Title: Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Rotunda de São Diogo, Km 2
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Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro Central do Brasil (Linha do Centro), Rotunda de São Diogo, Km 2
(Título atribuído)
Estrada de Ferro Central do BrasiI (Linha do Centro), Rotunda de São Diogo, Km 2
(Título atribuído)
Marc Ferrez (Autoria)
circa 1903(Data de produção)
1902 - 1908(Datas-limite)
Vista da Rotunda de abrigo de locomotivas de São Diogo, pertencente a Estrada de Ferro Dom Pedro II, denominada Estrada de Ferro Central do Brasil, após 1889.
O pátio de São Diogo foi inaugurado em 1858. Já a rotunda foi construída dois anos depois, em 1860. O pátio está ligado à linha do Centro da antiga Central do Brasil por um ramal de cerca de um quilômetro. O prédio da rotunda de São Diogo foi demolido em 1928, pois havia ruído em 1927, num acidente quando da tentativa de substituição de uma das tesouras sustentadoras do seu telhado. A estação funcionou até o dia 17 de setembro de 1938, quando foi fechada. As oficinas continuaram funcionando por algum tempo. Depois, tudo desapareceu, para construção das linhas e do centro de manutenção do metrô carioca, nos anos 1980.
Vista da Rotunda de abrigo de locomotivas de São Diogo, pertencente a Estrada de Ferro Dom Pedro II, denominada Estrada de Ferro Central do Brasil a partir de 1889
O pátio de São Diogo foi inaugurado em 1858. Já a rotunda foi construída dois anos depois, em 1860. O pátio está ligado à linha do Centro da antiga Central do Brasil por um ramal de cerca de um quilômetro. O prédio da rotunda de São Diogo foi demolido em 1928, pois havia ruído em 1927, num acidente quando da tentativa de substituição de uma das tesouras sustentadoras do seu telhado. A estação funcionou até o dia 17 de setembro de 1938, quando foi fechada. As oficinas continuaram funcionando por algum tempo. Depois, tudo desapareceu, para construção das linhas e do centro de manutenção do metrô carioca, nos anos 1980.
O pátio de São Diogo foi inaugurado em 1858. Já a rotunda foi construída dois anos depois, em 1860. O pátio está ligado à linha do Centro da antiga Central do Brasil por um ramal de cerca de um quilômetro. O prédio da rotunda de São Diogo foi demolido em 1928, pois havia ruído em 1927, num acidente quando da tentativa de substituição de uma das tesouras sustentadoras do seu telhado. A estação funcionou até o dia 17 de setembro de 1938, quando foi fechada. As oficinas continuaram funcionando por algum tempo. Depois, tudo desapareceu, para construção das linhas e do centro de manutenção do metrô carioca, nos anos 1980.
Vista da Rotunda de abrigo de locomotivas de São Diogo, pertencente a Estrada de Ferro Dom Pedro II, denominada Estrada de Ferro Central do Brasil a partir de 1889
O pátio de São Diogo foi inaugurado em 1858. Já a rotunda foi construída dois anos depois, em 1860. O pátio está ligado à linha do Centro da antiga Central do Brasil por um ramal de cerca de um quilômetro. O prédio da rotunda de São Diogo foi demolido em 1928, pois havia ruído em 1927, num acidente quando da tentativa de substituição de uma das tesouras sustentadoras do seu telhado. A estação funcionou até o dia 17 de setembro de 1938, quando foi fechada. As oficinas continuaram funcionando por algum tempo. Depois, tudo desapareceu, para construção das linhas e do centro de manutenção do metrô carioca, nos anos 1980.
Fotografia publicada no Portal Brasiliana Fotográfica.
Livro: Marc Ferrez/Rio; organização de Sergio Burgi e Mariana Newlands. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2015; Göttingen: Steidl, 2015.
Imagem publicada no Portal Brasiliana Fotográfica.
Livro: Marc Ferrez/Rio; organização de Sergio Burgi e Mariana Newlands. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2015; Göttingen: Steidl, 2015.
Livro: Marc Ferrez/Rio; organização de Sergio Burgi e Mariana Newlands. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2015; Göttingen: Steidl, 2015.
Imagem publicada no Portal Brasiliana Fotográfica.
Livro: Marc Ferrez/Rio; organização de Sergio Burgi e Mariana Newlands. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2015; Göttingen: Steidl, 2015.
Negativo - Vidro
GELATINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
30(height) x 40(width)(dimensão total)
Diurna, Externa, Horizontal, Transporte sobre trilhos, Engenharia, Transportes, Arquitetura
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Digitalizado e higienizado para o livro;
Estrada de Ferro D. Pedro II, posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil
Imagem tratada digitalmente.
Digitalizado e higienizado para o livro;
Estrada de Ferro D. Pedro II, posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil
Digitalizado e higienizado para o livro;
Estrada de Ferro D. Pedro II, posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil
Imagem tratada digitalmente.
Digitalizado e higienizado para o livro;
Estrada de Ferro D. Pedro II, posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil
Caderno sem título (Inventário manuscrito de negativos e fotografias de Marc Ferrez), p. 62 - "Vistas 30 x 40 (caixa) nº 48";
Livro GARCIA, Marilia Fontana. Engenharia Do Brasil: 90 Anos Do Instituto De Engenharia. São Paulo: Sabesp, 2007, p. 406;
Livro GARCIA, Marilia Fontana. Engenharia Do Brasil: 90 Anos Do Instituto De Engenharia. São Paulo: Sabesp, 2007, p. 406;
Nascido em 1843 no Rio de Janeiro, Marc Ferrez, filho de franceses, registrou meio século de transformações ocorridas no país. Do Império à República retratou eventos históricos e projetos emblemáticos de reconhecimento do território e da modernização do país. Nas últimas duas décadas de sua vida experimentou a fotografia em cores e dedicou-se ao negócio do cinema, ao lado dos filhos, tornando-se um dos principais distribuidores e difusores da nova arte no Brasil. Após residir na França de 1915 a 1922, com um curto intervalo no Brasil em 1920, faleceu no Rio de Janeiro em 1923.
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Em domínio público
Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural