521
Jardim da Luz
Alamedas e coreto no jardim da Luz.
Juca Martins
Centro
agosto de 1993

Parque infantil no jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536527
Parque infantil no jardim da Luz
Parque infantil no jardim da Luz, rodeado por árvores.
Juca Martins
Jardim da Luz ; Centro
agosto de 1993

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536544
Estação da Luz
Linha de trem na estação da Luz, visto a partir da passarela.
Juca Martins
Centro
agosto de 1993

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536603
Lazer no parque Ibirapuera
Movimento de pessoas em ponte sobre lago do parque Ibirapuera.
Juca Martins
Parque Ibirapuera
agosto de 1993

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536612
Lazer no parque Ibirapuera
Aglomeração de pessoas em torno de lago no parque Ibirapuera.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
agosto de 1993

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536621
Lazer no parque Ibirapuera
Pedestres e ciclistas circulando no parque Ibirapuera.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
agosto de 1993

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536625
Lazer no parque Ibirapuera
Pedestres e ciclistas circulando no parque Ibirapuera, alguns descansam na calçada.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
agosto de 1993

Saída do parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536630
Saída do parque Ibirapuera
Pedestres no portão de saída do parque.
Juca Martins
Ibirapuera
setembro de 1993

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536715
Lazer no parque Ibirapuera
Jogo de futebol em gramado do parque.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
agosto de 1993

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536717
Lazer no parque Ibirapuera
Pessoas sob copa de árvore e aglomeração ao fundo.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
setembro de 1993

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536722
Lazer no parque Ibirapuera
Aglomeração de usuários no gramado do parque.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
setembro de 1993

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536725
Lazer no parque Ibirapuera
Aglomeração de usuários em gramado do parque, para acompanhar provavelmente uma apresentação no palco que se vê ao fundo.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
setembro de 1993

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536738
Lazer no parque Ibirapuera
Aglomeração de pessoas em gramado do parque.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
agosto de 1993

Jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536802
Jardim da Luz
Pessoas descansando em área elevada do Jardim da Luz.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536807
Jardim da Luz
Alameda do Jardim da Luz em primeiro plano, com a estação da Luz ao fundo.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536816
Jardim da Luz
Pessoas caminhando em alameda do Jardim da Luz.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536829
Jardim da Luz
Pessoas em alameda do Jardim da Luz. Vê-se gato ao centro.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Fonte no jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536834
Fonte no jardim da Luz
Em primeiro plano, fonte e estátua. Usuário caminhando na alameda ao lado.
Juca Martins
Jardim da Luz ; Centro
setembro de 1993

Jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536838
Jardim da Luz
Alameda e vegetação no Jardim da Luz.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1536842
Jardim da Luz
Pessoas descansando em área elevada do Jardim da Luz.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Belvedere e vão livre do Masp
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542001
Belvedere e vão livre do Masp
Vista da fachada do Masp e feira de antiguidades no vão livre, a partir do belvedere.
Juca Martins
Avenina Paulista ; Cerqueira César
setembro de 1993

Panorama da avenida 9 de Julho e arredores
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542002
Panorama da avenida 9 de Julho e arredores
Vista da avenida 9 de Juho e arredores a partir do belvedere do Masp.
Juca Martins
Avenida 9 de Julho, Cerqueira César
setembro de 1993

Chafariz na praça Buenos Aires
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542017
Chafariz na praça Buenos Aires
Portão de entrada e espelho d'água com chafariz na praça Buenos Aires, inaugurada em 1916. Desde 1987 até os dias de hoje, a praça foi cercada, ganhou banheiros e administração, adquirindo status de Parque.
Juca Martins
Praça Buenos Aires ; Higienópolis
setembro de 1993

Parque Trianon
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542023
Parque Trianon
Passagem sobre alameda Santos, dentro do parque Trianon.
Juca Martins
Cerqueira César
setembro de 1993

Parque Trianon
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542031
Parque Trianon
Pessoas caminhando e descansando em alameda no Parque Trianon Tenent Siqueira Campos.
Juca Martins
Cerqueira César
setembro de 1993

Gari na praça Marechal Cordeiro de Farias
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542105
Gari na praça Marechal Cordeiro de Farias
Gari na praça Marechal Cordeiro de Farias, cruzamento entre avenida Paulista e rua da Consolação. Edificações da região ao redor.
Juca Martins
Consolação
setembro de 1993

Esculturas na praça Marechal Cordeiro de Farias
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542115
Esculturas na praça Marechal Cordeiro de Farias
Esculturas em forma de arco-íris na praça Marechal Cordeiro de Farias, cruzamento entre avenida Paulista e rua da Consolação; edificações da região ao redor.
Juca Martins
Praça Marechal Cordeiro de Farias, Consolação
setembro de 1993

Fachada e jardim frontal da FAAP
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542120
Fachada e jardim frontal da FAAP
Fachada e jardim frontal da Faculdade Armando Álvares Penteado, com esculturas.
Juca Martins
Higienópolis
setembro de 1993

Estátua "Mãe"
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542126
Estátua "Mãe"
Estátua "Mãe", de autoria do italiano Caetano Fraccaroli (1911-1987), na praça Buenos Aires. A escultura, vencedora de um concurso nacional promovido pelos Diários Associados em 1964, foi esculpida em bloco de mármore, oferecido pelo Governo do Estado do Paraná. Foi instalada no local do antigo mirante e observatório astronômico originalmente alí construídos. Atualmente, desde 1987, a praça foi cercada, ganhou banheiros e administração e adquiriu o status de Parque.
Juca Martins
Praça Buenos Aires ; Higienópolis
setembro de 1993

Parque infantil
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542129
Parque infantil
Parque infantil na praça Buenos Aires. Atualmente, desde 1987, a praça foi cercada, ganhou banheiros e administração e adquiriu o status de Parque.
Juca Martins
Praça Buenos Aires ; Higienópolis
setembro de 1993

Feira de antiguidades
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542208
Feira de antiguidades
Mercadorias expostas na feira de antiguidades da praça Dom Orione; árvores ao fundo.
Juca Martins
Praça Dom Orione ; Bexiga
setembro de 1993

Feira de antiguidades
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542212
Feira de antiguidades
Venda de antiguidades em feira na praça Dom Orione.
Juca Martins
Praça Dom Orione ; Bexiga
setembro de 1993

Feira de antiguidades
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542237
Feira de antiguidades
Movimento popular na feira de antiguidades do vão livre do Masp; Avenida Paulista à esquerda.
Juca Martins
Museu de Arte de São Paulo ; Avenida Paulista ; Cerqueira César
setembro de 1993

Feira de antiguidades
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542240
Feira de antiguidades
Movimento popular na feira de antiguidades do vão livre do Masp; Avenida Paulista à esquerda.
Juca Martins
Museu de Arte de São Paulo ; Avenida Paulista ; Cerqueira César
setembro de 1993

Aglomeração em frente a banca
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542331
Aglomeração em frente a banca
Concentração de pessoas em frente a banca com anúncios de emprego na rua Barão de Itapetininga.
Juca Martins
Rua Barão de Itapetininga ; Centro
setembro de 1993

"Homens-sanduíche" anunciam serviços e produtos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542338
"Homens-sanduíche" anunciam serviços e produtos
"Homens-sanduíche" oferecendo produtos e serviços; movimento de pedestres na rua Barão de Itapetininga.
Juca Martins
Rua Barão de Itapetininga ; Centro
setembro de 1993

Praça Ramos de Azevedo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542341
Praça Ramos de Azevedo
Movimento de pedestres na praça Ramos de Azevedo, cruzamento da rua Xavier de Toledo e viaduto do Chá; Teatro Municipal ao fundo.
Juca Martins
Rua Xavier de Toledo ; Viaduto do Chá
setembro de 1993

Movimento de pedestres na praça Ramos de Azevedo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542343
Movimento de pedestres na praça Ramos de Azevedo
Movimento de pedestres na praça Ramos de Azevedo, cruzamento da rua Xavier de Toledo e viaduto do Chá. Teatro Municipal ao fundo.
Juca Martins
Rua Xavier de Toledo ; Viaduto do Chá ; Centro
setembro de 1993

Crianças sobre esculturas no vão livre do Masp
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542402
Crianças sobre esculturas no vão livre do Masp
Crianças sobre esculturas no vão livre do Museu de Arte de São Paulo - Masp, assistindo a performance teatral.
Juca Martins
Cerqueira César
setembro de 1993

Vão livre do Masp
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542422
Vão livre do Masp
Pessoas descansando no vão livre do Museu de Arte de São Paulo - Masp. Edificações da região ao redor.
Juca Martins
Cerqueira César
setembro de 1993

Praça do Pôr do Sol
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542423
Praça do Pôr do Sol
Pessoas descansando na praça do Praça Coronel Custódio Fernandes Pinheiro (Praça do Pôr do Sol). Panorama da região ao fundo.
Juca Martins
Avenida Diógenes Ribeiro de Lima, Alto de Pinheiros
setembro de 1993

Praça do Pôr do Sol
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542425
Praça do Pôr do Sol
Pessoas descansando na praça do Praça Coronel Custódio Fernandes Pinheiro (Praça do Pôr do Sol). Panorama da região ao fundo.
Juca Martins
Avenida Diógenes Ribeiro de Lima ; Alto de Pinheiros
setembro de 1993

Igreja de São Gonçalo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542443
Igreja de São Gonçalo
Vista da Igreja de São Gonçalo, com edifícios ao redor.
Juca Martins
Praça João Mendes ; Centro
setembro de 1993

Marco Zero da praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542508
Marco Zero da praça da Sé
Marco Zero com Catedral da Sé ao fundo; movimento de pedestres na praça da Sé e edificações comerciais à direita.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542514
Praça da Sé
Movimento de pedestres e comércio ambulante na praça da Sé, com catedral e outras edificações ao fundo.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542517
Praça da Sé
Pessoas descansando na praça da Sé; edificações ao redor.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Espelho d'água e Catedral da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542519
Espelho d'água e Catedral da Sé
Espelho d'água e Catedral da Sé; edificações da região ao redor.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
setembro de 1993

Escadaria da Catedral da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542521
Escadaria da Catedral da Sé
Pessoas sentadas em escadaria da catedral da Sé e edificações ao fundo.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
setembro de 1993

Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542534
Pátio do Colégio
Pedestres no Pátio do Colégio e igreja do Beato Anchieta; ponto de ônibus à direita. O monumento é intitulado "Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo". Em bronze e granito, de autoria do italiano Amadeo Zani, foi executado em Roma de 1913 a 1925, data de sua instalação no Pátio do Colégio. É composto de um pedestal e uma coluna de bronze. A base do pedestal possui quatro baixos-relevos alusivos à origem da cidade - a catequese, a primeira missa, a defesa da vila por Tibiriçá e o encontro dos jesuítas com os tamoios. Na parte superior do pedestal, quatro medalhões em homenagem aos colaboradores do Padre Manoel da Nóbrega - Martim Afonso e os padres Manuel de Paiva, Vicente Rodrigues e Leonardo Nunes. A coluna, encimada por uma escultura representativa da cidade de São Paulo, tem em sua base cenas simbolizando a fundação da vila.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Comércio ambulante na rua General Carneiro
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1542535
Comércio ambulante na rua General Carneiro
Vista de comércio ambulante na rua General Carneiro, a partir do viaduto Boa Vista; edifícios da região ao redor.
Juca Martins
Centro
setembro de 1993

Buraco da Paulista
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552605
Buraco da Paulista
Em primeiro plano, moradores de rua sob viaduto no "buraco da Paulista", entre a rua da Consolação e avenida Paulista. Muro grafitado ao fundo.
Juca Martins
Avenida Paulista ; Consolação
outubro de 1993

Parque Trianon
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552609
Parque Trianon
Passagem sobre Alameda Santos, dentro do Parque Tenente Siqueira Campos (Trianon).
Juca Martins
Cerqueira César
outubro de 1993

Parque Trianon
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552610
Parque Trianon
Passagem sobre Alameda Santos, dentro do Parque Tenente Siqueira Campos (Trianon).
Juca Martins
Cerqueira César
outubro de 1993

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552716
Praça da Sé
Espelho d'água e escultura à direita, na praça da Sé, com Catedral ao fundo; edificações ao fundo.
Juca Martins
Centro
outubro de 1993

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552734
Praça da Sé
Crianças banhando-se em chafariz da praça da Sé.
Juca Martins
Centro
outubro de 1993

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552738
Praça da Sé
Crianças banhando-se em chafariz da praça da Sé.
Juca Martins
Centro
outubro de 1993

Manifestação evangélica em frente à Catedral da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552739
Manifestação evangélica em frente à Catedral da Sé
Manifestação evangélica (comício) em frente da Catedral da Sé.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
outubro de 1993

Esplanada do Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552802
Esplanada do Municipal
Aleia de palmeiras na esplanada do Teatro Municipal; edificações da região ao redor.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
outubro de 1993

Theatro Municipal e praça Ramos de Azevedo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552807
Theatro Municipal e praça Ramos de Azevedo
Movimento de pedestres na praça Ramos de Azevedo, com Teatro Municipal em destaque.
Juca Martins
Praça Ramos de Azevedo, vale do Anhangabaú, Centro
outubro de 1993

Conjunto arquitetônico do Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552828
Conjunto arquitetônico do Pátio do Colégio
Conjunto arquitetônico do Pátio do Colégio (antiga Secretaria da Fazenda e Tesouraria Nacional), pombos em segundo plano e parte do monumento à Fundação de São Paulo à direita.
Juca Martins
Centro
outubro de 1993

Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552831
Pátio do Colégio
Monumento à fundação de São Paulo à esquerda, igreja do Beato Anchieta em destaque e edificações ao fundo. Pombos em primeiro plano.
Juca Martins
Centro
outubro de 1993

Manutenção de poste no viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552843
Manutenção de poste no viaduto do Chá
Operários fazendo manutenção em poste sobre o viaduto do Chá; edificações da região ao fundo.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
outubro de 1993

Monumento às Bandeiras
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552902
Monumento às Bandeiras
Ciclistas em frente ao Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
outubro de 1993

Feira de artesanato na Praça da República
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552920
Feira de artesanato na Praça da República
Comércio ambulante e movimento popular em feira de artesanato da praça da República; edificações ao fundo.
Juca Martins
Centro
outubro de 1993

Avenida 23 de Maio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552923
Avenida 23 de Maio
Movimento viário da avenida 23 de Maio, com parte do edifício do Detran à direita e obelisco do Ibirapuera ao fundo.
Juca Martins
Ibirapuera
outubro de 1993

Jardim com esculturas ao lado do Pavilhão das Nações Unidas
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552925
Jardim com esculturas ao lado do Pavilhão das Nações Unidas
Jardim com esculturas, ao lado do prédio da Bienal? Pavilhão das Nações Unidas?
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
outubro de 1993

Marquise do Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552933
Marquise do Ibirapuera
Toldo sob marquise do Ibirapuera; crianças no plano médio, gramado com esculturas ao fundo e edifício do MAM, extrema esquerda ao fundo.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
outubro de 1993

Lago do Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA1552936
Lago do Ibirapuera
Lago com patos em primeiro plano, panorama da região em torno do parque ao fundo.
Juca Martins
Parque Ibirapuera ; Ibirapuera
outubro de 1993

Parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308329
Parque Ibirapuera
Gramado e arvoredo no parque Ibirapuera; pessoas descansando / caminhando ao fundo.
Juca Martins
Ibirapuera
18 de janeiro de 1997

Lago e ponte no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308334
Lago e ponte no parque Ibirapuera
Lago e gramado em primeiro plano; pessoas atravessando a ponte ao fundo.
Juca Martins
Ibirapuera
18 de janeiro de 1997

Jardins do Museu Paulista da Universidade de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308414
Jardins do Museu Paulista da Universidade de São Paulo
Jardins e escadarias em primeiro plano, com destaque para o Museu Paulista, ao fundo.
Juca Martins
Parque da Independência ; Ipiranga
18 de janeiro de 1997

Jardins do Museu Paulista da Universidade de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308521
Jardins do Museu Paulista da Universidade de São Paulo
Mosaico português e jardins em primeiro plano, com Museu Paulista ao fundo.
Juca Martins
Parque da Independência ; Ipiranga
18 de janeiro de 1997

Esplanada do Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308603
Esplanada do Theatro Municipal
Esplanada do Teatro Municipal, prédio da Light (Edifício Alexandre Mackenzie) à direita e outras edificações ao fundo, à esquerda.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú, Centro
18 de janeiro de 1997

Esplanada do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308608
Esplanada do Teatro Municipal
Esplanada do Teatro Municipal com prédio da Light (Edifício Alexandre Mackenzie) ao fundo.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
18 de janeiro de 1997

Portal de entrada da residência Matarazzo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308631
Portal de entrada da residência Matarazzo
Vista da avenida Paulista, esquina com rua Pamplona, com portal de entrada da residência Matarazzo à esquerda.
Juca Martins
Avenida Paulista ; Cerqueira César
18 de janeiro de 1997

Edifício da Gazeta (Fundação Cásper Líbero)
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308635
Edifício da Gazeta (Fundação Cásper Líbero)
Vista frontal do edifício da Gazeta (Fundação Cásper Líbero), faixa de pedestres em primeiro plano.
Juca Martins
Avenida Paulista, Cerqueira César
18 de janeiro de 1997

Edifício Itália
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308715
Edifício Itália
Vista frontal do Edifício Itália, no cruzamento entre as avenidas Ipiranga e São Luís, faixa de pedestres em primeiro plano.
Juca Martins
Avenida Ipiranga ; Avenida São Luís ; Centro
18 de janeiro de 1997

Esplanada do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308733
Esplanada do Teatro Municipal
Esplanada do Teatro Municipal, com estátuas em primeiro plano, o Teatro à direita e o edifício Alexandre Mackenzie à esquerda.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
18 de janeiro de 1997

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308832
Lazer no parque Ibirapuera
Pessoas à beira do lago, observando chafariz ao fundo, gramado e árvores em primeiro plano.
Juca Martins
Ibirapuera
18 de janeiro de 1997

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308836
Lazer no parque Ibirapuera
Pessoas à beira do lago do parque e chafariz ao fundo.
Juca Martins
Ibirapuera
18 de janeiro de 1997

Praça Charles Miller
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308926
Praça Charles Miller
Estacionamento da praça Charles Miller com edificações ao fundo, terreno ajardinado em primeiro plano.
Juca Martins
Pacaembu
18 de janeiro de 1997

Rua no Pacaembu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3308934
Rua no Pacaembu
Aspecto de rua no Pacaembu, edificações ao fundo.
Juca Martins
Pacaembu
18 de janeiro de 1997

Viaduto Santa Ifigênia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311107
Viaduto Santa Ifigênia
Movimento de pedestres e comércio ambulante no viaduto Santa Ifigênia.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista panorâmica do Parque D.Pedro II
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311114
Vista panorâmica do Parque D.Pedro II
Vista do parque D. Pedro II a partir da avenida Radial Leste em direção ao centro da cidade; edificações ao fundo.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista do Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311135
Vista do Mercado Municipal
Vista do Mercado Municipal, rio Tamanduateí e edifício São Vito, com outras edificações ao redor.
Juca Martins
Rua da Cantareira
1 de fevereiro de 1997

Casa das Rosas
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311207
Casa das Rosas
Vista da Casa das Rosas e edificações ao redor; movimento de pedestres em primeiro plano.
Juca Martins
Avenida Paulista, Cerqueira César
29 de janeiro de 1997

Marginal Pinheiros
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311230
Marginal Pinheiros
Vista panorâmica da Marginal e rio Pinheiros, ponte Eusébio Matoso e edifício do Unibanco.
Juca Martins
Marginal Pinheiros
29 de janeiro de 1997

Marginal e rio Pinheiros
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311233
Marginal e rio Pinheiros
Vista panorâmica da Marginal Pinheiros, altura da avenida Eusébio Matoso.
Juca Martins
Marginal Pinheiros
29 de janeiro de 1997

Vista panorâmica do parque D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311315
Vista panorâmica do parque D. Pedro II
Vista panorâmica da região do parque D. Pedro II; edifício Banespa à esquerda, Mercado Municipal e rio Tamanduateí, à direita, ao fundo.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista aérea do parque D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311321
Vista aérea do parque D. Pedro II
Vista aérea da praça Ragueb Chohfi, com comércio ambulante, no cruzamento entre as ruas 25 de Março e General Carneiro.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista panorâmica do Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311331
Vista panorâmica do Pátio do Colégio
Vista panorâmica do Pátio do Colégio e arredores. Também no centro da imagem, vêem-se as torres da Catedral da Sé.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista panorâmica do parque D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311333
Vista panorâmica do parque D. Pedro II
Vista panorâmica do parque D. Pedro II, vendo-se o terminal Parque D. Pedro II à esquerda, edifício da Secretaria da Fazenda ao centro (o mais alto), e vista parcial das torres da catedral da Sé, extrema direita.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista panorâmica do Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311336
Vista panorâmica do Pátio do Colégio
Vista panorâmica do Pátio do Colégio e arredores, vendo-se as torres da Catedral da Sé à esquerda e edifício Banespa à direita.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista externa do Memorial da América Latina
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311405
Vista externa do Memorial da América Latina
Vista externa do Memorial da América Latina. Em primeiro plano, escultura e ao fundo, passarela e os pavilhões que compõem o Memorial.
Juca Martins
Barra Funda
1 de fevereiro de 1997

Vista externa do Memorial da América Latina
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311420
Vista externa do Memorial da América Latina
Vista externa do Memorial da América Latina. Em primeiro plano, monumento e passarela, e ao fundo, alguns pavilhões que compõem o Memorial.
Juca Martins
Barra Funda
1 de fevereiro de 1997

Vista externa do Memorial da América Latina
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311422
Vista externa do Memorial da América Latina
Vista dos pavilhões do Memorial, monumento e passarela.
Juca Martins
Barra Funda
1 de fevereiro de 1997

Vista externa do Memorial da América Latina
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311428
Vista externa do Memorial da América Latina
Vista do espelho d'água e pavilhões do Memorial da América Latina.
Juca Martins
Barra Funda
1 de fevereiro de 1997

Vista externa do Memorial da América Latina
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311433
Vista externa do Memorial da América Latina
Vista de passarela sobre o Memorial da América Latina e pavilhão.
Juca Martins
Barra Funda
1 de fevereiro de 1997

Viaduto Santa Ifigênia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311512
Viaduto Santa Ifigênia
Vista do viaduto Santa Ifigênia e avenida Prestes Maia.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú, Centro
25 de janeiro de 1997

Viaduto Santa Ifigênia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311517
Viaduto Santa Ifigênia
Vista do viaduto Santa Ifigênia e avenida Prestes Maia.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
25 de janeiro de 1997

Viaduto Santa Ifigênia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311525
Viaduto Santa Ifigênia
Vista do viaduto Santa Ifigênia e avenida Prestes Maia.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
25 de janeiro de 1997

Largo e Mosteiro de São Bento
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311535
Largo e Mosteiro de São Bento
Vista do Largo e Mosteiro de São Bento.
Juca Martins
Largo de São Bento ; Centro
25 de janeiro de 1997

Casa das Retortas
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311623
Casa das Retortas
Fachada da Casa das Retortas, parte do antigo Gasômetro.
Juca Martins
Brás
25 de janeiro de 1997

Casa das Retortas
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311633
Casa das Retortas
Fachada da Casa das Retortas, parte do antigo Gasômetro.
Juca Martins
Brás
25 de janeiro de 1997

Praça Charles Miller e estádio do Pacaembu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311701
Praça Charles Miller e estádio do Pacaembu
Vista da praça Charles Miller e estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu). Área ajardinada em primeiro plano.
Juca Martins
Pacaembu
25 de janeiro de 1997

Viaduto Cidade de Osaka
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311710
Viaduto Cidade de Osaka
Viaduto Cidade de Osaka e rua Galvão Bueno, na Liberdade, com decoração típica.
Juca Martins
Liberdade
25 de janeiro de 1997

Viaduto Cidade de Osaka
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311716
Viaduto Cidade de Osaka
Vista a partir do viaduto cidade de Osaka, vendo-se a avenida Radial Leste-Oeste embaixo.
Juca Martins
Liberdade
25 de janeiro de 1997

Praça João Mendes, Catedral da Sé e antigo fórum
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311729
Praça João Mendes, Catedral da Sé e antigo fórum
Vista da Catedral da Sé e antigo fórum a partir da praça João Mendes.
Juca Martins
Centro
25 de janeiro de 1997

Feira de antiguidades no vão livre do Masp
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311736
Feira de antiguidades no vão livre do Masp
Vista da avenida Paulista à esquerda e movimento popular na feira de antiguidades do vão livre do MASP, à direita.
Juca Martins
Museu de Arte de São Paulo, avenida Paulista, Cerqueira César
25 de janeiro de 1997

Edifícios da rua 15 de Novembro
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311802
Edifícios da rua 15 de Novembro
Fachada de edifícios antigos na rua 15 de Novembro.
Juca Martins
Centro
25 de janeiro de 1997

Edifícios da rua 15 de Novembro
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311805
Edifícios da rua 15 de Novembro
Fachada de edifícios antigos na rua 15 de Novembro.
Juca Martins
Centro
25 de janeiro de 1997

Casa da Marquesa de Santos e Casa nº 1
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311816
Casa da Marquesa de Santos e Casa nº 1
Casa da Marquesa de Santos e Casa nº 1, na rua Roberto Simonsen; fachadas e portal do Beco da Marquesa.
Juca Martins
Rua Roberto Simonsen ; Centro
25 de janeiro de 1997

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311821
Praça da Sé
Comércio ambulante na praça da Sé e Catedral ao fundo.
Juca Martins
Centro
25 de janeiro de 1997

Instituto Butantan
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311914
Instituto Butantan
Fachada e jardins do Instituto Butantã.
Juca Martins
Avenida Vital Brasil ; Butantã
1 de fevereiro de 1997

Instituto Butantan
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311916
Instituto Butantan
Jardins do Instituto Butantã e Instituto Vacinogênico ao fundo, à direita.
Juca Martins
Avenida Vital Brasil ; Butantã
1 de fevereiro de 1997

Palácio dos Bandeirantes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311927
Palácio dos Bandeirantes
Palácio dos Bandeirantes, ao fundo, e arredores.
Juca Martins
Avenida Morumbi ; Morumbi
1 de fevereiro de 1997

Palácio dos Bandeirantes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3311932
Palácio dos Bandeirantes
Palácio dos Bandeirantes, ao fundo, e arredores.
Juca Martins
Avenida Morumbi ; Morumbi
1 de fevereiro de 1997

Vale do Anhangabaú e viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312009
Vale do Anhangabaú e viaduto do Chá
Vista do Vale do Anhangabaú, viaduto do Chá e arredores. Em destaque, o edifício da Light, Teatro Municipal e esplanada.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista do Vale do Anhangabaú e viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312018
Vista do Vale do Anhangabaú e viaduto do Chá
Vista do Vale do Anhangabaú, viaduto do Chá e arredores. Em destaque, o edifício da Light, Teatro Municipal e esplanada.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista do Vale do Anhangabaú e viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312021
Vista do Vale do Anhangabaú e viaduto do Chá
Vista do Vale do Anhangabaú, viaduto do Chá e arredores. Em destaque, o edifício da Light.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista do vale do Anhangabaú e do viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312023
Vista do vale do Anhangabaú e do viaduto do Chá
Vista do Vale do Anhangabaú, viaduto do Chá e arredores. Em destaque, o edifício da Light, Teatro Municipal e esplanada.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista da praça do Patriarca e igreja de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312027
Vista da praça do Patriarca e igreja de Santo Antônio
Vista da praça do Patriarca e igreja de Santo Antônio. Vê-se a rua Líbero Badaró ao centro, na transversal, e à direita, viaduto do Chá.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista da praça do Patriarca e igreja de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312029
Vista da praça do Patriarca e igreja de Santo Antônio
Vista da praça do Patriarca e igreja de Santo Antônio. Vê-se a rua Líbero Badaró ao centro, na transversal, e à direita, viaduto do Chá.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista da praça do Patriarca
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312032
Vista da praça do Patriarca
Vista da praça do Patriarca, rua Libero Badaró e parte do viaduto do Chá, à direita.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Vista da praça do Patriarca e igreja de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312036
Vista da praça do Patriarca e igreja de Santo Antônio
Vista da praça do Patriarca e igreja de Santo Antônio. Vê-se a rua Líbero Badaró, e à direita, viaduto do Chá.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Largo do Paissandu e igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312108
Largo do Paissandu e igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
Vista do largo do Paissandu com igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e parte da fachada de galeria.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Largo do Paissandu e galeria
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312115
Largo do Paissandu e galeria
Vista do largo do Paissandu e fachada de galeria.
Juca Martins
Avenida São João ; Rua 24 de maio ; Centro
1 de fevereiro de 1997

Galeria no largo do Paissandu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312122
Galeria no largo do Paissandu
Vista interna de galeria e igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos ao fundo.
Juca Martins
Centro
1 de fevereiro de 1997

Igreja Nossa Senhora dos Homens Pretos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312125
Igreja Nossa Senhora dos Homens Pretos
Igreja Nossa Senhora dos Homens Pretos, no largo do Paissandu.
Juca Martins
Largo do Paissandú ; Centro
1 de fevereiro de 1997

Igreja Nossa Senhora dos Homens Pretos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312135
Igreja Nossa Senhora dos Homens Pretos
Igreja Nossa Senhora dos Homens Pretos, no largo do Paissandu.
Juca Martins
Largo do Paissandú ; Centro
1 de fevereiro de 1997

Vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312218
Vale do Anhangabaú
Vista do Vale Anhangabaú, da esquerda para a direita: parte do Teatro Municipal, Hotel Esplanada, Edifício CBI, Edifício Conde Prates e na extrema direita, o Edifício Sampaio Moreira.
Juca Martins
Centro
25 de janeiro de 1997

Teatro Municipal e esplanada
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312220
Teatro Municipal e esplanada
Vista do Teatro Municipal e esplanada.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
25 de janeiro de 1997

Largo do Arouche
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312227
Largo do Arouche
Banca de flores no Largo do Arouche.
Juca Martins
Centro
25 de janeiro de 1997

Largo do Arouche
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312233
Largo do Arouche
Escultura de Victor Brecheret em praça do largo do Arouche.
Juca Martins
Centro
25 de janeiro de 1997

Igreja Nossa Senhora do Brasil
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312302
Igreja Nossa Senhora do Brasil
Vista da Igreja Nossa Senhora do Brasil e avenida Brasil.
Juca Martins
Avenida Brasil ; Jardim América
25 de janeiro de 1997

Casa do Bandeirante
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312310
Casa do Bandeirante
Vista externa da Casa do Bandeirante e jardim.
Juca Martins
Butantã
25 de janeiro de 1997

Casa do Bandeirante
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312321
Casa do Bandeirante
Vista externa da Casa do Bandeirante e jardim.
Juca Martins
Butantã
25 de janeiro de 1997

Praça Charles Miller e Estádio do Pacaembu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312331
Praça Charles Miller e Estádio do Pacaembu
Praça Charles Miller em primeiro plano e parte da fachada do estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu) à direita.
Juca Martins
Pacaembu
25 de janeiro de 1997

Instituto Butantan
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312502
Instituto Butantan
Instituto Butantã (edifício-sede e serpentário) e jardins
Juca Martins
Butantã
1 de fevereiro de 1997

Instituto Butantan
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312508
Instituto Butantan
Edifício-sede do Instituto Butantã e jardim
Juca Martins
Butantã
1 de fevereiro de 1997

Instituto Butantan
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312513
Instituto Butantan
Edifício-sede do Instituto Butantã e jardins, com serpentário em primeiro plano
Juca Martins
Butantã
1 de fevereiro de 1997

Instituto Butantan
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3312517
Instituto Butantan
Edifício-sede do Instituto Butantã, jardins e serpentário
Juca Martins
Butantã
1 de fevereiro de 1997

Parque Trianon
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313113
Parque Trianon
Escultura no interior do Parque Tenente Siqueira Campos (Trianon).
Juca Martins
Cerqueira César
15 de fevereiro de 1997

Parque Trianon
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313121
Parque Trianon
Escultura na entrada do Parque Tenente Siqueira Campos (Trianon), calçada da avenida Paulista.
Juca Martins
Avenida Paulista ; Cerqueira César
15 de fevereiro de 1997

Praça Alexandre de Gusmão
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313133
Praça Alexandre de Gusmão
Vista de pavilhão no centro da praça Alexandre de Gusmão.
Juca Martins
Cerqueira César
15 de fevereiro de 1997

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313203
Pico do Jaraguá
Vista panorâmica da cidade de São Paulo a partir do Pico do Jaraguá.
Juca Martins
Jaraguá
16 de fevereiro de 1997

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313208
Pico do Jaraguá
Vista panorâmica da cidade de São Paulo a partir do mirante do Pico do Jaraguá.
Juca Martins
Jaraguá
16 de fevereiro de 1997

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313216
Pico do Jaraguá
Vista panorâmica da cidade de São Paulo a partir do pico do Jaraguá.
Juca Martins
Jaraguá
16 de fevereiro de 1997

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313236
Pico do Jaraguá
Vista panorâmica da cidade de São Paulo a partir do pico do Jaraguá.
Juca Martins
Jaraguá
16 de fevereiro de 1997

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313304
Pico do Jaraguá
Vista panorâmica da cidade de São Paulo a partir do pico do Jaraguá.
Juca Martins
Jaraguá
16 de fevereiro de 1997

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313327
Pico do Jaraguá
Vista panorâmica da cidade de São Paulo a partir do pico do Jaraguá.
Juca Martins
Jaraguá
16 de fevereiro de 1997

Pico do Jaraguá
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313335
Pico do Jaraguá
Vista panorâmica da cidade de São Paulo a partir do Pico do Jaraguá.
Juca Martins
Jaraguá
16 de fevereiro de 1997

Capela da PUC
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313400
Capela da PUC
Capela da PUC, na rua Monte Alegre.
Juca Martins
Pontifícia Universidade Católica (PUC) ; Rua Monte Alegre ; Perdizes
10 de fevereiro de 1997

Teatro da Universidade Católica - TUCA
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313402
Teatro da Universidade Católica - TUCA
Teatro da Universidade Católica - TUCA, na rua Monte Alegre.
Juca Martins
Rua Monte Alegre ; Perdizes
10 de fevereiro de 1997

Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313411
Jardim Zoológico
Visitantes no Jardim Zoológico da Água Funda.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313415
Jardim Zoológico
Visitantes no Jardim Zoológico da Água Funda.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313418
Jardim Zoológico
Visitantes no Jardim Zoológico da Água Funda.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313421
Jardim Zoológico
Visitantes no Jardim Zoológico.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313428
Jardim Zoológico
Lago no Jardim Zoológico da Água Funda.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313433
Jardim Zoológico
Visitantes no Jardim Zoológico da Água Funda.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Girafas no Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313436
Girafas no Jardim Zoológico
Girafas no Jardim Zoológico da Água Funda.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Vila Inglesa
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313502
Vila Inglesa
Vila Inglesa, na rua Mauá.
Juca Martins
Rua Mauá ; Luz
16 de fevereiro de 1997

Vila Inglesa
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313512
Vila Inglesa
Vila Inglesa, na rua Mauá.
Juca Martins
Rua Mauá ; Luz
16 de fevereiro de 1997

Loja de vestidos de noiva
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313520
Loja de vestidos de noiva
Loja de vestidos de noiva, na rua Mauá. À esquerda, muro que delimita linha de trem da CPTM.
Juca Martins
Rua Mauá ; Luz
16 de fevereiro de 1997

Estação e Jardim da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313525
Estação e Jardim da Luz
Passarela sobre avenida Tiradentes. Estação, Jardim da Luz e Pinacoteca do Estado ao fundo.
Juca Martins
Avenida Tiradentes ; Luz
16 de fevereiro de 1997

Passarela sobre avenida Tiradentes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313528
Passarela sobre avenida Tiradentes
Passarela sobre avenida Tiradentes, altura da estação da Luz.
Juca Martins
Luz
16 de fevereiro de 1997

Horto Florestal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313613
Horto Florestal
Lago no Horto Florestal.
Juca Martins
Cantareira
8 de fevereiro de 1997

Horto Florestal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313618
Horto Florestal
Lago no Horto Florestal.
Juca Martins
Cantareira
8 de fevereiro de 1997

Horto Florestal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313631
Horto Florestal
Caminhada à beira do lago, no Horto Florestal.
Juca Martins
Cantareira
8 de fevereiro de 1997

Horto Florestal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313636
Horto Florestal
Caminhada à beira do lago, no Horto Florestal.
Juca Martins
Cantareira
8 de fevereiro de 1997

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313702
Jardim Botânico
Lago no Jardim Botânico.
Juca Martins
Água Funda
12 de fevereiro de 1997

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313703
Jardim Botânico
Lago no Jardim Botânico.
Juca Martins
Água Funda
12 de fevereiro de 1997

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313706
Jardim Botânico
Lago no Jardim Botânico.
Juca Martins
Água Funda
12 de fevereiro de 1997

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313716
Jardim Botânico
Vegetação e lago do Jardim Botânico.
Juca Martins
Água Funda
12 de fevereiro de 1997

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313728
Jardim Botânico
Visitantes em portela do Jardim Botânico.
Juca Martins
Água Funda
12 de fevereiro de 1997

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313729
Jardim Botânico
Espelho d'água e estufas no Jardim Botânico.
Juca Martins
Água Funda
12 de fevereiro de 1997

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313813
Jardim Botânico
Concentração de pessoas próximo a portela e espelho d'água no Jardim Botânico.
Juca Martins
Água Funda
12 de fevereiro de 1997

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313818
Jardim Botânico
Concentração de pessoas próximo a portela e espelho d'água no Jardim Botânico.
Juca Martins
Água Funda
12 de fevereiro de 1997

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313836
Jardim Botânico
Interior de estufa, no Jardim Botânico.
Juca Martins
Água Funda
12 de fevereiro de 1997

Fundação Oscar Americano
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313900
Fundação Oscar Americano
Casa-sede e jardins na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano.
Juca Martins
Morumbi
18 de fevereiro de 1997

Fundação Oscar Americano
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313905
Fundação Oscar Americano
Casa-sede e jardins na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano.
Juca Martins
Morumbi
18 de fevereiro de 1997

Fundação Oscar Americano
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3313935
Fundação Oscar Americano
Casa-sede, jardins e escultura na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano.
Juca Martins
Morumbi
18 de fevereiro de 1997

Escola de Comércio Álvares Penteado
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314002
Escola de Comércio Álvares Penteado
Escola de Comércio Álvares Penteado e outras edificações.
Juca Martins
Largo São Francisco ; Centro
16 de fevereiro de 1997

Conjunto franciscano (Faculdade de Direito, igreja e convento São Francisco)
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314005
Conjunto franciscano (Faculdade de Direito, igreja e convento São Francisco)
Vista do Largo São Francisco e conjunto franciscano (Faculdade de Direito, igreja e convento São Francisco) e arredores.
Juca Martins
Largo São Francisco ; Centro
16 de fevereiro de 1997

Conjunto franciscano (Faculdade de Direito, igreja e convento São Francisco)
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314008
Conjunto franciscano (Faculdade de Direito, igreja e convento São Francisco)
Vista do Largo São Francisco e conjunto franciscano (Faculdade de Direito, igreja e convento São Francisco) e arredores.
Juca Martins
Largo São Francisco ; Centro
16 de fevereiro de 1997

Viaduto Cidade de Osaka
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314018
Viaduto Cidade de Osaka
Viaduto Cidade de Osaka e rua Galvão Bueno, na Liberdade, com decoração típica.
Juca Martins
Rua Galvão Bueno ; Liberdade
16 de fevereiro de 1997

Jardim Japonês
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314028
Jardim Japonês
Jardim Japonês em primeiro plano e viaduto Cidade de Osaka, ao fundo, sobre avenida Radial Leste-Oeste.
Juca Martins
Liberdade
16 de fevereiro de 1997

Jardim Japonês
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314033
Jardim Japonês
Lago ornamental no Jardim Japonês.
Juca Martins
Liberdade
16 de fevereiro de 1997

Visitantes no Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314117
Visitantes no Jardim Zoológico
Visitantes no Jardim Zoológico da Água Funda.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Girafas no Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314122
Girafas no Jardim Zoológico
Visitantes no Jardim Zoológico da Água Funda.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Girafas no Jardim Zoológico
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314135
Girafas no Jardim Zoológico
Girafas no Jardim Zoológico da Água Funda.
Juca Martins
Água Funda
10 de fevereiro de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314203
Represa de Guarapiranga
Banhistas na represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
9 de fevereiro de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314218
Represa de Guarapiranga
Visitantes na represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
9 de fevereiro de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314308
Represa de Guarapiranga
Vegetação ao redor da represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
9 de fevereiro de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314320
Represa de Guarapiranga
Vegetação e passagem para a represa.
Juca Martins
Interlagos
9 de fevereiro de 1997

Pescaria à beira da represa
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314326
Pescaria à beira da represa
Pescaria à beira da represa.
Juca Martins
Represa de Guarapiranga ; Interlagos
9 de fevereiro de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314333
Represa de Guarapiranga
Visitantes na represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
9 de fevereiro de 1997

Fundação Oscar Americano
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314402
Fundação Oscar Americano
Casa-sede e jardins da Fundação Maria Luisa e Oscar Americano.
Juca Martins
Morumbi
18 de fevereiro de 1997

Fundação Oscar Americano
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314421
Fundação Oscar Americano
Jardins da Fundação Maria Luisa e Oscar Americano.
Juca Martins
Morumbi
18 de fevereiro de 1997

Fundação Oscar Americano
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314433
Fundação Oscar Americano
Jardins da Fundação Maria Luisa Oscar Americano.
Juca Martins
Morumbi
18 de fevereiro de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314519
Represa de Guarapiranga
Visitantes à beira da represa.
Juca Martins
Interlagos
9 de fevereiro de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314526
Represa de Guarapiranga
Visitante à beira da represa.
Juca Martins
Interlagos
9 de fevereiro de 1997

Rio Pinheiros e marginal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314603
Rio Pinheiros e marginal
Rio Pinheiros e marginal, altura do bairro do Morumbi, vista da cidade ao fundo.
Juca Martins
Marginal Pinheiros ; Morumbi
10 de fevereiro de 1997

Rio Pinheiros e marginal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314611
Rio Pinheiros e marginal
Rio Pinheiros e marginal, altura do bairro do Morumbi, vista da cidade ao fundo.
Juca Martins
Marginal Pinheiros ; Morumbi
10 de fevereiro de 1997

Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314621
Pátio do Colégio
Pátio do Colégio e monumento; à direita, fachadas da antiga Tesouraria e Secretaria da Agricultura
Juca Martins
Pátio do Colégio ; Centro
10 de fevereiro de 1997

Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314626
Pátio do Colégio
Pátio do Colégio, fachadas da antiga Tesouraria e Secretaria da Agricultura.
Juca Martins
Centro
10 de fevereiro de 1997

Horto Florestal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314709
Horto Florestal
Vegetação e lago do Horto Florestal.
Juca Martins
Cantareira
8 de fevereiro de 1997

Horto Florestal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3314717
Horto Florestal
Caminhada à beira do lago no Horto Florestal.
Juca Martins
Cantareira
8 de fevereiro de 1997

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318216
Lazer no parque Ibirapuera
Concentração de pessoas no parque Ibirapuera.
Juca Martins
Ibirapuera
16 de março de 1997

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318234
Lazer no parque Ibirapuera
Pessoas em frente ao Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret.
Juca Martins
Ibirapuera
16 de março de 1997

Parque Cidade de Toronto
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318305
Parque Cidade de Toronto
Lago no parque Cidade de Toronto.
Juca Martins
Pirituba
22 de fevereiro de 1997

Lazer no parque Cidade de Toronto
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318308
Lazer no parque Cidade de Toronto
Lazer em lago no parque Cidade de Toronto.
Juca Martins
Pirituba
22 de fevereiro de 1997

Lazer no parque Cidade de Toronto
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318320
Lazer no parque Cidade de Toronto
Lazer no pier em lago no parque Cidade de Toronto.
Juca Martins
Pirituba
22 de fevereiro de 1997

Lazer no parque Cidade de Toronto
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318327
Lazer no parque Cidade de Toronto
Mini parque aquático no parque Cidade de Toronto.
Juca Martins
Pirituba
22 de fevereiro de 1997

Parque Burle Marx
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318415
Parque Burle Marx
Trabalho de manutenção nos jardins do parque Burle Marx.
Juca Martins
Morumbi
23 de fevereiro de 1997

Parque Burle Marx
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318433
Parque Burle Marx
Jardins do parque Burle Marx.
Juca Martins
Morumbi
23 de fevereiro de 1997

Parque Burle Marx
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318436
Parque Burle Marx
Espelho d'água e jardim do parque Burle Marx.
Juca Martins
Morumbi
23 de fevereiro de 1997

Parque Cidade de Toronto
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318516
Parque Cidade de Toronto
Lago no Parque Cidade de Toronto.
Juca Martins
Pirituba
22 de fevereiro de 1997

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318621
Lazer no parque Ibirapuera
Pessoas na marquise do Ibirapuera.
Juca Martins
Ibirapuera
16 de março de 1997

Lazer no parque Ibirapuera
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318625
Lazer no parque Ibirapuera
Usuários sobre escultura no gramado.
Juca Martins
Ibirapuera
16 de março de 1997

Parque Burle Marx
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318704
Parque Burle Marx
Bosque no parque Burle Marx.
Juca Martins
Morumbi
23 de fevereiro de 1997

Parque Burle Marx
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318717
Parque Burle Marx
Bosque no parque Burle Marx.
Juca Martins
Morumbi
23 de fevereiro de 1997

Parque Burle Marx
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3318735
Parque Burle Marx
Bosque no parque Burle Marx.
Juca Martins
Morumbi
23 de fevereiro de 1997

Cidade Universitária
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319013
Cidade Universitária
Vista da Cidade Universitária.
Juca Martins
Butantã
1997

Cidade Universitária
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319035
Cidade Universitária
Alameda na Cidade Universitária.
Juca Martins
Butantã
1997

Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319111
Pátio do Colégio
Pátio do Colégio, cruzeiro e arredores.
Juca Martins
Centro
1997

Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319117
Pátio do Colégio
Pátio do Colégio e arredores.
Juca Martins
Centro
1997

Antiga Secretaria da Justiça, Casa nº 1 (Sobrado do Major) e Solar da Marquesa
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319122
Antiga Secretaria da Justiça, Casa nº 1 (Sobrado do Major) e Solar da Marquesa
Edifício da antiga Secretaria de Justiça em primeiro plano, integrante do Pátio do Colégio, e Casa Número 1 (Sobrado do Major) e Solar da Marquesa, na rua Roberto Simonsen, à esquerda.
Juca Martins
Rua Roberto Simonsen ; Centro
1997

Pátio do Colégio
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319126
Pátio do Colégio
Pátio do Colégio, monumento comemorativo da fundação de São Paulo e arredores.
Juca Martins
Centro
1997

Solar da Marquesa
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319130
Solar da Marquesa
Solar da Marquesa e outras edificações.
Juca Martins
Rua Roberto Simonsen ; Centro
1997

Igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319135
Igreja do Carmo
Vista lateral da igreja da Ordem Terceira do Carmo.
Juca Martins
Rua Rangel Pestana ; Centro
1997

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319213
Praça da Sé
Vista panorâmica da praça da Sé e arredores.
Juca Martins
Centro
1997

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319218
Praça da Sé
Praça da Sé e arredores.
Juca Martins
Centro
1997

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319229
Praça da Sé
Vista panorâmica da praça da Sé e arredores.
Juca Martins
Centro
1997

Missa na Catedral da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319307
Missa na Catedral da Sé
Missa na Catedral da Sé.
Juca Martins
Centro
1997

Catedral da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3319316
Catedral da Sé
Vista interna da Catedral da Sé.
Juca Martins
Centro
1997

Convento da Luz e avenida Tiradentes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3324823
Convento da Luz e avenida Tiradentes
Convento da Luz e avenida Tiradentes.
Juca Martins
Luz
1997

Ponte das Bandeiras e rio Tietê
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3324835
Ponte das Bandeiras e rio Tietê
Ponte das Bandeiras e rio Tietê; as duas torres de observação ao fundo.
Juca Martins
Ponte Pequena
1997

Palácio das Indústrias
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3324905
Palácio das Indústrias
Fachada lateral do Palácio das Indústrias, na praça Cívica Ulisses Guimarães e avenida Mercúrio em primeiro plano.
Juca Martins
Parque D. Pedro II, avenida Mercúrio, Centro
1997

Palácio das Indústrias
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3324910
Palácio das Indústrias
Fachada lateral do Palácio das Indústrias e avenida Mercúrio.
Juca Martins
Parque D. Pedro II ; Avenida Mercúrio ; Centro
1997

Praça Cívica Ulisses Guimarães
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3324925
Praça Cívica Ulisses Guimarães
Praça Cívica Ulisses Guimarães no parque D. Pedro II e edifícios do centro ao fundo.
Juca Martins
Parque D. Pedro II ; Centro
1997

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325017
Estação da Luz
Estação, Jardim da Luz e arredores.
Juca Martins
Luz
1997

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325027
Estação da Luz
Estação da Luz e arredores.
Juca Martins
Luz
1997

Praça Roosevelt
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325110
Praça Roosevelt
Vista aérea da Praça Roosevelt e arredores, com igreja da Consolação ao centro.
Juca Martins
Consolação
1997

Edifício Itália e Copan
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325122
Edifício Itália e Copan
Edifício Itália e Copan e arredores.
Juca Martins
Centro
1997

Panorama do centro
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325133
Panorama do centro
VIsta panorâmica do centro de São Paulo, com edifício Itália à direita.
Juca Martins
Centro
1997

Edifício Itália e Copan
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325135
Edifício Itália e Copan
Edifício Itália, Copan e arredores.
Juca Martins
Centro
1997

Igreja de São Francisco
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325224
Igreja de São Francisco
Missa na igreja de São Francisco.
Juca Martins
Largo São Francisco ; Centro
1997

Igreja São Francisco
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325234
Igreja São Francisco
Vista interna da igreja de São Francisco.
Juca Martins
Largo São Francisco ; Centro
1997

Praça Cívica Ulisses Guimarães
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325331
Praça Cívica Ulisses Guimarães
Praça Cívica Ulisses Guimarães no parque D. Pedro II e edifícios do Centro ao fundo.
Juca Martins
Parque D. Pedro II ; Centro
1997

Igreja de São Francisco
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325412
Igreja de São Francisco
Vista interna da igreja de São Francisco.
Juca Martins
Largo São Francisco ; Centro
1997

Catedral da Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325432
Catedral da Sé
Detalhes da cúpula no interior da Catedral da Sé.
Juca Martins
Centro
1997

Antiga Secretaria de Justiça, Casa nº 1 (Sobrado do Major) e Solar da Marquesa
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325527
Antiga Secretaria de Justiça, Casa nº 1 (Sobrado do Major) e Solar da Marquesa
Edifício da antiga Secretaria de Justiça, integrante do Pátio do Colégio e à esquerda, a Casa Número 1 (Sobrado do Major) e Solar da Marquesa, na rua Roberto Simonsen.
Juca Martins
Rua Roberto Simonsen ; Centro
1997

Solar da Marquesa de Santos e Casa nº 1
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325536
Solar da Marquesa de Santos e Casa nº 1
Solar da Marquesa de Santos e Casa nº 1; fachadas e portal do Beco da Marquesa, na rua Roberto Simonsen.
Juca Martins
Rua Roberto Simonsen ; Centro
1997

Praça D. José Gaspar e Biblioteca Mario de Andrade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325605
Praça D. José Gaspar e Biblioteca Mario de Andrade
Praça D. José Gaspar e Biblioteca Mario de Andrade em primeiro plano, ao centro; à esquerda, rua Xavier de Toledo e ao fundo avenida São Luís e edificações.
Juca Martins
Centro
1997

Praça D. José Gaspar e Biblioteca Mario de Andrade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325624
Praça D. José Gaspar e Biblioteca Mario de Andrade
Praça D. José Gaspar e Biblioteca Mario de Andrade em primeiro plano, ao centro; à esquerda, rua Xavier de Toledo e ao fundo avenida São Luís e edificações.
Juca Martins
Centro
1997

Praça D. José Gaspar e Biblioteca Mario de Andrade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325631
Praça D. José Gaspar e Biblioteca Mario de Andrade
Praça D. José Gaspar e Biblioteca Mario de Andrade em primeiro plano, ao centro; à esquerda, rua Xavier de Toledo e ao fundo avenida São Luís e edificações.
Juca Martins
Centro
1997

Fachada e portão de entrada do Convento da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325712
Fachada e portão de entrada do Convento da Luz
Fachada e portão de entrada do Convento da Luz.
Juca Martins
Luz
1997

Convento da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325725
Convento da Luz
Fachada do Convento da Luz.
Juca Martins
Luz
1997

Praça Cívica Ulisses Guimarães
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325818
Praça Cívica Ulisses Guimarães
Praça Cívica Ulisses Guimarães, no parque D. Pedro II e edifícios do Centro ao fundo.
Juca Martins
Parque D. Pedro II ; Centro
1997

Rio Tietê
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325908
Rio Tietê
Rio Tietê e Marginal à direita.
Juca Martins
Marginal Tietê
1997

Marginal Tietê
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325915
Marginal Tietê
Vista da Marginal Tietê a partir da ponte das Bandeiras.
Juca Martins
Rio Tietê ; Avenida Santos Dumont
1997

Ponte das Bandeiras
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325922
Ponte das Bandeiras
Torres de observação sobre ponte das Bandeiras e rio Tietê. Avenida Santos Dumont em primeiro plano.
Juca Martins
Avenida Santos Dumont
1997

Rio Tietê
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325928
Rio Tietê
Vista da Marginal Tietê a partir da ponte das Bandeiras; à direita, torre de observação.
Juca Martins
Marginal Tietê
1997

Faculdade de Direito, Igreja e Convento São Francisco
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325932
Faculdade de Direito, Igreja e Convento São Francisco
Faculdade de Direito, Igreja e Convento São Francisco.
Juca Martins
Centro
1997

Faculdade de Direito do Largo São Francisco
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3325936
Faculdade de Direito do Largo São Francisco
Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em primeiro plano à esquerda.
Juca Martins
Centro
1997

Parque da Água Branca
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3326022
Parque da Água Branca
Pavilhões, bosque e espelho d'água no parque da Água Branca.
Juca Martins
Água Branca
1997

Parque da Água Branca
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3326024
Parque da Água Branca
Pavilhões, bosque e espelho d'água no parque da Água Branca.
Juca Martins
Água Branca
1997

Parque Alfredo Volpi
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331008
Parque Alfredo Volpi
Riacho e bosque no parque Alfredo Volpi (Bosque do Morumbi).
Juca Martins
Morumbi
junho de 1997

Parque Alfredo Volpi
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331021
Parque Alfredo Volpi
Parque infantil no parque Alfredo Volpi.
Juca Martins
Morumbi
junho de 1997

Parque Alfredo Volpi
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331032
Parque Alfredo Volpi
Espaço de descanso e bosque no parque Alfredo Volpi.
Juca Martins
Morumbi
junho de 1997

Parque da Aclimação
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331107
Parque da Aclimação
Lago no parque da Aclimação.
Juca Martins
Aclimação
junho de 1997

Parque da Aclimação
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331116
Parque da Aclimação
Lago e gramado no parque da Aclimação.
Juca Martins
Aclimação
junho de 1997

Parque da Aclimação
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331124
Parque da Aclimação
Lago no parque da Aclimação.
Juca Martins
Aclimação
junho de 1997

Parque da Aclimação
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331129
Parque da Aclimação
Lago no parque da Aclimação.
Juca Martins
Aclimação
junho de 1997

Parque Alfredo Volpi
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331216
Parque Alfredo Volpi
Juca Martins
Morumbi
junho de 1997

Parque Alfredo Volpi
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331219
Parque Alfredo Volpi
Juca Martins
Morumbi
junho de 1997

Parque Alfredo Volpi
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331227
Parque Alfredo Volpi
Juca Martins
Morumbi
junho de 1997

Parque do Carmo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331310
Parque do Carmo
Juca Martins
Itaquera
junho de 1997

Parque do Carmo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331317
Parque do Carmo
Juca Martins
Itaquera
junho de 1997

Parque do Carmo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331330
Parque do Carmo
Juca Martins
Itaquera
junho de 1997

Parque do Carmo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331336
Parque do Carmo
Juca Martins
Itaquera
junho de 1997

Parque do Carmo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331413
Parque do Carmo
Caminhada à beira do lago .
Juca Martins
Itaquera
junho de 1997

Parque do Carmo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331417
Parque do Carmo
Caminhada à beira do lago .
Juca Martins
Itaquera
junho de 1997

Rua Florêncio de Abreu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331510
Rua Florêncio de Abreu
Edificações na rua Florêncio de Abreu.
Juca Martins
Centro
abril de 1997

Rua Florêncio de Abreu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331512
Rua Florêncio de Abreu
Edificações na rua Florêncio de Abreu; em primeiro plano, à direita, o Shopping 25 de Março.
Juca Martins
Centro
abril de 1997

Rua Florêncio de Abreu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331517
Rua Florêncio de Abreu
Edificações na rua Florêncio de Abreu.
Juca Martins
Centro
abril de 1997

Rua Florêncio de Abreu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331527
Rua Florêncio de Abreu
Rua Florêncio de Abreu, esquina com a ladeira da Constituição.
Juca Martins
Centro
abril de 1997

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331607
Mercado Municipal
Vista interna do Mercado Municipal.
Juca Martins
Centro
junho de 1997

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331612
Mercado Municipal
Vista interna do Mercado Municipal.
Juca Martins
Centro
junho de 1997

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331616
Mercado Municipal
Vista interna do Mercado Municipal.
Juca Martins
Centro
junho de 1997

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331627
Mercado Municipal
Bancas do Mercado Municipal.
Juca Martins
Mercado Municipal ; Centro
junho de 1997

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331703
Mercado Municipal
Vista externa do Mercado Municipal e arredores.
Juca Martins
Centro
maio de 1997

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331718
Mercado Municipal
Vista aérea do Mercado Municipal e arredores.
Juca Martins
Centro
maio de 1997

Panorama sobre o Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331719
Panorama sobre o Mercado Municipal
Vista panorâmica da cidade sobre o Mercado Municipal.
Juca Martins
Mercado Municipal ; Centro
maio de 1997

Rio Tamanduateí
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331730
Rio Tamanduateí
Vista aérea do rio Tamanduateí e arredores, na altura do Mercado Municipal.
Juca Martins
Centro
maio de 1997

Marginal Pinheiros
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331826
Marginal Pinheiros
Vista aérea da Marginal Pinheiros e região do Butantã, sobre ponte Eusébio Matoso, a partir do edifício Unibanco.
Juca Martins
Rio Pinheiros ; Ponte Eusébio Matoso
junho de 1997

Parque Ecológico do Tietê
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331918
Parque Ecológico do Tietê
Represa no parque Ecológico do Tietê.
Juca Martins
Engenheiro Goulart
junho de 1997

Parque Ecológico do Tietê
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3331933
Parque Ecológico do Tietê
Alameda ladeada por represa no parque Ecológico do Tietê.
Juca Martins
Engenheiro Goulart
junho de 1997

Largo da Memória
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332011
Largo da Memória
Movimento de pedestres no Largo da Memória.
Juca Martins
Centro
maio de 1997

Largo da Memória
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332016
Largo da Memória
Vista do Largo da Memória com obelisco, chafariz e escadaria.
Juca Martins
Centro
maio de 1997

Largo da Memória
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332035
Largo da Memória
Movimento de pedestres no Largo da Memória.
Juca Martins
Centro
maio de 1997

Secretaria da Educação (antiga Escola Normal) e praça da República
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332117
Secretaria da Educação (antiga Escola Normal) e praça da República
Em primeiro plano, Secretaria da Educação (antiga Escola Normal) e praça da República. Vista de edifícios da região ao fundo.
Juca Martins
Centro
maio de 1997

Secretaria da Educação (antiga Escola Normal) e praça da República.
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332123
Secretaria da Educação (antiga Escola Normal) e praça da República.
Em primeiro plano, Secretaria da Educação (antiga Escola Normal) e praça da República. Trecho da avenida Ipiranga, à direita e edifícios da região.
Juca Martins
Avenida Ipiranga ; Centro
maio de 1997

Secretaria de Educação (antiga Escola Normal) e praça da República
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332125
Secretaria de Educação (antiga Escola Normal) e praça da República
Trecho da avenida Ipiranga, prédio da Secretaria de Educação (antiga Escola Normal) e arvoredo da praça da República.
Juca Martins
Avenida Ipiranga ; Centro
maio de 1997

Largo da Memória
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332136
Largo da Memória
Movimento de pedestres no Largo da Memória e arredores.
Juca Martins
Centro
maio de 1997

Memorial do Imigrante - Museu da imigração (antiga hospedaria)
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332208
Memorial do Imigrante - Museu da imigração (antiga hospedaria)
Portal de entrada do Memorial do Imigrante - Museu da imigração (antiga hospedaria).
Juca Martins
Rua Visconde de Parnaíba ; Mooca
abril de 1997

Memorial do Imigrante
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332226
Memorial do Imigrante
Pátio interno do Memorial do Imigrante.
Juca Martins
Mooca
abril de 1997

Memorial do Imigrante
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332232
Memorial do Imigrante
Pátio interno do Memorial do Imigrante.
Juca Martins
Mooca
abril de 1997

Parque da Água Branca
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332305
Parque da Água Branca
Espelho d'água e pavilhão do Parque Fernando Costa (Água Branca).
Juca Martins
Água Branca
maio de 1997

Parque da Água Branca
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332316
Parque da Água Branca
Bosque no Parque Fernando Costa (Água Branca).
Juca Martins
Água Branca
maio de 1997

Parque da Água Branca
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332333
Parque da Água Branca
Pavilhão e alameda no Parque Fernando Costa (Água Branca).
Juca Martins
Água Branca
maio de 1997

Jogo de futebol no parque Ecológico do Tietê
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332413
Jogo de futebol no parque Ecológico do Tietê
Meninos jogando futebol no parque Ecológico do Tietê.
Juca Martins
Engenheiro Goulart
junho de 1997

Parque Ecológico do Tietê
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332424
Parque Ecológico do Tietê
Gramado, represa e quiosques no parque Ecológico do Tietê.
Juca Martins
Engenheiro Goulart
junho de 1997

Parque Ecológico do Tietê
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332429
Parque Ecológico do Tietê
Gramado e quiosques no parque Ecológico do Tietê.
Juca Martins
Engenheiro Goulart
maio de 1997

Parque da Água Branca
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332505
Parque da Água Branca
Bosques e espelho d'água no parque Fernando Costa (Água Branca).
Juca Martins
Água Branca
maio de 1997

Jogo de futebol no estádio do Pacaembu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332510
Jogo de futebol no estádio do Pacaembu
Jogo de reinauguração do estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), entre Corinthians e Portuguesa.
Juca Martins
Pacaembu
maio de 1997

Estádio do Pacaembu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332514
Estádio do Pacaembu
Jogo de reinauguração do estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), entre Corinthians e Portuguesa.
Juca Martins
Pacaembu
maio de 1997

Jogo de futebol no estádio do Pacaembu
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3332520
Jogo de futebol no estádio do Pacaembu
Jogo de reinauguração do estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu); entre Corinthians e Portuguesa.
Juca Martins
Pacaembu
maio de 1997

Basílica de São Bento
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337105
Basílica de São Bento
Vista interna da basílica de São Bento.
Juca Martins
Largo de São Bento ; Centro
julho de 1997

Basílica de São Bento
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337123
Basílica de São Bento
Vista interna da basílica de São Bento.
Juca Martins
Largo de São Bento ; Centro
julho de 1997

Metrô Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337204
Metrô Sé
Vista interna do metrô Sé e movimentação de trens e passageiros.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
julho de 1997

Metrô Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337206
Metrô Sé
Vista interna do metrô Sé e movimentação de trens e passageiros.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
julho de 1997

Metrô Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337217
Metrô Sé
Movimento de passageiros e trens na estação Sé.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
julho de 1997

Metrô Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337234
Metrô Sé
Movimento de passageiros e trens em pavimentos da estação Sé.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
julho de 1997

Metrô Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337307
Metrô Sé
Movimento de passageiros e trens na estação Sé.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
julho de 1997

Metrô Sé
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337327
Metrô Sé
Movimento de passageiros e trens em pavimentos da estação Sé.
Juca Martins
Praça da Sé ; Centro
julho de 1997

Teatro Municipal à noite
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337402
Teatro Municipal à noite
Vista noturna frontal do Teatro Municipal e arredores.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Teatro Municipal à noite
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337404
Teatro Municipal à noite
Vista noturna frontal do Teatro Municipal e arredores.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Esplanada do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337406
Esplanada do Teatro Municipal
Vista noturna panorâmica da esplanada do Teatro Municipal e edificações ao redor.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Esplanada do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337410
Esplanada do Teatro Municipal
Vista panorâmica da esplanada do Teatro Municipal e edificações ao redor.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Esplanada do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337429
Esplanada do Teatro Municipal
Vista panorâmica da esplanada do Teatro Municipal e edificações ao redor.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Sesc Pompéia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337505
Sesc Pompéia
Espaço de convivência do Sesc Pompéia.
Juca Martins
Rua Clélia ; Pompéia
julho de 1997

Sesc Pompéia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337512
Sesc Pompéia
Espaço de convivência do Sesc Pompéia.
Juca Martins
Rua Clélia ; Pompéia
julho de 1997

Museu da Casa Brasileira
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337520
Museu da Casa Brasileira
Museu da Casa Brasileira e jardim.
Juca Martins
Museu da Casa Brasileira ; Jardim Europa
julho de 1997

Museu da Casa Brasileira
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337533
Museu da Casa Brasileira
Museu da Casa Brasileira e jardim, com edifício Dacon ao fundo.
Juca Martins
Jardim Europa
julho de 1997

Mirante do Edifício Itália (Terraço Itália)
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337602
Mirante do Edifício Itália (Terraço Itália)
Observadores no mirante do Edifício Itália (Terraço Itália). À direita, restaurante do Terraço Itália.
Juca Martins
Avenida Ipiranga ; Centro
julho de 1997

Terraço Itália
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337628
Terraço Itália
Vista panorâmica da cidade a partir do terraço Itália.
Juca Martins
Edifício Itália ; Avenida Ipiranga ; Centro
julho de 1997

Estação Ciência
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337705
Estação Ciência
Jardins próximos à Estação Ciência, estação Lapa ao fundo, à esquerda.
Juca Martins
Lapa
julho de 1997

Estação Ciência
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337707
Estação Ciência
Jardins próximos à Estação Ciência, estação Lapa ao fundo, à esquerda.
Juca Martins
Lapa
julho de 1997

Estação Ciência
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337709
Estação Ciência
Entrada da Estação Ciência.
Juca Martins
Lapa
julho de 1997

Estação Ciência
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337716
Estação Ciência
Entrada da Estação Ciência
Juca Martins
Lapa
julho de 1997

Sesc Pompéia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337718
Sesc Pompéia
Passagem entre pavilhões do Sesc Pompéia
Juca Martins
Rua Clélia ; Pompéia
julho de 1997

Sesc Pompéia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337729
Sesc Pompéia
Espaço de convivência do Sesc Pompéia.
Juca Martins
Rua Clélia ; Pompéia
julho de 1997

Sesc Pompéia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337733
Sesc Pompéia
Espaço de convivência do Sesc Pompéia.
Juca Martins
Rua Clélia ; Pompéia
julho de 1997

Sesc Pompéia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337735
Sesc Pompéia
Espaço de convivência do Sesc Pompéia.
Juca Martins
Rua Clélia ; Pompéia
julho de 1997

Palácio dos Campos Elíseos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337805
Palácio dos Campos Elíseos
Vista interna do Palácio dos Campos Elíseos.
Juca Martins
Palácio dos Campos Elíseos ; Campos Elíseos
julho de 1997

Palácio dos Campos Elíseos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337813
Palácio dos Campos Elíseos
Vista interna do Palácio dos Campos Elíseos.
Juca Martins
Campos Elíseos
julho de 1997

Palácio dos Campos Elíseos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337835
Palácio dos Campos Elíseos
Vista interna do Palácio dos Campos Elíseos.
Juca Martins
Palácio dos Campos Elíseos ; Campos Elíseos
julho de 1997

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337912
Teatro Municipal
Vista do Teatro Municipal e arredores.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Esplanada do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337932
Esplanada do Teatro Municipal
Vista geral da esplanada do Teatro Municipal e arredores; em primeiro plano à direita, o prédio da Light
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Vista frontal do Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3337936
Vista frontal do Teatro Municipal
Vista frontal do Teatro Municipal e arredores.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Palácio dos Bandeirantes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338007
Palácio dos Bandeirantes
Fachada do Palácio dos Bandeirantes e jardim.
Juca Martins
Morumbi
julho de 1997

Palácio dos Bandeirantes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338011
Palácio dos Bandeirantes
Fachada do Palácio dos Bandeirantes, com jardim e escultura.
Juca Martins
Morumbi
julho de 1997

Palácio dos Bandeirantes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338024
Palácio dos Bandeirantes
Fachada do Palácio dos Bandeirantes, com jardim e escultura.
Juca Martins
Morumbi
julho de 1997

Praça Roosevelt
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338107
Praça Roosevelt
Vista aérea da praça Roosevelt, Igreja da Consolação e passagem viária para a avenida Radial Leste.
Juca Martins
Consolação
julho de 1997

Praça Roosevelt
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338110
Praça Roosevelt
Vista aérea da praça Roosevelt, igreja da Consolação e arredores.
Juca Martins
Consolação
julho de 1997

Praça Roosevelt
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338133
Praça Roosevelt
Vista aérea da praça Roosevelt e arredores.
Juca Martins
Consolação
julho de 1997

Vista dos edifícios do Banespa, Martinelli e Banco do Brasil
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338212
Vista dos edifícios do Banespa, Martinelli e Banco do Brasil
Vista dos edifícios do Banespa, Martinelli e Banco do Brasil e, em primeiro plano, restaurante Guanabara.
Juca Martins
Avenida São João ; Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Vista dos edifícios do Banespa, Martinelli e Banco do Brasil
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338220
Vista dos edifícios do Banespa, Martinelli e Banco do Brasil
Vista dos edifícios do Banespa, Martinelli e Banco do Brasil e, em primeiro plano, o restaurante Guanabara.
Juca Martins
Avenida São João ; Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Viaduto Santa Ifigênia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338225
Viaduto Santa Ifigênia
Vista do vale do Anhangabaú a partir do viaduto Santa Ifigênia.
Juca Martins
Viaduto Santa Ifigênia ; Vale do Anhangabaú ; Centro
julho de 1997

Vista aérea do centro
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338305
Vista aérea do centro
Vista panorâmica do centro a partir do Terraço Itália.
Juca Martins
Edifício Itália ; Centro
julho de 1997

Vista panoramica a partir do edifício Itália. Ao centro o edifício Copan e à direita o edifício Ipiranga 165, antigo Hilton Hotel.
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338316.jpg
Vista panoramica a partir do edifício Itália. Ao centro o edifício Copan e à direita o edifício Ipiranga 165, antigo Hilton Hotel.
Vista aérea do centro e edifício Copan a partir do terraço Itália.
Juca Martins
Edifício Itália ; Centro
julho de 1997

Terraço Itália
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338335.jpg
Terraço Itália
Observadores no Terraço Itália; panorama do centro ao fundo.
Juca Martins
Edifício Itália ; Centro
julho de 1997

Vista panorâmica do bairro de Campos Elíseos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338410
Vista panorâmica do bairro de Campos Elíseos
Vista panorâmica do bairro de Campos Elíseos; praça Princesa Isabel e monumento a Duque de Caxias em primeiro plano, obra de Victor Brecheret.
Juca Martins
Praça Princesa Isabel ; Avenida Rio Branco ; Rua Duque de Caxias ; Campos Elíseos
julho de 1997

Vista panorâmica da praça Princesa Isabel e monumento a Duque de Caxias
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338429.jpg
Vista panorâmica da praça Princesa Isabel e monumento a Duque de Caxias
Vista panorâmica da praça Princesa Isabel e monumento a Duque de Caxias; Avenida Duque de Caxias à direita.
Juca Martins
Praça Princesa Isabel ; Avenida Duque de Caxias ; Campos Elíseos
julho de 1997

Vista panorâmica do bairro de Campos Elíseos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338434.jpg
Vista panorâmica do bairro de Campos Elíseos
Vista panorâmica do bairro de Campos Elíseos, com praça Princesa Isabel e monumento a Duque de Caxias em primeiro plano.
Juca Martins
Praça Princesa Isabel ; Campos Elíseos
julho de 1997

Palácio dos Campos Elíseos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338518
Palácio dos Campos Elíseos
Vista externa do Palácio dos Campos Elíseos.
Juca Martins
Campos Elíseos
julho de 1997

Santa Casa de Misericórdia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338520
Santa Casa de Misericórdia
Vista externa da Santa Casa de Misericórdia.
Juca Martins
Rua Cesário Mota Jr ; Vila Buarque
julho de 1997

Santa Casa de Misericórdia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338524
Santa Casa de Misericórdia
Hall na Santa Casa de Misericórdia.
Juca Martins
Rua Cesário Mota Jr ; Vila Buarque
julho de 1997

Santa Casa de Misericórdia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338527
Santa Casa de Misericórdia
Hall na Santa Casa de Misericórdia.
Juca Martins
Rua Cesário Mota Jr ; Vila Buarque
julho de 1997

Santa Casa de Misericórdia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338529
Santa Casa de Misericórdia
Vista externa da Santa Casa de Misericórdia.
Juca Martins
Rua Cesário Mota Jr ; Vila Buarque
julho de 1997

Santa Casa de Misericórdia
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3338531
Santa Casa de Misericórdia
Vista externa da Santa Casa de Misericórdia.
Juca Martins
Rua Cesário Mota Jr ; Vila Buarque
julho de 1997

Sala do Museu de Arte Sacra
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3342911
Sala do Museu de Arte Sacra
Vista interna do Museu de Arte Sacra.
Juca Martins
Luz
julho de 1997

Salas do Museu de Arte Sacra
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3342916
Salas do Museu de Arte Sacra
Vista interna do Museu de Arte Sacra.
Juca Martins
Luz
julho de 1997

Sala do Museu de Arte Sacra
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3342920
Sala do Museu de Arte Sacra
Vista interna do Museu de Arte Sacra.
Juca Martins
Luz
julho de 1997

Corredor do Museu de Arte Sacra
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3342924
Corredor do Museu de Arte Sacra
Vista interna do Museu de Arte Sacra.
Juca Martins
Luz
julho de 1997

Sala do Museu de Arte Sacra
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343002
Sala do Museu de Arte Sacra
Vista interna do Museu de Arte Sacra.
Juca Martins
Luz
julho de 1997

Sala do Museu de Arte Sacra
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343008
Sala do Museu de Arte Sacra
Manutenção de luminária em sala do Museu de Arte Sacra.
Juca Martins
Luz
julho de 1997

Corredor do Museu de Arte Sacra
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343028
Corredor do Museu de Arte Sacra
Vista interna do Museu de Arte Sacra.
Juca Martins
Luz
julho de 1997

Corredor do Museu de Arte Sacra
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343030
Corredor do Museu de Arte Sacra
Vista interna do Museu de Arte Sacra.
Juca Martins
Luz
julho de 1997

Salão do Museu Paulista da Universidade de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343109
Salão do Museu Paulista da Universidade de São Paulo
Vista interna do Museu Paulista, com quadro de Pedro Américo.
Juca Martins
Parque da Independência ; Ipiranga
julho de 1997

Escadarias internas do Museu Paulista
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343124
Escadarias internas do Museu Paulista
Vista interna do Museu Paulista, com escadarias e esculturas.
Juca Martins
Museu Paulista da Universidade de São Paulo ; Parque da Independência ; Ipiranga
julho de 1997

Escadarias internas do Museu Paulista
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343126
Escadarias internas do Museu Paulista
Vista interna do Museu Paulista, com escadarias e esculturas.
Juca Martins
Museu Paulista da Universidade de São Paulo ; Parque da Independência ; Ipiranga
julho de 1997

Vista interna do Museu Paulista da Universidade de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343135
Vista interna do Museu Paulista da Universidade de São Paulo
Vista interna do Museu Paulista, com corredor, escadaria e esculturas.
Juca Martins
Parque da Independência ; Ipiranga
julho de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343204
Represa de Guarapiranga
Pier e veleiro na Represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
julho de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343224
Represa de Guarapiranga
Pier e veleiros na Represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
julho de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343230
Represa de Guarapiranga
Pier e veleiros na Represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
julho de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343235
Represa de Guarapiranga
Pier e veleiros na Represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
julho de 1997

Parque da Cantareira
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343427
Parque da Cantareira
Trilha na mata do parque da Cantareira.
Juca Martins
Cantareira
julho de 1997

Parque da Cantareira
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343429
Parque da Cantareira
Trilha na mata do parque da Cantareira.
Juca Martins
Cantareira
julho de 1997

Parque da Cantareira
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343436
Parque da Cantareira
Trilha na mata do parque da Cantareira.
Juca Martins
Cantareira
julho de 1997

Shopping Iguatemi
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343502
Shopping Iguatemi
Fachada do Shopping Iguatemi e avenida Faria Lima.
Juca Martins
Avenida Brigadeiro Faria Lima ; Jardim Paulistano
julho de 1997

Avenida Faria Lima e shopping Iguatemi
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343507
Avenida Faria Lima e shopping Iguatemi
Avenida Faria Lima e shopping Iguatemi à direita.
Juca Martins
Avenida Brigadeiro Faria Lima ; Jardim Paulistano
julho de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343528
Represa de Guarapiranga
Barcos e veleiros na represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
julho de 1997

Represa de Guarapiranga
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343533
Represa de Guarapiranga
Veleiro na Represa de Guarapiranga.
Juca Martins
Interlagos
julho de 1997

Jockey Club de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343603
Jockey Club de São Paulo
Hipódromo e arquibancadas do Jockey Club de São Paulo; edifícios da região ao fundo.
Juca Martins
Morumbi
1997

Jockey Club de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343608
Jockey Club de São Paulo
Hipódromo e arquibancadas do Jockey Club de São Paulo; edifícios da região ao fundo.
Juca Martins
Morumbi
julho de 1997

Jockey Club de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343610
Jockey Club de São Paulo
Hipódromo e arquibancadas do Jockey Club de São Paulo; edifícios da região ao fundo.
Juca Martins
Morumbi
julho de 1997

Jockey Club de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343612
Jockey Club de São Paulo
Hipódromo e arquibancadas do Jockey Club de São Paulo; edifícios da região ao fundo.
Juca Martins
Morumbi
julho de 1997

Jockey Club de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343616
Jockey Club de São Paulo
Vista do hipódromo e edifícios da região ao fundo.
Juca Martins
Morumbi
julho de 1997

Jockey Club de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343629
Jockey Club de São Paulo
Corrida de cavalos do hipódromo do Jockey Club de São Paulo e arquibancadas ao fundo.
Juca Martins
Morumbi
julho de 1997

Jockey Club de São Paulo
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343636
Jockey Club de São Paulo
Desfile de cavalos no Jockey Club de São Paulo.
Juca Martins
Morumbi
1997

Palácio dos Campos Elíseos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343707
Palácio dos Campos Elíseos
Vista frontal do Palácio dos Campos Elíseos.
Juca Martins
Campos Elíseos
julho de 1997

Palácio dos Campos Elíseos
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343712
Palácio dos Campos Elíseos
Palácio dos Campos Elíseos e jardim.
Juca Martins
Campos Elíseos
julho de 1997

Vista aérea da região do Bom Retiro
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343718
Vista aérea da região do Bom Retiro
Vista aérea da região do Bom Retiro, ao redor da estação Júlio Prestes.
Juca Martins
Bom Retiro
julho de 1997

Vista aérea da região do Bom Retiro
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343721
Vista aérea da região do Bom Retiro
Vista aérea da região do Bom Retiro, estação Júlio Prestes e arredores.
Juca Martins
Estação Júlio Prestes ; Luz
julho de 1997

Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo - Ceagesp
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3343815
Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo - Ceagesp
Vista interna do Ceagesp.
Juca Martins
Jaguaré
julho de 1997

Favela Heliópolis
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348223
Favela Heliópolis
Casas na favela Heliópolis.
Juca Martins
Sacomã
agosto de 1997

Favela Heliópolis
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348235
Favela Heliópolis
Aspectos da favela Heliópolis.
Juca Martins
Sacomã
agosto de 1997

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348317
Estação da Luz
Hall da Estação da Luz.
Juca Martins
Luz
agosto de 1997

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348319
Estação da Luz
Hall da estação da Luz.
Juca Martins
Luz
agosto de 1997

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348330
Estação da Luz
Passarelas e linha de trem da estação da Luz.
Juca Martins
Luz
agosto de 1997

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348414
Estação da Luz
Passarelas da estação da Luz.
Juca Martins
Luz
outubro de 1997

Estação Júlio Prestes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348434
Estação Júlio Prestes
Vista interna da estação Júlio Prestes.
Juca Martins
Luz
agosto de 1997

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348508
Teatro Municipal
Hall do Teatro Municipal, com escadaria e estátuas.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1997

Sala de exposição do Masp
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348629
Sala de exposição do Masp
Visitantes na exposição Monet, no Masp.
Juca Martins
Museu de Arte de São Paulo (MASP) ; Avenida Paulista ; Cerqueira César
agosto de 1997

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348734
Teatro Municipal
Escadarias e hall do Teatro Municipal de São Paulo.
Juca Martins
Vale do Anhangabaú ; Centro
agosto de 1997

Sala de exposição do Masp
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348816
Sala de exposição do Masp
Visitantes na exposição Monet, no Masp.
Juca Martins
Museu de Arte de São Paulo (MASP) ; Avenida Paulista ; Cerqueira César
agosto de 1997

Sala de exposição do Masp
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348836
Sala de exposição do Masp
Visitantes na exposição Monet, no Museu de Arte de São Paulo (Masp).
Juca Martins
Museu de Arte de São Paulo (MASP) ; Avenida Paulista ; Cerqueira César
agosto de 1997

Estação Júlio Prestes
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3348916
Estação Júlio Prestes
Vista interna da estação Júlio Prestes.
Juca Martins
Luz
agosto de 1997

Antiga fábrica no Brás
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3357818
Antiga fábrica no Brás
Fachada de antiga fábrica no Brás, entre as ruas do Bucolismo e Andrade.
Juca Martins
Rua do Bucolismo ; Rua Andrade ; Brás
1997

Antiga fábrica no Brás
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3357824
Antiga fábrica no Brás
Fachada de antiga fábrica no Brás, entre as ruas do Bucolismo e Andrade.
Juca Martins
Rua do Bucolismo ; Rua Andrade ; Brás
1997

Antiga fábrica no Brás
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3357826
Antiga fábrica no Brás
Fachada de antiga fábrica no Brás, entre as ruas do Bucolismo e Andrade.
Juca Martins
Rua do Bucolismo ; Rua Andrade ; Brás
1997

Rio Pinheiros
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3357935
Rio Pinheiros
Vista do rio Pinheiros e arredores, com máquina de manutenção em primeiro plano.
Juca Martins
Marginal Pinheiros ; Brooklin
1997

Terraço Itália
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3358005
Terraço Itália
Vista do terraço Itália, envidraçado, com estátua de mulher com luminária.
Juca Martins
Edifício Itália ; Avenida Ipiranga ; Centro
1997

Terraço Itália
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3358020
Terraço Itália
Autorretrato de Juca Martins no Terraço Itália.
Juca Martins
Edifício Itália ; Avenida Ipiranga ; Centro
1997

Praça na avenida Luís Carlos Berrini
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3358105
Praça na avenida Luís Carlos Berrini
Praça na avenida Luís Carlos Berrini e edificações ao redor.
Juca Martins
Morumbi
1997

Praça na avenida Luís Carlos Berrini
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3358116
Praça na avenida Luís Carlos Berrini
Praça e edificações na avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini.
Juca Martins
Morumbi
1997

Marginal Pinheiros
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3358123
Marginal Pinheiros
Vista da Marginal Pinheiros, com rio Pinheiros à direita e linha de trem em primeiro plano.
Juca Martins
Rio Pinheiros ; avenida Nações Unidas ; Morumbi
1997

Marginal Pinheiros
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3358133
Marginal Pinheiros
Linha de trem e edificações na Marginal Pinheiros.
Juca Martins
Rio Pinheiros ; avenida Nações Unidas ; Morumbi
1997

Vista panorâmica noturna a partir do edifício Itália. À esquerda o edifício Copan, e à direita o edifício Ipiranga 165.
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3358218
Vista panorâmica noturna a partir do edifício Itália. À esquerda o edifício Copan, e à direita o edifício Ipiranga 165.
Vista aérea noturna do edifício Copan, Hilton Hotel e arredores, a partir do edifício Itália.
Juca Martins
Avenida Ipiranga ; Centro
1997

Vista panorâmica noturna a partir do edifício Itália
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3358231
Vista panorâmica noturna a partir do edifício Itália
Vista aérea noturna do centro a partir do edifício Itália.
Juca Martins
Avenida Ipiranga ; Centro
1997

Vista panorâmica noturna a partir do edifício Itália. À esquerda o edifício Copan, e à direita o edifício Ipiranga 165.
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3358235
Vista panorâmica noturna a partir do edifício Itália. À esquerda o edifício Copan, e à direita o edifício Ipiranga 165.
Vista aérea noturna do edifício Copan e Hilton Hotel, a partir do edifício Itália.
Juca Martins
Avenida Ipiranga ; Centro
1997

Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359707
Vista panorâmica do centro da cidade
Vista panorâmica do centro da cidade; vê-se Pátio do Colégio e Catedral da Sé, à direita e Vale do Anhangabaú, à esquerda.
Juca Martins
Centro
1997

Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359709
Vista panorâmica do centro da cidade
Vista panorâmica do centro da cidade; vê-se Pátio do Colégio, Catedral da Sé e edifício do antigo Correio, ao centro.
Juca Martins
Centro
1997

Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359711
Vista panorâmica do centro da cidade
Vista panorâmica do centro da cidade; Pátio do Colégio à esquerda e edifício do Banespa à direita.
Juca Martins
Centro
1997

Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359715
Vista panorâmica do centro da cidade
Vista panorâmica do centro da cidade; Edifício Banespa à esquerda, e à direita, ao fundo, Mercado Municipal e rio Tamanduateí.
Juca Martins
Centro
1997

Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359720
Vista panorâmica do centro da cidade
Vista panorâmica do centro da cidade; Edifício Banespa à esquerda, e à direita, ao fundo, Mercado Municipal e rio Tamanduateí.
Juca Martins
Centro
1997

Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359724
Vista panorâmica do centro da cidade
Vista panorâmica do centro; Pátio do Colégio e Catedral da Sé à esquerda e Edifício Banespa à direita.
Juca Martins
Centro
1997

Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359726
Vista panorâmica do centro da cidade
Vista panorâmica do centro da cidade; Pátio do Colégio e Catedral da Sé ao centro.
Juca Martins
Centro
1997

Vista panorâmica do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359728
Vista panorâmica do centro da cidade
Vista panorâmica do centro da cidade; Vale do Anhangabaú à esquerda e catedral da Sé à direita.
Juca Martins
Centro
1997

Vista aérea da região do Parque D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359731
Vista aérea da região do Parque D. Pedro II
Vista aérea da praça Ragueb Chohfi, cruzamento das ruas 25 de Março e General Carneiro; terminal Parque D. Pedro II à direita.
Juca Martins
Centro
1997

Panorama do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359733
Panorama do centro da cidade
Panorama do centro da cidade. Edifício Banespa à esquerda, Mercado Municipal e rio Tamanduateí à direita.
Juca Martins
Centro
1997

Panorama do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA3359735
Panorama do centro da cidade
Panorama do centro da cidade; edifício Banespa à direita, Pátio do Colégio e Catedral da Sé à esquerda.
Juca Martins
Centro
1997

Edificação antiga na região da praça da República
Arquivo/Coleção: Juca Martins
006JMA8474023
Edificação antiga na região da praça da República
Edificação antiga no cruzamento das ruas General Jardim e Araújo, ao fundo, edifício Itália.
Juca Martins
Centro
1997

-;O americano detesta e teme uma nova guerra;-;Editora Globo lança livro de homenagem a Erico Verissimo;-;-;A Editora Globo vai lançar...;-;-;-;-;E eu bebia o vinho da vida...;-;-;-;-;-;Gato preto em campo de neve: o novo livro de Erico Verissimo;-;-;-;-;Fantoches...;-;-;-;Literatura no Rio Grande hoje I;-;Étranger;-;-;Erico Verissimo na Feira do Livro;-;The siege of sobrado;-;-;Somos todos mentirosos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eu e minha sombra;As confissões de Erico;José Lins do Rêgo e Erico Verissimo, os escritores prediletos do carioca;Erico Verissimo na Beira Baixa;Erico Verissimo;-;Um prêmio paulista para Erico;Os tipos de Verissimo;-;-;Concerto grosso com Solo de clarineta;Gente amiga em terra amiga;Autores brasileiros mais lidos em 1933;Olhai os lírios do campo;A night replete with horror;-;-;Num Solo de clarineta a vida de um escritor;O romance de Erico Verissimo: Incidente em Antares
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Século XX

O romance de Erico Verissimo: Incidente em Antares;-;-;-;-;-;Num Solo de clarineta a vida de um escritor;A quinta coluna cultural;-;-;Entrevista com Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Ainda é cedo para escrever...;-;-;Euripides the athenian;-;-;-;-;-;-;Verissimo no Rio;-;Sua ideia de entrevistar escritores jovens...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A terceira dimensão no romance brasileiro;-;-;Erico Verissimo (un gran narrador), en Madrid;-;Prelúdio a um Solo de clarineta;O autor e as personagens dos seus romances;-;-;Ein glänzender romancier;A portaria que determina a censura prévia...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Mensagem semafórica;Hóspede ilustre;Um romance católico;-;-;-;-;Erico Verissimo vai à Feira do Livro conceder autógrafos;Novelist Verissimo coming from Brazil to take O.S.A. post;Argentine poet: author fits neatly into camaraderie of artists' luncheon;Today's books;Erico Verissimo: Nacht;Reforma do caráter é mais urgente para salvar o Brasil;-;Solo de clarineta, de Erico: um fascinante romance da vida;Erico Verissimo em ciclos;Entrevista com Erico Verissimo;F. observou T.B. fascinado...;Acendamos nossos tocos de vela;Israel em abril
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Século XX

Ainda o incidente da marquesa;-;-;Serenata;Chegaram quase ao mesmo tempo...;Brazil... Ominous portent;Quando as pessoas idosas...;Possíveis artigos: O coronel Nestor;Caminhos cruzados;Memórias de um romancista;-;Livro polêmico...;Malazarte;Pois, Fernando, eu gostaria...;As aventuras no mundo da higiene: observações feitas pelo dr. Paulo Chaves;Erico Verissimo;Discurso de recepção do Juca Pato;-;-;-;-;The Vermelha Beach;En cas de malheur;O continente;-;-;Na sua opinião, atravessa atualmente a literatura riograndense...;Drama num aquário;-;Se ainda não consegui...;As viagens de Marco e Paulo;Minha solidariedade ao povo húngaro...;Innocence;-;The adventures of Brasil;-;-;-;Israel em abril;-;-;A visit to Erico Verissimo in Virginia;-;Bom ou mau, o best-seller é um livro que vende bem;-;[O retrato];-;-;Não me agrada a idéia de às pressas opinar sobre um assunto...;Sonata;Machismo;[México];-;Como lhe ocorreu a ideia de escrever O prisioneiro...;Meus encontros com Villa-Lobos;A tomada do espisódio;-;Diálogo sobre o Rio Grande do Sul;Brazilian literature: an outline;-;-;-;Impossível! O único livro que escrevi...;O sr. embaixador do Brasil ofereceu um almoço em honra do eminente escritor Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;Walking in dreamland...;Um sucesso na feira;O tempo e o vento;Solo de clarineta II;-;O ovo;Paulo Duarte;Dyonélio e os ratos;Viva a vida!;Como é, exatamente, o roteiro...;Não julgue os EEUU pelo prisma de Hollywood;Nós nos encontramos...;The ambassador;Nunca como hoje...;Morrer por Saigon;-;-;-;-;Batem os sinos da Igreja de S. Rafael...;Solo de clarineta: memórias;Festa Nacional do Trigo (Fenatrigo);-;-;O arquipélago III: Encruzilhada;Clarissa;O senhor embaixador;O resto é silêncio;[Madrugada];Sol e mel;The general daydreams;Lanternas na floresta;As aventuras de Tibicuera;[O urso com música na barriga];Israel em abril;Solo de clarineta I;A Riviera Italiana;A história, essa fábula;Manoelito de Ornelas;A música e eu;Reflections on a literary enigma: Machado de Assis;They make fun of everything...;Minha vida era exatamente dois mil réis...;Acredita que o humor...;Prefácio;É uma alegria a gente verificar...;Home is the hunter...;It is very difficult...;Junto meu indignado...;Mário Quintana, o pé de pilão e eu;Não acha que esta é uma hora...;The novel today: Death or transmutation;Plano Toríbio às vezes me parece mais vivo e verossímil...;Quero que saibam...;Com relação aos congressos de poesia...;Mestre dos elementos estruturais da narrativa...;Preface;I would begin this short speech...;Nesta palestra aparecem caminhos...;No ano de 399 a.C., numa prisão...;Romance;Nosso princípio foi apenas ontem...;Devo a Maria Inês Klieman o meu primeiro impacto...;O pastor alemão (policial alemão)...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Verissimo volta e vai escrever para crianças;Erico Verissimo retorna a Porto Alegre;Erico Verissimo no Rotary Clube da Covilhã;Banquete em homenagem a Erico Verissimo;Verissimo contra a censura. Logicamente, contra Plínio Salgado;-;-;-;Regresso;-;-;-;Erico diz que está cansado de escrever mas não vai desistir;Memórias de Erico Verissimo em Solo de clarineta;One man's dreadful night, clever novel of loss of mind
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Século XX

-;-;-;-;-;Paulo Duarte: as raízes profundas;-;-;-;Brazilian life and letters in a dramatic panorama;-;-;-;-;Fins de maio de 1966;-;Noite, um livro incompreendido de Erico Verissimo;-;-;-;-;A aquarela chinesa;-;Tempo bom para o livro no sul;-;-;Erico recebeu o Prêmio Santista;Erico Verissimo visita Santa Fé;-;-;-;-;-;Das memórias de Erico;-;-;-;Aprender brincando;-;-;Memórias de Erico Verissimo em Solo de clarineta;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fandango: the life and death;Um certo embaixador que vai dar o que falar;Erico Verissimo e seus netos na última visita a Cruz Alta;Erico, em ritmo de tango;-;-;Carta aberta a Erico Verissimo;Erico Verissimo concede autógrafos na Feira do Livro;Erico Verissimo: das bildnis des Rodrigo Cambará;-;O senhor de Antares e os fantasmas de Paris;O prisioneiro;Trinta anos de um romance;Incidente em Antares, o romance de um moralista;Panorama literário do Brasil: pequenas ideias em volta de Lins do Rêgo e de Pedra bonita"
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Local não identificado
Século XX

-;-;-;-;-;Paulo Duarte: as raízes profundas;-;-;-;Brazilian life and letters in a dramatic panorama;-;-;-;-;Fins de maio de 1966;-;Noite, um livro incompreendido de Erico Verissimo;-;-;-;-;A aquarela chinesa;-;Tempo bom para o livro no sul;-;-;Erico recebeu o Prêmio Santista;Erico Verissimo visita Santa Fé;-;-;-;-;-;Das memórias de Erico;-;-;-;Aprender brincando;-;-;Memórias de Erico Verissimo em Solo de clarineta;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fandango: the life and death;Um certo embaixador que vai dar o que falar;Erico Verissimo e seus netos na última visita a Cruz Alta;Erico, em ritmo de tango;-;-;Carta aberta a Erico Verissimo;Erico Verissimo concede autógrafos na Feira do Livro;Erico Verissimo: das bildnis des Rodrigo Cambará;-;O senhor de Antares e os fantasmas de Paris;O prisioneiro;Trinta anos de um romance;Incidente em Antares, o romance de um moralista;Panorama literário do Brasil: pequenas ideias em volta de Lins do Rêgo e de Pedra bonita"
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Século XX

A significação de um trunfo literário;-;-;-;-;Erico Verissimo evocou as memórias e ambientes de C. Castello Branco e Aquilino Ribeiro;-;Erico Verissimo: um solo (afinado);-;-;-;The Guerrilla;-;Escola Erico Verissimo;O senhor embaixador, uma abertura para o romance ecumênico;-;-;-;O espelho de Antares;-;-;-;-;All night: loses memory and prowls mysteriously;-;-;-;-;-;-;-;Embarque logo, sr. Erico;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo mostrou seu passado à família em passeio por Cruz Alta;Erico Verissimo visitou a Beira Baixa;John dos Passos passará carnaval aqui;Prêmio Nobel de Literatura;-;-;Televisão conquista Erico Verissimo;Verissimo: o áspero código do continente Brasil;-;Ils viennent de publier...;Erico Verissimo: ódio racial é doença hereditária nos EUA;Verissimo: o livro do Vietname;-;Powerful, gripping
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Século XX

-;Erico e o Juca Pato;De permanente e do incidental;Erico Verissimo cotado para o Nobel;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A night replete with horror;-;-;-;-;-;Erico Verissimo: Incidente em Antares;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dois dias inesquecíveis com Erico Verissimo;-;-;Erico viu O tempo e o vento em Santo Amaro;-;Erico Verissimo: um gaúcho sem esporas;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo protesta contra a prisão de intelectuais na Guanabara;Homenagem a Erico Verissimo;Erico Verissimo esteve em Covilhã e ouviu o seu orfeão;-;-;-;Encontro de Erico Verissimo com alguns escritores portugueses;-;Consider the lilies of the field by Erico Verissimo;Seine exzellenz der botschafter: Erico Verissimo;Simpler stoff, machtvoll gestaltet;O acontecido em Antares;Vacarianos e campolargos;Incidente em Antares: vacarianos a campolargos
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Século XX

-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo na Beira Baixa;-;Erico Verissimo I;-;-;Brasil color captured by family epic;-;Um homem simples na paisagem de sua eterna inspiração;-;-;Mais um prêmio para Erico Verissimo;-;-;Author battles censorship by Brasil regime;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A escolha;-;-;-;-;Erico: censura, paródia medieval;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Está tudo errado;Uma página de crítica literária e os que com ela se solidarizaram;Um romance internacional de Erico Verissimo;-;-;Casseta e Planeta rumo à Antártida;Solo de clarineta em tocata de despedida;Vindo do Fundão chegou a Lisboa o escritor Erico Verissimo;Televisão conquista Erico Verissimo;Aus brasilien;Erico Verissimo: Nacht;-;Verissimo uses the romains technic, suspense, mystery, spies and murder;Solo de clarineta I;A mulher na obra de Erico Verissimo;O senhor embaixador: uma abertura para o romance ecumênico;Erico Verissimo;-
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Século XX

-;-;-;Erico Verissimo homenageado na Embaixada do Brasil;-;As memórias de Erico Verissimo;-;Televisão conquista Erico Verissimo;-;-;-;A arte do choro e chorões;O prisioneiro romance: denúncia;-;-;-;-;-;-;-;Der roman nacht;-;-;-;-;-;Ziraldo presta sua homenagem ao poeta, a Verissimo e Amado;-;Psychological study from brazilian author;-;O sentido filosófico de Olhai os lírios do campo;-;-;Bibliografia;-;Solo de clarineta, a história de alguém feliz e realizado;Erico Verissimo: Night;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Americo Baldino;Erico Verissimo, sucesso de Livraria na Guatemala;Erico Verissimo esteve na Beira Baixa;-;A noite inesquecível;-;-;-;A memória de Verissimo;-;Story of Brazil;O romance brasileiro II
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Século XX

Trinta anos de um romance;-;-;-;-;-;-;-;Olhai os lírios do campo;-;-;-;-;-;The other México;-;-;-;Erico Verissimo em Lisboa;-;-;-;-;-;Incidente em Antares;Incidente em Antares, o romance de um moralista;-;-;-;-;-;Parabéns;Erico: repórter em Israel;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo terá parentes em Ervedal da Beira?;-;Um escritor do povo;-;-;-;-;Pela causa da Itália;O tempo e o vento no cinema;Clarissa;Erico Verissimo aponta EUA como modelo de liberdade;Erico Verissimo: Incidente em Antares
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Século XX

O tempo e o vento;-;-;Acontecimento;-;Um gaúcho indicado para o Nobel de Literatura;-;-;-;Erico Verissimo conta a verdade sobre sua visita a Portugal;-;-;-;-;-;Erico Verissimo recusa honraria;-;-;-;-;Que extraordinária cidade!;-;-;-;-;O realismo social de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Banquete em homenagem a Erico Verissimo;-;Máquina de Erico no Museu de Ijuí;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A volta de Erico Verissimo;Mensagem de Maurício Rosenblatt;-;-;-;-;Solo de clarineta;A volta do galo de sete fôlegos;Erico Verissimo no Recife;Os escritores do bairro Petrópolis;-;Visiting author;-;Unusual in many ways: Night by Erico Verissimo;Erico Verissimo e seus 70 anos de arrojada criação literária;Dois memoralistas Pedro Nava e Erico Verissimo;De eberbach a Erico;Agripino Grieco;-
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Século XX

Desde ontem no Recife, o romancista Erico Verissimo;-;-;-;-;O nenê nu;-;-;-;Erico Verissimo em encruzilhada;-;-;-;-;Sou um neto desgarrado de Eça de Queirós;-;-;-;-;-;Conversa com os que gostam de ler;-;-;-;Incidente em Antares dois romances num só;-;-;Nobel para Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Hoje a posse de Gerson e Tiburcio na Academia;-;-;-;A saga do Erico;O retrato de Erico Verissimo por ele mesmo;-;-;Erico Verissimo envia solidariedade à ARI;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O antimachismo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Portugal: 1959;Inaugurado, no Gabinete do Prefeito, retrato de Erico Verissimo;Parece confirmar-se que Erico Verissimo é oriundo de Ervedal da Beira;Hoje à noite o banquete a Erico Verissimo;-;-;-;Um romancista gaúcho;His excellency, the ambassador;O concreto é uma fatalidade, mas por que não cobri-lo com arte?;Primavera judaica;Historical fiction about Brazil;Crise da delicadeza;-
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Século XX

-;-;Erico diante do espelho, as histórias que contou;-;-;-;-;-;-;O Pato Donald e a psicanálise;-;Erico Verissimo deixou a Revista do Globo;-;-;Erico Verissimo ainda tem parentes em Ervedal da Beira;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo entre os amigos;-;-;-;Pablo Ortega tem muito de Erico;One long, rugged evening;-;El Sacramento too similar to Cuba;-;-;-;-;-;-;-;-;O estranho encontro de dois homens que são um só;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Breve crônica duma editora de província;-;-;-;-;Os fantasmas de Erico Verissimo;Um artista: Solo de clarineta define um estilo;-;Erico Verissimo em encruzilhada;Nacht von Erico Verissimo;Prêmio Nobel de Literatura;L'inconnu;Erico Verissimo lança romance que a vida tornou mais real;Erico Verissimo de novo em Portugal;Solo de clarineta: o registro de um contador de estórias...;-;O tempo e o vento;-;-
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Século XX

-;-;-;Erico Verissimo e o cinema;-;Seminário de literatura e história;-;-;Erico Verissimo;-;-;-;Erico volta ao Rio Grande;-;-;-;-;Erico Verissimo avô;-;-;-;-;-;-;-;Verissimo escreve para crianças;-;O romance de Erico Verissimo: Incidente em Antares;-;Erico Verissimo volta das férias para a literatura infantil;-;-;-;-;Erico Verissimo no Recife;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Legenda para o nenê nú;Biblioteca Erico Verissimo;Airton Pimentel, um compositor que pode dizer: sou parceiro musical de Erico Verissimo;Erico Verissimo será homenageado hoje na Sociedade Independência;-;-;Os leitores de Erico Verissimo devem ler este livro;-;O Maurício Cardoso homenageou ao O senhor embaixador;-;Erico: mundo vive profunda revolução;This latin ambassador has a message for us: his excellency, the Ambassador;A night replete with horror;-
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Século XX

One long, rugged evening;-;-;-;-;-;De viage con Erico Verissimo;-;-;-;-;Homenagens a Erico Verissimo, que chegará no próximo domingo;-;-;-;Até breve;-;-;-;-;-;O gaúcho do coração fiel;-;-;-;-;Breve crônica duma editora de província;-;-;-;Assembleia suspende sessão em homenagem a Erico Verissimo;-;-;-;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;Luis Fernando Verissimo;-;-;-;-;Os êxitos de Erico Verissimo serão os êxitos do Rio Grande do Sul;-;-;Olhai os lírios do campo: romance de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Breve crônica de editora de província;A sonata à Kreutzer;Erico e Portinari contra Brasília;-;-;-;-;Os poliedros de Erico Verissimo;Erico Verissimo na PRA-8;Associação Rio-grandense de Imprensa;Incidente em Antares: o romance de um moralista;-;Night could easily leave one in dark;Que o Brasil cresça com dignidade;Erico Verissimo foi descansar nos EUA: agora vou escrever histórias infantis;Um caçador de almas
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Século XX

-;-;Surrealist note lends obscurity to complex tale;-;-;Verissimo vê desprezo ao romance;-;-;Latin author explores paradoxes of revolt;-;Visita à América: a volta do gato preto por Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Câmara Municipal: prestada homenagem póstuma ao escritor Erico Verissimo;-;-;-;-;Nova renascença;-;-;-;-;-;-;-;Viagem ao Redor da Globo;-;-;-;-;-;-;-;Erico;-;Erico e os fantoches;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Memórias do espaço e do tempo;Duas coleções;Erico Verissimo no cinema: o cotidiano sempre renovado de um contador de histórias;A apoteose de Verissimo;Quem pode responder a Erico Verissimo?;-;-;-;-;-;Pinto porque gosto de pintar;Saudação a um romancista;Associação Rio-grandense de Imprensa;Erico Verissimo em Miami;-;Sou contra a censura;Erico Verissimo, torcendo por McGovern;Erico volta prometendo escrever para as crianças;A vida de Erico Verissimo;Erico, doutor Bernard em transplante de alma
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Século XX

-;Somos todos mentirosos;-;Erico viu o tempo e o vento em Santo Amaro;Associação Rio-grandense de Imprensa;Erico Verissimo vacilando entre o mar, o trabalho e o fascínio de Copacabana;Erico Verissimo: deveríamos ter com mais frequência escritores portugueses no Brasil;Um fenômeno chamado Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Se você fosse o Brasil: que pedido você faria para o bom Papai Noel?;-;-;A volta (para casa) de Erico Verissimo;-;-;O filho de Dona Bega;-;-;O último solo;-;-;-;-;Homenagem de despedida a Erico Verissimo;Erico, o Verissimo;-;-;-;-;Uma vida à espera de um biógrafo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo fez cinquenta anos;-;Erico, doutor Barnard em transplante de alma;-;Breves notas sobre 3 livros brasileiros;Solo de clarineta vol. 1 em edição portuguesa;O sr. Erico Verissimo e seu primeiro livro;Um escritor rio-grandense elogiado em São Paulo;A neurotic's terrible trek;-;Contistas gaúchos;-;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;Verissimo habla de México
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Século XX

Verissimo: o livro do Vietname;-;-;-;Serão fascistas os escritores gaúchos?;-;-;-;Erico Verissimo (un gran narrador), en Madrid;-;-;-;Erico Verissimo, um filho das Macegas;-;Notícia de um grande romance;Autógrafos de Erico Verissimo;Guerra e Paz;-;-;-;Seleção popular da literatura brasileira;Os direitos do escritor;John dos Passos visto por Erico Verissimo;-;-;-;-;-;A marquesa saiu às cinco da tarde;Solo de clarineta: o registro de um contador de história de Cruz Alta a Wash;Brasil para a revolução;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fornari, romancista;-;Biografia;E agora é silêncio;Governador do Estado presta homenagem a Erico Verissimo;-;Incidente em Antares;Fine long novel of Brazil's yesterdays;Into the sun;Cut in half, book could be twice as good;Crossroads;Erico Verissimo, o épico;-;His excellency, the ambassador
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Século XX

-;Verissimo satírico;-;-;-;Erico Verissimo completa hoje 50 anos;-;-;-;Distinguished novel from Brazil;-;Story of Brazil is not all nuts;-;-;-;-;-;Ovidio;-;Incidente em Antares;-;-;-;-;A lâmpada mágica;-;-;-;Sentimento de vazio marca desaparecimento de Erico;-;-;-;-;-;-;Sou contra a censura;-;-;-;-;-;-;Erico;-;O tempo e o vento;-;-;-;-;-;A escala da insegurança;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo participou de churrasco e assistiu colheita de trigo;Erico falou sobre o México;Consagradora homenagem ao romancista Erico Verissimo;Literatura no Rio Grande hoje;-;-;-;-;Os direitos do escritor;Em memória de Verissimo;O tempo e o vento;De homem para homem;O contador de histórias;Erico Verissimo: das bildnis des Rodrigo Cambará;-;O gaúcho, por Erico Verissimo;Erico Verissimo, escritor espontâneo
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Século XX

-;Erico Verissimo, literato versátil;-;-;-;Erico em crise;-;-;-;-;-;Erico Verissimo esteve na terra;-;-;-;-;-;-;O legado de Erico Verissimo;-;Erico Verissimo aos 50 anos;Verissimo: evite o espelho mágico;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo;-;[Anjos];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Pórtico para a vida de Joana D'Arc;Carta ao Erico;Erico Verissimo regressa hoje;-;Solo de clarineta;Razões da visita;The rest is silence by Erico Verissimo;-;Brazilians pens absorbing mystery;10 opiniões sobre Erico Verissimo;-;Entre o romantismo e o naturalismo;Crise da delicadeza;O intelectual do ano
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Século XX

-;-;-;-;Clarissa;-;-;Time and the wind by Erico Verissimo;-;-;Erico em Madri;-;-;-;-;-;-;-;O realismo social de Erico Verissimo;-;-;-;Olhai os lírios do campo;-;-;-;-;-;Relendo a Revista do Globo;-;-;-;-;A volta do gato preto vovô;Uma figura singular de romancista;-;Erico Verissimo: o prisioneiro;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Gen. Justino: caminha-se no mundo olhando-se para a frente;Verissimo prefere o silêncio à censura;Inteligência contra intolerância;-;-;-;-;Erico, em ritmo de tango;Editores do Brasil;Among the new books;Roman aus Südamerika;Erico Verissimo, brazilian writer, to teach course;Verissimo volta e vai escrever para crianças;Modernismo II;O problema social de Erico Verissimo: conclusão
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Século XX

O senhor embaixador;La obra de um novelista brasileno;-;-;O realismo social de Erico Verissimo: 1ª parte;-;-;Verissimo, autor nosso;Pela primeira vez Erico Verissimo virou personagem de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo: Nacht;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico e Clarissa;-;-;Os quarenta anos de vida literária de Erico Verissimo;-;Erico e Eça, 60 anos não os separam!;-;-;Um artista: Solo de clarineta define um estilo;-;-;-;Solo de clarineta I;-;Os últimos livros;Erico Verissimo to lecture on brazilian books;-;-;-;Atos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Poesia em estado natural;Ladrão de gado;Caminhos cruzados;Erico Verissimo: o escritor descobre a si mesmo;Solo de clarineta por Erico Verissimo;Erico Verissimo acaba de apresentar queixa-crime contra o padre Leonardo Fritzen!;-;-;-;Brazil historical novel has family feuding 150 years;Contra la violencia;Erico: quatorze anos de O tempo e o vento;-;E eu bebia o vinho da vida...;Erico Verissimo;Erico: repórter em Israel;Importância (e beleza) da sinceridade;Story of Brazil is not all nuts
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Século XX

-;Primavera judaica;-;-;-;Quem é esse menino?;-;-;-;-;Outono;-;One family's property and pride;-;-;Ladrão de gado;-;Escritores e livros;-;John dos Passos, um homem que propõe o diálogo;-;-;-;Música ao longe;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Books in review: brilliant brazilian novelist writes historical novel;-;-;-;-;-;-;Carta a Erico Verissimo nos 40 anos da sua vida literária;-;Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Clarissa. Primeiro romance, depois vida;Erico, o combatente tranquilo;Solo de clarineta: memórias de Erico Verissimo;-;-;-;Erico: o escritor das mensagens acidentais;-;Erico Verissimo percorre caminhos do amor de perdição;Os escritores do bairro Petrópolis;Erico Verissimo;Time and the wind;Novelist to talk;Erico, doze horas, um prisioneiro olhando-se para a frente;Uma história brasileira;O escritor das mensagens acidentais;Incidente em Antares: a falência do maravilhoso
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Século XX

Erico e Eça, 60 Anos não os separam;-;-;-;-;-;-;-;E eu bebia o vinho da vida...;-;Erico Verissimo foi matar a saudade na sua Cruz Alta;-;Encontro com Erico Verissimo;-;-;-;As palavras de Erico Verissimo;Erico Verissimo pelo mundo afora;A noite do Erico;-;Incidente em Antares;-;Retrato de corpo inteiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O novo realismo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico apóia publicamente Brossard;O burrico, o palhaço e outros bichos;-;Na Terra II;Manuel Alda barítono;História de uma viagem;-;-;Escritores e livros;Das bildnis des Rodrigo Cambará;Brazilian author writes unusual novel, night;Erico Verissimo (Lopes) 1902-1975;Erico Verissimo está no Recife;-;Literatura no Rio Grande hoje;Two novels about the world of diplomacy
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Século XX

-;-;-;Escritores e livros;-;-;-;-;-;-;-;-;No Recife, desde ontem o romancista Erico Verissimo;Sobre o romance contemporâneo;-;-;Depoimento de Erico Verissimo;-;México, via Verissimo;-;-;-;-;-;-;Primavera;-;-;-;-;-;Novel of revolution;-;-;-;-;-;-;Sua ideia de entrevistar escritores jovens como Caio Fernando Abreu...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O caso Fritzer-Verissimo;Incidente em Antares;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;Erico Verissimo: um solo de liberdade;-;-;-;Apenas um escritor;O escritor Erico Verissimo presidiu a um colóquio no Fundão;Brazil's most popular novelist;-;Dois dedos de prosa com o intelectual do ano;Erico Verissimo concede entrevista à luso-brasileira;Do permanente e do incidental;Memórias do romancista;O antimachismo
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Século XX

Reunião no Museu;O grande Erico Verissimo;-;Erico Verissimo;-;Erico Verissimo completou 40 anos de vida literária: parabéns a ele ou a nós brasileiros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;E a clarineta emudeceu;O bloquinho do elogio...;-;On a certaín condescensíon;Solo de clarineta;-;-;-;O senhor embaixador;-;A mulher na obra de Erico Verissimo III;-;-;Incidente em Antares;-;Uma exceção;-;Homenagem ao escritor brasileiro Erico Verissimo;-;-;-;-;Time and the wind;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O Guaíba;Nico e o paraíso perdido;A espantosa aventura do antropófago Tibicuera;Erico Verissimo é elogiado na URSS;Cruz Alta em festa inaugura, hoje, a Praça Erico Verissimo;A modéstia de Erico Verissimo;Gato preto entre as árvores;Erico Verissimo;A neurotic's terrible trek;-;Das memórias de Erico;Erico Verissimo no Recife;Fantoches: Erico Verissimo;A Comédia Portuguesa: estará hoje à noite;Nach brasilien;-;His excellency, the embassador;Erico Verissimo: professor de fantasia;-
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-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Das bildnis des Rodrigo Cambará;-;A mulher na obra de Erico Verissimo: conclusão;-;-;-;Praia Vermelha;-;Frau vom gatten ermordet;-;-;-;-;-;Um visto para o embaixador;-;-;Desculpem, mas não sou profundo;-;Solo de clarineta I;-;-;Alvaro Moreyra em Porto Alegre;O sr. Erico Verissimo;Erico Verissimo recebe o Juca Pato;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carta do romancista Erico Verissimo ao escritor Edgard Cavalheiro;O sonho de Ana Maria;Erico Verissimo na Casa do Estudante;-;Sátira e amargura no romance de Verissimo;Erico Verissimo, escritor espontâneo;Josué Guimarães;-;Cirne Lima lembra origem de Cruz Alta e Erico Verissimo;-;Mexico always surprises;South Brazil introduction;-;O senhor embaixador começa como uma comédia e tem um fim trágico;O último romance de Erico;-
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Século XX

Noé;-;Culpado e inocente;-;Incidentes em Antares;-;Erico Verissimo não se considera à altura do Nobel;-;-;-;-;-;Ladrão de gado;-;-;-;A Comédia Portuguesa: estreia-se na inauguração...;-;Brasilianisches zeit;-;Cruz Alta: a revisitação de Erico;-;Inaugurado, no Gabinete do Prefeito, retrato de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;Amanhã o banquete em homenagem a Erico;-;-;Jantar de despedida a Erico Verissimo;-;One man's dreadful night, clever novel of loss of mind;-;-;-;-;Dois dias com Erico Verissimo;-;-;Kalte schrecken der nacht;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Juca Pato para Erico Verissimo;O escritor brasileiro Erico Verissimo visita a Beira Baixa;Flávio Loureiro Chaves: a área de Letras está morta;Efeitos inesperados;Escritores e livros;-;Quem olhou os lírios do campo e viu Clarissa vive Incidente em Antares;A mulher na obra de Erico Verissimo II;Stormy novel good despite it's enormity
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Século XX

Erico Verissimo;-;-;-;-;Um grande escritor brasileiro em Lisboa;-;-;Parece uma personagem de seus próprios livros;-;-;-;Escritores e livros;-;Morrer por Saigon;Pseudônimos literários;-;A mulher na obra de Erico Verissimo I;-;-;-;-;-;Olhai os lírios do campo;-;-;-;-;-;-;-;Dr. Barret dies at 67;Erico Verissimo completou 40 anos de vida literária: parabéns a ele ou a nós;Time and the wind;-;-;Erico Verissimo, um dos autores brasileiros mais lidos em Portugal, assinala com novo êxito o Natal de 1971;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Símbolos;Ovidio;Solo de clarineta;-;Erico Verissimo em Portugal;Dois mestres;O senhor embaixador;A ficção e a verdade;-;Erico Verissimo;Comédia Portuguesa no clube dos lisboetas;Pela causa da Itália;-;-;O prisioneiro
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Século XX

-;Powerful, gripping;-;-;-;Que restará de Erico e de O tempo e o vento na adaptação;-;Erico Verissimo em Portugal;-;Cadeira dura;-;Brasilianische familiengeschichte;-;-;-;O cavalheiro de negra memória;-;-;-;Movimento literário;-;-;-;-;-;-;[Carta ao Erico];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Oriente e Ocidente;-;O romance brasileiro I;-;-;Pálida homenagem a Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;Romancista brasileiro, em visita a esta cidade, zomba duma revolta nazista em seu país;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Um selo de mau gosto;Erico Verissimo faz 67 anos;Campesina;-;-;Erico Verissimo estará presente na Feira do Livro;Difusão da Literatura Brasileira;-;-;Erico Verissimo não se considera à altura do Nobel;Concerto grosso;O romance no Rio Grande do Sul;Deep brazilian roots
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Século XX

Somos todos mentirosos;-;Editora Globo lança livro de homenagem a Erico Verissimo;-;-;-;O americano detesta e teme uma nova guerra;-;A Editora Globo vai lançar...;-;-;-;-;-;E eu bebia o vinho da vida...;-;-;-;-;-;Gato preto em campo de neve: o novo livro de Erico Verissimo;-;-;-;-;Literatura no Rio Grande hoje I;-;-;Fantoches...;-;Étranger;-;-;The siege of sobrado;-;-;Erico Verissimo na Feira do Livro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eu e minha sombra;As confissões de Erico;José Lins do Rêgo e Erico Verissimo, os escritores prediletos do carioca;Erico Verissimo na Beira Baixa;Erico Verissimo;-;Um prêmio paulista para Erico;Os tipos de Verissimo;-;-;Concerto grosso com Solo de clarineta;Gente amiga em terra amiga;Autores brasileiros mais lidos em 1933;Olhai os lírios do campo;A night replete with horror;-;-;Num Solo de clarineta a vida de um escritor;O romance de Erico Verissimo: Incidente em Antares
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-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo evocou as memórias e ambientes de C. Castello Branco e Aquilino Ribeiro;-;Erico Verissimo: um solo (afinado);Escola Erico Verissimo;O senhor embaixador, uma abertura para o romance ecumênico;-;-;-;The Guerrilla;-;-;-;All night: loses memory and prowls mysteriously;-;O espelho de Antares;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Embarque logo, sr. Erico;A significação de um trunfo literário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo mostrou seu passado à família em passeio por Cruz Alta;Erico Verissimo visitou a Beira Baixa;John dos Passos passará carnaval aqui;Prêmio Nobel de Literatura;-;-;Televisão conquista Erico Verissimo;Verissimo: o áspero código do continente Brasil;-;Ils viennent de publier...;Erico Verissimo: ódio racial é doença hereditária nos EUA;Verissimo: o livro do Vietname;-;Powerful, gripping
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-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo cotado para o Nobel;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A night replete with horror;Erico Verissimo: Incidente em Antares;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dois dias inesquecíveis com Erico Verissimo;-;-;-;Erico viu O tempo e o vento em Santo Amaro;-;Erico Verissimo: um gaúcho sem esporas;-;-;-;-;-;Erico e o Juca Pato;De permanente e do incidental;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo protesta contra a prisão de intelectuais na Guanabara;Homenagem a Erico Verissimo;Erico Verissimo esteve em Covilhã e ouviu o seu orfeão;-;-;-;Encontro de Erico Verissimo com alguns escritores portugueses;-;Consider the lilies of the field by Erico Verissimo;Seine exzellenz der botschafter: Erico Verissimo;Simpler stoff, machtvoll gestaltet;O acontecido em Antares;Vacarianos e campolargos;Incidente em Antares: vacarianos a campolargos
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-;Olhai os lírios do campo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;The other México;-;-;-;-;Erico Verissimo em Lisboa;-;Incidente em Antares;-;-;-;-;Incidente em Antares, o romance de um moralista;Parabéns;Erico: repórter em Israel;-;-;-;-;-;-;Trinta anos de um romance;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo terá parentes em Ervedal da Beira?;-;Um escritor do povo;-;-;-;-;Pela causa da Itália;O tempo e o vento no cinema;Clarissa;Erico Verissimo aponta EUA como modelo de liberdade;Erico Verissimo: Incidente em Antares
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As memórias de Erico Verissimo;-;Televisão conquista Erico Verissimo;-;-;-;A arte do choro e chorões;O prisioneiro romance: denúncia;-;-;-;-;-;-;-;Der roman nacht;-;-;-;-;-;Ziraldo presta sua homenagem ao poeta, a Verissimo e Amado;-;Psychological study from brazilian author;-;-;-;-;O sentido filosófico de Olhai os lírios do campo;Solo de clarineta, a história de alguém feliz e realizado;Erico Verissimo: Night;-;Bibliografia;-;-;-;Erico Verissimo homenageado na Embaixada do Brasil;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Americo Baldino;Erico Verissimo, sucesso de Livraria na Guatemala;Erico Verissimo esteve na Beira Baixa;-;A noite inesquecível;-;-;-;A memória de Verissimo;-;Story of Brazil;O romance brasileiro II
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-;O americano detesta e teme uma nova guerra;-;Editora Globo lança livro de homenagem a Erico Verissimo;-;-;A Editora Globo vai lançar...;-;-;-;-;E eu bebia o vinho da vida...;-;-;-;-;-;Gato preto em campo de neve: o novo livro de Erico Verissimo;-;-;-;-;Fantoches...;-;-;-;Literatura no Rio Grande hoje I;-;Étranger;-;-;Erico Verissimo na Feira do Livro;-;The siege of sobrado;-;-;Somos todos mentirosos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eu e minha sombra;As confissões de Erico;José Lins do Rêgo e Erico Verissimo, os escritores prediletos do carioca;Erico Verissimo na Beira Baixa;Erico Verissimo;-;Um prêmio paulista para Erico;Os tipos de Verissimo;-;-;Concerto grosso com Solo de clarineta;Gente amiga em terra amiga;Autores brasileiros mais lidos em 1933;Olhai os lírios do campo;A night replete with horror;-;-;Num Solo de clarineta a vida de um escritor;O romance de Erico Verissimo: Incidente em Antares
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O romance de Erico Verissimo: Incidente em Antares;-;-;-;-;-;Num Solo de clarineta a vida de um escritor;A quinta coluna cultural;-;-;Entrevista com Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Ainda é cedo para escrever...;-;-;Euripides the athenian;-;-;-;-;-;-;Verissimo no Rio;-;Sua ideia de entrevistar escritores jovens...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A terceira dimensão no romance brasileiro;-;-;Erico Verissimo (un gran narrador), en Madrid;-;Prelúdio a um Solo de clarineta;O autor e as personagens dos seus romances;-;-;Ein glänzender romancier;A portaria que determina a censura prévia...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Mensagem semafórica;Hóspede ilustre;Um romance católico;-;-;-;-;Erico Verissimo vai à Feira do Livro conceder autógrafos;Novelist Verissimo coming from Brazil to take O.S.A. post;Argentine poet: author fits neatly into camaraderie of artists' luncheon;Today's books;Erico Verissimo: Nacht;Reforma do caráter é mais urgente para salvar o Brasil;-;Solo de clarineta, de Erico: um fascinante romance da vida;Erico Verissimo em ciclos;Entrevista com Erico Verissimo;F. observou T.B. fascinado...;Acendamos nossos tocos de vela;Israel em abril
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Ainda o incidente da marquesa;-;-;Serenata;Chegaram quase ao mesmo tempo...;Brazil... Ominous portent;Quando as pessoas idosas...;Possíveis artigos: O coronel Nestor;Caminhos cruzados;Memórias de um romancista;-;Livro polêmico...;Malazarte;Pois, Fernando, eu gostaria...;As aventuras no mundo da higiene: observações feitas pelo dr. Paulo Chaves;Erico Verissimo;Discurso de recepção do Juca Pato;-;-;-;-;The Vermelha Beach;En cas de malheur;O continente;-;-;Na sua opinião, atravessa atualmente a literatura riograndense...;Drama num aquário;-;Se ainda não consegui...;As viagens de Marco e Paulo;Minha solidariedade ao povo húngaro...;Innocence;-;The adventures of Brasil;-;-;-;Israel em abril;-;-;A visit to Erico Verissimo in Virginia;-;Bom ou mau, o best-seller é um livro que vende bem;-;[O retrato];-;-;Não me agrada a idéia de às pressas opinar sobre um assunto...;Sonata;Machismo;[México];-;Como lhe ocorreu a ideia de escrever O prisioneiro...;Meus encontros com Villa-Lobos;A tomada do espisódio;-;Diálogo sobre o Rio Grande do Sul;Brazilian literature: an outline;-;-;-;Impossível! O único livro que escrevi...;O sr. embaixador do Brasil ofereceu um almoço em honra do eminente escritor Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;Walking in dreamland...;Um sucesso na feira;O tempo e o vento;Solo de clarineta II;-;O ovo;Paulo Duarte;Dyonélio e os ratos;Viva a vida!;Como é, exatamente, o roteiro...;Não julgue os EEUU pelo prisma de Hollywood;Nós nos encontramos...;The ambassador;Nunca como hoje...;Morrer por Saigon;-;-;-;-;Batem os sinos da Igreja de S. Rafael...;Solo de clarineta: memórias;Festa Nacional do Trigo (Fenatrigo);-;-;O arquipélago III: Encruzilhada;Clarissa;O senhor embaixador;O resto é silêncio;[Madrugada];Sol e mel;The general daydreams;Lanternas na floresta;As aventuras de Tibicuera;[O urso com música na barriga];Israel em abril;Solo de clarineta I;A Riviera Italiana;A história, essa fábula;Manoelito de Ornelas;A música e eu;Reflections on a literary enigma: Machado de Assis;They make fun of everything...;Minha vida era exatamente dois mil réis...;Acredita que o humor...;Prefácio;É uma alegria a gente verificar...;Home is the hunter...;It is very difficult...;Junto meu indignado...;Mário Quintana, o pé de pilão e eu;Não acha que esta é uma hora...;The novel today: Death or transmutation;Plano Toríbio às vezes me parece mais vivo e verossímil...;Quero que saibam...;Com relação aos congressos de poesia...;Mestre dos elementos estruturais da narrativa...;Preface;I would begin this short speech...;Nesta palestra aparecem caminhos...;No ano de 399 a.C., numa prisão...;Romance;Nosso princípio foi apenas ontem...;Devo a Maria Inês Klieman o meu primeiro impacto...;O pastor alemão (policial alemão)...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Verissimo volta e vai escrever para crianças;Erico Verissimo retorna a Porto Alegre;Erico Verissimo no Rotary Clube da Covilhã;Banquete em homenagem a Erico Verissimo;Verissimo contra a censura. Logicamente, contra Plínio Salgado;-;-;-;Regresso;-;-;-;Erico diz que está cansado de escrever mas não vai desistir;Memórias de Erico Verissimo em Solo de clarineta;One man's dreadful night, clever novel of loss of mind
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-;Brazilian life and letters in a dramatic panorama;-;-;-;Fins de maio de 1966;-;Noite, um livro incompreendido de Erico Verissimo;-;-;-;-;A aquarela chinesa;-;Tempo bom para o livro no sul;-;-;Erico Verissimo visita Santa Fé;-;-;-;-;Erico recebeu o Prêmio Santista;Das memórias de Erico;-;-;-;Aprender brincando;-;-;-;Memórias de Erico Verissimo em Solo de clarineta;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Paulo Duarte: as raízes profundas;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fandango: the life and death;Um certo embaixador que vai dar o que falar;Erico Verissimo e seus netos na última visita a Cruz Alta;Erico, em ritmo de tango;-;-;Carta aberta a Erico Verissimo;Erico Verissimo concede autógrafos na Feira do Livro;Erico Verissimo: das bildnis des Rodrigo Cambará;-;O senhor de Antares e os fantasmas de Paris;O prisioneiro;Trinta anos de um romance;Incidente em Antares, o romance de um moralista;Panorama literário do Brasil: pequenas ideias em volta de Lins do Rêgo e de Pedra bonita"
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-;Brazilian life and letters in a dramatic panorama;-;-;-;Fins de maio de 1966;-;Noite, um livro incompreendido de Erico Verissimo;-;-;-;-;A aquarela chinesa;-;Tempo bom para o livro no sul;-;-;Erico Verissimo visita Santa Fé;-;-;-;-;Erico recebeu o Prêmio Santista;Das memórias de Erico;-;-;-;Aprender brincando;-;-;-;Memórias de Erico Verissimo em Solo de clarineta;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Paulo Duarte: as raízes profundas;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fandango: the life and death;Um certo embaixador que vai dar o que falar;Erico Verissimo e seus netos na última visita a Cruz Alta;Erico, em ritmo de tango;-;-;Carta aberta a Erico Verissimo;Erico Verissimo concede autógrafos na Feira do Livro;Erico Verissimo: das bildnis des Rodrigo Cambará;-;O senhor de Antares e os fantasmas de Paris;O prisioneiro;Trinta anos de um romance;Incidente em Antares, o romance de um moralista;Panorama literário do Brasil: pequenas ideias em volta de Lins do Rêgo e de Pedra bonita"
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-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo evocou as memórias e ambientes de C. Castello Branco e Aquilino Ribeiro;-;Erico Verissimo: um solo (afinado);Escola Erico Verissimo;O senhor embaixador, uma abertura para o romance ecumênico;-;-;-;The Guerrilla;-;-;-;All night: loses memory and prowls mysteriously;-;O espelho de Antares;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Embarque logo, sr. Erico;A significação de um trunfo literário;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo mostrou seu passado à família em passeio por Cruz Alta;Erico Verissimo visitou a Beira Baixa;John dos Passos passará carnaval aqui;Prêmio Nobel de Literatura;-;-;Televisão conquista Erico Verissimo;Verissimo: o áspero código do continente Brasil;-;Ils viennent de publier...;Erico Verissimo: ódio racial é doença hereditária nos EUA;Verissimo: o livro do Vietname;-;Powerful, gripping
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-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo cotado para o Nobel;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A night replete with horror;Erico Verissimo: Incidente em Antares;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Dois dias inesquecíveis com Erico Verissimo;-;-;-;Erico viu O tempo e o vento em Santo Amaro;-;Erico Verissimo: um gaúcho sem esporas;-;-;-;-;-;Erico e o Juca Pato;De permanente e do incidental;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo protesta contra a prisão de intelectuais na Guanabara;Homenagem a Erico Verissimo;Erico Verissimo esteve em Covilhã e ouviu o seu orfeão;-;-;-;Encontro de Erico Verissimo com alguns escritores portugueses;-;Consider the lilies of the field by Erico Verissimo;Seine exzellenz der botschafter: Erico Verissimo;Simpler stoff, machtvoll gestaltet;O acontecido em Antares;Vacarianos e campolargos;Incidente em Antares: vacarianos a campolargos
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-;-;-;Erico Verissimo na Beira Baixa;-;-;-;Brasil color captured by family epic;-;-;Erico Verissimo I;-;Mais um prêmio para Erico Verissimo;-;-;Um homem simples na paisagem de sua eterna inspiração;-;Author battles censorship by Brasil regime;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A escolha;-;-;-;Erico: censura, paródia medieval;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Está tudo errado;Uma página de crítica literária e os que com ela se solidarizaram;Um romance internacional de Erico Verissimo;-;-;Casseta e Planeta rumo à Antártida;Solo de clarineta em tocata de despedida;Vindo do Fundão chegou a Lisboa o escritor Erico Verissimo;Televisão conquista Erico Verissimo;Aus brasilien;Erico Verissimo: Nacht;-;Verissimo uses the romains technic, suspense, mystery, spies and murder;Solo de clarineta I;A mulher na obra de Erico Verissimo;O senhor embaixador: uma abertura para o romance ecumênico;Erico Verissimo;-
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-;-;-;Erico Verissimo homenageado na Embaixada do Brasil;-;As memórias de Erico Verissimo;-;Televisão conquista Erico Verissimo;-;-;-;A arte do choro e chorões;O prisioneiro romance: denúncia;-;-;-;-;-;-;-;Der roman nacht;-;-;-;-;-;Ziraldo presta sua homenagem ao poeta, a Verissimo e Amado;-;Psychological study from brazilian author;-;O sentido filosófico de Olhai os lírios do campo;-;-;Bibliografia;-;Solo de clarineta, a história de alguém feliz e realizado;Erico Verissimo: Night;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Americo Baldino;Erico Verissimo, sucesso de Livraria na Guatemala;Erico Verissimo esteve na Beira Baixa;-;A noite inesquecível;-;-;-;A memória de Verissimo;-;Story of Brazil;O romance brasileiro II
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Trinta anos de um romance;-;-;-;-;-;-;-;Olhai os lírios do campo;-;-;-;-;-;The other México;-;-;-;Erico Verissimo em Lisboa;-;-;-;-;-;Incidente em Antares;Incidente em Antares, o romance de um moralista;-;-;-;-;-;Parabéns;Erico: repórter em Israel;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo terá parentes em Ervedal da Beira?;-;Um escritor do povo;-;-;-;-;Pela causa da Itália;O tempo e o vento no cinema;Clarissa;Erico Verissimo aponta EUA como modelo de liberdade;Erico Verissimo: Incidente em Antares
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O tempo e o vento;-;-;Acontecimento;-;Um gaúcho indicado para o Nobel de Literatura;-;-;-;Erico Verissimo conta a verdade sobre sua visita a Portugal;-;-;-;-;-;Erico Verissimo recusa honraria;-;-;-;-;Que extraordinária cidade!;-;-;-;-;O realismo social de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Banquete em homenagem a Erico Verissimo;-;Máquina de Erico no Museu de Ijuí;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A volta de Erico Verissimo;Mensagem de Maurício Rosenblatt;-;-;-;-;Solo de clarineta;A volta do galo de sete fôlegos;Erico Verissimo no Recife;Os escritores do bairro Petrópolis;-;Visiting author;-;Unusual in many ways: Night by Erico Verissimo;Erico Verissimo e seus 70 anos de arrojada criação literária;Dois memoralistas Pedro Nava e Erico Verissimo;De eberbach a Erico;Agripino Grieco;-
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O antimachismo;-;-;-;-;-;O nenê nu;-;Desde ontem no Recife, o romancista Erico Verissimo;-;-;-;-;Erico Verissimo em encruzilhada;-;-;-;-;-;-;-;Conversa com os que gostam de ler;-;Sou um neto desgarrado de Eça de Queirós;-;-;-;-;Nobel para Erico Verissimo;-;-;-;Incidente em Antares dois romances num só;-;Hoje a posse de Gerson e Tiburcio na Academia;-;-;-;-;-;-;A saga do Erico;O retrato de Erico Verissimo por ele mesmo;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo envia solidariedade à ARI;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Portugal: 1959;Inaugurado, no Gabinete do Prefeito, retrato de Erico Verissimo;Parece confirmar-se que Erico Verissimo é oriundo de Ervedal da Beira;Hoje à noite o banquete a Erico Verissimo;-;-;-;Um romancista gaúcho;His excellency, the ambassador;O concreto é uma fatalidade, mas por que não cobri-lo com arte?;Primavera judaica;Historical fiction about Brazil;Crise da delicadeza;-
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-;-;Erico diante do espelho, as histórias que contou;-;-;-;-;-;-;O Pato Donald e a psicanálise;-;Erico Verissimo deixou a Revista do Globo;-;-;Erico Verissimo ainda tem parentes em Ervedal da Beira;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo entre os amigos;-;-;-;Pablo Ortega tem muito de Erico;One long, rugged evening;-;El Sacramento too similar to Cuba;-;-;-;-;-;-;-;-;O estranho encontro de dois homens que são um só;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Breve crônica duma editora de província;-;-;-;-;Os fantasmas de Erico Verissimo;Um artista: Solo de clarineta define um estilo;-;Erico Verissimo em encruzilhada;Nacht von Erico Verissimo;Prêmio Nobel de Literatura;L'inconnu;Erico Verissimo lança romance que a vida tornou mais real;Erico Verissimo de novo em Portugal;Solo de clarineta: o registro de um contador de estórias...;-;O tempo e o vento;-;-
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-;-;-;Erico Verissimo e o cinema;-;Seminário de literatura e história;-;-;Erico Verissimo;-;-;-;Erico volta ao Rio Grande;-;-;-;-;Erico Verissimo avô;-;-;-;-;-;-;-;Verissimo escreve para crianças;-;O romance de Erico Verissimo: Incidente em Antares;-;Erico Verissimo volta das férias para a literatura infantil;-;-;-;-;Erico Verissimo no Recife;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Legenda para o nenê nú;Biblioteca Erico Verissimo;Airton Pimentel, um compositor que pode dizer: sou parceiro musical de Erico Verissimo;Erico Verissimo será homenageado hoje na Sociedade Independência;-;-;Os leitores de Erico Verissimo devem ler este livro;-;O Maurício Cardoso homenageou ao O senhor embaixador;-;Erico: mundo vive profunda revolução;This latin ambassador has a message for us: his excellency, the Ambassador;A night replete with horror;-
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One long, rugged evening;-;-;-;-;-;De viage con Erico Verissimo;-;-;-;-;Homenagens a Erico Verissimo, que chegará no próximo domingo;-;-;-;Até breve;-;-;-;-;-;O gaúcho do coração fiel;-;-;-;-;Breve crônica duma editora de província;-;-;-;Assembleia suspende sessão em homenagem a Erico Verissimo;-;-;-;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;Luis Fernando Verissimo;-;-;-;-;Os êxitos de Erico Verissimo serão os êxitos do Rio Grande do Sul;-;-;Olhai os lírios do campo: romance de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Breve crônica de editora de província;A sonata à Kreutzer;Erico e Portinari contra Brasília;-;-;-;-;Os poliedros de Erico Verissimo;Erico Verissimo na PRA-8;Associação Rio-grandense de Imprensa;Incidente em Antares: o romance de um moralista;-;Night could easily leave one in dark;Que o Brasil cresça com dignidade;Erico Verissimo foi descansar nos EUA: agora vou escrever histórias infantis;Um caçador de almas
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-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Surrealist note lends obscurity to complex tale;-;Latin author explores paradoxes of revolt;-;Visita à América: a volta do gato preto por Erico Verissimo;Verissimo vê desprezo ao romance;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Câmara Municipal: prestada homenagem póstuma ao escritor Erico Verissimo;-;-;-;-;Nova renascença;-;Viagem ao Redor da Globo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico;-;Erico e os fantoches;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Memórias do espaço e do tempo;Duas coleções;Erico Verissimo no cinema: o cotidiano sempre renovado de um contador de histórias;A apoteose de Verissimo;Quem pode responder a Erico Verissimo?;-;-;-;-;-;Pinto porque gosto de pintar;Saudação a um romancista;Associação Rio-grandense de Imprensa;Erico Verissimo em Miami;-;Sou contra a censura;Erico Verissimo, torcendo por McGovern;Erico volta prometendo escrever para as crianças;A vida de Erico Verissimo;Erico, doutor Bernard em transplante de alma
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-;-;-;Associação Rio-grandense de Imprensa;-;Somos todos mentirosos;-;Erico viu o tempo e o vento em Santo Amaro;Um fenômeno chamado Erico Verissimo;Erico Verissimo vacilando entre o mar, o trabalho e o fascínio de Copacabana;Erico Verissimo: deveríamos ter com mais frequência escritores portugueses no Brasil;-;Se você fosse o Brasil: que pedido você faria para o bom Papai Noel?;-;-;-;-;-;-;A volta (para casa) de Erico Verissimo;-;-;-;O filho de Dona Bega;-;Homenagem de despedida a Erico Verissimo;O último solo;-;-;-;-;Uma vida à espera de um biógrafo;-;-;Erico, o Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo fez cinquenta anos;-;Erico, doutor Barnard em transplante de alma;-;Breves notas sobre 3 livros brasileiros;Solo de clarineta vol. 1 em edição portuguesa;O sr. Erico Verissimo e seu primeiro livro;Um escritor rio-grandense elogiado em São Paulo;A neurotic's terrible trek;-;Contistas gaúchos;-;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;Verissimo habla de México
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Século XX

Verissimo: o livro do Vietname;-;-;-;Serão fascistas os escritores gaúchos?;-;-;-;Erico Verissimo (un gran narrador), en Madrid;-;-;-;Erico Verissimo, um filho das Macegas;-;Notícia de um grande romance;Autógrafos de Erico Verissimo;Guerra e Paz;-;-;-;Seleção popular da literatura brasileira;Os direitos do escritor;John dos Passos visto por Erico Verissimo;-;-;-;-;-;A marquesa saiu às cinco da tarde;Solo de clarineta: o registro de um contador de história de Cruz Alta a Wash;Brasil para a revolução;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fornari, romancista;-;Biografia;E agora é silêncio;Governador do Estado presta homenagem a Erico Verissimo;-;Incidente em Antares;Fine long novel of Brazil's yesterdays;Into the sun;Cut in half, book could be twice as good;Crossroads;Erico Verissimo, o épico;-;His excellency, the ambassador
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-;-;-;-;A escala da insegurança;Erico Verissimo completa hoje 50 anos;-;-;Verissimo satírico;-;-;-;Story of Brazil is not all nuts;-;-;-;-;-;Distinguished novel from Brazil;-;-;Incidente em Antares;-;-;Ovidio;A lâmpada mágica;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Sentimento de vazio marca desaparecimento de Erico;-;-;-;-;-;Sou contra a censura;-;-;-;-;-;-;-;Erico;-;O tempo e o vento;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo participou de churrasco e assistiu colheita de trigo;Erico falou sobre o México;Consagradora homenagem ao romancista Erico Verissimo;Literatura no Rio Grande hoje;-;-;-;-;Os direitos do escritor;Em memória de Verissimo;O tempo e o vento;De homem para homem;O contador de histórias;Erico Verissimo: das bildnis des Rodrigo Cambará;-;O gaúcho, por Erico Verissimo;Erico Verissimo, escritor espontâneo
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-;Erico Verissimo, literato versátil;-;-;-;Erico em crise;-;-;-;-;-;Erico Verissimo esteve na terra;-;-;-;-;-;-;O legado de Erico Verissimo;-;Erico Verissimo aos 50 anos;Verissimo: evite o espelho mágico;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo;-;[Anjos];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Pórtico para a vida de Joana D'Arc;Carta ao Erico;Erico Verissimo regressa hoje;-;Solo de clarineta;Razões da visita;The rest is silence by Erico Verissimo;-;Brazilians pens absorbing mystery;10 opiniões sobre Erico Verissimo;-;Entre o romantismo e o naturalismo;Crise da delicadeza;O intelectual do ano
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-;-;-;-;Clarissa;-;-;Time and the wind by Erico Verissimo;-;-;Erico em Madri;-;-;-;-;-;-;-;O realismo social de Erico Verissimo;-;-;-;Olhai os lírios do campo;-;-;-;-;-;Relendo a Revista do Globo;-;-;-;-;A volta do gato preto vovô;Uma figura singular de romancista;-;Erico Verissimo: o prisioneiro;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Gen. Justino: caminha-se no mundo olhando-se para a frente;Verissimo prefere o silêncio à censura;Inteligência contra intolerância;-;-;-;-;Erico, em ritmo de tango;Editores do Brasil;Among the new books;Roman aus Südamerika;Erico Verissimo, brazilian writer, to teach course;Verissimo volta e vai escrever para crianças;Modernismo II;O problema social de Erico Verissimo: conclusão
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-;Verissimo, autor nosso;Pela primeira vez Erico Verissimo virou personagem de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo: Nacht;-;-;-;Erico e Clarissa;-;-;-;-;-;-;Um artista: Solo de clarineta define um estilo;-;-;-;Os quarenta anos de vida literária de Erico Verissimo;-;Erico e Eça, 60 anos não os separam!;Os últimos livros;Erico Verissimo to lecture on brazilian books;-;Solo de clarineta I;-;-;O realismo social de Erico Verissimo: 1ª parte;-;O senhor embaixador;La obra de um novelista brasileno;-;-;-;Atos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Poesia em estado natural;Ladrão de gado;Caminhos cruzados;Erico Verissimo: o escritor descobre a si mesmo;Solo de clarineta por Erico Verissimo;Erico Verissimo acaba de apresentar queixa-crime contra o padre Leonardo Fritzen!;-;-;-;Brazil historical novel has family feuding 150 years;Contra la violencia;Erico: quatorze anos de O tempo e o vento;-;E eu bebia o vinho da vida...;Erico Verissimo;Erico: repórter em Israel;Importância (e beleza) da sinceridade;Story of Brazil is not all nuts
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-;-;-;-;Outono;-;Quem é esse menino?;-;Escritores e livros;One family's property and pride;-;-;Ladrão de gado;-;-;-;Música ao longe;-;-;-;John dos Passos, um homem que propõe o diálogo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Books in review: brilliant brazilian novelist writes historical novel;-;Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Carta a Erico Verissimo nos 40 anos da sua vida literária;-;-;-;Primavera judaica;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Clarissa. Primeiro romance, depois vida;Erico, o combatente tranquilo;Solo de clarineta: memórias de Erico Verissimo;-;-;-;Erico: o escritor das mensagens acidentais;-;Erico Verissimo percorre caminhos do amor de perdição;Os escritores do bairro Petrópolis;Erico Verissimo;Time and the wind;Novelist to talk;Erico, doze horas, um prisioneiro olhando-se para a frente;Uma história brasileira;O escritor das mensagens acidentais;Incidente em Antares: a falência do maravilhoso
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E eu bebia o vinho da vida...;-;Erico Verissimo foi matar a saudade na sua Cruz Alta;-;-;-;-;-;-;Encontro com Erico Verissimo;Erico Verissimo pelo mundo afora;A noite do Erico;As palavras de Erico Verissimo;-;Retrato de corpo inteiro;-;-;-;-;-;Incidente em Antares;-;-;-;-;-;-;-;O novo realismo;-;-;-;-;-;Erico e Eça, 60 Anos não os separam;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico apóia publicamente Brossard;O burrico, o palhaço e outros bichos;-;Na Terra II;Manuel Alda barítono;História de uma viagem;-;-;Escritores e livros;Das bildnis des Rodrigo Cambará;Brazilian author writes unusual novel, night;Erico Verissimo (Lopes) 1902-1975;Erico Verissimo está no Recife;-;Literatura no Rio Grande hoje;Two novels about the world of diplomacy
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-;-;-;-;Escritores e livros;-;-;No Recife, desde ontem o romancista Erico Verissimo;-;-;-;Depoimento de Erico Verissimo;-;México, via Verissimo;-;-;Sobre o romance contemporâneo;-;-;-;-;Primavera;-;-;-;-;-;-;-;Novel of revolution;-;-;-;-;-;-;-;-;Sua ideia de entrevistar escritores jovens como Caio Fernando Abreu...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O caso Fritzer-Verissimo;Incidente em Antares;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;Erico Verissimo: um solo de liberdade;-;-;-;Apenas um escritor;O escritor Erico Verissimo presidiu a um colóquio no Fundão;Brazil's most popular novelist;-;Dois dedos de prosa com o intelectual do ano;Erico Verissimo concede entrevista à luso-brasileira;Do permanente e do incidental;Memórias do romancista;O antimachismo
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-;-;-;-;Erico Verissimo completou 40 anos de vida literária: parabéns a ele ou a nós brasileiros;-;-;E a clarineta emudeceu;O bloquinho do elogio...;-;-;-;Solo de clarineta;-;-;-;On a certaín condescensíon;-;O senhor embaixador;-;Incidente em Antares;-;Uma exceção;-;-;A mulher na obra de Erico Verissimo III;-;-;-;-;-;Homenagem ao escritor brasileiro Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Time and the wind;-;Erico Verissimo;-;Reunião no Museu;O grande Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O Guaíba;Nico e o paraíso perdido;A espantosa aventura do antropófago Tibicuera;Erico Verissimo é elogiado na URSS;Cruz Alta em festa inaugura, hoje, a Praça Erico Verissimo;A modéstia de Erico Verissimo;Gato preto entre as árvores;Erico Verissimo;A neurotic's terrible trek;-;Das memórias de Erico;Erico Verissimo no Recife;Fantoches: Erico Verissimo;A Comédia Portuguesa: estará hoje à noite;Nach brasilien;-;His excellency, the embassador;Erico Verissimo: professor de fantasia;-
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-;-;-;-;-;-;-;Das bildnis des Rodrigo Cambará;-;-;-;-;Praia Vermelha;-;Frau vom gatten ermordet;A mulher na obra de Erico Verissimo: conclusão;-;-;-;-;-;Um visto para o embaixador;-;-;Solo de clarineta I;-;-;-;Desculpem, mas não sou profundo;-;Alvaro Moreyra em Porto Alegre;Erico Verissimo recebe o Juca Pato;-;-;O sr. Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carta do romancista Erico Verissimo ao escritor Edgard Cavalheiro;O sonho de Ana Maria;Erico Verissimo na Casa do Estudante;-;Sátira e amargura no romance de Verissimo;Erico Verissimo, escritor espontâneo;Josué Guimarães;-;Cirne Lima lembra origem de Cruz Alta e Erico Verissimo;-;Mexico always surprises;South Brazil introduction;-;O senhor embaixador começa como uma comédia e tem um fim trágico;O último romance de Erico;-
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Noé;-;Culpado e inocente;-;Incidentes em Antares;-;Erico Verissimo não se considera à altura do Nobel;-;-;-;-;-;Ladrão de gado;-;-;-;A Comédia Portuguesa: estreia-se na inauguração...;-;Brasilianisches zeit;-;Cruz Alta: a revisitação de Erico;-;Inaugurado, no Gabinete do Prefeito, retrato de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;Amanhã o banquete em homenagem a Erico;-;-;Jantar de despedida a Erico Verissimo;-;One man's dreadful night, clever novel of loss of mind;-;-;-;-;Dois dias com Erico Verissimo;-;-;Kalte schrecken der nacht;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Juca Pato para Erico Verissimo;O escritor brasileiro Erico Verissimo visita a Beira Baixa;Flávio Loureiro Chaves: a área de Letras está morta;Efeitos inesperados;Escritores e livros;-;Quem olhou os lírios do campo e viu Clarissa vive Incidente em Antares;A mulher na obra de Erico Verissimo II;Stormy novel good despite it's enormity
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-;Parece uma personagem de seus próprios livros;-;-;-;Escritores e livros;-;Morrer por Saigon;-;-;-;-;-;-;Pseudônimos literários;-;A mulher na obra de Erico Verissimo I;-;-;Olhai os lírios do campo;-;-;-;Dr. Barret dies at 67;-;-;Time and the wind;-;-;Erico Verissimo, um dos autores brasileiros mais lidos em Portugal, assinala com novo êxito o Natal de 1971;-;Erico Verissimo completou 40 anos de vida literária: parabéns a ele ou a nós;-;-;-;-;Um grande escritor brasileiro em Lisboa;Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Símbolos;Ovidio;Solo de clarineta;-;Erico Verissimo em Portugal;Dois mestres;O senhor embaixador;A ficção e a verdade;-;Erico Verissimo;Comédia Portuguesa no clube dos lisboetas;Pela causa da Itália;-;-;O prisioneiro
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Século XX

-;-;-;-;-;-;Que restará de Erico e de O tempo e o vento na adaptação;-;Powerful, gripping;-;-;-;-;-;Erico Verissimo em Portugal;-;Cadeira dura;-;Brasilianische familiengeschichte;-;O cavalheiro de negra memória;-;-;-;-;-;Movimento literário;-;-;-;-;-;-;-;[Carta ao Erico];-;-;-;-;Oriente e Ocidente;-;-;-;-;-;Pálida homenagem a Erico Verissimo;-;O romance brasileiro I;-;-;-;Romancista brasileiro, em visita a esta cidade, zomba duma revolta nazista em seu país;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Um selo de mau gosto;Erico Verissimo faz 67 anos;Campesina;-;-;Erico Verissimo estará presente na Feira do Livro;Difusão da Literatura Brasileira;-;-;Erico Verissimo não se considera à altura do Nobel;Concerto grosso;O romance no Rio Grande do Sul;Deep brazilian roots
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Cromo
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Somos todos mentirosos;-;Editora Globo lança livro de homenagem a Erico Verissimo;-;-;-;O americano detesta e teme uma nova guerra;-;A Editora Globo vai lançar...;-;-;-;-;-;E eu bebia o vinho da vida...;-;-;-;-;-;Gato preto em campo de neve: o novo livro de Erico Verissimo;-;-;-;-;Literatura no Rio Grande hoje I;-;-;Fantoches...;-;Étranger;-;-;The siege of sobrado;-;-;Erico Verissimo na Feira do Livro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Eu e minha sombra;As confissões de Erico;José Lins do Rêgo e Erico Verissimo, os escritores prediletos do carioca;Erico Verissimo na Beira Baixa;Erico Verissimo;-;Um prêmio paulista para Erico;Os tipos de Verissimo;-;-;Concerto grosso com Solo de clarineta;Gente amiga em terra amiga;Autores brasileiros mais lidos em 1933;Olhai os lírios do campo;A night replete with horror;-;-;Num Solo de clarineta a vida de um escritor;O romance de Erico Verissimo: Incidente em Antares
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Cromo
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Vista tomada das proximidades da Praia do Catimbaú
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista tomada das proximidades da Praia do Catimbaú
Marc Ferrez
Paquetá
circa 1890

Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Demolida no Governo Hermes da Fonseca para a construção do Forte de Copacabana, a Igrejinha de Nossa Senhora de Copacabana foi construída no século XVIII e sofreu sua última reforma em 1858. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru).
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1895

Vista tomada das proximidades da Praia do Catimbaú
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista tomada das proximidades da Praia do Catimbaú
Marc Ferrez
Paquetá
circa 1890

Vista tomada das proximidades da Praia do Catimbaú
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista tomada das proximidades da Praia do Catimbaú
Marc Ferrez
Paquetá
circa 1885

Pedra do Forte de Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Forte de Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo
Vista da Pedra do Forte de Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1900

Praia do Diabo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071530cx001-09.jpg
Praia do Diabo
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1885

Vista do bairro da Glória e do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro da Glória e do Morro do Pão de Açúcar
Fotografia tomada, possivelmente, do Morro Santo Amaro.
Marc Ferrez
Glória
circa 1890

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo
Vista do Corcovado e da enseada de Botafogo, tomada de uma das extremidades da praia. Atrás do barco à esquerda, ancorado na Praia de Botafogo, está a nova muralha, iniciada pelo prefeito Bastos Ribeiro e só continuada em 1904 por Pereira Passos. Podemos ver o belo casario do bairro, sendo a torre que se destaca a da Igreja da Imaculada Conceição, na frente do Morro de Nova Cintra. Ao fundo, os morros Dois Irmãos, pedra da Gávea, Corcovado e Dona Marta.
Marc Ferrez
Botafogo ; Enseada de Botafogo
circa 1893

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo
Vista do Corcovado e da enseada de Botafogo, tomada de uma das extremidades da praia
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1893

Vista do Jardim Botânico; a partir da Estrada do Redentor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Jardim Botânico; a partir da Estrada do Redentor
Marc Ferrez
Estrada do Redentor ; Jardim Botânico
circa 1885

Enseada de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071530cx003-08.jpg
Enseada de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1885

Estrada de Ferro do Corcovado, com o mirante Chapéu do Sol ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, com o mirante Chapéu do Sol ao fundo
O mirante 'Chapéu do sol" era um deque de madeira, construido em 1885, com uma estrutura de madeira e ferro (antes do monumento do Corcovado).
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Estrada de Ferro do Corcovado, Restaurante Silvestre, Km 1.1
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Restaurante Silvestre, Km 1.1
O Restaurante foi inaugurado em 9 de outubro de 1884, no mesmo dia que a abertura do primeiro trecho da Estrada de Ferro, do Cosme Velho até as Paineiras
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Vista da Pedra de Itapuca, praia de Icaraí (Niterói). Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1890

Vista da entrada da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071530cx004-03.jpg
Vista da entrada da Baía de Guanabara
Vista da entrada da Baía de Guanabara tomada de Niterói.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Vista da Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Ilha Fiscal
Vista da Ilha Fiscal e Niterói ao fundo, tomada da Ilha das Cobras.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Praça XV de Novembro
O chafariz em destaque foi transferido após a construção da perimetral e atulmente se encontra na praça Mahatma Ghandi.
Marc Ferrez
Centro
circa 1905

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Ponte do Silvestre faz parte da estrada de ferro para o Corcovado. Em 1882, D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa, adquirida em 1853, pelo governo, para a construção de um novo reservatório da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Pão de Açucar
Vista do Pão de Açúcar tomado da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Marc Ferrez
Praia de Icaraí
s.d.

Avenida Beira Mar com Outeiro da Glória ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira Mar com Outeiro da Glória ao fundo
Marc Ferrez
Glória
circa 1890

[Anjos]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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[Anjos]
Folha com desenho de anjo
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Perfis]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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[Perfis]
Folha com desenhos de perfil masculino e cachorro
Erico Verissimo
Local não identificado
Século XX

[Pitoco]
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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[Pitoco]
Envelope pardo com desenhos do personagem Pitoco, perfil masculino e notas manuscritas
Erico Verissimo
Local não identificado
1974

Vista do Pão de Açúcar a partir da Fortaleza de Santa Cruz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Pão de Açúcar a partir da Fortaleza de Santa Cruz
Morro do Pão de Açúcar visto a partir da Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói.
Marc Ferrez
Fortaleza de Santa Cruz
circa 1890

Entrada da Baía de Guanabara, Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, Pão de Açúcar
Baía de Guanabara, Pão de Açúcar e Fortaleza de Santa Cruz.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Vista do Largo da Carioca, com chafariz ao fundo, já como ponto final de linhas de bonde.
Marc Ferrez
Largo da Carioca ; Centro
circa 1898

Vista da Praia de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Praia de Santa Luzia
Vista tomada da Ponta do Calabouço. À direita vêem-se o Morro do Castelo e a Igreja de Santa Luzia.
Marc Ferrez
Ponta do Calabouço
circa 1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março, Convento do Carmo e Igreja de Nossa Senhora do Carmo à esquerda
Vista do Largo do Paço, Rua Primeiro de Março e à esquerda, em primeiro plano a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, ainda sem sua torra e ao lado a Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Não havia ainda linha de bondes na rua 7 de setembro. Conhecido no século XIX, ora como Largo do Paço, ora como Praça D. Pedro II, o logradouro abriga prédios importantes da arquitetura brasileira. Na foto, da esquerda para a direita, vemos o convento do Carmo, a Capela Imperial, e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Todas as obras foram obras do século XVIII, sendo que a fachada da Igreja do Carmo é feita toda ela de cantaria.
Marc Ferrez
Largo do Paço (atual praça XV)
circa 1890

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
A lagoa do Boqueirão foi aterrada com material proveniente do desmonte do pequeno Morro das Mangueiras, que se erguia onde hoje está a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. A tarefa de arrasar o morro, aterrar a lagoa e construir o jardim foi entregue ao Mestre Valentim da Fonseca e Silva, considerado o melhor escultor do Rio na época. O Passeio foi construído entre 1779 e 1783. Foi o primeiro jardim público da cidade e do país. Até então existiam apenas hortas e canteiros.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Pão de Açúcar visto de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pão de Açúcar visto de Niterói
Pão de Açúcar visto a partir de Niterói.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Pão de Açúcar visto de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pão de Açúcar visto de Niterói
Pão de Açúcar, morro da Urca e Fortaleza de Santa Cruz vistos de Niterói
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Vista do Pão de Açúcar a partir da Fortaleza de Santa Cruz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Pão de Açúcar a partir da Fortaleza de Santa Cruz
Morro do Pão de Açúcar e morro da Urca a partir da Fotaleza de Santa Cruz, em Niterói,
Marc Ferrez
Fortaleza de Santa Cruz
circa 1880

Fortaleza de Santa Cruz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fortaleza de Santa Cruz
Fortaleza de Santa Cruz da Barra localiza-se no lado oriental da barra da baía de Guanabara, no bairro de Jurujuba, município de Niterói, no estado do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Bairro de Jurujuba
circa 1890

Pão de Açúcar visto de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pão de Açúcar visto de Niterói
Morro do Pão de Açúcar e morro da Urca vistos a partir de Niterói.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Vista da Fortaleza de Santa Cruz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Fortaleza de Santa Cruz
Fortaleza de Santa Cruz da Barra localiza-se no lado oriental da barra da baía de Guanabara, no bairro de Jurujuba, município de Niterói, no estado brasileiro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Bairro de Jurujuba
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Pão de Açúcar a partir da Fortaleza de Santa Cruz
Vista do Pão de Açúcar e da Fortaleza de Santa Cruz, tomada do forte de São Luiz, atualmente denominado Forte Barão do Rio Branco em Niterói.
Marc Ferrez
Fortaleza de Santa Cruz
circa 1890

Pão de Açúcar visto do Forte Tamandaré da Laje
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pão de Açúcar visto do Forte Tamandaré da Laje
Marc Ferrez
Ilha da Laje ; Forte Tamandaré da Laje
circa 1890

Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
1876

Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
1876

Interior da Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior da Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Marc Ferrez
Praça Pio X ; Centro
circa 1890

Igreja de Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora da Glória
Por decreto imperial de 1834, foi criada no Rio de Janeiro a freguesia de Nossa Senhora da Glória, e a 30 de outubro do mesmo ano marcados os seus limites. Essa nova freguesia era um desmembramento da de São José, que já àquele tempo era muito populosa, e compreendia toda a vasta área da cidade, não só da que ainda lhe pertence, mas ia até os confins do bairro da Gávea. A freguesia de São João Batista da Lagoa já havia sido instituída anteriormente; entretanto a população de Laranjeiras, Catete e Botafogo, por muito numerosa, sobrecarregava de serviço a de São José.
Marc Ferrez
Largo do Machado
circa 1890

Igreja de São Joaquim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de São Joaquim
Vista da Igreja de São Joaquim na Rua Larga, atual avenida Marechal Floriano, erguida em 1758.
Marc Ferrez
Rua Larga, atual Marechal Floriano
circa 1890

Igreja de Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora da Glória
Por decreto imperial de 1834, foi criada no Rio de Janeiro a freguesia de Nossa Senhora da Glória, e a 30 de outubro do mesmo ano marcados os seus limites. Essa nova freguesia era um desmembramento da de São José, que já àquele tempo era muito populosa, e compreendia toda a vasta área da cidade, não só da que ainda lhe pertence, mas ia até os confins do bairro da Gávea. A freguesia de São João Batista da Lagoa já havia sido instituída anteriormente; entretanto a população de Laranjeiras, Catete e Botafogo, por muito numerosa, sobrecarregava de serviço a de São José.
Marc Ferrez
Largo do Machado
circa 1890

Interior da Basílica da Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior da Basílica da Imaculada Conceição
A igreja foi projetada em 1866 pelo arquiteto Padre Clavelin, teve sua construção iniciada em 1886 e foi concluída em 1892.
Marc Ferrez
Praia de Botafogo
circa 1898

Basílica da Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Basílica da Imaculada Conceição
A igreja foi projetada em 1866 pelo arquiteto Padre Clavelin, teve sua construção iniciada em 1886 e foi concluída em 1892.
Marc Ferrez
Praia de Botafogo
circa 1898

Igreja São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja São Francisco de Paula
Igreja São Francisco de Paula localiza-se no Largo São Francisco de Paula, no centro do Rio de Janeiro. A igreja foi inaugurada oficialmente em 7 de março de 1865, com a presença dos imperadores D. Pedro II e D. Teresa Cristina.
Marc Ferrez
Largo São Francisco de Paula ; Centro
circa 1885

Marc Ferrez em seu escritório
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx003b-01.jpg
Marc Ferrez em seu escritório
O fotógrafo Marc Ferrez em seu escritório na Rua São José, onde ocupou os números 64, 88, 96, 112.
Marc Ferrez
Rua São José ; Centro
circa 1905

Autorretrato
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx003b-02.jpg
Autorretrato
Autorretrato do fotógrafo Marc Ferrez, provavelmente em seu estúdio na Rua São José.
Marc Ferrez
Centro
circa 1900

Luis Cruls
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Luis Cruls
Retrato do astrônomo belga Louis Ferdinand Cruls, conhecido como Luis Cruls (1848 - 1908), foi diretor do Observatório Astronômico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1884

Conde d'Eu no Palácio de São Cristovão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Conde d'Eu no Palácio de São Cristovão
Retrato de Gastão de Orleáns, o conde d´Eu. Retrato de Gastão de Orleáns, o conde d´Eu (1842-1922), Neto do rei Luís Filipe I de França, Gastão de Orleáns, o conde d´Eu, tornou-se príncipe imperial consorte do Brasil quando casou-se com a princesa Isabel (1846 – 1921), filha de d. Pedro II (1825 – 1891) e dona Teresa Cristina (1822 – 1889).
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista ; bairro de São Cristovão
circa 1885

Imperador Dom Pedro II no Palácio de São Cristovão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imperador Dom Pedro II no Palácio de São Cristovão
Marc Ferrez
Quinta da Boa Vista ; bairro de São Cristovão
circa 1885

Imperador Dom Pedro II no Palácio de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imperador Dom Pedro II no Palácio de São Cristóvão
Retrato do Imperador D. Pedro II no Paço de São Cristovão.
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista ; bairro de São Cristovão
circa 1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Luis Cruls
Retrato do astrônomo belga Louis Ferdinand Cruls conhecido como Luis Cruls (1848 - 1908), foi diretor do Observatório Astronômico do Rio de Janeiro. Retrato do astrônomo belga Louis Ferdinand Cruls conhecido como Luis Cruls (1848 - 1908), diretor do Observatório Astronômico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1884

Retrato de Pauline Caroline Lefebvre, sogra de Marc Ferrez
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de Pauline Caroline Lefebvre, sogra de Marc Ferrez
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1906

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx004-01.jpg
Ilha Fiscal
Vista da Ilha Fiscal, tomada de uma embarcação. Transferida para a Marinha pelo Ministério da Fazenda, em 1913, a Ilha é hoje parte do Complexo Cultural do Serviço de Documentação da Marinha (DPHDM). Cenário do evento que ficou conhecido como “O Último Baile do Império”, realizado alguns dias antes da Proclamação da República.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Fiscal
Vista da Ilha Fiscal, tomada de uma embarcação. Transferida para a Marinha pelo Ministério da Fazenda, em 1913, a Ilha fiscal é hoje parte do Complexo Cultural do Serviço de Documentação da Marinha (DPHDM). Cenário do evento que ficou conhecido como “O Último Baile do Império”, realizado alguns dias antes da Proclamação da República.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Entrada da Barra, vista do cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Barra, vista do cais Pharoux
Destaque para a Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro, e para o morro do Castelo e o Pão de Açúcar, ao fundo.
Gomes Junior
Cais Pharoux
circa 1890

Bambus - Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bambus - Jardim Botânico
Bambuzal no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, fundado em 1808. Alameda dos Bambus, no Jardim Botânico. A história do Jardim Botânico começa com a criação do Jardim da Aclimatação, por D. João VI, em 13 de junho de 1808, pouco depois da chegada da família real ao Brasil. Inicialmente para aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais, o jardim virou Real Horto em 1811.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Glória vista de Santa Teresa
Bairro da Glória visto de Santa Teresa.
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1906

Encouraçado Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Floriano
O Encouraçado Guarda-Costas Floriano, obteve esse nome em homenagem ao Marechal Floriano Peixoto, segundo Presidente da Republica. Foi construído pelo estaleiro Forges et Chantiers de Meditérranée, de La Seyne, Toulon, França. Foi lançado ao mar em junho de 1899, sendo incorporado a marinha do Brasil em 31 de dezembro de 1900.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1900

Encouraçado Riachuelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Riachuelo
O Encouraçado de Esquadra Riachuelo, obteve esse nome em homenagem ao riacho do rio Paraná, em cujas proximidades travou-se a batalha naval de 11 de junho de 1865, entre a esquadra paraguaia e parte da esquadra brasileira, sob o Comando do Almirante Barroso. Teve sua quilha batida em 31 de agosto de 1881, foi lançado ao mar em 7 de junho de 1883, sendo submetido a Mostra de Armamento em 15 de julho de 1884.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1884

Corveta Parnaíba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corveta Parnaíba
A corveta Parnaíba foi um navio de guerra da Armada Imperial Brasileira que atuou na Guerra do Paraguai.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Corveta Parnaíba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corveta Parnaíba
A corveta Parnaíba foi um navio de guerra da Armada Imperial Brasileira que atuou na Guerra do Paraguai.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Monumento a D. Pedro I no Largo do Rocio, atual praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento a D. Pedro I no Largo do Rocio, atual praça Tiradentes
Vista da estátua de Dom Pedro I na praça Tiradentes.
Marc Ferrez
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1885

Estátua do General Osório, vendo-se ao fundo o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua do General Osório, vendo-se ao fundo o Morro do Castelo
A estátua que homenageia o famoso herói da Guerra do Paraguai, de autoria de Rodolfo Bernardelli, foi inaugurada em 1894 e é o primeiro monumento público do Rio na era republicana. A estátua eqüestre do General Osório mede 8m de altura e, num gesto de audácia, foi feita com o bronze dos canhões tomados pelo Brasil na Guerra do Paraguai.
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1895

Monumento a Pedro Alvares Cabral - Largo da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento a Pedro Alvares Cabral - Largo da Glória
Estátua criada no ano de comemorações aos 400 anos do descobrimento do Brasil, pelo escultor Rodolfo Bernardeli, em homenagem a Pedro Alvares Cabral.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1900

Monumento a José de Alencar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento a José de Alencar
Monumento a José de Alencar que está situado na Praça José de Alencar, inaugurado em 7 de maio de 1897 no Flamengo.
Marc Ferrez
Praça José de Alencar ; Flamengo
circa 1897

Canhoneira Liberdade (Afonso Celso)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canhoneira Liberdade (Afonso Celso)
A Canhoneira Afonso Celso, foi um navio da Marinha do Brasil, em homenagem a Afonso Celso de Assis Figueiredo, o Visconde de Ouro Preto. Foi lançada ao mar em 23 de outubro de 1881, em cerimônia que contou com a presença do Imperador D. Pedro II. Foi incorporada à Esquadra em 22 de fevereiro de 1883, por Aviso do Ministro da Marinha. Com a Proclamação da República, seu nome foi mudado para Liberdade.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Navio não identificado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio não identificado
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Entrada da baía e adjacências
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da baía e adjacências
Entrada da Baía de Guanabara, Cais Pharoux, e vista do Centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Palácio do Catete - fachada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio do Catete - fachada
Palácio do Catete, atual Museu da República.
Marc Ferrez
Palácio do Catete
circa 1890

Palácio do Catete - Interior
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio do Catete - Interior
Palácio do Catete, atual Museu da República.
Marc Ferrez
Palácio do Catete
circa 1890

Vista panorâmica da enseada de Botafogo a partir do topo do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica da enseada de Botafogo a partir do topo do Corcovado
Panorama do Rio de Janeiro a partir do topo do Corcovado
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Vista tomada da Floresta da Tijuca. A Ponte do Silvestre na Estrada de Ferro Corcovado tinha 75 metros de comprimento e transpunha o vale do Morro do Silvestre. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado. A Ponte do Silvestre na Estrada de Ferro Corcovado tinha 75 metros de comprimento e transpunha o vale do morro do Silvestre. Vista tomada da Floresta da Tijuca. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

A lagoa do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A lagoa do Jardim Botânico
Vista da lagoa no Jardim Botânico.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Rua Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Jardim Botânico
Rua principal do Bairro Jardim Botânico, levou esse nome por abrigar o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição científica criada em 1808.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Corcovado a partir do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado a partir do Jardim Botânico
Morro do corcovado visto a partir do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista tomada do Pão de Açúcar
Vista do morro da Urca, morro Cara de Cão, enseada de Botafogo, Copacabana e Urca, tomada do Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Botafogo ; Morro do Pão de Açúcar ; Urca
circa 1890

Vista da Enseada de Botafogo e da Lagoa Rodrigo de Freitas; a partir do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Enseada de Botafogo e da Lagoa Rodrigo de Freitas; a partir do Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Morro do Pão de Açúcar ; Urca
circa 1890

Mangueiras do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mangueiras do Jardim Botânico
Aleia das Mangueiras no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, fundado em 1808.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1880

Jardim Botânico - Bambus
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico - Bambus
Bambus no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, fundado em 1808.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Navio Flamingo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Flamingo
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Navio Flamingo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Flamingo
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Navio Sirius
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Sirius
Navio Sirius, navio da Marinha Inglesa.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Garimpo de ouro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Garimpo de ouro
Rio completamente revolvido por garimpeiros à procura de ouro.
Marc Ferrez
MG
circa 1888

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo
Marc Ferrez
Bairro de Botafogo
circa 1885

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1886

Santa Casa da Misericórdia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Santa Casa da Misericórdia
Marc Ferrez
Centro ; Rua Santa Luzia
circa 1885

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1885

Monumento a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento a Pedro Álvares Cabral
Estátua criada por Rodolfo Bernardeli no Largo da Glória em comemoração aos 400 anos de descobrimento do Brasil na época.
Marc Ferrez
Glória
circa 1904

Monumento em homenagem ao visconde de Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao visconde de Rio Branco
Estátua inaugurada em maio de 1902.
Marc Ferrez
Praça da Glória
circa 1902

Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Antigo largo da Carioca, vendo-se o chafariz de 35 bicas.
Marc Ferrez
Largo da Carioca ; Centro
circa 1898

Praça XV de Novembro, vendo-se o Chafariz Mestre Valentim em primeiro plano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro, vendo-se o Chafariz Mestre Valentim em primeiro plano
A Praça XV, também conhecida como Praça XV de Novembro, Praça Quinze de Novembro ou Praça Quinze, é uma praça situada no bairro do Centro, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Além de estar localizada na Rua Primeiro de Março, a praça integra a Orla Conde, um passeio público que margeia a Baía de Guanabara.
Marc Ferrez
Praça XV ; Centro
circa 1885

Praça XV de Novembro, vendo-se  Chafariz Mestre Valentim em primeiro plano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro, vendo-se Chafariz Mestre Valentim em primeiro plano
A Praça XV, também conhecida como Praça XV de Novembro, Praça Quinze de Novembro ou Praça Quinze, é uma praça situada no bairro do Centro, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Além de estar localizada na Rua Primeiro de Março, a praça integra a Orla Conde, um passeio público que margeia a Baía de Guanabara.
Marc Ferrez
Praça XV ; Centro
circa 1885

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro
A Praça XV, também conhecida como Praça XV de Novembro, Praça Quinze de Novembro ou Praça Quinze, é uma praça situada no bairro do Centro, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Além de estar localizada na Rua Primeiro de Março, a praça integra a Orla Conde, um passeio público que margeia a Baía de Guanabara.
Marc Ferrez
Praça XV ; Centro
circa 1885

Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Antigo largo da Carioca, vendo-se o chafariz de 35 bicas.
Marc Ferrez
Largo da Carioca ; Centro
circa 1898

Henrique Morize
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Henrique Morize
Henrique Morize (1860-1930), francês, naturalizado brasileiro, é um nome expressivo no que se refere à pesquisa e à divulgação científicas no Brasil. Formado em engenharia industrial, atuou também como astrônomo, tendo sido diretor do Imperial Observatório do Rio de Janeiro. Foi fundador e primeiro presidente (cargo que exerceu por três mandatos consecutivos) da Sociedade Brasileira de Ciências (atual Academia Brasileira de Ciências) – instituição que, segundo ele, tinha como função "espalhar a importância da ciência como fator de prosperidade nacional".
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1896

Estátua de la Liberté
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de la Liberté
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Estátua de la Liberté
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de la Liberté
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Embarque de café para a Europa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Embarque de café para a Europa
Embarque de café no Porto de Santos.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1895

Cafezal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cafezal
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Colheita de Café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Colheita de Café
Vários grupos, compostos por homens, mulheres e crianças, realizam a colheita de café. Em primeiro plano, provavelmente uma família de colonos europeus ou açorianos, realiza o trabalho.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Colheita de Café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Colheita de Café
Vários grupos, compostos por homens, mulheres e crianças, realizam a colheita de café. Em primeiro plano, provavelmente uma família de colonos europeus ou açorianos, realiza o trabalho.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Colheita de Café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Colheita de Café
Vários grupos, compostos por homens, mulheres e crianças, realizam a colheita de café. Em primeiro plano, provavelmente uma família de colonos europeus ou açorianos, realiza o trabalho.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Retrato de Pauline Lefebvre, sogra de Marc Ferrez
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de Pauline Lefebvre, sogra de Marc Ferrez
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1906

Julio e Luciano Ferrez
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Julio e Luciano Ferrez
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1910

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de homem
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Retrato de homem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de homem
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Retrato de Machado de Assis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de Machado de Assis
Joaquim Insley Pacheco
Rio de Janeiro
circa 1880

Retrato do Dr. Tavano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato do Dr. Tavano
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Ministério da Agricultura
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ministério da Agricultura
Prédios Gêmeos dos ministérios da viação e agricultura, construção neoclássica que ficava atrás do hoje Palácio Tiradentes. Esses prédios foram demolidos nos anos 40 para a construção de um anexo em estilo art-decô para a então Câmara dos Deputados, prédio este demolido nos anos 70-80 para a construção de um caixotinho de vidro que faz a função de prédio auxiliar da ALERJ.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), localizada no Parque Nacional da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, na qual está inserida a Floresta da Tijuca. A Tijuca foi uma das áreas em que os primeiros colonizadores estabeleceram suas lavouras de café ou engenhos de açúcar, como o governador Salvador Correia de Sá. Por volta da década de 1850, o major Manuel Archer foi incumbido de reflorestar a área, em grande parte devastada pelas lavouras, começando aí a formação do parque.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Alameda de Palmeiras - Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda de Palmeiras - Jardim Botânico
Aleia das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1883

Hospício Nacional de Alienados (atual UFRJ)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hospício Nacional de Alienados (atual UFRJ)
Hospício Nacional de Alienados, atual campus Praia vermelha da UFRJ. O Hospício Pedro II, inaugurado no Rio de Janeiro em 1852, foi o primeiro hospital psiquiátrico do Brasil e o segundo da América Latina.
Marc Ferrez
Urca
circa 1890

Antiga Casa da Moeda (atual Arquivo Nacional)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Antiga Casa da Moeda (atual Arquivo Nacional)
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Pallas com todas as velas içadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pallas com todas as velas içadas
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1882

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Vegetação - Serra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação - Serra
Marc Ferrez
Serra
circa 1885

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
1876

Julio e Luciano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Julio e Luciano
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1886

Princesa Isabel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Princesa Isabel
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1885

Barco a Vela
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barco a Vela
Barco a vela na Baía de Guanabara.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Carro de bois
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Carro de bois
Carroceiro e seu auxiliar, uma criança, provavelmente ambos escravizados, posam ao lado da carroça.
Marc Ferrez
MG
circa 1882

Carneiros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Carneiros
Marc Ferrez
Brasil
circa 1885

Barco a Vela
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barco a Vela
Barco a vela na Baía de Guanabara.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Bois unidos por chifradeira e canga
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bois unidos por chifradeira e canga
Marc Ferrez
Brasil
circa 1885

Estrada de Ferro Dom Pedro II (posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil), Estação de Paraibuna, Km 226
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Dom Pedro II (posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil), Estação de Paraibuna, Km 226
A estação de Paraibuna foi inaugurada em 1874, como parte da Estrada de Ferro Dom Pedro II, denominada a partir de 1889, com a proclamação da República, Estrada de Ferro Central do Brasil. Do outro lado da ponte, fica o distrito fluminense de Mont Serrat. A ponte na fotografia, por onde passava uma linha de bondes a caminho de Três Ilhas, foi substituida nas primeiras décadas do século XX, por outra em cimento armado.
Marc Ferrez
Paraibuna
circa 1887

Hotel White - Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel White - Floresta da Tijuca
Vista da Floresta da Tijuca, com o Tijuca Hotel White em destaque.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Hotel Villa Moreau
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Villa Moreau
O Hotel Villa Moreau ficava na subida da rua Conde de Bonfim, na Tijuca, e pertencia a uma família de franceses. O hotel, que ficava na encosta de uma montanha, possuía um interessante sistema de bondinhos (plano inclinado) que fazia o transporte dos turistas. Em 1908 o prédio foi comprado pela Congregação das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus, que aí instalaram o Colégio Regina Coeli.
Marc Ferrez
Rua Conde de Bonfim, Tijuca
circa 1887

Marc Ferrez de guarda-chuva
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marc Ferrez de guarda-chuva
Marc Ferrez na Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista da Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Pedra da Gávea
Caminho para a Pedra da Gávea.
Marc Ferrez
Gávea
circa 1885

Praça Afonso Viseu
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Afonso Viseu
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1885

Vista da Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Pedra da Gávea
Pedra da Gávea vista da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Aqueduto da Lagoinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Lagoinha
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Panorama do Rio de Janeiro, visto do alto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro, visto do alto do Corcovado
Morro do Corcovado, morro da Urca, enseada de Botafogo a partir do alto do Corcovado.
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1880

Indígena do povo Tobá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Tobá
Marc Ferrez
Mato Grosso
circa 1884

Flamengo, tendo em vista o Largo do Machado, Igreja Nossa Senhora da Glória e ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Flamengo, tendo em vista o Largo do Machado, Igreja Nossa Senhora da Glória e ao fundo o Pão de Açúcar
Flamengo, tendo em vista o Largo do Machado, Igreja Nossa Senhora da Glória e ao fundo o Pão de Açúcar visto a partir do Morro da Nova Cintra
Marc Ferrez
Morro da Nova Cintra
circa 1880

Panorama do Rio de Janeiro, visto do alto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro, visto do alto do Corcovado
Morro do Corcovado, morro da Urca, enseada de Botafogo a partir do alto do Corcovado.
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1880

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca
Floresta da Tijuca, ao fundo, a Pedra da Gávea.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Floresta da Tijuca e Pedra da Gávea ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca e Pedra da Gávea ao fundo
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1875

Homem a cavalo com traje típico da região sul do país
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homem a cavalo com traje típico da região sul do país
Marc Ferrez
Maracanã
circa 1885

Vista da Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Pedra da Gávea
Vista da pedra da Gávea fotografada da Barra da Tijuca.
Marc Ferrez
Barra da Tijuca
circa 1890

Canal da Joatinga
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canal da Joatinga
Gávea é um bairro da Zona Sul do município do Rio de Janeiro, no Brasil. Localiza-se entre a encosta do Morro Dois Irmãos e a margem oeste da lagoa Rodrigo de Freitas. Tendo uma localização privilegiada com vista para o monte Corcovado e acesso a praia do Leblon a sul, o jardim botânico, a norte e a floresta da Tijuca à oeste.
Marc Ferrez
Estrada da Barra da Tijuca ; Itanhangá
circa 1890

Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea
A Pedra da Gávea é uma montanha monolítica na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. Composta por granito e gneisse, a sua altitude é de 842 metros, tornando-se uma das montanhas mais altas do mundo junto de margens oceânicas.
Marc Ferrez
Gávea
circa 1890

Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea
A Pedra da Gávea é uma montanha monolítica na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. Composta por granito e gneisse, a sua altitude é de 842 metros, tornando-se uma das montanhas mais altas do mundo junto de margens oceânicas.
Marc Ferrez
Gávea
circa 1885

Indígena do povo Kayapó em estúdio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Kayapó em estúdio
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1882

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca
A Floresta da Tijuca é parte do Parque Nacional da Tijuca. Com 3.972 hectares, é uma das maiores áreas verdes urbanas do mundo. Grande parte de sua vegetação é de reflorestamento em substituição às fazendas de café e foi efetuado na época do Brasil império.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Aqueduto da Lagoinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Lagoinha
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Caminho do Aqueduto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Caminho do Aqueduto
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Caminho do Aqueduto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Caminho do Aqueduto
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Galeota Real - Dom João VI
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Galeota Real - Dom João VI
A Galeota Real ou Dom João VI, foi a única embarcação a ter esse nome em homenagem a Príncipe Regente e depois Rei de Portugal Dom João VI. Com a chegada do Príncipe Regente, Dom João VI, à Bahia, em 1808, o Conde da Ponte mandou construir essa embarcação no Arsenal da Capitania para o serviço particular do Príncipe. Construído das melhores e mais preciosas madeiras, tinha um belo camarim e na proa a carranca de um dragão, símbolo da Casa dos Bragança.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1899

Casa do dr. Poncy
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casa do dr. Poncy
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1890

Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra dos Órgãos
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1890

Liteira puxada por burros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Liteira puxada por burros
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1890

Liteira puxada por burros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Liteira puxada por burros
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1890

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março
Conhecido no século XIX, ora como Largo do Paço, ora como Praça D. Pedro II, e como Rua Direita, o logradouro abriga prédios importantes da arquitetura brasileira.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Vista do Igreja da Ordem Terceira do Carmo e da rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita).
Marc Ferrez
Rua Primeiro de Março, Centro ; Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1882

Igreja de Santa Cruz dos Militares
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Santa Cruz dos Militares
Vista da Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), à esquerda Igreja de Santa Cruz dos Militares, à direita Igreja da Ordem terceira do Carmo e ao fundo o Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Primeiro de Março 36, Centro
circa 1890

Largo do Paço
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço
Largo do Paço e Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita).
Marc Ferrez
Rua Primeiro de Março, Centro
circa 1880

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Antiga rua de Aleixo Manuel (um dos mais abastados habitantes da cidade após sua fundação, no Morro do Castelo), a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando aí o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808, e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Antiga rua de Aleixo Manuel (um dos mais abastados habitantes da cidade após sua fundação, no Morro do Castelo), a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando aí o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808, e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Antiga rua de Aleixo Manuel (um dos mais abastados habitantes da cidade após sua fundação, no Morro do Castelo), a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando aí o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808, e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Santa Cruz dos Militares (à esquerda) e Ordem Terceira do Carmo (à direita); ao fundo, o Morro do Castelo
Vista da Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), à esquerda Igreja de Santa Cruz dos Militares, à direita Igreja da Ordem terceira do Carmo e ao fundo o Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), nº 36, Centro ; Rua Direita (atual Primeiro de Março) ; Centro
circa 1890

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Vista do Mercado da Praia do Peixe, próximo a atual rua do mercado. Foi na Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal de Marinha, que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronto somente em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade o mercado primitivo (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (em 1911) e em seu lugar foi levantado um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica e projetado por Alfredo Azevedo Marques. Com cinco torres metálicas que delimitavam seu espaço, hoje resta apenas uma, na qual funciona um restaurante. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro, Centro
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Prédio dos Correios - Rua Primeiro de Março
Rua Primeiro de Março, em destaque o prédio dos Correios à esquerda
Marc Ferrez
Rua Primeiro de Março
circa 1890

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março
Rua direita (atual Rua Primeiro de Março).
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Docas e Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Docas e Mercado da Praia do Peixe
Vista do Mercado da Praia do Peixe, próximo a atual rua do mercado. Foi na Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal de Marinha, que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronto somente em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade o mercado primitivo (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (em 1911) e em seu lugar foi levantado um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica e projetado por Alfredo Azevedo Marques. Com cinco torres metálicas que delimitavam seu espaço, hoje resta apenas uma, na qual funciona um restaurante. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro, Centro
circa 1880

Ilha das Cobras vista do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha das Cobras vista do Morro do Castelo
A Ilha das Cobras fica no interior da Baía de Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro. Pertence à Marinha desde a época em que se fazia o escoamento do ouro das Minas Gerais pelo Rio de Janeiro, por volta do século XVIII. Foram construídas, na ilha, sucessivamente, três fortificações: Fortaleza de Santa Margarida, Forte Agostinho e Fortaleza Pau da Bandeira. Em 1761, o complexo de fortificações recebeu o nome de Fortaleza de São José da Ilha das Cobras.
Marc Ferrez
Morro do Castelo, Centro
circa 1885

Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), Igreja de Santa Cruz dos Militares
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), Igreja de Santa Cruz dos Militares
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889. Casa da Moeda tomada do Campo de Santana. Casa da Moeda tomada do Campo de Santana.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx020-11.JPG
Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Largo de São Francisco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo de São Francisco
À esquerda a Escola Politécnica, seguida, ao fundo pela clarabóia do Gabinete Português de Leitura, na Rua Camões, e as torres da Igreja do Santíssimo Sacramento.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Cais da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais da Glória
O Bairro da Glória, o bonde em primeiro plano, ao alto a Igreja da Glória e a chaminé da estação da City Improvement.
Marc Ferrez
Glória
circa 1882

Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Largo da Carioca antigo, vendo-se ao fundo o Chafariz de 35 bicas, que foi demolido em 1925.
Marc Ferrez
Largo da Carioca ; Centro
circa 1898

Vista da Praia de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Praia de Santa Luzia
Vista tomada da Ponta do Calabouço. À direita vêem-se o Morro do Castelo e a Igreja de Santa Luzia.
Marc Ferrez
Ponta do Calabouço
circa 1885

Centro do Rio de janeiro e a Praia de Santa Luzia; ao fundo, o bairro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Centro do Rio de janeiro e a Praia de Santa Luzia; ao fundo, o bairro da Glória
Marc Ferrez
Rua Azevedo Lima, atual Rua México ; Centro
circa 1890

Vista do Outeiro da Glória e Morro Nova Cintra, com o Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Outeiro da Glória e Morro Nova Cintra, com o Corcovado ao fundo
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
A lagoa do Boqueirão foi aterrada com material proveniente do desmonte do pequeno Morro das Mangueiras, que se erguia onde hoje está a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. A tarefa de arrasar o morro, aterrar a lagoa e construir o jardim foi entregue ao Mestre Valentim da Fonseca e Silva, considerado o melhor escultor do Rio na época. O Passeio foi construído entre 1779 e 1783. Foi o primeiro jardim público da cidade e do país. Até então existiam apenas hortas e canteiros.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
O prédio começou a ser construído em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1749, e só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subsequentes o espaço foi usado pela Escola Central (1858), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e, desde 2010, também pelo IH-UFRJ (Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Entre 1948 e 1954, foram realizadas obras de complementação do 3º pavimento, acréscimo de um 4º pavimento e instalação de elevadores.
Marc Ferrez
Largo de São Francisco
circa 1905

O Cais da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Cais da Glória
O Bairro da Glória, o bonde em primeiro plano, ao alto a Igreja da Glória e a chaminé da estação da City Improvement.
Marc Ferrez
Glória
circa 1892

Convento de Santo Antônio
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Convento de Santo Antônio
Vista do Convento de Santo Antônio, situado no Largo da Carioca. A pedra fundamental do convento e da igreja foi posta no dia 4 de junho de 1608, na presença de todas as autoridades e de “grande multidão de povo”. A entrada dos Frades no novo Convento se deu no dia 7 de fevereiro de 1615. Esse convento, de um só piso, foi-se tornando insuficientes pelo número de Frades. Em 1748, foi substituído pelo atual, terminado em 1780.
Marc Ferrez
Largo da Carioca
circa 1890

Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
O prédio começou a ser construído em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1749, e só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subsequentes o espaço foi usado pela Escola Central (1858), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e, desde 2010, também pelo IH-UFRJ (Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Entre 1948 e 1954, foram realizadas obras de complementação do 3º pavimento, acréscimo de um 4º pavimento e instalação de elevadores.
Marc Ferrez
Largo de São Francisco
circa 1905

Cais da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais da Glória
O Bairro da Glória, o bonde elétrico em primeiro plano, ao alto a Igreja da Glória e a chaminé da estação da City Improvement.
Marc Ferrez
Glória
circa 1892

Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Largo da Carioca e chafariz antigo em bloco de granito com 35 bicas.
Marc Ferrez
Largo da Carioca ; Centro
circa 1898

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Campo da Aclamação - cascata artificial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação - cascata artificial
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação - fonte artificial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação - fonte artificial
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Campo da Aclamação - cascata artificial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação - cascata artificial
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação - gruta artificial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação - gruta artificial
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras Imperiais
Vista da Alameda das Palmeiras no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1899

Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Estação Central do Brasil, Km 0
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Estação Central do Brasil, Km 0
A Estrada de Ferro Central do Brasil foi uma das principais ferrovias do Brasil, ligando Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Até a Proclamação da República, em 1889, a ferrovia era denominava Estrada de Ferro D. Pedro II. O decreto 2895 de 9 de maio de 1890 aprovou a ampliação da estação, e o edifício passou a ter mais duas alas laterais. As obras foram iniciadas em 1898 e concluídas em 1900 . A imagem do prédio ainda não reformado, mas com a inscrição "Estrada e Ferro Central do Brasil" retrata o edifício depois da proclamação da República, em 1889, mas antes do início das reformas, em 1898.
Marc Ferrez
Praça da República (Antiga Praça da Aclamação) ; Centro
circa 1889

Liceu de Artes e Ofícios
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Liceu de Artes e Ofícios
Liceu de Artes e Ofícios, localizado na antiga rua da Guarda Velha. Foi fundado em 1856 pelo comendador Francisco Joaquim Béthencourt da Silva a fim de difundir o ensino das belas-artes aplicadas aos ofícios e à indústria, e voltado especialmente para homens livres da classe operária. As mulheres só foram admitidas em 1881. Além das classes em seu estatuto de fundação já se previa a instalação de uma biblioteca, edição de uma revista e realização de exposições com os trabalhos dos alunos. O Liceu foi a primeira escola brasileira a adotar o ensino noturno.
Marc Ferrez
Centro
circa 1889

Liceu de Artes e Ofícios
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Liceu de Artes e Ofícios
Liceu de Artes e Ofícios, localizado na antiga rua da Guarda Velha. Foi fundado em 1856 pelo comendador Francisco Joaquim Béthencourt da Silva a fim de difundir o ensino das belas-artes aplicadas aos ofícios e à indústria, e voltado especialmente para homens livres da classe operária. As mulheres só foram admitidas em 1881. Além das classes em seu estatuto de fundação já se previa a instalação de uma biblioteca, edição de uma revista e realização de exposições com os trabalhos dos alunos. O Liceu foi a primeira escola brasileira a adotar o ensino noturno.
Marc Ferrez
Centro
circa 1889

A Glória vista a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Glória vista a partir do Morro do Castelo
Bairro da Glória fotografado a partir do Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1885

Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Riacho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Riacho
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea
Vista da Pedra da Gávea tomada da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca ; Jardim da Gávea (região do atual bairro de São Conrado)
circa 1885

Vista Chinesa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista Chinesa
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista da Pedra da Gávea tomada do largo do Humaitá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Pedra da Gávea tomada do largo do Humaitá
Vista da Pedra da Gávea tomada do largo do Humaitá.
Marc Ferrez
Humaitá
circa 1900

Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, com a Companhia de Fiação e Tecelagem Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, com a Companhia de Fiação e Tecelagem Corcovado ao fundo
Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, com Companhia de Fiação e Tecelagem Corcovado ao fundo, tomada das cercanias da fonte da saudade.
Marc Ferrez
Lagoa Rodrigo de Freitas, próximo à Fonte da Saudade. ; Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1900

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca
A Floresta da Tijuca é parte do Parque Nacional da Tijuca.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo
Ao fundo, a Baía de Guanabara.
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1885

Fortaleza de Santa Cruz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fortaleza de Santa Cruz
Fortaleza de Santa Cruz da Barra, localizada no bairro de Jurujuba em Niterói.
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Vista da Baía de Guanabara, com destaque para o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Baía de Guanabara, com destaque para o Pão de Açúcar
O panorama abrange também os bairros de Botafogo, Flamengo e Urca, vistos a partir do Corcovado.
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1892

Vista da Baía de Guanabara, com destaque para o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Baía de Guanabara, com destaque para o Pão de Açúcar
O panorama abrange também os bairros de Botafogo, Flamengo e Urca, vistos a partir do Corcovado.
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1887

Vista da Baía de Guanabara, com destaque para o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Baía de Guanabara, com destaque para o Pão de Açúcar
O panorama abrange também os bairros de Botafogo, Flamengo e Urca, vistos a partir do Corcovado.
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1887

Bambuzal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bambuzal
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Cascata
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vista da cidade de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da cidade de Petrópolis
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Estrada de Ferro Leopoldina (Linha  Grão Pará), Estação de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Leopoldina (Linha Grão Pará), Estação de Petrópolis
Marc Ferrez
Estação Ferroviária de Petrópolis
circa 1898

Casa do dr. Poncy
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casa do dr. Poncy
Marc Ferrez
Serra de Teresópolis
circa 1890

Vista do morro Dois Irmãos e da Pedra Gávea, tomada das cercanias da Fonte da Saudade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do morro Dois Irmãos e da Pedra Gávea, tomada das cercanias da Fonte da Saudade
Marc Ferrez
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1900

Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, com a Companhia de Fiação e Tecelagem Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, com a Companhia de Fiação e Tecelagem Corcovado ao fundo
Marc Ferrez
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1900

Vista do Pico do Perdido a partir do antigo Jardim Zoológico barão de Drummond
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Pico do Perdido a partir do antigo Jardim Zoológico barão de Drummond
Também conhecido como Pedra do Andaraí ou Pico do Papagaio, a partir do jardim zoológico barão de Drummond, situado no bairro de Vila Isabel. Atualmente, este local é um parque chamado Recanto do Trovador.
Marc Ferrez
Vila Isabel
circa 1888

Pedra da Gávea, tomada da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea, tomada da Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Ilha das Flores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha das Flores
Desconhecida por boa parte dos moradores da região, um dos marcos históricos da imigração no Brasil do século XIX está em São Gonçalo, onde funcionou a primeira hospedaria de imigrantes de todo o país. Nos últimos dois séculos, a ilha também abrigou um importante engenho de mandioca, foi espaço para uma pioneira experiência de criação intensiva de peixes, funcionou como presídio e depois como sede da Tropa de Reforço da Força de Fuzileiros da Esquadra do Corpo de Fuzileiros Navais, da marinha do Brasil.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha das Flores - Coqueiro e Mangueira
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Ilha das Flores
circa 1885

Vista do Pico da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Pico da Tijuca
Marc Ferrez
Tijuca
circa 1885

Corcovado, tomado da Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado, tomado da Lagoa Rodrigo de Freitas
Marc Ferrez
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1890

Corcovado, tomado da Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado, tomado da Lagoa Rodrigo de Freitas
Marc Ferrez
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1890

Canhoeira Liberdade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canhoeira Liberdade
A Canhoneira Afonso Celso, foi um navio da Marinha do Brasil, em homenagem a Afonso Celso de Assis Figueiredo, o Visconde de Ouro Preto. Foi lançada ao mar em 23 de outubro de 1881, em cerimônia que contou com a presença do Imperador D. Pedro II. Foi incorporada à Esquadra em 22 de fevereiro de 1883, por Aviso do Ministro da Marinha. Com a Proclamação da República, seu nome foi mudado para Liberdade.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1881

Canhoeira Liberdade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canhoeira Liberdade
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1881

Marinha - navio não identificado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marinha - navio não identificado
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Marinha - navio não identificado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marinha - navio não identificado
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Navio Silva Jardim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Silva Jardim
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Marinha - navio não identificado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marinha - navio não identificado
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Navio Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Santos
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1881

Navio Itaipu
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Itaipu
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1893

Navio Porto Alegre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Porto Alegre
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marinha
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Vapor Marte
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vapor Marte
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1893

Navio Maranhão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Maranhão
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
A lagoa do Boqueirão foi aterrada com material proveniente do desmonte do pequeno Morro das Mangueiras, que se erguia onde hoje está a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. A tarefa de arrasar o morro, aterrar a lagoa e construir o jardim foi entregue ao Mestre Valentim da Fonseca e Silva, considerado o melhor escultor do Rio na época. O Passeio foi construído entre 1779 e 1783. Foi o primeiro jardim público da cidade e do país, até então existiam apenas hortas e canteiros.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1890

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Marinha - Tamandaré
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marinha - Tamandaré
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

São Salvador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Salvador
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vapor Esperança
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vapor Esperança
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1884

Navio Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Santos
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1891

Vapor Meteoro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vapor Meteoro
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1891

Navio Íris
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Íris
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada de Niterói (Jurujuba).
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada de Niterói (Jurujuba).
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Vista do bairro do Flamengo, destaque para o morro do Pão de Açucar ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro do Flamengo, destaque para o morro do Pão de Açucar ao fundo
É possível ver também parte do bairro da Urca.
Marc Ferrez
Flamengo
circa 1880

Vista do bairro do Flamengo, detaque para o morro do Pão de Açucar ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro do Flamengo, detaque para o morro do Pão de Açucar ao fundo
É possível ver também parte do bairro da Urca.
Marc Ferrez
Flamengo
circa 1890

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Cais Pharoux, Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; ao fundo, morro do Castelo e o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais Pharoux, Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; ao fundo, morro do Castelo e o Pão de Açúcar
Em fotografia tirada da Ilha das Cobras, podemos ver ao fundo o Morro do Castelo, para onde Mem de Sá transferiu a cidade que acabava de nascer, em 1567. No alto do morro está o colégio e a igreja dos jesuítas, a que se tinha acesso pela ladeira à direita da construção (chamada Ladeira do Castelo ou do Colégio). À esquerda, à beira mar, está a Ponta do Calabouço (hoje Praça do Aeroporto) e o Arsenal de Guerra, antiga Casa do Trem, que hoje abriga o Museu Histórico Nacional. À direita, o cais Pharoux, região onde hoje é a Praça XV de Novembro.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1882

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Praça Afonso Viseu
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Afonso Viseu
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1905

Cascata Grande
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata Grande
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca. Cascatinha da Tijuca, localizada no Parque Nacional da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, na qual está inserida a Floresta da Tijuca. A Tijuca foi uma das áreas em que os primeiros colonizadores estabeleceram suas lavouras de café ou engenhos de açúcar, como o governador Salvador Correia de Sá. Por volta da década de 1850, o major Manuel Archer foi incumbido de reflorestar a área, em grande parte devastada pelas lavouras, começando aí a formação do parque.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca ; Floresta da Tijuca
circa 1890

Bico do Papagaio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bico do Papagaio
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Hotel Villa Moreau
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Villa Moreau
O Hotel Villa Moreau ficava na subida da rua Conde de Bonfim, na Tijuca, e pertencia a uma família de franceses. O hotel, que ficava na encosta de uma montanha, possuía um interessante sistema de bondinhos (plano inclinado) que fazia o transporte dos turistas. Em 1908 o prédio foi comprado pela Congregação das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus, que aí instalaram o Colégio Regina Coeli.
Marc Ferrez
Rua Conde de Bonfim ; Tijuca
circa 1887

Vista do Pão de Açúcar; a partir do Alto da Coroa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Pão de Açúcar; a partir do Alto da Coroa
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Capelinha, atual Capela Mayrink
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Capelinha, atual Capela Mayrink
Foi construída em 1855 pelo Visconde Antônio Alves Souto, proprietário de uma fazenda dentro da Floresta da Tijuca. Inicialmente, recebeu o nome de Nossa Senhora de Belém e, em 1896, passou a se chamar Capela Mayrink, após a área ter sido vendida ao Conselheiro Francisco de Paula Mayrink. No altar, há réplicas de telas de Cândido Portinari.
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1890

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
A cidade vista a partir do Morro do Castelo, destaque para as cúpulas das igrejas da Órdem Terceira e de Nossa Senhora do Carmo, ambas na rua Direita, atual rua Primeiro de Março, e da igreja da Candelária, na atual avenida Presidente Vargas. É possível ver também o Paço Imperial, na Praça XV de Novembro.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
A cidade vista a partir do Morro do Castelo, destaque para as cúpulas das igrejas da Órdem Terceira e de Nossa Senhora do Carmo, ambas na rua Direita, atual rua Primeiro de Março, e da igreja da Candelária, na atual avenida Presidente Vargas. É possível ver também o Paço Imperial, na Praça XV de Novembro.
Marc Ferrez
Centro
circa 1895

Alameda das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras Imperiais
Alameda das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, destaque para a antiga entrada lateral.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1880

Cascatinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Morro do Corcovado a partir do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado a partir do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1882

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casa da Moeda
Prédio que foi a sede da Casa da Moeda a partir de 1868, em 1984 passou a ser a sede do Arquivo Nacional. Antiga Casa da Moeda, hoje sede do Arquivo Nacional, a partir da praça da República e Campo de Santana.
Marc Ferrez
Campo da Aclamação ; atual Campo de Santana ; Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1885

Fazenda Santo Antônio do Paiol
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda Santo Antônio do Paiol
A Fazenda Santo Antonio do Paiol está localizada às margens da estrada Barra-Valença. A sede foi construída em 1853 por Manoel Antonio Esteves, comerciante português, que recebeu a fazenda de dote ao se casar com Maria Francisca das Dores.Manoel Esteves foi um dos patrocinadores da Estrada de Ferro União Valenciana, fotografada por Ferrez, e construiu em sua fazenda uma estação, que batizou com seu sobrenome. A fortuna construída por Esteves não dependeu apenas da cafeicultura. Se bem ele fosse dono de diversas fazendas de café, alguns de seus negócios rentáveis foram o empréstimo de dinheiro a juros, a compra direta de escravizados, o aluguel de bens imóveis e de seus escravizados para realização de trabalhos externos. Ao falecer, em 1879, constavam de seu inventário 604 cativos, número altíssimo, mesmo para o padrão de um grande fazendeiro. Ferez realizou as imagens após o falecimento do patriarca, provavelmente por encomenda do filho Francisco Martins Esteves, que substituiu seu pai no comando dos negócios. A propriedade existe até hoje, sob a guarda da Congregação da Divina Providência. Além de sua ótima conservação, a fazenda possui importantes documentos históricos e famíliares e está aberta para visitação
Marc Ferrez
Vale do Paraíba ; às margens da estrada Barra-Valença, junto à antiga estação de Esteves
circa 1882

Vista do bairro de Botafogo tomada do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro de Botafogo tomada do Mirante Dona Marta
Vista do Rio de Janeiro abrangendo os bairros de Botafogo, Flamengo e Urca, tomada do Corcovado.
Marc Ferrez
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1890

Vista do bairro de Laranjeiras a partir do Morro da Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro de Laranjeiras a partir do Morro da Nova Cintra
Destaque para o Morro da Viúva e para a Escola Militar, ao fundo.
Marc Ferrez
Laranjeiras
circa 1895

Bairros da Lapa e de Santa Teresa, ao centro, os Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairros da Lapa e de Santa Teresa, ao centro, os Arcos da Lapa
Marc Ferrez
Centro
circa 1897

Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Destaque para a Praça XV de Novembro, Paço Imperial, Chafariz do Mestre Valentin, Rua Primeiro de Março, Mosteiro de São Bento, Candelária, Ilha das Cobras, Igreja de Nossa Senhora do Carmo (antiga Sé) e para a Ilha do Governador, ao fundo.
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1890

Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Destaque para o mercado da Praça XV, Ilha das Cobras e para a rotunda construída para a exibição dos panoramas de Victor Meirelles. Os panoramas foram inaugurados em janeiro de 1891 e foram exibidos por cerca de cinco anos. A rotunda foi demolida.
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1891

Jardim Botânico, à esquerda, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico, à esquerda, o Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Caminho suspenso na Floresta da Tijuca, ao fundo, a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Caminho suspenso na Floresta da Tijuca, ao fundo, a Pedra da Gávea
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1890

Carro de boi - fazenda de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Carro de boi - fazenda de café
Carroceiro e seu auxiliar, uma criança, provavelmente ambos escravizados, posam ao lado da carroça.
Marc Ferrez
MG
circa 1882

Homens em meio a Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens em meio a Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Cascata
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1880

Alameda de Palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda de Palmeiras no Jardim Botânico
Alameda de Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1880

Cascata Pinel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata Pinel
Tem esse nome em homenagem a Charles Pinel, internacionalmente conhecido por sua dedicação ao cultivo de orquídeas. Localiza-se no distrito de Riograndina, a 13 km do centro de Nova Friburgo.
Marc Ferrez
Nova Friburgo
circa 1880

Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Vista tomada da Floresta da Tijuca. O Viaduto do Silvestre na Estrada de Ferro Corcovado tinha 3 vãos de 25 metros cada, totalizando 75 metros de comprimento e transpunha o vale do Morro do Silvestre.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Morro do Corcovado a partir da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado a partir da Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Estrada de Ferro do Corcovado, com o mirante Chapéu do Sol ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, com o mirante Chapéu do Sol ao fundo
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Pão de Açúcar visto do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pão de Açúcar visto do Mirante Dona Marta
Marc Ferrez
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1885

Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Caboclas, km 2 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Caboclas, km 2 (aproximadamente)
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Caboclas,  km 2 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Caboclas, km 2 (aproximadamente)
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Cais do Porto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais do Porto
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Rebocador Audaz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rebocador Audaz
O Rebocador Audaz foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. Foi construído em Elbing, Alemanha, em 1890, para o serviço de Socorro Naval.
Marc Ferrez
Atual Avenida Alfred Agache ; Centro
circa 1893

Navio Gustavo Sampaio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Gustavo Sampaio
A Caça-Torpedeira Gustavo Sampaio, ex-Aurora, obteve esse nome em homenagem ao Oficial do Exercito Gustavo Sampaio, morto com a guarnição da peça que comandava, na Fortaleza de Lage, em 1893. Foi construído no estaleiro Armstrong de Elswick, em Necastle-on-Tyne, Reino Unido. Foi adquirido em 1894 pelo Governo do Marechal Floriano Peixoto, com o propósito de compor a Esquadra Legalista e enfrentar as Forças Navais rebeldes, durante a Revolta da Armada.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1895

Canhoneira Orion
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canhoneira Orion
A Canhoneira Orion obteve esse nome em homenagem a constelação equatorial de mesmo nome. Sua construçâo foi encomendada pelo Ministério da Fazenda para o serviço de fiscalização aduaneira. Essa Canhoneira, de pequeno valor militar, foi posta a disposição da Marinha e incorporada a Armada em maio de 1890. Foi submetida a Mostra de Armamento em 2 de junho de 1890.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Canhoneira Orion
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canhoneira Orion
A Canhoneira Orion obteve esse nome em homenagem a constelação equatorial de mesmo nome. Sua construçâo foi encomendada pelo Ministério da Fazenda para o serviço de fiscalização aduaneira. Essa Canhoneira, de pequeno valor militar, foi posta a disposição da Marinha e incorporada a Armada em maio de 1890. Foi submetida a Mostra de Armamento em 2 de junho de 1890.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Marinha - navio não identificado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marinha - navio não identificado
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marinha
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Paquete Pereira da Cunha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Paquete Pereira da Cunha
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1888

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1880

Entrada da Baía da Guanabara e arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía da Guanabara e arredores
Vista da Baía de Guanabara a partir de Niterói.
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1890

Homem montado a cavalo com trajes típicos da região sul da país
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homem montado a cavalo com trajes típicos da região sul da país
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Vista do Cais Pharoux, praça XV de Novembro e arredores do centro do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Cais Pharoux, praça XV de Novembro e arredores do centro do Rio de Janeiro
Cais Pharoux, Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro; ao fundo, morro do Castelo e o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Entrada da Baía da Guanabara e arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía da Guanabara e arredores
Vista da Baía de Guanabara a partir de Niterói.
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Destaque para a Igreja Nossa Senhora da Glória e para o Largo do Machado. Ao fundo, o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Morro da Nova Cintra
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Vista de Santa Teresa e dos Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Santa Teresa e dos Arcos da Lapa
Ao fundo, o Morro do Corcovado e o mirante Chapéu do Sol.
Marc Ferrez
Centro
circa 1897

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1890

Navio Silva Vieira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Silva Vieira
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Navio Silva Vieira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx041-08.JPG
Navio Silva Vieira
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Navio Silva Vieira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Silva Vieira
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Marinha - navio não identificado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marinha - navio não identificado
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Canhoneira Cananéia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canhoneira Cananéia
A Canhoneira Cananéia obteve esse nome em homenagem a cidade homônima localizada no litoral de São Paulo. Foi construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, sendo lançada ao mar em 11 de junho de 1900.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1894

Rua das Laranjeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua das Laranjeiras
Marc Ferrez
Cosme Velho
circa 1885

Ilha Comprida
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Comprida
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Ilha Redonda de Dentro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Redonda de Dentro
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Ilha D'água
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha D'água
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Fiscal
A Ilha Fiscal localiza-se no interior da baía de Guanabara, fronteira ao centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. A ilha celebrizou-se por ter abrigado o famoso baile da Ilha Fiscal, a última grande festa do Império antes da Proclamação da República, em 15 de Novembro de 1889. Atualmente abriga um museu histórico-cultural, subordinado à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Fiscal
A Ilha Fiscal localiza-se no interior da baía de Guanabara, fronteira ao centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. A ilha celebrizou-se por ter abrigado o famoso baile da Ilha Fiscal, a última grande festa do Império antes da Proclamação da República, em 15 de Novembro de 1889. Atualmente abriga um museu histórico-cultural, subordinado à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Palácio do Catete, atual Museu da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio do Catete, atual Museu da República
Marc Ferrez
Rua do Catete
circa 1890

Palácio do Catete, atual Museu da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio do Catete, atual Museu da República
Marc Ferrez
Rua do Catete
circa 1890

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Fiscal
A Ilha Fiscal localiza-se no interior da baía de Guanabara, fronteira ao centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. A ilha celebrizou-se por ter abrigado o famoso baile da Ilha Fiscal, a última grande festa do Império antes da Proclamação da República, em 15 de Novembro de 1889. Atualmente abriga um museu histórico-cultural, subordinado à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Bairro da Glória tomado do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro da Glória tomado do Morro do Castelo
Destaque para a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro.
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1890

Monumento em homenagem a José de Alencar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a José de Alencar
Monumento inaugurado em 7 de maio de 1897.
Marc Ferrez
Praça José de Alencar ; Flamengo
circa 1897

Cicas em flor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cicas em flor
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Pedra do Índio é um monumento de formação rochosa que se localiza na Praia de Icaraí, do município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. Conta-se uma história de quando Arariboia (o fundador da cidade) derrotou os franceses e recebeu de Estácio de Sá o direito de escolha para qualquer região da Guanabara como recompensa da vitória, o cacique dos tupis logo apontou para as "águas escondidas" (em tupi: Niterói). Ao entrar na pequena baía que forma a orla Boa Viagem-Jurujuba, Araribóia avistou a pedra e achou obra de Tupã uma formação rochosa baseada em sua face.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Construção de ferrovia em meio à floresta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Construção de ferrovia em meio à floresta
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Propriedade rural
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Propriedade rural
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Marinha - embarcação não identificada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marinha - embarcação não identificada
Provavelmente se trata de uma barca para a estação de Niterói ou Paquetá.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Homens em meio à floresta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens em meio à floresta
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista geral de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista geral de Petrópolis
Marc Ferrez
Centro
1898

Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Viaduto do Bonini, Km 21,800
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx044-16.JPG
Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Viaduto do Bonini, Km 21,800
Marc Ferrez
Serra de Petrópolis
circa 1883

Estrada de Ferro do Corcovado, com o Mirante Chapéu do Sol, Km 3.6
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, com o Mirante Chapéu do Sol, Km 3.6
Trechoda Estrada de Ferro do Corcovado, Km 3.6, entre a estação das Paineiras e o cume do Corcovado. O Mirante Chapéu de Sol ficava antes da chegada ao cume do Corcovado, onte ficava a estação final.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Estrada de Ferro do Corcovado, com o mirante Chapéu do Sol ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, com o mirante Chapéu do Sol ao fundo
Estrada de Ferro do Corcovado. Estrada de Ferro do Corcovado
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Estrada de Ferro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol, Km 3.6
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol, Km 3.6
Trecho da Estrada de Ferro do Corcovado, Km 3.6, entre a estação das Paineiras e a estação final no alto do Corcovado.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista da enseada de Botafogo, a partir do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da enseada de Botafogo, a partir do Mirante Dona Marta
Destaque para o Morro do Pão de Açucar e para o Morro da Viúva.
Marc Ferrez
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1885

Rio que corta a cidade de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio que corta a cidade de Petrópolis
Possivelmente trata-se do rio Araras.
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1885

Subida da Serra de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Subida da Serra de Petrópolis
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1890

Subida da Serra de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Subida da Serra de Petrópolis
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1880

Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Rua das Laranjeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua das Laranjeiras
Marc Ferrez
Laranjeiras
circa 1887

Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Destaque para a Igreja Nossa Senhora da Glória e para o Largo do Machado. Ao fundo, o Pão de Açúcar e o Morro da Viúva.
Marc Ferrez
Morro da Nova Cintra
circa 1890

Marc Ferrez e seus filhos Júlio e Luciano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marc Ferrez e seus filhos Júlio e Luciano
Marc Ferrez na companhia de seus dois filhos, Júlio Marc Ferrez e Luciano José André Ferrez, e um desconhecido.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1905

Vista geral da cidade de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista geral da cidade de Petrópolis
Ao fundo a formação rochosa denominada Dedo de Deus.
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1890

Entrada da Baía de Guanabara, com destaque para o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, com destaque para o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Pedra do Forte de Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Forte de Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1895

Subida da Serra de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Subida da Serra de Petrópolis
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1885

Rua Nassau
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Nassau
Marc Ferrez
Centro
circa 1882

Vista de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Petrópolis
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1885

Região serrana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Região serrana
Marc Ferrez
Petrópolis
circa 1885

Petrópolis e seus arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Petrópolis e seus arredores
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1890

Indígena do povo Kayapó em estúdio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Kayapó em estúdio
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1882

Indígena do povo Kayapó em estúdio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Kayapó em estúdio
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1882

Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Viaduto da Grota Funda, Km 21,200
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Viaduto da Grota Funda, Km 21,200
Marc Ferrez
Viaduto da Grota Funda
circa 1887

Confluência do rio Quitandinha com o rio Piabanha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Confluência do rio Quitandinha com o rio Piabanha
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Ponte do Batista
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Ponte do Batista
Marc Ferrez
Serra de Petrópolis
circa 1887

Aleia das Mangueiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia das Mangueiras
;Quando D. João VI chegou no rio, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou o El--Rei instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico sob os cuidados do Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Rua Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Jardim Botânico
Alameda das Palmeiras do Jardim Botânico à esquerda e o morro Dois Irmãos ao fundo.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Baía de Guanabara e arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Baía de Guanabara e arredores
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Entrada da Baía de Guanabara vista a partir de Niterói., ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara vista a partir de Niterói., ao fundo o Pão de Açúcar
É possível ver também os morros do Corcovado, Dois Irmãos e Pedra da Gávea.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1883

Estátua de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de D. Pedro I
Marc Ferrez
Praça Tiradentes
circa 1885

Jardim Botânico, aleias e ponte
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico, aleias e ponte
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Morro do Corcovado a partir do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado a partir do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Jardim Botânico, aleias e ponte
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico, aleias e ponte
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Interior do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior do Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, fundado em 1808.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Vista da Rua do Ouvidor, com Escola Politécnica ao fundo (atual IFCS/UFRJ). Antiga rua de Aleixo Manuel (um dos mais abastados habitantes da cidade após sua fundação, no Morro do Castelo), a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando aí o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808, e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Aleia de Palmeiras imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia de Palmeiras imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Fazenda Cachoeira Grande  - terreiro de secagem de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda Cachoeira Grande - terreiro de secagem de café
A Fazenda Cachoeira Grande pertenceu a Custódio Ferreira Leite Guimarães, mineiro, que fez fortuna em Barra Mansa como fazendeiro.Nessa localidade foi ainda delegado de polícia e vereador. Casou-se com Izabel Teixeira Leite, pertencente a uma das famílias mais poderosas no Vale do Paraíba, com a qual ele também tinha parentesco. Mudou-se para Vassouras, onde construiu sua fazenda Cachoeira Grande, em 1874, de acordo com o pesquisador Adriano Novaes. Foi notório membro do Partido Liberal, assim como boa parte dos fazendeiros da região, defendendo a liberalidade na economia, mas a manutenção do regime escravista para sustentar seus lucros. Em 1884 foi ainda um dos 15 fundadores do Clube da Lavoura de Barra Mansa, entidade que se opunha ao crescente movimento abolicionista. Custódio faleceu em 26 de fevereiro de 1888. Na ocasião, estava em construção a sede definitiva da fazenda, que ficaria pronta provavelmente no ano seguinte, pois imagens do edifício, realizadas por Ferrez, mostram uma pequena inscrição com a data 1889 sobre o pórtico. É, portanto, provável que as fotografias de Ferrez tenham sido realizadas após o falecimento de Leite Guimarães, e também após a abolição formal da escravidão no Brasil. A Cachoeira Grande foi uma das poucas fazendas que, após a Lei Áurea, permaneceu como propriedade da mesma família, ao menos até a década de 1930
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1890

Dedo de Deus
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Dedo de Deus
Formação rochosa denominada Dedo de Deus.
Marc Ferrez
Parque Nacional da Serra dos Órgãos
circa 1890

Jardim Botânico, antiga entrada lateral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico, antiga entrada lateral
A entrada antiga ficava ao lado da aleia das Palmeiras.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista da cidade de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da cidade de Petrópolis
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Vista da cidade de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da cidade de Petrópolis
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Vista da cidade de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da cidade de Petrópolis
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Viaduto da Grota Funda, Km 21,800
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Viaduto da Grota Funda, Km 21,800
Marc Ferrez
Viaduto da Grota Funda
circa 1887

Avenida Koeler, antiga rua D. Afonso, ao fundo o Hotel Orléans
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Koeler, antiga rua D. Afonso, ao fundo o Hotel Orléans
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Rua Bragança, atual av. Roberto Silveira, à esquerda o Hotel Internacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Bragança, atual av. Roberto Silveira, à esquerda o Hotel Internacional
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Navio Brésil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Brésil
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Navio Rio Negro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Rio Negro
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Navio Brésil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Brésil
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Canhoneira Iowa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canhoneira Iowa
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1898

Navio Chili
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio Chili
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra dos Órgãos
Marc Ferrez
Serra de Teresópolis
circa 1890

Liteira puxada por burros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Liteira puxada por burros
Marc Ferrez
Região Serrana
circa 1885

Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra dos Órgãos
Marc Ferrez
Serra de Teresópolis
circa 1890

Serra dos Órgãos - vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra dos Órgãos - vegetação
Homens em frente à cabana.
Marc Ferrez
Serra de Teresópolis
circa 1890

Serra dos Órgãos - povoado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra dos Órgãos - povoado
Marc Ferrez
Serra de Teresópolis
circa 1890

Traje dos Chefes indígenas Conibo de Ucayale
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Traje dos Chefes indígenas Conibo de Ucayale
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1882

Mulher negra não identificada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mulher negra não identificada
Marc Ferrez
Salvador
circa 1885

Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
circa 1875

Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx054-08.JPG
Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
circa 1875

Traje dos Chefes indígenas Conibo de Ucayale
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Traje dos Chefes indígenas Conibo de Ucayale
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1882

Fazenda Campo Alegre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda Campo Alegre
Assim como a Fazenda Cachrinha, a Campo Alegre pertenceu inicialmente ao capitão Manoel de Souza Barros, sendo depois administrada por seu filho, também Manoel de Souza Barros, Visconde de Vista Alegre. Em 1871, a fazenda possuía em torno de 150 mil pés de café. Nela trabalhavam cerca de 180 escravizados. É provável que na época em que Ferrez fotografou a fazenda, sua sede já tivesse sido modernizada. Era uma casa imponente, que contava com iluminação a gás, linha telefônica, sala de jantar com mesa de 44 lugares, sala de bilhar, piano, capela e casa de banho. Um ramal de tração animal fazia a ligação entre a estação Chacrinha, da Estrada de Ferro União Valenciana, e a fazenda. Pouco após a abolição da escravidão, a familia Souza Barros, assim como boa parte das familias dos grandes fazendeiros, perdeu suas propriedades que já estavam hipotecadas, pois sua fortuna dependia inteiramente da mão de obra escravizada.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Ao longo do tempo, o Paço de São Cristóvão, que abriga hoje o Museu Nacional, sofreu diversas transformações, como a ampliação do palácio feita por D. Pedro II a partir de 1850.
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1887

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Ao longo do tempo, o Paço de São Cristóvão, que abriga hoje o Museu Nacional, sofreu diversas transformações, como a ampliação do palácio feita por D. Pedro II a partir de 1850.
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1887

Monumento em homenagem ao Marechal Osório, estátua equestre, em frente ao Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao Marechal Osório, estátua equestre, em frente ao Paço Imperial
Estátua equestre do Marechal Manuel Luis Osório, localizada na praça XV de Novembro e inaugurada no dia 12 de novembro de 1894.
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1903

Monumento em homenagem ao Visconde de Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao Visconde de Rio Branco
Escultura de autoria de Félix Maurice Charpentier. A inauguração ocorreu em 13 de maio de 1902.
Marc Ferrez
Praça da Glória
circa 1902

Monumento em homenagem ao Visconde de Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao Visconde de Rio Branco
Escultura de autoria de Félix Maurice Charpentier. A inauguração ocorreu em 13 de maio de 1902.
Marc Ferrez
Praça da Glória
circa 1902

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1885

Monumento em homenagem ao General Osório, estátua equestre, em frente ao Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao General Osório, estátua equestre, em frente ao Paço Imperial
Estátua equestre do Marechal Manuel Luis Osório, localizada na praça XV de Novembro, inaugurada no dia 12 de novembro de 1894.
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1895

São Paulo Railway (Linha Tronco), Estação da Luz, Km 78
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway (Linha Tronco), Estação da Luz, Km 78
A São Paulo Railway era conhecida popularmente como Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. A Estação da Luz foi construída de 1865 a 1867, ano em que foi inaugurada. Em 1895, devido ao grande crescimento urbano e comercial, começou uma significativa ampliação. A nova estação foi inaugurada em março de 1901, seguindo o projeto do arquiteto britânico Charles Henry Driver. De inspiração inglesa, em especial no Big Ben e na Abadia de Westminster, teve sua estrutura de ferro trazida da Inglaterra. A Estação da Luz foi construída entre 1865 e 1901 no Jardim da Luz, para substituir a antiga estação construída pela Estrada de Ferro Inglesa (The São Paulo Railway). O projeto segue as linhas do estilo neoclássico e foi toda construída com material importado. Foi idealizada para ser a principal estação da Companhia São Paulo Railway, como também para dar vazão ao escoamento do café produzido no país, cuja demanda era cada vez maior.
Marc Ferrez
Praça da Luz, Bom Retiro
1901

São Paulo Railway (Linha Tronco), Estação da Luz, Km 78
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway (Linha Tronco), Estação da Luz, Km 78
A São Paulo Railway era conhecida popularmente como Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. A Estação da Luz foi construída de 1865 a 1867, ano em que foi inaugurada. Em 1895, devido ao grande crescimento urbano e comercial, começou uma significativa ampliação. A nova estação foi inaugurada em março de 1901, seguindo o projeto do arquiteto britânico Charles Henry Driver. De inspiração inglesa, em especial no Big Ben e na Abadia de Westminster, teve sua estrutura de ferro trazida da Inglaterra.
Marc Ferrez
Praça da Luz, Bom Retiro
1901

São Paulo Railway (Linha Tronco), Estação da Luz, Km 78
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway (Linha Tronco), Estação da Luz, Km 78
A São Paulo Railway era conhecida popularmente como Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. A Estação da Luz foi construída de 1865 a 1867, ano em que foi inaugurada. Em 1895, devido ao grande crescimento urbano e comercial, começou uma significativa ampliação. A nova estação foi inaugurada em março de 1901, seguindo o projeto do arquiteto britânico Charles Henry Driver. De inspiração inglesa, em especial no Big Ben e na Abadia de Westminster, teve sua estrutura de ferro trazida da Inglaterra.
Marc Ferrez
Praça da Luz, Bom Retiro
1901

São Paulo Railway (Linha Tronco), Viaduto da Grota Funda, Km 28
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway (Linha Tronco), Viaduto da Grota Funda, Km 28
A São Paulo Railway Company (SPR), conhecida popularmente como Estrada de Ferro Santos Jundiaí, foi a primeira ferrovia construída em São Paulo. Financiada com capital inglês, sua construção foi iniciada em 1860, enfrentando muitas dificuldades técnicas durante a implantação, principalmente no trecho da Serra do Mar. A concessionária teve o privilégio de exploração da linha por um período de 90 anos, o que lhe garantiu a condição de maior empresa ferroviária do Brasil e em volume de carga. O início do tráfego foi em 1867, mas Ferrez provavelmente só viajou nessa ferrovia em 1880 pela primeira vez. A denominação Estrada de Ferro São Paulo Railway Company se manteve até o ano de 1946. Em 1899 a ferrovia foi duplicada e começou a operar em 1901
Marc Ferrez
Paranapiacaba
circa 1892

Ilha das Flores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha das Flores
Um dos marcos históricos da imigração no Brasil, onde funcionou a primeira hospedaria de imigrantes do país. Nos últimos dois séculos, a ilha também abrigou um importante engenho de mandioca, foi espaço para uma pioneira experiência de criação intensiva de peixes, funcionou como presídio e depois como sede da Tropa de Reforço da Força de Fuzileiros da Esquadra do Corpo de Fuzileiros Navais, da marinha do Brasil.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1885

Morro do Corcovado a partir da Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado a partir da Avenida Beira Mar
Marc Ferrez
Avenida Beira Mar
circa 1895

Fazenda Campo Alegre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda Campo Alegre
Assim como a Fazenda Cachrinha, a Campo Alegre pertenceu inicialmente ao capitão Manoel de Souza Barros, sendo depois administrada por seu filho, também Manoel de Souza Barros, Visconde de Vista Alegre. Em 1871, a fazenda possuía em torno de 150 mil pés de café. Nela trabalhavam cerca de 180 escravizados. É provável que na época em que Ferrez fotografou a fazenda, sua sede já tivesse sido modernizada. Era uma casa imponente, que contava com iluminação a gás, linha telefônica, sala de jantar com mesa de 44 lugares, sala de bilhar, piano, capela e casa de banho. Um ramal de tração animal fazia a ligação entre a estação Chacrinha, da Estrada de Ferro União Valenciana, e a fazenda. Pouco após a abolição da escravidão, a familia Souza Barros, assim como boa parte das familias dos grandes fazendeiros, perdeu suas propriedades que já estavam hipotecadas, pois sua fortuna dependia inteiramente da mão de obra escravizada.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Panorama do Rio de Janeiro visto do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro visto do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1890

Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha da Boa Viagem
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha da Boa Viagem
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Fazenda não identificada. Colheita de cana-de-açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda não identificada. Colheita de cana-de-açúcar
Homens e crianças negras, possivelmente escravizados, e pessoas brancas, possivelmente proprietários, ou administradores da fazenda, em canavial. Uma locomotiva, possivelmente de um ramal ferroviário particular que atendia à fazenda, leva passageiros e a cana cortada
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Mercado e Igreja de São Francisco de Assis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado e Igreja de São Francisco de Assis
A Igreja de São Francisco de Assis é considerada um dos maiores símbolos do barroco mineiro, e tem como destaque obras do escultor Aleijadinho. Começou a ser construída em 1766, quando Ouro Preto era ainda uma vila e se beneficiava da grande quantidade de ouro extraído da região. Foi financiada pela Ordem Terceira de São Francisco de Assis, que contratou Aleijadinho (Manuel Francisco Lisboa) para fazer a planta geral da igreja, tribuna do altar-mor, altares laterais e algumas esculturas. O forro foi pintado por mestre Ataíde (Manuel da Costa Ataíde), que utilizou a técnica italiana "trompe l'oeil", que cria uma ilusão de ótica no espectador. A Igreja de São Francisco de Assis é considerada um dos maiores símbolos do barroco mineiro, e tem como destaque obras do escultor Aleijadinho. Começou a ser construída em 1766, quando Ouro Preto era ainda um vila e se beneficiava da grande quantidade de ouro extraído da região. Foi financiada pela Ordem Terceira de São Francisco de Assis, que contratou Aleijadinho (na verdade Manuel Francisco Lisboa) para fazer a planta geral da igreja, tribuna do altar-mor, altares laterais e algumas esculturas. O forro foi pintado por mestre Ataíde (Manuel da Costa Ataíde), que utilizou a técnica italiana "trompe l'oeil", que cria uma ilusão de ótica no espectador.
Marc Ferrez
Ouro Preto
circa 1885

Carro de boi
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Carro de boi
Marc Ferrez
Ouro Preto
circa 1885

Baía de Guanabara vista de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Baía de Guanabara vista de Niterói
Marc Ferrez
Niterói
circa 1885

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1880

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Pedra do Índio é um monumento de formação rochosa que se localiza na Praia de Icaraí, do município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. Conta-se uma história de quando Arariboia (o fundador da cidade) derrotou os franceses e recebeu de Estácio de Sá direito de escolha para qualquer região da Guanabara como recompensa da vitória, o cacique dos tupis logo apontou para as "águas escondidas" (em tupi: Niterói). Ao entrar na pequena baía que forma a orla Boa Viagem-Jurujuba, Araribóia avistou a pedra e achou obra de Tupã uma formação rochosa baseada em sua face.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1880

Centro do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Centro do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Destaque para o prédio da alfandega e para as cúpulas da Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Largo do Paço, monumento em homenagem ao General Osório, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço, monumento em homenagem ao General Osório, estátua equestre
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro
circa 1885

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1890

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1890

Cascata Grande da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata Grande da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1880

Floresta da Tijuca, ao fundo a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca, ao fundo a Pedra da Gávea
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha da Boa Viagem
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Baía de Guanabara e seus arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Baía de Guanabara e seus arredores
Possivelmente, parte da Ilha de Paquetá.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Mamoeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mamoeiro
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Ilha da Boa Viagem, Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha da Boa Viagem, Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Ilha do Catalão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha do Catalão
A Ilha das Cobras fica no interior da Baía de Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro. Pertence à Marinha desde a época em que se fazia o escoamento do ouro das Minas Gerais pelo Rio de Janeiro, por volta do século XVIII. Foram construídas, na ilha, sucessivamente, três fortificações: Fortaleza de Santa Margarida, Forte Agostinho e Fortaleza Pau da Bandeira. Em 1761, o complexo de fortificações recebeu o nome de Fortaleza de São José da Ilha das Cobras.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha da Boa Viagem
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Ilha do Bom Jesus
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha do Bom Jesus
A Ilha do Bom Jesus da Coluna era uma ilha localizada no interior da baía de Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Entre 1949 e 1952, a ilha foi integrada por meio de aterro a sete ilhas vizinhas, formando a atual Ilha do Fundão.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Obelisco construído por ocasião do transporte do meteorito Bendegó
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Obelisco construído por ocasião do transporte do meteorito Bendegó
No ponto da queda do Meteorito Bendegó se construiu um obelisco, para inaugurar os trabalhos de seu transporte. O marco continha inscrições homenageando a Princesa D. Isabel, o Imperador D. Pedro II e o patrocinador do transporte o Barão de Guahy.
Humberto Antunes
Riacho do Bendegó
circa 1888

O Meteorito Bendegó
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Meteorito Bendegó
Constituído por uma massa compacta de ferro e níquel, é o maior meteorito brasileiro e um dos maiores do mundo. Foi encontrado em 1784 por um menino, Domingos da Motta Botelho, que pastoreava o gado em uma fazenda próxima à cidade de Monte Santo, no sertão da Bahia. A primeira tentativa de transportar o pesadíssimo bloco para a capital fracassou quando a carreta de madeira que o carregava desgovernou-se e caiu no riacho Bendegó. Desde 1888, encontra-se em exposição no Museu Nacional graças ao empenho do Imperador D. Pedro II, que tomando conhecimento de sua existência e importância científica, providenciou sua remoção para o Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1888

Vegetação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vegetação
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Fazenda de Café não identificada. Vista geral da sede
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda de Café não identificada. Vista geral da sede
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

São Paulo Railway (Linha Tronco), Estação da Luz, Km 78
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway (Linha Tronco), Estação da Luz, Km 78
A São Paulo Railway era conhecida popularmente como Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. A Estação da Luz foi construída de 1865 a 1867, ano em que foi inaugurada. Em 1895, devido ao grande crescimento urbano e comercial, começou uma significativa ampliação. A nova estação foi inaugurada em março de 1901, seguindo o projeto do arquiteto britânico Charles Henry Driver. De inspiração inglesa, em especial no Big Ben e na Abadia de Westminster, teve sua estrutura de ferro trazida da Inglaterra.
Marc Ferrez
Praça da Luz, Bom Retiro
1901

São Paulo Railway (Linha Tronco), Viaduto da Grota Funda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway (Linha Tronco), Viaduto da Grota Funda
A São Paulo Railway Company (SPR), conhecida popularmente como Estrada de Ferro Santos Jundiaí, foi a primeira ferrovia construída em São Paulo. Obra de arte da estrada Santos-Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Jundiaí, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carro de bois que desbravaram plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Marc Ferrez
Paranapiacaba
circa 1880

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Pedra do Índio é um monumento de formação rochosa que se localiza na Praia das Flechas, do município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. Conta-se uma história de quando Arariboia (o fundador da cidade) derrotou os franceses e recebeu de Estácio de Sá o direito de escolha para qualquer região da Guanabara como recompensa pela vitória, o cacique dos tupis logo apontou para as "águas escondidas" (em tupi: Niterói). Ao entrar na pequena baía que forma a orla Boa Viagem-Jurujuba, Araribóia avistou a pedra e achou obra de Tupã uma formação rochosa baseada em sua face.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Pedra do Índio é um monumento de formação rochosa que se localiza na Praia das Flechas, do município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. Conta-se uma história de quando Arariboia (o fundador da cidade) derrotou os franceses e recebeu de Estácio de Sá o direito de escolha para qualquer região da Guanabara como recompensa pela vitória, o cacique dos tupis logo apontou para as "águas escondidas" (em tupi: Niterói). Ao entrar na pequena baía que forma a orla Boa Viagem-Jurujuba, Araribóia avistou a pedra e achou obra de Tupã uma formação rochosa baseada em sua face.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Paquetá é um dos bairros mais antigos do Rio. Um dos primeiros registros da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrafo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565, Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. A ilha Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a freqüentar a ilha com certa constância.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Baía da Guanabara e seus arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Baía da Guanabara e seus arredores
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Ilha do Catalão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha do Catalão
A Ilha das Cobras fica no interior da Baía de Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro. Pertence à Marinha desde a época em que se fazia o escoamento do ouro das Minas Gerais pelo Rio de Janeiro, por volta do século XVIII.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha da Boa Viagem
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Paquetá é um dos bairros mais antigos do Rio. Um dos primeiros registros da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrafo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565, Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. A ilha Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a freqüentar a ilha com certa constância.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro Municipal
Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos.
Marc Ferrez
Praça Marechal Floriano ; Cinelândia ; Centro
circa 1910

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro Municipal
Teatro inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das obras de reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos.
Marc Ferrez
Cinelândia ; Centro
circa 1910

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Escola Nacional de Belas Artes, à esquerda o Teatro Municipal
Foto do cruzamento da Rua Evaristo da Veiga com a Avenida Rio Branco, vê-se parte do Theatro Municipal e o edifício construído para abrigar a Escola Nacional de Belas Artes. Foto do cruzamento da Rua Evaristo da Veiga com a Av. Rio Branco, Vê-se parte do Theatro Municipal do RJ e o edifício construído para abrigar a Escola Nacional de Belas Artes.
Marc Ferrez
Cinelândia, Centro ; Cinelândia ; Centro
circa 1910

Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural Justiça Federal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural Justiça Federal
Antigo prédio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Avenida Rio Branco, 241.
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Cinelândia
circa 1909

Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Biblioteca Nacional
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Cinelândia
circa 1910

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
Palácio Monroe, inaugurado em 1904 com a exposição Universal de Saint Louis, foi demolido em 1975 na Cinelândia.
Marc Ferrez
Cinelândia
circa 1905

Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Destaque para a Igreja Nossa Senhora da Glória, o Largo do Machado, parte do Morro da Viúva e para o Morro do Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Morro Nova Cintra
circa 1890

Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imprensa Nacional
Prédio da Imprensa Nacional, ao fundo o morro de Santo Antônio. Inaugurado em 1877, o prédio da Imprensa Nacional foi demolido em 1941. O projeto é assinado pelo arquiteto carioca Antonio de Paula Freitas.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Treze de Maio
circa 1894

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
Palácio Monroe, inaugurado em 1904 com a exposiçao Universal de Saint Louis, foi demolido em 1975 na Cinelândia.
Marc Ferrez
Cinelândia
circa 1905

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro Municipal
Teatro inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das obras de reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos.
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Cinelândia
circa 1910

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro Municipal
Teatro inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das obras de reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos.
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Cinelândia
circa 1910

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista da Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Tomada das proximidades da atual entrada do forte de Copacabana.
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1885

Antigo prédio da Bolsa de Fundos Públicos (ou Bolsa de Valores), atual Centro Cultural do Banco do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Antigo prédio da Bolsa de Fundos Públicos (ou Bolsa de Valores), atual Centro Cultural do Banco do Brasil
Marc Ferrez
Rua Direita, atual Primeiro de Março
circa 1900

Vista da Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Tomada das proximidades da atual entrada do forte de Copacabana.
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1885

Vista da Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Tomada das proximidades da atual entrada do forte de Copacabana.
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1885

Vista do Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Outeiro da Glória
Marc Ferrez
Glória
circa 1883

Vista do Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Outeiro da Glória
Marc Ferrez
Glória
circa 1883

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação das barcas na Praça XV de Novembro
Estação das barcas na Praça XV.
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1900

Cais Pharoux e, ao fundo, Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais Pharoux e, ao fundo, Mercado da Praia do Peixe
Vista do Cais Pharoux e adjacências, tomado de uma embarcação. Vista do Cais Pharoux, morro do Castelo e adjacências, tomado de uma embarcação.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1886

Vista do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

As pirâmides do Aqueduto da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As pirâmides do Aqueduto da Carioca
Marc Ferrez
Estrada do Silvestre, atual Almirante Alexandrino ; Santa Teresa
circa 1890

Entrada da Baía de Guanabara vista de Niterói, com destaque para o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara vista de Niterói, com destaque para o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Vista da Alameda das Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Alameda das Palmeiras
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Carro de bois
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Carro de bois
Marc Ferrez
MG
circa 1882

Rua Primeiro de Março, à direita, o prédio da Bolsa de Fundos Públicos (ou Bolsa de Valores), atual Centro Cultural Banco do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março, à direita, o prédio da Bolsa de Fundos Públicos (ou Bolsa de Valores), atual Centro Cultural Banco do Brasil
Marc Ferrez
Rua Direita, atual Primeiro de Março ; Centro
circa 1900

Vista da Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1900

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Pedra do Índio é um monumento de formação rochosa que se localiza na Praia das Flechas, do município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. Conta-se uma história de quando Arariboia (o fundador da cidade) derrotou os franceses e recebeu de Estácio de Sá o direito de escolha para qualquer região da Guanabara como recompensa pela vitória, o cacique dos tupis logo apontou para as "águas escondidas" (em tupi: Niterói). Ao entrar na pequena baía que forma a orla Boa Viagem-Jurujuba, Araribóia avistou a pedra e achou obra de Tupã uma formação rochosa baseada em sua face.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Pedra do Índio é um monumento de formação rochosa que se localiza na Praia das Flechas, do município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. Conta-se uma história de quando Arariboia (o fundador da cidade) derrotou os franceses e recebeu de Estácio de Sá o direito de escolha para qualquer região da Guanabara como recompensa pela vitória, o cacique dos tupis logo apontou para as "águas escondidas" (em tupi: Niterói). Ao entrar na pequena baía que forma a orla Boa Viagem-Jurujuba, Araribóia avistou a pedra e achou obra de Tupã uma formação rochosa baseada em sua face.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Destaque para a Igreja Nossa Senhora da Glória, o Largo do Machado, e ao fundo o Pão de Açúcar e uma parte do Morro da Viúva.
Marc Ferrez
Morro Nova Cintra
circa 1890

Alameda das Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda das Palmeiras
Vista da Alameda das Palmeiras no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vista da Baía de Guanabara, com destaque para o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Baía de Guanabara, com destaque para o Pão de Açúcar
O panorama abrange também os bairros de Botafogo, Flamengo e Urca, vistos a partir do Corcovado.
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1887

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Fiscal
Vista da Ilha Fiscal, tomada de uma embarcação. Transferida para a Marinha pelo Ministério da Fazenda, em 1913, a Ilha é hoje parte do Complexo Cultural do Serviço de Documentação da Marinha (DPHDM). Cenário do evento que ficou conhecido como “O Último Baile do Império”, realizado alguns dias antes da Proclamação da República.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1895

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Militar
Marc Ferrez
Praia Vermelha ; Urca
circa 1885

Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe
Vista do Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do mercado.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca, chafariz com 35 bicas
Vista do Largo da Carioca, com o Chafariz de 35 bicas ao fundo.
Marc Ferrez
Largo da Carioca ; Centro
circa 1898

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Antiga rua de Aleixo Manuel, a rua do Ouvidor passou a chamar-se assim quando o primeiro magistrado da Capitania estabeleceu residência efetiva. Depois da chegada de D. João VI em 1808 e com a abertura dos portos ao comércio internacional, estrangeiros - principalmente ingleses e franceses - começaram a se estabelecer na cidade, trabalhando como atacadistas, importadores e varejistas, comercializando produtos como jóias, alfaias de luxo, tecidos e livros. Grandes modistas, cabeleireiros e doceiros ajudaram a transformar a Ouvidor numa das ruas de maior prestígio do Rio antigo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Estação das barcas na Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação das barcas na Praça XV de Novembro
Os fundos da antiga estação das barcas, na região do centro no Rio de Janeiro, praça XV de Novembro e arredores.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Praia dos mineiros da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia dos mineiros da Ilha das Cobras
Porto do Rio de janeiro e Praia dos Mineiros, entre a Praça XV de Novembro e o antigo Arsenal da Marinha.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Centro
circa 1890

Embarcações em frente ao Mercado do Peixe, ao fundo o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Embarcações em frente ao Mercado do Peixe, ao fundo o Morro do Castelo
Morro do castelo, Cais Pharoux e Praia dos Mineiros.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Aqueduto da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Aqueduto da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Inauguração do monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Inauguração do monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Escultura de autoria de Félix Maurice Charpentier. A inauguração ocorreu em 13 de maio de 1902.
Marc Ferrez
Praça da Glória
1902

Monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Escultura de autoria de Félix Maurice Charpentier. A inauguração ocorreu em 13 de maio de 1902.
Marc Ferrez
Praça da Glória
circa 1902

Morro do Corcovado tomado da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado tomado da Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Paquetá é um dos bairros mais antigos do Rio de Janeiro. O primeiro registro da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrofo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565 Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a frequenter a ilha com certa frequência.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Inauguração do monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Inauguração do monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Escultura de autoria de Félix Maurice Charpentier. A inauguração ocorreu em 13 de maio de 1902.
Marc Ferrez
Praça da Glória
1902

Monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Escultura de autoria de Félix Maurice Charpentier. A inauguração ocorreu em 13 de maio de 1902.
Marc Ferrez
Praça da Glória
circa 1902

Autoridades na inauguração do monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Autoridades na inauguração do monumento em homenagem ao Visconde do Rio Branco
Inauguração da estátua do Visconde de Rio Branco de autoria de Félix Maurice Charpentier, ocorrida em 13 de maio de 1902 na praça da Glória.
Marc Ferrez
Praça da Glória
1902

Igreja de Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora da Glória
Por decreto imperial de 1834, foi criada no Rio de Janeiro a freguesia de Nossa Senhora da Glória no Largo do Machado, e no dia 30 de outubro do mesmo ano foram marcados os seus limites.
Marc Ferrez
Largo do Machado
circa 1890

Igreja e Convento de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja e Convento de Santo Antônio
Esta igreja localiza-se no Centro do Rio de Janeiro, na Rua dos Inválidos nº 42, na esquina com a Rua do Senado. A história do templo que atende os devotos de Santo Antônio e que já passou por reconstruções, remete ao longínquo ano de 1807, quando então surgiu a ideia de erguer uma capela.
Marc Ferrez
Largo da Carioca ; Centro
circa 1890

Vista do bairro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro da Glória
Bairro da Glória, em primeiro plano, carroça e bondes; ao fundo, a Igreja do Outeiro da Glória e a chaminé da estação da City Improvement.
Marc Ferrez
Glória
circa 1892

Busto de Gonçalves Dias
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Busto de Gonçalves Dias
A homenagem a Gonçalves Dias foi a primeira a ser instalada no Passeio Público, em junho de 1901, e um dos primeiros bustos executados no país para área pública, por iniciativa de Olavo Bilac e Rodolfo Bernardelli.
Marc Ferrez
Passeio Público
circa 1901

Centro do Rio de Janeiro a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Centro do Rio de Janeiro a partir da Ilha das Cobras
Centro do Rio, destaque para o prédio da Alfandega e para a igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Centro do Rio de Janeiro a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Centro do Rio de Janeiro a partir da Ilha das Cobras
Centro do Rio, destaque para o prédio da Alfandega e para a igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Encouraçado Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Floriano
O Encouraçado Guarda-Costas Floriano, obteve esse nome em homenagem ao Marechal Floriano Peixoto, nosso segundo Presidente da Republica. Foi construído pelo estaleiro Forges et Chantiers de Meditérranée, de La Seyne, Toulon, França. Foi lançado ao mar em junho de 1899, sendo incorporado em 31 de dezembro de 1900.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1900

Encouraçado Aquidabã
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Aquidabã
O Encouraçado de Esquadra Aquidabã, teve esse nome em homenagem a um riacho afluente do Paraguai, às margens do qual se travou a última batalha da Guerra do Paraguai em 1º de março de 1870, onde morreu o ditador Solano Lopes. Foi construído pelo estaleiro Samuda & Brothers, na Inglaterra. A fiscalização das obras, esteve a cargo do Chefe-de-Esquadra José da Costa Azevedo (Barão de Ladário). Foi lançado em 17 de janeiro de 1885, sendo submetido à Mostra de Armamento em 14 de agosto de 1885. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Custódio José de Mello.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Encouraçado Riachuello - 2ª Fase
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Riachuello - 2ª Fase
O Encouraçado de Esquadra Riachuelo, obteve esse nome em homenagem ao riacho do rio Paraná, em cujas proximidades travou-se a batalha naval de 11 de junho de 1865, entre a esquadra paraguaia e parte da esquadra brasileira, sob o Comando do Almirante Barroso. Teve sua quilha batida em 31 de agosto de 1881, foi lançado em 7 de junho de 1883, sendo submetido a Mostra de Armamento em 15 de julho de 1884.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1884

Encouraçado Deodoro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Deodoro
O Encouraçado Guarda-Costas Deodoro, ex-Marechal Deodoro, obteve esse nome em homenagem ao Marechal Manuel Deodoro da Fonseca proclamador e primeiro Presidente da República Federativa do Brasil. Foi encomendado em 1895 e construído pelo estaleiro Forges et Chantiers de la Mediterranée, de La Seyne, Toulon na França. Foi lançado ao mar em 1898 com o nome de Marechal Deodoro. Foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado como Deodoro em 20 de junho de 1898.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1898

Encouraçado Deodoro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Deodoro
O Encouraçado Guarda-Costas Deodoro, ex-Marechal Deodoro, obteve esse nome em homenagem ao Marechal Manuel Deodoro da Fonseca proclamador e primeiro Presidente da República Federativa do Brasil. Foi encomendado em 1895 e construído pelo estaleiro Forges et Chantiers de la Mediterranée, de La Seyne, Toulon na França. Foi lançado ao mar em 1898 com o nome de Marechal Deodoro. Foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado como Deodoro em 20 de junho de 1898.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1898

Encouraçado Riachuello - 1 ª Fase
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Riachuello - 1 ª Fase
O Encouraçado de Esquadra Riachuelo, obteve esse nome em homenagem ao riacho do rio Paraná, em cujas proximidades travou-se a batalha naval de 11 de junho de 1865, entre a esquadra paraguaia e parte da esquadra brasileira, sob o Comando do Almirante Barroso. Teve sua quilha batida em 31 de agosto de 1881, foi lançado em 7 de junho de 1883, sendo submetido a Mostra de Armamento em 15 de julho de 1884.
Marc Ferrez
Baia da Guanabara
circa 1884

Mineiros trabalhando na mina Pary
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mineiros trabalhando na mina Pary
Uma das primeiras fotografias do trabalho no interior de uma mina de ouro.
Marc Ferrez
Santa Bárbara
circa 1888

Indígenas do povo Bororo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Bororo
Índios Bororo (ou Boe), denominação que significa "pátio da aldeia" na língua nativa. A disposição tradicional de suas casas faz do pátio o centro da aldeia e também seu espaço ritual. Os bororo têm uma complexa organização social e uma rica vida cerimonial. Eram encontrados em parte da Bolívia, no centro sul de Goiás, nas margens de afluentes do rio Xingu, e nas proximidades do rio Miranda. Estima-se que o primeiro contato dos Bororo com os brancos tenha sido no século XVII, com os jesuítas que iam de Belém à região da bacia do rio Araguaia. O contato teria se intensificado com as bandeiras paulistas e a descoberta do ouro em Cuiabá, no século XVIII.
José Severino Soares
GO
1894

Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Em 1745, a Fazenda Real adquiriu algumas casas na rua para instalar a residência dos Ouvidores. O segundo deles (1748-1750), Francisco Berquó da Silva Pereira, tornou-se conhecido, e a rua passou a ser, desde então, a Rua do Ouvidor.
Marc Ferrez
Centro
circa 1895

Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Destaque para a Igreja Nossa Senhora da Glória e para o Largo do Machado. Ao fundo, o Pão de Açúcar e uma parte do Morro da Viúva.
Marc Ferrez
Morro Nova Cintra
circa 1890

Corcovado - caminho do Aqueduto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado - caminho do Aqueduto
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Pequena Ponte do Diabo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pequena Ponte do Diabo
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado
Morro do Corcovado a partir da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Fiscal
Vista da Ilha Fiscal, tomada de uma embarcação. Transferida para a Marinha pelo Ministério da Fazenda, em 1913, a Ilha é hoje parte do Complexo Cultural do Serviço de Documentação da Marinha (DPHDM). Cenário do evento que ficou conhecido como “O Último Baile do Império”, realizado alguns dias antes da Proclamação da República.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1895

Vista do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado
Morro do Corcovado a partir da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Corcovado - caminho do Aqueduto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado - caminho do Aqueduto
Vista do Aqueduto da Carioca (posteriormente o caminho do aqueduto foi substituído pela ruas Almirante Alexandrino e pela Estrada das paineiras).
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Estrada de Ferro do Corcovado, com o Mirante Chapéu do Sol acima, Km 3.6
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, com o Mirante Chapéu do Sol acima, Km 3.6
Trecho final da Estrada de Ferro do Corcovado, Km 3.6.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Barco a vela
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barco a vela
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Indígenas do povo Bororo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Bororo
A fotografia foi atribuida a Marc Ferrez, mas é improvável que seja dele, pois o fotógrafo nunca esteve no Mato Grosso e a imagem dista muito dos retratos realizados por ele. O autor provável da fotografia é José Severino Soares, que atuou na região e realizou diversas imagens do povo Bororo. Soares teve contato comercial com Ferrez, e é provável que deste contato decorra a existência de duas fotografias suas no arquivo do fotógrafo.
José Severino Soares
MT
circa 1894

Menino Indígena de povo não identificado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Menino Indígena de povo não identificado
Marc Ferrez
MT
circa 1880

Casa da Moeda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casa da Moeda
Prédio que foi a sede da Casa da Moeda a partir de 1868, em 1984 passou a ser sede do Arquivo Nacional.
Marc Ferrez
Campo da Aclamação ; atual Campo de Santana
circa 1880

Antigo edifício do Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural da Justiça Eleitoral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Antigo edifício do Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural da Justiça Eleitoral
Supremo Tribunal Federal (atual Centro Cultural da Justiça Federal), no cruzamento da rua do Rosário e Primeiro de Março.
Marc Ferrez
Rua 1º de Março, Centro
circa 1910

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Antigo prédio da Escola Nacional de Belas Artes, na Travessa das Belas Artes próximo à Praça Tiradentes. Antes da proclamação da República se chamava Academia Imperial de Belas Artes.
Marc Ferrez
Centro ; Travessa das Belas Artes
circa 1895

Hospício Nacional de Alienados, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hospício Nacional de Alienados, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro
Hospício Nacional de Alienados, atual campus Praia vermelha da UFRJ. O Hospício Pedro II, inaugurado no Rio de Janeiro em 1852, foi o primeiro hospital psiquiátrico do Brasil e o segundo da América Latina. O Hospício Dom Pedro II, criado em 1852, veio substituir a enfermaria para loucos da Santa Casa Misericórdia. O prédio, em estilo neoclássico, foi muito elogiado na época pelo casal Agassiz. O Hospício significava uma nova forma de encarar a loucura e seu tratamento, atráves da cientificidade da medicina, que emergia na época como um novo campo de saber. Apesar disso, a laicização do tratamento da loucura no Brasil só se tornará mais visível em 1890, quando o mesmo espaço será reformulado, agora com o nome de Hospício Nacional dos Alienados. Em 1944 o hospício é transferido e o prédio é ocupado pela Universidade do Brasil, atual UFRJ.
Marc Ferrez
Urca
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As irmãs siamesas Rosalina e Maria Davel
No consultório dos doutores Camillo Fonseca e Henrique Morize, foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Davel nascidas em 1893, no Espírito Santo, que chegaram ao Rio de Janeiro em junho (A Imprensa, 23 de junho de 1899, na terceira coluna). Elas foram fotografadas por Marc Ferrez em várias posições (O Cachoeirano, 2 de julho de 1899, na última coluna). A cirurgia para separá-las, realizada em 30 de maio de 1900, na Casa de Saúde São Sebastião, no Rio de Janeiro, pelo médico Eduardo Chapot Prevost (1864 - 1907), foi a primeira do gênero que foi bem sucedida em todo o mundo. Maria morreu cinco dias após a cirurgia devido a uma grave infecção e Rosalina viveu até pelo menos 75 anos, tendo casado e tido filhos (A Imprensa, 11 de agosto de 1900, na primeira coluna).
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1899

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As irmãs siamesas Rosalina e Maria Davel
No consultório dos doutores Camillo Fonseca e Henrique Morize, foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Davel nascidas em 1893, no Espírito Santo, que chegaram ao Rio de Janeiro em junho (A Imprensa, 23 de junho de 1899, na terceira coluna). Elas foram fotografadas por Marc Ferrez em várias posições (O Cachoeirano, 2 de julho de 1899, na última coluna). A cirurgia para separá-las, realizada em 30 de maio de 1900, na Casa de Saúde São Sebastião, no Rio de Janeiro, pelo médico Eduardo Chapot Prevost (1864 - 1907), foi a primeira do gênero que foi bem sucedida em todo o mundo. Maria morreu cinco dias após a cirurgia devido a uma grave infecção e Rosalina viveu até pelo menos 75 anos, tendo casado e tido filhos (A Imprensa, 11 de agosto de 1900, na primeira coluna).
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1899

Ilha das Enxadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha das Enxadas
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Centro
circa 1905

Ilha das Enxadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha das Enxadas
Marc Ferrez
Baia da Guanabara ; Centro
circa 1905

Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Panorama do centro do Rio de Janeiro, com rua Primeiro de Março e Praça XV em primeiro plano e ao fundo Ilha das Cobras.
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1890

Ilha das Cobras vista do Largo da Prainha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha das Cobras vista do Largo da Prainha
Marc Ferrez
Largo da Prainha, atual Praça Mauá ; Centro
circa 1905

Docas da Alfândega e Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Docas da Alfândega e Mercado da Praia do Peixe
Docas da Alfândega e Mercado do Peixe, em segundo plano; ao fundo, à direita, morro do Castelo e, à esquerda, ilha de Villegaignon.
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1905

Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arsenal da Marinha
Fundado em 1763, o Arsenal da Marinha é a organização militar mais antiga da Marinha do Brasil.
Marc Ferrez
Baia da Guanabara
circa 1895

Ilha do Manguinho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha do Manguinho
Ilha localizada na Baía de Guanabara, perto da Ilha de Paquetá.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Ilha do Manguinho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha do Manguinho
Ilha localizada na Baía de Guanabara, perto da Ilha de Paquetá.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Paquetá é um dos bairros mais antigos do Rio de Janeiro. O primeiro registro da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrofo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565 Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a frequenter a ilha com certa frequência.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Ilha de Manguinho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Manguinho
Ilha localizada na Baía de Guanabara, perto da Ilha de Paquetá.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Revolta da Armada
A Revolta da Armada foi um movimento promovido por algumas unidades da Marinha em oposição ao governo Floriano Peixoto. Começou em setembro de 1893 no Rio de Janeiro e durou até março de 1894, atingindo a região sul do país. As origens da revolta remetem à ascensão de Floriano Peixoto à presidência da República, nove meses depois da renúncia de Deodoro da Fonseca. Floriano era vice de Deodoro, mas a Constituição previa nova eleição caso a Presidência ou a Vice-Presidência ficassem vagas antes de decorridos dois anos de mandato. A oposição passou a acusar Floriano de estar ilegalmente no poder, e um grupo de altos oficiais da Marinha começou a exigir eleição imediata. A adesão dos altos oficiais refletia o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha. Devido ao baixo apoio político recebido no Rio de Janeiro, os manifestantes dirigiram-se a ilha do Desterro (atual Florianópolis). Com novos navios adquiridos no exterior, Floriano acabou derrotando a revolta em março de 1894.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Revolta da Armada
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Revolta da Armada
A Revolta da Armada foi um movimento promovido por algumas unidades da Marinha em oposição ao governo Floriano Peixoto. Começou em setembro de 1893 no Rio de Janeiro e durou até março de 1894, atingindo a região sul do país. As origens da revolta remetem à ascensão de Floriano Peixoto à presidência da República, nove meses depois da renúncia de Deodoro da Fonseca. Floriano era vice de Deodoro, mas a Constituição previa nova eleição caso a Presidência ou a Vice-Presidência ficassem vagas antes de decorridos dois anos de mandato. A oposição passou a acusar Floriano de estar ilegalmente no poder, e um grupo de altos oficiais da Marinha começou a exigir eleição imediata. A adesão dos altos oficiais refletia o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha. Devido ao baixo apoio político recebido no Rio de Janeiro, os manifestantes dirigiram-se a ilha do Desterro (atual Florianópolis). Com novos navios adquiridos no exterior, Floriano acabou derrotando a revolta em março de 1894.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1893

Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
O prédio começou a ser construído em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1749, e só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subsequentes o espaço foi usado pela Escola Central (1858), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e, desde 2010, também pelo IH-UFRJ (Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Entre 1948 e 1954, foram realizadas obras de complementação do 3º pavimento, acréscimo de um 4º pavimento e instalação de elevadores.
Marc Ferrez
Largo de São Francisco
circa 1905

Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa
Arcos da Lapa, já como local de passagem de bondes, durante as obras de reurbanização promovidas pelo prefeito Pereira Passos (1903-1906).
Marc Ferrez
Lapa
circa 1905

Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa
Arcos da Lapa, já como local de passagem de bondes, durante as obras de reurbanização promovidas pelo prefeito Pereira Passos (1903-1906).
Marc Ferrez
Lapa
circa 1905

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Marc Ferrez
Rio de Janeiro ; Jardim Botânico
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata Pinel
Vista da Cascata Grande da Tijuca, tomada do interior da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Nova Friburgo
circa 1880

Caminho do Aqueduto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Caminho do Aqueduto
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Destaque para a Igreja Nossa Senhora da Glória e para o Largo do Machado. Ao fundo, o Pão de Açúcar e o morro da Viúva.
Marc Ferrez
Morro Nova Cintra
circa 1890

Praça XV de Novembro, ao fundo a catedral da Sé, atual Igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro, ao fundo a catedral da Sé, atual Igreja do Carmo
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV
circa 1903

Rua São Clemente
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua São Clemente
Rua São Clemente, e morro do Corcovado ao fundo.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1885

Ilha das Flores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha das Flores
Desconhecida por boa parte dos moradores da região, um dos marcos históricos da imigração no Brasil do século XIX está em São Gonçalo, onde funcionou a primeira hospedaria de imigrantes de todo o país. Nos últimos dois séculos, a ilha também abrigou um importante engenho de mandioca, foi espaço para uma pioneira experiência de criação intensiva de peixes, funcionou como presídio e depois como sede da Tropa de Reforço da Força de Fuzileiros da Esquadra do Corpo de Fuzileiros Navais, da marinha do Brasil.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
A cidade vista a partir do Morro do Castelo, destaque para as cúpulas das igrejas da Órdem Terceira e de Nossa Senhora do Carmo, ambas na rua Direita, atual rua Primeiro de Março, e da igreja da Candelária, na atual avenida Presidente Vargas. É possível ver também o Paço Imperial, na Praça XV de Novembro.
Marc Ferrez
Morro do Castelo ; Centro
circa 1890

Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio de Janeiro a partir do Morro do Castelo
A cidade vista a partir do Morro do Castelo, destaque para as cúpulas das igrejas da Órdem Terceira e de Nossa Senhora do Carmo, ambas na rua Direita, atual rua Primeiro de Março, e da igreja da Candelária, na atual avenida Presidente Vargas. É possível ver também o Paço Imperial, na Praça XV de Novembro.
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1890

Morro do Pão de Açúcar; visto do Morro da Babilônia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar; visto do Morro da Babilônia
Marc Ferrez
Leme
circa 1885

Mercado da Praia do Peixe (à esquerda) e Ilha Fiscal (ao fundo)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe (à esquerda) e Ilha Fiscal (ao fundo)
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1900

Praça XV de Novembro, à direita, Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro, à direita, Mercado da Praia do Peixe
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1905

Entrada da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada de Niterói (Jurujuba).
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha da Boa Viagem
Ilha da Boa Viagem localiza-se no interior da baía de Guanabara, na cidade de Niterói, estado do Rio de Janeiro, no Brasil.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Morro de Gragoatá com a Fortaleza de Gragoatá ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro de Gragoatá com a Fortaleza de Gragoatá ao fundo
Marc Ferrez
Gragoatá
circa 1890

Indígena do povo Apiacá em estúdio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Apiacá em estúdio
Marc Ferrez
Museu Nacional ; Rio de Janeiro
circa 1882

Ministério da Agricultura
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ministério da Agricultura
Prédios Gêmeos dos ministérios da viação e agricultura, construção neoclássica que ficava atrás do hoje Palácio Tiradentes. Esses prédios foram demolidos nos anos 40 para a construção de um anexo em estilo art-decô para a então Câmara dos Deputados, prédio este demolido nos anos 70-80 para a construção de um novo prédio que faz a função de prédio auxiliar da ALERJ.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Dom Manuel
circa 1890

Palácio da Prefeitura Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio da Prefeitura Municipal
Vista da fachada do palácio da Prefeitura Municipal no Paço Municipal, próximo a atual Biblioteca Parque Estadual na avenida Presidente Vargas. A Prefeitura do Rio de Janeiro já ocupou sete sedes, desde 1892, quando Floriano Peixoto, então presidente da República, assinou a Lei Orgânica do Distrito Federal, em 20 de setembro de 1892, estabelecendo a Prefeitura do Rio de Janeiro, sua sede foi instalada num palacete situado no Campo de Santana e ali permaneceu até 1942, quando, devido às obras de construção da Avenida Presidente Vargas, que previam a demolição de parte do local, incluindo o prédio da prefeitura, foi transferida para um casarão no Parque da Cidade, na Gávea.
Marc Ferrez
Campo de Santana
circa 1890

Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Estação Central do Brasil, Km 0
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Estação Central do Brasil, Km 0
O prédio da Estação Central da Estrada de Ferro Central do Brasil passou por reforma para ampliação em 1898. O novo projeto manteve o corpo do edifício, derrubou as duas alas laterais que possuiam apenas um andar, e subiu duas torres laterais, com dois andares cada uma. A reforma ficou pronta em 1900, mas em 16 de novembro de 1906 a ala esquerda do edifício foi destruída por um incêndio no restaurante.
Marc Ferrez
Praça da República (Antiga Praça da Aclamação)
circa 1903

Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Estação Central do Brasil, Km 0
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Estação Central do Brasil, Km 0
A Estrada de Ferro Central do Brasil foi uma das principais ferrovias do Brasil, ligando Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Até a Proclamação da República, em 1889, a ferrovia era denominava Estrada de Ferro D. Pedro II. O decreto 2895 de 9 de maio de 1890 aprovou a ampliação da estação, e o edifício passou a ter mais duas alas laterais. As obras foram iniciadas em 1898 e concluídas em 1900 . A imagem do prédio ainda não reformado, mas com a inscrição "Estrada e Ferro Central do Brasil" retrata o edifício depois da proclamação da República, em 1889, mas antes do início das reformas, em 1898.
Marc Ferrez
Praça da República (Antiga Praça da Aclamação)
circa 1889

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista
circa 1885

Igreja Anglicana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Anglicana
A Igreja Anglicana localizava-se na Rua Evaristo da Veiga, foi construída em 1891 e demolida no início do Século XIX para reurbanização da área.
Marc Ferrez
Centro
circa 1905

Real Gabinete Português de Leitura
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Real Gabinete Português de Leitura
O Real Gabinete Português de Leitura teve sua origem em 1837, quando um grupo de imigrantes portugueses, a maioria comerciantes, resolveu criar uma biblioteca para ampliar os conhecimentos não só de seus sócios, mas também de outros conterrâneos que moravam no Brasil. Foi o primeiro gabinete de leitura do país. O prédio que vemos na fotografia começou a ser erguido em 1880, ano do tricentenário da morte de Camões, e a pedra fundamental foi lançada pelo imperador D. Pedro II. O projeto, em estilo manuelino, foi do arquiteto português Rafael da Silva Castro. Em 10 de setembro de 1887 o prédio foi inaugurado com a presença da Princesa Isabel e do Conde D'Eu.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Luís de Camões
circa 1890

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Gnaisse, rocha laminada semelhante ao granito, que predomina na baía. O nome Guanabara seria uma corruptela da denominação nativa guará-nhã-pará, que significa "o seio do mar, parecido com o rio". O entorno da baía era área de habitação indígena. Foi descoberta pelos portugueses, que a confundiram com a foz de um rio, numa expedição exploradora, em janeiro de 1502. Durante séculos foi o principal acesso à cidade do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Rio de Janeiro
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Vista da Ilha de Paquetá.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Paquetá
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Paquetá é um dos bairros mais antigos do Rio de Janeiro. O primeiro registro da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrofo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565 Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a frequenter a ilha com certa frequência.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Ilha de Paquetá
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx108-03.JPG
Ilha de Paquetá
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Vista da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Praça XV de Novembro
Destaque para o Chafariz do Mestre Valentim, Igreja Nossa Senhora do Carmo, Mercado da Candelária, à esquerda, e, ao fundo, a Cúpula da Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Centro
circa 1906

Colégio Militar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Colégio Militar
Colégio Militar, fundado em 1889 no bairro da Tijuca.
Marc Ferrez
Tijuca ; Rua São Francisco Xavier
circa 1902

Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
1876

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
1876

Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
1876

Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
1876

Marc Ferrez e sua família na floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Marc Ferrez e sua família na floresta da Tijuca
Marc Ferrez, sua mulher e seus dois filhos, junto a um jequitibá. A Tijuca foi uma das áreas em que os primeiros colonizadores estabeleceram suas lavouras de café ou engenhos de açúcar, como o governador Salvador Correia de Sá. Por volta da década de 1850, o major Manuel Archer foi incumbido de reflorestar a área, em grande parte devastada pelas lavouras, começando aí a formação do parque que abriga a floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1889

Pedras de Itapuca e do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedras de Itapuca e do Índio
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea
Pedra da Gávea a partir de São Conrado.
Marc Ferrez
São Conrado
circa 1880

Liceu Literário Português
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Liceu Literário Português
O Liceu Literário Português, fundado em 1868, é uma instituição filantrópica que oferece cursos de extensão universitária. A primeira sede do Liceu encontrava-se na antiga Rua da Prainha (atual Praça Mauá). Um dos alunos da entidade era o imperador D.Pedro II, que assistia às aulas de Arte Náutica e de Astronomia.
Marc Ferrez
Praça Mauá ; Rua da Prainha
circa 1885

Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arsenal da Marinha
O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro é uma Organização Militar da Marinha do Brasil, fundada em 1763.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens
Em 1750 foi criada a Irmandade de N.S. Mãe dos Homens, formada por pequenos comerciantes e moradores da região. A devoção à santa é originária da cidade de Lisboa, em Portugal.
Marc Ferrez
Centro ; Rua da Alfândega
circa 1885

Palácio Itamaraty
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Itamaraty
O Palácio do Itamaraty foi sede do Ministério das Relações Exteriores de 1899 a 1970, localiza-se na Rua Marechal Floriano, no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Marechal Floriano
circa 1890

Casa de oração da Igreja Evangélica Fluminense
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casa de oração da Igreja Evangélica Fluminense
Fundada em 11 de julho de 1858 pelo médico-missionário escocês de origem presbiteriana Robert Reid Kalley e sua esposa Sarah Poulton Kalley, que chegaram ao Brasil em 1855. Kalley voltou para a Escócia em 10 de julho de 1876 e então foi sucedido por João Manoel Gonçalves dos Santos no pastorado da igreja, este elaborou uma súmula doutrinária composta por 28 artigos conhecida como Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo.
Marc Ferrez
Centro ; Rua de São Joaquim
circa 1890

Igreja Matriz de Santa Rita
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Matriz de Santa Rita
O templo localizado no Largo de Santa Rita foi elevado à condição de Igreja Matriz em 30 de janeiro de 1751, com a criação da Paróquia de Santa Rita.
Marc Ferrez
Centro ; Largo de Santa Rita
circa 1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Ouvidor
Em 1745, a Fazenda Real adquiriu algumas casas na rua para instalar a residência dos Ouvidores. O segundo deles (1748-1750), Francisco Berquó da Silva Pereira, tornou-se conhecido, e a rua passou a ser, desde então, a Rua do Ouvidor.
Marc Ferrez
Centro ; Centro do Rio
circa 1890

Ginásio Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ginásio Nacional
Edificio do Ginásio Nacional, hoje colégio D. Pedro II, na Rua Marechal Floriano.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Marechal Floriano
circa 1900

Igreja São Pedro dos Clérigos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja São Pedro dos Clérigos
Igreja São Pedro dos Clérigos, na antiga rua de São Pedro no centro do Rio de Janeiro, esta foi extinta para dar lugar à Avenida Presidente Vargas em 1943.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Igreja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores
Igreja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, localiza-se na rua do Ouvidor, entre as ruas do Mercado e 1º de Março, erguido em 1743.
Marc Ferrez
Centro ; Rua do Ouvidor
circa 1895

São Paulo Railway, Cais do Porto de Santos e Armazém
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway, Cais do Porto de Santos e Armazém
O Porto de Santos era o ponto inicial da São Paulo Railway, mais conhecida como Estrada de Ferro Santos a Jundiaí. O porto iniciou suas atividades no princípio do século XVI, operando com estruturas rudimentares até 02 de fevereiro de 1892, quando foram inaugurados os primeiros 260 metros de cais construídos. Aquele modesto atracadouro tornava-se o primeiro porto organizado do Brasil. Impulsionado pelas exportações de café, o Porto de Santos cresceu rapidamente, com grandes e frequentes ampliações, e atravessou todos os ciclos de crescimento econômico do País. Ferrez realizou fotografias do Porto de Santos em diversas ocasiões. Algumas delas foram 1880, em 1892, e no início do século XX. As imagens realizadas nesta última data fazem parte de um conjunto maior, de imagens de outros pontos da estrada de ferro, como a estação da Luz, recém reformada.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1892

São Paulo Railway, vista panorâmica do Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway, vista panorâmica do Porto de Santos
O Porto de Santos era o ponto inicial da São Paulo Railway, mais conhecida como Estrada de Ferro Santos a Jundiaí. O porto iniciou suas atividades no princípio do século XVI, operando com estruturas rudimentares até 02 de fevereiro de 1892, quando foram inaugurados os primeiros 260 metros de cais construídos. Aquele modesto atracadouro tornava-se o primeiro porto organizado do Brasil. Impulsionado pelas exportações de café, o Porto de Santos cresceu rapidamente, com grandes e frequentes ampliações, e atravessou todos os ciclos de crescimento econômico do País. Ferrez realizou fotografias do Porto de Santos em diversas ocasiões. Algumas delas foram 1880, em 1892, e no início do século XX.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1880

Pavilhão do Club de Regatas Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pavilhão do Club de Regatas Botafogo
No dia 1º de julho de 1894, nascia na praia de Botafogo o Club de Regatas Botafogo. O clube ganhou esse nome em homenagem à enseada do bairro onde competiam os seus barcos. A sede era em um casarão demolido, no sul da praia de Botafogo, encostado ao Morro do Pasmado, onde hoje termina a Avenida Pasteur.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1900

A Glória vista a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Glória vista a partir do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1885

Glória vista a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Glória vista a partir de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rua do Curvelo, atual Rua Dias de Barros ; Santa Teresa
circa 1885

Vista do cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do cais Pharoux
Vista do cais Pharoux, Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro; ao fundo o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Vista do cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do cais Pharoux
Vista do cais Pharoux, Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; ao fundo, morro do Castelo e o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Vista do cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do cais Pharoux
Vista do cais Pharoux, Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; ao fundo, morro do Castelo e o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Chegada à cidade de Vitória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chegada à cidade de Vitória
Marc Ferrez
Vitória
circa 1875

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista
circa 1887

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Museu Nacional, instalado na antiga residência oficial da família Imperial na Quinta da Boa Vista em São Cristóvão.
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista
circa 1887

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista
circa 1887

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
A lagoa do Boqueirão foi aterrada com material proveniente do desmonte do pequeno Morro das Mangueiras, que se erguia onde hoje está a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. A tarefa de arrasar o morro, aterrar a lagoa e construir o jardim foi entregue ao Mestre Valentim da Fonseca e Silva, considerado o melhor escultor do Rio na época. O Passeio Público foi construído entre 1779 e 1783. Foi o primeiro jardim público da cidade e do país, até então existiam apenas hortas e canteiros.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo
Vista da antiga praia de Botafogo, vendo-se o Morro do Corcovado ao fundo.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1885

Igreja de São Joaquim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de São Joaquim
Vista da Igreja de São Joaquim na antiga Rua Larga, atual avenida Marechal Floriano, erguida em 1758.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Larga de São Joaquim, atual Marechal Floriano
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Bairro da Lapa a partir de Santa Teresa, ao fundo o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro da Lapa a partir de Santa Teresa, ao fundo o Morro do Castelo
Destaque para a Igreja Nossa Senhora do Carmo da Lapa e Igreja de Santa Luzia.
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1890

Panorama dos bairros do Flamengo e Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama dos bairros do Flamengo e Catete
Destaque para o Palácio do Catete, à esquerda, e para o morro do Corcovado com o mirante Chapéu do Sol ao fundo.
Marc Ferrez
Catete
circa 1890

Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Monumento criado por ocasião das comemorações dos 400 anos do descobrimento do Brasil, pelo escultor Rodolfo Bernardeli, em homenagem a Pedro Álvares Cabral.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1902

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada de Niterói (Jurujuba).
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1891

Igreja Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Nossa Senhora da Glória
Por decreto imperial, em 1834, foi criada no Rio de Janeiro a freguesia de Nossa Senhora da Glória no Largo do Machado. Foi inaugurada em 17 de junho de 1842 tendo como patrono perpétuo D. Pedro II.
Marc Ferrez
Largo do Machado
circa 1890

Catedral Metodista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catedral Metodista do Rio de Janeiro
Catedral Presbiteriana localizada no Centro do Rio de Janeiro, fundada em 1862.
Marc Ferrez
Largo do Catete, atual Praça José de Alencar ; Flamengo
circa 1895

Catedral Metodista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catedral Metodista do Rio de Janeiro
Catedral Presbiteriana localizada no Centro do Rio de Janeiro, fundada em 1862.
Marc Ferrez
Largo do Catete, atual Praça José de Alencar ; Flamengo
circa 1895

Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de São Francisco de Paula
A Igreja São Francisco de Paula foi inaugurada oficialmente em 7 de março de 1865, com a presença dos imperadores D. Pedro II e D. Teresa Cristina.
Marc Ferrez
Centro ; Largo de São Francisco de Paula
circa 1890

Retrato de vendedora de miudezas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de vendedora de miudezas
No ano de 1900, Ferrez inicia a produção de séries de cartões postais, ampliando significativamente o alcance e o público de suas imagens. De acordo com o pesquisador Paulo Berger, o fotógrafo teria produzido cerca de 350 postais diferentes, em sua maioria de vistas do Rio de Janeiro. Na primeira série editada, com títulos e endereço do fotógrafo em francês, “Rue de S. Jose 88”, há dois cartões que trazem duas imagens de vendedores, cada uma: “Vendeurs ambulants (de cebola e galinhas)”, “Vendeurs ambulants”(de legumes e vassoura) . Tais imagens, provavelmente realizadas no final do século, pertencem a um conjunto de retratos de tipos populares das ruas do Rio, como o Cesteiro, o Funileiro, o Vassoreiro, o Mascate e os Jornaleiros, posando com suas mercadorias em frente a um fundo neutro, cuja autoria foi, durante muito tempo, atribuída exclusivamente a Ferrez. Um exame nos negativos de vidro que se encontram no acervo do Instituto Moreira Salles, revelou, entretanto, que algumas delas são assinadas por Gomes Junior, um autor desconhecido.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
circa 1899

Ambulantes no largo do Paço, morro do Castelo ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ambulantes no largo do Paço, morro do Castelo ao fundo
No ano de 1900, Ferrez inicia a produção de séries de cartões postais, ampliando significativamente o alcance e o público de suas imagens. De acordo com o pesquisador Paulo Berger, o fotógrafo teria produzido cerca de 350 postais diferentes, em sua maioria de vistas do Rio de Janeiro. Na primeira série editada, com títulos e endereço do fotógrafo em francês, “Rue de S. Jose 88”, há dois cartões que trazem duas imagens de vendedores, cada uma: “Vendeurs ambulants (de cebola e galinhas)”, “Vendeurs ambulants”(de legumes e vassoura). Tais imagens, provavelmente realizadas no final do século, pertencem a um conjunto de retratos de tipos populares das ruas do Rio, como o Cesteiro, o Funileiro, o Vassoreiro, o Mascate e os Jornaleiros, posando com suas mercadorias em frente a um fundo neutro, cuja autoria foi, durante muito tempo, atribuída exclusivamente a Ferrez. Um exame nos negativos de vidro que se encontram no acervo do Instituto Moreira Salles, revelou, entretanto, que algumas delas são assinadas por Gomes Junior, um autor desconhecido.
Gomes Junior
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1899

Jornaleiros - crianças
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jornaleiros - crianças
No ano de 1900, Ferrez inicia a produção de séries de cartões postais, ampliando significativamente o alcance e o público de suas imagens. De acordo com o pesquisador Paulo Berger, o fotógrafo teria produzido cerca de 350 postais diferentes, em sua maioria de vistas do Rio de Janeiro. Na primeira série editada, com títulos e endereço do fotógrafo em francês, “Rue de S. Jose 88”, há dois cartões que trazem duas imagens de vendedores, cada uma: “Vendeurs ambulants (de cebola e galinhas)”, “Vendeurs ambulants”(de legumes e vassoura) . Tais imagens, provavelmente realizadas no final do século, pertencem a um conjunto de retratos de tipos populares das ruas do Rio, como o Cesteiro, o Funileiro, o Vassoreiro, o Mascate e os Jornaleiros, posando com suas mercadorias em frente a um fundo neutro, cuja autoria foi, durante muito tempo, atribuída exclusivamente a Ferrez. Um exame nos negativos de vidro que se encontram no acervo do Instituto Moreira Salles, revelou, entretanto, que algumas delas são assinadas por Gomes Junior, um autor desconhecido.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
1899

Amolador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Amolador
No ano de 1900, Ferrez inicia a produção de séries de cartões postais, ampliando significativamente o alcance e o público de suas imagens. De acordo com o pesquisador Paulo Berger, o fotógrafo teria produzido cerca de 350 postais diferentes, em sua maioria de vistas do Rio de Janeiro. Na primeira série editada, com títulos e endereço do fotógrafo em francês, “Rue de S. Jose 88”, há dois cartões que trazem duas imagens de vendedores, cada uma: “Vendeurs ambulants (de cebola e galinhas)”, “Vendeurs ambulants”(de legumes e vassoura) . Tais imagens, provavelmente realizadas no final do século, pertencem a um conjunto de retratos de tipos populares das ruas do Rio, como o Cesteiro, o Funileiro, o Vassoreiro, o Mascate e os Jornaleiros, posando com suas mercadorias em frente a um fundo neutro, cuja autoria foi, durante muito tempo, atribuída exclusivamente a Ferrez. Um exame nos negativos de vidro que se encontram no acervo do Instituto Moreira Salles, revelou, entretanto, que algumas delas são assinadas por Gomes Junior, um autor desconhecido.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
circa 1899

Rua da Quitanda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Quitanda
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua da Quitanda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Quitanda
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Cine Pathé na Avenida Central, 116
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cine Pathé na Avenida Central, 116
Augusto Malta
Centro ; Avenida Central
25 de junho de 1926

Mineiros na mina Pary
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mineiros na mina Pary
Marc Ferrez
MG
circa 1885

Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa
Arcos da Lapa, já como local de passagem de bondes, durante as obras de reurbanização promovidas pelo prefeito Pereira Passos (1903-1906).
Marc Ferrez
Lapa
circa 1896

Praça XV de Novembro, antiga Praça D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro, antiga Praça D. Pedro II
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro
À esquerda o Paço Imperial, à direita o Arco do Teles e, em frente, a catedral da Sé, atual Igreja do Carmo.
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV
circa 1903

Praça XV de Novembro, ao centro, o Chafariz do Mestre Valentin
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro, ao centro, o Chafariz do Mestre Valentin
Praça XV de novembro após a reforma ocorrida durante a gestão do prefeito Pereira Passos.
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV
circa 1903

Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Villegagnon
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Villegagnon
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Autorretrato de Marc Ferrez com cerca de 36 anos de idade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Autorretrato de Marc Ferrez com cerca de 36 anos de idade
Reprodução Nesse ano, Marc Ferrez participa da Exposição Universal da Filadélfia com fotografias e panoramas do Rio de Janeiro. Foi premiado com uma medalha de ouro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1879

Mulher negra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mulher negra
Esta fotografia foi divulgada até 2022 com o título: "Mulher negra da Bahia".
Marc Ferrez
Salvador ; BA
circa 1876

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada de Niterói (Jurujuba).
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Morro do Corcovado tomado da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado tomado da Floresta da Tijuca
Vista do Corcovado tomada do interior da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Panorama do centro do Rio, ao fundo a Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio, ao fundo a Ilha Fiscal
Panorama da cidade do Rio de Janeiro, provavelmente a partir do Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1890

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Mercado da Praia do Peixe, ao fundo, torres da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe, ao fundo, torres da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Vista do Mercado da Praia do Peixe, próximo a atual rua do mercado.
Marc Ferrez
Praça XV, centro do Rio ; Praça XV ; Centro
circa 1890

Rua Primeiro de Março, com destaque para a Igreja de Santa Cruz dos Militares
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março, com destaque para a Igreja de Santa Cruz dos Militares
Vista da Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), à esquerda Igreja de Santa Cruz dos Militares, à direita Igreja da Ordem terceira do Carmo e ao fundo o Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara e Pão de Açucar
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada do Forte do Imbuí (Niterói).
Marc Ferrez
Forte do Imbuí
circa 1885

Fortaleza da Laje após a Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fortaleza da Laje após a Revolta da Armada
A fortaleza de Laje permaneceu leal ao Governo de Floriano Peixoto quando o Almirante Custódio de Melo comandou uma esquadra revoltosa no episódio que ficou conhecido como Revolta da Armada.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
1893

Procissão Marítima
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Procissão Marítima
Provavelmente se trata da recepção de um evento de porte internacional.
Marc Ferrez
Urca
circa 1890

Regatas na Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Regatas na Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1895

Rua Direita, atual rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita, atual rua Primeiro de Março
Destaque para o prédio dos Correios, em primeiro plano, e para o prédio da Bolsa de Fundos Públicos, atual CCBB, adiante.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1880

Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Rua São Clemente, tradicional rua do Bairro de Botafogo. O nome da rua se dá em homenagem ao Padre Clemente, que foi tesoureiro mor da igreja de São Sebastião (velho prédio da Sé), e devido a riqueza de sua família adquiriu grande parte do bairro de Botafogo. As terras de Clemente tinham como limite a Enseada de Botafogo, a Lagoa de Sacopenapã (hoje Rodrigo de Freitas) e os morros de São João e Dona Marta, este último batizado em homenagem à mãe de Clemente. Rua São Clemente, tradicional rua do Bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. O nome da rua se dá em homenagem ao Padre Clemente, que foi tesoureiro mor da igreja de São Sebastião (velho prédio da Sé), e devido a riqueza de sua família adquiriu grande parte do bairro de Botafogo. As terras de Clemente tinham como limite a Enseada de Botafogo, a Lagoa de Sacopenapã (hoje Rodrigo de Freitas) e os morros de São João e Dona Marta, este último batizado em homenagem à mãe de Clemente.
Marc Ferrez
Rua Rui Barbosa, atual Rua São Clemente ; Botafogo
circa 1875

Morro do Pão de Açúcar visto a partir da Fortaleza de Santa Cruz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar visto a partir da Fortaleza de Santa Cruz
Marc Ferrez
Fortaleza de Santa Cruz
circa 1885

Ilha da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha da Boa Viagem
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro Nova Cintra
Destaque para a Igreja Nossa Senhora da Glória e para o Largo do Machado. Ao fundo, o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Morro Nova Cintra
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita, atual rua Primeiro de Março
Destaque para o prédio dos Correios, em primeiro plano, e para o prédio da Bolsa de Fundos Públicos, atual CCBB, adiante. Vista da Rua Primeiro de Março, em destaque o prédio dos correios, ao fundo o prédio do banco do Brasil, atual CCBB, à esquerda a entrada da rua Buenos Aires, tomada das cercanias da Rua do Rosário.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Jurujuba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jurujuba
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1885

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Paquetá é um dos bairros mais antigos do Rio. Um dos primeiros registros da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrafo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565, Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. A ilha Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a freqüentar a ilha com certa constância.
Marc Ferrez
Paquetá
circa 1880

Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imprensa Nacional
Prédio da Imprensa Nacional, ao fundo o morro de Santo Antônio. Inaugurado em 1877, o prédio da Imprensa Nacional foi demolido em 1941. O projeto é assinado pelo arquiteto carioca Antonio de Paula Freitas.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Treze de Maio
circa 1880

Igreja Anglicana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Anglicana
A Igreja Anglicana localizava-se na Rua Evaristo da Veiga, foi construída em 1891 e demolida no início do Século XIX para reurbanização da área.
Marc Ferrez
Centro
circa 1905

Rua dos Coqueiros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua dos Coqueiros
Foto da Comissão Geológica.
Marc Ferrez
Cabedelo
1875

Igreja Anglicana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Anglicana
A Igreja Anglicana localizava-se na Rua Evaristo da Veiga, foi construída em 1891 e demolida no início do Século XIX para reurbanização da área.
Marc Ferrez
Centro
circa 1905

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, atual Rio Branco
Avenida com prédios ainda em construção, Morro do Pão de Açúcar ao fundo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1905

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, atual Rio Branco
Avenida com prédio em construção, ao fundo o Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1905

Praia de Copacabana, ao fundo a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Copacabana, ao fundo a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
A Igreja deu lugar ao atual Forte de Copacabana.
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1900

Praia de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado e a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado e a Pedra da Gávea
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1900

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, nas proximidades do cruzamento com a Rua do Rosário
Avenida Central, nas proximidades do cruzamento ciom a Rua do Rosário.
Marc Ferrez
Centro ; Avenida Central, atual avenida Rio Branco
circa 1904

Praia de Copacabana, ao fundo a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Copacabana, ao fundo a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Atual Forte de Copacabana.
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1900

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa
Arcos da Lapa, já como local de passagem de bondes, durante as obras de reurbanização promovidas pelo prefeito Pereira Passos (1903-1906).
Marc Ferrez
Lapa
circa 1905

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, atual Rio Branco
Vista da Avenida Central, já inaugurada, na altura das ruas 7 de Setembro com Rodrigo Silva.
Marc Ferrez
Centro
circa 1905

Interior do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Interior do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Bambuzal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bambuzal
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vista do Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Outeiro da Glória
Ao fundo, a Igreja do Outeiro da Glória e a chaminé da estação da City Improvement.
Marc Ferrez
Glória
circa 1883

Vista do Cais Pharoux a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Cais Pharoux a partir da Ilha das Cobras
Cais Pharoux, Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro; ao fundo, morro do Castelo e o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Destaque para o prédio da Alfândega e para as cúpulas da Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Destaque para o prédio da Alfândega e para as cúpulas da Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Destaque para o prédio da Alfândega e para as cúpulas da Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro visto a partir da Ilha das Cobras
Destaque para o prédio da Alfândega e para as cúpulas da Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

A Glória vista a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Glória vista a partir do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1885

Panorama do Rio de Janeiro; a partir da ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro; a partir da ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1885

Panorama dos bairros de Botafogo, Flamengo e Laranjeiras; tomado do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama dos bairros de Botafogo, Flamengo e Laranjeiras; tomado do Catete
Marc Ferrez
Rua Tavares Bastos ; Catete
circa 1885

Panorama da enseada de Botafogo; destaque para o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da enseada de Botafogo; destaque para o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1885

Panorama de parte do bairro de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama de parte do bairro de Botafogo
Vista panorâmica do Pão de Açúcar, enseada de Botafogo, Corcovado, Catete, Flamengo e Largo do Machado tomada do Morro Nova Cintra (morro da Tavares Bastos).
Marc Ferrez
Rua Jagua (proximidades) ; Botafogo
circa 1885

Panorama da enseada de Botafogo; destaque para o morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da enseada de Botafogo; destaque para o morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1885

Estrada de Ferro Central do BrasiI, Rotunda de São Diogo e oficinas - a partir do Morro do Pinto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do BrasiI, Rotunda de São Diogo e oficinas - a partir do Morro do Pinto
Vista da Rotunda de São Diogo, do complexo de trens e das oficinas pertencentes à Estrada de Ferro Central do Brasil, tomada do Morro do Pinto.
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1903

Vista do Corcovado, Arcos da Lapa e Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado, Arcos da Lapa e Santa Teresa
Vista do Corcovado, Arcos da Lapa e Santa Teresa tomada do Morro de Santo Antônio, das proximidades do atual prédio da Petrobrás (Edise).
Marc Ferrez
Morro de Santo Antônio ; Centro
circa 1890

Panorama do centro da cidade; tomado da Ladeira do Barroso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro da cidade; tomado da Ladeira do Barroso
Marc Ferrez
Gamboa
circa 1890

Panorama do centro da cidade; tomado da Ladeira do Barroso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro da cidade; tomado da Ladeira do Barroso
Marc Ferrez
Gamboa
circa 1890

Estrada de Ferro Central do Brasil; vista das Oficinas de São Diogo, do canal do Mangue e do Catumbi
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil; vista das Oficinas de São Diogo, do canal do Mangue e do Catumbi
Marc Ferrez
Morro do Pinto ; Catumbi
circa 1903

Escola Militar na Urca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Militar na Urca
Marc Ferrez
Urca
circa 1885

Vista de Santa Teresa; tomada das proximidades da Rua Santo Amaro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Santa Teresa; tomada das proximidades da Rua Santo Amaro
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1900

Vista do Catete; tomada da Rua Barão de Guaratiba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Catete; tomada da Rua Barão de Guaratiba
Marc Ferrez
Glória
circa 1900

Vista de Santa Teresa; tomada das proximidades da Rua Santo Amaro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Santa Teresa; tomada das proximidades da Rua Santo Amaro
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1900

Vista do bairro de Laranjeiras; tomada da Rua Conde de Avelar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro de Laranjeiras; tomada da Rua Conde de Avelar
Marc Ferrez
Laranjeiras
circa 1900

Quartel General do Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quartel General do Campo da Aclamação
Marc Ferrez
Avenida Marechal Floriano ; Centro
circa 1903

Vista da Praça Tiradentes, antiga Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Praça Tiradentes, antiga Praça da Constituição
Marc Ferrez
Rua Silva Jardim ; Centro
circa 1900

Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Marc Ferrez
Flamengo
circa 1890

Vista do centro da cidade; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do centro da cidade; a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1890

Vista da Glória; a partir da Rua Dias de Barros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Glória; a partir da Rua Dias de Barros
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1890

Vista dos bairros de Botafogo, Flamengo e Urca; tomada do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista dos bairros de Botafogo, Flamengo e Urca; tomada do Corcovado
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista do Corcovado tomada de Santa Teresa; em destaque, o Grand Hotel Internacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado tomada de Santa Teresa; em destaque, o Grand Hotel Internacional
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1900

Vista do centro da cidade; tomada da atual avenida Nilo Peçanha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do centro da cidade; tomada da atual avenida Nilo Peçanha
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Vista dos bairros do Catete, Flamengo e Laranjeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista dos bairros do Catete, Flamengo e Laranjeiras
Marc Ferrez
Rua Barão de Guaratiba ; Glória
circa 1900

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pão de Açúcar; visto da Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Botafogo ; Praia de Botafogo, com vista para o Pão de Açúcar
circa 1880

Praia de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Praia Francisco Velho, atual praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1880

Vista dos bairros da Gamboa e Saúde
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista dos bairros da Gamboa e Saúde
Marc Ferrez
Gamboa ; Centro
circa 1893

Zona portuária; Prainha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Zona portuária; Prainha
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Praça XV de Novembro, Chafariz do Mestre Valentim e, ao fundo, a Estação das Barcas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro, Chafariz do Mestre Valentim e, ao fundo, a Estação das Barcas
Vista da Praça XV, chafariz do mestre Valentim, Baía de Guanabara, estação das barcas.
Marc Ferrez
Centro
circa 1900

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro
Praça XV de Novembro, à esquerda, o Paço Imperial; à direita, o Arco dos Teles; e, à frente, as Igrejas de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé e da Ordem Terceira do Carmo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Palácio Imperial de São Cristovão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristovão
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1895

Paço Imperial, à esquerda; no centro, convento e igreja do Carmo e igreja da Ordem Terceira do Carmo ao centro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Paço Imperial, à esquerda; no centro, convento e igreja do Carmo e igreja da Ordem Terceira do Carmo ao centro
Pça XV, à esquerda o Paço Imperial e a frente a rua 1º de março, antiga rua Dieita
Marc Ferrez
Centro ; Praça D. Pedro II (atual praça XV de Novembro)
circa 1903

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro
Marc Ferrez
Centro
circa 1895

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro
Marc Ferrez
Centro
circa 1900

Dedo de Deus, Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Dedo de Deus, Serra dos Órgãos
Vista panorâmico da rocha Dedo de Deus. A Serra dos Órgãos foi batizada por colonizadores portugueses, que associaram o formato dos picos da cadeia de montanhas aos órgãos das igrejas européias. Faz parte da Serra do Mar, que ocupa a costa brasileira do Espírito Santo ao sul de Santa Catarina.
Marc Ferrez
Teresópolis
circa 1880

Vista da Alfândega e do Porto do Rio de Janeiro a partir da Gamboa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Alfândega e do Porto do Rio de Janeiro a partir da Gamboa
Marc Ferrez
Rio de Janeiro ; Cabeça de Porco, atual túnel João Ricardo ; Gamboa
circa 1890

Vista de Botafogo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Botafogo; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Vista do Pão de Açúcar tomada do Morro São Judas Tadeu (morro da Rua Alice), possivelmente pouco acima da Igreja São Judas Tadeu.
Marc Ferrez
Morro São Judas Tadeu ; Laranjeiras
circa 1900

Vista de Copacabana; tomada no Morro do Leme
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Copacabana; tomada no Morro do Leme
Marc Ferrez
Leme ; Copacabana
circa 1895

Vista do centro da cidade; a partir do Morro da Providência
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do centro da cidade; a partir do Morro da Providência
Destaque para: Pão de Açúcar, entrada da Baía de Guanabara, Morro do Castelo, Morro de Santo Antônio, Arcos da Lapa, Palácio do Itamarati, Estação de Ferro Central do Brasil, Quartel General do Campo da Aclamação e Igreja do Santíssimo Sacramento (antiga Sé, na avenida Passos).
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Alfândega e do Porto do Rio de Janeiro a partir da Gamboa
Vista do porto do Rio, tomada da Gamboa.
Marc Ferrez
Gamboa ; Rio de Janeiro
circa 1890

Vista de parte do centro da cidade e da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de parte do centro da cidade e da Baía de Guanabara
Marc Ferrez
Atual avenida Nilo Peçanha ; Centro
circa 1890

Vista do Corcovado tomada de Santa Teresa; em destaque, o Grand Hotel Internacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado tomada de Santa Teresa; em destaque, o Grand Hotel Internacional
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1900

Vista da Glória; a partir do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Glória; a partir do Catete
Marc Ferrez
Rua Cruzeiro do Sul ; Catete
circa 1890

Vista do Corcovado tomada de Santa Teresa; em destaque, o Grand Hotel Internacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado tomada de Santa Teresa; em destaque, o Grand Hotel Internacional
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1900

Centro do Rio a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Centro do Rio a partir do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1890

Zona portuária do Rio de Janeiro; nas imediações do Bairro da Saúde
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Zona portuária do Rio de Janeiro; nas imediações do Bairro da Saúde
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1903

Festejo por ocasião da posse do presidente Prudente de Morais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Festejo por ocasião da posse do presidente Prudente de Morais
Rua Larga, atual avenida Marechal Floriano, na altura do Palácio do Itamaraty. Ao fundo, a Igreja de São Joaquim e a cúpula da Candelária.
Marc Ferrez
Avenida Marechal Floriano, antiga rua Larga de São Joaquim ; Centro
15 de novembro de 1894

Festejo por ocasião da posse do presidente Prudente de Morais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Festejo por ocasião da posse do presidente Prudente de Morais
Marc Ferrez
Rua Bento Ribeiro ; Centro
circa 1899

Festejo por ocasião da posse do presidente Prudente de Morais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Festejo por ocasião da posse do presidente Prudente de Morais
Marc Ferrez
Avenida Marechal Floriano, antiga rua Larga de São Joaquim ; Centro
15 de novembro de 1894

Rua Marechal Floriano; posse do presidente Prudente de Morais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Marechal Floriano; posse do presidente Prudente de Morais
Vista da rua Marechal Floriano, Igreja de São Joaquim e cúpula da Candelária ao fundo. Festejo em ocasião da posse do presidente Prudente de Morais. Evento na rua Larga de São Joaquim, atual Marechal Floriano, em frente ao Palácio do Itamaraty, e vendo ao fundo ao fundo a igreja de São Joaquim
Marc Ferrez
Centro
15 de novembro de 1894

Vista da Praça XV de Novembro tomada do Morro do Castelo; à direita, a Igreja de São José e, ao fundo, a Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Praça XV de Novembro tomada do Morro do Castelo; à direita, a Igreja de São José e, ao fundo, a Ilha das Cobras
Vista da Praça XV , Ilha das Cobras, Primeiro de Março, Porto do Rio, Paço Imperial, Ministério da Agricultura, tomada do morro do Castelo. Ao centro, rotunda construída para abrigar a exibição dos panoramas do pintor Victor Meirelles Vista da Praça XV , Ilha das Cobras, Primeiro de Março, Porto do Rio, Paço Imperial, Ministério da Agricultura, tomada do morro do Castelo. Ao cento, rotunda construída para abrigar a exibição dos panoramas de Victor Meirelles
Marc Ferrez
Morro do Castelo ; Centro
circa 1895

Vista dos bairros da Lapa e do Centro a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista dos bairros da Lapa e do Centro a partir de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rua Pinto Martins ; Santa Teresa
circa 1890

Bairros da Gória e Centro a partir da Rua do Russel; à direita, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairros da Gória e Centro a partir da Rua do Russel; à direita, o Morro do Castelo
Marc Ferrez
Praia do Russel, atual rua do Russel ; Glória
circa 1905

Bairro da Glória; tomado da atual Avenida Presidente Wilson
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro da Glória; tomado da atual Avenida Presidente Wilson
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Vista da Prainha e Saúde
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Prainha e Saúde
Vista da Prainha e Saúde.
Marc Ferrez
Gamboa ; Centro
circa 1893

Mercado da Praça da Harmonia e o Moinho Fluminense
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praça da Harmonia e o Moinho Fluminense
Marc Ferrez
Saúde
circa 1895

Vista da Alfândega e do Porto do Rio de Janeiro; a partir da Gamboa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Alfândega e do Porto do Rio de Janeiro; a partir da Gamboa
Marc Ferrez
Cabeça de Porco, atual túnel João Ricardo ; Gamboa
circa 1890

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Atual Praça Marinha do Brasil ; Botafogo
circa 1890

Barcos na Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barcos na Enseada de Botafogo
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Barcos na Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barcos na Enseada de Botafogo
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Rua Augusto Severo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Rua Augusto Severo
Marc Ferrez
Glória
circa 1905

Vista do Outeiro da Glória, da Enseada de Botafogo e do Pão de Açúcar; tomada de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Outeiro da Glória, da Enseada de Botafogo e do Pão de Açúcar; tomada de Santa Teresa
Vista do Outeiro da Glória, enseada de Botafogo e Pão de Açúcar, tomada de Santa Teresa.
Marc Ferrez
Rua Dias de Barros ; Santa Teresa
circa 1892

Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Rua Augusto Severo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Rua Augusto Severo
Marc Ferrez
Glória
circa 1905

Bairros da Glória e do Catete vistos da Rua Princesa Imperial, atual Tavares Bastos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairros da Glória e do Catete vistos da Rua Princesa Imperial, atual Tavares Bastos
À esquerda, a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro e, à direita, o Palácio do Catete.
Marc Ferrez
Glória
circa 1905

Ponta do Calabouço
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponta do Calabouço
Marc Ferrez
Atual praça do Expedicionário ; Centro
circa 1890

Panorama dos bairros do Centro, Lapa, Santa Teresa e Glória a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama dos bairros do Centro, Lapa, Santa Teresa e Glória a partir do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo, atual Terminal Garagem Menezes Côrtes, ou, Terminal Castelo ; Centro
circa 1890

Arcos da Lapa, Outeiro da Glória, Santa Teresa e Corcovado a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arcos da Lapa, Outeiro da Glória, Santa Teresa e Corcovado a partir do Morro do Castelo
Vista da Lapa, Arcos da Lapa, Outeiro da Glória, Santa Tereza e Corcovado tomada do morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo ; Santa Tereza
circa 1890

Bairro do Catete; tomado da Rua da Pedreira da Glória, atual Rua Pedro Américo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Catete; tomado da Rua da Pedreira da Glória, atual Rua Pedro Américo
Marc Ferrez
Catete
circa 1885

Morro do Pão de Açúcar, Outeiro da Glória e bairro da Glória; vistos de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar, Outeiro da Glória e bairro da Glória; vistos de Santa Teresa
Marc Ferrez e outro homem, nâo identificado, aparecem duas vezes na fotografia. Da esquerda para direita, Ferrez é o segundo e o terceiro. Fotografia produzida com câmera panorâmica de varredura. Pão de Açúcar, Outeiro da Glória e bairro da Glória, vistos de Santa Teresa. Marc Ferrez aparece duplamente em primeiro plano (a partir da esquerda, o segundo e o terceiro da imagem), em uma fotografia produzida com câmera panorâmica de varredura
Marc Ferrez
Santa Teresa ; Santa Tereza
circa 1885

Morro do Pão de Açucar; tomado da Estrada do Forte Imbuí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açucar; tomado da Estrada do Forte Imbuí
Marc Ferrez
Estrada do Forte Imbuí, atual avenida Prefeito Silvio Picanço ; Jardim Imbuí ; Niterói
circa 1890

Urca e Morro do Pão de Açucar; vistos da Ilha da Laje
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Urca e Morro do Pão de Açucar; vistos da Ilha da Laje
Marc Ferrez
Ilha da Laje ; Urca
circa 1890

Rio de Janeiro tomado de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio de Janeiro tomado de Niterói
Marc Ferrez
Estrada do Forte Imbuí, atual avenida Prefeito Silvio Picanço ; Jardim Imbuí
circa 1890

Rio de Janeiro tomado de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx016-09.jpg
Rio de Janeiro tomado de Niterói
Marc Ferrez
Estrada do Forte Imbuí, atual avenida Prefeito Silvio Picanço ; Jardim Imbuí
circa 1890

Bairro do Catete e o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx016-10.jpg
Bairro do Catete e o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Rua Doutor Pedro Américo, atual Pedro Américo ; Catete
circa 1890

Outeiro da Glória e Pão de Açúcar; a partir da rua da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx016-11.jpg
Outeiro da Glória e Pão de Açúcar; a partir da rua da Glória
Marc Ferrez
Glória
circa 1892

Bairro do Catete e o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx016-12.jpg
Bairro do Catete e o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Rua Doutor Pedro Américo, atual Pedro Américo ; Catete
circa 1890

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx017-02.jpg
Ilha de Paquetá
Marc Ferrez
Ilha de Paquetá
circa 1890

Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx017-08.jpg
Paquetá
Proximidades do atual preventório Rainha D. Amélia.
Marc Ferrez
Ilha de Paquetá
circa 1890

Vista dos bairros de Botafogo, Flamengo e Glória; a partir do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx018-01.jpg
Vista dos bairros de Botafogo, Flamengo e Glória; a partir do Mirante Dona Marta
Marc Ferrez
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1885

Vista do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx018-02.jpg
Vista do Corcovado
Marc Ferrez
Atual Estrada do Redentor ; Alto da Boa Vista
circa 1885

Morro do Corcovado a partir do Morro Dona Marta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx018-03.jpg
Morro do Corcovado a partir do Morro Dona Marta
Marc Ferrez
Atual estrada Mirante Dona Marta ; Botafogo
circa 1885

Rio de Janeiro tomado da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx018-04.jpg
Rio de Janeiro tomado da Floresta da Tijuca
Vista Floresta da Tijuca, Pão de Açúcar e baía de Guanabara.
Marc Ferrez
Parque Nacional da Tijuca ; Estrada das Paineiras ; Santa Teresa
circa 1890

Enseada de Botafogo e o Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx018-06.jpg
Enseada de Botafogo e o Morro do Pão de Açucar
Marc Ferrez
Mirante Dona Marta ; Botafogo
circa 1890

Rio de Janeiro a partir do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx018-08.jpg
Rio de Janeiro a partir do Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Morro do Corcovado ; Cosme Velho
circa 1890

Enseada de Botafogo e Pão de Açúcar; tomados do Morro Mundo Novo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx018-11.jpg
Enseada de Botafogo e Pão de Açúcar; tomados do Morro Mundo Novo
Marc Ferrez
Rua Mundo Novo (proximidades) ; Botafogo
circa 1893

Morro do Corcovado a partir da Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx018-12.jpg
Morro do Corcovado a partir da Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Atual Praça Marinha do Brasil ; Botafogo
circa 1890

Praia da saudade (atual Iate Clube RJ)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia da saudade (atual Iate Clube RJ)
Da esquerda para a direira: Museu de Ciências da Terra, Instituto Benjamin Constant e o Hospício Pedro II, também conhecido como Hospício Nacional de Alienados (atual UFRJ).
Marc Ferrez
Urca
1908

Morro do Corcovado a partir da Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado a partir da Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Avenida do Contorno, atual Rui Barbosa ; Flamengo
circa 1890

Morro do Pão de Açucar a partir da Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açucar a partir da Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Travessa Doutor Muniz Barreto, atual Rua Muniz Barreto ; Botafogo
circa 1890

Bairro de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx019-05.jpg
Bairro de Botafogo
Marc Ferrez
Rua Mundo Novo, Botafogo
circa 1890

Escola Militar da Praia Vermelha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Militar da Praia Vermelha
Marc Ferrez
Praia da Saudade, atual Avenida Pasteur ; Urca
circa 1890

Bairros do Catete e do Flamengo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairros do Catete e do Flamengo
Marc Ferrez
Rua do Guarda Mór, atual Barão de Guaratiba ; Glória
circa 1905

Bairro da Urca, Escola Militar da Praia Vermelha e Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx019-09.jpg
Bairro da Urca, Escola Militar da Praia Vermelha e Morro do Pão de Açucar
Marc Ferrez
Morro do Pasmado ; Botafogo
circa 1890

Ilha Cotunduba; tomada do Morro do Leme
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Cotunduba; tomada do Morro do Leme
Marc Ferrez
Estrada do Forte do Leme ; Leme
circa 1890

Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Marc Ferrez
Atual Alameda de Circulação do Quartel ; Forte de Copacabana ; Copacabana
circa 1890

Praia de Copacabana, atual Forte de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx020-03.jpg
Praia de Copacabana, atual Forte de Copacabana
Vista da praia de Copacabana, tomada do trecho de praia que pertence ao forte.
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1890

Pedra da Gávea e Praia de São Conrado vistas da Estrada da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx020-04.jpg
Pedra da Gávea e Praia de São Conrado vistas da Estrada da Gávea
Marc Ferrez
Gávea
circa 1890

Vista da Candelária e Arcos da Lapa a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Candelária e Arcos da Lapa a partir de Santa Teresa
Marc Ferrez
Atual Rua Pinto Martins ; Santa Teresa
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx020-06.jpg
Pedra do Anel
Marc Ferrez
Rio de Janeiro ; Pedra do Anel ; Leme
circa 1890

Pedra do Forte de Copacabana, atual Posto 6; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx020-07.jpg
Pedra do Forte de Copacabana, atual Posto 6; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
Marc Ferrez
Atual Praça Coronel Eugênio Franco ; Copacabana
circa 1895

Bairro da Lapa, Convento de Santa Teresa e Arcos da Lapa vistos de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro da Lapa, Convento de Santa Teresa e Arcos da Lapa vistos de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rua Elétrica, atual Joaquim Murtinho ; Santa Teresa
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx020-09.jpg
Avenida Beira-Mar; ao fundo; a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Marc Ferrez
Atual Avenida Augusto Severo (antiga Praia da Lapa) ; Glória
circa 1890

Bairro do Flamengo e o Pão de Açúcar; vistos de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo e o Pão de Açúcar; vistos de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rua Morro São Judas Tadeu ; Santa Teresa
circa 1890

Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx021-01.jpg
Praça Tiradentes
Marc Ferrez
Rua Club Ginástico, atual Silva Jardim ; Centro
circa 1890

Bairro do Catete visto da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Catete visto da Glória
Marc Ferrez
Rua do Guarda Mór, atual Rua Barão de Guaratiba ; Glória
circa 1890

Escola Militar da Praia Vermelha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Militar da Praia Vermelha
Marc Ferrez
Praia da Saudade, atual Avenida Pasteur ; Urca
circa 1890

Bairro do Catete visto da Glória; ao fundo, o Morro Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx021-04.jpg
Bairro do Catete visto da Glória; ao fundo, o Morro Corcovado
Marc Ferrez
Rua do Guarda Mór, atual Rua Barão de Guaratiba ; Glória
circa 1890

Avenida Beira-Mar; ao fundo; a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira-Mar; ao fundo; a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Marc Ferrez
Atual Avenida Augusto Severo (antiga Praia da Lapa) ; Glória
circa 1890

Bairro do Catete visto da Glória; ao fundo, o Morro Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx021-07.jpg
Bairro do Catete visto da Glória; ao fundo, o Morro Corcovado
Marc Ferrez
Rua do Guarda Mór, atual Rua Barão de Guaratiba ; Glória
circa 1890

Vista dos bairros da Lapa e do Centro a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista dos bairros da Lapa e do Centro a partir de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rua do Curvelo, atual Dias de Barros ; Santa Teresa
circa 1890

Avenida Beira-Mar; ao fundo; a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072137cx021-09.jpg
Avenida Beira-Mar; ao fundo; a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Marc Ferrez
Atual Avenida Augusto Severo (antiga Praia da Lapa) ; Glória
circa 1890

Bairro da Glória e o Morro do Pão de Açúcar vistos de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro da Glória e o Morro do Pão de Açúcar vistos de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rua do Curvelo, atual Dias de Barros ; Santa Teresa
circa 1890

Centro da cidade a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Centro da cidade a partir de Santa Teresa
Marc Ferrez
Travessa dos Prazeres, atual rua Gomes Lopes ; Santa Teresa
circa 1890

Bairro de Laranjeiras visto do Morro dos Prazeres; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de Laranjeiras visto do Morro dos Prazeres; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1890

Grande Hotel Internacional e o Morro do Corcovado a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Grande Hotel Internacional e o Morro do Corcovado a partir de Santa Teresa
Marc Ferrez
Ladeira Laureano ; Santa Teresa
circa 1890

Bairro da Lapa, Aqueduto da Carioca e Convento de Santa Teresa; a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro da Lapa, Aqueduto da Carioca e Convento de Santa Teresa; a partir de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rua Elétrica, atual Joaquim Murtinho ; Santa Teresa
circa 1890

Avenida Central em construção
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central em construção
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1904

Avenida Central em construção
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central em construção
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1905

Avenida Central em construção
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central em construção
Vista da Avenida Central ainda em construção.
Marc Ferrez
Avenida Central ; Atual Rio Branco ; Centro
circa 1905

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, atual Rio Branco
Marc Ferrez
Centro
circa 1905

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1905

Rua Uruguaiana; ao fundo, o Chafariz do Largo da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Uruguaiana; ao fundo, o Chafariz do Largo da Carioca
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Avenida Central em construção
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central em construção
Marc Ferrez
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1904

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx001-08.jpg
Avenida Central
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1905

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, Rua Sete de Setembro com Rua Rodrigo Silva; ao fundo, o Morro do Castelo
À esquerda, o Cinema Pathé. Vista da Avenida Central, já inaugurada, na altura da 7 de setembro com Rodrigo Silva. À esquerda, o Cinema Pathé e ao fundo, o Morro do Castelo
Marc Ferrez
Centro
circa 1906

A Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Villegagnon
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Villegagnon
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1894

Vista da Glória, e ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Glória, e ao fundo o Pão de Açúcar
Vista do Outeiro da Glória e arredores, durante o processo de urbanização promovido pelo prefeito Pereira Passos (1903-1906).
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1904

Vista da Glória, e ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Glória, e ao fundo o Pão de Açúcar
Vista do Outeiro da Glória e arredores, durante o processo de urbanização promovido pelo prefeito Pereira Passos (1903-1906).
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1903

Club de Regatas Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Club de Regatas Botafogo
No dia 1º de julho de 1894, nascia na praia de Botafogo o Club de Regatas Botafogo. O clube ganhou esse nome em homenagem à enseada do bairro onde competiam os seus barcos. A sede era em um casarão, demolido, no sul da praia de Botafogo, encostado ao Morro do Pasmado, onde hoje termina a Avenida Pasteur.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1895

Panorama do centro do Rio de Janeiro, ao fundo o Morro do Castelo e Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio de Janeiro, ao fundo o Morro do Castelo e Palácio Monroe
Vista do bairro da Lapa, Passeio Público e do Morro do Castelo, vendo-se a Biblioteca Nacional, Theatro Municipal, Palácio Monroe e parte da Avenida Beira- Mar.
Marc Ferrez
Centro
circa 1912

Igreja de Santa Cruz dos Militares
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Santa Cruz dos Militares
Localizada na Rua Primeiro de Março, no centro do Rio de Janeiro, a Igreja de Santa Cruz dos Militares foi fundada em 1811, as obras ficaram a cargo de Mestre Antonio de Azevedo Santos e os detalhes de acabamento com Mestre Valentim. A Santa Cruz dos Militares foi considerada por duas vezes uma igreja imperial. Primeiramente com Dom Pedro I e depois com seu filho, Dom Pedro II, em 1840.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Primeiro de Março 36
circa 1890

Vista da Glória, vendo-se ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Glória, vendo-se ao fundo o Pão de Açúcar
Vista do Outeiro da Glória e arredores, durante o processo de urbanização promovido pelo prefeito Pereira Passos (1903-1906).
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1903

Vista do bairro da Glória a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro da Glória a partir do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1903

Glória, vendo-se ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Glória, vendo-se ao fundo o Pão de Açúcar
Vista do Outeiro da Glória e arredores, durante o processo de urbanização promovido pelo prefeito Pereira Passos (1903-1906).
Marc Ferrez
Bairro da Glória
circa 1904

Quebra mar e ao fundo o Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quebra mar e ao fundo o Outeiro da Glória
Marc Ferrez
Glória
circa 1906

Aqueduto da Carioca, conhecido como os arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca, conhecido como os arcos da Lapa
Arcos da Lapa, bonde em circulação para o Bairro de Santa Teresa. Sua construção foi finalizada no ano de 1744, para transportar água da nascente do Rio Carioca até o Largo da Carioca.
Marc Ferrez
Lapa
circa 1905

Club de Regatas Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Club de Regatas Botafogo
No dia 1º de julho de 1894, nascia na praia de Botafogo o Club de Regatas Botafogo. O clube ganhou esse nome em homenagem à enseada do bairro onde competiam os seus barcos. A sede era em um casarão, demolido, no sul da praia de Botafogo, encostado ao Morro do Pasmado, onde hoje termina a Avenida Pasteur.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1895

Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arsenal da Marinha
Fundado em 1763, o Arsenal da Marinha é a organização militar mais antiga da Marinha do Brasil.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1895

Arsenal da Marinha, alfândega e a Igreja da Candelária
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arsenal da Marinha, alfândega e a Igreja da Candelária
Região da Praça XV, praia dos mineiros, e arsenal da Marinha.
Marc Ferrez
Centro
circa 1895

Cais Pharoux a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais Pharoux a partir da Ilha das Cobras
Vista da região da Praça XV, Cais Pharoux, Alfândega, Cais e torres da Igreja da Candelária a partir da Ilha das Cobras.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1895

Cascata do Itamaraty
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata do Itamaraty
Tambem conhecido como cascata Paulo e Virginia, a cascata do Itamaraty alimenta o rio de mesmo nome.
Marc Ferrez
Cascata do Itamaraty ; Itamaraty
circa 1880

Cachoeira de Paulo Afonso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cachoeira de Paulo Afonso
A cachoeira de Paulo Afonso é formada por quedas d'água do rio São Francisco que se espalham pelas rochas de granito, formando plataformas parecidas com degraus. Depois que foram construídas usinas, as águas da cachoeira foram represadas e reduzidas a um pequeno volume.
Marc Ferrez
Rio São Francisco
1875

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca
Floresta da Tijuca tomada a partir do Alto da Boa Vista.
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1880

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca
Homens em meio à trilha na Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1884

Vista da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Floresta da Tijuca
Vista tomada do interior da Floresta.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Hotel White
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel White
Vista da Floresta da Tijuca, com o Tijuca Hotel White em destaque.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1880

Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea
Vista da Pedra da Gávea tomada da Pedra Bonita. A Pedra da Gávea está localizada à beira-mar no bairro de São Conrado. Seu nome foi dado por portugueses, que nas primeiras expedições às terras brasileiras a acharam parecida com uma gávea, mirante colocado no mastro mais alto da caravela. Faz parte do Parque Nacional da Tijuca.
Marc Ferrez
Gávea ; Pedra da Gávea
circa 1885

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca
Homens em meio à trilha na Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Cascata Grande da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata Grande da Tijuca
Cascata Grande localizada na Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Bico do Papagaio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bico do Papagaio
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Panorama da região central e da zona norte da cidade; ao fundo, a Ilha do Governador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da região central e da zona norte da cidade; ao fundo, a Ilha do Governador
Marc Ferrez
Estrada do Sumaré ; Rio Comprido
circa 1885

Hotel Avenida, e o edifício da Imprensa Nacional em segundo plano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Avenida, e o edifício da Imprensa Nacional em segundo plano
O Hotel Avenida foi construído em 1910 na Avenida Central em seus primeiros anos (atual Avenida Rio Branco), brilhou no cenário do centro da Cidade até 1957, quando foi demolido para dar lugar à construção do Edifício Central.
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
circa 1912

Hotel Avenida
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Avenida
O Hotel Avenida foi construído em 1910 na Avenida Central em seus primeiros anos (atual Avenida Rio Branco), brilhou no cenário do centro da Cidade até 1957, quando foi demolido para dar lugar à construção do Edifício Central.
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
circa 1912

Panorama do centro do Rio de Janeiro, ao fundo o Palácio Monroe, a Praia de Santa Luzia e o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro do Rio de Janeiro, ao fundo o Palácio Monroe, a Praia de Santa Luzia e o Morro do Castelo
Vista do bairro da Lapa, Passeio Público e do Morro do Castelo, vendo-se a Biblioteca Nacional ainda em construção.
Marc Ferrez
Centro
circa 1908

Panorama da região central e da zona norte da cidade; ao fundo, a Ilha do Governador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da região central e da zona norte da cidade; ao fundo, a Ilha do Governador
Marc Ferrez
Estrada do Sumaré ; Rio Comprido
circa 1885

A Tijuca vista da estrada do Sumaré
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Tijuca vista da estrada do Sumaré
A Tijuca vista da estrada Sumaré, mostrando a floresta da Tijuca devastada.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista das furnas de Agassiz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista das furnas de Agassiz
Vista das furnas de Agassiz (Floresta da Tijuca), contrafortes da Gávea ao fundo.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1890

Vista de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado, Pão de Açúcar e a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado, Pão de Açúcar e a Pedra da Gávea
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Vista de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado, Pão de Açúcar e a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx009-02.jpg
Vista de Botafogo, ao fundo o Morro do Corcovado, Pão de Açúcar e a Pedra da Gávea
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Hotel White
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel White
Vista da Floresta da Tijuca, com o Tijuca Hotel White em destaque.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1880

Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Rua Rui Barbosa, atual Rua São Clemente ; Botafogo
circa 1885

Morros da Viúva e do Pão de Açúcar a partir de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morros da Viúva e do Pão de Açúcar a partir de Botafogo
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Rua São Clemente, ao fundo o morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua São Clemente, ao fundo o morro do Corcovado
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1887

Vista da Baía de Guanabara a partir de Santa Teresa, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Baía de Guanabara a partir de Santa Teresa, ao fundo o Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1895

Hotel da Vista Alegre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel da Vista Alegre
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1885

Enseada de Botafogo, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo, ao fundo o Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é uma parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é uma parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é uma parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é uma parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é uma parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é uma parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Estrada de Ferro do Corcovado, pessoas nos trilhos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, pessoas nos trilhos
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1883

Vista do Morro do Corcovado, ao fundo o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx011-04.jpg
Vista do Morro do Corcovado, ao fundo o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1885

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Estrada do Redentor ; Alto da Boa Vista
circa 1885

Estrada de Ferro do Corcovado, provavelmente em construção
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, provavelmente em construção
Trecho da Estrada das Paineiras, próximo ao Hotel Paineiras.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1883

Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1890

São Paulo Railway, Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway, Porto de Santos
O porto de Santos é um porto natural, formado pela baía e o estuário de Santos entre as ilhas de São Vicente e Santo Amaro. Inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como estrada de ferro Santos-Jundiaí, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro. O porto de Santos é um porto natural, formado pela baía e o estuário de Santos entre as ilhas de São Vicente e Santo Amaro. Inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como estrada de ferro Santos-Jundiaí, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Marc Ferrez
Cais do Porto
circa 1880

Morro do Corcovado; tomado da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado; tomado da Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1886

Vista do Morro Dois Irmãos e da Praia de São Conrado; tomada da Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Morro Dois Irmãos e da Praia de São Conrado; tomada da Pedra da Gávea
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1890

Vista das Furnas de Agassiz; ao fundo, a Lagoa da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista das Furnas de Agassiz; ao fundo, a Lagoa da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca ; Alto da Boa Vista
circa 1880

Encouraçado Riachuelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Riachuelo
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1893

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Ilha de Paquetá, próximo ao atual preventório Rainha D. Amélia.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx021-02.jpg
Ilha de Paquetá
Ilha de Paquetá, próximo ao atual preventório Rainha D. Amélia.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx021-03.jpg
Ilha de Paquetá
Paquetá é um dos bairros mais antigos do Rio. Um dos primeiros regitros da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrofo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565 Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a frequenter a ilha com certa frequência.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Ilha de Paquetá
circa 1889

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Vista da Pedra partida, Ilha de Paquetá, próximo ao atual preventório Rainha D. Amélia. Vista de Pedra partida , Ilha de Paquetá, próximo ao atual preventório Rainha D. Amélia.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Paquetá
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Ilha de Paquetá, próximo ao atual preventório Rainha D. Amélia.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Ilha de Paquetá, próximo ao atual preventório Rainha D. Amélia.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Rua Direita, atual Primeiro de Março, com destaque para o Prédio dos Correios
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita, atual Primeiro de Março, com destaque para o Prédio dos Correios
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Ilha Fiscal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Fiscal
A Ilha Fiscal localiza-se no interior da baía de Guanabara, fronteira ao centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. A ilha celebrizou-se por ter abrigado o famoso baile da Ilha Fiscal, a última grande festa do Império antes da Proclamação da República, em 15 de Novembro de 1889. Atualmente abriga um museu histórico-cultural, subordinado à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1889

Ilha das Cobras vista do Largo da Prainha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha das Cobras vista do Largo da Prainha
Marc Ferrez
Largo da Prainha, atual Praça Mauá ; Centro
circa 1905

Praça XV de Novembro, Cais Pharoux e Outeiro da Glória; vistos do Largo da Prainha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro, Cais Pharoux e Outeiro da Glória; vistos do Largo da Prainha
Marc Ferrez
Largo da Prainha, atual Praça Mauá ; Centro
circa 1905

Grupo de pessoas, possivelmente escravizadas, na colheita de café em fazenda não identificada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Grupo de pessoas, possivelmente escravizadas, na colheita de café em fazenda não identificada
Grupo de oito rapazes e duas mulheres, uma delas grávida, possivelmente escravizados, posam com ceus cestos e peneiras usados na colheita de café.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Antigo edifício do Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural da Justiça Eleitoral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Antigo edifício do Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural da Justiça Eleitoral
Antiga Sede Supremo Tribunal Federal, na Rua Primeiro de Março.
Marc Ferrez
Centro
circa 1912

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Caixa de Amortização
Cruzamento da Avenida Central com a rua Marechal Floriano. A Caixa de Amortização foi inaugurada em 1906, atualmente o prédio é ocupado pelo Banco Central do Brasil. Cruzamento da Avenida Central com rua Marechal Floriano. Em destaque a Caixa de Amortização, atualmente o prédio é ocupado pelo Banco Central do Brasil.
Marc Ferrez
Centro ; Cruzamento da Avenida Central com rua Marechal Floriano
circa 1908

Vista do Corcovado e Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado e Pão de Açúcar
Vista do Corcovado e Pão de Açúcar, a partir da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Rua Uruguaiana, ao fundo o Chafariz da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Uruguaiana, ao fundo o Chafariz da Carioca
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Caixa de Amortização
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Caixa de Amortização
Cruzamento da Avenida Central com a rua Marechal Floriano. A Caixa de Amortização foi inaugurada em 1906, atualmente o prédio é ocupado pelo Banco Central do Brasil.
Marc Ferrez
Centro
circa 1908

Monumento em homenagem ao visconde de Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao visconde de Rio Branco
Escultura de autoria de Félix Maurice Charpentier. A inauguração ocorreu em 13 de maio de 1902.
Marc Ferrez
Praça da Glória
circa 1902

Fonte Adriano Ramos Pinto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fonte Adriano Ramos Pinto
A fonte foi inaugurada em 1906 no Largo da Glória e em 29/10/1950 foi transferida para a embocadura do Túnel Novo (Túnel Engenheiro Marquês Porto). Foi doada pelos irmãos Adriano Ramos Pinto, donos de célebre vinícola, à cidade do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1907

Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Politécnica e estátua de José Bonifácio
O prédio começou a ser construído em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1749, e só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subsequentes o espaço foi usado pela Escola Central (1858), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e, desde 2010, também pelo IH-UFRJ (Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Entre 1948 e 1954, foram realizadas obras de complementação do 3º pavimento, acréscimo de um 4º pavimento e instalação de elevadores.
Marc Ferrez
Largo de São Francisco
circa 1905

Fonte Adriano Ramos Pinto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fonte Adriano Ramos Pinto
A fonte foi inaugurada em 1906 no Largo da Glória e em 29/10/1950 foi transferida para a embocadura do Túnel Novo (Túnel Engenheiro Marquês Porto). Foi doada pelos irmãos Adriano Ramos Pinto, donos de célebre vinícola, à cidade do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1907

Fonte Adriano Ramos Pinto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fonte Adriano Ramos Pinto
A fonte foi inaugurada em 1906 no Largo da Glória e em 29/10/1950 foi transferida para a embocadura do Túnel Novo (Túnel Engenheiro Marquês Porto). Foi doada pelos irmãos Adriano Ramos Pinto, donos de célebre vinícola, à cidade do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1907

Fonte Adriano Ramos Pinto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx027-12.jpg
Fonte Adriano Ramos Pinto
A fonte foi inaugurada em 1906 no Largo da Glória e em 29/10/1950 foi transferida para a embocadura do Túnel Novo (Túnel Engenheiro Marquês Porto). Foi doada pelos irmãos Adriano Ramos Pinto, donos de célebre vinícola, à cidade do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1907

Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Vista do Mercado da Praia do Peixe, próximo a atual rua do mercado
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março
Rua Primeiro de Março, destaque para o prédio dos Correios.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março
Rua Primeiro de Março, destaque para o prédio dos Correios.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Docas e o Morro da Saúde
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Docas e o Morro da Saúde
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Gamboa
circa 1890

Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), na altura do Largo do Paço
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita), na altura do Largo do Paço
Em primeiro plano, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, ainda sem a torre; ao lado, a Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Destaque para linha de bondes na rua 7 de Setembro.
Marc Ferrez
Centro
circa 1900

Monumento a Floriano Peixoto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento a Floriano Peixoto
Marc Ferrez
Praça Marechal Floriano ; Centro
circa 1903

Monumento a Floriano Peixoto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento a Floriano Peixoto
Marc Ferrez
Praça Marechal Floriano ; Centro
circa 1915

Monumento ao Almirante Barroso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento ao Almirante Barroso
O monumento ao Almirante Barroso foi inaugurado em 1909, na Praça Luis de Camões. Em 1977, foi transferido para a Praça Paris.
Marc Ferrez
Praça Luis de Camões ; Rua do Russel ; Glória
circa 1915

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca (anteriormente conhecida como Cascatinha Taunay devido ao nome do artista francês que a pintou em 1820), está localizada no Parque Nacional da Tijuca, parte da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1880

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é uma parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Entrada do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada do Jardim Botânico
Homem posando na antiga entrada do Jardim Botânico.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Orquidário no Jardim Botânico
Marc Ferrez
Rio de Janeiro ; Jardim Botânico
circa 1890

Bromeliário do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bromeliário do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Orquidário no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Orquidário no Jardim Botânico
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Alameda de Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda de Palmeiras
Alameda das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Alameda de Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda de Palmeiras
Alameda das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1883

Alameda de Palmeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda de Palmeiras
Alameda das Palmeiras Imperiais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Vista da Baía de Guanabara e do Morro do Pão de Açúcar; tomados de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Baía de Guanabara e do Morro do Pão de Açúcar; tomados de Niterói
Marc Ferrez
Mirante das praias de Adão e Eva ; Jurujuba
circa 1890

Mercado da Praia do Peixe, ao fundo a Alfândega
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe, ao fundo a Alfândega
Mercado fundado em 1842 na antiga Praia do Peixe, o mercado foi incendiado e demolido em 1911.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Vista do Cais Pharoux, Morro do Castelo ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Cais Pharoux, Morro do Castelo ao fundo
Região da Saúde, próxima à zona portuária do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Vista do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Morro do Castelo
Vista do Morro do Castelo, tomada do Morro de Santo Antônio.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Porto do Rio - armazéns e ancoradouro interno
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto do Rio - armazéns e ancoradouro interno
Região da alfândega e docas, vendo-se a Baía de Guanabara.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Entrada da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada de Niterói (Jurujuba).
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Academia Imperial de Belas Artes
Reforma na Academia Imperial de Belas Artes, quando veio a se chamar Escola Nacional de Belas Artes. Reforma na Academia Imperial de Belas Artes, quando veio a se chamar Escola Nacional de Belas Artes
Marc Ferrez
Centro ; Travessa das Belas Artes
circa 1886

Vista do Largo da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Largo da Glória
Arco monumental por ocasião da inauguração da estátua de Pedro Álvares Cabral em comemoração ao 4° Centenario do Descobrimento do Brasil, no Largo da Glória. Arco monumental em ocasião da inauguração da estátua de Pedro Álvares Cabral em comemoração ao 4° centenario do descobrimento do Brasil, no Largo da Glória.
Marc Ferrez
Glória
1900

Vista do Morro do Pão de Açucar a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Morro do Pão de Açucar a partir de Santa Teresa
Marc Ferrez
Rua do Aqueduto, atual Rua Almirante Alexandrino ; Santa Teresa
circa 1903

Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açucar
Marc Ferrez
Praia Vermelha ; Urca
1903

Rua da Quitanda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Quitanda
Fotografia da fachada do prédio onde existiu a Relojoaria Gondolo, localizada no número 71.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Partida para colheita de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Partida para colheita de café
Mulheres, homens e crianças negras, provavelmente escravizados, saindo para a colheita do café. Em cima da carroça, um homem mais velho, segurando um chapéu e uma bengala, ao lado do capataz, é possivelmente o senhor da fazenda, ou o administrador.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Vista panorâmica do Pão de Açúcar e arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica do Pão de Açúcar e arredores
Vista panorâmica da enseada de Botafogo, morro do Pão de Açúcar, e arredores a partir da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1890

Morro do Pão de Açúcar; ao fundo, os prédios da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar; ao fundo, os prédios da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
A Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil foi realizada em 1908.
Marc Ferrez
Praia de Botafogo
circa 1908

Rua do Russel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Russel
Rua do Russel é uma rua antiga no bairro da Glória, Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Glória
circa 1890

Vista de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Copacabana
Vista da praia de Copacabana, e Pedra da Gávea ao fundo.
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1880

Estrada de Ferro do Corcovado, Trem em movimento
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Trem em movimento
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Vista panorâmica do Pão de Açúcar e arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica do Pão de Açúcar e arredores
Vista panorâmica da enseada de Botafogo, morro do Pão de Açúcar, e arredores a partir da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1890

Vista panorâmica do Pão de Açúcar e arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica do Pão de Açúcar e arredores
Vista panorâmica da enseada de Botafogo, morro do Pão de Açúcar, e arredores a partir da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1890

Morro do Pão de Açúcar; ao fundo, os prédios da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar; ao fundo, os prédios da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
A Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil foi realizada em 1908.
Marc Ferrez
Praia de Botafogo
circa 1908

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é uma parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República
circa 1882

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Elaborado por Grandjean de Montigny em 1827, o Campo da Aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na praça da República no centro do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Praça da República ; Campo de Santana
circa 1882

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Vista da Escola Nacional de Belas Artes, antiga Academia Nacional de Belas Artes (atual MNBA) tomada do Theatro Municipal. Ao lado, a Biblioteca Nacional.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1911

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Vista do Theatro Municipal, inaugurado em 1909, tomado da Biblioteca Nacional.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Morro do Pão de Açúcar; ao fundo, os prédios da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar; ao fundo, os prédios da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
A Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil foi realizada em 1908.
Marc Ferrez
Praia de Botafogo
circa 1908

Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Rua São Clemente, tradicional rua do Bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. O nome da rua se dá em homenagem ao Padre Clemente, que foi tesoureiro mor da igreja de São Sebastião (velho prédio da Sé), e que devido a riqueza de sua família adquiriu grande parte do bairro de Botafogo. As terras de Clemente tinham como limite a Enseada de Botafogo, a Lagoa de Sacopenapã (hoje Rodrigo de Freitas) e os morros de São João e Dona Marta, este último batizado em homenagem à mãe de Clemente.
Marc Ferrez
Rua Rui Barbosa, atual Rua São Clemente ; Botafogo
circa 1875

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Pedra do Índio é um monumento de formação rochosa que se localiza na Praia das Flechas, do município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. Conta-se uma história de quando Arariboia (o fundador da cidade) derrotou os franceses e recebeu de Estácio de Sá o direito de escolha para qualquer região da Guanabara como recompensa pela vitória, o cacique dos tupis logo apontou para as "águas escondidas" (em tupi: Niterói). Ao entrar na pequena baía que forma a orla Boa Viagem-Jurujuba, Araribóia avistou a pedra e achou obra de Tupã uma formação rochosa baseada em sua face.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Pedra do Índio é um monumento de formação rochosa que se localiza na Praia das Flechas, do município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. Conta-se uma história de quando Arariboia (o fundador da cidade) derrotou os franceses e recebeu de Estácio de Sá o direito de escolha para qualquer região da Guanabara como recompensa pela vitória, o cacique dos tupis logo apontou para as "águas escondidas" (em tupi: Niterói). Ao entrar na pequena baía que forma a orla Boa Viagem-Jurujuba, Araribóia avistou a pedra e achou obra de Tupã uma formação rochosa baseada em sua face.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí. Vista da Pedra de Itapuca, praia de Icaraí (Niterói).
Marc Ferrez
Praia das Flechas ; Praia de Icaraí
circa 1884

Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Monumento criado no ano de comemorações aos 400 anos do descobrimento do Brasil, pelo escultor Rodolfo Bernardeli, em homenagem a Pedro Álvares Cabral.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1902

Monumento em homenagem ao Marechal Osório, estátua equestre, em frente ao Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao Marechal Osório, estátua equestre, em frente ao Paço Imperial
Estátua equestre do Marechal Manuel Luis Osório, localizada na praça XV de Novembro e inaugurada no dia 12 de novembro de 1894.
Marc Ferrez
Centro
circa 1903

Monumento em homenagem ao Marechal Osório, estátua equestre, em frente ao Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem ao Marechal Osório, estátua equestre, em frente ao Paço Imperial
Estátua equestre do Marechal Manuel Luis Osório, localizada na praça XV de Novembro e inaugurada no dia 12 de novembro de 1894.
Marc Ferrez
Centro
circa 1903

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chafariz do Mestre Valentim
Vista da Praça XV de Novembro, com chafariz do Mestre Valentim em destaque.
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1885

Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Monumento criado no ano de comemorações aos 400 anos do descobrimento do Brasil, pelo escultor Rodolfo Bernardeli, em homenagem a Pedro Álvares Cabral.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1902

Monumento a D. Pedro I no Largo do Rocio, atual praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento a D. Pedro I no Largo do Rocio, atual praça Tiradentes
Vista do monumento feito em homenagem a D. Pedro I na praça Tiradentes.
Marc Ferrez
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1885

Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Monumento criado no ano de comemorações aos 400 anos do descobrimento do Brasil, pelo escultor Rodolfo Bernardeli, em homenagem a Pedro Álvares Cabral.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1902

Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a Pedro Álvares Cabral
Monumento criado no ano de comemorações aos 400 anos do descobrimento do Brasil, pelo escultor Rodolfo Bernardeli, em homenagem a Pedro Álvares Cabral.
Marc Ferrez
Largo da Glória
circa 1902

Vista do centro da cidade a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do centro da cidade a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1905

Vista do centro da cidade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do centro da cidade
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Centro
circa 1905

Vista do centro; tomada da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do centro; tomada da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1905

Vista do centro; tomada da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do centro; tomada da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1905

Vista do centro; tomada da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx044b-05.jpg
Vista do centro; tomada da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1905

Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arcos da Lapa
Marc Ferrez
Lapa
circa 1905

Pavilhão de regatas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pavilhão de regatas
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Botafogo
circa 1905

Pavilhão de regatas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pavilhão de regatas
Marc Ferrez
Atual praça Pimentel Duarte ; Botafogo
circa 1905

Vista do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado
Vista do Corcovado tomada do interior da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Vista panorâmica do Pão de Açúcar e arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica do Pão de Açúcar e arredores
Vista panorâmica da enseada de Botafogo, morro do Pão de Açúcar, e arredores a partir da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Lagoa Rodrigo de Freitas
Marc Ferrez
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1885

Vista da praia de Botafogo tomada da Praça Nicarágua
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da praia de Botafogo tomada da Praça Nicarágua
Marc Ferrez
Praça Nicarágua ; Botafogo
circa 1885

Panorama do Rio de Janeiro, visto do alto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro, visto do alto do Corcovado
Morro do Corcovado, morro da Urca e enseada de Botafogo, à partir do alto do Corcovado.
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1885

Vista do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado
Vista do Corcovado tomada do interior da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Trem em movimento
Uma parte dos trilhos da Estrada de Ferro do Corcovado, na floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Corcovado - caminho do Aqueduto da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado - caminho do Aqueduto da Carioca
Vista do Aqueduto da Carioca (posteriormente o caminho do aqueduto foi substituído pelas ruas Almirante Alexandrino e Estrada das Paineiras).
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Corcovado - caminho do Aqueduto da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado - caminho do Aqueduto da Carioca
Vista do Aqueduto da Carioca (posteriormente o caminho do aqueduto foi substituído pelas ruas Almirante Alexandrino e Estrada das Paineiras).
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa, adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Corcovado - caminho do Aqueduto da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado - caminho do Aqueduto da Carioca
Vista do Aqueduto da Carioca (posteriormente o caminho do aqueduto foi substituído pelas ruas Almirante Alexandrino e Estrada das Paineiras).
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Panorama do Rio de Janeiro, visto do alto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro, visto do alto do Corcovado
Panorama do Rio de Janeiro abrangendo os bairros de Botafogo, Flamengo e Urca, tomado do Corcovado.
Marc Ferrez
Corcovado
circa 1885

Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Vista do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx046-10.jpg
Vista do Corcovado
Vista do Corcovado tomada do interior da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Vista do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado
Vista do Corcovado tomada do interior da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Estrada de Ferro do Corcovado, Hotel Paineiras, com o trem, o Morro do Corcovado e o Mirante Chapéu do Sol em construção, ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Hotel Paineiras, com o trem, o Morro do Corcovado e o Mirante Chapéu do Sol em construção, ao fundo
A história do Hotel das Paineiras começa em 1882, quando Pedro II concede uma área para dois engenheiros, Francisco Pereira Passos, que veio a se tornar prefeito do Rio de Janeiro em 1902, e João Teixeira Soares. A área cedida para exploração e construção de uma estrada de ferro, conhecida como Paineiras, se localiza entre a Rua do Cosme Velho e o Alto do Corcovado.
Marc Ferrez
Estrada das Paineiras
circa 1884

Vista da Baía da Guanabara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Baía da Guanabara
Vista da Baía de Guanabara, tomada do Morro do Corcovado..
Marc Ferrez
Morro do Corcovado
circa 1890

Floresta da Tijuca, ao fundo o morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca, ao fundo o morro do Corcovado
Morro do Corcovado visto da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Corcovado
Morro do Corcovado visto da Floresta da Tijuca.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Estrada de Ferro do Corcovado com o mirante Chapéu do Sol ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado com o mirante Chapéu do Sol ao fundo
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
1885

Vista do canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do canal do Mangue
Vista do canal do Mangue tomada das proximidades da atual Cidade Nova.
Marc Ferrez
Centro ; Cidade Nova
circa 1900

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Avenida, em segundo plano o edifício da Imprensa Nacional
O Hotel Avenida foi construído em 1910 na Avenida Central em seus primeiros anos (atual Avenida Rio Branco), brilhou no cenário do centro da Cidade até 1957, quando foi demolido para dar lugar à construção do Edifício Central. Vista do Hotel Avenida, atual edifício Avenida Central. Rio Branco com Almirante Barroso. O antigo prédio da Imprensa Nacional é visto ao fundo.
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
circa 1912

Hotel Avenida, em segundo plano o edifício da Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Avenida, em segundo plano o edifício da Imprensa Nacional
O Hotel Avenida foi construído em 1910 na Avenida Central em seus primeiros anos (atual Avenida Rio Branco), brilhou no cenário do centro da Cidade até 1957, quando foi demolido para dar lugar à construção do Edifício Central.
Marc Ferrez
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
circa 1912

Vista do canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do canal do Mangue
Vista do canal do Mangue tomada das proximidades da atual Cidade Nova.
Marc Ferrez
Centro ; Cidade Nova
circa 1900

Passeio Público, Palácio Monroe e o Morro do Castelo; tomados da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público, Palácio Monroe e o Morro do Castelo; tomados da Glória
Marc Ferrez
Rua Dias de Barros ; Santa Teresa
circa 1910

Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canal do Mangue
Vista do canal do Mangue tomada das proximidades da atual Cidade Nova.
Marc Ferrez
Cidade Nova
circa 1890

Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canal do Mangue
Vista do canal do Mangue tomada das proximidades da atual Cidade Nova.
Marc Ferrez
Cidade Nova
circa 1890

Vista do Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Canal do Mangue
Vista do Canal do Mangue tomada das proximidades da atual Cidade Nova.
Marc Ferrez
Cidade Nova
circa 1890

Encouraçado Barroso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Barroso
Fotografia tirada em 27 de outubro de 1888, o dia que o cruzador largou para fazer a segunda viagem de circunavegação de um navio de guerra brasileiro. Construído em madeira e aço segundo o projeto do engenheiro naval João Cândido Brasil, foi lançado ao mar pela primeira vez em abril de 1882, no Arsenal da Marinha. Em maio de 1893 naufragou no Mar Vermelho, perto do Canal de Suez. Ao fundo podemos ver a antiga Escola Naval, na ilha das Enxadas.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
27 de outubro de 1888

Vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Botafogo
Vista da praia de Botafogo com Pão de Açúcar e pedra da Gávea ao fundo.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Morro do Pão de Açúcar; ao fundo, os prédios da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar; ao fundo, os prédios da Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil
A Exposição Nacional Comemorativa do 1º Centenário da Abertura dos Portos do Brasil foi realizada em 1908.
Marc Ferrez
Praia de Botafogo
circa 1908

Bairro de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de Botafogo
Fotografia tomada das imediações da rua Fernando Ferrari, no bairro de Botafogo, com direção ao morro do Corcovado. Vale notar que na época o monumento do Cristo Redentor ainda não havia sido construído.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1890

Escola da Freguesia de Nossa Senhora da Glória, atual Colégio Estadual Amaro Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola da Freguesia de Nossa Senhora da Glória, atual Colégio Estadual Amaro Cavalcanti
Marc Ferrez
Largo do Machado ; Catete
circa 1890

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1890

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
A estátua equestre de D. Pedro I foi inaugurada em 1862, com projeto de João Maximiano Mafra, executado pelo escultor francês Louis Rochet a mando do imperador Pedro II do Brasil.
Marc Ferrez
Praça do Rocio, atual praça Tiradentes
circa 1882

Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Igreja de Nossa Senhora da Candelária, inaugurada em 1811 com as obras ainda inacabadas.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada de Niterói (Jurujuba).
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada de Niterói (Jurujuba).
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Fortaleza de Santa Cruz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fortaleza de Santa Cruz
Fortaleza de Santa Cruz da Barra localiza-se no lado oriental da barra da baía de Guanabara, no bairro de Jurujuba, município de Niterói, no estado do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Largo do Machado, Igreja Nossa Senhora da Glória e ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Machado, Igreja Nossa Senhora da Glória e ao fundo o Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Glória
circa 1885

Vista do Cais Pharoux, Morro do Castelo ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Cais Pharoux, Morro do Castelo ao fundo
Vista do Cais Pharoux, Morro do Castelo e Ministério da Agricultura tomada provavelmente de uma embarcação.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Vista do Cais Pharoux, Igreja da Candelária e Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Cais Pharoux, Igreja da Candelária e Arsenal da Marinha
Vista do Porto ou Cais Pharoux do Rio de Janeiro e Igreja da Candelária tomada de uma embarcação. Vista do Porto ou Cais Pharoux do Rio de Janeiro e Candelária tomada de uma embarcação
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara, ao fundo o Pão de Açúcar
Vista da entrada da Baía de Guanabara, tomada de Niterói (Jurujuba).
Marc Ferrez
Jurujuba
circa 1885

Entrada da Baía de Guanabara e Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara e Pão de Açúcar
Entrada da Baía de Guanabara, onde podemos ver ao fundo à esquerda a Pedra da Gávea e, à direita, o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Niterói
circa 1890

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Vista do Theatro Municipal, inaugurado em 1909, tomado da Biblioteca Nacional.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Vista do Theatro Municipal, inaugurado em 1909, tomado da Biblioteca Nacional.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Vista da Escola Nacional de Belas Artes, antiga Academia Nacional de Belas Artes (atual MNBA) tomado da frente do Theatro Municipal.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Vista da Escola Nacional de Belas Artes, antiga Academia Nacional de Belas Artes (atual MNBA) tomado da frente do Theatro Municipal.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Vista da Escola Nacional de Belas Artes, antiga Academia Nacional de Belas Artes (atual MNBA) tomado da frente do Theatro Municipal.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Vista da Escola Nacional de Belas Artes, antiga Academia Nacional de Belas Artes (atual MNBA) tomado da frente do Theatro Municipal.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Vista do Theatro Municipal, inaugurado em 1909, tomado da Biblioteca Nacional.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Vista do Theatro Municipal, inaugurado em 1909, tomado da Biblioteca Nacional.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Escola Nacional de Belas Artes, antiga Academia Imperial de Belas Artes, ao lado da Biblioteca Nacional.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1911

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Escola Nacional de Belas Artes, antiga Academia Imperial de Belas Artes, ao lado da Biblioteca Nacional.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1911

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Vista do Theatro Municipal, inaugurado em 1909, na Avenida Central.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Vista do Theatro Municipal, inaugurado em 1909, na Avenida Central.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Avenida Central; esquina com a Rua Sete de Setembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central; esquina com a Rua Sete de Setembro
Marc Ferrez
Rua Sete de Setembro ; Centro
circa 1906

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1906

Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, atual Rio Branco
Marc Ferrez
Rua Rodrigo da Silva, posteriormente, dos Ourives, atual Miguel Couto ; Centro
1906

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1905

Avenida Central, atual Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, atual Avenida Rio Branco
Vista da Avenida Central, do quarteirão entre a Rua 7 de Setembro e Rua do Ouvidor.
Marc Ferrez
Centro
circa 1910

Avenida Central; à direita, Biblioteca Nacional e Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central; à direita, Biblioteca Nacional e Escola Nacional de Belas Artes
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1908

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março
Rua Primeiro de Março, em destaque o prédio que tem como placa Banco Sulamericano.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Vista do Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Canal do Mangue
Vista do Canal do Mangue tomada das proximidades da atual Cidade Nova, antes das obras de aterramento iniciadas em 1902.
Marc Ferrez
Centro ; Cidade Nova
circa 1900

Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto do Rio de Janeiro
Cais do Porto do Rio, na região da Praça XV e arredores.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Estrada de Ferro do Corcovado, Estação do Cosme Velho, Km 0
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Estação do Cosme Velho, Km 0
Estação do Cosme Velho, ponto de partida da Estrada de Ferro do Corcovado.
Marc Ferrez
Cosme Velho
1884

Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto do Rio de Janeiro
Cais do Porto do Rio, na região da Praça XV e arredores.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Vista do bairro da Glória; Pão de Açúcar, ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro da Glória; Pão de Açúcar, ao fundo
Vista do bairro e do Outeiro da Glória, ao fundo o morro do Pão de Açúcar. Fotografia tirada durante o processo de reforma urbana promovida pelo governo Pereira Passos.
Marc Ferrez
Rua do Curvelo, atual Rua Dias de Barros ; Santa Teresa
circa 1904

Vista do Largo da Carioca com o convento de Santo Antônio ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Largo da Carioca com o convento de Santo Antônio ao fundo
Vista do Largo da Carioca e Convento de Santo Antônio, tomada do antigo chafariz de 35 bicas.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Bairro da Glória, ao fundo a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro da Glória, ao fundo a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Bairro e Outeiro da Glória, trilhos de bondes e o relógio da Glória.
Marc Ferrez
Glória
circa 1905

Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro e o Grande Hotel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro e o Grande Hotel
Marc Ferrez
Lapa
circa 1905

Largo da Carioca com o Chafariz de 35 bicas; ao fundo, à esquerda, o Hotel Avenida
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca com o Chafariz de 35 bicas; ao fundo, à esquerda, o Hotel Avenida
Vista do Largo da Carioca, com antigo chafariz ao fundo. Vista do Largo da Carioca, com chafariz ao fundo
Marc Ferrez
Rua São Francisco de Assis, atual Rua da Carioca ; Centro
circa 1912

Cais do Porto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais do Porto
Cais do Porto do Rio, na região da Praça XV e arredores. Ao fundo, o morro do Castelo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Avenida do Cais, atual Avenida Rodrigo Alves ; Santo Cristo ; Centro
circa 1907

Floresta da Tijuca com o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta da Tijuca com o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea ao fundo
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1886

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Ao longo do tempo, o Paço de São Cristóvão, que abriga hoje o Museu Nacional, sofreu diversas transformações, como a ampliação do palácio feita por D. Pedro II a partir de 1850. Lá ele viveu em um período de longa duração, tornando este edifício testemunha de diversos momentos importantes na História do Brasil.
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista
circa 1887

Estátua Equestre de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua Equestre de Dom Pedro I
Estátua Equestre de Dom Pedro I na Praça da Constituição, atual Tiradentes. Foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Marc Ferrez
Praça Tiradentes ; Praça da Constituição
circa 1890

Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Praia do Peixe, próximo à atual rua do Mercado
Mercado fundado em 1842 na antiga Praia do Peixe, o mercado foi incendiado e demolido em 1911.
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1884

Bonde com direção ao Silvestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bonde com direção ao Silvestre
É possivel ler a placa, à esquerda, "Floresta Grande - Hotel Internacional".
Marc Ferrez
Santa Teresa
circa 1895

Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia de palmeiras no Jardim Botânico
Vista da Alameda das Palmeiras no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Largo do Bom Retiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Bom Retiro
Marc Ferrez
Caminho do Pico da Tijuca ; Alto da Boa Vista
circa 1889

Estrada de Ferro do Corcovado. Viaduto do Silvestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado. Viaduto do Silvestre
Marc Ferrez
Silvestre ; Santa Teresa
circa 1889

Estrada de Ferro do Corcovado. Viaduto do Silvestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado. Viaduto do Silvestre
Marc Ferrez
Trilha do Silvestre
circa 1889

Gapimpo de ouro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Gapimpo de ouro
Marc Ferrez
MG
circa 1880

Praia de Botafogo, vendo-se o Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo, vendo-se o Morro da Viúva
Trecho da praia de Botafogo que foi concluído no ano de 1907.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1908

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Trecho da praia de Botafogo que foi concluído no ano de 1907, vendo-se o morro do Corcovado e o Morro da Urca.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1908

Praia de Botafogo, vendo-se o Morro da Viúva e o Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo, vendo-se o Morro da Viúva e o Corcovado ao fundo
Trecho da praia de Botafogo que foi concluído no ano de 1907.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1908

Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Copacabana
Praia de Copacabana, com Forte de Copacabana e Igreja de Nossa Senhora de Copacabana à esquerda.
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1910

Praia de Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Ipanema
Praia de Ipanema com o morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea ao fundo. Praia de Ipanema com o morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea ao fundo. Ipanema, em língua indígena, significaria "água tola" ou "água ruim". Segundo historiadores, o nome foi dado ao bairro por um de seus fundadores, o Comendador Moreira Filho (o segundo Barão de Ipanema) em homenagem ao seu pai, Barão e Conde de Ipanema. Em 1894 o Barão, provavelmente com o amigo Coronel José Silva, abriu algumas das mais tradicionais ruas e praças do bairro, como a Marechal Floriano (hoje praça General Osório) e rua Prudente de Morais. Os primeiros bondes da companhia Jardim Botânico chegaram a Ipanema em 1902, primeiramente na praça General Osório, e depois de 1914 se estenderam por todo o bairro.
Marc Ferrez
Ipanema
circa 1895

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Ipanema a partir do Arpoador
Vista da praia de Ipanema, com morro Dois Irmãos e Pedra da Gávea ao fundo. Vista clássica da praia de Ipanema.
Marc Ferrez
Ipanema
circa 1895

Praia de Ipanema a partir do Arpoador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Ipanema a partir do Arpoador
Vista da praia de Ipanema, ao fundo o morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea.
Marc Ferrez
Ipanema ; Rio de Janeiro
circa 1895

Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canal do Mangue
Nas imediações da atual avenida Francisco Bicalho.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Trecho da praia de Botafogo, vendo-se ao fundo o Corcovado.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1900

Bairro de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de Botafogo
Fotografia tomada das imediações da rua Fernando Ferrari, no bairro de Botafogo, com direção ao morro do Corcovado. Vale notar que na época o monumento do Cristo Redentor ainda não havia sido construído.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Trecho da praia de Botafogo que foi concluído no ano de 1907. Ao fundo, os Morros do Pasmado e da Babilônia e a Escola Militar.
Marc Ferrez
Praia Francisco Velho, atual praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1908

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Trecho da praia de Botafogo que foi concluído no ano de 1907, vendo-se o morro do Pão de Açúcar e a Morro da Viúva.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1908

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Trecho da praia de Botafogo que foi concluído no ano de 1907, vendo-se o morro do Pão de Açúcar e o Morro da Viúva.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1908

Mercado Municipal da Praça XV de Novembro e a Estação das Barcas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado Municipal da Praça XV de Novembro e a Estação das Barcas
Mercado Municipal da Praça XV, com estação das barcas ao fundo.
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1910

Prédio do Silogeu Brasileiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Prédio do Silogeu Brasileiro
Marc Ferrez
Rua Augusto Severo, atual Avenida Augusto Severo ; Glória
circa 1910

Praça XV de Novembro; chafariz do mestre Valentim e, ao fundo, a estação das barcas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça XV de Novembro; chafariz do mestre Valentim e, ao fundo, a estação das barcas
Marc Ferrez
Largo do Paço ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1903

Cais Pharoux e, ao fundo, o Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais Pharoux e, ao fundo, o Mercado da Praia do Peixe
Marc Ferrez
Baía de Guanabara ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1880

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado Municipal da Praça XV de Novembro
Vista do mercado municipal da praça XV, com estação das barcas ao fundo, tomada da Praça XV
Marc Ferrez
Centro
circa 1910

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição fundada em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição fundada em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro ; Jardim Botânico
circa 1890

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição fundada em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição fundada em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx068-05.jpg
Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição fundada em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição fundada em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição fundada em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Jardim do Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim do Palácio do Catete
Palácio do Catete, atual Museu da República. Foi sede do poder executivo nacional entre 1897 e 1960.
Marc Ferrez
Catete ; Rio de Janeiro
circa 1890

Jardim do Palácio do Catete - chafariz com escultura
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim do Palácio do Catete - chafariz com escultura
Palácio do Catete, atual Museu da República, que já foi sede do poder executivo nacional entre 1897 e 1960.
Marc Ferrez
Catete ; Rio de Janeiro
circa 1890

Jardim do Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim do Palácio do Catete
Palácio do Catete, atual Museu da República, que já foi sede do poder executivo nacional entre 1897 e 1960.
Marc Ferrez
Catete
circa 1890

Gruta do Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Gruta do Palácio do Catete
Palácio do Catete, atual Museu da República, que já foi sede do poder executivo nacional entre 1897 e 1960.
Marc Ferrez
Catete ; Rio de Janeiro
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim do Palácio do Catete
Palácio do Catete, atual Museu da República, que já foi sede do poder executivo nacional entre 1897 e 1960.
Marc Ferrez
Catete ; Rio de Janeiro
circa 1890

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim do Palácio do Catete
Palácio do Catete, atual Museu da República, que já foi sede do poder executivo nacional entre 1897 e 1960.
Marc Ferrez
Catete
circa 1890

Pary - grupo de mineiros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pary - grupo de mineiros
Marc Ferrez
MG
circa 1885

Estrada de Ferro Minas and Rio Railway (provável), Engenheiros sentados no limpa-trilhos da locomotiva
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Minas and Rio Railway (provável), Engenheiros sentados no limpa-trilhos da locomotiva
A ferrovia também era conhecida como Estrada de Ferro Rio Verde. Ferrez fotografou a ferrovia em pelo menos duas ocasiões. Quando estava em construção e posteriormente, quando finalizada no trecho entre Cruzeiro e Três Corações, entre 1881 e 1884.
Marc Ferrez
Brasil
circa 1882

Companhia Paulista de Estradas de Ferro (Ramal de Descalvado), Estação ferroviária de Araras, Km 135
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx084-09
Companhia Paulista de Estradas de Ferro (Ramal de Descalvado), Estação ferroviária de Araras, Km 135
Companhia Paulista de Estradas de Ferro, Ramal de Descalvado - km 134,515.
Marc Ferrez
Araras
circa 1892

Casa da Moeda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casa da Moeda
Prédio que foi a sede da Casa da Moeda a partir de 1868, em 1984 passou a ser sede do Arquivo Nacional.
Marc Ferrez
Campo da Aclamação ; atual Campo de Santana
circa 1880

Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio do Catete
Palácio do Catete, atual Museu da República, que já foi sede do poder executivo nacional entre 1897 e 1960.
Marc Ferrez
Catete
circa 1895

Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imprensa Nacional
Prédio da Imprensa Nacional, ao fundo o morro de Santo Antônio. Inaugurado em 1877, o prédio da Imprensa Nacional foi demolido em 1941. O projeto é assinado pelo arquiteto carioca Antonio de Paula Freitas.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Treze de Maio
circa 1894

Palácio da Prefeitura Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio da Prefeitura Municipal
Vista da fachada do palácio da Prefeitura Municipal. A Prefeitura do Rio de Janeiro já ocupou sete sedes, desde 1892. Quando Floriano Peixoto, então presidente da República, assinou a Lei Orgânica do Distrito Federal, em 20 de setembro de 1892, estabelecendo a Prefeitura do Rio de Janeiro, sua sede foi instalada num palacete situado no Campo de Santana e ali permaneceu até 1942, quando, devido às obras de construção da Avenida Presidente Vargas, que previam a demolição de parte do local, incluindo o prédio da prefeitura, foi transferida para um casarão no Parque da Cidade, na Gávea.
Marc Ferrez
Campo de Santana
circa 1890

Paço Imperial, antiga Repartição Geral dos Telégrafos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Paço Imperial, antiga Repartição Geral dos Telégrafos
Vista do prédio dos Correios e Telégraphos, atual Paço Imperial, tomada da Praça XV.
Marc Ferrez
Centro ; Praça XV de Novembro
circa 1900

Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imprensa Nacional
Prédio da Imprensa Nacional, ao fundo o morro de Santo Antônio. Inaugurado em 1877, o prédio da Imprensa Nacional foi demolido em 1941. O projeto é assinado pelo arquiteto carioca Antonio de Paula Freitas.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Treze de Maio
circa 1894

Santa Casa de Misericórdia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Santa Casa de Misericórdia
Prédio da Santa Casa de Misericórdia no centro do Rio de Janeiro, na Rua Santa Luzia.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Santa Luzia
circa 1880

Real Gabinete Português de Leitura, na rua Luís de Camões. À direita os fundos da Escola Politécnica, atual IFCS/UFRJ
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Real Gabinete Português de Leitura, na rua Luís de Camões. À direita os fundos da Escola Politécnica, atual IFCS/UFRJ
O Real Gabinete Português de Leitura teve sua origem em 1837, quando um grupo de imigrantes portugueses, a maioria comerciantes, resolveu criar uma biblioteca para ampliar os conhecimentos não só de seus sócios, mas também de outros conterrâneos que moravam no Brasil. Foi o primeiro gabinete de leitura do país. O prédio que vemos na fotografia começou a ser erguido em 1880, ano do tricentenário da morte de Camões, e a pedra fundamental foi lançada pelo imperador D. Pedro II. O projeto, em estilo manuelino, foi do arquiteto português Rafael da Silva Castro. Em 10 de setembro de 1887 o prédio foi inaugurado com a presença da Princesa Isabel e do Conde D'Eu.
Marc Ferrez
Centro
circa 1887

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Ao longo do tempo, o Paço de São Cristóvão, que abriga hoje o Museu Nacional, sofreu diversas transformações, como a ampliação do palácio feita por D. Pedro II a partir de 1850. Lá ele viveu em um período de longa duração, tornando este edifício testemunha de diversos momentos importantes na História do Brasil.
Marc Ferrez
São Cristóvão ; Quinta da Boa Vista
circa 1884

Praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Copacabana
Praia de Copacabana, com Forte de Copacabana e Igreja de Nossa Senhora de Copacabana à esquerda.
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1910

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Vista do Theatro Municipal, vendo-se a Escola Nacional de Belas Artes ao lado. Vista do Theatro Municipal tomado da Cinelândia.
Marc Ferrez
Centro ; Cinelândia
circa 1910

Vista do bairro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro da Glória
Bairro da Glória, após obras de reurbanização do período Pereira Passos. À direita a estátua de Pedro Álvares Cabral e, ao fundo, a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro.
Marc Ferrez
Glória
circa 1906

Abastecimento de água - Represa de Cavanco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Abastecimento de água - Represa de Cavanco
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1892

Abastecimento de água - Caixa da Cachoeirinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Abastecimento de água - Caixa da Cachoeirinha
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Abastecimento de água - Caixa da Cachoeirinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Abastecimento de água - Caixa da Cachoeirinha
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Obra de abastecimento de água
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Obra de abastecimento de água
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Hotel White
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel White
Marc Ferrez
Alto da Boa Vista
circa 1889

Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canal do Mangue
A região onde foi construído o Canal era conhecida como Mangal de São Diogo, uma extensa baixada arenosa, de mangues, formada por diversos rios e um braço de mar que se estendia da atual ponte dos Marinheiros até a Praça Onze. Ficava no caminho para o Engenho Velho e dificultava a passagem direta para a zona norte da cidade. Em 1835 foi projetado um canal que coletasse a água dos rios que ali desaguavam e para receber a entrada do mar. As obras ficaram prontas em 1860, depois que o Barão de Mauá ganhou uma concessão do Governo Imperial para explorá-las. Estava pronto, assim, o Canal do Mangue. Em 1876 foram feitas limpeza e restauração dos muros e pontes e plantadas palmeiras. Foi também aterrada uma área sobre o mangue, que ficou conhecida como Aterrado.
Marc Ferrez
Canal do Mangue
circa 1905

Reservatório de água - abastecimento
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Reservatório de água - abastecimento
Marc Ferrez
Rua do Reservatório, atual rua Dulce Rosalina ; São Cristóvão
circa 1900

Largo da Carioca, com chafariz de 35 bicas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca, com chafariz de 35 bicas
Marc Ferrez
Centro
circa 1900

Construção para abastecimento de água no Alto da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Construção para abastecimento de água no Alto da Boa Vista
Marc Ferrez
Estrada Major Archer ; Alto da Boa Vista
circa 1900

Reservatório - abastecimento de água
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Reservatório - abastecimento de água
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Pedra da Gávea e o Morro Dois irmãos vistos do Alto da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea e o Morro Dois irmãos vistos do Alto da Boa Vista
Marc Ferrez
Atual Estrada Major Archer ; Floresta da Tijuca ; Alto da Boa Vista
circa 1890

Praia de Copacabana vista do Leme
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Copacabana vista do Leme
Praia de Copacabana, vista do sopé do morro do Leme.
Marc Ferrez
Leme
circa 1890

Viação Férrea Sapucaí (Ramal da Barra), Inauguração da Ponte sobre o Rio Paraíba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Viação Férrea Sapucaí (Ramal da Barra), Inauguração da Ponte sobre o Rio Paraíba
Ponte sobre o rio Paraíba, da Viação Férrea Sapucaí, atualmente denominada Ponte Getulio Vargas
Marc Ferrez
Barra do Piraí
1902

Igreja da Ordem Terceira do Carmo e Antiga Sé
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Ordem Terceira do Carmo e Antiga Sé
Marc Ferrez
Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1880

Igreja da Ordem Terceira do Carmo e Antiga Sé
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Ordem Terceira do Carmo e Antiga Sé
Marc Ferrez
Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1880

Igreja da Ordem Terceira do Carmo e Antiga Sé
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Ordem Terceira do Carmo e Antiga Sé
Marc Ferrez
Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1880

Avenida Central, edifícios de número 79 e 81
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, edifícios de número 79 e 81
Próximo ao atual cruzamento da Avenida Rio Branco com a Avenida Presidente Vargas.
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1907

Obelisco comemorativo da construção da Avenida Central
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Obelisco comemorativo da construção da Avenida Central
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1907

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1910

Edifício da Caixa de Amortização
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Edifício da Caixa de Amortização
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1880

Panorama da Enseada de Botafogo, Morro do Pasmado e Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da Enseada de Botafogo, Morro do Pasmado e Avenida Beira-Mar
Tomada do alto da Igreja Imaculada Conceição.
Marc Ferrez
Igreja Imaculada Conceição ; Botafogo
circa 1906

Panorama da Enseada de Botafogo, Morro do Pão de Açúcar e Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da Enseada de Botafogo, Morro do Pão de Açúcar e Avenida Beira-Mar
Tomada do alto da Igreja Imaculada Conceição.
Marc Ferrez
Igreja Imaculada Conceição ; Botafogo
circa 1906

Praia da Gávea, atual Praia de São Conrado, e a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia da Gávea, atual Praia de São Conrado, e a Pedra da Gávea
Atualmente conhecida como praia de São Conrado, a Praia da Gávea era lugar ermo até a década de 1920. Foi apenas depois de 30, principalmente com a abertura da Av. Niemeyer e as corridas de automóveis que por lá ocorriam, é que o bairro começaria a se desenvolver.
Marc Ferrez
São Conrado
circa 1890

Estrada de Ferro Central do Brasil (Ramal da Marítima) - Estação Marítima da Gamboa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil (Ramal da Marítima) - Estação Marítima da Gamboa
Vista frontal da Estação Marítima da Gamboa. Foi aberta em 1880, quando a ferrovia era denominada Estrada de Ferro Dom Pedro II. Não era destinada a passageiros, mas apenas utilizada como embarque de cargas que chegavam ao Porto do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Rua da Gamboa ; Gamboa
circa 1903

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Estrada de Ferro Central do Brasil (Ramal da Marítima), Estação Marítima da Gamboa, Km 1
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil (Ramal da Marítima), Estação Marítima da Gamboa, Km 1
Vista dos fundos da Estação Marítima da Gamboa. Foi aberta em 1880, quando a ferrovia era denominada Estrada de Ferro Dom Pedro II. Não era destinada a passageiros, mas apenas utilizada como embarque de cargas que chegavam ao Porto do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Gamboa
circa 1903

Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imprensa Nacional
Prédio da Imprensa Nacional, ao fundo o Morro de Santo Antônio. Inaugurado em 1877, o prédio da Imprensa Nacional foi demolido em 1941. O projeto é assinado pelo arquiteto carioca Antonio de Paula Freitas.
Marc Ferrez
Rua Treze de Maio ; Centro
circa 1894

Monumento em homenagem a D. Pedro I - Estátua Equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I - Estátua Equestre
Marc Ferrez
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1890

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março
Atual prédio do Centro Cultural dos Correios.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Cais Pharoux e Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro; vistos da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais Pharoux e Praça D. Pedro II, atual Praça XV de Novembro; vistos da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1890

Centro do Rio, Alfândega e as torres da Catedral; vistos da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Centro do Rio, Alfândega e as torres da Catedral; vistos da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1880

Estrada de Ferro Minas and Rio Railway, Inauguração do túnel da Mantiqueira com a presença do Imperador Pedro II e comitiva, Km 23
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Minas and Rio Railway, Inauguração do túnel da Mantiqueira com a presença do Imperador Pedro II e comitiva, Km 23
A ferrovia também era conhecida como Estrada de Ferro Rio Verde. Ferrez fotografoi a ferrovia em pelo menos duas ocasiões. Quando estava em construção e posteriormente, quando finalizada no trecho entre Cruzeiro e Três Corações, entre 1881 e 1884
Marc Ferrez
Passa Quatro
1882

The Brazil Great Southern Railway Co, Ponte ferroviária sobre o Rio Ibicuí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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The Brazil Great Southern Railway Co, Ponte ferroviária sobre o Rio Ibicuí
Ponte ferroviária sobre o Rio Ibicui, trecho Uruguaiana-Itaqui. A ferrovia também era conhecida como Estrada de Ferro de Quaraim a Itaqui.
Marc Ferrez
Entre as estações de Ibicuí e Touro Passo
circa 1888

Reservatório do Morro da Viúva; ao fundo, o Morro do Corcovado e a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Reservatório do Morro da Viúva; ao fundo, o Morro do Corcovado e a Pedra da Gávea
Marc Ferrez
Avenida do Contorno, atual Rui Barbosa ; Flamengo
circa 1896

Quinta da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quinta da Boa Vista
Marc Ferrez
Rua Mineira ; São Cristóvão
circa 1890

Vista do centro da cidade - Ilha das Cobras, Candelária e Mosteiro de São Bento
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do centro da cidade - Ilha das Cobras, Candelária e Mosteiro de São Bento
Marc Ferrez
Morro de Santo Antônio ; Centro
circa 1890

Carros do Corpo de Bombeiros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Carros do Corpo de Bombeiros
Marc Ferrez
Praça da República (Campo de Santana) ; Centro
circa 1890

Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham no terreiro de secagem de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham no terreiro de secagem de café
O trabalho escravo e o café eram os dois grandes pilares que sustentavam o Império do Brasil. A escravidão só foi abolida em 1888, sob forte pressão dos grupos abolicionistas e dos próprios escravos, que por meio da fuga, resistência mais recorrente no final do século, minavam pouco a pouco a exploração da sua própria força de trabalho..As fotografias de Ferrez no terreiro de secagem da fazenda Monte Café, assim como outras imagens de trabalhadores escravizados em diversas fazendas, vem sido discutidas recentemente por historiadores e cientistas sociais. Há consenso entre eles ao apontar para o apaziguamento da violência da escravidão nessas fotografias. Ferrez realizou essas imagens por encomenda dos donos das fazendas, e do Centro da Lavoura e do Comercio, entidade dos senhores do café que, entre outros, organizava a propaganda do café brasileiro no exterior, por meio da participação em feiras e eventos mundiais e universais. A composição das fotografias, possivelmente organizada por Ferrez em busca de uma aparente imagem de eficiência e modernidade no trabalho das fazendas, busca de fato apagar as marcas da escravização, base da economia do café e da riqueza dos fazendeiros. O trabalho escravo e o café eram os dois grandes pilares que sustentavam o Império do Brasil. A escravidão só foi abolida em 1888, sob forte pressão dos grupos abolicionistas e dos próprios escravos, que por meio da fuga, resistência mais recorrente no final do século, minavam pouco a pouco a exploração da sua própria força de trabalho. As fotografias de Ferrez no terreiro de secagem da fazenda Monte Café, assim como outras imagens de trabalhadores escravizados em diversas fazendas, vem sido discutidas recentemente por historiadores e cientistas sociais. Há consenso entre eles ao apontar para o apaziguamento da violência da escravidão nessas fotografias. Ferrez realizou essas imagens por encomenda dos donos das fazendas, e do Centro da Lavoura e do Comercio, entidade dos senhores do café que, entre outros, organizava a propaganda do café brasileiro no exterior, por meio da participação em feiras e eventos mundiais e universais. A composição das fotografias, possivelmente organizada por Ferrez em busca de uma aparente imagem de eficiência e modernidade no trabalho das fazendas, busca de fato apagar as marcas da escravização, base da economia do café e da riqueza dos fazendeiros.
Marc Ferrez
Fazenda Monte Café ; Vale do Paraíba
circa 1882

Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
A Fazenda Monte Café, na freguesia de Aparecida, em Sapucaia, era uma grande propriedade, com mais de mil alqueires de terras, onde trabalhavam mais de duzentos cativos. Seus proprietários iniciais, o coronel Inacio Gabriel Monteiro de Barros e sua mulher, dona Alda Romana de Oliveira Arruda frequentavam as altas esferas sociais da Corte. Após ficar viúva, dona Alda Romana continuou administrando a fazenda, até transferir a tarefa para seu filho, o Dr. Braz Monteiro de Barros e mudar-se para Paris. Com a iminência do fim da escravidão, em 1882, o Dr. Braz importou 50 famílias de colonos dos Açores para o trabalho nas lavouras de café, mas sua empreitada parece não ter sido bem sucedida, pois em pouco tempo boa parte dos colonos havia abandonado o trabalho. Em abril de 1888, poucos dias antes da proclamação da Lei Áurea, o Dr. Braz anunciou na imprensa ter dado a alforria aos 218 escravizados de sua propriedade e estar disposto a pagar salários aos que quiserem ficar trabalhando na fazenda. A propriedade foi vendida à Companhia Brasileira Torrens em 1890.
Marc Ferrez
Fazenda Monte Café ; Vale do Paraíba
circa 1882

Fazenda Monte Café; dois jovens e uma criança, possivelmente escravizados, conduzem um carro de bois
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda Monte Café; dois jovens e uma criança, possivelmente escravizados, conduzem um carro de bois
A Fazenda Monte Café, na freguesia de Aparecida, em Sapucaia, era uma grande propriedade, com mais de mil alqueires de terras, onde trabalhavam mais de duzentos cativos. Seus proprietários iniciais, o coronel Inacio Gabriel Monteiro de Barros e sua mulher, dona Alda Romana de Oliveira Arruda frequentavam as altas esferas sociais da Corte. Após ficar viúva, dona Alda Romana continuou administrando a fazenda, até transferir a tarefa para seu filho, o Dr. Braz Monteiro de Barros e mudar-se para Paris. Com a iminência do fim da escravidão, em 1882, o Dr. Braz importou 50 famílias de colonos dos Açores para o trabalho nas lavouras de café, mas sua empreitada parece não ter sido bem sucedida pois em pouco tempo boa parte dos colonos havia abandonado o trabalho. Em abril de 1888, poucos dias antes da proclamação da Lei Áurea, o Dr. Braz anunciou na imprensa ter dado a alforria aos 218 escravizados de sua propriedade e estar disposto a pagar salários aos que quiserem ficar trabalhando na fazenda. A propriedade foi vendida à Companhia Brasileira Torrens em 1890.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1887

Homens, possivelmente escravizados, durante a colheita da cana de açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens, possivelmente escravizados, durante a colheita da cana de açúcar
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi erguido no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX o Passeio foi revitalizado pelo botânico e arquiteto paisagístico Auguste François Glaziou, que reformulou seus jardins.
Marc Ferrez
Centro ; Passeio Público
circa 1890

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1884

Escadaria em Interior de edifício
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escadaria em Interior de edifício
Possivelmente na avenida Rio Branco.
Marc Ferrez
Centro
circa 1910

Prédios na avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Prédios na avenida Central, atual Rio Branco
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1908

Prédios na avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Prédios na avenida Central, atual Rio Branco
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1908

Ruas Barata Ribeiro e Tonelero; a partir da Rua General Barbosa Lima
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ruas Barata Ribeiro e Tonelero; a partir da Rua General Barbosa Lima
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1880

Igreja da Imaculada Conceição de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Imaculada Conceição de Botafogo
Marc Ferrez
Praia Francisco Velho, atual praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1897

Bairro do Catete; visto da Rua Doutor Pedro Américo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Catete; visto da Rua Doutor Pedro Américo
Marc Ferrez
Rua Doutor Pedro Américo, atual Pedro Américo ; Catete
circa 1890

Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua São Clemente; ao fundo, o Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1885

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1887

Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de São Francisco de Paula
Marc Ferrez
Largo de São Francisco de Paula ; Centro
circa 1890

Clube Naval; à esquerda, os fundos do Teatro Municipal e, ao fundo, o Morro de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Clube Naval; à esquerda, os fundos do Teatro Municipal e, ao fundo, o Morro de Santo Antônio
Marc Ferrez
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1910

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Antigo prédio da Escola Nacional de Belas Artes, na Travessa das Belas Artes, próximo à Praça Tiradentes. Antes da proclamação da República se chamava Academia Imperial de Belas Artes.
Marc Ferrez
Travessa das Belas Artes ; Centro
circa 1891

Avenida Central, atual Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central, atual Avenida Rio Branco
Obra importante no projeto modernizador de Pereira Passos à cidade. A Avenida Central corta o centro do Rio e foi inaugurada em 1905. Na avenida estão prédios importantes como o Theatro Municipal e a Biblioteca Nacional.
Marc Ferrez
Centro ; Central
circa 1908

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Avenida do Contorno, atual Rui Barbosa ; Flamengo
1889

Araucárias
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Araucárias
Marc Ferrez
PR
circa 1884

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Pão de Açúcar; tomada da Praia do Flamengo
A origem do nome Pão de Açúcar, segundo historiadores, seria graças aos portugueses, que acharam o morro semelhante aos blocos de açúcar colocados em formas de barro cônicas e levados para a Europa. O nome teria se popularizado no século XIX, quando artistas estrangeiros retratavam a beleza do penhasco.
Marc Ferrez
Flamengo
1885

Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Ilha de Cotunduba ; Leme
circa 1885

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Pedra de Itapuca, em Niterói, trata-se de um monumento natural localizado entre as praias de Icaraí e das Flechas, sob a designação indígena de Itapuca (pedra furada) por haver tido, em sua forma original, um túnel natural. A pedra foi parcialmente demolida por ordens do Presidente da Província, Conselheiro Pedreira, para dar prosseguimento ao Plano de Arruamento de 1840-1841, criando uma comunicação direta entre os bairros do Ingá e Icaraí. Pedra de Itapuca, que significa "pedra furada", na praia de Itapuca, em Icaraí, Niterói. Icaraí era propriedade do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro; no século XIX foi aberta uma passagem à beira-mar, no local onde fica a pedra, quando do incremento do povoamento do bairro. Ao longe vemos a Ilha da Boa Viagem e o Morro da Praia das Flexas, onde está hoje o Museu de Arte Contemporânea.
Marc Ferrez
Praia das Flechas
circa 1876

Reservatório do Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Reservatório do Morro da Viúva
Marc Ferrez
Rua Duque Estrada Teixeira, atual avenida Rui Barbosa ; Flamengo
circa 1880

Bairro do Flamengo; tomado do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo; tomado do Catete
Marc Ferrez
Rua Princesa Imperial, atual Tavares Bastos ; Catete
circa 1890

Bairro de Laranjeiras; tomado do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de Laranjeiras; tomado do Catete
Marc Ferrez
Rua Princesa Imperial, atual Tavares Bastos ; Catete
circa 1890

Zona Portuária
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Zona Portuária
Marc Ferrez
Morro do Castelo, atual rua Beco da Música ; Centro
circa 1890

Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Velhas, Km 1,8
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Velhas, Km 1,8
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Caboclas, km 2 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Ponte das Caboclas, km 2 (aproximadamente)
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1884

Catete, Flamengo, Largo do Machado, Botafogo e Pão de Açúcar; tomados do Morro Nova Cintra (Tavares Bastos)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catete, Flamengo, Largo do Machado, Botafogo e Pão de Açúcar; tomados do Morro Nova Cintra (Tavares Bastos)
Marc Ferrez
Morro Nova Cintra (Tavares Bastos) ; Catete
circa 1885

Bairro de Laranjeiras; tomado do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de Laranjeiras; tomado do Catete
Marc Ferrez
Rua Princesa Imperial, atual Tavares Bastos ; Catete
circa 1885

Vista da Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Avenida Beira-Mar
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1906

Panorama de Botafogo, Flamengo e Urca; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama de Botafogo, Flamengo e Urca; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Morro do Corcovado ; Cosme Velho
circa 1890

Panorama de Botafogo, Flamengo e Urca; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama de Botafogo, Flamengo e Urca; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Marc Ferrez
Morro do Corcovado ; Cosme Velho
circa 1890

Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, As Três Pontes, Km 61,72
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, As Três Pontes, Km 61,72
O trajeto Paranagua-Curitiba, já era tido como importante desde 1868, quando o Império se viu na necessidade de uma rápida comunicação entre o litoral e o Mato Grosso, para abastecer as frentes de batalha da Guerra do Paraguai. (1865-70). Nessa ocasião foi chamado para projetar a estrada, Antonio Rebouças, engenheiro irmão de André Rebouças, famoso engenheiro do Rio de Janeiro e abolicionista. O projeto no entanto foi iniciado apenas em 1880, com a presença do Imperador, e com Antonio Rebouças já falecido. A princípio, a estrada seria apenas Antonina-Curitiba, mas a disputa entre Antonina e Paranagua, fez com que esta ultima cidade, abrigasse o ponto final da estrada. A estrada de ferro tem 110 Km e foi inaugurada em 1884.
Marc Ferrez
Serra do Marumbi
circa 1884

Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, grande vale e Túnel da Sanga Funda, Km 53
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, grande vale e Túnel da Sanga Funda, Km 53
O trajeto Paranaguá-Curitiba já era tido como importante desde 1868, quando o Império se viu na necessidade de uma rápida comunicação entre o litoral e o Mato Grosso, para abastecer as frentes de batalha da Guerra do Paraguai (1865-70). Nessa ocasião foi chamado para projetar a estrada Antonio Rebouças, engenheiro irmão de André Rebouças, famoso engenheiro do Rio de Janeiro e abolicionista. O projeto, no entanto, foi iniciado apenas em 1880, com a presença do Imperador e com Antonio Rebouças já falecido. A princípio, a estrada seria apenas Antonina-Curitiba, mas a disputa entre Antonina e Paranaguá fez com que esta última cidade abrigasse o ponto final da estrada. A estrada de ferro tem 110 Km e foi inaugurada em 1884.
Marc Ferrez
Serra do Marumbi
circa 1884

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Botafogo ; Rio de Janeiro
circa 1885

Aleia das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Aleia das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aleia das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1885

Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Túnel em cimento armado, Km 350
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Túnel em cimento armado, Km 350
Provavelmente se trata do túnel nº 30, o último de uma sequência de três túneis seguidos, próximo à estação de João Ayres na Serra da Mantiqueira. Na fotografia pode se ver também o túnel anterior. Provavelmente se trata do túnel nº 30, último de uma sequência de três túneis, próximo à estação de João Ayres na Serra da Mantiqueira. Na fotografia pode-se ver também o túnel anterior.
Marc Ferrez
Entre Mariano Procópio e Lafayette
circa 1903

Estrada de Ferro Rio D'Ouro, Locomotiva
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Rio D'Ouro, Locomotiva
Marc Ferrez
Baixada Fluminense
circa 1885

Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Ponte sobre o Rio Caioaba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Ponte sobre o Rio Caioaba
Marc Ferrez
Subida da Serra de Petrópolis
circa 1887

Igreja da Imaculada Conceição de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Imaculada Conceição de Botafogo
Marc Ferrez
Rua praia Francisco Velho, atual praia de Botafogo ; Botafogo
circa 1897

Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Rotunda de São Diogo, Km 2
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Rotunda de São Diogo, Km 2
Vista da Rotunda de abrigo de locomotivas de São Diogo, pertencente a Estrada de Ferro Dom Pedro II, denominada Estrada de Ferro Central do Brasil, após 1889. O pátio de São Diogo foi inaugurado em 1858. Já a rotunda foi construída dois anos depois, em 1860. O pátio está ligado à linha do Centro da antiga Central do Brasil por um ramal de cerca de um quilômetro. O prédio da rotunda de São Diogo foi demolido em 1928, pois havia ruído em 1927, num acidente quando da tentativa de substituição de uma das tesouras sustentadoras do seu telhado. A estação funcionou até o dia 17 de setembro de 1938, quando foi fechada. As oficinas continuaram funcionando por algum tempo. Depois, tudo desapareceu, para construção das linhas e do centro de manutenção do metrô carioca, nos anos 1980. Vista da Rotunda de abrigo de locomotivas de São Diogo, pertencente a Estrada de Ferro Dom Pedro II, denominada Estrada de Ferro Central do Brasil a partir de 1889 O pátio de São Diogo foi inaugurado em 1858. Já a rotunda foi construída dois anos depois, em 1860. O pátio está ligado à linha do Centro da antiga Central do Brasil por um ramal de cerca de um quilômetro. O prédio da rotunda de São Diogo foi demolido em 1928, pois havia ruído em 1927, num acidente quando da tentativa de substituição de uma das tesouras sustentadoras do seu telhado. A estação funcionou até o dia 17 de setembro de 1938, quando foi fechada. As oficinas continuaram funcionando por algum tempo. Depois, tudo desapareceu, para construção das linhas e do centro de manutenção do metrô carioca, nos anos 1980.
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1903

Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Estação Central do Brasil, Km 0
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Estação Central do Brasil, Km 0
O prédio da Estação Central da Estrada de Ferro Central do Brasil passou por reforma para ampliação em 1898. O novo projeto manteve o corpo do edifício, derrubou as duas alas laterais que possuiam apenas um andar, e subiu duas torres laterais, com dois andares cada uma. A reforma ficou pronta em 1900, mas em 16 de novembro de 1906 a ala esquerda do edifício foi destruída por um incêndio no restaurante.
Marc Ferrez
Praça da da República (Antiga Praça da Aclamação) ; Praça da da República, (Antiga Praça da Aclamação)
circa 1903

Panorama do Centro; a partir da Esplanada do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Centro; a partir da Esplanada do Castelo
Marc Ferrez
Avenida XI da Esplanada do Castelo, atual Graça Aranha ; Centro
circa 1890

Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
O trabalho escravo e o café eram os dois grandes pilares que sustentavam o Império do Brasil. A escravidão só foi abolida em 1888, sob forte pressão dos grupos abolicionistas e dos próprios escravos, que por meio da fuga, resistência mais recorrente no final do século, minavam pouco a pouco a exploração da sua própria força de trabalho..As fotografias de Ferrez no terreiro de secagem da fazenda Monte Café, assim como outras imagens de trabalhadores escravizados em diversas fazendas, vem sido discutidas recentemente por historiadores e cientistas sociais. Há consenso entre eles ao apontar para o apaziguamento da violência da escravidão nessas fotografias. Ferrez realizou essas imagens por encomenda dos donos das fazendas, e do Centro da Lavoura e do Comercio, entidade dos senhores do café que, entre outros, organizava a propaganda do café brasileiro no exterior, por meio da participação em feiras e eventos mundiais e universais. A composição das fotografias, possivelmente organizada por Ferrez em busca de uma aparente imagem de eficiência e modernidade no trabalho das fazendas, busca de fato apagar as marcas da escravização, base da economia do café e da riqueza dos fazendeiros.
Marc Ferrez
Fazenda Monte Café ; Vale do Paraíba
circa 1882

Estrada de Ferro Dona Teresa Cristina, Ponte da Cabeçuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Dona Teresa Cristina, Ponte da Cabeçuda
A Ponte da Cabeçuda, também chamada de Ponte das Laranjeiras, ou da Laguna, foi uma obra de arte grandiosa, com quase 1,5 kilometro de estrutura metálica sobre a Lagoa de Imarui. A Estrada de Ferro Dona Thereza Christina, conhecida popularmente como a Ferrovia do Carvão, foi concluída em 1884, com 112 km de extensão, e foi a pioneira na província de Santa Catarina. Teve origem com uma concessão obtida pelo Visconde de Barbacena e seria fundamental para levar o carvão de pedra das jazidas descobertas no sul do estado (na região de Lauro Müller) até o porto de Imbituba. No entanto, por um erro de planejamento, a ferrovia fez apenas um carregamento de carvão e ficou por trinta e cinco anos sem transportar o produto. O problema era que o único veio do minério descoberto no período era de baixo poder calorífico e deu prejuízo tanto à empresa mineradora quanto à ferrovia. Por muito tempo, o transporte de passageiros e mercadorias foi a fonte de renda da ferrovia, mas a partir dos anos 1990 voltou a ser utilizada para seu propósito inicial. A Ponte da Cabeçuda, também chamada de Ponte das Laranjeiras, foi uma obra de arte grandiosa, com quase 1,5 kilometro de estrutura metálica sobre a Lagoa de Imarui. A Estrada de Ferro Dona Thereza Christina, conhecida popularmente como a Ferrovia do Carvão, foi concluída em 1884, com 112 km de extensão, e foi a pioneira na província de Santa Catarina. Teve origem com uma concessão obtida pelo Visconde de Barbacena e seria fundamental para levar o carvão de pedra das jazidas descobertas no sul do estado (na região de Lauro Müller) até o porto de Imbituba. No entanto, por um erro de planejamento, a ferrovia fez apenas um carregamento de carvão e ficou por trinta e cinco anos sem transportar o produto. O problema era que o único veio do minério descoberto no período era de baixo poder calorífico e deu prejuízo tanto à empresa mineradora quanto à ferrovia. Por muito tempo, o transporte de passageiros e mercadorias foi a fonte de renda da ferrovia, mas a partir dos anos 1990 voltou a ser utilizada para seu propósito inicial.
Marc Ferrez
Laguna
circa 1884

Flora Brasileira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Flora Brasileira
Marc Ferrez
RJ ; Brasil
circa 1890

The Brazil Great Southern Railway Co, Ponte sobre o Rio Ibiquí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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The Brazil Great Southern Railway Co, Ponte sobre o Rio Ibiquí
Ponte ferroviária sobre o Rio Ibicui, trecho Uruguaiana-Itaqui. A ferrovia também era conhecida como Estrada de Ferro de Quaraim a Itaqui
Marc Ferrez
Entre as estações de Ibicuí e Touro Passo
circa 1888

Panorama da Praça XV de Novembro e arredores; tomado do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da Praça XV de Novembro e arredores; tomado do Morro do Castelo
Destaque para a Igreja de São José, na atual Avenida Antônio Carlos.
Marc Ferrez
Morro do Castelo ; Centro
circa 1890

Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, ponte sobre o Rio São João, Km 62,21
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, ponte sobre o Rio São João, Km 62,21
O trajeto Paranaguá-Curitiba já era tido como importante desde 1868, quando o Império se viu na necessidade de uma rápida comunicação entre o litoral e o Mato Grosso, para abastecer as frentes de batalha da Guerra do Paraguai (1865-70). Nessa ocasião foi chamado para projetar a estrada Antonio Rebouças, engenheiro irmão de André Rebouças, famoso engenheiro do Rio de Janeiro e abolicionista. O projeto no entanto foi iniciado apenas em 1880, com a presença do Imperador, e com Antonio Rebouças já falecido. A princípio, a estrada seria apenas Antonina-Curitiba, mas a disputa entre Antonina e Paranaguá fez com que esta última cidade abrigasse o ponto final da estrada. A estrada de ferro tem 110 Km e foi inaugurada em 1884.
Marc Ferrez
Serra do Marumbi
circa 1884

Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, Ponte sobre o Rio São João, Km 62,21
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, Ponte sobre o Rio São João, Km 62,21
O trajeto Paranagua-Curitiba, já era tido como importante desde 1868, quando o Império se viu na necessidade de uma rápida comunicação entre o litoral e o Mato Grosso, para abastecer as frentes de batalha da Guerra do Paraguai. (1865-70). Nessa ocasião foi chamado para projetar a estrada, Antonio Rebouças, engenheiro irmão de André Rebouças, famoso engenheiro do Rio de Janeiro e abolicionista. O projeto no entanto foi iniciado apenas em 1880, com a presença do Imperador, e com Antonio Rebouças já falecido. A princípio, a estrada seria apenas Antonina-Curitiba, mas a disputa entre Antonina e Paranagua, fez com que esta ultima cidade, abrigasse o ponto final da estrada. A estrada de ferro tem 110 Km e foi inaugurada em 1884.
Marc Ferrez
Serra do Marumbi
circa 1884

Dedo de Deus
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Dedo de Deus
Marc Ferrez
Serra dos Órgãos
circa 1890

Estrada de Ferro Dom Pedro II (posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil), Túnel Grande, Km 88
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Dom Pedro II (posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil), Túnel Grande, Km 88
Trata-se do Túnel n. 12, a maior obra de arte construida na subida da Serra, no ramal do Centro da ferrovia, com mais de 2 kilómetros de extensão
Marc Ferrez
Engenheiro Paulo de Frontin
circa 1887

São Paulo Railway, Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Paulo Railway, Porto de Santos
O Porto de Santos era o ponto inicial da São Paulo Railway, mais conhecida como Estrada de Ferro Santos a Jundiaí. O porto iniciou suas atividades no princípio do século XVI, operando com estruturas rudimentares até 02 de fevereiro de 1892, quando foram inaugurados os primeiros 260 metros de cais construídos. Aquele modesto atracadouro tornava-se o primeiro porto organizado do Brasil. Impulsionado pelas exportações de café, o Porto de Santos cresceu rapidamente, com grandes e frequentes ampliações, e atravessou todos os ciclos de crescimento econômico do País. Ferrez realizou fotografias do Porto de Santos em diversas ocasiões. Algumas delas foram 1880, em 1892, e no início do século XX. As imagens realizadas nesta última data fazem parte de um conjunto maior, de imagens de outros pontos da estrada de ferro, como a estação da Luz, recém reformada.
Marc Ferrez
Santos
circa 1880

Panorama do Centro do Rio de Janeiro; à direita, o edifício da Société Anonyme du Gaz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Centro do Rio de Janeiro; à direita, o edifício da Société Anonyme du Gaz
Marc Ferrez
Rua do Morro de São Diogo, atual rua do Pinto ; Santo Cristo
circa 1890

Enseada e bairro de Botafogo vistos do alto do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada e bairro de Botafogo vistos do alto do Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Morro do Corcovado ; Floresta da Tijuca
circa 1885

Panorama do bairro do Flamengo a partir do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do bairro do Flamengo a partir do Catete
Marc Ferrez
Rua Princesa Imperial, atual Tavares Bastos ; Catete
circa 1890

Panorama do centro da cidade; tomado do Morro do Pinto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do centro da cidade; tomado do Morro do Pinto
Em destaque: Estação de Ferro Central do Brasil, Campo de Santana, Quartel General do Campo da Aclamação, Arcos da Lapa e o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Prédio da Sociedade Anônima O Paiz, localizado na esquina da Avenida Central com a Rua 7 de Setembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Prédio da Sociedade Anônima O Paiz, localizado na esquina da Avenida Central com a Rua 7 de Setembro
Vista prédios de número 79-81, da Avenida Central. Vista prédios de número 79-81, da Avenida Central. Da sociedade anônima O Paiz, localizado na esquina entre a Avenida Central e a Rua 7 de Setembro.
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1906

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro Municipal; a partir da Escola Nacional de Belas Artes
Vista do Teatro Municipal, 1910, tomada do Museu Nacional de Belas Artes.
Marc Ferrez
Centro
circa 1910

Edifício da Companhia Docas de Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Edifício da Companhia Docas de Santos
Marc Ferrez
Avenida Central (atual Rio Branco) ; com rua Teófilo Ottoni
circa 1906

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro Municipal
Marc Ferrez
Cinelândia ; Centro
circa 1912

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Prédio do Supremo Tribunal Federal, atual Centro Cultural da Justiça Federal
Vista do Supremo Tribunal Federal. Atual Centro Cultural da Justiça Federal. Prédio inicialmente projetado para abrigar o Palácio Arquiepiscopal, foi adquirido pelo Tribunal para ali se instalar, já que o Cardeal Arcoverde não achou apropriado edificar seu palácio em um lugar tão no coração da cidade. Foi então inaugurado em 1907 como parte das comemorações da abertura da Avenida Central. O Supremo Tribunal Federal funcionou neste prédio até 1960, quando a capital do país passou a ser Brasília. Atualmente o prédio abriga o Centro Cultural da Justiça Federal, o primeiro espaço cultural no mundo a adotar como tema central a Justiça.
Marc Ferrez
Centro ; Avenida Central (atual Av. Rio Branco)
circa 1911

Inauguração do monumento em homenagem a Pedro Alvares Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Inauguração do monumento em homenagem a Pedro Alvares Cabral
O monumento foi construído por ocasião do 4º Centenário do descobrimento do Brasil.
Marc Ferrez
Glória
1900

Edifício na avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Edifício na avenida Central, atual Rio Branco
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1905

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
Idealizado a príncipio para figurar na Exposição de Saint-Louis, comemoração norte-americana pela incorporação do Estado da Louisiana à União em 1803. O Presidente Rodrigues Alves requisitou as verbas necessárias ao Congresso para que o Brasil comparecesse com um pavilhão no evento, mas estipulou logo que o edíficio deveria ser reerguido na cidade do Rio de Janeiro, finda a mostra. O projeto é do coronel-arquiteto Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Sua inauguração em solos brasileiros deu-se em 1906 sendo denominado Pálacio Monroe, em homenagem ao presidente dos EUA James Monroe. Abrigou a Câmara dos Deputados e acolheu o Senado e várias repartições públicas. Foi derrubado em 1976.
Marc Ferrez
Avenida Central ; Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1910

Sede do periódico "O Paiz" na esquina da Avenida Central com Rua Sete de Setembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sede do periódico "O Paiz" na esquina da Avenida Central com Rua Sete de Setembro
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1906

Caixa de Amortização, atual edifício do Banco Central do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Caixa de Amortização, atual edifício do Banco Central do Brasil
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1911

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo de São Francisco de Paula, Escola Politécnica e, ao fundo, o prédio do Real Gabinete Português de Leitura
A Academia que vemos à esquerda foi criada em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1750. O próprio prédio militar só ficou pronto entre1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subseqüentes o espaço foi usado pela Escola Militar (1842), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Marc Ferrez
Centro
circa 1895

Largo São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo São Francisco de Paula
Marc Ferrez
Largo São Francisco de Paula ; Centro
1885

Rua Primeiro de Março; em destaque, o prédio dos Correios
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março; em destaque, o prédio dos Correios
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Rua Primeiro de Março; em destaque, o prédio dos Correios
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março; em destaque, o prédio dos Correios
Rua 1º de Março, antiga Rua Direita, que surgiu como um prolongamento da Rua da Misericórdia. À esquerda, em primeiro plano, vemos o prédio dos Correios, projetado por Antonio de Paula Freitas e terminado em 1877. Ao seu lado está a Igreja de Santa Cruz dos Militares, e à sua frente, a Igreja do Carmo. Mais atrás, ainda do lado esquerdo, vemos a Igreja de São José. E, bem ao fundo, o Morro do Castelo com a Igreja do Antigo Colégio dos Jesuítas no alto.
Marc Ferrez
Centro ; Rua Primeiro de Março (antiga rua Direita)
circa 1890

Rua Direita, atual Primeiro de Março; à esquerda, o edifício dos Correios
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita, atual Primeiro de Março; à esquerda, o edifício dos Correios
Marc Ferrez
Rua do Hospício, atual Rua Buenos Aires ; Centro
circa 1890

Largo da Carioca, com chafariz de 35 bicas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca, com chafariz de 35 bicas
Marc Ferrez
Centro
circa 1900

Rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março
Em destaque o prédio dos Correios e à esquerda o prédio do Banco do Brasil, atual CCBB.
Marc Ferrez
Centro
circa 1909

Panorama do bairro do Flamengo a partir do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do bairro do Flamengo a partir do Catete
Marc Ferrez
Rua Princesa Imperial, atual Tavares Bastos ; Catete
circa 1890

Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Marc Ferrez
Flamengo
circa 1890

Edifício da Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro (AECRJ)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Edifício da Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro (AECRJ)
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1905

Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Boa Viagem
Marc Ferrez
Niterói
circa 1885

Casarão com varanda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casarão com varanda
Autoria não identificada
Brasil
circa 1890

Fazenda da Boa Fé
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda da Boa Fé
Marc Ferrez
Fazenda da Boa Fé
circa 1890

Estrada de Ferro Rio-Minas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Rio-Minas
Marc Ferrez
Estrada de Ferro Rio-Minas
circa 1890

Natureza Morta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Natureza Morta
Arranjo de frutas e folhas dentro de um cesto, sobre uma mesa ou banco de madeira, forrada no canto esquerdo com uma toalha.
Augusto Stahl
Recife
circa 1860

Bairro do Recife
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Recife
Hotel d' Europe, Grande Hotel de I' Univers e Casario do Recife.
João Ferreira Villela
Recife
circa 1865

Rua Nova
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Nova
À direita o oitão da Matriz de Santo Antônio, e à esquerda, mais adiante, a torre da Igreja de Nossa Senhora da Cruz dos Militares.
João Ferreira Villela
Recife
1865

Cemitério público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cemitério público
Cemitério de Santo Amaro.
João Ferreira Villela
Recife
1860

Locomotiva nº 1 da Recife and São Francisco Railway Company
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Locomotiva nº 1 da Recife and São Francisco Railway Company
Locomotiva número 1, pertencente à segunda estrada de ferro construída no Brasil, a Recife - São Francisco.
Augusto Stahl
Recife
1858

Largo do Paço e Rua Direita
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço e Rua Direita
Vemos na imagem, da esquerda para a direita, a antiga Catedral, a igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo, as duas torres da igreja da Candelária, o Hotel de France e a torre da igreja de Santa Cruz dos Militares. No primeiro plano, na frente do hotel, estão os tílburis, carros de aluguel com dois lugares (apenas para o tibureiro e seu passageiro), muito comuns na cidade desde meados do século XIX até início do XX.
Camillo Vedani
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
circa 1865

Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; à direita, Paço Imperial; ao fundo, chafariz do mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; à direita, Paço Imperial; ao fundo, chafariz do mestre Valentim
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro, ainda dividida em losangos por calçadas de pé-de-moleque, como foram construídas por volta de 1789, no governo de D.Luís de Vasconcelos e Sousa. Vemos à direita a fachada lateral do Paço, o chafariz do Mestre Valentim e a fachada do Mercado da Cidade. Ao longe está a Ilha das Cobras.
Camillo Vedani
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
circa 1865

Assinatura da Lei Áurea no Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Assinatura da Lei Áurea no Paço Imperial
Na sacada do Paço Imperial está a Princesa Isabel, junto ao Conde d'Eu, sendo aclamada pela multidão após a assinatura da Lei Áurea, que finalmente extinguia a escravidão no Brasil. Foi assinada em 13 de maio de 1888 pela princesa e era fruto de um longo processo em favor da liberdade. O regime escravista começou a declinar com o fim do tráfico negreiro, em 1850, mas somente com a Guerra do Paraguai, entre 1865 e 1870, que o movimento abolicionista ganhou impulso. Muitos dos ex-escravos que voltavam da guerra vitoriosos recusavam-se a voltar à sua condição servil. A primeira lei abolicionista (Lei do Ventre Livre) foi promulgada em 1871; em 1884 o Ceará extingue a escravidão em seu território; e em 1885 foi promulgada a Lei dos Sexagenários. Finalmente, em 1888, o império cede às pressões tanto internas como externas e abole de vez a condição servil no país. A Lei Áurea contribuiu ainda para a queda da monarquia, que se daria no ano seguinte. Os republicanos haviam acabado de ganhar significativo apoio dos cafeicultores do Rio de Janeiro, que pleitearam - sem sucesso - uma indenização pela perda de seus "bens".
Antonio Luiz Ferreira
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
13 de maio de 1888

Largo do Paço (Reprodução)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço (Reprodução)
Daguerreótipo de Louis Compte no qual se vê o chafariz do Mestre Valentim e a fachada do mercado no Largo do Paço. Ao fundo estão as torres da igreja da Candelária.
Largo do Paço
1840

Mercado da Candelária, ao fundo o Mosteiro de São Bento (Reprodução)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da Candelária, ao fundo o Mosteiro de São Bento (Reprodução)
Daguerreótipo de Louis Compte no qual se vê o Mercado da Candelária e, ao longe, o Mosteiro de São Bento. Foi na Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal, que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronto somente em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade o mercado primitivo (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (1911) e em seu lugar foi levantado um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica e projetado por Alfredo Azevedo Marques. Com cinco torres metálicas que delimitavam seu espaço, hoje resta apenas uma, na qual funciona um restaurante. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Centro ; Praça XV de Novembro
1840

Paço da Cidade, reprodução do primeiro daguerreótipo tirado na América do Sul (Reprodução)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Paço da Cidade, reprodução do primeiro daguerreótipo tirado na América do Sul (Reprodução)
Reprodução do primeiro daguerreótipo tirado na América do Sul, em janeiro de 1840, onde se vê o Paço da Cidade com a tropa formada à sua frente. Ao fundo, à esquerda, a torre da Capela Imperial; ao centro, a sineira provisória da igreja da Ordem Terceira do Monte do Carmo; e, à direita, o Hotel de France.
Centro ; Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
1840

Daguerreótipo do Chafariz do Mestre Valentim e fachada do Mercado do Peixe., ao fundo, as torres da igreja da Candelária (Reprodução)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Daguerreótipo do Chafariz do Mestre Valentim e fachada do Mercado do Peixe., ao fundo, as torres da igreja da Candelária (Reprodução)
Daguerreótipo de Louis Compte no qual se vê o chafariz do Mestre Valentim e a fachada do mercado no Largo do Paço. Ao fundo estão as torres da igreja da Candelária.
Centro ; Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
1840

Praia Formosa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F03-015
Praia Formosa
Autoria não identificada
Rua da Gamboa ; Gamboa
1857

Bairro de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de São Cristóvão
Imagem de fotógrafo anônimo na qual vemos parte da costa de São Cristóvão, região pouco explorada por artistas do século XIX, e a igreja dos Leprosos. O Lazareto, antiga chácara de recreio dos jesuítas, ficava na rua São Cristóvão, próximo à praia das Palmeiras. Do outro lado do mangue está a pedreira de São Diogo.
Autoria não identificada
Rua Benedito Otoni ; São Cristóvão
1857

Quinta de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quinta de São Cristóvão
Vemos na imagem a cópia do portão de Nothemberland, no parque da Quinta de São Cristóvão, antes do ajardinamento projetado por Glaziou, a casa da Marquesa de Santos, a boca do Mangue, toda a praia Formosa e os morros do Pinto e de São Diogo.
Autoria não identificada
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1857

Cais do Porto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais do Porto
Marc Ferrez
Cais do Porto
circa 1870

Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Boa Viagem
Boa Viagem, às margens da Baía de Guanabara, possui uma topografia bastante peculiar: morros cobertos de vegetação, ilhas e fonte de água potável próxima à praia de águas tranqüilas. A Ilha da Boa Viagem, com seu relevo erodido, pequenas grutas e coberta de vegetação, possui muito boa localização em relação à entrada da Baía de Guanabara. De lá pode-se avistar as embarcações que chegam ou saem da baía. Foram instalados na ilha a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem (construída no século XVII), um fortim (chamado Bateria da Boa Viagem) e a Escola de Aprendizes Marinheiros (que funcionou somente de 1840 a 1846). O seu sítio é um dos principais monumentos da história de Niterói, por suas edificações e caminhos escavados na pedra.
Marc Ferrez
Boa Viagem
circa 1880

Estrada de Ferro Central do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil
A Estrada de Ferro Pedro II foi inaugurada em 1858 para agilizar o escoamento da produção de café do Vale do Paraíba para o porto da Corte. Constantemente ampliada desde então, a ferrovia teve seu nome mudado para Central do Brasil, quando a República substituiu o regime imperial.
Marc Ferrez
Centro
circa 1889

Escola Nacional de Belas Artes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Escola Nacional de Belas Artes
Prédio em estilo neoclássico da Escola Nacional de Belas Artes, também conhecida como Academia Imperial de Belas Artes, projetado por Grandjean de Montigny e decorado pelos irmãos Marc e Zeferino Ferrez (pai de Marc Ferrez), que chegaram ao Brasil em 1816, com a Missão Artística Francesa. A escola foi fundada por D. João VI por sugestão de seu ministro Conde da Barca. Foi demolida em 1937 e sua fachada, comprada pela Secretaria do Patrimônio Histórico (SPHAN), foi reconstruída no final da Alameda das Palmeiras Reais, no Jardim Botânico. A estátua do ator João Caetano está hoje na Praça Tiradentes, em frente ao teatro que leva seu nome.
Marc Ferrez
Travessa das Belas Artes
circa 1895

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de 1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestres calcetiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905.
Marc Ferrez
Av. Central (atual Av. Rio Branco)
circa 1907

Caixa de Amortização
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Caixa de Amortização
A Caixa de Amortização foi projetada pela mesma comissão construtora da Avenida Central, presidida pelo engenheiro Paulo de Frontin, e inaugurada em 1906. Em seu interior há uma rotunda decorada com painéis de mosaicos dourados e possui ainda uma bela fachada composta por 34 colunas coríntias em mármore Carrara, formando a colunata. Hoje o edifício é hoje ocupado pelo Banco Central.
Marc Ferrez
Avenida Central (atual Av. Rio Branco)
circa 1907

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central
A Avenida Central teve suas obras iniciadas em meados de 1904 e foi inaugurada em novembro de 1905.
Marc Ferrez
Av. Central, atual Rio Branco ; Centro
circa 1908

Jornal do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jornal do Brasil
Prédio do Jornal do Brasil na Avenida Central, considerado o mais alto da cidade no seu tempo. Projetado pelo arquiteto Ludovico Berna, sua construção teve início em 14 de outubro de 1904. Podemos ler na fachada o nome do proprietário e ex-presidente do jornal, o conde Pereira Carneiro.
Marc Ferrez
Avenida Central, atual Av. Rio Branco
circa 1908

Avenida Central
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Central
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando foram iniciadas as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foram arrasadas, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de 1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestres calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Vemos à esquerda uma parte do Morro do Castelo, colocado abaixo em 1922.
Marc Ferrez
Avenida Central (atual Av. Rio Branco)
circa 1906

Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Biblioteca Nacional
Fachada do prédio da Biblioteca Nacional, considerada uma das maiores bibliotecas do mundo. As origens da Biblioteca estão ligadas à chegada da família real portuguesa ao Brasil, em 1808, quando Portugal foi invadido pelas forças de Napoleão Bonaparte. Na época era chamada Real Biblioteca e o acervo, com mais de 60 mil peças, era constituído por livros, manuscritos, mapas, moedas e medalhas. Inicialmente todo o material foi acomodado numa sala no hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na rua Direita (atual Primeiro de Março). Em outubro de 1810 um decreto do Príncipe Regente determinou que no local onde estava a catacumba do Convento fosse erguido um edifício para acomodar a biblioteca. Assim foi feito, mas a biblioteca só foi aberta ao público em 1814. Em 1821, quando D. João voltou para Portugal, levou consigo a maior parte dos manuscritos do acervo. A biblioteca foi adquirida oficialmente pelo Brasil depois da independência, em 1825, segundo o Tratado de Paz e Amizade selado entre Brasil e Portugal. O atual prédio que abriga a biblioteca teve sua pedra fundamental lançada em 1905, sendo inaugurado em 29 de outubro de 1910. O prédio foi planejado pelo general Francisco Marcelino de Sousa Aguiar segundo o estilo eclético, acrescido de elementos neoclássicos, e estava integrado à arquitetura da Avenida Central, recém aberta (atual Avenida Rio Branco).
Marc Ferrez
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
circa 1910

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
O palácio Monroe foi idealizado a princípio para figurar na Exposição de Saint-Louis, comemoração norte-americana pela incorporação do Estado da Louisiana à União em 1803. O Presidente Rodrigues Alves requisitou as verbas necessárias ao Congresso para que o Brasil comparecesse com um pavilhão no evento, mas estipulou logo que o edifício deveria ser reerguido na cidade do Rio de Janeiro, finda a amostra. O projeto é do coronel-arquiteto Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Sua inauguração em solo brasileiro deu-se em 1906 sendo denominado Palácio Monroe, em homenagem ao presidente dos EUA James Monroe. Abrigou a Câmara dos Deputados e acolheu o Senado e várias repartições públicas. Foi derrubado em 1976.
Marc Ferrez
Centro
circa 1910

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Theatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé.
Autoria não identificada
Av. Rio Branco
circa 1930

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
O palácio Monroe foi idealizado a princípio para figurar na Exposição de Saint-Louis, comemoração norte-americana pela incorporação do Estado da Louisiana à União em 1803. O Presidente Rodrigues Alves requisitou as verbas necessárias ao Congresso para que o Brasil comparecesse com um pavilhão no evento, mas estipulou logo que o edifício deveria ser reerguido na cidade do Rio de Janeiro, finda a amostra. O projeto é do coronel-arquiteto Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Sua inauguração em solo brasileiro deu-se em 1906 sendo denominado Palácio Monroe, em homenagem ao presidente dos EUA James Monroe. Abrigou a Câmara dos Deputados e acolheu o Senado e várias repartições públicas. Foi derrubado em 1976.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes.
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1930

Flamengo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Flamengo
Não há consenso entre pesquisadores sobre a origem do nome Flamengo, bairro da zona sul do Rio de Janeiro. Alguns sustentam que deve-se a prisioneiros de guerra holandeses (também chamados flamengos) que moraram na região no século XVI, vindos de Pernambuco. Outros afirmam que o nome deve-se aos flamingos (ou flamengos), belas aves de penugem vermelha que vinham para o Brasil das regiões banhadas pelo Mediterrâneo. A história do bairro começa logo após a chegada dos colonizadores portugueses, já que em 1565, quando Estácio de Sá fundou seu aldeamento no Morro Cara de Cão, já existia uma casa de pedra no Flamengo, provavelmente a primeira deste tipo no Brasil, embora não se saiba sua localização precisa nem quem a construiu. Era aí que ficava a olaria de Villegaignon, que tomou a baía de Guanabara em 1555, aliado aos índios tamoios. O Flamengo só se tornou bairro residencial em meados do século XVIII, e durante o Segundo Reinado e no começo da República era a praia preferida das famílias cariocas para banhos de mar.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1930

Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canal do Mangue
A região onde foi construído o Canal era conhecida como Mangal de São Diogo, uma extensa baixada arenosa, de mangues, formada por diversos rios e um braço de mar que se estendia da atual ponte dos Marinheiros até a Praça Onze. Ficava no caminho para o Engenho Velho, e dificultava a passagem direta para a zona norte da cidade. Em 1835 foi projetado um canal que coletasse a água dos rios que ali desaguavam e para receber a entrada do mar. As obras ficaram prontas em 1860, depois que o Barão de Mauá ganhou uma concessão do Governo Imperial para explorá-las. Estava pronto, assim, o Canal do Mangue. Em 1876 foram feitas limpeza e restauração dos muros e pontes e plantadas palmeiras. Foi também aterrada uma área sobre o mangue, que ficou conhecida como Aterrado.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1930

Dique da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Dique da Ilha das Cobras
O dique da Ilha das Cobras começou a ser construído em 1824, numa iniciativa do Marquês do Paraná. Sua construção só terminou em 1861 por conta de atrasos nos trabalhos, já que o inglês Henry Law, para quem havia sido encomendada a tarefa, desistiu da obra, alegando dificuldades para sua execução. O local escolhido foi a parte noroeste da ilha, em frente ao Arsenal (este no continente), e recebeu o nome de Dique Imperial. Notamos ainda na imagem a a chaminé da ferraria a vapor da Marinha.
Stahl & Wahnschaffe
Extremo sul da Ilha de Cobras
circa 1862

Largo do Paço visto do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço visto do Morro do Castelo
Centro do Rio de Janeiro, primeiro plano: casario em frente a Igreja de São José, seguindo-se os fundos da Sé, Hotel de France e Mercado na Praça 15 de Novembro; mais para os fundos as Igreja do Carmo e Santa Cruz dos Militares, o São Bento e a Ilha das Cobras.
Stahl & Wahnschaffe
Praça 15 de Novembro
circa 1865

A Glória vista do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Glória vista do morro do Castelo
A Glória (morro, igreja e casario), princípio da Lapa e residência na aba do Morro do Castelo. A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857, o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, a fim de dar melhor aparência ao logradouro.
Augusto Stahl
Centro
1863

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Praia de Botafogo vista das proximidades do Morro da Viúva, com os morros: Corcovado, Dona Marta, Novo Mundo, Serra da Carioca e Morro Azul. Podem ser vistas as pedras do cais construído na enseada em meados do século XIX, destruído pelas marés e reconstruído em 1903, no governo de Pereira Passos.
Augusto Stahl
Botafogo
1862

Rua Direita, atual rua Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita, atual rua Primeiro de Março
Rua Direita, atual 1º de Março, tendo à direita o prédio neoclássico de varanda e colunas, reformado pelo arquiteto francês Gradjean de Montigny, sede da Praça do Comércio da cidade. A seguir está a Casa dos Contos, antigo Palácio dos Governadores. No local das duas construções hoje estão os prédios dos Correios e Telégrafos e do Banco do Brasil.
Augusto Stahl
Praça do Comércio ; Centro
1862

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Praia de Botafogo no seu trecho final, com seu rico casario.
Augusto Stahl
Botafogo
1863

Porto de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto de São Domingos
Fotografia tirada do Morro de São João, retrata o Porto de São Domingos, com seu casario da Rua da Praia (atual Visconde do Rio Branco) e o Hotel de France ao fundo. À direita podemos ver a ponte de embarque das lanchas para o Rio de Janeiro. Ficava na freguesia de São Domingos a sede da Presidência da Província Fluminense.
Augusto Stahl
São Domingos
1859

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Praia de Botafogo, vendo-se ao longe o morro Dois Irmãos, a Pedra da Gávea e o maciço da Pedra Bonita.
Augusto Stahl
Enseada de Botafogo
1862

Largo do Machado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Machado
Largo do Machado e a Igreja Nossa Senhora da Glória sendo construída. Antes de se tornar Largo do Machado, chamou-se campo das Pitangueiras e das Laranjeiras. Machado deve-se à existência de um enorme machado de pau no primeiro açougue aí instalado. Em 1834 foi renomeado Largo da Glória, por conta da igreja aí construída, e em 1880 chamou-se Praça Duque de Caxias, logo após a morte do general, mas logo voltou a ser Largo do Machado. A pedra fundamental da igreja foi lançada em 1842 pelas mãos de D. Pedro II ainda menino, e era um projeto dos franceses Koeler e Rivière. As obras foram interrompidas em 1864, por falta de recursos, e reiniciadas em 1868. Finalmente em 1872 a igreja foi terminada.
Stahl & Wahnschaffe
Largo do Machado
circa 1862

Praça da Constituição, atual praça Tiradentes, destaque para a estátua equestre de Pedro I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da Constituição, atual praça Tiradentes, destaque para a estátua equestre de Pedro I
Os lados leste e sul da Praça da Constituição. Ao fundo, a Barreira do Morro de Santo Antônio e o prédio do Zur Stadt Coblens, à direita da estátua. A praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Augusto Stahl
Centro
circa 1865

Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Praia, Morro e Igreja da Nossa Senhora da Glória do Outeiro. A Igreja foi inaugurada por volta de 1740 para substituir a frágil ermida original.
Augusto Stahl
Glória
circa 1865

Vista de Niterói, tomada do Morro de São João Batista
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Niterói, tomada do Morro de São João Batista
Vista de Niterói tirada do centro da cidade, do Morro de São João Batista. Na fotografia aparece em boa parte de sua extensão a antiga Rua da Praia, atual Visconde do Rio Branco. O primeiro prédio à direita fica na esquina da Rua da Conceição, bem em frente ao aterro feito para a construção do Mercado Municipal. Depois transformado em quartel, foi demolido para a construção da Estação das Barcas.
Augusto Stahl
Centro
1865

Rua da Floresta com Rua Catumbi
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Floresta com Rua Catumbi
O Catumbi, apesar de sua insalubridade, era um bairro residencial de classe alta, cujos moradores eram proprietários de terras e escravos.
Augusto Stahl
Catumbi
1862

São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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São Domingos
Vista da Praia de São Domingos, com a fortaleza do Gragoatá à direita. Na ponta do Gragoatá, logo depois de São Domingos, está o morro conhecido como "Barreiras Vermelhas", que marcava o limite da antiga sesmaria doada ao cacique Araribóia. Ficava na freguesia de São Domingos a sede da Presidência da Província Fluminense.
Augusto Stahl
São Domingos
1865

Costa de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Costa de São Domingos
Vista da Costa de São Domingos, em Niterói, um dos bairros mais antigos da cidade. A área pertencia inicialmente à Sesmaria dos Índios (doada ao Cacique Araribóia), tendo sido mais tarde ocupada pelos colonizadores portugueses. Foram estes que fundaram uma propriedade agrícola com plantação de cana-de-açúcar e engenho, além de uma capela hoje chamada de Igreja de São Domingos. Ao fundo, o maciço das montanhas cariocas, área da Floresta da Tijuca.
Augusto Stahl
São Domingos
1865

Largo do Matadouro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Matadouro
Augusto Stahl
Atual Praça da Bandeira
1863

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Stahl & Wahnschaffe
Icaraí
circa 1865

Dique Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Dique Imperial
Iniciada a obra no ano de 1824, por iniciativa do Marquês de Paranaguá, que indicou o inglês Henry Law para o serviço. Law acabou desistindo da empreitada, alegando que a mão-de-obra oferecida pelo governo era insatisfatória. Por isso a obra do dique só foi finalizada em 1861.
Augusto Stahl
Ilha das Cobras
circa 1862

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio de Janeiro
Rua não identificada, uma das que dava acesso ao Morro de Paula Matos, junto ao bairro de Santa Teresa. Considerados dois dos locais mais agradáveis da cidade, eram bastante procurados por moradores que queriam fugir das epidemias e do calor do Rio de Janeiro.
Augusto Stahl
Rio de Janeiro
circa 1865

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Imperador
Vista da Rua do Imperador, no cruzamento com a Rua Barbosa (depois Cruzeiro, depois João Pessoa). À direita estão a Rua D. Francisca, atual General Osório, e os barracões da Colônia. Na primeira construção à esquerda funcionava a ferraria de Sixel e, ao fundo, está a casa do Barão de Ubá, atual colégio Sacré-Cœur.
Augusto Stahl
Rua do Imperador
1863

Vista de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Petrópolis
Vista tirada do alto da Rua Princesa Dona Januária, atual Marechal Deodoro, onde se reconhece a Velha Fazenda do Córrego Seco. À esquerda está a Pensão Geoffrey e ao fundo o Palácio Imperial Príncipe Grão Pará em Petrópolis.
Augusto Stahl
Rua Princesa Dona Januária (atual Marechal Deodoro)
1860

Morro do Corcovado visto da Ladeira dos Guararapes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado visto da Ladeira dos Guararapes
Augusto Stahl
Cosme Velho
circa 1865

O Cais das Amarras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Cais das Amarras
O Cais das Amarras possui um conjunto de belos casarões de sete andares, em estilo Dona Maria I, com o pé direito muito alto e de frente para o mar. No térreo e no primeiro andar funcionavam armazéns e escritórios e, no alto, as residências. Mais adiante, o cais é a atual rua Miguel Calmon, e à direita a ponte da Navegação Baiana.
Rodolpho Lindemann
Cais das Amarras
circa 1885

Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arsenal da Marinha
Arsenal da Marinha e suas dependências, vendo-se ao fundo o Convento dos Carmelitas Descalços ou de Santa Teresa. À direita, no mesmo plano, o Passeio Público.
Guilherme Gaensly
Arsenal da Marinha
circa 1880

Engenho São João
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Engenho São João
Lago com gado ao redor engenho São João, no recôncavo açucareiro da Bahia. O engenho pertencia ao visconde de Pedra Branca, que o passou à filha, a condessa de Barral.
Autoria não identificada
Recôncavo Baiano
1865

Engenho São João
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Engenho São João
O engenho, pertecente ao Visconde Pedra Branco, foi legado a sua filha Condessa de Barral. Na foto, na varanda à esquerda, está o Conde de Barral . Na tabuleta que pende do teto da casa à direita lê-se "viva N.S. das Graças". Era devoção da Condessa.
Autoria não identificada
Recôncavo Baiano
1865

Engenho São João
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Engenho São João
Engenho São João, no recôncavo açucareiro da Bahia. Pertencia ao visconde de Pedra Branca, que o passou à filha, a condessa de Barral.
Autoria não identificada
Recôncavo Baiano
circa 1865

Engenho São João
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Engenho São João
Engenho São João, no recôncavo açucareiro da Bahia. Pertencia ao visconde de Pedra Branca, que o passou à filha, a condessa de Barral.
Autoria não identificada
Recôncavo Baiano
1865

Engenho São João
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Engenho São João
Engenho São João, no recôncavo açucareiro da Bahia. Pertencia ao visconde de Pedra Branca, que o passou à filha, a condessa de Barral.
Autoria não identificada
Recôncavo Baiano
1865

Equipamento movido a carvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Equipamento movido a carvão
Benjamin Mulock
BA
circa 1860

Belém
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Belém
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Doca do Ver-o-Peso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Doca do Ver-o-Peso
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Porto do Pará
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto do Pará
Estação de Passageiros.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Correio e Telégrafo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Correio e Telégrafo
Antigo correio, atual SNAP.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Armazém nº 5
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Armazém nº 5
Armazéns das Docas.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Correio e Telégrafo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F08-006.jpg
Correio e Telégrafo
Antigo correio, atual SNAP.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Liceu do Pará
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Liceu do Pará
Liceu paraense, projetado pelo arquiteto italiano Landi.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Mercado de Ferro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado de Ferro
O Mercado de Ferro, cujo prédio foi construído na Inglaterra em estilo neoclássico, faz parte do mercado Ver-o-Peso. Uma das mais tradicionais atrações da cidade, o mercado abriga inúmeras barracas de produtos típicos do Norte do país. O Ver-o-Peso teve início no século XVII, e continua sendo de grande importância para o abastecimento da cidade. Em suas proximidades há um cais, com intenso movimento de embarcações que abastecem a feira.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Doca do Ver-o-Peso - Estação de Passageiros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Doca do Ver-o-Peso - Estação de Passageiros
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça Visconde do Rio Branco, popularmente conhecida como Praça das Mercês
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Visconde do Rio Branco, popularmente conhecida como Praça das Mercês
A praça, local central de Belém, foi construída no século XVIII, sendo denominada então de "Largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, Largo da Pólvora. Com a deposição de D. Pedro II, os republicanos erigiram no local um monumento em homenagem à proclamação da República, quando então passou a chamar-se Praça da República.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910

Praça Dom Frei Caetano Brandão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Dom Frei Caetano Brandão
A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República
A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça Dom Frei Caetano Brandão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Dom Frei Caetano Brandão
A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Catedral da Sé
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catedral da Sé
A Catedral da Sé, ponto de partida da procissão do Círio de Nazaré, começou a ser construída em 1748 pelo arquiteto italiano Antônio Landi. Possui elementos barrocos, coloniais e neoclássicos em sua arquitetura e, por dentro, há onze altares de mármore, com painéis que substituem as imagens tradicionais. O também italiano Domenico de Angelis foi o responsável pelas telas e pela decoração da abóbada, e Cavaillé Call fez o órgão com mais de oitenta metros de altura.
Autoria não identificada
Praça Frei Caetano Brandão
circa 1910

Quartel General
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quartel General
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça Batista Campos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Batista Campos
Praça importante que abrigava o palacete onde funcionava a Assembléia, a Câmara Municipal e o Tesouro Provincial.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça Batista Campos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Batista Campos
Praça importante que abrigava o palacete onde funcionava a Assembléia, a Câmara Municipal e o Tesouro Provincial.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República
A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República
A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Estátua do General Gurjão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua do General Gurjão
Praça Batista Campos, foi uma importante praça que abrigava o palacete onde funcionava a Assembléia, a Câmara Municipal e o Tesouro Provincial. O Monumento ao General foi erguido e inaugurado em 1882.
Autoria não identificada
Praça Batista Campos
circa 1910

Construção da Praça da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Construção da Praça da República
A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Igreja das Mercês
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja das Mercês
A igreja das Mercês foi construída em 1640 e reformada no século XVIII com base no projeto do arquiteto italiano Antônio Landi. O templo serviu de refúgio para os revoltosos da Cabanagem e faz parte do conjunto arquitetônico formado também pelo Convento dos Mercedários.
Autoria não identificada
Praça das Mercês (Praça Visconde do Rio Branco) ; Campina
circa 1910

Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arsenal da Marinha
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Igreja da Santíssima Trindade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Santíssima Trindade
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Bosque Rodrigues Alves
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bosque Rodrigues Alves
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Ponte de tijolo no interior da praça Batista Campos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte de tijolo no interior da praça Batista Campos
Levando o nome de um dos principais personagens da Cabanagem: Cônego Batista Campos, morto em 1834, a praça é um dos ambientes mais bonitos da capital paraense. Possui quase 3 mil metros quadrados de área construída, fica localizada no quadrilátero formado pela Serzedelo Corrêa, Mundurucus, Tamoios e Padre Eutiquio. Classificada também como um espaço cultural onde os visitantes podem praticar atividades físicas, lazer ou apenas buscar por paz e sossego.
Autoria não identificada
Praça Batista Campos
circa 1910

Ponte de Madeira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte de Madeira
Levando o nome de um dos principais personagens da Cabanagem: Cônego Batista Campos, morto em 1834, a praça é um dos ambientes mais bonitos da capital paraense. Possui quase 3 mil metros quadrados de área construída, fica localizada no quadrilátero formado pela Serzedelo Corrêa, Mundurucus, Tamoios e Padre Eutiquio. Classificada também como um espaço cultural onde os visitantes podem praticar atividades físicas, lazer ou apenas buscar por paz e sossego.
Autoria não identificada
Praça Batista Campos
circa 1910

Ponte de Madeira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte de Madeira
Levando o nome de um dos principais personagens da Cabanagem: Cônego Batista Campos, morto em 1834, a praça é um dos ambientes mais bonitos da capital paraense. Possui quase 3 mil metros quadrados de área construída, fica localizada no quadrilátero formado pela Serzedelo Corrêa, Mundurucus, Tamoios e Padre Eutiquio. Classificada também como um espaço cultural onde os visitantes podem praticar atividades físicas, lazer ou apenas buscar por paz e sossego.
Autoria não identificada
Praça Batista Campos
circa 1910

Interior da Praça Batista Campos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior da Praça Batista Campos
Levando o nome de um dos principais personagens da Cabanagem: Cônego Batista Campos, morto em 1834, a praça é um dos ambientes mais bonitos da capital paraense. Possui quase 3 mil metros quadrados de área construída, fica localizada no quadrilátero formado pela Serzedelo Corrêa, Mundurucus, Tamoios e Padre Eutiquio. Classificada também como um espaço cultural onde os visitantes podem praticar atividades físicas, lazer ou apenas buscar por paz e sossego.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Interior do Parque da Residência
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior do Parque da Residência
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Coreto na Praça da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Coreto na Praça da República
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Grupamento de Batalhão Militar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Grupamento de Batalhão Militar
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Avenida 16 de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida 16 de Novembro
No primeiro plano, à direita, a loja "A Nova Vencedora", de J. Antunes Paulino.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Colégio Gentil Bittencourt
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Colégio Gentil Bittencourt
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Palácio Lauro Sodré, antigo Palácio dos Governadores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Lauro Sodré, antigo Palácio dos Governadores
Palácio Lauro Sodré, antigo Palácio dos Governadores, é um prédio histórico datado de 1772. A partir de 1994 é a sede do Museu Histórico do Estado do Pará (MHEP).
Autoria não identificada
Museu Histórico do Estado do Pará
circa 1910

Praça da República, antigo Largo da Pólvora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República, antigo Largo da Pólvora
Praça da República trazendo em destaque o monumento à República, tendo no fundo, à direita, o Teatro da Paz. A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça da República, antigo Largo da Pólvora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República, antigo Largo da Pólvora
A Praça da República, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "Largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, Largo da Pólvora. Depois do governo imperial ter caído, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, donde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça da República, antigo Largo da Pólvora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República, antigo Largo da Pólvora
A praça da república, local central de Belém, foi construída no século XVIII e tinha como nome "largo da Campina". Era lugar destinado ao enterro de escravos e pessoas pobres. No império, o espaço abrigou um depósito de pólvora, que deu origem ao seu segundo nome, largo da Pólvora. Depois da queda do governo imperial, os republicanos colocaram um monumento em alusão à proclamação da República, de onde advém o nome que por hoje a praça é conhecida.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Vista de Bélem, vendo-se o Teatro da Paz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Bélem, vendo-se o Teatro da Paz
Na Praça da República, antigo Largo da Pólvora, o Teatro da Paz foi inaugurado em 1878, quando a cidade vivia um período de enriquecimento ocasionado pelo ciclo da borracha.
Autoria não identificada
Praça da República
circa 1910

Theatro da Paz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F08-040.jpg
Theatro da Paz
O Theatro da Paz foi fundado em 15 de fevereiro de 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região amazônica. Belém foi considerada “A Capital da Borracha”. Mas, apesar desse progresso a cidade ainda não possuía um teatro de grande porte, capaz de receber espetáculos do gênero lírico. Buscando satisfazer o anseio da sociedade da época, o governo da província contrata o engenheiro militar José Tiburcio de Magalhães que dá inicio ao projeto arquitetônico inspirado no Teatro Scalla de Milão (Itália).
Autoria não identificada
Rua da Paz
circa 1910

Belém
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Belém
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Igreja de Santo Antônio, Capela da Ordem terceira de São Francisco e Hospital da Ordem terceira.
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Santo Antônio, Capela da Ordem terceira de São Francisco e Hospital da Ordem terceira.
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Praça da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F08-043.jpg
Praça da República
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Livraria Gillet, Cardoso e Casa Colombo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Livraria Gillet, Cardoso e Casa Colombo
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Loja Louvre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Loja Louvre
Autoria não identificada
Belém
circa 1910

Loja Paris N´América
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Loja Paris N´América
Tradicional loja de tecidos contruída na época do ciclo da borracha, localizada na esquina da Rua Santo Antônio com a Praça Barão de Guajará
Marc Ferrez
Rua Santo Antônio, 132
circa 1910

Corrida de barcos na Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corrida de barcos na Baía de Guanabara
Autoria não identificada
Botafogo
1933

Rua Direita (atual 1º de Março)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita (atual 1º de Março)
Rua Direita, atual 1º de Março. Casario antigo, Cadeia Velha, igreja de São José e o Morro do Castelo.
Juan Gutierrez
Centro
1894

Largo da Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro, no dia da realização de sua última missa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro, no dia da realização de sua última missa
A Igreja guardava relíquias históricas da cidade, como o marco de fundação, a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Com a demolição do Morro do Castelo, que teve início em 1922, tais relíquias foram transferidas para a Igreja dos Capuchinhos, na rua Haddock Lobo, na Tijuca.
Augusto Malta
Morro do Castelo
1 de novembro de 1921

Convento dos Capuchinhos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Convento dos Capuchinhos
Convento dos Capuchinhos, localizado no alto do Morro do Castelo, na praça de nome São Sebastião. A ordem religiosa foi instalada no local em 1842 e lá permaneceu até 1922, quando teve início a demolição do morro.
Augusto Malta
Morro do Castelo
1 de março de 1921

Largo da Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro
A Igreja guardava relíquias históricas da cidade, como o marco de fundação, a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Com a demolição do Morro do Castelo, que teve início em 1922, tais relíquias foram transferidas para a Igreja dos Capuchinhos, na rua Haddock Lobo, na Tijuca.
Augusto Malta
Morro do Castelo
31 de março de 1920

Igreja dos Jesuítas e Observatório Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja dos Jesuítas e Observatório Nacional
Convento dos Capuchinhos e Observatório Nacional, localizados na praça mais elevada do Morro do Castelo. O Observatório, por volta de 1921, foi transferido para o Morro de São Januário, também no Rio de Janeiro.
Augusto Malta
Morro do Castelo
1922

Morro do Castelo e Ladeira da Ajuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Castelo e Ladeira da Ajuda
Subida para o Morro do Castelo pela Ladeira da Ajuda, que já havia se chamado ladeira do Poço do Porteiro, do Seminário e da Mãe do Bispo. Ela partia de onde hoje situa-se o prédio da Biblioteca Nacional. No canto à direita encontra-se o Convento dos Capuchinhos, antiga Igreja da Sé, localizada na praça mais elevada do morro, chamada de Praça de São Sebastião. Na ladeira vemos ainda as roupas estendidas pelas famosas lavadeiras do Castelo.
Augusto Malta
Morro do Castelo
1906

Largo do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Castelo
Augusto Malta
Morro do Castelo
1921

Praça do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça do Morro do Castelo
Augusto Malta
Morro do Castelo
30 de julho de 1921

Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Castelo
Vista do Morro do Castelo em foto tirada do Palace Hotel, propriedade da família Guinle, localizado na Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco. Bem destacado, o edifício do Convento dos Capuchinhos, Ordem instalada no local em 1842, e a Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Augusto Malta
Morro do Castelo
28 de outubro de 1920

Rua da Ajuda com Ladeira do Seminário
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Ajuda com Ladeira do Seminário
Augusto Malta
Centro
circa 1904

Largo da Mãe do Bispo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Mãe do Bispo
Localizado entre o Morro do Castelo e a Lagoa do Boqueirão, o Largo foi chamado primeiramente de Largo da Ajuda por abrigar ao seu redor a Igreja de Nossa Senhora da Ajuda. No século XVIII, porém, morou por lá uma senhora cujo filho foi nomeado bispo do Rio de Janeiro em 1774. A distinta senhora então passou a ser referência na cidade, e a população começou a chamar o Largo da Ajuda também de Mãe do Bispo.
Augusto Malta
Largo da Mãe do Bispo (atual Praça Floriano ou Cinelândia)
1904

Prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro
Antiga Escola de São José, depois Conselho Municipal, localizado no largo da Mãe do Bispo, atual Praça Marechal Floriano. Em 1918 o prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro é demolido e no mesmo local, em 1920, começam as obras do Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923.
Augusto Malta
Largo da Mãe do Bispo, atual Praça Marechal Floriano ; Centro
circa 1904

Largo da Escola de Medicina e igreja Nossa Senhora do Bonsucesso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Escola de Medicina e igreja Nossa Senhora do Bonsucesso
Ao fundo a Ladeira da Misericórdia, um dos acessos ao Morro do Castelo.
Augusto Malta
Morro do Castelo
circa 1920

Largo do Moura
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Moura
Augusto Malta
Centro
1907

Panorama tomado da Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama tomado da Igreja de Santa Luzia
Augusto Malta
Centro
12 de outubro de 1902

Praia de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Santa Luzia
A Praia de Santa Luzia ficava entre o antigo forte de São Thiago (Ponta do Calabouço, hoje Museu Histórico Nacional) e o Passeio Público. Era a antiga praia de banho das cariocas, com suas velhas pontes e compridos cestos ligados a bóias para nadadores cansados.
Augusto Malta
Centro
1906

Rua Santa Luzia, esquina com rua da Ajuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Santa Luzia, esquina com rua da Ajuda
Augusto Malta
Centro
1903

Rua da Ajuda, do número 139 ao 147
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Ajuda, do número 139 ao 147
Augusto Malta
Centro
1903

Rua da Ajuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Ajuda
A rua da Ajuda começava na rua São José, contornava o Morro do Castelo e terminava onde hoje fica o obelisco que marca o fim da Avenida Rio Branco.
Augusto Malta
Centro
1903

Rua da Ajuda, números 80, 82 e 84
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Ajuda, números 80, 82 e 84
Augusto Malta
Centro
1903

Rua da Ajuda, atual Rua Rodrigo Silva - do número 71 ao 79
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Ajuda, atual Rua Rodrigo Silva - do número 71 ao 79
Augusto Malta
Avenida Central, atual Rio Branco ; Centro
1903

Rua da Ajuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Ajuda
Rua da Ajuda, ao chegar ao Largo da Mãe do Bispo. Ao fundo, o Convento da Ajuda.
Augusto Malta
Centro
1903

Rua da Ajuda, Chácara da Floresta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Ajuda, Chácara da Floresta
Augusto Malta
Centro
1903

Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Castelo
Augusto Malta
Centro
1920

Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Castelo
Obras da Avenida Central. Ao fundo, à direita, o Morro do Castelo.
Augusto Malta
Centro
1920

Ruínas do morro do Castelo; à esquerda, parte do aterro feito com a terra retirada do morro; à direta, Biblioteca Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ruínas do morro do Castelo; à esquerda, parte do aterro feito com a terra retirada do morro; à direta, Biblioteca Nacional
Morro do Castelo sendo destruído por jatos d'água, última palavra em tecnologia da época. A demolição teve início em agosto e só terminou em novembro, incompleta. No entanto, o morro só foi definitivamente arrasado com o prefeito Henrique Dodsworth na época do Estado Novo. O Morro do Castelo era um dos marcos iniciais da cidade colonial, e por isso mesmo foi destruído, segundo as idéias "modernizadoras" de uma República que se queria, ao menos na aparência, ser civilizada e moderna e esquecer do passado colonial.
Augusto Malta
Morro do Castelo
9 de outubro de 1922

Ponta do Calabouço
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponta do Calabouço
O Arsenal foi construído a mando do Conde de Bobadela (o governador Gomes Freire de Andrade) que, preocupado com as investidas dos corsários na cidade, construiu um arsenal de guerra capaz de armar seus soldados que vinham de Portugal. Com a chegada da família Real e a indepêndencia, o Arsenal ganha grandes proporções para produção e armazenamento de armas e munições para abastecer a Guarda Nacional e depois o Exército Brasileiro. Em 1922 abriga parte da Exposição do Centenário da Independência do Brasil, quando o arsenal foi transferido para a Ponta do Caju. Ponta do Calabouço e o Arsenal de Guerra, local onde hoje se localiza o Museu Histórico Nacional
Augusto Malta
Centro
1921

Rua São José; dos números 78 ao 98
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua São José; dos números 78 ao 98
Augusto Malta
Centro
1909

O Arquivo Público; rua dos Ourives, esquina com rua da Assembléia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Arquivo Público; rua dos Ourives, esquina com rua da Assembléia
Augusto Malta
Centro
1909

Rua da Assembleia; números do 13 ao 48
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Assembleia; números do 13 ao 48
Augusto Malta
Centro
1909

Rua 7 de Setembro, esquina com a Rua dos Ourives (atual Miguel Couto)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua 7 de Setembro, esquina com a Rua dos Ourives (atual Miguel Couto)
Augusto Malta
Centro
1903

Rua 7 de Setembro, esquina com a rua dos Ourives
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua 7 de Setembro, esquina com a rua dos Ourives
Augusto Malta
Centro
1908

Rua dos Ourives
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua dos Ourives
Augusto Malta
Centro
1908

Rua dos Ourives; números do 48 ao 52
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F10-045.jpg
Rua dos Ourives; números do 48 ao 52
Augusto Malta
Centro
1908

Beco da Batalha, números 14, 12 e 10
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F10-047.jpg
Beco da Batalha, números 14, 12 e 10
O Beco e o Largo da Batalha ficavam no bairro da Misericórdia, nos arredores do Morro do Castelo. Seu nome teve origem num oratório dedicado à Nossa Senhora da Batalha.
Augusto Malta
Antigo Beco da Batalha ; Centro
19 de outubro de 1907

Câmara e Cadeia Velha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Câmara e Cadeia Velha
Prédio construído no século XVII, quando os vereadores da cidade decidiram deixar o morro do Castelo para construir a nova câmara perto da Igreja de São José, na rua da Misericórdia. Em meados do século XVIII, o prédio abrigou também o tribunal de relações, e foi nessa época inclusive que lá ficou Tiradentes, na cadeia, até ser enforcado e esquartejado. Em 1794 os vereadores voltaram a ocupar o prédio, mas em 1808 foram novamente retirados já que a construção foi anexada ao Paço, destinado a ser a nova sede do Império Português.
Augusto Malta
Rua da Misericórdia (atual Av. Presidente Antonio Carlos)
1911

Largo de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo de São Domingos
O Largo de São Domingos e arredores era zona de baixo meretrício no século XIX. Com a reforma de Pereira Passos e a abertura da Av. Passos, antiga rua da Lampadosa, o largo foi ocupado de lojas e ganhou nova vida.
Augusto Malta
Largo de São Domingos
19 de outubro de 1926

Largo de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo de São Domingos
Augusto Malta
Rio de Janeiro
19 de outubro de 1926

Igreja de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de São Domingos
Igreja de São Domingos, no Largo de São Domingos, atual Avenida Presidente Vargas.O Largo de São Domingos e arredores era zona de baixo meretrício no século XIX. Com a reforma de Pereira Passos e a abertura da Av. Passos, antiga rua da Lampadosa, o largo foi ocupado por lojas e ganhou nova vida.
Augusto Malta
Largo São Domingos, atual avenida Presidente Vargas ; Centro
1926

Igreja de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de São Domingos
Augusto Malta
Largo São Domingos, atual avenida Presidente Vargas ; Centro
1926

Antigo Largo do Paço; Mercado da Praia do Peixe, ao fundo, e o Mosteiro de São Bento, à direita
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Antigo Largo do Paço; Mercado da Praia do Peixe, ao fundo, e o Mosteiro de São Bento, à direita
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas construíram ali o seu convento. Ali se instalaram também, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e da Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, porque o Rio havia se tornado capital da Côlonia. Na segunda metade do mesmo século foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902 foi construído o Cais Pharoux, que substituiu o antigo do século XVIII.
Augusto Malta
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1905

Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ipanema
O bairro de Ipanema foi surgindo na última década do século XIX, por iniciativa do Barão de Ipanema. O próprio nome do bairro, aliás, foi homenagem deste para com seu pai, o Conde de Ipanema. A urbanização coube ao Barão e seu amigo, Coronel José Silva. Em 1894 eles abriram as praças Marechal Floriano Peixoto (hoje General Osório) e Coronel Valadares (ou N.S. da Paz), a Av. Vieira Souto e outras. Somente em 1902 os primeiros bondes começaram a transitar por Vila Ipanema, como era chamado o novo bairro.
Augusto Malta
Ipanema
circa 1910

Largo da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas construíram ali o seu convento. Ali se instalaram também, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e da Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, porque o Rio havia se tornado capital da Côlonia. Na segunda metade do mesmo século foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902 foi construído o Cais Pharoux, que substituiu o antigo do século XVIII.
Augusto Malta
Rio de Janeiro
1905

Chafariz do Largo da Carioca e Imprensa Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chafariz do Largo da Carioca e Imprensa Nacional
O Chafariz do Largo da Carioca, que hoje não existe mais, foi o primeiro da história do Rio de Janeiro. Construído em estilo barroco, em 1723 tinha a função de abastecer a cidade, que sofria com o crônico problema da falta de água. Em 1834 o chafariz foi demolido para dar lugar a um outro, agora em estilo neo-clássico. O chafariz, porém, não conseguiu alcançar 100 anos de vida, pois em 1925 o prefeito Alaor Prata destruiu-o por completo.
Augusto Malta
Largo da Carioca
6 de maio de 1912

Convento e Igreja de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Convento e Igreja de Santo Antônio
Convento e Igreja de Santo Antônio e Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência.
Augusto Malta
Largo da Carioca
1902

Convento de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Convento de Santo Antônio
Augusto Malta
Centro
1903

Vista do centro do Rio; arredores da Avenida Passos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do centro do Rio; arredores da Avenida Passos
À esquerda a Igreja de Santa Efigênia, na Rua da Alfândega.
Augusto Malta
Centro
circa 1910

Convento da Ajuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Convento da Ajuda
Augusto Malta
Praça Floriano Peixoto, atual Cinêlandia ; Centro
1905

Convento da Ajuda, fonte das Saracuras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Convento da Ajuda, fonte das Saracuras
Augusto Malta
Centro
26 de outubro de 1911

Pátio interno do Convento da Ajuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pátio interno do Convento da Ajuda
Augusto Malta
Centro
circa 1911

Chácara do Convento da Ajuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chácara do Convento da Ajuda
Augusto Malta
Centro
26 de outubro de 1911

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Augusto Malta
Centro
circa 1910

Aquário do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aquário do Passeio Público
Augusto Malta
Centro
circa 1908

Quiosque "Chopp Berrante", no Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quiosque "Chopp Berrante", no Passeio Público
O dono do quiosque "Chopp Berrante", Augusto dos Santos, está à esquerda da imagem. O fotógrafo Marc Ferrez vendia seus filmes para Augusto, que os exibia projetados em lençóis estendidos entre as árvores, no jardim do parque. Posteriormente, Ferrez inaugurou o Cine Pathé.
Augusto Malta
Rua do Passeio ; Centro
1908

Parque da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Parque da República
Depois de ter sido palco dos eventos que levaram à proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, o novo governo trocou o nome de Campo de Santana para Praça da República e ao parque que ali havia desde 1811 igualmente homenageou a nova forma de governo. O parque, aliás, foi inaugurado pelo próprio D.João VI em 1818, por ocasião de seu aniversário. Passou a integrar o cotidiano dos cariocas, e pelo dia, as lavadoras iam trabalhar nos tanques, enquanto à noite o espaço virava ponto de encontro dos estudantes, pelo menos até a chegada da polícia que os debandava. Em torno havia um picadeiro que servia para que os soldados aquartelados ali perto se exercitassem.
Augusto Malta
Praça da República (ou Campo de Santana)
circa 1908

Aqueduto da Carioca, conhecido como Arcos da Lapa; a partir do Morro do Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca, conhecido como Arcos da Lapa; a partir do Morro do Santo Antônio
Ao fundo, o convento de Santa Teresa.
Augusto Malta
Morro do Santo Antônio
circa 1915

Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Santa Teresa
O bairro surgiu a partir de um convento que ali se instalara no século XVIII. O Convento das Carmelitas Descalças ou simplesmente Teresianas, nasceu da iniciativa de duas moças de tradicionais famílias cariocas e com a ajuda e patrocínio de Gomes Freire, então governador da Côlonia. Em sua volta, por ocasião da expansão da cidade, chácaras da camada abastada da sociedade foram surgindo, acompanhando mais tarde o aparecimento de sobrados. O bonde só surgiu em 1872.
Augusto Malta
Santa Teresa
1918

Vista do bairro de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro de Santa Teresa
Augusto Malta
Santa Teresa
circa 1918

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e arquiteto paisagístico Auguste François Glaziou que reformulou seus jardins deixando, no entanto, intocáveis as obras de mestre Valentim.
Augusto Malta
Lapa
circa 1910

Trapiche Maxwell
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Trapiche Maxwell
Augusto Malta
Centro
circa 1915

Cais Pharoux
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais Pharoux
Augusto Malta
Centro
circa 1906

Estação da Cantareira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação da Cantareira
Estação das Barcas na Praça XV, no centro do Rio de Janeiro, prédio projetado pelo artista Tomas Driendl e inaugurado em 1906. A exploração da navegação a vapor na baía de Guanabara foi autorizada por D. João VI em 1817, sendo a primeira linha regular para Niterói inaugurada em 14 de outubro de 1835. Antes, no início do século XIX, a navegação pela baía era feita por faluas, saveiros e botes em viagens longas e perigosas durante a noite. Em 1860 o governo imperial autorizou a Companhia Ferry a introduzir o sistema de ferry boats, embarcações a vapor que transportavam cargas, veículos e passageiros. As estações ficavam no Cais Pharoux (atual Praça XV), no Rio, e em frente a rua Chagas (hoje Praça Leoni Ramos), em São Domingos, Niterói. Com a fusão da Companhia Ferry e da Empresa de Obras Públicas do Brasil em 1889 surgiu a Companhia Cantareira e Viação Fluminense, que introduziu a venda de passes, recuperou as barcas antigas e construiu novas estações no Rio e em Niterói.
Augusto Malta
Praça XV de Novembro
1920

Mercado Municipal do Rio de Janeiro, ou, mercado da Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado Municipal do Rio de Janeiro, ou, mercado da Praça XV de Novembro
Quiosque em frente ao mercado municipal da Praça XV. Os quiosques eram pequenas construções de madeira em estilo oriental localizadas em praças, largos e ruas da cidade. Considerados símbolos do atraso por serem frequentados pela gente humilde, foram retirados quando da reforma modernizadora promovida por Pereira Passos no início do século XX. O primeiro mercado municipal teve sua construção iniciada em 1825, projetado pelo francês Grandjean de Montigny, que ficou pronto somente em 1841. Quando Passos iniciou as obras de modernização da cidade, o mercado primitivo (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido e em seu lugar foi levantado um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica e projetado por Alfredo Azevedo Marques. Com cinco torres metálicas que delimitavam seu espaço, hoje resta apenas uma, na qual funciona um restaurante.
Augusto Malta
Praça XV de Novembro
7 de novembro de 1911

Rua Primeiro de Março; na altura da Rua do Ouvidor
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março; na altura da Rua do Ouvidor
Augusto Malta
Centro
1 de novembro de 1911

Largo de Santa Rita
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo de Santa Rita
Augusto Malta
Centro
23 de fevereiro de 1906

Politécnica de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Politécnica de São Francisco de Paula
Localizada no Largo de São Francisco de Paula, o prédio foi o primeiro no Brasil erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. Foi sede da Escola Politécnica, antiga Escola Central. As origens da Escola confundem-se com as da Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o prédio do Largo de São Francisco. Em 1874, a totalidade do ensino militar passara para a escola da Praia Vermelha, e a antiga Escola Central passou a ser formada somente por civis, e ganhou o nome de Politécnica. Seu primeiro diretor foi o Visconde do Rio Branco. Atualmente é sede do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.
Augusto Malta
Largo de São Francisco de Paula
circa 1920

Praça da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República
Chamava-se à época de Malta Praça da República, tendo várias denominações anteriores, a começar com Campo de Sant´Anna, que se refere a antiga igreja que lá ergueu-se. Passou a chamar-se Campo da Aclamação no Império, e por breve período Campo da Honra. Tantos nomes devem-se à agitada história do logradouro, que foi palco de momentos importantes na política. Na foto, podemos ver à direita o Ministério da Guerra, hoje Ministério do Exército. A arborização é obra de Pereira Passos, sendo que parte da praça foi tomada pela construção da avenida Presidente Vargas.
Augusto Malta
Centro
1906

Urca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Urca
A Urca só foi urbanizada no Governo Afonso Pena, em 1908, quando Sampaio Correia assumiu as obras. A Praia da Saudade ganhou um cais, dezenas de ruas foram pavimentadas e o edíficio da Escola de Guerra foi concluído. No entanto, para ligar a Academia Militar da Praia Vermelha a Botafogo, desde 1890 existiam linhas de bondes. Na inauguração, fizeram o trajeto pela primeira vez o Presidente Deodoro e o Ministro da Guerra, Benjamin Constant, ex-professor da escola, que saudou seus alunos por não precisarem mais fazer o trajeto a pé.
Augusto Malta
Urca
circa 1922

Praça 11 de Junho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça 11 de Junho
Praça Onze de Junho, que com seu nome rende homenagem à batalha do Riachuelo, da qual a Marinha Brasileira saiu vitoriosa contra as forças do General Lópes, na Guerra do Paraguai. A praça em si é do período colonial, e era um rocio da cidade que só foi embelezado no governo Imperial, em 1846. Neste ano, o arquiteto Grandjean de Montingny projetou um chafariz em forma de uma grande taça de mármore para enfeitá-la.
Augusto Malta
Praça Onze
circa 1922

Morro da Providência
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro da Providência
Augusto Malta
Santo Cristo
circa 1920

Francisco Bicalho e Gasômetro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Francisco Bicalho e Gasômetro
Ao fundo, o morro do Corcovado.
Augusto Malta
Santo Cristo
circa 1933

Vista da cidade tomada do bairro do Santo Cristo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da cidade tomada do bairro do Santo Cristo
Augusto Malta
Rua Monte Alverne ; Santo Cristo
circa 1922

Morro da Urca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro da Urca
Augusto Malta
Urca
circa 1930

Morro da Urca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro da Urca
Augusto Malta
Praia da Saudade, atual Avenida Pasteur ; Urca
circa 1915

Igreja do Bonfim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja do Bonfim
Templo, antes de tudo, do sincretismo onde ritos cristãos e africanos mesclavam-se, a Igreja do Bonfim foi inaugurada em 24 de junho de 1754. É de lá que parte a maior festa de Salvador, a saber, a lavagem das escadarias do Bonfim, em que os populares se concentram em frente à igreja e depois percorrem parte da cidade entoando cânticos e oferecendo flores.
Benjamin Mulock
Praça Senhor do Bonfim, Cidade Baixa
circa 1860

Paço Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Paço Municipal
O Paço Municipal teve sua primeira construção em 1549, feita em taipa e coberta por palha. Em 1660, foram demolidas edificações existentes na praça Municipal (uma das mais antigas da cidade) e erguido um novo edifício. O paço destaca-se por sua fachada principal de arcadas e colunas toscanas sobrepostas por janelas de púlpito, além das duas alas unidas por uma torrre central recoberta por uma cúpula. Foi remodelado em 1887 e novamente reformado no final da década de 1960, para que fosse resgatada a fachada em estilo colonial português.
Benjamin Mulock
Praça Municipal
circa 1860

Igreja e Hospício Nossa Senhora da Piedade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja e Hospício Nossa Senhora da Piedade
Datada de 1686, foi uma das primeiras residências dos capuchinhos no Brasil, ocupada inicialmente por monges de origem francesa. Em 1700 eles foram expulsos, por questões políticas, mas logo em 1705 a ordem voltou ao Brasil. Agora quem assumia as missões na Bahia eram os capuchinhos italianos.
Benjamin Mulock
Praça da Piedade
circa 1861

Novo Prédio da Alfândega
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Novo Prédio da Alfândega
Inaugurado em 1861, aparece no centro da imagem o novo prédio da Alfândega. À direita, as torres da Igreja de Nossa Senhora da Conceicão da Praia, arquitetura religiosa do século XVIII.
Benjamin Mulock
Cidade Baixa
1861

A Igreja dos Ingleses
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Igreja dos Ingleses
Com a abertura dos Portos, em 1808, os ingleses solicitaram a Dom João VI permissão para a construção de igrejas protestantes. O rei consentiu, mas especificou que as igrejas deveriam ter aspectos residenciais e não ter sineiras. Os ingleses construíram esta em Salvador e outras em cidades como Recife e Rio de Janeiro.
Benjamin Mulock
Campo Grande (atual Campo da Cidade)
circa 1860

Estação de passageiros da Bahia and San Francisco Railway
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação de passageiros da Bahia and San Francisco Railway
Estação de passageiros da Bahia and San Francisco Railway, a terceira estrada de ferro do Brasil, idealizada por John Watson. Na foto, pronta para inauguração.
Benjamin Mulock
Salvador
circa 1861

Alameda de Dendezeiros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alameda de Dendezeiros
Alameda dos Dendezeiros, na calçada do Bonfim. Recebeu este nome por causa deste tipo de palmeira que abunda no local. Hoje é a vila militar do Bonfim.
Benjamin Mulock
Bonfim
circa 1860

Praia vizinha do Porto da Barra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia vizinha do Porto da Barra
Segundo Gilberto Ferrez: "Praia vizinha do Porto da Barra, vista das proximidades do forte de Santo Antonio da Barra."
Benjamin Mulock
Barra
circa 1860

Cemitério dos Ingleses
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cemitério dos Ingleses
Um dos primeiros cemitérios da cidade, foi criado em 1814 para enterrar os estrangeiros não-católicos, que por essa razão não podiam ser enterrados nas igrejas e suas proximidades. Na fotografia ainda podemos contemplar a Igreja de Nossa Senhora da Vitória, que aparece no canto superior direito.
Benjamin Mulock
Barra
circa 1860

Farol e Forte de Santo Antônio da Barra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Farol e Forte de Santo Antônio da Barra
Farol e Forte de Santo Antônio da Barra, na ponta do Padrão, o mais antigo do sistema de defesa da cidade. Sobre as pedras, próximas ao mar, a fonte da Mãe d'Água. O forte começou a ser construído no século XVI, mas suas formas atuais só foram feitas no século XVII. No final deste século data o primeiro farol, de madeira e à óleo de baleia, e indicava aos navegantes ocorrências de corais ou bancos de areia na Baía de Todos os Santos.
Benjamin Mulock
Barra
circa 1860

Igreja de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Santo Antônio
A Igreja de Santo Antônio foi construída no final do século XVI e tem vista privilegiada da Barra. O muro à direita é do Cemitério dos Ingleses.
Benjamin Mulock
Barra
circa 1860

Palácio da Associação Comercial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio da Associação Comercial
Construído no local do Forte de São Fernando, que foi destruído para lhe dar lugar. Foi obra dos arquitetos Cosme Damião e Cunha Fidié, que o construíram no estilo neo-clássico. Primeiro prédio no Brasil nesse estilo, foi inaugurado em 28 de janeiro de 1817 em festa suntuosa pelo Conde dos Arcos. Também conhecido como Consulado.
Benjamin Mulock
Praça dos Arcos
circa 1860

Ladeira de São Bento
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ladeira de São Bento
A ladeira de São Bento indo em direção ao largo do Teatro. Vemos ao fundo, o forte o Mar e, ao centro, o chafariz que hoje está no largo da Mariquita, no Rio Vermelho.
Benjamin Mulock
Salvador
circa 1860

Vila de Santana do Catu
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vila de Santana do Catu
Vila de Santana do Catu, às margens da Bahia and San Francisco Railway.
Benjamin Mulock
Catu, antiga Santana do Catu
26 de novembro de 1860

Catedral Basílica
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catedral Basílica
Atual Catedral Basílica, era a Igreja dos Jesuítas. À direita, o Colégio dos Jesuítas e à esquerda três edificações preservadas até hoje.
Benjamin Mulock
Terreiro de Jesus
circa 1860

Teatro São João
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro São João
Inaugurado no dia 13 de maio de 1812, pegou fogo em 1923. Importante ponto cultural em Salvador, o teatro foi palco dos versos de Castro Alves, quando o poeta estreou sua única peça teatral "Gonzaga ou a Revolução de Minas", em 7 de setembro de 1867.
Benjamin Mulock
Largo do Teatro (atual Praça Castro Alves)
circa 1860

Vila Velha do Pereira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vila Velha do Pereira
Vila Velha do Pereira, no porto da Barra, local onde desembarcou Tomé de Sousa para fundar Salvador. Foi no porto também que ancoraram os invasores holandeses em 1624. À esquerda, vê-se o forte de São Diogo e o alto da Igreja de Santo Antônio.
Benjamin Mulock
Porto da Barra
circa 1860

Estação de passageiros da Bahia and San Francisco Railway
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação de passageiros da Bahia and San Francisco Railway
Estação de passageiros da Bahia and San Francisco Railway em construção. Foi a terceira estrada de ferro do Brasil, idealizada por John Watson.
Benjamin Mulock
Salvador
1861

Praia de Copacabana; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Copacabana; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1920

Bairro de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de Copacabana
Thiele
Copacabana
circa 1930

Hotel Copacabana Palace
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Copacabana Palace
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1930

Hotel Copacabana Palace
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Copacabana Palace
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1930

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A. Ribeiro
Centro
circa 1915

Avenida Rio Branco; Palace Hotel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco; Palace Hotel
O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelo projeto do edifício do Palace Hotel, na Avenida Rio Branco - aprovado em 14 de novembro de 1906. O empreendimento pertencia à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. A obra ficou pronta em torno de 1915, mas o hotel só foi inaugurado, em julho de 1919, sob a gerência de Octávio Guinle (1886 – 1968), filho de Eduardo. Foi demolido entre 1950 e 1951.
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central), esquina com Almirante Barroso ; Centro
circa 1919

Bairro e praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro e praia de Copacabana
A. Ribeiro
Copacabana
circa 1920

Avenida Beira-Mar, Glória e Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira-Mar, Glória e Lapa
Glória
circa 1920

Rua do Russel; Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Russel; Avenida Beira-Mar
A. Ribeiro
Glória
circa 1918

Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira-Mar
A. Ribeiro
Botafogo
circa 1918

Avenida Canal do Mangue, atual Francisco Bicalho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Canal do Mangue, atual Francisco Bicalho
A. Ribeiro
Centro ; Canal do Mangue
circa 1918

Vista dos bairros de Botafogo e Urca; tomada do cume do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista dos bairros de Botafogo e Urca; tomada do cume do Pão de Açúcar
Ao fundo, a Pedra da Gávea.
A. Ribeiro
Botafogo e Urca
circa 1920

Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Niemeyer
Autoria não identificada
São Conrado
circa 1920

Multidão em frente ao Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Multidão em frente ao Palácio Monroe
A. Ribeiro
Centro
circa 1918

Lagoa Rodrigo de Freitas, Botafogo, Flamengo e Urca; tomados do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Lagoa Rodrigo de Freitas, Botafogo, Flamengo e Urca; tomados do Morro do Pão de Açúcar
Morro do Pão de Açúcar
circa 1920

Morro do Corcovado, com o Mirante Chapéu do Sol no topo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Corcovado, com o Mirante Chapéu do Sol no topo
Trecho final da Estrada de Ferro do Corcovado, Km 3.6.
A. Ribeiro
Corcovado
circa 1920

Morro do Pão de Açúcar e bondinho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar e bondinho
A. Ribeiro
Urca ; Praia Vermelha
circa 1920

Praia de Ipanema; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Ipanema; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
Marc Ferrez
Ipanema
circa 1906

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo
Botafogo
circa 1916

Morro do Pão de Açúcar; a partir de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar; a partir de Niterói
A. Ribeiro
Jurujuba
circa 1920

Hotel Central
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Central
Inaugurado em 1915, o Hotel Central, já demolido, contava com 124 quartos. Nessa época, o bairro do Flamengo era um dos mais nobres da cidade.
Carlos Bippus
Praia do Flamengo
circa 1920

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Típico do século XIX, as Exposições Internacionais intentavam celebrar o ideal nacional mostrando os países convidados como paradigmas da civilização e do progresso. O caso do Rio de Janeiro não era diferente, embora a versão brasileira tenha sido particularmente grandiosa, com três milhões de visitantes, e anacrônica, posto que realizada na década de 20 do século XX. Teve como objetivo a celebração do centenário da Independência e contou com o Presidente da Republica para iniciar as festividades. Certamente serviu para o presidente Epitácio Pessoa como uma espécie de ilha de consenso e harmonia, já que o Brasil estava rodeado de conflitos regionais e rebeliões de setores importantes, como o exército. Vale lembrar que 1922 também foi o ano da Semana da Arte Moderna, em São Paulo, um projeto de Brasil que se opunha diametralmente ao que a Exposição oficial do Rio estava propondo.
Thiele
Centro
1922

Crepúsculo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Crepúsculo
Braz
Niterói
circa 1920

Aqueduto da Carioca, Santa Teresa e Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca, Santa Teresa e Glória
Autoria não identificada
Centro
circa 1920

Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Botafogo
Botafogo iluminado pela luz elétrica fornecida pela Societé Anonyme du Gas. Embora muitas tecnologias do século XIX desenvolvidas na Europa e nos Estados Unidos chegassem com atraso considerável ao Brasil, isso não aconteceu com a luz elétrica, que foi introduzida no Rio em 1879, quatro anos depois de Paris. O ponto de partida foi a estação Pedro II e depois o Campo de Santana. Daí em diante, a luz elétrica foi se expandido pela cidade, principalmente depois da reforma promovida pelo prefeito Passos e da Societé Anonyme du Gas.
Carlos Bippus
Bairro de Botafogo
circa 1922

Canal do Mangue, conjunção do Planeta Vênus com a Lua
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canal do Mangue, conjunção do Planeta Vênus com a Lua
Carlos Bippus
Cidade Nova
circa 1925

Praia de Botafogo; a partir do Flamengo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo; a partir do Flamengo
Braz
Flamengo
circa 1922

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1922

Enseada de Botafogo; Pavilhão Mourisco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo; Pavilhão Mourisco
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1922

Avenida Beira-Mar; enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira-Mar; enseada de Botafogo
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1922

Enseada de Botafogo; a partir do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo; a partir do Morro do Corcovado
Autoria não identificada
Morro do Corcovado
circa 1922

Morro do Pão de Açúcar e bondinho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar e bondinho
Autoria não identificada
Urca ; Praia Vermelha
circa 1922

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
A baía iluminada pela lua, e o bairro de Botafogo iluminado pela luz eletrica fornecida pela Societé Anonyme du Gas. Embora muitas tecnologias do século XIX desenvolvidas na Europa e nos Estados Unidos chegassem com atraso considerável no Brasil, isso não aconteceu com a luz eletrica que foi introduzida no Rio em 1879, quatro anos depois de Paris. O ponto de partida foi a estação Pedro II e depois o campo de Santana. Daí em diante, a luz elétrica foi se expandido pela cidade, principalmente depois da reforma Passos e da Societé Anonyme du Gas.
Carlos Bippus
Botafogo
circa 1922

Avenida e Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida e Canal do Mangue
Autoria não identificada
Centro
circa 1922

Convento dos Capuchinhos e Igreja
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Convento dos Capuchinhos e Igreja
Armando Pittigliani
Morro do Castelo
circa 1922

Estrada da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada da Gávea
Aberta juntamente com a Avenida Niemeyer pelo Comendador Conrado Jacob Niemeyer, a Estrada da Gávea liga os bairros da Gávea e São Conrado, na zona sul da cidade.
Armando Pittigliani
São Conrado
circa 1922

Ressaca de 1913
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ressaca de 1913
Uma onda estourando na Av. Beira-Mar, em um dos vários trechos em que foi destruída na histórica ressaca de 1913.
Carlos Bippus
Avenida Beira-Mar ; Glória
1913

Ponte Alexandrino
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte Alexandrino
Construída no Governo Hermes da Fonseca, por ordem do Ministro da Guerra, Almirante Alexandrino, esta ponte foi a primeira a ligar o continente à Ilha das Cobras. De ferro, media 200 metros de comprimento e tinha 16 metros de altura, para que por baixo passassem as embarcações.
José dos Santos Affonso
Arsenal da Ilha das Cobras
circa 1914

Praia da Saudade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia da Saudade
Antiga Praia da Saudade em vista tomada da Urca.
Braz
Bairro da Urca
circa 1922

Vista de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Copacabana
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1922

Botafogo visto do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Botafogo visto do Pão de Açúcar
A baía iluminada pela lua, e o bairro de Botafogo iluminado pela luz eletrica fornecida pela Societé Anonyme du Gas. Embora muitas tecnologias do século XIX desenvolvidas na Europa e nos Estados Unidos chegassem com atraso considerável no Brasil, isso não aconteceu com a luz eletrica que foi introduzida no Rio em 1879, quatro anos depois de Paris. O ponto de partida foi a estação Pedro II e depois o campo de Santana. Daí em diante, a luz elétrica foi se expandido pela cidade, principalmente depois da reforma Passos e da Societé Anonyme du Gas.
Braz
Botafogo
circa 1922

Praia da Gávea, atual Praia de São Conrado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia da Gávea, atual Praia de São Conrado
Atualmente conhecida como praia de São Conrado, a praia da Gávea era lugar ermo na década de 1920. Foi apenas depois de 1930, principalmente com a abertura da Av. Niemeyer e as corridas de automóveis que por lá ocorriam, é que o bairro começaria a se desenvolver.
Armando Pittigliani
São Conrado
circa 1922

Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Niemeyer
Papelaria e Typographia Botelho
São Conrado
circa 1922

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio, mandou fundar a fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados do Frei Leandro do Sacramento quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Fritz Büsch
Bairro Jardim Botânico
circa 1890

Estação do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação do Corcovado
Estação que dava acesso ao morro do Corcovado por meio da Estrada de Ferro de mesmo nome, a primeira ferrovia eletrificada do Brasil, inaugurada em 1884. O morro do Corcovado está situado na Serra da Carioca e faz parte do Parque Nacional da Tijuca. No século XVI recebeu dos portugueses o nome de Pináculo (ou Pico) da Tentação, numa alusão a um monte bíblico. Somente no século XVIII é que foi rebatizado como Corcovado, por causa de sua forma, que lembra uma corcova ou corcunda.
Fritz Büsch
Cosme Velho
1890

Paineiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Paineiras
As Paineiras fazem parte do Parque Nacional da Tijuca, que abriga a Floresta da Tijuca, maior floresta urbana do mundo. O caminho das Paineiras era um dos acessos ao morro do Corcovado.
Fritz Büsch
Floresta da Tijuca
1890

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
O Passeio Público é o primeiro parque público do Brasil, uma imensa área verde bem no centro da cidade. Originalmente obra urbanística de Mestre Valentim, que planejou e executou o jardim, a fonte dos jacarés e as pirâmides, que ainda permanecem. Foi reformado pelo arquiteto e paisagista Auguste Marie Glaziou em 1862.
Fritz Büsch
Centro
circa 1890

Real Fábrica de Ferro Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Real Fábrica de Ferro Ipanema
A Real Fábrica de Ferro Ipanema foi criada por uma Carta Régia em 1810, tendo sido a primeira usina de metalurgia do país. Localizada no interior de São Paulo, na cidade de Iperó, produziu ferro e aço de 1811 a 1895.
Fritz Büsch
Iperó
circa 1890

Parque São Clemente
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Parque São Clemente
Nova Friburgo, localizado na região serrana do Rio, foi inicialmente uma colônia fundada por suíços no século XIX, que aí se instalaram fugindo da depressão econômica que assolava a Europa. As primeiras famílias, católicas, vieram respaldadas por um decreto de D. João VI, que garantia a compra de sesmarias para compor o território dos colonos. Por volta de 1823 chegaram à região protestantes alemães.Transformou-se em cidade em janeiro de 1890. O jardim da foto, atualmente, faz parte do Nova Friburgo Country Clube localizado no parque São Clemente, tem uma área de 225 mil metros quadrados, dos quais 80 mil em jardins, projetados por Glaziou, paisagista francês, também responsável pelo projeto da Quinta da Boa Vista. Teve sua Sede Nobre edificada em 1860. Pertenceu à família do Barão de Nova Friburgo, e em 1883 a residência foi visitada pelo Imperador D. Pedro II. Em 1913, os descendentes do Barão de Nova Friburgo venderam o Parque São Clemente ao Dr. Eduardo Guinle, passando assim a pertencer à sua família e herdeiros. O acervo arquitetônico do prédio guarda os aspectos da segunda metade do século XIX.
Fritz Büsch
Nova Friburgo
circa 1890

Estátua de D. Pedro I no largo do Rócio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de D. Pedro I no largo do Rócio
A fotografia mostra a estátua de bronze de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Tirandentes. A estátua eqüestre foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Revert Henrique Klumb
Praça Tiradentes
1862

Estátua de D. Pedro I no largo do Rócio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de D. Pedro I no largo do Rócio
A fotografia mostra a estátua de bronze de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Tirandentes. A estátua eqüestre foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Revert Henrique Klumb
Praça Tiradentes
1862

Estátua de D. Pedro I no largo do Rócio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de D. Pedro I no largo do Rócio
A fotografia mostra a estátua de bronze de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Tirandentes. A estátua eqüestre foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Revert Henrique Klumb
Praça Tiradentes
1861

Estátua de D. Pedro I no largo do Rócio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de D. Pedro I no largo do Rócio
A fotografia mostra a estátua de bronze de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Tirandentes. A estátua eqüestre foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Revert Henrique Klumb
Praça Tiradentes
1861

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade, que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e paisagista francês Auguste François Glaziou, que reformulou seus jardins mas manteve intocadas as obras de Mestre Valentim.
Revert Henrique Klumb
Rio de Janeiro
1860

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade, que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e paisagista francês Auguste François Glaziou, que reformulou seus jardins mas manteve intocadas as obras de Mestre Valentim.
Revert Henrique Klumb
Rio de Janeiro
1858

Estátua de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de Dom Pedro I
Estátua de bronze de D. Pedro I na praça da Constituição, atual praça Tirandentes. A estátua eqüestre foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Revert Henrique Klumb
Praça da Constituição (atual Praça Tiradentes)
circa 1861

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade, que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e paisagista francês Auguste François Glaziou, que reformulou seus jardins mas manteve intocadas as obras de Mestre Valentim.
Revert Henrique Klumb
Rio de Janeiro
circa 1861

A Glória, vista do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Glória, vista do Passeio Público
A Glória, vista do Passeio Público. Em 1857, o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, a fim de dar-lhe melhor aparência.
Revert Henrique Klumb
Glória
circa 1861

Chafariz do Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chafariz do Mestre Valentim
Foi construído em 1789 por Mestre Valentim, em substituição ao primeiro chafariz instalado ao centro do terreiro do Paço, em 1747.
Revert Henrique Klumb
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro
circa 1861

Estrada nos arredores do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada nos arredores do Rio de Janeiro
Revert Henrique Klumb
Rio de Janeiro
1861

Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial
Praticamente pronto em 1856, o Pálacio Imperial teve sua arquitetura externa projetada pelo Major Koeler e por Bonini. Projeto audacioso e caro, encantou os súditos brasileiros e alguns estrangeiros, mas foi desdenhado pelo diplomata francês Júlio Etier: "Que projeto sem pés nem cabeça! Só mesmo justificável no Brasil onde nada há mais apetecível do que tomar-se fresco! Aquele sol árido e montanhoso coisa alguma poderá oferecer, nem mesmo que ali se gaste o que Versailles custou a Luis XIV!"
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1860

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e projetado por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade, que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e paisagista francês Auguste Marie Glaziou, que reformulou seus jardins, mas mantendo intocáveis as obras de Mestre Valentim.
Revert Henrique Klumb
Passeio Público
circa 1860

Ponte do Zamba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte do Zamba
Ponte do Zamba sobre o rio Piabanha, na estrada União e Indústria. Fotografia tirada em 1861 quando da inauguração da estrada, que serviria para executar uma gravura idêntica que aparece no livro "Doze horas em diligência - Guia do viajante de Petrópolis a Juiz de Fora" de autoria de Klumb.
Revert Henrique Klumb
Entre os municípios de Juiz de Fora e Matias Barbosa, sobre o Rio Paraibuna
1861

Estrada União-Indústria
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada União-Indústria
Uma das estações da União-Indústria em fotografia tirada em 1861. A estrada foi inaugurada pelo Imperador D. Pedro II e na sua comitiva seguiu Klumb, que a fotografou em todo o seu percurso e posteriormente editou seu livro "Doze Horas em Diligência - Rio 1872".
Revert Henrique Klumb
Estrada União-Indústria
1861

Quinta do Comendador Ferreira Lage por ocasião da visita imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quinta do Comendador Ferreira Lage por ocasião da visita imperial
Quinta do industrial e estadista Mariano Procópio Ferreira Lage, onde se realizou a festa comemorativa da inauguração da estrada União e Indústria, em 1861, com a presença da família imperial e do próprio Klumb. A casa, em estilo neoclássico, foi projetada pelo arquiteto alemão Carlos Augusto Gambs, chefe da equipe de engenheiros e arquitetos da Companhia União & Indústria. O projeto paisagístico do parque e dos jardins é atribuído ao francês Auguste François Marie Glaziou. Hoje abriga o Museu Mariano Procópio.
Revert Henrique Klumb
Estrada União e Indústria
1861

Juiz de Fora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Juiz de Fora
Vista geral de Juiz de Fora, antes de seu crescimento acelerado em conseqüência da criação da estrada União e Indústria, que a ligava à cidade de Petrópolis. A cidade tem sua origem no povoado de Santo Antônio do Paraibuna, que ficava no caminho para a região das minas. Em 1853, a Vila de Santo Antônio do Paraibuna é elevada à categoria de cidade e, em 1865, ganha o nome de cidade do Juiz de Fora. Este nome deve-se ao fato de que um juiz de fora (no Brasil colônia ele era um magistrado nomeado pela Coroa portuguesa para atuar em lugares onde não havia Juiz de Direito), de passagem pela região, hospedeou-se em uma fazenda perto do povodado de Santo Antônio.
Revert Henrique Klumb
Juiz de Fora
1861

Juiz de Fora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Juiz de Fora
Colônia D. Pedro II em Juiz de Fora, antigo núcleo colonial fundado por Mariano Procópio para a produção de gêneros agrícolas, composta por imigrantes alemães. Os alemães vieram inicialmente apenas para a construção da estrada União e Indústria, mas a maioria acabou fixando residência na região. Na extremidade, vê-se o atual Museu Mariano Procópio, antiga quinta que funcionava como residência do construtor da estrada União e Indústria.
Revert Henrique Klumb
Colônia D. Pedro II
1861

Hotel Bragança
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Bragança
A Rua do Imperador, olhando-se em direção a Rua Coronel Veiga e vendo-se o Hotel Bragança, o melhor da cidade e notável pelo seu conforto e bailes famosos. Inaugurado em 1848 pelo francês Thomas Chapentier, manteve-se sempre no primeiro lugar até 1924. Notar a loja, sua insígnia e os tipos humanos. Pessoas como André Rebouças, abolicionista importante, se hospedavam no hotel.
Revert Henrique Klumb
Rua do Imperador
circa 1874

Monumento em homenagem a Dom Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a Dom Pedro I, estátua equestre
A estátua eqüestre foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861, Rochet montou o monumento na Praça, quatro anos depois, foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Revert Henrique Klumb
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
circa 1864

União Hotel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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União Hotel
Revert Henrique Klumb
Nova Friburgo
circa 1862

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e arquiteto paisagístico Auguste François Glaziou que reformulou seus jardins deixando, no entanto, intocáveis as obras de mestre Valentim.
Revert Henrique Klumb
Rio de Janeiro
circa 1858

Cais de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais de Botafogo
Revert Henrique Klumb
Botafogo
1878

Rua Senador Vergueiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Senador Vergueiro
Revert Henrique Klumb
Botafogo
1878

Baía de Botafogo; ao fundo, o Hospício D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Baía de Botafogo; ao fundo, o Hospício D. Pedro II
Revert Henrique Klumb
Botafogo
1878

Entrada do Palácio de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada do Palácio de São Cristóvão, atual Museu Nacional
O monumental portão do parque foi doado pelo inglês Duque de Nothumberland, General Lord Percy, a Dom João VI e era idêntico ao de sua propriedade na Inglaterra.
Revert Henrique Klumb
São Cristóvão
1878

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Revert Henrique Klumb
São Cristóvão
1878

Monumento em homenagem a Dom Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a Dom Pedro I, estátua equestre
Revert Henrique Klumb
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
circa 1864

Novo parque de São Cristóvão - parte da cascata
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Novo parque de São Cristóvão - parte da cascata
Trabalho de paisagismo feito por Glaziou, na Quinta da Boa Vista, durante o reinado de D. Pedro II.
Revert Henrique Klumb
São Cristóvão
1878

Vista do bairro de São Cristóvão; a partir do Palácio Imperial de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro de São Cristóvão; a partir do Palácio Imperial de São Cristóvão
Revert Henrique Klumb
São Cristóvão
1878

Reservatório de água; visto do Palácio de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Reservatório de água; visto do Palácio de São Cristóvão
Vista de reservatório de água, provavelmente instalado no morro do Pedregulho, a partir do Palácio de São Cristóvão.
Revert Henrique Klumb
São Cristóvão
1878

Capela Imperial do Palácio de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Capela Imperial do Palácio de São Cristóvão
Capela Imperial localizada na Quinta da Boa Vista, no Paço de São Cristóvão.
Revert Henrique Klumb
São Cristóvão
1878

Novo parque de São Cristóvão - grutas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Novo parque de São Cristóvão - grutas
Trabalho de paisagismo feito por Glaziou, na Quinta da Boa Vista, durante o reinado de D. Pedro II.
Revert Henrique Klumb
São Cristóvão
1876

Campo da Aclamação, atual Campo de Santana, vendo-se a Casa da Moeda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação, atual Campo de Santana, vendo-se a Casa da Moeda
Revert Henrique Klumb
Centro ; Praça da República
1878

Colônia D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Colônia D. Pedro II
Fotografia tirada por Klumb em 1861, provavelmente da Colônia D. Pedro II em Juiz de Fora, antigo núcleo colonial fundado por Mariano Procópio para a produção de gêneros agrícolas. Era composta por imigrantes alemães que inicialmente vieram apenas para a construção da estrada União e Indústria, mas acabaram fixando residência na região. O próprio imperador aí almoçou em 25 de junho de 1861, quando visitou a cidade na inauguração da estrada. Esta fotografia fazia parte de uma série pertencente a um álbum que está em Paris.
Revert Henrique Klumb
Juiz de Fora
1861

Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará
Passagem do trem na ponte de pedra da Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Petrópolis) sobre o Rio Cayoaba. A Grão Pará era a princípio a Estrada de Ferro Mauá. Em abril de 1852, Irineu Evangelista de Souza, futuro barão de Mauá, foi contratado pela presidência da Província do Rio de Janeiro para construir uma via férrea que iria do porto de Mauá até a Raiz da Serra de Petrópolis. Em 30 de abril de 1854, foi inaugurado, com a presença da comitiva imperial, o trecho da ferrovia entre Mauá e Fragoso. Em 1856, foi inaugurado o trecho que ia até a Raiz da Serra, ficando a ferrovia assim completa. Em 1872, a presidência da Província do Rio contratou novamente Mauá para que fizesse um prolongamento da ferrovia até o Alto da Serra, mas um estudo do engenheiro Pereira Passos mostrou que o capital inicialmente combinado para a empreitada seria insuficiente para levar a ferrovia com segurança. Como o contrato firmado com Mauá caducara, a Província do Rio contratou os serviços de Miguel e Pandiá Calógeras e Luiz Berrini (que formariam depois a Companhia Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará). As obras começaram em 1881 e dois anos depois, em 20 de fevereiro, foi aberta ao tráfego o trecho que ia da Raiz da Serra até Petrópolis. Finalmente em maio de 1883 a Grão Pará compra a Companhia de Mauá, e a ferrovia passa a constituir a 1ª Secção da Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará.
Marc Ferrez
Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará
1882

Barra do Piraí;Barra do Piraí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barra do Piraí
O povoado de Piraí teve início por volta de 1853, quando o comendador Gonçalves Morais mandou construir uma ponte de madeira sobre o rio Piraí. O povoado foi crescendo pertencendo parte a Piraí e parte a Vassouras. Teve seu crescimento impulsionado a partir de 1864, com a chegada do primeiro trem de passageiros à estação da Estrada de Ferro D. Pedro II (mais tarde Central do Brasil). Foi assim nomeada graças ao rio Piraí, cuja foz está na cidade e aí também se lança no rio Paraíba do Sul. Foi elevada à categoria de município em 1890, o primeiro depois da proclamação da República, constituído por terras desmembradas de Piraí, Vassouras e Valença.
Marc Ferrez
Barra do Piraí
circa 1880

Barra do Piraí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barra do Piraí
Marc Ferrez
Barra do Piraí
circa 1880

Barra do Piraí;Barra do Piraí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barra do Piraí
Marc Ferrez
Barra do Piraí
circa 1880

Barra do Piraí;Barra do Piraí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barra do Piraí
Marc Ferrez
Barra do Piraí
circa 1880

Barra do Piraí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barra do Piraí
Marc Ferrez
Barra do Piraí
circa 1880

Sabará
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sabará
Marc Ferrez
Sabará
circa 1880

Sabará;Sabará
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sabará
Historiadores estimam que os primeiros exploradores tenham chegado à região de Sabará por volta de 1550. A primeira expedição de bandeirantes paulistas que por lá passou foi a organizada por Fernão Dias, que havia partido em 1674 e tinha como objetivo alcançar Sabarabuçu, uma mítica montanha de ouro. Dias morreu em 1681 e foi seu genro, Borba Gato, quem continuou a expedição (que contava com a orientação dos índios) e teve importante papel na história da cidade. Inicialmente os bandeirantes não acharam ouro, mas criaram pousos e desbravaram grande parte do território de Minas, já numa preparação para as grandes levas de trabalhadores atraídos pelo metal descoberto poucos anos depois. Há indícios de que antes mesmo de Borba Gato teria chegado nas proximidades de Sabará (na margem do rio das Velhas) o capitão Matias de Albuquerque, líder de uma das equipes de bandeirantes, cuja missão era abrir caminho para os outros exploradores. A fértil encosta descoberta foi batizada de Roça Grande, depois transformado em arraial de Santo Antônio do Bom Retiro da Roça Grande, lugar de pouso obrigatório para os viajantes. Barra de Sabará, arraial próximo à Roça Grande, era um importante e movimentado centro de comércio de gado, escravos e mantimentos, entre outros, e era o mais populoso de Minas. Tamanha prosperidade permitiu que Barra de Sabará fosse elevado a Vila Real em 1711, englobando inclusive arraiáis vizinhos. Foi o mais importante centro comercial da região das Minas durante o século XVIII e boa parte do XIX.
Marc Ferrez
Sabará
circa 1880

Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra de Itapuca
Marc Ferrez
Praia de Icaraí
circa 1885

Pedra do Índio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra do Índio
Marc Ferrez
Praia de Icaraí
circa 1885

Vista da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Baía de Guanabara
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Marc Ferrez
Rua Direita, atual Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1880

Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Marc Ferrez
Rua Primeiro de Março
circa 1880

Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Domingos de Ramos (?)
Marc Ferrez
Rua Primeiro de Março
circa 1880

Interior da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Marc Ferrez
Rua Primeiro de Março
circa 1880

Hospital da Beneficiência Portuguesa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hospital da Beneficiência Portuguesa
Rua Santo Amaro, 80
Marc Ferrez
Rua Santo Amaro
circa 1880

Passeio Público do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Lapa
circa 1880

O Passeio Público do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Passeio Público do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Lapa
circa 1880

Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quartel Central do Corpo de Bombeiros
Quartel Central do Corpo de Bombeiros instalado no Campo de Santana em 1864. O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, o mais antigo da América Latina, surgiu depois de um decreto do imperador D. Pedro II, em 02 de julho de 1856, no qual criava o Corpo Provisório de Bombeiros da Corte baseado no modelo militar francês. Foram reunidos numa mesma administração os serviços que já existiam de combate ao fogo, como os dos Arsenais de Guerra e da Marinha, da Repartição de Obras Públicas e da Casa de Correção.
Marc Ferrez
Campo de Santana (atual Praça da República)
circa 1890

Catete tomado do morro do Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catete tomado do morro do Cintra
Marc Ferrez
Lapa
circa 1890

Vista do bairro do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro do Catete
Marc Ferrez
Catete
circa 1890

Vista panorâmica do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica do Catete
Marc Ferrez
Catete
circa 1890

Laranjeiras;Laranjeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Laranjeiras
Laranjeiras surgiu como um bairro de chácaras, rústicas inicialmente, para abastecer a cidade de verduras e frutas. Mais tarde tornou-se um bairro aristocrático, para a moradia de fidalgos. A fotografia revela o crescimento do bairro e sua progressiva urbanização. A rua Nova das Laranjeiras e a Ribeiro de Almeida eram recém-construídas. Além disso, a fábrica Aliança, fundada em 1870 e localizada onde hoje é a rua General Glicério, foi um dos fatos mais importantes do bairro na época. A parte alta do bairro recebeu o nome de Cosme Velho por conta de um certo Cosme Velho Pereira, comerciante, que tinha o local como sua chácara por volta de 1730.
Marc Ferrez
Laranjeiras
circa 1890

Panorama do Rio de Janeiro, tomado ao alto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do Rio de Janeiro, tomado ao alto do Corcovado
Vista panorâmica dos bairros de Botafogo e Urca, a geografia montanhosa da cidade e, ao fundo, do outro lado da Baía de Guanabara, a cidade de Niterói. Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e a abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual rua Marquês de Abrantes. A faixa praieira do bairro contava com elegantes casarios, onde moravam os membros da boa sociedade carioca. Já a Urca praticamente não existia como bairro no século XIX. Uma das primeiras tentativas de urbanizar a região se deu após o fim da guerra do Paraguai, em 1870, quando o Voluntário da Pátria Domingos Fernandes Pinto começou a abrir uma avenida costeira entre o Hospício Pedro II e a Fortaleza de São João. No entanto, essa tentativa não foi adiante por falta de financiamento. Somente no governo de Afonso Pena (de 1906 a 1909), nas comemorações do Centenário da Abertura dos Portos (em 1908) é que de fato começaram as obras. Um cais com balaústres foi feito na Praia da Saudade, em frente ao Hospício, foi concluído o edifício da Escola de Guerra e instalada uma iluminação elétrica jamais vista na cidade. Os pavilhões construídos para a exposição e a nova iluminação atraíam multidões para visitas ao bairro. Por volta de 1918 o Comendador Oscar Gama, através da Sociedade Anônima Empresa Urca (fundada por ele e amigos) e apoiado pelo prefeito Carlos Sampaio, construiu a Avenida Portugal com a Igreja de Nossa Senhora do Brasil e algumas ruas próximas, além de muralhas ao longo da praia.
Marc Ferrez
Botafogo e Urca
circa 1890

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1905

Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira Mar
Avenida Beira Mar, em Botafogo, vendo-se à esquerda o Morro da Viúva e, à direita, o Pão de Açúcar. Inaugurada em 1906, fez parte das obras de modernização da cidade realizadas pelo prefeito Pereira Passos.
Marc Ferrez
Botafogo
1906

Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira Mar
Marc Ferrez
Botafogo
1906

Ponte das Velhas, Estrada de Ferro do Corcovado, Km 2 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte das Velhas, Estrada de Ferro do Corcovado, Km 2 (aproximadamente)
Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1895

Estrada de Ferro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1895

Viaduto do Silvestre, Estrada de Ferro do Corcovado, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Viaduto do Silvestre, Estrada de Ferro do Corcovado, Km 1 (aproximadamente)
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1895

Igreja Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Imaculada Conceição
A Igreja da Imaculada Conceição, na Praia de Botafogo, foi projetada em 1866 pelo padre salesiano francês Júlio Clemente Clavelin, que viera ao Brasil para dirigir um colégio em Minas Gerais. Belo templo em estilo neogótico, com fachada em cantaria (retirada dos morros da Viúva e do Pasmado), possui uma grande torre sineira central e delicados pináculos ao longo da fachada. Sua construção teve início somente em 1886 e foi inaugurada em 1892.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Interior da Igreja Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior da Igreja Imaculada Conceição
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1890

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1885

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
1885

Avenida das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida das Palmeiras Imperiais
Marc Ferrez
Bairro Jardim Botânico
circa 1885

Pedra da Gávea; a partir de São Conrado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea; a partir de São Conrado
Marc Ferrez
São Conrado
circa 1885

Companhia Paulista de Estradas de Ferro (Ramal de Descalvado), Estação ferroviária de Araras, Km 135
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Companhia Paulista de Estradas de Ferro (Ramal de Descalvado), Estação ferroviária de Araras, Km 135
Companhia Paulista de Estradas de Ferro, Ramal de Descalvado - km 134,515.
Marc Ferrez
Araras
circa 1892

Pátio da estação ferroviária de Desengano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pátio da estação ferroviária de Desengano
BARÃO DE JUPARANÃ, (antiga DESENGANO). Primeira linha a ser construída pela E. F. Dom Pedro II, que a partir de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil, era a espinha dorsal de todo o seu sistema.
Marc Ferrez
Valença
circa 1880

Pedra Goiana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra Goiana
Álbum de couro marrom, com 15 fotografias, a maioria em albumina (Petrópolis) indios, negros 4 imagens de Goyas (colódio) - na contra capa um envelope - 20 páginas
Parque Estadual Serra Dourada
circa 1870

Tomada aérea do morro do Pão de Açúcar e da praia de Fora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Tomada aérea do morro do Pão de Açúcar e da praia de Fora
Jorge Kfuri
Urca
1930s

Indígenas com zarabatana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas com zarabatana
Casal de índios do Alto Amazonas, atual região do rio Solimões, provavelmente pertencentes à tribo dos Caixanas. Eles portam um instrumento de caça, a zarabatana (arma em forma de longo tubo, do qual se expelem pelo sopro setas (muitas vezes com veneno).
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região rio Solimões)
circa 1867

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Imperador
Rua do Imperador, mais tarde 15 de Novembro e novamente do Imperador desde 1986. Era uma das ruas principais da cidade imperial e foi assim nomeada em homegem ao imperador D. Pedro II.
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1870

8 Retratos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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8 Retratos
Georges Leuzinger
Brasil
1863

Serra D'Estrella
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra D'Estrella
Serra da Estrela, com a estrada que leva à cidade de Petrópolis. A construção desse acesso durou de 1842 a 1851, e muitos dos que trabalharam na obra eram alemães recém-chegados para formar uma colônia na região.
Georges Leuzinger
Serra da Estrela
1870

Retiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retiro
Vale do Retiro, em Petrópolis, vendo-se à esquerda a pedra do Retiro e, à direita, o Seio de Vênus. Localiza-se entre a Reserva Biológica do Alcobaça e a Reserva Biológica de Araras e Tinguá.
Georges Leuzinger
Vale do Retiro
1870

Habitações de Tapuias
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Habitações de Tapuias
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Manáos", a seguinte descrição: maison de "Tapuyas" [casa dos "Tapuyas"]", na prancha de nº 78.
Albert Frisch
Rio Negro
circa 1867

Canoa no rio Japurá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canoa no rio Japurá
Canoa ocupada por indígenas navegando pelo rio Japurá, que nasce em altitudes elevadas ao sul da atual região da Colômbia e banha o estado do Amazonas. Foi um dos primeiros rios amazonenses a ser penetrado. A embarcação vinha de Nova Granada carregada de produtos em viagem por 12 meses, dirigindo-se a Coari para ali vender seus produtos e voltar em seguida pelo Içá.
Albert Frisch
Rio Japurá
circa 1867

Igarapé de São Vicente
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igarapé de São Vicente
Igarapés são pequenos cursos de água que penetram por florestas. O Igarapé de São Vicente desaguava no Rio Negro e estava localizado nas cercanias de Manaus.
Albert Frisch
Rio Negro
1868

Corcovado, tomado do bairro de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado, tomado do bairro de Botafogo
Ao fundo vemos o Morro do Corcovado em fotografia tirada de Botafogo. O Corcovado está situado na Serra da Carioca e faz parte do Parque Nacional da Tijuca. No século XVI recebeu dos portugueses o nome de Pináculo (ou Pico) da Tentação, numa alusão a um monte bíblico. Somente no século XVIII é que foi rebatizado como Corcovado, por causa de sua forma, que lembra uma corcova ou corcunda. Em primeiro plano, o belo casario da praia de Botafogo.
Georges Leuzinger
Botafogo
1862

Largo do Paço e o chafariz de Mestre Valentim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço e o chafariz de Mestre Valentim
Monumental chafariz de Mestre Valentim, uma das poucas peças coloniais que resistiu à força modernizadora do começo do século XX. Considerado obra prima no trabalho de cantaria, foi construído entre 1780 e 1789, e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade.
Georges Leuzinger
Praça 15 de Novembro
circa 1865

Rua do Piolho e  Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Piolho e Praça da Constituição
Esquina da antiga rua do Piolho (Carioca) com a praça da Constituição (Tiradentes) e a barreira de Santo Antônio. No primeiro plano o Hotel des Princes, inaugurado em 1865.
Georges Leuzinger
Rua da Carioca
circa 1870

Glória, Catete e Flamengo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Glória, Catete e Flamengo
Glória, Catete e Flamengo (da rua Caciano). À esquerda vemos a chaminé da The Rio de Janeiro City Improvements Limited (ou simplesmente City), empresa responsável pelo tratamento de esgotos da cidade em meados do século XIX. Vemos também o grande prédio do mercado da Glória, inaugurado pelo vereador Haddock Lobo em 1857, e mais atrás a Igreja da Glória, no alto do Outeiro. A praia da direita, ao fundo, é a do Flamengo, e também à direita está o palacete do Barão de Friburgo, no Catete, que após a proclamação da República passou a ser sede do governo e hoje funciona como o Museu da República.
Georges Leuzinger
Glória
circa 1870

Rua Dona Luiza e Santo Amaro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Dona Luiza e Santo Amaro
Em fotografia tirada de Santa Teresa, vemos as ruas Santo Amaro e Dona Luiza. A rua Santo Amaro foi aberta em 1852, onde era a vasta chácara do então diretor do Banco do Brasil, Amaro Velho Silva. Dois anos antes fora aberta a rua Dona Luiza, na chácara de D. Luíza Clemente da Silva Couto, cercada por palmeiras e terminando numa pequena elevação. Hoje a rua chama-se Cândido Mendes.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1865

Rua Santo Amaro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Santo Amaro
Rua Santo Amaro, aberta em 1852, onde era a vasta chácara do diretor do Banco do Brasil, Amaro Velho Silva. Na parte inferior e à direita o mercado da Glória, inaugurado pelo vereador Haddock Lobo em 1857. Vista tomada da Igreja da Glória.
Georges Leuzinger
Glória
circa 1870

Catete e Pedreira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catete e Pedreira
Tirada da Chácara do Barão de Mauá, a foto nos permite vislubrar o Catete em 1870 e o Morro da Viúva. O morro da Viúva, antigo morro do Leripe, foi assim renomeado em 1793, quando transformou-se em propriedade da viúva do negociante Joaquim Gomes de Barros.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1870

Catete e Entrada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catete e Entrada
Fotografia do Catete por volta de 1870, na qual contemplamos a entrada da barra. À direita parte do morro da Glória. No centro, impondo-se às demais construções, está o palacete do Barão de Friburgo. Construído em 1862, o palacete visou agradar a baronesa que tinha gosto pela vida urbana e gostava de ver a paisagem da cidade, fato que contrastava com a vida que o casal levava nas fazendas deste Barão do Café, em Friburgo. Proclamada a república, tornou-se alguns anos depois sede do governo.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1870

Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catete
Vista panorâmica do Catete, provavelmente tirada do Flamengo. As origens do Catete nos remetem ao quinhentismo, quando a cidade era governada pelo portugês Antônio Salema. Foi ele quem integrou o bairro na vida dos colonizadores, tornando-o passagem para o engenho de açúcar d'El Rei, que havia sido fundado na lagoa Rodrigo de Freitas. No século XVI, chácaras e olarias começaram a aparecer nas proximidades de um dos braços do rio Carioca. Segundo o historiador Felisbelo Freire, a partir de documentos de arquivos, o nome Catete significava "mato escondido" ou "mato cerrado", mas também pode ser o nome de um pássaro e de uma vila de Angola.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1870

Cais da Glória, Passeio Público e morro do Castelo, vistos da Igreja da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais da Glória, Passeio Público e morro do Castelo, vistos da Igreja da Glória
Tirada da Igreja da Nossa Senhora da Glória, a fotografia mostra parte do antigo mercado da Glória, construído em 1857 e destruído na reforma Passos, no canto inferior esquerdo. A rua que corta a fotografia é a rua da Glória.
Georges Leuzinger
Glória
circa 1870

Morro do Mundo Novo; visto das proximidades da Rua Pascoal Carlos Magno
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Mundo Novo; visto das proximidades da Rua Pascoal Carlos Magno
Morro do Mundo Novo, nas abas da rua Farani, onde foi aberto um túnel para integrar as zonas Norte e Sul atráves de uma linha de bondes. A linha do bonde nunca foi inaugurada, mas o túnel foi aberto. À esquerda, vemos o casarão que abriga o Centro Cultural Municipal Laurinda Santos Lobo.
Georges Leuzinger
Santa Teresa
1870

-
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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s.d.

Residência do Largo dos Leões
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Residência do Largo dos Leões
Largo dos Leões, Botafogo. Acima, o pico do Corcovado. A grande casa que vemos no centro pertencia ao Comendador Manuel José de Faria e posteriormente a seu genro Edmond Leuzinger. Edmond era filho de Georges Leuzinger, que também morou na propriedade. Hoje a casa pertence ao Convento de Nossa Senhora de Lourdes.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1865

Largo dos Leões; ao fundo, o Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo dos Leões; ao fundo, o Morro do Corcovado
A grande casa que vemos, ao centro, pertencia a George Leuzinger, onde morava com seu filho Edmond.
Georges Leuzinger
Botafogo
1865

Vista panorâmica da Lagoa Rodrigo de Freitras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica da Lagoa Rodrigo de Freitras
Aproximadamente no local conhecido como Fonte da Saudade, onde atualmete temos a igreja de Santa Margarida Maria. A imagem procura retratar a Pedra da Gávea e do morro à sua direita.
Georges Leuzinger
Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1870

O Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Palácio Imperial
Quinta Imperial da Boa Vista - A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Posta à venda, a fazenda dividiu-se em chácaras. Uma destas colocava-se numa elevação de terreno às margens dos Rios Joana e Maracanã, de onde se desfrutava uma "boa vista". Quando D. João chegou ao Rio, comprou a propriedade e realizaram-se reformas, ampliações no interior, tornando-se realmente um palácio. Em 1816, o embaixador inglês, Duque de Northumberland, presenteou a residência real com o portão que é visto na foto e que hoje se encontra no Jardim Zoológico poucos metros abaixo. No reinado de Pedro II, tomou formas neoclássicas e teve o seu entorno ajardinado por Glaziou entre 1866 e 1876. A Quinta Imperial ficou de tal maneira bela, que levou Oliveira Viana a chamá-la de "Versalhes Tropical". Além de sua beleza e situação, que lhe deram ares de Versalhes, a Quinta tem importância histórica porque lá residiram um rei de Portugal, os dois imperadores e as três imperatrizes do Brasil. Lá também nasceram a futura rainha de Portugal, D. Maria da Glória (MariaII), e a Princesa Isabel, várias vezes regente, quase imperatriz. Com a República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Georges Leuzinger
São Cristóvão
circa 1870

Mãe d'Água e Corcovado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mãe d'Água e Corcovado
Região denominada Mãe D´Água, perto do Silvestre, de onde captavam as águas do rio Carioca que abastecia a cidade através do aqueduto homônimo. Ao fundo vê-se o Corcovado, em cujas cercanias, na época do primeiro Império, haviam quilombos. Tempos depois, Debret chegou a pintar D. Pedro II passeando no morro, onde o monarca mandou instalar um telégrafo e um abrigo para suas refeições campestres. A casa em primeiro plano abriga atualmente a Casa Geyer.
Georges Leuzinger
Cosme Velho
circa 1866

Fazenda do Quititi
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda do Quititi
A fazenda do Quitite ficava na região do Anil, em Jacarepaguá. O dono era o cafeicultor Marcos Antonio Deslesdenier. A estrada do Quititi era uma das vias no interior da propriedade. Na década de 1960, quando exercia o cargo de presidente da República, João Goulart (1918-1976) possuía casa de veraneio no final da estrada do Quitite. Era o sítio Capim Melado. Hoje, o local é um condomínio fechado, mas a casa principal do sítio, toda feita de pedra, ainda existe.
Georges Leuzinger
Jacarepaguá
circa 1865

Fazenda de Quititi
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda de Quititi
Secagem de café na Fazenda Quitito, em Jacarepaguá.
Georges Leuzinger
Jacarepaguá
circa 1865

Fazenda do Quitite
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda do Quitite
Georges Leuzinger
Estrada da Fazenda do Quitite ; Jacarepaguá
circa 1870

A Glória vista do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Glória vista do Passeio Público
A Glória vista do Passeio Público. A Glória surgiu a mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de melhorar a aparência ao logradouro.
Georges Leuzinger
Glória
circa 1865

Casa de Campo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casa de Campo
Localizada no que hoje é conhecida como Fonte da Saudade, entre Humaitá e a Lagoa Rodrigo de Freitas. A chácara pertencia a Serra Lisboa e em sua propriedade uma fonte, na verdade uma bica, de águas cristalinas que ficou conhecida por fonte da saudade. Conta a lenda que quem bebia daquela água ficava com saudade das águas cristalinas e sempre voltava. Outra vertente dizia que lavadeiras por lá se encontravam e entoavam ladainhas com saudades de sua "terrinha".
Georges Leuzinger
Lagoa
circa 1866

Rua da Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Matriz
Sobrado de sete janelas comprado pelo Presidente José Bento Júnior para Repartição Provincial.
Abilio Coutinho
Penedo
1869

Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, tendo barqueiros no rio São Francisco em primeiro plano. Coutinho, natural de Alagoas, produziu alguns dos mais antigos registros fotográficos do estado.
Abilio Coutinho
AL
1869

Povoação do Barro Vermelho (Penedo)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação do Barro Vermelho (Penedo)
Penedo tem história longa e importante para a região do São Francisco. Localizada na foz do rio, sua região é importante para o controle do mesmo, fato que chamou a atenção de Maurício de Nassau quando da invasão holandesa. Nassau conquistou a cidade e instalou lá o forte Mauricio de Nassau. Franz Post fez gravuras importantes na época da invasão, no século XVII.
Abilio Coutinho
Penedo
1869

Vila de Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vila de Pão de Açúcar
Quando da viagem à cachoeira Paulo Afonso, em 1859, o Imperador D. Pedro II por lá pernoitou. O início do povoamento aconteceu por volta de 1611, abrigando brancos e índios que vinham da Serra do Aracaré, em Sergipe. Em 1660 as terras que dariam origem ao município (que já haviam pertencido aos índios e a Cristovão da Rocha) foram doadas como sesmaria ao português Lourenço José de Brito Correia. Lourenço instalou então uma fazenda de gado batizada de Pão de Açúcar, devido às fôrmas em que se colocava o açúcar produzido no Brasil para a exportação. Por volta de 1815 as terras foram arrematadas em leilão pela família do padre José Rodrigues Delgado, que deu impulso ao desenvolvimento do povoado. Em 1877 foi elevada à categoria de cidade.
Abilio Coutinho
Rua da Praia
1869

Povoação de São Brás
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação de São Brás
Vila à margem do S. francisco fica entre Porto Real e Penedo. MA
Abilio Coutinho
São Brás
circa 1860

Povoação da Lagôa Funda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação da Lagôa Funda
Entre as vilas de Pão de açucar e Traípu, surgiu como freguesia dessa segunda. No entanto, alcançou status de vila, em 1886 , que depois foi revogado voltando a ser freguesia de Traípu. Já foi incorporado tambem a Pão de Açucar. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII. MA
Abilio Coutinho
Belo Monte, antiga Povoação de Lagoa Funda
circa 1860

Barra do Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Barra do Ipanema
Localizada perto da Vila Pão de Açúcar, era mais uma vila à beira do Rio São Francisco. Desbravadores que participavam de explorações ao longo do rio São Francisco atingiram o rio Ipanema no ponto em que ele se encontrava com o São Francisco, onde surgiu um povoado no qual missionários, comerciantes e colonizadores dos centros maiores faziam seus negócios. O local ficou conhecido então como Barra do Ipanema. O rio São Francisco, aliás, foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Barra do Ipanema
1869

Vila do Traipú
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vila do Traipú
Vila à margem do Rio São Francisco, fica entre São Braz e Belo Monte. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Traípu
circa 1860

Povoação do Limoeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação do Limoeiro
A fotografia do povoado de Limoeiro, tirada em janeiro de 1869, integra o relatório de viagem do Presidente da Província de Alagoas, José Bento da Cunha Figueiredo Junior, quando de uma excursão à Cachoeira de Paulo Afonso. O relatório, escrito por Ollympio Euzébio de Arroxelas Galvão e José Antônio Magalhães Basto, trazia inúmeras imagens das povoações alagoans ribeirinhas do São Francisco, todas produzidas por Abílio Coutinho. Na época, segundo o relatório, o povoado era constituído por duas ruas, cerca de sessenta casas e uma capela dedicada a Jesus, Maria e José, cuja construção prolongou-se de 1782 até 1787.
Abilio Coutinho
Pão de Açúcar
1869

Povoação do Porto Real do Colégio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Povoação do Porto Real do Colégio
Vila às margens do Rio São Francisco, entre São Braz e Penedo. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização brasileira, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Porto Real do Colégio
circa 1868

Entrada de Maceió
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada de Maceió
Vista geral de Maceió, feita capital da província em 1839. Teve importante papel no cenário político nacional depois que foi feita capitania independente de Pernambuco, em 1817, sendo palco de uma série de sublevações como a Confederação do Equador (1824), Cabanada (1832/1835) e a Revolução Praieira (1849), entre outras. O nome Maceió teria surgido de um engenho de cana chamado Maçaió, palavra de origem indígena cujo significado é "terra alagada", que era como os índios chamavam a foz do rio Mundaú.
Abilio Coutinho
Maceió
1869

Margem do Rio Cotinguiba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Margem do Rio Cotinguiba
Margem do Cotinguiba, o principal afluente do rio Sergipe, na cidade de Aracaju. Uma das primeiras cidades planejadas do Brasil, Aracaju foi elevada à capital da Província de Sergipe em 1855. A partir daí, a cidade, que estava instalada no alto da Colina de Santo Antônio, se expande para as margens do rio Sergipe. A cidade abrigou também um importante porto para escoamento da produção de açúcar do Vale do Cotinguiba.
Abilio Coutinho
Rio Cotinguiba
circa 1869

Memorial de Sua Majestade Imperial, D. Pedro II
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Memorial de Sua Majestade Imperial, D. Pedro II
Monumento comemorativo da visita do imperador Pedro II à Cachoeira de Paulo Afonso, em 20 de outubro de 1859, mas mandando colocar pelo Presidente da Província apenas em 1869. O monumento, uma placa feita em bronze, fica no lugar hoje conhecido como Mirante da Cachoeira. As quedas d'água da cachoeira de Paulo Afonso, localizada no município de mesmo nome, são formadas pelas águas do rio São Francisco. As quedas desciam sobre os degraus de rochas graníticas por mais de 80 metros, formando grandes áreas de espuma muito branca. Mas, com a construção das usinas hidrelétricas (a primeira delas na década de 1940), elas foram represadas, restando apenas um pequeno volume, dando ao observador uma visão das rochas polidas pela água.
Augusto Riedel
Cachoeira de Paulo Afonso
1869

Rua do Comércio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Comércio
No verso do cartão outra fotografia de paisagem sem nenhuma informação.
Julien Boquel
Maceió
circa 1872

Panorama da cidade de Recife
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da cidade de Recife
Augusto Stahl
Recife
circa 1855

Panorama da cidade de Recife
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da cidade de Recife
Augusto Stahl
Recife
circa 1855

Forte de São Francisco da Barra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Forte de São Francisco da Barra
Farol da Barra do Recife, inaugurado a 1 de fevereiro de 1822, demolido com obras de prolongamento do Porto.
Augusto Stahl
Farol da Barra do Recife
circa 1855

Os Arrecifes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Os Arrecifes
Segundo o historiador Gilberto Ferrez: "Os Arrecifes formam uma proteção natural ao porto da cidade do Recife. Na foto tirada do alto do Forte do Picao, vê-se navios fundeados no estuários, o cais da Lingueta, o prédios da Associação Comercial e, mais à direita o arsenal da Marinha e a torre de Malakoff."
Augusto Stahl
Recife
1875

Perspectiva do Arrecife e Porto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Perspectiva do Arrecife e Porto
Augusto Stahl
Recife
circa 1888

Desembarque da Família Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Desembarque da Família Imperial
Desembarque da Família Imperial SS.MM.II D. Pedro I e D.Teresa Cristina, no Recife. Segundo o historiador Gilberto Ferrez: "Stahl marcou a passagem do tempo registrando o porto cinco minutos antes do desembarque (ver registro 007A5P3FG6P-16) e dez minutos depois (007A5P3FG6P-08). Vê se o Colégio dos Jesuitas, onde então funcionava a faculdade de Direito, e a igreja do Espirito Santo, cuja torre servia para o telégrafo de sinais.
Augusto Stahl
Cais do Colégio ou de Ramos
1859

Vista de Olinda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de Olinda
Augusto Stahl
Olinda
1859

Ponte Provisória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte Provisória
Augusto Stahl
Ponte Maurício de Nassau
circa 1859

Ponte Velha do Recife, atual ponte 6 de Março
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte Velha do Recife, atual ponte 6 de Março
Augusto Stahl
Recife
circa 1858

Rua da Cruz, dos Judeus e do Comércio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Cruz, dos Judeus e do Comércio
A Rua da Cruz, uma das típicas do velho Recife, em 1870 rebatizada para Rua do Bom Jesus. Ao fundo o chafariz da água da Encanação, inagurado em 1846.
Augusto Stahl
Rua do Bom Jesus
circa 1855

Desembarque da Família Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Desembarque da Família Imperial
Desembarque da Família Imperial SS.MM.II D. Pedro I e D.Teresa Cristina, no Recife. Segundo o historiador Gilberto Ferrez: "Stahl marcou a passagem do tempo registrando o porto cinco minutos antes do desembarque (007A5P3FG6P-16) e dez minutos depois (ver registro 007A5P3FG6P-08). Vê se o Colégio dos Jesuitas, onde então funcionava a faculdade de Direito, e a igreja do Espirito Santo, cuja torre servia para o telégrafo de sinais.
Augusto Stahl
Cais do Colégio ou de Ramos
1859

A Alfândega
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Alfândega
Augusto Stahl
Recife
circa 1858

Rua do Crespo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Crespo
Augusto Stahl
Recife
1858

Teatro de Santa Isabel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro de Santa Isabel
Augusto Stahl
Recife
circa 1855

Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio do Governo
Augusto Stahl
Recife
circa 1855

Cadeia Nova
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cadeia Nova
Augusto Stahl
Recife
1855

Ponte da Boa Vista e Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte da Boa Vista e Santo Antônio
Augusto Stahl
Recife
1855

Boa Vista e Ponte
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Boa Vista e Ponte
Imagem tirada do Hospital Dom Pedro II, mostrando o rio Capibaribe e ao fundo a ponte Boa Vista e a Casa de Detenção, bem como o bairro de Santo Antônio.
Augusto Stahl
Recife
circa 1858

Vista parcial da cidade de Recife
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista parcial da cidade de Recife
Vista parcial da cidade, com a Casa de Detenção e o hospital D. Pedro II ao fundo
Augusto Stahl
Recife
1855

Sítio da Madalena, com armas imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sítio da Madalena, com armas imperiais
Residência da Passagem da Madalena, hoje rua Benfica, onde se hospedou a Imperatriz D. Teresa Cristina. O detalhe à direita mostra esta interessante estrutura, aparentemente em tecido, para melhor efeito de iluminação a gás preparada especialmente para a visita de Suas Majestades Impreiais. Informação retirada do livro "Augusto Stahl" de Bia Corrêa do Lago pg. 56
Augusto Stahl
Recife
1855

Sítio Benfica
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sítio Benfica
Sitio Benfica que hospedou a imperatriz Tereza Cristina, na sua passagem por Recife em 1859. A casa ficava à margem do rio Capibaribe.
Augusto Stahl
Recife
1859

Sítio do Chacon
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sítio do Chacon
Sítio do Chacon, pertecente a Eduardo Fenton, distante de Recife 6km. Demolido em 1950, era uma das poucas casas que continha torre de defesa. Livro Augusto Stahl Bia corrêa do Lago pg. 54
Augusto Stahl
Recife
1858

Vila do Cabo e Arredores
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vila do Cabo e Arredores
Livro Augusto Stahl Bia Corrêa do Lago pg. 91
Augusto Stahl
Cabo de Santo Agostinho, antiga Vila do Cabo
circa 1858

Apipucos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Apipucos
Apipucos com o açude.
Augusto Stahl
Recife
1858

Vista do Manguezal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Manguezal
O manguezal visto do trem.
Augusto Stahl
Entre Recife e o Cabo de Santo Agostinho
1858

Panorama da cidade de Olinda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da cidade de Olinda
Ao centro, observa-se a Paróquia São Pedro Martir, de 1590, sem a a torre que será acrescentada posteriormente. Em seu pátio, a primeira casa à esquerda, , do século XVIII, é notadamente influenciada pela arquitetura árabe. Ao fundo e à esquerda o mosteiro de São Bento.
Augusto Stahl
Carmo
circa 1855

Igreja Nossa Senhora dos Rosários dos Homens Pretos em Olinda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Nossa Senhora dos Rosários dos Homens Pretos em Olinda
Igreja de Nossa Senhora do Rosário em Olinda na encosta do morro que se avista ao fundo na mina de Palmira.
Augusto Stahl
Bairro Rosarinho
circa 1858

Igreja Nossa Senhora dos Rosários dos Homens Pretos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Nossa Senhora dos Rosários dos Homens Pretos
Augusto Stahl
Bairro Rosarinho
1859

Vista parcial da cidade de Igarassu
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista parcial da cidade de Igarassu
Vila do Igarassu, distante de Recife 33 kilometros. Destaque a Igreja dos Santos Cosme e Damião, a mais antiga do Brasil, fundada em 1535. O rio que aparece no primeiro plano chama-se Santa Cruz. Igarassu tornou-se "leal Vila" por álvara de 1811, e foi elevada à categoria de cidade em 1872. Foto tirada quando da chegada do Imperador à cidade, em 5 de Dezembro de 1859
Augusto Stahl
Igarassu
1858

Colina
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Colina
Paisagem observada da linha férrea Recife-São Francisco, perto do munícipio de Cabo de Santo Agostinho.
Augusto Stahl
Cabo de Santo Agostinho, antiga Vila do Cabo
circa 1858

Ladeira e Matriz do Cabo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ladeira e Matriz do Cabo
Em primeiro plano vemos os trilhos da ferrovia e no alto da imagem vemos a igreja Matriz de Santo Antônio, fundada no início da povoação (século XVII) da pequena Vila do Cabo, distante cerca de 30 quilômetros do Recife.
Augusto Stahl
Cabo de Santo Agostinho, antiga Vila do Cabo
circa 1858

Afogados
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Afogados
Segunda Estrada de Ferro do Brasil, que iniciou a obra em 1855 e inaugurou o trecho Recife-Cabo, no dia 9 de Fevereiro de1858. A foto é próxima a povoação dos Afogados, primeira estação, a menos de três quilômetros do Recife. Depois seguiriam Prazeres, Pontezinha, Ilha e Cabo.
Augusto Stahl
Recife
circa 1858

Arredores do Caldereiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arredores do Caldereiro
Paisagem para o lado do Monteiro. Arredores do Caldereiro, próximo ao engenho de São Pantaleão do Monteiro.
Augusto Stahl
Próximo ao engenho de São Pantaleão do Monteiro
circa 1858

Igreja de Nossa Senhora do Carmo e Convento de Santo Alberto dos Carmelitas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora do Carmo e Convento de Santo Alberto dos Carmelitas
Foto significativa de Stahl, já que mostra três monumentos da arquitetura religiosa: a capela da ordem terceira do Carmo (1753), o convento Carmelita de Santo Alberto (1666), e o cruzeiro em pedra. Pedro II visitou os monumentos em 1859, quando visitou Recife.
Augusto Stahl
Praça Frei Caneca
circa 1859

Engenho Barbalho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Engenho Barbalho
Fábrica no caminho da Estrada de Ferro Recife - São Francisco, no engenho Barbalho. Era aí que montavam-se os vagões e carros da ferrovia, a segunda construída no Brasil.
Augusto Stahl
Bairro Charneca
1858

Oficinas no Engenho Barbalho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Oficinas no Engenho Barbalho
Augusto Stahl
Bairro Charneca
circa 1858

Oficinas no Engenho Barbalho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Oficinas no Engenho Barbalho
Augusto Stahl
Bairro Charneca
1858

Paisagem no Engenho Bujari
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Paisagem no Engenho Bujari
Matas do engenho de Bujari, quando D. Pedro II visitou Goiana em 6 de Dezembro de 1859.
Augusto Stahl
Espinheiro
1859

Maré Vazante
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Maré Vazante
Fotografia tomada do sítio dos coelhos mostrando o rio Capibaripe, quando acontece a maré vazante.
Augusto Stahl
Coelhos
circa 1859

Ponte da Estrada de Ferro Recife - São Francisco, sobre o riacho Junqueira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte da Estrada de Ferro Recife - São Francisco, sobre o riacho Junqueira
Ponte da Estrada de Ferro Recife - São Francisco, a segunda construída no Brasil, sobre o riacho Junqueira, um dos afluentes do rio Pirapama.
Augusto Stahl
PE
circa 1858

As obras do arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As obras do arsenal da Marinha
Augusto Stahl
Recife
circa 1859

Cais do Ramos ou do Colégio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais do Ramos ou do Colégio
Cais que em sua proximidade abrigou logo cedo o Colégio dos Jesuítas, no antigo prédio construído para ser a igreja de calvinistas franceses em 1642. Daí o seu nome, ainda que na época de Stahl também fosse conhecido por cais 22 de novembro, dia da ida do imperador Pedro II à cidade, em 1859. Foi urbanizado em 1840. Ao fundo está a ponte Velha do Recife.
Augusto Stahl
Avenida Martins de Barros
1874

Igreja no bairro de Madalena
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja no bairro de Madalena
João Ferreira Villela
Recife
circa 1865

Sobrado à Margem do Capibaribe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sobrado à Margem do Capibaribe
João Ferreira Villela
Passagem da Madalena
circa 1865

Obras da Ponte Santa Isabel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Obras da Ponte Santa Isabel
João Ferreira Villela
Rio Capibaribe
18 de janeiro de 1862

Rio Capibaribe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Capibaribe
Canteiro de obras da ponte Sta Isabel. MA
João Ferreira Villela
Recife
18 de janeiro de 1862

Basílica de Nossa Senhora da Penha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Basílica de Nossa Senhora da Penha
A Igreja de Nossa Senhora da Penha começou a ser construída, pelos frades capuchinhos franceses, em 1656 e só foi concluída em 1882. Os mais de 200 anos decorridos entre o início e o términos das obras se deu por causa da expulsão dos religiosos do Brasil pela Corte portuguesa. É a única em Recife em estilo coríntio. O culto à Virgem da Penha foi introduzido no Brasil no século XVI.
Autoria não identificada
Bairro de São José
circa 1859

Vista panorâmica de Laranjeiras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica de Laranjeiras
Marc Ferrez
Laranjeiras
circa 1890

Alargamento da Rua Uruguaiana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alargamento da Rua Uruguaiana
Augusto Malta
Centro ; Rua Uruguaiana
1905

Quiosque ao lado da Câmara dos Deputados do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quiosque ao lado da Câmara dos Deputados do Rio de Janeiro
Augusto Malta
Rua Primeiro de Março ; Centro
9 de novembro de 1911

Largo do Depósito
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Depósito
Um dos quiosques mandados retirar das ruas do Rio em 1911. Os quiosques eram pequenas construções de madeira em estilo oriental localizadas em praças, largos e ruas da cidade. Considerados símbolos do atraso por serem frequentados pela gente humilde, foram retirados quando da reforma modernizadora promovida pelo prefeito Pereira Passos que fechou a Câmara dos Vereadores para empreender tais obras.
Augusto Malta
Praça dos Estivadores, na zona portuária
1911

Fachada do Convento da Ajuda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fachada do Convento da Ajuda
Fachada do Convento da Ajuda em frente ao Monroe em 1911, ano em que o convento foi demolido. O convento data de 1703 e foi inaugurado em 30 de março de 1750 por Gomes Freire de Andrade. A balustrada veio da praça Tiradentes e foi colocada por ordem do prefeito Pereira Passos. Hoje ali está o Cinema Odeon.
Augusto Malta
Praça Floriano (atual Cinelândia)
1911

Altar da igreja de São Sebastião
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Altar da igreja de São Sebastião
Construída em homenagem à São Sebastião, padroeiro da cidade.
Augusto Malta
Morro do Castelo
1 de março de 1921

Interior da Igreja dos Jesuítas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior da Igreja dos Jesuítas
Nave e altar-mor. Observe à direita o altar de Santo Inácio e o de Nossa Senhora da Conceição e esquerda o púlpito e o altar de Nossa Senhora da Conceição. Não há separação clara entre a nave e a capela-mor, por ausência de arco cruzeiro. Na capela-mor vê-se uma porta de cada lado com uma pintura acima. O altar-mor tem uma pintura de paisagem no fundo. Construída em 1567, quando da chegada dos Padres Jesuítas na cidade, a igreja guardava verdadeiras relíquias, como a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Foi destruída, porém, em 1922 junto com o morro do Castelo. o Externato Santo Inácio, instituído desde 1903, em Botafogo, aproveitou alguma de suas relíquias, como o sino. MA
Augusto Malta
Morro do Castelo
1910

Igreja dos Jesuítas, torre com sinos e a nave da Igreja de Santo Inácio.
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja dos Jesuítas, torre com sinos e a nave da Igreja de Santo Inácio.
Na extrema esquerda o canto direito do Colégio dos Jesuítas Depois a torre sineira e a nave da Igreja de Santo Inácio vista desde leste-nordeste. Construída em 1567, quando da chegada dos Padres Jesuítas na cidade, a igreja guardava verdadeiras relíquias, como a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Foi destruída, porém, em 1922 junto com o morro do Castelo. o Externato Santo Inácio, instituído desde 1903, em Botafogo, aproveitou alguma de suas relíquias, como o sino. MA
Augusto Malta
Morro do Castelo Rio de Janeiro
circa 1918

Ruínas do portão do Forte de São Januário
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ruínas do portão do Forte de São Januário
Morro fundamental para a história do Rio de Janeiro, principalmente para seu período colonial, foi arrasado em 1922, como parte do projeto modernizador da República Velha, pelo prefeito Carlos Sampaio. Sua destruição completa só acabou no Governo de Dodsworth.
Augusto Malta
Morro do Castelo
circa 1910

Quartel do Moura
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quartel do Moura
O Batalhão do Moura foi um dos três que vieram de Portugal em 1766, aquartelando-se em um terreno cedido pela Santa Casa para alojamento de tropas. Acabou dando nome ao largo, desaparecendo em 1907. Ao fundo, no alto, a Igreja dos Capuchinhos no Morro do Castelo ao qual se tinha acesso por uma ladeira (do Moura ou da Misericórdia) que nascia à direita da construção militar fotografada.
Augusto Malta
Bairro da Misericórdia
circa 1918

Francisco Pereira Passos e José Maria da Silva Paranhos Júnior, barão do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Francisco Pereira Passos e José Maria da Silva Paranhos Júnior, barão do Rio Branco
Um dos registros do embarque do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Pereira Passos (1836 - 1913 - no centro da imagem -, para a Europa. Na ocasião, José Maria da Silva Paranhos, o Barão do Rio Branco (1845 - 1912) - de chapéu claro - era o ministro das Relações Exteriores e havia ido ao cais Pharoux para despedir-se de Leitão da Cunha, que também estava partindo para a Europa no transatlântico inglês Avon.
Augusto Malta
Rio de Janeiro
14 de junho de 1911

Largo da Sé, atual Largo de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Sé, atual Largo de São Francisco de Paula
Largo ou Praça da Sé, atual Largo de São Francisco de Paula. Ganhou esse nome por conta da igreja que lhe é homônima. À esquerda, podemos ver quiosques (pequenas construções de madeira em estilo oriental, que vendiam produtos como cachaça, café, bolos e fumo), muito comuns na cidade na época.
Augusto Malta
Centro
15 de março de 1909

Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Copacabana
Copacabana em 1910. À esquerda, em construção com dois torreões, a casa dos irmãos Bernadelli em frente ao Lido, na esquina com Av. Atlântica. A casa foi posta abaixo em 1936.
Augusto Malta
Copacabana
circa 1910

Urca e morro do Corcovado tomados do interior de edificação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Urca e morro do Corcovado tomados do interior de edificação
Urca e morro do Corcovado, ainda sem o Cristo Redentor.
Augusto Malta
Botafogo
circa 1910

O Rio de Janeiro visto da Fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Rio de Janeiro visto da Fortaleza de São João
Uma das primeiras fortalezas do Rio de Janeiro datada de 1618. Foi posteriormente Escola de Educação Física do Exército e abrigou a ESG (Escola Superior da Guerra). Foi palco de eventos importantes, como a chamada "Questão Religiosa", na época do Império, quando acolheu o prisioneiro frei D. Vital de Oliveira.
Augusto Malta
Urca
circa 1915

Rua Santo Amaro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F01-024.jpg
Rua Santo Amaro
Augusto Malta
Catete
circa 1905

Pathe Palace
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pathe Palace
Da esquerda para a direita: o Pathe Palace e o Capitólio. Os dois, além do Odeon, eram os grandes cinemas cariocas da década de 1920 e que, inclusive, deram à praça Floriano o nome popular de Cinêlandia. O Pathé Palace foi inaugurado em abril de 1928 e o Cinema Capitólio em 1925.
Augusto Malta
Praça Floriano (Cinelândia)
1928

O Pathe Palace e o Capitólio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Pathe Palace e o Capitólio
A fotografia mostra dois cinemas importantes na década de 20 carioca: O Pathe Palace e o Capitólio. Além dos dois, o Odeon, o Império, e o Glória completavam a lista de cinemas que por seu conjunto deram o nome da praça. O filme Braza Dormida estreou no Pathé Palace em 4 de março de 1929.
Augusto Malta
Rio de Janeiro
1929

Encontro na capital brasileira sobre a Questão da Zona de Palmas, ou das Missões; ao fundo, a estátua de Pedro Álvares Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encontro na capital brasileira sobre a Questão da Zona de Palmas, ou das Missões; ao fundo, a estátua de Pedro Álvares Cabral
A respeito da Questão da Zona de Palmas, ou, das Missões, foi uma contestação territorial entre os governos da Argentina e do Brasil, entre 1890 e 1895, durante o final do século XIX e início da Primeira República. A região em disputa são os atuais estados de Santa Catarina e Paraná e foi resolvida através do arbitramento internacional do presidente dos EUA, Grover Cleveland. Foi uma disputa geopolítica, inserida no contexto da histórica rivalidade entre os dois países na luta pela hegemonia regional. O Barão do Rio Branco, que chefiou durante dez anos a diplomacia do país, teve papel importante na defesa territorial e fronteiriça dessa disputa. Em 1900, 400 após a chegada dos portugueses ao Brasil, surgiu a ideia de erguer a estátua de Pedro Álvares Cabral.
Marc Ferrez
Antiga Praia da Lapa, atual avenida Augusto Severo ; Glória
circa 1895

Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
A "Questão da Zona de Palmas ou das Missões", foi uma contestação territorial entre os governos da Argentina e do Brasil, entre 1890 e 1895, durante o final do século XIX e início da Primeira República. A região em disputa compreende os atuais estados de Santa Catarina e Paraná e foi resolvida através do arbitramento internacional do presidente dos EUA, Grover Cleveland. O Barão do Rio Branco, que chefiou durante dez anos a diplomacia do país, teve papel importante na defesa territorial e fronteiriça que envolveu esta disputa.
Marc Ferrez
Antiga Travessa São Francisco, atual rua Ramalho Ortigão ; Centro
circa 1895

Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
A "Questão da Zona de Palmas ou das Missões", foi uma contestação territorial entre os governos da Argentina e do Brasil, entre 1890 e 1895, durante o final do século XIX e início da Primeira República. A região em disputa compreende os atuais estados de Santa Catarina e Paraná e foi resolvida através do arbitramento internacional do presidente dos EUA, Grover Cleveland. O Barão do Rio Branco, que chefiou durante dez anos a diplomacia do país, teve papel importante na defesa territorial e fronteiriça que envolveu esta disputa.
Marc Ferrez
Antiga rua Souza Franco, atual rua do Teatro ; Centro
circa 1895

Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
A "Questão da Zona de Palmas ou das Missões", foi uma contestação territorial entre os governos da Argentina e do Brasil, entre 1890 e 1895, durante o final do século XIX e início da Primeira República. A região em disputa compreende os atuais estados de Santa Catarina e Paraná e foi resolvida através do arbitramento internacional do presidente dos EUA, Grover Cleveland. O Barão do Rio Branco, que chefiou durante dez anos a diplomacia do país, teve papel importante na defesa territorial e fronteiriça que envolveu esta disputa.
Marc Ferrez
Antiga rua Souza Franco, atual rua do Teatro ; Centro
circa 1895

Parada dos alunos do Colégio Militar; posse do presidente Prudente de Moraes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Parada dos alunos do Colégio Militar; posse do presidente Prudente de Moraes
Autoria não identificada
Centro ; Praça da República
15 de novembro de 1894

Quiosque "Chopp Berrante" no Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quiosque "Chopp Berrante" no Passeio Público
Quiosque "Chopp Berrante" no Passeio Público, localizado na rua do Passeio. O dono do bar, Augusto dos Santos, está à esquerda da imagem. O fotógrafo Marc Ferrez vendia aí seus filmes, para que Augusto os exibisse em lençóis estendidos entre as árvores, no jardim do parque. Posteriormente, Ferrez inaugurou o Cine Pathé.
Augusto Malta
Passeio Público
circa 1905

Igreja de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Santo Antônio
Fotografia permite visualizar as mudanças ocorridas no cenário da cidade na década de 1930. Em primeiro lugar, observa-se à direita, o morro do Castelo parcialmente destruído. Em segundo plano, ao centro, o prédio do LICEU - Literário Português inaugurado em 1938 na rua Senador Dantas, já que o antigo pegou fogo em 1932. Bem à esquerda da foto, observa-se a torre do relógio do edifício Mesbla, idealizado em 1934.
Augusto Malta
Morro de Santo Antônio
circa 1922

Prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro
Antiga Escola de São José, depois Conselho Municipal, localizado no largo da Mãe do Bispo, atual Praça Marechal Floriano. Em 1918 o prédio do Conselho Municipal do Rio de Janeiro é demolido e no mesmo local, em 1920, começam as obras do Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923.
Autoria não identificada
Cinelândia ; Centro
1904

Enseada de Botafogo vista do alto do Corcovado; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo vista do alto do Corcovado; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Augusto Malta
Corcovado
novembro de 1906

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
Idealizado a príncipio para figurar na Exposição de Saint-Louis (comemoração norte-americana pela incorporação do Estado da Louisiana à União em 1803). O Presidente Rodrigues Alves requisitou as verbas necessárias ao Congresso para que o Brasil comparecesse com um pavilhão no evento, mas estipulou logo que o edíficio deveria ser reerguido na cidade do Rio de Janeiro, finda a mostra. O projeto é do Coronel-arquiteto Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Sua inauguração em solo brasileiro deu-se em 1906, sendo denominado Pálacio Monroe em homenagem ao presidente dos EUA. Abrigou a Câmara dos Deputados e acolheu o Senado e várias repartições públicas. Foi demolido em 1976.
Augusto Malta
Praça Floriano (atual Cinelândia)
1920

Praça Tiradentes, ao fundo rua da Constituição; à direita a avenida senhor dos Passos e o teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Tiradentes, ao fundo rua da Constituição; à direita a avenida senhor dos Passos e o teatro João Caetano
Chamada Tiradentes desde a proclamação da República, antes chamada de Praça da Constituição ou Rocio. Na foto, bem à direita e no primeiro plano, o Teatro São Pedro de Alcantâra (atual João Caetano). A rua da esquina do teatro é a rua do Tesouro (atual Av. Passos).
Augusto Malta
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1920

Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Castelo
Morro fundamental para a história do Rio de Janeiro, principalmente como referência de seu período colonial, foi arrasado em 1922 como parte do projeto modernizador da República Velha executado pelo prefeito Carlos Sampaio. Sua destruição completa só acabou no governo do prefeito Henrique de Toledo Dodsworth.
Augusto Malta
Centro
14 de novembro de 1921

Praça da República; à direita, o Quartel do Exército
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da República; à direita, o Quartel do Exército
Augusto Malta
Rua Larga de São Joaquim (atual avenida Marechal Floriano) ; Centro
circa 1907

Largo da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca
Denominado assim por causa do rio que abastecia a cidade no século XVIII e que aliemtava o chafariz nele colocado, foi totalmente reformulado no Governo Passos, em1905.
Augusto Malta
Centro
8 de janeiro de 1907

Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Tiradentes
A Praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Augusto Malta
Praça Tiradentes
circa 1928

Avenida Paulo de Frontin
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Paulo de Frontin
A Avenida Paulo de Frontin foi aberta no governo de Delfim Moreira no Rio Comprido. É considerada a mais importante do bairro. Possuía casas imponentes e belas residências ao longo de sua extensão. É sobre ela que passa o viaduto de mesmo nome que dá acesso ao Túnel Rebouças, umas das principais vias de ligação entre as zonas norte e sul da cidade.
Augusto Malta
Rio Comprido
8 de outubro de 1928

Praça Tiradentes, teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Tiradentes, teatro João Caetano
Praça Tiradentes, no centro da cidade, com destaque para o Teatro João Caetano. A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821, foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara. Em 1923, o teatro passou a chamar-se João Caetano - uma homenagem ao intérprete que também foi dono do teatro. O primeiro teatro erguido no local foi o Real Theatro de São João, inaugurado em 13 de outubro de 1813. Mais tarde, em 1826 (e também em 1839), seu nome foi mudado para Imperial Theatro São Pedro de Alcântara, e em 1831, foi chamado Theatro Constitucional.
Augusto Malta
Praça Tiradentes
circa 1930

Largo do Matadouro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Matadouro
Local onde foi contruída a Praça da Bandeira, no governo Nilo Peçanha, em 1910. MA
Augusto Malta
Praça da Bandeira
13 de abril de 1911

Uma Face do Morro de São Diogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Uma Face do Morro de São Diogo
O Morro São Diogo localizava-se entre a Gamboa Pequena e a Grande, e sua história tem a ver com a do alferes Diogo de Pina, dono de casas e terras na região. No morro, ele ergueu uma capela em louvor a São Diogo, santo de sua devoção, passando assim a nomear toda área (que abrangia, além do morro, o mangue em torno).
Augusto Malta
Gamboa
9 de junho de 1907

Jardins da Glória e Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins da Glória e Lapa
Augusto Malta
Glória
circa 1928

Bairro de Santa Teresa; a partir da praça Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de Santa Teresa; a partir da praça Nossa Senhora da Glória
Augusto Malta
Glória
circa 1928

Teatro Lírico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro Lírico
Augusto Malta
Largo da Carioca ; Centro
circa 1928

Bairro do Catete; a partir da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Catete; a partir da Glória
Augusto Malta
Glória
circa 1928

Ladeira do Livramento
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ladeira do Livramento
Augusto Malta
Centro
circa 1928

Ressaca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ressaca
Ressaca histórica que destruiu pontos da Av. Beira-Mar, como mostra a foto, e de Copacabana. Ao fundo, notar o Pálacio Monroe, inaugurado em 1906. MA
Augusto Malta
Av. Beira Mar
1913

Rua da Assembleia e Largo da Carioca; a esquerda, a Rua Uruguaiana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Assembleia e Largo da Carioca; a esquerda, a Rua Uruguaiana
Augusto Malta
Centro
1925

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
Augusto Malta
Centro
circa 1925

Arrasamento do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arrasamento do Morro do Castelo
Augusto Malta
Centro
9 de outubro de 1922

Demolição do Morro do Castelo, ruinas da Igreja dos Jesuítas e do Observatório Astronômico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Demolição do Morro do Castelo, ruinas da Igreja dos Jesuítas e do Observatório Astronômico
Augusto Malta
Morro do Castelo
22 de novembro de 1922

Igreja de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Santo Antônio
Augusto Malta
Morro de Santo Antônio
circa 1922

Hotel Avenida
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Avenida
O Hotel Avenida, projetado por Francisco de Azevedo Caminhoá, teve sua construção concluída pela companhia de iluminação Light, que havia chegado ao Brasil em 1905. Localizado nos números 152 a 164 da Avenida Central, abrigava em seu interior a Galeria Cruzeiro, e era nesta galeria onde funcionava a mais famosa estação de bondes da Companhia Ferro-Carril do Jardim Botânico, de propriedade da Companhia. Foi inaugurado em 1910, com 220 quartos iluminados a luz elétrica, e foi um dos mais populares da Avenida. Foi demolido em 1957 e em seu lugar ergue-se o Edifício Avenida Central, inaugurado em 22 de maio de 1961.
Augusto Malta
Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central ; Centro
circa 1920

Praça Marechal Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Marechal Floriano
Augusto Malta
Cinelândia ; Centro
circa 1922

Ressaca na Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ressaca na Avenida Beira-Mar
Augusto Malta
Avenida Beira Mar, em frente ao Passeio Público
circa 1906

Avenida Beira Mar, tomada do Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira Mar, tomada do Palácio Monroe
A Avenida Beira Mar foi uma das obras realizadas pelo prefeito Pereira Passos com o intento de modernizar a cidade. Inaugurada em 1905, abriu espaços também para novas residências de classes abastadas, morando em sua orla pessoas como Felisberto Caldeira Brant e Marquês de Paraná.
Augusto Malta
Rio de Janeiro
21 de dezembro de 1906

Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira Mar
Obra realizada pelo prefeito Pereira Passos com o intento de modernizar a cidade. Abriu espaços também para novas residências de classes abastadas, morando em sua orla, a título de ilustração, pessoas como Felisberto, Caldeira Brant e Marquês de Paraná. Inaugurada em 1906. MA
Augusto Malta
Flamengo
12 de março de 1906

Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira Mar
A Avenida Beira Mar foi uma das obras realizadas pelo prefeito Pereira Passos com o intento de modernizar a cidade. Inaugurada em 1905, abriu espaços também para novas residências de classes abastadas, morando em sua orla pessoas como Felisberto Caldeira Brant e Marquês de Paraná.
Augusto Malta
Flamengo
1907

Largo do Machado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Machado
Augusto Malta
Catete
25 de julho de 1906

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Museu Nacional
O Museu Real no Rio de Janeiro foi criado em junho de 1818 por D. João VI. Inicialmente instalado no Campo de Santana, foi transferido para a Quinta da Boa Vista em 1892. Em 1922 o museu passa a chamar-se Museu Nacional, sendo incorporado à Universidade do Brasil (atual UFRJ) em 1946. A quinta foi construída no século XVIII pelo negociante português Elias Antônio Lopes, num terreno elevado e com exuberante vegetação. Foi dada de presente a D. João VI quando este chegou ao Brasil, sendo a casa, assim, transformada em residência real.
Augusto Malta
São Cristóvão
circa 1930

Prefeito Inspecionando as Obras da Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Prefeito Inspecionando as Obras da Avenida Beira Mar
O prefeito Passos inspecionando a Av. Beira Mar, projeto de seu governo que findava no morro da Viúva. A tubulação na muralha desaguava o rio Carioca. A praia do Flamengo, de águas limpas, figurava como uma das principais dos cariocas, contando, inclusive, com um trampolim para os banhistas na altura da Rua dois de Dezembro.
Augusto Malta
Flamengo
27 de abril de 1906

Teatro Apolo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro Apolo
Antigo Teatro Apolo, à rua do Lavradio, propriedade do laborioso e competente empresário teatral Celestino Silva, que legou o prédio do dito teatro à prefeitura para ser transformado numa escola. A disposição testamentária foi cumprida, inaugurando-se a escola em 3 de setembro de 1921, com solenidade. No Apolo funcionaram ótimas companhias nacionais e estrangeiras - notadamente portuguesas de operetas - num conjunto harmônico e de alto nível artístico. O teatro Apolo foi construído em 1890. Celestino Silva, que faleceu em 5 de setembro de 1916, além do legado do prédio deixou cerca de 300 contos de réis para as obras de transformação. A escola tem o nome de Celestino Silva.
Augusto Malta
Rua do Lavradio
8 de setembro de 1920

Outeiro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Outeiro da Glória
Augusto Malta
Rua do Russel ; Glória
circa 1920

Colégio, Igreja e Seminário dos Jesuítas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Colégio, Igreja e Seminário dos Jesuítas
Augusto Malta
Morro do Castelo ; Centro
circa 1920

Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira Mar
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. Na época de Pereira Passos também sofreu inúmeras reestruturações.
Augusto Malta
Botafogo
11 de fevereiro de 1907

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Escola Militar da Praia Vermelha
A Urca só foi urbanizada no Governo Afonso Pena, 1908, quando Sampaio Correia assumiu as obras. A Praia da Saudade ganhou cais, dezenas de ruas foram pavimentadas e o edíficio da Escola de Guerra foi concluído.
Augusto Malta
Urca
1908

Largo da Carioca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Carioca
Area ocupada pelo Hotel Avenida no Largo da Carioca, denominado assim por causa do rio que abastecia a cidade no século XVIII e que alimentava o chafariz nele colocado. Vemos ainda quiosques (pequenas construções de madeira em estilo oriental, que vendiam produtos como cachaça, café, bolos e fumo) bastantes comuns no final do século XIX/ início do século XX.
Augusto Malta
Rio de Janeiro
circa 1903

Vista do Morro da Babilônia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Morro da Babilônia
Augusto Malta
Morro da Urca ; Urca
circa 1915

Os primeiros ônibus do Rio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Os primeiros ônibus do Rio
Os primeiros modelos de veículos de transporte coletivo movidos a vapor surgiram entre os séculos XVIII e XIX, com o advento da revolução industrial inglesa. No Brasil, a cidade do Rio de Janeiro foi a primeira na qual circulou um ônibus, ainda movido a tração animal. Em 1908, o serviço de auto-ônibus foi inaugurado na cidade fazendo o percurso Praça Mauá-Passeio Público e, eventualmente, Av. Central-Praia Vermelha. A concessionária Auto-Avenida assinava em 1911 contrato com a Prefeitura para estabelecer um serviço definitivo entre a Avenida e a Praia Vermelha. Em 1913, outro contrato foi firmado, com uma empresa diferente, para a instalação de uma linha entre a Av. Central e a Praça Tiradentes. Em 1917, a Prefeitura aprova as plantas para um novo tipo de auto-ônibus cujos carros, construídos nos EUA, seriam movidos a eletricidade. Finalmente em agosto de 1918 inaugurou-se o serviço, sendo a concessão transferida em dezembro do mesmo ano para a companhia Light.
Augusto Malta
Avenida Rio Branco
circa 1917

Túnel Velho Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Túnel Velho Copacabana
Túnel Alaor Prata, mais conhecido como Túnel Velho, que liga Copacabana a Botafogo. Até o século XIX chegava-se a Copacabana somente pelas ladeiras do Barroso (atual Tabajaras) e do Leme ou através de um percurso mais longo pela Lagoa Rodrigo de Freitas. A abertura do túnel em 1892, que seria parte do trajeto dos bondes da Cia. Jardim Botânico, foi fundamental para a ocupação da área, ainda bastante isolada da cidade. Até 1900, somente os bondes poderiam transitar pelo túnel.
Augusto Malta
Copacabana
30 de março de 1926

Túnel Real Grandeza, por ocasião de sua reinauguração como Túnel Alaor Prata
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Túnel Real Grandeza, por ocasião de sua reinauguração como Túnel Alaor Prata
O Túnel Real Grandeza foi inaugurado em 06/06/1892. Posteriormente, foi reformado, ampliado e reinaugurado em 1927, passando a se chamar Túnel Alaor Prata. também conhecido como Túnel Velho.
Augusto Malta
Túnel Alaor Prata (Túnel Velho) ; Liga a rua Suqueira Campos (Copacabana) à Real Grandeza (Botafogo)
31 de dezembro de 1927

Avenida Atlântica
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Atlântica
Augusto Malta
Copacabana
16 de junho de 1919

Panorama de Copacabana; a partir de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama de Copacabana; a partir de Botafogo
Augusto Malta
Botafogo
circa 1930

Praia do Leblon; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia do Leblon; ao fundo, o Morro Dois Irmãos
Augusto Malta
Leblon
17 de outubro de 1924

Pedra da Gávea; a partir de São Conrado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea; a partir de São Conrado
Augusto Malta
São Conrado
circa 1924

Panorama de Botafogo e da Lagoa Rodrigo de Freitas; a partir do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama de Botafogo e da Lagoa Rodrigo de Freitas; a partir do Mirante Dona Marta
Augusto Malta
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1924

Avenida Vieira Souto, praia de Ipanema e o Morro Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Vieira Souto, praia de Ipanema e o Morro Dois Irmãos
Augusto Malta
Ipanema
18 de agosto de 1934

Botafogo; tomada do Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Botafogo; tomada do Morro da Viúva
Augusto Malta
Flamengo
circa 1928

Bairro e enseada de Botafogo; a partir do Morro da Vúva
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro e enseada de Botafogo; a partir do Morro da Vúva
Augusto Malta
Flamengo
circa 1910

Túnel Velho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Túnel Velho
Augusto Malta
Copacabana
19 de novembro de 1927

Exposição de 1922 - Portão do Norte
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição de 1922 - Portão do Norte
Um dos portões de entrada da Exposição Internacional do Centenário, que ocorreu em 1922 para comemorar o centenário da Independência brasileira. Segundo historiadores, é a grandiosa versão nacional das exposições internacionais promovidas no século XIX, organizadas para celebrar o ideal nacional.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922

Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922
Augusto Malta
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922
Augusto Malta
Centro
4 de setembro de 1922

Exposição Internacional de 1922 - Torre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F02-068.jpg
Exposição Internacional de 1922 - Torre
Augusto Malta
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão do Distrito Federal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão do Distrito Federal
Augusto Malta
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922 - Vista panorâmica
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922 - Vista panorâmica
Augusto Malta
Centro
18 de outubro de 1922

Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão das Indústrias
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão das Indústrias
Augusto Malta
Centro
7 de setembro de 1922

Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão do México
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão do México
Augusto Malta
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão Italiano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão Italiano
Augusto Malta
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão da Tchecoslováquia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922 - Pavilhão da Tchecoslováquia
Augusto Malta
Centro
1922

Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922
Augusto Malta
Centro
18 de outubro de 1922

Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Exposição Internacional de 1922
Augusto Malta
Centro
18 de outubro de 1922

Cidade de Salvador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cidade de Salvador
Ao centro, a Alfândega nova com a ponte de atracamento. No alto, da esquerda para direita, a Igreja dos Jesuítas, o pálacio Episcopal, a Sé velha, a Misericórdia e o palácio do Governo. Observa-se que o elevador Lacerda, um dos símbolos da capital baiana, ainda não havia sido edificado. A foto está em um álbum de couro marrom, com fotografias de Camilo Vedani da Bahia e Rio de Janeiro entre 1860 e 1870, havendo uma imagem de A. Coutinho. Todas as fotografias são em albumina. Na contra capa da frente 3 folhas escritas por Gilberto Ferrez, 7 reproduções fotográficas e uma carta de Alfredo Brito *
Camillo Vedani
Salvador
circa 1860

Vista Geral do bairro Água de Meninos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista Geral do bairro Água de Meninos
Camillo Vedani
Salvador
circa 1860

Casa da Moeda no Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casa da Moeda no Campo da Aclamação
A fotografia mostra a Casa da Moeda, inaugurada em 1868 e localizada no Campo da Aclamação (atual praça da República). Foi aí instalada depois de ser transferida de Salvador, primeira sede da casa da moeda, para o Rio de Janeiro. Hoje o prédio é sede do Arquivo Nacional.
Camillo Vedani
Praça da República
circa 1865

Largo do Paço
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Paço
Largo do Paço, com o monumental chafariz de Mestre Valentim ao fundo, no centro da foto. Uma das poucas peças coloniais que resistiu à força modernizadora do começo do século XX, é considerado obra-prima no trabalho de cantaria. Foi construído entre 1780 e 1789 e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade. No canto à esquerda, podemos ver um pequeno pedaço do Paço Imperial que dava nome ao Largo.
Camillo Vedani
atual Praça XV de Novembro
1865

Estação Central do Brasil
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação Central do Brasil
Estação Principal da Estrada de Ferro Central do Brasil
Camillo Vedani
Centro
circa 1868

O Trapiche Maxwell
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Trapiche Maxwell
Em primeiro plano vemos o trapiche Maxwell, um dos muitos armazéns que existiam no porto do Rio de Janeiro. Ao fundo estão as torres da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, na Rua Direita (atual Rua Primeiro de Março).
Camillo Vedani
Porto do Rio de Janeiro
circa 1865

Clube de Engenharia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Clube de Engenharia
Localizada no Largo de São Francisco de Paula, o prédio foi o primeiro no Brasil erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. Foi sede da Escola Politécnica, antiga Escola Central. As origens da Escola confundem-se com as da Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o prédio do Largo de São Francisco.
Camillo Vedani
Rio de Janeiro
circa 1865

Rua Direita
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita
Igrejas do Carmo e da Ordem Terceira do Carmo. Mais adiante a Igreja da Candelária, ainda sem a cúpula. Carruagens em frente ao Hotel de France.
Camillo Vedani
Largo do Paço
circa 1865

Estátua de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estátua de D. Pedro I
A estátua equestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet , cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861, Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois, foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. Está localizada na Praça Tiradentes, que era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais onde se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Camillo Vedani
Praça da Constituição (atual Praça Tiradentes)
circa 1864

O Paço de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Paço de São Cristóvão
A quinta foi construída no século XVIII pelo negociante português Elias Antônio Lopes, num terreno elevado e com exuberante vegetação. Foi dada de presente a D. João VI quando este chegou ao Brasil, sendo a casa assim transformada em residência real. A partir de 1892 o palácio virou Museu Real (quando o museu foi transferido do Campo de Santana para a Quinta da Boa Vista) e, em 1922, tornou-se Museu Nacional.
Camillo Vedani
São Cristóvão
circa 1865

Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de São Francisco de Paula
Igreja localizada no Largo de São Francisco de Paula, nascido Largo ou Praça da Sé Nova no governo de Gomes Freire de Andrade. O culto a São Francisco de Paula foi introduzido no Brasil em 1754 pelo bispo Frei Antônio do Desterro. Ganhou tantos adeptos que nesse mesmo ano foi feito um pedido a Roma para que fosse fundada no Rio uma Irmandade da Ordem dos Mínimos, o que aconteceu em julho de 1756. Inicialmente a Irmandade ocupou uma capela no Morro da Conceição; em 1758 seus hábitos foram distribuídos e a imagem do padroeiro foi enviada para a Igreja da Santa Cruz dos Militares até que sua própria igreja fosse construída. Inicialmente era uma pequena ermida, mas com o crescente número de fiéis em 1759 começaram as obras para uma ampla igreja, concluída somente em1865. Segundo Araújo Viana, a igreja figurou entre as mais belas e artisticamentes mais ricas do Brasil, em seu estilo jesuítico francês ou rococó. Mestre Valentim foi responsável por alguns dos trabalhos em talha e pelos adornos da capela principal.
Camillo Vedani
Largo de São Francisco de Paula
circa 1865

Rua São Clemente, Morro do Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua São Clemente, Morro do Corcovado ao fundo
Camillo Vedani
Botafogo
circa 1865

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
O Passeio Público é o primeiro parque público do Brasil, uma imensa área verde bem no centro da cidade. Originalmente obra urbanística de Mestre Valentim, que planejou e executou o jardim, a fonte dos jacarés e as pirâmides, que ainda permanecem. Foi reformado pelo arquiteto e paisagista Auguste Marie Glaziou em 1862.
Camillo Vedani
Rio de Janeiro
circa 1868

Avenida das Palmeiras Imperiais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida das Palmeiras Imperiais
A história do Jardim Botânico começa com a criação do Jardim da Aclimatação, por D. João VI, em 13 de junho de 1808, pouco depois da chegada da família real ao Brasil. Inicialmente para aclimatar as especiarias vindas das Índias Orientais, o jardim virou Real Horto em 1811. Especula-se que as primeiras plantas vieram das Ilhas Maurício, inclusive as famosas palmeiras, como as retratadas na foto. O primeiro exemplar de palmeira foi chamada Palma Mater, plantada pelo próprio D. João. Por isso elas ficaram popularmente conhecidas como palmeiras reais ou imperiais.
Camillo Vedani
Bairro Jardim Botânico
circa 1868

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
O Passeio Público é o primeiro parque público do Brasil, uma imensa área verde bem no centro da cidade. Originalmente obra urbanística de Mestre Valentim que planejou e executou o jardim, a fonte dos jacarés e as pirâmides que ainda permanecem. Foi reformado pelo arquiteto e paisagista Auguste Marie Glaziou em 1862.
Camillo Vedani
Passeio Público
circa 1868

Panorama da Marinha da Cidade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da Marinha da Cidade
Panorama do porto do Rio de Janeiro, com o Morro do Castelo e sua igreja de São Sebastião do lado direito. A Igreja guardava relíquias históricas da cidade, como o marco de fundação, a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. À esquerda, ao fundo, vemos o morro do Pão de Açúcar.
Camillo Vedani
Porto do Rio de Janeiro
circa 1865

Cascata do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata do Jardim Botânico
A cascata do Jardim Botânico foi construída no final do século XIX, seguindo os padrões do paisagismo inglês, que defendia que a arte deveria imitar a natureza.
Camillo Vedani
Jardim Botânico
circa 1865

Palácio da Associação Comercial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio da Associação Comercial
Construído no local do forte de São Fernando, que foi destruído para lhe dar lugar. Obra dos arquitetos Cosme Damião e Cunha Fidié, foi provavelmente o primeiro prédio em estilo neoclássico do Brasil. Foi inaugurado pelo Conde dos Arcos em 28 de janeiro de 1817, em suntuosa festa. A Associação Comercial atendia a três desejos: dos comerciantes, que buscavam um lugar para realizar seus negócios; do Vice-Rei do Brasil, D. Mattos de Noronha e Britto, que visava ao desenvolvimento da província da Bahia; e do príncipe regente D. João VI, que buscava promover o progresso da Colônia, à época sede provisória da Corte Portuguesa.
Camillo Vedani
Praça Conde dos Arcos
circa 1865

Cachoeira de São Félix
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cachoeira de São Félix
Localizada na margem do rio Paraguaçu, a cidade de São Félix foi importante posto comercial do Recôncavo Baiano desde o período colonial. Em 1624 a vila foi invadida por holandeses. A igreja que aparece na fotografia provavelmente é a Igreja de Senhor São Félix. A vila de São Félix se liga à cidade de Cachoeira por intermédio de uma ponte, denominada D. Pedro II, inaugurada no século XIX pelo próprio Imperador.
Camillo Vedani
Cachoeira de São Félix
circa 1865

Palácio da Associação Comercial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio da Associação Comercial
Construído no local do forte de São Fernando, que foi destruído para lhe dar lugar.Obra dos arquitetos Cosme Damião e Cunha Fidié, foi provavelmente o primeiro prédio em estilo neoclássico do Brasil. Foi inaugurado pelo Conde dos Arcos em 28 de janeiro de 1817, em suntuosa festa. A Associação Comercial atendia a três desejos: dos comerciantes, que buscavam um lugar para realizar seus negócios; do Vice-Rei do Brasil, D. Mattos de Noronha e Britto, que visava ao desenvolvimento da província da Bahia; e do príncipe regente D. João VI, que buscava promover o progresso da Colônia, à época sede provisória da Corte Portuguesa.
Camillo Vedani
Praça Conde dos Arcos
circa 1865

Gasômetro de São Cristóvão, também conhecido como Gasômetro do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Gasômetro de São Cristóvão, também conhecido como Gasômetro do Rio de Janeiro
Camillo Vedani
atual Avenida Presidente Vargas
circa 1870

Farol da Barra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Farol da Barra
Farol e Forte de Santo Antônio da Barra, na ponta do Padrão, o mais antigo sistema de defesa da cidade. Sobre as pedras, próximas ao mar, a fonte da Mãe d'Água, onde a população abastecia-se de água potável. O forte começou a ser construído no século XVI, mas suas formas atuais só foram feitas no século XVII. Do final deste século data o primeiro farol, de madeira e à óleo de baleia, e indicava aos navegantes ocorrências de corais ou bancos de areia na baía de Todos os Santos. O atual farol foi construído em 1836.
Camillo Vedani
Barra
circa 1865

Gasômetro de São Cristóvão, também conhecido como Gasômetro do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Gasômetro de São Cristóvão, também conhecido como Gasômetro do Rio de Janeiro
Em 1852 o Barão de Mauá conseguiu uma concessão para instalar uma fábrica de gás para a iluminação pública e doméstica da cidade, popularmente chamada "do Aterrado". O lugar era uma área aterrada do mangue que ficou conhecida como Aterrado, perto do Canal do Mangue, que há pouco havia sido aberto. Além das instalações técnicas, a fábrica possuía ainda moradia para os funcionários, biblioteca, jardins e acomodação para os escravos.
Camillo Vedani
Rio de Janeiro
circa 1870

Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de São Francisco de Paula
Igreja localizada no Largo de São Francisco de Paula, nascido Largo ou Praça da Sé Nova no governo de Gomes Freire de Andrade. O culto a São Francisco de Paula foi introduzido no Brasil em 1754, pelo bispo Frei Antônio do Desterro. Ganhou tantos adeptos que nesse mesmo ano foi feito um pedido a Roma para que fosse fundada no Rio uma Irmandade da Ordem dos Mínimos, o que aconteceu em julho de 1756. Inicialmente a Irmandade ocupou uma capela no Morro da Conceição; em 1758 seus hábitos foram distribuídos e a imagem do padroeiro foi enviada para a Igreja da Santa Cruz dos Militares até que sua própria igreja fosse construída. Inicialmente era uma pequena ermida, mas com o crescente número de fiéis, em 1759 começaram as obras para uma ampla igreja, concluída somente em1865. Segundo Araújo Viana, a igreja figurou entre as mais belas e artisticamentes mais ricas do Brasil, em seu estilo jesuítico francês ou rococó. Mestre Valentim foi responsável por alguns dos trabalhos em talha e pelos adornos da capela principal.
Camillo Vedani
Largo de São Francisco de Paula
circa 1865

Igreja da Piedade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja da Piedade
Datada de 1686, a igreja de Nossa Senhora da Piedade foi uma das primeiras residências dos capuchinhos no Brasil, ocupada inicialmente por monges de origem francesa Em 1700 eles foram expulsos e a ordem só voltou ao Brasil em 1705. Localizada na Praça da Piedade, um das mais antigas de Salvador.
Camillo Vedani
Praça Piedade
circa 1865

Igreja do Colégio dos Jesuítas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja do Colégio dos Jesuítas
Localizada no Terreiro de Jesus, no centro histórico de Salvador, a antiga Igreja do Colégio dos Jesuítas é hoje a Catedral Basílica. Foi construída no início do século XVII e em sua fachada, nos nichos sobre as portas, se destacam três santos jesuítas: Santo Inácio de Loyola, São Francisco Xavier e São Francisco de Borja. Ao lado da igreja está o antigo Colégio da Ordem, que se tornou faculdade de medicina. Nota-se roupas estendidas pela praça, o que era comum na época.
Camillo Vedani
Terreiro de Jesus
circa 1862

Alfândega da Bahia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Alfândega da Bahia
No centro da fotografia está o prédio da Alfândega nova, cuja construção começou em 1858 e durou até 1861, quando de sua inauguração. Atualmente abriga o Mercado Modelo, o principal mercado público de Salvador. Alguns prédios fronteiriços foram demolidos, inclusive a Alfândega Velha, dando origem à Praça Cairu.
Camillo Vedani
Praça Visconde de Cairu, Cidade Baixa
circa 1865

Vista panorâmica da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica da Glória
Camillo Vedani
Rio de Janeiro
circa 1865

Vila de Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vila de Pão de Açucar
Quando da viagem à cachoeira Paulo Afonso, em 1859, o Imperador D. Pedro II por lá pernoitou. Em 1877 foi elevada à categoria de cidade. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Rua da Praia
circa 1870

Estação Ferroviária da Bahia and San Francisco Railway
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação Ferroviária da Bahia and San Francisco Railway
Em primeiro plano, as casas da rua do Fogo, atual Nilo Peçanha. No centro a estação de passageiros inaugurada em 28 de junho de 1860 pela Bahia and San Francisco Railway e idealizada por John Watson.
Camillo Vedani
Salvador
1865

Trapiche Maxwell
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Trapiche Maxwell
Camillo Vedani
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1867

Esquadra de navios nas proximidades do Cais Pharoux; tomada da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Esquadra de navios nas proximidades do Cais Pharoux; tomada da Ilha das Cobras
Camillo Vedani
Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro ; Ilha das Cobras
circa 1865

Monumento em homenagem a D. Pedro I - Estátua Equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I - Estátua Equestre
Camillo Vedani
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1870

Monumento Comemorativo da Independência da Bahia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento Comemorativo da Independência da Bahia
Últimos Preparativos para Terminar o Monumento Comemorativo da Independência da Bahia. Obra do escultor Carlos Nicoli inaugurado no dia 02 de Julho de 1895.
Rodolpho Lindemann
Campo Grande
circa 1895

Elevador da Conceição, atual Elevador Lacerda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Elevador da Conceição, atual Elevador Lacerda
Elevador Hidráulico da Conceição - primeiro nome do Elevador Lacerda - não era apenas ligar a parte baixa e alta da cidade, era facilitar o transporte para o sul, sentido em que a cidade se expandia, articulando o elevador com as linhas de bonde. Em primeiro plano está a velha alfândega, derrubada para criar a praça Cairu. No canto superior direito, o Palacio dos Governadores. MA
Rodolpho Lindemann
Praça Cairu ; Cidade Baixa
circa 1885

Ladeira da Montanha e da Conceição
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ladeira da Montanha e da Conceição
Ladeira da Montanha e da Conceição. Ao fundo a Torre do Elevador Lacerda. À esquerda, a Alfândega nova.
Rodolpho Lindemann
Salvador
circa 1880

Casarão do médico Antônio Pacífico Pereira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casarão do médico Antônio Pacífico Pereira
Casarão do médico Antônio Pacífico PereiraPereira (1846-1922) onde mais tarde se construirá o Teatro Castro Alves MA
Rodolpho Lindemann
Campo Grande
circa 1890

Praia do Porto da Barra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia do Porto da Barra
Casario visto do Outeiro de Santo Antônio. Fonte de Santa Maria.
Rodolpho Lindemann
Bairro da Barra
circa 1885

Ladeira de São Bento e no alto, Mosteiro de São Bento da Bahia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ladeira de São Bento e no alto, Mosteiro de São Bento da Bahia
Marc Ferrez
Salvador
1874

Panorama da cidade de Salvador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da cidade de Salvador
Marc Ferrez
Salvador
1875

Panorama da cidade de Salvador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da cidade de Salvador
Marc Ferrez
Salvador
1875

A Cidade Baixa tomada da plataforma do Elevador Lacerda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Cidade Baixa tomada da plataforma do Elevador Lacerda
Marc Ferrez
Salvador
1874

Praia do Farol
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia do Farol
Praia do Farol em direção ao Morro do Ipiranga.
Marc Ferrez
Salvador
1884

Fortaleza de Santa Maria e Igreja de Santo Antônio da Barra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fortaleza de Santa Maria e Igreja de Santo Antônio da Barra
Marc Ferrez
Salvador
1884

Forte e Farol de Santo Antônio da Barra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Forte e Farol de Santo Antônio da Barra
Forte e Farol de Santo Antônio da Barra, na Ponta do Padrão, vista da Praia do Farol.
Marc Ferrez
Praia do Farol da Barra
circa 1877

Rio das Pedrinhas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio das Pedrinhas
O Rio das Pedrinhas, no Chame - Chame, antes de desaguar na Praia do Farol.
Marc Ferrez
Chame
1884

Cascata da Princesa e do Salto Grande Inferior de Paulo Affonso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascata da Princesa e do Salto Grande Inferior de Paulo Affonso
Marc Ferrez
Paulo Afonso
circa 1876

Cachoeira de Paulo Afonso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cachoeira de Paulo Afonso
Quedas d'água da cachoeira de Paulo Afonso, localizada no município de mesmo nome, formadas pelas águas do rio São Francisco. As quedas desciam sobre os degraus de rochas graníticas por mais de 80 metros, formando grandes áreas de espuma muito branca. Mas, com a construção das usinas hidrelétricas (a primeira delas na década de 1940), elas foram represadas, restando apenas um pequeno volume, dando ao observador uma visão das rochas polidas pela água.
Marc Ferrez
Cachoeira de Paulo Afonso
circa 1876

Cachoeira de Paulo Affonso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cachoeira de Paulo Affonso
Marc Ferrez
Paulo Afonso
circa 1876

Indígenas do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
1876

Linha do bonde para o Farol da Barra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Linha do bonde para o Farol da Barra
João Ramos de Queiroz foi o idealizador dos traçados das linhas de bondes de Salvador, que eram inicialmente puxados por animais, fato que mudou quando da entrada da eletrecidade na cidade em 1897.
Guilherme Gaensly
Barra
circa 1880

Região do Rio Vermelho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Região do Rio Vermelho
Região do Rio Vermelho, um dos bairros da cidade de Salvador. No século XVI, por ordem do Governador Geral Mem de Sá, foi estabelecida a Aldeia do Rio Vermelho, com um porto e aguadas próximas, tornando-se reserva militar. A área também serviu de abrigo durante a invasão holandesa na Bahia, no século XVII.
Guilherme Gaensly
Região do Rio Vermelho
circa 1890

Rua do Bom Jesus, tendo ao fundo a Torre Malakoff
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Bom Jesus, tendo ao fundo a Torre Malakoff
A Rua do Bom Jesus, outrora chamada de Rua dos Judeus, abrigou a primeira sinagoga das Américas, estabelecida no tempo dos holandeses. Vê-se ao fundo a torre Malakoff.
Guilherme Gaensly
Bairro do Recife
circa 1890

Igreja e Largo do Livramento
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja e Largo do Livramento
Localizada no Largo do Livramento, no final da rua Duque de Caxias, a Igreja de Nossa Senhora do Livramento dos Homens Pardos foi construída em 1851. No Largo ainda se mantêm conservados a maioria dos sobrados que o constituem.
Guilherme Gaensly
Largo do Livramento, Santo Antônio
circa 1890

Rua do Crespo, atual Primeiro de Março.
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Crespo, atual Primeiro de Março.
Rua do Crespo, onde não apenas pode-se observar a praça da Independência como também a rua do Cabugá. No fundo, eleva-se a torre da Matriz de Santo Antônio.
Guilherme Gaensly
Bairro de Santo Antônio
circa 1880

Mercado de São José
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado de São José
O mais antigo edifício em ferro do Brasil – O Mercado de São José – foi inaugurado no dia 7 de setembro de 1875. O mercado já foi o maior centro, na cidade do Recife, de cantadores, emboladores e da literatura de cordel.
Guilherme Gaensly
Recife
circa 1880

Capela do Bom Jesus da Redenção
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Capela do Bom Jesus da Redenção
Capela do Bom Jesus da Redenção no cemitério público de Recife. Este espaço surgiu no bojo da reforma cemiterial que ia ocorrendo nas principais cidades do país em meados do século XIX. Subjacente a esta reforma estava o processo de secularização brasileira, na medida em que retirava da Igreja Católica o controle sobre os mortos a favor do Estado. Para isso, contribuiu em muito a atuação dos médicos sanitaristas com um saber novo e científico que pregavam os malefícios de enterrar os mortos nas Igrejas e proximidades (costume católico da época.) A peculiaridade do cemitério de Recife, portanto, foi a implementação da provável primeira capela dentro da necrópole. Estratégia eficaz para significar este novo espaço como sagrado e evitar resistências a esta nova maneira de encarar a morte.
Guilherme Gaensly
Cemitério Público de Recife
circa 1890

Praça Conde D'Eu
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Conde D'Eu
Fonte esculpida pelo artista português Antonio Moreira Rato e instalada na praça Conde d'Eu, em março de 1875, em comemoração à vitória brasileira na guerra do Paraguai (1864-1870).
Guilherme Gaensly
Praça Conde D'Eu
circa 1880

Embarque do Meteorito de Bendegó na Estrada de Ferro Prolongamento da Bahia rumo ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Embarque do Meteorito de Bendegó na Estrada de Ferro Prolongamento da Bahia rumo ao Rio de Janeiro
Sentado, ao lado do meteorito, o engenheiro chefe da expedição José Carlos de Carvalho. Do lado direito da foto, em pé, Vicente José de Carvlaho Filho e Humberto Saraiva Antunes, também membros da comissão do Bendegó
Humberto Antunes
Monte Santo
circa 1887

O Pão de Açucar tomado do Forte do Imbuí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Pão de Açucar tomado do Forte do Imbuí
Marc Ferrez
Forte do Imbuí
circa 1880

Panorama da Glória; ao fundo, a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama da Glória; ao fundo, a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Marc Ferrez
Glória
circa 1880

Ilha Fiscal tomada da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha Fiscal tomada da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1885

Basílica Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Basílica Imaculada Conceição
Marc Ferrez
Praia de Botafogo
circa 1885

Abastecimento d´água
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Abastecimento d´água
Marc Ferrez
Morro do Pau Ferro
circa 1880

Praia de Copacabana; ao fundo, a Pedra do Arpoador e o Morro Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Copacabana; ao fundo, a Pedra do Arpoador e o Morro Dois Irmãos
Marc Ferrez
Copacabana
circa 1880

Praia dos Coqueiros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia dos Coqueiros
Marc Ferrez
Ilha de Paquetá
circa 1884

Cidade de Santos tirada da Ilha de Barnabé
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cidade de Santos tirada da Ilha de Barnabé
O povoamento de Santos começou em 1531, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região na expedição de Martim Afonso de Souza. O objetivo de Martim Afonso era distribuir entre os fidalgos que o acompanhavam terras ao redor da Ilha de São Vicente. No ano seguinte foi fundada a Vila de São Vicente, que viria a se tornar a capital da Capitania que levou seu nome. Entre 1532 e 1540 são desbravadas as terras ao longo do rio São Vicente, até que finalmente colonos se estabeleceram na região chamada pelos indígenas de Enguaguaçu, que possuía melhores fontes de água e melhores terras. Foi aí que surgiram os primeiros engenhos da capitania. Em 1540, Brás Cubas, servidor pessoal de Martim Afonso, volta de uma viagem a Portugal e participa ativamente da luta para a expulsão de indígenas que haviam atacado São Vicente em 1534 (por conta desses ataques, foi-se desenvolvendo Enguaguaçu, para onde fugiram as pessoas). Brás Cubas participa do desenvolvimento do povoado, e em 1545 assume o cargo de Capitão-Mor da Capitania de São Vicente, e logo depois deu foro de Vila à Enguaguaçu, transformando-a em Vila do Porto de Santos.
Militão Augusto de Azevedo
Santos
1862

Capela Jesus, Maria e José
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Capela Jesus, Maria e José
Conhecida também como Capela do Carvalho (porque foi propriedade do coronel de milícias José Antônio Vieira de Carvalho) e do Terço, recebeu ainda a distinta denominação de Capela de Nossa Senhora da Conceição numa planta de Santos de 1798. Ficava na rua da Praia, depois chamada rua Antônio Prado e hoje rua Tuiuti, e foi demolida em 1902, já em ruínas, para as obras da Companhia Docas.
Militão Augusto de Azevedo
Rua da Praia (atual Tuiuti)
1865

Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Santos
Esta pequena edificação, concentrava os serviços alfandegários desde o início do século XVIII. Depois, em 1806, foi renomeado Consulado por ocasião da transferência da alfândega para o antigo colégio dos jesuítas. A casa abrigou, então, a Mesa do Consulado, repartição vinculada à fiscalização alfandegária com o dever de arrecadar impostos sobre ancoragem de navios e controle das mercadorias. Serviu à recebedoria de rendas antes de ser demolida em 1880.
Militão Augusto de Azevedo
Porto do Consulado
1865

Hotel Palm
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Palm
Localizado perto do porto do Consulado, o Hotel Palm foi inaugurado em 1864 por Carlos Palm. A fotografia mostra em destaque o sobrado que outrora havia sido do coronel José Antônio Vieira de Carvalho, governador do Forte de Itapema.
Militão Augusto de Azevedo
Largo do Consulado
1865

Igreja Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Matriz
Construída na região onde a cidade se estruturou, a antiga Igreja Matriz de Santos passou por várias reformas até ser demolida pelo poder público, em 1908, para dar lugar ao projeto de urbanização da Praça da República.
Militão Augusto de Azevedo
Santos
1865

Rua Meridional vista do Largo da Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Meridional vista do Largo da Matriz
Rua que surgiu como resultado da expansão da cidade para o oeste, ligando o Terreiro dos Jesuítas com o pátio da Igreja do Carmo. No século XIX, com o recrudescimento do comércio no local, a rua foi ponto de encontro importante da população.
Militão Augusto de Azevedo
Rua Meridional
1865

Capela da Ordem Terceira, Igreja e Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Capela da Ordem Terceira, Igreja e Convento do Carmo
A presença carmelita em Santos data do final do século XVI, facilitada com a doação, pela família Adorno, da Capela Nossa Senhora da Graça, situada próxima ao Valongo, onde se passaram a exercer as atividades da Ordem. Construídas a partir de 1760, a capela e a igreja possuem um belo conjunto arquitetônico, constituído de duas igrejas entrepostas por uma torre de sinos revestida de azulejos portugueses.
Militão Augusto de Azevedo
Rua Meridional
1865

Rua Antonina (atual Rua Quinze de Novembro)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Antonina (atual Rua Quinze de Novembro)
Área residencial de pessoas importantes e notório centro comercial. Estavam por lá, na época de Militão, o relojoeiro Julio Kaiser, o alfaiate W. Kubel e a farmácia do químico Camilo Barroul, profissionais de renome que dividiam o espaço com lojas de colchões e arreios, padaria e oficina de ourives, entre outros. Atualmente é conhecida como rua Quinze de Novembro.
Militão Augusto de Azevedo
Santos
1865

Casa de Câmara e Cadeia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Casa de Câmara e Cadeia
Situada no Pátio do Carmo, foi desativada em agosto de 1865, sendo demolida no final do século XIX para a urbanização da futura Praça da República.
Militão Augusto de Azevedo
Santos
1865

Rua do Sal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Sal
Rua da Glória e Ladeira de Santo Antônio, atual Rua José Ricardo, em 1865, restrita às ruas da praia e Santo Antônio
Militão Augusto de Azevedo
Rua José Ricardo
1862

Construção da Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Construção da Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
Projeto de engenharia audacioso, a estrada de ferro Santos - Jundiaí foi inaugurada em 1867.
Militão Augusto de Azevedo
Subida da serra entre São Paulo e Santos
circa 1864

Construção da Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Construção da Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
Projeto de engenharia audacioso, a estrada de ferro Santos - Jundiaí foi inaugurada em 1867.
Militão Augusto de Azevedo
São Paulo
circa 1864

Grande viaduto da Grota Funda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Grande viaduto da Grota Funda
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Militão Augusto de Azevedo
Viaduto Grota Funda
circa 1864

Grande Viaduto da Grota Funda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Grande Viaduto da Grota Funda
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Militão Augusto de Azevedo
São Paulo
circa 1864

Raiz da Serra. Subida do primeiro plano inclinado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Raiz da Serra. Subida do primeiro plano inclinado
Militão registra os trechos da estrada de ferro Santos - Jundiaí, que em São Paulo era conhecida como "a inglesa". Em 1864 já estava concluído o percurso de Santos até o primeiro plano inclinado, na Serra do Mar. A ferrovia inteira, porém, foi apenas inaugurada em 1867.
Militão Augusto de Azevedo
Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
circa 1864

Hotel Palm, largo do Capim e ladeira do meio, rumo ao vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Palm, largo do Capim e ladeira do meio, rumo ao vale do Anhangabaú
Militão Augusto de Azevedo
Largo do Bexiga, atual largo do Riachuelo
1860

Mosteiro de São Bento
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mosteiro de São Bento
Militão Augusto de Azevedo
Centro
1862

Bom Jesus de Pirapora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bom Jesus de Pirapora
Militão Augusto de Azevedo
Santos
circa 1886

Rua Teresa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Teresa
A rua Teresa, por onde se chegava a Petrópolis, vendo-se à esquerda a casa de Araujo Maia. À direita, as primeiras casas de colonos alemães com telhados de zinco, que ainda existem em algumas residências.
Revert Henrique Klumb
Rua Teresa
circa 1870

Palatino Inferior
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palatino Inferior
A rua Teresa, no primeiro plano, vendo-se no segundo plano e mais abaixo a rua Sousa Franco. Ao longe, a Torre do Morim e, ao fundo, o Pico do Cobiçado. Na casa típica de colono à esquerda, notar como eram bem feitos alguns dos telhados de zinco dos quais uns poucos ainda existem até hoje.
Revert Henrique Klumb
Rua Teresa
circa 1870

Residência com jardim planejado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Residência com jardim planejado
Conceito trazido pelas diplomacias européias, residentes em Petrópolis, os jardins planejados seguiam lógica cartesiana. Ao que tudo indica, Klumb quis constrastar essa racionalização da natureza com a floresta natural ao redor.
Revert Henrique Klumb
Rua Souza Franco
circa 1870

Habitação Ferreira no Palatinato inferior
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Habitação Ferreira no Palatinato inferior
Propriedade com um magnífico jardim e residências, vendo-se à esquerda a rua Teresa e à direita casa da rua Souza Franco no Palatinato inferior.
Revert Henrique Klumb
Rua Teresa
1862

Rua Aureliano Coutinho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Aureliano Coutinho
Rua Aureliano Coutinho ao encontrar-se com as ruas D. Francisca (atual General Osório), à esquerda, e Dona Januária (atual Marechal Deodoro), à direita. Logo abaixo, ficava a praça das Diligências onde existiu o mercado do qual se vê o telhado no ângulo formado pelas duas ruas citadas. No primeiro plano, o correr de casas de "portas e janelas" na rua Imperador onde se alojavam ao chegar os primeiros colonos alemães, atual local do Fórum. Ao longe, a Serra da Estrela com o Pico do Cobiçado encoberto. Pode-se ainda notar o desmatamento feito pelos colonos.
Revert Henrique Klumb
Rua Aureliano Coutinho
1860

Rua Princesa Dona Januária
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Princesa Dona Januária
A rua Princesa Dona Januária vista em direção à rua do Imperador. O casarão à direita, era a sede em 1860 do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Tecelagem e Fiação. A casa com um portão reto, era de D. Jerônimo de Mesquita, antiga residência do conde de Estrela. Mais adiante, a velha fazenda do Córrego Seco, então Hotel de Mac Dowell (mais tarde Hotel Inglês).
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1865

Hotel Inglês (antigo Mac Dowell)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Inglês (antigo Mac Dowell)
O casarão antigo da Fazenda Córrego Seco, adquirido por D. Pedro I em 1830. Esta residência pertenceu depois ao Major Julio Frederico Koeler, e foi onde D. Pedro II e família ficaram hospedados quando da construção do Palácio. Transformou-se em hotel Mac Dowell em 1861 e mais tarde em Hotel Inglês. A rua estava arborizada com paineiras. Este prédio histórico foi demolido em 1943 para dar lugar à construção de um arranha-céu.
Revert Henrique Klumb
Rua do Mordomo
circa 1865

Hotel Inglês, vendo-se o jardim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Inglês, vendo-se o jardim
O casarão antigo da Fazenda Córrego Seco, adquirido por D. Pedro I em 1830. Esta residência pertenceu depois ao Major Julio Frederico Koeler e foi onde D. Pedro II e família ficaram hospedados quando da construção do Palácio. Transformou-se em hotel Mac Dowell em 1861 e mais tarde em Hotel Inglês. A rua estava arborizada com paineiras. Este prédio histórico foi demolido em 1943 para dar lugar à construção de um arranha-céu. Em primeiro plano, os jardins do hotel com disposição típica dos jardins antigos do país.
Revert Henrique Klumb
Rua do Mordomo
circa 1865

Ponte sobre o canal do rio Quitandinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte sobre o canal do rio Quitandinha
Ponte na Avenida Koeler, antiga D. Afonso, no centro de Petrópolis, que forma o mais belo conjunto paisagístico da cidade. Localizada sobre o canal do rio Quitandinha.
Revert Henrique Klumb
Avenida Koeler
circa 1870

Rio Quitandinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Quitandinha
O rio Quitandinha em frente à confluência com a rua Princesa Dona Januária. Podemos ver pedreiros consertando as margens do rio, provavelmente depois de um pequeno deslizamento de terra. Ao fundo, casario comercial da região.
Revert Henrique Klumb
Rio Quitandinha
circa 1870

Hotel Beresford
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Beresford
Fotografia do Hotel dos Estrangeiros, que em 1868 já tinha seu nome mudado para Beresford. À direita, o quiosque que ficava nos jardins da Bacia do rio Quitandinha na Praça da Confluência (local onde o Quitandinha desaguava no rio Piabanha).
Revert Henrique Klumb
Praça da Confluência
1868

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Imperador
Vemos retratada a rua do Imperador, no lado oposto ao do Hotel Bragança, entre as atuais ruas Marechal Deodoro e General Osório, vendo-se as casas onde instalaram-se os primeiros colonos alemães na cidade.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Membros do corpo diplomático e familiares em frente ao Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Membros do corpo diplomático e familiares em frente ao Palácio Imperial
Com a presença cada vez mais frequente do Imperador que alongava sua estadia o máximo possível, ultrapassando em muito o verão, integrantes do corpo diplomático deslocavam-se para Petrópolis para encontrá-lo e, aproveitavam também, para fugir das epidemias que assolavam a capital no verão.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1875

Rio Quitandinha/ Córrego Seco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Quitandinha/ Córrego Seco
O encontro do rio Quitandinha com o Córrego Seco e o coreto da Praça da Confluência, olhando-se para o lado esquerdo da rua do Imperador, na direção da rua João Pessoa. À esquerda, jardins do Palácio do Imperador e, à direita, a rua do mesmo nome.
Revert Henrique Klumb
Rua do Imperador
1870

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Imperador
Trecho da rua do Imperador em frente a estátua de Dom Pedro II. À esquerda, deataque para a Padaria Imperial (depois Padaria Francesa). O casa que abrigava a Padaria Imperial foi a antiga residência do visconde de Pirassununga, onde a partir de 1868 funcionou a padaria Francesa, que ficava na rua do imperador em frente ao prédio do atual colégio Santa Isabel.
Revert Henrique Klumb
Praça Dom Pedro II
circa 1870

Residências
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Residências
Residências em Petrópolis, cidade na região serrana do Rio de Janeiro.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1865

Vista Geral de Petrópolis vendo-se o Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista Geral de Petrópolis vendo-se o Palácio Imperial
Belíssimo panorama tirado do alto do Morro da Cruz, do centro da cidade de Petrópolis, vendo-se o Palácio, seus jardins e demais dependências. À direita, a rua do Imperador e a rua Paulo Barbosa até a residência do Duque de Saxe que pertencia ao Barão de Cebá, a última casa no caminho dos mineiros.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1866

Avenida Pedro I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Pedro I
Atual Avenida D. Pedro I, vendo-se as cocheiras com os tanques para animais, carruagens e cavalariços do Palácio Imperial. À esquerda, a casa dos Semanários, atual Palácio Grão Pará, quando em obras para ampliação. Mais acima corre a rua do Imperador.
Revert Henrique Klumb
Av. Pedro I
1875

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Imperador
Prédio na confluência da rua do Imperador, no primeiro plano, com a rua Paulo Barbosa. Serviu de embaixada britânica e também francesa. O fotógrafo pousa junto ao pinheiro do Paraná.
Revert Henrique Klumb
Rua do Imperador
circa 1874

Ponte para a Cascatinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte para a Cascatinha
Antiga ponte que desce da estrada União e Indústria para a Cascatinha.
Revert Henrique Klumb
Estrada União e Indústria
1873

Palácio da Princesa Isabel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio da Princesa Isabel
Palácio da Princesa Isabel em Petrópolis. Funcionou como residência oficial da Princesa e de seu marido, o Conde D’Eu, até a proclamação da República em 1889. Foi construído pelo seu primeiro proprietário, Barão de Pilar, em 1853. O casal o alugou em 1874, e em 1876, o Conde D’Eu adquiriu a casa para moradia. Serviu também como sede de delegações diplomatas e instituições de ensino. Hoje abriga uma compania imobiliária e um antiquário de propriedade da família imperial.
Revert Henrique Klumb
Avenida Koeler
1865

Rua Joinville (atual rua Ipiranga)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Joinville (atual rua Ipiranga)
A rua Joinville, atual Ipiranga, vista do início da rua 13 de Maio.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Rua D. Afonso (atual Av. Koeler)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua D. Afonso (atual Av. Koeler)
Rua D. Afonso, atual avenida Koeler. Notar o cuidado e o belo acabamento dos taludes do rio. Mais adiante, a residência do barão do Catete.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Residência do Barão do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Residência do Barão do Catete
A bela residência do Barão do Catete na rua Dom Afonso (Av. Koeler), atualmente alterada com mais um andar e acréscimos laterais. Funcionou como Colégio São José por muitos anos e atualmente é sede da Cia. Santa Matilde.
Revert Henrique Klumb
Rua Dom Afonso (atual Avenida Koeler)
1870

Rua D. Afonso e Rua Bragança
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua D. Afonso e Rua Bragança
Belíssima vista panorâmica das ruas D. Afonso (Av. Koeller) e Bragança (atual Primeiro de Março) e no fundo a rua dos Artistas, depois D. Leopolidina, atual 7 de Abril. No primeiro plano irá surgir a praça D. Afonso. No fim do canal do rio, o Hotel Said Ali, mais tarde Europa, destruído em 1947 onde em 1984 ergueu-se o edifício Príncipe Nassau.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1865

Rua Bragança
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Bragança
A fotografia foi tirada da frente do Hotel Said Ali (depois chamado Europa), vendo-se à esquerda o Amparo e, mais atrás, a casa de D. Afonso. Ao longe, está o Pico do Cobiçado encoberto pela neblina.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Praça D. Afonso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça D. Afonso
Belíssimo chalé na praça D. Afonso vendo-se à esquerda a residência de Franklin Sampaio. No fundo, o morro da Cruz.
Revert Henrique Klumb
Praça D. Afonso
circa 1870

Residência de Francisco Soares
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Residência de Francisco Soares
Residência (e seus jardins) do engenheiro da Leopoldina Francisco Soares na praça D. Afonso. Atualmente, da família Franklin Sampaio.
Revert Henrique Klumb
Praça Dom Afonso
circa 1870

Entrada da Primeira Exposição Hortícola
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Primeira Exposição Hortícola
Aspectos da entrada da primeira Exposição Hortícola de Petrópolis, organizada pela Princesa Isabel, em 02 de fevereiro de 1875 no local onde se construiria mais tarde (1879) o Palácio de Cristal para o mesmo fim. Os dois leões estão atualmente em frente ao Hospital Santa Teresa. A saída da Exposição dava para a Rua Leopoldina.
Revert Henrique Klumb
Rua Leopoldina
2 de fevereiro de 1875

Bairro Nassau
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro Nassau
Bairro Nassau, atual Avenida Piabanha, em 1865. No primeiro plano, a parte que fica em frente a Antiga Ducha, estabelecimento de hidroterapia da firma Antônio Curt. À esquerda o casarão onde funcionava o colégio Kopke, de 1850 a 1881, considerado o melhor do Estado do Rio na época. Atualmente é a rua Walter Brets. Observa-se que o desmatamento foi quase total na região.
Revert Henrique Klumb
Bairro Nassau (atual Avenida Piabanha)
1865

Hospital de Santa Tereza
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hospital de Santa Tereza
O Hospital de Santa Tereza ao ficar pronto em 1876. Desde então, presta bons serviços à comunidade. Foi fundado pela família Imperial e desde 1900 é administrado pela ordem religiosa Irmãs de Santa Catarina.
Revert Henrique Klumb
Rua Paulino Afonso
1876

Cemitério de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cemitério de Petrópolis
Rara fotografia do Cemitério de Petrópolis. O cemitério foi homologado por uma Provisão Episcopal de 1845, obedecendo às orientações do Império. Foi chamado Cemitério de São Pedro de Alcântara, e seu terreno deveria ser murado e demarcado para que fossem sepultados os católicos da região. Para que fosse instalado o cemitério, foi demarcada uma área entre a Rua dos Artistas e o Caminho Colonial de Nassau (chamada popularmente de "rua do Cemitério"), considerada insuficiente e situada em lugar impróprio.
Revert Henrique Klumb
Entre a Rua dos Artistas e o Caminho Colonial de Nassau
1870

Vale de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vale de Petrópolis
Trecho pitoresco de um dos múltiplos vales de Petrópolis. Klumb buscou nestas imagens registrar as nuvens, desafio técnico no período dos negativos de colódio úmido. Esta fotografia retrata o fotógrafo Marc Ferrez sentado no centro da imagem. Ferrez trabalhou com Klumb no início de sua carreira.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1865

Vale do Retiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vale do Retiro
O vale do Retiro e suas montanhas. A pedra Seio de Vênus, à direita, e o morro do Retiro, à esquerda. Fotografia feita ao leste da estrada União e Indústria, da qual vemos um pedaço no primeiro plano, seguida do rio Piabanha.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
1865

O Maciço de Alcobaça
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Maciço de Alcobaça
O maciço de Alcobaça em fotografia feita da estrada União e Indústria com belos efeitos de nuvens.
Revert Henrique Klumb
Estrada União e Indústria
circa 1870

Estrada União e Indústria, vendo-se o pedágio do Vale do Retiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada União e Indústria, vendo-se o pedágio do Vale do Retiro
Estrada de rodagem União e Indústria, no Vale do Retiro, com a casa do pedágio. Ao fundo, o Maciço de Alcobaça. A estrada foi inaugurada pelo Imperador D. Pedro II. Sua comitiva seguiu Klumb que a fotografou em todo o seu percurso e posteriormente editou seu livro "Doze Horas em Diligência - Rio 1872".
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1871

Retiro da Cascatinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retiro da Cascatinha
A imagem mostra o cuidado do fotógrafo em arrumar a cena. Ao colocar o grupo à direita, Klumb permite a visualização da cascatinha bem como dos prédios adjacentes.
Revert Henrique Klumb
Cascatinha
1865

Primeira Exposição Hortícola
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Primeira Exposição Hortícola
Saída da primeira Exposição Hortícula de Petrópolis, organizada pela Princesa Isabel em 02 de fevereiro de 1875, no local onde se construiria mais tarde, em 1879, o Palácio de Cristal para o mesmo fim. A saída era pela rua Leopoldina.
Revert Henrique Klumb
Rua Leopoldina
2 de fevereiro de 1875

Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial
Praticamente pronto em 1856, o Pálacio Imperial teve sua arquitetura externa projetada pelo Major Koeler e por Bonini. Projeto audacioso e caro, encantou os súditos brasileiros e alguns estrangeiros mas foi desdenhado pelo diplomata francês Júlio Etier: "Que projeto sem pés nem cabeça! Só mesmo justificavel no Brasil onde nada há mais apeitcível do que tomar-se fresco! Aquele sol árido e montanhoso coisa alguma poderá oferecer, nem mesmo que ali se gaste o que Versailles custou a Luis XIV!"
Revert Henrique Klumb
Rua da Imperatriz
1878

Vista geral da quinta de Mariano Procópio Ferreira Lage
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista geral da quinta de Mariano Procópio Ferreira Lage
Vista geral da quinta do industrial e estadista Mariano Procópio Ferreira Lage, onde se realizou a festa comemorativa da inauguração da estrada União e Indústria, em 1861, com a presença da família imperial e do próprio Klumb. A casa, em estilo neoclássico, foi projetada pelo arquiteto alemão Carlos Augusto Gambs, chefe da equipe de engenheiros e arquitetos da Companhia União & Indústria. O projeto paisagístico do parque e dos jardins é atribuído ao francês Auguste François Marie Glaziou. Hoje abriga o Museu Mariano Procópio.
Revert Henrique Klumb
Juiz de Fora
circa 1860

Petrópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Petrópolis
Casario comercial no centro de Petrópolis na esquina com a Praça D. Pedro II.
Autoria não identificada
Petrópolis
1860

Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra dos Órgãos
Outro panorama da Serra dos Órgãos. A serra ganhou este nome porque, vista da costa carioca, sua forma serrilhada lembra a de um órgão.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra dos Órgãos
Panorama da Serra dos Órgãos e sua exuberante vegetação tropical. A serra ganhou este nome porque, vista da costa carioca, sua forma serrilhada lembra a de um órgão. À direita, é possível visualizar a estrada para Petrópolis (conhecida hoje como estrada Velha ou estrada do Imperador).
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra dos Órgãos
Serra dos Órgãos.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Obras na rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Obras na rua do Imperador
Obras em uma das principais ruas da cidade. Cidade-símbolo do Imperador e da corte, o embelezamento de Petrópolis fazia parte do processo de uma cidade que se queria elegante e civilizada. Rua do Imperador, mais tarde 15 de Novembro e, novamente do Imperador desde 1986.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1874

Armazém de víveres
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Armazém de víveres
Armazém de Víveres na cidade serrana de Petrópolis.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Jardins e lago na bacia do rio Quitandinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins e lago na bacia do rio Quitandinha
Jardins e lago na Bacia do Rio Quitandinha, vistos de um outro ângulo, nas proximidades da casa da Princesa Isabel em Petrópolis. A casa serviu como residência oficial da princesa até a proclamação da República e foi lá que nasceram seus dois primeiros filhos.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1865

Rio Quitandinha, Corrêgo Seco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Quitandinha, Corrêgo Seco
No referido livro de Pedro Vasquez consta ser o rio Quitandinha desaguando no Piabanha.
Revert Henrique Klumb
Rua do Imperador
circa 1874

Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara
Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara, localizada às margens do Rio Quintandinha. Era fábrica de fiação e tecidos de algodão, movida por água represada do mesmo rio. Suas máquinas vieram das fábricas inglesas de Manchester.
Revert Henrique Klumb
Rua Renânia
circa 1870

Serra de Petrópolis (vista "noturna")
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra de Petrópolis (vista "noturna")
Vista "noturna" das serras de Petrópolis.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara
Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara, localizada às margens do Rio Quintandinha. Era fábrica de fiação e tecidos de algodão, movida por água represada do mesmo rio. Suas máquinas vieram das fábricas inglesas de Manchester.
Revert Henrique Klumb
Rua Renânia
circa 1870

Hotel dos Estrangeiros
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel dos Estrangeiros
Hotel fundado na cidade imperial por volta de 1860, localizado na rua do Imperador.
Revert Henrique Klumb
Rua do Imperador
circa 1870

Armazém de víveres
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Armazém de víveres
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Cascatinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha
Vista da Cascatinha, considerada um dos recantos mais pitorescos de Petrópolis, a qual se tinha acesso por uma antiga ponte que descia da estrada União e Indústria. Hoje a Cascatinha dá nome a um dos distritos residenciais da cidade.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Retiro da Cascatinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retiro da Cascatinha
A Cascatinha era considerada um dos recantos mais pitorescos de Petrópolis, a qual se tinha acesso por uma antiga ponte que descia da estrada União e Indústria. Hoje dá nome a um dos distritos residenciais da cidade.
Revert Henrique Klumb
Cascatinha
1865

Jardins
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins
Vista tirada da rua Teresa, por onde se chegava a Petrópolis, vendo-se à esquerda a rua Visconde de Bom Retiro e o Vale. Ao longe, a Floresta da Alcobaça, região da Mata Atlântica que hoje faz parte de uma área de proteção ambiental. Vista da deslumbrante vegetação serrana da cidade de Petrópolis, cuja história começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Vista do Palácio da Princesa Isabel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Palácio da Princesa Isabel
Palácio da Princesa Isabel em Petrópolis. Funcionou como residência oficial da Princesa e de seu marido, o Conde D’Eu, até a proclamação da República em 1889. Foi construído pelo seu primeiro proprietário, Barão de Pilar, em 1853. O casal o alugou em 1874 e em 1876 o Conde D’Eu adquiriu a casa para moradia. Serviu também como sede de delegações diplomatas e instituições de ensino. Hoje abriga uma compania imobiliária e um antiquário de propriedade da família imperial.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Indígena do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígenas do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígenas do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígenas do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígenas do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígena do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígenas do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígena Tuelá do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena Tuelá do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígena do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígenas do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Praça da Aclamação, atual Praça da Republica, a partir do Morro do Livramento
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça da Aclamação, atual Praça da Republica, a partir do Morro do Livramento
Praça da Aclamação, atual Praça da República, com o Teatro Provisório ao centro. À esquerda, Quartel General e a cobertura das plataformas da Estrada de Ferro Dom Pedro II. À direita, a casa da Moeda.
Georges Leuzinger
Morro do Livramento
circa 1870

Largo de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo de São Francisco de Paula
Largo de São Francisco de Paula com a igreja de mesmo nome.
Georges Leuzinger
Centro
1860

Andaraí, a partir da Estrada Velha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Andaraí, a partir da Estrada Velha da Tijuca
Georges Leuzinger
Estrada Velha da Tijuca ; Alto da Boa Vista
circa 1865

Bela Vista
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bela Vista
Georges Leuzinger
Bela Vista
circa 1865

Bela Vista
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bela Vista
Georges Leuzinger
Bela Vista
circa 1865

Bela Vista, vista do Morro Conde da Sé
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bela Vista, vista do Morro Conde da Sé
Georges Leuzinger
Bela Vista
circa 1865

Nova Friburgo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Nova Friburgo
Nova Friburgo, localizada na região serrana do Rio, foi inicialmente uma colônia fundada por suíços no século XIX, que aí se instalaram fugindo da depressão econômica que assolava a Europa. As primeiras famílias, católicas, vieram respaldadas por um decreto de D. João VI, que garantia a compra de sesmarias para compor o território dos colonos. Por volta de 1823 chegaram à região protestantes alemães.Transformou-se em região cafeeira, e em janeiro de 1890, foi elevada à categoria de cidade.
Henschel & Benque
Centro
circa 1875

Estação Central da Estrada de Ferro Central de Pernambuco.
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação Central da Estrada de Ferro Central de Pernambuco.
Construída em meados do século XIX, a estação inicial da Rede Ferroviária do Nordeste foi chamada Estação Central e a partir de 1888 passou a servir à Estrada de Ferro Central de Pernambuco. Foi arrendada à Great Western of Brazil, criada por ingleses em 1872 para construir uma ferrovia que ligasse o Recife a Limoeiro.
Gaensly & Lindemann
Recife
circa 1885

Estação ferroviária
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estação ferroviária
Região do Rio Vermelho, um dos bairros da cidade de Salvador. No século XVI, por ordem do Governador Geral Mem de Sá, foi estabelecida a Aldeia do Rio Vermelho, com um porto e aguadas próximas, tornando-se reserva militar. A área também serviu de abrigo durante a invasão holandesa na Bahia, no século XVII.
Gaensly & Lindemann
Região do Rio Vermelho
circa 1885

Recife
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Recife
Gaensly & Lindemann
Recife
circa 1885

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Imperador
João Ferreira Villela
Recife (PE)
1865

A Rua Nova
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Rua Nova
João Ferreira Villela
Recife (PE)
circa 1855

Igreja Nossa Senhora do Carmo de Recife
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Nossa Senhora do Carmo de Recife
João Ferreira Villela
Santo Antônio
circa 1858

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Imperador
À esquerda a Antiga Biblioteca Pública , Convento de Santo Antônio.
João Ferreira Villela
Rua do Imperador, vista do Campo das Princesas
circa 1865

Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro
Camillo Vedani
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1865

Monumento em homenagem a D. Pedro I - Estátua Equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I - Estátua Equestre
Camillo Vedani
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes ; Centro
circa 1870

Trapiche Maxwell; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Trapiche Maxwell; a partir da Ilha das Cobras
Camillo Vedani
Centro
circa 1867

Região das docas da Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Região das docas da Alfândega; a partir da Ilha das Cobras
Camillo Vedani
Centro
circa 1865

Esquadra de navios nas proximidades do Cais Pharoux; tomada da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Esquadra de navios nas proximidades do Cais Pharoux; tomada da Ilha das Cobras
Camillo Vedani
Centro
circa 1865

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Charles F. Hartt, com a cidade do Recife ao fundo, durante levantamento da Comissão Geológica do Império
Corresponde a uma fotografia do álbum "Voyage au Brésil", datado de 1879, que recria a viagem realizada pelo Duque de Saxe, Luis Augusto Maria Eudes de Saxe Coburgo-Gota (1845-1907), príncipe alemão, e de seu irmão Fernando de Saxe, futuro rei Fernando I da Bulgária, ao Brasil, em 1879. O álbum, com 95 fotografias, documenta a viagem realizada entre junho e julho de 1879 e apresenta vistas das cidades onde o Navio Niger fez escala, a começar por Lisboa, passando posteriormente por Recife e Salvador, antes de aportar ao Rio de Janeiro. O álbum também registra os lugares visitados na Capital, onde se destacam as fotografias do Palácio de São Cristóvão e seus jardins, morada de seus sogros, o Jardim Botânico e suas incursões às cidades serranas de Petrópolis, Nova Friburgo, Teresópolis e Itatiaia. Nessas imagens também há alusões ao circuito da Corte, como o Palácio Imperial e a casa do Conde d´Eu, seu primo, casado com a Princesa Isabel. É provável que algumas das fotografias dos lugares visitados tenham sido realizadas por fotógrafos contratados especialmente pelo Duque, mas existem outras adquiridas pelo viajante, de lugares não necessariamente visitados, como as vistas de São Paulo, de Militão de Azevedo, ou aquelas realizadas por Marc Ferrez no âmbito da Comissão Geológica do Império, em 1875. Dentro das fotografias de lugares não visitados, encontram-se sete fotografias de Albert Frisch, realizadas durante sua expedição ao Alto Amazonas. Uma oitava imagem descrita como sendo da Amazônia, é em realidade uma cachoeira em Petrópolis. Nenhuma das fotografias do álbum menciona as autorias. Gilberto Ferrez, proprietário anterior do álbum, realizou algumas anotações em cada página, atribuindo autoria às imagens, a maior parte delas a seu avô, Marc Ferrez. É necessário uma pesquisa mais aprofundada para confirmar boa parte dessas atribuições.
Marc Ferrez
Recife
1875

Fortaleza da Lage após a Revolta da Armada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fortaleza da Lage após a Revolta da Armada
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1893

Docas da alfândega e Igreja da Candelária
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Docas da alfândega e Igreja da Candelária
Em primeiro plano, uma das muitas lanchas a vapor que circundavam pela Baía para o transporte de passageiros. Em segundo plano as Docas, e à direita, a antiga Capitania dos Portos e a Secretaria da Marinha. Ao fundo a Igreja da Nossa Senhora da Candelária.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1880

Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arcos da Lapa
Aqueduto da Carioca Transformado em Viaduto para Bondes Utilizados como trajeto dos bondes desde 1896, os Arcos da Lapa, ou aqueduto da Carioca foi construído em 1750 para abastecer a cidade a partir da Serra da Carioca.
Marc Ferrez
Lapa
circa 1896

Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro
Hospital da Misericórdia na Praia de Santa Luzia (que leva esse nome por conta do mar, que ia até quase a porta do hospital). Foi fundada por José de Anchieta, por volta de 1552. O projeto do edifício era de Domingos Monteiro, posteriormente modificado por José Jacinto Rabelo. Fotografia de grande apuro técnico pela ausência de distorção e grande sentido de perspectiva.
Marc Ferrez
Rua Santa Luzia, Centro
circa 1895

Avenida Beira-Mar - Cais da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira-Mar - Cais da Glória
Marc Ferrez
Centro
1910

Vista tirada do Sumaré
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista tirada do Sumaré
Nesta foto podem ser vistos do alto do Sumaré o Mangue e os bairros da Cidade Nova e São Cristóvão, na época da construção do cais do porto e das intervenções para o prolongamento do Canal do Mangue. Ao fundo está a Ilha do Governador.
Marc Ferrez
Sumaré
circa 1903

Ipanema vista do Arpoador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ipanema vista do Arpoador
Foto provavelmente tirada do Arpoador, divisa entre Ipanema e Copacabana. A imagem mostra toda a extensão da praia de Ipanema até o Leblon. Ao fundo, a pedra da Gávea e o morro dos Dois Irmãos. os primeiros bondes que percorrem o bairro datam de 1902.
Marc Ferrez
Arpoador
circa 1906

Floresta Brasileira
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Floresta Brasileira
Registro da exuberância da flora no entorno da cidade do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1885

Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Paquetá
Praia Comprida, localizada na ilha de Paquetá, que é um dos bairros mais antigos do Rio de Janeiro. O primeiro registro da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrofo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565 Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a freqüentar a ilha com certa regularidade. Na foto podemos ainda observar as pedras de granito típicas das ilhas da Baía de Guanabara.
Marc Ferrez
Ilha de Paquetá
circa 1890

Colheita de Café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Colheita de Café
Trabalhadores, provavelmente imigrantes europeus, na colheita de café em uma fazenda em São Paulo. A imigração começou no Brasil na década de 1850, chegando a conviver com o regime de trabalho escravo durante certo tempo. Os imigrantes chegaram em Araraquara por volta do início da década de 1870, e eram principalmente italianos.
Guilherme Gaensly
Araraquara
circa 1900

Ouro Preto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ouro Preto
Panorama de Ouro Preto, vendo-se as igrejas de São Francisco de Paula, de São José e a Matriz de Nossa Senhora do Pilar. Outrora chamada Vila Rica, passou a chamar-se Imperial Cidade de Ouro Preto em 1823 e permaneceu como capital da Província de Minas até 1897, quando da inauguração de Belo Horizonte (planejada e construída para esse fim). Ouro Preto nasceu com a descoberta do ouro, que teria sido por acaso, por volta de 1698. Segundo a lenda, um bandeirante de passagem pela região, ao encher sua gamela no rio Tripuí, encontra no fundo algumas pedras negras e as guarda. Tais pedras acabaram chegando às mãos do governador do Rio de Janeiro, que as identificou como ouro, cobertas por uma fina camada de óxido de ferro. Começa assim a corrida em busca do nobre metal, cujas minas estavam localizadas aos pés do Pico do Itacolomi. Com a formação do arraial, passaram-se menos de 30 anos para que se transformasse no maior aglomerado da América Latina.
Marc Ferrez
Ouro Preto
circa 1890

Novo Engenho da Mina de Morro Velho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Novo Engenho da Mina de Morro Velho
A mineração em Morro Velho, região localizada em Congonhas de Sabará, hoje Nova Lima, teve impulso quando a empresa St. John d'El Rey Minning Co. para lá transferiu-se em 1834, depois de um breve período instalada em São João d'El Rei . Utilizando capital britânico, foi uma das primeiras minas mecanizadas na região. A produção mineral brasileira teve início no século XVII, com a exploração de ouro nas Minas Gerais, e logo depois, a produção de diamantes no século seguinte.
Marc Ferrez
Morro Velho
1885

Morro Velho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro Velho
A mineração em Morro Velho, região localizada em Congonhas de Sabará, hoje Nova Lima, teve impulso quando a empresa St. John d'El Rey Minning Co. para lá transferiu-se em 1834, depois de um breve período instalada em São João d'El Rei . Utilizando capital britânico, foi uma das primeiras minas mecanizadas na região. A produção mineral brasileira teve início no século XVII, com a exploração de ouro nas Minas Gerais, e logo depois, a produção de diamantes no século seguinte. Ao fundo, podemos ver a Igreja de Nossa Senhora do Rosário no alto de uma das colinas. Exemplar do barroco mineiro, teve sua construção concluída em 1774.
Marc Ferrez
Morro Velho
1885

Mina da Passagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mina da Passagem
A Mina da Passagem foi descoberta no século XVIII e explorada pela primeira empresa mineradora brasileira (Sociedade Mineralógica de Passagem), criada em março de 1819 pelo Barão W. L. Von Eschwege, que estabeleceu ainda o primeiro plano de lavra subterrânea do país. Durante nove anos, de 1874 a 1883, ela ficou paralisada, depois passando às mãos de uma empresa francesa. Depois de mais algumas paralisações e retomadas, com a mineração de ouro tornada inviável, a mina finalmente foi aberta à visitação turística.
Marc Ferrez
Mina da Passagem
1885

Jardim da casa do Barão de Mauá no bairro do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim da casa do Barão de Mauá no bairro do Catete
Marc Ferrez
Catete
1872

Jardim da casa do Barão de Mauá no bairro do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim da casa do Barão de Mauá no bairro do Catete
Marc Ferrez
Catete
1872

Capela no jardim da casa do Barão de Mauá, no bairro do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Capela no jardim da casa do Barão de Mauá, no bairro do Catete
Marc Ferrez
Catete
1872

Jardim da casa do Barão de Mauá no bairro do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim da casa do Barão de Mauá no bairro do Catete
Marc Ferrez
Catete
1872

Jardim da casa do Barão de Mauá no Bairro do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim da casa do Barão de Mauá no Bairro do Catete
Marc Ferrez
Catete
1872

Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1885

Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos e as capelas dos Passos da Paixão de Cristo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos e as capelas dos Passos da Paixão de Cristo
A cidade de Congonhas do Campo, no interior de Minas Gerais, abriga um dos mais impressionantes conjuntos de arte barroca no Brasil, com 66 imagens em cedro dos passos da Paixão de Cristo e os 12 Profetas feitos em pedra-sabão, todos obra do escultor Aleijadinho. As 66 imagens, produzidas entre cerca de 1796 e 1799, foram dispostas nas 6 capelas dos Passos da Paixão de Cristo: Ceia, Horto, Prisão, Flagelação/Coroação de Espinhos, Cruz-às-Costas e Crucificação. Estão localizadas na ladeira que dá de frente para a igreja. O Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, que abriga a igreja homônima, foi inspirado no Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga, Portugal, local de origem do fundador do santuário de Congonhas. Sua construção teve início por volta de 1757 e terminou cerca de 1790.
Marc Ferrez
Santuário de Congonhas do Campo
circa 1880

Vendedora de miudezas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vendedora de miudezas
Marc Ferrez fez uma série de fotografias sobre vendedores ambulantes que circulavam pela cidade no final do século XIX. Ele andava com uma lona que colocava atrás das pessoas, transformando a rua em um estúdio ao ar livre, tornando possível que os tipos fossem fotografados onde quer que Ferrez os encontrasse.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
circa 1899

Vista panorâmica da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista panorâmica da enseada de Botafogo
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Cinema Pathé
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cinema Pathé
Apoiado pelos filhos, Marc Ferrez inaugurou , em 18 de setembro 1907, o Cinematographo Pathé, na então novíssima Avenida Central. Em sua propaganda de estreia, anunciava “projeções animadas perfeitas, interessantes e maravilhosas” O filme "Sangue de Fidalgo" estreou no Pathé em 13 de novembro de 1919. Voltou em 1922. Em 1923, Ferrez faleceu.
Autoria não identificada
Avenida Rio Branco, Centro
circa 1919

Vista do Passeio Público, Morro do Castelo, Igreja de Nossa Senhora da Lapa,  praia e Igreja de Santa Luzia ao fundo, vistos de Santa Teresa.
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Passeio Público, Morro do Castelo, Igreja de Nossa Senhora da Lapa, praia e Igreja de Santa Luzia ao fundo, vistos de Santa Teresa.
Vê-se em panorama o Morro do Castelo, Igreja de Nossa Senhora da Lapa, praia e Igreja de Santa Luzia ao fundo.
Marc Ferrez
Santa Teresa ; Centro
circa 1885

Entrada da Baía de Guanabara e Enseada de Botafogo a partir do Morro do Corcovado; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Entrada da Baía de Guanabara e Enseada de Botafogo a partir do Morro do Corcovado; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Entre os Morros da Viúva e do Pasmado, a partir do topo do Corcovado.
Marc Ferrez
Morro do Corcovado
circa 1880

Mercado da praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado da praia do Peixe
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Porto do Rio e Candelária; a partir da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto do Rio e Candelária; a partir da Ilha das Cobras
Marc Ferrez
Ilha das Cobras
circa 1890

Saco do Alferes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Saco do Alferes
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Praça D. Pedro II (atual Praça XV de Novembro) e arredores vistos do Morro do Castelo; ao centro, a igreja de São José e o passadiço ligando o Paço Imperial ao Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça D. Pedro II (atual Praça XV de Novembro) e arredores vistos do Morro do Castelo; ao centro, a igreja de São José e o passadiço ligando o Paço Imperial ao Convento do Carmo
Vista tomada a partir do Morro do Castelo, no ponto onde hoje está a Avenida Erasmo Braga.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1860

Igreja das Mercês
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja das Mercês
Felipe Augusto Fidanza
Praça Visconde do Rio Branco
circa 1875

Rua 15 de Novembro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua 15 de Novembro
Felipe Augusto Fidanza
Centro
circa 1875

Rua Conselheiro João Alfredo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Conselheiro João Alfredo
Felipe Augusto Fidanza
Campina
circa 1875

Reduto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Reduto
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Mercado Ver o Peso
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mercado Ver o Peso
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Rua Padre Prudencio e Igreja Santa Anna
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Padre Prudencio e Igreja Santa Anna
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Largo de Santa Anna
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo de Santa Anna
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Teatro da Paz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Teatro da Paz
Felipe Augusto Fidanza
Centro
circa 1875

Pavilhão de Música
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pavilhão de Música
Felipe Augusto Fidanza
Largo da Polvora
circa 1875

Chafariz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chafariz
Felipe Augusto Fidanza
Largo da Polvora
circa 1875

Intendencia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Intendencia
O palácio de intendencia, hoje abriga o Museu de Arte de Belém.
Felipe Augusto Fidanza
praça D. pedro II
circa 1875

Palácio do Governo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio do Governo
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Monumento General Gurjão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento General Gurjão
Felipe Augusto Fidanza
praça Independência
circa 1875

Liceu Benjamim Constant
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Liceu Benjamim Constant
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Catedral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Catedral
Felipe Augusto Fidanza
praça D. pedro II
circa 1875

Palácio do Bispado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio do Bispado
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Arsenal de Guerra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arsenal de Guerra
Felipe Augusto Fidanza
Largo da Sé
circa 1875

Igreja e Seminário de Nossa Senhora do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja e Seminário de Nossa Senhora do Carmo
Felipe Augusto Fidanza
Centro
circa 1875

Arsenal da marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arsenal da marinha
Felipe Augusto Fidanza
cidade Velha
circa 1875

Estrada de São José
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de São José
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Largo Baptista-Campos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo Baptista-Campos
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Arraial de Nazareth
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arraial de Nazareth
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Igreja de Nazareth
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nazareth
Felipe Augusto Fidanza
bairro de Nazaré
circa 1875

Estrada de Nazareth
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Nazareth
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Estrada de São Jeronymo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de São Jeronymo
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Hospital D. Luiz I
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hospital D. Luiz I
Felipe Augusto Fidanza
Av. Generalíssimo Deodoro, 868
circa 1875

Hospital dos Alienados
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hospital dos Alienados
Felipe Augusto Fidanza
bairro Marco da Legua
circa 1875

Vista Geral do Porto de Belém
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista Geral do Porto de Belém
Felipe Augusto Fidanza
Porto
circa 1875

Vistas do Pará
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vistas do Pará
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Vista do morro do Pão de Açúcar a partir de Charitas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do morro do Pão de Açúcar a partir de Charitas
Imagem integra álbum de "Fotografias Aéreas".
Autoria não identificada
Praia de Charitas
circa 1920

Vista aérea de Copacabana; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea de Copacabana; ao fundo, o Morro do Pão de Açúcar
Álbum de "Fotografias Aéreas".
Autoria não identificada
Tomada das imediações de Ipanema
circa 1920

Vista do bairro e da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do bairro e da enseada de Botafogo
Imagem integra álbum de "Fotografias Aéreas".
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1920

Vista aérea da Praça Paris e do Jardim da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Praça Paris e do Jardim da Glória
Integra o ábum "Vistas aéreas". Na parte superior da imagem vemos a esplanada do Morro do Castelo, apenas com o prédio da Associação Cristã de Moços (ACM) ao centro.
Autoria não identificada
Catete
circa 1920

Centro; região portuária
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Centro; região portuária
Imagem integra álbum de "Fotografias Aéreas".
Autoria não identificada
Santo Cristo
circa 1920

Jockey Club Brasileiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jockey Club Brasileiro
Imagem integra álbum de "Fotografias Aéreas".
Autoria não identificada
A partir da Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1920

Vista de parte do Centro do Rio de Janeiro; à direita, a esplanada do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista de parte do Centro do Rio de Janeiro; à direita, a esplanada do Morro do Castelo
Imagem integra álbum de "Fotografias Aéreas".
Autoria não identificada
Centro
circa 1920

Largo e Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo e Igreja de São Francisco de Paula
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Vista aérea da Ilha das Enxadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Ilha das Enxadas
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Torre de sinalização
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Torre de sinalização
Jorge Kfuri
Ilha das Enxadas
circa 1921

Posto Médico na Ilha das Enxadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Posto Médico na Ilha das Enxadas
Jorge Kfuri
Ilha das Enxadas
circa 1921

Vista aérea de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea de Niterói
Jorge Kfuri
São Domingos
circa 1921

Vista aérea de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea de Niterói
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea de Niterói
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea de Niterói
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea do centro do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do centro do Rio de Janeiro
Jorge Kfuri
Tomada da região do Caju
circa 1921

Vista aérea da Ilha de Mocanguê e Ponta da Armação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Ilha de Mocanguê e Ponta da Armação
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea da Ilha do Viana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Ilha do Viana
Jorge Kfuri
Tomada das proximidades da Ilha de Conceição
circa 1921

Vista aérea do bairro de São Cristovão, destaque para o Campo de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro de São Cristovão, destaque para o Campo de São Cristóvão
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea do bairro de São Cristovão, destaque para o Campo de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro de São Cristovão, destaque para o Campo de São Cristóvão
Jorge Kfuri
São Cristóvão
circa 1921

Vista aérea do Cemitério do Caju
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Cemitério do Caju
Jorge Kfuri
Caju
circa 1921

Vista aérea da Avenida Rodrigues Alves
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Avenida Rodrigues Alves
Jorge Kfuri
Centro ; Leopoldina
circa 1921

Vista aérea dos bairros da Gamboa e Saúde
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea dos bairros da Gamboa e Saúde
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea do bairro Santo Cristo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro Santo Cristo
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Vista aérea do Rio de Janeiro, destaque para os bairros da Gamboa e do Santo Cristo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Rio de Janeiro, destaque para os bairros da Gamboa e do Santo Cristo
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea do centro do Rio de Janeiro, Praça Mauá e do bairro do Santo Cristo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do centro do Rio de Janeiro, Praça Mauá e do bairro do Santo Cristo
Jorge Kfuri
Tamada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista áerea do bairro da Saúde
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista áerea do bairro da Saúde
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Vista aérea da Praça Mauá e da Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Praça Mauá e da Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central)
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea da Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Praça Mauá
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea da região da Praça XV, Praça Mauá e cais do Porto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da região da Praça XV, Praça Mauá e cais do Porto
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista da ilha das Cobras, Praça XV de Novembro; ao fundo, o Morro do Castelo e o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da ilha das Cobras, Praça XV de Novembro; ao fundo, o Morro do Castelo e o Pão de Açúcar
Vista aérea do centro do Rio de Janeiro. Ao centro o Morro do Castelo, em primeiro plano a Ilha das Cobras ligada pela ponte Almirante Alexandrino, à direita o Mosteiro de São Bento e a Igreja da Candelária.
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista da Ilha das Cobras e Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Ilha das Cobras e Arsenal da Marinha
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1919

Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1919

Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1919

Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1919

Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1919

Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1919

Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Regresso da Divisão Naval após operações de guerra
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1919

Esquadrilha Macchi 9
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Esquadrilha Macchi 9
Jorge Kfuri
Ilha das Enxadas
circa 1921

Vista aérea da Avenida Central (atual Rio Branco) e Avenida Marechal Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Avenida Central (atual Rio Branco) e Avenida Marechal Floriano
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Vista aérea do Largo de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Largo de São Francisco de Paula
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Vista da Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista da Praça Tiradentes
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Vista aérea do Largo da Carioca e da Avenida Central (atual Rio Branco)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Largo da Carioca e da Avenida Central (atual Rio Branco)
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Vista aérea da Avenida Central (atual Rio Branco)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Avenida Central (atual Rio Branco)
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Vista aérea da Avenida Central (atual Rio Branco)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Avenida Central (atual Rio Branco)
Destaque para os prédios do Theatro Municipal, Biblioteca Nacional, Escola Nacional de Belas Artes e Palace Hotel.
Jorge Kfuri
Centro
circa 1921

Avião Hydro H. S. 2
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avião Hydro H. S. 2
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Esquadrilha M. S. 2
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Esquadrilha M. S. 2
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista aérea do Encouraçado americano U.S.A. IDAHO, em visita ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Encouraçado americano U.S.A. IDAHO, em visita ao Rio de Janeiro
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
21 de julho de 1919

Vista aérea do Encouraçado americano U.S.A. IDAHO, em visita ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA044.jpg
Vista aérea do Encouraçado americano U.S.A. IDAHO, em visita ao Rio de Janeiro
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
21 de julho de 1919

Vista aérea do bairro da Lapa e do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro da Lapa e do Passeio Público
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea dos bairros da Glória, Lapa e Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea dos bairros da Glória, Lapa e Passeio Público
Jorge Kfuri
Glória
circa 1921

Vista aérea do bairro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro da Glória
Jorge Kfuri
Glória
circa 1921

Vista aérea do bairro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro da Glória
Jorge Kfuri
Glória
circa 1921

Vista aérea do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Rio de Janeiro
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista aérea do bairro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro da Glória
Jorge Kfuri
Glória
circa 1921

Vista aérea do bairro da Glória, destaque para a rua Benjamin Constant
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro da Glória, destaque para a rua Benjamin Constant
Jorge Kfuri
Glória
circa 1921

Vista aérea do Encouraçado São Paulo; por ocasião de recepção à família real da Bélgica
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Encouraçado São Paulo; por ocasião de recepção à família real da Bélgica
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
19 de setembro de 1920

Vista aérea do Encouraçado São Paulo; por ocasião de recepção à família real da Bélgica
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Encouraçado São Paulo; por ocasião de recepção à família real da Bélgica
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
19 de setembro de 1920

Vista aérea do Encouraçado São Paulo; por ocasião de recepção à família real da Bélgica
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Encouraçado São Paulo; por ocasião de recepção à família real da Bélgica
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
19 de setembro de 1920

Chegada da família real da Bélgica ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chegada da família real da Bélgica ao Rio de Janeiro
Chegada dos reis da Bélgica, Alberto I e Elisabeth, ao Rio de Janeiro, a bordo do encouraçado São Paulo.
Jorge Kfuri
Praça Mauá
19 de setembro de 1920

Chegada da família real da Bélgica ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA058.jpg
Chegada da família real da Bélgica ao Rio de Janeiro
Chegada dos reis da Bélgica, Alberto I e Elisabeth, ao Rio de Janeiro, a bordo do encouraçado São Paulo.
Jorge Kfuri
Praça Mauá
19 de setembro de 1920

Vista aérea dos bairros da Glória e do Flamengo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA060.jpg
Vista aérea dos bairros da Glória e do Flamengo
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea do bairro da Glória, destaque para o Hotel Glória ainda em construção
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA061.jpg
Vista aérea do bairro da Glória, destaque para o Hotel Glória ainda em construção
Jorge Kfuri
Glória
circa 1922

Vista aérea do bairro da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro da Glória
Jorge Kfuri
Glória
circa 1921

Vista aérea do bairro e da praia de Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA063.jpg
Vista aérea do bairro e da praia de Ipanema
Jorge Kfuri
Tomada da Lagoa Rodrigo de Freitas
circa 1921

Vista aérea do bairro da Glória, em destaque, o Hotel Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA064.jpg
Vista aérea do bairro da Glória, em destaque, o Hotel Glória
Jorge Kfuri
Glória
circa 1922

Acampamento americano na Rua do Russel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA065.jpg
Acampamento americano na Rua do Russel
Jorge Kfuri
Glória
circa 1921

Altímetro Registrador; ao fundo, hidroavião e embarcação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA069.jpg
Altímetro Registrador; ao fundo, hidroavião e embarcação
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Hidroavião próximo a navio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hidroavião próximo a navio
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Avião
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avião
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Navio S. M. Britânica
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navio S. M. Britânica
Jorge Kfuri
Baía de Guanabara
circa 1921

Avião
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avião
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista aérea do bairro de Marechal Hermes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro de Marechal Hermes
A atual escola Evangelina Duarte Batista, em primeiro plano, e a estação de Marechal Hermes, ao fundo.
Jorge Kfuri
Marechal Hermes
circa 1921

Vista aérea do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Rio de Janeiro
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista aérea do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Rio de Janeiro
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista aérea do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Rio de Janeiro
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista aérea do Campo dos Afonsos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Campo dos Afonsos
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Encouraçado São Paulo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado São Paulo
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Encouraçado Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Minas Gerais
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Encouraçado São Paulo e Minas Gerais em divisão de manobras
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA081.jpg
Encouraçado São Paulo e Minas Gerais em divisão de manobras
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista Marítima
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista Marítima
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Navios em alto mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Navios em alto mar
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1922

Manobras Navais
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Manobras Navais
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1922

Exercícios de Artilharia
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA085.jpg
Exercícios de Artilharia
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
1922

Hidroavião Farman
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA086.jpg
Hidroavião Farman
Jorge Kfuri
Ilha de Mocanguê
circa 1921

Vista aérea do bairro da Urca e da Praia Vermelha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro da Urca e da Praia Vermelha
Jorge Kfuri
Urca
circa 1921

Vista aérea do Morro do Pão de Açúcar, Morro da Urca e, ao fundo, a Pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Morro do Pão de Açúcar, Morro da Urca e, ao fundo, a Pedra da Gávea
Jorge Kfuri
Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea do Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA089.jpg
Vista aérea do Morro do Pão de Açúcar
Jorge Kfuri
Baía de Guanabara
circa 1921

Morro do Pão de Açúcar; estação do bondinho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar; estação do bondinho
Jorge Kfuri
Urca
circa 1921

Morro do Pão de Açúcar; estação do bondinho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro do Pão de Açúcar; estação do bondinho
Jorge Kfuri
Urca
circa 1921

Estrada de Ferro de Teresópolis
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro de Teresópolis
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista aérea do Morro do Corcovado e do Mirante Chapéu do Sol
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Morro do Corcovado e do Mirante Chapéu do Sol
Jorge Kfuri
Alto da Boa Vista
circa 1921

Vista áerea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista áerea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol
Jorge Kfuri
Morro do Corcovado
circa 1921

Vista áerea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista áerea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol
Jorge Kfuri
Morro do Corcovado
circa 1921

Vista aérea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol
Jorge Kfuri
Alto da Boa Vista
circa 1921

Recepção de Gago Coutinho e Sacadura Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Recepção de Gago Coutinho e Sacadura Cabral
Jorge Kfuri
Ilha das Enxadas
1922

Recepção de Gago Coutinho e Sacadura Cabral
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Recepção de Gago Coutinho e Sacadura Cabral
Jorge Kfuri
Ilha das Enxadas
1922

Cruzador Carvalho de Araujo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cruzador Carvalho de Araujo
Jorge Kfuri
Praça Mauá ; Centro
circa 1921

Cruzador Carvalho de Araujo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cruzador Carvalho de Araujo
Jorge Kfuri
Praça Mauá ; Centro
circa 1921

Cruzador Carvalho de Araujo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cruzador Carvalho de Araujo
Jorge Kfuri
Praça Mauá ; Centro
circa 1921

Vista aérea do bairro de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro de Botafogo
Jorge Kfuri
Botafogo
circa 1921

Vista aérea da Lagoa Rodrigo de Freitas e do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Lagoa Rodrigo de Freitas e do Jardim Botânico
Jorge Kfuri
Tomada do bairro do Humaitá
circa 1921

Aeromarinho HF 42; acidentado em 18/02/1921
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aeromarinho HF 42; acidentado em 18/02/1921
Jorge Kfuri
Ilha das Enxadas
1921

Hidroavião Macchy 7
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hidroavião Macchy 7
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

VIsta áerea do Tunel Novo; ponto de ligação entre os bairros de Copacabana e Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA106.jpg
VIsta áerea do Tunel Novo; ponto de ligação entre os bairros de Copacabana e Botafogo
Jorge Kfuri
Copacabana
circa 1921

Vista aérea de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea de Copacabana
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Vista aérea das praias do Leme, Copacabana e Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA108.jpg
Vista aérea das praias do Leme, Copacabana e Ipanema
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista aérea do Forte da Vigia (atual Forte Duque de Caxias)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Forte da Vigia (atual Forte Duque de Caxias)
Jorge Kfuri
Leme
circa 1921

Vista aérea da praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da praia de Copacabana
Jorge Kfuri
Copacabana
circa 1921

Vista aérea da praia de Copacabana, com uma parte do calçadão destruído pela ressaca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da praia de Copacabana, com uma parte do calçadão destruído pela ressaca
Jorge Kfuri
Copacabana
circa 1921

Vista aérea das praias de Copacabana e de Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea das praias de Copacabana e de Ipanema
Jorge Kfuri
Praia de Copacabana
circa 1921

Vista do Forte de Copacabana e da praia de Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Forte de Copacabana e da praia de Ipanema
Jorge Kfuri
Praia de Copacabana
circa 1921

Vista aérea das praias de Ipanema e Leblon; a partir de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA114.jpg
Vista aérea das praias de Ipanema e Leblon; a partir de Copacabana
Jorge Kfuri
Copacabana
circa 1921

Vista aérea do Forte de Copacabana e das praias de Ipanema e Leblon
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA115.jpg
Vista aérea do Forte de Copacabana e das praias de Ipanema e Leblon
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Vista aérea do canal do Jardim de Alah, da Praia de Ipanema e da Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA116.jpg
Vista aérea do canal do Jardim de Alah, da Praia de Ipanema e da Lagoa Rodrigo de Freitas
Jorge Kfuri
Praia do Leblon
circa 1921

Vista aérea do bairro do Leblon, destaque para o Country Club
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do bairro do Leblon, destaque para o Country Club
Jorge Kfuri
Leblon
circa 1921

Hangares em construção
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007ALA118.jpg
Hangares em construção
Jorge Kfuri
Ilha das Enxadas
circa 1921

Vista aérea de Niterói
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea de Niterói
Jorge Kfuri
Tomada da Baía de Guanabara
circa 1921

Jangadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jangadas
Marc Ferrez
Nordeste brasileiro
circa 1875

Acampamento para registro de eclipse solar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Acampamento para registro de eclipse solar
Marc Ferrez
Passa Quatro
1912

Jardins de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007CX019-01.jpg
Jardins de Bagatelle
A maior parte do tempo entre abril de 1915 e agosto de 1922, Marc Ferrez morou na Europa. Apenas entre fevereiro de 1920 e maio de 1921 voltou a residir no Brasil. Em 1921, em correspondência a Malia, sua nora, Ferrez conta que fez belas fotografias de rosas, em sua visita ao roseiral do Parque de La Bagatelle, no Bois de Boulogne, local que frequentava enquanto seu filho Luciano e Malia estavam com ele em Paris (entre 1919 e 1920). Em 14 de agosto de 1922, Marc voltou para o Rio de Janeiro e faleceu em janeiro de 1923. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 . Foi em 1912 que Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período são muito diversas das fotografias panorâmicas e de grandes obras públicas, pelas quais Ferrez se tornou conhecido no século anterior. Tratam-se de tomadas do interior de sua residência, raras testemunhas de sua intimidade familiar, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, Ferrez também refaz, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Coloridas, entretanto, as imagens ganham outra textura, e sua granulação lhes acrescenta certo caráter intimista, ao invés da grandiosidade e tom clássico da maioria de suas fotografias anteriores.
Marc Ferrez
Paris
junho de 1917

Jardins de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins de Bagatelle
Em 1915, nos primeiros meses da longa estada européia de Ferrez, que permanecerá na Europa por cinco anos, serão divididos entre Paris, os Alpes suíços, sobretudo Marecottes, vilarejo onde passará o verão com Julio, Claire, e seus netos e Vichy, onde recorrerá aos famosos banhos termais para sua saúde. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Paris
junho de 1917

Vichy - O jardim de rosas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vichy - O jardim de rosas
A maior parte do tempo entre abril de 1915 e agosto de 1922, Marc Ferrez morou na Europa. Apenas entre fevereiro de 1920 e maio de 1921 voltou a residir no Brasil. Em 1921, em correspondência a Malia, sua nora, Ferrez conta que fez belas fotografias de rosas, em sua visita ao roseiral do Parque de La Bagatelle, no Bois de Boulogne, local que frequentava enquanto seu filho Luciano e Malia estavam com ele em Paris (entre 1919 e 1920). Em 14 de agosto de 1922, Marc voltou para o Rio de Janeiro e faleceu em janeiro de 1923. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Vichy
circa 1916

Vichy - O novo parque
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007CX019-04.jpg
Vichy - O novo parque
Em 1915, nos primeiros meses da longa estada européia de Ferrez, que permanecerá na Europa por cinco anos, serão divididos entre Paris, os Alpes suíços, sobretudo Marecottes, vilarejo onde passará o verão com Julio, Claire, e seus netos e Vichy, onde recorrerá aos famosos banhos termais para sua saúde. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Vichy
circa 1916

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